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Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Pelo visto, a Netflix está investindo em uma grande produção de super-heróis, mais uma aposta da empresa de streaming para 2018.

De acordo com o Deadline, a Netflix está produzindo ‘Past Midnight’, descrito como um filme original de super-herói vigilante, semelhante ao Batman.

O projeto terá direção de Rick Famuyiwa, que iria dirigir ‘Flashpoint’, e produção dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores 4’.

Além disso, o astro Keanu Reeves (‘John Wick’) será o protagonista. Novas informações devem sair em breve.

‘The Walking Dead’: Showrunner explica como acontecerá saída de Andrew Lincoln

Em entrevista à EW, a showrunner Angela Kang contou um pouco como será a fatídica saída de Andrew Lincoln do seriado.

“O objetivo principal dessa temporada é homenagear ao máximo esse personagem, o responsável por trazer tantos espectadores para o seriado. Rick Grimes sempre foi um personagem que as pessoas amavam assistir, amavam sua jornada. É o homem que procura sua família e a encontra. Depois perde alguns deles, mas sempre continua forte e lutando. Isso significa muito para os fãs. E queremos dar uma despedida muito respeitosa e emocionante. Essa era a nossa responsabilidade.

Agora mudamos de protagonista. O seriado sempre foi uma história coletiva e não apenas de um único homem. Ele ajudou muito para que os outros atores carregassem um legado positivo de tudo que ensinou e preparou ao longo de todos esses anos. Agora temos esse elenco fantástico que darão o máximo de si assim como Andrew fazia”

Apesar de ter sua saída confirmada, Andrew Lincoln ainda não havia se pronunciado sobre o motivo de deixar o elenco de ‘The Walking Dead’, o qual ele integra desde a primeira temporada do seriado.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o ator revelou o que o motivou a sair da série após nove anos:

“Você sabe, eu tenho dois filhos pequenos, moro em outro país, e eles ficam menos portáteis à medida que envelhecem. Foi simples assim. Já estava na hora de voltar para casa e cuidar da minha família.”, afirmou.

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC. Lincoln deve participar apenas de seus primeiros seis episódios.

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Assista ao trailer:

Lenda das HQs, John Romita morre aos 93 anos

Por meio de suas redes sociais, John Romita Jr., o “Romitinha“, comunicou que seu pai, o lendário John Romita faleceu na manhã da última segunda-feira (12), aos 93 anos, enquanto dormia.

“É com muita dor no coração que digo que meu pai, John Romita, faleceu pacificamente enquanto dormia na manhã desta segunda-feira. Ele é uma lenda no mundo da arte e seria uma honra seguir seus passos. Por favor, mantenha seus pensamentos e condolências em respeito à minha família.

Ele foi o maior homem que já conheci”, disse Romita Jr. no comunicado.

Nascido no Brooklyn, Nova York, em 1930, Romita cresceu num lar simples com seus pais e mais quatro irmãos. Com interesse pelas artes, ele não seguiu os passos do pai, que trabalhava como padeiro, e ingressou na School of Industrial Art de Manhattan, onde se formou aos 17 anos de idade.

Sua carreira, porém, não começou logo nos quadrinhos. Ele iniciou seus trabalhos como artista de storyboards em uma agência de publicidade. Em 1949, ele foi contratado pela Timely Comics, que viria a ser tornar a Marvel, para atuar como “artista fantasma”, em que ilustrava pequenas histórias sem ser creditado, onde conheceu um jovem Stan Lee. Em 1951, quando a Timely já havia virado Atlas, ele passou a ilustrar histórias de terror. Seu trabalho chamou atenção e ele passou a desenhar o Capitão América, na tentativa de trazer suas aventuras de volta no pós-guerra. Mesmo sem tanta popularidade, essa fase do herói fez com que a DC Comics contratasse o artista para trabalhar exclusivamente com a editora.

Na grande rival da Marvel, Romita Sr. trabalhou de 1958 até 1965, onde foi escalado para desenhar histórias de romance e contos mais alternativos. Nessa leva, apesar de não ter emplacado nenhum trabalho efetivamente icônico, ele desenvolveu uma habilidade única que faria dele um dos nomes eternos dos quadrinhos nos anos seguintes: como desenhar mulheres.

Em 1965, ele retorna a sua antiga casa – com um convite do próprio Stan Lee -, que agora é conhecida e exaltada como Marvel Comics, no auge da chamada Era de Prata. Nessa fase, a Marvel passou a desenvolver super-heróis humanizados, contando histórias em que a pessoa por baixo da máscara muitas vezes importava mais do que o super-herói que se popularizava em seu universo. Foi nessa leva que surgiram ícones como Quarteto Fantástico, Incrível Hulk, Thor, Os Vingadores, Demolidor e o Homem-Aranha.

Inicialmente, ele fez capas e finalizou artes, até que foi convidado para assumir as histórias do Homem Sem Medo. Só que seu trabalho estava tão apurado, que, com a saída de Steve Ditko em 1966, Lee decidiu designar a ele sua “garota dos olhos”, o fenômeno da época, Homem-Aranha. Como teste, ele colocou Romita para ilustrar duas histórias do Demolidor em que o Cabeça de Teia aparecia. O resultado foi espetacular e não houve dúvidas: ele passaria a desenhar as desventuras do jovem Peter Parker. O resto é história.

À frente do Teioso, Romita ilustrou histórias simplesmente lendárias e criou algumas das capas e ilustrações que se tornaram símbolo do herói. Com ele, “O Espetacular Homem-Aranha” deixou de ser a segunda revista mais vendida da Marvel para assumir a liderança, consolidando Peter Parker como o principal rosto da empresa no mercado editorial.

Mais do que isso, ele revolucionou o estilo de histórias do herói, trazendo para o título grande parte de seu trabalho na DC: o romance. E se falamos em romance no Homem-Aranha, é inegável pensar em seu eterno interesse amoroso. Sim, Romita utilizou sua técnica impressionante de desenhar mulheres para criar a ruivinha mais famosa dos quadrinhos, a estonteante Mary Jane Watson.

O mais curioso dessa situação toda é que Romita se apaixonou tanto pelas histórias do Demolidor que ele resistiu para assumir o Aranha. Sua ideia era mesmo marcar época à frente do Demônio de Hell’s Kitchen, a ponto dele não se interessar tanto pelo principal herói da casa. E a deliciosa ironia dessa história é que a popularidade do herói cresceu ainda mais com sua arte e foi justamente pelos traços de John Romita que o Homem-Aranha passou a integrar – literalmente – o logo da Marvel.

Nos anos 1970, com sua arte já sendo celebrada por uma multidão de fãs, Romita foi promovido a Diretor de Arte da Marvel e redefiniu a estética da empresa, trazendo uma arte repleta de dinâmica e expressões bem definidas. Nesse cargo, ele marcou época, já que as artes dos anos 70 e 80, fortemente influenciadas por ele, se eternizaram no imaginário popular como umas das mais belas e marcantes de todos os tempos. Com o passar dos anos, ele ajudou a criar outros ícones da Marvel Comics, como Wolverine, Justiceiro, Rei do Crime, Mercenário e o Luke Cage.

Em 1976, ele integrou o time que fez história ao promover o primeiro crossover entre Marvel e DC, com o lendário team-up entre Super-Homem e Homem-Aranha. Ao lado de Neal Adams, que ilustrava as histórias do kryptoniano, Romita, que desenhava o Aranha, liderou a equipe artística desta aventura ambiciosa centrada no mundo do jornalismo, e que inspiraria inúmeras incursões entre as empresas rivais nos anos seguintes.

Sua ligação com o Homem-Aranha é tão marcante que até mesmo seu falecimento traz uma coincidência quase sobrenatural relacionada ao personagem. Em 2018, os criadores do Homem-Aranha, Stan Lee e Steve Ditko, morreram. Foi neste mesmo ano que estreou nos cinemas a animação Homem-Aranha no Aranhaverso. Agora, em 2023, com Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, sequência da animação de 2018, se consolidando como um dos melhores filmes do ano, foi John Romita, o artista que revolucionou e um dos que mais contribuiu para o cânone do Cabeça de Teia, que se despediu deste mundo. Infelizmente, não houve tempo para que a direção do novo filme dedicasse ou fizesse uma homenagem para o artista na aventura pelo Multiverso.

Por meio de sua arte, John Romita foi um dos lendários quadrinistas cuja caneta, literalmente, definiu a história, permitindo que jovens de todas as idades se interessassem pela leitura, se inspirassem nos feitos impressionantes de seus personagens e acreditassem que sonhar era importante. Por sua relevância, ele foi integrado ao Hall da Fama do Prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em 2002. Fora das páginas, Romita foi casado com sua paixão de infância, Virginia Bruno, com quem teve dois filhos: Victor e John. O caçula seguiu o mesmo rumo do pai e se tornou artista de histórias em quadrinhos. Ao longo de sua história, John Romita Jr. assumiu títulos imortalizados por seu pai, como o próprio Homem-Aranha, e deixou sua marca em histórias como Kick-Ass.

Que agora John Romita possa descansar em paz, ciente de que marcou a vida de incontáveis gerações e certamente ajudou a fazer do mundo um lugar mais divertido.

Crítica | Oferenda ao Demônio é uma grande SURPRESA para os fãs de TERROR!

Quando falamos de filmes de terror com foco em possessão demoníaca, quase sempre o enredo aborda uma trama que perpassa pelo viés católico, mostrando o quanto padres (e, mais recentemente, freiras) enfrentam suas batalhas, pessoais e comunitárias, para salvar as almas tomadas pelas criaturas do submundo. Apesar de ser bem mais comum ver esse tipo de narrativa no cinema, ela não é a única no gênero do terror, por isso, é sempre uma boa satisfação ver outros tipos de história chegarem ao grande público, trazendo diversidade a um gênero que precisa constantemente se inovar. É o caso do longa ‘Oferenda ao Demônio’, terror judaico que chega a partir dessa semana às salas de cinema do país.

Faz muito tempo que Arthur (Nick Blood) se distanciou do pai, Saul (Allan Corduner), porém, agora que sua esposa, Claire (Emily Wiseman), está grávida, ele decide voltar a se conectar com o pai e com o negócio da família, no subúrbio de Nova York. Acontece que sua esposa é uma gói, uma mulher não judia, e isso contribuiu para o distanciamento de sua comunidade para com ele, além de, bom, o negócio da família ser uma funerária, dentro da própria casa. Apesar das desavenças, Arthur e Claire vão visitar Saul, pois, secretamente, Arthur colocou a casa do pai como garantia em um empréstimo, e precisa que ele assine os papéis. Entretanto, durante a visita, que já é tensa por si só, um cadáver chega ao necrotério familiar, trazendo, dentro de si, um demônio com sede de vingança.

O roteiro de Hank Hoffman desde o início vai construindo uma base escorregadia para a motivação do protagonista, tornando-o aos poucos o malvado da história, com uma argumentação que coloca o personagem Heimish (Paul Kaye) como o centro da conversa – que poderia ter sido facilmente resolvida se o protagonista não fizesse tudo às escondidas sempre e fosse capaz de conversar com o próprio pai (relação esta que não se desenvolve nem se explica nesse sentido). Apesar de o protagonista ser um grande bunda mole, os outros personagens são interessantes, e a construção do tal demônio é bem maneira, com uma resolução interessante.

Oliver Park fez uma boa escolha de locação, uma casa antiga e super atapetada que ajuda a ambientar o clima sufocante de tensão. O demônio não é exatamente assustador, mas entra em cenas que podem proporcionar uns jumpscares de leve. A sequência final de embate com a criatura demoníaca é realizada de maneira intrigante, compensando o primeiro arco inseguro da história.

Com uma hora e quarenta de duração, ‘Oferenda ao Demônio’ é uma boa surpresa que chega aos cinemas. A história poderia ter sido tranquilamente feita com um pano de fundo católico, entretanto, ao optar por ter como argumento a religião judaica, a história de Jonathan Younger ganha em trazer frescor a um gênero que, comercialmente, anda quase monotemático. Assim, os fãs de terror poderão ter a oportunidade de ver como se combate demônios (e, bom, como se os invoca) em outras línguas e costumes também. Afinal, o cinema diverso e inclusivo é sobre isso também.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Diretor retorna para o spin-off da série

Showtime deu sinal verde para um spin-off da aclamada série de terror histórico ‘Penny Dreadful’, e parece que as produções trarão um rosto bem familiar.

Paco Cabezas, que dirigiu diversos episódios da franquia original, irá continuar seu trabalho e encabeçará os novos capítulos de ‘Penny Dreadful: City of Angels’, incluindo o piloto.

Segundo o site Deadline, Cabezas já assinou contrato, juntamente ao criador, roteirista e produtor executivo John Logan, que também ficou responsável pelo show original. As gravações devem começar ainda neste ano.

“Ficamos bastante animados quando John veio a nós com uma nova entrada na mitologia de ‘Penny Dreadful’, que explora tanto o mundo humano quando o espiritual na Califórnia”. Gary Levine, presidente da emissora, disse em declaração oficial. “A nova série promete ser uma extraordinária saga de amor familiar contra os tenebrosos monstros que vivem ao nosso redor e dentro de nós”.

‘Penny Dreadful durou apenas três temporadas e tornou-se um sucesso de crítica e de público. Ambientada em Londres da Era Vitoriana, a série trouxe em seu elenco Eva Green, que inclusive foi indicada ao Emmy Awards por sua performance, Rory Kinnear, Billie Piper, Timothy Dalton, Josh Hartnett, Reeve Carney, Harry Treadaway e outros.

‘City of Angels’, por sua vez, se passará em Los Angeles em 1938. Nenhum elenco oficial foi confirmado.

‘Helstrom’: Hulu está ‘muito feliz’ com o andamento da série

Horas depois da Hulu desistir de seguir em frente com ‘Motoqueiro Fantasma’, o site ComicBook.com revelou que a plataforma de streaming está “muito feliz” com o andamento de outra aguardada produção, ‘Helstrom’, e que planeja continuar desenvolvendo a série.

O projeto deve ser rodado em breve, com o título de produção: ‘Omens’.

Além disso, foi confirmado que as filmagens da primeira temporada começam no dia 07 de outubro, em Vancouver, Canadá.

Sabe-se também que o designer de produção Todd Fjelsted entrou há alguns meses para a equipe criativa. Fjelsted tem um currículo impressionante na televisão e seu trabalho mais recente foi na segunda temporada de ‘GLOW’, da Netflix.

Ele compartilhou as boas-novas em seu Instagram oficial:

“Eu serei responsável pelo design da nova série da Marvel, ‘Helstrom’, trazendo Daimon e sua irmã Satana, personagens que nunca foram adaptados dos quadrinhos até agora. Helstrom irá se juntar a Motoqueiro Fantasma em suas respectivas séries para emplacar um universo mais obscuro da Marvel que será transmitido pela Hulu em 2020″, diz a postagem. 

Nenhuma outra informação sobre a série foi divulgada.

‘Big Time Adolescence’: Griffin Gluck aparece em nova imagem de bastidores; Veja!

Hulu divulgou uma nova imagem de bastidores da comédia ‘Big Time Adolescence’, que traz o astro Griffin Gluck ao lado do produtor Thomas Barbusca.

Confira:

O filme é dirigido é escrito por Jason Orley.

Um adolescente cresce em sua pacata cidade suburbana, seguindo a influência destrutiva de seu melhor amigo, um carismático jovem que abandonou a faculdade.

Pete DavidsonGriffin Gluck estrelam. Colson BakerJon CryerSydney SweeneyEmily Arlook completam o elenco.

‘Big Time Adolescence’ estreou no último dia 03 de março.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Boneca da Mulher-Leopardo viraliza por semelhança com Rita Cadillac

Nos últimos dias, a primeira leva de merchandising de ‘Mulher-Maravilha 1984’ começou a ser lançada ao redor do mundo e parece que um dos produtos colecionáveis chamou a atenção dos internautas brasileiros.

O objeto em questão é uma boneca de Mulher-Leopardo, vilã que será introduzida na sequência e que é vivida por Kristen Wiig. O brinquedo possui semelhanças chocantes com Rita Cadillac, famosa dançarina e atriz conhecida por seu trabalho no programa do apresentador Chacrinha.

Veja:

Não demorou muito para que os fãs notassem a semelhança e levassem as comparações para o Twitter.

Confira as reações:

Durante uma entrevista para a SYFY Wire, a diretora Patty Jenkins deu alguns detalhes sobre a personagem, revelando suas motivações contra Diana Prince:

“A Dra. Minerva sofre uma mutação por causa de artefatos místicos, mas isso não faz dela uma vilã, apenas uma azarada. Ela se torna vilã por conta da inveja que tem da Mulher-Maravilha. O que faz ela se transformar em Mulher-Leopardo é sentir que nunca foi tão boa quanto alguém como Diana. Ela me lembra pessoas que têm baixa auto-estima, que estão sempre se colocando para baixo, sabe? Então, quando ela abraça a mudança, surge esse ressentimento acumulado ao longo de todos esses anos.” 

Veja fotos:

Lembrando que o filme chega no Brasil no dia 1º de Outubro, um dia antes da estreia norte-americana.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘A Festa de Formatura’: Jo Ellen Pellman e Ariana DeBose nas novas imagens de bastidores do musical

‘A Festa de Formatura’, adaptação musical da clássica peça da Broadway e realizada por  Ryan Murphy, é a mais nova sensação da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou novas imagens de bastidores trazendo as estrelas Jo Ellen PellmanAriana DeBose.

Confira:

A história gira em torno de quatro atores de teatro que viajam para Indiana, onde ajudam uma adolescente cujo baile de formatura foi cancelado após tentar levar sua namorada como acompanhante.

Meryl Streep dá vida a Dee Dee Allen, atriz vencedora de dois prêmios Tony que agora se vê no fundo do poço após receber críticas negativas por sua aparição no fracassado musical sobre Eleanor Roosevelt. Nicole Kidman, por sua vez, faz parte do quarteto protagonista como Angie Dickinson.

James CordenAndrew Rannels também fazem parte do grupo principal, dando vida a Barry Glickman e Trent Oliver, respectivamente. Keegan-Michael Key, Kerry Washington, Andrew Rannells, Ariana DeBose e outros completam o elenco.

Crítica | Aly & AJ fundem synth-rock e Hi-NRG no espetacular ‘A Touch of the Beat’

No ano passado, a dupla Aly & AJ, formada pelas irmãs Alyson e Amanda Michalka, foi uma das principais integrantes de um dos melhores momentos da indústria fonográfica – unindo-se a powerhouses como Lady Gaga, Taylor Swift e Ariana Grande para uma celebração da própria arte musical. Mencionadas na nossa lista de Melhores Canções de 2020, as cantoras e compositoras, que normalmente passam longe do radar mainstream, exaltaram os principais aspectos da década de 1990 com a incrível rendição de “Joan of Arc on the Dancefloor”, aludindo até mesmo às estéticas expressionistas do começo do século passado. Pouco depois de lançarem um ótimo e subestimado EP, as duas retornaram aos holofotes com a estreia do vindouro quarto álbum de estúdio.

Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, ‘A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.

O duo teve uma proeminência considerável com a aclamada “Potential Breakup Song” que, lançada originalmente em 2007, as centrou num caminho semelhantemente trilhado por Avril Lavigne e Selena Gomez, cujas incursões de estreia mergulharam nas infusões do punk e do soft-rock como forma de criar um som que não era muito visto no escopo do entretenimento. Mais tarde, Aly e AJ chegaram a um ponto de amadurecimento que não fazia tanta questão de remodelar imagéticas sóbrias e seguir o que estava “na moda”, mas sim encontrar um jeito de expressar o que se escondia no âmago de seus sentimentos – como é o caso de “Pretty Places”, que abre a mais nova narrativa com concisão e emoção invejáveis, trazendo referências que variam desde Bob Dylan até Shania Twain – seja pela melodia convidativa do violão, seja pelos ecos da guitarra em segundo plano.

Em diversas entrevistas para promover o álbum, as performers comentaram sobre qual linha desejavam seguir – algo um tanto quanto evasivo, considerando que trariam o cenário do rock experimental de volta à tona. Essencialmente, é notável que as escolhas para as faixas não foram aleatórias, e sim calcadas em uma minúcia detalhista e simples que transforma cada track em uma ode a um gênero cujas raízes datam de um tempo considerável: “Lucky to Get Him”, assim como outras iterações, resgatam de modo mimético a estética optada por Edgar Froese e sua banda, Tangerine Dream; “Symptom of Your Touch”, uma das melhores faixas de 2021, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.

Quando pensamos nos múltiplos gêneros que uma obra musical pode conter, normalmente ficamos com um pé atrás, aguardando por uma confusão circinal sem pé, nem cabeça. É claro que inúmeros artistas conseguem criar mágica através do caos, como foi o caso, por exemplo, de Fiona Apple com a majestosa irreverência de ‘Fetch the Bolt Cutters’, ou com o hyperpop premeditado por Charli XCX, Gaga e SOPHIE. Aly e AJ não ficam de fora dessa lista e, apesar de não tentarem desconstruir o engessamento da música em si, mostram que têm domínio sobre as mais diversas inflexões; nesse âmbito, o Hi-NRG setentista de Patrick Hernandez e, mais recentemente, de Jessie Ware, é a força-motriz da elétrica e robótica “Listen!!!” e da sensualidade elegante de “Lost Cause”.

A dupla não tem como objetivo revolucionar a música – muito pelo contrário: tem, isso sim, um desejo de mostrar que estão no auge de suas capacidades mentais para não se deixarem levar por comentários de terceiros e por trabalharem em uma carreira estonteante que merecia mais reconhecimento. Mais do que isso, deixam claro que compreendem que a sutileza é a chave para a grandiosidade, motivo pelo qual assinam todas as faixas e entregam-se em intimidade para as hábeis mãos do produtor Yves Rothman, que deixa a obscura atmosfera de ‘Os Outros’ para trás em prol da celebração da vida. Mesmo as certas repetições vistas em “Stomach” e “Don’t Need Nothing” não são o suficiente para apagar a beleza dos talentosos artistas que unem forças para uma envolvente joia instrumental.

Aly e AJ retornaram da forma mais triunfal e inesperada possível – com o primeiro álbum completo e quase uma década e meia, talvez tendo esperado o tempo certo para decidirem o que bem entendiam fazer. ‘A Touch of the Beat’ é uma elegia, uma história de romance, um conto de fadas fabulesco em que os maniqueísmos do amor e da decepção se aglutinam em um só, em prol de transformar si mesmo em uma das produções mais sinceras do ano.

Nota por faixa:

1. Pretty Places – 5/5
2. Lost Cause – 5/5
3. Break Yourself – 4,5/5
4. Slow Dancing – 3,5/5
5. Paradise – 4,5/5
6. Sympton of the Touch – 5/5
7. Lucky to Get Him – 4/5
8. Listen!!! – 5/5
9. Don’t Need Nothing – 4/5
10. Stomach – 3,5/5
11. Personal Cathedrals – 5/5
12. Hold Out – 4/5

Crítica | Segunda parte de ‘American Horror Story: Double Feature’ começa do jeito mais bizarro possível

Na semana passada, Ryan Murphy e Brad Falchuk se despediram da primeira parte de ‘American Horror Story: Double Feature’ com um episódio um tanto quanto desconjuntado e perdido nas próprias ambições que despertou nos capítulos anteriores. Afinal, ‘Red Tide’, como ficou intitulada a metade inicial da décima temporada, começou de forma surpreendentemente coesa e aumentou as nossas expectativas para uma conclusão digna e satisfatória; no final das contas, apressar a condução da trama foi um tiro que saiu pela culatra, rendendo-se aos mesmos problemas de ciclos predecessores – como ‘Freak Show’, ‘Hotel’ e ‘Roanoke’.

De qualquer forma, mudar o que aconteceu é impossível – então, o que podemos fazer é esperar para que a segunda metade, subtitulada ‘Death Valley’, trilhe um caminho mais sólido e cumpra com o prometido. O episódio de “reestreia”, “Take Me to Your Leader”, remodelou a equipe criativa e introduziu Max Winkler como diretor. Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Crazy Ex-Girlfriend’ e ‘Cruel Summer’, Winkler já apresentara suas habilidades em uma carreira relativamente prolífica e funcionaria como uma perfeita adição a esse insano universo antológico. O resultado é o que esperaríamos de uma série no estilo de ‘AHS’ e, apesar de tropeçar em certos aspectos técnicos, mostra-se promissora para as semanas que seguirão.

Enquanto algumas pessoas encaram o “bizarro” como uma qualificação pejorativa, o termo é muito bem-vindo neste show. O sétimo capítulo da décima temporada se encaixa com perfeição dentro do espectro prenunciado pelo adjetivo, desde a evocativa e nostálgica cena de abertura ao chocante e nada previsível gancho. Winkler não pensa duas vezes antes de homenagear alguns clássicos do gênero de ficção científica, como ‘Eles Vivem’, ‘Sinais’ e até o segmento “Slumber Party Alien Abduction”, do terror ‘V/H/S/ 2’. A estética preto-e-branco do primeiro ato nos leva de volta para os anos 1950, em que a narrativa acompanha as primeiras incursões do então presidente Dwight Eisenhower (Neal McDonough) e o contato com raças alienígenas – que, ao que tudo indica, têm uma mensagem a dar aos humanos. Ora, mesmo a pioneira da aviação Amelia Earhart (Lily Rabe em mais uma interpretação impecável) faz uma breve aparição, seguindo os rumores de que havia sido abduzida por extraterrestres após seu misterioso desaparecimento sobre o Atlântico.

Pouco depois, somos trazidos de volta ao presente e acompanhamos o breve retiro de férias do grupo formado por Kendall (Kaia Gerber), Cal (Nico Greetham), Troy (Isaac Cole Powell) e Jamie (Rachel Hilson), que resolvem se afastar da tecnologia e da civilização por um tempo até se tornarem alvo de acontecimentos muito estranhos que envolvem a mutilação em massa de uma horda de vacas e um estranho lapso de memória em uma estrada deserta. É claro que, com as óbvias pistas que Winkler joga na iteração – e o roteiro nada sutil de Falchuk, Kristen Reidel e Manny Coto -, sabemos que essa espécie de sonho foi algo arquitetado pelos alienígenas que os abduziram – e mais: que engravidaram todos do grupo.

Em qualquer outro drama da televisão contemporânea, tal reviravolta seria encarada como uma falta de criatividade; mas, em se tratando de ‘American Horror Story’, as coisas têm a tendência de seguir um padrão que beira o lunático e que, dentro da atmosfera camp da qual se vale, tem praticidade admirável. Talvez por essa razão, os problemas enfrentados se encontrem em sua base estrutural: há a trama que se amarra com a presença de Rebecca Dayan como Mary Wycoff, bem como o alienígena que Eisenhower e o Departamento de Defesa encontram em pleno deserto; temos, também, a pontual presença de Sarah Paulson como Mamie, esposa de Dwight, que isola-se em um complicado esquecimento num nível similar às subtramas que envolvem os jovens da cronologia atual.

À medida que as escolhas visuais acertam em cheio em criar dois microcosmos dentro de um cosmos que já pertence a algo muito maior – e que pode ser amarrado nas próximas semanas -, o enredo soa familiar demais para demonstrar qualquer originalidade. Isso não seria um obstáculo caso tratado com concisa naturalidade, como vimos em ‘Red Tide’; porém, não é o que vemos aqui: as confusas mensagens parecem não se desenrolar como deveriam e não exploram todo o potencial que carregam. Temos, por exemplo, uma homenagem on point ao conhecido título ‘Contatos Imediatos de Terceiro Grau’, de Steven Spielberg, em uma delineação que inclusive remonta aos anos 1970 – e que de nada adianta se os eventos se amalgamam em um frenesi incontrolável.

A segunda parte de ‘Double Feature’ pode não ter acertado em todos os elementos que dispôs aos telespectadores, mas mostrou um lado de Murphy e de seu time que já não víamos há algum tempo. Apesar dos deslizes, ‘Death Valley’ tem chances de dar vida a uma história muito interessante e que pode recuperar nosso interesse em incursões exploradas no cenário do entretenimento desde sempre.

‘Maravilhosa Sra. Maisel’: 4ª temporada estreia no Prime Video!

A 4ª temporada da aclamada e adorada série ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘ (The Marvelous Mrs. Maisel) finalmente estreou no Prime Video.

Os dois primeiros episódios foram disponibilizados no último dia 18 de fevereiro na plataforma de streaming.

O restante dos capítulos será lançado semanalmente.

Em declaração oficial, o produtor executivo Daniel Palladino explicou a decisão de não divulga o ciclo completo de uma vez: “Nós conversamos muito sobre isso. Há alguns anos, as pessoas acharam que o formato semanal estava ultrapassado porque os espectadores queriam assistir todos os episódios de uma só vez. Mas, então, séries como ‘Succession’ ganharam ainda mais popularidade, benificiando-se do formato semanal.”

Relembre o trailer:

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Jamie Lee Curtis revela data de lançamento do TRAILER de ‘Halloween Ends’; Confira!

‘Halloween Ends’ irá finalizar a mais nova trilogia da saga slasher ‘Halloween’ e, agora, a icônica Jamie Lee Curtis, que reprisa seu papel como Laurie Strode, revelou a data de exibição do aguardado trailer.

Através das redes sociais, Curtis postou uma breve mensagem com a data 20 de julho, ao lado de um emoji de abóbora – o que indica que o primeiro vislumbre oficial do longa-metragem será exibido na próxima semana.

Confira:

Em entrevista ao SYFY WIRE, o produtor John Carpenter revelou que o terceiro filme será muito diferente dos anteriores da franquia.

“O novo filme será diferente dos outros [da franquia]. Será interessante. Dave [Gordon Green] é um ótimo diretor. Eu amo trabalhar com ele.”

Anteriormente, o diretor David Gordon Green já havia confirmado que o próximo filme será distinto: “O tom de ‘Halloween Ends’ será muito diferente dos filmes anteriores. Eu gosto de experimentar coisas novas dentro do gênero, explorando novos temas e personagens no decorrer dos filmes. Então, decidi usar abordagens diferentes para cada filme nessa trilogia.”

Vale lembrar que o próximo filme será ambientado QUATRO anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘.

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

Halloween Ends‘ estreia em 14 de outubro de 2022.

Artigo | Se você gosta de dramas poderosos, ‘História de um Casamento’ é o filme que você estava prourando

Ao longo da extensa história da esfera cinematográfica, diversos filmes encontraram espaço de sobra para se voltarem às explorações dos dramas familiares – ou seja, de narrativas que se conectassem mais com o cotidiano do público do que fantasiosas investidas ou ações inexplicavelmente majestosas. A ideia de conexão entre obra audiovisual e audiência, entretanto, ganhou palanque extremo nas últimas décadas e, assim como tantos outros gêneros, caiu nas ruínas da saturação e deu ares de um infeliz cansaço artístico que, caso não lapidado, continuaria a nos entregar a mesma coisa.

De qualquer forma, é sempre interessante analisar de que modo os cineastas e suas extensas equipes pretendem nos engolfar em verdades que não aceitamos, mas que estão presentes constantemente nas nossas vidas – seja através de um cronológico e expansivo coming-of-age (Boyhood – Da Infância à Juventude’), ou então a partir de uma perspectiva pueril que se vê no centro de uma transformação traumática (Ponte para Terabítia’, Sete Minutos Depois da Meia-Noite’), ou até mesmo embebida pela gritante contradição entre duas viscerais famílias (Deus da Carnificina’). E foi de modo chocante e emocionante que o diretor Noah Baumbach se valeu de todos esses aspectos supracitados para dar vida à História de um Casamento’ – cujo título pode nos guiar em um caminho conhecido, mas perscrutado por reviravoltas que se nutrem do âmago da frustração humana.

A trama gira em torno de Nicole (Scarlett Johansson), uma ex-atriz de cinema que agora trabalha em teatros independentes, e Charlie (Adam Driver), seu marido e diretor dramatúrgico. O filme se inicia com dois breves solilóquios em que os dois protagonistas falam sobre o que mais gostam de seus parceiros, enaltecendo suas personalidades altivas e seu senso de imperfeição que muitas vezes é ofuscada pelas exaustivas tentativas de alcançar a divina construção. Na verdade, essa mescla de qualidades e defeitos que sempre retorna aos nossos pensamentos quando nos prestamos a analisar alguém muito próximo a nós, é a estrutura principal sobre a qual irá se trilhar o caminho para o catártico finale – em sua versão mais sutil possível.

Ainda que tudo esteja às mil maravilhas, tudo não passa de aparência: afinal, Nicole e Charlie estão à beira de um divórcio, arquitetado primeiramente pela desistência da personagem de Johansson em continuar em uma mentira belamente contada. Não demora muito, inclusive, para que ela caia em si e perceba que seu casamento já não existe há muito tempo, ainda mais pelo egocêntrico egoísmo de Charlie que o impede de ver que sempre dominou o relacionamento e nunca deu abertura para que outras pessoas expressassem o que desejavam – quanto mais discordar de algo que já está decidido.

Baumbach, que também fica a encargo do roteiro, não apenas bebe de outras icônicas produções pelas quais ficou responsável (como ‘A Lula e a Baleia’ e Frances Ha’), como imprime uma sólida perspectiva do que insurge em meio a um profundo estudo antropológico. Aqui, as barreiras etárias que normalmente separam a sabedoria inerente dos mais velhos e o purismo inocente dos mais jovens deixam de existir em prol de aglutinar em uma pungente fusão cada uma das personas trazidas às telonas. Nem mesmo Nicole e Charlie, que carregam um certo “quê” de solenidade, estão livres de se renderem a certos momentos do primitivismo comportamental mais propositalmente ridículo – a sequência em que tentam resolver as coisas entre si e então trocam ataques vergonhosos que, na verdade, não têm a menor coerência.

É essa vergonha não-premeditada que inclusive antecipa a calmaria: em poucos minutos em que o casal tentaria ter uma conversa civilizada, o pacífico diálogo dá lugar a uma guerra explosiva que traz o pior de cada um à tona; ambos colocam para fora todos os sapos que foram obrigados a engolir e, depois de tangenciarem um agonizante ilogismo, recobram a consciência e caminham para o que podemos encarar como um final feliz às avessas: eles permanecem separados, mas nunca deixaram de amar um ao outro; entretanto, funcionam melhor como pessoas independentes, cuja visão profissional e pessoal diverge ao ponto de criar atritos complexos.

O diretor também abre espaço para teorizar acerca de outros temas importantes para o enredo e que são traduzidas do cotidiano para o cinema com atenção máxima: depois que contratam seus respectivos advogados (interpretados com perfeição por Laura Dern e Ray Liotta), tudo não passa de formalidades e tentativas quase idióticas de racionalizar algo que vai muito além de segmentos congruentes e que deveria ser discutido apenas pelos participantes desse complicado (e caro) aspecto de suas vidas. E, como se não bastasse, essa preocupação narrativa se estende também para as realizações estéticas, pinceladas com uma crescente melancolia que eventualmente se volta para uma inebriante letargia e uma compreensão de que tudo aquilo é inevitável.

‘História de um Casamento’ é uma das grandes surpresas dos últimos anos. O grande ponto da produção é ir para além das costumeiras resoluções de melodramas familiares – ora, até mesmo as convecções cômicas são deturpadas com um fundo da mais ardente verdade. E essa preocupação em se afastar de tudo o que conhecemos sem cair em arquiteturas inverossímeis é analisada de tal forma que é impossível não derramar uma lágrima com a história.

‘Lilo & Stitch’: Vídeo e foto de bastidores revelam o VISUAL do Stitch; Confira!

‘Lilo & Stitch’ é a mais nova adaptação em live-action da Walt Disney Studios e, agora, foram divulgados novos materiais promocionais da produção – que dão destaque ao alienígena titular (via @reelnewshawaii).

Confira:

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Disney contratou o ator Kaipot Dudoit para substituir Kahiau Machado como o personagem David Kawena.

Para quem não se lembra Kawena é o par romântico da irmã de Lilo (Maia Kealoha), Nani, que será interpretada por Sydney Agudong.

A reescalação foi motivada depois que foram descobertas publicações racistas no perfil do Twitter de Machado.

Nas publicações, ele compartilhou suas playlists do Spotify que estavam com títulos racistas para músicas de artistas negros.

A conta do ator foi apagada logo que a polêmica ganhou proporção. Até o momento, ele não se pronunciou sobre a situação.

Anteriormente, o Deadline divulgou que Courtney B. Vance (‘Lovecraft Country’) foi escalado para dar vida ao agente Cobra Bubbles, o assistente social que observa as protagonistas Lilo e Nani.

Além do astro, o elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão será dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

O longa será lançado no Disney+, mas não possui data de lançamento.

No original, Lilo é uma garota que adora cuidar de animais menos favorecidos e  tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Relembre o trailer:

Olivia Colman e Jessie Buckley unem forças no trailer HILÁRIO da comédia satírica ‘Wicked Little Letters’; Confira!

Studiocanal UK divulgou o trailer oficial de ‘Wicked Little Letters’, comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia ColmanJessie Buckley.

O longa chega aos cinemas britânicos em 23 de fevereiro de 2024, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Após o anúncio, o projeto se tornou um dos mais requisitados a integrar o mercado do Festival de Cannes e deve começar a ser rodado entre setembro e novembro deste ano, no Reino Unido.

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

‘Kung Fu Panda 4’ chega ESTA SEMANA ao streaming; Saiba onde assistir!

A sequência ‘Kung Fu Panda 4‘  chega muito em breve ao catálogo do Prime Video Brasil.

O longa, que conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$548,9 milhões ao redor do mundo, será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 25 de setembro.

Relembre nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Meghan Markle retorna no teaser de ‘Com Amor, Meghan’, novo programa da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial de ‘Com Amor, Meghan‘, série de lifesytle da Meghan Markle (‘Suits’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção será lançada na plataforma no dia 04 de março.

Meghan, a Duquesa de Sussex, condia amigos e celebridades para uma bela propriedade na Califórnia, onde compartilha dicas de culinária, jardinagem e a arte de receber bem.

Dentre os convidados especiais, podemos esperar Mindy Kaling, Alice Walters, Roy Choi e o seu marido Príncipe Harry.

‘A Jogada da Vitória’: Novo K-drama da Netflix ganha clipe INÉDITO; Assista!

A Netflix divulgou um interessante clipe inédito de ‘A Jogada da Vitória’, novo k-drama de comédia focado em esportes.

A série chega ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 25 de julho.

Confira, junto ao traler, e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de ver a carreira ir por água abaixo, um astro do rúgbi desacreditado encontra seu propósito treinando o time de sua antiga escola. Como técnico, ele também iniciará uma jornada de superação e redenção”, diz a sinopse.

Criado por Chang Young-seok e Lim Gina, ‘A Jogada da Vitória’ é estrelado por Yoon Kye-sang, Lee Ji-min, Kil Hae-yeon, Kim Yo-han, Park Jung-yeon, Lim Sa-mi, Bae Myeong-jin e Cho Han-gyeol.

Alexander Ludwig e AJ Michalka são escalados para a 4ª temporada de ‘The White Lotus’

Segundo o DeadlineAlexander Ludwig (‘Vikings’) e AJ Michalka (‘The Goldbergs’) foram escalados para o elenco da 4ª temporada da antologia ‘The White Lotus’.

A dupla foi oficialmente confirmada pouco depois de Helena Bonham Carter (‘The Crown’) estar em negociações para integrar o elenco da série de Mike White.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Como já relatado, a produção do novo ciclo deve começar na primavera, embora o local exato no país europeu ainda seja um mistério. Os resorts da rede Four Seasons já foram usados ​​em temporadas anteriores como substitutos para o fictício resort White Lotus. Porém, a HBO não possui, atualmente, um acordo de marketing com a rede Four Seasons para a 4ª temporada.

Fique ligado para mais informações!

A temporada mais recente da atração foi ambientada na Tailândia e contou com Walton Goggins, Michelle Monaghan, Carrie Coon, Sam Rockwell, Natasha Rothwell, Jason Isaacs, Parker Posey, Aimee Lou Wood, Sam Nivola e Patrick Schwarzenegger no elenco.

A série recebeu 23 indicações ao Emmy por sua terceira iteração, incluindo oito indicações para atuação. Ao longo de sua trajetória, a série foi indicada a 66 prêmios Emmy, com 16 vitórias.

Ariana Grande lança versão a cappella de “hate that i made you love me”, lead single do álbum ‘Petal’; Ouça!

popstar vencedora do Grammy Ariana Grande já está abrindo o primeiro capítulo de sua nova era musical e lançou hoje (2) uma versão a cappella de “hate that i made you love me”.

A faixa funciona como lead single do álbum ‘Petal’, que marca a oitava entrada da discografia da artista e o primeiro desde ‘eternal sunshine’, lançado em 2024.

O lançamento do disco está marcado para 31 de julho.

Ouça:

Grande se tornou mundialmente famosa ao participar de diversas produções originais da Nickelodeon. Em 2013, fez sua estreia no mundo da música com ‘Yours Truly’, ascendendo a uma carreira de enorme sucesso desde então.

Em 2020, além de ‘positions’, colaborou com a lendária Lady Gaga no dueto “Rain On Me” para o álbum ‘Chromatica’, que se tornou a primeira parceria feminina a estrear em #1 na Hot 100. A canção foi aclamada pelos críticos e levou diversos prêmios para casa.

Em 2024, Grande encarnou Glinda na adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’. Dividindo os holofotes com Cynthia Erivo no papel de Elphaba, Grande conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em ambos os capítulos da duologia. No mesmo ano, lançou o aclamado álbum ‘eternal sunshine’, que lhe garantiu três indicações ao Grammy.

Mulher-Gato deve ganhar seu próprio filme após ‘The Batman’

De acordo com o We Got This Covered, a Mulher-Gato deve ganhar seu próprio filme solo após sua participação em ‘The Batman‘, e o spin-off estará diretamente ligado à produção de Matt Reeves.

A informação veio da mesma fonte que divulgou as negociações de Jonah Hill para fazer parte do elenco.

No entanto, maiores detalhes não foram informados.

Enquanto isso, vale lembrar que Reeves está à procura de atrizes negras para viver a personagem em ‘The Batman‘.

De acordo com o Comic Book, as atrizes Lupita Nyong’o, Tessa Thompson, Gugu Mbatha-Raw, Alexandra Shipp, e Logan Browning são as possíveis candidatas ao papel.

Apesar disso, vale lembrar que nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Até o momento, apenas Robert Pattinson foi confirmado no elenco, e Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘O Corvo Branco’: Astro de ‘Dark’ viraliza após gravar cenas com nu frontal

Nos últimos dias, Louis Hofmann virou um dos principais assuntos na internet por conta da 3ª e última temporada de ‘Dark‘, a aclamada série de ficção científica produzida pela Netflix.

No entanto, o astro também chamou atenção por conta de suas cenas de nu frontal gravadas para o filme ‘O Corvo Branco‘, lançado no ano passado.

Na trama, Hofmann interpreta Teja Kremke, namorado de Rudolf Nureyev, um bailarino russo famoso por romper grandes barreiras que separam o balé clássico do estilo moderno.

Para ver as imagens sem a tarjeta, CLIQUE AQUI!

Dirigido por Ralph Fiennes, o longa também mostra como as ideias Nureyev foram fundamentais para ajudar a transformar o papel do homem da dança.

‘Godzilla vs Kong’: Eiza González compartilha divertidas imagens dos bastidores; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Eiza González compartilhou divertidas imagens dos bastidores de ‘Godzilla vs Kong‘.

Nas imagens, a intérprete da misteriosa Maya Simmons aparece brincando com os colegas de elenco e fazendo diversas caretas para a câmera.

Na legenda, ela não escondeu seu entusiasmo com a produção e brincou:

“‘Godzilla vs Kong’ já foi lançado. É divertido, espero que gostem! Ótimo elenco, grandes monstros. Eu trouxe uma performance muito profunda. Uma verdadeira atriz dramática. Sou grata por ser uma pequena peça desse quebra-cabeça. Aproveitem.”

 

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Lembrando que ‘Godzilla vs Kong‘ já foi lançado em alguns países e conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais críticas:

“Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer

“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris

“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report

“Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine

“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post

“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme

“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera

“Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri

“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express

Godzilla vs Kong‘ chega aos cinemas brasileiros em 29 de Abril.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘O Livro de Boba Fett’: Prepare-se para a guerra no novo teaser da série; Assista!

A Disney+ divulgou um novo teaser de ‘O Livro de Boba Fett‘, mostrando o caçador de recompensas e Fennec Shand (Ming-Na Wen) se preparando para a guerra.

No início, Fett (Temuera Morrison) diz que vai governar o submundo do crime através do respeito, ao contrário de Jabba, o Hutt, que reinava pelo medo.

No entanto, Shand diz que o medo é uma arma necessária em tempos de guerra.

Assista:

Lembrando que ‘O Livro de Boba Fett‘ tem estreia marcada para 29 de dezembro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

Chris Rock vira alvo de nova polêmica ao fazer PIADA com assassinato de Nicole Brown Simpson

O nome de Chris Rock voltou aos assuntos mais comentados após apresenta um show de humor em Phoenix, no último domingo.

Na ocasião, ele fez uma piada sobre a morte de Nicole Brown Simpson, brutalmente assassinado pelo ex-marido O.J. Simpson em 1994.

De acordo com o TMZ, Chris relacionou um possível retorno ao palco do Oscar à morte de Simpson, dizendo em tom cômico que voltar a apresentar o Oscar depois de ser estapeado por Will Smith seria como pedir a Simpson para voltar ao restaurante onde ela comeu antes de ser esfaqueada.

Diversos usuários das redes sociais estão criticando o humorista, acusando-o de ser misógino por fazer piadas às custas de uma mulher, semelhante à crítica que recebeu pela piada feita com Jada Pinkett no Oscar deste ano.

Inclusive, alguns até disseram que isso só prova que Chris mereceu o tapa que levou de Smith e deveria receber outros.

Para quem não sabe, Pinkett sofre de alopecia, condição que causa queda de cabelo, e Rock disse que ela deveria fazer uma sequência de ‘Até o Limite da Honra‘, filme em que Demi Moore raspa a cabeça ao entrar para a marinha.

Logo depois, Smith, marido de Pinkett, acabou dando um tapa em Chris no meio de seu discurso, o que causou o banimento do ator na cerimônia do Oscar por 10 anos.

Confira algumas reações do público à recente piada de Chris:

 

 

 

‘Ahsoka’: Mary Elizabeth Winstead diz que Hera Syndulla é considerada uma ‘lenda’ na série

A personagem Hera Syndulla, de ‘Star Wars: Rebels‘, fará sua estreia em live-action sendo interpretada por Mary Elizabeth Winstead na série dedicada à ‘Ahsoka‘.

Para quem não conhece, ela é a heroica líder da resistência Twi’lek na era do domínio imperial e se tornou general e capitã da nave Fantasma.
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Como a trama de ‘Ahsoka‘ se passa um bom tempo depois dos eventos da última temporada de ‘Rebels‘, parece que a reputação de Hera como uma líder destemida cresceu a ponto de ela agora ser considerada uma espécie de lenda.

“Eu vejo Hera como uma pessoa incrivelmente forte, mas complicada”, disse a estrela à Entertainment Weekly. “Ela é muito maternal, mas também é a líder de uma tripulação, então precisa ter pulso firme.”

Ela continuou:

“Como vemos, ela continua como general. E então ela está liderando muitas pessoas e se tornou uma espécie de lenda por seu histórico na rebelião conta o Império.”

Ela também disse ao portal que teve a vantagem de pular a etapa de criação da personagem, pois ‘Rebels‘ já estabeleceu muito bem sua trajetória e personalidade.

“Fazer uma personagem que já existiu e tem uma história tão rica em algo como ‘Rebels‘, como atriz, é incrível. Às vezes somos encarregados de criar nossas próprias histórias, ou tentar desenvolver algo que não conta com muitas informações nas páginas de um roteiro. E assim, interpretar uma personagem com temporadas de histórias complexas de relacionamentos e experiências, foi algo que eu realmente nunca tinha experimentado antes.”

Lembrando que ‘Ahsoka‘ estreia em 31 de agosto na Disney+.

A prévia é marcada por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead) e Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo).

O elenco também conta com Ivanna Sakhno (‘The Reunion’) e Ray Stevenson (‘Black Sails’).

Confira, junto com o pôster:

Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Charlie Cox COMEMORA retorno de Elden Henson e Deborah Ann Woll em ‘Demolidor: Renascido’: “Eles são o coração da série”

No início do ano, foi confirmado que a Marvel Studios voltou atrás e escalou Deborah Ann Woll e Elden Henson para reprisarem seus papéis como Karen Page e Foggy Nelson na nova série do ‘Demolidor‘.

Nelson desempenhou um papel fundamental nas três temporadas de ‘Demolidor‘ como o melhor amigo e sócio de Matt Murdock (Charlie Cox), e é uma parte vital dos quadrinhos, então não é surpresa que o personagem apareça na série.

Quanto à Page, ela se junta a Murdock e Nelson em sua firma de advocacia e vai ganhando cada vez mais espaço ao longo das temporadas.

E, durante sua passagem pela AwesomeCon em Washington, capitla dos EUA, Cox comemorou o retorno da dupla.

Conversando com os fãs no evento, ele descreveu a dupla como o coração da série (via Collider):

“Ah, isso é tão legal, tão legal! Foi muito doloroso quando eles não estavam por perto no início. Quando voltamos às filmagens e eles fizeram algumas mudanças, sobre as quais vocês obviamente provavelmente leram e outras coisas, você sabe, ficou claro que Foggy e Karen são o coração da nossa série.”

Ele continuou:

“Eles sempre foram. Então é muito especial tê-los de volta. Um grande salve para Deborah e Elden. Eu sei que tem fotos, tem algumas fotos de set que saíram, então eu sei que posso falar sobre isso porque está na internet. Mas foi muito legal ter algumas cenas juntos novamente.”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Avatar: O Caminho da Água’ vai ganhar versão do diretor? Produtor responde!

Em entrevista ao LRM Online, o produtor de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, Jon Landau, foi questionado sobre a possibilidade de lançamento de uma versão estendida, com a inclusão das cenas que acabaram sendo cortadas durante o processo de pós-produção.

No entanto, o produtor foi bem direto ao esclarecer que não há planos de nenhuma versão estendida do filme.

“Francamente, não tivemos tempo de focar nisso [versão estendida] nesta janela de lançamento. E não havia nada que eu estivesse triste em ver ser cortado, porque todos os cortes foram por um motivo”, declarou o produtor.

Ele então afirma:

“Então, não. Nunca teremos a versão do diretor. Esse é o filme.”

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

O longa arrecadou mais de 2,3 BILHÕES nas bilheterias mundiais, sendo o filme de maior sucesso do ano de 2022.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Assassinos da Lua das Flores’: Leonardo DiCaprio e Lily Gladstone são destaque em clipe divulgado; Confira!

A Apple liberou um trecho do filme ‘Assassinos da Lua das Flores‘, novo filme do diretor Martin Scorsese, e que já está em exibição nos cinemas.

O vídeo traz uma cena de diálogo entre os personagens de Leonardo DiCaprio e Lily Gladstone.

Confira:

Anteriormente, em entrevista para a Variety, Scorsese contou que o filme foi conceitualmente inspirado em ‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite‘ e ‘Beau Tem Medo‘, do diretor Ari Aster, entre outras produções.

“Gosto muito do estilo e ritmo dos bons filmes de terror, como ‘Midsommar’ ou ‘Beau tem Medo‘, ambos de Ari Aster. O ritmo desses filmes remete aos filmes B de Val Lewton, ‘A Mulher Pantera’, de Jacques Tourneur, ou ‘Eu Andei com um Zumbi‘. Apenas um pouco mais devagar. Um pouco mais silencioso”, ele contou.

Scorsese continua:

“Eu estava muito preocupado em permitir cenas que não faziam parte da narrativa na história, cenas relacionadas à cultura Osage — mantendo essas cenas de tradição, como os nomes dos bebês, os funerais e os casamentos — para que pudéssemos começar a entender um pouco mais sobre o povo. Eu estava confiante de que muitas pessoas se permitiriam imergir no mundo do filme. É preciso arriscar. Nessa idade, o que mais posso fazer?”.

Estrelado por DiCaprio, De Niro e Lily Gladstone, o longa é baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann e acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

A trama também gira em torno de Ernest Burkhart (DiCaprio), um americano apaixonado por uma indígena (Gladstone) que se associa a empresas para tomar terras nativas e explorar o petróleo.

Crítica com Spoilers | ‘Assassinos da Lua das Flores’ é o filme mais NECESSÁRIO do ano

 

O longa-metragem abriu com nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.60/10 baseada em 68 reviews até o momento.

Confira as principais avaliações:

“Com quase 3 horas e meia de duração, ‘Assassinos da Lua das Flores’ está em uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.

“[O filme] é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.

“Parece uma ferida aberta até o fim” – New York Magazine/Vulture.

“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.

“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.

Com 3 horas e 54 minutos de duração, esse é o filme mais longo da carreira de Scorsese.

Escrito por Eric Roth (‘Duna’), o filme será lançado em circuito limitado nos EUA no dia 6 de outubro, com sua estreia principal marcada para o dia 20 do mesmo mês. Após uma janela de aproximadamente 30 dias, o longa será lançado na Apple TV+. No Brasil, não há data de estreia confirmada.

O grandioso elenco ainda conta com Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

‘A Liga’: Mark Wahlberg e Halle Berry virão super espiões na comédia de ação da Netflix, Confira o trailer!

Mark Wahlberg e Halle Berry estrelam como super espiões na comédia de ação da Netflix ‘A Liga’, que acaba de lançar seu primeiro trailer e chegará à plataforma em 16 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Mike (Mark Wahlberg), um trabalhador da construção civil de Nova Jersey, é rapidamente lançado no mundo dos super espiões e agentes secretos quando sua antiga namorada do ensino médio, Roxanne (Halle Berry), volta repentinamente para sua vida e o recruta em uma missão de inteligência dos EUA de alto risco”.

Dirigido por Julian Farino e escrito por Joe Barton e David Guggenheim, ‘The Union’ também conta com Mike Colter, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Jessica De Gouw, Alice Lee e Jackie Earle Haley no elenco.

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James Gunn explica foto com Zack Snyder: “Eu achei engraçado”

James Gunn se pronunciou sobre as conclusões precipitadas dos fãs após uma foto recente do cineasta com Zack Snyder.

Segundo o ComicBook, Gunn esclareceu que ele e Zack Snyder são amigos.

“Eu estava apenas conversando com o Zack como amigo”, disse Gunn. “Então, sabe, a gente só estava se divertindo e decidimos: ‘Vamos tirar uma foto juntos’. Sabíamos muito bem o que estávamos fazendo… Ele achou engraçado. Eu achei engraçado. E é isso”.

Vale lembrar que Gunn havia compartilhado recentemente uma foto com Zack Snyder, o que gerou especulações entre os fãs.

“Sempre um prazer colocar a conversa em dia com meu amigo Zack Snyder, cineasta completo (e um contador de histórias duplamente completo!)”, escreveu Gunn.

Vale lembrar que ‘Superman’, o primeiro longa do novo DCU, será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Alicia Vikander diz que ‘A Garota Dinamarquesa’ “já parece ultrapassado” após 10 anos

A atriz Alicia Vikander relembrou recentemente o filme ‘A Garota Dinamarquesa’ e afirmou que, dez anos após o lançamento, a produção “já parece extremamente ultrapassada”.

Conforme o Deadline, a vencedora do Oscar destacou: “Sou a primeira a dizer que já parece extremamente ultrapassada, o que considero algo positivo. Naquela época, foi um ponto de virada, pois ao menos trouxe [o tema das vidas transgênero] para a discussão. Espero que, de certa forma, tenha servido como um despertar e aberto caminho para que a arte abordasse esses temas”.

Na trama, Eddie Redmayne interpretou Lili Elbe, uma das primeiras mulheres trans a passar por uma cirurgia de redesignação de gênero. Sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar, enquanto Vikander conquistou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante.

Dirigido por Tom Hooper e baseado no romance homônimo de 2000 escrito por David Ebershoff, o longa acompanha a vida de Lili Elbe e sua esposa, a pintora Gerda Wegener.

Vale lembrar que, em 2021, Redmayne revelou arrependimento por ter aceitado o papel. Em entrevista ao The Times de Londres, declarou: “Não, eu não aceitaria esse papel hoje. Fiz aquele filme com as melhores intenções, mas acho que foi um erro. A discussão maior sobre as frustrações em torno da escalação acontece porque muitas pessoas ainda não têm um lugar à mesa. É preciso haver equilíbrio, caso contrário continuaremos a ter esses debates”.

Mesmo antes da estreia, em 2015, o ator já havia comentado a polêmica sobre sua escalação como uma mulher trans.

“Espero que chegue o dia em que haja mais atores e atrizes trans interpretando papéis trans, mas também papéis cisgênero. E espero, como todo ator deseja, que possamos interpretar qualquer tipo de papel, desde que seja feito com integridade e responsabilidade”, afirmou na época.