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‘Quantico’ e ‘Designated Survivor’ são canceladas pela ABC

Apesar de ter recebido uma renovação surpresa no ano passado, parece que a série ‘Quantico‘ não teve tanta sorte desta vez. A ABC oficializou o cancelamento da veterana depois de três temporadas.

Com apenas 3 episódios exibidos dos 13 encomendados para a 3ª temporada, ainda não se sabe se a trama terá um desfecho apropriado, ou terminará com ganchos abertos. O terceiro ano registrou uma média de 0.5 na demo, abaixo 26% em comparação com o ano anterior.

Por sua vez, ‘Designated Survivor‘, estrelada por Kiefer Sutherland, não conseguiu sobreviver mesmo com o acordo internacional com a Netflix. Com média de 0.7 na demo, o último episódio da série irá ao ar no dia 16 de maio.

Mulher volta a ser adolescente no trailer da comédia ‘Little’; Assista!

A Universal Pictures divulgou o trailer da comédia ‘Little‘.

Confira:

Escrito e dirigido por Tina Gordon Chism, roteirista do remake ‘Do Que os Homens Gostam‘.

Uma mulher tem a chance de reviver sua juventude, uma época em que vivia desprovida de preocupações, quando as pressões da vida adulta se tornam insuportáveis.

O elenco conta com Issa Rae, Marsai Martin, Regina Hall, Justin Hartley, Tone Bell, Caleb Emery e JD McCrary.

O longa estreia nos cinemas americanos no dia 12 de abril.

‘Carcereiros’: Filme baseado na série ganha trailer; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer do filme ‘Carcereiros‘.

Confira:

Dirigido por José Eduardo Belmonte, o longa é inspirado no livro homônimo de Drauzio Varella.

Adriano (Lombardi) é um carcereiro íntegro e avesso à violência, ele tenta garantir a tranquilidade no presídio, mesmo sofrendo com grandes dilemas familiares. A chegada de Abdel (Dadour), um perigoso terrorista internacional, aumenta ainda mais a tensão no presídio, que já vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas. Agora, Adriano terá que enfrentar uma rebelião além de controlar todos os passos de Abdel.

O elenco conta com Rodrigo Lombardi, Kaysar Dadour, Jackson AntunesBianca Müller.

O longa será lançado nos cinemas no dia 28 de novembro.

‘Logan’: Diretor fala sobre audácia da FOX em deixar Charles matar os X-Men

Através do seu Twitter, o diretor James Mangold afirmou que não esperava que a FOX fosse permitir que ele introduzisse o passado trágico do Professor Charles Xavier na trama de ‘Logan‘.

Para quem não lembra, o enredo apresenta um professor Xavier bem mais velho, sendo cuidado pelo Logan, após ele ter matado acidentalmente vários X-Men em um ataque de demência.

“Eu nunca pensei que teria a chance de desenvolver a ideia sobre o Charles acidentalmente ter matado os X-Men ao sofrer um ataque de demência, mas eu sentia que era necessário ter uma tragédia profunda por trás dos personagens. Sou muito grato pela coragem da FOX e o apoio dos espectadores,” afirma o cineasta.

Logan (2017) tornou-se a primeira adaptação de um filme de herói indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.

Dirigido por Mangold, ‘Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Assista à nossa crítica:

Danielle Harris é caçada por serial killer no trailer do terror ‘Skin Collector’; Assista!

O terror ‘Skin Collector‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Julian Richards.

Um assassino em série desenvolve uma obsessão doentia com sua única vítima a sobreviver ao seu ataque. Quando o psicopata invade a defesa da polícia para capturar seu alvo, a sobrevivente deve recorrer a todos os seus recursos para sobreviver.

O elenco conta com John Jarratt (‘Wolf Creek’), Danielle Harris (‘Halloween’), Casper Van Dien (‘Tropas Estelares’) e Rae Dawn Chong (‘Comando Para Matar’).

O terror será lançado em DVD e VOD no dia 15 de fevereiro.

‘A Queda da Casa de Usher’: Adaptação da Netflix será extremamente SANGRENTA, revela Mike Flanagan

Em entrevista ao The Boo Crew Podcast, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) revelou que a adaptação de ‘A Queda da Casa de Usher‘ (The Fall of the House of Usher), baseada em diversos trabalhos do lendário romancista estadunidense Edgar Allan Poe, será extremamente sangrenta.

“Muitas das minhas produções têm um ritmo lento, mas ‘A Queda da Casa de Usher’ será como uma explosão. Será uma série agressiva, exagerada, violenta, insana e diferente de tudo o que eu já fiz. Nós queremos litros de sangue escorrendo pela tela desde o começo. Esse é o novo objetivo. É a nossa chance de criar algo insano. Todo o catálogo do Edgar Allan Poe está em domínio público. Podemos escolher o que quisermos e criar nossa própria visão. Será uma jornada intensa depois de cinco anos muito emocionais. Será muito divertido.”

Ele completa, “Nós começaremos a filmar em janeiro. Eles irão anunciar o elenco em breve. O elenco é incrível.”

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Flanagan entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e pelo vindouro The Midnight Club.

A Queda da Casa de Usher ainda não tem previsão de lançamento.

‘1932’: Série derivada de ‘Yellowstone’ ganha novo título oficial

De acordo com o TVLine, a nova série derivada de ‘Yellowstone‘, inicialmente intitulada ‘1932‘, será ambientada quase uma década antes do previsto. A produção teve o seu título alterado e, agora, será oficialmente intitulada ‘1923‘.

A Paramount+ declarou que a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas do novo spin-off.

A nova série irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

1923‘ tem estreia prevista para dezembro de 2022.

Destinos Opostos

 

Elenco:

Breno de Filippo
Priscila Sol
Danilo Sacramento

 

Direção: Walther Neto

Gênero: Ação

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 03 de Agosto de 2023

Sinopse: 

A trama segue o destino de Tony, um homem movido pelo desejo de conquistas, que esconde as memórias de um passado conturbado. Tony é um profissional bem-sucedido que busca ser o maior piloto do rally dos sertões, mas que ao mesmo tempo não consegue criar laços, amar e encontrar o seu lugar. Contudo, o destino reserva surpresas que irão mudar o seu futuro! O reencontro com o passado, uma nova paixão, destinos opostos à sua frente. Tony deve seguir com as tradições pantaneiras ou vender a fazenda? Essa decisão irá mudar o seu futuro e mostrar finalmente onde é o seu lugar.

Crítica: 

Crítica | Destinos Opostos – Quando o Novelão Pantaneiro Entra nos Cinemas

 

Curiosidades: 

» Erik de Castro , de ‘Cano Serrado‘ e ‘A Divisão‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Fãs estão REVOLTADOS com o esnobe de Margot Robbie e Greta Gerwig no Oscar 2024; Confira as reações!

Após o anúncio oficial dos indicados ao Oscar 2024, muitas pessoas criticaram a ausência da Margot Robbie e da Greta Gerwig entre as nomeações para Melhor Atriz e Melhor Direção, respectivamente.

A premiação ainda causou polêmica por indicar Ryan Gosling em Melhor Ator Coadjuvante – uma decisão que os espectadores sentem que espelha a mensagem da própria trama do live-action.

Ao total, a produção conquistou oito indicações – incluindo Melhor Filme Melhor Atriz Coadjuvante para American Ferrera.

Obviamente, os fãs ficaram revoltados por Margot Robbie e da Greta Gerwig terem sido esnobadas pela Academia. Confira as reações:

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘Poker Face’: Cynthia Erivo e três novos atores são confirmados na 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Cynthia Erivo, do vindouro live-action de ‘Wicked‘, foi confirmada no elenco da 2ª temporada de ‘Poker Face‘.

O site também anunciou a participação de John Mulaney (‘Saturday Night Live’), Ego Nwodim (‘Jogos de Amor’) e Sam Richardson (‘Ted Lasso’) no próximo ciclo.

Eles se juntam aos atores Giancarlo Esposito (‘Better Call Saul’), Katie Holmes (‘Ray Donovan’), Gaby Hoffmann (‘Eric’), Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Kathrine Narducci (‘Euphoria’), Ben Marshall (‘O Tesouro da Montanha Nebulosa’), Kevin Corrigan (‘Narcos: Mexico’) e Sherry Cola (‘Shortcomings’).

Por enquanto, não foram revelados detalhes sobre seus personagens, mas eles participarão do seriado apenas em caráter convidado.

Charlie (Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O elenco ainda conta com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne entra como produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman são os showrunners.

‘Superman’ arrecada US$ 22.5 milhões e se torna a MAIOR pré-estreia do ano nos EUA

De acordo com o Deadline, o aguardado ‘Superman‘ arrecadou impressionantes US$ 22.5 milhões em sua pré-estreia nos EUA.

Para termos de comparação, os números representam não apenas a maior pré-estreia do ano e da carreira do James Gunn, como também supera a pré-estreia de sucessos como ‘Barbie‘ (US$22.3M; abertura de US$162M) e ‘Batman‘ (US$21.6M; abertura de US$134M).

A expectativa é que o longa encerre seu primeiro final de semana no território norte-americano com uma arrecadação em torno de US$ 140-150 milhões.

Vale destacar que o filme tem sido extremamente bem-recebido pelo público, alcançando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, 78% dos espectadores “definitivamente recomendam” a produção no PostTrak – uma média impressionante.

Superman’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Novo trailer de ‘Dolly – A Boneca Maldita’ promete TERROR estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado do terror ‘Dolly – A Boneca Maldita‘, que promete ser uma homenagem aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha dos Sádicos‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de maio.

O terror conquistou 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Apesar das críticas sobre o roteiro superficial do longa, o consenso geral elogia as cenas sangrentas, a violência e a intensa luta pela sobrevivência – destacando a estética sinistra e crua típica dos clássicos do gênero dos anos 70.

“Um slasher com um toque nostálgico, repleto de clichês familiares e cenas sangrentas. É difícil não se divertir com essa bizarrice à moda antiga.” (ComicBook)

“Apesar de sua força sobre-humana questionável, Dolly ainda causa uma baita impressão. E que impressão. Ela foi criada especificamente para provocar pesadelos perturbadores. E acredito que ela conseguiu.” (Upcoming Horror Movies)

“Apesar de todo o barulho e das cenas sangrentas, o filme não carrega nenhum peso emocional. Eu nunca me importei de verdade com quem sobrevivesse aos horrores do longa.” (Geek Vibes Nation)

“Transformar um curta-metragem em um filme certamente não é uma tarefa fácil, mas até que [os roteiristas] Rod Blackhurst e Brandon Weavil conseguem alguns resultados interessantes com o material mais extenso.” (Screen Rant)

“Com uma duração concisa, atuações sólidas e cenas de violência gráfica grotescas, este filme de terror de baixo orçamento pode pecar na história, mas compensa com carnificina desenfreada e muito entretenimento.” (Movie Marker)

“Este filme é tão sem vida quanto uma boneca de verdade (mesmo com uma abundância de sangue e tripas).” (Flickering Myth)

“O diretor de fotografia Justin Derry consegue um visual típico dos anos 70 com a filmagem em 16mm, e o trailer de ‘Dolly’ explora bastante a influência de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, mas [o diretor Rob] Blackhurst oferece somente violência em vez de sustos, em um filme que é apenas desagradável. Nem mesmo as bonecas são assustadoras.” (Reeling Reviews)

Na trama, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.

Rod Blackhurst (‘Caminhos de Sangue’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Brandon Weavil.

O elenco conta com Fabianne Therese (‘John Morre no Final’), Seann William Scott (‘American Pie’), Ethan Suplee (‘Duelo de Titãs’) e o lutador profissional Max the Impaler.

Dave Bautista revela qual cena de ‘Guardiões 2’ teve maior número de refilmagens

Dave Bautista teve uma pequena dificuldade durante as filmagens de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’: uma de suas cenas teve que ser regravada inúmeras vezes, justamente porque o ator não conseguia se concentrar para dizer sua fala.

Segundo o intérprete do personagem Drax, a tomada que mas passou por refilmagens seria aquela em que ele teve que falar aberta e seriamente à Mantis o quão feia ela é fisicamente.

Em uma conversa com o Cinema Blend, o ator afirmou que era difícil encarar a cena com tanta seriedade, considerando que Pom Klementieff é tão bonita:

“É engraçado porque Pom é muito bonita. Sabe, manter o rosto firme enquanto eu digo a fala é quase impossível. Há muitas refilmagens dessa cena. Mas eu acho que novamente isso é um dos atributos perversos e negros do senso de humor de James Gunn”.

[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

Oscar 2018: Artista cria estatuetas com os indicados a Melhor Filme; Confira!

O artista Olly Gibbs decidiu brincar com os indicados ao Oscar 2018 e desenvolveu uma arte conceitual que traz a estatueta com os nomeados da categoria de Melhor Filme.

Confira o belo resultado:


Na televisão paga, a TNT transmite o Oscar 2018.

 

Os Indicados e Esnobados ao Oscar 2018

O Oscar segue imprevisível em suas indicações. O grosso é o mesmo na maioria delas, mas o Oscar sempre reserva indicações que não vinham aparecendo muito, ou não haviam aparecido até então. Lembrando que você pode ler nossas previsões de indicações nas categorias principais: Melhor e diretor, melhor atriz, melhor ator e melhores coadjuvantes, clicando nos links. E confira também a lista completa dos indicados ao Oscar 2018.

Vamos analisar os indicados por categorias.

MELHOR FILME:

Na categoria principal de melhor filme, algumas cartas muito marcadas se fizeram presentes, como não poderia deixar de ser. A Forma da Água foi o filme com mais indicações nesta edição – foram 13 no total. Outro grande arrasa-quarteirão, Dunkirk, de Christopher Nolan, descolou 8 indicações. Medalhões como Me Chame Pelo Seu Nome, antes tido como favorito, e The Post – A Guerra Secreta, nova superprodução adulta de Steven Spielberg, surpreenderam, mas pela esnobada que receberam da Academia, quase passando em branco. Me Chame Pelo Seu Nome levou 4 indicações e The Post apenas duas. Levando em conta que o filme anterior e inferior de Spielberg, Ponte dos Espiões (2015), levou 6 indicações, esta esnobada é ainda mais sentida.

Corra!, suspense/terror de Jordan Peele, que vinha aparecendo nas premiações anteriores, mas ainda era grande incógnita no Oscar, mostrou uma grande quebra de paradigma para a Academia, que acolhe de volta o cinema de gênero entre os indicados – mesmo que com muito conteúdo e influência social. O filme de Peele foi indicado para 4 Oscar. Lady Bird – A Hora de Voar, outra certeza entre os indicados, terminou nomeado para 5 Oscar. Já o favorito Três Anúncios para um Crime pode estar com os dias contados de seu favoritismo. Com sete indicações ao Oscar, o filme não teve seu comandante Martin McDonagh nomeado na categoria de diretor. O que isso quer dizer, bem, nada, mas também tudo. Já tem tempo que estas duas categorias não caminham juntas – um bom exemplo disso é Argo (2012). Por outro lado, numericamente na história deste prêmio, o Oscar foi para filmes que tinham seus diretores ao menos indicados.

Mas quando o assunto são as surpresas desta categoria, nenhuma outra foi tão grande quanto as indicações de O Destino de uma Nação e Trama Fantasma. Começando pelo primeiro, filme de Joe Wright só vinha promovendo seu protagonista Gary Oldman, mas não havia sido lembrado em nenhuma premiação nesta categoria. De fato, quase ninguém acreditava na possibilidade de uma indicação para o filme. Bem, quando digo quase ninguém, é porque este que vos fala não eliminou por completo esta possibilidade. E vocês podem conferir no texto sobre os meus palpites neste link. Outra possibilidade que não eliminei foi para o filme de Paul Thomas Anderson, Trama Fantasma, que contra ele tinha o fato de ser um filme que quase ninguém viu, e pouco falado. Mas aqui estão eles, com 6 indicações cada.

Entre os esnobados, uma certa tristeza se abate por ver Eu, Tonya, um favorito pessoal, de fora da disputa pelo prêmio principal. Assim como Doentes de Amor, drama independente elogiado.

MELHOR ATRIZ:

Bem, esta categoria era uma das mais certas. E não deu outra. Nas minhas previsões, garantiam as presenças de Frances McDormand (a futura vencedora), Saoirse Ronan e Sally Hawkins. Todas entraram. Margot Robbie chegaria correndo por fora em quarto. Foi o que ocorreu. E por fim, Meryl Streep era a principal concorrente para a quinta vaga – acompanhada de perto por Judi Dench e Jessica Chastain. Entrou Meryl. Não foi dessa vez de novo Chastain!=/

MELHOR ATOR:

Meu pensamento aqui era: só Gary Oldman e Timothée Chalamet estavam confirmados. Daniel Kaluuya, James Franco, Tom Hanks, Daniel Day-Lewis e Denzel Washington corriam por fora numa dança das cadeiras para três vagas restantes. Muitos tinham certeza da inclusão de Franco na categoria. Eu tinha minhas dúvidas, tanto de Franco quanto de Kaluuya – este último terminou com sua indicação. O mesmo ocorreu com Washington, o último desta lista para a maioria, que acumula mais uma indicação, levantando um pouco a moral do filme Roman J. Israel Esq..

ATRIZ COADJUVANTE:

Mais surpresas aqui. Nada de Holly Hunter, tida como uma das favoritas na categoria bem no início dessa corrida. Hong Chau, de Pequena Grande Vida, que vinham sendo lembrados em prêmios anteriores, tampouco. Estas foram as duas maiores esnobadas. No ano da representatividade, temos duas atrizes negras indicadas nesta categoria: Octavia Spencer e Mary J. Blidge. Mas a maior surpresa foi mesmo a indicação da desconhecida Lesley Manville por Trama Fantasma – que não apareceu em nenhuma premiação anteriormente. As favoritas aqui continuam sendo Laurie Metcalf, e principalmente Allison Janney.

ATOR COADJUVANTE:

Sam Rockwell e Willem Dafoe, os favoritos, eram certos de figurarem. Rockwell deve ser o vencedor, e só não leva se uma zebra muito grande acontecer. Em terceiro lugar, Richard Jenkins (A Forma da Água) vinha aparecendo em diversos prêmios anteriores igualmente. Havia esperança de que Michael Stuhlbarg pudesse aparecer nos 45 do segundo tempo, por seu desempenho em Me Chame pelo Seu Nome, mas como não figurou em nenhuma outra premiação, ficou de fora mesmo. Woody Harrelson apareceu atrasado na festa, mas saiu descolando indicações no segundo tempo, e no Oscar repetiu o feito. Pior para Armie Hammer, o grande esnobado da categoria, que chegou a aparecer em alguns prêmios anteriores, como o Globo de Ouro.

DIRETOR:

Guillermo del Toro e Christopher Nolan eram certeza. Jordan Peele e Greta Gerwig, fortes especulações que se concretizaram. Mas a surpresa mesmo foi ver a quinta vaga ir para Paul Thomas Anderson, diretor de Trama Fantasma. Em prêmios anteriores, o longa de Anderson só figurava na categoria ator para Daniel Day-Lewis. No Oscar surgiu de forma “fantasma” e sorrateira, abocanhando nomeações de filme, atriz coadjuvante e diretor, entre outras. Martin McDonagh, diretor de Três Anúncios para um Crime, favorito para esta quinta vaga, ficou a ver navios. Assim como o segundo preferido para ocupar o espaço, o consagrado Steven Spielberg.

OUTRAS SURPRESAS:

Como não falar da indicação para Logan! Sim, um dos filmes mais elogiados de 2017, e não somente pelos fãs de quadrinhos, conquistou a honraria de uma nomeação para melhor roteiro adaptado.

Blade Runner 2049 – o melhor blockbuster do ano, despertava certo falatório de indicações, inclusive para melhor filme. Depois, seu momento foi caindo aos poucos. Mas o Oscar mostrou mais uma vez que os prêmios anteriores para ele nada significam, e indicou a belíssima ficção de Denis Villeneuve para cinco estatuetas técnicas.

ESNOBADOS:

Mulher Maravilha – uma das ausências mais sentidas, no ano da mulher no cinema, a superprodução de Patty Jenkins, protagonizada por Gal Gadot, a qual se especulava inclusive abocanhar prêmios grandes, não descolou sequer uma indicaçãozinha técnica.

Eu, Tonya – um favorito pessoal, esta biografia protagonizada pela musa Margot Robbie foi ganhando tanto momento em premiações prévias, que muitos acreditavam em sua conquista para nomeações nas categorias de filme e roteiro. Terminou apenas com as de atriz principal e coadjuvante, e montagem.

Artista do Desastre – um dos filmes mais comentados e elogiados da temporada, o longa estrelado e dirigido por James Franco pode ter sofrido backlash dos casos de assédio do ator. Franco vinha figurando em diversos prêmios, e inclusive levou o Globo de Ouro pra casa. No Oscar, porém, entrou apenas na categoria de roteiro adaptado.

Doentes de Amor – aparentemente o filme feel good do ano, esta dramática história sobre relacionamento era um dos favoritos lá atrás no início da corrida. De fato, muitos acreditavam ainda em sua nomeação para melhor filme e atriz coadjuvante. O longa terminou apenas com uma indicação de roteiro original.

A Grande JogadaJessica Chastain aos poucos vem cimentando seu lugar como a nova Amy Adams. Brincadeiras à parte, o primeiro longa dirigido por Aaron Sorkin merecia mais, no entanto, terminou com apenas uma indicação, na categoria de roteiro adaptado – justamente para o diretor.

Em Pedaços – um dos melhores filmes do ano, o drama potente e incômodo de Faith Akin vinha concorrendo cabeça a cabeça com o favorito The Square – A Arte da Discórdia. No Globo de Ouro, o filme alemão inclusive desbancou o sueco. Um favorito pessoal, me dói o coração vê-lo fora da corrida pela estatueta dourada.

Netflix planeja lançar 90 filmes por ano, com orçamentos acima de US$ 200 milhões

A Netflix está investindo cada vez mais na produção de seus conteúdos originais. E segundo o jornal The New York Times, a gigante do streaming já planeja lançar 90 filmes por ano, com orçamentos acima de US$ 200 milhões. A informação foi revelada por Scott Stuber, o presidente de Filmes Originais da empresa.

A operação do presidente consiste em fornecer 55 longas originais por ano, sendo destes alguns com orçamentos que superam a marca de US$ 200 milhões. Adicionado a isso estão novos documentários e animações – conduzidos por outras divisões -, totalizando um montante atual de 90 filmes por ano em desenvolvimento pela Netflix.

De acordo com a publicação do New York Times, em um comparativo, a Universal – um dos estúdios de Hollywood mais prolíficos – lança uma média de 30 filmes por ano, o que fortalece ainda mais a voracidade da empresa em dominar o mercado de streaming.

A produção frenética de conteúdos por parte da Netflix já tem gerado uma série de entraves com os concorrentes, como as empresas de TV a cabo, que ao longo dos anos têm sofrido bruscas quedas em seu número de usuários. Além disso, a empresa já se tornou uma pedra no sapato dos cinemas, que frequentemente contestam o fato de seus longas originais não estrearem nas telonas, mas estarem aptos a participar de festivais ao redor do mundo.

 

 

Oscar 2020: Elizabeth Banks reutiliza o mesmo vestido 16 anos depois

O Oscar 2020 foi marcado por algumas escolhas sócio ambientais diferenciadas. Muito além do discurso do Joaquin Phoenix, direcionado para os produtores de laticínios, o evento contou com a presença de atores que optaram por utilizar peças que fossem eco friendly, a fim de promover uma maior consciência ambiental.

E seguindo uma premissa semelhante, a atriz Elizabeth Banks optou por reutilizar um mesmo vestido 16 anos depois. A peça é um belo longo vermelho da marca Badgley Mischka e havia sido estreada em 2004, na festa pós-Oscar da revista Vanity Fair. Neste ano, para o mesmo evento, ela decidiu repetir o figurino, como uma forma de se posicionar em prol de escolhas mais sustentáveis.

Confira:

A atriz Jane Fonda seguiu pelo mesmo caminho, repetindo seu vestido do Festival de Cannes 2014 na premiação do Oscar 2020. A peça é de assinatura da Elie Saab Couture. Vale ressaltar que a vencedora do Oscar prometeu que não comprará mais nenhuma peça de roupa na vida.

Confira:

 

 

 

BIZARRO! Kevin Spacey deseja Feliz Natal e dedica vídeo à pessoas sofrendo com depressão; Confira!

O veterano Kevin Spacey voltou a ser notícia, com a divulgação de mais um bizarro vídeo em sua conta oficial do YouTube. Dessa vez, o famigerado ator decidiu compartilhar uma mensagem de “apoio” neste Natal, demonstrando seu suporte àqueles que possam estar sofrendo com depressão, em virtude do delicado ano de 2020.

No vídeo, Spacey ainda afirma que suas “próprias lutas” o tornam “apto para oferecer” suporte aos demais. O veterano foi ainda mais além em sua bizarra mensagem, afirmando que o aumento de suicídios o fez querer ter uma abordagem totalmente diferente neste ano.

Confira alguns trechos de sua fala e assista o vídeo na íntegra:

“De partir o coração, muitos falaram sobre como as coisas ficaram tão ruins para elas, que decidiram tirar suas próprias vidas, o que foi o bastante para me fazer ter uma abordagem completamente diferente neste ano”.

“Se você está em um lugar do qual não consegue mais permanecer em pé, se você está sofrendo, se precisa de ajuda ou se sente culpado ou envergonhado, se está com crise de identidade, se você se sente pressionado ou se você sente que não há um caminho para você, independente de qual seja a situação, eu prometo que há um caminho. Neste momento, durante as festas de fim de ano e além, mesmo que você não sinta, existem pessoas por aí que entendem e podem te ajudar, porque você não está sozinho”.


Em 2017, Kevin Spacey foi acusado de abusar sexualmente do ator Anthony Rapp quando ele tinha apenas 14 anos. Desde então, o ator foi acusado de abuso sexual por mais de 15 homens na indústria cinematográfica, muitos deles menores de idade na época do alegado incidente.

No final de 2019, uma das suas supostas vítimas, Ari Behn, cometeu suicídio. O autor e ex-esposo da Princesa Martha Louise, da Noruega, acusou o ator de tê-lo tocado de maneira imprópria durante um show.

Em um comunicado oficial, o empresário de Behn, Geir Håkonsund, lamentou a trágica perda:

“É com grande tristeza em nossos corações que nós, aqueles mais próximos de Ari Behn, relatamos que ele tirou sua própria vida hoje. Pedimos respeito a nossas vidas particulares neste momento”.

Behn foi casado com a princesa Martha Louise por 14 anos, se divorciando em 2016. O casal possui três filhas: Maud Angelica, 16, Leah Isadora, 14, e Emma Tallulah, 11.

Remake chinês de amado clássico de Denzel Washington se torna sucesso BOMBÁSTICO nos cinemas

O remake chinês do amado clássico ‘Um Ato de Coragem‘, estrelado por Denzel Washigton, se tornou um sucesso bombástico na China.

A produção, intitulada ‘Fireflies in The Sun‘, teve a sua estreia na primeira posição nos cinemas locais, faturando impressionantes US$ 54.2 milhões no fim de semana do Natal (via Variety).

Segundo a publicação, a franqueza da abordagem sociopolítica da trama original, dirigida por Nick Cassavetes, foi o aspecto que mais chamou a atenção da produtora Wanda Pictures, responsável pelo remake.

Os problemas com o próprio sistema de saúde da China aparentemente criaram um terreno fértil para que tais comentários fossem explorados por meio do cinema.

Fireflies in the Sun é descrito como “a história de Lin Rilang, um pai e marido cujo filho é diagnosticado com um coração dilatado e que acaba reunindo todos os seus esforços para arrecadar o dinheiro necessário para a cirurgia do garotinho“.

Em ‘Um Ato de Coragem‘, John Q. Archibald é um homem comum, que trabalha em uma fábrica e vive feliz com sua esposa Denise e seu filho Michael. Até que Michael fica gravemente doente, necessitando com urgência de um transplante de coração para sobreviver. Sem ter condições de pagar pela operação e com o plano de saúde de sua família não cobrindo tais gastos, John Q. se vê então numa luta contra o tempo pela sobrevivência de seu filho. Em uma atitude desesperada, ele decide tomar como refém todo o setor de emergência de um hospital, passando a discutir uma solução para o caso com um negociador da polícia e com um impaciente chefe de polícia, que deseja encerrar o caso o mais rapidamente possível.

Embora tenha sido duramente criticado na época de sua estreia, o longa lançado em 2002 e escrito por James Kearns foi abraçado pelos cinéfilos e acabou se tornando um clássico cult.

Assista ao trailer do original:

Crítica | Legion 1ª Temporada – Uma aula técnica para showrunners

Legion, criada por Noah Hawley (Fargo), conta a história de David Heller (Dan Stevens), um jovem diagnosticado com esquizofrenia que confronta a possibilidade de que as vozes e visões que possui sejam, na verdade, parte de seus poderes.

Ao ler a sinopse não é possível imaginar a quantidade de informações, perguntas e cliffhangers que a série irá trazer ao longo dos oito episódios da primeira temporada. Ao embarcar na história adaptada por Hawley, o público passa toda essa primeira etapa, juntamente a David, Syd Barrett (Rachel Keller), Dr. Melanie Bird (Jean Smart), Ptonomy Wallace (Jeremie Harris) e Cary (Bill Irwin) e Kerry Loudermilk (Amber Midthunder), a desvendar quem de fato é esse jovem conturbado.

A narrativa possui uma abordagem lenta, o que pode prejudicar na hora de prender o telespectador de frente para a TV. O defeito de Legion reside justamente no desenvolvimento do roteiro, afinal, quando se está no quarto episódio parece que ainda estamos no primeiro, numa espécie de introdução contínua sobre o que será abordado no decorrer da temporada. Um exemplo deste problema é a falta de desenvolvimento dos personagens secundários, pois somente na metade da série é quando um pouco do passado deles começa a ser desvelado.

Entretanto, é possível afirmar sem medo que a criação de Noah Hawley está apta da nota máxima no quesito técnico. Um dos pontos mais marcantes está na condução da direção dos episódios que, por diversas vezes, transmite a sensação de estar dentro da cabeça do protagonista. Imagine se você pudesse enxergar o mundo a partir da perspectiva de um esquizofrênico? Agora imagine se esse esquizofrênico descobrisse que possui poderes e vivesse uma batalha para vencer forças do mal que habitam dentro de si? É assim que é possível ver, através da lente da câmera, o mundo de Heller.

Outro ponto positivo são as cores utilizadas, desde a iluminação das cenas até as roupas dos personagens. É quase impossível não ser conquistado pela beleza das mesmas. A trilha sonora também não deixa a desejar e consegue levar o telespectador a quase ter uma taquicardia, em momentos tensos, como a se sentir tão relaxado quanto a personagem de Keller em uma determinada cena do sexto episódio.

Os atores de Legion também merecem seu lugar na lista de itens que se sobressaem na série. Dan Stevens faz um trabalho incrível ao interpretar David, em momento algum o ator perde o público. Pelo contrário, este é estimulado a querer saber cada vez mais sobre quem é ele, como uma peça de quebra-cabeças que parece nunca terminar.

Aubrey Plaza, eternizada por seu papel como April Ludgate, em Parks and Recreation, mostra o quão versátil consegue ser ao interpretar Lenny Busker, a amiga/inimiga debochada que você mais respeita. Rachel Keller, Jean Smart, Bill Irwin, Amber Midthunder, Jeremie Harris, Jemaine Clement, Mackenzie Gray, Hamish Linklater, entre outros, também entregam excelentes atuações.

David, Lenny e Syd merecem a atenção do telespectador, assim como o show técnico de como fazer uma série de TV. Contudo, é preciso melhorar, a partir da segunda temporada, a narrativa, o desenvolvimento da história e dos personagens que não se encontram em destaque. Se Noah Hawley conseguir isso, a série pode facilmente se consagrar como uma das melhores da TV no momento.

‘Capitã Marvel’: Primeiro vídeo do set mostra Carol Danvers usando seus poderes

Foram divulgadas as primeiras imagens de Brie Larson com o uniforme da ‘Capitã Marvel’ no set de filmagens, junto com um vídeo, em baixa qualidade, mostrando os poderes de Carol Danvers. Assista:

Embora o design geral da roupa se assemelhe ao dos quadrinhos da personagem, as cores estão bem diferentes. Durante a Comic-Con San Diego, o traje apresentado trazia as cores vermelho e azul mais fieis às HQs. Tudo leva a crer que esta seja uma possível cena pós-créditos de Guerra Infinita ou Homem-Formiga e Vespa’.

Confira:

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, DeWanda Wise e Ben Mendelsohn. O roteiro fica por conta de Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider: A Origem’) e a direção é da dupla Anna Boden e Ryan Fleck.

O lançamento é previsto para 28 de Fevereiro de 2019 no Brasil.

Bruxa assombra casa no primeiro pôster do terror ‘A Bruxa Na Janela’

O terror ‘A Bruxa Na Janela’ (‘The Witch in the Window‘) ganhou seu primeiro pôster e trailer.

Confira:

O filme é dirigido e roteirizado por Andy Mitton, e estreará no próximo mês no Fantasia Film Festival in Montreal.

“A trama gira em torno de um pai separado, Simon, e seu filho de doze anos, Finn, que se dirigem a Vermont para consertar uma antiga casa de fazenda, e acabam encontrando o espírito malicioso do proprietário anterior, uma mulher infame e cruel chamada Lydia. Com cada reparo que Simon faz, ele também está tornando seu espírito mais forte… até que um encontro aterrorizante o deixa duvidando se ele pode proteger seu filho do mal que está entrando em suas cabeças e corações.”

Alex DraperArija Bareikis Charlie Tacker estrelam. O terror tem previsão de estreia para Agosto nos EUA.

Crítica ‘Loki’ | A série mais inconstante e importante do MCU até o momento

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA PODE TER SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos episódios de Loki, não leia esta matéria evitar saber informações relevantes sobre a trama.

Após mais de um mês com novos episódios sendo lançados todas as quartas, Loki chegou ao fim neste dia 14 com um episódio avassalador. Porém, infelizmente, esse não foi um elogio frequente para os episódios da série. Com episódios inconstantes, a produção se propôs a contar a história de Loki (Tom Hiddleston) após os eventos de uma linha alternativa mostrada em Vingadores: Ultimato (2019). No entanto, é curioso ver como esse episódio final salvou a temporada, que passou de uma história vazia com belo visual para uma peça chave no desenvolvimento do Universo Cinematográfico Marvel.

Como dito anteriormente, não é que a série seja ruim, mas é a mais fraca das três apresentadas até o momento por não focar no básico: desenvolver sua própria história. O que é frustrante demais, já que a equipe criativa por trás do projeto é muito competente e conhecida por projetos inovadores, como a série Rick & Morty. Então, fica a dúvida se houve algum tipo de interferência criativa ou se eles não entenderam a diferença dos formatos. É que a série começa seus episódios construindo propostas muito interessantes, mas nunca as desenvolvem por completo. Quando parece que a história vai decolar, ela tem uma queda narrativa grande em prol de outro núcleo que não acrescenta tanto nem ao desenvolvimento da própria série, nem ao MCU.

O maior exemplo disso é o episódio das variantes do Loki. A forma como ele foi apresentado no capítulo anterior trazia a sensação de que seria algo mais voltado para o aprofundamento da própria personalidade do Loki que conhecemos por meio das variantes. Só que os momentos em que isso parecia começar a acontecer eram bruscamente interrompidos por uma brincadeira ou pelo desvio do foco para outro núcleo de personagens. Essa condução ficou meio perdida, tirando muito do impacto de um episódio que poderia ser memorável, mas que acabou virando assunto pela cena poderoso do Loki idoso de Richard E. Grant e pelas dezenas de easter eggs espalhados em tela. Pela capacidade da equipe criativa e pelo talento do elenco envolvido, é muito pouco se contentar com show de efeitos especiais e um punhado de referências. Isso funciona melhor em Rick & Morty por dois motivos:

1º- A série animada é uma paródia do gênero da ficção, então tudo bem brincar com elementos clichês de desenvolvimento ruim do gênero. Agora, se você brinca com um amontoado de clichês mal desenvolvidos em uma produção que se leva a sério, o efeito não é tão bom.

2º- Em Rick & Morty, a equipe criativa não parece estar limitada e trabalham as ideias com criatividade e ousadia. Esse episódio dos Lokis é emblemático justamente por isso. O potencial para explorar as incontáveis variantes era gigantesco, mas escolheram permanecer no básico. De novo, não é ruim, só é decepcionante pela forma como eles mesmo introduziram o capítulo.

Por conta desses problemas, o quinto e o terceiro episódio acabaram ficando com jeito de fillers – aqueles capítulos que não acrescentam muito à trama, mas que estão na série porque ela precisa preencher um certo número de episódios. No entanto, mesmo nesses episódios, o Loki de Tom Hiddleston e a Sylvie de Sophia Di Martino entregam alguns momentos interessantes, conduzidos principalmente pelo carisma e talento dos atores em questão. Curiosamente ou não, são nestes episódios que o agente Mobius M. Mobius (Owen Wilson) menos aparece. E esse incômodo causado pelos fillers pode parecer bobeira, mas é um problema porque dois episódios correspondem a 1/3 da série. É muita coisa. São aproximadamente duas horas que poderiam ser preenchidos com conteúdos memoráveis, épicos, como o que foi feito no quarto e no sexto episódio.

Agora que citamos os problemas, vamos falar sobre as coisas boas da série. O trio Loki, Mobius e Sylvie é fantástico. A relação de amizade disfuncional que se desenvolve entre Loki e o Agente Mobius nos primeiros episódios é de encher os olhos. Em muitas vezes, é essa química em cena que eles tem que segura um bom episódio. Posteriormente, com a chegada de Sylvie, a forma como eles mostram um(a) Loki se apaixonando por um versão de si é interessantíssima e combina perfeitamente com a personalidade egocêntrica do Deus da Trapaça, que termina a série mais próximo daquele Loki visto em Vingadores: Guerra Infinita (2018), que estava disposto a se sacrificar pelo irmão. Individualmente, esses três personagens funcionam muito bem também, sendo boas adições ao MCU. Já o núcleo da TVA, focado na juíza Ravonna Renslayer (Gugu Mbatha-Raw) e na Caçadora B-15 (Wunmi Mosaku), fica devendo até por ficar sempre em segundo plano, resumindo sua participação a poucos minutos ao longo de toda a série.

Agora, se existe algo irretocável na série é o trabalho visual. Seja ele de caracterização de personagens, com figurino e maquiagem, ambientação ou uso de CGI, Loki é impecável. Desde o primeiro episódio, com a recriação de uma repartição pública – dando ares de anos 1970 – para representar a TVA, passando pelas épocas antigas, explorando os poderes visuais do velho Loki até chegar à representação do fluxo temporal, tudo que é mostrado é lindo e trabalhado nos mínimo detalhes. Sem dúvida alguma, Loki é uma das melhores produções já feitas pela Marvel, visualmente falando.

No final das contas, o maior valor de Loki se deu justamente por conta do último episódio. Se a série parecia não contribuir com muita coisa para o desenvolvimento do MCU, em Por Todo Tempo. Sempre., enfim vemos um episódio em que a produção mostra seu verdadeiro potencial, entregando um capítulo fantástico, bem desenvolvido e equilibrado, abrindo portas para o que poderemos esperar do Universo Cinematográfico Marvel nos próximos anos. Ele praticamente garante o Evento Nexus que vai sustentar mais da metade da Fase Quatro dos cinemas. Filmes como Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania e talvez até mesmo Os Eternos serão diretamente afetados pelo capítulo final de Loki. E como não sabemos ainda o que esse evento poderá causar, qualquer filme do MCU está suscetível a ser influenciado por este season finale. E essa chegada de Kang, O Conquistador (Jonathan Majors) ao MCU pode ser considerada tão ou até mais importante quanto a vinda de Thanos (Josh Brolin) lá na pós-créditos de Os Vingadores (2012). Isso porque ele é um vilão poderosíssimo que vai causar problemas por muitos filmes ainda e deve ditar parte dos eventos dessa nova fase da Marvel.

Enfim, Loki não é uma série ruim, mas sofreu muito por não saber desenvolver e cumprir expectativas criadas pela própria construção de seus episódios. Isso acaba deixando o fluxo dos episódios inconstante, muito aquém do que poderia e deveria ser. Foi uma primeira temporada com muito potencial desperdiçado e com muito investimento na parte técnica, que realmente ficou impecável. Se não fosse o último episódio memorável, talvez toda a série caísse no esquecimento logo na semana seguinte. Porém, como encerrou bem com um gancho que garantirá muitos filmes no futuro, Loki terá uma segunda temporada para trazer uma produção 100% inspirada, como foram os episódios 4 e 6, em vez dessa montanha russa de altos e baixos que foi a primeira temporada.

Nota: 6

A primeira temporada de Loki está disponível no Disney+.

Crítica | Demais pra Mim – Um dos MELHORES filmes da Netflix!

Pensa num filme que consegue ser alto-astral, mesmo com uma temática pesada. Que é colorido, que te faz rir, sonhar, chorar e querer ser amigo de todos os personagens. Agora, situa esse filme em uma bela cidade italiana, como Turin. Assim é ‘Demais pra Mim’, nova produção da Itália que acaba de estrear no Top 10 da Netflix – e provavelmente vai entrar para a lista de favoritos de muita gente.

Marta (Ludovica Francesconi) é órfã de pai e mãe, mas isso nunca foi um problema para ela, pois cresceu com dois maravilhosos melhores amigos: Federica (Gaja Masciale), que é lésbica, e Jacopo (Jozef Gjura), que é gay. Os três vão vier juntos dividindo apartamento, e a vida deles seria como a de qualquer outro jovem, não fosse o fato de Marta ter fibrose cística, que gera excesso de muco e é uma doença irreversível e fatal. Ciente de que não vai viver para além dos 50 anos, Marta vive intensamente cada momento, com muita alegria, bom humor e entrega. E uma das coisas que a jovem mais quer é ter um namorado lindo, por isso, no dia em que conhece Arturo (Giuseppe Maggio), ela tem certeza de que ele será o seu grande amor, e, para isso, vai descobrir todas as informações sobre ele, mesmo que isso signifique literalmente estalkear o rapaz por todos os lados.

A sinopse de ‘Demais pra Mim’ não faz jus à deliciosa forma com que o filme se desenvolve. Apesar de possuir um fundo mórbido, o tema não é abordado de maneira dramática, ao contrário: tudo é muito solar, iluminado, colorido e alegre no enredo. Esse é o grande diferencial do filme dirigido por Alice Filippi – contar uma história dramática de maneira alegre e positiva, sem deixar pesar o tema no longa. Mais ainda: ao optar pelo gênero da comédia romântica, a diretora acerta o tom da produção, estabelecendo química imediata com todos os elementos fundamentais para sua história: personagens, figurino, fotografia e locação.

Todos os personagens de ‘Demais pra Mim’ são completamente adoráveis, cada um a seu modo. Os melhores amigos Federica e Jacopo funcionando como os pais da protagonista imprimem maior suavidade na forma de lidar com a doença fatal; Arturo, o namorado dos sonhos, possui inúmeros defeitos, mas, ao contrário de em outras produções, em ‘Demais pra Mim’ a protagonista enxerga esses defeitos e os aponta para ele, mostrando que apesar da sua condição de bonito e rico, ele não é melhor do que ela – que se considera feia; e Marta, a doce e espevitada protagonista, que nos seduz com sua ânsia de viver, com seu guarda-roupa extravagante e com seu visual estético meio Amélie Poulain com Louisa Clark.

Em cerca de uma hora e meia o espectador se transporta completamente à essa linda, dramática e intensa história de amor de uma jovem e seu direito de viver e sonhar. ‘Demais pra Mim’, apesar do título nada a ver em português, é um lindíssimo filme alto astral, inspirador, animador e contagiante. É uma surpreendente produção italiana que deixa a gente com gostinho de quero mais e com uma bela mensagem de viver cada momento com total entrega, pois cada momento de nossa vida é realmente único.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Sony considera fazer mais spin-offs da franquia

Homem-Aranha no Aranhaverso‘ foi uma baita surpresa para a Sony e também para o mercado de animação em geral. O longa conquistou o Oscar de Melhor Animação e ainda foi um sucesso comercial, além de inaugurar um estilo de animação incrível.

Já tendo anunciado uma sequência e um spin-off focado na Spider Gwen, a Sony revelou hoje que tem muitos planos para expandir o universo. A informação é do Discussing Film, mas maiores detalhes não foram revelados. É bem possível que a Sony considere expandir esse universo para outras mídias como streaming e jogos.

Recentemente, a Sony liberou os primeiros nove minutos do filme.

Confira:

A animação já está disponível na versão digital e chega às lojas no formato DVD/Blu-ray em 19 de março.

 

 

‘Thor: Amor e Trovão’: Taika Waititi já terminou o roteiro da sequência

Segundo o site Deadline, o diretor e roteirista Taika Waititi já terminou de escrever a história do vindouro ‘Thor: Amor e Trovão’. A produção do longa deve começar no início de 2020.

Entretanto, Waititi irá comandar um projeto ainda sem título para a Fox Searchlight antes de retornar ao Universo Cinemático Marvel.

Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

O elenco trará Natalie Portman como a nova Deusa do Trovão e contará com o retorno de Chris Hemsworth e Tessa Thompson.

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente.

Além disso, o We Got This Covered sugere que Amora, a Feiticeira, será a principal vilã do filme.

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘Dois Irmãos’: Chris Pratt e Tom Holland revelam detalhes sobre a história em novo vídeo

A animação da Pixar, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘, ganhou um novo vídeo de bastidores oficial.

Confira:

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de março.

‘Away’: Hilary Swank é uma astronauta no cartaz oficial da série da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de Away, sua nova série espacial estrelada por ninguém menos que Hilary Swank, que já venceu o Oscar duas vezes.

Confira, junto ao teaser:

No futuro próximo, uma nave tripulada por astronautas de elite dos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Reino Unido é enviada a Marte em uma missão de três anos. Longe de casa e das pessoas que amam, suas relações na Terra e no espaço são colocadas à prova. Enquanto tentam sobreviver, continuam em busca do objetivo mais importante da humanidade. E tudo sob os olhos atentos do mundo.

Swank ganhou bastante aclame internacional por sua interpretação no drama Meninos Não Choram, filme de 1999 pelo qual recebeu sua primeira estatueta de Melhor Atriz. A segunda viria cinco anos depois com Menina de Ouro, dirigido por Clint Eastwood.

O show, que contará dez episódios em sua primeira temporada, trará Swank como produtora executiva. Jason KatimsMatt Reeves são os criadores. Jessica Goldberg, por sua vez, entra como showrunner e principal roteirista.

A estreia acontece dia 4 de Setembro.

‘Gangs of London’: Nova série de Gareth Evans ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Gangs of London, nova série de Gareth Evans (Operação Invasão), ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira, junto ao trailer:

No Brasil, a primeira temporada foi lançada pelo Starz e já está disponível no serviço de streaming.

Quando o chefe de uma organização criminosa é assassinado, o poder súbito que se esvai com sua morte cria ameaças que fragilizam a paz entre a intrincada rede de gangues que opera nas ruas de londres. Agora, o volátil e impulsivo Sean Wallace tenta restaurar o controle e encontrar os responsáveis por matar seu pai.

Colm MeaneyJoe Cole, Sope DirisuLucian MsamatiMichelle FarleyMark Lewis Jones e Valene Kane fazem parte do elenco.

Crítica | Dylan O’Brien brilha na divertida comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’

Quando pensamos no gênero cinematográfico pós-apocalíptico, é bem comum que associemos tais narrativas ou a desastres naturais ou a criaturas demoníacas que representam uma ameaça ao planeta e aos últimos sobreviventes da raça humana. Entretanto, enquanto esse panorama é o que normalmente rege enredos datados e previsíveis, é necessário lembrar que histórias que seguem esse padrão são apenas um emplastro para explorar os limites da capacidade e da empatia humanas frente a perigos desconhecidos – servindo até mesmo como base para análises antropológicas do embate entre a vida em comunidade e a tirania desmedida.

É claro que, com o passar dos anos, a indústria do entretenimento resolveu se afastar dessa alegórica essência, misturando tramas conhecidas a incursões divertidas, puxando um pouco da comicidade trágica – como visto na franquia Zumbilândia’, por exemplo, que recentemente chegou ao fim com um inesperado e divertido segundo capítulo. Ou então a promissora Daybreak’, cuja estética coming-of-age transformou uma luta pela sobrevivência em uma irreverente rom-com com um final surpreendente (que não terá continuação, visto que a Netflix a cancelou após uma sólida temporada). De qualquer forma, a “confortável” ação vista em Resident Evil’ (uma das franquias mais famosas do gênero) ou o drama tour-de-force de obras como O Impossível’ já parece não nos comover como antes – e, bem, reinvenção é a palavra-chave para se afastar de fórmulas datadas e surpreender espectadores que já estão cansados da mesmice.

E apesar do nome de Michael Matthews não ter o reconhecimento que merecia ter, devemos ficar atentos no momento em que ele resolver voltar à ativa – como fez este ano com a espantosa grandiosidade de ‘Amor e Monstros’. Matthews já havia ficado responsável pelo drama western Cinco Dedos por Marselha’, que levou para casa inúmeros prêmios e que o colocou no centro dos holofotes; porém, imaginar que o cineasta viria a comandar um profundo retrato de um mundo assolado por criaturas mutantes à medida que construía uma épica jornada de amadurecimento e de amor seria impossível. Eventualmente, o longa-metragem em questão insurge como um dos melhores de 2020, um escape mais denso do que parece e mais crítico do que soa, afastando-se do pedantismo novelesco de obras similares e guiado por performances irretocáveis e enigmáticas.

Matthews faz um ótimo uso de clichês, cautelosamente pincelando-os com um classicismo que há muito não se vê no cenário fílmico, sem deixar que o óbvio transpareça. Em outras palavras, é possível premeditar cada passo do protagonista vivido por Dylan O’Brien, Joel Dawson. Isolando-se com um grupo de sobreviventes em um bunker por sete anos, Joel entra em contato com uma antiga paixão, Aimee (Jessica Henwick), e decide deixar sua família para trás e cruzar dezenas de quilômetros para encontrá-la. Por quê? Honestamente, o motivo não importa: nós compramos e aceitamos tudo o que está por vir – e sabemos, desde o momento em que ele pisa para fora de seu refúgio que seu arco será perscrutado por aliados, antagonistas, uma reviravolta marcante e monstros gigantes prontos para te rasgarem ao meio.

Às vezes, jogar com as cartas que conhecemos é o melhor a se fazer – e Matthews tem plena ciência disso. O diretor pega algumas páginas emprestadas da bíblia de Joseph Campbell e transforma as divindades inalcançáveis e os guerreiros partidários em seres monumentais que o enxergam como um pedaço de carne e em uma dupla hilária formada por Michael Rooker e Ariana Greenblatt como Clyde e Minnow. Todavia, os arquétipos de obras clássicas (sejam literárias ou cinematográficas) ganham uma camada interessante e bastante contemporânea, que não perde suas linhas nostálgicas à medida que cultiva reflexões originais e envolventes. Não é surpresa que cada um dos personagens carregue consigo uma backstory fúnebre, repleta de perdas infelizes e de um prospecto que os abrigou a amadurecer antes do tempo ou diferente do que esperavam. Clyde perdeu o filho; Minnow, seu pai; Joel, por sua vez, foi o único a escapar de uma batida de carro, observando impotente seus pais serem esmagados impiedosamente.

É com essas breves explicações que a imagética rom-com ganha um evocativo flerte com as tragédias familiares, sem perder mão do fio condutor que une cada um dos atos. E, enquanto o afiado roteiro mostra-se como um dos melhores dos últimos anos, seja por seu ritmo, seja pelo equilíbrio de seus diálogos, é notável a preocupação estética da equipe artística em acrescentar elementos sutis e práticos ao caminho percorrido pelo personagem principal. A vibrante paleta de cores da redescoberta do mundo por Joel se transforma numa obscura realização de que tudo o que ele conhece ainda permanece ali, mas agora está tomado pelo perigo e pela inospitalidade, culminando em uma sóbria reflexão de que o melhor caminho é seguir em frente. Mesmo o previsível embate final entre ele e seus algozes – e sua reunião com Aimee – é acompanhado de uma organização técnica soberba.

Emergindo como uma interessante análise sobre paixão e coragem, ‘Amor e Monstros’ revitaliza o gênero pós-apocalíptico assim como seus conterrâneos supracitados fizeram algum tempo atrás. Convidativo e fascinante do começo ao fim, é impossível desviar o olhar das cativantes performances e da explosiva química de seu elenco – e não torcer para que, de alguma forma, tudo dê certo no final.

‘MALIGNO’: Terror de James Wan ganha novo teaser ARREPIANTE; Confira!

O terror ‘Maligno‘, filme dirigido pelo lendário James Wan (‘Invocação do Mal’), ganhou um novo teaser arrepiante oficial.

Confira, junto às mais recentes imagens promocionais:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 9 de setembro.

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

‘Severance’: Série de suspense dirigida por Ben Stiller ganha novo trailer instigante; Confira!

A Apple TV+ divulgou o novo trailer oficial da série de suspense sci-fi ‘Severance‘.

Os dois primeiros episódios serão lançados no dia 18 de fevereiro na plataforam da Apple TV+.

Confira:

Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

Julia Garner é a principal cotada para estrelar a cinebiografia sobre Madonna

Segundo a Variety, a vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’, ‘Inventando Anna’) se tornou a principal cotada para interpretar a rainha do pop Madonna na cinebiografia escrita por ela e por Erin Cressida Wilson (‘A Garota no Trem’).

As informações indicam que Garner tem grandes chances de aceitar a oferta.

Outras atrizes que também foram consideradas para interpretar a cantora e compositora incluíram Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’), Alexa Demie (‘Euphoria’), Odessa Young (Mothering Sunday) e Emma Laird (‘O Dono de Kingstown’).

Ainda sem título oficial, o projeto está em desenvolvimento pela Universal Pictures e não se sabe muito sobre a trama, mas há rumores de que ela vai terminar com a turnê ‘Blonde Ambition‘, de 1990.

Em entrevista ao The Tonight Show com Jimmy Fallon, Madonna revelou que “a razão pela qual estou fazendo isso é porque muitas pessoas tentaram escrever filmes sobre mim, mas sempre foram homens”.

Em outro comunicado, ela disse que:

“Quero transmitir a incrível jornada que a vida me levou como artista, musicista, dançarina – um ser humano, tentando fazer meu caminho neste mundo. O foco deste filme sempre será a música. A música me manteve em movimento e a arte me manteve viva. Há tantas histórias não contadas e inspiradoras e quem melhor para contar do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com a minha própria voz e visão.”

Essa não é a primeira vez que a rainha do pop se envolve com a esfera cinematográfica, visto que trabalhou em diversos projetos como EvitaUma Equipe Muito EspecialProcura-se Susan Desesperadamente. Ela também assinou o roteiro e dirigiu o drama romântico histórico ‘W.E.’, que garantiu à artista um Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

Tendo lançado catorze álbuns de estúdio e vendido mais de 300 milhões de cópias, Madonna continua, até hoje, como um titã da música e uma das mulheres mais influentes da história. Ela já levou para casa sete estatuetas do Grammy20 VMAs.

‘Star Wars: The Acolyte’: Revelado o elenco completo da série derivada; Confira!

Pouco depois das gravações iniciarem, a Lucasfilm revelou o elenco completo de Star Wars: The Acolyte, série derivada do panteão intergaláctico.

A produção é estrelada por Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie BarnettDean-Charles ChapmanCarrie-Anne Moss.

A série ainda não tem data de estreia confirmada.

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.