A Disney divulgou o teaser dublado da animação ‘Mundo Estranho‘.
Confira:
A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 23 novembro.
Don Hall e Qui Nguyen são responsáveis pela direção.
A trama mergulha em uma ilha perigosa e desconhecida em que criaturas fantásticas aguardam a chagada dos lendários Clade, uma família de exploradoras cujas diferenças ameaçam desmantelar sua missão mais crucial até então.
De acordo com o Bloody Disgusting, as filmagens do reboot do polêmico terror ‘As Faces da Morte‘, que está sendo desenvolvido pela Legendary Entertainment, já começaram.
Vale lembrar que a produção seguirá uma abordagem meta – com o filme original existindo no universo da nova versão.
“‘Faces da Morte’ foi um dos primeiros vídeos virais, e somos muito sortudos por termos a chance de usarmos isso como o ponto de partida para uma nova exploração de ciclos de violências e como eles são perpetuados online,” declararam os cineastas Isa Mazzei eDaniel Goldhaber.
Na trama do novo filme…
Enquanto se recupera de um trauma pessoal, a moderadora de um site como o YouTube, cujo trabalho é filtrar conteúdo ofensivo e violento, encontra uma série de vídeos perturbadores que recriam os assassinos do filme original ‘Faces da Morte’. Mas, em uma época dominada pela desinformação, seriam os vídeos reais ou falsos?
Isa Mazzei eDaniel Goldhaber, cineastas por trás de ‘Cam‘, serão responsáveis pelo roteiro e direção do reboot.
O longa original, lançado em 1978, se tornou um dos filmes mais infames de todos os tempos ao alegadamente mostrar cenas reais de mortes. A lenda urbana começou na época VHS pré-internet, mas a grande verdade é que as cenas eram falsas, realizadas através de efeitos práticos.
O site ainda declara que a Legendary espera que esse seja o começo de uma nova franquia de sucesso.
O longa original foi escrito e dirigido por John Allan Schwartz.
Em entrevista ao Deadline, Scott Gimple, supervisor do universo de ‘The Walking Dead‘, comentou sobre a possibilidade do derivado ‘The Ones Who Lived‘ retornar para uma segunda temporada.
Inicialmente planejado como uma trilogia de filmes, o spin-off focado no Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) acabou se transformando em uma minissérie, mas Gimple garante que qualquer coisa é possível – indicando que a série pode se estender por novos ciclos.
“Qualquer coisa é possível – mesmo que o Rick morra no último episódio da série, qualquer coisa é possível. No momento, estamos focados nesta primeira temporada, mas este projeto acabou tomando forma de um jeito muito espetacular, nós tínhamos muitos planos. No entanto, quando o mundo mudou [com a pandemia de COVID], esses planos foram alterados.”
Vale lembrar que a série estreará oficialmente no dia 25 de fevereiro.
Confira o trailer:
“Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”
A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.
A produção será lançada no serviço de streaming no dia 7 de novembro.
O documentário promete revelar os bastidores da incrível trajetória de Iran Ferreira, o jovem baiano que conquistou o mundo com seus vídeos de futebol e seu icônico bordão: “Receba!”.
Gravada em locais como Tabua, Recife, São Paulo e Paris, a produção apresenta imagens exclusivas, entrevistas com personalidades como Tiago Leifert, Gkay, Falcão, Carlinhos Maia e Kondzilla, além de depoimentos de especialistas em marketing digital.
A série retrata a jornada de Iran desde suas origens humildes no sertão da Bahia até o estrelato mundial, mostrando os desafios e as conquistas que marcaram sua vida.
Adriana Cechetti, diretora de Produção de Conteúdos de Não-Ficção da Warner Bros. Discovery, destaca a importância de contar essa história: “O Luva de Pedreiro já é um personagem icônico na cultura digital brasileira, um fenômeno mundial, e acreditamos ser muito importante contar a história do Iran, que é uma inspiração para muitos brasileiros”.
Com apenas três episódios, a série promete emocionar e inspirar o público, mostrando como um sonho e muita determinação podem transformar a vida de uma pessoa.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de agosto.
“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de junho.
A adaptação contemporânea do romance gótico de de Anne Rice acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).
Embora ‘Guardiões da Galáxia’ possua um viés mais humorístico, a inspiração de Zoe Saldana para interpretar a durona personagem Gamora no filme não veio de uma fonte semelhante.
Segundo a atriz, uma trágica história real a ajudou a estruturar o passado de sua heroína:
“Quando estávamos montando Gamora no primeiro filme, eu me lembro que tive uma conversa com James [Gunn] e eu disse: ‘Eu não sei porque, mas ‘Lost Boys of Sudan’ veem à minha mente em termo de crianças que foram retiradas de suas vilas e de seu povo – como Gamora foi retirada de seu planeta – e forçadas a uma vida de violência, corrupção e abusos. E o que aquilo faria ao coração de alguém, a mente de alguém’. E então, ele me deu a permissão de me aprofundar o máximo que poderia e eu fiz isso”.
‘Lost Boys of Sudan’ é um documentário de 2003, que relata o trágico período da Segunda Guerra Civil Sudanesa. Entre os anos de 1983 e 2005, mais de 20 mil jovens garotos foram desalojados ou se tornaram órfãos e muitos ainda foram recrutados como soldados mirins por lados opositores.
[SPOILERS]
O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.
Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.
Uma publicação compartilhada por Joe Berlinger (@joeberlingerfilms) em
A atriz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) viverá Carole Ann Boone, ex-esposa de Ted Bundy. Zac Efron será Bundy, Lily Collins viverá Elizabeth Kloepfer, Jim Parsonsinterpreta o promotor de justiça, Larry Simpson, e John Malkovich dará vida ao juiz Edward Cowart.
O projeto é dirigido porJoe Berlinger e o roteiro ficou a cargo de Michael Werde. Além de Efron, Lily Collins estrela a produção.
A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer. Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.
A aguardada 3ª temporada de ‘True Detective‘, protagonizada por Mahershala Ali, chega logo mais em janeiro de 2019 e os seus quatro primeiro episódios ganharam títulos e sinopses oficiais.
Confira:
Episódio 1 “The Great War and Modern Memory”:
O desaparecimento de um jovem garoto do Arkansas (Phoenix Elkin) e de sua irmã (Lena McCarthy) em 1980 desencadeia lembranças vivas e perguntas duradouras para o detetive aposentado Wayne Hays (Mahershala Ali), que trabalhou n caso 35 anos antes, com o parceiro Roland West (Stephen Dorff ). O que começou como um caso rotineiro se torna uma longa jornada para dissecar e dar sentido ao crime.
Episódio 2 “Kiss Tomorrow Goodbye”:
Hays (Mahershala Ali) faz um retrospecto do rescaldo do caso Purcell de 1980 em West Finger, Arkansas, incluindo possíveis evidências deixadas no Devil’s Den, um ponto de encontro ao ar livre para as crianças locais. Como a atenção se concentra em dois suspeitos conspícuos – Brett Woodard (Michael Greyeyes), um veterinário solitário e coletor de lixo, e Ted LaGrange (Shawn-Caulin Young), um ex-presidiário com uma queda por crianças – os pais dos filhos desaparecidos, Tom (Scoot McNairy) e Lucy Purcell (Mamie Gummer), recebem um bilhete criptografado de uma fonte anônima.
Episódio 3 “The Big Never”:
Hays (Mahershala Ali) relembra seu romance precoce com Amelia (Carmen Ejogo), bem como as rachaduras em seu relacionamento que surgiram depois que eles se casaram e tiveram filhos. Dez anos após os crimes de Purcell, novas evidências surgem, dando-lhe uma segunda chance para vindicar a si mesmo e voltar à investigação.
Episódio 4 “The Hour and the Day”:
Hays (Mahershala Ali) e West (Stephen Dorff) veem uma possível conexão entre a igreja local e os crimes de Purcell. Enquanto os detetives procuram por um suspeito e reúnem outro para interrogatório, Woodard (Michael Greyeyes) é alvo de um grupo de vigilantes.
A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.
Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020
Resgatando o terror com uma certa irreverência e escolhas até mesmo peculiares, a Blumhouse tem se tornado a grande responsável por resgatar o gênero aos seus tempos de glória que – até então – residiam entre os anos 70 a 2000. E se apropriando de alguns dos contextos sócio culturais contemporâneos que têm regido o mundo, a produtora de Jason Blum cruzou novos limites ainda mais inusitados para o gênero, fazendo deRun Sweetheart Run uma produção gore peculiar que foge à regra em todos os sentimentos. Com elementos fantásticos que garantem o fator surreal à trama, o longa de Shana Feste é ainda uma crítica social sobre abuso sexual e racismo, em meio ao latente empoderamento feminino.
À primeira instância, Run Sweetheart Run aparenta ser mais um filme de terror da lista de infindáveis produções da Blumhouse, que poderiam muito bem ter uma passagem sólida nas telonas, porém efêmera. Mas de maneira inadvertida, o que poderia ser apenas um longa repleto de jumpscares e cenas intensas, se metamorfoseia em uma experiência surpreendentemente reflexiva, a respeito de como é sentir – literalmente na carne – o horror de ser uma mulher violada por outra pessoa em posição de poder. E aqui, Ella Balinska é uma jovem com cicatrizes de um relacionamento abusivo e que aceita um encontro às escuras com um homem rico e poderoso, amigo de seu chefe, vivido por Johan Philip Asbæk (Game of Thrones). No entanto, o que poderia ser uma noite apaixonante, se transforma em uma insana caçada, onde ela terá que ir até às últimas consequências para manter-se viva.
Na trama, pouco importa as origens de seu agressor. Inicialmente apresentado apenas como um charmoso homem de feições hipnotizantes, ele rapidamente se transforma em uma espécie de monstro (literalmente) quase imortal, que fareja o sangue das mulheres e se alimenta a partir dos abusos sexuais que comete, tendo apenas um critério para a escolha de suas vítimas: jovens e negras. E como alguém que transita com autoridade pelas ruas de Los Angeles, sem ser impedido de seus crimes, Asbæk é uma espécie de representação do patriarcado, viola os direitos e integridade das suas vítimas e escolhe suas presas de forma estratégica por uma razão genuinamente realista: Mulheres negras são tratadas com menor importância pelas autoridades norte-americanas. Errado ele não está.
E conforme o padrão do agressor é desenhado diante dos nossos olhos, o terror de Feste se desabrocha para a audiência, mostrando-se como de fato uma espetacular oportunidade de usar um gênero tão atípico para tratar sua temática social, fazendo da sua abordagem a cartada certeira para transformar sua trama em uma experiência visual e perceptiva realmente impactante. E embora você seja atraído a Run Sweetheart Run por ser um original Blumhouse, o que te faz permanecer diante das telas não são os sustos e a tensão bem equilibrada e escalonada, mas sim o recado da diretora para homens e mulheres.
Explorando com voracidade os perigos da perpetuidade do abuso de poder sobre mulheres e – principalmente – negras, o terror consegue aliar o fator entretenimento à um roteiro com premissa madura, brincando com o gênero como quem tem a pretensão de abrir um diálogo sério sobre como a mulher é vista quando abusada sexualmente – a ponto de ser ignorada e rejeitada por muitos que a cercam. Bem dirigido, com uma edição certeira que sabe desenvolver uma atmosfera macabra em torno da trama, Run Sweetheart Run dá o seu recado com agilidade e dinamismo sem ser óbvio demais e sem fugir da premissa básica da Blumhouse de produzir um bom horror que envolva suas audiências. Misturando temas tão diversos e conectando-os com destreza, a produção é uma bela surpresa regada por boas atuações e por aqueles fatídicos sustos que vão te tirar do lugar.
Após as filmagens da 6ª e última temporada de ‘Better Call Saul‘ terem sido adiadas, em virtude da pandemia do coronavírus, a produção parece estar finalmente retomando o seu ritmo, com o período de início das filmagens sendo confirmado pelo co-criador Peter Gould.
Em uma entrevista ao portal Deadline, o também produtor ainda deu detalhes da produção do ciclo de encerramento, compartilhando que os roteiros já estão quase finalizados:
“Nosso desejo fervoroso é filmar no início do ano que vem. Agora quando vocês verão a série vai depender do destino, da AMC e da Sony. Estamos em reunião pelo Zoom todos os dias desde então. É como tentar dançar na areia movediça. É uma desvantagem para mim estar trabalhando remotamente, mas eu adoro o que vamos fazer, só vai demorar um pouco mais. Agora estamos bem avançados na temporada, então devo dizer que estou muito empolgado com o caminho para o qual estamos seguindo”.
Embora ainda não haja uma data oficial de lançamento, a expectativa é de que a 6ª e última temporada de ‘Better Call Saul’ seja lançada no segundo semestre de 2021, ao longo do outono norte-americano (entre setembro e dezembro).
A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.
A cinebiografia ‘Apresentando os Ricardos‘ (Being The Ricardos), estrelada por Nicole Kidman e Javier Bardem, já está disponível na plataforma Amazon Prime Video.
A trama acompanha Lucille Ball e Desi Arnaz, que casaram em 1940 e viram sua fama decolar após estrearem uma das mais memoráveis sitcoms americanas chamada “I Love Lucy”. Entretanto, quando tudo parecia estar indo bem, os dois são envolvidos em uma trama de acusações chocantes que ameaçam sua vida pessoal e profissional. Ao longo da semana mais tensa de gravações, o relacionamento complexo dos dois será posto à prova, enquanto algumas verdades vêm à tona.
O elenco também conta com J.K. Simmons (William Frawley), Nina Arianda (Vivian Vance), Tony Hale (Jess Oppenheimer), Alia Shawkat (Madelyn Pugh) e Jake Lacy (Bob Carroll Jr.).
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 72% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 163 reviews. Segundo o consenso geral, “o filme não consegue verdadeiramente capturar o poder de seus sujeitos, mas Kidman se diverte com os diálogos irascíveis de Aaron Sorkin“.
Uma das atrizes mais influentes do mundo, Isabelle Huppert consolidou sua identidade artística no cinema francês através de uma filmografia versátil, marcada por dramas poderosos como Elle, experiências sinestésicas mais maduras como A Professora de Pianoe até mesmo comédias inusitadas como A Dona do Barato. Admirada por sua plurivalência nas telonas e por seu senso de humor bem particular, a veterana é conhecida por ousar em suas escolhas de papéis, sempre lembrando o público de seu caráter camaleônico de transitar entre gêneros com autenticidade e maestria.
E não seria diferente em seu novo filme e em sua vinda ao Rio de Janeiro para celebrar a estreia de A Mulher Mais Rica do Mundo. Mais uma vez se aventurando pela comédia, dessa vez sob as nuances do drama, Huppert abriu o Festival de Cinema Francês à sua maneira. Com trajes simples e estampando uma jaqueta jeans, absolutamente alheia ao peso que sua presença exerce nos ambientes que percorre, ela conduziu uma coletiva de imprensa fechada em que compartilhou sua nova fase profissional, aos 72 anos.
Após lançar o drama fantástico Luz, no Festival de Sundance 2025, Huppert se despe da mitologia fabulosa do longa sino-hong-kongues para não se levar tão a sério no filme de Thierry Klifa. E à medida em que refletia sobre o que esse novo projeto representa no escopo de toda sua obra, a veterana ponderou sobre o cinema brasileiro, celebrando os nomes mais marcantes que têm conquistado as audiências nas edições recentes do Festival de Cannes.
Na ocasião, Isabelle destacou a filmografia de Kleber Mendonça, Walter Salles e Karim Aïnouz. Admitindo que não conhece todos os longas do trio de cineastas, ela foi categórica ao salientar a força das narrativas desenvolvidas por eles, evidenciando a popularidade de seus filmes na cena europeia – mais precisamente francesa.
“O Brasil tem dois grandes diretores, e na minha opinião isso já bastaria, de tão imensos que eles são”, afirmou, se referindo a Walter Salles e Kleber Mendonça Filho. Em relação ao último, a atriz foi ainda mais além e revelou que ele é “um diretor muito importante para França, cujos filmes sempre esperamos com curiosidade”.
Huppert também mencionou Karim Aïnouz, cuja obra A Vida Invisível foi, para o público francês, “uma descoberta muito alegre”, ressaltando que o filme “caiu como uma luva”na França, mesmo antes de ela conhecer o diretor pessoalmente. Suas observações, feitas com naturalidade, ecoaram como um reconhecimento espontâneo da força criativa do cinema brasileiro.
E durante a coletiva, ela também fez questão de reiterar como se sente diante dos papéis tão diversos que habimente encara nas telonas. Se distanciando deles de maneira clara, a francesa salientou como não se parece com suas personagens, à medida em que também se identifica com elas em certos aspectos. O comentário, que gerou risos entre os presentes na coletiva, refletiu tanto seu rigor artístico quanto sua consciência da distinção que é necessário fazer entre a arte, o material que se interpreta e sua própria identidade.
“Eu não tenho nada em comum com meus personagens em geral. Ao mesmo tempo eu tenho tudo e nada. Tudo porque eu encarno essas figuras. Eu ainda não sou um produto de uma inteligência artificial. E nada, porque eu não tenho nada a ver com essa pessoa, nem com nenhuma das outras pessoas que eu escolho representar na tela”.
Huppert enfatizou ainda a importância de Marianne Farrère, protagonista deA Mulher Mais Rica do Mundoter um nome próprio dentro da ficção — algo que, segundo ela, não deve ser interpretado como referência direta à pessoa real que inspirou a narrativa. Para a atriz, atribuir nomes distintos não só protege a ficção, como também oferece aos intérpretes maior liberdade para construir seus papéis sem a sombra da identificação automática com figuras conhecidas.
“Eu gosto muito de dizer que nesse filme eu interpreto uma pessoa que se chama Marianne Farrère, é o meu nome no filme. Mas é importante dizer isso, porque Thierry Klifa não fez um filme em que ele chama os personagens pelo seu nome verdadeiro”, explicou.
Ao detalhar sua leitura da personagem, Huppert descreveu Marianne como alguém que atravessa uma transformação emocional — movimento que ela resume como a passagem “do bem-estar para a alegria”. Essa mudança, contou, surge com a chegada de um fotógrafo excêntrico e imprevisível que entra na vida da protagonista. Para ela, trata-se de “um personagem completamente fora do comum. Muito brilhante, engraçado, inteligente, iconoclástico. Assolante, vulgar.”
É justamente essa combinação, tão destoante do universo de Marianne, que desencadeia seu despertar. “Isso a faz rir. Isso a faz rir, porque ela tem muito humor, obviamente”, disse a atriz – acrescentando que a personagem redescobre sua leveza ao mesmo tempo em que se distancia da própria família.
Já a relação com a filha é, segundo Huppert, uma peça essencial da dramaturgia. A atriz a descreveu como uma figura “austere, bastante orgulhosa”, diametralmente oposta à protagonista, e ressaltou que essa oposição evidencia o processo de afirmação de Marianne. À medida que encontra uma nova forma de existir, ela também explicita suas diferenças — e suas rupturas — com aqueles ao seu redor. “Então, é isso… isso conta uma história”, concluiu, encerrando com discrição o que talvez tenha sido a definição mais sintética — e mais precisa — do filme inteiro.
Confira a programação do Festival:
13 DIAS, 13 NOITES – 13 jours, 13 nuits
2025 / 1h52 / Drama, Thriller
De Martin Bourboulon – Com Roschdy Zem, Lyna Khoudri, Sidse Babett Knudsen
Sinopse: Cabul, 15 de agosto de 2021. Enquanto as tropas americanas se retiram, os Talibãs tomam a capital. Milhares de afegãos buscam refúgio na Embaixada da França, protegida pelo comandante Mohamed Bida e seus homens. Cercado, ele negocia com os Talibãs para organizar um comboio da última chance em direção ao aeroporto.
Sinopse:A mulher mais rica do mundo: sua beleza, sua inteligência, seu poder. Um escritor fotógrafo: sua ambição, sua insolência, sua loucura. O amor à primeira vista que os arrebata. Uma herdeira desconfiada que luta para ser amada. Um mordomo vigilante que sabe mais do que revela. Segredos de família. Doações astronômicas. Uma guerra onde todos os golpes são permitidos.
De Ken Scott – Com Leila Behkti, Jonathan Cohen, Sylvie Vartan
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Adaptado do romance autobiográfico de Roland Perez, advogado de Sylvie Vartan.
Sinopse: Em 1963, Esther dá à luz Roland, que nasce com pé torto e não consegue andar. Contra a opinião de todos, ela lhe promete uma vida normal e maravilhosa, e luta a vida inteira para cumprir essa promessa. Uma história real sobre um destino incrível e o amor incondicional de uma mãe por seu filho.
Sinopse: Ela o amava mais do que tudo, ele a amava mais do que todas as outras. Simone Signoret e Yves Montand foram o casal mais famoso de seu tempo. Assombrada pelo caso de seu marido com Marilyn Monroe e ferida por todos os que vieram depois, Signoret sempre recusou o papel de vítima.
FANON – Fanon
2025 / 2h13/ Cinebiografia
De Jean-Claude Barny – Com Alexandre Bouyer, Déborah François, Stanislas Merhar
Distribuído por FENIX
Sinopse : Frantz Fanon, um psiquiatra francês originário da Martinica, acaba de ser nomeado chefe de serviço no hospital psiquiátrico de Blida, na Argélia. Seus métodos contrastam com os dos outros médicos em um contexto de colonização.
FORA DE CONTROLE – Dis-moi juste que tu m’aimes
2025 / 1h51 / Drama
De Anne Le Ny – Com Omar Sy, Élodie Bouchez, Vanessa Paradis, José Garcia
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Sinopse: Após quinze anos de casamento, uma crise coloca à prova a união de Julien e Marie. Quando Anaëlle, o grande amor de juventude de Julien, reaparece, Marie entra em pânico. Perdida em uma espiral infernal de ciúmes e autodepreciação, Marie se deixa levar para uma aventura com Thomas, que se revelará tão manipulador quanto perigoso.
UMA JORNADA DE BICICLETA – À bicyclette!
2025 / 1h29 / Comédia dramática
De Mathias Mlekuz – Com Mathias Mlekuz, Philippe Rebbot, Josef Mlekuz
Distribuído por BONFILM
Prêmio Valois de Música de Filme no Festival do Cinema Francófono de Angoulême
Indicado ao Festival Internacional de Cinema de Comédia de Alpe d’Huez
Sinopse: Do Atlântico ao mar Negro, Mathias leva seu melhor amigo Philippe em uma viagem de bicicleta. Juntos, eles refazem o percurso que Youri, seu filho, havia iniciado antes de desaparecer tragicamente.
JOVENS MÃES – Jeunes Mères
2025 / 1h45 / Drama
De Jean-Pierre et Luc Dardenne – Com Babette Verbeek, Elsa Houben, Janaïna Halloy Fokan Distribuído por VITRINE FILMES
Sinopse: Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma estão hospedadas em uma casa materna que as ajuda em sua vida de jovens mães. Cinco adolescentes que têm a esperança de conquistar uma vida melhor para si mesmas e para seus filhos.
LA PAMPA – La Pampa
2024 / 1h34 / Drama, Thriller
De Antoine Chevrolier – Com Sayyid El Alami, Amaury Foucher, Damien Bonnard
Distribuído por ENCRIPTA
Sinopse: Willy e Jojo, dois adolescentes inseparáveis, passam o tempo caçando o tédio em uma pequena aldeia no coração da França. Mas Jojo esconde um segredo. E quando toda a vila o descobre, os sonhos e as famílias dos dois amigos se despedaçam.
MÃOS À OBRA – A pied d’œuvre
2026 / 1h32 / Comédia dramática
De Valérie Donzelli – Com Bastien Bouillon, Virginie Ledoyen, Marie Rivière
Distribuído por BONFILM
Adaptado do filme homônimo de Frank Courtès
Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025
Sinopse: Um fotógrafo de sucesso abandona tudo para se dedicar à escrita e descobre a pobreza.
MAYA, DÊ ME UM TÍTULO – Maya, donne-moi un titre
2025 / 1h01 / Animação, Aventura, Comédia, Família
Versão dublada / A partir de 6 anos
De Michel Gondry
Sinopse: Maya e seu pai vivem em dois países diferentes. Para manter o vínculo com a filha e continuar contando histórias para ela, seu pai lhe pede todas as noites: “Maya,
me dá um título”. A partir desse título, ele cria um desenho animado no qual ela é a heroína.
MERCATO – OS DONOS DA BOLA – Mercato
2025 / 1h59 / Comédia dramática, Thriller
De Tristan Séguéla – Com Jamel Debbouze, Monia Chokri, Hakim Jemili
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Mercato mergulha nos bastidores do futebol de hoje, uma indústria global onde os interesses se contam em bilhões. Driss, empresário de jogadores, tem sete dias para salvar a própria pele antes do fim da janela de transferências
O APEGO – L’Attachement
2025 / 1h45 / Drama
De Carine Tardieu – Com Valeria Bruni Tedeschi, Pio Marmaï, Vimala Pons
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Sandra, uma mulher ferozmente independente, compartilha repentinamente e sem querer, a intimidade de seu vizinho de andar e de seus dois filhos. Contra todas as expectativas, ela aos poucos se apega a essa família adotiva.
O ESTRANGEIRO – L’Étranger
2025 / 2h00/ Drama
De François Ozon – Com Benjamin Voisin, Rebecca Marder, Pierre Lottin
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Exibido no Festival de Veneza 2025
Adaptado do romance L’Etranger, de Albert Camus
Sinopse : Na Argélia dos anos 1930, o francês apático Meursault mostra total indiferença à vida. Seu distanciamento emocional o leva a um assassinato.
O SEGREDO DA CHEF – Partir un jour
2025 / 1h38 / Comédia dramática
De Amélie Bonnin – Com Bastien Bouillon, Juliette Armanet
Sinopse: Quando Cécile está prestes a realizar seu sonho, abrir seu próprio restaurante gastronômico, ela precisa voltar na aldeia onde cresceu após o infarto de seu pai. Longe da agitação parisiense, ela reencontra seu amor de juventude.
OPERAÇÃO MALDOROR – Le Dossier Maldoror
2025 / 2h35 / Drama, Thriller
De Fabrice du Welz – Com Antony Bajon, Sergi Lopez
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Sinopse: Bélgica, 1995. O desaparecimento preocupante de duas jovens abala a população e desencadeia um frenesi midiático sem precedentes. Paul Chartier, um jovem policial idealista, junta-se à operação secreta “Maldoror”. Confrontado com as falhas do sistema policial, ele parte sozinho em uma caçada humana que o levará a mergulhar na obsessão.
De Victor Rodenbach – Com William Lebghil, Vimala Pons
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Há anos, Henri e Nora compartilham tudo: eles se amam e ela dirige as peças em que ele atua. Quando Henri consegue, pela primeira vez, um papel no cinema, a criação de seu novo espetáculo desmorona e o casal se despedaça.
SONHO, LOGO EXISTO – L’homme qui a vu l’ours qui a vu l’homme
2025 / 1h28 / Comédia
De Pierre Richard – Com Pierre Richard, Timi-Joy Marbot, Gustave Kervern
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Grégoire e Michel não são da mesma geração, mas são unidos pela amizade, pelo amor à natureza e por um grande afeto por um urso que escapou de um circo
VIZINHOS BÁRBAROS – Les Barbares
2025 / 1h41 / Comédia
De Julie Delpy – Com Julie Delpy, Sandrine Kiberlain, Laurent Lafitte
Distribuído por SYNAPSE
Sinopse : Em Paimpont, a vida tranquila dos moradores é subitamente abalada. Num gesto de solidariedade, eles votam com entusiasmo para acolher refugiados ucranianos. Mas, ao chegarem, descobrem que eles não são ucranianos… são sírios! Alguns moradores têm dificuldade em aceitar esses novos vizinhos.
De Fabienne Godet – Com Salif Cissé, Denis Podalydès, Aure Atika
Distribuído por BONFILM
Prêmio do público do Festival Internacional do Filme de Comédia de l’Alpe d’Huez 2025
Adaptação do romance homônimo de Luc Blanvillain.
Sinopse: Baptiste, um talentoso imitador, não consegue viver da sua arte. Um dia, ele é abordado por um romancista, constantemente perturbado pelas ligações incessantes de seu círculo. Precisando de silêncio para escrever, o romancista propõe a Baptiste que se torne seu “atendedor de chamadas”.
O CLÁSSICO
A CABRA -La Chèvre
1981 / 1h35 / Aventura, Comédia, Policial
De Francis Veber – Com Pierre Richard, Gérard Depardieu, Pedro Armendariz Jr.
Distribuído por BONFILM
Sinopse: A filha do grande CEO Bens acaba sendo sequestrada enquanto está de férias no México. Para encontrá-la, seu pai contrata o detetive particular Campana e o associa a um trapalhão incorrigível na esperança de que isso o aproxime de sua filha.
HOMENAGEM PIERRE RICHARD
O BRINQUEDO – Le Jouet
1976 / 1h35 / Comédia
De Francis Veber – Com Pierre Richard, Michel Bouquet, Fabrice Greco
Sinopse: O jovem filho de um bilionário passeia em uma grande loja para escolher um presente. A escolha da criança recai sobre um jornalista, que será colocado à sua disposição e se tornará seu brinquedo.
OS FUGITIVOS – Les Fugitifs
1986 / 1h29 / Comédia
De Francis Veber Com Pierre Richard, Gérard Depardieu, Jean Carmet
Sinopse: Os tempos estão difíceis para François Pignon, que precisa cuidar de sua filha. Ele chega até a se resignar a assaltar um banco. Vai ao ponto de fazer refém Jean Lucas, um ex-presidiário recém-saído da prisão, mas decidido a se tornar honesto.
LOIRO, ALTO E DE SAPATO PRETO – Le grand blond avec une chaussure noire
1972 / 1h30 / Comédia
De Yves Robert – Com Pierre Richard, Jean Rochefort, Bernard Blier
Sinopse: François Perrin chega a Orly calçando um sapato amarelo e outro preto. Uma sorte para Perrache, assistente do coronel Toulouse, chefe de um serviço secreto, que vê nesse jovem violinista excêntrico a oportunidade perfeita. Ele o escolhe para, às suas custas, desempenhar o papel de um temível espião internacional.
UM SOPRO ENTRE OS DENTES – Un nuage entre les dents
1974 / 1h35 / Comédia
De Marco Pico – Com Pierre Richard, Philippe Noiret, Claude Piéplu
Sinopse: Malisard e Prévot, jornalistas da imprensa sensacionalista, percorrem Paris em busca de um furo. Nesse dia, os dois comparsas precisam buscar os filhos de Prévot na escola, mas durante um momento de desatenção do pai, os garotos escapam.
AS CIDADES:
Até dia 10.11, estavam confirmadas as seguintes cidades participantes: As cidades são: Aracaju (SE), Araguaína (TO), Araraquara (SP), Balneário Camboriú (SC), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Botucatu (SP), Búzios (RJ), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Caxias do Sul (RS), Cotia (SP), Corumbá (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Garanhuns (PE),Gurupi (TO), Indaiatuba (SP) Itajubá (MG), Jaguari (RS), João Pessoa(PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Lorena (SP), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Monte Claros (MG), Natal (RN), Niterói (RJ), Palmas (TO), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Poços de Caldas (MG), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Resende (RJ), Ribeirão Preto (SP), Rio Grande (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São Carlos (SP), São Jo´se dos Campos (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP),Uruguaiana (RS), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ).
A lista de cidades e de cinemas participantes serão continuamente atualizadas no site do festival. O valor do ingresso é o já cobrado por cada exibidor.
A Universal Pictures divulgou um novo pôster nacional e um trailer épico do aguardado ‘Círculo de Fogo: A Revolta, mostrando novas cenas incríveis de batalhas com os monstros gigantes.
O diretor foi consultado pela direção ao longo da pré-produção e filmagem, compartilhou ideias visuais e até mesmo para o desenvolvimento da trama, de acordo com o produtor Cale Boyter para o site Coming Soon.
“Nós enviamos tudo para ele. Ele ama o John Boyega. Obviamente, tudo que fizemos ele tocou de alguma forma e nos enviou notas”
Com 14 críticas contabilizadas, o filme está com aprovação máxima no agregador de críticas.
Confira:
Na trama, que se passa em 1983, o astro será Red Miller, um homem atormentado e fragilizado após a morte de sua esposa por uma seita religiosa. Ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal.
Sob a tutela do estúdio Umedia and Piccadilly Pictures, o longa foi exibido recentemente no Festival de Sundance. A data de lançamento em circuito comercial não foi divulgada.
O longa que revolucionou os filmes de aventura completa hoje (12) 40 anos. Lançado em 12 de junho de 1981 nos EUA, a caçada do Dr. Jones (Harrison Ford) pela Arca da Aliança só chegou ao Brasil em 25 de dezembro do mesmo ano. Com uma produção feita sem margem para erros, já que a Paramount fez duras exigências no contrato, o filme guarda diversos casos inusitados. Por isso, em homenagem aos quarenta anos do primeiro capítulo de uma das franquias mais amadas da história, o CinePOP separou dez curiosidades sobre Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida. Confira!
QuandoGeorge Lucaspediu para Philip Kaufmanajudá-lo a escrever uma história baseada nas matinês de sua infância sobre os grandes heróis invencíveis, ele se lembrou de uma história contada por seu dentista quando tinha apenas 11 anos de idade. Era sobre a lenda bíblica da Arca Perdida que guardava os Dez Mandamentos. A ideia foi tão bem aceita, que Lucas sugerir que esse fosse o título da história. Mais tarde, quando ele apresentou o projeto a Steven Spielberg, que é adepto do judaísmo, trabalhar em uma história que tinha um elemento poderoso presente em sua religião e ainda colocava os nazistas como vilões foi uma das coisas que fez com que ele se apaixonasse pelo projeto.
Cachorro mais famoso de Hollywood
Lucas e Indiana.
Na ideia original de George Lucas, o aventureiro mais famoso do cinema se chamaria Indiana Smith. Só que Spielberg não gostou da ideia porque achava que “Professor Smith” não era um nome tão sonoro. Então, ele sugeriu o sobrenome “Jones”, que soava melhor. Em momento algum o nome “Indiana” foi questionado, isso porque era uma homenagem ao cachorro deGeorge Lucas, que também se chamava Indiana. Isso acaba sendo referenciado ao final de Indiana Jones e a Última Cruzada (1989). A cara do Malamute do Alaska de Lucas também foi usada como base para a modelagem do rosto de outro personagem amado de Hollywood, o Chewbacca.
Na versão dos quadrinhos, o ídolo era de esmeralda, não de ouro.
A famosa cena de abertura, em que Indy assalta uma caverna na Amazônia e acaba precisando correr de uma pedra gigante foi ideia de Steven Spielberg. George Lucas queria que a cena inicial do filme tivesse um submarino e um macaco que fazia a saudação nazista, mas Spielberg lembrou de uma história em quadrinhos do Tio Patinhas chamada “As Cidades do Ouro” (The Seven Cities of Cibola, no original), de 1954, na qual uma pedra gigante é liberada após um ladrão tentar roubar um ídolo de esmeralda de Cibola. Com essa referência, eles criaram uma das cenas de abertura mais marcantes de todos os tempos.
Indy atirou primeiro
Considerada uma das cenas mais icônicas do filme, Indiana está cara a cara com um beduíno, que o convoca para uma luta de espadas. Originalmente, a cena seria uma longa sequência de luta de espadas. Só que Harrison Ford estava sofrendo horrores com uma ̶c̶a̶g̶a̶n̶e̶i̶r̶a̶ disenteria e queria encurtar a cena. Então, momentos antes da gravação, ele chegou perto de Spielberg e perguntou: “Por que eu só não atiro nele?”. A princípio, a equipe achou que era uma piada, mas Steven gostou da ideia e conduziu a cena com a resolução rápida sugerida por Ford, marcando esse momento na história do cinema.
Roupa surrada
O clássico visual do Indiana Jones foi montado de forma bem curiosa. O famoso chapéu foi comprado em Londres, mas para ter aquele visual de que passou por várias aventuras, diversos membros da equipe, incluindo Steven Spielberg e Harrison Ford, precisaram sentar sobre ele por alguns dias. Da mesma forma, as dez jaquetas de couro que ficavam no camarim também chegaram novinhas em folha. Para dar a aparência envelhecida, a figurinista Deborah Nadoolman Landis ficou roçando um punhal e uma escova de metal contra elas.
Mulherengo
Uma das características originais que George Lucas pensou para o personagem era ser tão mulherengo quanto James Bond. Só que Spielberg não gostou tanto da ideia e resolveu deixar ele um pouco menos mulherengo, apesar de ter casos em todos os filmes da franquia. Porém, a novelização oficial do filme não economizou nesse detalhe das mulheres com quem ele se envolveu. Além doDr. Marcus Brody (Denholm Elliott) encontrá-lo na sala de casa vestindo um roupão por ter “acabado de ‘ver’ uma aluna”, o livro também descreve que a primeira vez que Indy ficou com Marion Ravenwood (Karen Allen), ela tinha apenas 14 anos de idade, o que explica a revolta dela ao vê-lo entrar no bar depois de tantos anos. Anos mais tarde, outro livro trouxe a informação de que ela tinha 16 anos, enquanto ele era 12 anos mais velho que ela.
Medo de cobras
A cena em que Indy e Marion são jogados em um poço cheio de cobras foi gravada em Londres, no mesmo estúdio utilizado para gravar o quarto de Jack Torrance (Jack Nicholson), em O Iluminado (1980). Para preencher o lugar com serpentes, a produção precisava de 10 mil animais, então a equipe procurou por cobras em todas as pet shops londrinas e também nas encontradas ao sul da Inglaterra. O problema é que mesmo com aquele serpentário no estúdio, Spielberg ainda não tinha o suficiente para causar o efeito desejado. Dessa forma, a solução encontrada foi misturar os animais com várias pernas de calças cortadas, dando a impressão de ter muitas cobras a mais. Em meio a esse tanto de bicho, apenas um membro da produção foi mordido por uma píton. E apesar de não ter medo de cobras, Harrison Ford passou mal, chegando a quase vomitar, por conta do efeito que o movimento delas por todo o chão causou.
Estreia
Esse filme marcou a estreia do fantásticoAlfred Molina (Homem-Aranha 2) nos cinemas. Na época, com 28 anos, ele fez uma participação logo na sequência de abertura. É ele quem guia e trai o Indy na caverna. Ainda falando em animais, há um momento em que ele fica coberto por tarântulas. Eram todas machos, e estavam imóveis sobre o corpo de Alfred. Então, para tentar agitá-las sem causar algum tipo de ameaça para o ator, a produção encontrou uma caranguejeira fêmea, que deixou os bichinhos agitados, conseguindo o efeito desejado por Spielberg.
Lá para o final do filme, o protagonista ameaça destruir a Arca da Aliança com uma bazuca. O desfiladeiro utilizado como localização fica na Tunísia e também foi usado como set de filmagem para Uma Nova Esperança (1977), representando um dos cânions deTatooine. É lá que o androide R2-D2 dá defeito e cai.
Rachael
Quem assistir aos testes de elenco feitos para o filme vai perceber que a atriz que interpreta Marion Ravenwood não é Karen Allen, como no filme, mas sim Sean Young. E mesmo assim, a escolhida originalmente foi Debra Winger, que abandonou o projeto por conflito de agenda, fazendo com que Karen fosse chamada para seu papel. Entretanto, Sean não ficou abandonada e acabou interpretando a personagem Rachael, em Blade Runner: O Caçador de Androides (1982), que curiosamente também terminou sendo estrelado por Harrison Ford. É interessante porque Ford também não era a opção inicial para o Indiana Jones. O escolhido foi Tom Selleck, que abandonou o projeto para estrelar a série do Magnum. Então, no ano seguinte ao lançamento de Caçadores da Arca Perdida, o casal de “rejeitados” estrelou o filme de Ridley Scott.
Desde que apareceu como o carcereiro Fabio na série ‘Vis a Vis’, Roberto Enríquez vem despertando a atenção dos produtores e do público. Não à toa, mal participou da última temporada da série criada por Álex Pina, afinal, seu personagem Fabio fez muita gente sonhar com um bonitão como aquele, e, agora, ele está de volta, dessa vez como protagonista na série espanhola ‘A Cozinheira de Castamar’, recém-lançada na Netflix.
Diego de Castamar (Roberto Enríquez) está viúvo há quase dois anos, mas não consegue superar a perda de seu grande amor. Afastado de tudo e de todos, ele é convocado pelo rei Felipe V da Espanha (Joan Carreras) a ocupar um posto a seu lado, e, para isso, deve realizar um baile para anunciar sua decisão. Contrariado, Diego acata o pedido do rei, ao mesmo tempo em que Don Henrique (Hugo Silva) traça um plano para casar o amigo com a inocente Srta. Castro (María Hervás). Só que no meio disso tudo, a cozinheira principal de Castamar é demitida, e a governanta topa contratar a jovem Srta. Clara Belmonte (Michelle Jenner) como aprendiz, porém, já no primeiro jantar as iguarias que a moça prepara na cozinha chama a atenção dos moradores de Castamar, e isso acaba despertando a curiosidade e a inveja da aristocracia e dos funcionários da quinta.
Baseado no livro homônimo de Fernando J. Múñez, a história de ‘A Cozinheira de Castamar’, apesar do título, é mais centrada no personagem Diego de Castamar – toda a ação ocorre no núcleo da aristocracia espanhola, ao passo que ao núcleo da cozinheira Clara cabe apenas a narração e a percepção dos eventos. Basicamente, apesar do título, não se trata da história sobre a cozinheira de Castamar, mas sim a história de como esta personagem influencia e chacoalha a vida da família Castamar.
Tatiana Rodríguez elabora um roteiro que intercala o background dos personagens centrais desenvolvendo-os à medida que apresenta o plot da primeira temporada, de modo que já nos primeiros minutos do programa o espectador já se sente íntimo do elenco. A direção de Norberto López Amado e Iñaki Peñafiel faz um bom uso do cenário de época, especialmente com relação à iluminação externa nos ambientes internos, além de realizar um jogo de câmera interessante que favorece os personagens mais iluminados e, ao mesmo tempo, se distancia mais daqueles cujos passados ainda sombreiam suas trajetórias.
‘A Cozinheira de Castamar’ é uma série de doze episódios com cerca de cinquenta minutos cada e que tem tudo que um fã de romances de época busca: romance, intrigas, fofocas, paixões proibidas, segredos, pegação pecaminosa, vestuário luxuoso, locações estilo conto-de-fadas, personagens instigantes, um protagonista galã por quem você torce, um antagonista bom vivant meio bad boy, uma mocinha esperta apesar de frágil, um fundo histórico real contextualizando tudo. Misturando meia xícara de ‘Downton Abbey’ com uma pitada de ‘Os Bridgertons’, só que com uma pegada menos pop, é uma série adorável, que engaja o espectador e nos faz ansiar pelo final feliz dos personagens.
A STX Entertaiment divulgou a data de estreia de ‘The Gentlemen’ (‘Os Cavalheiros’, em tradução livre), novo filme de Guy Ritchie: segundo o site The Hollywood Reporter, o filme chegará aos cinemas no dia 24 de janeiro de 2020.
A produção ainda não ganhou sinopse ou trailer oficiais, mas reportagens recentes indicam que a história gira em torno de um traficante inglês muito poderoso que tenta vender seu império extremamente lucrativo para um grupo de bilionários do Oklahoma.
Além da direção, Ritchie fica responsável pelo roteiro ao lado de Ivan Atkinson e Marn Davies, e também pela produção executiva
‘The Gentlemen’ marca o retorno de Ritchie ao gênero criminal. Recentemente, ele comandou a adaptação em live-action de ‘Aladdin’, que se tornou um sucesso de bilheteria ao ultrapassar a marca de um bilhão de dólares. Seus outros trabalhos incluem ‘Sherlock Holmes’ e ‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’.
Escrita e dirigida porLeigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.
A estreia está marcada para27 de fevereiro.
Confira a sinopse oficial:
O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’, ‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.
Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
‘O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.
O Screen Junkies divulgou em sua página oficial no YouTube o trailer honesto da aclamada franquia ‘Indiana Jones’.
Confira:
Vale lembrar que a saga completa está disponível na Netflix.
A quadrilogia é composta por ‘Os Caçadores da Arca Perdida‘, ‘Indiana Jones e a Última Cruzada‘, ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição‘ e ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘.
Recentemente, Steven Spielberg que não irá dirigir ‘Indiana Jones 5‘, mas o produtor do longa, Frank Marshall, tranquilizou o público quanto à mudança, afirmando que a combinação entre o cineasta indicado ao Oscar,James Mangold, e Spielberg na produção trará “o melhor de tudo” para as audiências.
Em uma entrevista ao Collider, o produtor revelou porque a Disney escolheu Mangold para a função:
“Ele tem um amor pela franquia. Ele é um ótimo cineasta E eu acho que ele também tem uma relacionamento com Harrison. Foram todos os pedaços certos se juntando no momento certo. E com Mangold e Spielberg juntos nós teremos o melhor de todos”.
Lembrando que foi Spielberg quem decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem.
Mangold é conhecido por seu trabalho em ‘Ford vs. Ferrari’, drama indicado ao Oscar de Melhor Filme, e no aclamado ‘Logan’, que também foi nomeado na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.
Durante a divulgação de ‘O Chamado da Floresta’, Ford revelou novidades sobre o próximo filme da saga:
“O filme irá mostrar o passado de Indiana. Veremos novos desenvolvimentos em sua vida, em seu relacionamento. Veremos parte da história dele sendo revelada. É um roteiro muito bom. Estou ansioso para isso.”, afirmou.
Originalmente, o novo longa-metragem da franquia seria rodado a partir de abril de 2019. Entretanto, divergências artísticas no tocante ao roteiro adiaram o início da produção, com Dan Fogelman (‘This Is Us’) ficando responsável pela reescrita completa.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a sequência.
Lincoln dará vida ao protagonista Ebenezes Scrooge nos palcos do Old Vic Theatre, em Londres. A apresentação será transmitida para o mundo inteiro.
Para aqueles não familiarizados, a história é centrada em Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Não deixa que ninguém rompa sua carapaça e preocupa-se apenas com seus lucros. No frio natalino, ele é visitado pelo fantasma de Marley, seu sócio, morto há algum tempo. Esta visita muda a sua vida.
A história foi escrita entre outubro e novembro de 1843 e ganhou diversas adaptações para a televisão e para o cinema – sendo suas mais famosas ‘Os Fantasmas de Scrooge’, animação dirigida por Robert Zemeckis e estrelada por Jim Carrey, e ‘Conto de Natal’, série estrelada por Patrick Stewart.
O elenco também conta com Melissa Allan, Rosanna Bates, John Dagleish, Tim van Eyken, Sam Lathwood, Eugene McCoy, Myra McFadyen, Gloria Obianyo, Maria Omakinwa, Golda Rosheuvel, Michael Rouse, Clive Rowe, Sam Townsend, Rayhaan Kufuor-Gray, Lara Mehmet, Lenny Rush e Eleanor Stollery.
A peça será exibida entre os dias 12 e 31 de dezembro.
A história verdadeira de um rapaz recém-casado que se torna o representante do FBI numa cidade montanhosa de Kentucky. Lá, ele é atraído para um caso ilícito com uma mulher local pobre que se torna seu melhor informante. Ela vê nele seu meio de fuga, mas a investigação se torna desastrosa para ambos e vira um escândalo que abalou os alicerces da principal agência policial do país.
‘Spencer‘, filme que traz Kristen Stewart como a princesa Diana, ganhou seu primeiro cartaz oficial.
Segundo a distribuidora Neon, o filme será lançado dia 05 de novembro.
Confira:
Antes, o filme terá sua première no Festival de Veneza – que acontece entre os dias 1º e 11 de setembro na cidade italiana.
A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Kristen Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.
Confira as imagens de Stewart como a Princesa Diana:
Segundo o Deadline, ‘Spencer‘ foi escrito porSteven Knight e “acompanha um fim de semana crítico no início dos anos 90, quando Diana decidiu que seu casamento com o príncipe Charles não estava funcionando e que ela precisava se desviar de um caminho que a colocasse na linha de um dia se tornar rainha.”
“Kristen é uma das grandes atrizes de hoje. Para fazer isso bem, você precisa de algo muito importante no cinema, que é um mistério. Kristen pode ser muitas coisas, e ela pode ser muito misteriosa e muito frágil e, finalmente, muito forte também, e é disso que precisamos. A combinação desses elementos me fez pensar nela. A maneira como ela respondeu ao roteiro e como ela está se aproximando do personagem, é muito bonito de se ver. Eu acho que ela fará algo impressionante e intrigante ao mesmo tempo. Ela é essa força da natureza.”, disse Larraín ao Deadline.
‘Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larrain, trouxeNatalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
O Disney+ divulgou recentemente o novo trailer oficial de ‘A Família Radical: Maior e Melhor’, revival da aclamada e conhecida série animada ‘A Família Radical’.
Acompanhe o dia a dia de Penny Proud, uma jovem que navega de forma hilária pelo crescimento e amadurecimento dentro de uma casa vibrante com uma amável mãe e um pai superprotetor.
MELHOR PERFORMANCE EM FILME
Lady Gaga, Casa Gucci
Robert Pattinson,Batman
Sandra Bullock, Cidade Perdida
Timothée Chalamet,Duna Tom Holland,Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa(VENCEDOR)
MELHOR PERFORMANCE EM SÉRIE DE TV
Amanda Seyfried, The Dropout
Kelly Reilly,Yellowstone
Lily James, Pam & Tommy
Sydney Sweeney, Euphoria Zendaya,Euphoria(VENCEDORA)
MELHOR HERÓI
Daniel Craig, 007 – Sem Tempo Para Morrer
Oscar Isaac, Cavaleiro da Lua Scarlett Johansson, Viúva Negra (VENCEDORA)
Simu Liu, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis
Tom Holland, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
MELHOR VILÃO
Colin Farrell,Batman Daniel Radcliffe, Cidade Perdida (VENCEDOR)
James Jude Courtney, Halloween Kills
Victoria Pedretti, Você
Willem Dafoe, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
MELHOR BEIJO
Hunter Schafer & Dominic Fike, Euphoria
Lily Collins & Lucien Laviscount, Emily em Paris Poopies & A Cobra, Jackass Para Sempre (VENCEDORES)
Robert Pattinson & Zoë Kravitz,Batman
Tom Holland & Zendaya, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
MELHOR PERFORMANCE CÔMICA
Brett Goldstein,Ted Lasso
John Cena, Peacemaker
Johnny Knoxville, Jackass Para Sempre
Megan Stalter, Hacks Ryan Reynolds, Free Guy: Assumindo o Controle (VENCEDOR)
MELHOR REVELAÇÃO
Alana Haim, Licorice Pizza
Ariana DeBose, Amor, Sublime Amor
Hannah Einbinder, Hacks
Jung Ho-yeon,Round 6 Sophia Di Martino,Loki (VENCEDORA)
MELHOR LUTA
Viuva Negra vs. outras Viúvas (Viúva Negra) Cassie vs. Maddie (Euphoria) (VENCEDORAS)
Guy vs. Dude (Free Guy: Assumindo o Controle)
Luta no ônibus (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis)
Clímax com os Homens-Aranha (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa)
PERFORMANCE MAIS ASSUSTADA Jenna Ortega,Pânico 5 (VENCEDORA)
Kyle Richards, Halloween Kills
Mia Goth, X
Millicent Simmonds, Um Lugar Silencioso: Parte 2
Sadie Sink, Rua do Medo: 1978 – Parte 2
MELHOR TIME Tom Hiddleston, Sophia Di Martino & Owen Wilson,Loki (VENCEDORES)
Selena Gomez, Steve Martin & Martin Short, Only Murders in the Building
Tom Holland, Andrew Garfield & Tobey Maguire,Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
Ryan Reynolds & Walker Sobbell,O Projeto Adam
Sandra Bullock, Channing Tatum & Brad Pitt, Cidade Perdida
FILMES E SÉRIES COM PEGAÇÃO Euphoria(VENCEDORA) Eu Nunca… Pam & Tommy Sex/Life A Vida Sexual das Universitárias
MELHOR CANÇÃO
“Here I Am (Singing My Way Home)” – Jennifer Hudson (Respect)
“Just Look Up” – Ariana Grande & Kid Cudi (Não Olhe Para Cima)
“Little Star” – Dominic Fike (Euphoria) “On My Way (Marry Me)” – Jennifer Lopez (Casa Comigo) (VENCEDORA)
“We Don’t Talk About Bruno” – Elenco de Encanto (Encanto)
MELHOR REALITY SHOW Jersey Shore: Family Vacation Love & Hip Hop: Atlanta Sunset – Milha de Ouro (VENCEDOR) Summer House The Real Housewives of Beverly Hills
MELHOR REALITY DE COMPETIÇÃO American Idol Dancing with the Stars RuPaul’s Drag Race (VENCEDOR) The Challenge: Spies, Lies & Allies The Masked Singer
MELHOR ESTRELA DE REALITY
Chris “CT” Tamburello, The Challenge
Chrishell Stause, Sunset – Milha de Ouro
Lindsay Hubbard, Summer House
Teresa Giudice, The Real Housewives of New Jersey
Willow Pill, RuPaul’s Drag Race
MELHOR APRESENTADOR
Charlamagne Tha God
Gordon Ramsay Kelly Clarkson (VENCEDORA)
Rob Dyrdek
RuPaul Charles
MELHOR LUTA – NÃO-ROTEIRIZADA Bosco vs. Lady Camden, RuPaul’s Drag Race (VENCEDORA)
Candiace Dillard Bassett vs. Mia Thornton, The Real Housewives of Potomac
Christine Quinn vs. Chrishell Stause, Sunset – Milha de Ouro
Danielle Olivera vs. Ciara Miller vs. Lindsay Hubbard, Summer House
Margaret Josephs vs. Teresa Giudice, The Real Housewives of New Jersey
MELHOR DOCUMENTÁRIO MUSICAL JANET JACKSON. jeen-yuhs: A Kanye Trilogy Oasis Knebworth 1996 Olivia Rodrigo: driving home 2 u (VENCEDOR) The Beatles: Get Back
A aguardada sequência ‘O Protetor 3’, que trará Denzel Washington de volta como Robert McCall, está com as filmagens a todo vapor – mas uma recente situação nos sets da Itália causou alvoroço entre os membros da equipe.
Segundo a TMZ (via ComicBook.com), dois fornecedores trabalhando no projeto foram presos nesta última terça-feira, 02 de novembro, depois de serem apreendidos por porte de drogas em um hotel próximo ao set. A polícia paramilitar italiana descobriu 120 gramas de cocaína no quarto de ambos.
A busca policial se iniciou depois da morte de um terceiro fornecedor ser encontrado morto. O homem, de 55 anos, faleceu em virtude de um ataque do coração e “vários saquinhos” de cocaína serem encontrados em seus bolsos. Isso levou os oficiais a suspeitarem que mais drogas estavam presentes no hotel.
Apesar disso, o cronograma de filmagens não deve sofrer alterações.
Lembrando que as gravações estão ocorrendo na Costa Amalfitana, na região italiana da Campânia.
Além disso, as primeiras imagens de bastidores também foram divulgadas, trazendo Washington, Dakota Fanning, Gaia Scodelario e o diretor Antoine Fuqua.
Mais detalhes sobre o projeto não foram revelados.
O novo longa será lançado pela Sony Pictures no dia 1º de setembro de 2023.
Vale lembrar que, ao total, os dois primeiros filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente. Em 2021, o projeto ganhou um novo reboot através de ‘The Equalizer‘, série de televisão estrelada pela Queen Latifah.
O compilado de originais, por sua vez, será disponibilizado nas plataformas de streaming no dia 28 de abril e também conta com as canções “Free Yourself” e “Pearls”.
O elogiado terror ‘M3GAN’, que estreou em 2022 e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, já está disponível no Telecine.
O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaminghoje, 14 de setembro.
Na trama, “M3GAN é uma maravilha da inteligência artificial, uma boneca realista programada para ser a melhor amiga de uma criança. Uma robótica brilhante dá a sua jovem sobrinha um protótipo M3GAN, mas a máquina logo se torna violenta”.
Relembre o trailer:
Lembrando que a sequência, intitulada ‘M3GAN 2.0‘, tem previsão de estreia para 17 de janeiro de 2025.
No original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais.
Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).
No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.
Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.
Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
De acordo com o THR, Justin Baldoni contratou a gerente de crises de relações públicas Melissa Nathan após o recente lançamento da adaptação de ‘É Assim que Acaba’, baseado no best-seller de Colleen Hoover.
A notícia chega dias depois de internautas inundarem o TikTok com especulações sobre uma suposta rixa entre Baldoni e seu elenco e equipe, incluindo a co-estrela e produtora Blake Lively, bem como Hoover.
As conversas escalaram a níveis ainda maiores quando os fãs notaram a ausência de Baldoni em eventos conjuntos para a imprensa e a falta de fotos de Lively e Baldoni juntos na estreia em Nova York, no último dia 06 de agosto. Alguns também apontaram que nem Lively, Hoover, nem o resto do elenco seguem Baldoni no Instagram (embora ele os siga).
Fontes afirmaram ao THR que houve uma ruptura entre Baldoni e Lively na fase de pós-produção, onde surgiram dois cortes diferentes do filme. Lively encomendou uma versão do filme ao editor Shane Reid, que ficou responsável pela montagem de ‘Deadpool e Wolverine’, segundo informações. Não ficou claro se algum pedaço desse corte foi usado no projeto final, que foi creditado aos editores Oona Flaherty e Robb Sullivan.
Toda, vale lembrar que, ao longo de promoções e entrevistas na última semana, Baldoni falou sobre a contribuição criativa de Lively para o filme. O cineasta também disse que, por vezes, deu um passo atrás no set para deixar as mulheres assumirem o controle, visto que o filme é contado a partir de uma perspectiva feminina e foca na delicada questão da violência doméstica.
O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!
Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
ZERO DAY, a conspiracy thriller series about the aftermath of a cyberattack that threatens to push a nation already on the precipice over the edge. Premiering February… pic.twitter.com/iDrKdr0yQw
Se você, assim como este que vos escreve, cresceu assistindo aos filmes originais do Disney Channel, provavelmente já ouviu falar de Ashley Tisdale.
Depois de ter protagonizado a série ‘Zack e Cody: Gêmeos em Ação’, a atriz estrelou a trilogia ‘High School Musical’ como a icônica Sharpay Evans, e até mesmo ganhou seu próprio spin-off intitulado ‘A Fabulosa Aventura de Sharpay’, narrando sua vida após o Ensino Médio na vibrante cidade de Nova York.
Entretanto, poucos se recordam de que Tisdale também tem uma carreira musical que vai além de suas participações na Casa Mouse – contando com três álbuns de estúdio que demonstraram tanto seu lado mais pop quanto seu lado mais emocional e íntimo.
E, pensando nisso, montamos uma brevíssima lista elencando as melhores canções da cantora e compositora – levando em conta apenas seus álbuns de estúdio solo (ou seja, não incluindo a trilha sonora de ‘High School Musical’.
Confira:
7. “NOT LIKE THAT”
Álbum: Headstrong
Apesar de não ter tido todo material promocional dos singles anteriores, “Not Like That” caiu no gosto popular e crítico pela produção uptempo e pelos divertidos versos. Aqui, Tisdale volta a se desvencilhar de seu vínculo com a Casa Mouse ao arquitetar uma de suas primeiras músicas que analisam o preço da fama (“eu só queria que elas vissem como eu sou na vida real”), tudo pincelado com o melhor do electro-pop e de um flerte com o arabic-pop que se esconde por trás dos sintetizadores.
Dentro de ‘Guilty Pleasure’, Ashley promove uma revolução de sua própria imagem ao apostar em elementos diferentes, música a música. Além de “It’s Alright, It’s OK”, a artista também se jogou de cabeça na sensual rendição de “Crank It Up”, que a afastou da imagem pintada anos atrás e a transformou em uma diva em potencial, cuja força principal vinha das pistas de dança e da liberdade de fazer o que bem entendesse. Não é surpresa que, aqui, ela tenha deixado o electropop tomar conta – e até os vocais de David Jassy a ajudam nessa jornada.
5. “LEMONS”
Single solto
Já faz mais de um ano desde que Ashley não nos agracia com suas importantes músicas – mas, depois de trabalhar em ‘Symptoms’, nos entregou a upbeat“Lemons”, que esperávamos fazer parte de seu próximo álbum. Apesar de não ter lançado nada desde então, a música funciona como o término de um ciclo complicado na vida da atriz e cantora: construída com uma beleza impecável e com uma sutil produção, a iteração arranca seus melhores vocais e versos que mostram que, se a vida te dá limões, faça uma limonada e enfrente seus problemas de cabeça erguida.
Dez anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, Tisdale retornou com uma imagem totalmente repaginada, adotando temáticas intimistas e bastante pessoais que apresentariam um novo capítulo de sua carreira. Com ‘Symptoms’, seu terceiro álbum de estúdio, a performer discorre sobre obstáculos que enfrentou em sua vida – e “Voice In My Head” se afasta dos convencionalismos de gênero para falar sobre as inseguranças do próprio eu lírico (“todas as vozes na minha cabeça sempre tentando me quebrar”).
Em “Love Me & Let Me Go”, segundo e último single de ‘Symptoms’, a guitarra contemporânea de abertura, quase imperceptível, se moderniza e se reinventa até alcançar um refrão ecoante movido por batidas eletrônicas propositalmente obscuras. Nesse ponto, as frustrações de Tisdale já começam a se materializar de modo mais complicado, tratando de um tóxico relacionamento que acaba e a liberta.
2. “BE GOOD TO ME”
Álbum: Headstrong
Em seu álbum de estreia, intitulado ‘Headstrong’, Tisdale apostou todas as suas fichas na mistura entre R&B e pop que dominava as paradas na segunda metade dos anos 2000. O lead single, “Be Good To Me”, é uma das canções mais relembradas de sua carreira e consagrou a imagem de Ashley para além do Disney Channel, trazendo elementos de grupos como Destiny’s Child e Mis-teeqpara uma interpretação própria de uma história de amor e de reciprocidade movida a batidas explosivas.
A primeira grande mudança na carreira de Ashley veio em 2009, com o lançamento do single“It’s Alright, It’s OK”, do álbum ‘Guilty Pleasure’. Apesar da recepção mista do disco por parte da crítica, os fãs da cantora e atriz se apaixonaram pela identidade mais rebelde e voltada para o pop-rock da performer – e que canção que melhor representa essa mudança bem-vinda que esta? A potente rendição de Tisdale é apenas a cereja do bolo em meio a uma produção bombástica e uma história de decepção amorosa marcada pela bateria e pela guitarra.
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