Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
“A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa”, diz a sinopse.
O comprometimento de Gal Gadot com ‘Mulher-Maravilha’ é cada vez mais surpreendente. A atriz israelense chegou a regravar algumas cenas grávida de cinco meses.
As tomadas foram feitas em novembro do ano passado e por conta do tamanho da barriga, efeitos visuais foram empregados para disfarçar.
Dentre as cenas refilmadas, muitas envolviam movimentos de lutas acrobáticos, o que surpreendeu ainda mais a diretora Patty Jenkins, quanto ao comprometimento da atriz:
“Em parte do filme ela está grávida, trajando o uniforme, em meio a um campo aberto em pleno inverno congelante. E nós pedimos para ela fazer tantas coisas, como gravar em um pé só, gritar enquanto gravava, filmar em condições adversas, como chuva, frio. Todos os dias era um divertido jogo de cintura e ela sempre ia até o fim”.
Para se preparar para o seu papel em ‘Rampage: Destruição Total’, Dwayne Johnson esteve frente a frente com alguns animais selvagens, como gorilas.
E recentemente, em sua conta oficial do Instagram, o astro revelou que sua pesquisa sobre grandes feras o também levou a um contato bem mais próximo com jacarés.
Johnson ainda compartilhou sua técnica para domar estes animais, ilustrando-na com uma imagem.
Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em
O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intenção da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.
O material em questão traz o grupo musical durante uma performance e revela uma qualidade diferenciada na imagem, sugerindo que ela teria passado por um processo de restauração.
Confira:
A produção chegará aos cinemas norte-americanos no dia 04 de setembro. O longa ainda não tem data de lançamento ao redor do mundo.
O documentário foi adquirido pela Disney e acompanha a meteórica jornada de sucesso do grupo britânico, que conseguiu se imortalizar como uma das bandas mais influentes da contemporaneidade.
Trazendo um material riquíssimo, ‘The Beatles: Get Back‘ contará com antigas filmagens que passaram por um longo processo de restauração.
Em um comunicado oficial, o presidente executivo da Disney, Bob Iger, falou sobre a aquisição da produção:
“Nenhuma banda conseguiu ter o mesmo tipo de impacto no mundo que os Beatles conseguiram e ‘The Beatles: Get Back‘ é uma cadeira na primeira fila para conferir de perto todo o trabalho interno e íntimo desses criativos gênios durante um influente momento da história da música. A produção ainda conta com filmagens restauradas espetaculares, que aparentam ter sido gravadas ontem. Eu sou um grande fã, então não poderia estar mais feliz pelo fato da Disney poder compartilhar o belíssimo documentário de Peter Jackson com as nossas audiências mundiais em setembro desse ano”.
O cineasta Joss Whedon tem sido acusado por seu comportamento abusivo desde 2017, quando sua ex-esposa Kai Cole publicou um bombástico artigo no site The Wrap, revelando detalhes do seu comportamento reprovável.
E em meio às constantes e mais recentes acusações feitas pelo astro Ray Fisher, de ‘Liga da Justiça‘, novas revelações relacionadas a Whedon vieram à tona, só que dessa vez por parte de membros do elenco da aclamada série ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘.
Após Charisma Carpenter se pronunciar pelo Twitter, afirmando ter sofrido maus-tratos, pressão psicológica e assédio por parte do criador da série, agora foi a vez de Michelle Trachtenberg compartilhar a sua história.
Sem dar muito detalhes referentes ao incidente envolvendo o seu nome e o de Whedon, ela agradeceu à Sarah Michelle Gellar por demonstrar o seu apoio a todos os supostos sobreviventes de abuso e revelou que – durante o seu período de trabalho em ‘Buffy’- havia uma regra que proibia o diretor de ficar a sós com ela.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, a atriz, que também estrelou ‘Gossip Girl‘ escreveu:
“Obrigada Sarah Michelle Gellar por dizer isso. Hoje, aos 35 anos, eu sou uma mulher muito mais corajosa para republicar isso, porque isso precisa ser conhecido. Como uma adolescente, com o seu comportamento nada apropriado. Muito inapropriado. Então agora as pessoas sabem o que Joss fez.
O último comentário que farei sobre isso. Havia uma regra que dizia que ‘ele não tem autorização de ficar a sós com a Michelle novamente'”.
Entenda o caso
Recentemente, a atriz Charisma Carpenter se pronunciou no Twitter e revelou os maus-tratos que sofreu de Whedon na época em que ela atuou nas série ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ e ‘Angel’.
Em parte da publicação, a intérprete de Cordelia Chase diz que:
“Durante quase duas décadas, permaneci calada e até dei desculpas para certos eventos que me traumatizam até hoje. Joss Whedon abusou do seu poder em várias ocasiões enquanto trabalhávamos juntos nos bastidores ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ e ‘Angel‘. Enquanto ele se divertia em me traumatizar, eu acabei ficando ansiosa e ele estava me alienando, me desempoderando me alienando dos meus colegas.”
Ela continua, dizendo que a relação com Whedon acabou fazendo com que ela adoecesse e adquirisse graves condições físicas que se tornaram um problema até hoje.
Além disso, Carpenter foi chamada de ‘gorda’ quando estava grávida de 4 meses e reforçou que ele criou um ambiente de trabalho tóxico e hostil.
Inclusive, ela alega que o cineasta evitou diversas ligações quando ela tentou avisar que estava grávida e ele ainda sugeriu que ela fizesse um aborto.
“Quando ele soube da minha gravidez, ele me chamou para uma sala fechada e questionou se eu pretendia manter meu bebê”, diz ela.
Anteriormente, um casal de dublês que participou de ‘Buffy’ também se pronunciou contra Whedon.
Durante uma entrevista para o Metro, o coordenador de dublês Jeff Pruitt, casado com a também dublê Sofia Crawford, afirmou que Whedon exigiu o término do relacionamento se eles quisessem continuar fazendo parte da série.
“Na quarta temporada, eu estava de saco cheio e disse aos produtores que iria sair para começar minha carreira como diretor de segunda unidade em outra série. Eu não aguentava mais porque Whedon é um egomaníaco. Quando comecei a namorar a Sofia, me disseram que ele estava obcecado em acabar com nosso namoro. Ele reagiu como se ela e eu estivéssemos escondendo algo.”
Crawford também participou da entrevista e relembrou o episódio, dizendo:
“Fui chamada ao escritório dele e recebi um ultimato. Me disseram: ‘Você pode continuar na série, mas precisa terminar com Jeff. Caso contrário, não apareça mais’. Eu comecei a chorar e respondi: ‘Vai se f#der. Isso é horrível, pode me cortar.”
Até o momento, Whedon não quis se pronunciar sobre as alegações.
Crawford e Pruitt atualmente.
Para quem não se lembra, a personagemBuffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, e foi vivida pela atriz Kristy Swanson.
Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série estrelada por Sarah Michelle Gellar, que estreou em 1997 e teve 07 temporadas, sendo exibida originalmente até 2003.
A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.
Na trama, um publicitário e uma blogueira de moda não acreditam no amor e decidem fazer uma aposta entre seus amigos. Eles querem provar que são capazes de fazer o outro se apaixonar perdidamente – só que usando táticas nada comuns.
Emre Kabakuşak dirige a comédia, a partir de um roteiro escrito por Pelin Karamehmetoğlu.
Confira:
Confira a sinopse oficial:
De um lado, uma designer de moda com um blog sobre relacionamentos, do outro, um publicitário que desconfia de mulheres desde que foi abandonado pela mãe. Duas apostas com táticas diferentes e um objetivo parecido, mas eles não sabem disso.
A principal crítica a Amigos Para Sempre (The Upside) recai sobre um questão: sua necessidade de produção. O filme original francês Intocáveis (Intouchables, 2011), além de recente, foi sucesso em todo o mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde arrecadou $10,198,820, de acordo com Box Office Mojo. Amigos Para Sempre em si consegue divertir e comover, mas quando comparada ao seu precursor não consegue transmitir a mesma energia, naturalidade e empatia.
Omar Sy é mais versátil do que Kevin Hart(Jumanji: Bem-Vindo à Selva)e compôs um personagem mais encantador e surpreso pelo modo de vida milionário de Philippe (François Cluzet). Apesar de Kevin Hart conseguir criar um personagem mais sério e sem caricatura, o roteiro ainda tropeça com cenas prolongadas sobre troca de cateter e o uso de maconha para lidar melhor com as dores, tanto físicas quanto emocionais.
Por acaso do destino, Dell (Kevin Hart) ganha o emprego de cuidador de Phillip (Bryan Cranston), no entanto, ele apenas queria provar para a agente da condicional que estava em busca de um trabalho. Saído da prisão, Dell busca refazer a vida, cuidar do filho (Jahi Di’Allo Winston) e ter um melhor relacionamento com sua ex-mulher (Aja Naomi King), mas se esforça pouco ou quase nada até aparecer Phillip.
De um lado, o tetraplégico milionário o ensina sobre negócios, enquanto Dell o mostra como aproveitar a vida no presente e o incentiva a buscar uma companheira. A sintonia entre os dois atores funciona, os momentos de descontração são realmente engraçados e Bryan Cranston mais uma vez prova a sua diversidade artística diante das câmeras, tanto para os tons mais dramáticos, quanto os mais hilários.
O bromance é bem construído, mas as outras partes perdem tonicidade, enquanto deveriam somar. Nicole Kidman (Big Little Lies) parece totalmente perdida no papel apático de governanta/ ex-funcionária de Phillip. Sua atuação parece distante de qualquer papel da atriz, sem esforço para representar o que o roteiro diz, alguém rígida ou pudica. O resultado é insosso. Outro desperdício são os poucos segundos em cena de Julianna Margulies (The Good Wife).
Como o resultado de uma readaptação desnecessária e menos cativante que a primeira, Amigos Para Sempre busca se conectar com o público de forma mais dramática do que humorada, dando a Dell uma família e menos carisma. Contudo, se o espectador não teve contato com o filme original, pode apreciá-lo puro e inserido totalmente na cultura norte-americana. Vale dizer que boas cenas de Intocáveis são deixadas de fora, como Dell jogando café nas pernas de Phillip e, principalmente, a dança do cuidador durante a festa de gala.
As filmagens de ‘Shazam!’ já começaram e algumas fotos do set entregaram easter eggs do universo da DC. De acordo com o Heroic Hollywood, alguns cartazes citam a empresa Ace Chemicals, local de Gotham City onde o Coringa caiu em um tanque químico e se tornou o tão famoso vilão:
Here are some of the posters made on the boxing gym. Although #SHAZAMMovie looks to be taking place in Philly, Gotham could still exist in this universe. Also a missed opportunity to add Wildcat #AceChemicalspic.twitter.com/XJn4m7gpzK
Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.
‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.
A terceira temporada de ‘The Crown’ já iniciou suas filmagens e a Netflix revelou as primeiras fotos de Helena Bonham Carter como Princesa Margaret e Ben Daniels como seu marido, Antony Armstrong-Jones. Confira:
A atriz estava inicialmente cotada para viver a versão mais velha de Elizabeth II, mas acabou sendo escolhida para interpretar uma personagem mais cômica, a irmã de Elizabeth.
Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, ‘The Crown‘ conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
O primeiroJurassic Park (1993) é baseado no livro homônimo lançado em 1990. Escrito por Michael Crichton, o romance tem pouco mais de 500 páginas e discute bastante sobre a [falta de] ética no meio científico e como a ganância empresarial é responsável por diversos atrasos para a humanidade. Quando a história virou filme, Steven Spielberg chamou o próprio Crichton para ajudar na transição para os cinemas. À frente do projeto mais uma vez, o autor cortou diversas passagens importantes para criar uma adaptação primorosa, mas que preza mais pela aventura e o suspense do que a ficção e o terror. No entanto, alguns dos fragmentos deixados de lado acabaram entrando nos outros dois filmes da trilogia, como o ataque dos procompsognatos a uma menina na praia e a perseguição de um grande predador dentro do rio principal da ilha.
Porém, quem melhor aproveitou essas ideias descartadas do primeiro livro foram Colin Trevorrow e J.A. Bayona, diretores dos primeiros Jurassic World, a franquia estrelada por Chris Pratt. Inclusive, há momentos muito criticados dos filmes que vieram de ideias do livro. Se você ficou curioso com quais seriam essas ideias, separamos elas logo abaixo. Confira!
Lidando com o divórcioEm Jurassic Park (1993), Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello) vão para o parque porque John Hammond (Richard Attenborough) diz que eles são “o tipo de público que queremos no parque”. No livro, eles vão para a ilha porque os pais estão se divorciando e John achou que os netos poderiam lidar melhor com esse processo tendo um fim de semana cheio de novidades e diversão (além de ajudar no relatório de aprovação para tentar abrir legalmente o parque). Essa ideia não foi incluída no corte do filme de 1993, mas entrou em Jurassic World(2015). Os irmãos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Sympkins) vão passar um fim de semana no parque porque os pais acreditam que isso poderá ajudá-los a lidar com o divórcio iminente dos pais. Inclusive, há alguns traços de personalidade dos irmãos do livro para a dupla de 2015, como o mais velho ser mais frio e interessado nas meninas, enquanto o caçula é mais fofo e meio bobão.
O centro de visitantesO centro de visitantes do livro é descrito como uma construção piramidal com diversas peças de vidro na parte superior. Enquanto a versão de 1993 traz o centro parecendo uma mistura de um bangalô com um hotel 5 estrelas, o centro de visitantes do Jurassic World é uma representação fidedigna do que é falado no livro. A única diferença é que o Tiranossauro robô localizado no meio do prédio foi substituído por um holograma interativo que passa informações sobre o parque.
O herói de ação
Todos nós adoramos o Dr. Alan Grant (Sam Neil), o paleontólogo ranzinza que não gosta de crianças, é todo certinho e não se dá bem com máquinas, mas que é apaixonado pela profissão exercida. Apesar de Neil ter dado muita personalidade em sua atuação, o Dr. Grant do livro é um clássico herói de ação. Na casa dos 40 anos, despojado, forte e ostentando uma bela barba, ele vai para o passeio da Ilha Nublar usando bermuda e uma camisa havaiana. Outra característica marcante é que ele… Adora crianças. Se Grant ficou distante do personagem mostrado nas telonas, podemos dizer que Owen Grady (Chris Pratt) herdou bastante do protagonista do livro. Tirando a parte da barba, ele se encaixa certinho naquilo que Chrichton escreveu sobre o personagem.
O assessor de imprensa
No livro, Ed Regis é um personagem importantíssimo. Chefe de Relações Públicas do parque, ele fica encarregado de servir de “babá” dos irmãos. Obviamente, ele fica muito frustrado com seu papel e passa o tempo todo reclamando disso, mostrando que está insatisfeito com a função e sendo um mala com as crianças. Em Jurassic Park, ele faz uma ponta muita rápida na cena em que os cientistas estão chegando ao parque. Ele é o rapaz de rosa que aparece dirigindo o Jeep. Seu papel na trama acabou sendo substituído pelo advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), que também foi retratado de forma bem diferente do livro. Em 2015, a pobre Zara Young (Katie McGrath) vira uma versão feminina do Ed. Assim como no livro, ela é uma assessora frustrada por ter sido designada para servir de babá dos sobrinhos da chefe. A personagem ficou famosa por ter uma das mortes mais cruéis da saga, sendo afogada por um pteranodon e depois engolida pelo mosassauro.
Pobre Zara…
Treinador de Raptores
Uma das cenas mais emblemáticas – e criticadas – de Jurassic World (2015) já havia sido idealizada lá em 1990. O fato de Owen Grady (Chris Pratt) treinar os velociraptores como se fossem uma alcateia virou piada entre alguns biólogos por ser praticamente impossível desenvolver uma relação afetiva com um réptil, considerando que esses animais não demonstram tal capacidade. O problema é que, além de se tratar dos animais mais inteligentes desse universo FICTÍCIO, há um momento no livro de 1990 em que é dito que a ideia base do parque é fazer os animais responderem às ações dos tratadores, tal qual animais de zoológico que não atacam seus tratadores na hora da alimentação ou do banho. Para que, criando um vínculo quase afetivo, eles pudessem ser treinados e utilizados nas atrações do parque.
Além disso, em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o personagem de Chris Pratt é mostrado treinando a velociraptor Blue ainda filhote. Ele dá agrados, faz carinho, e ela vem se aproximando do treinador de forma dócil e fofa. No livro, enquanto eles fazem o tour e passam pelo setor de biotecnologia, Tim entra no berçário e prontamente um bebê velociraptor pula em seu colo, cheio de chamego.
A obsessão de WuHenry Wu é um personagem importantíssimo na mitologia do Jurassic Park. Ele é o cientista responsável por descobrir como trazer os dinossauros de volta à vida. Tudo bem, ele morre estripado por um velociraptor no livro, mas sua versão cinematográfica, vivida por BD Wong, não apenas sobreviveu aos eventos do parque, como também virou o grande vilão da trilogia nova. Obcecado pela perfeição, ele cria novas espécies “melhoradas” e “sem defeitos”, causando uma série de catástrofes, como a destruição do parque e a liberação de dinossauros no mundo. Essa sede por “melhorar” os animais já é mostrada na história original. Chamado “versão 4.4”, esse capítulo traz Wu tentando convencer John Hammond a deixar que ele altere geneticamente o comportamento das próximas ninhadas para que elas viessem mais lentas e domesticadas, mais parecidas com animais de zoológico. John nega e dá uma humilhada básica no jovem geneticista, que segue tratando os dinossauros como itens de laboratório.
O logo do parque
O livro descreve a identidade visual do parque voltada para o azul. A próprio logo era composta por um dinossauro azulado. A versão de cinema trouxe uma versão amarela, preta e vermelha. Já Jurassic World apostou mais no azul do livro.
Atrações
É inegável que um dos maiores atrativos deJurassic World foi poder ver um mundo em que o Jurassic Park conseguiu contornar as mortes da tragédia de 1993 e enfim foi aberto para o público. Vê-lo funcionando como um verdadeiro parque temático foi de encher os olhos, e a equipe de produção fez um trabalho impecável montando a caracterização dos funcionários, dos brinquedos, do merchandising… Enfim, eles realmente criaram um parque de diversões para a gravação do filme. E algumas das atrações já haviam sido citadas por Ed Regis e John Hammond no livro.
O passeio no rio, que foi retratado de forma breve como o “Cruzeiro no Cretáceo”, é comentado inúmeras vezes no livro. O vale da girosfera, em que os turistas passeiam entre os dinossauros dentro de uma bola de vidro, foi comentado por Ed Regis, que diz: “Em algum momento, esperamos poder dirigir entre os animais, como eles fazem nos parques de caça na África”.
Gigantes GentisNa atração “Gigantes Gentis”, que funcionava como uma fazendinha de dinossauros, crianças de até 1,20 m podem entrar nos cercados e montar nos bebês dinossauros mais parrudos. No livro, logo após os eventos causados pelo primeiro ataque do Tiranossauro, Grant e as crianças se escondem em um galpão para poderem descansar. Em dado momento, Lex – a caçula no livro – aparece brincando com um bebê triceratops, a quem ela chama de Ralph (por se parecer com um amiguinho de mesmo nome da escola). A menina diz que o dinossaurinho é mansinho e poderia até mesmo montar nele se quisesse. Atitude essa imediatamente reprovada por Grant, que pede para a menina deixar o Ralph em paz. Em Jurassic World, lá está uma menina montando um bebê triceratops.
“Matando por esporte“Outro momento emblemático de Jurassic World é quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) chegam a um vale e encontram alguns apatossauros agonizantes, vítimas da Indominus Rex. Observando o padrão das mortes, que não mostrava nenhuma marca do predador ter se alimentado dos animais que matou, Owen diz que o dinossauro híbrido: “está matando por esporte”. No livro, o perito em predadores Robert Muldoon, interpretado por Bob Peck, no filme de 1993, alerta os cientistas sobre o perigo dos velociraptores, dizendo que eles nunca recusam uma presa e caçam mesmo sem estar com fome. Ou seja, eles caçam por esporte.
Pequeno contratempo Diferentemente de Jurassic Park (1993), no livro, quando os bugs no sistema inseridos por Dennys Nedry (Wayne Knight) começam a fazer efeito, a equipe não fica achando que foi tudo por água abaixo. Na verdade, assim que eles conseguem restabelecer a energia, a primeira atitude dos cerca de 20 funcionários presentes no parque é identificar os animais que haviam se soltado para capturá-los, recolocá-los nas jaulas e consertar o que tivesse sido quebrado durante a falha. Ou seja, o parque não para de funcionar. Hammond e John Arnold – que foi vivido por Samuel L. Jackson nos cinemas – lidam com a situação como se fosse um pequeno contratempo no cronograma. Mais pra frente, a situação ficaria ainda pior e terminaria com a morte de ambos. Da mesma forma, no filme de 2015, quando a Indominus Rex escapa do padoque e sai por aí matando tudo e todos que aparecem pela frente, a direção do Jurassic World lida como se fosse um pequeno contratempo, mostrando o total desrespeito pela vida humana e uma soberba absurda diante da criatura que eles fizeram no laboratório. Por conta disso milhares de pessoas morrem ou saem feridas, inclusive o Sr. Masrani (Irrfan Khan), até então dono do parque.
Norman AthertonNo livro, mesmo sem aparecer de forma física – ele é apenas citado em um flashback -, Atherton é um personagem muito importante. Mentor de Henry Wu, ele era um geneticista genial que ajudou a criar e a transformar a InGen na empresa multibilionária que era. Quando John Hammond saía para reuniões com possíveis investidores, sempre levava junto um elefante em miniatura criado por Norman Atherton usando a biotecnologia. O animalzinho chamava a atenção de todos, que ficavam chocados com o poder da manipulação do DNA e acabavam investindo na empresa. Atherton falece de um problema cardíaco antes que Hammond inicie o projeto dos dinossauros. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), somos apresentados a um antigo sócio de John Hammond (Richard Attenborough), chamado Benjamin Lockwood (James Cromwell). Ele foi parceiro de Hammond e os primeiros dinossauros foram criados no porão de sua propriedade. Apesar de não ter confirmação, é quase certo que Lockwood seja o Atherton da versão cinematográfica da obra, já que os dois personagens são muito parecidos. A diferença é que, em vez de clonar um elefante, Lockwood clonou a própria filha em segredo. Uma curiosidade interessante é que Lockwood é o único personagem da franquia a ser morto diretamente por um ser-humano, e não por um dinossauro.
Vulcão NublarApesar de ser constantemente chamada de Ilha Nublar, a região que sedia o Jurassic Park/ World não é exatamente uma ilha. Uma das primeiras coisas faladas quando os personagens do livro chegam ao parque é que ele foi construído em região vulcânica, por isso havia bastante vegetação e vários pontos em que os turistas poderiam ver jatos de gás saindo do chão, o que não era figuração colocada para dar um ar mais “jurássico”, mas efeito do vulcão Nublar. Isso nunca tinha sido dito nos filmes até que J. Bayonaresolveu colocá-lo em erupção em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
“A vida encontra um meio”
A frase do Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) virou sinônimo da franquia dos dinossauros nos cinemas. No livro, ele explica várias vezes sobre seu trabalho com as equações não-lineares e a teoria do caos. Acaba que, independentemente da versão, ele está sempre certo. Em um dos milhares de momento em que ele para pra explicar para Gennaro como funciona a teoria do caos, o Dr. Malcolm diz que as pessoas consideram eventos inesperados, como uma batida de carro, como um desvio da normalidade, mas que o caos já previa isso como parte do todo. Em Jurassic Park (1993), a cena em questão acabou reduzida e virou um momento em que Malcolm tenta dar uma cantada na Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) dentro do carro. O trecho descartado, que fala sobre a interferência humana e a batida de carro, é utilizado palavra por palavra no discurso de Ian Malcolm no encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Lewis Dodgson retornará em Jurassic World: Dominion, podendo explorar um pouco mais de seu background dos livros.
Com cinco filmes já produzidos, sobraram poucas coisas do primeiro livro para serem exploradas em Jurassic World: Dominion, que tem previsão de estreia para 2022. No entanto, já se sabe que o trio principal do primeiro filme retornará, assim como o geneticista Lewis Dodgson, que foi vivido por Cameron Thorem Jurassic Park (1993), e agora será interpretado por Campbell Scott. No livro, Dodgson é o principal geneticista da BioSyn, uma concorrente da InGen que realiza roubo de pesquisa para criar suas vacinas e animais. Dodgson suborna Dennys Nedry para conseguir os embriões do Jurassic Park para reproduzi-los antes que a InGen registrasse a patente dos dinossauros. Ele acreditava que Hammond queria fazer dinossauros em miniatura para vender como pet para as crianças, o que faria muito dinheiro internacionalmente. Como o personagem vai retornar para o terceiro filme da nova trilogia, espera-se que ele tenha conseguido criar seus próprios animais e que, de alguma forma, ele se encaixe na trama de tráfico internacional de dinossauros para uso bélico que foi estabelecida em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Jurassic World: Domínio já está em exibição nos cinemas.
O aguardado capítulo final da amada franquia ‘Jurassic Park’ finalmente chegou aos cinemas! Desde que uma nova vertente foi aberta, com o derivado ‘Jurassic World’, muitas possibilidades foram criadas para a história, e o capítulo final, ‘Domínio’ chegou aos cinemas para encerrar esta que é, sem dúvida, uma das franquias mais queridas não só do universo pop, mas da história do cinema. Para celebrar, separamos aqui 10 curiosidades do filme para vocês!
O carismático ator Jeff Goldblum roubou a cena com seu jeitão rebelde no primeiro ‘Parque dos Dinossauros’. Depois que ‘Jurassic World’ veio à tona, o ator ficou animado, e, diante do encerramento da franquia, ele anunciou publicamente que gostaria muito de fazer parte do novo e último filme. Desejo atendido!
9 – Reunião de elenco
Na franquia ‘Jurassic World’ há um elenco todo novo, que, embora estivesse historicamente ligado com a trilogia anterior, os protagonistas da nova versão não haviam interagido diretamente com o elenco principal original. Bom, neste último capítulo temos Jeff Goldblum, Sam Neill e Laura Dern interagindo com Chris Pratt eBryce Dallas Howard – para o deleite dos fãs!
8 – Animação de Pratt
E, claro que a reunião do elenco original fez por tremer as bases do Chris Pratt, que anunciou “Caso vocês não tenham visto a notícia: finalmente vai acontecer. Preparem-se para o que será, sem dúvida, o maior, mais foda e melhor filme da franquia!”.
7 – Junho Jurássico
‘Jurassic World: Domínio’ estreia dia 10 de junho de 2020, apenas um dia antes da data de lançamento do ‘Jurassic Park’ original, que ocorreu em 11 de junho de 1993, e apenas dois dias após a data de lançamento de ‘Jurassic World’, que foi em 12 de junho de 2015.
6 – Ambiente seguro
Nunca é demais lembrar que ‘Jurassic World: Dominion’ foi gravado durante a pandemia do corona vírus, em 2020. Para manter a todos seguros, a produção não poupou esforços, e isso incluiu alugar um hotel inteiro para manter a equipe e elenco toda junta em quarentena, além da instalação de 150 pontos de álcool gel e da compra de cerca de 18.000 testes rápido de covid!
5 – Malta
As belas locações que vemos em ‘Jurassic World: Domínio’ são das paisagens paradisíacas da ilha de Malta, um pequeno país situado entre o sul da Itália e o norte da África. Isso porque o país e a sua capital, Valletta, injetaram incentivos fiscais para atrair a produção para o local. Aliás, novamente por causa do aumento de casos de corona vírus na ilha (já eram cerca de 600) as gravações do longa tiveram que ser aceleradas, para que a equipe não ficasse tanto tempo por lá.
4 – Animatrônicos
Aproximadamente 18 animatrônicos de diversos tamanhos foram criados para este novo filme.
3 – Combinação de estilos
‘Jurassic World: Domínio’ foi gravado pelo cinegrafista John Schwartzman numa mistura de estilos, que incluiu gravações em 35 mm, 65 mm e VistaVision.
2 – Lembrancinhas
O ator Chris Pratt compartilhou em sua conta do Instagram que levou do set de filmagem algumas lembrancinhas, que incluiu o controle de treinamento dos raptors, sua faca, suas botas, as calças, o colete, sua identidade da Isla Nublar e também um dente de raptor. Ou seja, levou um monte de coisas!
1 – Será mesmo o fim?
Embora tudo indique que ‘Jurassic World: Domínio’ é mesmo o último filme da trilogia – e, provavelmente, da franquia – os executivos já anunciaram no início desse ano que “tudo era possível”, e que eles iam sentar para conversar com o pessoal da Universal para discutir o assunto. Ou seja… já sabemos o que vem por aí, né?
Bohemian Rhapsody conquistou quatro estatuetas do Oscar e faturou mais de US$ 900 milhões nos cinemas mundiais. Mas o caminho até o sucesso não foi nada fácil. Em 2010, foi anunciado que o filme contaria com direção de Stephen Frears e com Sacha Baron Cohen na pele Freddie Mercury. Pouco depois, Frears deixou o projeto após desavenças com os integrantes do Queen. Cohen seguiu o mesmo caminho ao perceber que os músicos pretendiam fazer uma cinebiografia que ignorasse as polêmicas acerca de Mercury e que deixasse um pouco de lado sua homossexualidade. Na sequência, Ben Whishaw chegou a ser anunciado como Mercury, mas problemas na agenda o impediram de continuar.
Foi assim que Rami Malek chegou ao papel, mas os problemas nos bastidores não pararam por aí. Além de lidar com as acusações de assédio por parte do diretor Bryan Singer, o filme viu seu cineasta simplesmente desaparecer em meio às filmagens. Com isso, a Fox acabou demitindo o diretor e chamando Dexter Fletcher (Rocketman) para terminar o longa. Como Singer comandou quase toda a produção, seu nome foi mantido nos créditos como único diretor, por determinação do DGA (Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos).
As filmagens de Apocalypse Now, clássico de Francis Ford Coppola, foram tão problemáticas que renderam até um cultuado documentário sobre os caóticos bastidores da produção: Francis Ford Coppola – O Apocalipse de Um Cineasta. Com o sucesso de O Poderoso Chefão, Coppola conseguiu carta-branca para fazer o projeto que quisesse. E acabou escolhendo um ambicioso épico sobre a Guerra do Vietnã. Buscando a maior autenticidade possível, o diretor optou por filmar no meio da selva, consumindo muito mais dinheiro e tempo do que o esperado. Inicialmente, as filmagens estavam previstas para durar quatro meses. Acabaram levando mais de um ano. O processo foi tão desgastante, que o diretor chegou a perder 45kg durante as gravações.
Ainda no início das filmagens, Coppola decidiu trocar seu protagonista. Harvey Keitel acabou substituído por Martin Sheen, que por sua vez teve constantes brigas com o cineasta e chegou a sofrer um ataque cardíaco.
Engana-se quem pensa que a pós-produção foi melhor. Coppola gravou mais de 200 horas de material e passou três anos na sala de edição até chegar a uma versão final.
Terceira maior bilheteria da história do cinema, Titanic é um caso de sucesso na sétima arte. Mas muita gente temeu pelo pior durante a produção. As filmagens acabaram durando muito mais tempo do que o previsto inicialmente e exigiram construções ambiciosas. Inicialmente orçado em US$ 135 milhões, o filme acabou custando bem mais do que isso no fim: US$ 200 milhões. O valor é maior do que o custo do próprio navio Titanic, que custaria cerca de US$ 150 milhões, em números atualizados.
E não parou por aí. Histórias apontam que James Cameron exigia muito dos atores durante as gravações. Com o lema de que “fazer cinema é guerra”, o cineasta submeteu os astros a condições quase torturantes, especialmente no que diz respeito às filmagens na água, sob uma temperatura baixíssima.
Em cartaz nos cinemas brasileiros, O Homem que Matou Dom Quixote sofreu para ganhar vida. O cultuado diretor Terry Gilliam começou a pensar no projeto em 1989. Em 98, finalmente conseguiu fundos para iniciar a produção. Jean Rochefort (Quixote) e Johnny Depp (Toby Grisoni) assinaram para o filme e as gravações começaram no ano 2000. Após uma série de problemas, que envolveram uma inundação no set e uma grave doença de Rochefort, as filmagens foram suspensas e, depois, canceladas.
Nos anos seguintes, Gilliam seguiu tentando realizar o longa. Robert Duvall, Michael Palin, e John Hurt chegaram a assumir o papel de Quixote, mas a produção não saía da gaveta. Quando tudo parecia caminhar bem, Depp deixa o projeto por problemas na agenda e Hurt é diagnosticado com um câncer, que levaria a sua morte.
Gilliam só consegue retomar as filmagens em 2017, agora com Jonathan Pryce e Adam Driver nos papéis principais. Em 2018, o filme faz sua estreia no Festival de Cannes, não sem antes um novo problema: uma briga na justiça por causa dos direitos de distribuição quase impede sua exibição no festival. Mas, no final, Gilliam ao menos conseguiu ver seu projeto pronto.
CHATÔ: O REI DO BRASIL
Está achando que problemas nos bastidores são exclusividade de Hollywood? Nada disso! O Brasil também tem seu ícone no quesito produção problemática. 21 anos. Este foi o tempo que Chatô: O Rei do Brasil levou para ser realizado.
A produção começou em 1994, com Guilherme Fontes adquirindo os direitos do livro de Fernando Morais. O ator escolheu o projeto para marcar sua estreia como diretor, e foi ambicioso desde a etapa inicial. Com a ideia de fazer um Cidadão Kane brasileiro, Fontes chegou a articular uma parceria com a American Zoetrope, produtora de Francis Ford Coppola, cujas exigências só aumentaram os custos. A coisa só piorou quando Coppola decidiu não se comprometer com o projeto.
Sem respeitar seu orçamento, Fontes fez opções ousadas, como comprar boa parte dos equipamentos de filmagens e utilizar quase seis mil figurantes. Sem querer retroceder, começou as gravações sem ter o dinheiro para concluí-las. O roteiro exigia locações e reconstituições trabalhosas, e um elenco de luxo foi contratado. O figurino era um destaque à parte, com peças da época de 30, 40 e 50 que vieram diretamente de Los Angeles. Como tragédia pouca é bobagem, um incêndio destruiu boa parte do figurino.
Fontes iniciou as filmagens em janeiro de 1999. Dois meses depois, o dinheiro acabou e a produção começou a ser auditada por órgãos como o Ministério da Cultura e a Comissão de Valores Mobiliários. Sem crédito no mercado, o diretor não conseguia mais dinheiro e, em 2001, viu sua produção ser despejada de um estúdio por falta de pagamento. Em 2006, a Ancine inscreveu Guilherme e sua produtora no cadastro dos inadimplentes do governo, com uma dívida de R$ 36 milhões. Em 2014, o TCU apontou que o valor estava na casa dos R$ 80 milhões. Chatô: O Rei do Brasilchegou aos cinemas em 2015, mas até hoje Fontes tem problemas com a justiça por causa do filme.
CLEÓPATRA
Clássico do cinema estrelado por Elizabeth Taylor, Richard Burton e Rex Harrison, Cleópatrafoi mais um filmes a sofrer pela vontade de seus produtores em realizar algo épico. Inicialmente, a Fox pretendia gastar apenas US$ 2 milhões na produção. Antes mesmo do início da gravação, os gastos já haviam ultrapassado a casa dos US$ 4 milhões, sendo que só Liz Taylor recebeu US$ 1 milhão pelo trabalho.
Logo no início das filmagens, Joseph L. Mankievitz foi contratado para substituir Rouben Mamoulian como diretor. Os constantes atrasos nas gravações e a necessidade de construir sets grandiosos só aumentaram os custos. Ao final, o orçamento chegou em US$ 44 milhões, o que quase gerou a falência da Fox. Menos mal que foi um sucesso de bilheteria.
O MÁGICO DE OZ
O Mágico de Oz é um clássico do cinema e querido por muitos. Mas foi um verdadeiro caos nos bastidores. Antes de ser finalizado, o roteiro passou pelas mãos de 17 pessoas. E a situação não foi muito melhor no que diz respeito à direção. Richard Thorpe foi o diretor contratado inicialmente, mas foi demitido após duas semanas de filmagens. Na sequência, George Cukor assumiu a função de forma interina até que Victor Fleming foi contratado. O último, no entanto, deixa a produção para se dedicar a …E o Vento Levou. King Vidor e Mervyn LeRoy dirigiram as cenas restantes.
A produção também teve problemas à frente das câmeras. Contratado para viver o Homem de Lata, o ator Buddy Ebsen era alérgico à tinta de alumínio que o personagem exigia e acabou substituído por Jack Haley.
TUBARÃO
O clássico de Steven Spielberg é um caso raro em que as dificuldades acabaram ajudando o filme. Diante dos problemas técnicos envolvendo um tubarão mecânico, o cineasta se viu obrigado a usar o mínimo possível do “animal”. Até hoje, a utilização discreta do tubarão é considerada um marco em termos de linguagem cinematográfica e da construção de um clima de suspense e tensão.
Nos anos 70, filmar no mar era uma dificuldade ainda maior do que nos dias de hoje. O que inicialmente seriam 55 dias de gravações, acabaram sendo 159 dias, o que desgastou os atores e a equipe técnica. Spielberg também mais que dobrou seu orçamento inicial de US$ 4 milhões.
É claro que ninguém na Universal teve a coragem de reclamar dos custos, afinal o filme faturou US$ 470 milhões nos cinemas mundiais, sendo considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história.
FITZCARRALDO
Outro exemplo clássico de bastidores caóticos e de um diretor megalomaníaco. Buscando uma autenticidade, o cultuado Werner Herzog fez questão de rodar seu filme em plena floresta Amazônica, no Peru, o que resultou em inúmeros problemas. O principal deles envolveu o protagonista Jason Robards, que ficou doente após seis semanas de filmagens, quando 40% do longa já havia sido rodado. Ele foi substituído por Klaus Kinski. Uma companhia de seguro pagou os custos da produção até ali, mas a necessidade de começar tudo do zero fez com que Mick Jagger deixasse o projeto.
A partir daí, outros problemas começaram. Um membro da equipe foi picado por uma cobra venenosa. Sem estrutura para socorro, acabou tendo sua perna amputada para sobreviver. Herzog e Kinski brigavam constantemente. E o diretor chegou a revelar que bolava planos para assassinar seu ator. Além disso, a produção foi expulsa por uma tribo indígena da região em que filmava no Peru. Os índios também tiveram problema com os abusos do cineasta, até que não aguentaram mais e colocaram fogo no campo da produção.
Herzog levou mais de um ano para encontrar um novo local de filmagem, agora no Brasil. Alguns destes problemas nos bastidores estão presentes no documentário O Peso dos Sonhos.
O terceiro Alien é um dos capítulo mais questionáveis da franquia. E não ajudou o fato de ter seguido dois ótimos filmes: Alien, o Oitavo Passageiro e Aliens – O Resgate. Mas a falta de qualidade também está relacionada com os vários problemas de bastidores.
Uma das principais razões para o caos envolvendo o longa foi o fato da Fox ter contratado um diretor iniciante, mas não ter dado autonomia para realizar o filme que queria. O diretor em questão é ninguém menos que David Fincher, que viria a realizar obras memoráveis como Seven, Clube da Luta e Garota Exemplar. Então com 28 anos, o cineasta bateu de frente com os executivos do estúdio e lidou com interferências constantes no roteiro, que foi reescrito em meio às gravações.
Sem direito ao corte final, Fincher viu seu filme ser montado por executivos à sua revelia. “Ninguém odeia esse filmes mais do que eu”, chegou a dizer o diretor.
Dizer que Melanie Martinez é uma cantora convencional é cair em uma gigantesca falácia: a artista de apenas 24 anos ganhou fama depois de participar da terceira temporada do reality show‘The Voice’, logo depois lançando seu primeiro e alternativo álbum de estreia intitulado ‘Cry Baby’ (2015). É inegável comentar sobre a qualidade de seu début e, cinco anos depois, Martinez retorna para os holofotes com o lançamento de mais uma interessante produção chamada ‘K-12’ – e isso não é tudo: acompanhando a obra de treze faixas, ela também aproveitou para dirigir e produzir um bizarro longa-metragem de pouco mais de noventa minutos na qual nos convida para uma distorcida viagem num colégio saído de qualquer filme de terror adolescente que você consiga pensar.
Por enquanto, irei me ater apenas à análise musical; é claro que, seguindo os passos de ‘Lemonade’, de Beyoncé, a construção em si deve ser acompanhada da peça fílmica, mas estamos lidando aqui com uma investida redundante demais para ser analisada em conjunto, ainda mais porque Melanie se apropria de uma tradução literal de suas composições para delinear uma cronológica e obscura história. Com exceção dos belos visuais (que também não representam nenhuma novidade imagética, visto que drenam inspiração de Wes Anderson ou qualquer outro diretor apaixonado por tons pastéis), o longa não precisaria existir – e pior, acaba tirando o brilho erguido com tanto esmero pelas tracks.
No geral, ‘K-12’ é um obscuro musical de amadurecimento que se vale de elementos fantásticos e uma mitologia própria para alcançar aquilo a que se propõe. E não é surpresa, pois, que a artista também recupere alguns elementos propositalmente dissonantes de sua obra anterior para delinear essa jornada colegial, colocando-a em um caótico cenário escolar de onde tenta fugir ao lado de suas amigas. Logo, é mais que óbvio encarar cada canção como a abertura de um ato diferente, iniciando com a imortalizada lullaby“Wheels on the Bus”, que imediatamente nos rememora aos tempos de uma infância que não irá mais voltar. Entretanto, os melódicos e pueris tons se transformam numa coerente entrega pop-trap cuja letra desconstrói ao extremo o que poderíamos esperar.
A obra se rende a uma performance teatral quase burlesca, optando por declamações interiores bem familiares à discografia da cantora. Mais uma vez, Martinez busca inovar a si mesma, inovar suas produções e até mesmo suas extensões vocais – e consegue fazer isso quando nos deparamos com o escopo geral. Em cada uma das tracks, é visível sua preocupação em transformá-las em poemas cantados que carregam um significado muito maior e mais autônomo do que parecem – seja com a brutal “Class Fight” ou com a minimalista “Show & Tell”, que certamente é um dos pontos altos da iteração.
Eventualmente, a sonoridade indie (também característica de suas produções e até mesmo de seus covers de início de carreira) torna-se repetitiva o bastante para deixar a fluidez construtiva tangenciar uma eterna monotonia. É claro que as catárticas reviravoltas continuam a existir, ainda que reflitam uma necessidade de Melanie em deixar sua satírica preferência artística explícita até para os ouvintes mais céticos – coisa que acontece, por exemplo, em “Drama Club”; nem mesmo os contraditórios versos como “todo mundo é tão fraco, todo mundo é tão sensível” exploram a potência prometida, esbarrando em convencionalismos que se estendem até a assomada conclusão. As coisas parecem piorar consideravelmente com a chegada da infantilizada “Lunchbox Friends”, que falha em quase todos os aspectos e mergulha numa desnecessária e inexplicável distorção vocal – sem explicação até mesmo em sua sequência visual.
Martinez recupera o fôlego e retorna à sua forma impecável com “Detention”, mostrando mais uma vez sua afeição pelo minimalismo instrumental e pela sensualidade estética – ela se recusa a reprimir a adoração que sente pelo seu corpo em basicamente todas as produções, imprimindo críticas bem-vindas e inteligentes nos versos. A faixa em questão premedita a deliciosa balada desconstruída “High School Sweethearts”, que se reverencia a um psych-pop ressonante que se expande gradativamente no refrão apenas para recuar nas outras estrofes. E, como já era de se esperar, a epopeia tour-de-force se conclui num cíclico retorno da heroína às suas origens, trazendo à vida a onírica “Recess”, fechando as cortinas de seu complexo e melancólico desabafo.
Quanto ao filme que acompanha o álbum, é necessário dizer que a produção toma forma numa mixórdia genérica de tantas outras investidas hollywoodianas que brotam em nossa memória – como supracitado, muito correspondentes à perspectiva simétrica e pastel de Anderson (o próprio cenário parece ter sido extraído de ‘O Grande Hotel Budapeste’). Felizmente, isso adiciona certo respaldo arquitetônico à teatralidade promovida por Melanie, mas peca ao trazer coreografias lineares e composições cênicas formulaicas demais para representarem qualquer coisa. Na verdade, o “conceito” buscado pela artista e também diretora nunca ganha forma e se vale mais pelas risíveis atuações do que por outro aspecto.
‘K-12’ é difícil de ser digerido e tem grandes chances de estacionar em dois âmbitos extremos: amor ou ódio. Amor principalmente pela capacidade criativa de Melanie Martinez não ficar restrita a uma só linha de pensamento; ódio pela frustração que pode causar até mesmo em seus fãs. Afinal, mesmo suas apaixonantes particularidades não são o bastante para nos desviar de deslizes amadores – ainda mais levando em conta o gritante hibridismo artístico-musical do qual se dispõe. Contudo, o resultado final é aprazível o suficiente (para o bem ou para o mal).
Segundo o Deadline, Coby Bell (‘The Gifted’) foi elencado no reboot de ‘Walker, Texas Ranger’. Ele dará vida ao Capitão Larry James, um guarda texano e um dos pioneiros da divisão ranger.
Além de protagonizar, Padalecki também será o produtor executivo ao lado de Lindsey Liberstore e Dan Spilo.
O roteiro fica por conta de Anna Fricke.
Assim como na trama original, a série acompanha Cordell Walker, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.
Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.
Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
‘Walker, Texas Ranger’ foi estrelada por Chuck Norrise suas oito temporadas foram exibidas entre 1993 e 2001.
O serviço de streamingQuibi divulgou hoje (24) o trailer oficial de ‘The Fugitive’, remake seriado do clássico filme estrelado por Harrison Ford em 1993.
Confira:
A série é dirigida por Stephen Hopkins.
Kiefer Sutherland e Boyd Holbrook estrelam nesse novo thriller criminal do criador de ‘The Most Dangerous Game’ e do co-produtor executivo de ‘Prison Break’, em que um homem inocente em fuga, desesperado para limpar seu nome, é caçado por um policial de Los Angeles que não vai descansar enquanto não capturá-lo.
A página oficial da série ‘The Orville’ anunciou hoje (05) que as gravações da 3ª temporada finalmente voltaram à ativa depois de entrar em hiato em virtude da pandemia do COVID-19.
Ainda não se sabe quando os novos episódios estreiam, mas sabe-se que eles serão lançado pelo Hulu.
Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série se passa 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo.
A HBO Max anunciou recentemente que a 3ª temporada de ‘Patrulha do Destino’ contratou cinco novos membros ao elenco.
Os próximos episódios trarão Micah Joe Parker (‘The Vampire Diaries’) como Malcolm; Wynn Everett (‘Agent Carter’) como Shelley Byron/A Neblina; Miles Mussenden (‘The Walking Dead’) como Lloyd Jefferson/Frenzy; Anita Kalathara (‘MacGyver’) como Holly McKenzie/Sonâmbula; e Gina Hiraizum como Sachiko/The Quiz.
Confira as descrições oficiais dos personagens abaixo:
Malcolm é descrito como uma “quieta, sensível e pensativa alma que, muitas vezes, prefere ficar invisível em vez de enfrentar um mundo cruel”.
A Neblina é “uma terrorista mortal; Shelley é charmosa, sedutora, poética e um pouco louca”.
Frenzy, “um escultor de máscaras bizarras que é coberto de tatuagens e cicatrizes – memórias e injustiças que imortalizaram sua vida -, é críptico e estoico com a capacidade de extrema devastação”.
Sonâmcula “tem o coração mole e sabe onde se encontram as melhores festas. Depois de uma noite louca, ela normalmente tira uma longa soneca em seu caminhão de sorvete onde trabalha e, caso acordada, trará caos à sua vida”.
Quiz é “uma enigmática germafóbica cujas fobias mascaram seus incríveis poderes”.
Para aqueles que não os conhecem, os personagem são uma dupla de mortos-vivos que basicamente funcionam como detetives adolescentes fantasmas, investigando os mistérios dos vivos. Eles foram criados pelo lendário romancista e quadrinista Neil Gaiman com os artistas Matt Wagner e Malcolm Jones, aparecendo, pela primeira vez, em The Sandman #25.
Os novos episódios devem estrear no final de 2021.
“Nós estamos animados e gratos pela oportunidade de retornar para mais uma temporada,”afirmou o produtor executivo Jeremy Carver.“Estamos especialmente gratos aos nossos parceiros da Berlanti Productions, Warner Bros. Television, DC Universe e, claro, a HBO Max.”
No Brasil, a série é exibida pela HBO.
Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.
Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.
As informações indicam que Ali irá substituir Denzel Washington no papel de Clay, esposo de Amanda que, por sua vez, será vivida pela icônica Julia Roberts.
O longa é baseado no livro homônimo assinado por Rumaan Alam, que foi lançado em outubro do ano passado.
Sam Esmail, criador da série ‘Mr. Robot‘, será responsável pela direção.
A trama segue um casal enquanto eles vão até um canto isolado de uma ilha para passar férias com seus filhos adolescentes. Quando os donos da casa alugada retornam em pânico, alegando que um apagão aconteceu na cidade, o casal não tem certeza sobre o que acreditar. Sem sinal de internet ou telefone, as duas famílias são forçadas a viverem em uma situação tensa.
Novas informações sobre o projeto devem ser divulgadas em breve.
‘Inventando Anna’ (‘Inventing Anna’) é a mais nova produção realizada com a parceria entre Shonda Rhimes e a Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores revelando detalhes sobre a série.
O featurette apresenta a personagem Anna Delvey (Anna Chlumsky), socialite que se tornou uma das maiores golpistas da alta sociedade de Nova York.
Confira, junto ao trailer completo:
A produção será lançada na plataforma no dia 11 de fevereiro de 2022.
Uma jornalista investiga o caso de Anna Delvey, a lendária herdeira que roubou os corações – e o dinheiro – da elite social de Nova Iorque.
A STARZ anunciou recentemente que dois novos atores foram escalados para a 7ª temporada do adorado drama fantástico de época ‘Outlander’ (via Collider).
As informações indicam que Izzy Meikle-Small (‘Branca de Neve e o Caçador’) e Joey Phillips (‘Billy Elliot’) farão parte do elenco como os irmãos Rachel Hunter e Dr. Denzell Hunter.
As filmagens começaram em abril, na Escócia.
A dupla se junta ao previamente confirmado Charles Vandervaart (‘Perdido no Espaço’), que será William Ransom, o filho secreto de Jamie.
Vale lembrar que, na terceira temporada, Jamie teve um filho com a Geneva Dunsany. A criança foi criada pelo Lorde John, que se tornou seu padrasto após a morte de sua mãe. William chegou a aparecer na série na 4ª temporada, enquanto ainda era criança, quando o Lorde John levou seu filho para visitar Jamie e Claire.
Confira a primeira imagem do ator na produção:
Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.
O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.
‘Virgin River’ é uma das séries mais adoradas da Netflix e, recentemente, a plataforma de streaming revelou que as gravações da 5ª temporada já terminaram (via Collider).
As boas novas foram reveladas através do Instagram, junto a um vídeo de bastidores que traz o elenco dançando ao som de “We Are Family”, do grupo Sister Sledge.
A quinta temporada ainda não tem data de estreia confirmada.
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
A aclamada série de fantasia distópica ‘Sweet Tooth‘, baseada nos quadrinhos da DC, foi oficialmente renovada para a 3ª e última temporada pela Netflix.
O ciclo de encerramento ainda não tem previsão de estreia.
Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Na 2ª temporada, Gus e seus companheiros híbridos são mantidos em cativeiro pelos Últimos Homens a fim de descobrirem a cura para o Flagelo. Para salvar os amigos, Gus deve encontrar novas forças ao passo em que ele descobre as origens do Grande Esfacelamento.
A trama é ambientada num mundo habitado por híbridos de humanos e animais, e giram em torno de Gus, um híbrido entre homem e veado, que deixa sua casa e encontra um mundo devastado por um evento cataclismático. Ele se junta a uma gangue de híbridos e humanos que buscam respostas sobre o acontecimento e acaba descobrindo uma enorme conspiração que o força a questionar sua própria existência.
‘Drag Race Brasil‘, novo spin-off do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘, já está disponível no catálogo da Paramount+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional mostrando o divertido Jogo das Imitações da 1ª temporada.
Através do Twitter, a página oficial de ‘Echoes’, série derivada de ‘Orphan Black‘, divulgou os créditos de abertura do spin-off – que tem estreia marcada para o dia 23 de junho na BBC America.
A atração é estrelada por Krysten Ritter (‘Jessica Jones’) e, por enquanto, ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Ritter dá vida à Lucy, uma moça com passado enigmático que também tenta encontrar seu lugar no mundo. Assim como a original, a nova série também explora os impactos da modificação genética.
Keeley Hawes (‘Spooks’), Amanda Fix (‘Kung Fu’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’) também fazem parte do elenco.
Hawes interpreta uma perceptiva e sensível cientista que se vê lidando com o próprio código moral quando as circunstâncias a levam a fazer uma escolha impensável.
Fix encarna Jules, filha recém-adotada de uma família rica. Descrita como uma adolescente de personalidade forte tentando encontrar seu lugar no mundo, ela também é um pouco durona e imprudente, mas muito inteligente.
Jogia, por sua vez, dá vida a Jack, um ex-médico do exército de fala mansa e pai solteiro que dedica sua vida a criar a filha, e sua vida ganha uma reviravolta quando descobre que a mulher que ama tem um segredo inimaginável.
A história da derivada ocorre após os eventos da produção original e chega para streaming em 2023, pelo AMC+.
‘Feios’, adaptação da famosa saga sci-fi jovem-adulta que é estrelada por Joey King, chega este mês ao catálogo da Netflix.
A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 13 de setembro.
Na trama, um um mundo futurista que impõe cirurgias plásticas aos 16 anos, Tally está ansiosa para passar pelo processo e juntar-se ao resto da sociedade. Até que uma amiga foge, e Tally embarca em uma jornada para salvá-la, subvertendo tudo o que ela pensava que queria.
A 2ª temporada de ‘Goosebumps‘, série baseada nos aclamados romances escritos por R.L. Stine, já chegou ao catálogo do Disney+.
Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com as atrizes Ana Ortiz e Francesca Noel, que integram o elenco protagonista da obra, e que contaram para nós como se apaixonaram pela icônica saga literária assinada por R.L. Stine.
Na nova temporada, irmãos adolescentes descobrem uma ameaça dentro de casa, desencadeando uma cadeia de eventos que desvendam um profundo mistério. Conforme eles mergulham no desconhecido, a dupla se vê enredada na história de cinco adolescentes que misteriosamente desapareceram em 1994.
O elenco do novo ciclo conta com Elijah Cooper (‘That Girl Lay Lay’), Francesca Noel (‘Quando Você Chegou’), Galilea La Salvia (‘Talia in the Kitchen’), Jayden Bartels (‘Side Hustle – Uma Tarefa Complicada’),Sam McCarthy (‘Disque Amiga para Matar’), Arjun Athlaye (‘Are You Afraid of the Dark?’), Eloise Payet (‘The End of the Party’), Christopher Paul Richards (‘The Kids Are Alright’), Kyra Tantao (‘Zombies 3’), Stony Blyden (‘American Born Chinese’) e Sakina Jaffrey (‘Billions’).
Lembrando que o grupo se junta a David Schwimmer, o famoso Ross de ‘Friends‘, que dará vida a Anthony, um pai divorciado que passa o verão com seus filhos.
A série do Disney+ é comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman são os roteiristas e produtores executivos.
A Netflix escalou dez novos membros ao elenco de ‘The Altruists‘, minissérie dramática inspirada na ascensão e queda de Sam Bankman-Fried e Caroline Ellison, figuras centrais do colapso da exchange FTX — um dos maiores escândalos financeiros da última década.
Segundo o Deadline, Eugene Young (‘Veep’), Madison Hu (‘Irmãos Sun’), Karan Soni (‘Deadpool’), Matt Rife, Alex Lawther (‘Andor’) e Naomi Okada foram escalados em caráter regular para o projeto. Maddie Hasson (‘O Recruta’), Marianna Phung (‘Y: The Last Man’), Paul Reiser (‘Mad About You’) e Robin Weigert (‘Big Little Lies’), por sua vez, foram contratados para papéis recorrentes.
O grupo se junta a Julia Garner (‘Ozark’, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) e Anthony Boyle (‘House of Guinness’, ‘Say Nothing’), que interpretam o casal protagonista no centro da turbulência.
A série, que tem como showrunners Graham Moore (vencedor do Oscar por ‘O Jogo da Imitação’) e Jacqueline Hoyt (‘The Underground Railroad: Os Caminhos para a Liberdade’, ‘Dietland’), retratará dois jovens extremamente inteligentes, idealistas e ambiciosos que se propõem a reinventar o sistema financeiro global — e acabam envolvidos em um roubo de US$ 8 bilhões.
‘The Altruists‘ vai explorar como Bankman-Fried e Ellison, além de tentarem mudar o mundo, acabaram seduzindo, manipulando e se encorajando mutuamente a cruzar limites éticos e legais.
A direção do episódio piloto ficará a cargo deJames Ponsoldt (‘O Maravilhoso Agora’, ‘Daisy Jones & The Six’), que também assina a produção executiva. A série é uma produção do selo Higher Ground, fundado por Barack e Michelle Obama, em parceria com a Netflix, reforçando a aposta da produtora em projetos de relevância social e alto apelo dramático.
Ainda sem previsão de estreia, ‘TheAltruists‘ promete ser uma das apostas mais ambiciosas da Netflix no gênero true crime dramático. A série chega em um momento em que o público demonstra crescente interesse por histórias reais envolvendo poder, ambição e corrupção nos bastidores da tecnologia e das finanças globais.
Jeff e Johnny têm um sonho: entrar para a polícia do Rio de Janeiro. Durante um treinamento, eles recebem do comandante a missão de se infiltrar numa penitenciária para desmantelar o terrível “Bando da Onça”, que aterroriza a cidade. Disfarçados de presidiários, eles se juntam aos bandidos e fogem com eles da cadeia, para tentar desvendar o mistério que envolve a líder da quadrilha. Depois de muita confusão, o destino junta criminosos e policiais no mesmo lugar: num grande evento de moda. Ali, Jeff e Johnny vão tentar provar que podem ser respeitados agentes da lei.
Após temporadas de destaque entre Rio e São Paulo e reconhecimento da crítica especializada, o musical brasileiro ‘Donatello’ retorna ao Teatro do Núcleo Experimental a partir de 6 de junho para uma nova temporada na capital paulista.
Com realização do Ministério da Cultura e da Encanto Artístico e patrocínio da Colormix, o espetáculo escrito e protagonizado porVitor Rocha inicia um novo ciclo após conquistar duas indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital, incluindo na categoria de Roteiro Original, além de três indicações ao Prêmio FITA, entre elas Melhor Espetáculo. Rocha também foi premiado como Revelação tanto como autor quanto ator na Festa Internacional de Teatro, consolidando o trabalho como um dos destaques recentes da cena autoral do teatro musical brasileiro. Pela primeira vez desde a estreia, a montagem passa a ocupar a grade regular de finais de semana, com sessões aos sábados e domingos. Os ingressos já estão à venda pela Sympla.
A nova temporada também reforça a trajetória da Encanto Artístico dentro da cena autoral paulistana. Responsável por montagens como ‘Cargas D’Água’, ‘Bom Dia Sem Companhia’, ‘O Mágico Di Ó’ e ‘Se Essa Lua Fosse Minha’, a produtora vem consolidando um repertório marcado por musicais originais que transitam entre memória, relações humanas e identidade brasileira. Dentro desse percurso, ‘Donatello’ retorna aos palcos após reunir mais de dois mil espectadores em sessões intimistas de lotação esgotada, reafirmando a força de produções autorais que seguem encontrando novas possibilidades de circulação no teatro musical contemporâneo.
Com uma narrativa delicada e atravessada por humor, afeto e memória, ‘Donatello’ constrói uma reflexão sobre envelhecimento, relações familiares e os impactos do Alzheimer na vida cotidiana. Sem recorrer ao melodrama, o texto acompanha as marcas deixadas pelo esquecimento enquanto propõe um olhar humano sobre aquilo que permanece vivo mesmo diante da perda gradual das lembranças. Ao longo da encenação, o musical também provoca reflexões sobre a maneira automática com que muitas vezes atravessamos a vida e como pequenas experiências afetivas acabam se tornando os vínculos mais duradouros da memória.
A história acompanha Amendoim, personagem vivido por Rocha, que revisita a relação com o avô após o diagnóstico da doença. Quando percebe que, apesar de esquecer nomes e acontecimentos, o avô ainda preserva lembranças ligadas aos sabores de sorvete, o jovem transforma experiências compartilhadas em sabores capazes de atravessar o tempo. Em pouco mais de uma hora de espetáculo, infância, adolescência e vida adulta se misturam em uma narrativa lúdica e sensível, conduzindo o público por diferentes fases da trajetória de Amendoim enquanto a relação entre os dois personagens ganha novas camadas emocionais ao longo da montagem.
A interatividade também ocupa papel importante na encenação e reforça o caráter vivo da experiência proposta pelo musical. A cada sessão, palavras sugeridas pelo público minutos antes do terceiro sinal são incorporadas à narrativa, criando pequenas variações no texto e transformando a dinâmica de cada apresentação. A proposta se une à direção de Victoria Ariante, que aposta em uma encenação intimista e sensível, embalada pelas músicas originais compostas por Elton Towersey e executadas ao vivo por Felipe Sushi ao piano, criando uma atmosfera que aproxima público e personagens de maneira delicada e afetiva.
Com direção de produção de Luiza Porto, preparação de elenco de Letícia Helena, design de luz de Wagner Pinto, design de som de Paulo Altafim, através da ÁUDIO S.A, e cenotecnia de Batata Rodriguez, ‘Donatello’ segue ampliando sua trajetória dentro da nova geração de musicais brasileiros autorais que vêm encontrando no teatro intimista um caminho potente para aproximar público, memória e emoção.
Quem gosta de cinema sabe muito bem que os títulos das produções são uma parte essencial do marketing para atrair o público, principalmente nos filmes de ação.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o roteirista Derek Kolstad revelou que a franquia ‘John Wick‘ teria um título completamente diferente, e a versão oficial foi sugestão do próprio Keanu Reeves.
“John Wick seria apenas o nome do protagonista da franquia ‘Scorn‘ (desprezo, em tradução livre). Mas Keanu [Reeves] se referia ao filme como John Wick, sempre que ele divulgava entre os amigos, ele dizia que ‘John Wick‘ seria incrível… Depois de algum tempo, a equipe de marketing me disse: ‘Cara, Keanu está fazendo propaganda gratuita e isso pode economizar milhões de dólares, as pessoas já estão falando de ‘John Wick‘. A partir daí, eu não conseguia mais pensar no filme com o título anterior.”
Felizmente, Reeves ajudou a impulsionar os filmes, já que o título acabou se tornando uma referência na cultura pop.
Questionado sobre o título do 4º filme, Kolstad fez mistério ao dizer:
“Sinceramente, nem lembro de quem foi a ideia do 2º. ‘Parabellum‘ foi ideia do [diretor] Chad [Stahelski] e eu adorei, mas não faço ideia do subtítulo do próximo.”
Lembrando que a sequência está agendada para maio de 2022.
Enquanto isso, a franquia vai ganhar uma série derivada chamada ‘O Continental‘.
Na trama dos filmes, O Continental é um famoso hotel que serve como refúgio para os assassinos enquanto se preparam para suas missões ou aproveitam um momento de tranquilidade.
Durante uma entrevista para o Fandom, Chad Stahelski, criador da franquia, revelou alguns detalhes sobre a produção, que será exibida no canal Starz.
“Estamos trabalhando com um ponto de vista mais amplo que o dos filmes [do ‘John Wick’]. Estamos apostando em perspectivas apresentadas a partir de diferentes personagens sobre esse mundo [criado na franquia]. Em ‘John Wick‘, seguimos um período de tempo de uma semana na vida de um homem. Na série, iremos explorar a fundo tudo o que a franquia tem a oferecer, desde os segredos mais obscuros dos assassinos até a origem de alguns personagens mostrados nos filmes. O público vai perceber que John Wick é apenas uma pequena parcela deste universo.”
Além de produzir, Stahelski será o diretor do episódio piloto, previsto para 2021.
E o mais legal é que o roteiro do piloto será escrito por Kolstad, Keanu Reeves, e David Leitch (co-diretor de ‘John Wick’ e ‘Deadpool 2‘).
O restante do roteiro já está sendo escrito por Chris Collins (‘Sons of Anarchy‘, ‘O Homem do Castelo Alto‘), que também assume a função de showrunner.
Enquanto isso, vale lembrar que o último filme da franquia foi ‘John Wick – Capítulo 3: Parabellum’.
Lançada em 2019, a sequência arrecadou US$ 326,7 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de US$ 75 milhões.
Finalmente foi lançado o trailer do aguardado reboot de ‘Mortal Kombat‘, e parece que o longa está deixando de boca aberta os fãs da franquia de games.
Além de muita ação, pancadaria e referências aos jogos, o vídeo mostra que os personagens foram adaptados de forma bastante fiel ao material original.
Nas redes sociais, diversos internautas estão elogiando a produção e afirmando que a espera pelo trailer valeu a pena.
Inclusive, alguns já arriscaram dizer que o novo filme pode ser a adaptação definitiva do universo criado para o Nintendo em 1992.
Lembrando que a estreia acontece em 15 de abril nos cinemas nacionais!
Assista ao trailer:
Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.
O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?
O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).
O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.
Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.
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