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‘O Retorno da Múmia’, ‘Jurassic Park III’ e as maiores continuações do cinema que completam 20 ANOS!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 20 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 30 anos em 2021. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

Pauley Perrette se despede da série ‘NCIS’; Temporada atual será a última da atriz

Uma das personagens mais populares da série ‘NCIS‘ se despedirá do público na temporada atual. A atriz Pauley Perrette, que interpreta a especialista forense Abby Sciuoto desde o início da série, gravou sua última cena e se despediu em suas redes sociais.

“Terminei de filmar minha última cena de ‘NCIS’ com Sean Murray, Brian Dietzen, Emily Wickersham e Wilmer Valderrama. Amo todos vocês!”

O episódio final da atriz irá ao ar no dia 8 de maio.

2ª temporada de ‘Alexa & Katie’ ganha trailer completo; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘Alexa & Katie‘.

Confira:

A série acompanha as melhores amigas Alexa (Paris Berelc) e Katie (Isabel May), que estão entrando no primeiro ano do ensino médio. Apesar de estar passando por um tratamento contra o câncer, Alexa mantém uma personalidade extrovertida e com grande entusiasmo pela vida, especialmente ao lado de sua fiel e adoravelmente esquisita melhor amiga Katie.

Alexa & Katie‘ foi criada por Heather Wordham (‘Hannah Montana‘), que também serve como uma das produtoras. Wordham assumiu como showrunner da série, substituindo Matthew Carlson.

’13 Reasons Why’: Novo trailer da 3ª temporada pergunta ‘Quem matou Bryce?’

A Netflix divulgou o novo trailer da 3ª temporada de ‘13 Reasons Why‘.

Vale lembrar que o terceiro ciclo será lançado na plataforma no dia 23 de agosto.

Confira, com fotos:

Criada por Brian Yorkey, a série é baseada no livro ‘Os 13 Porquês‘, escrito por Jay Asher.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Minnette) por Hannah, sua amiga e paixão secreta do ensino médio. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram ao suicídio.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.

13 Reasons Why‘ já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

‘Sergio’: Wagner Moura lista todos os motivos para assistir o longa; Confira!

Para promover o lançamento do longa ‘Sergio‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com o Wagner Moura listando os motivos para você assistir a produção.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está disponível na Netflix!

Crítica | Sérgio: Wagner Moura em atuação sensível em cinebiografia da Netflix

“Carismático e complexo, Sergio Vieira de Mello (Wagner Moura) dedicou a maior parte de sua carreira como diplomata da ONU trabalhando nas regiões mais instáveis do mundo, negociando habilmente com presidentes, revolucionários e criminosos de guerra para proteger a vida de pessoas comuns. Mas, assim como ele se prepara para uma vida simples com a mulher que ama (Ana de Armas), Sergio assume uma última missão – em Bagdá, recém-mergulhada no caos após a invasão americana. A missão era para ser breve, até que a explosão de uma bomba faz com que as paredes da sede da ONU caiam literalmente sobre ele, desencadeando uma emocionante luta entre vida e morte. Inspirado em uma história real, SERGIO é um drama com foco em um homem levado aos seus limites físico e mental enquanto é forçado a confrontar suas próprias escolhas sobre ambição, família e sua capacidade de amar”.

 

A produção é dirigida por Greg Barker.

Mike Flanagan revela quais filmes da DC Comics ele gostaria de dirigir

Através do seu Twitter, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill‘) foi questionado por um fã sobre quais títulos da DC Comics ele estaria interessado em dirigir.

“Eu sempre quis dirigir um filme do Superman desde que eu era criança,” revelou o cineasta. “Mas eu também gostaria de fazer um filme independente do Cara-de-Barro como um terror/suspense/tragédia”.

Recentemente, Flanagan também usou o Twitter para declarar que não possui planos para novas temporadas da série de terror antológica da Netflix, que conta com os ciclos ‘A Maldição da Residência Hill‘ e ‘A Maldição da Mansão Bly‘.

“No momento, não há planos para mais capítulos. Nunca diga nunca, claro, mas neste momento nós estamos focados em uma nova grade de outros projetos da Intrepid para 2021 e adiante. Se as coisas mudarem, nós avisaremos todo mundo!”

A trama de ‘A Maldição da Mansão Bly‘ segue uma governanta responsável por cuidar de uma assustadora mansão, onde dois órfãos serão hóspedes por um período que irá traumatizar suas vidas.

Confira o trailer:

‘Batwoman’: Vilã Alice retorna no primeiro teaser da 3ª temporada; Assista!

A CW divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Batwoman‘.

Confira:

O novo ciclo irá estrear oficialmente no dia 13 de outubro.

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Série de espião com Arnold Schwarzenegger contrata diretor de ‘Demolidor’

De acordo com o Deadline, Phil Abraham (‘Mad Men’ e ‘Demolidor’) foi contratado para dirigir episódio piloto da nova série de espionagem da Netflix, que será estrelada pelo Arnold Schwarzenegger (‘O Exterminador do Futuro’).

Além disso, Abraham também servirá como produtor executivo do projeto.

O cineasta tem um longo histórico de parceria com a Netflix, tendo dirigido cinco episódios de ‘Demolidor‘, um episódio de ‘Os Defensores‘, além de ter comandado episódios de outras produções originais do serviço de streaming, como ‘Orange Is the New Black‘, ‘GLOW‘, ‘The Killing‘ e ‘Ozark‘.

Na trama da série…

Pai (Schwarzenegger) e filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA por anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

O elenco ainda contará com Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Chuku Modu retornará na 6ª temporada de ‘The Good Doctor’

De acordo com o Deadline, Chuku Modu vai reprisar o seu papel como o Dr. Jared Kulu na 6ª temporada da série médica ‘The Good Doctor‘.

O ator deve retornar para um arco narrativo de sete episódios.

Seu retorno acontecerá no episódio Old Friends, que irá ao ar no dia 6 de março. Na trama, o Dr. Kalu chegará ao hospital com um paciente bilionário.

Modu fazia parte do elenco original da série, tendo aparecido em todos os episódios da primeira temporada. No entanto, ele não retornou para o segundo ciclo após seu personagem ter sido demitido do hospital por agredir um médico que assediou a Claire.

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Masha e o Urso’ embarcam em novas aventuras no divertido trailer da animação; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da animação ‘Masha e o Urso‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de fevereiro.

Roger Allers, Christopher Jenkins, Artyom Naumov e Tony Bancroft são responsáveis pela direção.

Pela primeira vez em muitos anos, o Urso sai de sua confortável casa e viaja para a grande cidade. Hoje ele é fotógrafo de casamento e Masha é sua assistente. Adeus, cerimônias solenes. Olá, ciclo de diversão, caos criativo e celebração do amor verdadeiro.

A produção conta com as vozes de Yuliya Zunikova, Boris Kutnevich e Artyom Bozhutin.

‘The Forest Hills’: Lobisomens atacam no trailer do último filme da Shelley Duvall, estrela de ‘O Iluminado’

O terror ‘The Forest Hills‘, que marca o último filme da atriz Shelley Duvall, conhecida pelo clássico ‘O Iluminado‘ (1980), ganhou um novo trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O longa é escrito e dirigido por Scott Goldberg, cineasta que foi produtor assistente em ‘Madrugada dos Mortos‘ (2004) e que tem uma longa carreira em curta-metragens e documentários.

O filme traz a história de um homem chamado Rico (Chiko Mendez) que começa a ser atormentado por visões e pesadelos após sofrer um intenso ferimento na cabeça durante uma viagem para acampar.

Edward Furlong (‘O Exterminador do Futuro 2’) e Dee Wallace (‘Os 3 Infernais’) completam o elenco.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 4 de outubro.

‘Sobreviventes’: Conheça a série de SUSPENSE que está fazendo sucesso na Netflix

A série de suspense ‘Sobreviventes‘ já está disponível no catálogo da Netflix.

Sucesso no serviço de streaming, a produção já se encontra no TOP 3 das séries mais assistidas da semana na plataforma.

A trama gira em torno de uma cidade litorânea que, por anos, viveu o luto por dois jovens que se foram em uma tempestade. Mas agora os segredos em torno dessas mortes estão vindo à tona.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Tony Ayres, a série é baseada no romance homônimo de Jane Harper.

O elenco conta com Charlie Vickers, Yerin Ha, Shannon Berry, Robyn Malcolm, Damien Garvey, Catherine McClements, Don Hany, Jessica De Gouw, George Mason, Martin Sacks, Johnny Carr e Miriama Smit.

Remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

O remake do clássico ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘ (Wuthering Heights) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

A quantia representa quase o triplo do valor que a Warner Bros. desembolsou para adquirir os direitos da adaptação (US$80M).

Nos EUA, o longa soma US$ 78.7 milhões. Internacionalmente, foram US$ 134.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 213.6 milhões.

O TOP 5 com os maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28M), Itália (YS$11.4M), Austrália (US$11.1M), México (US$7.9M) e Alemanha (US$6.4M).

Vale lembrar que a nova versão, estrelada por Jacob Elordi (‘Frankenstein’) e Margot Robbie (‘Barbie’), abriu com US$ 83 milhões em sua estreia global.

Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

O Morro dos Ventos Uivantes‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

Produtores de ‘Game of Thrones’ revelam qual a pior cena da série

Durante a mesa redonda sobre os últimos momentos de ‘Game of Thrones’ e a chegada da sétima temporada, os roteiristas e produtores da série, David Benioff e D.B. Weiss compartilharam qual foi o pior momento ao longo dos quase sete anos em que a produção está no ar.

Segundo ambos, a pior cena feita até agora está no episódio piloto:

“Há uma cena no piloto que deve ser a pior que nós já escrevemos – provavelmente a mais embaraçosa – com os garotos Stark, Jon Snow e Theon. Eles estão se barbeando – tipo, cortando o cabelo. E todos estão sem camisa e é meio como: ‘espere, porque isso está aqui?’. E a única razão para esse momento estar ali é porque não havia nenhuma continuidade entre as cenas no piloto onde suas barbas estão diferente [isso se dá pelo quanto os atores cresceram de quando o piloto começou a ser gravado até quando ele foi regravado um ano depois]. E se você olhar atentamente, perceberá que os dois estão contraindo, justamente porque estão sem camisa. Eles estão contraindo o abdômen”.

Confira a cena, com os comentários dos roteiristas:

A sétima temporada de ‘Game of Thrones‘ estreia na HBO em  16 de julho.

Confira o teaser-trailer:

‘Game of Thrones’: Isaac Hempstead Wright fala sobre o retorno de Bran na sétima temporada

‘Game of Thrones’ passa ‘Stranger Things’ como série mais popular de 2016

 

 

 

‘Thor: Ragnarok’: Novas artes conceituais trazem o Hulk cabeludo; Confira!

O artista conceitual Ryan Meinerding divulgou em sua conta oficial do Twitter uma nova série de artes conceituais de ‘Thor: Ragnarok‘, que trazem algumas versões distintas de Hulk.

Em uma delas, o personagem aparece cabeludo.

Confira:

Detalhes sobre a Manopla do Infinito “falsa” de ‘Thor: Ragnarok’ [SPOILERS] 

‘MIB: Homens de Preto’: Chris Hemsworth e Tessa Thompson caminham pelo deserto em nova imagem

O reboot de MIB: Homens de Preto‘ ganhou mais uma nova imagem, que traz Chris Hemsworth e Tessa Thompson como os agentes H e Em, caminhando pela imensidão do deserto.

Confira, com fotos do set:

 

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Buds in Black. @chrishemsworth

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#MIB #PIB #HIB #MWIB #legendsinblack #revengers4life @tessamaethompson

Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em

Rebecca Ferguson (‘Missão Impossível: Efeito Fallout’) será a protagonista feminina. Detalhes sobre o personagem estão atualmente em sigilo, embora de acordo com o veículo, ela começará a trabalhar no spin-off assim que terminar o filme ‘Doutor Sono‘ (Doctor Sleep), do diretor Mike Flanagan.

Ferguson estrelará ao lado de Chris Hemsworth, Tessa Thompson, Liam Hemsworth, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois.

Emma Thompson, que interpretou a Agente O em ‘Homens de Preto 3‘, retornará à franquia no reboot, o que conectará o novo filme diretamente com a franquia original.

Kumail Nanjiani (‘Doentes de Amor’), Liam Neeson e Rafe Spall completam o elenco.

O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.

O roteiro atualmente está sendo escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de Homem de Ferro).

Com direção de F. Gary Gray (Velozes e Furiosos 8), a produção tem data de estreia prevista para 14 de junho de 2019.

[EXCLUSIVO] ‘O Pintassilgo’: Atores revelam como viveram os mesmos papéis no filme

A jornada de O Pintassilgo’ ainda continua nos cinemas e a adaptação do aclamado vencedor o Prêmio Pulitzer traz uma história sobre perdas, traumas e a complexidade existencial.

Com uma narrativa não linear, que transita entre o presente e o passado, o longa explora os protagonistas em dois momentos distintos de suas vidas: a fase juvenil de transformações e o início da vida adulta.

E aqui, Ansel Elgort e Oakes Fegley dividem o papel de Theo, com Aneurin Barnard e Finn Wolfhard dando vida à caracterização de Boris.

E durante um entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atros compartilharam o seu processo criativo e transformativo para viverem os mesmos personagens. Afim de criar uma harmonia e sincronia em seus maneirismos, fala e até mesmo linguagem corporal, cada dupla explorou esse processo de descoberta de maneira particular.

Em entrevista ao nosso editor-chefe Renato Marafon, Fegley comentou como foi viver o Theo ao lado de Elgort:

“Quando eu fiquei sabendo sobre o projeto, eu descobri que ele era baseado no livro O Pintassilgo e minha mãe leu a obra e ficou muito empolgada, dizendo: ‘Você precisa fazer esse filme, precisa pelo menos tentar’. E eu ouvi que Ansel havia sido escolhido para o papel do Theo e pensei: ‘é, eu meio que pareço com ele, isso pode ser legal’. E o processo de testes de elenco aconteceu bem rápido e então nos vimos algumas vezes no set antes e fizemos muitos ensaios juntos, para que conseguíssemos equilibrar nossas performances, para que pudéssemos parecer um com o outro. Mas, honestamente, tudo fluiu muito bem entre nós dois”.

Barnard e Finn completaram o raciocínio, explicando como juntos chegaram a um sotaque que os tornasse a mesma pessoa:

“Nós trabalhamos juntos no sotaque, para que tivéssemos o mesmo ritmo e a mesma maneira de falar. E até na risada nós trabalhamos”, revelou Barnard.

Segundo Finn, chegar a uma mesma risada também foi um desafio: “Sim, nós trabalhamos até nisso também, o que exigiu um esforço extra da minha parte, porque minha risada é mais estranha do que a dela, eu rio de forma mais rápida. Eu gravei minhas cenas depois de Aneurin e nossa técnica vocal gravou algumas de suas falas para mim, coisas ditas em russo, para que pudesse me ajudar também”.

Aneurin ainda foi mais longe, comentando sobre a importância da tonalidade, do timbre da voz e do sotaque arrastado, para garantir veracidade e autenticidade para o seu personagem:

“A ideia é que ele seja esse cara que já viajou muito, então nós brincamos com isso, nós queríamos aquela sensação de que ele estivesse tentando incorporar suas raízes e background, talvez um pouco forçado também. E então achamos nossas próprias especificidades nesse sentido, com a nossa técnica vocal, que é russa e sabe tudo sobre a Rússia e a Ucrânia e todas as diferentes tonalidades e tons dos sotaques”.

 

Dirigido por John Crowley, o filme é baseado no livro homônimo escrito por Donna Tartt, que ganhou o prêmio Pulitzer em 2014.

Theodore “Theo” Decker tinha 13 anos quando sua mãe foi morta em um ataque a bomba no Metropolitan Museum of Art. A tragédia muda o curso de sua vida, enviando-lhe para uma emocionante odisseia de tristeza e culpa, reinvenção e redenção, e até mesmo amor. Apesar de tudo, ele segura um pedaço de esperança tangível desse dia terrível… uma pintura de um pequeno pássaro acorrentado a seu poleiro. O Pintassilgo.

O elenco inclui Ansel Elgort, Oakes Fegley, Aneurin Barnard, Finn Wolfhard, Sarah Paulson, Luke Wilson, Jeffrey Wright e Nicole Kidman.

‘Os Caminhos para a Liberdade’: Nova série de Barry Jenkins ganha teaser emocionante

A nova série de Barry Jenkins sobre escravidão para a Amazon Prime Video, intitulada Os Caminhos para a Liberdade, ganhou o seu primeiro e emocionante teaser. O vídeo promocional traz em homens e mulheres pretos destaque.

Assista:

A produção é baseada no romance homônimo de Colson Whitehead.

Barry Jenkins foi o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme por seu trabalho em Moonlight: Sob a Luz do Luar. Ele também é responsável por outro recente ganhador da premiação, o drama Se a Rua Beale Falasse’.

Confira as imagens da série:

A produção é ambientada em um universo alternativo no qual a Undergroud Railroad, a série de rotas e casas seguras para as quais os escravos costumavam escapar no século XIX, é uma ferrovia de verdade com trens, maquinarias e mais.

Confira a sinopse oficial do romance abaixo:

Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala. Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desaventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.

Thuso MbeduAaron Pierre estrelam como Cora e Caesar, respectivamente. Chase W. DillonJoel EdgertonDamon HarrimanWilliam Jackson HarperAmber GrayLily Rabe e outros completam o elenco.

Os Caminhos para a Liberdade ainda não tem previsão de estreia.

‘Um Lobo Entre Nós’: Comédia de terror estreia na Amazon Prime Video

A comédia de terror ‘Um Lobo Entre Nós‘ já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação.

Um gasoduto criou divisões na pequena cidade de Beaverfield. Quando uma tempestade de neve prende seus residentes dentro da pousada local, o guarda florestal recém-chegado Finn e a funcionária dos correios Cecily devem tentar manter a paz e descobrir a verdade por trás de uma criatura misteriosa que começou a aterrorizar a comunidade.

Sam Richardson, Milana Vayntrub, George Basil e Sarah Burns estrelam a produção.

Josh Ruben assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Mishna Wolff.

Assista ao trailer:

‘O Rei dos Pneus’: Série de comédia da Netflix é RENOVADA para a 3ª temporada

A Netflix confirmou a renovação da comédia ‘O Rei dos Pneus‘ para uma terceira temporada, com estreia marcada para 2026.

A série, que estreou em 2024, acompanha Will (Steven Gerben), um herdeiro inseguro e despreparado de uma rede de oficinas automotivas, enquanto tenta salvar o negócio da família — lidando com sabotagens constantes de seu primo e agora funcionário, Shane (vivido pelo comediante Steven Gerben).

A segunda temporada foi lançada em 5 de junho e conta com Chris O’Connor, Kilah Fox e Stavros Halkias no elenco principal. Entre os convidados especiais desta leva de episódios estão nomes como Vince Vaughn, Thomas Hayden Church, Ron White, Jon Lovitz, Veronika Slowikowska, Andrew Schulz e Steph Tolev.

Criada por Shane Gillis, Steve Gerben e John McKeever,O Rei dos Pneus‘ tem produção executiva do trio, além de Brandon James (Rough House), Brian Stern e Kenneth Slotnick (AGI Entertainment Media & Management) ec.

A renovação reforça o sucesso da série junto ao público, consolidando ‘O Rei dos Pneus‘ como uma das comédias de maior destaque da plataforma.

‘Hangman’: Novo filme de Al Pacino conquistou 0% no Rotten Tomatoes

Não é todo filme que consegue o feito incrível de ser tão mal avaliado no Rotten Tomatoes. E parece que ‘Hangman’, o novo filme policial de Al Pacino, entrou para essa célebre lista de ter conquistado 0% das críticas por lá.

A trama do longa é sobre esse detetive (Al Pacino) e seu parceiro (Karl Urban), que estão atrás de um serial killer que joga uma versão macabra da brincadeira “Forca”.

Até agora, há 11 críticas no Rotten Tomatoes sobre o filme, todas são negativas e as avaliações são destruidoras.

A lista dos zero ainda conta com Emoji: O Filmee o suspenseAlém da Morte’.

Caso você ainda sinta vontade de assistir ‘Hangman’, o filme não possui data de estreia no Brasil, mas deve acontecer no primeiro semestre de 2018.

‘Mulher-Maravilha 2’: Vídeo vazado do set revela retorno de [SPOILER]

Mais novidades em torno da trama da sequência de Mulher-Maravilha, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

[CUIDADO COM SPOILERS]

Após a Warner registrar o domínio de vários sites, que podem indicar qual será o título oficial de Mulher-Maravilha 2’, vazou um suposto vídeo das filmagens da sequência que pode ter revelado um retorno inesperado no filme.

Segundo o vídeo (que já foi retirado do ar!) publicado pelo usuário Hyperionjinx, via Batman News, e mostra o ator Chris Pine nos sets de filmagem. Vale lembrar que Pine interpretou Steve Trevor no primeiro filme e seu personagem havia morrido, ou seja, sua participação contará com alguma explicação importante.

Já entre os destaques dos títulos estão: Wonder Woman Returns’, ‘Wonder Woman Lives’, ‘Wonder Woman Part II’ e ‘Wonder Woman Rises’. As informações são do CBR.

Essa semana, durante a apresentação da Warner Bros. na Licensing Expo, em Las Vegas, também foi confirmado que a heroína ganhará um novo uniforme, que será usado para combate. Até mesmo a tiara foi modificada para parecer mais com um elmo.

Além disso, o filme ganhou também um novo logo, diferente do primeiro filme. Confira:

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e deve trazer os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

A ficha também indica o retorno de Zack Snyder como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns. Confira:

Recentemente, após a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) ter sido oficializada como a vilã Mulher-Leopardo na sequência, foi revelada uma breve descrição da personagem pelo Omega Underground.

E, de acordo com a descrição, é provável que ela seja introduzida como amiga de Diana Prince antes de passar por sua transformação e se tornar a famosa vilã:

“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

Aves de Rapina | Filmes que tiveram seus títulos alterados

A última semana ficou marcada pela mudança do título de Aves de Rapina: Arlequina e sua Fantabulosa Emancipação. Visando diminuir um possível prejuízo em bilheteria, os executivos da Warner decidiram, aos 49 do segundo tempo, mudar o título para Arlequina em Aves de Rapina.  A medida não agradou muito os fãs e deixou a impressão de que a Warner segue perdida nas decisões que toma em relação ao Universo DC. Porém, por mais que seja estranho, mudanças de títulos são mais comuns em Hollywood do que lembramos. Separamos algumas longas que tiveram seus títulos alterados. Confira!

 

Star Wars (1977)O primeiro capítulo de uma das maiores franquias de todos os tempos foi lançado apenas como Star Wars. Porém, vendo o sucesso do longa e o interesse da Fox em bancar uma franquia, a Lucasfilm, em 1981, logo após o lançamento de O Império Contra-Ataca, relançou o primeiro filme como Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança.

Caçadores da Arca Perdida (1981)Mais um dos maiores filmes da história também sofreu com alteração de título por conta do potencial de franquia. Assim como Star Wars, que também era da Lucasfilm, a aventura estrelada por Harrison Ford virou Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida.

O Hobbit: Lá e De Volta Outra Vez (2014)A franquia “O Hobbit” sofreu com muitas interferências dos estúdios Warner. Planejada para ser desenvolvida em dois filmes, a Warner achou melhor desenvolver a aventura de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) em três filmes. Em abril de 2014, faltando poucos meses para o lançamento do último capítulo, a Warner anunciou que o fim da trilogia se chamaria O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos. Apesar de parecer uma decisão puramente comercial, o diretor Peter Jackson afirmou ter sido uma decisão pessoal: “’Lá e De Volta Outra Vez’ pareceu ser o nome ideal para o segundo filme de uma sequência dupla na busca para recuperar Erebor, incluindo a chegada de Bilbo lá e também sua partida, sendo ambos contados dentro do segundo filme. Mas com três filmes, isso pareceu sem sentido. afinal, Bilbo já chegou ‘lá  em ‘O Hobbit: A Desolação de Smaug'”.

Capitão América: Sociedade da Serpente (2016)Anunciado junto aos filmes da Fase III da Marvel, o terceiro capítulo da saga do Capitão América se chamaria A Sociedade da Serpente, um grupo de vilões clássico dos quadrinhos. A trama daria foco na busca de Steve (Chris Evans) e Sam (Anthony Mackie) por Bucky (Sebastian Stan). Só que, no caminho, a Marvel refez o roteiro e resolveu adaptar a saga Guerra Civil. Por isso, o filme chegou como Capitão América: Guerra Civil.

No Brasil, foi Capitão América 2 que rendeu muita polêmica. Primeiro porque a Disney Brasil traduziu “Winter Soldier” como “Soldado do Inverno”, depois de muita reclamação, eles optaram por Capitão América 2: O Retorno do Primeiro Vingador. A justificativa dada foi que a palavra “Invernal” poderia ser mal interpretada e as pessoas poderiam acabar lendo “Infernal”, o que não pegaria bem em um filme da Disney. Mas não teve jeito. Os dois títulos horrorosos sofreram muita retaliação virtual e a empresa acabou usando o título certo: Capitão América 2: O Soldado Invernal. Posteriormente, visando padronizar os títulos da saga, o nome foi mundialmente alterado para Capitão América: O Soldado Invernal.

Arlequina em Aves de Rapina está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

Crítica | Morte às Seis da Tarde – Thriller da Netflix tem história de Serial Killer Surpreendente

Seguindo sua proposta de oferecer (também) produções de outros países fora do circuito hollywoodiano, a Netflix estreou essa semana o longa ‘Morte às Seis da Tarde’, um thriller produzido e filmado na Polônia e falado em polonês. É sempre bom ressaltar isso para ajudar a pensar em como as produtoras dos outros países pensam seus filmes e se estes títulos alcançam a compreensão universal.

Em uma tarde comum, a detetive Helena Rus (Malgorzata Kozuchowska) é chamada para verificar a denúncia de uma carcaça de um boi limousin puro sangue encontrada abandonada numa feira. Porém, ao chegar lá, Helena descobre que dentro do couro do boi há o corpo de um homem, que foi costurado ali dentro e que sufocou até morrer quando a carcaça pegou sol e começou a encolher. No corpo há uma palavra marcada a ferro, denunciando a vítima. Logo, o que parecia ser um caso isolado rapidamente se configura em um possível serial killer, pois todo dia às seis da tarde um corpo novo e com as mesmas características é encontrado em algum lugar nos arredores de Breslávia. Com o crescimento do caso, a polícia local de Breslávia recebe a ajuda de Iwona (Daria Widawska), que veio de Varsóvia para auxiliar na investigação.

Escrito e dirigido por Patryk Vega, o filme encontra problema nestes dois quesitos. Na direção, Patryk poderia ter exigido beeem mais de seu elenco: os atores, especialmente os protagonistas, são antipáticos o tempo todo; a personagem Helena, por exemplo, além de falar sussurrando o filme inteiro, também só entra em cena fazendo carão. No quesito roteiro, a trama tinha que ter sido melhor explicada e as mortes tinham que ter sido melhor exploradas para que as conexões fizessem mais sentido. O roteiro construiu personagens grosseiros, que dão patadas uns nos outros gratuitamente e que parecem estar de saco cheio do que estão fazendo (tanto os atores quanto os personagens). Somado a estes dois pontos está a edição seletiva, e o resultado é a sensação de que ficaram faltando algumas cenas do corte final de uma hora e meia de ‘Morte às Seis da Tarde’.

Moldando-se basicamente como um suspense policial de serial killer, o filme tem alguns pontos que o favorecem. O primeiro deles é o de se passar numa cidade polonesa (alguém aí lembra o último filme de entretenimento da Polônia que viu?). Para quem curte um terror mais gore, as cenas dos corpos mutilados são bem gráficas (quem tem baixa tolerância, dá para só fechar os olhos, pois dá pra adivinhar quando elas vão acontecer). Por fim, temos um serial killer incomum, o que é sempre algo positivo nos filmes deste gênero.

Morte às Seis da Tarde’ tem um ritmo muito lento e mistura a História real da Semana das Pragas de 1741, durante a Guerra da Sucessão Austríaca, e, por isso, se torna uma interessante opção para quem curte filmes investigativos com um quê de realidade.

‘Capitã Marvel’: Diretores querem ver a personagem lutando contra Thanos

Em diversas ocasiões, já foi contado que a Capitã Marvel será uma das personagens mais fortes do MCU se tornando uma peça principal para os Vingadores derrotarem Thanos no próximo filme.

Comentando justamente sobre esse inevitável embate, os diretores Ryan Fleck e Anna Boden falaram ao AMC Theather que estão ansiosos para ver isso acontecer nas telas:

“No começo do nosso filme, ela não sabe o quão poderosa ela é. Mas no final, vocês verão que, bem… Vamos apenas dizer isso: estou muito empolgado para ver o que ela faz com Thanos em ‘Ultimato‘.”

Confira o trailer mais recente:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Terror’: 2ª temporada ganha trailer perturbador; Confira!

The Terror: Infamy’ ganhou o trailer oficial de sua segunda temporada. O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 12 de agosto.

Confira:

A série antológica foi criada por Alexander Woo (‘True Blood‘) e Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), que também servem como produtores executivos. Woo será o novo showrunner.

A próxima temporada acontecerá durante a Segunda Guerra Mundial, e terá foco em um espectro que assombra a comunidade nipo-americana durante a Segunda Guerra Mundial, no sul da Califórnia, em que vários campos de concentração foram mantidos.

O elenco inclui Kiki Sukezane, Miki Ishikawa, Shingo Usami, Yuki Morita, Naoko MoriGeorge Takei Cristina Rodlo.

Lendário videoclipe de “Take On Me”, da banda a-ha, ganha versão remasterizada; Confira!

O icônico e revolucionário videoclipe da música “Take On Me” ganhou na última noite de Ano Novo uma versão remasterizada em 4K – e o resultado ficou incrível!

Confira:

A canção original foi produzida por Tony Mansfield e remixada por John Ratcliff, em outubro de 1984. Um ano depois, Alan Tarney realizou uma nova investida da música para o segundo álbum de estúdio do grupo, ‘Hunting High and Low’.

Após o terceiro lançamento, “Take On Me” alcançou a terceira posição dos charts do Reino Unido, além de ter entrado para a Billboard Hot 100.

Dirigido por Steve Barron, o videoclipe foi aclamado por sua estética inovadora, tendo levado para casa seis prêmios do MTV Video Music Awards.

Crítica | Chloe e Halle Bailey superam todas as expectativas com ‘Ungodly Hour’

A dupla Chloe x Halle, formada por Chloe e Halle Bailey, surgiu ainda em 2013 com uma arte que fazia covers a diversas divas do pop. Não demorou muito para que a lendária Beyoncé se apaixonasse pela rendição que as irmãs haviam realizado com “Pretty Hurts”, uma de suas músicas mais icônicas. A partir daí, as duas aceitaram o convite de integrarem a multi-milionária Parkwood Entertainment, supervisionada pela Queen-B, e entrando em uma carreira meteórica em tempo recorde. Não é surpresa que, sendo consideradas como o brilhante futuro do R&B, elas já tenham sido indicadas a duas categorias do Grammy Awards e, a cada dia, são agraciadas com uma fama merecida.

Agora, dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZA, Cardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.

A maior conquista desse novo álbum é, com certeza absoluta (e como já foi mencionado por cima), a versatilidade sonora à qual somos apresentados. Afinal, seguindo os passos – e as claras influências – de Destiny’s Child, Aaliyah e Alicia Keys, Chloe e Halle não pensam duas vezes antes de provarem para o que vieram. A introdução mescla-se com fluidez a “Forgive Me”, uma faixa bombardeada com o espectro do trap e do trap-pop através das batidas de uma seca percussão e de um orgânico piano ao fundo – e, apesar de sua coesão do começo ao fim e de performances on point de ambas as integrantes da dupla, é um tanto quanto destoante quanto colocada ao lado das críticas e pungentes tracks que a procedem, incluindo a onírica “Baby Girl” e a nu-funk “Do It” (que não poderia ser mais representativo à estética noventista que influencia as cantoras).

À medida que as breve treze faixas vão se desenrolando, percebe-se que as artistas tratam sua imagem sem quaisquer escrúpulos, transformando-se em audaciosas vozes para a nova geração e em futuros ícones da música, livrando-se de rótulos segregacionistas para dar vida a um gênero próprio – do mesmo modo que Solange com ‘When I Get Home’, ou até mesmo AURORA com basicamente todas as suas produções. Essa concepção abstrata começa a se concretizar com a trindade formada por “Tipsy”, a faixa homônima Ungodly Houre “Busy Boy” – esta certamente uma das melhores canções do ano.

“Tipsy” funde em um mesmo escopo sinestésico o oitentismo dos sintetizadores, os drills e a familiar retroatividade de uma bateria usada de forma nada ortodoxa, resgatando o aspecto atribulado do new jack swing com poder descomunal e uma letra que discorre sobre relacionamentos tóxicos e um estigma histérico comumente associado às mulheres pretas; Ungodly Hour reduz o tempo em uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas da obra; concluindo o streak irretocável, “Busy Boy” opta por uma atmosfera dark que nos arremessa de volta para os últimos anos da década de 2010, pegando certas progressões que dialogam com o extinto e subestimado grupo Mis-Teeq.

“Catch Up”, por sua vez, é um irreverente divisor de água que dá início à segunda metade do álbum, optando por afastar-se do confortável saudosismo e fixar-se na atualidade e num futurista prospecto para o gênero analisado nesta crítica. É a partir daí que o interlúdio-esque “Overwhelmed”, pecando pela curtíssima duração, se arquiteta e prepara o terreno para a balada com ares new-wave “Lonely”, valendo-se de inflexões emocionantes que alcançam agudos que não achávamos necessários até ouvirmos. Já em “Don’t Make It Harder On Me”, temos um convite gospel guiado pelo baixo e pela guitarra e por um dos maiores anthems R&B dos últimos anos, revestindo-se com solilóquios sobre superação e amadurecimento.

Em comparação às obras que nos entregaram nos anos anteriores, as irmãs Bailey parecem finalmente ter se rendido à esfera menos faturada e mais voltada à cultura mainstream – e talvez esse seja o único erro desse glorioso CD. Afinal, à medida que o retorno às faixas lentas e respaldadas nos conceitos fonográficos da elegia épica, percebe-se que, novamente, nada é o que parece ser e, se imaginávamos alguma coisa, a construção das tracks muda de direção no meio do caminho – “Wonder What She Thinks of Me” é a principal representante desse choque proposital. “ROYL”, nutrindo-se de uma mimética cortesia para ‘Lemonade’, é a perfeita canção para fechar esse ciclo de pura sensorialismo que não nos cansa em momento algum.

‘Ungodly Hours’ supera todas as expectativas que tínhamos acerca da identidade da dupla Chloe x Halle, mostrando que, dia após dia, sua presença ganha mais fúria em um momento crítico para a representatividade e para o padronizado entretenimento contemporâneo.

Nota por faixa:

  • Intro – 5/5
  • Forgive Me – 4/5
  • Baby Girl – 5/5
  • Do It – 4,5/5
  • Tipsy – 5/5
  • Ungodly Hour – 5/5
  • Busy Boy – 5/5
  • Catch Up (feat. Mike WiLL Made-It) – 4,5/5
  • Overwhelmed – 4/5
  • Lonely – 4,5/5
  • Don’t Make It Harder On Me – 5/5
  • Wonder What She Thinks of Me – 4,5/5
  • ROYL – 5/5

‘Crônicas de Natal: Parte Dois’: Papai Noel e Mamãe Noel estampam cartaz oficial da sequência; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de Crônicas de Natal: Parte Dois’, sequência do filme de 2018 que marca o retorno de Kurt Russell como Papai Noel.

Confira, junto ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

O filme será lançado no dia 25 de novembro.

A sequência será dirigida por Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

‘Falcão e Soldado Invernal’ se reúnem em novo comercial DUBLADO com cenas inéditas; Confira!

Disney+ divulgou um novo comercial DUBLADO da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘.

Confira:

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

Elenco de ‘Eu Nunca…’ lê tweets em português em novo vídeo HILÁRIO; Confira!

A 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) estreou na Netflix e, para promovê-la, a gigante do streaming reuniu Maitreyi Ramakrishnan (Devi), Poorna Jagannathan (Nalini) e Richa Moorjani (Kamala) para ler tweets de fãs brasileiros.

Confira:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Os PIORES Filmes Originais da Netflix em 2021

Da mesma maneira que a Netflix entregou produções incríveis ao longo de 2021, também pisou na bola diversas vezes e apostou fichas em títulos esquecíveis e que não cumpriram com as expectativas geradas.

Desde a péssima adaptação de A Mulher na Janela, um thriller psicológico que, de fato, não conseguiu honrar o material original, até a execrável comédia romântica Amor sem Medida, que se tornou palco de inúmeras controvérsias, separamos os dez piores filmes originais lançados pela gigante do streaming neste ano.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. UM NINHO PARA DOIS

Apesar de ter títulos muito bons em sua carreira (como ‘Poderia Me Perdoar?’‘Missão Madrinha de Casamento’), Melissa McCarthy participou de algumas produções que poderiam facilmente ser eliminadas de sua filmografia – e um deles é o recente drama Um Ninho para Dois. Mesmo tentando ao máximo superar o fraco roteiro com sua versátil rendição, o problema do longa foi se deixar levar pela presunção desmedida e querer entregar mais do que conseguiu, mergulhando num raso e cansativo melodrama novelesco.

 

9. A MULHER NA JANELA

Joe Wright e Amy Adams são dois dos nomes mais aclamados do cenário do entretanimento, mas nem o peso que os artistas representam conseguiu salvar A Mulher na Janela’ do fracasso. Massacrado pela crítica, o longa-metragem não conseguiu capturar a essência do romance original de A.J. Finn, com um plot convulsionado e recheado de diálogos medíocres.

 

8. CÉU VERMELHO-SANGUE

“Os múltiplos equívocos poderiam facilmente ser ignorados – se a obra não se levasse a sério. O entretenimento está ali e até cumpre com o objetivo de divertir, mas só quando não se volta para mensagens subliminares de maternidade e abandono. Optar por uma homenagem aos slashers seria um caminho melhor e mais coeso, mas o realizador insiste em apostar fichas em um drama escondido que força laços com os espectadores e tenta aprofundar personalidades bastante estereotipadas, no sentido de tipos sociais em longas-metragens. Nadja é a anti-heroína que, vítima de uma maldição, tenta fazer o máximo para não se render à escuridão; Elias é a personificação da inocência e, à medida que seu arco se desenrola, mergulha em um mandatório amadurecimento e sacrifício; Farid (Kais Setti) é o ajudante-herói que, no final das contas, é encarado como o culpado antes do grand finale – e por aí seguimos.” – Thiago Nolla

7. UM CLÁSSICO FILME DE TERROR

“‘Um Clássico Filme de Terror‘ traz umas das reviravoltas mais bobas que já vi em uma produção do gênero. Além de desconstruir tudo o que tínhamos visto anteriormente, não faz o menor sentido no contexto geral da história. Para piorar a situação, o roteiro nunca se prontifica a explorar sua própria reviravolta e, quanto mais pensamos em todas as suas circunstâncias, mais ridículos e improváveis ficam esses acontecimentos.” – Nefferson Taveira

6. ENCRENCÃO

Encrencão pode ter passado do radar mainstream dos assinantes da Netflix – e talvez isso tenha sido por um motivo bom. A animação gira em torno de um insuportável cãozinho que vive no luxo e que vê a vida mudar completamente quando a dona falece inesperadamente. Lançando-se em uma aventura para recuperar o que perdeu (se é que podemos chamar essa infeliz proposta de aventura), ele não tem qualquer evolução de arco e continua tão esnobe quanto antes.

 

5. ESQUADRÃO TROVÃO

“Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

 

4. ELE É DEMAIS

Na onda de remakesreboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada Ele é Demais. Estrelada por Addison RaeTanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.

3. A BARRACA DO BEIJO 3

‘A Barraca do Beijo’ fez sua estreia lá em 2018 e, apesar dos clichês, se tornou um prazer culposo dos assinantes da Netflix e dos amantes de comédia romântica. Mas o que ninguém entendeu foi o motivo do filme se transformar em uma trilogia, expandindo um universo narrativo (se é que podemos chamá-lo disso) totalmente desnecessário e que funciona apenas como uma amulação de qualquer outra produção do gênero. O terceiro capítulo, consagrando-se como o pior deles, é uma mistura vergonhosa de más atuações, um fraco roteiro e uma direção sem sentido.

 

2. VOZES E VULTOS

Outro título que prometia reacender a emoção dos espectadores foi o terror Vozes e Vultos. O longa-metragem marcou o retorno da indicada ao Oscar Amanda Seyfried ao gênero em questão, mas, apesar de interessantes trailers e imagens promocionais, a obra não conseguiu cumprir com o prometido. Trazendo inúmeros temas para um arrastado enredo de duas horas, o filme também peca por um desfecho frustrante e pela falta de coerência.

 

1. AMOR SEM MEDIDA

Amor sem Medida se tornou um sucesso de exibição no mercado internacional – mas uma boa recepção financeira não tira o fato do longa-metragem ser um dos piores títulos não só de 2021, mas também de todo o catálogo da Netflix. Trazendo Leandro HassumJuliana Paes, o enredo é centrado entre uma advogada recém-divorciada e um conceituado cardiologista de baixa estatura. Entretanto, nem mesmo a despreocupada comédia pastelão consegue salvar a obra de ser uma completa bomba, infundida em personagens caricatos e rodeada de controvérsias acerca do capacitismo, que chamaram a atenção de nomes como Peter DinklageJuliana Caldas.

‘O Soldado que Não Existiu’: Drama de guerra com Colin Firth estreia na Netflix!

‘O Soldado que Não Existiu’ (Operation Mincemeat), drama da II Guerra Mundial baseado em fatos reais, já está disponível na Netflix.

A produção estreou hoje, 11 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.

A história, adaptada do romance homônimo de Ben Macintyre, é ambientada em 1943, momento no qual os Aliados se preparavam para reconquistar a Europa nazista. O time responsável pela missão, porém, enfrenta um obstáculo impossível de ser contornado: proteger uma invasão massiva de colidir com o poderio germânico e evitar um potencial massacre. Dois oficiais da inteligência britânica, Ewen Montagu (Colin Firth) e Charles Cholmondeley, portanto, criam uma estratégia de desinformação, centrada no cadáver de um homem.

Relembre o trailer:

John Madden, indicado ao Oscar por Shakespeare Apaixonado, fica responsável pela direção, com roteiro assinado por Michelle Ashford (‘Masters of Sex’).

Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald e Johnny Flynn completam o elenco.