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‘MIB: Homens de Preto’: Chris Hemsworth e Tessa Thompson caminham pelo deserto em nova imagem

O reboot de MIB: Homens de Preto‘ ganhou mais uma nova imagem, que traz Chris Hemsworth e Tessa Thompson como os agentes H e Em, caminhando pela imensidão do deserto.

Confira, com fotos do set:

 

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Buds in Black. @chrishemsworth

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#MIB #PIB #HIB #MWIB #legendsinblack #revengers4life @tessamaethompson

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Rebecca Ferguson (‘Missão Impossível: Efeito Fallout’) será a protagonista feminina. Detalhes sobre o personagem estão atualmente em sigilo, embora de acordo com o veículo, ela começará a trabalhar no spin-off assim que terminar o filme ‘Doutor Sono‘ (Doctor Sleep), do diretor Mike Flanagan.

Ferguson estrelará ao lado de Chris Hemsworth, Tessa Thompson, Liam Hemsworth, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois.

Emma Thompson, que interpretou a Agente O em ‘Homens de Preto 3‘, retornará à franquia no reboot, o que conectará o novo filme diretamente com a franquia original.

Kumail Nanjiani (‘Doentes de Amor’), Liam Neeson e Rafe Spall completam o elenco.

O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.

O roteiro atualmente está sendo escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de Homem de Ferro).

Com direção de F. Gary Gray (Velozes e Furiosos 8), a produção tem data de estreia prevista para 14 de junho de 2019.

‘Modern Love’: Conheça as encantadoras histórias de amor da série em novo trailer; Assista!

A nova série de comédia romântica da Prime Video, intitulada ‘Modern Love‘, ganhou um novo trailer estendido, que explora um pouco mais as oito histórias de amor que já podem ser vistas na produção.

Assista:

A série antológica conta com Anne Hathaway, Tina Fey, Dev Patel, John Slattery, Brandon Victor Dixon, Catherine Keener, Andy Garcia, Cristin Milioti, Olivia Cooke, Andrew Scott, Shea Whigham, Gary Carr, Sofia Boutella, John Gallagher Jr e Julia Garner no elenco. A trama é baseada em uma coluna e podcast do New York Times e a temporada terá oito episódios, de meia hora de duração cada.

O showrunner da produção, John Carney, falou sobre o novo projeto:

“É como se eu tivesse acordado em uma loja de doces de atores. Conseguimos compor um elenco com os meus atores favoritos. Isso é um testemunho do impacto da coluna original e de como, agora mais do que nunca, o amor é a única certeza.”

Sharon Horgan (‘Catastrophe‘), Emmy Rossum (‘Shameless‘) e Tom Hall (‘Sensation’) estão entre os diretores.

Modern Love‘ já está em exibição na plataforma de streaming Prime Video.

‘Os Caminhos para a Liberdade’: Nova série de Barry Jenkins ganha teaser emocionante

A nova série de Barry Jenkins sobre escravidão para a Amazon Prime Video, intitulada Os Caminhos para a Liberdade, ganhou o seu primeiro e emocionante teaser. O vídeo promocional traz em homens e mulheres pretos destaque.

Assista:

A produção é baseada no romance homônimo de Colson Whitehead.

Barry Jenkins foi o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme por seu trabalho em Moonlight: Sob a Luz do Luar. Ele também é responsável por outro recente ganhador da premiação, o drama Se a Rua Beale Falasse’.

Confira as imagens da série:

A produção é ambientada em um universo alternativo no qual a Undergroud Railroad, a série de rotas e casas seguras para as quais os escravos costumavam escapar no século XIX, é uma ferrovia de verdade com trens, maquinarias e mais.

Confira a sinopse oficial do romance abaixo:

Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala. Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desaventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.

Thuso MbeduAaron Pierre estrelam como Cora e Caesar, respectivamente. Chase W. DillonJoel EdgertonDamon HarrimanWilliam Jackson HarperAmber GrayLily Rabe e outros completam o elenco.

Os Caminhos para a Liberdade ainda não tem previsão de estreia.

‘Dinastia’: 4ª temporada já está disponível na Netflix!

Os fãs da série ‘Dinastia’ podem comemorar, pois a 4ª temporada de Disnatia finalmente teve a sua estreia na Netflix nesta sexta-feira (22). Todos os 22 episódios já estão disponíveis na grade de programação.

No mais recente ciclo, um casamento, um funeral, um novo membro da família e muito drama aumentam a pressão sobre os Colbys e os Carringtons.

Criada por Stephanie SavageJosh SchwartzSallie Patrick, a produção é um reboot da homônima série clássica lançada em 1981.

A trama acompanha duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, enquanto elas brigam pelo controle de suas fortunas e seus filhos. A história gira em torno de duas mulheres em desacordo: Fallon Carrington, filha do bilionário Blake Carrington, e sua futura madrasta, Cristal, uma mulher hispânica que pretende entrar na família e na classe dos mais poderosos da América.

Confira o trailer:

O elenco conta com Elizabeth Gillies, Rafael de la Fuente, Sam Adegoke, Alan Dale, Daniella Alonso, Grant Show e Robert Christopher Riley.

‘Being Heumann’: Ray Fisher e mais entram para o elenco de nova cinebiografia da Apple

O Apple Studios anunciou novas adições ao elenco de ‘Being Heumann‘, cinebiografia baseada nas memórias da ativista Judy Heumann, uma das figuras mais importantes da luta pelos direitos das pessoas com deficiência nos Estados Unidos.

Madeline Delp, Rob Delaney e Ray Fisher se juntam à Ruth Madeley, Mark Ruffalo e Dylan O’Brien, já confirmados anteriormente. A informação foi divulgada pelo Deadline.

Na trama, Madeline Delp interpretará Kitty Cone, também ativista proeminente do movimento pelos direitos das pessoas com deficiência. Ray Fisher viverá Chuck Johnson, membro do Partido dos Panteras Negras que apoiou o movimento.

Rob Delaney será o Congressista Miller, figura presumivelmente inspirada em George Miller, que teve papel fundamental no apoio a Heumann durante os protestos da década de 1970.

O’Brien interpretará Evan White, um dos poucos jornalistas que cobriram os protestos pelos direitos das pessoas com deficiência em São Francisco, evento central da narrativa. Ruth Madeley dará vida à própria Judy Heumann, enquanto Mark Ruffalo interpretará Joseph Califano, secretário de Saúde, Educação e Bem-Estar dos Estados Unidos durante o governo de Jimmy Carter, inicialmente resistente a aprovar a legislação de direitos civis para a comunidade com deficiência.

A trama deBeing Heumann‘ acompanha a liderança de Judy Heumann em uma ocupação de 28 dias no Edifício Federal de São Francisco em 1977. Mais de cem pessoas com deficiência participaram da manifestação, exigindo a aplicação da Seção 504 da Lei de Reabilitação, que garantia acessibilidade em todos os espaços federais.

O roteiro foi escrito por Siân Heder em parceria com Rebekah Taussig.

A cinebiografia será dirigida por Siân Heder, vencedora do Oscar por ‘No Ritmo do Coração‘.

A produção ficará a cargo de David Permut, conhecido por filmes como ‘Até o Último Homem‘ e ‘Conexão Perigosa‘, e Kevin Walsh, cujo estúdio The Walsh Company tem acordo com a Apple.

Além disso, Judy Heumann, sua coautora Kristen Joiner, Diana Pokorny e Jim Lebrecht atuam como produtores executivos.

‘O Exorcista’: Futuro da série é incerto após compra da Fox pela Disney

A série de O Exorcista‘ pode ser mais uma das produções que podem sofrer com a compra da Fox pela Disney. Em entrevista a EW, o criador Jeremy Slater disse que o futuro da série é incerto.

“A verdade é que ninguém sabe de nada por enquanto. Acho que esse acordo não vai significar muita coisa para a 20th Century Fox e para o canal Fox, mas nunca se sabe. Nossa série não é algo que possa ser relacionado às marcas Disney, mas ao mesmo tempo eles precisarão de conteúdo para a plataforma de streaming que estão sendo criadas. Não sei. Existem muitas opções. Nós realmente temos fãs muito apaixonados e dedicados… vamos nos manter otimistas”

 

Considerada como um dos maiores filmes de terror de todos os tempos, ‘O Exorcista‘  quebrou recordes de bilheteria e aterrorizou o público em todo o mundo. Mais de quatro décadas depois do filme indicado ao Prêmio da Academia,’O Exorcista‘ regressou ao FX no formato de série conquistando fãs em todo o mundo.

 

‘Han Solo’: Ron Howard comenta resultado decepcionante nas bilheterias

Han Solo: Uma História Star Wars‘ teve sua abertura nos cinemas bem abaixo das expectativas.

Segundo o Box Office Mojo, o spin-off faturou apenas US$ 83,3 milhões nos Estados Unidos, em seus três primeiros dias nas telonas.

Agora, o diretor Ron Howard foi ao Twitter para responder um fã que lhe questionou sobre os resultados decepcionantes do filme nas bilheterias.

Segundo Howard, ainda que o filme não tenha atendido as projeções, o resultado representa de um recorde pessoal. Isso porque o filme superou os US$ 77 milhões de ‘O Código Da Vinci’, seu filme mais bem sucedido.

Esta arrecadação é a mais baixa de toda a franquia ‘Star Wars‘. ‘Rogue One‘ arrecadou US$ 155 milhões em seu fim de semana de estreia.

Para comparação, é menor que a de ‘Liga da Justiça‘, que em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos conquistou US$ 93,8 milhões.

Confira a crítica do Pablo BazarelloCrítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Ser ou fazer Han Solo não é para qualquer um

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘How I Met Your Mother’, ‘Midsommar’ e as estreias da Amazon Prime Video em MARÇO!

Expandindo seu fantástico catálogo, o Amazon Prime Video chega em março com boas produções originais – como Making The Cut e Soltos em Floripa – e filmes que há pouco tempo estavam brilhando nas telas dos cinemas, como Midsommar. O grande destaque, porém, é a chegada de How I Met Your Mother completinha. Confiram as estreias de março do Prime Video:

01 de março:

How I Met Your Mother (Temporadas 1 – 9)Uma das séries de comédia mais aclamadas dos últimos anos, How I Met Your Mother é narrada por Ted Mosby (Josh Radnor), que, em 2030, decide contar aos filhos todo o caminho que ele e seus quatro melhores amigos percorreram até ele conhecer sua esposa. A série usa muitos flashbacks e foi indicada a 24 prêmios Emmy e venceu sete deles. Foi a série que impulsionou a carreira de Neil Patrick Harris a um dos maiores nomes da tv americana.

Keeping Up With The Kardashians (Temporadas 1 – 8)Fenômeno mundial, o reality show mostra a vida recheada de polêmicas, luxúria e empreendimentos da abastada família Kardashian-Jenner, incluindo as irmãs Kim, Kourtney, Khloé, Kendall e Kylie. A série começou em 2007 e conquistou uma legião de fãs.

Psych (Temporadas 1 – 8)Juntando ação e comédia, Psych mostra as aventuras do Detetive “paranormal” Shawn Spencer (James Roday) no Departamento de Polícia de Santa Barbara. Vivendo em constante conflito com a própria polícia, que acha que ele tem envolvimento com o crime, Shaw conta com a ajuda de Gus Guster (Dulé Hill) para desvendar os crimes e “sobreviver” na delegacia.

This Is Us (Temporada 3)Sucesso absoluto no mundo todo, a terceira temporada da série segue acompanhando os Pearson em seus sucessos e derrotas. Um drama de primeira!

Will & Grace (Temporadas 1 – 8)Ambientada em Nova York, a série acompanha a relação de Will (Eric McCormack) e Grace (Debra Messing). Will é um advogado gay e Grace é uma decoradora de interiores. A série começou no finalzinho dos anos 90 e terminou em 2006 como um dos grandes sucessos da TV americana.

A Bela e a FeraSeguindo a tendência da Disney de relançar seus clássicos em versão Live Action, A Bela e a Fera traz a inglesa Emma Watson no papel da clássica princesa. Sucesso de crítica e bilheteria, o filme tem grandes nomes no elenco, como Ian Mckellen e Ewan McGregor.

O Senhor dos Anéis: As Duas TorresO segundo capítulo da saga de Sam, Frodo e Gandalf rumo à Montanha da Perdição mostra as desventuras dos Hobbits, a volta triunfal do mago Gandalf (Ian Mckellen) e a jornada de Aragorn (Viggo Mortensen), Legolas (Orlando Bloom) e Gimli (John Rhys-Davies), que partem para resgatar Merry e Pippin.

Resiliência por Rafinha AlcântaraRafinha Alcântara é um dos jogadores que todo mundo tinha a expectativa de que fosse jogar mais. Filho de Mazinho, o jogador do Barcelona é craque de bola, mas sofre muito com as lesões. Neste grande documentário, o jogador abre as portas da sua recuperação depois de sofrer uma grave lesão no joelho, que o tirou dos gramados por seis meses. O documentário acompanha seus dramas e incertezas enquanto se recupera.

 

03 de março:

O Último Caçador de BruxasReunindo Vin Diesel, Elijah Wood e Michael Caine, o filme fala sobre Kaulder (Vin Diesel), um caçador de bruxas nascido na Idade Média, que foi amaldiçoado com a imortalidade. Nos dias de hoje, Kaulder trabalha para uma organização secreta e se envolve em mais uma caçada aos bruxos.

06 de março:

ZeroZeroZero (Temporada 1)Baseada no livro homônimo do Roberto Saviano, a série revela a história da família Lynwood, que controla o mercado de cocaína vinda da América do Sul, passando pelo México, até chegar à Itália. A série aborda a relação dos carteis com os “colarinhos brancos”. Os oito episódios da primeira temporada são estrelados por Andrea Riseborough e Dane DeHaan.

08 de março:

Cinquenta Tons de LiberdadeBaseado na saga que se tornou fenômeno mundial, Cinquenta Tons de Liberdade é o terceiro capítulo da trilogia estrelada por Dakota Johnson. Desta vez, Anastasia (Dakota Johnson) e Christian (Jamie Dornan) se casam, mas o ex-chefe de Anastasia, Jack Hyde (Eric Johnson) continua a stalkear a mulher e a ameaçar o relacionamento do casal.

The Post: A Guerra SecretaReunindo dois dos maiores nomes do cinema no mesmo filme, Tom Hanks e Meryl Streep, The Post é baseado na história real dos jornalistas do The Washington Post que conseguiram acesso aos Pentagon Papers, mas tiveram um árduo trabalho para publicar, incluindo a ameaça do governo e a concorrência do The New York Times.

19 de março:

Midsommar: O Mal Não Espera a NoiteDirigido por Ari Aster, um dos expoentes do terror atual, Midsommar acompanha Dani (Florence Pugh) e Chris (Jack Reynor) em uma viagem com os amigos a uma aldeia no interior da Suécia. Dani vem de um trauma psicológico muito forte, mas em vez de relaxar, ela acaba entrando em uma trama sombria de mortes, drogas e desaparecimentos.

20 de março:

Mogli, o Menino LoboBaseado na obra de Rudyard Kipling e na animação dos anos 60, o filme acompanha as aventuras de Mogli (Neel Sethi), um filhote de homem, na floresta indiana. Tudo corre bem, até que o tigre Shere Khan (Idris Elba) aparece destinado a mata-lo. A fim de salvar a pele do menino, Bagheera (Ben Kingsley), uma pantera negra, decide leva-lo para o vilarejo dos homens. No caminho, Mogli encontra o urso Baloo (Bill Murray) e acaba tendo que enfrentar as ameaças da cobra Kaa (Scarlett Johansson) e do temível Rei Louie (Christopher Walken). Dirigido por Jon Favreau (The Mandalorian), o longa desbancou Doutor Estranho e venceu o Oscar de Melhor Efeito Visual de 2017.

22 de março:

Lady Bird: A Hora de VoarDirigido por Greta Gerwig, o filme acompanha os últimos anos de adolescência de Christine McPherson (Saoirse Ronan), uma menina branca de classe média que se auto intitula Lady Bird. Frustrada com sua perspectiva de vida onde mora, ela planeja seu futuro e passa por experiências típicas da idade. O longa foi indicado a 5 Oscars, incluindo melhor filme, e venceu dois Globos de Ouro (Melhor Filme de Comédia ou Musical e Melhor Atriz de Comédia ou Musical).

Trama FantasmaIndicado ao Oscar 2018, o drama se passa em Londres nos 1950, Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis) é um dos mais respeitados costureiros da região e vive de maneira regrada e rotineira. Tudo muda, porém, com a chegada de Alma (Vicky Krieps), que se torna sua musa e amante. O filme é dirigido por Paul Thomas Anderson e venceu o Oscar de melhor figurino. É tido como a última atuação do lendário Daniel Day-Lewis.

24 de março:

Verdade ou DesafioProduzido pela incrível Blumhouse Studios, Verdade ou Desafio é estrelado por Lucy Hale, de Pretty Little Liars, e conta a história de um grupo de amigos que, no meio das comemorações, começam um jogo de Verdade ou Desafio e acaba despertando um espírito maligno que tem a intenções macabras no jogo.

27 de março:

Making The Cut (Temporada 1)Apresentada por Heidi Klum e Tim Gunn, esta série original do Amazon Prime Video reúne 12 talentosos empreendedores e designers do mundo inteiro para competir pela chance de ter sua marca como a próxima sensação do universo da moda, além de premiar o vencedor com US$ 1 milhão para investir em sua marca. Uma curiosidade é que os figurinos apresentados no show estarão à venda na Amazon. A série conta ainda com jurados convidados de peso, como Naomi Campbell, Nicole Richie, Joseph Altuzarra, Carine Roitfeld e Chiara Ferragni.

29 de março:

DriverEsse drama ambientado nas ruas de Las Vegas acompanha a história de Henry Falcon, um motorista com transtorno de personalidade múltipla, que, além de dirigir, “trabalha” como serial killer. Quando ele descobre que tem um detetive desonesto o caçando, sua personalidade demoníaca “se solta”.

 

Sem data definida para estrear:

Soltos Em FloripaA segunda produção brasileira do Prime Video é o reality show Soltos em Floripa.O reality reune oito jovens de diferentes lugares do Brasil em uma enorme casa de praia em Florianópolis, onde vivem tudo que um reality show de confinamento pode proporcionar: festas, brigas, dramas, diversão e relacionamentos. A série de oito episódios de uma hora de duração, cada, é inovadora no gênero dos realities brasileiros, com uma produção de primeira e com a participação de seis celebridades – incluindo Pabllo Vittar – que irão assistir e comentar todos os episódios, a série tem tudo para ser um sucesso jovem.

Crítica | Ingrid Goes West – Comédia com toques de suspense da Netflix

Postar, curtir, comentar, reagir, pensar no horário dos posts, a linguagem usada, criar engajamento, usar filtros, seguir as pessoas certas: gerar conteúdo. As redes sociais, para além de aproximar as pessoas, têm cada vez mais se tornado ferramentas de interação e promoção de produtos e de imagens pessoais. Tudo isso gera uma legião de fãs e seguidores que, devido à aproximação direta com as pessoas que admiram, por vezes têm dificuldade em entender a diferença entre admirar um ídolo e de fato ser amigo pessoal dele. Este é o argumento de ‘Ingrid Goes West’, nova comédia dramática que acaba de entrar no catálogo da Netflix.

Ingrid Thornburn (Aubrey Plaza) é uma jovem com graves problemas de autoestima, que stalkeou tanto uma influencer do Instagram, que acabou tendo que ser internada para tratar de seu distúrbio. Depois de receber alta, Ingrid volta para casa totalmente desolada, até que encontra em uma revista uma reportagem sobre a fotógrafa Taylor Sloane (Elizabeth Olsen) que vive em Venice, Califórnia. A partir daí, Ingrid volta todas as suas energias para sua nova ídolo, e fará de tudo para se tornar best friend de Taylor.

O tema simples e extremamente atual é o motivo pelo qual ‘Ingrid Goes West’ nos faz refletir. De maneira bem-humorada e bastante ácida a comédia aponta os perigos da constante autoexposição virtual e da intensa necessidade que as gerações mais jovens têm de pre-ci-sar da aprovação das pessoas para tudo – aprovação esta que vem através de curtidas, comentários, hasthtags, emojis e, claro, números de seguidores.

Tanto Aubrey Plaza quanto Elizabeth Olsen estão extremamente à vontade em seus papéis, representando-os com muita naturalidade e conduzindo o longa com desenvoltura. As duas personagens são tão carismáticas, que fatalmente a gente se reconhece nelas de alguma forma. Entra aí também o mérito do roteiro de David Branson Smith e Matt Spicer, que construiu uma história totalmente crível, inserindo situações reais e cuja sucessão provoca uma gama de sensações no espectador.

A direção de Matt Spicer se apoia na competente atuação das protagonistas e faz de ‘Ingrid Goes West’ uma crônica da juventude contemporânea. Sem se calcar em grandes cenários, o longa é ajudado por uma edição que insere elementos do mundo virtual no filme e uma trilha sonora bastante popular.

Bagunçando com todos os sentimentos – bons e ruins – o filme ainda encontra espaço para brincar com a fixação juvenil pelos super-heróis, através do personagem Dan Pinto (O’Shea Jackson Jr.) e as muitas mentiras que contamos na internet. Apesar de chegar no Brasil sem um título em português, ‘Ingrid Goes West’ é uma grata surpresa que vale a pena ser conferida.

‘Como Treinar o Seu Dragão 3’ ganha dois novos vídeos; Confira!

Como Treinar o Seu Dragão 3′ logo estreia aqui no Brasil. Em antecipação ao lançamento em diversos mercados, a Universal liberou dois novos comerciais para o filme.

Confira:

Recentemente, as críticas norte-americanas de ‘Como Treinar o Seu Dragão 3‘ foram divulgadas, e a animação contava com incríveis 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com sete críticas publicadas, todas elogiam o filme que mostrará nosso querido Banguela voando pela última vez.

Confira as principais críticas:

Como Treinar o Seu Dragão 3 embala o peso emocional dos cerca de doze anos que levou para chegar até aqui, acompanhado da perda de um dos pais, a descoberta de outro e várias lições importantes de bravura e lealdade ao longo do caminho.”

– Variety

“Com DeBlois comandando este conto em direção a uma conclusão esperançosa emocionante e pungente, percebe o quão bem que título “Como treinar seu dragão” se transformou de literal para figurativo, de ser sobre comando e reverência para lidar com a agitação interna.”

– The Wrap

Como Treinar o Seu Dragão 3 dá um toque agridoce ao lembrar ao público jovem que todas as coisas boas – incluindo a era dos dragões – devem chegar ao fim.”

– IndieWire

A estreia no Brasil acontece dia 17 de Janeiro.

No filme, Soluço realiza o seu sonho de criar uma utopia pacífica com os dragões, a descoberta de Banguela de um companheiro indomável afasta o Fúria da Noite. Quando o perigo ameaça o lar e a liderança de Soluço no vilarejo é testado, dragão e treinador precisam tomar decisões impossíveis para salvar seu povo de uma ameaça.

‘Como Treinar o Seu Dragão 2’ cruzou a barreira dos US$ 600 milhões pelo mundo, garantindo o título de filme animado mais rentável de 2014.

O terceiro realmente será o último filme da franquia animada da Dreamworks. Pelo menos foi o que garantiu o roteirista e diretor Dean DeBlois, durante uma nova entrevista a Entertainment Weekly.

“Nós pensamos sobre isso por um longo tempo e decidimos por uma maneira agridoce de dizer adeus a esses personagens, mas é o caminho certo agora”

‘Space Jam 2’: LeBron James confirma início das filmagens

LeBron James, conhecida astro de basquete e ator, revelou em seu Twitter oficial o início das filmagens do aguardado Space Jam 2.

Confira:

Sonequa Martin-Green (Once Upon a TimeStar Trek: Discovery’) faz parte do novo elenco e dará vida à esposa de James na continuação.

Segundo o The Hollywood Reporter, a Warner Bros. agendou o lançamento da produção para 16 de julho de 2021. Até o momento, esse é o único longa com estreia global marcada para o fim de semana em questão.

É claro que ainda há bastante tempo para novas produções também adotarem a mesma data e a expectativa é que ‘Space Jam 2‘ tenha uma certa concorrência no futuro.

A sequência será dirigida por Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 6’).

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi lançado em 1996 e era estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo.

Crítica | ‘Drácula’: Claes Bang brilha em oscilante adaptação de Bram Stoker

A mitologia acerca de Conde Drácula vem assombrando gerações e, desde seu marcante surgimento no final do século XIX, o vampiro mais famoso de todos os tempos ganhou inúmeras releituras dentro da indústria do entretenimento contemporânea – viajando para o espaço em uma investida futurista, embebido em aspectos teatrais com o icônico Bela Lugosi e transformando-se num guerreiro secular em Drácula: A História Nunca Contada’. Agora, chegou a vez da Netflix oferecer sua própria versão do ovacionado romance de Bram Stoker, optando por brincar com elementos de vulnerabilidade e força enquanto estende a narrativa principal através das eras e o traz para a conturbada sociedade atual.

O resultado, por mais satisfatório que seja (e mesmo se afastando de alguns aspectos canônicos do livro original), não está livre de certos erros amadores e escolhas estéticas que simplesmente não têm lugar dentro da proposta da gigante do streaming; é claro que, considerando que Mark Gatiss e Steven Moffat já haviam nos entregado a deliciosa e envolvente Sherlock, era mais que natural que se aproximassem de vertentes anacrônicas, almejando a um state-of-art sanguinolento ao invés de simplesmente deixarem se levar pelos comodismos de qualquer drama de época. Porém, não podemos deixar de notar que o ritmo da obra é frenético demais tanto para se aprofundar em seus personagens principais quanto para fornecer uma explicação plausível de tantos elementos.

De qualquer forma, a beleza da minissérie de três capítulos reside nas convincentes performances do elenco protagonista e coadjuvante e nos belíssimos e assustadores cenários que erguem-se imponentes a cada sequência. Logo de cara, somos transportados para a medonha Transilvânia e a chegada de Jonathan Harker (John Heffernan) ao imenso castelo do Conde Drácula (Claes Bang), um velho senhor romeno que vive isolado de todos na labiríntica construção no topo da montanha. Jonathan está ali para um trabalho simples: ele deve pedir para que seu cliente assine alguns papéis da propriedade que acabou de comprar e, depois, retornar para os braços de sua amada noiva Mina (Morfydd Clark), que o aguarda ansiosamente para o enlace matrimonial.

Gatiss e Moffat, que ficam a encargo do roteiro, dividem o episódio piloto em dois momentos diferentes: o primeiro nos mostra a decadência de Jonathan depois de ter conseguido escapar das garras do Conde; o segundo, voltando no tempo, nos mostra o processo de sua ruína ao deixar se levar por uma figura repleta de segredos e extremamente sedutora – o que explica em partes sua “decisão” de ficar encarcerado nas fortalezas mais tempo do que pretendia. E, ainda que respalde em quebras de expectativa incoerentes para desconstruir a tensa atmosfera que arquiteta desde os minutos iniciais, a tensão constante é inebriante e nos vicia do começo até o fim.

No tempo presente, Jonathan se exilou no Convento de Budapeste e passa os dias relatando o ocorrido para a irreverente freira Agatha Van Helsing (Dolly Wells), cujos estudos acerca de Drácula já datam de anos e, agora, ela finalmente encontrou o momento certo para atraí-lo para sua armadilha. Apesar da competente performance de Wells, a personagem de Agatha mantém-se numa tênue e complexa linha que oscila entre o drama e a comédia – com tiradas sem qualquer tipo de contexto para o tipo de suis-generis explorado. É claro que, levando em conta seu famoso sobrenome, ela insurge como fator essencial para a abertura da mitologia de Stoker, mas alcança uma estrutura mais sólida apenas na segunda iteração antes de se perder novamente no season finale.

As nuances do personagem titular são deixadas de lado em prol de uma mixórdia visual que poderia ser melhor elaborada – ainda mais considerando a extensa equipe ao lado dos showrunners. Entre bruscos cortes e uma edição fragmentada demais para ser compreendida de imediato, a série diverge de sua identidade apresentada para encontrar-se em uma espécie de suspense cru no segundo episódio, avançando para características de romances de mistério dentro de uma reviravolta blasé e previsível. Sem sombra de dúvida, e a revelação para o terceiro episódio que nos chama mais a atenção e que brinca com os conceitos de dilatação e contração temporal de modo inimaginavelmente sagaz.

Enquanto Drácula é retratado com costumeira canalhice e vilania – quando não é envolvido uma manta beligerante que dialoga com sua inspiração medieval -, Gattis e Moffat fazem questão de apresentarem dois lados de uma mesma moeda na produção: o vampiro é charmoso e amigável a princípio, revelando as verdadeiras intenções quando tem suas vítimas na palma da mão; porém, a resiliência que exala serve apenas de máscara para uma podridão interior que é também lar de seus medos, de uma covardia inexorável que estende-se para seus irracionais medos – da cruz e da luz do sol, por exemplo. Não é surpresa que Agatha (e sua consecutiva herdeira, Dra. Zoe) passem a vida estudando uma patológica necessidade de autoproteção que é a chave para sua ruína.

Drácula é envolvente e aprazível dentro da proposta que visa entregar ao público, mas sumariza em excesso o arco de seu protagonista para talvez cumprir as necessidades mercadológicas nas quais se insere. Mesmo assim, a série da Netflix vai além do que poderíamos imaginar e prepara um terreno considerável para futuras produções originais – e que possam recontar clássicas histórias de terror dos séculos passados.

10 Séries LGBTQ+ para Maratonar no Mês do Orgulho

Nosso especial do Mês do Orgulho continua a todo vapor e, depois de termos passado pela música e pelo cinema, está na hora de voltarmos a atenção para as produções televisivas.

Ao longo dos anos e da supremacia seriada como forma de entretenimento, a comunidade LGBTQ+ foi continuamente retratada através de estereótipos baratos que não contemplavam a complexidade de seus membros. Felizmente (ainda que tenha chegado com relativa demora), os últimos quinze anos representaram uma superação desses preconceitos velados com aumento exponencial de personagens queer – nos entregando produções não apenas válidas e representativas, mas também extremamente aclamadas.

Por essa razão, separamos dez séries com a temática em questão e que retratam pessoas da comunidade LGBTQ+ em seus diferentes níveis.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

POSE (2018 – PRESENTE)

Temporadas: 02

Onde assistir: Netflix

Ambientada da cidade de Nova York entre os anos 1980 e 1990, Pose é, de longe, a melhor produção de Ryan Murphy em uma década. Analisando os obstáculos e o cotidiano da comunidade LGBTQ+ em uma época marcada por estigmas sociais e pela explosão preocupante do vírus do HIV/AIDS. Entretanto, o show não se restringe apenas à tragédia, e sim funciona como uma ode à cultura dos ballrooms e do vogue, fazendo história ao tornar-se a obra com maior elenco trans de todos os tempos – liderado por nomes como Dominique JacksonMJ Rodriguez.

ONE DAY AT A TIME (2017 – PRESENTE)

Número de temporadas: 04

Onde assistir: Netflix, PopTV

O cancelamento de One Day at a Time pela Netflix gerou uma onde de choque e de frustração. Afinal, a sitcom já havia conquistado o público com força descomunal, principalmente por trazer tantas minorias e tanta representatividade para a plataforma de streaming. A história gira em torno de uma família cubano-americana que luta para viver um dia de cada vez em São Francisco – e, nesse meio tempo, temos Justina MachadoIsabella Gomez em uma relação mãe-filha extremamente tocante e que perpassa todas as angústias do jovem queer (isso sem falar da presença icônica da lendária Rita Moreno).

EUPHORIA (2019 – PRESENTE)

Número de temporadas: 01

Onde assistir: HBO

O drama teen, liderado por uma performance impecável de Zendaya como Rue, acompanha a vida de uma adolescente de dezessete anos dependente química que acaba de sair da reabilitação. A medida que ela tenta voltar à rotina, percebe que seus colegas de escola também enfrentam os próprios desafios, envolvendo sexo, drogas, traumas e mídias sociais.

GRACE AND FRANKIE (2015 – PRESENTE)

Número de temporada: 06

Onde assistir: Netflix

Grace and Frankie pode até ser liderado pela química estupenda entre duas divas do entretenimento – Jane FondaLily Tomlin -, mas os criadores da série não deixaram de lado a presença LGBTQ+. Mais do que isso, Martha KauffmanHoward J. Morris resolveram transferir a comum perspectiva jovem para personas idosas, que não são retratadas com tanta força no cenário mainstream – e o resultado foi uma comédia irretocável e emocionante sobre frustração, mudanças e o complexo âmbito matrimonial.

SENSE8 (2015 – 2018)

Número de temporadas: 02

Onde assistir: Netflix

Outro caso de cancelamento que nos deixou furiosos: Sense8 durou apenas duas temporadas e uniu tudo o que queríamos em um mesmo lugar – drama, sexo, ação e personagens adoráveis e bastante complexos. A ficção-científica trouxe diversas temáticas de importância essencial para a sociedade contemporânea, bem como mais da metade de seu elenco queer, inclusive a atriz trans Jamie Clayton como a apaixonante hacker Nomi. Mesmo com um especial de Natal, a série ainda deixa saudades e é revisitada por qualquer um que apenas deseje se sentir bem.

QUEER EYE (2018 – PRESENTE)

Número de temporadas: 05

Onde assistir: Netflix

Um dos reality shows mais famosos da Netflix é, sem dúvida alguma, Queer Eye. O fabuloso reboot da série de 2003 mostra cinco homens gays conhecidos como os Fab Five. São eles: Antoni Porowski, especialista em comida e vinhos; Tan Franceexpert em moda; Karamo Brown, especialista em cultura; Bobby Berk, versado em design; e Jonathan Van Ness, o guru dos cuidados pessoais – todos trabalhando juntos para trazer um pouco mais de alegria a turbulentas e complicadas vidas.

UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT (2015 – 2019)

Número de temporadas: 04

Onde assistir: Netflix

Unbreakable Kimmy Schmidt é uma série de comédia como nenhuma outra e, por essa razão, nos conquista através de personagens bizarros que vivem na cidade de Nova York. Ainda que Ellie Kemper viva a protagonista, é Tituss Burgess que rouba nossa atenção com Titus Andromedon, um ator amador que deseja, mais que tudo, tornar-se famoso. Enquanto o revestimento da produção é hilário, Titus é uma complexa persona que, além de ser pobre, é gay, afeminado, gordo e negro – e que não perde a chance de nos estontear com sua beleza e seu glamour.

RUPAUL’S DRAG RACE (2009 – PRESENTE)

Número de temporadas: 12 (série principal) + (spin-off)

Onde assistir: Netflix, VH1

As olimpíadas LGBTQ+ são comumente associadas ao reality show RuPaul’s Drag Race’. Apresentado pela lendária RuPaul, a série pode até ter começado com o pé esquerdo, mas agora estende-se por um total de 17 temporadas13 Emmy Awards. A competição anual traz um grupo de drag queens que participam dos mais diversos desafios de dança, canto, atuação e design, lutando pela coroa de Estrela Drag da América e um prêmio de 100 mil dólares.

TRANSPARENT (2014 – 2019)

Número de temporadas: 05

Onde assistir: Amazon Prime Video

A aclamada e premiada série da Amazon gira em torno de uma família de Los Angeles com sérios problemas de relacionamento. Mort (Jeffrey Tambor) tem três filhos, já adultos: Ali (Gaby Hoffman), Sarah (Amy Landecker) e Josh (Jay Duplass). Quando ele os reúne para falar do futuro, os três ficam chocados ao descobrir que o assunto não é herança finaceira, mas a notícia de que o pai deseja se assumir como transgênero. Todos os relacionamentos, com o mundo, com eles mesmos e um com o outro, irão se modificar à medida que os segredos e as dificuldades vão se desvendando.

THE L WORD (2004 – 2009)

Número de temporadas: 06

Onde assistir: Globoplay

The L Word acompanha as vidas e os amores de um grupo de lésbicas que vivem em Los Angeles. A personagem principal, Jenny (Mia Kirshner), é recém-formada pela Universidade de Chicago, e se muda para LA a fim de morar com seu namorado, Tim (Eric Mabius), que acabou de começar uma carreira profissional como escritor. A vida de Jenny dá uma reviravolta quando ela conhece as vizinhas Bette (Jennifer Beals) e Tina (Laurel Holloman), um casal que está prestes a dar o próximo passo e começar uma família, após estarem juntas há sete anos. Em uma festa, Jenny encontra Marina (Karina Lombard), a dona de uma cafeteria local, e de repente seu impulso a faz começar a questionar a própria sexualidade. Outras amigas de Bette e Tina incluem Dana (Erin Daniels), uma jogadora de Tênis profissional, Alice (Leisha Hailey), uma jornalista, Shane (Katherine Moennig), cabeleireira incapaz de ficar com apenas uma mulher, e Kit (Pam Grier), meia-irmã de Bette que luta contra o alcoolismo.

‘Mank’: Gary Oldman no trailer completo do novo filme da Netflix sobre o roteirista de ‘Cidadão Kane’

Netflix divulgou o trailer COMPLETO de ‘Mank’, novo filme do cineasta David Fincher.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 4 de dezembro.

O projeto conta a história de Herman J. Mankiewicz, roteirista do aclamado e icônico ‘Cidadão Kane‘.

Acompanhe esta jornada pela Hollywood da década de 1930 através dos olhos do roteirista alcoólatra e crítico social Herman J. Mankiewicz (Oldman) enquanto ele corre contra o tempo para terminar o roteiro de Cidadão Kane para Orson Wells (Burke).

O elenco conta com Gary Oldman, Amanda Seyfried, Tuppence Middleton, Lily Collins, Tom Burke e Tom Pelphrey.

‘Creed 3’: Sequência ganha data de estreia oficial!

Depois de ter confirmado o terceiro capítulo da franquia ‘Creed’, dessa vez com o astro Michael B. Jordan fazendo sua estreia diretorial e retornando como o personagem-titular, a MGM anunciou que o filme já tem data para chegar os cinemas.

O longa-metragem será lançado no dia 23 de novembro de 2022. Ainda não se sabe quando as gravações irão começar.

Tessa Thompson também volta como Bianca Taylor.

Zach Baylin (‘Rei Richard’) roteiriza.

Pouco se sabe sobre a história por trás de ‘Creed 3’. Entretanto, conforme foi revelado alguns meses atrás, é improvável que Sylvester Stallone retorne como Rocky, apesar do ator nunca dizer não ao personagem.

“Eu acredito que no universo ‘Creed’, isso é possível, sim”, Stallone revelou quando questionado se o público já viu o bastante de Rocky nas telonas. “Mas nunca direi não para Rocky, porque tenho algumas ideias em mente”.

Vale lembrar que ‘Creed II‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 214.1 milhões mundialmente – superando a bilheteria do primeiro filme (US$ 173.6m)

‘Doutor Estranho 2’: Roteirista revela em que a história difere do primeiro filme

Em entrevista ao Geek Vibes Podcast, o roteirista Michael Waldron revelou alguns detalhes de suma importância para a aguardada sequência Doutor Estranho 2’, mais especificamente sobre as diferenças entre o primeiro e o segundo filmes.

“Creio que Stephen Strange passou por muita coisa entre o primeiro filme e agora”, ele comentou. “O primeiro filme foi uma incrível história de origem de como ele se tornou feiticeiro, mas agora ele já passou por isso. Ele lutou contra Thanos [em ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Vingadores: Ultimato’] e está no outro extremo de tudo isso, no auge de seus poderes. Então é um lugar interessante para se explorar”.

Ele continua, dizendo que trabalhar com o diretor Sam Raimi foi incrível: “foi a experiência de uma vida. Tivemos um tempo incrível escrevendo e desenvolvendo o filme no ano passado, e então rodando-o em Londres no final do ano passado e no começo deste. Foi ótimo. Sam é um diretor incrível e o elenco está surreal no filme. É uma aventura e tanto”.

Dirigido por Raimi (‘Homem-Aranha’), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ tem estreia marcada para 25 de março de 2022.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Além de Cumberbatch, Olsen e Hiddleston, o elenco também conta com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

‘RuPaul’s Drag Race’: Vídeo compila os momentos mais inesquecíveis do Jogo das Imitações; Confira!

Jogo das Imitações é um dos momentos mais aguardados de toda temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ pelos fãs – e, agora, a VH1 divulgou um vídeo promocional compilando os momentos mais inesquecíveis do jogo.

Confira:

Lembrando que a 14ª temporada do reality show estreia em 07 de janeiro de 2022 e trará nomes como LizzoAlicia Keys, Taraji P. Henson, Andra DayAva MaxDove CameronTS Madison e várias outras ao painel de jurados convidados.

O novo ciclo contará com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jamine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Crítica | ‘O Homem do Norte’ é mais um glorioso e épico filme de Robert Eggers

Robert Eggers é um dos realizadores cinematográficos mais interessantes do cenário contemporâneo e possui uma paixão inegável pelo terror psicológico e metafísico. O jovem cineasta fez sua estreia oficial na indústria audiovisual há poucos anos, com o lançamento do aclamado horror de época A Bruxa – que se tornou um clássico instantâneo e um sucesso de crítica; pouco depois, apostou fichas em uma reconstituição lovecraftiana intitulada O Farol, que reafirmou seu status único na atualidade e aumentou sua legião de fãs ao redor do mundo. Agora, levando o tempo necessário para orquestrar sua próxima narrativa, Eggers regressa a um passado distante para o épico de guerra ‘O Homem do Norte’.

Sem sombra de dúvida, o longa-metragem era um dos mais esperados de 2022 e veio acompanhado de expectativas altíssimas. Afinal, o próprio escopo do projeto já dava ares de maior magnitude, afastando-se das sutilezas de outrora para uma tragédia espectral movida pela traição e pela vingança. Aqui, Alexander Skarsgård delineia sua primeira colaboração com o cineasta ao interpretar Amleth, um jovem guerreiro viking que observa, impotente, enquanto seu pai (Ethan Hawke) é assassinado pelo próprio tio (Claes Bang) e a mãe (Nicole Kidman) é obrigada a se casar com o algoz que destruiu sua família. Amleth, então, foge de sua terra natal e jura retornar para honrar o que aconteceu a seus progenitores e reconquistar o que lhe pertence por direito.

De fato, a narrativa principal não carrega nenhuma originalidade consigo, considerando que enredos envolvendo vinganças familiares fazem parte da cultura mundial desde que o mundo é mundo – ora, não é surpresa que a história original de Amleth, que inspirou o longa-metragem, tenha servido de base para a construção da tragédia shakespeariana ‘Hamlet’ e, mais tarde, para a animação ‘O Rei Leão’. Essa, inclusive, marca o início da transição de Eggers para o mainstream e para os blockbusters, apoiando-se em uma trama que seja reconhecida de imediato pelo público sem precisar abandonar os maneirismos impecáveis que traz às telonas – como a sobriedade da paleta de cores, a tétrica trilha sonora e a condução estética de cada uma das sequências.

De fato, ‘O Homem do Norte’ soa menos autoral que as obras anteriores do diretor – o que não necessariamente marca um problema, e sim apenas indica que ele está experimentando abordagens novas para a própria arte e para o legado que deseja deixar. Eggers ganhou notoriedade à mesma época que outro queridinho do terror psicológico, Ari Aster, como se ambos unissem forças para trazer o gênero de volta às glórias passadas em uma remodelagem chocante, aprazível e de digestão difícil, marcada por nuances de complexidade que abrangem as mais diversas áreas do pensamento humano. O filme estrelado por Skarsgård não seria diferente: é de se esperar que o teor fabulesco e reflexivo da narrativa não agrade a todos, e esse nem é o objetivo; a ideia é mostrar, dentro do mítico universo explorado, as consequências e o vazio de uma série de eventos que prenuncia a ascensão e a queda do personagem titular.

O astro principal faz um trabalho incrível, o que não é nenhuma surpresa: Skarsgård já havia demonstrado sua força descomunal como ator na aclamada minissérie ‘Big Little Lies’, que lhe rendeu inúmeros prêmios, e agora ele encarna um papel divisório na carreira que reafirma todo seu potencial. Dito isso, ele não é o único a roubar os holofotes: Kidman, apesar de estar em segundo plano, traça ao lado de sua personagem um arco bem estruturado de ressentimento e vendeta, culminando em uma das grandes reviravoltas da história; Anya Taylor-Joy retoma colaboração com Eggers restrita a si mesma como Olga, uma feiticeira eslava e escrava que arquiteta um plano com Amleth para ajudá-lo a se vingar; Bang posa irreconhecível como o algoz Fjölnir, que matou o irmão para sentar-se ao trono e foi destituído e banido para as terras montanhosas; e até mesmo a lendária musicista Björk é escalada como a agourenta vidente que prenuncia o caminho trilhado pelo protagonista titular.

Cada engrenagem da produção é muito bem pensada e, ainda que, às vezes, não atinja seu potencial pleno, denota as escolhas concisas que Eggers e seu competente time criativo fazem para gestar esse conto milenar. Ora, não é surpresa que tenhamos um teor teatral destilando nas cenas de principal, cortesia da colaboração entre o realizador e o poeta e roteirista Sjón, que honra a mitologia nórdica ao reapresentá-la aos espectadores em todos seus detalhes minuciosos; Jarin Blaschke, responsável pela fotografia, tenta ao máximo harmonizar a solidez dos cenários vikings ao jogo retumbante entre o frio e o calor, o azul e o laranja, a resignação e o ódio, brincando com aliterações cenográficas de tirar o fôlego; e, por fim, temos a música composta pela dupla Robin Carolan e Sebastian Gainsborough, mergulhada em progressões que, apesar de convencionais, combinam com perfeição e praticidade ao que vemos nas telonas.

No final das contas, a tragédia caminha para lugares familiares e distintos, ao mesmo tempo: Eggers sabe como trabalhar com a história que lhe é dada e com os elementos dispostos à sua frente, rearranjando-os como bem entender para um determinado propósito. E o objetivo, aqui, é infundir o épico à compreensão niilista de que nada importa e que a morte é a única certeza da vida – e tal constatação é o que não apenas transforma o longa-metragem em um dos mais profundos e impactantes do ano, como um belíssimo capítulo da explosiva e irretocável filmografia de Eggers.

‘Chucky’: Episódio de estreia da 2ª temporada traz morte CHOCANTE! [SPOILER]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

A 2ª temporada de Chucky estreou nos Estados Unidos e já trouxe inúmeras reviravoltas para os fãs.

Para aqueles que não se lembram, a temporada anterior terminou com Andy Barclay (Alex Vincent) atrás de um gigantesco caminhão de entregas carregado com mais de 70 bonecos Chucky (Brad Dourif) possuídos pelo serial killer.

Retornando de onde paramos no ciclo predecessor, Andy ainda estão dirigindo o caminhão com a boneca Tiffany (Jennifer Tilly) ainda apontando uma arma para ele. À medida que continua a dirigir, ele percebe que os bonecos Chucky que estão no caminhão não se lembram dele e nem sabem que é Tiffany. Eles têm uma atração instintiva por Tiffany e uma aversão a Andy. E, com um pouco de malandragem, Andy consegue tirar a arma da mão da boneca e atirar nela – mas isso serve de gatilho para que os 70 bonecos Chucky se lembrem de Andy e vão atrás dele.

Enquanto Andy é atacado pelos bonecos, ele dirige em direção a um precipício e faz questão de gritar: “esta é por Kyle” (a babá que cuidou dele em Brinquedo Assassino 2’ e que presume-se estar morta). Conforme o caminhão despenca para o fundo do abismo e vários bonecos Chucky gritam, fica claro que ninguém está a salvo.

Lembrando que o novo ciclo chega ao Brasil no dia 19 de outubro, pelo Star+.

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Diretor de ‘A Pequena Sereia’ fala sobre a música ORIGINAL do live-action

O live-action de ‘A Pequena Sereia‘, que estreia em 25 de maio nos cinemas, trará ninguém menos que Halle Bailey no papel protagonista – e contará com uma música original além das clássicas iterações da animação, intitulada For The First Time”.

Em entrevista à Empire, o diretor Rob Marshall comentou sobre a nova canção (que parte das brilhantes mentes de Alan MenkenLin-Manuel Miranda) e disse que ela irá celebrar a primeira vez de Ariel na terra dos humanos.

“[A música] é sobre as experiências dela no momento em que chega em terra”, ele explica. “Precisávamos criar um número que funcionaria quase como uma montagem, para levá-la através dessa experiência – chegando em terra, como é calçar sapatos, ter pernas”.

Marshall continua: “qualquer um que tenha uma experiência diferente se sente maravilhado e assustado ao mesmo tempo”.

Para conhecer um príncipe humano, A PEQUENA SEREIA aceita ceder sua voz para que uma feiticeira lhe dê pernas. Agora, ela terá o desafio de se comunicar com o rapaz. Live-action da clássica animação da Disney.

O elenco também é formado também por Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Cemitério Maldito | Antes do novo filme, relembre o REMAKE lançado em 2019

Stephen King é um dos autores mais conhecidos do mundo inteiro. Seus romances de suspense e de terror entraram para a história, firmando seu nome como um dos game-changers da indústria literária e, alguns anos depois, da cinematográfica. Afinal, dentro do contínuo e expansivo universo das adaptações para as telonas, King carrega consigo um arsenal bastante interessante para ser explorado – e só nos últimos anos, quase dez obras foram relidas em uma perspectiva nova e, num escopo generalizado, consideravelmente positiva. É só nos recordarmos de Jogo Perigoso’, uma aplaudível e angustiante tour-de-force protagonizado por Carla Gugino, e da sensação ‘IT: A Coisa – Parte 1′, cujo remake superou e em muito o original do final do século passado.

Cemitério Maldito também enfrentou o mesmo processo de evolução, partindo de um escopo fílmico já arquitetado em 1989 por Mary Lambert e refeito trinta anos depois pelas hábeis mãos de Kevin Kolsch e Dennis Widmyer. É claro que, a priori, sempre ficamos com um pé atrás quando pensamos em recontar uma narrativa já conhecida e já saturada – principalmente considerado que o contínuo boom do gênero já enfrente complicados obstáculos nos dias de hoje. Felizmente, o resultado da mais nova adaptação baseada em King é arrepiante por todos os motivos certos – ainda que os deslizes não consigam perder tanta força quando colocados dentro do contexto em questão.

A história principal gira em torno da família Creed, que muda-se para um grande casarão localizado ao lado de um cemitério. Louis (Jason Clarke) resolve morar naquele lugar para se reconectar com sua mulher e seus filhos, mas logo descobre os terríveis segredos que se escondem por ali. Afinal, o cemitério supracitado, atualmente destinado para os vários animaizinhos de estimação que passaram desta para a melhor já foi usado por tribos indígenas para imortalizar os falecidos através de forças místicas e inexplicavelmente perigosas, como o poder de trazê-los de volta à vida. E Louis descobre isso do modo mais inesperado possível – logo depois de enterrar seu gato, Church, e vê-lo ressurgir dos mortos.

Em se tratando de uma trama orquestrada por King, nada acontece por acaso ou sem drásticas consequências. O gatinho começa a demonstrar sinais de raiva compulsória e um comportamento perturbador, como se não fosse mais o dócil companheiro da família. Ele até mesmo participa indiretamente da chocante morte de Ellie (Jeté Laurence), a filha mais velha do casal, cujo atropelamento os coloca em um ciclo quase claustrofóbico de pesar e loucura. É claro que, dentro da atmosfera literária, os temas psicológicos aparecem com mais força e, mesmo que Jeff Buhler e Matt Greenberg tentem trazê-los para o roteiro, tal parcela acaba se perdendo durante a transcrição.

Levando em conta que a produção conta com pouco mais de noventa minutos, explorar cada uma das subtramas é um trabalho complicado e, considerando que o ritmo começa em uma monótona linearidade para explodir em reviravoltas frenéticas, é bastante perceptível a cautela com a qual a dupla de diretores e sua equipe trataram a narrativa. Porém, também não se pode deixar de citar a exaustiva ambiência profana que rege a conjuntura apresentada: a presença dos enquadramentos angulosos e de maneirismos expressionistas como a névoa e o dramático jogo de luz e sombra tira um pouco da originalidade buscada por Kolsch e Widmyer, lançando a obra na tangência do convencionalismo e da zona de conforto. Até mesmo os jump scares se rendem às fórmulas do horror, saindo de seu patamar meramente decorativo e renascendo como base principal.

Os ápices concentram-se no miolo do longa-metragem. A partir da morte de Ellie, Louis não consegue aceitar a perda e culpa a si mesmo por não tê-la protegido. É essa culpa que o leva a desenterrá-la e colocá-la no cemitério sobrenatural, revivendo-a para ter mais alguns momentos ao lado da filha. Porém, as coisas começam a desandar quando a jovem menina cruelmente assassina o vizinho Jud (John Lithgow), cuja principal função dentro da trama é sanar as dúvidas de Louis quanto à mitologia que cerca aquelas terras, e logo depois mata a própria mãe, Rachel (Amy Seimetz). O trio de personagens adultos compartilha entre si uma química apaixonante; porém, ela não é explorada tanto quanto esperaríamos, sendo deixada de lado em detrimento de um pano de fundo místico.

Perdendo-se no meio do caminho, o filme retorna a ganhar força nos momentos finais, em que Ellie mostra seu desejo de matar os pais e enterrá-los no mesmo herético solo que foi condenada a passar a eternidade. Em uma última sequência, que beira o risível, a condução cênica muda a perspectiva e a resolução do complexo arco ao colocar o próprio Louis, agora tendo aprendido com os erros, em uma última subtrama de sofrimento e pagamento de seus pecados. Os últimos momentos são de tirar o fôlego, chamando o black-out em uma terceira e fortuita catarse.

remake de Cemitério Malditopadece com pequenos equívocos técnicos que, quando aglutinados, ganham um palanque que não pode ser evitado. Porém, mesmo com o ritmo atrapalhado e pontuais diálogos autoexplicativos, o resultado final é satisfatório e, sem sombra de dúvida, bem superior ao seu antecessor. Agora, é só esperar para que ver o que futuro nos aguarda com Cemitério Maldito: Linhagens de Sangue’.

Crítica 2 | Fantasia Barrino DOMINA as telonas com a potente adaptação de ‘A Cor Púrpura’

Em 2005, a clássica história A Cor Púrpura, baseada no romance homônimo de Alice Walker, chegava aos palcos da Broadway e se consagrava como uma das maiores produções teatrais da década, encantando o público e a crítica através de uma pungente e necessária narrativa que ressoa até os dias de hoje. Quase duas décadas depois, a versão cinematográfica do musical chegou aos cinemas brasileiros – e, mesmo com alguns deslizes pontuais, emergiu como uma das produções mais aclamadas da temporada de premiações, guiada por um elenco estelar, canções espetaculares e uma condução fílmica impecável cortesia de Blitz Bazawule (mesmo nome por trás de Black Is King, que co-dirigiu com Beyoncé).

A história é centrada em duas irmãs, Celie e Nettie, interpretadas por Phylicia Pearl Mpasi e Halle Bailey, respectivamente, como suas versões mais novas. Vivendo no litoral da Geórgia em 1909, as irmãs têm uma perspectiva única sobre o mundo e acreditam que, caso estejam juntas, podem enfrentar quaisquer dificuldades – seja em relação à sociedade em que vivem ou ao duro pai, Alfonso (Deon Cole), que as trata como se fossem apenas meios para um fim. Entretanto, as coisas mudam da noite para o dia quando Alfonso decide dar a mão de Celie, filha que encara como uma criatura feia, mas que trabalha duro, a Albert “Mister” Johnson (Colman Domingo), um pai solteiro que age como o “macho alfa” da pequena comunidade onde vivem e que apenas aceita a jovem menina para tratá-la como serviçal, obrigando-a a fazer todas as tarefas domésticas, a cuidar de seus três filhos bastardos e a ficar confinada à sua propriedade.

Pouco depois, Nettie foge de casa ao quase ser assediada pelo próprio pai, tendo a permissão de Mister para morar lá ao lado da irmã. Todavia, o fazendeiro, que tinha como desejo colocar as mãos em Nettie, tenta violentá-la e, ao recusar os avanços do homem, ela é expulsa da casa e foge para algum lugar. Desde então, décadas se passam sem que as irmãs se comuniquem, levando Celie a acreditar que sua única família talvez tenha morrido – e que ela se vê sozinha em um lugar a que não pertence. Constantemente abusada por Mister e sem qualquer prospecto de sair de uma vida a que foi arremessada, ela percebe que tem o que é necessário para se desvencilhar dos problemas que a cercam, munindo-se de amigos que podem ajudá-la e de uma força de vontade que lhe dá os elementos necessários para dar a volta por cima.

A princípio, é preciso comentar sobre a sólida direção de Bazawule. Diferente de outras produções musicais lançadas nos últimos anos, como ‘Wonka’, ‘O Rei do Show’ e ‘O Retorno de Mary Poppins’, por exemplo, o cineasta tenta se afastar ao máximo da espetacularização imagética, construindo sequências mais críveis e que refletem o cenário em que a história se desenrola. Levando os espectadores às vibrantes e quentes terras do sul dos Estados Unidos, décadas antes das políticas segregativas dominarem a sociedade norte-americana, ele preza por uma arquitetura amarelada – indicando a jornada de amadurecimento pela qual Celie irá passar -, em contraste com uma celebração do blues, do jazz e do gospel que permeiam cada uma das soberbas tracks. Além disso, é notável como Bazawule emula clássicos do gênero, como ‘Cantando na Chuva’ e ‘Chicago’, sem abandonar sua original identidade e as mensagens a que se propõe a entregar.

No centro dessa incrível trama, temos Fantasia Barrino como a versão mais velha de Celie, entregando-se de corpo e alma a uma performance arrebatadora que deveria ter lhe rendido uma indicação ao Oscar. Em sua estreia no circuito cinematográfico, a vencedora do American Idol nos conquista desde o primeiro momento em que aparece nas telonas, delineando um arco bem claro de sua personagem – que passa de uma sofrida mulher negra a uma poderosa empresária que sabe que pode trilhar, sozinha, um caminho para o sucesso. Ao lado dela, temos Danielle Brooks encarnando Sofia, voltando aos holofotes em mais uma interpretação irretocável; e Taraji P. Henson como Shug Avery, uma sedutora mulher que deixou sua cidade natal, a contragosto do pai religioso, para se tornar uma famosa cantora de blues e uma das pessoas que ajudam Celie a se livrar de um tormento infindável.

Domingo é outra potência a agraciar o elenco do longa-metragem: ao viver Mister, o ator rende-se a um dos melhores trabalhos de sua carreira – que foi esquecido pela academia, ainda que ele tenha sido indicado por ‘Rustin’ – e nos faz odiá-lo nas telonas. À medida que ele percebe o modo como tratou Celie e como o “carma não falha”, ele passa por uma espécie de arco de redenção que culmina em um ótimo final feliz em que tudo o que a protagonista desejava acabou se tornando realidade – incluindo sua reunião com a irmã e com uma família que ela jamais imaginou ter.

É claro que lidamos com alguns problemas de ritmo e de estrutura cinematográfica que devem ser mencionados – como uma estética de montagem que, por vezes, quebra a magia evocada pela história, ou certas emulações cansativas. Não obstante os breves equívocos, A Cor Púrpura é uma potente obra que faz jus ao legado de Alice Walker e à narrativa que eternizou tantos anos atrás – colocando em foco um time de artistas que merece ser glorificado.

Homem busca VINGANÇA no teaser trailer do mistério policial ‘Echoes of the Past’; Confira!

Netflix divulgou o teaser trailer oficial de Echoes of the Past, seu mais novo mistério policial árabe.

A produção chega ainda este ano ao catálogo da plataforma de streaming, sem dia confirmado.

Confira:

A série foi criada e dirigida por Sadeer Massoud.

Depois de perder sua irmã Nadia em um acidente de mergulho, Yehia é preso injustamente pelo assassinato da jovem. 15 anos depois, ele retorna para descobrir a verdade e buscar vingança.

Asser Yassin, Mahmoud Hemida, Saba Mubarak, Sherif Salama, Shereen Reda, Rakeen Saad, Mohamed Tharwat, Mohamed Alaa, Tamer Nabil e Huda El Mufti estrelam.

‘Going Dutch’: Série de COMÉDIA com Denis Leary ganha trailer HILÁRIO e data de estreia; Confira!

Fox divulgou o trailer oficial de Going Dutch, série de comédia estrelada por Denis Leary.

A produção tem estreia agendada para o dia 02 de janeiro de 2025 nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Confira:

A série é dirigida por Declan Lowney, enquanto Joel Church-Cooper assina o roteiro.

Um coronel tagarela do Exército, após um discurso retórico não filtrado, é punido com o envio para uma base holandesa sem finalidade militar. Ele tenta restaurar a ordem com a ajuda de sua filha distante, que era a comandante interina.

Gemma Knight JonesTaylor MisiakCatherine TateDanny PudiJoe MortonDempsey Bryk e outros fazem parte do elenco.

‘Sereias’: Comédia SOMBRIA com Meghann Fahy e Julianne Moore chega ao streaming!

‘Sereias’, nova comédia sombria estrelada por Meghann FahyMilly AlcockJulianne Moore, já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, 22 de maio.

A trama acompanha Devon (Fahy), que está preocupada com o relacionamento assustador de sua irmã Simone (Alcock) com sua nova chefe, a misteriosa socialite e ativista animal Michaela Kell (Moore). O estilo de vida cult e ultraluxuoso de Michaela é como uma droga para Simone, e Devon acha que é hora de uma intervenção. Quando Devon rastreia sua irmã para descobrir o que está acontecendo, ela subestima o que esperar quando se tem Michaela como inimiga.

Relembre o trailer:

O elenco ainda conta com Bill Camp, Glenn Howerton, Kevin Bacon, Josh Segarra, Felix Solis, Trevor Salter, Britne Oldford, Lauren Weedman, Jenn Lyon, Erin Neufer e Emily Borromeo.

Criada por Molly Smith Metzler (‘Maid’), a série é baseada na peça também assinada por Metzler, ‘Elemeno Pea‘.

Dani GorinTom AckerleyMargot Robbie entram como produtores, enquanto Nicole Kassell (‘Watchmen’) entra como diretora e produtora executiva.

‘We Had a Hunch’: Best-seller de Tom Ryan ganhará adaptação seriada

Segundo o Deadline, a A+E Studios comprou os direitos intelectuais do romance best-seller ‘We Had a Hunch’, do escritor Tom Ryan, para a produção de uma série de televisão.

Peter Johnson (‘Supernatural’, ‘Nikita’) assume a cadeira de produção.

O romance, descrito como uma mistura de ‘Nancy Drew’ com ‘Yellowjackets’, foi publicado pela Grove Atlantic nos Estados Unidos e pela Simon & Schuster no Canadá, ainda sem previsão de lançamento no Brasil. Ryan entra como produtor executivo do projeto.

Ambientada em Edgar Mills, Massachusetts, a trama acompanha um grupo de detetives adolescentes outrora celebrados, cuja fama se tornou trágica após um caso brutal em 2000, que deixou dois mortos e o chamado “Assassino do Zelador” atrás das grades. Vinte e cinco anos depois, os amigos – agora dispersos, marcados e afastados – se reencontram quando um novo assassinato ecoa seu passado, e seu inimigo aprisionado se oferece para ajudar no caso com uma condição assustadora.

“Tom Ryan criou um mistério profundamente atmosférico e emocionalmente carregado que se encaixa perfeitamente no compromisso da A+E Studios com a narrativa centrada nos personagens”, disse Tana Jamieson, vice-presidente executiva de assuntos criativos e codiretora da A+E Studios.

We Had a Hunch’ reimagina o clássico gênero de mistério adolescente com um toque moderno e psicológico, explorando como o passado nos assombra e nos remodela. Estamos muito felizes em trazer esta história envolvente para as telas, ao lado de Tom e Peter”.

Mais detalhes não foram divulgados

Dante e Vergil se ENFRENTAM no teaser trailer da 2ª temporada de ‘Devil May Cry’; Confira!

A Netflix divulgou mais um teaser trailer oficial da 2ª temporada da série animada ‘Devil May Cry‘, baseado no popular jogo homônimo da Capcom.

Na nova temporada, uma guerra entre mundos se inicia quando Dante precisa lutar contra a única força que espelha a sua própria: seu irmão gêmeo, Vergil, com quem não tinha contato há anos.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 12 de maio.

A série foi criada por Adi Shankar, que também entra como showrunner e produtor executivo.

“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.

Sr. Sinistro pode ser o próximo vilão dos ‘X-Men’ no cinema

Desde ontem, vários rumores vêm surgindo sobre a próxima adaptação dos X-Men‘, agora sob o comando da Marvel Studios, e segundo o We Got This Covered, o estúdio quer um vilão inédito para sua nova franquia: o Sr. Sinistro.

Para quem não sabe, o personagem seria o vilão de ‘X-Men: Primeira Classe‘, mas a ideia acabou engavetada e Sebastian Shaw (Kevin Bacon) foi escolhido em seu lugar.

Por enquanto, não há nenhuma confirmação da ideia, mas vale lembrar que Bryan Cranston já demonstrou interesse em interpretar o geneticista mutante há alguns anos, então só resta torcer para que Kevin Feige apoie a escolha.

Enquanto isso, ‘X-Men: Fênix Negra‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

‘A Vida e a História de Madam C.J. Walker’: Minissérie da Netflix vai contar história da primeira milionária negra dos EUA

Em seu canal do Youtube, a Netflix divulgou o trailer de ‘A Vida e a História de Madam C.J. Walker, minissérie sobre uma mulher negra que acumulou uma fortuna milionária depois de criar produtos cosméticos para cabelos afro.

Estrelada por Octavia Spencer, a trama se passa no iníco do século 20 e mostra como Walker se tornou a primeira negra na história dos EUA a faturar US$ 01 milhão a partir de um pequeno negócio, sem depender de herança ou benefícios particulares.

A Vida e a História de Madam C.J. Walker chega ao catálogo da Netflix em 20 de março.

Assista ao trailer:

Através de oito de episódios, a trama acompanhará Sarah Breedlove, mais conhecida como Madam C.J. Walker, e sua luta para vencer as barreiras da América na virada do século e fazer história como mãe, empresária, filantropa, e uma mulher negra que se torna heroína para seus filhos.

Dirigida por Kasi Lemmons (Harriet‘) e DeMane Davis, a série é baseada na biografia ‘On Her Own Ground‘, escrita por A’Lelia Bundles, jornalista e tataraneta de Walker.

O roteiro foi escrito por Nicole Jefferson Asher em parceria com Bundles.

‘Doutor Estranho 2’: Sequência ganha visual SOMBRIO em belo fan pôster; Confira!

Quando ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ foi anunciado pela primeira vez, o então diretor Scott Derrickson provocou os fãs ao dizer que a sequência teria um tom bastante sombrio.

Considerando a presença de Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e sua mente conturbada, a expectativa para ver o encontro entre dois dos personagens mais poderosos e misteriosos do MCU aumenta a cada dia.

Pensando nisso, o artista Valentino Romero compartilhou um belo fan pôster revelando Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) e a Feiticeira Escarlate com um visual digno de filmes de terror.

Confira:

Lembrando que as filmagens do longa começam em dezembro e a produção finalmente ganhou sua sinopse oficial – que é bastante reveladora.

Pela trama do filme dirigido por Sam Raimi, podemos deduzir quem desencadeia o multiverso.

Confira:

“Após os eventos de Vingadores: Ultimato, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível. ”

Enquanto a amiga que se tornou inimiga poderia facilmente se aplicar a Feiticeira Escarlate (se ela realmente abraçar o lado negro em ‘WandaVision‘), parece muito mais provável que o Barão Mordo (Chiwitel Ejiofor) seja o causador dos conflitos da Fase 4.

Tendo inicialmente atuado como mentor de Strange, o ex-residente de Kamar-Taj acabou virando as costas para seus colegas para perseguir o poder da Anciã para si mesmo.

A menção da Pedra do Tempo também é interessante, considerando que a Joia do Infinito protegida dentro do Olho de Agamotto foi destruída durante os eventos de ‘Vingadores: Guerra do Infinito‘.

Uma intervenção do Barão Mordo pode abrir a porta para o mal entrar em nosso mundo de outras dimensões.

Lembrando que o estúdio contratou Michael Waldron (Loki) para reescrever o roteiro da continuação, que estava sendo escrito Jade Halley Bartlett.

Sam Raimi (Trilogia ‘Homem-Aranha) vai comandar o projeto no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas, mas permanece no cargo de produtor.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.

Confira a logo:

‘The Flash’: Roteiro deixou Michael Keaton completamente confuso

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Michael Keaton comentou sobre seu retorno como o Batman em ‘The Flash‘, vindoura adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It – A Coisa’).

E, apesar de afirmar que se sentiu em casa ao reviver o papel, ele disse que ficou bastante confuso com o roteiro.

“Tive que ler (o roteiro) mais de três vezes para entender esse conceito [de Multiverso]. Eu fiquei tipo: ‘Espera aí, como isso funciona? É assim mesmo que tudo isso vai acontecer?’ Eles tiveram que me explicar várias vezes até eu decidi trabalhar e não me preocupar com esses detalhes.”

Ele continuou:

“Espero que eu não esteja sendo arrogante, sou apenas um cara estúpido aprendendo coisas novas. Há muitas coisas que eu ainda não sei. Eu tive que aprender muita coisa para o filme, pois era algo totalmente novo e diferente. O que é realmente interessante é o quanto mais eu entendo do Batman, mais percebo que o universo dos quadrinhos está em outro nível. Esses filmes se tornaram um parte gigantesca da cultura atual, são algo icônico. Então, tenho ainda mais respeito por esse papel, porque é importante no mundo inteiro, para muitas pessoas. Você tem que honrar e respeitar esse legado.”

Anteriormente, ele conversou com o jornalista Jake Hamilton e comentou sobre o retorno, dizendo que foi “surpreendente normal” usar a capa e a máscara do herói após quase 30 anos desde a última vez.

“O estranho é que foi surpreendente normal voltar ao traje. Quando me vestiram, eu disse: ‘Ah, ah sim, é assim mesmo'”, brincou ele.

Apesar disso, Keaton disse que se emocionou ao reviver as memórias de quando interpretou o papel pela primeira vez.

“Você começa a interpretar as cenas e muitas memórias, muitas memórias sensoriais e interessantes começam a invadir a sua mente, é inevitável.”

Keaton não confirmou se ele disse a icônica frase “Eu sou o Batman” durante as filmagens e nem se pediu conselhos a Burton.

De qualquer forma, Muschietti já provou que tem toda a habilidade necessária para resgatar o sentimento dos filmes clássicos do Batman e fazer do filme um sucesso.

Confira a entrevista:

Lembrando que Ben Affleck também irá reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas, já que a trama vai lidar com universos paralelos.

Através do Twitter, Umberto Gonzalez, repórter do The Wrap e editor-chefe do Heroic Hollywood, revelou que o astro deve filmar suas cenas no mês de setembro.

Confira:

“Uma pequena novidade pra todos vocês. Ben Affleck deve retornar para se vestir novamente como o Batman no filme The Flash, em setembro”. 

Por enquanto, ainda não se sabe qual será a importância do Bruce Wayne de Affleck na trama, mas considerando sua proximidade com Barry Allen (Ezra Miller), pode ser que ele seja o mentor do herói velocista.

Anteriormente, o jornalista John Campea disse que o Bruce Wayne de Michael Keaton será um dos protagonistas do longa, e sua participação será tão importante quanto a de Sean Connery em ‘Indiana Jones e a Última Cruzada‘.

“Seu personagem terá uma grande participação, tão importante quanto a de Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada. É muito maior do que o imaginado”, afirmou.

As filmagens do aguardado ‘The Flash’ continuam e foi divulgada uma imagem de Michael Keaton filmando como Bruce Wayne em Londres, Inglaterra.

Confira, com outras fotos do set:

Lembrando que as gravações começaram nos estúdios Warner Bros. em abril. Em maio, as cenas foram rodadas em Stamford, Lincolnshire, utilizando a Casa Burghley como a Mansão Wayne.

Vale lembrar que Ben Affleck vai reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa, cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora está disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, Andy explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

Previsto para 03 de junho de 2022, ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Thor: Amor e Trovão’: Christian Bale será o melhor vilão de todos os tempos do MCU, diz Taika Waititi

Desde que Christian Bale (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) foi escalado como o vilão de ‘Thor: Amor e Trovão‘, há muita expectativa em torno de seu personagem: Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Conhecido pelo assassinato de inúmeros deuses de variadas mitologias, Gorr é um dos mais temidos vilões que já passaram pelos quadrinhos da Marvel.

E, durante uma entrevista para a Associated Press, o diretor Taika Waititi não fez cerimônia ao dizer que Bale é o melhor vilão de todos os tempos do MCU.

“Não é um filme dos ‘Vingadores‘, mas temos uma pequena equipe de heróis. Juntos, eles são incríveis, divertidos e um tanto estranhos. Essa é a nova equipe de Thor, com Korg, Valquíria e Jane Foster. Só mesmo um grupo como ese para deter aquele que, na minha humilde opinião, é o melhor vilão que a Marvel já teve, vivido por Christian Bale.”

Ele continuou, dizendo que a principal narrativa da sequência será a evolução emocional de Thor (Chris hemsworth), que terá de provar seu valor a si mesmo.

Thor está apenas tentando descobrir seu propósito, tentando descobrir exatamente quem ele é e por que ele é um herói ou se ele deveria ser considerado um herói. Eu acho que você poderia chamar isso de uma crise de meia-idade.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para o confronto do Deus do Trovão contra o Carniceiro dos Desuses

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Deadpool 3’: Hugh Jackman posta foto do traje clássico do Wolverine

De acordo com o CBM, Hugh Jackman compartilhou um stories em seu perfil do Instagram provocando a possibilidade de usar o traje clássico do Wolverine em ‘Deadpool 3′. 

Na publicação, o astro creditou o Boss Logic por uma imagem que mostra as máscara dos mutantes lado a lado.

Confira:

As suspeitas começaram a surgir depois que Jackman disse à People que o longa lhe dará a oportunidade de fazer algo que nunca fez antes na pele do mutante.

“Quando fico pensando em mim e em Ryan, como Wolverine e Deadpool, que são rivais clássicos dos quadrinhos, há também uma dinâmica que nunca tive antes enquanto interpretei o Wolverine. Eu apenas pensei: ‘Isso vai ser divertido. Vou fazer algo que nunca fiz antes. Mal posso esperar’.”

Por falar nisso, Jackman disse anteriormente ao Deadline que os fãs vão ver um Wolverine ainda mais agressivo e mal-humorado.

“Estou ansioso para retornar ao papel para descobrir como os fãs vão reagir. Podem esperar um Wolverine mais raivoso, agressivo e mal-humorado do que nunca. Acho que vou ter o melhor momento da minha vida”, concluiu ele.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.