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Kenneth Branagh, diretor de ‘Morte no Nilo’, deve comandar adaptação de ‘Os Gárgulas’

De acordo com o Belfast Telegraph, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’) foi contratado para dirigir a adaptação de ‘Os Gárgulas‘, baseada na clássica série animada.

O cineasta já comandou diversos filmes para a Disney, incluindo ‘Thor‘, o live-action de ‘Cinderela‘ e a franquia do detetive Hercule Poirot, iniciada por ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘.

A saga original ganhou continuidade através dos quadrinhos, que seguiram os acontecimentos da segunda temporada da série animada (ignorando completamente a terceira). A produção foi escrita por Greg Weisman, criador da série animada.

“Eu literalmente não posso articular quão animado estou por escrever novas histórias dos Gárgulas – tanto para os fãs, quanto para novas pessoas. É muito divertido ter a chance de explorar o universo habitado por Goliath, o clã de Manhattan e todos os seus amigos. Sempre quis a chance de voltar para esses personagens e é incrível ter essa oportunidade,” declarou Weisman sobre os novos quadrinhos.

A animação foi exibida originalmente entre 1994 e 1997, e foi muito elogiada por ter um ar mais sombrio para a Disney.

Novas informações deve ser divulgadas em breve.

Assassino Por Acaso

(Hit Man)

Elenco:

Glen Powell
Adria Arjona
Retta

Direção: Richard Linklater

Gênero: Ação

Duração: 110 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 12 de Junho de 2024

Sinopse: 

Em ASSASSINO POR ACASO, Gary Johnson é um policial disfarçado de assassino de aluguel com a missão de prender aqueles que tentam contratá-lo, até que ele quebra o protocolo para tentar salvar uma mulher desesperada.

Crítica | Assassino por Acaso – Divertido até o último suspiro, Richard Linklater entrega um FILMÃO

Curiosidades: 

» O longa é baseado em um artigo escrito por Skip Hollandsworth;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após sucesso de ‘Ainda Estou Aqui’, Walter Salles já tem planos para seu próximo filme

Em entrevista ao podcast The Next Best Picture, Walter Salles (‘Central do Brasil’) revelou os planos para seu possível próximo projeto após o sucesso estrondoso de ‘Ainda Estou Aqui‘.

Antes de cativar o Brasil com a história real da Eunice Paiva, o cineasta havia passado por uma pausa de mais de uma década na direção de um longa-metragem. O último filme sob seu comando havia sido ‘Na Estrada‘, lançado em 2012.

“Eu tenho um roteiro que desenvolvi ao lado de dois roteiristas do Uruguai que já está finalizado. Talvez eu dirija este projeto em um futuro próximo. Mas, por enquanto, não sou muito bom em desenvolver dois ou três coisas ao mesmo tempo.”

Ele completa, “Estou apenas curtindo o processo de trocar ideias. É o que estamos fazendo atualmente. É incrível o que você pode aprender com seu próprio filme a partir dessas trocas de ideias. Para mim, essa é uma parte muito satisfatória do processo. Atualmente, não acho que eu dirigiria um filme em que não estivesse completamente envolvido. Admirar algo não significa que você tem todos os instrumentos necessários para contar aquela história.”

Sucesso entre os críticos, ‘Ainda Estou Aqui‘ finalmente estreou nos cinemas dos EUA e os especialistas continuam enaltecendo a produção. O filme subiu de 90% para 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 49 avaliações.

Segundo o consenso geral, “acompanhado pela excelente atuação de Fernanda TorresAinda Estou Aqui explora de forma pungente a convulsão de uma nação por meio da busca de uma família por respostas.”

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“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O filme teve suas sessões LOTADAS nos EUA e arrecadou US$ 49 mil no dia de abertura da sexta-feira, apesar de ter sido exibido em apenas 7 cinemas em NY e Los Angeles.

Ainda Estou Aqui‘ teve uma média forte de US$ 7 mil por cinema. É uma raridade para filmes não ingleses – e muito menos latino-americanos.

No dia 14 de Fevereiro, o filme vai expandir para mais salas de cinemas nos EUA.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Nicolas Cage enfrenta o diabo em clipe inédito do terror ‘Sombras no Deserto’; Confira!

O terror ‘Sombras no Deserto‘ (The Carpenter’s Son), que trará o astro Nicolas Cage interpretando o pai de Jesus, ganhou um novo clipe tenso.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de novembro.

A produção se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional.

A trama conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.

A direção fica a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).

A cantora e compositora FKA twigs (‘O Corvo’) será a Mãe, enquanto Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) dará vida ao Menino Jesus.

Atriz de ‘Ted Lasso’ se junta ao elenco de ‘Jason Statham Stole My Bike’, nova comédia de AÇÃO do David Leitch

De acordo com o Deadline, Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) foi confirmada no elenco de ‘Jason Statham Stole My Bike‘ (Jason Statham Roubou minha Bicicleta, em tradução livre), nova comédia de ação do diretor David Leitch (‘Deadpool 2’).

O projeto marcará a reunião entre a atriz e o cineasta após sua colaboração em ‘O Dublê‘.

Jason Statham (‘Carga Explosiva’) será o protagonista, interpretando uma versão caricata de si mesmo.

O longa está programado para estrear no dia 6 de agosto de 2027.

As filmagens do projeto já foram encerradas. Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a produção é descrita como “filme sarcástico cheio de metalinguagem”.

O longa dá continuidade à colaboração entre a Black Bear e Statham, que recentemente encerraram as gravações de ‘Viva La Madness’, de Guy Ritchie, onde o astro contracena com nomes como Vinnie JonesJason IsaacsCamila MendesRauw Alejandro e outros.

Jason Statham Stole My Bike‘ traz Alison Flierl como roteirista, que também criou a história ao lado de Scott ChernoffKelly McCormick assume a cadeira de produção.

Statham, John FriedbergMeredith BergEthan Erwin completam o time de produtores, enquanto a Fifth Season e a Tango entram como produtoras executivas.

Mais detalhes não foram divulgados.

Maisie Williams fala sobre AQUELA cena de abertura em ‘Game of Thrones’

[SPOILER]

Se você faz parte das dezenas de milhares de pessoas que assistiram a estreia mundial de ‘Game of Thrones’, deve ter ficado em choque com a cena de abertura, que antecedeu até mesmo os créditos iniciais, em que Arya Stark (Maise Williams) assume o rosto de Walder Frey e realiza um envenenamento em massa da casa em questão.

O momento é encerrado como um “o Norte se lembra” e “o inverno chegou para a Casa Frey”, o que levou todos ao êxtase em menos de 10 minutos de episódio.

E a atriz Maise Williams conversou sobre esse incrível e inesperado momento com o site da Entertainment Weekly. Para ela, foi gratificante assumir o rosto de um personagem de maior importância na trama:

“Desde quando eu descobri sobre os Homens Sem Rosto, eu sempre imaginava o quão legal seria encarnar o rosto de algum personagem de grande relevância na trama, ao invés de um figura desconhecida. E foi tão foda! Acho que até a Arya está surpresa com a dimensão do seu poder. Naquele instante final em que ela encara cada um daqueles membros do exército morrendo, é possível ver que ela se torna mais inescrupulosa que ela mesmo pensou que seria capaz. E eu não acho que ela se arrependa disso, mas deve ter pesado um pouco aquele sentimento de satisfação”.

Durante a entrevista Maise também falou sobre uma reviravolta bem interessante que poderia consagrar o final mais inusitado para ‘Game of Thrones’:

“Eu sempre tive esse sonho, embora não ache que ele seja um bom final. Mas eu fico pensando em alguém se sentando no Trono de Ferro no fim da série e de repente ela puxa o rosto e lá está Arya Stark”.

 

 

‘Eternos’: Marvel anuncia adaptação e dupla de roteiristas

A adaptação dos quadrinhos ‘Eternos‘ vai realmente sair do papel e a Marvel Studios aproveitou o anunciou para já apresentar a dupla de roteiristas que assumirá o projeto.

Segundo o portal The Hollywood Reporter, Matthew e Ryan Firpo foram os escolhidos para adaptar as Hqs. Os irmãos têm ganhado notoriedade no cenário hollywoodiano graças ao roteiro de ‘Ruin‘, um projeto saído da Black List, que reúne os roteiros mais apreciados que ainda não foram produzidos.

Os personagens foram criados por Jack Kirby e são uma raça de super-humanos criados por alienígenas Celestiais durante sua visita à Terra. Porém, ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de heróis que não deram certo.

Thanos, por exemplo, nas HQs é filho de um casal de Eternos e carrega os genes Deviantes.

 

‘Hellboy’ tem um “problemão” em nova cena divulgada; Assista!

O reboot de Hellboy’ está perto de seu lançamento e uma nova e rápida cena foi divulgada, trazendo o personagem homônimo diante de um “problemão”.

Assista:

Recentemente, em entrevista ao New York Times, McShane ovacionou seu colega Harbour antes de revelar a situação amargamente doce de tomar o papel de John Hurt, que deu vida a Bruttenholm nos filmes originais.

Hellboy, sim! Acho que vai surpreender muita gente”, McShane declarou. “David [Harbour] é um ótimo ator e encarna muito bem o personagem. Foi interessante e um pouco estranho encarnar o Professor Bruttenholm, que foi interpretado por um falecido e querido amigo, John Hurt”.

Confira o trailer legendado do filme:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘9-1-1’: Paramédicos preparam resgate perigoso em eletrizante promo do episódio 3×15; Assista!

A 3ª temporada de ‘9-1-1 continua com fortes emoções e no próximo capítulo, a equipe de paramédicos precisará fazer um resgate perigoso de um garotinho preso e um estreito e sufocante buraco.

Confira a eletrizante promo:

Lembrando que a emissora Fox renovou oficialmente a série ‘9-1-1‘ para a 4ª temporada.

A terceira temporada tem registrado uma excelente média de 1.4 na demo, e um total de 6.7 milhões de espectadores.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha INCRÍVEL novo cartaz; Confira!

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já se tornou um grandioso sucesso entre os fãs da Marvel e a produção ganhou um novo e colorido cartaz.

O material faz parte de uma campanha desenvolvida pela Marvel Studios, que visa estimular a criatividade dos fãs, por meio da criação de pôsteres inspirados na série.

Os melhores serão compartilhados pela conta oficial da série pelo Twitter, como é o caso do mais recente material.

Confira:

“Vamos ao trabalho! Confira o terceiro de uma série de cartazes inspirados por Falcão e o Soldado Invernal, da Marvel. Crédito à artista @bellagraceart. Assista o segundo episódio da série original no Disney+”. 

Lembrando que o terceiro episódio será lançado nesta sexta-feira, 02 de abril, na Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | Sede Assassina: Shailene Woodley e Ben Mendelsohn se destacam em thriller policial mediano…

Sob uma fotografia urbana marcada pelas sombras, em contraste com a luz artificial, um enigmático serial killer emerge de maneira bastante misteriosa. Sem uma aparente motivação óbvia, ele é uma latente e perigosa incógnita para a polícia em uma Baltimore gélida, tomada pelo rigoroso e tradicional inverno do hemisfério norte. Aqui, Geoffrey Lammark e a novata Eleanor Falco estarão unidos pelo desejo de caçar um dos assassinos mais letais da atualidade, levando Sede Assassina pelo mesmo caminho de tantos thrillers policiais icônicos.

De O Silêncio dos Inocentes a Se7en – Os Sete Crimes Capitais e O Colecionador de Ossos, Hollywood tem sido marcada pela fusão do macabro e da psique humana na arte de contar histórias. Se inspirando nesse formato, onde ação policial se entrelaça em um perfeito casamento com o suspense psicológico, o cineasta argentino Damián David Szifron faz de seu novo filme a oportunidade de reverenciar suas próprias referências cinematográficas dos tempos de infância, à medida em que convida a audiência para uma intrigante jornada onde as perguntas são quase mais importantes do que as respostas.

E entre percalços ao longo de quase duas horas de filme, o também co-roteirista mais acerta do que erra. Embora seu roteiro permaneça no básico, resgatando formatos e estilos bem comuns do cinema dos anos 70 e 80, Szifron tenta fazer de Sede Assassina a oportunidade de contribuir com seus dois centavos para um gênero com o qual sempre fantasiou trabalhar. E ainda que a trama não se aprofunde nos aspectos psicológicos de seus personagens, como deveria ter feito, o suspense não é uma oportunidade perdida.

Com uma direção excepcional e autoral, ele faz do thriller uma vitrine do seu estilo de trabalho, explorando uma estética neo noir onde sombras e luzes artificiais dialogam entre si, a ponto de se tornarem tão protagonistas quanto o elenco principal. E ao deixar Shailene Woodley, Ben Mendelsohn e Jovan Adepo passearem em tela com liberdade, ele acaba compensando a fraqueza de seu material co-escrito com Jonathan Wakeham. E mesmo quando as coisas parecem efêmeras demais e nada substanciais, Szifron usa sua técnica para construir a tensão necessária para sempre nos manter ávidos e atentos aos próximos passos do assassino e da polícia.

E mesmo quando a ambição narrativa do longa é incapaz de ser suprida, o realismo cru e honesto de seus personagens e de suas motivações consegue controlar essa desequilibrada balança. Presenteando a audiência não com o final que ela gostaria, mas sim com aquele que ela precisa, o cineasta opta pelo caminho mais difícil, do ceticismo e cinismo cada vez mais vorazes na sociedade contemporânea. Nos lembrando que a máxima “nenhuma boa ação fica sem punição” é de fato genuína, ele faz de Sede Assassina um filme bom o bastante para aqueles que amam se fartar com o gênero. E provavelmente este não é o thriller policial que você espera. Mas ainda assim, é o suficiente para sanar aquele desejo por suspenses criminais.

[Exclusivo] BATE PAPO com EMERALD FENNELL sobre Saltburn: “Filmo cenas de sexo numa mistura de BELEZA e DEGRADAÇÃO”

Ganhadora do Oscar de Melhor Roteiro Original por Bela Vingança (Promising Young Women) em 2021, Emerald Fennell aprimora o seu tom de humor atrelado a discussão social dentro de uma estonteante ambientação em Saltburn, lançado dia 22 de dezembro na Prime Video. Em bate-papo exclusivo numa sessão para apenas algumas dezenas de convidados no centro de Paris, a cineasta de 38 anos revelou suas influências, segredos sobre a cena final e motivações ao criar o satírico mundo do seu segundo longa-metragem. 

Com dois dos mais jovens talentosos atores da atualidade —  Barry Keoghan (Os Banshees de Inisherin) e Jacob Elordi (Priscilla) —, o longa é um burlesco e original jogo de manipulação e sedução pincelado de um vigoroso humor sombrio e sensual. Segundo Emerald, o filme é sobre “a dinâmica de poder em todas as relações”, pois para ela todos os relacionamentos, seja amizade, amorosos, seja profissionais, casuais são condicionados a esta batalha. 

Transgressão no cinema 

Com um lançamento tímido no Festival de Telluride, em Colorado, nos Estados Unidos, no fim de agosto, e no BFI – Festival de Londres, em outubro, Saltburn teve um recepção à margem dos grandes eventos de cinema, mas provocou algumas controvérsias pelo caminho. Com uma fotografia de enebriar os olhos, de Linus Sandgren — responsável por Babylon (2022) e La La Land – Cantando Estações (2016) —, cenas de nudez frontal e sexo com mestruação e homoafetivo, o longa chocou os mais conservadores. 

Espero que todos os filmes sejam transgressores, porém honestos. Temos o direito de nos expressar através da metáfora e de fazer as pessoas olharem para coisas que não são confortáveis”, declarou Emerald sobre o projeto, diante da pequena plateia de convidados —  entre eles a atriz Catherine Deneuve, a atriz e diretora Agnés Jaoui (O Gosto dos Outros) e Guillaume Laurant, roteirista de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, entre outros títulos franceses, no último dia 6 de novembro. 

Eu amo Olivier [personagem de Barry Keoghan no filme], porque ele faz as coisas que todos nós gostaríamos de fazer. A minha metáfora busca destruir tudo que não gostamos, assim como Oliver reduz tudo às cinzas”, explica a cineasta britânica. “Não gosto de fazer julgamento moral, mas quero que as pessoas sintam [o filme] de forma autêntica. Todos nós somos, de certa maneira, monstruosos”, completa. 

Sexo e Degradação

Com um começo já sufocante por esplendidas imagens de Felix (Jacob Elordi), as cenas mais emblemàticas são de atos sexuais e nudez. Após declarar que a diretora francesa Catherine Breillat (Culpa e Desejo) é uma de suas cineasta preferidas, Emerald Fennell confessou sua visão sobre as cenas eróticas: 

Quando filmo uma cena de sexo entre duas pessoas, filmo uma mistura de beleza e degradação. É isso que as cenas de sexo do filme buscam: desejo e repulsão”, afirma a diretora. Sobre a cena de menstruação, ela confessa ter inspirado em Catherine Breillat para quebrar este tabu sobre a natureza do sexo. No filme Anatomia do Inferno (2004), a diretora francesa apresenta uma cena explícita de penetração sexual durante o período menstrual e o sangue é posto em evidência durante e depois da cena sexual. 

Em conversa com Emerald Fennell, ela alegou ter apreciado intensamente o último filme da diretora [Culpa e Desejo — apresentado na mostra competitiva do Festival de Cannes 2023], enquanto eu alegava um certo desconforto diante da proposta do filme. Porém, incômodo é exatamente uma das verves de seu trabalho, como em seu primeiro filme. 

Para a diretora britânica, os temas mais audaciosos devem ser tratados como metáforas artísticas, tal como ela realizou no premiado Bela Vingança (2020). No longa ganhador do Oscar, a personagem de Carey Mulligan busca vingar-se dos estupradores da sua amiga durante a faculdade (e ensinar uma lição aos homens aproveitadores) em uma estética pop cor-de-rosa.

Estética e Música 

Em uma ambientação fantástica e um elenco secundário de peso, como Carey Mulligan (Maestro) e Rosamund Pike (Garota Exemplar), Emerald conta que a inspiração para o design artístico e figurinos foram inspirados nos quadros do pintor barroco italiano Caravaggio. “Saltburn é como uma casa de bonecas”, sentencia a roteirista e diretora da produção.  

Já para a trilha sonora, Emerald Fennell compartilha que “são as músicas que eu ouço”. “Eu escrevo com uma trilha sonora que me coloca num espaço mental. Fizemos cinco versões do filme na montagem sem música para ter o tom do filme sem cair na nostalgia, mas eu uso especialmente música pop”, expõe. Com bandas como Girls Aloud, Block Party, Arcade Fire, Ladytron, MGMT, a artista realmente incorpora uma nostalgia da década passada, em um cenário sem redes sociais e adolescentes superconectados. 

Para definir o filme em uma palavra, Emerald Fennell escolheu: “vampiro”, o que levou a plateia a algumas risadas. Se Oliver é um alpinista social, sanguesuga no sentido figurado, no filme ele também pode ser considerado um “vampiro” no sentido denotativo durante uma cena de sexo oral. 

Por que Barry Keoghan

Se o sexo é sempre criador de polêmicas, a cena final do longa-metragem com Barry Keoghan deixa os espectadores de queixo caído ou completamento extasiados. “Eu assisti ao filme O Sacrifício do Cervo Sagrado [2017] e me perguntei: quem é esse ator incrível? Em todos os momentos, ele era a opção óbvia [para este filme]. Era impossível que outra pessoa fizesse esse papel”, relatou Fennell extremamente contente com a escolha.

Ela ainda confessa que escreveu Saltburn com o ator em mente, pois desde a sua descoberta durante o filme do grego Yorgos Lanthimos (Pobres Criaturas), ela queria trabalhar com ele. Um easter-egg desse primeiro encontro é deixado pela cineasta no filme, como ela mesma conta, em forma de adereço utilizado por Oliver durante a festa à fantasia da família Catton, onde ele começa a mostrar sua verdadeira faceta. 

Para a bela coreografia da cena final ao som da canção Murder on the Dancefloor, de Sophie Ellis-Bextor, Barry Keoghan refez a sequência mais de 10 vezes. Foram 11 takes e ele não ligou. Ele está interessado em fazer a cena da melhor forma possível. O que as pessoas acham difícil, para ele é fácil. Ele tem uma dimensão mais complexa, mais audaciosa, mais íntima. Às vezes, apenas em um olhar, a gente se compreendia”, assegura Fennell sobre a sua ótima parceria com o ator.

A atuação do ator irlandês já garantiu uma indicação de Melhor Ator de Drama no Globo de Ouro 2024 e com grandes chances de chegar entre os cinco nomeados ao Oscar 2024. Caso a promessa seja concretizada, ele será por dois anos seguidos na cerimônia, depois da nomeação como Ator Coadjuvante por Os Banshees de Inisherin, em 2023.

Somente o Mar Sabe

(The Mercy)

 

Elenco:

Rachel Weisz

David Thewlis

Colin Firth

Direção: James Marsh

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Abril de 2018

Sinopse:

Na trama, Donald Crowhurst é um célebre iatista que decide fazer de tudo para vencer a Golden Globe Race de 1968. No entanto, sua tentativa desastrada na competição acaba fazendo com que ele embarque em uma jornada perigosa e complexa.

Crítica | Somente o Mar Sabe – história com sabor de atemporalidade (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

 

 

 

‘Venom’: Tom Hardy afirma que criou a voz do simbionte sem nenhuma edição

Uma curiosidade interessante sobre Venom’ é que a voz do simbionte, marcante no trailer, não foi criada na pós-produção, mas sim durante as filmagens pelo próprio Tom Hardy.

O ator confirmou em uma entrevista ao EW que não houve edição para deixá-la mais grossa, ele mesmo conseguiu atingir o tom macabro do personagem, com uma pequena ajuda do pessoal do som:

“Os garotos do som me ajudaram nesse sentido. Ouvia o Venom pela manhã e então o fone de ouvido dizia quando teria que interpretar Eddie. Quem estava trabalhando comigo precisava acompanhar o Venom ao mesmo tempo, e então ignorar que o havia escutado. Foi muito técnico e divertido. Para sermos justos, foram os garotos do som que interpretaram o Venom. A voz era minha, mas eles a tocavam no fone de ouvido”

Confira a voz no trailer:

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom HardyMichelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel(’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi AradMatt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer(‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

Dia dos Pais | 5 animações INCRÍVEIS para assistir neste dia dos pais

O Dia dos Pais é uma data muito especial no Brasil. Pensando nisso, o CinePOP escolheu cinco animações espetaculares que trazem a paternidade como ponto central de suas tramas para você assistir neste domingo. Confira!

As plataformas em que as animações estão disponíveis estão sinalizadas logo abaixo das indicações.

Os Incríveis

Uma das animações mais queridas da história da Pixar é também o filme ideal para assistir neste dia dos pais. Inspirada nos clichés das HQs e em algumas consagradas graphic novels, esse filme se passa em um mundo no qual os super-heróis eram muito populares, mas acabaram sendo proibidos pelo governo por conta das consequências de seus atos de heroísmo. Anos mais tarde, o mais popular deles, o Senhor Incrível, passou a viver uma rotina frustrante como “cidadão comum” e pai de família. Então, quando uma proposta de voltar ao dias de glória aparece, ele aceita sem pensar duas vezes. Só que a situação o faz ver que antes de qualquer superpoder, a família é a maior glória que ele terá na vida.

Onde assistir: Disney+

 

Os Croods

Ambientada na pré-história, essa aventura acompanha os Croods, uma família sobrevivente que conseguiu passar pelas principais tragédias climáticas da época seguindo as orientações do grande patriarca, que manteve sua família protegida em uma confortável vida na caverna. Porém, depois de uma discussão com ele, a filha mais velha sai da caverna e decide explorar o mundo. Como ninguém fica para trás, eles saem atrás dela e descobrem um autêntico mundo novo, cheio de tecnologias precárias, animais perigosos e um jovem moderno que vai virar a vida dos Croods de cabeça para baixo. Agora, cabe ao paizão tentar se adaptar a essa nova realidade ou ficar ultrapassado. É uma clássica história de choque de gerações, mas com o humor e o visual colorido padrão da DreamWorks.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Procurando Nemo

Não tem como falar de Dia dos Pais sem mencionar a história de Marlim, o Liam Neeson dos oceanos. Em Procurando Nemo, o peixe palhaço vê sua esposa e praticamente todos os seus futuros filhos serem devorados por uma Barracuda. Desse evento traumático, resta apenas uma ova, que cresce e vira o pequeno Nemo. Isso faz com que Marlim vire um pai super protetor, que faz de tudo para não se separar do filho. O problema é que no primeiro dia de aula do pimpolho, ele apronta, vai nadar em mar aberto e acaba sendo capturado por um mergulhador. Agora, Marlim vai atravessar o oceano atrás do filho antes que seja tarde demais. Tudo isso ao lado da desmemoriada Dory. Clássico imortal da Pixar.

Onde assistir: Disney+

 

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Sucesso lançado durante a pandemia de Covid-19, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é uma animação tão criativa e bem executada que realmente nos fez lamentar que não tenha sido lançada nos cinemas, apenas no streaming. A trama acompanha os Mitchell, uma típica família do século XXI que está prestes a viver sua primeira separação: a ida da filha mais velha para a faculdade. E depois de anos cuidado e tendo a pimpolha como sua princesinha, ninguém está mais desolado do que o Mitchell pai. Então, para ter um último momento em família com a filha, ele coloca todo mundo no carro, cancela as passagens de avião da garota e decide levá-la até a faculdade, fazendo uma tradicional viagem em família pelos EUA. O problema é que além deles já não se entenderem mais tão bem, todos os aparelhos eletrônicos do mundo desenvolvem consciência e dão início a uma revolta das máquinas. Agora, a família Mitchell vai precisar se entender para se unir e tentar sobreviver ao apocalipse mecânico no caminho para o campus.

Onde assistir: Netflix

 

Pateta: O Filme

Não importa o quanto a Disney tente, é altamente provável que ela nunca mais construa uma figura paterna tão incrível quanto a do Pateta. Pai solteiro, o Pateta faz de tudo para dar uma boa vida ao seu filho, Max, e para que ele cresça como um bom e feliz cidadão. Só que a aventura da paternidade não é das mais fáceis e é cheia de momentos complicados. Por isso, em Pateta: O Filme, Max está entrando na adolescência e se apaixona pela jovem Roxanne. Sem saber como falar com ela, o menino faz uma apresentação surpresa na escola para tentar impressioná-la, só que as coisas dão errado e ele cria uma grande confusão. Temendo perder seu menino para as pressões típicas da idade, Pateta planeja uma viagem com o guri para tentar fazê-lo se reconectar com quem realmente é. Mas, para fazer essa road trip, Max perderia seu tão sonhado encontro com Roxanne. Então, ele diz a ela que só está furando o encontro porque vai ao show do ídolo teen deles, o Power Line, e que fará uma homenagem pra ela ~apenas~ no palco do show. Sem saber do plano do filho, o Pateta parte feliz na viagem e logo se frustra quando percebe que o garoto não está nem um pouco a fim de fazer os programas planejados, criando uma verdadeira viagem caótica em que tudo dá errado. É um clássico que merece mais reconhecimento.

Onde assistir: Disney+

Crítica | Amor nas Alturas – Quando a Síndrome do Impostor Ganha sua Própria Série Musical

Você já ouviu as vozes da sua cabeça hoje? Sim, aquelas que constantemente ficam te dizendo que você não é bom o suficiente, que essa ideia não vai dar certo, que determinado plano não é bom, que ninguém gosta de você: em suma, que você não vai conseguir. Sabe, essas vozes que costumam aparecer quando a gente menos espera – especialmente quando estamos prestes a dar um grande passo em nossas vidas – e que acabam minando todo e qualquer tipo de migalha de autoconfiança que possa existir dentro da gente. Isso tem um nome, e os estudos de psicologia a chamam de Síndrome do Impostor. Em níveis elevados podem acabar paralisando a pessoa socialmente, e estudos mais minuciosos podem comprovar que esta síndrome foi e é capaz de destruir diversas relações interpessoais. É exatamente este o foco da nova série musical da Star+, intitulada ‘Amor nas Alturas’.

Quando jovem, Lindsay (Mae Whitman, mais conhecida por seu trabalho como dubladora) achava que era importante dizer tudo o que pensava. Numa brincadeira de verdade ou consequência com sua então melhor amiga, Celeste (Sophia Hammons), ela acaba revelando uma fantasia íntima, e a garota espalha para toda a escola, causando um trauma em Lindsay. Anos se passam, Lindsay vive hoje uma vida mecânica com seu atual namorado, Ned (George Hampe), tendo abandonado todos os seus sonhos porque, desde este trauma da infância, as vozes em sua cabeça não a permite arriscar em sua vida. Porém, após ganhar um concurso literário de uma livraria em Nova Iorque, Lindsay decide, num ato de coragem, largar tudo e se mudar para a Big Apple, para se tornar uma verdadeira escritora. Mas, na nova cidade, ela conhecerá Miguel (o ator colombiano Carlos Valdes), que, além de gatinho, parece ouvir as mesmas vozes que ela.

A série logo de cara desperta a atenção do espectador com o seu cartaz, onde lemos “do mesmo diretor de ‘Hamilton’ (Thomas Kail) e do mesmo roteirista de ‘tick tick… BOOM!” (Steven Levenson), ou seja, dois grandes sucessos musicais recentes, o que certificaria ‘Amor nas Alturas’ como uma série de potencial sucesso. Mas o que vemos ao longo dos oito episódios de quarenta e poucos minutos cada é um conflito entre o desenvolvimento narrativo e a inserção (às vezes anticlímax) de canções para que os protagonistas possam resolver suas ansiedades no acostamento narrativo. de um modo geral as músicas não são tão cativantes, e talvez colabore para isso o fato de elas basicamente serem cantadas pelas tais vozes nas cabeças, que funcionam como antagonistas no enredo.

O casal protagonista, enquanto o casal, fica devendo na afinidade, embora sejam cantores afiados. A protagonista Lindsay parece trabalhar o tempo todo contra si mesma e contra o rapaz de quem gosta, o que dificulta a nossa conexão como espectador. Em contrapartida, Miguel é um rapaz fofo, carismático e que rouba o holofote justamente por fazer esse contraponto com a protagonista chatinha. Apesar disso, o que é mais legal na série é ela acontecer no ano de 1999, ou seja, às vésperas do apocalipse cibernético que ameaçou zerar o calendário mundial, as contas bancárias e todas as informações nos computadores. Com o aspecto de fim de o mundo o tempo todo pairando sobre a cabeça das pessoas, é compreensível imaginar o impulso e o desespero de determinadas ações cometidas pelos personagens, afinal, o mundo está prestes a acabar.

Com uma ideia interessante, uma Nova Iorque não convencional de pano de fundo e um desenvolvimento conflitante, ‘Amor nas Alturas’ é uma série que tinha bastante potencial, mas que entrega um resultado abaixo do esperado nesta primeira temporada. Agora é esperar que com a virada do milênio a nova temporada entregue mais conexão enquanto comédia romântica musical.

Produtora de ‘X-Men’ diz que excesso de filmes da Marvel irão cancelar um ao outro

Muitas pessoas dentro da indústria cinematográfica continuam a acreditar que o esgotamento das obras de super-heróis eventualmente irá nos alcançar devido aos múltiplos filmes baseados em quadrinhos que são lançados hoje.

2018, por exemplo, tornou-se um dos anos de maior sucesso para essas histórias, com os lançamentos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Pantera Negra’‘Aquaman’, todos arrecadando mais de um bilhão de dólares ao redor do mundo. ‘Venom‘Deadpool 2 também tiveram bilheteria considerável para a Sony e a Fox, respectivamente, o que leva a imaginar que o gênero em questão é um dos mais lucrativos.

Os estúdios Marvel estão, atualmente, trabalhando para lançar três filmes por ano, enquanto a DC se mantém com a estreia de dois, por enquanto. A Marvel irá reaver os direitos de X-Men após o acordo entre Disney e Fox finalmente se firmar; logo, é óbvio que o MCU irá explodir com novos personagens.

Porém, a produtora de X-MenLauren Shuler Donner, declarou recentemente que deu um aviso amigável para Kevin Fegie e a equipe dos estúdios, para garantir que cada um dos filmes será único. “Você não pode ter muitos filmes Marvel, X-Men lá fora: nós iremos nos cancelar. Cada um deve ser distinto”, ela disse.

“Temos ‘Vingadores’ como exemplo: existem cânones bastante diferentes e agora há os novos aos quais você deve dar um pouco mais de atenção. Para nós, isso é mais do que conseguimos aguentar, e as pessoas irão se cansar disso”, acrescentou.

O próximo filme da franquia X-Men, ainda sob cuidados da Fox, será ‘Fênix Negra’, dirigido por Simon Kinberg e trazendo no elenco James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Sophie Turner, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan PetersJessica Chastain.

No filme, os mutantes enfrentam um de seus obstáculos mais formidáveis: uma própria integrante do grupo, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta ao ser atingida por uma força cósmica misteriosa. Quando retorna para casa, essa força não apenas a torna ainda mais poderosa, mas muito instável. Lutando contra a entidade dentro de si, ela começa a destruir os laços que mantêm os X-Men unidos. E agora, com a nova família se desmantelando, eles devem encontrar um modo de se unir – não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso planeta de uma raça alienígena que deseja utilizar essa mesma força para dominar a galáxia.

X-Men: Fênix Negra’ chega aos cinemas no dia 07 de junho de 2019.

‘Um Espião Animal’: Animação com Will Smith e Tom Holland ganha novo trailer; Assista!

A Fox Film do Brasil divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Um Espião Animal‘, estrelada pelo Will Smith e Tom Holland.

Confira:

O filme foi dirigido pela dupla Nick Bruno e Troy Quane.

O superespião Lance Sterling (Smith) e o cientista Walter Beckett (Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter… não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar, o que o permite criar apetrechos incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.

Karen Gillan, Rashida JonesDJ Khaled e Ben Mendelsohn completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais dia 12 de Setembro.

‘The Lovebirds’: Comédia com Issa Rae e Kumail Nanjiani será lançada na Netflix

Segundo o ComicBook.com, a comédia ‘The Lovebirds’, estrelada por Issa RaeKumail Nanjiani, será lançada muito antes que o previsto e de uma forma diferente do esperado.

Originalmente prevista para ser exibida no Festival South by Southwest, o longa foi adquirido pela Netflix devido à pandemia do coronavírus.

Ainda não se sabe quando a obra chegará à plataforma.

Na trama, a dupla forma um casal prestes a se se parar, que acaba se enrolando em um bizarro, hilário e mistério assassinato, fazendo com que os dois tenham que desvendar o crime, a fim de limpar seus nomes. Essa confusão também os fará colocar seu relacionamento em perspectiva, para saber se ele será capaz de sobreviver à circunstâncias tão adversas.

O longa é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor‘), a partir de um roteiro assinado por Aaron Abrams, Brendan Gall e Martin Gero.

A Paramount Pictures, em parceria com a MRC, fica responsável pela produção.

Issa Rae é mais conhecida  por ser a criadora e protagonista da série cômica da HBO,Insecure‘. Já Kumail Nanjiani estrelou a série da mesma emissora, ‘Silicon Valley‘, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Roteiro original por ‘Doentes de Amor‘, escrito com sua esposa.

‘The Lovebirds’ estreia em 03 de abril.

‘O Grande Ivan’: Bryan Cranston e Sam Rockwell no novo teaser adorável da adaptação

Walt Disney divulgou em seu Twitter oficial um novo teaser de ‘O Grande Ivan’ (The One and Only Ivan), adaptação do livro best-seller infantil assinado por Katherine Applegate.

Confira:

O filme será lançado diretamente na plataforma no dia 14 de agosto, nos EUA.

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

Os 20 Melhores Álbuns de 2020

2020 foi um ano recheado de conturbações e impedimentos – mas não para a música.

Já fazia quase uma década desde os artistas independentes e até mesmo mainstream não se aventuravam com tanta paixão em obras dignas de entrarem para a história, misturando o passado, o presente e até mesmo o futuro em narrativas competentes, escapistas e, principalmente com o intuito de nos deixarem um pouco mais confortáveis em um período marcado por descontentamentos.

Desde o eufórico Chromatica, retorno de Lady Gaga às suas raízes do final dos anos 2000, até as latinidades sensuais de Isabela Merced com o EP the better half of me, passando pelo rock alternativo do exuberante Fetch the Bolt Cutters, de Fiona Apple, separamos uma breve lista com os vinte melhores álbuns do ano.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

20. THE BETTER HALF OF ME, Isabela Merced

“O maior sucesso que a cantora e compositora encontra aqui é a capacidade de manter-se rejuvenescida em meio a tantos lançamentos e nomes que surgem esporadicamente no mundo afora – deixando claro quais são os gêneros pelos que tem mais gosto de explorar. Em cada peça fonográfica, o ritmo e a melodia combinam-se em uma ambiência lida o suficiente para criar afinidade com seus interlocutores, mesclando humor e tragédia com toques do legado da geração millenial (como a forte presença dos anos 1980). No final das contas, the better half of me entrega muito mais do que esperávamos, merecendo muito mais carinho e reconhecimento do que provavelmente terá.” – Thiago Nolla

19. SONG FOR OUR DAUGHTER, Laura Marling

O sétimo álbum de estúdio de Laura Marling é o seu melhor até hoje. Comparando com suas obras anteriores, ‘Song for Our Daughter’ é uma narrativa místico-ficcional que traz arranjos instrumentais mais esparsos e mais fincados no minimalismo sonoro para criar uma atmosfera íntima. Os vocais impecáveis de Marling são acompanhados do violão e de uma ecoante percussão ao fundo, apoiada pela melodia apaixonante do piano e por uma produção competente de Rob Moose.

18. SILVER LANDINGS, Mandy Moore

“‘Silver Landings mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance­ das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks do ano” – TN.

17. AFTER HOURS, The Weeknd

“Foi pensando numa continuidade de sua dramática arte que The Weeknds criou intenções interessantes e promissoras para After Hours, seu quarto álbum de estúdio que, seguindo o passo de tantas outras figuras de alto calibre na esfera contemporânea, resolveu se respaldar nas décadas passadas incrementar icônicas sonoridades com algumas transgressões e fusões outrora inimagináveis. E, ainda que tenha permanecido de certa maneira em sua zona de conforto, é visível o modo como sempre busca por algo diferente para entregar a seus “seguidores” – alcançando proeza invejável em grande parte.” – TN

16. HOW I’M FEELING NOW, Charli XCX

“Mais uma vez, a cantora toma as rédeas de sua carreira e faz o que bem entender com as músicas que lhe inspiraram, trabalhando numa forte parceria ao lado de produtores como Dijon DuenasA.G. Cook e BJ Burton (colaboradores de longa data que parecem sempre encontrar uma brecha para superarem a si próprios). De um lado, sua presença ganha força descomunal a cada ano sem esbarrar nas ruínas de uma monotonia fatigante; de outro, soa fora dos padrões e pode ser recebido com repulsa ou ignorância por aqueles mais acostumados com o “pop chiclete” que vem regendo 2020 desde os primeiros dias do ano.” – TN

15. AVES DE RAPINA (OST), Vários Artistas

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.” – TN

14. LETTER TO YOU, Bruce Springsteen

‘Letter to You’ é uma das conquistas mais peculiares e incríveis da carreira de Bruce Springsteen. O ícone do rock voltou seis anos depois de seu último lançamento de originais e trabalhou arduamente após um longo bloqueio criativo. Felizmente, ele se reuniu com o produtor Ron Aniello. Os versos discutem temas como arrependimento, envelhecimento e a inevitabilidade da morte – este último vindo como reflexo da morte de seu ex-colega de banda George Theiss.

13. PICK ME UP OFF THE FLOOR, Norah Jones

“A lendária e distinta Norah Jones ganhou fama nos anos 2000, quando lançou seu primeiro álbum de estúdio intitulado Come Away with Me (cuja música-título até mesmo foi regravada em uma nostálgica rendição por Emma Bunton). Depois de vender quase 30 milhões de cópias e tornar-se um dos maiores nomes do jazz-folk do século XXI, Jones teve sua carreira catapultada para uma prolífica discografia, que lhe rendeu nada menos que nove prêmios do Grammy. Agora, duas décadas depois de seu début, ela retorna à glória com sua melhor obra em dez anos, o nostálgico e que tangencia o cinematográfico ‘Pick Me Off the Floor’, que, ao longo de suas onze estupendas faixas, entra facilmente para a lista das grandes produções de 2020 que abrem com o pé direito um novo ciclo.” – TN

12. PUNISHER, Phoebe Bridgers

Phoebe Bridgers conquistou o espaço merecido em 2020 com o lançamento não apenas de seu segundo álbum de estúdio, mas de um EP poucos meses depois. Entretanto, a produção que entrou para nossa lista é ‘Punisher’ – uma continuação impecável do emo-folk já explorado em sua estreia com ‘Stranger in the Alps’. Aqui, o indie rock também ganha espaço ao longo de onze faixas escrita com candura excepcional e uma multidimensionalidade psicodélica que transforma uma simples jornada em uma aventura sinestésica.

11. SÓ, Adriana Calcanhotto

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – TN

10. UNGODLY HOUR, Chloe x Halle

“Dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZACardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.” – TN

9. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – TN

8. SET MY HEART ON FIRE IMMEDIATELY, Perfume Genius

O álbum conceitual ‘Set My Heart on Fire Immediately’ é a produção mais ousada do ano – e um bastante prático quando se trata da exuberante carreira de Perfume Genius. Sua quinta incursão fonográfica não abre portas para um ou outro gênero musical, mas sim para dezenas de esferas que variam do art rock até o art pop, passando até mesmo pelo R&B e pelo pop acústico nesse meio tempo. Ao longo de 13 faixas, ele critica a si mesmo e ao feitio da arte, rebelando-se contra aquilo que o colocou no topo do mundo.

7. WHAT’S YOUR PLEASURE?, Jessie Ware

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas.

6. SAWAYAMA, Rina Sawayama

SAWAYAMA segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.” – TN

5. CHROMATICA, Lady Gaga

“O pecado de Lady Gaga é nos deixar querendo por mais – e talvez esse pecado seja expurgado em um piscar de olhos, seja quando nos deliciamos com a envolvência gritante de “Enigma”, com a viciante balada desconstruída “Sine From Above”, proferida ao lado de Sir Elton John (e a melhor colaboração do álbum, indiscutivelmente), ou com a elegíaca house pop que ganha forma com “1000 Doves”. E, em um complementar ápice, “Babylon” é uma conclusão sem quaisquer defeitos que nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.” – TN

4. FOLKLORE, Taylor Swift

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – TN

3. GOOD NEWS, Megan Thee Stallion

“Girls in the Hood”“Don’t Stop”“Body” são apenas algumas das incríveis faixas que Megan Thee Stallion constrói para sua estreia fonográfica, Good News. A rapper fez um barulho gigantesco logo em sua primeira incursão, reunindo toda a confiança e toda a sensualidade que a colocaram no centro dos holofotes e no topo das paradas. Stallion encontra todos os elementos certos e um terreno mais que fértil para fazer o que bem entende – e para celebrar o empoderamento feminino do modo mais explosivo possível.

2. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – TN

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – TN

‘Carnaval’: Nova comédia brasileira da Netflix ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de Carnaval, sua mais nova comédia brasileira.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 02 de junho.

Confira, junto ao trailer completo:

A obra é estrelada por Giovana CordeiroGKAYFlavia PavanelliBruna InocencioMicaelJean PedroSamya Pascotto.

Leandro Neri fica a encargo da direção e também assina ao roteiro ao lado de Audemir LauzingerLuisa Mascarenhas.

O filme gira em torno de um grupo de amigas que viaja para Salvador, Bahia, durante as festividades do Carnaval – e acabam cruzando com o amor.

‘Stargirl’: Courtney está à beira da morte na sinopse oficial do episódio 02×11; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial do 11º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 11”.

Na trama, “depois de um derradeiro encontro deixar a vida de Courtney por um fio, o time se une para determianr quais serão os próximos passos”.

O capítulo vai ao ar no dia 19 de outubro.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Animais Fantásticos 3’: Jude Law anuncia novo trailer da sequência para QUINTA-FEIRA; Confira!

Através da página oficial do filme, o astro Jude Law revelou que o novo trailer de Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore será lançado nesta próxima quinta-feira, 24 de fevereiro.

Confira o anúncio:

O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?

Lembrando que o filme foi adiantado de julho de 2022 para 14 de abril do mesmo ano.

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

O elenco também conta com Dan FoglerKatherine WaterstonAlison SudolEzra Miller.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Queens se preparam para o próximo desafio na prévia do episódio 07×10!

A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando a primeira parte do 10º episódio.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o novo episódio será exibido amanhã, 15 de julho.

O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.

A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ conquista 14 indicações ao Critics Choice Awards 2023

A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos melhores filmes não apenas do ano e fez bonito durante o anúncio dos indicados ao Critics Choice Awards 2023.

A produção conquistou nada menos que 14 indicações à premiação, incluindo Melhor Filme, Melhor ComédiaMelhor Roteiro Melhor Direção para a dupla Daniel Kwan e Daniel SchienertMelhor Atriz em Filme – Comédia ou Musical para Michelle YeohMelhor Ator Coadjuvante para Ke Huy QuanMelhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee CurtisStephanie Hsu.

Os vencedores serão anunciados no dia 15 de janeiro.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Jenny SlateHarry Shum Jr. e James Hong.

Boneco de Neve | Relembre o péssimo suspense com Michael Fassbender que se vem fazendo SUCESSO nos streamings

Histórias de mistério talvez sejam aquelas cujo poder de persuasão e de envolvimento são imprescindíveis para serem consideradas boas. Desde o surgimento e a ascensão da indústria cinematográfica como império mundial, tais vertentes narrativas sempre foram muito bem exploradas, ao lado da ficção fantástica, para serem traduzidas em produtos audiovisuais que sempre almejavam à satisfação do público. É claro que, volta e meia, os filmes e séries desse gênero acabam por optar pelas saídas clássicas e consideradas clichês, sem ao menos se preocupar em fornecer uma perspectiva mais original ou uma mudança no desfecho do último ato – e é exatamente isso o que acontece com Boneco de Neve.

Primeiro, devemos nos lembrar de que Jo Nesbø, romancista responsável pela obra em questão, é um dos autores noruegueses mais famosos de sua geração. Seus livros, que já venderam mais de 130 milhões de cópias, não ganham respeito pela crítica e pelo público por valerem-se de escopos mal pensados ou mal arquitetados, mas sim pela complexidade da atmosfera que consegue criar – uma mistura convincente de thriller, ação e até mesmo algumas sacadas de humor negro; isso sem mencionar os incríveis personagens que atuam dentro de um microcosmos ao mesmo tempo verossímil e sobrenatural, perscrutados por perigos mortais que os levam a testar os próprios limites e encontrar meios de sobreviver.

Tomas Alfredson é um nome interessante no circuito fílmico contemporâneo. O cineasta já mostrou suas habilidades no terror Deixe Ela Entrar’ e no thriller de espionagem O Espião que Sabia Demais’. Ambas as narrativas, muito diferentes entre si, mas que carregavam suas inclinações para uma nova reformulação do cinema moderno em suas próprias identidades, parecem ter sido esquecidas por Alfredson nessa nova investida: Boneco de Neve já começa de uma forma insípida – um prólogo desnecessário e picotado que não segue uma linha de raciocínio lógica e opta pela criação forçosa de elementos catárticos, os quais não funcionam nem um pouco bem.

A falta de condução e o desprezo por uma decupagem envolvente e que nos aproxime mais da realidade do filme é contínua e não parece mudar até os momentos finais. A concepção imagética é completamente posta de lado, e nem mesmo o roteiro assinado por Peter Straughan consegue salvar esse fiasco, desenrolando-se a partir de uma construção que preza pela trama principal em detrimento dos protagonistas e das subnarrativas – as quais, dentro de um cosmos de suspense e mistério, são essenciais para o endossamento de conexões com o público e entre os personagens. Nem mesmo o detetive Harry Hole (Michael Fassbender) nos consegue manter presos o suficiente dentro do mistério principal, e olha que, no universo narrativo, sua psique e personalidade são extremamente humanas e perscrutadas por erros e arrependimentos.

Não é possível nem mesmo discorrer sobre a real trama do filme, porque ela basicamente não existe. Em essência, Hole deveria desenterrar casos antigos sobre mulheres desaparecidas e traçar um paralelo entre os eventos do passado com os recentes acontecimentos. Entretanto, quem assegura que o corpo de investigadores da cidade de Oslo não abandone esses casos há muito arquivados é a inspetora Katrine Bratt (Rebecca Ferguson), cuja linearidade em cena é, por falta de outra palavra, insuportável. Ao invés de seguir um resquício dos inúmeros e icônicos coadjuvantes das histórias de mistério – como Dr. Watson ou Robin Venetia -, ela mais se aproxima de Dakota Johnson na franquia Cinquenta Tons de Cinza’ que de alguém que realmente utiliza de suas habilidades para resolver os crimes.

De forma geral, cada um dos protagonistas mantém-se ao estereótipo do que representa na gama do gênero em questão. Nem mesmo Hole consegue afastar-se de seus problemas para enxergar com clareza ou para ligar os pontos deixados por um antagonista tão insosso quanto sua própria motivação. A fórmula mocinho-vilão mais uma vez é posta em xeque, mas nem ao mesmo deixa-se mascarar por um brilho momentâneo, preferindo se levar a sério e tornar-se um emaranhado de presunções que, eventualmente, não funcionam. Todas as revelações e os chamados “clímaxes” – que em momento algum trazem transformações irreversíveis para os personagens principais – são pautados em deus ex machina, uma resposta divina que magicamente aparece aos pés de alguém em desespero.

É claro que o conturbado passado de nosso protagonista seria desenterrado. Mas essa subtrama que revolve Hole não tem nem um pingo de seu real potencial explorado, primeiro pelo fato de todo o universo não ser convidativo ou envolvente em nenhum aspecto; segundo, porque simplesmente não há química. Mesmo que dentro de suas próprias superficialidades, os personagens funcionam bem (encerrados em si mesmos). Quando dependentes das ações dos outros, o confronto de personalidades extremistas e escrachadas não é harmônico e não se completa, deixando falhas imperdoáveis para o funcionamento da obra. Nem mesmo a versatilidade de Charlotte Gainsbourg como a ex-namorada do detetive, Rakel, consegue nos puxar de um abismo interminável de deslizes – e não culpo sua atuação, mas sim os diálogos autoexplicativos e grotescos.

O ápice desse épico desnecessário é, sem sombra de dúvida, Mathias. Interpretado por Jonas Karlsson, o antagonista da história tem uma motivação inescrupulosa e que se prova cômica com o passar dos atos, mesmo que tenha bases em um tema interessante – a negligência paternal e a polêmica do aborto. Entretanto, ele não é carismático, não tem um bom desenvolvimento, e seu desfecho não conversa com o arco da tragédia nem com o de redenção, visto que ele simplesmente encontra um fim muito mal arquitetado e que parece ter entrado como único modo de impedi-lo de continuar seus homicídios. E como se não bastasse, as pérolas do filme também contam com aparições de J.K. Simmons e Val Kilmer no que podemos chamar de um dos piores momentos de suas carreiras, dando vida a personalidade tão insossas quanto inúteis na trama.

Boneco de Neve é um filme forçado. Um produto melancólico e bruto que não faz jus à obra da qual deriva, mas que faz o público ficar com um pé atrás para conhecer o universo criado por Nesbo. Alfredson não apenas desencanta a todos com uma investida fracassada dentro do gênero de mistério, como também deixa à vista uma decadência iminente das adaptações literário-cinematográficas contemporâneas.

Chris Hemsworth se sentia muito DESCONFORTÁVEL com o visual de Thor em ‘Vingadores: Ultimato’

É um fato dizer que a saga Vingadores se tornou um grande evento da sétima arte contemporânea – e Vingadores: Guerra Infinita’, representou uma das entradas mais importantes do Universo Cinemático Marvel.

No longa-metragem, lançado em 2018 e dirigido por AnthonyJoe Russo, um general extraterrestre genocida chamado Thanos (Josh Brolin), preocupado com a escassez de recursos em um universo que sofre com a superpopulação e o desperdício, utiliza as Joias do Infinito para, em um estalar de dedos (literalmente), varrer metade dos habitantes do cosmos e deixando o time de super-heróis titular completamente desfalcado e no fundo de uma trágica derrota.

Na sequência,Vingadores: Ultimato’, somos transportados a um futuro próximo, ambientado cinco anos depois do Estalar de Thanos. Os heróis se aposentaram de suas funções: o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) se transformou em um vigilante brutal; a Viúva Negra (Scarlett Johansson) ainda lida com as estranhas logísticas e os problemas de infraestrutura das pessoas que desapareceram, unindo forças com a Capitã Marvel (Brie Larson) e Rocket Raccoon (Bradley Cooper); Capitão América (Chris Pratt) está conduzindo sessões de terapia; e Thor (Chris Hemsworth) se afundou em um ciclo de depressão em que descontava a frustração na comida e em videogames.

Todavia, é notável como a caracterização de Thor ocasionou uma série de zombarias dentro da narrativa e também nas redes sociais. Após o lançamento do filme, diversos roteiristas criticaram a produção em virtude das piadas de mau gosto e gordofóbicas às custas do personagem – mesmo que o Deus do Trovão seja um dos pivôs na luta contra Thanos no final do longa.

Em uma recente entrevista ao próprio site da Marvel, Hemsworth revelou que tinha um problema com o visual do personagem em ‘Ultimato’, apesar de não criticar o físico do herói ou temáticas similares. Na verdade, ele contou que se sentia muito desconfortável em usar a peruca, adornada com longos dreads.

Quando questionado se preferia Thor com cabelos mais curtos ou mais longos, o astro foi bem categórico em responder:

“Cabelo curto. Gosto daquele look com cabelo semi-dreadlock e barba e tudo mais, principalmente em [‘Ultimato’], mas esse foi o look mais desconfortável na história da minha carreira. Você tem cola no seu rosto e na barba, e então a peruca é colada. E há alfinetes e todo tipo de outras coisas. São uma ou duas horas extras de cabelo e maquiagem todos os dias, então é legal quando cortamos o cabelo de Thor no terceiro filme, porque eu poderia simplesmente entrar, colocar um pouco de maquiagem e ir direto para o set.”

Lembrando que o filme mais recente do herói foi ‘Thor: Amor e Trovão‘.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Dica | Comédias SATÍRICAS para ver nos streamings

A sátira é um gênero narrativo que existe há muitos séculos e que serve como uma exploração nada convencional da sociedade e de seus costumes – mergulhando tão fundo em exageros e tipos de personagens que não podemos deixar de nos divertimos com quebras de expectativas inesperadas e acontecimentos bizarros que servem como alerta e como aviso.

Não é surpresa que o cinema e a televisão tenham se tornado plataformas essenciais para a repopularização do gênero, que já vinha sendo delineado na literatura através de escolas como o Realismo e o Naturalismo. Nos últimos anos, por exemplo, tivemos incursões satíricas em produções como Unbreakable Kimmy Schmidt e The Good Place, ou até mesmo com o aclamado longa-metragem Triângulo da Tristeza.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com algumas comédias satíricas para você conferir nos streamings.

Confira as nossas escolhas abaixo:

UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT (2015 – 2019)

Onde assistir: Netflix

Unbreakable Kimmy Schmidt é uma das melhores séries de atualidade e partiu da mente genial de Tina Fey e de Robert Carlock. Ao longo de quatro temporadas, a produção estrelada por Ellie Kemper acompanha uma jovem garota que foi abduzida aos quinze anos por um pastor psicótico que dizia que o apocalipse era iminente. Entretanto, após ser resgatada, ela descobre que o mundo ainda existe e, tendo passado boa parte da vida em cárcere, Kimmy aprende a navegar pelo caos da Nova York através de sua perspectiva única e de uma personalidade completamente apaixonante – e oferecendo reflexões maravilhosas sobre as intricadas engrenagens da sociedade.

THE GOOD PLACE (2016 – 2020)

Onde assistir: Netflix

Facilmente uma das comédias mais inteligentes das últimas décadas, The Good Place esquadrinha uma das questões que servem como motivação para praticamente qualquer indivíduo: o além-vida. A trama acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), que é enviada por engano ao “Lugar Bom” (ou seja, uma versão mais palpável do que encararíamos como o Paraíso). Para não ser pega por Michael (Ted Danson), o arquiteto da vizinhança onde Eleanor e os outros moram, ela se alia ao professor de ética Chidi (William Jackson Harper), sua suposta alma gêmea, para ajudá-la a se tornar uma pessoa melhor e fazê-la merecer o lugar que, de certa forma, usurpou inconscientemente.

TRIÂNGULO DA TRISTEZA (2022)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Com direção de Ruben Östlund, a hilária sátira político-social Triângulo da Tristeza ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e permanece como uma das melhores iterações do gênero – discorrendo sobre temas como privilégio, influência social, egolatria e superficialidade. A trama é centrada em um navio de cruzeiro para os super ricos que afunda, deixando alguns sobreviventes, incluindo algumas celebridades da moda, presos em uma ilha. E é a partir daí que a narrativa ganha níveis absurdos e envolventes, acompanhada de divertidas incursões que arrancam risos nervosos do público.

NÃO OLHE PARA CIMA (2021)

Onde assistir: Netflix

Não Olhe para Cimaé centrado em dois astrônomos chamados Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) que descobrem um perigoso meteoro a caminho da Terra – e com potencial de destruição gigantesca. Em uma corrida para alertar as autoridades responsáveis, Randall e Kate enfrentam um controverso negacionismo por parte da presidente dos Estados Unidos, Janie Orlean (Meryl Streep), a superficialidade da mídia mainstream e o levante inexplicável de pessoas que simplesmente escolheram não acreditar na destruição iminente. E, apesar de alguns solavancos espalhados pela longa produção (que quase esbarra nas duas horas e meia de duração), o resultado é divertido, bizarro e sincronizado com a proposta que adota desde os minutos de abertura.

PALM ROYALE (2024)

Onde assistir: Apple TV+

Uma das produções mais recentes da Apple TV+ é a dramédia de época Palm Royale, estrelada e produzida por Kristen Wiig. Nessa deliciosa minissérie, que está em exibição na plataforma de streaming, acompanha uma nouveau riche que, a todo custo, tenta entrar para a alta-sociedade de Palm Beach através de um clube exclusivo para a elite local. Enfrentando diversos obstáculos no caminho, incluindo os próprios valores que defende, Maxine Simmons se desdobra em várias para tentar colocar as mãos na herança da tia de seu marido, que está prestes a morrer, à medida que angaria segredos locais para usá-los a seu favor e conquistar seu impiedoso sonho de ser alguém sem, de fato, precisar ser alguém.

‘Emily em Paris’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da 2ª parte da 4ª temporada!

A Netflix divulgou um vídeo compilando os hilários erros de gravação da 2ª parte da 4ª temporada de ‘Emily em Paris’.

Lembrando que a série já foi renovada para uma quinta iteração.

Confira:

Vale destacar que, no final do quarto ciclo, Emily acabou trocando os cenários parisienses pela Itália. No último episódio, Emily fez uma viagem romântica com o Marcello em Roma, onde acabou conquistando uma grande vitória para sua carreira profissional.

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Lily Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco também conta com Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!’), Lucas Bravo (‘Smartass’), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (’15h17 – Trem Para Paris’) e Bruno Gouery (Doc Martin).

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‘Queimando o Filme’: Comédia com Hero Fiennes Tiffin e Simone Ashley chega ESTA SEMANA ao streaming!

A comédia Queimando o Filme chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa, estrelado por Hero Fiennes Tiffin (‘After’) e Simone Ashley (‘Bridgerton’), chega à plataforma de streaming em 06 de março.

Relembrando o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“Nessa comédia romântica sincera, a fotógrafa batalhadora Pia (Simone Ashley) recebe uma previsão do futuro: seu amor verdadeiro será encontrado nos seus próximos cinco encontros. Com o casamento da sua irmã prestes a acontecer e sua família brincando de cupido, seu ex (Hero Fiennes Tiffin) reaparece e transforma sua vida em um caos”, diz a sinopse.

Luke Fetherston (‘Still Up’), Adil Ray (‘Citizen Khan’), Sindhu Vee (‘Matilda: The Musical’), Nikesh Patel (‘Four Weddings and a Funeral’), Anoushka Chadha (‘You’) e Phil Dunster (‘Ted Lasso’) completam o elenco.

Prarthana Mohan (‘The Miseducation of Bindu’) assume a direção, e Nikita Lalwani (‘Gifted’) assina o roteiro.

Diretor de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela por que o Fantasma Vermelho foi CORTADO do filme

No teaser trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, a Marvel Studios nos apresentou a uma breve sequência em que o lendário astro John Malkovich dava vida ao personagem Fantasma Vermelho.

À época, os espectadores não tinham ideia de que maneira ele se encaixaria na história e, eventualmente, o antagonista foi descartado do corte para os cinemas. Sabe-se, entretanto, que o Fantasma Vermelho ainda estava no filme durante as exibições-teste de maio; com base no feedback do público, a Marvel e o diretor Matt Shakman devem ter chegado ao consenso de que algo no personagem não estava funcionando.

Em conversa à Phase Hero, Shakman explicou a decisão:

“Queríamos captar a sensação da história. Queríamos que esses personagens parecessem vividos. Queríamos que a cidade parecesse habitada. Esta é uma família de verdade, e eles estão fazendo isso há quatro anos. Parte disso foi mostrar tudo o que eles fizeram ao longo do caminho”.

“Construir a Fundação Futuro, derrotar o Fantasma Vermelho, o Pensador Louco, o Homem-Toupeira… Foi parte da construção da história deles, para que pudéssemos entrar e vê-los mudar como família quando uma criança é apresentada”, ele continua. “Tínhamos uma cena de abertura que envolveu muita ação sobre o Fantasma Vermelho. Tivemos uma atuação incrível de John Malkovich. Era simplesmente muito material quando tentávamos chegar àquele momento atual em que o mundo deles muda e a chegada de Franklin se torna iminente. Tínhamos o Fantasma Vermelho tentando roubar um foguete com seus macacos, Reed tentando derrotá-lo e enganando-o. Eram muitas coisas divertidas. Usamos trechos disso naquela montagem, onde você vê que ele está chutando um dos Super-Macacos na água”.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Há certos filmes que, ainda que não tenham se provado um sucesso de crítica e às vezes nem mesmo de público, se tornam clássicos cult inesperados que ganham expressiva apreciação por parte dos fãs com o passar dos anos. E esse foi o caso de Anaconda, thriller de ação e de aventura que chegou aos cinemas em 1997 e que trouxe nomes como Jennifer Lopez, Jon Voight e Ice Cube às telonas. Acompanhando um grupo de documentaristas que, em meio às filmagens na grandiosa Floresta Amazônica, se vê caçado pela gigantesca e mortal cobra que empresta seu nome ao título.

O longa-metragem logo se transformou em uma franquia que perdura até os dias de hoje – com o mais recente deles chegando aos cinemas nacionais no próximo dia 25 de dezembro (uma data curiosa para o lançamento, mas que oferece algo alternativo àqueles que não desejam assistir às costumeiras produções de fim de ano). Mas de não se enganem: Anaconda não é o que você imagina e funciona como uma despojada e insana história de comédia e aventura que constrói um universo metarreferencial recheado de easter eggs e participações especiais que reiteram a popularidade da narrativa original. E, apesar dos múltiplos deslizes, o projeto funciona dentro do esperado e não se levando a sério demais para se transformar em algo vergonhoso.

A nova versão é comandada por Tom Gormican, conhecido por seu trabalho na explosiva trama do subestimado ‘O Peso do Talento’ e no divertido ‘Um Tira da Pesada 4’, e é centrada em uma equipe cinematográfica que deseja recuperar um antigo sonho de infância e rodar um reboot do clássico Anaconda. Dessa forma, quando o ambicioso e sonhador Griff (Paul Rudd) consegue os direitos intelectuais da franquia, cabe a Doug (Jack Black) reunir seus amigos de longa data para uma viagem às terras brasileiras para começar a produção do filme – que incluem o avoado Kenny (Steve Zahn) e a adorável Claire (Thandiwe Newton).

Quando o grupo chega à Amazônia, eles se encontram com Ana Almeida (Daniela Melchior), que se apresenta como filha do capitão do barco que alugaram para as filmagens, e com o especialista em cobras Santiago Braga (Selton Mello), que empresta sua anaconda de estimação para servir como a antagonista titular do reboot. O problema é que as coisas não saem como o planejado e, em meio às conturbadas gravações, eles cruzam caminho com uma serpente gigantesca e perigosa que os caçará até que não sobre mais ninguém.

Como podemos ver, a narrativa acompanha de perto as incursões do filme original, mas mergulhando-a em uma hilária comédia de erros que não poupa esforços para uma metalinguagem incisiva e bastante categórica. Afinal, o esqueleto do projeto arquitetado por Gormican, que coassina o roteiro ao lado de Kevin Etten, já demonstra as camadas que serão exploradas em pouco menos de 100 minutos de tela: seja o fato de Griff e Doug liderarem uma equipe fílmica, seja com autocríticas pungentes que os próprios executivos da Sony Pictures aprovaram em uma tentativa de aproximação do público, as engrenagens movem-se sem muita dificuldade, por mais que não apresentem nada de novo ao gênero.

Apesar dos aspectos técnicos e artísticos não fugirem muito das obviedades conhecidas – tanto com a direção expansiva e melodramática para guiar os arcos dos personagens, quanto com uma fotografia que pouco a pouco nos envolve em um beco sem saída marcado por destruição, fogo e sangue -, a ideia aqui não é “reinventar a roda”, e sim promover uma abordagem diferente a uma franquia que se tornou favorita entre os espectadores. Em outras palavras, é notável como Gormican tem plena ciência do que está fazendo e abre espaço para uma despretensiosa incursão que entrega o que esperamos sem se estender muito mais do que deveria.

As fórmulas também acompanham os diálogos, sendo ofuscadas por um interessante trabalho do elenco: Rudd e Black, veteranos dentro da comédia, se divertem com personagens propositalmente estereotípicos das obras do gênero e aproveitam algumas brechas para trazer uma certa profundidade emocional que traz ritmo e dinamismo; Newton e Zahn têm seus respectivos momentos para brilhar, provando serem boas adições à trama; e Mello, que reafirmou sua inegável versatilidade performática com os recentes ‘Ainda Estou Aqui’ e ‘O Auto da Compadecida 2’, é um dos principais escapes da produção e nutre de uma ótima química com o restante do elenco.

Anaconda é um reboot autoconsciente o suficiente para nos tirar boas risadas, fugindo de possíveis investidas vaidosas e aproveitando os incontáveis clichês para construir uma história prazerosa e que tem o único objetivo de nos entreter – e que, apesar dos equívocos, encontra sucesso exatamente nisso.