Estrelado por Chris Pratt, o show gira em torno de um thriller de conspiração que combina ação com questões psicológicas acerca do custo de forçar soldados de uma nação além do que é possível.
A narrativa é focada em Reece, que perde todo o seu time da marinha depois de uma emboscada; ele retorna para casa com memórias conflitantes do evento e começa a se questionar se teve alguma coisa a ver com aquilo. Entretanto, quando novas evidências vêm à tona, Reece descobre forças obscuras trabalhando contra ele.
A história é baseada no romance homônimo de Jack Carr.
Pratt ganhou fama em 2014 e 2015, depois de estrelar filmes como ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Jurassic World’ – franquias para a qual voltará em breve. Ele também participou de longas como ‘Uma Aventura LEGO’ e ‘Os Passageiros’, e recentemente viveu o protagonista da animação ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’ ao lado de Tom Holland.
A página oficial do Twitter de ‘Missão Impossível’ postou uma nova imagem de bastidores do sétimo capítulo da franquia de ação, trazendo Pom Klementieff e Hayley Atwell aguardando os outros membros do elenco chegarem ao set de filmagens.
Confira:
A expectativa é que a produção da sequência seja finalizada até maio de 2021.
Anteriormente previsto para julho do ano que vem, ‘Missão Impossível 7’ chegará aos cinemas em 18 de novembro de 2021.
Enquanto isso, ‘Missão Impossível 8’ será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original.
Em uma recente entrevista ao Collider, o icônico ator Sam Neill comentou sobre sua jornada na franquia ‘Jurassic Park’ como o Dr. Alan Grant – mais do que isso, revelou que aprendeu a interpretar o personagem apenas em ‘Jurassic Park III’.
“Para mim, quando cheguei ao terceiro [filme], provavelmente um pouco tarde, tinha descoberto como interpretar o personagem – algo que não tinha conseguido no primeiro. Eu ainda estava tentando decobrir, como você interpretar o cara com o chapéu? Algo que veio de forma natural para Harrison Ford, mas não para mim. E algo que Chris Pratt, um cara fantástico, pensou bastante e conseguiu fazer. E você deve pensar como fazer isso. É uma habilidade especial. Não está apenas interpretando um personagem. Precisa de um arsenal de habilidades”.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Colin Trevorrow revelou alguns detalhes sobre o novo capítulo e comentou que escreveu o roteiro com a ajuda do elenco.
“Nós escrevemos diálogos juntos e encontrávamos jeitos de garantir que todos os atores, que são profundamente associados com esses personagens que interpretaram, não apenas se sentissem respeitados, mas mergulhassem de cabeça em quem eles seriam agora”.
Trevorrow também comentou que o novo longa-metragem será a junção de todos os seis filmes da saga começada em 1993.
“Para mim, ‘Jurassic World: Domínio’ é a culminação de uma história que vem sido contada. Quando você tem o final da trilogia ‘Jurassic Park’, pode não ter ficado claro qual a história dos três filmes, porque foram mais episódios em sua forma de abordagem. Mas esta trilogia não é assim. É mais serializada. O que é importante para mim é que quando você assiste a ‘Domínio’, realmente percebe que vai aprender qual a trama que preparou o terreno dos primeiros filmes e como tudo o que aconteceu lá influencia no que acontece agora”.
Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada para o dia 10 de junho de 2022 (um ano depois de seu lançamento original).
Interpretado por Sam Neill, oDr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.
Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).
O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.
Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovemTim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.
Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.
Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.
O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.
Bryce Dallas Howardpassou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.
Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçadolevaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.
Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.
Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.
Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.
A paleoveterinária deDaniella Pinedafoi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.
E enfim chegamos ao fim do primeiro semestre – e, assim como o ano passado, 2021 vem se provando um ótimo ano para a música, seja pelo resgate de elementos do disco e do punk-rock, seja pela contínua busca de originalidade.
Em apenas seis meses, Olivia Rodrigo fez sua aguardada estreia oficial com o impactante ‘SOUR’, pouco depois de dominar o mundo em ‘High School Musical: A Série: O Musical’; Lana Del Rey lançou mais um álbum incrível com ‘Chemtrails Over the Country Club’; e The Pretty Reckless retornou anos depois de seu último lançamento com uma profunda e envolvente narrativa.
Para celebrar mais um momento importante da música, o CinePOP preparou uma lista com os dez melhores álbuns do ano até agora.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
“Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.” – Thiago Nolla
“Os melhores momentos de ‘Cor’ insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla
“‘Chemtrails over the Country Club’ é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa.” – Thiago Nolla
“De fato, quando pensamos que a performer sempre fez o que bem entendeu com a carreira, o compilado de originais se transforma em uma declamação antêmica de liberdade, em que ela se sente na obrigação de apoiar os marginalizados (“me queimou na fogueira, achou que eu era uma bruxa” talvez seja uma das constatações mais bem-vindas da iteração). Mas, quando o frenesi cansativo dessa austeridade é posto de lado, somos arrastados para pequenas joias musicais que tomam forma na balada “Highly Emotional People”, talvez uma ode à melancolia da amiga Lana Del Rey, talvez apenas um jeito elegante de dizer o que precisa.”
“Em diversas entrevistas para promover o álbum, as performers comentaram sobre qual linha desejavam seguir – algo um tanto quanto evasivo, considerando que trariam o cenário do rock experimental de volta à tona. Essencialmente, é notável que as escolhas para as faixas não foram aleatórias, e sim calcadas em uma minúcia detalhista e simples que transforma cada track em uma ode a um gênero cujas raízes datam de um tempo considerável: “Lucky to Get Him”, assim como outras iterações, resgatam de modo mimético a estética optada por Edgar Froese e sua banda, Tangerine Dream; “Symptom of Your Touch”, uma das melhores faixas de 2021, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.” – Thiago Nolla
O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, ‘Heaux Tales’ traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R..
Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singerMichelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma ‘Jubilee’ em uma obra como nenhuma outra – motivo pelo qual ocupa o quarto lugar da nossa lista.
“Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.”
Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção ‘Blue Weekend’. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.
“St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. “Down And Out Downtown” é uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”. Em “Laughing Man”, ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes (que é inclusive reconhecido em um dos versos). “Somebody Like Me”, como a própria performer já explicou, é um cândido e íntimo retrato sobre a mútua ilusão do amor, perpassando pelos vários estágios de um relacionamento e pela construção de uma compreensão recíproca e profunda.” – Thiago Nolla
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro Henry Cavill revelou que adoraria fazer parte da família da Marvel Studios e que, caso a oportunidade surgisse, gostaria de interpretar o herói Capitão Britânia.
“Nunca vou dizer um personagem da Marvel que já está sendo interpretado por alguém… Porque todos estão fazendo um ótimo trabalho”, ele disse. “Entretanto, tenho internet e vi vários rumores sobre o Capitão Britânia e acho que seria muito divertido fazer uma versão legal e modernizada dele – da mesma forma que modernizaram o Capitão América. Há algo divertido sobre isso e eu amo ser britânico”.
Para aqueles que não conhecem o personagem, Capitão Britânia fez sua estreia nos quadrinhos em 1976 com a edição Captain Britain Weekly #1. Alter-ego do Dr. Brian Braddock, o herói é campeão das Ilhas Britânicas e de seus povos. Dotado de poderes místicos através do Amuleto do Direito, dado a ele pelo lendário feiticeiro Merlyn e por sua filha, Roma, ele se tornou protetor da Terra-616.
Ele foi o único personagem do cânone da Marvel com o qual o famoso autor Alan Moore (‘Watchmen’, ‘V de Vingança’) já trabalhou.
O que você achou da ideia?
Vale lembrar que o astro retorna como Geralt de Rivia na vindoura 2ª temporada de ‘The Witcher’, que chega à Netflix em 17 de dezembro de 2022.
Confira o trailer:
Confira os títulos dos episódios abaixo:
Episódio 1 – A Grain of Truth Episódio 2 – Kaer Morhen Episódio 3 – What Is Lost Episódio 4 – Redanian Intelligence Episódio 5 – Turn Your Back Episódio 6 – Dear Friend Episódio 7 – Voleth Meir Episódio 8 – [NÃO REVELADO]
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
As informações revelam que McKinney será Ada Monroe no show, uma inteligente e sagaz proprietária de uma livraria que tem interesse no oculto e seus mistérios.
A atriz se junta aos previamente confirmados Meg Donnelly (‘American Housewife’) e Drake Rodger (‘The In Between’), que irão interpretar versões mais jovens de John e Mary Winchester, pais de Sam e Dean. Nida Khurshi, Jojo Fleites e Bianca Kajlich também fazem parte do elenco.
Robbie Thompson, responsável pelo roteiro de alguns episódios de ‘Supernatural‘, será o roteirista e diretor do piloto.
Além disso, ele também vai assumir o cargo de produtor executivo ao lado de Jensen e Danneel Ackles, representantes da produtora Chaos Machine Productions.
Lembrando que Jensen vai reprisar seu papel como Dean, servindo como narrador da atração, que vai acompanhar a juventude de seus pais.
Confira a sinopse:
“Antes de Sam e Dean, havia John e Mary. Contado da perspectiva do narrador Dean Winchester, ‘The Winchesters‘ é a história de amor épica e não contada de como John conheceu Mary e como eles colocaram tudo em risco não apenas para salvar seu amor, mas o mundo inteiro.”
A aclamada cantora e compositora Rina Sawayamalançou hoje, 25 de agosto, mais uma música oficial de seu aguardado álbum ‘Hold the Girl’.
Intitulada “Phantom”, a canção já está disponível nas plataformas de streaming. O disco, por sua vez, será lançado em 16 de setembro.
Confira:
O álbum também conta com o single homônimo e as faixas “This Hell” e “Catch Me In the Air”.
A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de ‘SAWAYAMA’, début que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles“Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.
Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.
O ciclo final foi lançado hoje,03 de fevereiro, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
O roteirista Joey Hartstone assume como showrunner na última temporada, substituindo Peter Moffat.
O drama traz Cranston como Michael Desiato, um respeitado juiz de Nova Orleans cujo filho adolescente, Adam (Hunter Doohan), se envolve com um atropelamento que culmina em um jogo de mentiras, fraudes e escolhas impossíveis.
Produções cômicas, sejam elas filmes ou séries, sempre fizeram parte da nossa vida e sempre nos ajudaram a lidar com momentos difíceis ou até mesmo a esquecer certos problemas estressantes do cotidiano.
Mais do que isso, a vertente da comédia sempre esteve associada ao bem-estar coletivo e à passagem de tempo – no sentido mais literal da expressão. Afinal, é quase certo dizer que, quando estamos de pernas para cima ou rolando o feed das redes sociais sem mais nada para fazer, nos voltamos para alguma breve sitcom ou romcom para nos deliciar durante o tempo em que não temos nada para fazer.
E, na complicada situação que enfrentamos nos dias de hoje, essas mesmas produções parecem ter ganhado um espaço especial no nosso catálogo. Por essa razão, o CinePOP separou para você dez séries de comédia para maratonar nas próximas semanas (fazendo questão de revelar onde você pode assisti-las e quantas temporadas já lançadas cada uma delas possui).
Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita ou qual ficou de fora:
Quando pensamos em comédia, o grupo de amigos mais famoso de Nova York é uma das primeiras opções que nos vêm à cabeça. ‘Friends’ tornou-se um fenômeno da televisão mundial e até hoje conquista fãs ao redor do mundo – e é muito difícil encontrarmos alguém que não se divirta com as aventuras de Rachel, Joey, Monica, Ross, Phoebe e Chandler. Mais do que isso, a sitcom revolucionou o modo de contar histórias e inspirou dezenas de outras produções do gênero.
Anteriormente inclusa no catálogo da Netflix, a dramédia de costumes ‘Desperate Housewives’ não prometia muita coisa e parecia bastante formulaica; entretanto, Marc Cherry mostra que logo no primeiro episódio as coisas são bem diferentes do que aparentam: no geral, a narrativa gira em torno das donas de casa de Wisteria Lane e de suas hilárias e perigosas aventuras recheadas de mistérios, mentiras e traições.
Se ‘Friends’ causou um impacto considerável quando chegou às telinhas, é quase impossível falar sobre todo o impacto que ‘Seinfeld’ teve na virada dos anos 1980 para os 1990. Focando nas histórias do comediante Jerry Seinfeld, a “mãe das sitcoms” quebrou os paradigmas de suas conterrâneas e, em vez de confinar-se num ambiente familiar, trouxe para o primeiro plano um grupo de amigos inseparáveis que transformavam as situações mais banais em shows de risadas.
Tina Fey e Robert Carlock sempre criaram mágica na indústria televisiva contemporânea – e isso não seria diferente com ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’. A irreverente e quase surrealista comédia deu adeus muito cedo e depois de apenas quatro temporadas, mas conquistou uma legião de fãs imensa e que até hoje relembram os icônicos personagens. A trama gira em torno de Kimmy, uma jovem que foi raptada e trancafiada num bunker por um líder religioso fanático e, quinze anos depois, conseguiu ser resgatada apenas para lidar com um mundo totalmente diferente do qual conhecia.
A fan-favorite‘Brooklyn Nine-Nine’ não poderia ficar de fora da nossa lista pelo motivo de ser simplesmente incrível. A série conta o dia a dia de uma delegacia de polícia no distrito do Brooklyn, Nova York. O maior foco são os detetives, que acabam mudando seu cotidiano quando o severo novo Capitão Raymond Holt chega. Jake é o palhaço, Rosa é a séria, Terry é o musculoso, Amy é a organizadinha, Charles é o gastronômico, Gina é a atual, Hitchcock e Scully são os preguiçosos.
Julia Louis-Dreyfus é uma das grandes rainhas do cenário cômico – e não é por menos: ao longo de sua carreira, estrelou a aclamada ‘Seinfeld’, a divertida ‘The New Adventures of Old Christine’ e, pouco depois, viveu a vice-presidente dos Estados Unidos Selina Meyer na icônica ‘Veep’. Criada por Armando Iannucci, o sucesso do show foi tanto que rendeu à atriz nada menos que seis estatuetas do Emmy Awards.
Baseada na série britânica de mesmo nome, ‘The Office’ é uma das produções mais adoradas pelos fãs de comédia e gira em torno dos funcionários de um escritório em Scranton, Pensilvânia. A obra simula o visual de um documentário verdadeiro (o famoso mockumentary) e trouxe no elenco nomes como Steve Carell, John Krasinski e Ellie Kemper.
O que você faria se descobrisse que morreu e tomasse o lugar de outra pessoa no Paraíso? Bom, é exatamente isso que ‘The Good Place’ se propõe a explorar. A aclamada série da NBC (que teve seus direitos adquiridos pela Netflix) é uma análise nada ortodoxa do pós-vida e traz reflexões metafísicas bastante interessantes para quem quiser mergulhar de cabeça nos episódios. Infelizmente, a produção chegou ao fim após quatro temporadas – mas sem dúvida alguma será lembrada durante muito tempo.
Jane Fonda e Lily Tomlin vivem Grace e Frankie na série homônima da Netflix – e, de fato, não podemos pensar em uma dupla mais perfeita e adequada para carregar uma comédia com tanto esmero nas costas. As duas não se gostam, mas acabam se aproximando e se tornando melhores amigas quando seus maridos saem do armário e revelam que estavam tendo um caso um com o outro durante vinte anos.
O cancelamento precoce de ‘One Day at a Time’ deu origem a uma onda de frustração por parte dos fãs, mas a série felizmente foi resgatada e forneceu um desfecho satisfatório à produção. Baseada na sitcom de mesmo nome de 1975, a série gira em torno de uma família cubano-americana que vive em Los Angeles, com foco em uma mãe solteira e ex-militar diagnosticada com estresse pós-traumática, seus filhos e sua própria mãe (que é vivida por ninguém menos que Rita Moreno).
O próximo lançamento da DC, ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’, está se aproximando de sua estreia – mas parece que o público não saberá a opinião dos críticos com muita antecedência.
Ao que tudo indica, o embargo para as opiniões dos especialistas nacionais e internacionais cairá apenas no dia 21 de dezembro, às 12h – um dia depois do lançamento em território brasileiro, agendado para 20 de dezembro, e um dia depois da estreia no mercado chinês.
The tide may not be in #Aquaman‘s favor. Aquaman and the Lost Kingdom’s Review and Social embargo lifts December 21 at 10 am EST, a day after China’s release pic.twitter.com/heWTItij3I
Vale lembrar que, segundo projeções recentes, a continuação da saga do rei de Atlântida está programada para arrecadar entre US$ 50 milhões e US$ 60 milhões em sua primeira semana, superando suas projeções iniciais de US$ 32 milhões a US$ 42 milhões, mas ainda levantando a possibilidade de um desempenho aquém do esperado.
Para contextualizar, o primeiro ‘Aquaman’ arrecadou US$ 67,8 milhões em seu fim de semana de estreia, quando lançado em torno do feriado de Natal em 2018. Ao final, o filme surpreendeu ao acumular uma receita expressiva de US$ 1,152 bilhão em bilheteria mundial.
No entanto, a situação de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’ é notavelmente diferente. O filme estrelado por Jason Momoa enfrenta a situação precária de encerrar o antigo DCU, e já há sinais significativos de que o anúncio da nova DCU, feito cerca de um ano atrás, teve um impacto negativo nos últimos filmes do estúdio.
No início deste ano, ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ alcançou uma receita de US$ 133,4 milhões, com um orçamento em torno de US$ 125 milhões. Posteriormente, ‘The Flash’, com um orçamento superior a US$ 200 milhões, registrou uma bilheteria de apenas US$ 270,6 milhões, enquanto ‘Besouro Azul’, com um orçamento de US$ 104 milhões, arrecadou apenas US$ 129 milhões.
Adicionalmente, a saturação no gênero de super-heróis tem impactado até mesmo as produções da Marvel. ‘As Marvels’, último lançamento do estúdio, teve a abertura mais fraca do UCM com apenas US$ 47 milhões e está caminhando para ser um dos maiores fracassos do estúdio, resultando em prejuízos consideráveis.
Contudo, a Warner ainda não deu início a suas campanhas de marketing de última hora. Espera-se uma grande promoção do astro principal, Jason Momoa, e pelo menos mais um trailer para impulsionar o interesse pelo filme.
O terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino, surpreendeu em sua estreia nos cinemas norte-americanos – e chamou a atenção de um dos maiores nomes da literatura de horror da contemporaneidade: Stephen King.
Através de seu perfil oficial no X (antigo Twitter), King rasgou elogios para a produção, escrevendo: “se você precisa de um filme de terror, este servirá. É vagaroso, quase lânguido, mas quando o sangue corre, corre em baldes. O assassino mascarado parece o Minion mais assustador do mundo”.
IN A VIOLENT NATURE: If you need a slasher movie, this one will do the job. It’s leisurely, almost languorous, but when the blood flows, it flows in buckets. The killer in his mask looks like the world’s most terrifying Minion.
O longa arrecadou US$ 2.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, através de 1426 salas de cinema.
De acordo com o Bloody Disgusting, este é um retorno sólido para um terror independente, experimental e para maiores. Além disso, a produção se aproximou dos números de estreia de ‘Entrevista com o Demônio‘, que havia se tornado o maior lançamento da história da IFC Films ao arrecadar US$ 2.8 milhões em seu primeiro final de semana.
Com o sucesso, o diretor Chris Nash revelou que adoraria retornar para uma sequência: “Sinto que definitivamente há espaço para novas aventuras do Johnny. Não me importaria em vê-lo atacando nos subúrbios em algum momento. Só de pensar em acompanhar esse personagem em um beco escuro – enquanto as pessoas ao seu redor estão vivendo normalmente – é aterrorizante. Eu gosto bastante dessa ideia. Então, no quarto filme, ele precisa ir ao espaço. Veremos.”
Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…
Em meio à eleição presidencial dos Estados Unidos, ‘Venom: A Última Rodada’ teve uma arrecadação considerável entre os espectadores que resolveram escapar do caos e fugir para os cinemas.
Nesta última terça-feira (05), o longa-metragem faturou impressionantes US$3,4 milhões nas bilheterias. O montante representa um recorde inesperado para a franquia, sagrando-se a menor queda da franquia para uma segunda terça-feira, com 26,8% de queda (via CBM).
A encargo de comparação, o filme original de 2018 teve uma queda de 54,6% (arrecadando US$3,7 milhões), enquanto a sequência, ‘Venom: Tempo de Carnificina’, teve uma queda ainda maior de 61% (faturando US$2,5 milhões).
Segundo projeções, ‘A Última Rodada’ teve finalizar seu circuito doméstico com US$150 milhões arrecadados.
Mundialmente, o filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas!
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.
Viola Davis é um dos maiores nomes do show business, prestigiada por sua camaleônica versatilidade nos vários ramos artísticos – seja no cinema, no teatro ou na televisão. Reconhecida como uma das lendas a integrarem o seleto grupo EGOT, Davis não apenas nos encanta com cada uma de suas atuações, como não tem medo de se aventurar em produções hollywoodianas de grande orçamento e cujo único objetivo é o entretenimento. Não é surpresa que ela tenha participado, por exemplo, do recente filme de ação distópica ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, presenteando-nos com uma performance incrível como a odiosa Volumnia Gaul.
Davis não é nenhuma estranha ao gênero em questão, visto que também deu as caras como Amanda Waller nos dois filmes sobre o infame Esquadrão Suicida, e dominou os holofotes com uma interpretação fantástica em ‘A Mulher Rei’. Agora, ela retorna às produções de ação com o ambicioso ‘G20’ – um previsível título, ainda que levemente satisfatório, que chegou ao catálogo do Prime Video neste último dia 10 de abril. E, com nenhuma surpresa, o projeto cumpre todas as caixinhas convencionais que podemos imaginar: um grupo de reféns, um grupo de terroristas, uma subtrama política que serve como mote para as ações dos antagonistas, e uma heroína improvável que culminará em um final feliz – ao menos dentro do possível.
A trama do longa acompanha Danielle Sutton (Davis), presidente dos Estados Unidos que, além de lidar com uma nação inteira, deve lidar com a filha adolescente rebelde, o filho mais novo introvertido e um marido que soa como a única peça mantendo a família estruturada – e as coisas escalam a um nível catastrófico quando, durante a cúpula do G20, um grupo de dissidentes une forças para cometer um ataque terrorista, unindo-se a traidores de Estado para cessar as forças protegendo a maior reunião governamental do planeta e transformar os líderes mundiais em reféns. O atentado ocorre como forma de protesto à proposta de unificação monetária defendida por Danielle, afirmando que isso é apenas mais uma forma de controle.
Conseguindo escapar das investidas de seus inimigos, a presidente se reúne com um pequeno grupo, que inclui o agente e segurança particular Manny Ruiz (Ramón Rodriguez), para resgatar os reféns – nem que isso signifique colocar a própria vida em risco para que os líderes e sua família fiquem a salvo. E, dentro desse espectro bastante conhecido (talvez remodelado para soar mais épico), as engrenagens funcionam bem e de forma prática, mas não podemos deixar de sentir uma certa “preguiça” criativa por parte do time por trás das câmeras em pegar páginas emprestadas de inúmeras obras similares para construir um explosivo pot-pourri.
Patricia Riggen, conhecida por seu trabalho no elogiado filme do Disney Channel, ‘Lemonade Mouth’, pode não ter muita experiência em obras de ação, mas comandou alguns episódios da ótima série de ação ‘Jack Ryan’ e, em vez de ousar dentro de uma estrutura engessada, emula incursões dentro de sua zona de conforto para que os arcos narrativos sejam críveis, compreensíveis e cumpram seu simples propósito de entreter (como mencionado parágrafos acima). Temos planos abertos panfletários e que exaltam a importância da cúpula, uma fotografia sóbria que aposta em cores monocromáticas que variam do preto ao cinza, e uma metódica fotografia que dialoga com as personas. Em contraposição, planos em close refletem a humanidade dos chefes de Estado, em especial de Danielle, e uma montagem frenética é destinada às sequências de ação.
Cada uma das decisões tomadas por Riggen são óbvias demais; no final das contas, entretanto, isso não importa – pois sabemos qual é a finalidade desse longa-metragem. O roteiro, assinado a oito mãos (Caitlin Parrish, Erica Weiss, Logan Miller e Noah Miller), transborda de clichês e frases de efeito, buscando se equiparar a títulos como ‘Invasão à Casa Branca’ e ‘Salt’ conforme garante uma reciclagem constante de praticidades. Em outras palavras, somos capazes de prever cada um dos movimentos dos personagens e de que forma a narrativa será conduzida.
Em compensação, o elenco nos encanta de maneira formidável. Davis tem plena noção do que o projeto irá exigir de sua conhecida flexibilidade artística, jogando-se de cabeça e divertindo-se do começo ao fim – além de utilizar sua magnética presença para nos alçar em êxtase. Antony Starr, dando vida ao mortal Rutledge, líder dos terroristas, volta a interpretação um vilão, mas foge totalmente de seu papel como Capitão Pátria em ‘The Boys’, oferecendo algo mais classicamente psicótico. E, compondo esse time estelar de performers, temos a presença bem-vinda de Anthony Anderson como Derek, marido de Danielle; Rodriguez em ótima forma como Manny; e Sabrina Impacciatore em uma presença mais leve como Elena Romano.
Se ‘G20’ falha em aspectos técnicos por reproduzir uma história narrada incontáveis vezes na indústria fílmica, ao menos é possível aproveitar o aplaudível comprometimento de atores e atrizes de ponta – com um óbvio destaque a Viola Davis em um despojamento de encher os olhos.
Segundo o Deadline, Alan Ritchson, conhecido por seu papel titular na popular série de ação ‘Reacher’, irá estrelar a nova cinebiografia de guerra da Amazon MGM Studios (ainda sem título oficial)
O projeto marca a nova colaboração entre o astro e o diretor Patrick Hughes. Ambos trabalharam juntos na aventura sci-fi‘War Machine’, que recentemente teve suas filmagens finalizadas e será lançada pela Netflix.
O longa é centrado no oficial da marinha Mike Thornton durante os últimos dias da Guerra do Vietnã, à medida que lidera uma última e desesperada resistência após cinco homens ficarem presos atrás das linhas inimigas.
Enfrentando um exército de 150 soldados, o grupo abre fogo contra o inimigo antes de realizar uma retirada angustiante para o Mar da China Meridional. Com um tenente gravemente ferido e um colega amarrados a ele, Thornton nada por horas em águas hostis para chegar a um lugar seguro – um ato de bravura que lhe rendeu a Medalha de Honra do Congresso.
O Prime Video divulgou o trailer oficial do thriller de mistério ‘Scarpetta’, estrelado por ninguém menos que as vencedoras do Oscar Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) e Jamie Lee Curtis(‘Borderlands’).
A produção tem estreia agendada para o dia 11 de março na plataforma de streaming.
Confira:
A atração é baseada no romance homônimo de Patricia Cornwell e conta com a Blumhouse Television supervisionando o projeto.
A trama acompanha a vida da legista-chefe Kay Scarpetta (Kidman), que está voltando para casa em Richmond, Virgínia, para continuar de onde parou. Enquanto tenta manter o foco em seu trabalho, forças externas começam a se infiltrar na vida cotidiana de Kay com ressentimentos e segredos emergindo das sombras. Para Kay, desembaraçar a teia desses relacionamentos complicados começa em casa com sua irmã, Dorothy (Curtis).
David Gordon Green (‘O Exorcista: O Devoto’) entra como diretor dos dois primeiros episódios, enquanto Liz Sarnoff (‘Lost’, ‘Barry’) assume as cadeiras de roteirista, produtora executiva e showrunner.
Segundo o Deadline, Ella Beatty (‘Monstro: A História de Lizzie Borden’) está em negociações finais para estrelar ‘A Redoma de Vidro’ (The Bell Jar), adaptação do romance homônimo de Sylvia Plath.
Caso o contrato seja fechado, Beatty se juntará às previamente confirmadas Billie Eilish (‘Enxame’), que será a protagonista Esther Greenwood, e Carey Mulligan (‘Treta’), que será a mãe de Beatty.
O projeto conta com a direção e o roteiro da vencedora do Oscar Sarah Polley (‘Entre Mulheres’). O estúdio Focus Features está em fase final de negociações para financiar e distribuir o longa nos Estados Unidos.
A produção será uma colaboração entre Joy Gorman Wettels (através da Joy Coalition), Plan B Entertainment (produtora de Brad Pitt) e StudioCanal. Foi Wettels, produtora de sucessos como ’13 Reasons Why’, quem idealizou o projeto e uniu Eilish e Polley antes da entrada dos grandes estúdios.
Publicado originalmente em 1963, ‘A Redoma de Vidro’ é o único romance de Sylvia Plath.
A obra semiautobiográfica acompanha Esther Greenwood, uma jovem que enfrenta uma severa deterioração mental em meio às pressões sociais da época. A história reflete a trágica trajetória da própria autora, que morreu por suicídio apenas um mês após o lançamento do livro no Reino Unido.
Levar a obra de Plath para as telas tem sido um desafio histórico em Hollywood. A única adaptação cinematográfica significativa ocorreu em 1979, dirigida por Larry Peerce. Ao longo das últimas décadas, diversos projetos tentaram sair do papel sem sucesso:
2007:Julia Stiles esteve ligada a uma versão que não avançou.
De acordo com o We Got This Covered, Justin Hartley irá retornar como Oliver Queen/Arqueiro Verde em ‘Crise nas Infinitas Terras‘, ao lado de Tom Wellinge Erica Durance.
Anteriormente, o astro revelou ao podcast Inside of You, de Michael Rosenbaum, que adoraria reprisar o papel.
“Se tivesse um contexto interessante, eu faria. Eu amo esse personagem, e se houver algo que desperte meu interesse, é claro que eu toparia.”
Considerando que todo o crossover se originou em ‘Arrow‘, faz sentido que outra versão do personagem faça uma participação especial.
No entanto, nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.
Através de seu perfil do Instagram, John Travoltaconfirmou que sua esposa e atriz Kelly Preston (‘Jerry Maguire‘) faleceu aos 57 anos após dois anos de luta contra o câncer de mama.
Marido de Preston há 29 anos, o astro contracenou com ela em ‘The Experts‘ (1989) e A Reconquista‘ (2001), filme de ficção científica adaptado do romance de L. Ron Hubbard.
Na publicação, ele se despediu com palavras emocionadas e disse que estará dando apoio aos filhos.
“É com o coração muito pesado que informo que minha linda esposa Kelly perdeu uma batalha de dois anos contra o câncer de mama. Ela travou uma luta corajosa com o amor e o apoio de muitos. Levarei algum tempo para me consolar meus filhos. Portanto, perdoem-me com antecedência se vocês não tiverem notícia por um tempo, todo o meu amor, JT.”
Uma publicação partilhada por John Travolta (@johntravolta) a
Sua filha, Ella, também postou uma bela homenagem, escrevendo:
“Eu nunca conheci ninguém tão corajosa, forte, bonita e amorosa como você. Qualquer pessoa que teve a sorte de conhecê-la ou de ter estado na sua presença vai concordar que você tem uma luz que nunca deixa de brilhar e que faz com que qualquer um ao seu redor se sinta instantaneamente feliz. Obrigado por estar aqui por mim. Sou grata pelo seu amor. Obrigada pela ajuda e por tornar este mundo um lugar melhor. Você tornou a vida tão bonita e eu sei que continuará a fazer isso para sempre. Eu te amo muito, mamãe.”
Uma publicação partilhada por Ella Travolta (@ella.travolta) a
Nascida Kelly Kamalelehua Smith em Honolulu, ela mudou seu nome paraKelly Preston antes de garantir seu primeiro papel de destaque em ‘A Primeira Transa de Jonathan‘ (1985).
Para quem não se lembra, ela também apareceu no clássico ‘Christine, o Carro Assassino‘, adaptação do romance homônimo de Stephen King.
Um perfil do Instagram dedicado a novidades sobre a série live-action d’As Meninas Superpoderosas‘ divulgou a imagem de como será a casa das irmãs na adaptação daCW.
Apesar de manter a estrutura e a cor da casa original, a nova versão sofrerá uma significativa mudança em suas janelas.
Na animação, o quarto das meninas tem janelas redondas, pelas quais elas entram e saem voando.
No live-action, as janelas serão quadradas como em qualquer casa normal, descaracterizando um pouco da originalidade do desenho.
A série, criada pela The CW, traz Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’), Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault como Florzinha, Lindinha e Docinho, respectivamente.
Donald Faison (‘Emergence’) dará vida ao Professor Utônio, enquanto Nicholas Podany será o filho do Macaco Louco.
Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.
Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden entram como produtores executivos.
Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.
Exibida entre 1998 e 2005, a série rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.
‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ traz de volta muitos rostos familiares, mas dois dos vilões do filme realmente aparecem por meio de filmagens reutilizadas de ‘Homem-Aranha 3′ (2007) e ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (2012).
Ao longo da sequência, ambos os vilões aparecem apenas como personagens feitos em CGI (imagens geradas por computação gráfica).
Flint Marko (Thomas Haden Church) permanece em sua forma arenosa, enquanto o Dr. Curt Connors (Rhys Ifans) abraça totalmente seu lado reptiliano.
No entanto, durante a batalha final, os dois vilões retornam a suas formas humanas depois de receberem antídotos para suas mutações.
Muitos fãs notaram que as cenas de transformação eram bastante familiares, isso porque foram reutilizadas dos respectivos filmes em que os vilões apareceram originalmente.
De acordo com o The Direct, quando Flint reaparece, é através da filmagem da luta entre e o Homem-Aranha simbionte, quando eles se encontram no esgoto e Flint acaba virando lama.
Em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, acontece o contrário… Em vez de se desintegrar após ser bombardeado com água, o Homem-Aranha é retrabalhado para fazer parecer com que seu corpo esteja voltando à forma humana.
Quanto ao Lagarto, a visão de um Connors claramente devastado ao retornar ao seu estado original foi tirada diretamente de sua derrota em ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, mas retrabalhada em um ângulo diferente.
Ainda não foi revelado por Church e Ifans não gravaram cenas inéditas para a sequência, já que eles voltaram para dublar os personagens.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Após os recentes adiamentos de ‘Aquaman e o Reino Perdido’ e ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses’, ‘Adão Negro’ será o único filme daDC Comics a chegar aos cinemas este ano.
E parece que as exibições-teste ainda estão acontecendo antes da estreia, marcada para 20 de outubro nos cinemas nacionais.
Através do Twitter, uma fan page dedicada a novidades do filme compartilhou o momento em que o protagonista Dwayne Johnson surpreendendo os fãs que participaram de uma dessas exibições.
Considerando os aplausos e sorrisos, parece que a multidão gostou do que viu na tela, já que eles nem sabiam que o astro estava presente.
Obviamente, a publicação não traz nenhum detalhe específico sobre a trama da adaptação, mas Johnson confirmou que um novo trailer será lançada esta semana.
Ainda não foi confirmado o dia, mas rumores apontaram que a prévia deve ser lançada na quinta-feira (08), durante o Thursday Night Football.
Confira o momento em que o astro se revela para os fãs:
“The Rock surpreende os fãs de uma exibição-teste de ‘Adão Negro‘ e confirma que o segundo trailer será lançado est semana! ‘Psssiu… O lançamento global do nosso trailer #2 de ‘Adão Negro‘ vai acontecer esta semana…”
.@TheRock surprises fans from a #BlackAdam test screening and confirms the second trailer will drop THIS WEEK!
“Pssst…the global launch of our BLACK ADAM trailer #2 is going down this week….”
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Adicionado ao catálogo da Netflix no último dia 26, ‘Sangue e Ouro‘ é um drama de guerra que traz um novo ponto de vista aos bastidores da Segunda Guerra Mundial.
Dirigido por Peter Thorwarth, o longa já ocupa a 1ª posição entre o TOP 10 da semana.
A trama escrita por Thorwarth eStefan Barth conta a história de Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão desertor que é raptado e enforcado pela SS em uma árvore. No entanto, ele é salvo por Elsa (Marie Hacke), que teve seu pai assassinado pelo exército nazista.
Com o plano de retornar a sua cidade para reencontrar sua filha, única da família que sobreviveu a um bombardeio, Heinrich, Elsa e seu irmão, Paule (Simon Rupp), iniciam uma sangrenta caçada aos nazistas.
Apesar de ser ambientada em um momento histórico, a trama é fictícia, mas foi criativa o bastante para conquistar 75% de aprovação dos críticos.
A análise do Los Angelis Times diz que o filme chama atenção por estar “impregnado de um cansaço mundial crível, carregado por pessoas que suportaram anos de violência e brutalidade nas mãos dos nazistas e que não têm mais nenhum escrúpulo em abandonar a moralidade em prol da sobrevivência.”
Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão rendendo elogios a ‘Sangue e Ouro‘, afirmando que o longa consegue se destacar entre tantos outros títulos que já esgotaram o tema.
Confira as reações:
Filme Sangue & Ouro na Netflix. Assisti sábado! A trama é muito boa e retrata os últimos momentos de domínio nazista. O protagonista é um desertor alemão e a uma camponesa. Eles se unem e dão mto trabalho a um pelotão de nazistas. É um bom suspense com muita ação. Nota 9,6! pic.twitter.com/zZDNMlhnxF
Vi Sangue e Ouro na Netflix, e foi um dos filmes mais divertidos que eu assisti nos últimos meses, tem uma vibe MUITO Tarantinesca, tanto no enredo, na fotografia, na OST, e PRINCIPALMENTE na violência, essa que aliás consegue ser ainda mais explícita que nos filmes do Tarantino
No início de março, chegou ao catálogo da Netflix a série ‘Magnatas do Crime’, inspirada no filme de thriller ação cômico dirigido por Guy Ritchie.
Estrelada por Theo James eKaya Scodelario, a trama acompanha Eddie Horniman, um ex-soldado que herdou a considerável propriedade de seu pai aristocrata inglês e se torna o novo duque de Halstead – apenas para descobrir que está no topo da maior fazenda de maconha da Europa, sendo obrigado a trabalhar com a traficante Susie Glass.
No geral, a série foi bastante elogiada por conta da inteligência do roteiro, das cenas de ação, da construção os personagens e pela química entre James e Scodelario.
O problema é que alguns espectadores adorariam que a dupla tivesse cenas de beijos, o que não acontece, já que seus personagens não demonstram esse tipo de ligação apesar da tensão entre eles.
Nas redes sociais, o público lamentou a ausência de cenas mais quentes entre a dupla.
Confira as reações:
“Eu odeio o Guy Ritchie, ele não nos deu nem um único beijo entre Eddie e Susie, mas também não posso ficar bravo porque a tensão e a química eram simplesmente imaculadas.”
I hate guy ritchie he didn’t give us even a single kiss between Eddie and susie but I can’t be mad either because the tension and chemistry was just immaculate
Ritchie fica a encargo da produção, da direção e do roteiro da nova adaptação, colaborando com Ivan Atkinson e Marn Davies para supervisionar o projeto.
O filme original teve sucesso considerável tanto financeiro quanto crítico, arrecadando pouco mais de US$115 milhões mundialmente (a partir de um orçamento de US$22 milhões) e conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A atriz Sharon Stone revelou que ganhou cerca de US$ 500 mil por ‘Instinto Selvagem‘, uma diferença salarial milionária do ator Michael Douglas, que recebeu um pagamento de US$ 14 milhões. As informações são do Page Six.
“Michael Douglas ganhou US$ 14 milhões. Eu era nova e ele era uma grande estrela”, disse a atriz durante um discurso no 43º almoço anual do Muse Awards New York Women In Film & Television.
Stone também afirmou que foi desrespeitada por um produtor do filme, que sempre se referia a ela repetidamente como “Karen” durante “toda a produção”.
“Mesmo no Baile do Governador [depois do Oscar], ele ainda me chamava de ‘Karen’. E eu carreguei essa humilhação profundamente dentro de mim – mesmo que meu nome não estivesse no pôster”, disse ela.
Há algumas semanas, Sharon Stone havia declarado que perdeu a guarda do filho por conta de suas cenas em ‘Instinto Selvagem‘. O filme de 1992 lançou a atriz ao estrelato e se tornou polêmico pela famosa cena em que a atriz dá uma cruzada de pernas sem calcinha.
“Perdi a custódia do meu filho”, revelou ela ao podcast Table for Two.
“Quando o juiz perguntou ao meu filho, meu garotinho, ‘Você sabia que sua mãe faz filmes de sexo?’”, disse Stone. “Esse é o tipo de abuso do sistema, que considerou que tipo de mãe eu era porque fiz aquele filme. As pessoas estão andando sem roupas na TV normalmente agora. Você viu talvez um décimo sexto de segundo de possível nudez minha e eu perdi a custódia do meu filho”, revelou.
O ator Brian Cox, conhecido por seu papel em ‘Succession‘, revelou recentemente que teve a oportunidade de ingressar na franquia ‘Piratas do Caribe‘, mas optou por deixar a oportunidade escapar.
Em uma entrevista ao The Guardian, Cox admitiu que embora participar da série de filmes fosse uma decisão financeiramente vantajosa, ele recusou a proposta da Disney por considerar o papel do Governador Swann entediante e por não querer atuar ao lado de Johnny Depp.
“[Piratas do Caribe] teria sido uma máquina de dinheiro, mas, de todas as partes do filme, [Governador Swann] era a mais ingrata”, disse o ator.
“E [Johnny] Depp é muito superestimado – quero dizer, em ‘Edward Mãos de Tesoura’, convenhamos, se você está com as mãos daquele jeito e com maquiagem pálida, cheio de cicatrizes, não precisa fazer nada demais. E ele não fez,” concluiu Cox.
Lembrando que todas as temporadas de ‘Succession‘ já estão disponíveis na HBO Max.
A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido.
A atriz Molly Shannon (‘Superstar – Despenca Uma Estrela’) se juntou ao elenco de ‘Balls Up’, nova comédia de ação dirigida por Peter Farrelly (‘Green Book – Uma Aventura na Estrada’).
“A trama gira em torno de dois executivos de marketing americanos que, após serem demitidos por perderem uma grande oportunidade de patrocínio, decidem usar seus ingressos gratuitos para um grande jogo de futebol. No entanto, a bebedeira os leva a se envolverem em uma série de confusões e a serem perseguidos por todo o país”.
Detalhes sobre seu papel estão sob sigilo.
O filme ainda não tem data de lançamento definida.
A atriz Ariana DeBose, conhecida por seu trabalho em ‘Kraven, o Caçador’ e ‘West Side Story’, saiu recentemente em defesa de Angela Bassett após a estrela de ‘Pantera Negra’ revelar sua frustração por não ter vencido o Oscar.
Segundo o Deadline, DeBose, que apresentou a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar 2023 — premiação na qual Bassett concorria —, compartilhou sua opinião sobre o assunto.
Bassett foi indicada ao prêmio por sua atuação em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’, mas a estatueta foi para Jamie Lee Curtis, por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.
“Conheço um pouco a Angela, mas também conheço muito bem a Jamie Lee”, disse DeBose. “Você não pode tirar as emoções de nenhuma dessas mulheres. A decepção de alguém não anula a alegria de outra pessoa. Além disso, há dinâmicas internas na premiação que grande parte do público desconhece, o que também agrava a situação”.
DeBose destacou que, considerando a trajetória de Angela Bassett em Hollywood, “ela deveria ter ganhado aquele Oscar por ‘Tina’.”
Ela ainda acrescentou: “Angela tem todo o direito de se sentir decepcionada como uma mulher negra nesta indústria, onde lutamos para sermos vistas, ouvidas e valorizadas — tanto no reconhecimento financeiro quanto pelo trabalho que realmente entregamos”.
Por outro lado, DeBose ressaltou que isso não invalida a felicidade de Jamie Lee Curtis:
“Jamie Lee também trabalhou duro por anos para construir sua carreira, independentemente da fama de seus pais. Então, ambas as emoções têm seu espaço”, destacou.
Vale lembrar que recentemente Bassett desabafou sobre sua frustração por não ter levado o prêmio.
Segundo a Variety, Bassett falou sobre o assunto após sua reação na cerimônia, que rapidamente viralizou nas redes sociais.
“Eu achei interessante. Interessante o fato de que eu não poderia ficar desapontada com um resultado no qual eu achava que merecia”, explicou a atriz.
“Eu adoro aplaudir as pessoas, mas naquele momento… Não, eu coloquei esforço, coloquei tempo, fiz um bom trabalho ao longo do tempo. Eu não achei que isso fosse um presente, eu achei que fosse algo merecido”, acrescentou.
Lembrando que, no ano passado, Bassett já havia lamentado a derrota.
“Eu fiquei pasma! Fiquei”, contou Bassett. “Achei que lidei bem com isso. Essa era minha intenção, lidar bem com isso. Foi, claro, uma grande decepção, e decepção é humana. Então pensei, sim, fiquei decepcionada e lidei com isso como um ser humano”.
Bassett ressaltou que lidar com a perda do Oscar com dignidade foi fundamental “para mim mesma e para meus filhos que estavam lá comigo”.
“Vão existir momentos de decepção que você vai vivenciar, mas como você se comporta no meio disso?”, ela acrescentou. “Vamos sorrir, vamos ser gentis, vamos ser bondosos, vamos comemorar de qualquer maneira”.
O atorFrank Grillo, que interpreta Rick Flag Sr. em ‘Pacificador’, falou recentemente sobre a experiência de viver o icônico agente no novo universo DC comandado por James Gunn, destacando um futuro promissor tanto para o personagem quanto para o próprio DCU.
“Estávamos na estreia e eu pensei: ‘Isso é incrível. Estou realmente inserido nesse universo’. E é por isso que eu adoro o Gunn: estávamos na festa pós-estreia, e ele se aproximou e disse: ‘Você sabe o que vem aí, né?’ E eu respondi: ‘Não’. Então ele falou: ‘Tem algo grande vindo, e você está completamente envolvido nisso'”, afirmou, conforme o ComicBookMovie.
Grillo não sabe exatamente o que está por vir, mas confia totalmente na visão do diretor: “Não sei o que é, mas ele sabe. E seja lá o que ele precisar de mim, de qualquer maneira, eu estou dentro. Meus agentes já sabem: quando o telefone tocar, é só dizer sim e a gente resolve o resto depois. Me sinto muito sortudo por ter me conectado ao universo dele. Não sei como aconteceu, nem por que, mas, nesse momento da minha vida, só posso dizer que estou feliz por ter acontecido”.
Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.
Com 34 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)
“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)
“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)
“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)
“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)
“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’, longa pós-apocalíptico, conquistou 85% de aprovação da crítica especializada, com base em 138 avaliações no Rotten Tomatoes, além de 87% de aprovação do público.
No geral, os críticos elogiaram o filme, destacando a produção como divertida e de grande impacto.
“O estranho vai se acumulando sobre mais estranheza, e há reviravoltas e revelações e, bem, eu realmente não acho que seja um final satisfatório, mas você pode achar, e certamente termina com um grande impacto”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.
“‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’ não cumpre totalmente a promessa sardônica de seu título chamativo, mas seu elenco carismático e o talento de Gore Verbinski para cenas de ação cheias de energia fazem do filme uma adição razoavelmente divertida ao cânone das comédias de ficção científica excêntricas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“É preciso um verdadeiro virtuose de seu calibre para concretizar a imaginação intrincada do filme”, disse Peter Debruge da Variety
“Ao mesmo tempo ambicioso além da conta e frustrantemente derivativo, o longa consegue se manter, por pouco, apoiado quase exclusivamente no carisma de Sam Rockwell no papel principal”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“O filme nos provoca a questionar tudo, a sacudir-nos para fora da nossa própria simulação, e, ao menos nesse ponto, cumpre o que promete”, disse Lyvie Scott do Inverse.
“Explora brilhantemente diversas questões do mundo atual de maneiras inesperadas, tortuosas e, acima de tudo, divertidas. Assume riscos, e eles compensam dez vezes mais. Sam Rockwell está fenomenal!”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.
A trama acompanha um homem do futuro que volta para a Los Angeles dos dias atuais. Lá, ele visita um restaurante e recruta um grupo aparentemente sem quaisquer conexões de clientes para unirem-se a ele em uma aventura para salvar o mundo.
A atriz e cantora Bella Thorne relembrou recentemente o início de sua relação com Zendaya, quando as duas estrelaram juntas a série ‘No Ritmo’ (Shake It Up), do Disney Channel. Na atração exibida entre 2010 e 2013, Bella viveu CeCe Jones, contracenando com Zendaya, que interpretava Rocky Blue.
Conforme a People, Thorne explicou como a indústria acabou colocando as duas atrizes uma contra a outra e estimulando uma rivalidade entre elas.
“Com as mulheres, é como se dissessem: ‘Temos que fazer vocês brigarem por uma única vaga… Se vocês puderem acabar umas com as outras e lutar até onde estamos pedindo que vocês lutem, se destruírem enquanto temos todas essas vagas, mas, para as mulheres, só existe uma de vocês…'”, disse Thorne.
“O patriarcado faz isso desde o começo dos tempos. Você volta no tempo e nós tínhamos 12 anos! Qual é o problema de vocês? Nós deveríamos ser melhores amigas. Nós interpretávamos melhores amigas. Ficou bem complicado”, acrescentou a atriz.
Apesar da rivalidade estimulada nos bastidores, Thorne contou que ela e Zendaya conseguiram se entender rapidamente.
“Chegou a um ponto em que, durante nosso crossover com Boa Sorte, Charlie!, nós escapamos para outro estúdio no meio de uma gravação ao vivo, o que foi realmente corajoso, rebelde e ousado. Nós saímos escondidas. Sabíamos que tínhamos três cenas até voltarmos a gravar e simplesmente fomos conversar”, relembrou Thorne.
“Nós conversamos sobre tudo, resolvemos as coisas, e foi muito bonito. Foi minha primeira experiência, de mulher para mulher, de garota para garota, em que você realmente consegue conversar”, revelou a atriz sobre o acerto de contas.
Thorne classificou esse diálogo de adolescência com Zendaya como “uma das conversas mais genuínas entre duas garotas”.
Em uma entrevista concedida ao jornal The New York Times, o astro respondeu a comentários anteriores do diretor Chris Columbus (‘Goonies’), que declarou interesse em fazer uma versão de cinema da peça da Broadway ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada‘, com o trio original de atores.
“Essa não é a resposta que as pessoas vão querer ouvir, mas eu só consegui fazer o especial da HBO Max porque ‘Harry Potter’ é algo que não faz mais parte do meu dia-a-dia. Estou chegando em um ponto no qual sinto que passei por essa experiência sem maiores danos, e estou muito feliz com o meu lugar nesse momento”, declarou Radcliffe.
E ainda complementou dizendo: “Voltar a fazer ‘Harry Potter’ seria uma mudança gigantesca na minha vida. Eu não digo nunca, mas olhe para o pessoal de ‘Star Wars’: eles tiveram 30, 40 anos antes de voltar. Para mim, faz só 10 anos. Não é algo em que estou interessado no momento”.
‘A Criança Amaldiçoada‘ tem como protagonistas os filhos de Harry, Rony, Hermione e Draco, mas os personagens clássicos aparecem como coadjuvantes.
O artista responsável pelo storyboard, direção, desenho, coloração e fotografia do encerramento, Yuki Kamiya, compartilhou nas suas redes sociais um agradecimento. Confira:
Lembrando que os episódios inéditos chegam toda terça-feira, no mesmo horário. A princípio, o título chega apenas legendado, mas o Crunchyroll já adianta que uma dublagem brasileira vem aí.
Na trama, “Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.
Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.
Ao que parece, nem todo mundo sonha em construir um boneco de neve falante… Uma mulher no Japão entrou com a papelada do divórcio após seu marido admitir que não gostou da animação ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’.
Segundo o site Kikonsha no Hakaba, a mulher de 29 anos foi aos cinemas várias vezes sozinha para assistir a animação e se encantou com a obra da Walt Disney. Ele inicialmente resistiu ao seu pedido, mas percebendo que ela não iria deixá-lo em paz, cedeu e topou assistir ao sucesso de bilheteria.
Quando o marido revelou que não gostou do longa , sua esposa preferiu pedir o divórcio, após seis anos de casamento:
“Se você não é capaz de entender o que faz desse filme algo maravilhoso, há algo muito errado em você como ser humano. Eu quero o divórcio”, afirmou a querente.
Let it go…
Assista ao trailer do filme “separa casais“:
Recentemente, o CEO da Walt Disney, Bob Iger, falou sobre a sequência. Apesar do estúdio afirmar que ainda não está trabalhando na sequência, ela deve acontecer em breve.
“É uma franquia potencial. Esperamos ver não apenas novos produtos , mas um interesse continuo em novos filmes. O sucesso fez do filme o futuro da animação em nossa empresa “, afirmou.
‘Frozen’ se tornou a quinta maior bilheteria da história do cinema, com US$ 1,219 bilhão arrecadados mundialmente. O fenômeno da Disney desbancou ‘Homem de Ferro 3‘, que arrecadou U$1,215 bilhão mundialmente. Na lista das maiores bilheterias, o longa animado ficou atrás de ‘Avatar‘ (US$2,78 bilhões), ‘Titanic‘ (US$2,18 bilhões), ‘Os Vingadores‘ (U$1,51 bilhão) e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II‘ (U$1,34 bilhão).
A animação é o maior sucesso da história da Disney: ultrapassou com folga a arrecadação do clássico ‘O Rei Leão‘ (US$ 987 milhões) e do recente ‘Enrolados‘ (US$ 591 milhões), até então os maiores sucessos do estúdio.
A história é sobre a destemida e otimista Anna, que se junta a Kristoff, um habitante das montanhas, e sua leal rena Sven em uma jornada épica em condições extremas, encontrando no caminho trolls místicos e um boneco de neve chamado Olaf. A missão é chegar até a irmã de Anna, Elsa, cujos poderes congelantes lançaram o Reino de Arandell em um inverno eterno.
Chris Buck (‘Tarzan’) e Jennifer Lee (roteirista de ‘Detona Ralph‘) dirigem. Inspirado no conto de fadas ‘A Rainha da Neve‘ (The Snow Queen), de Hans Christian Andersen.
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