Após o lançamento do trailer, a HBO Max divulgou o novo cartaz de ‘Peacemaker‘, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 13 janeiro.
A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.
James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.
Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.
De acordo com o Deadline, Carla Gugino (‘A Maldição da Residência Hill’) se juntou ao elenco do terror cômico ‘Lisa Frankenstein‘, que terá o roteiro assinado pela Diablo Cody (‘Garota Infernal’).
Além dela, Liza Soberano (‘Trabalhando com o Ex’), Joe Chrest (‘Stranger Things’) e Henry Eikenberry (‘Euphoria’) também foram confirmados no elenco.
Kathryn Newton (‘Freaky: No Corpo de um Assassino’) e Cole Sprouse (‘Riverdale’) irão estrelar a produção.
Ambientada em 1989, a trama segue uma estudante fracassada que acidentalmente reanima um belo cadáver vitoriano durante uma tempestade de trovões, e começa a reconstruí-lo como o homem dos seus sonhos usando a câmara de bronzeamento quebrada em sua garagem.
Zelda Williams será responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Cody.
As filmagens estão programadas para começarem durante o verão norte-americano.
Cáit é uma menina de nove anos que tem uma família enorme, pobre e disfuncional. Com a aproximação de mais um parto de sua mãe, ela é enviada para a casa de parentes distantes apenas com a roupa do corpo. Ao receber os cuidados deste casal de meia idade, Cáit desabrocha e descobre uma nova forma de viver, mas nesta casa onde o carinho cresce e onde não há segredos, a menina silenciosa faz uma dolorosa descoberta.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Colm Bairéad também assina o roteiro ao lado de Claire Keegan;
De acordo com o Variety, Brandon Routh (‘Lendas do Amanhã’) será o protagonista de ‘Ick‘, novo filme de monstros que promete fazer homenagem aos clássicos do gênero dos anos 80.
Mena Suvari (‘Beleza Americana’) também irá estrelar a produção.
Na trama…
Hank (Routh) é um professor de ciências que ainda tem uma quedinha pelo seu crush dos tempos da escola. Após descobrir que ele pode ter uma filha adolescente (Malina Weissman), Hank também precisa lidar com alienígenas aterrorizantes que estão invadindo sua pequena cidade.
O site afirma que o projeto deve contar com efeitos práticos para a criação das criaturas.
Joseph Kahn (‘Pânico na Escola’) é responsável pela direção.
Ele também assina o roteiro ao lado de Sam Laskey e Dan Koontz.
“Este é um filme de terror que irá canalizar os horrores do mundo atual, introduzindo um novo tipo de monstro. Estou muito animado em dirigir este projeto. Será muito divertido,” prometeu o cineasta.
O Max finalmente anunciou quando a sequência ‘Coringa: Delírio a Dois‘ será lançada em seu catálogo nacional.
O longa, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga, estreará no serviço de streaming na próxima semana, no dia 13 de dezembro.
Com 32% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 206.4 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o longa original conseguiu superar a marca de US$ 1 bilhão nas telonas.
Na trama da continuação, Arthur Fleck está internado em Arkham, aguardando julgamento por seus crimes como o Coringa. Enquanto lida com sua dupla identidade, ele não só se depara com o amor verdadeiro, mas encontra a música que sempre esteve dentro de si.
Os dois primeiros episódios do novo ciclo serão lançados no Disney Channel no dia 12 de setembro. A produção, no entanto, só chegará ao streaming doDisney+ no dia 8 de outubro – com todos os novos capítulos sendo lançados de uma só vez.
A trama da nova série começa após um misterioso incidente na Feitiço Tec, onde Justin Russo (David Henrie), agora adulto, escolheu deixar os seus poderes para trás para viver uma vida humana e normal com a sua esposa e dois filhos.
O elenco também conta com composto por Max Matenko(‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo; Mimi Gianopulos(‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown(‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquantoAlkaio Thiele(‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.
Do elenco original, também retornam David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).
Conforme a sinopse, a série seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.
Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.
De acordo com o Deadline, Matt Rogers (‘Fire Island: Orgulho & Sedução’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada da série ‘Sr. e Sra. Smith‘.
O ator interpretará um dos Sr. Smith no próximo ciclo. Ele se junta à atriz Francesca Scorsese (‘We Are Who We Are’), que dará vida à Sra. Smith – mas o site destaca que a dupla não deve interpretar um casal.
A segunda temporada contará com múltiplos casais mais jovens, incluindo Mark Eydelshteyn (‘Anora’) e Talia Ryder (‘A Doce Costa Leste’), previamente anunciados.
Além disso, Glover será responsável pela direção de diversos episódios do próximo ciclo.
O artista ainda é creditado como cocriador e produtor executivo da série ao lado de Francesca Sloane, que retornará como showrunner.
“Estamos empolgados em anunciar que uma segunda temporada de nossa inovadora série de espionagem, ‘Sr. e Sra. Smith’, está em produção para nossos clientes globais do Prime Video”, disse Jennifer Salke, chefe dos Estúdios MGM da Amazon.
“O sucesso da primeira temporada, com sua reinvenção incrivelmente moderna e sexy do filme original, é um testemunho dos brilhantes criadores Donald Glover e Francesca Sloane. Estamos orgulhosos em trazer para vocês outra temporada cheia de jornadas inesquecíveis e novas aventuras”.
“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.
O clássico de 1977, ‘Contatos Imediatos de Terceiro Grau‘, ganhou um novo trailer, que marca seu relançamento nos cinemas, para celebrar o aniversário de 40 anos da renomada produção.
Confira:
A produção voltará às salas de cinema norte-americanas em qualidade 4K, remasterizada. A estreia acontece em primeiro de setembro e o sci-fi estará em cartaz por apenas uma semana.
Para comemorar os 40 anos da ficção científica ‘Contatos Imediatos de Terceiro Grau’, a Sony liberou um vídeo do filme chamado “This Means Something” (Isso Significa Algo).
O vídeo redireciona para um site misterioso: WeAreStillNotAlone.com (NósAindaNãoEstamosSozinhos).
A produção concorreu a 9 Oscars, vencendo em Melhor Fotografia.
E com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes, o spin-off recebeu avaliações mistas, sendo elogiado por sua leveza e elenco, mas também sendo considerado uma produção um tanto esquecível.
E para te preparar, separamos as primeiras críticas que já estão no ar – lembrando que a porcentagem pode sempre variar, conforme novas percepções são divulgadas.
Confira:
“De todos os filmes baseados em ‘Star Wars‘, este é o mais próximo de um seriado western de uma tarde de sábado. Não espere mais do que isso”. – Peter Rainer, Christian Science Monitor
“‘Solo‘ está em sua melhor forma quando desengata de todo o peso pesado, apenas focando na cabine da nave com seu adorável elenco, alcançando as estrelas”. – Philip De Semlyen, Time Out
“Sempre que ‘Star Wars‘ tenta desenvolver um personagem chave da franquia, isso fede. ‘Solo‘ não é uma excessão, sendo um desapontamento ao lado de ‘Os Últimos Jedi‘ e suas prequels”. – Matthew Rozsa, Salon.com
“Uma aventura que tem falta de poesia, mas é bem sucedido como um entretenimento pipoca” – Calvin Wilson, St. Louis Post-Dispatch
“‘Solo‘ é divertido, tem seus erros e é basicamente esquecível. É uma aventura pipoca amável… e à vezes isso é tudo o que precisa”. – Rob Carnevale, Indie London
“Não parece uma peça coesa, então embora seja charmoso em alguns momentos, e sai do lugar no último ato, o processo para chegar lá é turbulento”. -Katie Walsh, Tribune News Service
No Brasil, a série foi lançada pela Netflix como uma produção original.
A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.
Para celebrar o aniversário de um ano de estreia de ‘Vingadores: Ultimato‘ nas telonas, a Disney, em parceria com a Mondo, está lançando uma incrível coleção de vinis trazendo toda a trilha sonora dos filmes ‘Guerra Infinita‘ e ‘Ultimato‘.
O box conta com a trilha composta por Alan Silvestri para ambas as sequências do MCU, acompanhada de um rico material artístico produzido pelo artista Matt Taylor. O vem com seis discos de vinil, que trazem as Joias do Infinitos imprensas em si.
A coletânea com os seus discos estará à venda por US$ 90, na loja on-line da Mondo. É possível também comprar as trilhas sonoras de ambos os filmes separadamente, por US$ 45 cada.
O novo filme alemão de dança, intitulado ‘Na Batida do Coração’, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (16), na grade de programação.
Na trama, uma jovem bailarina descobre o hip-hop por acidente e enfrenta uma escolha impossível: Deveria ela seguir os passos artísticos clássicos dos pais… Ou sua recém-encontrada paixão?
Confira:
O filme é dirigido por Stefan Westerwelle.
O elenco conta com Alexandra Pfeiffer, Yalany Marschner, Trytan Pütter, Helen Schneider, Julius Nitschkoff, Dennis Kyere e outros.
‘Grandes Hits’ (Greatest Hits), romance estrelado por David Corenswet (‘Pearl’) e Lucy Boynton(‘Bohemian Rhapsody’), já está disponível no catálogo da Star+ e aborda o luto por uma ótica diferente, usando a música como um canalizador da dor, bem como um instrumento de cura.
E em uma entrevista ao CinePOP, o diretor do longa, Ned Benson, refletiu sobre o mais novo projeto, ponderando sobre como surgiu a ideia do roteiro, bem como seu longo período de gestação.
Na ocasião, o cineasta ainda comentou sobre como a música opera como o fio condutor da trama, à medida em que auxilia os protagonistas a navegarem por seus processos de luto.
Assista:
A trama gira em torno da vida de Harriet (Boynton), uma jovem que faz uma descoberta extraordinária: certas músicas têm o poder de levá-la de volta no tempo. E isso não é uma mera metáfora para expressar que ela vive imersa em suas lembranças – a música tem o poder literal de transportá-la no tempo.
Essas melodias concedem a Harriet a oportunidade de reviver momentos compartilhados com seu ex-namorado (Corenswet). Embora inicialmente isso possa parecer reconfortante, a protagonista se vê diante de um dilema. Harriet começa a desenvolver sentimentos por um novo interesse amoroso (Justin H. Min) no presente, obrigando-a a confrontar a decisão de permanecer ancorada no passado ou seguir em frente com sua vida.
O filme foi escrito e dirigido por Ned Benson(‘Dois Lados do Amor’).
Durante um mês inteiro, de hoje até o dia 17 de fevereiro, a 15ª edição do MyFrenchFilmFestival traz uma seleção de 20 filmes francófonos diretamente para sua casa. Com 9 longas-metragens e 9 curtas-metragens em competição, além de um clássico restaurado e um curta-metragem de animação para jovens, o festival online oferece ao público a oportunidade de explorar o melhor do cinema francês contemporâneo, com legendas em português.
Como Participar
Além do site oficial MyFrenchFilmFestival, os filmes podem ser encontrados nas plataformas parceiras no Brasil, como Belas Artes À La Carte, Amazon Prime Video, Filmicca, Reserva Imovision, CIND!E, Cineaparte e Claro Video.Os curtas podem ser assistidos gratuitamente, enquanto os longas — com exceção do filme Making of — têm acesso gratuito em regiões específicas ou podem ser alugados por 1,99 € cada ou 7,99 € o pacote completo.
Ao votar no seu longa e curta-metragem preferidos na plataforma oficial, você concorre a uma viagem de ida e volta para duas pessoas a Paris em classe econômica, oferecida pela AirFrance. Não perca a chance de viver conhecer mais filmes francófonos e ainda ter a chance de desfrutar das imagens da tela na vida real.
Destaque da Edição de 2025
Em entrevista ao CinePOP, Daniela Elstner, diretora do festival, destacou o papel do evento em ampliar o alcance do cinema francês: “O trabalho de curadoria é desafiador, pois depende muito dos distribuidores internacionais, mas sempre escolhemos filmes que ainda não tiveram grande exposição no exterior para que possam alcançar um público mais amplo”, explicou Elstner.
Elstner também mencionou o sucesso de edições anteriores. O grande vencedor do Prêmio do Júri Profissional em 2024, Cão Danado (Chien de la casse), do estreante Jean-Baptiste Durand, não chegou aos cinemas brasileiros, mas está disponível para aluguel em plataformas como Google Play, Amazon e Apple TV. Já o escolhido do Júri da Imprensa, Proibido a Cães e Italianos, de Alain Ughetto, chegou às telonas brasileiras em setembro de 2024, distribuído pela Risi Film Brasil.
Cena de Uma Profissão Séria (Foto: Divulgação)
Destaque nesta edição são Nada a Perder(Rien à Perdre), com Virginie Efira, que aborda as fragilidades do sistema judicial francês, e Uma Profissão Séria (Un métier sérieux), estrelado por François Cluzet, cujo enredo homenageia os professores e destaca os desafios da educação.
Composição do Júri
O Júri Internacional conta com cinco renomados artistas, entre eles duas são mulheres. A atriz e diretora franco-iraniana Zar Amir — vencedora da Palma de Ouro de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2022; e a atriz e diretora francesa Noémie Merlant, conhecida por Retrato de uma Jovem em Chamas (2019).
Do lado masculino, participam oator, produtor e diretor dinamarquês-americano Viggo Mortensen, conhecido mundialmente por viver Aragorn na trilogia O Senhor dos Anéis (2001-2003); o diretor sueco Tarik Saleh, aclamado por obras socialmente engajadas; e o diretor russo Andrey Zvyagintsev, renomado por filmes como Leviatã.
Zar Amir, Viggo Mortensen, Noémie Merlant , Tarik Saleh e Andrey Zvyagintsev são jurados da 15° edição.
Os Aprendizes, de Pierre Salvadori: cópia restaurada em aniversário de 30 anos da comédia cult dos anos 90, com François Cluzet.
Making of, de Cédric Kahn: comédia sobre os bastidores de uma produção cinematográfica.
Uma Profissão Séria, deThomas Lilti: uma reflexão bem-humorada sobre o ensino e os desafios de educar.
Tempo de Amar, de Katell Quillévéré: um melodrama sobre aceitação e identidade.
O Homem de Argila, Anaïs Tellenne: um suspense íntimo sobre arte e amor. O homem das 1000 caras, de Sonia Kronlund: documentário que explora a mecânica das mentiras de um impostor apaixonado, mesclando mistério, ficção e reviravoltas fascinantes.
Deixar a Noite, de Delphine Girard: thriller psicológico sobre as zonas cinzentas da violência sexual.
Mars Express, de Jérémie Périn: uma combinação de ficção científica distópica e film noir, resultando em uma obra visualmente deslumbrante e filosoficamente profunda.
Curtas-metragens
Cena do curta Dentes Felizes (Foto: Divulgação)
Apneias, de Nicolas Panay: um thriller social que explora a tensão no ambiente de trabalho em um canteiro de obras.
Alexx196 e a Praia de Areia Rosa, de Loïc Hobi: uma fábula delicada sobre a amizade virtual e os limites entre o digital e o real.
GiGi, de Cynthia Calvi: um documentário animado e sensível sobre o processo de transição e descoberta de identidade.
Laços de Família, de Hakim Atoui: comédia de terror sobre dinâmicas familiares na era da inteligência artificial.
Nube, de Christian Arredondo: uma tocante animação sem diálogos que reflete as complexas relações entre pais e filhos.
Montsouris, de Guil Sela: uma comédia sobre encontros inesperados e dinâmicas singulares em um parque parisiense.
O que pertence a César, de Violette Gitton: um retrato poderoso sobre o impacto da violência sexual sob a perspectiva de um jovem.
Dentes Felizes, de Joséphine Darcy Hopkins: uma crítica incisiva às desigualdades sociais em um jogo de aparências.
Inverno, de Jean-Benoît Ugeux: um drama sutil sobre tensões sociais refletidas no comportamento das crianças.
As Aventuras Misteriosas de Claude Conseil, de Marie-Lola Terver e Paul Jousselin: uma comédia que combina ornitologia e rap, unindo gerações distintas.
Durante um painel na SXSW 2018, o co-roteirista de ‘Pantera Negra’, Joe Robert Cole, declarou que acredita que ‘Homem de Ferro’ (2008) não teria sido bem aceito se chegasse aos cinemas hoje em dia.
“É só pensar onde estamos agora, com esse presidente pouco inteligente e o nosso mundo se partindo por causa disso. Pense novamente em Tony Stark, sendo babaca e tudo bem. Se esse personagem fosse criado em um filme hoje, me pergunto se a resposta seria como, ‘Ei, que legal ele ser babaca e desrespeitoso com as mulheres… Tudo bem’ Acho que estamos em um mundo diferente hoje, em lugar melhor”
Ao longo dos anos, o personagem tem sofrido uma grande redenção e enfrentado as consequências dos seus atos.
No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”
A estreia está programada para 02 de Novembro de 2018.
Enquanto isso, os fãs do clássico terror de Dario Argentoestão criando diversas artes para o remake que chega aos cinemas esse ano. As artes incríveis prestam homenagem aos clássicos do anos 70. Confira:
Recentemente, foi revelado que o cineasta Quentin Tarantinose emocionou com o final do filme. A informação é do Indiewire.
Em uma nova entrevista ao site, Guadagnino contou:
“Eu mostrei o filme para Quentin. Nos tornamos amigos desde que participamos do júri do Festival de Veneza. Estava nervoso, mas ansioso para ouvir o que ele tinha para me dizer sobre. Vimos o filme em sua casa e sua reação me deixou muito feliz. Ele adorou o filme, e no fim estava chorando e me abraçou. Porque este é um filme de terror mas também é um melodrama, meu objetivo era fazer com que você visse o terror sem ser capaz de desviar o olhar porque você se identifica com os personagens”
Recentemente, o remake recebeu uma alta classificação indicativa, para maiores de 18 anos, por conter “Conteúdo perturbador envolvendo violência ritualística, imagens sangrentas e nudez gráfica, e também por causa da linguagem, que inclui referências sexuais.”
Iniciado em 2014, o Monsterverse é um dos universos cinematográficos compartilhados de maior sucesso de Hollywood. Trabalhado aos poucos, ele foi conquistando seu espaço e já ostenta cerca de três franquias sólidas dividindo o mesmo universo e chamando cada vez mais fãs para embarcar nessa viagem.
E agora com uma produção marcando sua estreia na TV, o Monsterverse parece que vai seguir ostentando esse espaço nos próximos anos sem perder o fôlego. Pensando nisso, o CinePOP vasculhou os serviços de streaming e vai citar aqui onde vocês podem encontrar todos os capítulos desse universo compartilhado de monstros. Confira!
Dirigido por Gareth Edwards, Godzilla deu um novo começo para a franquia do Rei dos Monstros. A trama gira em torno de um soldado (Aaron Taylor-Johnson) cuja família foi destruída por um acidente nuclear envolvendo o monstrão. Anos depois, duas criaturas gigantes começam a atacar a cidade, despertando novamente o Godzilla, que sai por aí destruindo tudo.
Kong é o mais diferente e interessante filme do Monsterverse. Ambientado nos anos 70, o filme acompanha uma equipe de exploradores da Monarch rumo a uma ilha lendária localizada no centro de uma tempestade eterna. Junto a uma fotógrafa e um time de militares e mercenários, essa equipe vai se deparar com as criaturas mais exóticas do mundo, incluindo uma lula gigante e o próprio King Kong. É também o filme desse universo com o elenco mais estrelado, contando com nomes como: Samuel L. Jackson, Brie Larson, Tom Hiddleston eJohn Goodman.
A sequência do filme de 2014 é provavelmente o pior longa de todo o Monsterverse, porque mesmo trazendo uma porção de monstros icônicos, o drama humano acaba tomando a maior parte da trama, o que não agrada a ninguém. Ainda assim, essa história já considera um debate sobre o Godzilla ser um vilão, um herói ou apenas uma força da natureza, enquanto a Monarch segue atrás das outras criaturas espalhadas pelo mundo. Dessa forma, eles acabam despertando uma série de monstros, como o Ghidorah, a Rainha Mothra e o Rodan. E agora para impedir essa monstralhada toda de destruir a civilização?
Após anos sendo monitorado pela Monarch, o Kong passa a ser visto como uma forma da Monarch chegar até a Terra Oca, uma suposta dimensão paralela escondida no centro da Terra, que só pode ser acessada pelos monstros. O problema é que a atividade dessas criaturas desperta a atenção do Godzilla. Agora, os dois maiores monstros do cinema estão frente a frente e vão fazer exatamente aquilo que se espera deles: uma porradaria sem fim, com direto a golpe baixo, dedo do olho e até um machado improvisado com pedaços do corpo do outro. Divertido demais.
Em exibição no Apple TV+, essa série explora as origens e as consequências das ações da Monarch entre os anos 50 e os anos 2010, quando pouco depois dos ataques do Godzilla no primeiro filme. A série tem episódios semanais e expande a gama de monstros desse universo, além de trazer a família Russell em peso. Nos anos 50, Wyatt Russell interpreta um personagem que também é interpretado por seu pai da vida real, Kurt Russell, quando a trama avança para 2015. É muito interessante. Atualmente, a produção está em seu terceiro capítulo, então ainda dá tempo de pegar esses três para acompanhar a série a cada novo lançamento.
Os fãs de Star Wars estão sendo bem alimentados. A cada três ou quatro meses uma nova série, de igual duração, estreia na plataforma da Disney+, fazendo a manutenção do amor dos fãs. E como o universo expandido de Star Wars é, literalmente, um universo, as possibilidades são muitas para que essa fonte nunca se esgote. Após os sucessos de ‘O Mandaloriano’ e ‘Andor’, chega essa semana aos assinantes os primeiros dois episódios da aguardada minissérie ‘Ahsoka’.
O Império não existe mais. A paz reina na galáxia e uma Nova República surge para manter a harmonia entre os povos. Ao menos é isso que muitos acreditam, porém, indícios de que algumas pessoas seguem fiéis aos ideais do Império passam a surgir com cada vez mais frequência. Ahsoka Tano (Rosario Dawson) conseguiu capturar Morgan (Diana Lee Inosanto), que lhe contou sobre a existência de um mapa que levaria à localização do último Grão Almirante Thrawn, que lidera os remanescentes seguidores do Império. Enquanto Ahsoka ia atrás do mapa, uma emboscada, liderada por Baylan (Ray Stevenson, que infelizmente faleceu nesse ano de 2023) e Shin (Ivanna Sakhno, que está ótima como uma fake jedi do mal), assalta a nave da Nova República e liberta a prisioneira. Para conseguir ler o mapa, Ahsoka deverá pedir a ajuda de sua antiga padawan Sabine (Natasha Liu Bordizzo), que hoje é uma Mandaloriana afastada. Enquanto uma nova ameaça começa a se formar na galáxia as duas precisarão deixar suas desavenças de lado.
Com a promessa de oito episódios de aproximadamente cinquenta minutos cada, a minissérie ‘Ahsoka’ recupera a vibe clássica de Star Wars, com personagens mais caladões, vilões sombrios e uma iminente sensação de fim do mundo, que impulsiona os personagens ao heroísmo constante. A sequência de abertura do primeiro episódio, que dura cerca de 10 minutos, é deslumbrante, um presente para os fãs que andavam meio sonolentos após as expectativas frustradas de ‘Obi-wan’.
Rosario Dawson é a escolha certa para viver Ahsoka: bastante expressiva, a atriz ficou muito bem caracterizada e consegue expressar muito sem precisar dizer nada. E, como pano de fundo, a direção de arte acertou em cheio ao recuperar a estética anos 70 da franquia, tanto na iluminação quanto na escolha das cores e na criação dos cenários, transportando-nos à época de quando tudo começou.
Se por um lado as últimas séries têm sido sobre personagens que têm que transportar pessoas de um lado para o outro, o roteiro de ‘Ahsoka’ foca na liderança da luta, algo como o que vimos em ‘Rogue One’. Os primeiros episódios deixam bem claro os objetivos da série e onde ela se encaixa na linha temporal da franquia; assim, não é preciso ter visto tudo de Star Wars para entender ‘Ahsoka’, mas é preciso minimamente saber do que se trata a trilogia original.
Dave Filoni é provavelmente um dos maiores fãs de Star Wars após George Lucas – ou talvez até mais do que o próprio criador. Dave consegue entender a saga e criar produtos de entretenimento no tom certo para o público. Embora curta, a minissérie ‘Ahsoka’ chega com ótimos vilões, uma protagonista por quem vale a pena torcer e cenas de batalha bem coreografadas, do jeitinho que os fãs gostam.
O mais novo filme da DC a chegar aos cinemas, ‘Aquaman’, ganhou nesses últimos dias uma nova e exclusiva imagem de bastidores, trazendo Amber Heard nos toques finais para encarnar Mera.
De acordo com o post compartilhado no site Reddit, a locação provavelmente faz referências às sequências do filme ambientadas na Itália. Confira:
‘Aquaman‘ recentemente teve sua sequência confirmada. Já era esperado que a Warner desse sinal verde para a continuação depois do tremendo sucesso de bilheteria que o longa conquistou, se tornando recordista de arrecadação do estúdio.
A sequência foi oficializada com a contratação de David Leslie Johnson-McGoldrick (Invocação do Mal 2). O roteirista é colaborador frequente do diretor James Wan.
Entretanto, apesar da confirmação da produção do filme, não foi anunciado se James Wanretorna como diretor. Por enquanto, ele apenas produzirá o filme.
‘Aquaman‘ soma US$ 325 milhões nos EUA e US$ 778 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 1,109 bilhão.
O DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento da produção do live-action ‘A Pequena Sereia’ devido à pandemia do Coronavírus.
Confira:
O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay(‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.
O vencedor do OscarJavier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. Zendaya, Keke Palmer e Chloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena.
O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de ‘O Retorno de Mary Poppins’, para comandar o projeto.
O vindouro ‘The Batman’ vai oferecer aos fãs do panteão DC uma nova versão de um dos super-heróis mais icônicos de todos os tempos – e parece que um desses fãs tem uma pessoa em mente que quer ver no filme: a vencedora do Oscar Lady Gaga.
Em seu Twitter oficial, o artista Carlos Gzz compartilhou duas imagens incríveis transformando a lendária popstar na vilã Hera Venenosa, que pode aparecer no longa-metragem (apesar de não ter sido confirmada). A personagem é alter-ego da Dra. Pamela Isley e funciona como uma eco-terrorista capaz de criar plantas em qualquer lugar. Nos cinemas, ela já foi interpretada por Uma Thurman.
Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.
Além deRobert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.
‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ chegou ao fim nos últimos dias com sua 4ª e divertidíssima temporada – e, agora, os atores protagonistas da icônica série da Netflix revelaram detalhes sobre suas experiências no set de filmagens.
Um deles foi a atriz Jaz Sinclair, que interpretou Roz no show. Em entrevista ao Collider, Sinclair disse que aprendeu muito ao observar a interpretação de outros colegas de trabalho, principalmente Michelle Gomez (intérprete de Mary Wardwell/Lilith):
“Eu aprendi muito ao assistir atores como Michelle Gomez e Richard Coyle e Miranda Otto, mas particularmente no começo Michelle, porque eu nunca tinha visto ninguém tão ferozmente selvagem. Em seu trabalho, suas escolhas eram grandes e ousadas, mas nunca erradas, porque ela se divertida. Nunca fugia do tom. O tempero estava certo. Acho que, para mim, algo que aprendi a fazer conforme nos aproximamos do final foi ler [o roteiro] e pensar: ‘O que eu quero fazer? O que eu acho que seria divertido? Como fazer isso ficar divertido para mim em vez de fazer certinho?'”.
Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?
Em seu Instagram oficial, o astro Henry Cavill fez uma tocante postagem e pediu para que os fãs acabassem com as hostilidades em seus debates sobre a carreira do ator.
O texto vem em resposta às especulações de que Cavill retornaria como Superman para outros filmes do DCEU, incluindo ‘Shazam! 2’, e pediu para que o público não trouxesse tais boatos e negatividade para suas publicações pessoais.
Além disso, ele gostaria de que a fanbase fosse mais legal uma com a outra e não o usasse como aval para insultar os outros.
“Queridos fãs e seguidores”, ele escreveu. “Gostaria de fazer um anúncio para a comunidade. Não pude deixar de notar que houve certa animosidade social nos últimos dias. Tem se tornado crescentemente prevalente no meu feed. Há inúmeras, digamos assim, especulações sobre minha vida pessoal e profissional. Agora, apesar de apreciar a paixão e o apoio dessas mesmas pessoas que estão ‘especulando’, chegamos em um ponto que eu precisava dizer algo que, em si, é ruim.”
“Estamos em uma era de iluminismo social. Cada vez mais, as pessoas percebem que suas perspectivas diminuíram e que precisam ser expandidas para englobar os outros. Então, para aqueels que expressam desdém e que mostram um descontentamento de formas variadas, está na hora de parar. Eu sei que é divertido especular, fofocar e mergulhar em nossos ecos pessoais na internet, mas essa ‘paixão’ está fora de lugar e magoa as pessoas que eu amo. Até seus pensamentos mais conservadores sobre minha vida pessoal e profissional não são verdades.”
“Vamos abraçar essa era de iluminismo social juntos e seguir em frente com positividade. Estou muito feliz no amor e na vida. Eu ficaria enormemente agradecido se vocês estivessem felizes comigo. Se você não pode se trazer para ser feliz comigo, então, ao menos, o que você pode é trazer o melhor de si à tona”.
Lembrando que Cavill retorna como Geralt de Rivia para a 2ª temporada de ‘The Witcher’ e como Sherlock Holmes no recém-confirmado ‘Enola Holmes 2’.
A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dosLooney Tunes.
‘Oppenheimer’, próximo projeto do aclamado realizador Christopher Nolan, continua a contratar mais membros ao seu elenco e, segundo o Deadline, dois novos atores foram escalados para o longa-metragem.
As informações indicam que Jason Clarke e Louise Lombard foram confirmados na produção, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.
A dupla se junta a Cillian Murphy (‘Peaky Blinders’), que será o protagonista.
As gravações devem começar em breve.
Confira a primeira imagem oficial da produção abaixo:
Pugh interpretará Jean Tatlock, um membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Downey será Lewis Strauss, o infame presidente da Comissão de Energia Atômica que iniciou audiências que questionaram a lealdade de Oppenheimer aos Estados Unidos e que ajudou a revogar o conhecimento científico dele perante a segurança pública do país. Já Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
A Universal Pictures lança o filme nos cinemas dia 21 de julho de 2023.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
A AMC divulgou mais um cartaz oficial de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.
O pôster confirma a data de lançamento da série para o dia 02 de outubro.
Confira:
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.
Assista às primeiras cenas da produção abaixo:
Iconic characters. Epic new worlds. Legendary series.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.
Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
Produções que falam sobre grandes roubos são um subgênero do estilo criminal que sempre esteve no gosto popular. Apenas neste século, podemos citar o sucesso gigantesco da franquia ‘Onze Homens e um Segredo’, o subestimado ‘O Plano Perfeito’, a divertida comédia ‘Oito Mulheres e um Segredo’ e a adorada série ‘La Casa de Papel’ como títulos que nos instigaram do começo ao fim e criaram uma competente história regada a reviravoltas, traições, sucessos e fracassos. Agora, chega a hora da Netflix nos entregar uma produção intitulada ‘Caleidoscópio’, uma série que já vem sendo trabalhada há anos e que traz um diferencial incrível para o catálogo da gigante do streaming.
A principal ambição da obra é o fato de seus oito episódios poderem ser assistidos em qualquer ordem – como os padrões que criamos ao explorar um caleidoscópio. Cada capítulo nos arremessa para um momento diferente nesta complexa narrativa (seis meses depois do roubo ou vinte e quatro anos antes), apostando fichas em personagens que têm seus próprios motivos para se envolverem com o plano em questão. E, diferente da bagunça que poderíamos esperar, o resultado é coeso, instigante e funciona quase em sua completude – em outras palavras, não importa por onde você comece a assistir à produção: por mais que não queiramos, precisamos descobrir o que aconteceu e qual foram os corolários.
O elemento de atenção primária é Leo Pap (Giancarlo Esposito), um ex-detento que se reúne com conhecidos de seu passado para cometer um dos maiores crimes da história dos Estados Unidos: roubar títulos de um fortificado banco que estão avaliados em mais de US$7 bilhões. E, como percebemos ao longo dos episódios, a ideia não é apenas ficar rico, mas se vingar de Roger Salas (Rufus Sewell), um magnata de Wall Street que lhe passou a perna décadas atrás e que ocasionou sua prisão, a morte da esposa e o afastamento total da filha, Hannah (Tati Gabrielle). Para isso, ele recruta Ava (Paz Vega), sua advogada e parceira de crime, além da química Judy (Rosaline Elbay), o engenhoso Stan (Peter Mark Kendall), o mestre dos cofres Bob (Jai Courtney) e o motorista RJ (Jordan Mendoza), delineando um plano que pode deixá-los e sem a possibilidade de serem pegos.
Quando lidamos com obras desse tipo, sempre torcemos para que o grupo de criminosos saia vitorioso de suas artimanhas – e o mesmo acontece aqui, ao menos nas iterações iniciais. Queremos entender suas motivações e o que os levou a se aventurar nessa faca de dois gumes – e, à medida que o tempo passa, tudo fica mais cabuloso e a podre personalidade dos personagens vem à tona, movidos à ambição desmedida e à total impossibilidade de enxergarem um palmo à frente do nariz.
É por esse motivo que o plano do time dá errado: eles não conseguem confiar em si mesmos e deixam que as emoções falem mais alto, em um turbilhão de raiva que os faz perder aquilo pelo que ansiavam. Leo tem uma vendeta pessoal a travar com Roger, enquanto Hannah intercepta a carga que estavam tirando do cofre para benefício próprio; Bob, por sua vez, posa como um “macho alfa” que encontra sua merecida ruína, enquanto Stan e Judy se envolvem em um relacionamento que não passa de fachada e que culmina em corações quebrados. E RJ, ao que tudo indica, é o único que consegue se safar e se vingar por ser subestimado e jogado a escanteio. E não podemos deixar de mencionar a presença da agente Abassi (Niousha Noor), que carrega um ressentimento pessoal com Leo e Ava e se encarrega de desmascará-los e levá-los à justiça (também se vendo em um beco sem saída que prenuncia sua queda).
Eric Garcia, mente por trás dessa intrincada jornada, sabe como comandar o enredo de modo a não cair na repetição; a série, apesar de não ser impecável, é sólida o bastante para começar o ano com o pé direito. Talvez o único obstáculo enfrentado pela temporada seja seu teor melancólico e niilista, declamando a plenos pulmões que, no final das contas, nada importa e todos vamos morrer. Parte do público pode sentir um frescor de originalidade com uma investida mais melodramática e pessimista, mas acredito que a outra parte se sinta desconfortável e frustrada pelo finale desconcertante. Todavia, isso não é o suficiente para apagar o brilho da história criada.
‘Caleidoscópio’ poderia dar muito errado, mas consagra-se como uma ótima entrada da Netflix e um ótimo jeito de começar 2023 – nos relembrando de que até narrativas familiares podem ganhar uma nova roupagem.
A aclamada série ‘Succession’ chega ao fim hoje, 28 de maio, com a exibição do último episódio e marcando o encerramento de uma das maiores eras da HBO. E, como é de costume, os fãs da produção já se perguntaram se o show ganhará projetos derivados.
Em uma nova entrevista ao Deadline, a Chefe de Conteúdo de Drama da companhia, Francesca Orsi, confirmou que não há planos nem para uma 5ª temporada ou para spin-offs.
“Não, não agora”, Orsi disse. “Eu sei que houve algumas conversas sobre spin-offs, mas não, não vai acontecer”.
Ela continua: “Nunca direi nunca, mas meu instinto, e com base em uma série de conversas sobre a evolução de ‘Succession’ e esses personagens, neste estágio, não há intenção de continuar. [O criador] Jesse [Armstrong], caso ele faça outra série, irá construir algo original”.
Lembrando que o capítulo final, intitulado “With Open Eyes”, estreia às 23h de hoje na HBO Max e na HBO.
A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido.
De Beyoncé a Lizzo, são incontáveis as artistas negras que trazem produções originais e um impacto significativo no cenário fonográfico – seja incorporando elementos contrastantes em produções impecáveis, seja utilizando a plataforma que lutaram para conquistar para falar de temas importantes e que, dia após dia, precisam ser discutidos.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores músicas internacionais de artistas femininas negras do século XXI (até agora, é claro).
Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihannade que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, Rihannae Drake são vida a uma celebração dancehall, reggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.
Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-pop, R&B e hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.
“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hop e trap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.
Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.
6. “212”, Azealia Banks
Azealia Banks pode ter uma carreira e uma vida pessoal recheadas de controvérsias – mas suas músicas são algumas das mais bem produzidas do século e, quiçá, da história da indústria fonográfica. “212” é um ótimo exemplo do que Banks promove com sua arte: um encontro entre o passado e o presente que borra as linhas cronológicas e se consagra como algo, ao mesmo tempo, nostálgico e original. Produzida por Lazy Jay, a faixa amalgama house e hip hop e emergiu como o single de estreia da artista – sendo ovacionada e considerada uma das canções que definiram os anos 2010.
5. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z
A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”, lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.
4. “PAPER PLANES”, M.I.A.
“Paper Planes” se consagrou como um dos maiores fenômenos não apenas do século, mas também da história. Encabeçada pela artista conhecida como M.I.A., ela co-assinou a faixa ao lado de Diplo e também produziu a faixa, afastando-se das incursões dance do mesmo álbum (‘Kala’) e trazendo uma combinação original e envolvente de elementos da música folk africana, bem como um apreço pelo hip hop alternativo e um impacto imortalizado no cenário fonográfico.
Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihannaentregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.
O single de estreia de Alicia Keysé uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.
1. “FORMATION”, Beyoncé
“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.
O filme é escrito e dirigido por Liz W. Garcia (‘Continência ao Amor’).
A festeira da Flórida Rex (Roberts) acaba sendo a única esperança para o programa espacial da NASA depois que um acaso a coloca em treinamento com outros candidatos que podem ter currículos melhores, mas não têm sua inteligência, coração e coragem.
O rapper e produtor Sean “Diddy” Combs continua sob forte investigação após ser acusado por diversas vítimas de tráfico sexual, extorsão e promoção de prostituição.
Agora, de acordo com o Us Weekly, o ator vencedor do Oscar Denzel Washington teria enfrentado Diddy em uma festa ocorrida em 2003.
De acordo com uma fonte que era muito próxima do rapper no começo dos anos 2000, Washington havia participado de uma reunião com Diddy e levantado a voz para enfrentá-lo: “Denzel gritou: ‘você não respeita ninguém'”.
O incidente culminou em Washington saindo furioso do evento: “[Denzel e sua esposa, Pauletta] estavam na festa até o amanhecer [com Diddy], e eles tinham visto algo e saído furiosos de lá”.
Vale lembrar que Diddy foi preso no último dia 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.
As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.
Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.
Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.
No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&BAaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.
Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.
Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.
Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.
Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.
Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.
Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.
Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado ‘Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.
Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.
Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.
Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.
Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.
Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.
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