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‘O Beijo da Mulher Aranha’: Remake com JLo ganha data de estreia mirando na temporada de premiações

O aclamado remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha‘, estrelado por Jennifer Lopez, finalmente ganhou data de estreia. A produção será lançada em 10 de outubro nos cinemas norte-americanos, já mirando na temporada de premiações de 2026.

O longa fora adquirido pela Roadside Attractions, a Lionsgate e pela produtora independente LD Entertainment, que cuidarão de seu lançamento na América do Norte. O musical ainda não possui data de estreia para o Brasil.

O Beijo da Mulher Aranha‘ terá uma árdua tarefa para conquistar seu espaço nas bilheterias, pois disputará a atenção da audiência com mais três outros filmes, que também estreiam na mesma data.

Além do remake, estreiam no dia 10 de outubro a sequência ‘Ton: Ares‘, ‘Animal Friends‘- estrelado por Jason Momoa e Ryan Reynolds -, além do novo filme de Luca Guadagnino, o thriller ‘After The Hunt‘, com Julia Roberts, Andrew Garfield e Ayo Edebiri.

A nova versão musical de ‘O Beijo da Mulher-Aranha‘ foi lançada no Festival de Sundance 2025 e foi financiado de forma independente, com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.

O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.

Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire

“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.

Confira as imagens do reboot:

A nova versão para as telonas terá John Kander Fred Ebb como responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

‘Stranger Things’: Criadores falam sobre a polêmica em torno da cena de beijo “forçado”

Os irmãos Duffer, criadores de Stranger Things, se envolveram em uma grande polêmica ao comentar, durante o especial Beyond Stranger Things’, que uma cena entre dois atores não existia no roteiro.

 

[CUIDADO COM SPOILERS SOBRE A 2ª TEMPORADA]

A cena do beijo entre Max (Sadie Sink) e Lucas (Caleb McLaughlin) não estava no roteiro e a atriz não estava confortável com a situação.

Sadie Sink admitiu que estava nervosa com a cena por ter de gravar na frente de vários membros da equipe, figurantes e de seus pais.

Ross Duffer então brinca que o beijo não estava planejado, porém só foi inserido pois a reação “assustada” da atriz foi “muito forte”. O comentário gerou discussões na internet, com fãs e atores classificando o comportamento dos criadores como errado e abusivo.

Já em entrevista a Variety, Matt Duffer também afirmou que os demais beijos da série foram feitos da mesma forma, definidos pelo momento.

“Me dá um tempo! Eles tiveram que se beijar três vezes. Você pensa que é o fim do mundo mas acho que é grande coisa. Caleb deu seu primeiro beijo, acho. Definitivamente era o primeiro de Sadie, isso eu sei. Mas até Millie Bobby Brown e Finn Wolfhard nunca tinham beijado antes. Foi algo enorme.”

Por fim, Matt diz que é necessário que os atores saiam de suas zonas de conforto às vezes.

“Foi divertido, eu amei. É preciso torturá-los um pouco. Você sabe que é preciso se divertir de alguma forma. E temos essas crianças que são muito divertidas. Sei exatamente como irrita-las agora.”

E vocês, o que acham dessa situação que os atores tiveram que passar?

 

 

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

Mergulhe no novo cartaz do suspense do diretor de ‘Corrente do Mal’

A24 divulgou o primeiro cartaz e trailer de Under the Silver Lake, o novo filme de suspense com ares de comédia do diretor David Robert Mitchell (Corrente do Mal) e com Andrew Garfield (‘Espetacular Homem-Aranha’) no papel principal. Confira:

Na trama, um jovem (Garfield) se apaixona por sua vizinha e no auge do relacionamento dos dois ela simplesmente desaparece sem deixar nenhuma pista. O namorado vai procurá-la e acaba descobrindo uma louca linguagem espiritual.

O diretor descreve o longa como um filme “neo-noir”, que estreia nos EUA em 22 de junho, mas começa a ser exibido em maio, durante o Festival de Cannes.

Ainda não há data de lançamento para o Brasil.

‘Punho de Ferro’: 2ª temporada faz referência a ‘Vingadores: A Era de Ultron’

O novo ano de Punho de Ferro apresentou uma interessante referência a ‘Vingadores: A Era de Ultron’.

[CUIDADO COM SPOILERS]

A ligação se dá devido à Mary (Alice Eve), uma das vilãs do seriado. Na trama, a vilã possui uma séria desordem de personalidade, e é justamente a causa dessa desordem que apresenta uma ligação com o filme da super-equipe da Marvel.

Durante um dos episódios finais, é dito que Mary e um grupo de companheiros chegaram a ficar 22 meses presos na cidade de Sokovia, e após o fim desse período de tempo, os companheiros de Mary foram executados em sua frente.

Caso não se lembre, a cidade fictícia de Sokovia foi palco da maior parte da trama de ‘A Era de Ultron’, local que foi destruído no filme.

O que acham dessa ligação?

Nem mesmo a quantidade reduzida de episódios e uma trama mais “enxuta” fez a 2ª temporada de Punho de Ferro conquistar a crítica internacional.

No momento, o novo ano do herói da Marvel/Netflix aparece com uma aprovação de 52% no Rotten Tomatoes, e nota média baixa de apenas 4,73. Foram 25 avaliações computadas até o momento, sendo 13 positivas e 12 negativas.

Nas críticas em geral, as cenas de luta são elogiadas, no entanto, o roteiro fraco e a falta de inspiração são os principais fatores negativos. Os críticos também consideram essa como a pior série de super-herói da Netflix.

Ficou curioso? Confira nossa crítica: Primeiras Impressões | Punho de Ferro – 2ª temporada (Sem Spoilers)

A segunda temporada de Punho de Ferro já está disponível.

Assista ao trailer

Confira o título dos episódios:

  1. “A fúria do punho de ferro” (Marvel Premiere # 19)
  2. “A cidade não é para queimar” (Iron Fist # 3)
  3. “Este segredo mortal (Power Man e Iron Fist # 99)
  4. “Alvo: Punho de Ferro” (Iron Fist # 13)
  5. “Coração do Dragão” (Marvel Premiere # 16)
  6. “O Dragão Morre ao Amanhecer” (Iron Fist # 9)
  7. “Manhã da Mente” (Iron Fist # 25)
  8. “Cidade à Beira da Vingança” (Marvel Premiere # 17)
  9. “Guerra sem fim” (Power Man e Iron Fist # 83)
  10. “Um duelo de ferro” (Iron Fist # 1)

Assista ao trailer do 2ª ano, que mostra Danny Rand vestindo o uniforme clássico do personagem nos quadrinhos:

 

Thunderbolts* | O que assistir antes de ver o novo filme da Marvel?

Thunderbolts* chega aos cinemas nesta quinta-feira (1º), mas já contará com sessões disponíveis a partir desta quarta (30). Nós já assistimos o longa, que está sensacional! Pensando nisso, demos uns passos para trás e voltamos para as produções do Universo Cinematográfico Marvel que levaram à trama deste filme.

Divulgação/ Marvel Studios. © 2024 MARVEL.

E como sabemos que o tempo é curto, separamos as produções em ‘Essenciais’ e ‘Opcionais’. Ou seja, listamos aquelas que você não pode deixar de assistir para entender o filme e outras que não devem afetar o entendimento, mas vão enriquecer sua experiência ao assistir Thunderbolts*. Confira!

Essenciais:

Viúva Negra

Por incrível que pareça, o filme mais importante para assistir Thunderbolts* sem ficar boiando na história é Viúva Negra. Lançado em 2021, o longa causou muita polêmica de bastidores por ter sido lançado diretamente no streaming, já que os cinemas estavam fechados por conta da pandemia. A trama se passa entre Capitão América: Guerra Civil (2016) e Vingadores: Guerra Infinita (2018), e conta a história de Natasha Romanoff e sua família ‘de mentira’, formada pelos soviéticos como parte de seu treinamento. O longa introduz a irmã, Yelena Belova (Florence Pugh) e o pai, o Guardião Vermelho (David Harbour), uma versão soviética do Capitão América. E a grande ameaça é a Treinadora (Olga Kurylenko). Essas três personagens retornam em Thunderbolts* e são fundamentais para a trama.

Falcão e o Soldado Invernal

Se você ainda não assistiu Falcão e o Soldado Invernal, a hora é essa! Além da série ser espetacular, ela é importantíssima para os desdobramentos de Thunderbolts*. Ela dá prosseguimento ao final de Vingadores: Ultimato (2019) e acompanha Sam Wilson (Anthony Mackie) no dilema entre aposentar o escudo do Capitão América ou dar continuidade ao legado de Steve Rogers (Chris Evans). O problema é que ele leva um golpe do governo americano, que não quer um homem negro como símbolo máximo do país, e decide repassar o escudo e o uniforme para John Walker (Wyatt Russell), um militar branco, loiro e completamente surtado pela pressão de encarnar o ícone máximo. Com seus delírios de grandeza, Walker toma uma série de ações imperdoáveis e vai manchando o legado do herói. Inconformados com a situação, Sam e Bucky (Sebastian Stan) partem atrás do rapaz para tomar o escudo de volta. Eles só não contavam que um carregamento com tentativas de recriar o Soro do Supersoldado fosse entrar em jogo. Além de Walker, a série também introduz a Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que vai aprontar novamente neste filme, sendo peça chave para a trama.

Opcionais:

Homem-Formiga e a Vespa

Por mais que ninguém lembre deste filme, Homem-Formiga e a Vespa (2018) teve sua trama construída ao redor da história trágica de Ava Starr, a Fantasma (Hannah John-Kamen), uma mulher que passou a vida inteira sofrendo com a falha em um experimento físico que alterou sua densidade molecular. Com isso, ela é usada para praticar roubos, já que consegue atravessar paredes e pessoas, sendo praticamente intangível. No desenrolar da história, o Homem-Formiga e a Vespa cruzam o caminho dela e acabam enfrentando – e eventualmente ajudando – a coitada, que retorna em Thunderbolts* como uma coadjuvante de luxo.

Capitão América: Admirável Mundo Novo

Esse aqui entrou como opcional porque ainda está em cartaz em pouquíssimos cinemas pelo Brasil. E como ele só deve entrar no catálogo do Disney+ em 31 de maio, esse é um daqueles casos em que assistir o filme antes não será missão das mais fáceis. Por isso entrou como opcional, mas a verdade é que ele traz um arco muito importante que leva o Bucky diretamente para a trama de Thunderbolts*. No filme, Sam Wilson é o Capitão América há alguns anos. Aceito pelo público, ele segue combatendo os inimigos de forma internacional. No entanto, com a corrida pela exploração de um novo metal de origem alienígena, o Presidente Ross (Harrison Ford) convoca o Capitão para ajudá-lo em uma missão diplomática que vai terminar muito mal, já que ele foi secretamente transformado no Hulk Vermelho.

Divulgação/ Marvel Studios. © 2024 MARVEL.
Com exceção de Capitão América: Admirável Mundo Novo, todas as outras produções listadas no texto estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Love Kills – Filme Brasileiro sobre Vampiros Traz uma São Paulo Gótica [Festival do Rio 2025]

O gênero do terror (e suas subdivisões) há muito tempo faz sucesso no Brasil. Por essas e outras tivemos (e ainda temos) Zé do Caixão como ícone da cultura pop no país. A atração pelo incompreensível é inerente no ser humano, daí nossa tendência em taparmos o rosto mas manter os olhos abertos por entre os dedos para espiar o que está acontecendo. No entanto, apesar desse grande interesse, o gênero não é retratado com tanta frequência nos cinemas ou na literatura nacional, por isso é sempre motivo de celebração quando um filme como ‘Love Kills’ tem sua primeira exibição num grande festival como o Festival do Rio, o que demonstra que ao menos nessas mostras há lugar (e público) para os filmes de gênero.

Helena (Thais Lago, de ‘O Novelo’) é uma figura sombria que vive a rondar uma cafeteria antiga na zona central de São Paulo, perto de uma cracolândia. Todas as noites ela aparece no local onde Marcos (Gabriel Stauffer, da série ‘De Volta Aos 15’) trabalha, pede um café e fica ali sentada, observando. Marcos, insatisfeito com o rumo de sua vida, sempre chega atrasado e toma bronca do patrão, mas sempre fica de olho em Helena. Até o dia em que Helena parece se meter em uma confusão e Marcos vai em seu resgate, até que entende que ela não precisava de ajuda nenhuma dele pois, na verdade, ela é uma vampira superpoderosa, que foge de um grupo de vampiros que quer matá-la por alguma razão. Fascinado com esse mundo, Marcos vê aí a sua grande motivação na cidade grande.

Baseado na graphic novel homônima de Danilo Beyruth, lançada em 2019, o longa traduz exatamente esse aspecto de HQ underground misturado com um clima noir. Esse é o ponto forte de ‘Love Kills’: uma fotografia criativa que se apropria das locações para imprimir qualidade nas cenas (principalmente nos planos abertos) com um figurino que parece ter levado todo o orçamento (pois a protagonista desfila lindíssimos looks em cada tomada, o que, sim, imprime valor de produção ao longa) somados a um bom uso de luzes e cores, que frequentemente contrastam na tela para jogar com a índole dos personagens bons x maus e deixá-los evidentes ao espectador.

Com a belíssima e talentosa Thais Lago em primeiro plano roubando nossos olhares com aquele charme sedutor de um vampiro que sabe o poder que tem, ‘Love Kills’ ainda traz Erom Cordeiro (de ‘Supermax’) numa participação especial. Para contrastar com o poderio vampiresco, a diretora Luiza Shelling Tubaldini opta por deixar Gabriel Stauffer num Marcos num misto de hipnotismo e simples humanidade bem caricato, bem típico dos quadrinhos underground.

Love Kills’ cumpre o entretenimento e transmite um valor de produção maior do que possivelmente foi de verdade – o que é excelente para o projeto. Com uma ambientação mais produzida do que cenas de terror efetivamente e um grupo vampiresco meio Volturi, o filme deve agradar aos fãs do cartunista e àqueles que curtem essa narrativa mais de quadrinhos.

‘Hellboy’: Reboot ganha clipe brutal introduzindo Lobster Johnson; Confira!

A equipe da Lionsgate divulgou recentemente um novo clipe do reboot de Hellboy, introduzindo-nos a Lobster Johnson. Thomas Haden Church dá vida ao clássico personagem que não deu as caras nas iterações anteriores.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Till Death’: Evangeline Lilly e Jason Sudeikis serão protagonistas de novo thriller de ação

Segundo o ColliderJason SudeikisEvangeline Lilly vão estrelar o novo thriller de ação de Aharon Keshales, intitulado Till Death.

O filme gira em torno de Jimmy, um criminoso que ganha liberdade condicional após prestar serviço durante 12 anos na prisão por assalto a mão armada. Ele se reconecta com o amor de sua vida, Annie, que foi diagnosticada com câncer terminal, e planeja usar sua recém-conquistada liberdade para garantir que seus últimos dias sejam os melhores da vida. Entretanto, as coisas não saem como planejado.

Keshales é conhecido por co-dirigir o longa israelita ‘Os Lobos Maus’, que entrou para a seleção oficial do Festival de Toronto em 2013 e foi aclamado pelo diretor Quentin Tarantino. Atualmente, está em pós-produção do suspense ‘Gunpowder Milkshake’, estrelado por Karen GillanLena HeadeyMichelle Yeoh.

O cineasta descreve seu projeto como “uma história de amor que ficou presa em um thriller de Sam Peckinpah“.

As filmagens devem começam em janeiro de 2020

Lilly recentemente reprisou seu papel como a Vespa em ‘Vingadores: Ultimato’ e deve retornar para a próxima iteração da franquia Homem-Formiga. Sudeikis, por sua vez, é conhecido por seu trabalho no seriado Saturday Night Live’ e por obras como Colossal‘Driven’.

‘Matrix 4’: Diretores de ‘John Wick’ vão coreografar as cenas de ação da sequência

Em entrevista ao Collider, os diretores Chad StahelskiDavid Leitch, que trabalharam juntos no aclamado capítulo de estreia da franquia John Wick, revelaram que irão voltar para o mundo de Matrix para coreografar as cenas de ação da quarta iteração e ajudar os personagens com treinos físicos.

“Eles nos perguntaram se podíamos ajudar na coreografia e nos treinos”, Staheski revelou. “Eu estou ajudando um pouco em algumas sequências, Dave está em outras. Lana voltou com bastante amor e uma reunião pseudo-familiar. Tem sido ótimo ver os membros da equipe de novo”.

Lembrando que a produção de ‘Matrix 4‘ foram interrompidas para evitar a propagação do Coronavírus.

As filmagens estavam acontecendo em Berlim, na Alemanha, após passarem por San Francisco, nos EUA.

Por enquanto, não há previsão de retomada, mas a estreia segue agendada para 21 de maio de 2021.

Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Ellen Hollman, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Fontes ligadas à produção disseram que a presença de Neo e Trinity emMatrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.

Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Lançado me 1999, ‘Matrix’ foi aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou US$ 463 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 63 milhões.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Lovecraft Country’: Victoria Mahoney fala sobre suas inspirações para o 4º episódio da série da HBO

Depois de ter sido assistente de direção em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, a diretora Victoria Mahoney voltou para o mundo televisivo com a aclamada série Lovecraft Country.

Mahoney ficou responsável pelo quarto episódio da 1ª temporada, “A History of Violence”, e revelou ao Deadline que trouxe diversas inspirações dos clássicos da Lucasfilm – incluindo ‘Star Wars’Indiana Jones.

“O que é divertido sobre a abordagem geral que [a showrunner] Misha Green teve quando queria que eles vivessem por conta própria, e então o público vê que estamos em um território desconhecido, e é autossuficiente. Houve uma sentença operativa que veio à minha mente no começo, e tinha a ver com Jurnee Smollett me chamando numa manhã de sábado. Ela disse algo para mim e isso veio á minha cabeça, essencialmente, quando ela disse: ‘isso é Indiana JonesOs Goonies para os negros’. E eu pensei: ‘Meu Deus, eu esperei minha vida inteira por isso’. Então isso significa bastante para mim como um indivíduo, uma contadora de histórias e um membro do público”.

Enquanto isso, o 5º episódio da série, “Strange Case”, vai ao ar no próximo dia 13 de setembro.

Assista ao teaser oficial:

Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

‘Sombra e Ossos’: Série de fantasia da Netflix ganha imagens e pôsteres individuais; Confira!

A Netflix divulgou os primeiros cartazes individuais e as imagens oficiais de sua nova e ambiciosa série de fantasia, Sombra e Ossos.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira, junto ao teaser:

Sombra e Ossos é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘Esquadrão Suicida’: Editor CONFIRMA que executivos da Warner mudaram o filme original de David Ayer

Pouco depois do lançamento de Esquadrão Suicida, que tornou-se um fracasso de crítica e desapontou nas bilheterias mundiais, os fãs ao redor do mundo começaram a se questionar como o filme seria sem muita interferência por parte da Warner Bros..

O longa, dirigido por David Ayer, foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Agora, em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para Esquadrão Suicida estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, Esquadrão Suicida era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida, afirmou.

Ayer reclamou da decisão e adiantou aos fãs que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado ‘Coringa‘.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. O Coringa era assustador e a Arlequina era complexa”, ele escreveu. 

‘Eternos’: Angelina Jolie diz que pessoas irritadas com as cenas LGBTQIA+ do filme são ignorantes

O lançamento de ‘Eternos’ vem causando polêmica em países mais conservadores, como a Arábia Saudita, o Kuwait e o Qatar, em virtude das cenas explicitamente LGBTQIA+ na produção.

Pela presença de personagens queer, os locais em questão baniram o filme das salas de cinema – mas isso não impediu que a icônica Angelina Jolie, que dá vida a Thena, respondesse à decisão dos países, dizendo que as pessoas que se irritam com a narrativa são “ignorantes”.

“Fico triste [pelos espectadores]. E estou orgulhosa da Marvel por se recusar a cortar as cenas”, ela comentou em entrevista ao news.com.au“Eu ainda não entendo como vivemos em um mundo hoje em que as pessoas não veem a família Phastos como algo belo e como um relaionamento cheio de amor. Qualquer um que fique irritado, ameaçado, bravo, não aprove ou não aprecia, é ignorante”.

Apesar das críticas mistas, ‘Eternos‘ arrecadou US$ 19.8 milhões no seu primeiro dia no mercado internacional, sem contar os EUA.

Os destaques foram Coreia do Sul (US$ 6.1 milhões), México (US$ 1.3 milhões) e o Brasil (US$ 1 milhão).

Já Nos EUA, o filme conseguiu arrecadar sólidos US$ 9.5 milhões. Para termos de comparação, o resultado é maior que o de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, que arrecadou US$ 8.8 milhões em sua pré-estreia no país.

Apesar disso, a produção não conseguiu superar a pré-estreia de ‘Venom 2‘, que arrecadou US$ 11.6 milhões na quinta-feira, antes de uma excelente estreia de US$ 90.1 milhões no primeiro final de semana.

Segundo as projeções, o novo longa da Marvel deve estrear com US$ 75 milhões nos EUA – abaixo dos US$ 100 milhões das análises iniciais antes das críticas serem publicadas.

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Oscar 2022 | ‘No Ritmo do Coração’ ganha a estatueta de Melhor Filme

No Ritmo do Coração (‘CODA’), se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e fez bonito no Oscar 2022.

Além de ter conquistado os prêmios de Melhor Roteiro Adaptado para Siân HederMelhor Ator Coadjuvante para Troy Kotsur, o longa também levou o prêmio de Melhor Filme, o mais esperado da noite.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Siân Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Crítica | Demi Lovato volta às origens com o ambicioso álbum ‘Holy Fvck’

Posando deitada em uma cama no formato de uma cruz e fazendo referências às práticas BDSM, Demi Lovato anunciava o lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, Holy Fvck. Diferente do escopo mais pautado no pop e no R&B dos títulos anteriores, a nova produção levaria Lovato de volta às suas raízes – um movimento interessante de recuperar o que já ficou no passado e de trazer à tona a nostalgia pop-rock de ‘Don’t Forget’ e Here We Go Again; entretanto, a cantora e compositora agora lida com uma fase de sua vida em que deixou de lado a figura imaculada da “estrela da Disney” e deu lugar a uma pessoa realizada por completo e que já teve experiências consideráveis para assinar suas faixas.

Holy Fvck parte de uma estética bastante interessante e que serve como renascimento de um dos maiores nomes do cenário contemporâneo – e que, a cada álbum, tem algo de novo para nos dizer. É quase emblemático que Demi tenha tratado a produção como um “funeral do pop”, renegando a imagem engessada que tinha nos anos anteriores em prol de uma ressurgência crítica e essencial para nos manter envolvidos em uma trajetória recheada de simbolismos e autorreferências que refletem a obrigatoriedade de um amadurecimento necessário. Não é surpresa, pois, que tenhamos uma produção infundida no propósito da dissonância, seja dos vocais enfurecidos, seja de instrumentos como guitarra, baixo e bateria. O resultado é aprazível em boa parte e reflete a versátil habilidade da performer em saber como se reinventar (seja para o bem ou para o mal).

Já fazia um tempo desde que Lovato não se mantinha fiel à persona eternizada pela mídia – ou seja, dentro de um espectro açucarado e relacionável. Desde Tell Me You Love Me, em 2017, a artista vinha apostando fichas em letras mais pessoais e mais impactantes, falando abertamente sobre os problemas que tinha enfrentado e o espaço que ocupava em um mundo ainda marcado pelo conservadorismo e pelo preconceito. O mesmo ocorreu com Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, uma ode ao empoderamento e a como a dor que sentiu durante tanto tempo a ajudou a superar vários obstáculos. Mas nada poderia nos preparar para a celebração pop-punk e hard-rock do que podemos apenas entender como uma das entradas mais ambiciosas de sua discografia.

Enquanto “Skin of My Teeth”, lançado como lead single, preparava os ouvintes para esse novo capítulo da carreira de Demi, é a faixa de abertura, “Freak”, performada ao lado de YUNGBLUD, que dita o tom da obra. Movida pelo hard rock conhecido e pincelado nas investidas iniciais da cantora, é notável como Lovato se desvencilha das restrições que carregava alguns anos atrás e aposta em narrativas pessoais e que demonstram sua raiva contra a execrável normatividade e o modo como deve se portar dentro de uma sociedade bem tradicionalista. É costumeiro que enxerguemos essa atitude da artista como enraivecida, mas, na verdade, ela só está colocando para fora o que sempre quis dizer (“eu sou o que sou, e o que sou é um pedaço de carne”).

A temática de libertação e empoderamento se alastra para o restante das faixas, o que permite a criação de uma linha coesiva sólida e que nos mantém envolvidos do começo ao fim – e que, de maneira similar, vale-se exaustivamente de repetições um pouco cansativas, ofuscadas pelo poder da interpretação da vocalista. Em uma comparação estética, Holy Fvck carrega deslizes quase iguais a ‘Love Sux’, de Avril Lavigne, em que a produção sistemática e explosiva aproveita de todo o potencial o tempo inteiro, se esquecendo das nuances que gostaríamos para compreender a jornada completa. Entretanto, isso não significa que o resultado é ruim – muito pelo contrário: temos, aqui, uma pessoa que sabe que caminho seguir com sua carreira e que se livrou das amarras do que os outros querem que ela seja.

“Skin of My Teeth” mergulha de cabeça em uma reflexão sobre si mesma, em que viver se transformou numa sobrevivência fugaz; “Substance” aproveita para criticar a falta de profundidade das pessoas, tratando da triste efemeridade das relações humanas (ainda que a pungência seja, por vezes, crua demais e livre de metáforas); “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação; “4 Ever 4 Me” e “Happy Ending” insurgem na contraposição do hard rock em semi-baladas guiadas pela melodia do violão e que, ainda que com alguns defeitos, servem como uma proposital quebra de ritmo para o público.

A obra é recheada de referências e homenagens que Lovato faz àqueles que a inspiraram ao longo da carreira: a adoção do pop-punk remete à imagem que Lavigne imortalizou desde seu début com ‘Let Go’, em 2002, enquanto a amálgama de subgêneros do rock e o tom confessional nos leva de volta ao último álbum da banda The Pretty Reckless, ‘Death by Rock and Roll’, ou ao contínuo impacto que Paramore teve no cenário fonográfico. Tudo sem drenar a identidade ou a performance de Demi e sem culminar numa bola de neve amorfa e sem vida.

Holy Fvck pode ter os seus problemas, mas isso não o faz um álbum menos brilhante. Esse novo capítulo da carreira de Demi Lovato é uma adição bem-vinda a uma carreira permeada por acontecimentos chocantes e que se consagra como uma imaculada reflexão sobre o que significa estar vivo. A ousadia ambicionada pela cantora é apaixonante e, no geral, encontra sucesso e merece ser revisitada em empreitadas futuras.

Nota por faixa:

1. Freak, feat. Yungblud – 4,5/5
2. Skin of My Teeth – 4/5
3. Substance – 4/5
4. Eat Me, feat. Royal & The Serpent – 5/5
5. Holy Fvck – 4,5/5
6. 29 – 5/5
7. Happy Ending – 3,5/5
8. Heaven – 4/5
9. City of Angels – 3,5/5
10. Bones – 4/5
11. Wasted – 4/5
12. Come Together – 4,5/5
13. Dead Friends – 4/5
14. Help Me, feat. Dead Sara – 4,5/5
15. Feed – 4/5
16. 4 Ever 4 Me – 3,5/5

‘Cloverfield 2’: Matt Reeves fala sobre sequência e compara a saga a ‘Clube da Luta’

Em entrevista ao Screen Rant, o realizador Matt Reeves falou sobre potenciais sequências da saga Cloverfield e até mesmo comparou a franquia ao clássico ‘Clube da Luta’, de David Fincher.

Na ocasião, Reeves celebrou o aniversário de quinze anos do primeiro capítulo da trilogia e revelou que está muito animado para futuras histórias.

“Digo, é Cloverfield. A coisa toda é que Cloverfield é como ‘Clube da Luta’. Você não fala sobre [o filme]. Só vou dizer que estou muito animado para as futuras iterações que podemos fazer, mas não posso dar nenhuma dica.”, ele comentou.

Vale lembrar que uma sequência direta do filme ‘Cloverfield – Monstro‘ está sendo desenvolvido pela Bad Robot.

Segundo o Deadline, a produção será comandara por Babak Anvari (‘Sob a Sombra’). Matt Reeves, de ‘Batman‘, foi o diretor do filme original e não está envolvido com a nova sequência.

O roteiro está sendo escrito pelo próprio JJ Abrams, que serviu como roteirista para ‘Super 8‘ e ‘Missão Impossível 3‘, e por Joe Barton – do terror ‘O Ritual‘, de 2007.

A continuação não seguirá o formato found footage do primeiro filme, mas mostrará os eventos que aconteceram após o ataque do monstro em Nova York.

A franquia rendeu duas sequências independentes, ‘Rua Cloverfield, 10‘ e ‘The Cloverfield Paradox‘, que narram histórias completamente diferentes e sequer são ambientadas no mesmo universo.

Apesar de cada filme ter sua própria história, ‘The Cloverfield Paradox‘ explicou que uma fenda no espaço-tempo fez vários tipos de monstros aparecerem em diferentes timelines e realidades, o que ajuda a entender como os filmes são conectados tematicamente.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: 8ª temporada estreia na Paramount+ Brasil!

A 8ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição vencedor do Emmy, finalmente chegou ao Brasil.

O novo ciclo estreou hoje, 28 de junho, na Paramount+.

Relembre o trailer:

As 12 novas competidoras são: Jessica Wild (2ª temporada), Monica Beverly Hills (5ª temporada), Darienne Lake (6ª temporada), Mrs. Kasha Davis (7ª temporada), Naysha Lopez (8ª temporada), Jaymes Mansfield (9ª temporada), Alexis Michelle (9ª temporada), Kahanna Montrese (11ª temporada), Heidi N Closet (12ª temporada), LaLa Ri (13ª temporada), Kandy Muse (13ª temporada) e Jimbo (Canada’s Drag Race – 1ª temporada).

Elenco de ‘Wonka’ revela o que guardou como RECORDAÇÃO do set de filmagens [COLETIVA]

Wonka, pré-sequência do clássico A Fantástica Fábrica de Chocolate, já estreou nos cinemas nacionais – e fez um sucesso considerável entre a crítica especializada ao conquistar 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Estrelado por Timothée Chalamet, a trama é ambientada quinze anos antes da história original e acompanha Willy Wonka antes se transformar no icônico chocolatier como o conhecemos. Na produção, Willy retorna de uma longa viagem pelos sete mares em busca dos ingredientes mais inesperados e únicos para produzir suas guloseimas magníficas – e, à medida que tenta se estabelecer no vibrante cenário dos chocolates, enfrenta a fúria de magnatas corruptos e gananciosos que não o querem ali e que têm como principal objetivo continuar controlando o monopólio dessa guloseima.

Recentemente, tivemos a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com o elenco protagonista, incluindo Chalamet, que fez um trabalho impecável ao encarnar o protagonista titular. O astro indicado ao Oscar revelou que já queria colaborar com o diretor Paul King desde que assistiu à ovacionada mini-franquia As Aventuras de Paddington, pela qual o realizador ficou responsável.

“Eu havia ficado encantado pelo trabalho de Paul antes, com os filmes [da franquia] ‘Paddington’, ele contou. “Fiquei assustado com a ideia de interpretar Wonka, porque ele é um personagem muito amado. Porém, depois de ler cinco páginas do roteiro, eu vi o quão sagaz era a perspectiva de Paul sobre como Willy se tornou Wonka, sabe?”.

Chalamet também falou sobre as belíssimas mensagens passadas pelo filme e aproveitou para rasgar elogios para o elenco estelar que faz parte do projeto:

“Eu gosto da frase: ‘tudo de bom no mundo começou com um sonho’. Como Paul disse, na música ‘Pure Imagination’, ele diz que quer mudar o mundo. E toda a atitude otimista que o jovem Willy tem, em que ele não aceita não como resposta e se recusa a abandonar os próprios sonhos.

Nunca pensei que poderia fazer algo assim, com Paul e um elenco britânico icônico. Foi um desafio maravilhoso”.

Além do astro, o longa-metragem traz ninguém menos que a vencedora do Oscar Olivia Colman como a antagonista Sra. Scrubitt, dona da hospedagem em que Willy fica após voltar de viagem – e que o engana com inúmeras taxas incabíveis, forçando-o a trabalhar na lavanderia que fica no porão da estalagem.

Durante a coletiva, Colman revelou o que a atraiu para o projeto, dizendo que é sempre uma diversão interpretar uma vilã.

“É muito divertido interpretar uma vilã e eu sabia que iria me divertir no trabalho, com Paul, ainda mais porque amo ‘Paddington’. E sou uma grande fã de Timothée, sabia que seria uma coisa muito legal em se fazer. E foi. Eu me diverti todos os dias”, ela disse. “Paul é bastante colaborativo. Ele dizia: ‘faça alguma coisa, diga alguma coisa’. E eu fazia, mas pensava: ‘isso nunca vai entrar para o filme’. Mas, então, algumas coisas entravam. Não acho que sou terrivelmente boa em criar coisas do nada, mas, com Paul, tudo funcionava”.

Um dos outros destaques da produção é a jovem Calah Lane como Noodle, uma das servas da Sra. Scrubitt que logo vira aliada e uma das amigas mais próximas de Wonka. Em determinado momento, Noodle e Willy unem forças para derrubar o conclave das guloseimas que quer expulsá-los da cidade, mas acabam presos em um enorme tanque de chocolate onde são deixados para morrer.

Quando questionada como foi rodar a cena, Lane respondeu: “foi muito divertido. A primeira vez que rodamos, acho que não era chocolate, e sim loção ou algo assim. Mas na segunda vez, era, de fato, chocolate. Foi muito divertido. Na primeira vez, estávamos sentados no tanque e a água começou a subir; na segunda, estávamos bem agachados. E, sim, ainda gosto de chocolate [mesmo depois disso tudo]”.

Keegan Michael-Key, conhecido por uma sólida carreira com produções musicais, também foi escalado ao filme como o Chefe da Polícia, um ingênuo e influenciável oficial que se deixa levar pelos subornos dos magnatas do chocolate para garantir que Wonka seja expulso da cidade e não consiga mais vender seus doces para as pessoas.

Michael-Key forneceu alguns insights de como foi o processo de gravação de suas cenas – e o quanto de chocolate ele comeu nesse meio-tempo.

“Nós tivemos um chocolatier que criaram os chocolates do zero, foi incrível. Eu comi uma quantidade considerável de chocolate no set, quase tanto quanto o Chefe de Polícia, porque era take depois de take depois de take. Não comi nenhuma das embalagens, para deixar bem claro”, ele disse.

O ator acrescentou: “tivemos que rodar fora da sequência [cronológica], porque, caso contrário, eu realmente teria engordado muito. Rodamos fora da sequência e em quatro estágios diferentes do peso [do personagem]. Foi muito divertido”.

Um dos personagens mais memoráveis do universo criado por Dahl não poderia ficar de fora da pré-sequência. Dessa forma, coube a Hugh Grant encarnar a nova versão do Oompa-Loompa, que eventualmente se torna braço-direito de Willy quando ele abre a famosa fábrica de chocolate.

Entretanto, Grant não teve uma experiência similar à de seus colegas no projeto, dizendo que ficou muito incomodado com o processo de captura de movimentos que King utilizou para dar vida ao Oompa-Loompa.

“Foi péssimo. Horrível”, o astro desabafou. “Você utiliza um tipo de coroa de espinhos, é muito desconfortável. Eu reclamei bastante sobre isso, um processo incompreensível. Havia dezesseis tipos de câmera, eu não sabia onde estava. Dei o melhor de mim, mas dois meses depois, me perguntaram: ‘você pode vir gravar de novo?’. E aí, dois meses mais tarde, a mesma coisa – e foi assim durante dois anos”.

Ele continua: “era muito confuso. Não ligava para o fato de haver muitas câmeras, mas eu perguntava se deveria atuar com o meu corpo ou não. E nunca tive uma resposta satisfatória”.

De qualquer forma, Grant teve alguns momentos de diversão ao interpretar o personagem:

“É muito divertido brincar e tentar algumas falas aqui e ali, eu gosto bastante disso. Mas como disse antes, aquela questão da captura de movimento ainda me deixa muito confuso”.

É costume que, após um determinado projeto audiovisual chegar ao fim de suas gravações, o elenco leve uma “lembrancinha” para casa – e é claro que isso não seria diferente com os astros de Wonka. Ao serem perguntados sobre se haviam guardado alguma recordação do set, a maioria foi categórica ao dizer que sim.

“Eu levei”, Colman disse, tomando a frente. “O tecido que ficava atrás de mim na lavanderia. Eu perguntei o que acontecia depois do fim das gravações, e me disseram que iria de volta para o depósito. Então, fiz alguns cortes nele [e levei para casa]”.

“Eu peguei a fita de cabelo que fazia parte do meu figurino”, Lane revelou.

Chalamet, por sua vez, resolveu se apropriar de uma grande peça de figurino do longa: “eu peguei uma coisa também, mas não acho que alguém saiba. Peguei o casaco [de Willy]”.

Lembrando que o filme está em exibição nos cinemas nacionais.

Dafne Keen revela que quebrou “pelo menos CINCO sabres de luz” nas gravações de ‘Star Wars: O Acólito’

Star Wars: O Acólito’ chega ao catálogo da Disney+ em 04 de junho e, pouco a pouco, histórias de bastidores vêm à tona.

Em entrevista ao ComicBook.comDafne Keen, que dá vida a Jecki Lon na produção, revelou como foi sua experiência durante as filmagens – e contou que, acidentalmente, quebrou alguns sabres de luz durante as cenas de luta.

“Bem, em primeiro lugar, quebrei pelo menos cinco sabres de luz no meu primeiro dia, porque os acertei com muita força no protagonista”, explicou Keen. “Eu estava tipo: ‘vou ser demitida’. Além disso, quanto dinheiro acabei de custar à Disney? Na verdade, não há sentimento de vergonha mais forte do que quando um assistente de direção olha para você com decepção […]. Eles apenas olham para mim e dizem: ‘Dafne quebrou outro sabre’. E você fica tipo, ‘meu Deus, eu realmente quero morrer’. E eles disseram: ‘Tudo bem. Você pode trazer outro?’. E você fica tipo, ‘Oh Deus’. Então, muito disso. Além disso, muito vergonhosamente, eu sou baixa, então meu sabre ficava batendo no chão sempre que eu girava. Então eles tiveram que me dar um sabre mais curto, o que também não é muito legal quando eles falam: ‘aqui está um menor’. Eles ficam tipo, ‘ah, que fofo'”.

Lembrando que a série vai estrear com episódio duplo.

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef  

A produção traz personagens como os mestres Sol (Lee Jung-jae) e Indara (Carrie-Anne Moss), a padawan Jecki Lon (Dafne Keen) e o Wookie Jedi Kelnacca (Joonas Suotamo).

‘Gundam’: Filme em live-action NÃO será mais produzido pela Netflix

De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Gundam‘ não será mais desenvolvido pela Netflix.

As informações apontam que a Legendary firmou parceria com a Bandai Namco Filmworks para o ambicioso projeto – mas a gigante do streaming não estará mais envolvida.

Além disso, Jim Mickle (‘Sweet Tooth’) foi contratado para escrever e dirigir o longa-metragem, substituindo Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’).

Mickel também entra como produtor ao lado de sua parceria Linda Moran e através de sua companhia, Nightshade.

A produção é baseada em ‘Mobile Suit Gundam‘, série animada japonesa lançada em 1979, criada por Yoshiyuki Tomino. Com o passar dos anos, a saga rendeu diversos filmes, séries, jogos e spin-offs.

Na trama original…

“Na guerra entre a Federação Terrestre e Zeon, uma jovem e inexperiente tripulação se encontra em uma nova nave espacial. Sua melhor esperança de sobreviver ao conflito é o Gundam, um robô humanoide gigante e seu talentoso piloto adolescente.”

A maioria dos Gundams são veículos humanoides grandes, bípedes, controlados de uma cabine por um piloto humano. A cabine está localizada no torso, enquanto a cabeça funciona como uma câmera para transmitir imagens de volta para o piloto. A maioria dos protagonistas da série são Newtypes, humanos geneticamente avançados adaptados para o espaço. Newtypes têm habilidades psíquicas que os permitem sentir uns aos outros através do espaço e usar roupas móveis especiais.

Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: rom-coms, filmes de ação e as “eye candy”

O artigo em questão é continuação das matérias sobre o Código Hays e o Teste de Bechdel.

Em uma indústria onde 9% dos diretores são mulheres e 15% são roteiristas, a conclusão de que apenas cerca de 30.8% dos personagens que têm falas em filmes são mulheres é quase imediata. Dentre essa pequena porcentagem de personagens femininas, 28.8% delas será mostrada em roupas sensuais e 26.2%, parcialmente nuas. Essa é a mesma indústria que indicou somente nove mulheres à categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar (três das quais venceram – Kathryn Bigelow, Chloé Zhao e Jane Campion) e que só premiou oito mulheres pelo Melhor Roteiro Original e oito por Melhor Roteiro Adaptado. Como fator determinante, constata-se que 77% das pessoas que votaram o Oscar por quase cem anos foram homens. Considerando que nos filmes americanos somente 30% é protagonizado ou co-protagonizado por mulheres, chega a ser previsível a existência de listas de longas-metragens intituladas “filmes com mulheres fortes” nas plataformas de streaming (ainda que a seleção seja altamente questionável).

O primeiro filme a entrar na sabatina éEsposa de Mentirinha (2011), dirigido por Dennis Dugan, protagonizado por Adam Sandler e co-protagonizado por Jennifer Aniston. Danny (Sandler), um cirurgião plástico, finge que é casado para conseguir ficar com as mulheres, até que conhece Palmer (Brooklyn Decker), por quem realmente se interessa e para quem já havia mentido. Ele então convence sua assistente Katherine (Aniston) a fingir que é sua esposa desequilibrada e que eles estão se divorciando.

Uma das primeiras sequências do filme é Danny conquistando várias garotas em bares usando sua aliança. Ao todo, são três, sendo duas vestidas com decotes mais do que sugestivos e a terceira na cama. O que ele chama de “o poder do anel” é baseado no fato em que as mulheres desejam ficar com ele por ter um casamento ruim. A objetificação ainda passa para outra geração: na festa em que conhece Palmer, um menino de no máximo quinze anos cai da escada ao ficar admirando-a, fato reforçado por Danny minutos depois (numa conversa que se deu logo após uma câmera lenta que mostrou o corpo de Palmer): “sua sensualidade praticamente o empurrou escada abaixo”. Logo depois, Danny assume que ela é uma atriz devido à sua beleza (qualquer semelhança com a realidade não é meramente coincidência). Palmer é, aparentemente, a primeira das garotas com quem Danny sai a ver problema no fato de ele ser casado.

Enquanto isso, Katherine é retratada como voz da consciência de Danny, dando o discurso de “eu te disse” e o chamando de cafajeste quando ele lhe conta o caso. Katherine até então é mostrada com cabelos presos, óculos e uma expressão cansada, sendo assim “a mulher trabalhadora” que cuida dele. Quando os filhos e a babá de Katherine chegam ao consultório, Danny alfineta Katherine dizendo “você administra bem sua casa”, lembrando que ela trabalha com ele.

“Eu quero criar a ilusão de que eu tive uma primeira esposa gostosa, não isso [fazendo menção ao corpo e às roupas dela]”, Danny fala quando quer convencer Katherine a fingir ser sua esposa. A sequência seguinte é de Aniston tendo um “dia de princesa” bancado por Sandler que termina com o cabelereiro insultando seu cabelo, falando de negligência. A câmera lenta vista antes com Palmer é repetida a seguir com uma Katherine “gostosona”, com todos os homens olhando para ela boquiabertos. Talvez a parte que menos torne as mulheres em objeto durante as quase duas horas de filme seja quando Aniston bate com um remo na cabeça de um dos personagens quando esse encara as nádegas de Palmer.

A mensagem geral sobre mulheres implícitas é: é preciso ser magra, loira de olhos claros, alta e de figura escultural (ou seja, ser Aniston e Decker). Além disso, o cabelo precisa ser impecável, assim como as roupas e todo o restante da aparência. E, é claro, o diretor faz questão de mostrar tudo isso repetidas vezes como quando as co-protagonistas ficam de biquíni e a câmera ressalta seus corpos.

O segundo filme a ser analisado dentro desse espectro é Transformers (2007), dirigido por Michael Bay. O filme gira em torno do personagem de Shia LaBeouf, Sam, cujo primeiro carro é um transformer ocultado. O filme a partir daí se desenrola em cenas de humanos e robôs lutando em uma guerra para impedir que o mundo seja destruído pela maquinaria vilã, cujas construções contam com inúmeros efeitos especiais de explosões – marca registrada nas obras do diretor. Dentro dessa guerra, temos Megan Fox, considerada uma das mulheres mais bonitas de Hollywood.

Fox é uma das mulheres mais sexualizadas da indústria cinematográfica. Aos 29 anos, exibe um corpo esguio, olhos azuis e pele perfeita. Até mesmo o filme que a tem como protagonista,Garota Infernal (2009), a coloca numa posição sedutora, mas com uma diferença: sua personagem, Jennifer, retoma as características de Lily (Barbara Stanwyck), personagem da obra Serpente de Luxo (1933), de forma que usa de sua beleza para controlar os homens (no entanto, diferentemente de Barbara, ela literalmente se alimenta deles). E não são só os homens que Fox controla com seu sex appeal. Sua melhor amiga, interpretada por Amanda Seyfried (que é co-protagonista), também é seduzida. Ao contrário de Transformers, toda exposição do corpo de  Fox é “justificada” (e não estabelecida como mera fonte de prazer masculino) – além do fato de que esse filme é dirigido e escrito por mulheres. Classificado para maiores de 18 anos (rated-R), Garota Infernal quebra vários estereótipos estabelecidos para mulheres, principalmente por trás das câmeras com relação a produção de gênero. Ainda que as críticas tenham sido pesadas sobre o filme, ele levanta questões importantes como violência contra a mulher.

Durante as primeiras sequências na qual Fox fala em Transformers, ela exibe uma expressão altamente sexual – e, é importante ressaltar, sem força dramática alguma – enquanto conversa com LaBeouf sobre como ela tem um fraco por caras fortes, com braços grandes e carrões. Profundo, não? Enquanto ela resolve consertar o carro de Shia, seu corpo é percorrido pela câmera e suas posições são sensualizadas. Soma-se isso ao fato de ela estar falando sobre carros e temos o perfeito fetiche masculino. Uma das falas de Fox ainda é “eu não falo muito sobre isso [carros]. Os caras não gostam quando você sabe mais sobre carros do que eles”.

O grande problema com essa representação de Fox nesse filme é que ‘Transformers é mais do que uma peça cinematográfica, é toda uma franquia. Essa franquia envolve produtos licenciados, brinquedos e decorações de festas de aniversário para meninos de seis a doze anos. Meninos que assistem ao filme para ver robôs gigantes e internalizam uma imagem irreal de mulher. Eles irão absorver uma só história, na qual, apesar de haver momentos de revanche e importância no filme, Fox é a menina gostosa tratada como troféu.

Isso é o que a icônica atriz e filantropa Geena Davis aponta em várias palestras: as mulheres ainda servem como “eye candy” nos filmes. Essa é uma expressão popular que significa: “algo de agrado puramente estético; que é agradável aos sentidos”. Nesse caso, é agradável aos sentidos de quem? Do patriarcado que controla a indústria cinematográfica. Assim como ocorria antes da era conhecida como Código Hays e até mesmo durante a instauração do Código. A diferença é que a difusão de imagens no século XXI é muito mais intensa do que do século XX de uma forma geral.

As garotas crescem assistindo a mulheres sendo tratadas como objetos e acabam internalizando a auto-objetificação e contribuindo para a indústria sanguessuga que se alimenta da baixa autoestima de mulheres cada vez mais jovens. Estima-se que 78% das garotas americanas na faixa dos 17 anos tenham problemas com seu corpo e 65% da população feminina tem distúrbios alimentares. Um ponto importante que Davis coloca em suas falas é que a quantidade de mulheres vistas em roupas sexualmente sugestivas é praticamente a mesma em todas as faixas classificatórias dos filmes. Ela lança como exemplo personagens como Tinker Bell e Jasmine.

Nem mesmo quando as mulheres são as heroínas deixam de ser sexualidades. Viúva Negra (Scarlett Johansson) em Vingadores (2012), Lara Croft (Angelina Jolie) na mini-franquia Tomb Raider (2001) e Alice (Milla Jovovich) em Resident Evil (2002) são todas consideradas badass women, e ainda assim, são marcadas por mostrarem seus corpos que atendem aos padrões vigentes na sociedade. Os meninos aprendem que todas as mulheres têm esse corpo irreal e as meninas que elas têm que atingir esse corpo. E não importa o quão incríveis as personagens sejam, elas sempre serão julgadas por sua aparência.

Chris Hemsworth revela se ‘Vingadores: Doomsday’ prepara terreno para possível ‘Thor 5’

Chris Hemsworth foi o primeiro ator confirmado no elenco de ‘Vingadores: Doomsday’ após Robert Downey Jr. – e acredita-se que o filme possa servir de porta de entrada para um novo capítulo da franquia centrada em Thor.

Já foi relatado anteriormente que a Marvel Studios está planejando um quinto filme do Deus do Trovão, mas Hemsworth escolheu suas palavras com cuidado quando questionado sobre isso pela BBC.

“Não sei. Vamos ver para onde [‘Vingadores: Doomsday’] caminha”, disse o ator. “Estamos meio que desvendando tudo isso enquanto conversamos e descobrindo para onde cada um desses personagens irá.”

Falando sobre como tem sido trabalhar no elenco que está por vir, Hemsworth acrescentou: “quando nos separamos no último filme, não sabíamos se faríamos isso de novo. E aqui estamos. Alguns da equipe antiga, como eu, e muitos dos novos estão chegando.”

E você? Está animado para o retorno do Deus do Trovão ao MCU?

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequÊncia ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Crítica | ‘Destruição Final 2’ estreia no Prime Video e conta com o carisma de um ótimo elenco, mas não justifica a própria existência

Em 2020, Gerard Butler e Morena Baccarin estrelavam um dos melhores filmes de destruição da década, ‘Destruição Final: O Último Refúgio’. Na trama, o engenheiro John Garrity (Butler) se vê numa corrida contra o tempo quando um cometa com o poder de destruir o planeta inteiro está em rota de colisão com a Terra, sendo chamado, ao lado da família, para um bunker de segurança máxima localizado na Groenlândia – e que irá abrigar os sobreviventes do catastrófico evento. Passando por desencontros, perigos inimagináveis e uma série de eventos destrutivos, os nossos protagonistas eventualmente chegam ao refúgio minutos antes do impacto.

Mais de meia década mais tarde, o diretor Ric Roman Waugh nos convida para uma aventura pós-apocalíptica com o lançamento de ‘Destruição Final 2’, lançado no catálogo do Prime Video, que nos leva de volta ao universo que construiu – agora explorando os corolários da quase extinção da raça humana. Cinco anos depois de terem chegado ao bunker, a família Garrity percebe que a sobrevivência se tornou quase insustentável, com perdas de comunicação ocorrendo dia após dia e tempestades radioativas ameaçando a integridade do refúgio. As coisas ficam ainda mais perigosas quando, durante a contínua movimentação das placas tectônicas causadas pela queda do Clarke, um terremoto os obriga a sair dali, compelindo John, ao lado de Allison (Baccarin) e Nathan (Roman Griffin Davis) a encontrar um novo “santuário”.

A família resolve arriscar e atravessar o Pacífico em direção à Europa, mais especificamente para o local onde o cometa caiu. Afinal, segundo a Dra. Amina (Amber Rose Revah), que os acompanha nessa mortal empreitada, as montanhas criadas pelo impacto, de alguma maneira, podem ter impedido o ar poluído e as tempestades de entrar, criando uma espécie de éden onde a vida pode recomeçar. O problema é que, nesse meio-tempo, forças rebeldes e organizações militares tomaram conta da região, controlando a passagem para a cratera e dando início a uma interminável guerra civil reflexo do regresso à barbárie do próprio ser humano.

O primeiro filme dessa inesperada mini-franquia funcionou não apenas por reunir os conhecidos tropos dos filmes de desastre, abrindo espaço para homenagens que variaram desde ‘O Dia Depois de Amanhã’ até ‘Impacto Profundo’ e ‘Armageddon’. O projeto encontrou sucesso pelo ótimo trabalho do elenco e por uma emocionante carga dramática que focou nas relações interpessoais e na subjugação do ser humano frente a uma força cósmica incontrolável e temida – arremessando-os em um desespero sem fim e uma consecutiva queda da civilização moderna. Dessa maneira, as expectativas para o segundo capítulo eram altas e, com exceção de alguns pontos positivos, o resultado foi bem aquém do esperado.

Waugh segue um padrão similar ao que fez no longa-metragem original, apostando em cenas panorâmicas extensas que exemplificam o estrago planetário causado pelo Clarke e fazendo questão de reiterar a pequenez do indivíduo em meio à devastação e à letargia – confinando cada um dos personagens às fortificadas e claustrofóbicas paredes do bunker. Porém, a aparente proteção se desmantela, lançando-os ao desconhecido e obrigando o diretor, ao lado dos roteiristas Mitchell LaFortune e Chris Sparling, a colocá-los numa corda bamba entre o já mencionado drama interpessoal e ao suspense e à ação exigidos em projetos do gênero.

Porém, Waugh esbarra em incontáveis equívocos que repetem as reviravoltas e os pontos-chave do capítulo predecessor em uma frustrante emulação que, como podíamos imaginar, não justifica a existência dessa continuação. Butler, Baccarin e a bem-vinda presença de Davis têm peso suficiente para ofuscar alguns erros crassos, nos guiando por mais um tour-de-force em meio à desolação e à selvageria à medida que exploram os laços que seus personagens possuem – caminhando rumo a um final um tanto quanto previsível, mas tocante. Todavia, quando paramos para analisar o que de fato acontece no filme, o épico escopo se reduz a breves momentos de angústia e a uma sucessão de escolhas trôpegas que nunca alcançam o que deveriam.

De fato, a estrutura técnica e artística do projeto parece despida de um comprometimento generalizado, desde os controversos efeitos visuais que tomam conta da tela, até a excessivamente sombria trilha sonora assinada por David Buckley e a cíclica fotografia opressora de Martin Ahlgren. Como mencionado no parágrafo acima, o destaque é destinado ao elenco que, envolto em clichês e frases de efeito, ainda faz o máximo que pode para nos encantar.

‘Destruição Final 2’ chegou aos cinemas nacionais hoje, 5 de fevereiro, com grandes chances de agradar aos fãs do longa de 2020 e oferecendo poucas novidades para o gênero sobre o qual discorre. Esquecendo-se incrementar a narrativa com elementos que a fundamentam, essa esquecível sequência frustra até mesmo aqueles que já sabiam o que esperar.

Atriz de ‘This Is Us’ é escalada para o novo SUSPENSE dramático do Apple TV

Segundo o DeadlineSusan Kelechi Watson (‘This Is Us’) foi escalada para o elenco do novo suspense dramático ainda sem título oficial do Apple TV.

A atriz se junta aos previamente anunciados Stellan Skarsgård (‘Valor Sentimental’), Daryl McCormack (‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’), Grace Gummer (‘American Horror Story’) e Joely Richardson (‘101 Dálmatas’).

Dakota Fanning estrela a produção. Ela também assume a função de produtora ao lado da irmã, Elle Fanning.

Na trama, Dakota estrela como uma agente secreta do Tesouro infiltrada em um conglomerado internacional multibilionário, com tentáculos políticos e criminosos que podem mudar o mundo, e que se vê dividida entre sua missão e a crença de que seu principal alvo, o herdeiro aparente de todo esse poder corrupto, é, em sua essência, um homem bom e digno de seu amor.

Watson interpretará Dawn, uma personagem fixa da série — uma agente responsável pela coordenação de operações secretas do governo dos EUA.

A série foi criada por Alex Cary, em parceria com a Sony Pictures Television.

Cary entra como showrunner e produtor executivo. Julie Gardner, Dakota e Elle Fanning, e Kari Skogland também assumem as funções de produtoras executivas. Skogland ficará responsável pela direção dos episódios.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Hollywood’: Ator de ‘The Politician’ irá estrelar nova série da Netflix

De acordo com o Deadline, David Corenswet, ator de ‘The Politician‘, foi confirmado no papel principal de ‘Hollywood‘, nova série de Ryan Murphy em parceria com a Netflix.

Além de atuar como protagonista, Corenswet também será o produtor executivo.

O astro se junta a Darren Criss, anunciado anteriormente, que também atuará na produção executiva.

Por enquanto, maiores detalhes não informados e ainda não há previsão de estreia.

Lembrando que a primeira temporada de ‘The Politicianestreia em 27 de setembro.

Assista ao trailer:

Também criada por Ryan Murphy, a série será o primeiro lançamento fruto de um acordo milionário de exclusividade com o serviço de streaming.

Payton Hobart, um estudante de Santa Barbara, sabe desde os sete anos que ele será o Presidente dos Estados Unidos. Mas, primeiro, ele terá que navegar pelo cenário político mais traiçoeiro de todos: o ensino médio.

O grandioso elenco conta com Ben Platt, Gwyneth Paltrow, Jessica Lange, Zoey Deutch, Lucy Boynton, Bob Balaban, David Corenswet, Julia Schlaepfer, Laura Dreyfuss, Theo Germaine, Rahne Jones e Benjamin Barrett.

Polêmica: Megan Fox esclarece boatos sobre abuso sexual envolvendo Michael Bay

No último fim de semana, uma antiga entrevista de Megan Fox ressurgiu online e gerou polêmica por conta de um suposto caso de abuso sexual envolvendo o diretor Michael Bay.

Na entrevista realizada por Jimmy Kimmel em 2009, Fox revelou que participou de ‘Bad Boys 2‘ como figurante numa cena em que aparece de biquíni embaixo de um cascata d’água, mas ela tinha apenas 15 anos, na época.

Ao revelar que a equipe de produção desaprovou a ideia, Fox disse que Bay insistiu em gravar a cena de forma improvisando para não parecer algo tão drástico.

“Na cena, eu estava usando um biquíni com estrelas e listras, um chapéu vermelho de cowboy e um salto de 15 centímetros. Ele [Michael Bay] aprovou, mas os outros membros da equipe disseram: ‘Michael, ela só tem 15 anos, você não pode colocá-la no bar com uma bebida nas mãos.’ Então ele me fez dançar debaixo de uma cascata d’água para ficar encharcada.”, disse ela, ao som de risos e aplausos da plateia.

Constrangida, ela refletiu sobre a sexualização do corpo feminino:

“Eu tinha 15 e estava na 10ª série. Esse é o microcosmo de como a mente do Bay funciona.”

Depois disso, diversos internautas criticaram a atitude de Bay e até cobraram pedidos de desculpas do cineasta para a estrela, que voltou a trabalhar com ele na franquia ‘Tranformers’.

Falando nisso, diversos boatos apontaram que Bay se aproveitou da atriz para filmá-la com trajes minúsculos enquanto ela lavava uma Ferrari na casa dela como parte do teste de elenco para o 1ª filme, lançado em 2007.

Ao tomar conhecimento da polêmica, Fox publicou um esclarecimento em seu perfil do Instagram, dizendo:

“Eu fiquei sabendo que uma discussão surgiu online envolvendo algumas das minhas experiências em Hollywood e a subsequente manipulação dessas informações pela mídia e pela sociedade em geral. Eu aprecio muito o apoio, mas sinto que preciso esclarecer alguns detalhes qu se perderam no caminho.”

Fox deixou claro que era menor de idade quando participou de ‘Bad Boys 2‘, mas a entrevista com Jimmy Kimmel não foi uma forma de denúncia, e sim uma “história inusitada.”

Ela explicou:

“Eu tinha uns 15 ou 16 anos em ‘Bad Boys 2‘, e há várias entrevistas nas quais eu falo sobre o caso de ter participado da cena e a polêmica que surgiu em torno disso.”

Ela também falou sobre o episódio envolvendo a Ferrari de Bay, esclarecendo:

“Eu realmente trabalhei na Ferrari de Bay (fingindo que sabia usar uma chave inglesa). Eu estava no estacionamento do estúdio Platinum Dunes, onde havia vários outros membros da equipe e funcionários presentes e eu não estava em nenhum momento despida ou algo parecido. Espero que qualquer opinião formada em torno desses assuntos seja baseada em fatos, pelo menos. Sou grata pelo apoio, mas esses casos específicos foram irrelevantes em uma longa jornada na qual sofri algumas experiências verdadeiramente angustiantes em uma indústria misógina.”

Confira a publicação:

 

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May we all continue waking up❤️

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‘Liga da Justiça’: Merchadising detalha o visual do Exterminador e do Caçador de Marte; Confira!

Muitos fãs estavam curiosos para saber como seriam os visuais do Caçador de Marte (Harry Lennix) e do Exterminador (Joe Manganiello) no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’.

E agora que o filme foi lançado, o IGN divulgou a imagem de duas camisetas detalhando os personagens.

As camisetas foram produzidas pela linha de roupas da DC Shop.

Confira:

Vale lembrar que na versão de 2017, há uma cena pós-créditos introduzindo o Exterminador, que é convencido por Lex Luthor (Jesse Eisenberg) a se unir a ele em uma espécie de Liga da Justiça do mal.

Acontece que no Snyder Cut esta cena é completamente diferente.

Após a conclusão da batalha da Liga contra o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), a reunião entre Lex e o Exterminador dá indícios de uma outra história, bem diferente da formação de uma Liga do Mal.

Desta vez, Lex diz a Slade Wilson que sabe como encontrar o Batman (Ben Affleck) e revela que Bruce Wayne é quem está por trás do capuz.

Com uma carta na manga, Lex diz a Slade que pode dar a ele a chance de se vingar, dizendo: “olho por olho, não é?”, sugerindo que o Homem Morcego foi quem cegou Slade.

Embora algumas linhas de diálogo na cena sejam iguais à versão anterior, o contexto é completamente diferente e indica que o encontro entre Slade e o Batman aconteceria no filme solo do herói.

Antes de Affleck abandonar seu papel como Bruce Wayne no DCEU, ele estava se preparando para dirigir um filme solo do Batman.

Na época, foi divulgado que o herói teria a companhia do Exterminador como principal vilão, mas a ideia acabou sendo descartada quando Affleck pendurou a capa depois de ‘Liga da Justiça‘ (2017).

Anteriormente, Manganiello conversou com o Yahoo Entertainment e deu alguns detalhes sobre a adaptação.

“Era uma história realmente sombria, na qual o Exterminador era como um vilão de filme de terror. Ele iria despedaçar a mente de Bruce de dentro para fora. O filme seria o mais violento e sombrio do Batman porque o Exterminador matou todos que eram próximos de Bruce.”

Ele continuou:

“Eles já tinham uma história juntos. Slade [Wilson] iria caçar o Batman porque ele o culpava por algo que aconteceu com ele, algo que tinha acabado com a sua vida e com qualquer traço de humanidade que ainda lhe restava.”

Apesar de não ter revelado qual seria a ligação entre os personagens, tudo indica que Slade Wilson iria perder pessoas que ele amava e culpava o Homem-Morcego por isso.

Por fim, Manganiello disse que sua aparição na cena pós-crédito de Liga da Justiça‘ iria dar início à trama de ‘The Batman’.

“Eles refilmaram todo o diálogo entre mim e Jesse [Eisenberg] para provocar um ‘Liga da Justiça: Parte 2‘, algo sobre uma equipe de vilões. Mas, na verdade, a ideia original era dar início à trama que veríamos em ‘The Batman‘. Aquela parte que dizemos: ‘Não deveríamos ter nossa própria Liga?’ foi inserida depois.”

Lembrando que o Snyder Cut já está disponível e conquistou 97% de aprovação dos espectadores.

Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.

Confira nossa crítica:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Gavião Arqueiro’: Disney+ divulga imagens oficiais do 3º episódio da série; Confira!

Apesar do 3º episódio de Gavião Arqueiro ter sido bem mais curto que os dois primeiros, a trama trouxe uma boa dose de ação ao apresentar Maya Lopez (Alaqua Cox), como a líder da Gangue do Agasalho.

Intitulado ‘Echoes‘, o episódio também explorou um pouco do passado da personagem, mostrando como ela se tornou uma máquina de guerra.

Confira as imagens:

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 08 de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Criadora de ‘Mulher-Hulk’ diz que NÃO planejou novas temporadas para a série

Entre a séries live-action da Marvel em parceria com a Disney+, ‘Loki‘ foi a única renovada para a 2ª temporada.

E parece que ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ vai seguir o mesmo caminho das outras, sendo encerrada na 1ª temporada.

Em entrevista para o Deadline, a criadora e roteirista-chefe Jessica Gao foi questionada se já planejou novos episódios para a o futuro da atração.

Em resposta, ela disse que:

“Não. Na verdade, ‘Mulher-Hulk‘ foi concebida com começo, meio e fim. Vindo da televisão, você nunca pode garantir que terá outra temporada.”

Ela continuou:

“Na minha mente, sempre trabalhei com apenas uma temporada, porque você realmente tem que contar uma história completa, com a qual você ficaria satisfeito se não for renovada. Eu sempre trabalhei com a ideia de contar as coisas de forma única, então você não pode ter a intenção de deixar a trama em aberto.”

Por fim, ela argumentou:

“Não vejo problema em deixar a porta aberta para novos episódios, desde que você planeje um arco satisfatório em uma única temporada.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ estreia em 25 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Suspense policial com Gerard Butler é a nova RECOMENDAÇÃO dos assinantes da Amazon Prime Video

Lançado em 2018, o thriller de ação ‘Covil de Ladrões‘ chegou recentemente ao catálogo da Amazon Prime e já está na 7ª posição entre os filmes mais assistidos da semana.

Estrelada por Gerard Butler, a trama gira em torno de uma saga de crimes que cruza a vida de dois grupos: a unidade de elite do departamento de polícia local e a equipe de assaltantes de banco mais bem sucedida do estado, formada por ex-militares que usam suas habilidades e experiências para infringir as leis.

Na época do lançamento, o longa dirigido por Christian Gudegast (‘Invasão a Londres’) recebeu apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Inclusive a crítica Empire diz que:

“‘Covil de Ladrões‘ é astuto e sólido em alguns momentos, mas decepciona com sua confiança numa trama rasa e na atuação rude e exagerada. É um filme apenas para os admiradores de Butler.”

Por outro lado, a resposta dos assinantes da Amazon Prime é bastante positiva nas redes sociais.

Entre os comentários, o público vem elogiando o título como um excelente filme de ação.

Confira as reações:

O elenco é composto por Pablo Schreiber (‘American Gods’), O’Shea Jackson Jr. (‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.’), Brian van Holt (‘A Casa de Cera’) e Curtis ’50 Cent’ Jackson (‘Fique Rico ou Morra Tentando’).

 

É bom ou ruim? Assinantes da Netflix estão DIVIDIDOS após estreia de ‘Code 8: Renegados – Parte 2’

Adicionado há poucos no catálogo da Netflix, ‘Code 8: Renegados – Parte 2‘ já se tornou o filme mais assistido da semana, mas está dividindo a opinião o público.

Estrelado por Robbie e Stephen Amell, o longa é uma sequência do sci-fi de 2019, ambientado em um mundo onde 4% da população nasce com poderes anormais e são supervisionados por uma polícia fortemente equipada com robôs de alta tecnologia.

É aí que um ex-presidiário se une ao traficante que despreza para proteger uma jovem de um sargento de polícia corrupto, levando-os a uma estrada de perigos, na qual qualquer um pode ser uma ameaça.

Entre os assinantes da plataforma, o longa não se saiu tão bem…

Enquanto alguns estão elogiando a trama por conta das cens de ação e pela presença dos Amell, outros estão compartilhando comentários negativos devido à trama rasa, repetitiva e sem coração.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi dirigido por Jeff Chan, que também assina o roteiro ao lado de Chris Paré.

‘Piratas do Caribe’: Produtor diz que “adoraria” retorno de Johnny Depp em futuros filmes

Um possível retorno do ator Johnny Depp para um novo ‘Piratas do Caribe‘ pode ser bem possível, pelo menos da parte do produtor Jerry Bruckheimer.

Em entrevista para a ET durante o tapete vermelho do Oscar, o produtor da franquia foi questionado se o ator iria retornar como o icônico Jack Sparrow para um novo filme. Bruckheimer deixou a questão em aberto, mas disse que gostaria bastante.

“Veremos. Eu adoraria. Eu o adoraria ter ele no filme. Isso é tudo o que posso te dizer”, disse Bruckheimer.

Há algum tempo, um executivo que trabalhou para a Disney disse acreditar que são altas as chances de Johnny Depp voltar a viver o Capitão Jack Sparrow na franquia ‘Piratas do Caribe‘.

Mesmo o ator já tendo expressado dúvidas a respeito de um possível retorno, o ex-executivo da Disney não nomeado falou com a People, onde disse estar confiante de que a franquia ‘Piratas do Caribe‘ volta com Johnny Depp ocupando seu lugar como o icônico pirata Jack Sparrow, agora que ele venceu o caso de difamação contra sua ex-mulher, Amber Heard.

Entretanto, em um breve contato com a NBC News (via Screen Rant), a equipe que representa Depp desmentiu os rumores com uma resposta categórica, dizendo: “isso é inventado”.

Rumores afirmavam que a Disney pagaria US$ 301 milhões para que o ator voltasse.

Vale lembrar que, anteriormente, durante o extenso julgamento que enfrentou contra Heard, Depp comentara que “nada nesse mundo” o faria retornar à franquia da Disney.

“O fato é, Sr. Depp, se a Disney chegasse a você com US$ 300 milhões e um milhão de alpacas, nada neste mundo o faria voltar e trabalhar com eles em outro filme de Piratas do Caribe. Correto?”, questionou Ben Rottenborn, advogado da atriz à época. É verdade, Sr. Rottenborn”, respondeu Depp.

‘As Marvels’ estão reunidas em cartazes INÉDITOS do filme; Confira!

As Marvels‘, sequência de ‘Capitã Marvel‘ que trará Brie Larson de volta ao papel da heroína, junto com Ms. Marvel (Iman Vellani) e Fóton (Teyonah Parris), ganhou uma série de cartazes inéditos.

Confira:

Lembrando que os rumores provaram ser verdadeiros e ‘As Marvels‘ oficialmente reivindica o título de filme mais curto do MCU, com base na duração total revelada.

Uma nova listagem da rede de cinemas AMC confirmou que a sequência de ‘Capitã Marvel‘ terá uma duração de 1 hora e 45 minutos (105 minutos).

Essa marca de tempo faz de ‘As Marvels‘ o filme mais curto do MCU, superando ‘O Incrível Hulk‘ e ‘Thor: O Mundo Sombrio‘, ambos com 112 minutos de duração.

De acordo com o Film Ratings (via CBM), ‘As Marvels‘ ganhou classificação indicativa para maiores de 13 anos (PG-13).

Assim como na maioria dos filmes do MCU, a decisão foi tomada devido a algumas cenas de ação com violência e linguagem inapropriada para crianças.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.