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‘Firefly’: Nathan Fillion e Alan Tudyk se reúnem em foto; Confira!

Os atores Nathan Fillion e Alan Tudyk, colegas de elenco da clássica série sci-fi ‘Firefly’, fizeram uma pequena reunião de elenco em uma nova foto.

Publicada na conta do Facebook de Fillion, a imagem traz a dupla recriando seus papéis, com Tudyk assumindo a “nave espacial”, como fazia na produção, em que ele interpretava o piloto Walsh.

Confira:

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Homem-Aranha golpeia Thanos em comercial para TV

Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um novo comercial para TV, que traz o amigo da vizinhança, Homem-Aranha, golpeando o vilão Thanos.

Assista:


Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘The Marvelous Mrs. Maisel’: Rachel Brosnahan triplica salário para terceira temporada

A série de sucesso ‘The Marvelous Mr.s Maisel’ iniciou a temporada de premiações conquistando prêmios nas principais categorias, pelo segundo ano consecutivo.

E após as inúmeras conquistas de Rachel Brosnahan como intérprete da personagem homônima, seu trabalho está sendo ainda mais valorizado, com um aumento generoso em seu salário.

Segundo o portal Deadline, a atriz vai mais que triplicar seu pagamento, recebendo cerca de US$ 300 mil por episódio. Rachel, pouco conhecida antes da série da Amazon, recebia um salário relativamente menor em relação aos seus colegas de elenco. A atriz possui em seu currículo uma excepcional participação especial em ‘House of Cards‘, seu maior crédito na TV até então. Sua atuação na época lhe rendeu uma indicação ao Emmy Award.

Além dela, o veterano Tony Shalhoub teve um aumento significativo em seu salário. O ator, que possui uma longa filmografia e já conquistou três Emmy Awards, receberá cerca de US$ 250 mil por episódio, a partir da terceira temporada.

 

 

A produção de Amy Sherman-Palladino, mesma criadora de ‘Gilmore Girls‘, tem sido elogiada por sua abordagem vanguardista, em meio a um cenário e uma década onde as mulheres eram tratadas apenas como donas de casa e tinham um certo estereótipo de perfeição a suprir.

Em ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, a personagem homônima, vivida por Rachel Brosnahan, é uma esposa e dona de casa dos anos 50, que descobre um amor e talento inveterado pela comédia stand-up. Contrariando tudo e todos, ela decide encarar o desafio, com divertidas apresentações em um pub em Nova York.

Fã do Homem-Aranha em quarentena desenvolve teia de aranha; Confira!

Um habilidoso fã do Homem-Aranha está aproveitando o seu tempo disponível durante o período de reclusão social para uma atividade bem peculiar.

Fantasiado como o próprio Amigo da Vizinhança, ele decidiu sair de casa e construir sua própria teia de aranha caseira, em cima de um estabelecimento comercial.

O momento foi flagrado por um jornalista nas ruas de Toronto.

Confira o vídeo:

‘Luca’: Nova animação da Pixar ganha seu BELÍSSIMO primeiro trailer; Asissta!

A aguardada animação da Disney/Pixar ambientada na Riviera Italiana, intitulada ‘Luca‘, ganhou o seu primeiro e belíssimo trailer.

No trailer, dois amigos saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens italianas, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades.

Assista:

A produção é uma história de amadurecimento sobre um garoto que compartilha aventuras na Riviera Italiana com seu novo melhor amigo. Mas um segredo sombrio sobre sua verdadeira identidade pode ameaçar esse vínculo.

Segundo o diretor do longa, Enrico Casarosa, a animação mistura elementos da sua história, enquanto crescia em Genoa, trazendo fragmentos que fazem referência à ‘A Pequena Sereia‘ e aos trabalhos do lendário cineasta Hayao Miyazaki.

Recentemente, Casarosa (‘La Luna‘) refletiu sobre o teor da trama:

“Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera Italiana, onde eu cresci, mas por celebrar o valor das amizades de infância. Essa fase geralmente define o caminho que seguimos em nossas vidas e que tipo de pessoas vamos nos tornar, ‘Luca‘ fala exatamente sobre isso. Além da beleza e do charme do litoral italiano, o filme apresenta uma aventura inesquecível que mudará a vida do protagonista e do público.”

O longa está programado para chegar aos cinemas em 18 de junho deste ano.

Crítica | Ainda Estou Aqui: Romance da Netflix com Joey King mira em Ghost, mas acerta na cafonice

Ainda Estou Aqui até possui boas intenções ao trazer uma abordagem a la amores desafortunados, onde um casal teoricamente perfeito e destinado para a longevidade é separado por uma terrível tragédia. Mas entre as inúmeras e enfadonhas referências a Ghost – Do Outro Lado da Vida e uma trama um tanto piegas, o que poderia ser um fofo e apaixonante romance teen se transforma em quase duas horas de cafonices, melodramas e um clímax exagerado demais para nos importarmos.

E o diretor Arie Posin e o roteirista Marc Klein até possuem boas intenções com o novo original da Netflix. Mas ainda que a dinâmica entre Joey King e Kyle Allen até possua o seu valor, nada no drama romântico é verdadeiramente substancial para fazer com que a trama seja marcante. Com seu primeiro ato se desenvolvendo bem, com bastante dinamismo e momentos que naturalmente levarão o público juvenil a suspirar, o longa se perde ao trazer elementos sobrenaturais exagerados e até mesmo bregas. Tentando se espelhar na fórmula brilhantemente criada por Ghost, o filme não nos convence de sua abordagem espiritualizada e a desenvolve sempre por uma perspectiva mais caricata e absolutamente inverossímil.

Explorando os clichês do gênero de forma cansativa, o drama ainda apresenta uma sidekick bem estereotipada e vazia, cujo efêmero arco é meramente uma demonstração de virtude da cartilha progressista – mas que pouco agrega à trama. Apresentada como uma caricatura, Shannon (Celeste O’Connor) facilmente poderia ser extinguida da narrativa, mediante alguns ajustes de roteiro. Sem qualquer tipo de identificação direta com a audiência, a personagem carrega frases de efeito frequentemente replicadas nos mais recentes filmes teens e embora seja um suposto alívio cômico, a falta de profundidade e de sacadas elaboradas a tornam um estorvo para a protagonista principal.

Trazendo um clímax exagerado e ultra melancólico, Ainda Estou Aqui não consegue ir além da superfície. E embora aborde um tema tão importante, que são as fases do luto, Joey King e sua sofrência passam mais de uma hora no estágio de negação, em um roteiro que anda em círculos a maior parte do tempo – criando memórias excessivas entre o casal, a fim de aumentar o grau de empatia e reconhecimento na audiência. Ainda assim, é inegável que o charme da dupla King-Allen é cativante aos olhos pueris e juvenis. E ainda que não seja o tipo de drama que A Culpa é das Estrelas e O Maravilhoso Agora conseguiram lindamente ser, Ainda Estou Aqui consegue encontrar um lugar aconchegante nos corações mais jovens, embora seja inadvertidamente esquecível.

Documentário da Netflix ESCANCARA o perigo das redes sociais

Os debates na internet são intensos seja por conta da pandemia da Covid-19, seja sobre as queimadas em nossas florestas e reservas naturais. Será, entretanto, que ponderamos sobre os meios pelos quais realizamos essas ações? Qual foi a última vez que você questionou suas atividades na redes sociais? Aliás, você sabe quanto tempo passou conectado ao seu celular ou computador na última semana? Essas são algumas das questões motivadas pelo documentarista Jeff Orlowski em O Dilema das Redes (The Social Dilemma), lançado pela Netflix em setembro. 

Se o assunto já chama atenção, o documentário impressiona pelas ótimas imagens e a construção de uma simulação do cotidiano familiar para alimentar os discursos dos diversos profissionais das redes sociais, pesquisadores e cientistas sobre o nosso relacionamento com essas mídias. Encabeçado por Tristan Harris, ex-designer da Google Inbox, a obra é objetiva e original por trazer as próprias cabeças por trás do sistema para depor sobre a transformação de uma ferramenta útil para uma máquina de manipulação.

Além da Google, estão presentes os representantes do Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, entre outros aplicativos e navegadores dispostos a analisar como o seu trabalho começou de uma maneira, mas tomou outras formas a partir da monetização das redes. Até mesmo o primeiro investidor do Facebook, Roger McNamee, mostra-se preocupado com o encaminhamento das informações manuseadas pelas redes. Se por um lado, o discurso sobre o armazenamento de dados circula pela internet, por outro, como esses dados são manipulados e usados contra nós ainda é um tema ignorado pela maioria. 

Para expandir a nossa reflexão, Jeff Orlowski personifica o usuário, por meio do adolescente Ben (Skyler Gisondo) e sua família, assim como a Inteligência Artificial (Vincent Kartheiser, da série Mad Men). Com depoimentos compreensíveis dos criadores dessas ferramentas, é possível visualizar exatamente como eles mesmos tentam de todas as formas afastar-se da tóxica atmosfera das redes sociais. Os próprios não permitem nenhum tempo de tela aos filhos, eles desativam notificações de redes e limitam o seu tempo com a internet, mesmo em relação ao trabalho. 

 

Com dados sobre o crescimento vertiginoso dos casos de suicídio e automutilação das adolescentes norte-americanas a partir de 2010, O Dilema das Redes aponta consequências reais desse novo vício, comparando-os à injeção de drogas e também o maior número de operações cirúrgicas e depressão entre jovens. O protagonista Ben é como um estudo de caso sobre como a inteligência artificial opera em relação ao indivíduo para mantê-lo conectado a maior parte do tempo possível. 

Por essas e outras razões, a vida parece ter mais cor nas telas dos smartphones, já que uma inteligência utiliza todas as informações de buscas do Google, por exemplo, para criar um ambiente ideal para cada indivíduo. Ou seja, o match no Tinder não é por acaso, as notícias que lemos não são as mesmas que os nossos pais e as buscas de suas pesquisas também diferem de acordo com a sua localidade. 

Saber os detalhes da engrenagem vai nos afastar desses aplicativos? Não é essa questão, ao menos não para todos. Em contrapartida, o cientista social Jaron Lanier escreveu o livro Dez Argumentos Para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais (2018) e defende o resoluto distanciamento desses aplicativos. Outros cientistas, como Anna Lembke, do departamento médico dedicado a vícios da Universidade de Stanford, acreditam que como qualquer outra substância as redes causam uma dependência cerebral, mas é possível olhar com otimismo para a resolução de uma “cura” em breve. 

Cineasta dos belíssimos documentários Chasing Ice (2012) e Chasing Coral (2017), Jeff Orlowski não quer apenas apontar problemas, ele indaga por soluções, prismar e previsões para as nossas relações como esses aplicativos. Um deles de forma expositiva é a consciência sobre o modus operandi. Tristan Harris pondera como a ferramenta deixou de considerar utensílio no momento em que a comparação de podemos usá-la quando precisamos não cabe mais, já que existe uma intensidade de uso desnecessário e comprometedor à saúde pessoal.

Dentro dessa perspectiva, ainda como funcionário da Google em 2013, Harris distribui entre os colegas um manifesto intitulado “A Call to Minimize Distraction & Respect Users’ Attention” (em tradução livre, Um Chamado para Minimizar Distrações e Respeitar a Atenção dos Usuários). O documento sugeria as grandes Google, Apple e Facebook a assumir a responsabilidade de não induzir que os seres humanos passassem os seus dias enterrados nos smartphones. De lá para cá nada mudou, no entanto, Harris passou a comandar um centro de tecnologia humana. 

Seus estudos agora estão concentrados na manipulação da mente humana por meio da tecnologia. O processo este que afeta as eleições democráticas, os exemplos das Filipinas, Estados Unidos e Brasil aparecem no documentário. Em outras palavras, passar o dia nas redes sociais não é mais uma questão de entretenimento. Um aprofundamento sobre esta questão é abordada nos documentários Privacidade Hackeada (2019), da Netflix, e After Truth: Disinformation and the Cost of Fake News (2020), da HBO

Com uma linha de narrativa envolvente e responsavelmente alarmante, O Dilema das Redes provoca uma reflexão interna da nossa conexão como indivíduo, cidadão e funcionário com as redes sociais. Na jornada de Ben, a manipulação exercida pela inteligência artificial brinca com suas fraquezas e sentimentos. Quantas vezes o seu humor mudou por conta de algo visto nas redes sociais? Durante os créditos, os entrevistados dão conselhos para lidar com as redes; preste atenção e, quem sabe, ponha-as em prática.  

‘Perdidos no Espaço’: Remake da Netflix ganha data de estreia; Veja trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do remake de ‘Perdidos no Espaço‘, junto com sua data de estreia, prevista para 13 de abril. Assista:

Confira a galeria:

A mais nova contratação é Ignacio Serricchio, de ‘Bones‘, como Don West, um dos personagens principais.

A primeira temporada terá dez episódios, que chegam a Netflix em 13 de abril de 2018.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TV.

Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Situada no ano de 1997, a série original mostra a Terra em crise, como um planeta superpopulado. Diante do cenário crítico, a família Robinson é a primeira escolhida para colonizar outro planeta, o Alpha Centaury.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

Porco-Aranha estará em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’

A animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ contará com as participações do Porco-Aranha, o Homem-Aranha Noir e Penny Parker. A confirmação veio através dos produtores na San Diego Comic-Con.

O Porco-Aranha terá a voz do comediante John Mulaney. Enquanto a Penny Parker é interpretada por Kimiko Glenn, de ‘Orange is the New Black’, e o grande Nicolas Cage dá vida ao Homem-Aranha Noir.

Nos quadrinhos, o hilário Porco-Aranha é ninguém menos que Peter Porker, uma aranha que morava no laboratório de uma porca cientista meio desastrada. Em um experimento com radiação ela acidentalmente mordeu a aranha e os dois se juntaram em um suíno.

Além disso, o filme ganhou uma nova imagem, que traz o herói lutando contra o vilão Duende Verde.

Confira:

O ator John Krasinski dublará Peter Parker e Tom Hardy será Venom, reprisando o papel que ele estrela na versão live action do vilão. De acordo com as fontes, ambos os atores já estiveram no estúdio para gravar suas vozes para a animação.

Na trama de ‘Aranhaverso’, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales (Shameik Moore).

Phil Lord e Chris Miller, diretores de ‘Uma Aventura Lego’ e dos dois ‘Anjos da Lei’ – e que foram demitidos de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ – são os produtores.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ estreia 14 de dezembro de 2018.

 

‘Mulher-Hulk’ | Último episódio chuta o balde com easter eggs e a melhor quebra de quarta parede do MCU

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

O último episódio da série da Mulher-Hulk é uma das melhores coisas que a Marvel fez nesses últimos anos. Brincando com a metalinguagem e o artifício da quebra da quarta parede, a equipe criativa conseguiu encerrar o arco da protagonista de uma forma muito criativa e satisfatória, deixando Jennifer Walters (Tatiana Maslany) prontinha para brotar aleatoriamente em uma das próximas produções do MCU. Mas se teve algo tão grande quanto esse episódio foi a quantidade absurda de easter eggs e referências que ele trouxe.

A cena inicial já faz uma referência ao seriado do Hulk dos anos 70. Além de tirar sarro dos bordões e do jeitão característico da produção estrelada por Lou Ferrigno, como Jen olhando para a tela e dizendo o clássico: “você não vai gostar quando eu ficar zangada”, essa paródia acaba explorando a metalinguagem da situação, já que a Mulher-Hulk surge nos quadrinhos por pura e espontânea pressão dos executivos, que temiam que, dado o sucesso da série do Hulk, a concorrência criasse uma “Mulher-Hulk” para explorar a popularidade. Então, para garantir os direitos sobre o nome, Stan Lee pegou a missão de criar a “Selvagem Mulher-Hulk”.

O episódio continua e traz algumas referências aos mutantes. Enquanto tenta lidar com uma forma de processar os lerdões por trás da Inteligência, Jen acaba sendo presa e condenada a usar o inibidor de poderes para poder deixar a cela. O interessante é que essa história de inibidor é praticamente um protótipo para as ferramentas de controle de mutantes que a Marvel deve introduzir no futuro junto aos X-Men. De volta ao lar de seus pais, Jen monta um quadro para investigar as pistas que reuniu sobre a organização dos excluídos. E um dos símbolos que aparecem nesse quadro é o do Mandril, um mutante cuja habilidade especial é controlar feromônios, e como vocês devem imaginar, ele não usa seus poderes para o bem. Agindo supostamente como um “macho alfa”, ele não respeita mulheres e adolescentes, sempre tentando controlar suas mentes para que façam suas vontades. Há de se convir que combina bastante com os desejos dos membros dessa comunidade.

Se sentindo sozinha, Jen vai para o retiro do Abominável (Tim Roth), onde a Inteligência está fazendo uma convenção para falar mal da Mulher-Hulk e de outras mulheres do MCU, como a Lady Thor (Natalie Portman), o que provavelmente situa essa série antes do final de Thor: Amor & Trovão (2022). Os amigos de Jen descobrem isso e Pug, por ser homem, acaba se infiltrando no evento, onde ele acaba agindo como um babaca e termina sendo acolhido pelos membros. É nessa sequência que a série revela que o responsável pela organização era aquele playboy metido que tentou sair com a Jen duas vezes na série e não conseguiu por ter um papo mais chato que o filme dO Incrível Hulk. Então, a Mulher-Hulk chega ao galpão e o líder da Inteligência revela que pegou seu sangue para conseguir “merecidos poderes”. Funcionando como um tipo de “Soro do Supersoldado”, o sangue de Jen o transforma num Hulk meio batata das ideias. Para piorar, a Titânia (Jameela Jamil) e o Hulk (Mark Ruffalo) aparecem do nada, tirando completamente o foco da protagonista, que protesta e usa seu melhor superpoder: a quebra da quarta parede.

E isso é uma das coisas mais fantásticas de todo o MCU. Ela assume novamente que está em uma série e simplesmente “quebra” a home do Disney+, procurando uma forma de resolver o problema direto na fonte. Jen buscou o Assembled, que é uma série de bastidores das produções da Marvel, e foi tirar satisfação desse final genérico com a equipe de direção e roteiristas. Esse momento lembra muito o final de Deadpool Massacra o Universo Marvel, em que, após matar os principais heróis daquela linha do tempo, o mercenário tagarela atravessa as páginas da HQ e vai atrás dos quadrinistas que estavam escrevendo suas histórias.

A equipe criativa diz que concorda com as reivindicações de Jen sobre os rumos do final, mas que não pode fazer nada, porque quem decide essas coisas é o Kevin, dando a entender que é o CEO do Marvel Studios, Kevin Feige.

E aí, subvertendo as expectativas, Jen quebra meia dúzia de seguranças no soco e chega até o Kevin (interpretado pelo Kevin Feige), que é um robô ao melhor estilo HAL 9000. Mas o que mais me pegou aqui foi a piada máxima com o chefão da Marvel. Apelidado pelos fãs de “Zé Boné”, Kevin Feige tem a coleção de bonés mais incrível do mundo, já que ele nunca sai de casa sem um deles. Então, a série foi lá e deu um jeito se tacar um bonezão na “cabeça” do robô. Bom demais.

Ele explica que entende como ninguém o algoritmo do entretenimento, fazendo produtos moldados perfeitamente para agradar aos fãs, uma referência nada sutil à Fórmula Marvel. Jen aproveita e diz que algumas pessoas criticam isso, porque deixa todos os filmes iguais – o que quase dá tela azul no robozão.

E antes de começar a fazer suas exigências, Jen recebe um recado maravilhoso: “vá para sua forma humana, é muito caro ter você como Mulher-Hulk”. Essa piada com o CGI da série, que foi constante alvo de críticas, foi ridiculamente bem-feita. Enfim, como Jennifer Walters, a protagonista começa a descer a lenha no roteiro genérico do episódio final e como ele era apressado e ruim, já que socava um monte de personagens, criava um novo Soro do Supersoldado DE NOVO e tirava o foco do desenvolvimento de sua vida. E cansada de tanto ser humilhada, ela faz suas exigências de como resolver esse episódio e conseguir uns refrescos na vida. Com suas demandas praticamente todas atendidas, ela questiona o Kevin do motivo dos personagens do MCU terem tantos problemas paternos e praticamente não fazerem sexo. E o mais importante: ela perguntou quando veríamos os X-Men. Depois de tantas referências aos mutantes nesta série, terminar com a protagonista fazendo essa pergunta para o chefão foi sensacional. Claro que o Kevin desvia do assunto e manda ela de volta para casa.

Com seus problemas resolvidos na base da canetada, Jen retorna, manda o líder da Inteligência para a cadeia e, na frente das câmeras, não agride o zé mané, mas o notifica de que ele será processado. Isso passa uma mensagem de autocontrole para a imprensa. E então, caído literalmente do céu, o Demolidor (Charlie Cox) aparece para participar da porrada. Só que ele chega atrasado, fazendo com que Jen tenha um tempo livre com seu deficiente visual favorito. Assim, ela o apresenta para sua família durante um almoço, quando…

Bruce Banner aparece do espaço com uma surpresa: o Hulk fez um boneco durante seu período em Sakaar. E provando que a calvície é um problema universal, o jovem Skaar aparece, provavelmente garantindo mais um membro para um futuro filme ou série dos Jovens Vingadores. O episódio termina e a cena pós-créditos mostra o Abominável novamente na prisão, até que o Mago Supremo, Wong (Benedict Wong), aparece para buscá-lo para outra missão, com grandes chances de estar garantindo a maior reunião de coadjuvantes da história: Os Thunderbolts.

Foi uma grata surpresa, encerrando perfeitamente a série e garantindo mais um caminhão de produções para o futuro do MCU. Esse último episódio conseguiu o que muitas produções não conseguiram, que foi zoar o público-alvo e ainda assim sair muito por cima. Fica agora a expectativa pela próxima aparição de Jen Walters e seus amigos.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.

 

Crítica | Uma Pitada de Sorte – Fabiana Karla em saborosa comédia romântica bem brasileira

Todo ator ou atriz sonha em estrelar seu próprio filme. E é sempre uma alegria para nós, espectadores, acompanhar a carreira de alguém que vem conquistando espaço e respeito na indústria de modo a, eventualmente, receber a oportunidade de realizar seu maior sonho. Esse momento chegou para a atriz Fabiana Karla, que essa semana estreia nos cinemas brasileiros seu primeiro longa como protagonista, a comédia românticaUma Pitada de Sorte’.

Pérola (Fabiana Karla) trabalha como ajudante de chef num importante restaurante no Rio de Janeiro. Moradora de Niterói, ela busca uma oportunidade de demonstrar suas habilidades ao chef (José Rubens Chachá), porém, ele é um homem tradicional, que só permite que seja servido aquilo que está no menu. Certo dia, quando o chef se ausenta e Diego (Iván Espeche), um ilustre chef de televisão, aparece no local junto com a produtora Margô (Regiane Alves), Pérola vê ali a oportunidade de apresentar uma criação sua, porém, seus planos são frustrados porque Margô não gosta de ser surpreendida. Ao saber do ocorrido, Diego demite Pérola, que decide esconder a informação da mãe, Gina (Jandira Martini), pois esta toca o negócio familiar de festas infantis e conta com a filha nas apresentações teatrais para os pequenos. Porém Fred (JP Rufino), seu destemido irmão mais novo, está decidido a mostrar todo o potencial da irmã para o mundo, por isso a inscreve em um concurso culinário televisivo, certo de que com isso ela conseguirá realizar seu maior sonho.

Há um ditado popular que fala que não existe sorte, mas sim estar preparado para quando a oportunidade aparecer na sua vida. ‘Uma Pitada de Sorte’ demonstra exatamente isso: a protagonista, não tivesse se preparado a vida inteira, teria recebido a oportunidade de sua vida e a teria desperdiçado. Ainda bem que não foi assim. Esse é um dos recados claros que o roteiro de Regiana Antonini, Álvaro Campos e Pedro Antônio Paes leva para seu público-alvo, e a história dialoga muito bem com o espectador brasileiro comum, trabalhador, que está no corre da vida: o mote é simples, leve e inspirador.

No início o filme lembra ‘As Férias da Minha Vida’, da Queen Latifah, mas ‘Uma Pitada de Sorte’ não tem o drama da produção estadunidense; ao invés, foca na inocência da protagonista para lhe conferir carisma e identificação com o público, que é muito bem passado por Fabiana Karla – que demonstra estar no caminho certo ao topar esse projeto como estreia no protagonista de audiovisual; seu talento para a comédia é tão grande quanto o seu talento para o romance.

Com direção de Pedro Antônio Paes, ‘Uma Pitada de Sorte’ é uma comédia romântica fofinha, bem brasileira, que mostra o perrengue dos sonhadores de cidade grande em viver num mundo de boletos. Filmada no eixo Rio-Niterói com um sotaque pernambucano e um clima empresarial paulistano, ‘Uma Pitada de Sorte’ trabalha um bocado de temas e tem história suficiente para se transformar em uma série. É o filme certo para desanuviar a cabeça dos problemas, mas fica o alerta: é também um filme que dá fome.

10 ótimos filmes brasileiros para assistir DE GRAÇA durante a quarentena

Em tempos de quarentena… é sempre bom lembrar: fique em casa! E diante disso, nada melhor do que uma vasta lista de alternativas do que assistir na TV e no streaming. Se você está ligado no CinePOP pôde conferir que nossa área de matérias está repleta de dicas sobre o que você pode assistir sem sair de casa.

Diante do cenário da epidemia do coronavírus, algumas plataformas da internet liberaram seus acervos para o público. E, melhor, alguns diretores e produtores também abriram mão temporariamente de seus direitos para disponibilizar suas obras online.

Assim sendo, fizemos uma seleção super especial de 10 filmes brasileiros que estão disponíveis de graça na internet. Temos de todos os tipos e para todos os gostos.

 

Meu Tio Matou um Cara (2004)

Onde assistir: Vimeo

Uma das produtoras mais respeitadas do país, a Casa de Cinema de Porto Alegre disponibilizou nada menos que 24 filmes, entre curtas e longas, em seu site oficial. Dentre os filmes, está a divertidíssima comédia Meu Tio Matou um Cara, de Jorge Furtado. A trama acompanha Duca (Darlan Cunha), um adolescente de 15 anos que recebe a notícia de que seu tio (Lázaro Ramos) foi preso após confessar um assassinato. Com o tempo, o garoto passa a desconfiar que o tio confessou o crime para salvar a casa de Soraya (Deborah Secco), sua namorada. Assim, Duca busca a ajuda de dois colegas da escola para tentar desvendar o crime e ajudar o irmão de seu pai. O elenco conta ainda com Ailton Graça, Sophia Reis, Júlio Andrade e Dira Paes.

 

Crítico (2008)

Onde assistir: Vimeo

Muito antes de se aventurar no mundo da ficção e brilhar com filmes como Bacurau e Aquarius, Kleber Mendonça Filho atuou como crítico de cinema no Recife. Ele realizou inúmeras entrevistas e coberturas de eventos, no Brasil e no exterior. Por anos, ele gravou conversas com diretores e críticos especializados. E daí nasceu Crítico, sua estreia em longas-metragens. O filme debate vários elementos da crítica cinematográfica, desde sua relação com o público às pressões e novas realidades do mercado. É uma opção bem interessante para quem pensa em seguir a trajetória como crítico. São vários depoimentos interessantíssimos. 

 

Central do Brasil (1998)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

O Telecine abriu os sinais por trinta dias por causa da quarentena. Diante disso, dá pra conferir uma lista ampla de filmes nacionais. Um dos destaques, é claro, é Central do Brasil, clássico dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Montenegro, Vinicius de Oliveira, Marília Pêra e Matheus Nachtergaele. Na trama, Dora é uma mulher que trabalha escrevendo cartas na Central do Brasil. Ela acaba encontrando o menino Josué, e embarca em uma viagem para ajudá-lo a encontrar o pai. O filme recebeu indicações ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz, mas acabou derrotado em uma clássica injustiça da Academia.

 

Tropa de Elite (2007)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)  

Dirigido por José Padilha, Tropa de Elite é um dos maiores fenômenos da história do cinema nacional. O primeiro filme acabou sendo vítima de pirataria antes mesmo da estreia, o que prejudicou o desempenho comercial, mas que ao mesmo tempo gerou um burburinho impressionante. O vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim retrata o dia a dia do BOPE, força policial do Rio de Janeiro. A trama acompanha a rotina de violência e corrupção na polícia carioca a partir dos olhos do Capitão Nascimento (Wagner Moura). O longa ganhou uma continuação que eleva ainda mais o debate político. As duas produções estão disponíveis no Telecine. 

 

Amor, Plástico e Barulho (2013)

Onde assistir: Vimeo 

Se você não se encantou ou se apaixonou por Maeve Jinkings cantando “Chupa que É de Uva”, você não sabe o que está perdendo. A cena é uma das mais marcantes de Amor, Plástico e Barulho, filme que é uma espécie de “A Malvada do brega”. O trama se passa na cena da música popular do Recife e acompanha Shelly (Nash Laila), uma jovem dançarina que sonha em ser cantora brega. Ela acaba desenvolvendo uma relação de admiração e rivalidade com Jaqueline (Jinkings), sua companheira de banda. A direção é de Renata Pinheiro.

 

Pixote – A Lei do Mais Fraco (1980)

Onde assistir: Spcine Play/Looke 

Clássico do cinema brasileiro dirigido por Hector Babenco, Pixote – A Lei do Mais Fraco foi premiado no Festival de Locarno e recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. A trama acompanha Pixote (Fernando Ramos da Silva), um garoto que foi abandonado por seus pais e luta para viver nas ruas. Com um passado de internações e presença em reformatórios, ele sobrevive de pequenos crimes, que vão aumentando com o tempo, a despeito de ter apenas. Além da grande atuação de Fernando, o longa traz as presenças marcantes de Marília Pêra, Jardel Filho, Beatriz Segall, Rubens de Falco e Elke Maravilha.

 

TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva (2016)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto) 

Lançada em 2016, a comédia TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva merecia muito mais reconhecimento do que recebeu. Antes dos sucessos com Lady Night e Choque de Cultura, Tatá Werneck e Daniel Furlan protagonizaram esta insana e inspiradíssima comédia romântica sobre uma atriz e influenciadora que vive uma crise pessoal num momento em que precisa manter as aparências de contos de fadas. Em meio ao lançamento de um livro (que ela não escreveu), acaba se envolvendo com um vendedor de uma livraria (Furlan) sem grandes perspectivas para a vida. Vera Holtz, Bruno Gagliasso e Luis Lobianco completam o elenco. A direção é de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic.

 

Bacurau (2019)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

Você já viu Bacurau??? Prêmio do Júri no Festival de Cannes e um dos maiores fenômenos do cinema e da cultura pop brasileira em 2019, Bacurau já está disponível no Telecine. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o longa acompanha o dia a dia da pequena Bacurau, comunidade no sertão de Pernambuco que acaba de perder uma de suas moradoras mais ilustres. Ao mesmo tempo, a chegada de estrangeiros ameaça a rotina dos habitantes do local. Importante, reflexivo e envolvente. Além de tudo, um entretenimento de primeira. Grandes atuações de Bárbara Colen, Thomas Aquino, Silvero Pereira, Udo Kier, Karine Teles e Sonia Braga

 

À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964)

Onde assistir: Spcine Play/Looke

À Meia-Noite Levarei Sua Alma é um clássico do cinema de horror dirigido pelo recém-falecido José Mojica Marins. A história acompanha o sádico e brutal coveiro Zé do Caixão, que sonha em ter um filho perfeito e fica obcecado em encontrar a mulher superiora para gerir a criança. Para isso, não se preocupa em matar todos que se coloquem na frente de seu plano. Foi a primeira aparição do Zé do Caixão nos cinemas. O Spcine Play está disponibilizando outros nove filmes do diretor, um ícone do terror nacional.

 

Que Horas Ela Volta? (2015)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

O sucesso dirigido por Anna Muylaert está disponível no Telecine. Estrelado por Regina Casé, Camila Márdila, Karine Teles e Lourenço Mutarelli, Que Horas Ela Volta? conta a história de Val, uma empregada doméstica que mora na casa dos patrões de classe média alta. Determinado dia, a filha de Val, Jéssica, chega em São Paulo para visitar a mãe e prestar vestibular. A presença da jovem na casa acaba abalando a relação da mãe com os patrões e a própria dinâmica entre estes. Trata-se de uma obra inteligente e envolvente, que discute as relações de trabalho no Brasil e as hierarquias entre domésticas e classe média.  

‘Coringa’: Joaquin Phoenix estampa novo banner promocional; Confira!

‘Coringa’ ganhou um novo banner oficial estampando Joaquin Phoenix como o Príncipe Palhaço.

Confira:

Lembrando que Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Home Before Dark’: Drama policial da Apple ganha trailer oficial; Confira!

‘Home Before Dark’, novo drama policial do serviço de streaming da Apple, ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira:

A série foi criada por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’).

O mistério é inspirado pelas reportagens da jovem jornalista investigativa Hilde Lysiak, contando a história de uma jovem moça que se muda do Brooklyn para a pequena cidade em que seu pai morava. Quando chega lá, sua necessidade de descobrir a verdade traz à tona um caso que cada morador (incluindo o pai) tentou enterrar.

Brooklynn Prince estrela. Jim SturgessAbby MillerLouis HertrumKiefer O’ReillyMichael WestonKylie Rogers e outros completam o elenco.

‘Home Before Dark’ estreia no dia 03 de abril.

‘Chemical Hearts’: Romance com Lili Reinhart ganha trailer COMPLETO; Confira!

A Amazon divulgou o primeiro trailer completo legendado do romance ‘Chemical Hearts‘.

Confira:

O romance será lançado no dia 21 de agosto.

Dirigido por Richard Tanne, o longa é baseado no livro ‘Our Chemical Hearts‘, escrito por Krystal Sutherland.

Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.

Lili Reinhart (‘Riverdale’) e Austin Abrams (‘Euphoria’) estrelam a produção.

‘Gucci’: Jeremy Irons será Maurizio Gucci no novo filme de Ridley Scott

Segundo o The Hollywood Reporter, o vindouro drama de assassinato ‘Gucci’ acrescentou mais um membro a seu elenco: Jeremy Irons (‘Watchmen’).

Irons dará vida a Maurizio Gucci, herdeiro da icônica maision Gucci. Em 1995, o estilista foi assassinado por um sicário e, pouco depois, sua esposa Patrizia Reggiani (Lady Gaga) foi declarada como culpada. O papel de Gucci iria, originalmente, para Robert De Niro.

MGM comprou o longa-metragem recentemente por três milhões de dólares e, segundo os estúdios, tem estreia prevista para 24 de novembro de 2021.

Ridley Scott comanda o projeto.

Adam DriverJared LetoAl PacinoRobert De NiroJack Huston e Reeve Carney completam o elenco.

A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.

Scott recentemente dirigiu a sequência ‘Alien: Covenant’ e a ficção científica ‘Perdido em Marte’. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado ‘Nasce Uma Estrela’, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.

‘Small Axe’: Antologia de Steve McQueen conquista 15 indicações ao BAFTA 2021!

Os indicados ao BAFTA TV 2021 foram revelados hoje (28) e a antologia fílmica ‘Small Axe’, criada por Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’), se tornou a produção mais nomeada da edição.

A obra foi relembrada em nada menos que 15 categorias, disputando por prêmios como Melhor MinissérieMelhor Ator para John BoyegaShaun ParkesMelhor Atriz para Letitia Wright Melhor Ator Coadjuvante para Malachi KirbyMichael Ward.

A premiação ocorre no dia 06 de junho.

Todos os filmes da antologia foram dirigidos e co-escritos por McQueen. Alastair Siddons Courttia Newland também assinam o roteiro.

A obra já está disponível na Amazon Prime Video.

A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais (, Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education) que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.

Letitia WrightJohn BoyegaMalachi KirbyShaun ParkesRochenda SandallAlex JenningsJack LowdenMichael Ward fazem parte do elenco.

‘Ms. Marvel’: Nova série do Disney+ ganha possível data de lançamento; Confira!

Segundo o perfil do Twitter @5150Aamrit, a aguardada série ‘Ms. Marvel’, estrelada por Iman Vellani, ganhou uma possível data de estreia.

O novo boato indica que a produção chegará ao Disney+ em fevereiro de 2022, confirmando os rumores anteriores do insider Matt Webb Mitovich.

Confira:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘Better Things’: Família Fox se despede no trailer oficial da 5ª e ÚLTIMA temporada; Confira!

O canal FX divulgou o trailer oficial da 5ª (e última) temporada da comédia ‘Better Things‘ será lançada.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 28 de fevereiro.

Confira:

A série foi criada por Louis C.K. e Pamela Adlon, que também estrela a produção.

Sam Fox é uma mãe solteira e atriz sem filtro que cria suas três filhas, Max, Frankie e Duke em Los Angeles. Ela também cuida de sua mãe, Phil, uma expatriada inglesa de capacidades questionáveis que vive logo do outro lado da rua. Seja ganhando a vida, navegando pelas vidas desafiadoras de suas filhas ou tentando ter uma dela mesma, Sam lida com cada desafio com amor feroz, honestidade crua e muito humor.

O elenco ainda conta com Mikey Madison, Hannah Riley, Olivia Edward e Celia Imrie.

‘Elvis’: Austin Butler e Olivia DeJonge contam como foi trazer Elvis e Priscilla Presley à vida [COLETIVA]

Em poucos dias, o público brasileiro poderá assistir à aguardada cinebiografia ‘Elvis’, que gira em torno do icônico Rei do Rock Elvis Presley, nas telonas. A produção, comandada por Baz Luhrmann e que traz Austin Butler no papel principal, narra a descoberta, a ascensão ao estrelato e a queda de Elvis no mundo do show business, escolhendo detalhes certeiros para tirá-lo do estigma de deidade intocável e torná-lo ainda mais humano.

Nas últimas semanas, o CinePOP teve a honra de participar de uma coletiva de imprensa com Luhrmann, Butler e o restante do elenco, que revelou alguns detalhes sobre a construção do longa-metragem e como cada um se preparou para seu respectivo papel na produção. Agora, trazemos para você a segunda parte da coletiva.

Butler faz um trabalho admirável ao interpretar Presley, transformando-se por completo e absorvendo cada trejeito e cada nuance vocal do artista – não é surpresa que ele tenha recebido aplausos por parte da crítica especializada e seja um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Quando questionado sobre como se preparou para o papel, o astro disse:

“Eu tive aqueles dois anos em que não fiz nada além de me obcecar, e foi algo que atiçava minha curiosidade sempre – e eu tive pessoas incríveis sempre me ajudando. Meu treinador de dialeto, meu treinador de canto, meu instrutor de luta, nós fizemos bastante trabalho e tento ser tão meticuloso o possível. Mas, no final do dia, tudo culmina em querer encontrar a humanidade dele. O que me fascinou mais foi afastá-lo do ícone, despi-lo das caricaturas e de seus figurinos, e descobrir quem era ele em quarto vazio, sozinho, no final do dia; como ele acordava toda manhã, como era sua vida íntima. E ele era um homem incrivelmente espirituoso”.

É apenas normal que ícones do mundo do entretenimento posem como um trabalho difícil a ser levados para adaptações cinematográficas e, por muitas vezes, deixar o personagem de lado não é muito fácil. Por exemplo, Lady Gaga ficou nove meses infundida em um sotaque italiano para interpretar Patrizia Reggiani em ‘Casa Gucci’, e Marion Cotillard mal podia se reconhecer ao viver Edith Piaf em ‘Piaf – Um Hino de Amor’. E parece que Butler também teve certa dificuldade em deixar Elvis de lado depois de interpretá-lo.

“E em relação ao fato dele ainda estar atado a mim… Várias coisas aconteceram, meu relacionamento com o medo mudou, por causa da quantidade de pressão que senti em todo esse processo. Foi uma responsabilidade imensa, um medo de que iria decepcioná-lo e decepcionar seu legado ou sua família ou até mesmo os fãs ao redor do mundo que o amam tanto. Mas, ao mesmo tempo, foi uma ótima lição, porque ele sentia medo, e houve momentos, quando como em 1968, em que a carreira dele estava por um fio, a vida dele estava por um fio. E eu podia me confortar no fato de que Elvis sentia medo e, mesmo assim, fazia coisas extraordinárias”.

Como já mencionado, o astro encarna com paixão invejável os trejeitos do Rei do Rock, desde as rendições vocais aos memoráveis passos de dança. E, considerando que Elvis teve uma mudança considerável em suas performances com o passar dos anos, Butler teve que estudar cada uma de suas fases a fundo.

“[Comecei a tentar imitá-lo] mais ou menos um ano e meio antes de começarmos a gravar. A princípio, você olha e parece impossível, vendo o tanto de filmagens que temos e o tanto de gravações de voz que temos. O que me deixou mais surpreso foi o quanto a voz dele mudou com o passar dos anos. Uma vez entre 1954 e 1956, depois em 1962, totalmente diferente, e em 1972 ele soa diferente de tudo, e em 1977, de novo. Você tem todas essas vozes diferentes e tem que entender como elas evoluem com o passar do tempo. Eu passaria um dia vivendo e o interpretando – e o pessoal tinha que me aturar. E por haver tantas caricaturas dele, eu dei o dobro de mim como se aquela fosse a minha vida, como se eu enxergasse através dele, e não cair em nenhuma dessas armadilhas – porque é bem fácil cair nisso”.

O ator também se recorda de um momento das filmagens em que ficou arrepiado e se emocionou – e que serviu de parâmetro para saber se estava fazendo um bom trabalho ou não:

“Eu fiquei encantado por alguns detalhes, sabe? Quando falamos do físico, de coisas faciais ao que ele faz em uma escala maior. O que importa é que tudo vem dos movimentos musicais e de quando ele está no palco. Não é uma coreografia, mas parece, porque você tem que aprender o ângulo da perna, o ângulo da mão… É a constante ida e volta. Mas quando falamos sobre fomos para Nashville, rodar as cenas na tenda gospel, quando Elvis entra naquela tenda, eu estava no meio dos trinta cantores gospel mais incríveis que eu já ouvi na vida. A primeira pessoa começou a cantar e eu fiquei arrepiado; e quando as vozes se juntaram, lágrimas correram pelos meus olhos. E todos começaram a bater os pés e eu senti o momento que Elvis também sentiu. No momento que eu não sentia aquilo, eu sabia que não estava certo”.

Além de Butler, Olivia DeJonge também entregou uma atuação espetacular como Priscilla Presley, à época esposa de Elvis. Mais do que isso, DeJonge conheceu Priscilla ao vivo e em cores – e aproveitou para contar como foi se encontrar com ela.

“A primeira vez que a conheci, nós estávamos indo ao Gala do MET e foi bastante animador, o prospecto de tê-la por perto. E, sim, eu a conheci, ela é amável e linda. Depois disso, ela veio nos ajudar nessa turnê. E é muito especial olhar nos olhos da mulher que você interpreta e tê-la de uma forma tão receptiva e gentil foi uma benção, porque com certeza poderia ter acontecido totalmente diferente”.

Ela continua, dizendo qual foi a parte favorita em levá-la às telonas: “minha parte favorita em interpretá-la foi se respaldar em sua empatia e sua feminilidade, foi uma belíssima lição de vida e uma honra interpretá-la”.

Quando questionada sobre o que vai levar do projeto, DeJonge disse:

“Bom… Acho que a flexibilidade e maleabilidade e ter a paciência em você mesma para seguir em direções que não pensava que iria seguir. E acho também que é uma enorme lição sobre confiança. Eu estava incerta, mas tive que aprender a relaxar, mergulhar de cabeça e realmente confiar na direção em que as engrenagens seguiam, sabe? Lembrar que tudo ia ficar bem”.

Por fim, a atriz rasgou elogios para Baz, dizendo que trabalhar com ele foi “incrível, obviamente”.

Lembrando que ‘Elvis’ chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de julho.

Os 22 Melhores Álbuns de 2022

2022 está chegando ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, já começamos a divulgar algumas listas com as melhores produções cinematográficas, televisivas e musicais do ano que passou.

Para tanto, elencamos os 22 melhores álbuns de 2022 – e garantimos que, assim como o cinema e a televisão, o cenário fonográfico também nos presenteou com algumas pérolas que merecem ser ouvidas pelos amantes da música.

Desde a magnum opus de ROSALÍA, que ascendeu a um dos melhores discos do século assim que lançado nas plataformas de streaming, até o aguardado retorno de nomes como Kendrick LamarBeyoncéFlorence + the Machine, montar a lista abaixo foi um trabalho complicado, mas tentamos fazer o nosso melhor.

Veja as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito e quem ficou de fora:

22. SOFIA CARSON, Sofia Carson

“Em momento algum o álbum tem o desejo de revolucionar o mercado fonográfico ou ousar para além do que consegue – mas não se enganem: o disco sequer chega perto de ser simplista; pelo contrário, a ousadia em questão dá as caras no momento em que Carson percebe que não precisa se desvencilhar das fórmulas, e sim utilizá-las a seu favor. A ideia aqui é buscar originalidade no convencionalismo, através de mensagens que conversam com sua própria identidade e que contem uma história, sendo com músicas dançantes ou com melodias sensoriais que nos fazem apertar o botão de repeat de novo, e de novo, e de novo. E seu senso estético é provado por “a+b” quando chegamos ao fim da produção com o envolvente nu-disco de “Two Tears in a Bucket”” – Thiago Nolla

21. QVVJFA?, Baco Exu do Blues

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

20. HOLY FVCK, Demi Lovato

“Enquanto “Skin of My Teeth”, lançado como lead single, preparava os ouvintes para esse novo capítulo da carreira de Demi, é a faixa de abertura, “Freak”, performada ao lado de YUNGBLUD, que dita o tom da obra. Movida pelo hard rock conhecido e pincelado nas investidas iniciais da cantora, é notável como Lovato se desvencilha das restrições que carregava alguns anos atrás e aposta em narrativas pessoais e que demonstram sua raiva contra a execrável normatividade e o modo como deve se portar dentro de uma sociedade bem tradicionalista. É costumeiro que enxerguemos essa atitude da artista como enraivecida, mas, na verdade, ela só está colocando para fora o que sempre quis dizer (“eu sou o que sou, e o que sou é um pedaço de carne”)” – T.N.

19. ANAÏS MITCHELL, Anaïs Mitchell

“Desde o singelo e atmosférico início de “Brooklyn Bridge” à nostálgica trama que protagoniza “Now You Know”, Mitchell se reafirma como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos (ora, podemos até ver a essência da cantora em ‘Folklore’, que abandonou o costumeiro pop de Taylor Swift para uma criação mais reservada). A faixa inicial nos arremessa de volta para um cândido passado, uma “carta de amor” à cidade de Nova York, como ela bem descreveu em entrevista; a progressão oscila entre a balada e o anthem, nunca deixando que os instrumentos falem mais alto que uma belíssima rendição (“sobre a ponte do Brooklyn, eu e você no banco de trás” pode esbarrar no mero romance, mas prova ser uma fascinante epopeia epistolar)” – T.N.

18. COOL IT DOWN, Yeah Yeah Yeahs

A banda Yeah Yeah Yeahs é conhecida principalmente pela clássica canção “Heads Will Roll”, que se tornou um dos emblemas do Dia das Bruxas. Qual foi nossa surpresa quando, quase uma década mais tarde, o grupo fez um grandioso retorno com o álbum ‘Cool It Down’ – trazendo todos os elementos que imortalizaram sua imagem, incluindo os aspectos mais gritantes do rock alternativo. Conquistando uma indicação ao Grammy 2023 (e tendo chances consideráveis de ganhar), o compilado também nos presenteia com uma colaboração de Perfume Genius e merece lugar na nossa lista.

17. EMAILS I CAN’T SEND, Sabrina Carpenter

“Talvez o aspecto mais divertido e interessante do disco seja a forma como a artista realmente deixa se levar por eventos íntimos – durante uma entrevista à Teen Vogue, inclusive, ela disse que compôs as canções a partir de e-mails que mandava para si mesma e que, definitivamente, não poderia enviar para quem queria. Mostrá-los ao mundo é um testamento de que não se arrepende do que escreveu, e sim de que forma seus pensamentos antigos dialogam com quem é na atualidade. É nesse prospecto que surge a ótima “Vicious”, uma track em mid-tempo que flerta com o pop-rock e o pop alternativo explorado por Selena Gomez em “Bad Liar” e até mesmo com as tendências de distorção promovidas por Billie Eilish e Olivia Rodrigo nos últimos anos: “eu te amei, mas queria não ter te amado” é, de fato, um verso com o qual boa parte dos ouvintes pode se relacionar – e que resume bem o que ela quer nos passar” – T.N.

16. CHLOË AND THE NEXT 20TH CENTURY, Father John Misty

O quinto álbum de estúdio de Father John Misty, nome artístico de Josh Tillman, configura-se como seu primeiro lançamento de originais desde 2018. ‘Chloë and the Next 20th Century’ foi recebido com aclamação imediata por parte dos críticos e do público, em virtude de versos eximiamente bem escritos e a promoção de um retorno ao passado, em composições que misturam jazzfolkswing. Mais do que isso, Tillman constrói um cânone à sua própria arte, talhando uma história de intimidade invejável que se relaciona em diversos níveis com quem ouse ouvir um dos melhores discos de sua carreira.

15. POMPEII, Cate Le Bon

Cate Le Bon é provavelmente um nome que você não conhece – e confesso que, até seu mais recente compilado de originais aparecer nas dicas do Spotify, também nunca tinha ouvido sequer uma música dela. A cantora e produtora escocesa lançou seu sexto álbum de estúdio em fevereiro de 2022 e gerou uma vertiginosa aventura pelo art pop, revelando suas predileções pelo city pop japonês e incrementando cada composição com um pungente synth-pop. Com apenas nove faixas e menos de 45 minutos, Le Bon surpreendeu a todos com um produto absolutamente fantástico e que merece ser apreciado em sua completude.

14. CAPRISONGS, FKA Twigs

“Não é apenas o conceitualismo que fala mais alto nesta obra – pelo contrário, os movimentos realizados por FKA Twigs e por uma gama gigantesca de produtores e compositores criam picos e vales de significações múltiplas, que variam desde audaciosas progressões até reflexões mercadológicas. Dessa maneira, “honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa” – T.N.

13. SPECIAL, Lizzo

“O disco, composto por doze faixas originais na versão padrão, serve como um testemunho da própria Lizzo ao que ela já havia entregado nos anos anteriores. Se ‘Cuz I Love You’ havia apostado em uma construção mais cinemática e dançante, tais aspectos seriam trazidos para o novo universo que arquitetara em Special. Entretanto, é sempre necessário perceber como a discografia da performer é marcada por reinvenções que reiteram sua sagacidade em construir uma narrativa crescente, que oscila das incursões mercadológicas a um amadurecimento estético de tirar o fôlego. E, levando isso em consideração, o elemento inesperado vem com sua regressão a um passado não muito distante, em que nomes como Diana RossPrince e Janet Jackson dominavam as paradas e utilizavam a fusão de múltiplos estilos para se eternizarem no cenário fonográfico” – T.N.

12. HOLD THE GIRL, Rina Sawayama

“Há algo de mágico que permeia cada uma das músicas assinada pela artista, que parece nos impedir de encontrar qualquer defeito; eles existem, é claro, mas soam como tendo um propósito, uma camada a mais de rebeldia que auxilia na construção das várias camadas. “Phantom”, por exemplo, dá às caras em um longevo enredo que, apesar das repetições, cria um cosmos tão receptivo que é impossível escapar dele – reverenciando o fabulesco estilo de Taylor Swift e Carrie Underwood no começo de suas respectivas carreiras; “Forgiveness”, por sua vez, ascende como uma peça retirada das trilhas de Theodore Shapiro, não em um mero espectro emprestado, mas sim remodelado com a beleza sutil do soft-rock e do ritmo cintilante dos baixos” – T.N.

11. DAWN FM, The Weeknd

“O ápice de criação vem pelo mote do qual o álbum se vale – afinal, o título em si já é uma brincadeira metalinguística com as estações de rádio e com a popularização desse recurso nas décadas anteriores. Para unir essas peças, temos a ilustre presença de Jim Carrey como o narrador e o apresentador do “programa”, transformando o lúdico jogo em um etéreo conto que convida os ouvintes para uma mística jornada pelo anoitecer e pelo amanhecer. A consciente estrutura da obra, dessa maneira, reafirma que ‘Dawn FM’ não é apenas uma produção fonográfica, mas uma experiência multimídia que arranca músicas irretocáveis de um dos maiores nomes da música atual” – T.N.

10. CRASH, Charli XCX

“A obra é uma enorme mixórdia de diversos estilos que, fundidos com um objetivo específico, irrompem em resultados mágicos que só alguém com o nível criativo de Charli e de seus inúmeros colaboradores poderia criar – e devo dizer que, pelo fato de assinar todas as tracks, a cantora tem controle completo do que quer fazer. No geral, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”“. – T.N.

9. THE GODS WE CAN TOUCH, AURORA

“O álbum não é uma mera declaração artística, mas uma epopeia bíblica que perpassa pela história da humanidade sem se deixar levar pelas fórmulas a que estamos acostumados. É nesse âmbito que “Heathens”, cujo título já demonstra uma promissora narrativa, funciona como uma crítica transparente e coesa ao fato de que, segundo as entidades onipotentes que nos criaram, somos todos pecadores e “vivemos como pagãos”, repetindo o verso inúmeras vezes como parte de uma jornada à compreensão e à lucidez. Algo parecido ocorre na sensualidade agourenta de “Artemis”, que se mostra comedida e esconde seus verdadeiros significados pela suavidade de uma performance familiar e magnético. Em “Everything Matters”, a colaboração entre AURORA e a cantora francesa Pomme é uma verborrágica constatação ethereal-trap de que o que fazemos importa – nem que seja para nós próprios” – T.N.

8. MULTITUDE, Stromae

Como já mencionado, 2022 se tornou um ano de retornos aplaudíveis ao cenário fonográfico – e diversos artistas da década passada aproveitaram o crescente “retorno à normalidade” para fazerem o que fazem de melhor. Este foi o caso de Stromae, musicista belga cujo último álbum havia sido em 2013. Felizmente, o performer voltou com tudo este ano com o impecável ‘Multitude’, uma explosão eletrônica de faixas ácidas e pungentes que arrebatou qualquer um que o tenha escolhido para colocar nas playlists.

7. FOSSORA, Björk

“A artista escolheu “Atopos” como a faixa de abertura dessa inesperada jornada e como lead single – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade. É a partir daí (e resgatando o conceito de atopia e da efemeridade das sensações de Roland Barthes) que a primeira track insurge, como um arauto do nada e do não-lugar: “estas não são apenas desculpas para se conectar?”, ela pergunta a um interlocutor invisível, destacando a fugacidade de um relacionamento cujos problemas não importam” – T.N.

6. DANCE FEVER, Florence + The Machine

“Analisar um álbum de Florence, ou, como conhecemos seu ato musical ao lado de Isabella SummersFlorence + the Machine, nunca é um trabalho fácil, pelo fato das músicas não se encaixarem essencialmente em um gênero bem demarcado. Sua última incursão, High as Hope, fincou os pés em um coming-of-age sinestésico pincelado por diversos estilos sonoros – e, agora, atingindo uma maturidade surpreendente, retornamos com uma agressiva e aplaudível mixórdia estilística que já se inicia com a potente “King”, um dos singles oficiais do álbum. Enquanto a pessoalidade inalienável das produções anteriores abria espaço para reflexões íntimas e individuais, a canção em questão ergue-se em um empoderamento antêmico e discorre, ao longo de quase cinco minutos, sobre um dos principais que as mulheres continuam enfrentando: o sacrifício de sonhos em prol do forçoso papel lhes dado desde o nascimento” – T.N.

5. SUPERNOVA, Nova Twins

Dois anos depois de terem feito sua estreia oficial no mundo da música, Amy LoveGeorgia South, também conhecido como Nova Twins, retornaram com o aclamadíssimo ‘Supernova’ – facilmente uma das maiores surpresas de 2022. No compilado de onze faixas, o duo mistura rock alternativo, punk rockrap rock em uma profusão exemplar de faixar que falam sobre a experiência que ambas tiveram durante a pandemia de COVID-19 e os protestos contra o preconceito racial que se tornaram emblema crítico nesses últimos anos – funcionando como um processo de cura para si próprias.

4. MR. MORALE & THE BIG STEPPERS, Kendrick Lamar

Qualquer lançamento de Kendrick Lamar já é o suficiente para nos fazer parar com tudo o que estamos fazendo e conferir o que esse ícone da música contemporânea tem para nos entregar. Afinal, Lamar é responsável por alguns dos melhores álbuns de todos os tempos, como o memorável ‘To Pimp a Butterfly’; agora, em 2022, ele retorna com mais um projeto espetacular, intitulado ‘Mr. Morale & the Big Steppers’, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzbluesrap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

3. AND IN THE DARKNESS, HEARTS AGLOW, Weyes Blood

“A estrutura do disco parece não seguir parâmetros a que estamos acostumados: o fraseamento de Mering divide os versos como bem deseja, picotando as sílabas poéticas para fornecer mais ritmo às canções, por exemplo. Mas a coesão existe, como um fio invisível que une as faixas em um reverberante chamber-rock e folk-rock: tais estilos aparecem com mais detalhamento em “Hearts Aglow”, uma iteração de quase seis minutos que fala sobre o medo de se apaixonar e de enfrentar o desconhecido; já em “The Worst Is Done”, temos homenagens a Joni Mitchell e Blondie em uma investida mais animada e ritmada que entra em conflito com a pungente narrativa (“eles dizem que o pior passou, mas acho que apenas começou”); “Twin Flame”, contrariando as orientações aos subgêneros do rock, traz aspectos do new age, principalmente pela proeminência de seu caráter mais subjetivo e regido por uma bateria suave e acolhedora” – T.N.

2. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que ‘MOTOMAMI’ não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

1. RENAISSANCE, Beyoncé

“Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego” – T.N.

‘Cidade em Chamas’: Assassinato misterioso no trailer da nova série da Apple TV+; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense ‘Cidade em Chamas’ (‘City on Fire’).

A produção será lançada pelo serviço de streaming no dia 12 de maio.

Confira:

Criada por Josh SchwartzStephanie Savage, a série é baseada no livro homônimo do autor Garth Risk Hallberg.

Após Samantha Cicciaro ter sido baleada no Central Park, na cidade de Nova York, no dia 4 de julho de 2003, a investigação criminal revela uma conexão inesperada entre uma série de incêndios misteriosos em toda a cidade, a cena musical do centro e uma rica família imobiliária se desgastando sob a tensão dos muitos segredos que guardam.

O elenco conta com Wyatt Oleff, Chase Sui Wonders, Jemima Kirke, Nico Tortorella, Ashley Zukerman, Xavier Clyde, Max Milner, Alexandra Doke, Omid Abtahi, Kathleen Munroe, John Cameron Mitchell, Michael Tow, Alexander Pineiro, Amel Khalil e Beth Malone.

‘Sex Education’: Vídeo explora a jornada de Adam Groff na série; Confira!

A 4ª e última temporada de ‘Sex Education’ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um vídeo explorando a jornada do icônico Adam Groff, interpretado por Connor Swindells.

Confira:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco também conta com Gillian Anderson, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

TUBARÃO aterroriza Paris no trailer do suspense ‘Sob as Águas do Sena’; Confira!

Netflix divulgou o trailer do novo suspense francês ‘Sob as Águas do Sena’.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 05 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Xavier Gens, que também assina o roteiro ao lado de Sebastien AuscherYannick Dahan.

A trama acompanha Sophia, uma cientista brilhante que descobre que um tubarão enorme está nadando nas profundezas do rio Sena.

O elenco conta com Bérénice BejoNassim LyesIñaki LartiqueLéa Léviant e outros.

Kelsey Grammer revela que pode retornar ao MCU como o Fera após ‘As Marvels’

O icônico astro Kelsey Grammer reprisou seu papel como Hank McCoy/Fera na breve cena pós-créditos de ‘As Marvels’, tendo interpretado o mutante na primeira trilogia ‘X-Men’.

Para aqueles que não se recordam, o longa termina com Monica Rambeau (Teyonah Parris) presa em outro universo depois que a Kree Dar-Benn (Zawe Ashton) rasga um buraco no tecido do espaço. Dada como perdida por suas aliadas Capitã Marvel (Brie Larson) e Ms. Marvel (Iman Vellani), Monica acabou em outro lugar no multiverso: em uma realidade onde sua falecida mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch), é a super-heroína cósmica Binary e aliada do mutante Fera (Grammer) e dos X-Men.

Agora, em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Grammer revelou que houve “algumas conversas” sobre seu retorno ao Universo Cinemático Marvel após a recepção bastante positiva de sua aparição no longa em questão.

“Não há nada sobre o que posso falar”, ele afirmou. “O que eu sei é que houve uma comoção generalizada quando eu apareci no final de ‘As Marvels’. A resposta foi quase… Foi inesperada. [Sabia] que teria uma resposta, mas foi bem impactante; então, houve certas conversas”.

Anteriormente, em entrevista ao mesmo site, Grammer afirmou que essa não será a última vez que o público verá o mutante Henry “Hank” McCoy no Universo Cinematográfico Marvel.

“É minha esperança que vocês o [vejam novamente]. Posso dizer com certa confiança que verão. Eu adoraria”, ele afirmou.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Disney+.

Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan, também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau. Juntos, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como As Marvels.

Capitão América | Ranqueamos TODOS os filmes do herói no MCU – incluindo ‘Admirável Mundo Novo’

Capitão América é, sem sombra de dúvida, um dos personagens mais conhecidos do panteão da Marvel Comics e do Universo Cinemático Marvel.

O herói fez sua estreia oficial nos quadrinhos criados por Joe SimonJack Kirby, mais especificamente em 1940 na HQ Captain America Comics #1. Sagrando-se um dos emblemas desse universo em constante expansão, o personagem ganhou sua primeira adaptação em live-action em 1944 com uma coleção de quinze filmes seriados estrelados por Dick Purcell. Porém, não foi até 2011 que ele ganharia sua roupagem mais conhecida pelas mãos de Chris Evans – que, este ano, passou o manto para Anthony Mackie em uma nova e ambiciosa rendição.

Com a recente estreia de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ nos cinemas mundiais, chegou a hora de relembrar essa poderosa franquia cinematográfica. Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando todos os filmes do herói no MCU.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

4. CAPITÃO AMÉRICA: ADMIRÁVEL MUNDO NOVO (2025)

Direção: Julius Onah

O grande problema de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é querer ser mais do que consegue – e não, não estou me referindo ao trabalho impecável do elenco. O quarto filme da franquia, e o primeiro que traz Anthony Mackie como o personagem titular, tem um objetivo ambicioso demais para ser levado a sério ao abrir portas para uma mixórdia sem sentido e desnecessariamente complicada entre suspense, drama de conspiração, ação, aventura e comédia, apostando fichas em algo que poderia ter dado muito certo caso o roteiro não fosse insípido e clichê demais.

Mackie faz um ótimo trabalho ao retornar como Sam Wilson e vestir, enfim, o manto do Capitão – trazendo todo o charme do personagem à tona. Harrison Ford é outro astro a ganhar destaque como Thaddeus Ross, o presidente dos Estados Unidos e o infame Hulk Vermelho, divertindo-se como nunca em um papel bem despojado. Porém, o diretor Julius Onah, conhecido por seu trabalho em ‘O Paradoxo Cloverfield’, constrói várias peças soltas que não se encaixam e que deixam inúmeras pontas soltas sem propósito algum – e manchando a grande estreia de Sam Wilson no MCU como o herói.

3. CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL (2016)

capitão américa guerra civil

Direção: Anthony e Joe Russo

Há quase dez anos, a saga ‘Capitão América’ chegava aos cinemas com um antecipado terceiro capítulo intitulado ‘Guerra Civil’. Como o nome próprio afirma, a narrativa antecipa o aguardado embate entre o Capitão América/Steve Rogers (Chris Evans) e o Homem de Ferro/Tony Stark (Robert Downey Jr.) após os eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron’ – que levou os políticos a criarem formas de controlas os super-heróis, ainda mais considerando as repercussões catastróficas das ações do time. Porém, em meio a ideologias bastante conflituosas, Steve e Tony entram em rota de colisão com seus respectivos aliados.

Dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (que ficariam responsável por ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Vingadores: Ultimato’), o filme é um grande espetáculo visual e técnico que conta com performances de tirar o fôlego e consegue navegar entre temas bastante interessantes e pertinentes à própria narrativa. Porém, apesar dos acertos falarem mais alto, o longa soa um tanto esquecível em meio a outras produções do MCU e insurge mais como filler do que como uma história, de fato, marcante.

2. CAPITÃO AMÉRICA: O PRIMEIRO VINGADOR (2011)

capitão américa

Dirigido: Joe Johnston

Em 2011, o público conhecia a icônica história de origem de um dos super-heróis mais famosos de todos os tempos: Capitão América. No longa-metragem homônimo, que trouxe Joe Johnston (‘Jumanji’, ‘O Lobisomem’) à cadeira de direção em um trabalho memorável e aplaudível, acompanhamos Steve Rogers, um jovem que participa de experiências visando a criação do supersoldado americano. Quando os oficiais militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, eles percebem que não podem arriscar a vida do jovem nas batalhas de guerra.

O filme sagrou-se um sucesso crítico e comercial, e não foi por menos: além de introduzir oficialmente o personagem ao MCU, Johnson comandou essa incrível adaptação com “fogo nos olhos”, por assim dizer, apostando fichas em um espetáculo visual e narrativo do começo ao fim. Para além da performance irretocável de Evans, o projeto também contou com a bem-vinda presença de nomes como Hugo WeavingTommy Lee JonesHayley Atwell, todos desfrutando de uma química invejável nas telonas.

1. CAPITÃO AMÉRICA: O SOLDADO INVERNAL (2014)

capitão américa o soldado invernal

Direção: Anthony e Joe Russo

Depois do fim da Fase 1 do MCU com ‘Vingadores’, a Fase 2 do panteão super-heroico teve um início conturbado com o lançamento de ‘Homem de Ferro 3’ – o primeiro título da Marvel Studios a, de fato, dividir tanto o público quanto a crítica, ainda mais quando comparado aos dois capítulos anteriores da trilogia. Assim, Joe e Anthony Russo tiveram um trabalho árduo para reconquistar a confiança dos fãs – e dessa forma o fizeram com a estreia de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’.

O filme não é considerado apenas a melhor entrada da saga do Capitão América, mas um das melhores adaptações de HQs da história do cinema – estando no mesmo calibre que ‘Homem-Aranha 2’, por exemplo. Acertando todas as notas com fluidez e comprometimento impressionantes, a trama se passa após os eventos catastróficos em Nova York com os Vingadores e traz o Capitão América tentando se ajustar ao mundo moderno. Porém, quando um colega é atacado, ele se vê preso em uma rede de intrigas que ameaça colocar o mundo em risco. Em parceria com a Viúva Negra e Falcão, seu novo aliado, o Capitão América tem que enfrentar um misterioso e inesperado inimigo: o Soldado Invernal.

Emmy Awards 2025 | As SURPRESAS e os ESNOBADOS da próxima edição da premiação

Os indicados à 77ª edição do Emmy Awards foram revelados hoje (15) – e trouxeram algumas surpresas na lista de nomeados, bem como esnobados que trouxeram a ira dos internautas.

A HBO | Max foi a emissora/plataforma de streaming mais relembrada da edição, conquistando gigantescas 142 indicações – que incluíram a minissérie ‘Pinguim’, que já coletou diversas estatuetas desde seu lançamento no ano passado; a 2ª temporada de ‘The Last of Us’, que rendeu nomeações a Pedro Pascal e a Bella Ramsey nas principais categorias; e a aclamada comédia ‘Hacks’, estrelada por Jean Smar. Todavia, a Apple TV+ ganhou espaço considerável na lista em questão com duas produções extremamente aclamadas: o suspense dramático ‘Ruptura’, que retornou este ano com um fabuloso ciclo, conquistou 27 nomeações; e ‘O Estúdio’, comédia metalinguística criada por Seth Rogen, seguiu de perto com 23 indicações (incluindo para o lendário realizador Martin Scorsese na categoria de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia – e com sólidas chances de levar para casa o prêmio).

agatha desde sempre

De qualquer maneira, títulos bem recebidos pela crítica e pelo público foram deixados de fora ou falharam em conquistar indicações que, a priori, pareciam certeiras. Uma delas foi ‘Agatha Desde Sempre’: facilmente a melhor série da Marvel Studios desde ‘WandaVision’, o spin-off faturou três nomeações nas categorias técnicas, mas não teve votos o suficiente para garantir que Kathryn Hahn (Agatha Harkness), Patti LuPone (Lilia Calderu), Aubrey Plaza (Rio Vidal/Morte) e Joe Locke (Wiccano) fossem relembrados nas seções performáticas – nomes que, de fato, mereciam um pouco mais de atenção. A série, em si, também não foi relembrada na categoria de Melhor Série Limitada ou Filme para TV.

Como mencionado, ‘The Last of Us’ foi uma das principais produções a se destacarem no ano, com um forte retorno que apostou mais no drama e no suspense, deixando um pouco o terror dos infectados pelo Cordyceps de lado: com dezesseis nomeações, Pascal e Ramsey retornaram para mais uma edição em Melhor Ator e Melhor Atriz em Série de Drama, enquanto Kaitlyn Dever, Jeffrey Wright e Catherine O’Hara apareceram nas categorias de Melhor Ator Convidado e Melhor Atriz Convidada em Série de Drama (esta última também conquistando um espaço em Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia por ‘O Estúdio’). Entretanto, Isabela Merced, que vem se mostrando como uma das maiores atrizes da nova geração e entregou-se de corpo e alma ao papel de Dina, par romântico de Ellie, não foi indicada para Melhor Atriz Coadjuvante – um dos maiores “crimes” cometidos pela Academia de Televisão neste ano.

the last of us

Dentre outros títulos e atores que ficaram fora da lista, tivemos Diego Luna, Denise Gough e Kyle Soller sendo deixados de lado pela soberba 2ª temporada de ‘Andor’; a temporada final de ‘Round 6’, que, apesar de permanecer como uma das produções mais populares e elogiadas da Netflix, sequer conseguiu uma indicação; Elisabeth Moss, vencedora do Emmy de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘The Handmaid’s Tale’ e guardando outras quatro indicações, também não foi relembrada pelo ciclo de encerramento do drama distópico; Jon Hamm, que fez um esplêndido trabalho na subestimada série ‘Seus Amigos e Vizinhos’; e Natasha Lyonne, que voltou com força para a 2ª temporada da comédia de mistério ‘Poker Face’ (uma das atrações mais subestimadas dos últimos anos).

Em meio a esnobações inexplicáveis, algumas escolhas merecem nota por terem nos surpreendido: Harrison Ford, após co-estrelar três temporadas da divertida comédia ‘Falando a Real’ ao lado de Jason Segel, finalmente conquistou sua primeira indicação ao Emmy, na categoria de Melhor Ator; Kathy Bates, que levou uma estatueta por seu trabalho em ‘American Horror Story: Coven’, tornou-se a atriz mais velha a ser nomeada às categorias dramáticas por seu impecável trabalho em ‘Matlock’; Sharon Hogan, que navegava fora do radar em ‘Mal de Família’, disputa pelo prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia; e, é claro, Scorsese, ao interpretar uma versão fictícia de si mesmo em ‘O Estúdio’, ganhou aplausos ao redor do mundo e mereceu sua indicação a Melhor Ator Convidado em Série de Comédia.

 

A cerimônia de vencedores do Emmy Awards 2025 ocorre em 14 de setembro.

Confira a lista de indicados aqui!

‘Industry’: 4ª temporada do ACLAMADO drama ganha cenas inéditas; Confira!

HBO divulgou cenas inéditas da 4ª temporada do aclamado drama ‘Industry‘.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro de 2026, tanto na emissora quanto na plataforma da HBO Max.

Confira, a partir de 00:26, e siga o CinePOP no YouTube:

A nova temporada estreará oficialmente no dia 11 de janeiro.

O próximo ciclo irá introduzir Kal Penn (‘Designated Survivor’), Charlie Heaton (‘Stranger Things’) e Claire Forlani (‘Departure’), Max Minghella (‘The Handmaid’s Tale’), Jack Farthing (‘Conexões’), Toheeb Jimoh (‘Ted Lasso’), Amy James-Kelly (‘Unidas pela Esperança’) e Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’). Harry Lawtey não retornará para a nova temporada.

A série foi criada por Mickey Down e Konrad Kay.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

‘The White Lotus’: HBO escala DOIS novos membros ao elenco da 4ª temporada!

De acordo com o DeadlineCharlie DavisKamilla Karthigesu, ex-participantes do popular reality show ‘Survivor’, foram escalados para o elenco da 4ª temporada da aclamada antologia ‘The White Lotus’.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O elenco grandioso ainda contará com Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Laura Dern (‘Jurassic Park’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’), AJ Michalka (‘The Goldbergs’), Sandra Bernhard (‘Pose’), Chris Messina (‘Objetos Cortantes’), Corentin Fila (‘Quando se Tem 17 Anos’), Nadia Tereszkiewicz (‘Jovens Amantes’), Marissa Long (‘Harrison Bergeron’), Vincent Cassel (‘Cisne Negro’), Heather Graham (‘Eles Vão Te Matar’), Rosie Perez (‘The Flight Attendant’), Ben Schnetzer (‘Madison’), Tobias Santelmann (‘Os Casos de Harry Hole’), Pekka Strang (‘Memórias de um Verão’), Frida Gustavsson (‘Vikings: Valhalla’), Laura Smet (‘The Bridesmaid’), Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) e Max Minghella (‘O Conto da Aia’) f

Vale lembrar que a Helena Bonham Carter (‘The Crown’) deixou o elenco da produção, e foi substituída por Dern.

“Durante as gravações da quarta temporada de ‘The White Lotus’, ficou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro”, declarou um porta-voz do canal.

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

White retorna como produtor e showrunner.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

‘Rajah’: Jonathan Rhys Meyers vai estrelar cinebiografia de explorador britânico

De acordo com o The Hollywood Reporter, Jonathan Rhys Meyers irá estrelar ‘Rajah’, cinebiografia do explorador britânico Sir James Brooke, dirigida por Michael Haussman.

Em 1840, Brooke abandonou a vida na Inglaterra vitoriana para explorar a selvagem Ilha de Bornéu, lutando contra piratas e invasores da região.

Mais tarde, foi reconhecido como Rajá e passou a governar a província de Sarawak, uma região tropical maior que toda a Inglaterra.

Quando a Inglaterra tentou colonizar Sarawak, Brooke desafiou a coroa e foi caçado pelos crimes de pirataria e assassinato.

O roteiro foi escrito por Rob Allyn a partir de diários, cartas, relatos históricos e arquivos de Brooke.

Além de Meyers, o elenco também conta com Josie Ho e Dominic Monaghan.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Elenco de ‘Quase Famosos’ vai gravar podcast em comemoração aos 20 anos do filme

De acordo com o JoBlo, o elenco de ‘Quase Famosos‘ irá gravar um podcast para comemorar os 20 anos de lançamento do longa, dirigido por Cameron Crowe.

Para quem não sabe, a história é mistura ficção com relatos da juventude do próprio Crowe, que escreveu um artigo para a revista Rolling Stone enquanto acompanhava a turnê da banda de rock Stillwater na década de 1970.

Intitulado ‘Origins: Almost Famous Turns Twenty’, o podcast será apresentado por Crowe e pelos membros do elenco, que vão refletir sobre o impacto cultural e o legado do filme sobre a juventude.

Além do elenco, o podcast também terá a participação de Nancy Wilson, que compôs as músicas tocadas pela Stillwater no filme, e Pennie Trumbull, a groupie que serviu de inspiração para Penny Lane, a personagem de Kate Hudson.

A atração será dividido em cinco partes, e a primeira edição vai ao ar em 08 de julho.

Lançado em 2000, ‘Quase Famosos‘ foi estrelado por Patrick Fugit , Kate Hudson , Billy Crudup , Frances McDormand , Jimmy Fallon, Jason Lee, e Zooey Deschanel.

Infelizmente, o longa foi um fracasso nas bilheterias e arrecadou apenas US$ 47 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 60 milhões.

Mesmo assim, a trama é muito bem avaliada até hoje, acumulando 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘After – Depois da Verdade’ amarga míseros 14% de aprovação dos críticos; Confira as avaliações!

‘After – Depois da Verdade’ chegou ao catálogo da Amazon Prime no dia 15 e apesar de estar agradando o público, os críticos estão detonando a adaptação.

Dirigida por Roger Kumble, a sequência de ‘After‘ é uma baseada no segundo volume da série de livros para jovens adultos, escrita por Anna Todd, que também assina o roteiro junto com Mario Celaya.

Mesmo tendo arrecadado US$ 57 milhões nas plataformas digitais ao reordo mundo, o longa alcançou míseros 14% de aprovação no Rotten Tomatoes, renomado agregador de críticas internacionais.

Entre os principais comentários, os jornalistas disseram que a trama é genérica, sem inovação e não justificativa o interesse em uma sequência do original.

Alguns não mediram as palavras e ainda afirmaram que o filme é um insulto aos espectadores.

Confira as principais avaliações:

“Sem dúvida os fãs americanos satisfeitos com esta continuação ligeiramente campista da série. Para o resto do mundo, não há inovação suficiente para tornar o segundo capítulo um ponto de partida válido.” – AV Club.

“Simplesmente horrível. ‘After – Depois da Verdade‘ é um insulto.” – Variety.

“Pior que o primeiro? Um pouco.” – Movie Nation.

“Destinado apenas ao seu público-alvo: jovens que têm estômago para digerir essas bobagens.” – Dennis Schwartz Movie Reviews.

“Sabe quando um filme é tão ruim que chega a ser bom? Este não pe o caso em ‘After – Depois da Verdade’.” – Decider.

“Só mais um ‘romance’ cheio de clichês cansativos ​​e histórias estereotipadas.” – Espinof.

“Reconhecidamente, o resultado é superior ao primeiro… No entanto, ‘After – Depois da Verdade’ é atormentado por reviravoltas terrivelmente previsíveis, péssimos diálogos e o uso excessivo de canções pop para tentar transmitir emoções.” – Stuff Nova Zelândia.

O longa acompanha a nova fase do relacionamento de Hardin Scott (Hero Fiennes Tiffin) e Tessa Young (Josephine Langford), que agora estão separados. Enquanto tenta esquecer o jovem que partiu seu coração, ela começa um estágio na Editora Vance. Lá, conhece Trevor (Dylan Sprouse), que tumultua ainda mais sua vida amorosa.

Devido ao ótimo retorno financeiro a partir de um orçamento de apenas US$ 14 milhões, duas novas sequências já franquia já receberam sinal verde.

Chance Perdomo (‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘), Stephen Moyer (‘True Blood’), a vencedora do Oscar Mira Sorvino (‘Mutação’), Arielle Kebbel (‘Midnight, Texas’) e Carter Jenkins (‘Famous in Love’) são as novas introduções ao elenco.

Castille Landon será responsável pela direção dos próximos dois filmes, intitulados ‘After We Fell‘ e ‘After Ever Happy‘, respectivamente.

 

‘Homem-Aranha 3’: Pré-venda dos ingressos quebra sites de venda nos EUA; Confira as reações!

À 00h de hoje começou a pré-venda dos ingressos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, e a expectativa é tanta que diversos de redes de cinemas ficaram fora do ar por alguns instantes.

De acordo com o Comic Book, a quantidade de acessos aos sites da AMC, Regan, Alamo Drafthouse e Fandango acabou causando uma obstrução nas plataformas de vendas das empresas.

Nas redes sociais, diversos clientes publicaram mensagens de reclamação, já que passaram a madrugada tentando fazer a compra e ainda não tiveram sucesso.

Confira as reações:

“Tentando comprar os ingressos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ nesses aplicativos e sites com falha: Essa é a luta das nossas vidas.”

“Só estou tentando comprar meus ingressos para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.” 

“Aaaahh, todos os sites de vendas de ingressos travaram por causa de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.”

Regal, por que não consigo comprar meus ingressos

para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.”

“Estou tentando comprar meus ingressos para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e o Fandango continua fora do ar.”

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.