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‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Ator e atriz confirmam interesse no reboot

A atriz Michelle Trachtenberg, que interpretou Dawn na original e Georgina Sparks em ‘Gossip Girl‘ revelou na  Rhode Island Comic-Con que o reboot seria ótimo.

“Eu acredito que Joss Whedon é um  gênio criativo, e quem contratou ele para o reboot fará um ótimo trabalho”, afirmou.

Já o ator James Marsters, que interpretou o vampiro Spike na série original, falou sobre a possibilidade de voltar a interpretar o personagem no reboot.

“Eu estou aberto a qualquer coisa que Joss tenha em mente. Seja interpretando o Spike, ou qualquer outra coisa. Eu disse isso a ele há algum tempo. A mente do Joss sempre surpreende, então estou aberto a voltar a interpretar o Spike caso Joss esteja envolvido.”

Ele completa,

“Seria incrível se ele retornasse e falasse ‘Buffy, você está terrível. Eu ainda te amo, é claro’. Isso seria divertido.”

A nova série não iria substituir o papel icônico de Sarah Michelle Gellar, mas sim apresentar uma nova caçadora.

“O reboot é como o meu ‘Star Wars’. Antes de me tornar roteirista, eu era uma fã. Por sete anos, eu assisti Buffy Summers crescer, encontrar amor, matar esse amor. Eu assisti ela lutar e sofrer e caçar. Há apenas UMA Buffy. Um Xander, uma Willow, Giles, Cordelia, Oz, Tara, Kendra, Faith, Spike, Angel… Eles não podem ser substituídos. A série brilhante de Joss Whedon não pode ser replicada. Eu não vou tentar fazer isso. Mas aqui estamos… 20 anos depois… e o mundo parece muito mais assustador. Então, talvez seja hora de conhecermos uma nova caçadora. E isso é tudo o que eu posso dizer.”

O reboot está sendo desenvolvido pela 20th Century Fox Television, e Joss Whedoncriador da série original, está envolvido como produtor executivo.

Em 10 de março de 2018, a aclamada série ‘Buffy, a Caça Vampiros‘ comemorou 21 anos e para celebrar o marco histórico, a atriz Sarah Michelle Gellar divulgou fotos raras direto do set de produção.

Confira:

Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, vivida pela atriz Kristy Swanson. Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

‘O Rei Leão’ ganha comercial narrado por Beyoncé

‘O Rei Leão’ ganhou um comercial narrado pela Beyoncé, que empresta sua voz para a Nala.

Assista:

https://youtu.be/-2WhhOsfQc0

Pela manhã, o diretor Jon Favreau falou ao ComicBook sobre a contratação da cantora Beyoncé para interpretar a amante de Simba, Nala… e ele foi só elogios.

“Ela realmente se preparou – ela é muito trabalhadora. Não é surpresa que ela tenha tido sucesso em muitas áreas, e se você olhar para o álbum Lemonade, você entende que ela também conhece sobre cinema, e é muito curioso e inovador. Quando ela chegou no estúdio, ela já estava ótima, e ela até preparou muitas coisas antes do tempo.”, afirmou.

Segundo Favreau, a cantora consegue conciliar diversas áreas de sua vida e ser bem sucedida em todas.

“Ela é uma pessoa ocupada: ela tem bebês, ela tem álbuns, ela sai em turnê, o marido sai em turnê, então ela é logisticamente mais complicada do que alguns dos outros membros do elenco. Metade desse papel é cantar também, então definitivamente ela nos fez sentir que tivemos a escolha certa.”, afirmou.

Ansiosos?

Especula-se que a cantora ganhou US$ 50 milhões para emprestar sua voz à Nala e compor as músicas do filme.

As expectativas estão altas para o lançamento da adaptação de ‘O Rei Leão’ e a Disney espera que o filme possa superar as bilheterias de estreia de ‘A bela e a Fera’, que conseguiu arrecadar 174 milhões de dólares em seu primeiro fim de semana em exibição, em 2017.

De acordo com Box Office Pro, ‘O Rei Leão’, poderia alcançar algo em torno 180 a 230 milhões de dólares em sua estreia.

Atualmente, o recorde de maior bilheteria para o mês de julho está com ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2’ e seus 169,2 milhões de dólares. Se ajustado para os preços dos ingressos de hoje, o troféu ficaria com ‘Batman: O Cavaleiro das trevas’, que arrecadou aproximadamente 201 milhões de dólares (originalmente 158,4 milhões).

Quando a Disney liberou o teaser de ‘O Rei Leão’, em novembro, o vídeo alcançou um recorde de 224,6 milhões de visualizações em todo o mundo, tornando-se o segunda trailer mais visualizado, atrás somente de ‘Vingadores: Guerra infinita’, com pouco mais de238 milhões de visualizações. Ambos os filmes foram superados em dezembro por ‘Vingadores: Ultimato’, com 289 milhões de acessos.

Além disso, uma recente pesquisa do Fandango revelou que ‘O Rei Leão’ foi eleito o filme infantil mais aguardado do ano, superando ‘Toy Story 4eAladdin’.

O Rei Leão‘ estreia em 18 de julho e é estrelado por Donald Glover, Beyonce, Seth Rogen, Billy Eichner, Chiwetel Ejiofor, Keegan-Michael Key, John Oliver, Eric Andre, Florence Kasumba, Amy Sedaris, John Kani, Alfre Woodard e James Earl Jones.

‘Coletivo Terror’: Nova série de TERROR da Netflix ganha trailer estilo ‘Cemitério Maldito’

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série de terror norueguesa, intitulada Coletivo Terror’ (‘Bloodride’).

O primeiro episódio trará uma história na mesma vibe de ‘Cemitério Maldito‘.

Assista ao trailer:

Criada por Kjetil Indregard, a mente por trás da aclamada Maniac, e por Atle Knudsen, a narrativa imagina uma jornada para o desconhecido, recheada de reviravoltas e obstáculos, mistérios e absurdidades – e um humor bastante mórbido e ácido.

Coletivo Terror funcionará no formato antológico, dentro do qual cada história é ambientada dentro de seu próprio universo realístico e bizarro. O show terá seis episódios e estreia na plataforma de streaming em 13 de março.

Bård Fjulsrud, Håkon Briseid e Ida Håndlykken Kvernstrøm serão os diretores das iterações.

Ine Marie WilmannBjørnar TeigenEmma Spetalen Magnusson fazem parte do elenco.

Confira o NOVO calendário de estreias da Marvel após adiamento de ‘Viúva Negra’, ‘Eternos’ e ‘Shang-Chi’

A pandemia do novo coronavírus impactou em cada esfera da nossa sociedade – e não deixaria de ocasionar consequências na indústria cinematográfica. Nas últimas semanas, diversas produtoras e distribuidoras voltaram a remarcar os lançamentos de grande calibre (e expectativa).

Após anunciar o adiamento de ‘Viúva Negra‘, a Marvel alterou todo o seu calendário de estreias. ‘Viúva Negra‘ foi adiado de 6 de novembro deste ano para 7 de maio de 2021.

Com isso, ‘Eternos‘ foi de 12 de fevereiro de 2021 para 5 de novembro de 2021.

Por fim, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ mudou de 7 de maio de 2021 para 9 de julho de 2021.

Confira abaixo:

VIÚVA NEGRA

Lançamento: 7 de maio de 2021

Apesar do otimismo dos fãs e da própria Marvel, era só uma questão de tempo até que a Marvel decidisse adiar Viúva Negra para uma data mais comercial. O filme abriria de modo glorioso a Fase 4 do MCU e a mudança em questão criou um efeito dominó em todas as produções da companhia.

 

SHANG-CHI E A LENDA DOS DEZ ANÉIS

Lançamento: 9 de julho de 2021

O anúncio de ‘Shang-Chi’ durante a mais recente D23 agradou a muitos fãs dos quadrinhos que não viam a hora do primeiro herói nipo-americano ser levado para os cinemas – mas a produção também caiu no efeito dominó e foi adiada de fevereiro para julho de 2021.

OS ETERNOS

Lançamento: 5 de novembro de 2021

O filme que teve o maior adiamento. O público vai ter que esperar um pouco mais para ver a estreia de Angelina Jolie no panteão super heroico. Os Eternos foi adiado em quase um ano para o fim 2021.

DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA

Lançamento: 25 de Março de 2022

O primeiro filme confirmado de terror do MCU trará as aventuras do Dr. Stephen Strange ao lado da poderosa Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate – e vários boatos sobre o plot já viralizaram na internet. O longa, entretanto, foi adiado em vários meses e estreia, agora, no final do ano que vem.

THOR: AMOR E TROVÃO

Lançamento: 18 de fevereiro de 2022

É chegada a hora de Thor passar o martelo para Jane Foster, e de Chris Hemsworth deixar Natalie Portman brilhar mais uma vez no panteão Marvel. Mas, devido à pandemia e ao efeito dominó iniciado com Viúva Negra, a nova saga asgardiana chegará aos cinemas em fevereiro de 2022.

CAPITÃ MARVEL 2

Lançamento: 08 de julho de 2022

Mais uma boa notícia: ‘Capitã Marvel 2’ também teve sua data alterada, mas, ao contrário do que os fãs podem pensar, o longa chegará duas semanas mais cedo aos cinemas. Brie Larson retorna para o papel titular.

PANTERA NEGRA

Lançamento: Sem Previsão

Os cinéfilos ao redor do mundo foram surpreendidos com a inesperada notícia do falecimento do ator Chadwick Boseman, intérprete do rei T’Challa na adaptação dos quadrinhos de ‘Pantera Negra‘. A morte também afetou a Disney, que está tendo que reavaliar os planos para ‘Pantera Negra 2‘.

A batalha secreta de Boseman contra o câncer de cólon pegou o mundo inteiro desprevenido, incluindo suas co-estrelas e colaboradores do filme Marvel. Embora, na verdade, a perda de Boseman ainda seja muito recente para qualquer decisão em torno de ‘Pantera Negra 2‘, a Disney e a Marvel têm um relógio correndo sobre suas respectivas cabeças.

 

Vale lembrar que os porta-vozes da Disney pedem para lembrar que, devido à constante incerteza da pandemia, todas as novas datas podem ser alteradas mais uma vez.

‘Batman vs Superman’: Zack Snyder esclarece a cena mais polêmica do filme

Batman vs Superman‘ acabou sendo alvo de diversas críticas depois que a rivalidade entre os heróis é encerrada quando o Homem-Morcego descobre que a mãe de Clark se chama Martha.

No entanto, a cena foi uma grata surpresa para alguns fãs, já que a mãe de Bruce também se chamava Martha, criando uma conexão entre eles.

Durante uma live no Instagram, o diretor Zack Snyder conversou com alguns fãs e esclareceu porque ele decidiu construir essa reviravolta que muda todo o resto do filme.

“Eu quis deixar claro que o Batman havia perdido sua humanidade e estava se tornando um torturador, um criminoso… Ao mesmo tempo, ele confronta a humanidade do Superman a todo instante. Quando ele descobre que aquele alien tem uma mãe e que ela se chama Martha, ele enxerga Clark como ser humano pela primeira vez. Salvando Martha, o Batman vê a oportunidade de recuperar sua própria humanidade perdida. Essa é a ideia da coisa toda, porque ele pensa: ‘Nós dois temos mães, e ambas têm o mesmo nome… Martha’. Mesmo que o Superman seja de outro planeta, sua conexão com a humanidade é tão natural quanto a de qualquer outra pessoa.”

Além disso, Snyder também explicou que o Batman imagina que estaria salvando a própria mãe, o que transforma o ato num momento poético em meio a rivalidade entre os dois.

Anteriormente , o cineasta disse ao Screen Rant porque o Superman parece uma figura sombria e severa durante o filme:

“Logo no início do filme, vemos o Superman pelo ponto de vista de Bruce Wayne, eu quis mostrar como o Batman reage àquele ser todo poderoso e inalcançável. O Superman que nós vemos é sombrio porque é assim que ele é visto pelo Batman. Ele é considerado um alien perigoso, cruel e relaxado, que não se importa com as vidas do planeta Terra.”

Pensando por esse lado, faz todo sentido que o Superman tenha sido retratado como uma ameaça e não como um símbolo de justiça e liberdade.

E aí, você acha que a resposta foi satisfatória?

‘Homem-Aranha 3’ ganha VÁRIOS comerciais com cenas inéditas; Assista!

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ teve vários comerciais divulgados hoje, recheados com cenas inéditas.

Assista:

Muito tem se especulado a respeito do retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield ao universo da Marvel no filme.

E embora nenhum dos rumores tenha sido confirmado até o momento, o influencer Daniel Richtman garantiu que a dupla não apenas estará de volta, como terá uma generosa participação na trama.

O influencer, conhecido por seus furos de reportagem do universo de Hollywood, comentou que Garfield e Maguire compartilharão o tempo de tela juntos e que aparecerão a partir da metade do filme.

Segundo Ritchman:

“Eu acho que é por volta de 30 minutos cada. Muito tempo ainda”.

Aqui que o influenciador seja popularmente conhecido por ser uma fonte confiável, é importante ressaltar que a novidade não fora confirmada nem pela Marvel Studios e nem pela Sony Pictures. Por hora, trate tudo como especulação.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

‘Mulher-Hulk’ teve mais AUDIÊNCIA que a estreia de ‘Star Wars: Andor’ e ‘Dahmer’; Confira o TOP 10!

Em seu perfil do Twitter, a atriz Ginger Gonzaga compartilhou uma pesquisa revelando que ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ superou a estreia da série ‘Star Wars: Andor‘.

A análise foi feita pela pela Whip Media, uma empresa de análise de dados, entre os dias 19 e 25 de setembro.

A série da Marvel/Disney+ foi classificada como a número 1 entre as plataformas de streaming na América, enquanto ‘Andor‘ (também da Disney+) ficou em 2º lugar, seguida por ‘Cobra Kai‘, da Netflix.

Logo abaixo vêm Dahmer: Um Canibal Americano(Netflix) eO Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ (Amazon Prime).

Mulher-Hulk‘ não garantiu o primeiro lugar no Reino Unido, Espanha, França, Itália, Brasil e Alemanha. No entanto, ainda conseguiu superar a audiência de ‘Andor‘ nessas regiões

Em sua publicação, a intérprete de Nikki Ramos em ‘Mulher-Hulk‘ agradeceu ao público pelo apoio, escrevendo:

“Uau!! Muito obrigado por fazerem de ‘Mulher-Hulk: Defensor de Heróis’ a série #1! Espero que gostem do episódio de amanhã!”

Confira o TOP 10 da semana em questão:

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk será lançado no dia 06 de outubro.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Alice Braga revela se toparia trabalhar com Bruna Marquezine em Hollywood

Em uma entrevista à revista Quem, a atriz Alice Braga, que participou de filmes como ‘Eu Sou a Lenda‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, compartilhou sua empolgação com a possibilidade de se unir à atriz Bruna Marquezine em um filme hollywoodiano.

Alice Braga elogiou o trabalho de Marquezine em ‘Besouro Azul‘ e expressou seu desejo de colaborar com ela no futuro, dizendo: “Estou muito feliz que a Bruna acabou de fazer esse filme. Ela está linda, maravilhosa. Acho ela uma super atriz, sempre achei, desde pequenininha.”

Alice Braga também enfatizou seu desejo de ver mais talentos brasileiros no cenário do cinema internacional, destacando a importância de superar barreiras linguísticas e promover a arte brasileira globalmente:

“Desejo que mais e mais pessoas possam quebrar essa barreira da língua, e que a gente possa levar nossos talentos lá para fora. Temos que exportar nossos talentos e honrar a nossa arte aqui.”

Ela compartilhou sua jornada pessoal de trabalhar em projetos internacionais, dizendo:

“Trabalhar fora do Brasil foi uma coisa que nunca planejei, as portas só foram se abrindo e fui entrando. Fico muito feliz que tive a oportunidade de trabalhar com diretores nas obras que acabei fazendo. É uma honra, uma alegria imensa, e espero que cada vez mais atrizes brasileiras consigam esses espaços.”

Besouro Azul‘ já acumulou um total de US$ 81,8 milhões em apenas 10 dias desde o seu lançamento.

A contribuição da bilheteria dos Estados Unidos é de US$ 46 milhões, enquanto a bilheteria internacional soma US$ 35 milhões.

O filme possui um orçamento de aproximadamente US$ 100 milhões, sem considerar os custos de marketing.

Apesar das críticas e da pontuação positiva no Rotten Tomatoes (77%), o filme enfrentará desafios para ao menos pagar os gastos.

Assista à nossa entrevista com o diretor e à nossa crítica:

Ele também foi só elogios à atriz:

“Eu vi uma fita da Bruna e senti que ela era tão forte. Ela era muito consciente, muito vulnerável, muito feroz. Ela me deu tudo o que acho que representa uma mulher latina e as mulheres com quem eu cresci. E ter uma pessoa tão talentosa e tão profissional, durante toda a filmagem, trazendo suas próprias ideias, e realmente incorporando a personagem? Não consigo ver uma Jenny diferente na minha mente.”, ele afirmou.

Saiba em qual streaming assistir ‘O Protetor: Capítulo Final’, com Denzel Washington

Denzel Washington é um dos maiores atores vivos do cinema, além de ser extremamente querido pelo público.

Seu último filme, O Protetor: Capítulo Final’, estreou no catálogo da HBO Max e está fazendo o maior sucesso no catálogo do streaming.

Com o sucesso financeiro de ‘O Protetor 3‘ – que ainda conquistou 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes -, o diretor Antoine Fuqua revelou que já tem planos para uma pré-sequência: “há uma história para ser contada sobre como o Robert McCall se tornou essa pessoa – uma versão mais jovem. Eu já conversei bastante sobre isso com [o corroteirista] Richard Wenk.”

O filme arrecadou US$ 191 milhões mundialmente.

Confira, com o novo trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Desde que desistiu de sua vida como assassino do governo, Robert McCall (Denzel Washington) tem lutado para reconciliar as coisas horríveis que fez no passado e encontra um estranho consolo em servir à justiça em nome dos oprimidos. Encontrando-se surpreendentemente em casa no sul da Itália, ele descobre que seus novos amigos estão sob o controle dos chefes do crime local. À medida que os eventos se tornam mortais, McCall sabe o que deve fazer: tornar-se o protetor de seus amigos enfrentando a máfia.

Além de Washington, Dakota Fanning e Gaia Scodelario completam o elenco.

O longa é dirigido mais uma vez por Antoine Fuqua.

Vale lembrar que, ao total, os dois primeiros filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente. Em 2021, o projeto ganhou um novo reboot através de ‘The Equalizer‘, série de televisão estrelada pela Queen Latifah.

Tom Welling fala sobre retornar como Superman com traje completo em sequência de ‘Smallville’

Tom Welling, conhecido por interpretar Clark Kent em Smallville, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar o papel do Homem de Aço no futuro, agora com o traje completo e voando como um Superman.

Durante uma entrevista ao ComicBookMovie, o ator foi questionado se aceitaria interpretar o herói caso a oportunidade surgisse.

“Você sabe, acho que agora, por causa dos meus dois filhos com minha adorável esposa, temos um monte de fantasias em casa. Começou no primeiro Halloween e agora temos, não sei, 40 ou 50 fantasias. A única que não temos é a do Superman”, revelou ele.

“Perguntei ao meu filho por que e ele disse: ‘Porque ele já tem dono.’ Eu perguntei: ‘Quem?’ Ele respondeu: ‘[Você].’ Foi tipo, ‘Certo, acho que estou aberto à ideia agora’. Então, se você conhecer alguém, acho que seria ótimo. Seria divertido fazer parte disso”, concluiu.

Vale ressaltar que o ator também concedeu uma entrevista ao ScreenRant, onde comentou sobre o possível revival da série.

“Vou te dizer onde estamos: precisamos que a Warner Bros. e a DC nos autorizem a fazer isso. Temos Al [Gough] e Miles [Millar], que estão muito ocupados com um programa chamado Wednesday. Mas eles criaram Smallville e querem escrever. Precisamos apenas do sinal verde da DC e da Warner Bros. Se você conhecer alguém lá, isso é um projeto de paixão. Não será um blockbuster; é para os fãs. Todos os atores querem fazer as vozes dos personagens – estamos todos dentro. Só precisamos que eles nos deixem usar a propriedade”, declarou Welling.

Welling também foi questionado se tem acompanhado o que Gunn está fazendo com o novo universo da DC.

“Vejo coisas online sobre isso. Estou animado para ver o que acontece. O Michael é, na verdade, um bom amigo dele, e eles conversam o tempo todo. Sempre brincamos que, ou melhor, o Michael sempre brinca, que James não o contratou para mais nada além do que cobre seu rosto, o que é uma piada engraçada! Mas eu assisto tudo isso, cara. Eu assisti as produções da DC, assisti as da Marvel; sou viciado nisso!”, revelou.

James Gunn confirma que Adão Negro e Shazam! não são cânone no novo DCU: “Eu os odeio”

Mesmo com personagens como Economos e Harcourt aparecendo em diferentes produções do antigo universo DC — como Adão Negro, Shazam! e Pacificador — o diretor James Gunn deixou claro que esses filmes não fazem parte do novo DCU que ele está construindo.

Gunn foi categórico:

“Eles não são canônicos! Eu os odeio!”, afirmou, referindo-se diretamente aos longas protagonizados por Dwayne Johnson e Zachary Levi.

Segundo o cineasta, mesmo que alguns elementos e personagens sejam reutilizados ou façam aparições cruzadas, isso não significa que os eventos de ‘Adão Negro e ‘Shazam!’ serão levados em consideração na nova continuidade do universo DC.

“Há certas coisas do universo antigo às quais nos referimos nos novos filmes, mas até então, elas não são canônicas”, explicou Gunn.

A declaração também evidencia a ruptura definitiva com tentativas passadas de construção de um universo interconectado — e pode explicar o distanciamento criativo entre ‘Adão Negro e o restante das produções da antiga DC Films, especialmente após os conflitos de bastidores envolvendo Dwayne Johnson.

Vale lembrar que Gunn  pode estar com os dias contados como co-CEO da DC Studios.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a possibilidade de uma saída precoce ganhou força após o fracasso de ‘Supergirl’. Os bastidores da produção teriam sido marcados por problemas criativos, levantando dúvidas no mercado sobre a capacidade de Gunn de exercer um papel de liderança centralizado semelhante ao de Kevin Feige na Marvel.

A reportagem trouxe à tona detalhes cruciais sobre a gestão do estúdio. Os contratos de James Gunn e do co-CEO Peter Safran expiram entre o fim de 2026 e abril de 2027.

Embora uma mudança imediata seja improvável, o futuro da dupla à frente da marca dependerá fortemente do desempenho comercial de seus próximos lançamentos, como ‘Cara de Barro’ eSuperman: Homem do Amanhã’.

De acordo com o artigo, a exposição pública de Gunn agrava a situação:

“O fracasso de Supergirl coloca Gunn sob um intenso escrutínio, já que ele se posicionou como o rosto da empresa de uma forma que nenhum outro chefe de estúdio havia feito antes, graças à sua intensa presença nas redes sociais e às frequentes declarações sobre controle de qualidade”, escreveu.

Outro elemento que pode redesenhar o futuro da DC Studios é a planejada aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount, comandada por David Ellison.

Alemão

Não existe caminho para a paz. A paz deveria ser o caminho. Mais uma vez falando sobre a violência no Brasil, chega aos nossos cinemas no próximo dia 13 de março (agora é quinta-feira que o circuito muda sua grade de programação), o mais novo blockbuster nacional, Alemão. O filme, alinhado com os moldes hollywoodianos, possui um roteiro instigante e seus personagens conseguem a atenção do espectador do começo ao fim. Dirigido pelo bom diretor José Eduardo Belmonte, o longa-metragem possui apenas um problema, logo com o vilão da história, interpretado pelo ator Cauã Reymond que nem de longe convence no papel.

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Na trama, somos jogados para anos atrás na época da imensa invasão da polícia ao morro do Alemão no Rio de Janeiro. Assim, descobrimos que 5 policiais, que estavam infiltrados entre os traficantes estão escondidos em um esconderijo e sendo perseguidos pelos chefões das máfias locais. Misturando medo, dúvidas e muita apreensão, em um ambiente de total insegurança, os 5 homens precisar se agarrar em sua fé e se unirem para tentarem sair vivos dessa situação. O roteiro (assinado por Leonardo Levis e Gabriel Martins), principal qualidade do filme, possui elementos que deixam a tensão espalhada pela telona ao longo de todos os minutos de fita.

O equilíbrio nos contextos dos personagens é a chave para que todos os atores consigam exectar um ótimo trabalho. Caio Blat e o seu Samuel, um jovem inteligente que acredita nas virtudes de suas corporação. Gabriel Braga Nunes interpreta Danilo e talvez seja o que mais destoa do grupo mas tem papel importante no desfecho. Otávio Muller é Doca, a patente mais alta do grupo mas o responsável por imperdoáveis ações que os levaram a essa situação. Marcello Melo Jr. É Carlinhos, o cara que mais conhece a região mas o que mais todos desconfiam por conta de seu envolvimento amoroso com uma irmã de um traficante. Mas o termômetro da trama é Branco (interpretado pelo excelente ator Milhem Cortaz), todo o filme passa pelos olhos, atitudes e temperamento dele, grande atuação de Cortaz.

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Alemão não tem pretensão de ser melhor que Tropa de Elite ou qualquer outro filme que fala sobre guerra urbana. São histórias completamente diferentes, principalmente porque esse novo trabalho de Belmonte possui um vilão explícito. Por mais que a idéia seja interessante, a história quase desmonta com a atuação muito ruim de Cauã Reymond como Playboy, traficante chefe da favela. O ator global não convence em nenhum momento no papel.

O filme conta também com a ótima presença, mais que especial, de Antonio Fagundes. Não é um absurdo dizer que em uma cena chave, já no final da história, Fagundes lembra muito Tom Hanks em Capitão Phillips, emocionando a todos a sala de cinema. Alemão é um filme de ação que você encontra boas subtramas escondidas e que surpreendem o espectador. Mesmo sendo superficial em sua crítica social, possui outros méritos e por isso merece ser conferido por todos os cinéfilos.

Crítica | ‘As Quatro Estações do Ano’ – Nova série da NETFLIX aposta na maturidade para falar de relacionamentos

Os altos e baixos do matrimônio. Buscando uma atualização de uma obra homônima lançada no início da década de 1980, escrita e dirigida por Alan Alda – que faz uma pequena participação aqui – o novo seriado da Netflix As Quatro Estações do Ano traz aos olhos do público uma história bem-humorada, madura, que envolve questões sobre o casamento na visão de três casais, amigos de longa data. Já podemos considerar essa como uma das ótimas adições ao catálogo da toda poderosa do mundo dos streamings.

E o motivo dos elogios é simples: É muito fácil se identificar! Desde a reviravolta do primeiro episódio, é provável que você seja capturado por essa história! Com um texto leve, divertido, sem esquecer de dar um pulo em camadas além do superficial – principalmente quando embates mais evidentes saltam na tela – ao longo de oito episódios dessa (provável) primeira temporada, vamos navegando no mar das instabilidades de uniões que para muitos parecem ser perfeitas.

Um grupo de amigos animados se encontram sempre que tem uma folguinha para compartilhar de mais momentos juntos. Assim, somos apresentados aos casais: Kate (Tina Fey) e Jack (Will Forte), Danny (Colman Domingo) e Claude (Marco Calvani), Anne (Kerri Kenney) e Nick (Steve Carell). A questão que gira em torno de tudo que acompanhamos é a de que Nick resolve se separar, pegando a todos de surpresa. Esse fato apresenta mais conflitos ao grupo de amigos, principalmente quando ele assume um novo romance, com Ginny (Erika Henningsen), uma mulher mais jovem.

Com muito episódios escritos por Tina Fey, esse projeto segue uma fórmula bem definida com um quase ‘começo, meio e fim’ a cada dois episódios. Isso ocorre pois as estações do ano viram quatro atos, então, a cada dois capítulos vemos um novo reencontro. Os ganchos para tais deslizam entre o tema central (a já mencionada separação de um dos casais) e atualizações sobre o cotidiano dos períodos. Um mérito que fica bem exposto é a forma como abrem-se camadas para todos os casais e seus conflitos. As entrelinhas são poucas.

Com locações que circularam entre Nova Iorque e a Califórnia, essa série que deve chegar rapidamente ao TOP 10 da plataforma, apresenta também uma maturidade nos diálogos levando esse projeto para um outro patamar em comparação a muitas obras (filmes ou séries) que buscaram o mesmo caminho: falar com propriedade sobre relacionamentos. Ajuda, o ótimo elenco que apresenta um carisma impressionante com seus maravilhosos e bem entrosados personagens.

Os conflitos de casais sempre geram muitas reflexões, em As Quatro Estações do Ano não é diferente. A fácil identificação é trunfo bem desenvolvida, segue na linha do existencial sem parafernalhas. Ao fim do oitavo episódio fica um gostinho de quero mais. Quem sabe não vemos mais uma temporada em breve. Ganchos tem aos montes!

Elegemos os MELHORES e PIORES Filmes da Franquia ‘Velozes e Furiosos’

A Universal Pictures está apostando alto em ‘Velozes e Furiosos 9‘, que teve sua estreia adiada para 2021, e será o penúltimo filme da saga.

Já são oito filmes e mais o Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw ao todo, e pensando nisso, o CinePOP resolveu homenagear a série mais envenenada do cinema, colocando em ordem todos os episódios, do pior ao melhor. Então, aperte o cinto e prepare-se para altas velocidades. Não esqueça de deixar seu comentário, listando você também em ordem de preferência os filmes Velozes e Furiosos.

Leia também nossa crítica de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw

Crítica | Velozes e Furiosos 8 é diversão e adrenalina pura (Nota: 8.0)

Crítica 2 | Velozes e Furiosos 8 – Franquia megalomaníaca só faz crescer (Nota: 8.0)

 

9. + Velozes + Furiosos (2003)

Motor: com o sucesso do primeiro filme, uma sequência (desnecessária) foi logo criada. Dois roteiros foram escritos, um com e outro sem a presença do personagem de Vin Diesel. Dá para perceber qual foi usado. Soando como continuação caça-níquel, o que de fato era, o filme perdeu parte de seu charme e público.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), agora do outro lado da lei, é capturado por seus ex-companheiros, e forçado a se infiltrar numa gangue em Miami. Para a tarefa, ele recorre ao seu velho amigo Roman Pearce (Tyrese Gibson) – aonde se encaixaria Diesel na trama.

Velocidade: logo no começo, temos um racha com um carro pulando por cima de outro em uma ponte. Em outra cena, numa corrida, caminhões se mostram obstáculos nada agradáveis. No final, temos um carro decolando voo e aterrissando em um iate.

Arranque: Roman e Tej (Ludacris) foram introduzidos neste filme, mas o grande chamariz é a presença de Eva Mendes, como a policial infiltrada Monica Fuentes. Esperamos ansiosamente o retorno da cubana à série.

Trava Roda: o vilão aqui é Carter Verone (Cole Hauser), que tem como hobby colocar ratos na barriga de desafetos e atiçá-los para que cavem um buraco.

Piloto: John Singleton, de Os Donos da Rua (1991).

 

8. Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006)

Motor: se no filme anterior, Vin Diesel estava fora, neste nem Paul Walker retorna. Aqui, foi quando todos achavam que a franquia estava morta e enterrada. Hoje, olhando para trás, não é o pior episódio da série, e até possui certo charme ao se desassociar totalmente da proposta dos anteriores.

Chassi: movendo a ação para Tóquio, Japão, e com o objetivo de ser um animal totalmente novo, sem qualquer elo com os anteriores, Desafio em Tóquio não é sobre corridas, mas sim sobre drift, aquelas derrapadas em curva. Outra remodelada é por um filme mais jovem, com protagonistas colegiais, o que faz do filme uma espécie de Karate Kid sobre rodas.

Velocidade: as cenas das famosas derrapadas nas rampas em curva, os chamados drift, são bem legais. A cena que abre o filme, se tornando o motivo do protagonista Sean Boswell (Lucas Black) ser enviado para o Japão, também é recheada de adrenalina.

Arranque: nenhum dos personagens deste filme foi reutilizado ao longo da série, tirando Han (Kang) – apesar de Sean (Black) ter feito uma ponta no sétimo episódio. Nesta história reciclada de filmes colegiais do aluno recém-chegado, temos a mocinha em quem ele fica interessado (Nathalie Kelley) e o antagonista valentão que surge como terceira parte no triângulo amoroso (Brian Tee). O rapper mirim Bow Wow, hoje usando o nome Shad Moss, interpretou o melhor amigo do protagonista.

Trava Roda: D.K. (Tee) era a peste do colégio, mas o maior vilão do filme era mesmo o tio do rapaz, o mafioso Kamata, papel do lendário Sonny Chiba.

Piloto: o asiático Justin Lin, de Annapolis (2006) – que fazia uso de dois veteranos da franquia, Jordana Brewster e Tyrese Gibson – realizava seu quarto longa-metragem com Desafio em Tóquio.

 

7. Velozes e Furiosos 4 (2009)

Motor: “novo modelo, peças originais”, era o que anunciava o slogan do filme. Parte continuação, parte reboot, o quarto filme da franquia trouxe de volta o elenco original – Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster. Justamente por isso, precisava ser um filme melhor, decepcionando por não honrar o retorno dos envolvidos.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), novamente trabalhando para o FBI (decida-se, certo?), precisa se infiltrar nas operações de um grande traficante mexicano. Para o feito, ele recorre ao velho conhecido Toretto (Diesel), e termina reencontrando a paixão Mia (Brewster), irmã do careca.

Velocidade: a cena de abertura, com Dom e Letty (Rodriguez) roubando combustível de um caminhão tanque é a melhor do filme. De resto, ganhamos um filme abaixo do esperado, sem a adrenalina dos anteriores e uma sequência final dentro de túneis em uma caverna muito escura, que não funciona.

Arranque: além da volta do time original, somos introduzidos a Gisele (Gal Gadot), criminosa, braço direito do vilão, com formas de modelo. Han (Sung Kang) também dá as caras, após sua “morte” no terceiro filme – quebrando a cronologia.

Trava Roda: Campos é o vilão deste grande retorno da trupe, interpretado pelo ótimo John Ortiz. Ele se mostra um adversário mais sério e ameaçador, voltando em uma participação no sexto filme, em uma cena na cadeia. O principal capanga do traficante é Fenix, papel do musculoso Laz Alonso, o assassino de Letty. O filme, infelizmente, não nos dá uma pancadaria entre ele e Dom, como esperado.

Piloto: o diretor aqui é o taiwanês Justin Lin, que havia entrado na série no comando do filme anterior.

 

6. Velozes & Furiosos 5: Operação Rio (2011)

Motor: o episódio mais cultuado pelos fãs, Operação Rio (como ficou conhecido no Brasil) trouxe a franquia para terras tupiniquins e para nossas favelas – mesmo que nem tudo esteja geograficamente correto. Foi aqui que a série verdadeiramente recuperou seu fôlego e atingiu o status gigantesco e megalômano em que se encontra hoje.

Chassi: Toretto e sua equipe planejam um roubo audacioso, transformando a série totalmente, de corridas de carros para a ação de grandes assaltos ousados. A missão impossível no Brasil não será tão fácil, já que em seu encalço, Vin Disel e cia. possuem o braço mais forte da lei, Luke Hobbs (The Rock).

Velocidade: aqui foi quando a série começou a tomar proporções homéricas. Temos por exemplo a perseguição a um trem e o voo de uma ponte, que liga o Rio a São Paulo. Ou não. Carros arrastando um cofre não é algo que se vê todos os dias. Mas a pancadaria entre os brutamontes Diesel e Johnson definitivamente é um dos pontos altos aqui.

Arranque: como gostava de anunciar na época, Dwayne ‘The Rock’ Johnson afirmava ser o Viagra das franquias. Dito e feito, uma das decisões mais acertadas dos produtores para a série foi introduzir o carismático gigante na pele do policial Luke Hobbs, confeccionando assim um verdadeiro duelo de titãs com o Dom de Vin Diesel, no lado oposto da lei. Além disso, enquanto o quarto filme trouxe de volta as partes originais, o quinto trouxe todos os opcionais, vide Roman (Gibson), Han (Sang), Vince (Matt Schulze), Gisele (Gadot) e Tej (Ludacris). A policial brasileira Elena (Elsa Pataky), importante para a trama da franquia, faz seu debute.

Trava Roda: apesar dos bandidos serem os mocinhos e o antagonista, o agente da lei Hobbs, existe sim um vilão declarado no quinto longa da franquia. O português Joaquim de Almeida vive o criminoso brasileiro Reyes, que tem fortes laços com políticos, empresários e policiais corruptos. E o que mais? Como diz Toretto a certa altura do filme, “This is Brazil!”. Sim, definitivamente é.

Piloto: mais uma chance é dada para Justin Lin, que desta vez pôde conhecer o que era o sucesso absoluto em um filme da franquia.

 

05. Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (2019)

Motor: há algum tempo vinham sendo prometidos derivados da franquia Velozes e Furiosos, e o primeiro acontece com Hobbs & Shaw. Seja por qual motivo tenha ocorrido (as más línguas não cansam de citar a desavença entre The Rock e Vin Diesel), o fato é: Hobbs (The Rock) e Shaw (Jason Statham) se tornaram tão populares em suas picuinhas e na afirmação de “dois bicudos não se beijam”, que ganharam um filme inteiro só para isso. Ah, e mais um filme, com toda a turma, vem aí ano que vem.

Chassi: a trama aqui é o que menos interessa, e é vendida por dois motes: a família dos protagonistas (o lema da série) e suas personalidades conflitantes para fazer graça. Hobbs é o americano troglodita. E Shaw, o britânico cool. Mas já que temos que ter uma história, ela é reciclada do filme de espionagem B mais canastrão, com um super soldado renegado atrás de um vírus que pode dizimar a humanidade, e somente nossos heróis para salvar o dia e derrotar o vilão.

Velocidade: esse é o problema com franquias que querem ser cada vez maiores e absurdas em suas cenas de ação: em algum momento acabam recaindo de vez para o cartunesco. Isso ocorreu com o 007 de Pierce Brosnan, e acontece o mesmo aqui. Hobbs & Shaw é basicamente um filme de super-heróis ou um desenho animado – com direito a vilão ciborgue, motos que andam sozinhas, manobras impossíveis e até mesmo Hobbs segurando um motoqueiro com um braço só (que colocou para fora do carro vindo no sentido oposto). Existe muita ação, mas ela é quase toda genérica e nada memorável. O humor conta mais alto aqui.

Arranque: Hobbs e Shaw ganham os holofotes aqui em seu primeiro filme solo. Como a família sempre foi o núcleo desta franquia, é claro que em algum momento conheceríamos os parentes dos durões. Quem sai na frente no núcleo familiar é Shaw, já que sua irmã Hattie (Vanessa Kirby) é primordial para a trama e a terceira em importância no filme atrás somente da dupla. Kirby dá um show. Helen Mirren também retorna como a mãe deles. Já Hobbs vai encontrar com sua família no final do filme, e a para a grande revelação de seu irmão, o papel havia sido planejado para Jason Momoa, que não pôde participar por motivo de agenda, e o personagem acabou ficando com Cliff Curtis. Dois atores bem conhecidos aparecem aqui em participações especiais, mas acho que ainda não vale a pena revelar quem são…

Trava Roda: depois de Charlize Theron, a franquia segue demonstrando que consegue escalar grandes nomes para seus antagonistas, com a contratação de Idris Elba para viver Brixton. Quero ver quem eles irão chamar agora. O antagonista é um ex-parceiro do serviço secreto de Shaw, um fantasma de seu passado, que o protagonista vê ressurgir bem em sua frente. Deixado para morrer, ele retorna numa versão com upgrade, com implantes e literalmente partes cibernéticas e de metal. O sujeito é uma mistura do Exterminador do Futuro, mas se autointitula o Superman Negro. Não está errado. Infelizmente, o personagem é somente o típico vilão de HQ, sem qualquer personalidade ou profundidade, e extremamente bidimensional. Uma pena.

Piloto: David Leitch é quem assume o primeiro derivado da franquia. Especializado em lutas, coreografias e cenas intensas, o sujeito não deixa a peteca cair aqui no quesito, mas em matéria de cenas de ação grandiosas, o longa fica abaixo dos demais exemplares da franquia. O ex-dublê e lutador marcial tem no currículo as direções de filmes como De Volta ao Jogo (John Wick), Atômica e Deadpool 2.

 

4. Velozes e Furiosos 8 (2017)

Motor: após a morte de Paul Walker e da despedida no sétimo filme, a franquia poderia ter encerrado. Mas aí a Universal perderia sua galinha dos ovos de ouro. Então um novo filme saiu do papel, e não será o último. O grande mote aqui é a traição de Diesel, o pilar da família Velozes, e a chegada da vilã definitiva.

Chassi: é o fim dos tempos quando Toretto precisa se voltar contra o que mais considera importante no mundo, sua família. O motivo? O grandalhão careca é chantageado por Cipher, terrorista cibernética temida mundialmente, que planeja roubar ogivas nucleares e fazer governos de refém. E o que mais?

Velocidade: se o quinto filme abriu portas, o sexto foi o que atingiu níveia de Missão: Impossível, 007, ou qualquer arrasa-quarteirão megalomaníaco. Aqui, seguimos a máxima de superar cada feito anterior, e temos carros guiados por controle remoto, chuva de carros e até mesmo uma corrida no gelo com um enorme submarino. Mas o que choca mesmo é o beijo de Charlize Theron em Vin Diesel.

Arranque: a musa Charlize Theron é a melhor adição do elenco no oitavo filme da franquia. Todos (ou a maioria) dos “jogadores” retornam. Além da loira, temos aqui a veterana Helen Mirren num papel hilário, e o novato Scott Eastwood como um agente federal tentando ocupar a vaga do saudoso Paul Walker como o galã da franquia.

Trava Roda: a vilã definitiva é Cipher, Charlize Theron, uma hacker terrorista superinteligente, que faz da trupe suas marionetes. É revelado que a criminosa estava por trás de acontecimentos datando do sexto filme, ou seja, Dom e sua turma eram uma pedra antiga em seu sapato, que ela tratará de retirar.

Piloto: F. Gary Gray, do sucesso Straight Outta Compton (2015), é o terceiro americano a comandar um filme da franquia.

 

3. Velozes e Furiosos (2001)

Motor: onde tudo começou. O primeiro Velozes e Furiosos se comporta demais como uma refilmagem não declarada de Caçadores de Emoção (1991), de Katheryn Bigelow.

Chassi: um agente do FBI (Paul Walker) precisa se infiltrar no submundo de corridas clandestinas para descobrir a gangue que anda assaltando caminhões de mercadorias nas estradas.

Velocidade: as cenas de corridas são todas muito bem orquestradas. A cena que mais marca o filme, no entanto, é o duelo final entre Diesel, Walker e um trem. Além disso, este filme ainda tinha um pé em nosso mundo, e cria um clima de mistério e certo suspense interessante para um blockbuster descerebrado.

Arranque: na época, o elenco se resumia a um grupo de desconhecidos. Seu status cult veio com o lançamento do longa no mercado de vídeo.

Trava Roda: o primeiro filme trata de assuntos mais relevantes, como confiança, do que o combate a um vilão. Mas eles não deixam de existir aqui, e o principal é Johnny Tran, o corredor com laços mafiosos, vivido por Rick Yune.

Piloto: Rob Cohen (Daylight) dirigiu o primeiro filme e voltaria a trabalhar com Vin Diesel em XxX (2002).

2. Velozes e Furiosos 6 (2013)

Motor: aqui foi onde a série deu o pulo para a estratosfera, embora muitos tenham creditado ao episódio anterior. O orçamento mais inflado, proporcionou a franquia Velozes e Furiosos adentrar no território dos filmes mais caros da atualidade e o resultado é percebido nas telas. Sem dúvida um dos mais divertidos de todos.

Chassi: na trama, Letty (Rodriguez) está viva! Mas não se lembra de nada, devido a uma amnésia (ridículo? Ei, não esqueça que estamos falando de Velozes e Furiosos). Além de viva, ela faz parte de um novo grupo de criminosos, que vem tocando o terror por Londres. Hobbs pede a ajuda de Toretto e seus amigos mais uma vez, em uma missão mais pessoal impossível para a “família”.

Velocidade: as cenas de ação aqui atingiram níveis inacreditáveis. Temos, por exemplo, uma perseguição em uma ponte com um tanque de guerra. Além dessa, as ruas de Londres se tornam o palco de uma batalha entre a equipe de Toretto e a nova família de Letty, que usa os infames “carros rampa”. O final traz o que acontece quando carros combatem um avião jumbo!

Arranque: Michelle Rodriguez é trazida de volta para a série e sua Letty, de volta à vida (ninguém morre de verdade aqui). Hobbs volta, assim como toda a trupe, mas alguns encontrarão um trágico destino.  Fora isso, Gina Carano, a então musa do MMA feminino e atriz nas horas vagas, reforça o elenco na pele da parceira do grandalhão The Rock, com direito a um “cat fight” com Rodriguez.

Trava Roda: o vilão da vez é Shaw (Luke Evans), um anarquista que planeja uma série de ataques e tem na manga a lealdade de Letty, por ter salvado sua vida – ao final do quarto filme. A gangue de Shaw é quase como uma versão “bizarra” de nossos heróis, com cada um dos membros encontrando sua contraparte.

Piloto: quarto e último filme da franquia comandado por Justin Lin, que decidiu alçar voos maiores, com Star Trek – Sem Fronteiras (2016).

 

1. Velozes e Furiosos 7 (2015)

Motor: adiado por um ano, o sétimo Velozes e Furiosos foi marcado pela tragédia, quando o astro da franquia Paul Walker faleceu em um acidente automobilístico (na máxima das cruéis ironias) e não pôde completar sua participação, sendo substituído por dublês, efeitos e seus irmãos da vida real. A arte imita a vida, e Velozes 7 serviu de despedida para Walker e seu Brian O´Connor, usando a metalinguagem de forma mais que emocionante. Impossível evitar as lágrimas e o nó na garganta ao final.

Chassi: um grande problema decide ir atrás de nossos heróis, eliminando-os um a um. A caça vira o caçador quando a equipe decide combater tal ameaça, para isso precisando da ajuda de antigos aliados e de novos, como o agente do governo Sr. Ninguém (papel do veterano Kurt Russell).

Velocidade: se no sexto filme tivemos um avião jumbo e um tanque de guerra, no sétimo temos carros caindo de paraquedas de um avião, descendo ribanceiras, comboios militares extremamente armados, a demolição de um estacionamento, drones e, é claro, carros atravessando os prédios mais altos do mundo, em Abu Dhabi.

Arranque: a despedida de Paul Walker chama atenção no sétimo episódio, mas temos também a entrada de Kurt Russell na série na pele do enigmático Sr. Ninguém, o agente federal que dá respaldo na caçada ao terrorista Deckard Shaw. Além disso, a série também ganha mais uma presença feminina de respeito, com a hacker Ramsey, papel da belíssima Nathalie Emmanuel (Game of Thrones).

Trava Roda: até então, a maior ameaça da série, tida como definitiva, era “o irmão mais velho e malvado”, vivido por Jason Statham. Escolha acertadíssima para um elenco de brucutus, Statham é outro herói de ação que se junta ao filme como o vilão. É claro que a chance de um embate entre ele e The Rock e depois com Vin Diesel não seria perdida. Além disso, a lutadora Ronda Rousey faz uma participação e trava seu próprio embate com Michelle Rodriguez. Os atores Djimon Hounsou e Tony Jaa também dão as caras como vilões.

Piloto: sai o taiwanês Justin Lin, e entra malaio James Wan (Invocação do Mal), que não faz feio. Nem perto disso.

Você sabia que o Quarteto Fantástico iria Aparecer em ‘Deadpool 2’ (2018)? Conheça a Versão ALTERNATIVA Não Lançada do Filme

Deadpool e Wolverine’ arrecadou US 1.34 bilhão mundialmente, e foi um sucesso!

Voltando seis anos no passado, você sabia que os planos para a primeira sequência de ‘Deadpool’ envolviam o Quarteto Fantástico na trama e uma história diferente? Pois bem, aqui nesta nova matéria iremos conhecer a versão alternativa de ‘Deadpool 2’ nunca lançada. Confira abaixo.

quarteto cinepop
A primeira versão do roteiro para ‘Deadpool 2’ continha a participação do ‘Quarteto Fantástico’ de 2015.

Após o sucesso de ‘Deadpool’ (2016), ou devemos dizer fenômeno, que com o orçamento de US$58 milhões conseguiu uma bilheteria mundial de US$782 milhões, é claro que os executivos da 20th Century Fox e os produtores do filme correram para dar sinal verde para uma continuação, cuja ordem era estar nos cinemas exatos dois anos depois. Curiosamente, foi graças a ‘Blade Trinity’ (2004), no qual Ryan Reynolds interpreta o tagarela Hannibal King, que os produtores começaram a pensar no ator como Deadpool e a ideia então foi amadurecendo. Incialmente, os planos eram para um filme solo de Deadpool na New Line, que depois foi transportado para a Fox, então retentora do universo mutante nas telonas.

Como nada no mundo vem fácil, antes que pudesse estrelar o filme solo do mercenário de roupa vermelha, a Fox exigiu a aparição do personagem no derivado ‘X-Men Origens: Wolverine’ (2009). O problema é que mudanças radicais foram feitas na personalidade e caracterização do anti-herói, deixando Ryan Reynolds reticente (para dizer no mínimo) em estrear no papel desta forma. Porém, com um estúdio não se brinca e nessa medição de forças a corda sempre arrebenta no lado mais fraco. A Fox deu um ultimato para Reynolds: se ele quisesse ser Deadpool, precisaria aparecer dessa forma primeiro para depois ganhar seu filme solo – caso contrário outro ator ficaria com o papel. Sem muita escolha, Reynolds topou.

deadpool wolverine cinepop
O primeiro confronto entre Deadpool e Wolverine nas telonas foi no malfadado ‘X-Men Origens’, de 2009, onde o mercenário foi completamente descaracterizado.

A Fox ao menos cumpriu sua parte do acordo e começou a desenvolver um projeto solo para Deadpool – que iria ignorar os eventos de ‘Origens Wolverine’. Inclusive nessa época, Tim Miller foi adicionada à equipe como o diretor, além dos verdadeiros nomes por trás da franquia, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick. Porém, eis que nesse jogo de espera entre as produções, Ryan Reynolds decidiu estrelar ‘Lanterna Verde’ para a rival Warner / DC em 2011. Como sabemos, o resultado do filme se mostrou um fracasso. Isso, na época, demonstrou entre outras coisas que o ator não era um nome lucrativo na indústria, deixando os produtores da Fox com medo de bancar um novo longa do gênero para ele.

Curiosamente, o que salvou o projeto foi um vídeo que está fazendo 10 anos em 2024. O diretor Tim Miller continuou insistindo para que o filme solo de ‘Deadpool’ fosse feito, e conseguiu convencer os executivos da Fox a fazer um vídeo teste para que pegassem a vibe do que seria o filme. O vídeo-teste não chegou a convencê-los e o projeto parecia morto. Foi então que o vídeo vazou online (ou foi vazado), no dia 27 de julho de 2014 – mostrando já naquela época o poder viral da internet. Os fãs foram à loucura, com o vídeo recebendo uma resposta extremamente positiva. Assim, os produtores não tiveram opção a não ser realizar o longa. Toda essa introdução de “flashback”, como nos filmes do mercenário, para chegarmos ao assunto da matéria.

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O vídeo-teste foi o que salvou o projeto de ‘Deadpool’ do cancelamento e está fazendo 10 anos que foi vazado online.

Toda a equipe do filme original voltaria para ‘Deadpool 2’, o que incluía até mesmo o diretor Tim Miller. Porém, logo de cara Miller e Ryan Reynolds começaram a não ver o projeto da mesma forma e não conseguiam harmonizar suas visões para a continuação. Por exemplo, levando em conta que o primeiro ‘Deadpool’ é considerado um filme de romance disfarçado de super-herói, Tim Miller desejava dar continuidade na relação do anti-herói com Vanessa (papel da carioca Morena Baccarin). Miller inclusive desejava que a personagem finalmente ficasse idêntica na forma física (com visual esbranquiçado) à sua contraparte nos quadrinhos, também desenvolvendo os poderes da Copycat, uma metamorfa como a Mística dos X-Men.

Outra grande diferença seria a aparição do Quarteto Fantástico no filme, que Tim Miller e a Fox orquestravam. O estúdio desejava seu próprio universo compartilhado – assim como no MCU – que teria os X-Men, o Quarteto Fantástico e Deadpool. Uma foto, no estilo Dark Universe, inclusive foi divulgada e fez sucesso online, demonstrando o desejo do estúdio. A imagem reunia 14 astros de Hollywood: Hugh Jackman, Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Nicholas Hoult, Oscar Issac, Evan Peters e Olivia Munn (dos X-Men); Miles Teller, Michael B. Jordan, Kate Mara e Jamie Bell (Quarteto Fantástico); Ryan Reynolds (Deadpool) e inclusive Channing Tatum como Gambit, que também tinha planos para um filme solo.

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A icônica foto representando os planos do universo compartilhado da Fox para X-Men, Quarteto Fantástico e Deadpool – que nunca chegou a acontecer.

Segundo reza a lenda, na versão de Tim Miller o Quarteto Fantástico do filme de 2015 iria aparecer na cena da audição para a X-Force em ‘Deadpool 2’. Antes disso, Chris Evans também teria uma participação especial, não como Capitão América, mas como o Tocha Humana dos filmes dos anos 2000. O elenco de 2015 usaria novos uniformes, e no fim do filme, veríamos uma luta entre o Coisa e Juggernaut, ao invés da luta que de fato ganhamos entre Colossus e Juggernaut. Porém, a vida interferindo na arte fez de ‘Quarteto Fantástico’ um fracasso retumbante em 2015 e os planos para o universo compartilhado da Fox foram por água abaixo – com os atores do filme sendo inclusive substituídos na foto pelo elenco do primeiro Deadpool.

Um dos pontos de maior atrito entre Tim Miller e Ryan Reynolds foi quanto a escalação do anti-herói cibernético Cable. O viajante do tempo, aliás, era pensado para fazer parte do elenco do primeiro Deadpool, mas no fim das contas todos concordaram que o protagonista antes precisava se estabelecer por conta própria. Assim, na hora de escolher o intérprete, a discordância entre diretor e astro se tornou insustentável. Quem quase ficou com o papel foi Michael Shannon, que havia interpretado o General Zod de ‘O Homem de Aço’ cinco anos antes. Outro que chegou a fazer teste para o personagem foi David Harbour (que agora está no MCU como o Guardião Vermelho). Rumores dizem, inclusive, que Brad Pitt queria muito o papel de Cable, mas teve que se retirar da corrida por motivo de agenda. Até mesmo o grandalhão Dolph Lundgren (citado na cena pós-crédito do filme original como possível intérprete de Cable) gostou da brincadeira e postou uma foto de uma arte como o personagem.

cable domino
Muitos queriam os papeis de Cable e Domino, mas no fim Josh Brolin e Zazie Beetz deram forma aos personagens.

No fim das contas, Josh Brolin, uma escolha de Ryan Reynolds, terminou sendo eleito. Domino, a mutante sortuda, que também tem papel crucial no filme, foi outra que causou divergência na escolha. Tim Miller desejava uma personificação mais fiel aos quadrinhos. A opção de mudar a etnia da personagem causou certa polêmica na época – mas ao ver o filme percebemos que Zazie Beetz rouba todas as suas cenas e não conseguimos imaginar mais ninguém no papel.

Como sabemos, Tim Miller terminou deixando a produção da sequência por motivo da escalada de divergências com o astro Ryan Reynolds. É dito que a personalidade difícil do diretor o fez colidir com James Cameron nos bastidores de ‘O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio’ também. Talvez por isso Miller não tenha dirigido nenhum filme desde então. Quanto a ‘Deadpool 2’, o filme terminaria ganhando forma sob o comando de David Leitch (‘Atômica’ e ‘Trem-Bala’), e se tornando um digno herdeiro do original.

‘Brooklyn Nine-Nine’: 6ª temporada ganha novo teaser; Assista!

A NBC divulgou um novo teaser da 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘.

Assista:

Recentemente, foi anunciado que Chelsea Peretti não fará mais parte do elenco regular da série. Mas, para amenizar a tristeza dos fãs, sua personagem retornará para uma despedida digna.

Depois de ter sido cancelada pela FOX, a série foi resgatada pela NBC.

A 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ terá 18 episódios, e estreará em 2019.

‘La Casa de Papel’ é renovada para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘La Casa de Papel‘ para a 4ª temporada (ou parte).

Os novos episódios já foram filmados, mas ainda não há previsão para o lançamento.

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

Na terceira parte, “O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.”

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 19 de julho.

‘Vis a Vis: El Oasis’: Spin-off ganha cartaz e data de estreia

O spin-off ‘Vis a Vis: El Oasis‘ ganhou data de estreia. O derivado irá estrear no dia 20 de abril, na Fox Espanha.

Além disso, um novo cartaz foi divulgado. Confira:

A série derivada contará com oito episódios.

A trama irá acompanhar o último golpe da Zulema (Nawja Nimri) e da Maca (Maggie Civantos): o roubo da tiara de diamante de uma filha (Alma Itzel) de um importante narcotraficante mexicano (David Ostrosky) durante seu casamento. Mas, elas não farão isso sozinhas; para realizar o assalto perfeito, elas terão a ajuda de sua parceira de prisão Goya (Itziar Castro). Além delas, se juntarão mais três ladras: Monica, a enteada do narco (Lisi Linder), Triana, a hacker do grupo (Claudia Rivera) e La Flaca (Isabel Naveira). Todos elas formarão o time dos sonhos perfeito para conseguir o aguardado roubo.

10 Pontos em Comum entre ‘Vis a Vis’ e ‘La Casa de Papel’

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura 

Versão estendida do filme baseado na franquia ‘Sexta-Feira 13’ é lançada; Confira!

Para celebrar a sexta-feira 13, a produtora Womp Stomp Films divulgou uma versão estendida do filme amador ‘Never Hike Alone‘, intitulada ‘Never Hike Alone: The Ghost Cut‘.

Com 82 minutos de duração, a produção traz os segmentos ‘Disappear‘, ‘Never Hike in the Snow‘ e ‘Never Hike Alone‘, editados em uma timeline coesiva.

Além disso, a nova edição também traz cenas inéditas.

Confira na íntegra:

A sequência ‘Never Hike in the Snow‘ foi lançada recentemente, mostrando o icônico Jason Voorhees atacando pela primeira vez na neve.

Confira separadamente:

Vincente DiSanti é responsável pela direção.

A sequência se passará três meses após os eventos do primeiro filme e seguirá o estranho desaparecimento de Mark Hill, um morador de Crystal Lake que foi caminhar no inverno e nunca mais voltou para casa. Enquanto o xerife Rick Cologne (Vinny Guastaferro) e o policial Allen Mabry (Bryan Forrest) procuram por respostas, Tommy Jarvis (Thom Mathews) acredita que o seu velho inimigo Jason Voorhees é o responsável. Será que Diana (Anna Campbell) verá seu filho novamente ou ele se tornará outra vítima perdida do amaldiçoado acampamento?

Além disso, a saga deve ganhar três novas sequências: ‘Never Hike Alone II: Never Hike Again‘, ‘Never Hike Alone III: Jason Takes Crystal Lake‘ e ‘Never Hike Alone IV: The Final Hike‘.

‘Chapelwaite’: Vampiros atacam em novo trailer para MAIORES da série; Assista!

O EPIX divulgou o novo trailer, restringido para maiores de idade, da série ‘Chapelwaite‘, baseada no conto Jerusalem’s Lot – que serve de pré-sequência ao livro ‘A Hora do Vampiro‘, de Stephen King.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 22 de agosto.

Adrien Brody (‘Predadores’) estrela como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpreta uma personagem original, Rebecca Morgan.

A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

Peter Filardi e Jason Filardi são os showrunners.

O conto Jerusalem’s Lot foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de pré-sequência da clássica obra vampiresca.

Não Se Preocupe, Querida

(Don’t Worry Darling)

 

Elenco:

Florence Pugh

Harry Styles

Chris Pine

KiKi Layne

Gemma Chan

 

Direção: Olivia Wilde

Gênero: Suspense

Duração: 123 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: R$ 30 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Uma dona de casa dos anos 1950, que mora com o marido em uma comunidade experimental utópica, começa a se preocupar com a possibilidade de sua empresa estar escondendo segredos perturbadores.

Crítica: 

Crítica | Florence Pugh entrega uma performance impecável no suspense ‘Não Se Preocupe, Querida’

Curiosidades: 

» Shane e Carey Van Dyke (‘The Silence’) escreveram o roteiro original, que foi reescrito por Katie Silberman;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Pânico na Floresta | Do Pior ao MELHOR filme da franquia de Terror

Após sete filmes com mutantes canibais atacando pessoas que pegaram o caminho errado na floresta, a franquia ‘Pânico na Floresta‘ finalmente ganhou um reboot, que acaba escolhendo seguir por uma rota completamente diferente.

Apesar de ter se tornado uma franquia muito popular, temos que admitir que a maior parte das sequências são terríveis. E aonde exatamente o reboot se classificaria no ranking geral da saga?

Confira na nossa lista abaixo:

7. PÂNICO NA FLORESTA 6

Apesar das sequências anteriores não serem particularmente boas, esse sexto capítulo da franquia consegue ser ainda pior. Apesar da direção do cineasta Valeri Milev ser bem mais competente do que a do Declan O’Brien, que havia comandado os três filmes anteriores, nada consegue salvar a produção de um roteiro extremamente ridículo que ainda tenta se levar a sério. Consistência nunca foi o forte da franquia, mas quando um filme de mutantes canibais introduz um plot absurdo sobre um culto sexual (oi?), você sabe que não tem como piorar.

6. PÂNICO NA FLORESTA 5

Apesar de entregar algumas cenas divertidas de autoparódia, a piada perde a graça muito rápido. A trama rasa reconta mais uma vez a origem dos mutantes, apresentando diversos elementos que não fazem o menor sentido. Ao invés da “floresta”, que aqui parece um bosque ralo de fundo de quintal, a ação se passa em uma cidade pequena (filmada em um estúdio mais artificial do que a vila do Chaves). Tirando a cômica sequência de abertura, não há nada de interessante nessa sequência além de mortes extremamente brutais.

5. PÂNICO NA FLORESTA 3

Lançado no Brasil direto em vídeo com o título ‘Floresta do Mal – Caminho da Morte‘, o terceiro filme da franquia sofre com o abuso de CGI mal feito. Além disso, o longa traz pouquíssimos mutantes assassinos, o que limita a dinâmica e o desenvolvimento do filme. Em uma história que a maioria dos personagens são presidiários, o roteiro perde a oportunidade de fazê-los bater de frente com os canibais. Ao invés disso, eles são massacrados como qualquer outro grupo de jovens despreparados típicos da saga.

4. PÂNICO NA FLORESTA 4

Qual é a origem dos mutantes canibais? Eis algo que ninguém estava interessado em saber, mas o diretor e roteirista Declan O’Brien achou que seria uma ótima ideia responder. Apesar de seguir todos os clichês do gênero à risca e não apresentar absolutamente nada de novo, o diretor mostra um pouco de evolução ao recorrer a efeitos práticos com mais frequência (mas, fiquem tranquilos, o CGI amador ainda marca presença). Além disso, a mudança de cenário também foi interessante, ajudando essa sequência a ter mais personalidade.

3. PÂNICO NA FLORESTA: A FUNDAÇÃO

Depois da bomba que foi o sexto capítulo, a franquia tinha chegado no fundo do poço. A única solução seria recorrer a uma reboot oficial para manter a saga viva. Porém, se vocês estiverem esperando o retorno dos mutantes canibais, irão se decepcionar bastante. ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘ se desassocia completamente da franquia original, apresentando uma nova história. A proposta até que é interessante, mas o resultado final é irregular. O roteiro tenta ser esperto ao subverter nossas expectativas, mas recorre a situações absurdas com frequência (tronco com poderes de Lince Negra que consegue atravessar outras árvores para alcançar seu alvo, personagens que somem e aparecem conforme a necessidade do enredo, entre outros absurdos). ‘A Fundação‘ é um filme mediano que, apesar de ser melhor do que a maioria das sequências originais, infelizmente teve muito potencial desperdiçado.

2. PÂNICO NA FLORESTA 2

Apesar de ter ganhado popularidade com o passar dos anos, o primeiro ‘Pânico na Floresta‘ teve um desempenho extremamente morno nas bilheterias. Com um orçamento de US$ 12 milhões, o longa original arrecadou apenas US$ 28.6 milhões mundialmente. É por este motivo que esse segundo filme foi lançado direto em vídeo, mas a continuação surpreendeu as expectativas de todos ao se revelar um terror extremamente sangrento e divertido. Apesar de trazer um tom mais descontraído que o filme original, a produção também aumenta os níveis de gore e entrega algumas mortes particularmente brutais. Esse longa marca a estreia diretorial de Joe Lynch, que além de estar seguro em sua função, também se mostra um grande conhecedor do gênero, o que se reflete em sua homenagem à cena do jantar do clássico ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ durante o terceiro ato.

1. PÂNICO NA FLORESTA

Antes de cultos sexuais, prisões, lendas e hospitais psiquiátricos, havia apenas um trio de mutantes canibais caçando andarilhos desavisados em uma floresta. A premissa de ‘Pânico na Floresta‘ é simples, mas eficiente. O roteiro usa de forma inteligente os clichês do gênero e a brutalidade da produção se destaca em uma época pré-‘Jogos Mortais‘ e ‘O Albergue‘. Além disso, a sempre ótima Eliza Dushku, recém-saída de ‘Buffy: A Caça-Vampiros‘, está incrível como a final girl do longa.

Confira o novo trailer DUBLADO de ‘Wonka’, pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Wonka‘, filme estrelado por Timothée Chalamet que explora as origens do icônico chocolateiro Willy Wonka, assim como sua Fantástica Fábrica de Chocolate.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de dezembro.

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington’, dirige.

Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).

Confira o trailer de ‘Fallen’, adaptação do aclamado romance teen

A série ‘Fallen‘, baseada no aclamado romance teen escrito por Lauren Kate, ganhou o primeiro trailer.

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O projeto está sendo produzido pela Globo Play em parceria com as produtoras Silver Reel e Night Train Media.

O elenco contará com Jessica Alexander (‘Get Even’), Gijs Blom (‘Carta ao Rei’), Timothy Innes (‘The Last Kingdom’), Alexander Siddig (‘Shantaram’) e Sarah Niles (‘Ted Lasso’).

Alexander, Blom, Innes, Siddig e Niles

A trama acompanha Luce (Alexander), uma jovem que é enviada para uma clínica de reabilitação chamada Sword & Cross para cumprir pena após um crime que ela não se lembra de ter cometido.

Entre os outros pacientes, ela encontra o enigmático Daniel (Blom) e o irritante mas irresistível Cam (Innes), todos sob o olhar atento do sinistro médico-chefe Howson (Siddig) e das devotas irmãs gêmeas Miriam e Sophia (Niles).

Durante sua estada, Luce deve desvendar o mistério de quem ela é e por que ela tem uma conexão com Daniel que vai muito além de seu tempo na instituição.

Outros membros do elenco incluem Josefine Koenig, Esme Kingdom, Maura Bird, Lawrence Walker, Indeyarna Donaldson-Holness, Samantha Bell, Julian Krenn, Laura Majid e Courtney Chen.

Escrita por Rachel Paterson (‘Domina’) e Roland Moore (‘Humans’), que também são co-produtores executivos, a atração será dirigida por Matt Hastings (‘The Handmaid’s Tale’).

A supervisão fica a cargo da criadora Claudia Bluemhuber, que também assume a função de produtora, junto com Hastings e Herbert L. Kloiber.

Através de um comunicado, Kloiber comemorou a novidade e adiantou que a adaptação tem previsão de estreia para o ano que vem, ainda sem data específica.

“Estamos muito empolgados por ter completado o elenco de ‘Fallen‘ com um talento internacional de primeira linha, juntando-se a uma equipe de produção de primeira classe, baseada em grandes franquias. Estamos cumprindo todas as promessas do amado livro e estamos entusiasmados por trazer esta série para as telas no próximo ano.”

Teresa Penna, diretora da Globoplay, acrescentou:

“Juntamente com nossos originais produzidos localmente, as co-produções internacionais são uma parte fundamental da estratégia de conteúdo da Globoplay para os próximos anos e acreditamos fortemente que ‘Fallen será um grande sucesso no Brasil, dado o amor as histórias são universais e sabemos que nosso público gosta muito de dramas românticos sobrenaturais.”

Bluemhuber também se pronunciou, dizendo:

“Nos últimos 13 anos, a Silver Reel trouxe conteúdo inspirador, divertido e pioneiro para as telonas. Com ‘Fallen’, continuamos essa jornada de narrativa elevada e dirigida por mulheres agora para a televisão. Esta é uma história de amor épica sobre uma jovem descobrindo sua verdadeira força. Tendo adaptado esta série há anos, estamos incrivelmente empolgados em trazê-la à vida com uma equipe excepcionalmente talentosa.”

Por fim, Hastings disse:

“Inspirado nos romances best-sellers de Lauren Kate, esta é a oportunidade perfeita para alcançar o novo público adulto com personagens diversos e atraentes e uma jornada de herói incomum dentro do gênero da fantasia. Como fã do gênero ao longo da vida, sinto-me extremamente afortunado por produzir e dirigir esta série convincente, fundamentado e que tem um grande potencial.”

Vale lembrar que o romance já ganhou uma adaptação para o cinema em 2016.

No entanto, esta versão se tornou um fracasso de crítica e público, recebendo apenas 7% de aprovação dos críticos e acumulando apenas US$ 41,2 milhões, a partir de um orçamento de US$ 40 milhões.

Infectados atacam nas imagens do próximo episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us’; Confira!

A HBO divulgou as imagens oficiais do segundo episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘, que irá ao ar no dia 20 de abril.

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Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Novo SUSPENSE de vingança com Glen Powell ganha data de estreia no Brasil; Confira o trailer!

A Diamond Films finalmente anunciou quando o suspense ‘Manual Prático da Vingança Lucrativa‘ (How to Make a Killing) será lançado no Brasil.

Estrelado por Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

Na trama, o herdeiro de uma fortuna multibilionária não irá parar por nada até ter o que ele merece… ou o que ele pensa que merece.

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Ed Harris (‘Westworld’) e Margaret Qualley (‘A Substância’) também estrelam a produção.

John Patton Ford (‘Emily, A Criminosa’) será responsável pela direção e roteiro.

O roteiro foi inspirado pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949.

Diretor de fotografia da Síria é impedido de entrar nos EUA para o Oscar 2017

O diretor de fotografia de 21 anos, Khaled Khateeb, foi impedido de entrar no território americano para prestigiar a premiação do Oscar, que acontece neste domingo (26).

Responsável pela fotografia do curta-documentário da Netflix indicado ao Oscar, ‘Os Capacetes Brancos’, ele teve sua entrada barrada pelo Departamento de Segurança Nacional por ser um cidadão da Síria, um dos sete países banidos pelo presidente Donald Trump.

Segundo a Associated Press, os oficiais americanos acharam “informações depreciativas”a respeito do jovem Khaled, antes de seu voo para Los Angeles que vinha de Istambul.

Os Capacetes Brancos’ é um documentário de apenas 40 minutos que aborda a Defesa Civil da Síria, também conhecida como “Capacetes Brancos”, responsável por ter salvo mais de 60 mil pessoas de prédios bombardeados durante a guerra no país. Atualmente George Clooney está trabalhando em uma adaptação inspirada no grupo.

‘Liga da Justiça’ deve encerrar jornada nas bilheterias com “apenas” U$ 675 milhões

O período de ‘Liga da Justiça‘ nos cinemas já está se encerrando e as expectativas nas bilheterias, segundo o Box Office Guru, é que a produção encerre seu tempo de exibição atingindo a marca de US$ 675 milhões ao redor do mundo.

Com uma abertura doméstica equivalente a US$ 93 milhões, a adaptação dos quadrinhos chegou a sua sexta semana nas telonas com o montante correspondente a U$ 219,5 milhõesnos Estados Unidos.

A popularidade do filme foi muito maior fora de seu país de origem, conseguindo conquistar US$ 416,5 milhões no mercado internacional, totalizando a grande marca de US$ 636 milhões.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça ainda permanecerá atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

HILÁRIO! Kristen Bell lê tweets de Donald Trump como ‘Gossip Girl’; Assista!

Os infames tweets do presidente norte-americano Donald Trump ganharam uma versão hilária e divertida, pela voz da atriz Kristen Bell.

A protagonista de ‘The Good Place é quem emprestou sua voz para narrar a popular série ‘Gossip Girl‘, no papel homônimo.

E seguindo a mesma marcante tonalidade, ela foi convidada para interpretar as publicações do presidente, como se tudo não passasse de mais uma fofoca da Gossip Girl.

Confira o resultado:

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

O peso da batina vem sempre acompanhado por diversos silogismos. Dogmas religiosos, posturas ritualísticas, maneirismos e burocracias que revelam um enorme distanciamento entre a mais alta cúpula do catolicismo e os seus fiéis. O Vaticano consolidou sua histórica trajetória como uma instituição imponente, observada avidamente e por diversas vezes intocável. Seus líderes – equivocadamente – permanecem como figuras santificadas e até mesmo impalpáveis diante dos seus e dos de fora. Mas Fernando Meirelles decide quebrar o silêncio abafado pelos cantos líricos que ecoam em sua suntuosa e ostensiva estrutura em Dois Papas, uma cinebiografia que faz da comédia o sabor ideal para um conto que é mais identificável do que poderia se esperar.

A troca entre papados foi amplamente televisionada e um tanto polêmica à sua época. O mundo viu o Papa Bento VXI abdicar da sua jornada vitalícia, entregando a responsabilidade nas mãos de uma figura pouco conhecida, mas que já possuía sua própria popularidade. Papa Francisco, de origem latina, assumia a responsabilidade em fevereiro de 2013, iniciando uma jornada bem avessa ao que já havíamos visto dentro do Vaticano. Mas as motivações, os dissabores, os questionamentos e as dúvidas que cercaram todo esse contexto permaneciam enclausuradas em um ambiente secreto, distante dos olhos e mentes curiosas da sociedade. E em Dois Papas, esse pequeno segredo é revelado ao público, mostrando – de maneira leve e cômica – as entranhas que toda essa atmosfera ritualística papal resguarda em si. Como um convite inesperado e inadvertido, somos convocados a entrar no Vaticano e especular aquelas conversas de bastidores que sempre despertou a curiosidade em tantos.

E aqui, o longa dirigido pelo brasileiro e roteirizado por Anthony McCarten – como uma adaptação de sua própria peça homônima, nos leva a conhecer a peculiar dinâmica relacional de duas figuras religiosas sempre tão cercadas por estigmas e simbolismos. Desmitificando ambos os papas, a produção os despe diante da audiência, por meio de diálogos desconfortáveis e irreverentes, que são cercados por um humor doce, sutil e dignamente eclesiástico, por razões óbvias. Ao apresentá-los como duas pessoas que, em sua essência, buscam entender e fazer a vontade de Deus, Dois Papas faz o serviço que o próprio Vaticano insistentemente não quer desempenhar, ao continuar apresentando suas figuras religiosas como arquétipos imaculados acima de qualquer suspeita, dignas de reverência e, naturalmente, longe da realidade.

E ao retirar Francisco e Bento dessa pesada áurea mítica e mitológica, Meirelles conquista a audiência com facilidade, despertando um interesse particularmente incalculado pela narrativa, que ainda é capaz de permanecer na neutralidade, sem preferências religiosas. Com uma trilha sonora original que emana o lirismo do catolicismo, o cineasta ainda faz um divertido contraste musical que extrai risos leves, transformando hits da cultura POP em versões romantizadas e eclesiásticas. Aqui, o clássico da Disco Music, Dancing Queen (Abba) ganha uma releitura delicada e quase teatral, ajudando a compor o tom do humor da trama. Ao seu lado, Blackbird, do Beatles, e a nova queridinha italiana, Bella Ciao, também são repaginadas ao compasso da trama com viés clerical, garantindo uma percepção incrivelmente apurada do roteiro, solidificando seus protagonistas como – eventualmente – duas figuras estranhamente identificáveis.

A harmonia da narrativa se torna completa pela excepcional caracterização dos veteranos Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Na pele dos papas Francisco e Bento XVI, respectivamente, eles entregam atuações sublimes e pontuais, que se assemelham com brilhantismo às figuras reais que encaram nas telonas. Do porte físico ao timbre da voz, os atores são a combinação perfeita de Dois Papas e divertem o público com a excentricidade de suas linguagens corporais, de seus maneirismos e até mesmo de suas personalidades, regadas das tradições de seus próprios países de origem. Sob um roteiro bem escrito e uma direção que explora as extremidades dos ângulos, ambos os astros se entregam em seus papéis, demonstram o quão à vontade estão na batina e conquistam o público, que ainda corre o risco de devanear na peculiar amizade que as consequências da vida proporcionaram entre os dois.

Promovendo uma experiência que beira uma espiada de canto por trás dos pilares de mármore, Fernando Meirelles domina a direção da cinebiografia com maestria, explora a beleza plástica do Vaticano em suas tomadas e sabe exatamente quando entrar com o humor, adocicando-o com pitadas dramáticas, que só acrescentam e dão equilíbrio para a trama. De uma leveza impressionante, Dois Papas é a combinação perfeita de uma história bem condensada e de uma primorosa comédia inocente, que tantas vezes se perde nos cinemas em vulgaridades e piadas de mal gosto. Inesperadamente divertido, o novo filme da Netflix é aquele que vai unir famílias no sofá, independente de suas percepções religiosas.

Jim Carrey está IRRECONHECÍVEL como Joe Biden em novo quadro do Saturday Night Live; Confira!

O astro Jim Carrey está irreconhecível em seu novo trabalho, para o aclamado e popular programa de sketches cômicos, Saturday Night Live.

O comediante dará vida ao ex-presidente dos Estados Unidos e candidato do partido Democrata, Joe Biden.

Ele formará uma dupla dinâmica ao lado de Maya Rudolph, que retorna para a temporada 46 com novos sketches como Kamala Harris.

O novo vídeo divulgado pelo SNL traz astros se transformando em ambos os politicos.

Confira a imagem, seguido pelo vídeo de anúncio com o visual dos atores:

“Senhoras e senhores… Joe Biden e Kamala Harris”. 


 

 

‘House of the Dragon’: Série derivada de ‘Game of Thrones’ ganha teaser LEGENDADO; Confira!

A HBO Brasil divulgou a versão legendada do teaser da aguardada série pré-sequência de Game of Thrones, intitulada House of the Dragon.

No vídeo promocional, o amado e disputado Trono de Ferro está de volta, em meio à muitas tensões e uma poderosa dinastia que pretende manter o seu poder a todo custo.

Assista ao teaser:

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Extermínio: A Evolução’: Danny Boyle fala sobre retorno ao terror e possibilidade de dirigir James Bond novamente

Após anos afastado da icônica franquia de terror iniciada com ‘Extermínio‘ (28 Days Later), Danny Boyle está de volta com ‘Extermíno: A Evolução‘, novo capítulo da saga que mistura horror, tensão social e vírus que transformam pessoas em criaturas violentas.

Em entrevista ao podcast Crew Call, do Deadline, o cineasta britânico compartilhou detalhes sobre o projeto — e comentou a possibilidade de voltar à franquia 007, agora sob comando da Amazon MGM Studios.

Boyle revelou que o novo longa, protagonizado por Aaron Taylor-Johnson e o jovem ator Alfie Williams, foi filmado com um iPhone 15 Pro Max, utilizando iluminação natural inspirada no estilo do cineasta grego Theo Angelopoulos. A decisão estilística, segundo ele, traz uma estética crua e visceral ao filme, evocando realismo e urgência.

“Há um movimento em direção à beleza. Não é apenas sobre o horror — embora haja muito horror —, mas também é uma jornada em direção ao belo”, afirmou Boyle.

O longa traz uma dimensão mais íntima ao universo caótico dos infectados: um pai tentando proteger seu filho pequeno em meio ao cenário devastado do Reino Unido, agora transformado em uma ilha de quarentena infestada de monstros. A sensibilidade do enredo contrasta com o terror físico e psicológico que marca a franquia.

Alex Garland, roteirista de ‘Extermínio‘, também retorna à parceria com Boyle — algo que os fãs aguardavam desde que os planos de continuação se esfriaram após ‘Extermínio 2‘ (2007), dirigido por Juan Carlos Fresnadillo. A vivência do mundo real com a pandemia de COVID-19 reacendeu o interesse de ambos pelo tema:

“Foi impossível não pensar em como a nossa história parecia ter previsto o que vivemos em 2020”, refletiu o diretor.

Sobre os próximos passos da trilogia, Boyle comentou sobre um possível retorno à franquia James Bond, após sua saída do projeto ‘007: Sem Tempo para Morrer‘. O cineasta deixou a porta entreaberta:

“Nunca diga nunca. Mas no momento, estou totalmente imerso nesse mundo [‘Extermíno: A Evolução‘], e tem sido incrivelmente recompensador.”

Extermíno: A Evolução‘ estreia nos cinemas nesta quinta-feira (21) e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.