Site Página 2121

Crítica | ‘Bottoms – Clube da Luta para Garotas’ é um dos MELHORES filmes do ano

Rachel Sennott se consagrou como uma das grandes comediantes da atualidade após ter estrelado o aclamado longa-metragem ‘Shiva Baby’ ao lado de Emma Seligman, que fez sua estreia diretorial. E pouco tempo depois de terem trabalhado pela primeira vez juntas, ambas se reuniram neste ano para darem vida à ‘Bottoms – Clube da Luta para Garotas – que estreou há algum tempo no mercado internacional e só agora estreou no circuito brasileiro, conquistando a crítica especializada e os fãs por sua honesta, exagerada e envolvente história. A produção, disponível no catálogo do Prime Video, não apenas consagrou-se como uma das melhores comédias de 2023, mas também como um dos longas-metragens mais bem construídos do ano, prometendo encantar os espectadores de forma inusitada e hilária.

Na trama, Sennott se une a Ayo Edebiri (que nos alçou com uma performance irretocável na aclamada série ‘O Urso’) para navegar pelas tribulações de duas adolescentes lésbicas que tentam, a todo custo, sair do “fundo da cadeia alimentar” de seu colégio e conseguirem ficar com as garotas mais bonitas. É a partir daí que suas personagens, PJ e Josie (respectivamente) resolvem fazer de tudo para perder a virgindade – incluindo montar um clube de luta para meninas com o pretexto de ajudá-las a se defenderem dos meninos tóxicos, abusivos e manipuladores que percorrem os corredores todo dia. Isto é, até que elas entram em um conflito mortal e bastante sangrento com os jogadores de futebol americano da escola, incluindo o insuportável astro do time, Jeff (Nicholas Galitzine).

É claro que, considerando a estrutura arquetípica as comédias adolescentes, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás ao começar a assistir ao longa-metragem, temendo uma quantidade infindável de clichês e convencionalismos de gênero que poderia transformar a narrativa em mais uma incursão esquecível e cansativa. Todavia, não é isso o que acontece: além da fica responsável pela direção, Seligman une-se a Sennott para assinar um roteiro vibrante e cheio de personalidade, construindo cada um dos diálogos de forma deliciosamente exagerada, recheados de quebras de expectativa bem-vindas e espirituosas. E é óbvio que nada disso seria possível sem o impecável timing cômico de um elenco que merece reconhecimento e que tem todos os elementos para dominar a nova geração.

Sennott faz um trabalho memorável como PJ, afastando-se do maniqueísmo de tantas outras protagonistas de obras fílmicas e mostrando que é tão complexa quanto qualquer ser humano – podendo ser egoísta, ególatra e passível de cometer erros como os outros. Edebiri, por sua vez, entrega uma performance incrível como Josie, uma espécie de “oposto complementar” de sua melhor amiga que premedita conflitos e, como é de se esperar, uma resolução otimista em meio a uma caótica sequência de eventos que nos faz arrancar gargalhadas gostosas. Galitzine, recém-saído do ótimo ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, é a encarnação dos estereótipos do “macho-alfa” que finge se preocupar com alguém além de si mesmo – mas utiliza a lábia e o charme para colocarem todos à sua disposição.

Além do trio supracitado, nomes como Ruby Cruz (Hazel), Havana Rose Liu (Isabel), Kaia Gerber (Brittany) e Marshawn Lynch (Mr. G) acrescentam mais camadas a uma jornada de autodescobrimento e empoderamento que, dentro de suas restrições e de um microcosmo que tangencia o absurdo, nos envolve do começo ao fim. Aliado à atuações primorosas, a estética contemporâneo e ao mesmo tempo nostálgica permite que a produção seja engolfada em uma atmosfera camp apaixonante, que presta homenagens a inúmeras rom-coms icônicas dos anos 1990 e 2000 conforme caminha em uma direção distinta e com um frescor necessário para a explosiva indústria do entretenimento hollywoodiana.

A verdade é que o filme é uma suntuosa hipérbole criativa que não pensa duas vezes antes de puxar aspectos de produções escrachadas. De um lado, Seligman se aproveita os ideários e as temáticas comuns dos títulos do gênero para reaproveitá-los a seu bel-prazer, canalizando a essência de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, ‘O Clube dos Cinco’ e ‘Curtindo a Vida Adoidado’ para eternizar sua própria visão; de outro, iterações como ‘A Mentira’ e ‘Quase 18’ servem de base para que o elenco construa a complexidade aparentemente superficial dos personagens e arquitete uma mistura única de arquétipos e estereótipos, como já mencionado nos parágrafos acima.

Apesar de ter demorado a chegar ao Brasil, a espera de ‘Bottoms – Clube da Luta para Garotas valeu a pena – e, guiado por um esforço em equipe notável, o filme com certeza merece estar na sua lista de melhores do ano.

‘Toy Story 5’: Tim Allen confirma retorno junto a Tom Hanks como Buzz e Woody

Desde o anúncio de ‘Toy Story 5′, os fãs da franquia estão bem curiosos sobre o que podem esperar da sequência.

Felizmente, o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody) está garantido.

A informação foi revelada pelo próprio Allen durante o programa The Tonight Show with Jimmy Fallon.

Em sua declaração, o astro disse que:

Bob Iger nos disse o que estava acontecendo. Na verdade, ele disse que isso [o novo filme] iria acontecer. Eles entraram em contato com Tom Hanks e eu para voltarmos a dublar. Mas eles nem estão falando muito sobre isso.”

Ele continuou:

“Sabe? Você se pergunta se quatro [filmes] eram demais. Então, cinco vai ser demais? Boatos dizem que o roteirista que está nesta missão escreveu um dos melhores roteiros do estúdio, ele disse: ‘Se eu não acertasse, eu não o faria’.”

Confira:

Há alguns meses, o site The DisInsider apresentou alguns rumores do que podemos esperar da sequência.

As informações indicam que o longa-metragem tem uma janela de lançamento almejada para junho de 2025, ainda sem dia confirmado.

Além disso, alguns detalhes da trama foram discriminados: o Sr. e a Sra. Cabeça de Batata irão retornar. Entretanto, como os dubladores Don RicklesEstelle Harris faleceram nos últimos anos, ambos os personagens serão reelencados para a nova sequência. Além disso, Andy irá retornar como adulta, com sua família sendo parte importante da trama; e Randy Newman deve reprisar seu papel como compositor.

Além disso, o diretor criativo da Pixar, Pete Docter, confirmou à Variety que o filme terá o retorno de Woody e Buzz Lightyear.

“Temos outro Toy Story a caminho, então Woody e Buzz vão voltar”, afirmou. 

Por enquanto, ainda não há maiores detalhes sobre a sequência, como uma previsão de estreia.

Até lá, vale lembrar que todos os filmes da franquia estão disponíveis na Disney+!

‘As Marvels’: Iman Vellani fala sobre o APOIO de Stephen King contra os haters

A atriz Iman Vellani, conhecida por interpretar Kamala Khan/Ms. Marvel no filmeAs Marvels, respondeu a um comentário do renomado autor Stephen King.

Recentemente, King defendeu As Marvels em meio às críticas direcionadas ao filme do Universo Cinematográfico Marvel (UCM).

“Eu não vou a filmes do MCU, não me importo com eles, mas acho muito desagradável essa bilheteria baixa de The Marvels. Por que se vangloriar do fracasso?”

Ele também mencionou que parte das críticas a As Marvels poderia ser atribuída ao “ódio adolescente de fanboys”.

Em entrevista ao Yahoo Entertainment, Vellani respondeu às palavras de King, dizendo: “Ter Stephen King apoiando o filme é incrível.”

A atriz de ‘Ms. Marvel‘ já havia abordado o desempenho de ‘As Marvels‘ nas bilheterias, afirmando que não quer focar em algo fora do seu controle.

“Não quero me concentrar em algo que nem está sob meu controle, porque qual é o sentido? Isso é para o Bob Iger. [A bilheteria] não tem nada a ver comigo. Estou feliz com o produto final e as pessoas de quem eu gosto gostaram do filme.”, ela afirmou.

Vellani ainda elogiou a produção:

“É realmente divertido assistir a esse filme, e isso é tudo que podemos pedir com esses filmes. Tem super-heróis, acontece no espaço, não é tão profundo e é sobre trabalho em equipe e irmandade. É um filme divertido e estou muito feliz por poder compartilhá-lo com as pessoas.”, concluiu.

O novo longa obteve uma aprovação mediana no Rotten Tomatoes, sendo classificado como um filme de classe B pelos críticos.

Confira nossa critica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

CONFIRMADO! Jenna Ortega não retorna para ‘Pânico 7’ e motivo é REVELADO

Ontem, a Spyglass chocou os fãs ao anunciar a demissão de Melissa Barrera de ‘Pânico VII‘ após a atriz defender a Palestina e o fim do genocídio.

Hoje, o Deadline confirma que Jenna Ortega – que foi um dos principais atrativos para o sucesso de ‘Pânico 6’ – não retorna para o sétimo filme.

Isso não tem nada a ver com as consequências da demissão de Melissa Barrera, nem tem a ver com a atriz pedindo o fim de seu contrato com a franquia.

A saída de Ortega do próximo filme foi discutida antes da greve dos atores. Um roteiro para o filme ainda não está pronto, e a atriz vai viajar para a Irlanda em abril para filmar a segunda temporada de ‘Wandinha’. Com isso, a atriz alegou “conflito de agenda” para não retornar.

No vídeo abaixo, Renato Marafon revela tudo que foi divulgado sobre a demissão:

O diretor Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’) também se pronunciou sobre a chocante demissão e revelou estar de coração partido, ressaltando que essa não foi uma decisão dele. O tweet, no entanto, foi rapidamente deletado.

“Esta é a minha declaração: Tudo isso é péssimo. Parem de gritar. Essa não foi uma decisão minha.”

Anteriormente, o Hollywood Reporter e o Deadline haviam confirmado que a atriz foi demitida por causa de uma série de postagens nas redes sociais sobre a Guerra Israel-Hamas.

Em seu Instagram, Melissa fez uma emocionante postagem:

“No fim do dia, prefiro ser excluída por ter incluído alguém, do que ser incluída por alguém que eu excluí.”, ela escreveu.

 

Melissa ajudou a revitalizar a franquia com ‘Pânico‘, o longa de 2022 que arrecadou US$ 137,7 milhões globalmente e combinou gerações de membros do elenco da franquia.

Barrera foi a estrela dos dois últimos filmes, interpretando o protagonista Sam Carpenter, filha ilegítima de Billy Loomis e alvo frequente de Ghostface.

Pode parecer inimaginável, mas a notícia vem minutos após a agência de talentos UTA descartar Susan Sarandon como cliente por também demonstrar apoio à Palestina.

Segundo rumores, o filme iria trazer todos os sobreviventes da franquia, incluindo Neve Campbell e Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como Mark Kincaid.

Vale lembrar que o cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

As filmagens devem começar em março de 2024 e rumores indicam que a estreia pode acontecer em Outubro de 2025 – dependendo de quando a greve dos atores vai acabar.

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ já está disponível na Paramount+!

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Criador de ‘The Witcher’ RECLAMA do live-action da Netflix: “Nunca me escutam”

Em entrevista ao Cerealkillerz, o escritor Andrzej Sapkowski, criador da saga ‘The Witcher‘, que serviu de base para o live-action da Netflix, revelou que ninguém escuta suas ideias para a adaptação de sua própria obra.

A série do serviço de streaming tem enfrentado muitas críticas nas temporadas mais recentes por se afastar do material de origem, o que alegadamente causou a saída do astro Henry Cavill.

“Bem, o set da série era gigantesco e incrível. Eu dei algumas ideias para eles, mas eles nunca me escutam. Eles nunca escutam minhas ideias. Isso é normal. É tipo: ‘Quem é esse? Ele é só o escritor, não é ninguém’.”

Vale lembrar que a quarta temporada trará Liam Hemsworth no papel de Geralt de Rivia.

Freya AllanAnya ChalotraJoey Batey e outros completam o elenco.

Peter Dinklage estampa nova foto de ‘O Vingador Tóxico’; Confira com o trailer!

O remake de ‘O Vingador Tóxico‘, estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) e Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’), ganhou uma nova imagem.

Confira, com o trailer:

Já exibido no Fantastic Fest 2023, o longa foi extremamente elogiado pelo público presente.

 

‘O Vingador Tóxico’ é um deleite insano/sangrento. Um conceito radical trazido (de volta) à vida por um time de pessoas que entende exatamente o que está fazendo e que não hesita. O tipo de filme que funciona como um escape muito prazeroso e bem insano – e que também parece uma celebração da magia do cinema, das coisas loucas que alguém pode criar com originalidade, efeitos práticos e muita paixão pelo gênero”.

‘O Vingador Tóxico’, de Macon Blair, parece um pouco menos com a Troma [Entertainment] e mais como um live-action da ‘Casa dos Horrores’ de ‘Os Simpsons’. Peter Dinklage revela um forte lado performático no nível de Ron Perlman. Achei muito divertido. Muitas pessoas vão odiar [o filme]”.

“Se um Paul Verhoeven de 1987 fizesse um filme para a Troma em vez de ‘Robocop’, você ganharia algo parecido com ‘O Vingador Tóxico’ de Macon Blair. Amei’.

“Se você queria ver Peter Dinklage enfiar a mão no ânus de alguém e arrancar as tripas, então você vai gostar de ‘O Vingador Tóxico’“.

“O novo ‘O Vingador Tóxico’ é muito divertido. Tem a mesma energia exagerada e o mesmo tom do filme original, mas com mais gore, uma maquiagem perturbadoramente linda e coração. Muito coração”.

Na trama…

Peter Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original.”

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Lançado em 1984, o primeiro filme seguia um monstruoso herói: O Vingador Tóxico, que ganha poderes depois de sofrer um trágico acidente ao cair em um pântano cheio de lixo tóxico.

Vale lembrar que, há alguns anos, Kaufman revelou que estava desenvolvendo uma nova sequência para a franquia original – mas o projeto acabou sendo engavetado.

Ao longo do anos, a franquia teve quatro filmes e uma série animada.

‘Liga da Justiça: Crise nas Infinitas Terras – Parte Um’ ganha trailer ESPETACULAR

O primeiro trailer do novo filme animado do Tomorrowverse, Liga da Justiça: Crise nas Infinitas Terras – Parte Um’, foi divulgado. Este novo longa é uma adaptação da clássica história em quadrinhos.

Na trama, o Flash assume o protagonismo, correndo contra o tempo para salvar toda a realidade existente. Em sua jornada, ele se depara com as contrapartes malévolas da Liga da Justiça, o Sindicato do Crime da América e o arauto do Monitor, Precursora.

No filme, haverá pelo menos duas versões do Superman. No entanto, ao que parece, não teremos conexões com outras animações do estúdio. O enredo parece estar limitado ao Tomorrowverse, provavelmente para evitar um elenco extenso e financeiramente inviável.

O filme será estará disponível em DVD, Blu-ray e 4K a partir de 24 de janeiro de 2024.

Trailer de Liga da Justiça: Crise nas Infinitas Terras – Parte Um’.

Antes de ser demitida de ‘Pânico 7’, Melissa Barrera queria Salma Hayek como sua mãe no filme

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP antes de ser demitida de ‘Pânico 7‘, Melissa Barrera revelou que amaria ver a atriz Latina Salma Hayek como a mãe da Sam e Tara Carpenter na sequência.

“Eu estou morrendo para trabalhar com a Salma Hayek. Seria um sonho se ela interpretasse minha mãe. Seria incrível.”, afirmou a atriz.

Ontem, a Spyglass chocou os fãs ao anunciar a demissão de Barrera após a atriz defender a Palestina e o fim do genocídio.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

No vídeo abaixo, Renato Marafon revela tudo que foi divulgado sobre a demissão:

O diretor Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’) também se pronunciou sobre a chocante demissão e revelou estar de coração partido, ressaltando que essa não foi uma decisão dele. O tweet, no entanto, foi rapidamente deletado.

“Esta é a minha declaração: Tudo isso é péssimo. Parem de gritar. Essa não foi uma decisão minha.”

Anteriormente, o Hollywood Reporter e o Deadline haviam confirmado que a atriz foi demitida por causa de uma série de postagens nas redes sociais sobre a Guerra Israel-Hamas.

Em seu Instagram, Melissa fez uma emocionante postagem:

“No fim do dia, prefiro ser excluída por ter incluído alguém, do que ser incluída por alguém que eu excluí.”, ela escreveu. 

Melissa ajudou a revitalizar a franquia com ‘Pânico‘, o longa de 2022 que arrecadou US$ 137,7 milhões globalmente e combinou gerações de membros do elenco da franquia.

Barrera foi a estrela dos dois últimos filmes, interpretando o protagonista Sam Carpenter, filha ilegítima de Billy Loomis e alvo frequente de Ghostface.

Pode parecer inimaginável, mas a notícia vem minutos após a agência de talentos UTA descartar Susan Sarandon como cliente por também demonstrar apoio à Palestina.

Mera aparece em UMA cena e de costas em novo comercial de ‘Aquaman 2’

Aquaman 2: O Reino Perdido‘ ganhou um novo comercial com várias cenas inéditas, e mais uma vez percebemos que o material de divulgação está escondendo a atriz Amber Heard. Ela, que interpreta a Mera na sequência, aparece em apenas uma cena no novo vídeo… e de costas…

Mera foi uma grande parte de ‘Aquaman‘ de 2018, mas já sabemos há algum tempo que a personagem será deixada de lado em ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.

Assista:

No mês passado, a Variety publicou uma matéria bombástica baseada em notas da terapeuta de Amber Heard, Dra. Dawn Hughes, levantando alegações polêmicas sobre os bastidores do filme.

“O Jason me quer demitida. Ele bêbado e atrasado no set vestido como o Johnny [Depp]. Inclusive com os anéis”, ela teria dito para a terapeuta. 

Momoa também teria pressionado para que Heard fosse demitida, mas ela teria sido mantida no elenco graças a cartas enviadas por Elon Musk para a Warner Bros, que na época, era o namorado da atriz.

O diretor James Wan também é mencionado nas notas, acusado de isolar Amber Heard no set devido à sua batalha legal com Johnny Depp e de ter “levantado a voz” para a atriz em certo momento.

Com tanta polêmica, a Warner pode ter tentado desvincular a produção da imagem da atriz.

No entanto, um representante da DC negou todas as alegações, afirmando que Jason Momoa sempre se comportou profissionalmente no set.

Uma fonte também contestou as acusações sobre Momoa, enfatizando que ele e Heard sempre se deram bem no set e que ele nunca apareceu bêbado, já que seu “estilo boêmio” faz parte de sua maneira de vestir.

O representante refutou as alegações contra James Wan, descrevendo-o como alguém que trata todos com respeito e promove um ambiente positivo e colaborativo no set.

Confira o trailer recente:

Lembrando que a sequência estreia em 20 de dezembro. 

 

Opinião | Sem Melissa Barrera, franquia ‘Pânico’ já pode ser enterrada

Melissa Barrera se tornou uma das engrenagens mais importantes da saga Pânico ao ser escalada como a protagonista do quinto capítulo e, consequentemente, do sexto. A atriz, que havia conquistado a crítica e o público com sua participação no musical ‘Em Um Bairro de Nova York’, provou ser uma atriz bastante versátil e que poderia migrar de um gênero para outro em um piscar de olhos – e sua performance como Sam Carpenter na icônica franquia slasher apenas ajudou a catapultá-la ao estrelato.

Entretanto, Barrera foi demitida do já confirmado sétimo filme após se manifestar nas redes sociais acerca do conflito Israel-Palestina que ocorre há várias décadas e que, agora, está tomando uma proporção ainda maior na mídia mundial. Através das redes sociais, a atriz clamou pela liberdade da Palestina (que, há muito tempo, vem sofrendo ataques constantes por parte do exército israelense), dizendo que entendia essa dor por também ser de um país que foi colonizado por imperialistas. Pouco depois de ter feito a postagem, a Spyglass alegou que Melissa havia propagado um discurso de ódio e antissemita, resolvendo terminar seu contrato e retirá-la, em definitivo, da saga.

Barrera se consagrou como uma ótima scream queen da nova geração – e sua demissão parece não tê-la afetado. Pouco depois da notícia que chocou os fãs da franquia e da atriz, ela se pronunciou acerca da decisão da produtora e disse que “no final das contas, prefiro ser excluída por quem eu incluo, do que ser incluída por quem eu excluo”, mantendo-se fiel aos princípios anti-imperialista que defende – em um momento de divisão político-ideológica que parece distorcer aqueles que defendem a Palestina. Como pudemos ver nos últimos meses, artistas como Noah Schnapp, Amy Schumer e Gal Gadot se pronunciaram publicamente a favor de Israel, mas não foram condenados por visões racistas e islamofóbicas. Aliás, a demissão de Barrera ocorreu pouco depois de Susan Sarandon ser abandonada pela agência que a representava pelo mesmo motivo.

O que a Spyglass e a Paramount Pictures não percebem é que, com a saída de Melissa do elenco, Pânico VII’ pode nem sequer acontecer – e nem deveria. Ora, é notável como Jenna Ortega, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown também se manifestaram a favor do povo palestino e mantém uma relação de íntima amizade com Barrera, com grandes chances de decidirem abandonar o projeto pela inexplicável decisão dos estúdios. E, considerando que Sam Carpenter é a principal chave da narrativa da nova trilogia, tirá-la de jogo é dar um tiro no próprio pé: é notável como o carisma da personagem conquistou os fãs ao redor do planeta e como sua construção arquetípica forneceu uma camada ainda mais profunda para esse universo slasher.

Sam é filha de Billy Loomis (Skeet Ulrich), um dos assassinos que atacou Sidney Prescott (Neve Campbell) no primeiro capítulo da franquia. Afastando-se da família, incluindo a irmã mais nova, Tara (Ortega), ela é constantemente assombrada pelos crimes cometidos pelo pai e por uma sensação de que, de alguma maneira, os traços psicóticos podem estar impregnados em seu interior. À medida que tenta fugir de um passado problemático, Sam é arrastada de volta para Woodsboro após Tara ser brutalmente atacada por um homicida que utiliza a máscara do Ghostface – acreditando que, de alguma maneira, os fantasmas de sua linhagem voltaram para assombrá-la.

A narrativa do quinto e do sexto capítulos da saga tem como ponto de partida a construção de Sam, como já mencionado. Ora, ela é vista como a pária da cidade e, considerando que Richie (Jack Quaid) e Amber (Mikey Madison) resolveram se lançar em uma matança desenfreada apenas para incriminá-la, nada disso teria acontecido se a personagem não existisse. De forma categórica, Sam representa a Sidney da nova geração – e o arco em que navega no filme de 2022 tem repercussões consideráveis no de 2023, visto que ela é perseguida pela família de Richie, que busca vingança.

E isso não é tudo: a construção da protagonista desvia dos convencionalismos de gênero ao colocá-la como alguém que duvida de si mesma – e garantir que certas sequências causem ambiguidade no espectador. É notável como, em ambos os filmes, Sam se vê obrigada a “encarnar” o espírito de Billy para salvar a própria vida e a daqueles que ama, dizendo apenas com um olhar gélido que ela não veio para brincar. No final dos dois longas-metragens, percebemos que a personalidade de Sam não é apenas a de uma mera final girl, mas de alguém que pode ser muito explorada para trazer ainda mais originalidade a um gênero narrativo que, recentemente, se vale de clichês cansativos.

A verdade é que a demissão de Melissa Barrera é a pá de cal para a saga Pânico. Creio que sua saída impactará na decisão de outros membros de elenco – e causará uma complicação no modo que a narrativa do próximo capítulo será contada. Afinal, como continuar a história sem o motor que a moveu desde o princípio?

‘Scarface’ – Épico Mafioso de Brian De Palma com Al Pacino e Michelle Pfeiffer completa 40 Anos em 2023!

Ainda hoje grande parte do público torce o nariz para as refilmagens. Verdade seja dita, como tudo na vida, depende de seu ponto de vista. Afinal, os famosos remakes podem ser de fato algo bom ou ruim, dependendo de seu propósito e confecção. O melhor motivo para refazer uma obra, seja no cinema ou na TV, é reimaginá-la dentro das adequações sociais da época em que está sendo produzida – ao mesmo tempo em que, é claro, a apresenta para toda uma nova geração, que talvez nunca tenha ouvido falar no título.

Veja, por exemplo, o que a TV Globo tem feito com suas nova versões de novelas clássicas, como ‘Pantanal’ e ‘Elas por Elas’, inserindo temas muito pertinentes como o lugar da mulher e questões raciais (ao mudar a etnia de alguns personagens – já que no passado os negros possuíam menos espaço ainda). Em termos de cinema Hollywoodiano, somente nos anos 80, podemos citar três exemplos de remakes que conseguiram superar seus originais, acrescentando muitos elementos novos, mais em harmonia com a nova década: ‘O Enigma de Outro Mundo’ (1982), ‘A Mosca’ (1986) e este ‘Scarface’ (1983).

Embora muitos não saibam, o clássico ‘Scarface’, com Al Pacino, é na verdade uma refilmagem de uma obra dos anos 30.

Sim, ‘Scarface’, o ícone criminal com Al Pacino dizendo “Say Hello to My Little Friend”, é na verdade, uma reimaginação do clássico ‘Scarface – A Vergonha de uma Nação’, de 1932, com Paul Muni, dirigido por Howard Hawks. Com o passar de cinquenta anos, que separam o clássico dos primórdios do cinema e o adorado filme dos anos 80, apenas os cinéfilos raiz e os estudiosos da sétima arte tinham recordação do longa original – afinal é um enorme lapso de muitas gerações.

Outro fator a se levar em conta é que o ‘Scarface’ original, assim como ‘A Mosca da Cabeça Branca’ e ‘O Monstro do Ártico’ foram produções do cinema B, que não ecoaram ao longo da história, digamos como um ‘O Mágico de Oz’, ‘Casablanca’ ou ‘E o Vento Levou’, por exemplo. Sendo assim, ficam mais fácil de serem reimaginados, por não existir uma memória afetiva destas obras na mente do grande público.

O roteirista Oliver Stone moderniza a trama típica dos mafiosos italianos para um problema da época: a droga vinda da America Central e do Sul.

Falando no contexto da época, ‘Scarface’ (1983) conta com roteiro de Oliver Stone, que três anos depois faria seu nome também como realizador, ao dirigir ‘Platoon’, ainda considerado um dos melhores relatos sobre a Guerra do Vietnã de todos os tempos – e que levou o Oscar de melhor filme e mais três, incluindo melhor diretor para Stone. Baseado no livro de Armitage Trail e no filme clássico de Howard Hawks, Stone traz a história para os anos 80 e deixa os gângsteres italianos de lado, para focar no problema das drogas de países da América do Sul e da América Central que invadiam os EUA na época e deixavam o presidente Ronald Regan louco.

Sendo assim, o mafioso ítalo-americano Tony Camonte se tornava um legítimo imigrante cubano, que chegava a Miami de forma ilegal, chamado agora Tony Montana. Essa mudança étnica ajudaria o preconceito que os chefões teriam dele, o impedindo de ascender na organização. De outro lado, o deixaria mais sedento para demonstrar todo o seu potencial e mostrar sua capacidade, esfregando na cara dos xenofóbicos.

O grande Al Pacino já tinha cinco indicações ao Oscar quando estrelou ‘Scarface’, filme que viria a ser um dos favoritos de sua carreira.

Para o papel protagonista o escalado foi o lendário Al Pacino. Então com 43 anos, Pacino já tinha nada menos que cinco indicações ao Oscar quando aceitou o papel de Tony Montana, com direito a um sotaque latino carregadíssimo e exagerado. É claro que o papel mais memorável do ator era o de Michael Corleone nos dois primeiros ‘O Poderoso Chefão’, de Francis Ford Coppola (o terceiro só viria a ser lançado em 1990) – que retratam a ascensão e queda de uma família criminosa em Nova York nos anos 30. ‘Scarface’ também se concentra na mesma estrutura de subida e descida no poder de seu protagonista.

Al Pacino na época entregava um papel suculento em um filme elogiado atrás do outro. Falando apenas de suas nomeações ao Oscar, além de os dois ‘O Poderoso Chefão’ (1972 e 1974), temos ainda ‘Serpico’ (1973), ‘Um Dia de Cão’ (1975) e ‘Justiça para Todos’ (1979). Tony chega como imigrante, ao lado do amigo Many (Steven Bauer), em Miami, e após um breve período trabalhando em lanchonetes, logo começa a fazer servicinhos ilegais para criminosos. Em um destes “corres”, quase termina picotado por uma motosserra em uma das cenas mais impactantes do longa.

A loirinha Michelle Pfeiffer fisgou o papel de Elvira, e o filme a levaria para o estrelato sendo seu primeiro grande destaque.

Tony Montana deveria ter morrido em sua primeira investida na área, mas o destino tinha planos diferentes para ele. Assim, sobrevivendo, ele caiu nas graças do chefão Frank Lopez (Robert Loggia), e foi ganhando cada vez mais respeito e espaço dentro da organização. Tony Montana não era um qualquer, era ambicioso e tinha grandes aspirações. Ele queria se tornar o dono do mundo, e como diz uma frase em um globo que decora a sua casa e em um dirigível flutuante – “The World is Your” (“O Mundo é Seu”). Mas o protagonista não deseja apenas o negócio do chefe, um dos itens que mais almeja é a namorada desprezível e racista do poderoso, a dondoca loira Elvira, que é uma versão da “Barbie Gangster”. É dito que para o papel, Al Pacino queria Glenn Close, porém, os produtores não a achavam sexy o suficiente.

Inúmeras atrizes foram testadas para atuar lado a lado a um dos grandes nomes de Hollywood na época (talvez o maior), dono de cinco nomeações ao maior prêmio do cinema. E a atriz que abocanhou a vaga era uma então ilustre desconhecida chamada Michelle Pfeiffer. A loirinha não tinha, por assim dizer, o currículo mais expressivo, sem um destaque na época para chamar de seu. Para termos uma ideia, o filme mais relevante do qual havia participado, foi a sequência ‘Grease 2’, para a Paramount, lançada no ano anterior, na qual Pfeiffer viveu a protagonista Stephanie.

O sonho de conquistar os EUA não estaria completo para o imigrante cubano, sem uma loira dondoca para chamar de sua.

Mesmo assim, Michelle Pfeiffer foi testar ao lado de Al Pacino, ou seja, havia passado de muitas etapas na escalação para chegar a este ponto. Em diversas entrevistas, Pfeiffer recorda do momento, e do fato de ter ficado tão nervosa ao ter que atuar ao lado de uma lenda, que terminou em uma cena cortando a mão de Al Pacino, ao jogar o copo de vidro de cima da mesa em uma briga (a relação entre os personagens é muito turbulenta o filme todo). “Pensei que seria dispensada na hora”, releva Pfeiffer. Porém, saindo dos anos 70, e de técnicas mais realistas na atuação, o chamado “método” (de Stanislavsky), Pacino simplesmente adorou o “fogo” na interpretação da jovem, e se apaixonou pelo que trazia.

Na trama, desde o momento em que bate os olhos em Elvira, Tony sabe que precisa tê-la, e faz de sua meta conquista-la. Talvez em partes isso o motive a subir até o mais alto lugar na hierarquia de sua quadrilha. Ou seja, saber o que virá implícito com esta conquista territorial. E dito e feito, como uma espécie de bibelô brinde, a partir do momento em que Frank sai de cena e Tony domina, o criminoso ganha seu prêmio, uma esposa branca e loira, cem por cento americana. É a legitimação do “sonho americano” para o imigrante.

A bela Mary Elizabeth Mastrantonio exibe seu cabelão enrolado como Gina, a irmã de Tony, em momento tenso.

Existe também todo um capítulo dedicado à família de Tony, que manda trazer de seu país de origem para sua mansão e nova vida em Miami, a mãe (Miriam Colon) e a irmã Gina (papel de Mary Elizabeth Mastrantonio). A segunda, de origem italiana, marcou os anos 80 e 90. Mastrantonio, assim como Michelle Pfeiffer, foi revelada em ‘Scarface’, e seguiria para filmes como ‘A Cor do Dinheiro’ (pelo qual foi indicada ao Oscar), ‘O Segredo do Abismo’, ‘Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões’ e ‘Mar em Fúria’. No papel de Gina, a atriz brilha e traz uma crise de consciência no protagonista. Ele vê o envolvimento da irmã em seus negócios, e um envolvimento amoroso dela com seu braço direito e melhor amigo Manny. A situação termina em tragédia.

No comando da obra, Brian De Palma é um dos diretores que fez parte do movimento conhecido como “Nova Hollywood”, no qual na década de 1970, jovens diretores cheios de ideias e energia, mudavam de vez a cara da maior indústria de cinema do mundo, adicionando muito frescor e contracultura à mistura. Nomes como Martin Scorsese e seu ‘Taxi Driver’, Steven Spielberg e seus ‘Tubarão’ e ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’, George Lucas e seu ‘Star Wars’ e Francis Ford Coppola e seu ‘O Poderoso Chefão’ mudariam para sempre as coisas. De Palma foi o quinto elo dessa engrenagem.

Scarface’ se tornou mais uma das obras cultuadas de um dos maiores nomes dos anos 70/80 e 90 em Hollywood: Brian De Palma.

Brian De Palma tinha os sucessos cult ‘Carrie – A Estranha’, ‘Vestida para Matar’ e ‘Um Tiro na Noite’ no currículo (os dois últimos, grandes homenagens ao cinema de Alfred Hitchcock) quando foi contratado para comandar ‘Scarface’. É dito que De Palma gostou tanto do roteiro, que abandonou o projeto no qual estava trabalhando para seguir para este. Qual era, você pergunta? Um certo ‘Flashdance’ – outro ícone da década, lançado no mesmo ano.

Muito se fala em Martin Scorsese e Francis Ford Coppola como expoentes do cinema criminal e de máfia. Porém, é injusto deixar o nome de Brian De Palma de fora desta conversa, e tudo começou com ‘Scarface’. Depois seguiriam ‘Os Intocáveis’ e ‘O Pagamento Final’ – este último uma espécie de “sequência espiritual” de ‘Scarface, lançado 10 anos depois.

Scarface’ não foi um sucesso de crítica ou bilheteria em sua estreia, mas viveu para se tornar um dos filmes mais queridos do cinema, 40 anos depois.

Por incrível que pareça, ‘Scarface’ não fez o sucesso estrondoso que podemos imaginar hoje. Pelo contrário, o filme recebeu críticas duras pelo excesso de violência, e o recorde de palavrões proferidos (que entrou no livro dos recordes). Pacino também foi criticado pelo retrato caricato de cubanos. Com o passar dos anos, o filme foi encontrando sua audiência, fazendo sucesso logo no mercado de vídeo, e crescendo cada vez mais com o passar do tempo. Hoje, se tornou um cult absoluto e uma ópera criminal muito reverenciada. Com o nome cravado na cultura pop mundial, seja em camisetas ou videogames, ‘Scarface’ é sem dúvidas um dos grandes títulos do gênero e marca como número 106 dos melhores de todos os tempos no IMDB. E essa ressonância através dos tempos é o maior prêmio que uma obra pode receber verdadeiramente. É o testa da imortalidade.

Chris Pratt volta a gravar ‘Garfield – Fora de Casa’

Garfield – Fora de Casa‘, novo filme animado do ‘Garfield‘, teve seu trailer divulgado.

Apesar disso, o filme ainda não tinha terminado o processo de captação de voz do dublador Chris Pratt por causa da greve dos atores.

Em seu Instagram, o ator postou que voltou aos trabalhos.

“A greve acabou. De volta à ação”

A animação terá as vozes dos astros Pratt e Samuel L. Jackson e tem estreia programada para 24 de maio de 2024.

Confira:

DUBLADO

LEGENDADO

Os atores Ving Rhames (‘Missão: Impossível’), Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e Cecily Strong farão parte do longa.

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

Estúdio de ‘Pânico 7’ CONFIRMA demissão da Melissa Barrera: “Tolerância zero com o anti-semitismo”

Spyglass, o estúdio por trás dos filmes da franquia ‘Pânico‘, divulgou um comunicado confirmando a demissão de Melissa Barrera de ‘Pânico VII‘ (via Discussing Film).

“Temos tolerância zero com o anti-semitismo ou com o incitamento ao ódio sob qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, limpeza étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”, afirmou o estúdio.

No vídeo abaixo, Renato Marafon revela tudo que foi divulgado sobre a demissão:

O diretor Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’) também se pronunciou sobre a chocante demissão e revelou estar de coração partido, ressaltando que essa não foi uma decisão dele. O tweet, no entanto, foi rapidamente deletado.

“Esta é a minha declaração: Tudo isso é péssimo. Parem de gritar. Essa não foi uma decisão minha.”

Anteriormente, o Hollywood Reporter e o Deadline haviam confirmado que a atriz foi demitida por causa de uma série de postagens nas redes sociais sobre a Guerra Israel-Hamas.

Em seu Instagram, Melissa fez uma emocionante postagem:

“No fim do dia, prefiro ser excluída por ter incluído alguém, do que ser incluída por alguém que eu excluí.”, ela escreveu.

 

Melissa ajudou a revitalizar a franquia com ‘Pânico‘, o longa de 2022 que arrecadou US$ 137,7 milhões globalmente e combinou gerações de membros do elenco da franquia.

Barrera foi a estrela dos dois últimos filmes, interpretando o protagonista Sam Carpenter, filha ilegítima de Billy Loomis e alvo frequente de Ghostface.

Pode parecer inimaginável, mas a notícia vem minutos após a agência de talentos UTA descartar Susan Sarandon como cliente por também demonstrar apoio à Palestina.

Segundo rumores, o filme iria trazer todos os sobreviventes da franquia, incluindo Neve Campbell e Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como Mark Kincaid.

Vale lembrar que o cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

As filmagens devem começar em março de 2024 e rumores indicam que a estreia pode acontecer em Outubro de 2025 – dependendo de quando a greve dos atores vai acabar.

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ já está disponível na Paramount+!

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

‘007’: Christopher Nolan DESMENTE que vai roteirizar e dirigir os novos filmes do James Bond

Christopher Nolan, o diretor da Trilogia do ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, é há muito tempo a escolha favorita dos fãs para dirigir um filme de James Bond.

Porém, o diretor desmentiu à Associated Press que vai fazer o próximo filme do espião.

“Infelizmente não é verdade. Mas estou bastante empolgado que a greve acabou e vamos voltar a trabalhar”, afirmou.

O World of Reel havia divulgado que a produtora da franquia Barbara Broccoli tinha Nolan em vista para roteirizar e dirigir os próximos DOIS filmes do espião.

Danny Boyle, Denis Villeneuve e Paul Greengrass são outros cotados para assumir o projeto.

‘O Estranho Mundo de Jack 2’: Tim Burton comenta sobre a possibilidade de SEQUÊNCIA

No meio de uma maré de remakes e continuações, qualquer clássico torna-se alvo para uma possível sequência. Esse é o caso de O Estranho Mundo de Jack, a clássica animação de Natal de Tim Burton. O filme, inicialmente considerado um fracasso, é hoje um dos maiores sucessos do autor.

Em uma entrevista para a Empire em celebração ao 30º aniversário do filme Tim Burton revelou se possui intenção de revisitar o estanho mundo de Jack.

“Para mim, o filme é muito importante”, diz Tim Burton. “Já fiz sequências, já fiz outras coisas, já fiz reinicializações, já fiz tudo isso, certo? Não quero que isso aconteça com este filme. É legal que as pessoas talvez estejam interessadas [em outro], mas eu não estou. Sinto-me como aquele velho que possui um pequeno pedaço de propriedade e não venderá para a grande usina que quer pegar minha terra. E então vem a voz ranzinza do velho garimpeiro: “Saia da minha terra!” ele grita. “Você, praga… Não vai pegar minha propriedade! Não importa o que queira construir aqui. Você pisa na minha terra… Cadê minha espingarda?”

Jack é um personagem particularmente pessoal para Burton, um “personagem percebido como sombrio, mas na verdade é luminoso,” diz ele, sobre o Rei Abóbora que se encanta com o espírito do Natal. “Essas são as coisas que eu amo, seja [Edward] Mãos de Tesoura ou Batman, personagens que têm isso. Representava todos esses sentimentos que eu tinha. Eu era percebido como esse personagem sombrio, quando não me sentia assim. Então foi um personagem muito pessoal.” 

O Estranho Mundo de Jack’ está disponível no Disney Plus.

Relembre o trailer:

Série estrelada por Daniel Radcliffe é CANCELADA após quatro temporadas

Segundo o TVLine, ‘Miracle Workers’, série de comédia estrelada por Daniel Radcliffe, foi uma das produções a sofrer adiamento, foi cancelada após quatro temporadas.

TBS, responsável pela produção, tomou a decisão pouco depois da exibição do último episódio do quarto ciclo, em agosto desse ano.

Lembrando que a série está disponível no catálogo da HBO Max Brasil.

Além de Radcliffe, o elenco também conta com Steve Buscemi, Geraldine ViswanathanKaran Soni.

Na trama, depois de tanto dedicar sua existência para cuidar da Terra, Deus decide focar nos seus próprios interesses. Com isso, os anjos responsáveis por ouvir as orações das pessoas precisam realizar um milagre a fim de evitar a destruição da humanidade.

A série é baseada no livro cômico de Simon Rich, intitulado ‘What in God’s Name‘ e segue um viés antológico. A primeira temporada foi ambientada no céu.

Lorne Michaels, Andrew Singer e Katy Jensen entram como produtores.

‘Loki’: Vídeo explora o ICÔNICO design de produção da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de Loki, aclamada série estrelada por Tom Hiddleston, chegou ao fim recentemente e, agora, foi divulgado um vídeo inédito de bastidores explorando como o icônico design de produção do ciclo foi arquitetado.

Confira:

De acordo com o Comicbook, o desfecho da 2ª temporada de resolveu finalmente uma das principais questões pendentes no universo da Marvel: Yggdrasil, a Árvore do Mundo. Esse local mítico foi finalmente apresentado nos momentos finais da série. Apesar de ser uma peça crucial no quebra-cabeça da mitologia asgardiana e, consequentemente, na essência dos personagens Thor (Chris Hemsworth) e Loki (Hiddleston), a árvore não havia mais sido mencionada, desde ‘Thor O mundo Sombrio’.

No final da série, Loki molda as linhas do tempo em uma nova versão da Árvore do Mundo. Ele então se compromete a se tornar o guardião de Yggdrasil, vigiando todas as linhas do tempo.

Assim como Thor e Loki, Yggdrasil é baseada na mitologia nórdica. Este local sempre foi uma parte essencial dos mitos que envolvem esses personagens, sendo uma figura central que conecta os diversos reinos e dimensões do universo nórdico. Yggdrasil é também conhecida como a “Árvore do Mundo”, sendo dito que é composta pelos Nove Reinos.

Conheça ‘Grimsburg’, nova animação ADULTA da FOX que estreia em janeiro!

Grimsburg, nova animação adulta estrelada pelo icônico Jon Hamm (‘Black Mirror’, ‘Mad Men’), é a mais nova aposta da FOX para seu cronograma de início de ano.

Na trama, Marvin Flute (Hamm) talvez seja o maior detetive que já capturou um palhaço canibal ou identificou corretamente um armário moderno de meados do século. Mas há um mistério que ele ainda não consegue desvendar: sua família. Agora que ele está de volta a Grimsburg, uma cidade onde todo mundo tem um ou três segredos, Flute seguirá todas as pistas que tiver para se redimir com a ex-mulher que ele nunca deixou de amar, mesmo que isso signifique sair com o filho que ele nunca se preocupou em ter conhecido.

A série foi criada por Catlan McClellandMatthew Schlissel, que também entram como co-produtores executivos ao lado de Hamm.

Chadd Gindin é o showrunner.

O elenco de dublagem também conta com Erinn HayesRachel DratchAlan TudykKevin MichaelGreg Chun.

A produção estreia em 07 de janeiro de 2024 nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira o trailer:

Timothée Chalamet diz que estrelar ‘Wonka’ é como realizar um sonho de infância

Estrelado por Timothée Chalamet, ‘Wonka explora as origens do icônico chocolateiro Willy Wonka, antes da criação de sua famosa fábrica de chocolates.

Durante a premiere realizada em Tóquio, Chalamet conversou com a Variety e disse que estrelar o longa foi como realizar um sonho de infância porque sempre foi um fã do remake de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘.

Paul King escreveu um lindo roteiro, sobre um jovem Willy Wonka que está seguindo seus sonhos. Quando tinha lá meus 10/12 anos, asssintod a versão de Johnny Depp… Se você me dissesse que um dia eu estaria aqui promovendo meu próprio filme como Willy Wonka ao lado de Hugh Grant, eu teria dito que você está mentindo. Bem, acho que assim como no filme, acredite nos seus sonhos.”

Lembrando que ‘Wonka‘ tem estreia marcada para 07 de dezembro nos cinemas nacionais

Confira:

Novas estimativas em torno do projeto dirigido por Paul King indicam que o filme deve abrir com um valor em torno de US$ 20 milhões nos EUA, de acordo com o Deadline.

Para comparação, ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ de Tim Burton abriu com US$ 56,1 milhões em 2005.

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington’, dirige.

Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).

Diretora de ‘Crepúsculo’ abre o jogo sobre o POLÊMICO teste de elenco de Robert Pattinson

Robert Pattinson teve uma rápida ascensão à fama como galã de Hollywood graças ao seu papel como Edward Cullen em ‘Crepúsculo‘.

No entanto, o astro quase não foi escalado porque os membro da produtora Temple Hill Entertainment não estavam convencidos de que ele era o ator ideal para o papel principal.

A informação foi revelada pela diretora Catherine Hardwicke em uma entrevista para o Comic Book sobre os 15 anos de lançamento da 1ª adaptação dos romances de Stephenie Meyer.

“Então, escolher Edward foi muito difícil… Todos os caras legais que vieram e fizeram o teste pareciam muito fofos, mas pareciam aqueles garotinhos que ainda estavam ensino médio. Não pareciam um vampiro de cem anos”, disse Hardwicke. “Eu conversei com Rob ao telefone em Londres e pensei: ‘Não temos verba para trazer você para cá [para os EUA], mas preciso fazer um teste de química com você.'”

Ela continuou:

“Então, ele pegou um avião com o próprio dinheiro, ficou esperando no sofá do agente e veio fazer o teste na minha casa. Ele estava todo largado, com uma franja desgrenhada cobrindo o rosto, ele não malhava… Eu fiquei tipo: ‘Ah, ok.’ Depois que eles fizeram as cenas, quero dizer, na mesa da minha cozinha, eles fizeram a cena de neurobiologia. Na minha cama, eles fizeram a cena do beijo. Mas nada saiu como esperávamos e ele ficou bem chateado.”

Por fim, ela disse que a produtora também não gostou nada do teste, porque, àquela altura, Pattinson não tinha o visual ou o charme que eles queriam.

“Eu olhei a gravação no dia seguinte e pensei: ‘Isso tem química, a eletricidade que você realmente deseja, o que precisamos para fazer isso funcionar’. Mas os produtores me ligaram e reclamaram do visual dele, do jeito desengonçado. Mas eu notei suas maçãs no rosto e o convencemos a treinar duro e tudo mais. No primeiro dia de treino, ele me ligou e disse: ‘É estranho’. Ele estava acostumado a apenas sair em pubs e bares e disse: ‘É meio estranho, mas faz bem para mim’.”

Além de tudo isso, o personagem quase foi interpretado por um ator com um estilo bem diferente… Ninguém menos que Josh Peck, mais conhecido por seu papel na série ‘Drake & Josh‘.

Em entrevista para o podcast Great Guys, o astro revelou que foi convidado para um teste e ficou entre os quatro finalistas.

“Lembro que foi tipo, em 2006 ou 2007. Me ligaram e disseram: ‘Você tem uma audição para o filme ‘Crepúsculo’. É baseado em um livro – vai ser ótimo.’ Então eu mandei uma fita para interpretar Edward. Um mês depois, eu estava com meu empresário e ele disse: ‘Tudo depende de você e três caras. Você está perto’. ‘Eu fiquei tipo: ‘Sério?’ Eu nem tinha feito uma abdominoplastia ainda! Eu pensei, ‘Não tem como. Ele deve aparecer sem camisa. Isso não vai acontecer’.”

Ele continuou:

“De verdade, eu não acreditei. Eu pensei: ‘Em que mundo eles estavam?’ Ok, é tipo perguntar quem vai interpretar o Thor: ‘Chris Hemsworth ou Stanley Tucci?’ Tipo, o que diabos…? Era Impossível!”

Lembrando que o filme mais recente de Peck é o épico Oppenheimer’, dirigido por Christopher Nolan sobre o criador da Bomba Atômica.