‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ teve uma queda de mais 61% na sua bilheteria em seu terceiro final de semana, mas o filme conseguiu ultrapassar a marca de US$ 420 milhões ao redor do mundo.
Foram US$ 186 milhões nos Estados Unidos e US$ 234 milhões no resto do mundo.
A Marvel Studios não parece estar preocupada com o desempenho de seu longa nos cinemas. Um executivo afirmou ao Deadline que o estúdio está “orgulhoso do trabalho feito”, afirmando ser o filme que desejavam fazer. Confira:
“A Marvel Studios sempre tira algo de suas produções […] Posso dizer que estamos incrivelmente orgulhosos do filme. Jonathan Majors faz um trabalho fantástico como Kang. É o filme que queríamos fazer. A bilheteria é o que é. Mas, isso não vai impedir as pessoas de voltarem aos cinemas.”
Confira nossas entrevistas com o elenco de ‘Homem-Formiga 3‘:
O longa é dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
O auto respeito é a raiz da disciplina, a noção de dignidade cresce com a habilidade de dizer não a si mesmo. Após conseguir alguns Oscars no ano passado com o excelente Clube de Compras Dallas, o cineasta canadense Jean-Marc Vallée volto ao mundo do cinema para contar uma história real de dramas e superação. Livre, que estreou fazendo sucesso na Netflix e é o 3º filme mais visto do catálogo, é uma espécie de “Na Natureza Selvagem” light, onde, por meio de flashbacks vamos conhecendo os traumas, as escolhas e os dramas da protagonista , interpretado de maneira competente pela ex-legalmente loira Reese Witherspoon.
Assista ao trailer:
Na trama, conhecemos Cheryl, uma mulher que se vê em uma fase da vida cheia de mágoas, decepções, e resolve percorrer quase 2.000 quilômetros de trilha, enfrentando calor, frio e os perigos de andar sozinha por lugares pouco frequentados. Ao longo dessa gigantesca caminhada, vamos entendendo melhor a vida dela por meio de flashbacks e memórias, principalmente, a intensa relação de carinho com sua mãe (interpretada de maneira fabulosa por Laura Dern) e seu ex-marido Paul (Thomas Sadoski).
Se perguntando sempre se deve seguir em frente ou se deve cancelar a aventura, pensando em desistir a cada 2 minutos, Cheryl é apresentada ao público já no início da jornada de maneira nua e crua, comendo Gororoba com nozes, gororoba com atum e aprendendo na marra como se vive solitária em um lugar desconhecido. O roteiro, assinado pelo craque Nick Hornby (Alta Fidelidade), é baseado nas memórias da verdadeira Cheryl, na obra Wild: From Lost to Found on the Pacific Crest Trail. O grande mérito desse script é conseguir detalhar ao máximo todas as ações que levaram a personagem principal a fazer essa caminhada. O espectador percebe logo que a personagem exala carisma e vai nos mostrar uma poderosa história de vida.
Os coadjuvantes, que preenchem o passado e o presente da incrível personagem, ajudam e muito a contar essa história. O grande destaque, sem dúvidas, é a figura da mãe na vida de Cheryl, interpretada pela atrizLaura Dern. Com uma atuação simplesmente fenomenal e uma forcinha do roteiro que volta e meia preenche a tela com informações da intensa relação entre as duas personagens, Dern contribui para que possamos sentir ao máximo toda a verdade que há na relação de uma mãe e uma filha. Pena que as grandes premiações só estão lembrando de Witherspoon e esquecendo da eterna musa de David Lynch.
Não deixem de conferir essa profunda história que fala sobre amor e a tentativa do renascimento de uma corajosa mulher.
O documentário ‘Super/Man: A História de Christopher Reeve’ (Super/Man: The Christopher Reeve Story, em tradução livre) chegou aos cinemas nacionais e recebeu a aprovação máxima no Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação.
O longa, dirigido por Ian Bonhote (‘The Contestant’) e Peter Ettedgui (‘A Verdade sobre Marlon Brando’), com roteiro de Bonhote, Ettedgui e Otto Burnham, apresenta filmagens e arquivos pessoais inéditos para proporcionar uma visão íntima do cotidiano de Christopher Reeve e contar a história do homem que foi de um ator desconhecido a uma estrela do cinema.
O estúdio teve que desembolsar US$ 15 milhões para garantir os direitos globais do documentário.
Infelizmente, Christopher Reeve ficou tetraplégico após um acidente de cavalo em 1995. O ator faleceu em 2004, aos 52 anos, devido a uma grave infecção relacionada ao seu estado de saúde.
Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Sundance, o documentário foi amplamente elogiado pelos críticos e aclamado como uma obra-prima.
“Uma poderosa história de resistência humana”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“No excelente Super/Man, Peter Ettedgui e Ian Bonhôte destacam o impacto de Reeve na pesquisa que transformou vidas, a família que foi essencial para ele e que continua seu trabalho até hoje, além de explorar o verdadeiro significado de ser um herói”, disse Ross Bonaime do Collider.
“Embora seja um filme centrado na luta de um homem, também se configura como um drama familiar. A maneira como sua paralisia transforma a dinâmica familiar ao longo dos anos é cativante de se acompanhar”, disse Siddhant Adlakha do IndieWire
“Um documentário comovente, angustiante e impressionantemente bem produzido”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“É um filme que explora a dor e a força extraordinária da adversidade, além de ser um drama comovente que revela quem foi Christopher Reeve e suas experiências ao se situar entre o polarizador e o inspirador”, disse Matthew Creith do TheWrap.
“Um relato comovente de uma vida trágica, mas excepcional”, disse Chris Bumbray da JoBlo’s Movie.
A história de Christopher Reeve é de uma ascensão surpreendente de ator desconhecido a estrela de cinema icônica, e sua interpretação clássica de Clark Kent/Superman estabeleceu a referência para os universos cinematográficos de super-heróis que dominam o cinema hoje. Reeve interpretou Superman em quatro filmes e atuou em dezenas de outros papéis que reiteraram seu talento e alcance como ator, antes de se ferir em um acidente de equitação quase fatal em 1995, que o deixou paralisado do pescoço para baixo.
Famílias atípicas perseguem seu Destino Manifesto no Oregon durante a década de 1850, enquanto uma força corrupta de riqueza e poder, cobiçando suas terras, tenta forçá-las a sair. Essas almas abandonadas, o tipo de almas perdidas que vivem à margem da sociedade, unem suas tribos para formar um clã e revidar. Neste processo sangrento, a justiça é estendida para além dos limites da lei.
A produção irá explorar a linha tênue entre a sobrevivência e a lei, as consequências da violência e o poder corrosivo dos segredos, enquanto os personagens lutam para manter suas terras.
A NBA é uma das ligas esportivas mais conhecidas por todos que amam esportes. Grandes jogadores passaram por lá deixando os amantes de basquete com memórias eternas com jogos e jogadas de pulsar o coração! Pensando em alguns recortes que tem a NBA no contexto ligados ao mundo do cinema, separamos abaixo uma lista com 5 filmes para você que curte a NBA:
Dirigido por Akin Omotoso e em cartaz na Disney Plus, Rise conta a história real de luta da família Antetokounmpo que mais tarde teriam três de seus filhos, Giannis, Thanasis e o Kostas como campeões da NBA.
Esqueça Paris
Dirigido, produzido e protagonizado pelo comediante Billy Crystal, nessa comédia acompanhamos um árbitro da NBA que durante uma viagem para Paris, com o objetivo de enterrar o pai no país, se apaixona por uma funcionária de uma companhia aérea.
Kareem – Minoria de Um
Nesse documentário acompanhamos recortes da história de um dos maiores atletas que a NBA já teve, o talentoso ex-jogador dos Los Angeles Lakers, Kareem Abdul-Jabbar.
Na trama, voltamos aos anos 80, para Beaverton, no estado de Oregon, nos Estados Unidos, onde fica uma empresa mundialmente famosa, a Nike, que na época disputava o mercado dentro do universo esportivo com a alemã Adidas e uma outra norte-americana, a Converse. Nesse cenário, conhecemos Sonny (Matt Damon), um funcionário da Nike obcecado por basquete que fazia parte da equipe de marketing, mais precisamente do departamento de basquete, da empresa, ao lado do amigo Rob (Jason Bateman). Certo dia, Sonny resolve executar uma tacada corajosa para ter o conhecido talento do basquete universitário da época, Michael Jordan, como atleta da Nike, através de uma linha de calçados exclusiva que viria a ser conhecida como Air Jordan. Só que o caminho até esse objetivo não será fácil e ele precisará convencer o dono da Empresa, Phil Knight (Ben Affleck) e a mãe de atleta, Deloris (Viola Davis).
Na trama, acompanhamos o esforçado, dedicado e bastante querido olheiro do time de basquete da franquia Philadelphia 76ers, Stanley Sugerman (Adam Sandler), um homem cansado de uma vida repleta de viagens que tem o sonho em se tornar treinador. Stanley tem um padrinho poderoso, o dono do time que trabalha, Rex (Robert Duvall) por quem tem grande admiração. Após subir de cargo para virar assistente técnico, uma mudança nos planos da administração do time, após o falecimento de Rex, faz com que Stanley dê alguns passos para trás na carreira e volte a ser olheiro. Assim, em uma viagem descompromissada até a Espanha, acaba descobrindo Bo Cruz (Juancho Hernangomez), um potencial atleta não profissional que joga por dinheiro pelas ruas espanholas. Certo de que esse jogador é a próxima grande estrela da NBA, Stanley utilizará todos seus contatos e conhecimento para conseguir um time para ele no próximo draft da liga de basquete mais famosa do mundo.
Lampião, Maria Bonita e os Reis do Cangaço Moderno
A comparação mais óbvia que Reza a Lenda pode receber é com o ícone pós-apocalíptico Mad Max. De fato, o primeiro filme do cineasta Homero Olivetto, filho do publicitário estrela Washington Olivetto, que tem no currículo o roteiro de Bruna Surfistinha (2011), se comporta como um road movie de ação, acelerado e recheado de adrenalina.
Reza a Lenda reserva ainda sua dose de efeitos especiais, tornando a coisa mais sofisticada que o Mad Max original (1979), feito muito na marra. Em matéria de estilo visual, Reza a Lenda também possui personalidade, com lutas de facões no escuro, onde as faíscas pulam a cintilar nas trevas, ou quando um dos personagens, numa inspiração insana, cospe fogo com sua metralhadora giratória de alto calibre acoplada na traseira de uma picape.
Se formos enraizar Reza a Lenda na cultura brasileira, no entanto, a comparação mais cabível é a de um moderno conto de Lampião e Maria Bonita, os bandidos mais memoráveis da cultura nordestina. Com sua gangue de criminosos, Ara (Cauã Reymond) rasga o sertão montado não em um cavalo, mas em uma moto envenenada. Sua “Maria Bonita” é Severina, papel da metódica Sophie Charlotte (Serra Pelada, 2013), a parceira “arretada” e enciumada.
Na trama, um grupo de criminosos motorizados está atrás da imagem de uma santa, um item interpretado como salvador em uma terra devastada. Este é o MacGuffin (termo criado por Alfred Hitchcock para definir um objeto que impulsiona o roteiro de um filme, algo de que todos estão atrás e que faz a trama girar). Os criminosos terminam por despertar a fúria de Tenório, interpretado por Humberto Martins, o rouba cenas do longa. Tenório é a abordagem do ator ao “coroné”, figura poderosa temida na região. Martins dá show e desempenha uma performance digna de prêmios, comedido e intimidador, sem criar uma caricatura.
Além de toda a “cobertura de bolo” da parte técnica, Reza a Lenda ainda possui um roteiro criativo, que incorpora elementos da cultura da região, entranhando-a no gênero. Além da figura da santa citada, que representa a fé e salvação para as almas perdidas, temos diversos momentos de alívio cômico, providos por referências às famosas festas juninas. Fogueiras e balões são incorporados aos métodos de tortura do vilão, por exemplo. Tudo de forma esperta e divertida.
Reza a Lenda destaca ainda Laura, personagem da bela Luisa Arraes (filha do cineasta Guel Arraes e da atriz Virgínia Cavendish), o terceiro elemento que entra em jogo para desestruturar a dinâmica Ara – Severina, e Galego Lorde (papel do sempre interessante Júlio Andrade), uma espécie de guru mitológico, cujos transes incluem festas rave no deserto. Reza a Lenda acerta ao ousar. Ao criar algo diferente do que o grande público está acostumado a ver de produções nacionais (comédias ou favela movies). Ao decidir mostrar que nossos cineastas possuem bastante competência para fugir da estrutura televisiva esperada. Em contrapartida, o público precisa comparecer e apoiar.
Mais um ano chega ao fim. Doze meses de muitos lançamentos nas telas de cinema, e também nas telas de nossas TVs com os intermináveis serviços de streaming que tanto adoramos. Muitos filmes maravilhosos e também alguns que preferíamos esquecer. Tendo passado Pantera Negra: Wakanda para Sempre e Avatar: O Caminho da Água, o próximo passo para os cinéfilos é a temporada de premiações até culminar na maior delas, o Oscar. Essa é a temporada em que somos brindados com alguns dos melhores longas de cada ano e muitos cinéfilos começam a se mexer apenas nessa época, para correr atrás e conferir tudo. Como gostamos de ir sempre um pouco mais além, já estamos visando o que de melhor o ano de 2023 trará – nas telonas e nas telinhas. No início de 2023 os brasileiros poderão conferir finalmente também algumas produções lançadas no fim deste ano em parte do mundo, como nos EUA. Sem mais delongas, separamos uma lista com nada menos que as 50 produções mais esperadas por nossa equipe; e para não ficar muito longa, resolvemos dividir em duas partes. Confira a primeira abaixo e programe-se.
50 | Argylle
Henry Cavill não é mais o Superman do cinema, mas em 2023 poderá mostrar que daria um bom James Bond, neste filme de ação sobre um superespião do mesmo diretor de X-Men: Primeira Classe, Kick-Ass e Kingsman.
Por falar em thriller de ação, aqui temos um lançamento da Netflix que é continuação de um dos maiores sucessos da plataforma. Chris Hemsworth é quem estrela novamente como um mercenário precisando realizar missões arriscadas. A sequência conta novamente com roteiro e produção dos irmãos Russo, responsáveis por Vingadores – Guerra Infinita e Vingadores – Ultimato.
48 | 65
Adam Driver é quem estrela essa superprodução de ficção científica que tem uma premissa bem interessante: mesclar armas futuristas com dinossauros na pré-história. Imagine um Planeta dos Macacos, mas ao invés do futuro, o astronauta viaja para o passado na era dos dinos. A estreia é no dia 9 de março.
A Disney segue reimaginando suas clássicas animações em versões modernas de carne e osso (e CGI). O próximo da lista será Peter Pan, que traz Jude Law como o Capitão Gancho. Assim como o recente Pinóquio, esse será um lançamento na Disney+.
Essa franquia de ação e suspense protagonizada por Denzel Washington tem como base um seriado britânico da década de 1980, sobre um agente aposentado igualando o jogo para as vítimas de criminosos. Após dois filmes (em 2014 e 2018), o mais legal desta terceira parte é que traz o astro protegendo novamente Dakota Fanning, 19 anos depois de Chamas da Vingança. A estreia é no dia 1º de setembro.
As adaptações de Kenneth Branagh para os clássicos de Agatha Christie sobre o segundo maior detetive da literatura (Hercule Poirot) seguem à toda. Depois de Assassinato no Expresso do Oriente (2017) e Morte no Nilo (2022), a ação desta vez é movida para Veneza, na Itália, e traz entre os jogadores Michelle Yeoh, Tina Fey, Kelly Reilly e Jamie Dornan. A estreia é no dia 15 de setembro.
A Disney tenta de novo emplacar uma versão cinematográfica de um de seus mais famosos passeios do parque temático – depois que o filme com Eddie Murphy, de 2003, não deu muito certo. Com roteiro de Guillermo del Toro, a ideia é emplacar uma franquia sobre uma mansão assombrada. O elenco é incrível e traz nomes como Rosario Dawson, Jared Leto, Jamie Lee Curtis, Danny DeVito, Winona Ryder, Owen Wilson, Tiffany Haddish e LaKeith Stanfield. A estreia é no dia 11 de agosto.
43 | Kraven – O Caçador
Podemos dizer que os “derivados” da franquia Homem-Aranha produzidos pela Sony não têm empolgado muito os fãs – com filmes como Venom (um e dois) e Morbius. O próximo da lista é um vilão muito querido do universo do aracnídeo, o qual gostaríamos de ver enfrentando o herói num filme seu. Não será por enquanto, já que antes Aaron Taylor-Johnson viverá o personagem num filme só dele. A estreia é no dia 5 de outubro.
Sim, vai acontecer! Depois de muito impasse e embargos, a coisa finalmente está andando para a quinta aventura dos agora “idosos” Riggs e Murtaugh. Mel Gibson pega para si a responsabilidade de diretor após o falecimento de Richard Donner (diretor dos quatro anteriores).
Essa adaptação de um famoso livro de Stephen King foi um dos filmes adiados de 2022 para o ano que vem – mas agora finalmente sairá do papel. A trama mostra um escritor chegando em sua cidadezinha natal nos EUA, para descobrir o início de uma infestação de vampiros por lá.
Dwayne ‘The Rock’ Johnson pode ser conhecido como o Sr. Blockbuster e o Sr. Franquia. Como se não bastasse todas que tem no currículo, ele acaba de criar mais uma – esta uma franquia natalina de ação, como vem anunciando em suas redes sociais. A primeira parceria entre o astro e a Amazon Prime Video, Johnson atua ao lado de Chris Evans.
Outro durão careca que adora apostar em franquias de ação e muitos efeitos é o britânico Jason Statham – que já foi dupla de The Rock nos filmes Velozes e Furiosos. Aqui, ele continua um de seus maiores sucessos, Megatubarão (2018) – como diz o título, sobre um tubarão gigante pré-histórico. A estreia é no dia 4 de agosto.
Grande sucesso em stop-motion da DreamWorks, que apresentou ao mundo o estúdio Aardman (o mesmo de Wallace & Gromit), A Fuga das Galinhas completou 22 anos em 2022. Há muito uma continuação é planejada e ela sairá pelas mãos da Netflix no dia 10 de novembro.
Depois de ter reinventado sua carreira para os novos tempos tirando exemplares modernos de Rocky e Rambo da manga, Sylvester Stallone achou ouro também ao explorar a nostalgia dos fãs da ação dos anos 80, ao trazer um verdadeiro timaço a cada sequência. Três filmes foram lançados, e o quarto estreia no dia 22 de setembro.
A Warner tira da cartola (literalmente) uma nova investida em A Fantástica Fábrica de Chocolate, visando criar sua própria e excêntrica franquia sobre o chocolateiro Willy Wonka em uma história de origem, protagonizada por Timothée Chalamet. A estreia é no fim do ano que vem, no dia 15 de dezembro.
Estamos diante de um ressurgimento do astro Nicolas Cage, preso por quase uma década a produções, digamos, do nível B – de lançamentos direto em vídeo. Esse ano, o astro fez sucesso novamente com O Peso do Talento, uma aventura cômica insana em que interpretou a si mesmo. Em 2023, ele viverá o lendário Drácula, numa comédia centrada em seu vassalo Renfield (Nicholas Hoult). A estreia é no dia 6 de abril.
“In Nolan we Trust”. O cineasta britânico Christopher Nolan é um dos grandes nomes da indústria de Hollywood capazes de arrastar multidões com suas superproduções autorais e originais. E ano que vem todos estão ansiosos para o que ele irá tirar desta biografia sobre o sujeito responsável pela criação da bomba atômica. A estreia é no dia 21 de julho.
Este filme já ganhou o prêmio de história mais WTF do ano, antes mesmo de ter sido lançado. Baseado numa ocorrência real, traficantes se livram de uma carga de cocaína num avião e a droga cai na floresta. Um urso infeliz acaba comendo o produto. O que acontece depois se torna uma das ideias mais insanas para um longa-metragem, com o grande mamífero alucinado e acelerado fazendo vítimas a torto e a direito. A estreia é no dia 9 de março.
Enquanto o urso usa cocaína de lá, Margot Robbie enfia o nariz no pó branco de cá – neste relato do diretor Oscarizado Damien Chazelle sobre uma era de exageros, ambições, escândalos, decadência e depravação, e tudo o que cercou a criação de Hollywood. O filme deve emplacar em algumas categorias principais no próximo Oscar e chega ao Brasil no dia 19 de janeiro.
Sucesso em suas primeiras exibições, esse filme de terror e muito humor ácido é a nova aposta da Blumhouse e do produtor James Wan. Na trama, uma brilhante cientista da área de robótica, desenvolve uma boneca que é um primor da tecnologia de inteligência artificial e a testa em casa com sua sobrinha, a quem passa a criar como filha. É claro que algo tinha que dar errado e a boneca “do demo” pira, iniciando uma matança. A estreia é no dia 19 de janeiro.
Nenhum ano está completo sem um lançamento de uma animação da Disney em parceria com a Pixar. Virou tradição e muitos esperam para saber o que os estúdios irão tirar do papel a seguir para a criançada e os papais. A ideia desta nova produção é a amizade que nasce entre seres muito diferentes – com a proposta de encontrar algo que nos conecte. E o que pode ser mais diferente do que fogo e água – os elementos que formam os protagonistas? A estreia é no dia 15 de junho.
29 | Jogos Vorazes – Cantigas dos Pássaros e das Serpentes
A franquia Jogos Vorazes, baseada numa série de livros infanto-juvenis de sucesso, foi levada ao cinema e se transformou em fenômeno. De quebra fez de sua protagonista, a jovem Jennifer Lawrence, uma das maiores estrelas da Hollywood atual. O primeiro longa está completando 10 anos em 2022, e ano que vem ganharemos o primeiro derivado da franquia, agora com atores como Rachel Zegler, Hunter Schafer, Viola Davis e Peter Dinklage. A estreia ocorre no dia 15 de novembro.
28 | Creed III
O derivado de Rocky chega agora ao seu terceiro filme, e o primeiro sem a participação de Sylvester Stallone como o lutador veterano, transformado em mentor. No segundo filme Adonis Creed enfrentou o filho do russo Ivan Drago, o maior oponente de seu amigo Rocky, e desta vez o passado o encontra, quando precisará enfrentar seu velho amigo Damian Anderson (Jonathan Majors), com quem tem questões mal resolvidas. O filme marca a estreia de Michael B. Jordan na direção, e será lançado no dia 2 de março.
27 | Duna – Parte 2
Um dos grandes sucessos do ano passado, o blockbuster dirigido por Denis Villeneuve fez tanto sucesso que chegou até o Oscar, com indicação inclusive para melhor filme – uma honra e tanto. Essa foi a maior e melhor adaptação do livro clássico de ficção científica do autor Frank Herbert, que não caberia num único filme, e o diretor sabiamente o dividiu em dois – com o segundo chegando no dia 3 de novembro.
26 | A Morte do Demônio – A Ascensão
Finalmente a trilogia de “terrir” e muito sangue criada por Sam Raimi ganhará seu tão esperado quarto exemplar. Acontece que em 2013, a franquia ganhou um remake barra-pesada, que deixava o humor de lado e partia para o grafismo de suas mutilações. Já em 2015, a franquia chegou mais perto de uma continuação, com a série Ash vs. Evil Dead – que durou três temporadas. Agora, o quarto filme, com produção (mas não direção) de Raimi promete sacudir as coisas novamente em 20 de abril.
O terror ‘Memento Mori‘ ganhou o seu primeiro trailer.
Confira:
Esse é o primeiro filme dirigido por Michael Vermaercke, que descreve este projeto como “um filme sobre medos e inseguranças” dos adolescentes que estão prestes a entrar na fase adulta.
A trama gira em torno de uma adolescente cuja vida parece perfeita: bonita, popular, rica. Ainda assim, ela tem um segredo sombrio que é revelado durante uma festa na piscina, onde um incidente violento acontece, colocando-a em um coma.
Charlotte De Wulf estrela.
O título ‘Memento Mori‘ faz referência a uma frase em Latim, e significa “lembre-se que você vai morrer”.
Em declaração, a produtora executiva Isa Dick Hackett disse: “Foi um grande privilégio trabalhar com a equipe extraordinária da série, em parceria com David Zucker e Scott Free, para trazer o romance clássico do meu pai à vida, particularmente durante esse período tumultuado em nosso mundo real. Acredito que os fãs ficarão empolgados e satisfeitos com a épica conclusão que construímos para eles.”
Confira o teaser e o cartaz abaixo:
Criada por Frank Spotnitz, a série é baseada no livro homônimo de Philip K. Dick.
A história é situada em um universo no qual a Alemanha nazista e o Império japonês venceram a 2ª Guerra Mundial. Com a rendição americana e a destruição da população africana, o mundo vive um regime fascista. O ano é 1962, o Império japonês e o governo nazista vivem em guerra fria.
O elenco conta com Rufus Sewell, Alexa Davalos, DJ Qualls, Chelah Horsdal, Joel de la Fuente, Luke Kleintank, Cary-Hiroyuki Tagawa e Rupert Evans.
O suspense ‘Pânico nas Alturas‘ (Break) ganhou trailer legendado.
Confira:
O filme é dirigido por Tigran Sahakyan.
É inverno nos Montes Urais e um grupo de amigos aventureiros decide passar a virada do Ano Novo em um teleférico que trafega entre as montanhas. O objetivo da turma é chegar ao topo e depois voltar para a base fazendo snowboarding. A ideia maluca dos jovens vai conforme o plano até que o velho maquinista sofre um acidente fatal. Suspenso muito acima chão, o teleférico para no ar, enquanto, abaixo deles, toda a cidade está ocupada celebrando o feriado. O que era para ser pura diversão, rapidamente se torna pânico quando todas as tentativas para escapar do perigo terminam mal. Nas alturas, o frio aumenta e a tensão é crescente, e a única esperança do grupo pode ser um dos amigos que, depois de uma briga com a namorada, ficou para trás e percebe que a demora da volta do grupo pode significar que algo está errado. Mas será que ele terá tempo de salvá-los?
O elenco inclui Irina Antonenko, Anastasiya Grachyova, Vladimir Gusev, Denis Kosyakov e Andrey Nazimov.
A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou dois novos clipes.
Confira, com o trailer:
O longa será lançado direto em VOD no dia 7 de agosto.
A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.
Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.
O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.
A NBC divulgou o primeiro trailer completo da 6ª (e última) temporada de ‘This is Us‘.
Confira:
O ciclo final, que contará com 18 episódios, estreará oficialmente no dia 4 de janeiro.
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A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
De acordo com o EW, Jared Leto (‘Morbius’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Mansão Mal-Assombrada‘, que é baseada na clássica atração do parque temático da Disney.
O ator interpretará o Fantasma da Cartola na nova versão.
Além disso, o site também confirmou Jamie Lee Curtis como a Madame Leota.
O longa será lançado nos cinemas no dia 10 de março de 2023.
Justin Simien, aclamado diretor e roteirista da série ‘Cara Gente Branca‘, ficará responsável pela direção. A história será totalmente diferente da versão anterior.
Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração leva os visitantes em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.
Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie Murphy, Terence Stamp e Marsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios. O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).
O longa será lançado na plataforma no dia 28 de junho.
Daina Reid (‘The Handmaid’s Tale’) é responsável pela direção.
A trama segue Sarah, uma médica de fertilidade, que acredita fortemente na vida e na morte. Porém, quando sua filha começa a se comportar de forma estranha, ela deve questionar seus valores e enfrentar um fantasma do passado.
Com 33 críticas publicadas até o momento, a comédia ‘Ricky Stanicky‘, estrelada por Zac Efron e John Cena, dividiu a opinião dos críticos com apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Apesar da sólida performance de Cena como o personagem titular, o consenso geral critica o humor da produção e aponta a queda de qualidade na segunda metade da narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Boa parte do humor de ‘Ricky Stanicky’ se apoia em piadas imaturas sobre masturbação.” (RogerEbert.com)
“‘Ricky Stanicky’ pode ser imaginário e falha em explorar completamente o seu potencial, mas é um papel que combinou perfeitamente com o John Cena.” (CNN)
“Zac Efron está preso em outro roteiro ruim nesta comédia – que é uma triste demonstração do que outrora poderia ter sido considerado transgressivo, mas agora só parece cansativo.” (Hollywood Reporter)
“Sinto que a maior parte do público irá perder a paciência com as maquinações cansativas da segunda parte do filme, quando Ricky Stanicky troca seu charme por uma comédia clichê de baixo nível.” (IndieWire)
“O problema com essa comédia dirigida por Peter Farrelly, que pode ser considerado um elogio ao seu caráter, é que ele é muito gentil para comandar este tipo de humor.” (AV Club)
“Apesar do desfecho tumultuado, a performance de John Cena é uma revelação – ele é muito talentoso, tanto como ator quanto como comediante.” (San Jose Mercury News)
“Você quase consegue ouvir as risadas de uma versão mais engraçada e profunda do roteiro de ‘Ricky Stanicky’ do que no filme que nós assistimos. Nem mesmo os esforços de John Cena conseguem justificar essa tentativa mal sucedida de comédia.” (We Got This Covered)
O longa já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.
Na infância, três amigos fazem uma brincadeira que deu errado e, para se livrarem da culpa, criam o nome de outra pessoa para assumir a culpa: Ricky Stanicky (Cena). Após 20 anos de mentira, eles se vêm obrigado a contratar um ator para se passar por Ricky até que as coisas saem de controle!
O Disney+ anunciou que ‘Skeleton Crew‘, nova série derivada do popular universo de ‘Star Wars‘, teve sua estreia antecipada em um dia.
Agora, os dois primeiros episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 2 de dezembro. O capítulos seguintes chegarão à plataforma toda terça-feira, em caráter semanal.
Na trama, quatro crianças que fazem uma descoberta misteriosa em seu planeta natal aparentemente seguro, então se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Para encontrar o caminho de casa — cheio de aliados e inimigos improváveis —, eles terão que embarcar em uma aventura maior do que eles jamais imaginaram.
Apesar da premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.
“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”
“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew’ é para todos, não importa a idade.”
Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período de ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’ e ‘O Livro de Boba Fett’.
“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fett’ e agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”
Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.
“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”
Em entrevista ao Collider, o diretor Damien Leone revelou sobre o que podemos esperar do quarto (e alegadamente último) capítulo da franquia ‘Terrifier‘.
O cineasta prometeu que o novo filme irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art. No entanto, ele confirmou que não irá explicar toda a mitologia do antagonista, pois não quer perder o mistério que envolve o personagem.
“Eu adoro o mistério. Essa é a parte mais importante, porque os espectadores estão muito curiosos para saber o mistério por trás [do Art]. Acho que as pessoas não percebem que é o mistério que faz o personagem funcionar tão bem. Se revelarmos muito, perderemos esse elemento. Não devemos ver como a magia é feita, é quase sempre decepcionante. Acredito que há um jeito de explicar a origem dele sem perder esse mistério. É arriscado, mas acredito que a maior parte dos espectadores irá ficar satisfeita. Vocês terão muitas respostas.”
Anteriormente, ele havia confirmado que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do próximo capítulo da saga: “Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.“
Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
» O roteiro foi assinado por Ana Lily Amirpour, Sasha Penn, Mark Bianculli e Melanie Toast;
» Vale lembrar que, anteriormente, o projeto estava sendo desenvolvido como uma “sequência-legado”, contando com o retorno de Sylvester Stallone como o escalador Gabe Walker;
» Sucesso nos cinemas, o longa original, dirigido por Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), arrecadou US$ 255 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 70 milhões;
A terceira temporada de ‘Demolidor’ ainda não tem uma data definida, mas é bem provável que ela chegue à plataforma da Netflix em fevereiro de 2018.
A especulação se dá pelo timing da publicação da próxima edição dos quadrinhos Demolidor Omnibus, que chegam às bancas em 20 de fevereiro, com a edição seguinte chegando no mesmo dia, só que no mês de março.
Segundo o site de notícias Cinema Blend, a Marvel estaria buscando aliar os lançamentos dos quadrinhos com a série de TV, considerando que a procura por coisas relacionadas ao herói estariam em alta, contribuindo para as vendas da publicação.
Nenhuma confirmação foi feita por parte da Netflix quanto a esta expectativa.
A Lucasfilm liberou uma cena inédita de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’, que traz o protagonista e seu parceiro, Chewbacca, pilotando a Millennium Falcon, que está sob ataque.
Assista:
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
‘Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.
O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
O intérprete do heróis ‘Shazam!‘, Zachary Levi, compartilhou um divertido cartaz feito pelo artista BossLogic.
O material mostra a partir da perspectiva de visão do herói, que sobrevoa o céu, tentando aprender a voar. O ângulo ainda traz uma “colinha” na palma da mão do jovem personagem, com dicas rápidas sobre como conseguir tal feito.
O material ficou realmente bom e poderia muito bem ter sido uma ideia oficial da DC.
Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em
Os críticos estão elogiando a dinâmica do personagem de Asher Angel e Zachary Levi, o jovem Billy Batson que se transforma em Shazam dizendo a palavra mágica, com seu novo amigo Freddie Freeman, interpretado porJack Dylan Grazer.
O consenso geral é que o filme usa o humor e o coração para encantar o público e se diferenciar dos outros filmes do DCEU.
“#Shazam é grandioso, engraçado, adorável e diferente de tudo que a DC fez antes. Definitivamente na veia de Quero ser Grande, com Tom Hanks, mas com ação de super-herói e muitas referências a Batman e Superman. Eu esperei tanto este filme que eu queria dar-lhe um abraço de urso no final. Os filmes da DCS continuam melhorando.”, ERIK DAVIS do FANDANGO.
#Shazam is big, goofy, lovable, and unlike anything DC has done before. Definitely in the vein of Tom Hanks’ BIG, but with superhero action & lots of Batman and Superman references. I dug this film so much I wanted to give it a bear hug at the end. DC’s movies keep getting better pic.twitter.com/WQJgo61gMg
“#Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma vibe grande de diversão amorosa. O elemento familiar é um grande encantador e o humor é encantador. Zachary Levi explora seus novos poderes. Jack Dylan Grazer é uma estrela.”, PERRI NEMIROFF do COLLIDER.
#Shazam is an absolute delight! Super vibrant, tons of heart & a great fun-loving vibe. The family element is a big charmer & so is the humor that comes with watching @ZacharyLevi explore his new powers. Said this after IT but it’s worth repeating – @Jgrazerofficial is a star.
“Zachary Levi nasceu para interpretar #Shazam. Ele oferece muitas risadas ao lado de sua co-estrela, Jack Dylan Grazer. O filme traz algumas grandes surpresas para os fãs dos quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. Os pontos fortes de Shazam compensam definitivamente suas fraquezas.” JIM VEJVO do IGN.
Zachary Levi was born to play #Shazam He delivers lots of laughs alongside co-star Jack Dylan Grazer. The film packs some big surprises for comics buffs and offers enough mainstream appeal to win over new fans. Shazam’s strengths definitely outweigh its weaknesses. pic.twitter.com/kfFMW01jfO
“#Shazam é uma alegria absoluta. Diferente de qualquer filme do DCEU até agora… É engraçado, quente, é apaixonante e bobo. O elenco é fantástico.”, DEN OF GEEK.
#Shazam is an absolute joy. Both definitely in the DCEU and nothing at all like any DCEU movie so far, it’s funny, warm, good hearted and silly and the cast is terrific. Watch out for our review soon. pic.twitter.com/NNPU5hqNtv
“#Shazam é emocionalmente desigual, mas absolutamente divertido. Zachary Levi aperfeiçoa Shazam, embora Jack Dylan Grazer seja o verdadeiro herói aqui. É um filme de super-herói comum, mas é refrescante e inovador”, MANSOOR MITHAIWALA do SCREENRANT.
#Shazam mistura Esqueceram de Mim com Quero ser Grande, e consegue agradar toda a plateia e todas as famílias com uma história cheia de alegria e realização em um filme de super-herói que fica um pouco demais e brega às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o seu coração para conquistar os fãs.”, PETER SCIRETTA do SLASHFILM.
#Shazam is parts Home Alone, parts Big, a crowd pleasing family-friendly joy-filled wish-fulfillment superhero film which gets a bit over the top and cheesy at times. It’s fun and funny, and I was surprised at how much it wears it’s heart on its sleeve.
Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).
Nos Estados Unidos, 30 de março marca o Dia Nacional do Médico. E para celebrar a coragem e determinação dos profissionais, que estão na linha de frente enfrentando o coronavírus e expondo suas próprias saúdes para garantir o controle da doença, o elenco da série ‘Grey’s Anatomy‘ fez uma bela homenagem em vídeo.
O tributo foi compartilhado por meio da conta oficial do Instagram da Shondaland e traz membros do elenco da série refletindo sobre a vital importância dos médicos nesse período tão delicado.
Uma publicação compartilhada por shondaland tv (@shondaland) em
Vale ressaltar que o final da temporada atual terá que ser abreviado, em virtude da interrupção das filmagens, por conta do coronavírus.
No entanto, a showrunner Krista Vernoff afirmou que o desfecho da 16ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ será satisfatório.
Os fãs estavam preocupados pois a produção do ciclo atual foi abruptamente parada por causa do surto de Coronavírus, tornando o 21º episódio inesperadamente o último.
“Nós estamos DESAPONTADOS por não podermos completar nossa narrativa para essa temporada. A boa notícia? O 21º funciona como um final satisfatório! Não é onde planejávamos terminar, mas é lindo e há várias perguntas para o próximo ano.”
We are disappointed that we don’t get to complete our storytelling this season. The good news? 1621 plays like a satisfying finale! It’s not where we planned to end, but it’s beautiful & the questions that linger we will answer next year. #GreysAnatomy#StayHomepic.twitter.com/BsHV9vJUiJ
O 21º episódio, intitulado Put on a Happy Face, servirá como a Season Finale da temporada, e irá estrear antecipadamente, no dia 9 de abril.
Na sinopse oficial, “Link tenta convencer a Amelia a pegar leve durante o estágio final de sua gravidez. Hayes pergunta a Meredith uma questão surpreendente e Owen faz uma descoberta chocante.”
Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.
Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.
A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.
O agente Elliot Stabler (Christopher Meloni) está de volta e promete redimir os erros do passado em um novo tempo, conforme pontua o mais recente e misterioso comercial de ‘Law & Order: SVU‘.
O vídeo promocional ainda anuncia o crossover entre a produção e a nova série estrelada pelo veterano, intitulada ‘Law & Order: Organized Crime‘.
Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.
O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.
‘SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.
Perspicaz em seus diálogos e sempre emanando um enorme eruditismo por onde passa, Lydia Tár é uma força criativa muito bem articulada, que se desabrocha em tela como o mito da Esfinge. Inicialmente uma mulher voraz, de argumentação coerente e ácida, ela se desfalece ao longo de quase três horas de filme como a icônica figura grega. Deixando um rastro de destruição e devorando aqueles que a cercam, ela é um retrato quase metalinguístico do que Hollywood se tornou nos últimos anos com o surgimento do problemático movimento #MeToo. E TÁR, novo drama do cineasta Todd Field, é uma espécie de alegoria a uma indústria marcada por poder, influência e egolatria. Fugindo do óbvio, o longa faz de seus densos monólogos uma experiência cinematográfica inesperadamente angustiante.
Sempre pautado em conversas exageradamente catárticas e um tanto performáticas, TÁR nos causa uma certa estranheza em seus primeiros minutos. Entre diálogos sempre muito polidos e reflexões sociais e artísticas tão específicas, Field coloca sua originalidade à prova, correndo o risco de perder a atenção da audiência que talvez não esteja disposta a uma proposta tão direcionada para a música clássica. Mas com a ajuda de Cate Blanchett, o diretor e roteirista facilmente consegue cruzar os preconceitos iniciais, nos entregando um drama que nos consome muito mais do que o esperado.
Trazendo a história dessa maestro que hoje vive o auge de uma admirável carreira, TÁR é uma experiência sinestésica onde a música erudita e o cinema cult se encontram proporcionando algo diferente para o público. Conforme acompanhamos a artista homônima a poucos dias de sua mais aguardada performance com a filarmônica alemã, vemos toda sua cautelosa jornada desmoronar com escândalos assombrosos que envolvem uma série diversa de abusos. E entre a pressão de garantir que sua arte e sua imagem permaneçam imaculadas e os irrefutáveis fatos, uma das artistas mais intocáveis se vê diante de um beco sem saída.
E essa tumultuada jornada, marcada por tantos diálogos que poderiam muito bem ser cansativos de tão pedantes, nos toma pela mão de forma arrebatadora. Com Cate Blanchett em sua melhor performance até o momento (se é que é possível realmente criar um paralelo justo com seu passado), TÁR é o cinema arte em sua mais alta qualidade, que nos chama para dentro da narrativa. Com um roteiro inteligente e um pequeno catálogo de brilhantes performances, as extensas páginas de conversas acompanhadas por um café ou cercadas por um anfiteatro se transformam em momentos de angústia e aflição para a audiência. E com a ajuda de Nina Hoss e Noémie Merlant, como duas excelentes coadjuvantes, o que poderia ser um filme blasé se torna um drama eficiente sobre uma mulher que realmente aparenta ser a personificação do mito da Esfinge.
E Blanchett nos hipnotiza. Com trejeitos um pouco mais masculinizados, que vez outra deixam escapar uma certa feminilidade, ela brilha a todo momento. Com uma linguagem corporal mais classuda, sempre emanando a didática de um maestro em seus gestos, ela faz tudo parecer absolutamente natural e leve. Da insensatez e frieza ao mais puro fascínio pelas notas musicais, ela faz de Lydia Tár um experimento social a ser avaliado e julgado pela audiência. E exibindo um alemão admirável ao longo de 2h38 de filme, a vencedora do Oscar nos lembra do quão única ela é capaz de ser a cada nova performance.
Com uma direção padrão que ganha um conceito maior já pelo final do seu segundo ato, TÁR é um drama excelente sobre relações humanas, abuso de poder e de influência e até mesmo sobre o famoso nepotismo. Demonstrando de forma simbólica e bem rápida o contraste de gerações, o filme não se preza a explicar os conceitos e referências culturais que cercam a música clássica, podendo deixar muitos à deriva. Mas ainda sim, fazendo uma excelente espiral decadente de sua própria protagonista, a produção nos convida para a curiosidade, instiga nossos instintos e nos deixa insaciáveis. E sob um final irônico e brilhante, Field ainda consegue entregar muito mais do que esperamos, tornando TÁR uma pequena sátira de uma mulher que, embora flertasse com todas as cartilhas progressistas, é de fato um escárnio da assustadora contemporaneidade.
Na última quinta-feira, dia 13 de abril, Thierry Frémaux e Iris Knobloch anunciaram a seleção oficial dos filmes participantes do 76º Festival de Cannes. Com uma grande abertura aos filmes hollywoodianos, a seleção consagra grandes nomes da sétima arte e figurinhas carimbadas do evento ao mesmo tempo que busca apresentar novos cineastas e um recorde de mulheres nomeadas para a competição.
A quatro semanas da 76ª edição, o CinePOP apresenta os principais elementos de destaque da seleção deste ano. A começar pela presença de três brasileiros na seleção oficial (Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Renée Nader Messora) já conhecidos do festival. Vamos dedicar uma análise especial para todos os brasileiros no festival em outro artigo, aguardamos ainda as seleções das mostras paralelas.
Os mesmos de sempre na Competição pela Palma de Ouro
Ken Loach esteve 15 vezes na disputa pela Palma de Ouro
O que mais chama atenção na seleção competitiva? Os nomes de diretores já carimbados diversas vezes no festival. Em pole position está o britânico Ken Loach, de 86 anos, o qual já subiu os degraus do tapete vermelho do Palais des Festivals et des Congrès de Cannes 15 vezes. Duplamente premiado com a Palma de Ouro [Ventos da Liberdade, 2006, e Eu, Daniel Blake, 2016], o cineasta compete este ano com The Old Oak contra outros 18 longas-metragens.
Em sua companhia estão também os veteranos da Croisette: o alemão Wim Wenders (10 vezes selecionado); os italianos Nanni Moretti (9 vezes) e Mario Bellocchio (8 vezes); e o japonês Hirokazu Kore-Eda (6 vezes). Caso Thierry Frémaux, o diretor geral do festival, consiga convencer Martin Scorsese — quatro vezes selecionado entre 1976 e 1985 — a apresentar Killer of the Flower Moon em competição, ele pode entrar nessa lista.
Killer of the Flower Moon, de Scorsese, ainda é promessa na disputa pela Palma de Ouro
De acordo com o Frémaux durante a coletiva de imprensa: “O pedido foi feito” e, como todos os anos, alguns filmes ainda poderão entrar para a Seleção Oficial até o início do evento em Cannes. Outro nome conhecido do público é Wes Anderson, pela terceira vez em competição com Asteroid City. Após Moonrise Kingdom (2012) e A Crônica Francesa (2021), novamente um elenco estelar acompanha o cineasta: Tilda Swinton, Adrien Brody, Scarlett Johansson e Tom Hanks, entre outros.
Em meio a mais de 2.000 filmes vistos pelo diretor-geral e a sua equipe, oFestival de Cannes promete uma “seleção renovada, pontuada aqui e ali por grandes autores”, no entanto, é notável a predominância dos cineastas dos Estados Unidos e Europa, vide a pré-estreia de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold.
Não é tão usual o lançamento de um(a) diretor(a) iniciante na competição pela Palme d’Or, ainda mais com tantos outros nomes de peso na disputa. Por outro lado, o Festival de Cannes nos presenteia com grandes obras de debutantes, vide Atlantique, de Mati Diop, e Os Miseráveis, de Ladj Ly, ambos premiados pelo júri em 2019. Este ano, o grande efeito é da franco-senegalesa, de 36 anos, Ramata-Toluaye Sy, na disputa pela Palma de Ouro com o longa Banel & Adama. Vinda de uma das renomadas escolas de cinema na França, La Fémis, a novata cineasta já esteve por trás do roteiro de dois projetos e trabalhou na ideia título selecionado durante sete anos.
Longe de ser um novato no cinema, o britânico Jonathan Glazeré outro nome pela primeira vez na Seleção Oficial. Vindo do mundo dos videoclipes, ele é conhecido na sétima arte pelos controversos Sexy Beast(2000), com Ben Kingsley;Reencarnação(2004), com Nicole Kidman; e Sob a Pele(2013), com Scarlett Johansson, Glazer é um diretor peculiar e podemos esperar qualquer coisa do seu quarto longa The Zone of Interest (Zona de Interesse). O filme é a adaptação do romance homônimo de Martin Amis ambientado em Auschwitz. Lançado em 2014, o livro conta a história de um oficial nazista que se apaixonou pela esposa do comandante do campo.
Ramata-Toluaye Sy única estreante na direção em disputa pela Palma de Ouro
Séries em Cannes
Não é de hoje que o Festival de Cannes coloca no seu cardápio o lançamento de séries, mas é curiosa a participação do grande lançamento do ano da HBO, The Idol(O Ídolo), tenha uma pré-estreia durante o evento. Com um festival especial CannesSeries, realizado do 14 ao 19 de abril de 2023, em sua sexta edição, é de se estranhar a seleção de Thierry Frémaux. Como justificativa, o diretor-geral anunciou o título como o “início de um filme…”
Além da produção, o músico atua ao lado de Lily-Rose Depp. Desde de Game of Thrones (2011-2019), a HBO produz séries com qualidades cinematográficas. Ou seja, esperamos o mesmo de The Idol. Pelo trailer, o seriado tem uma pegada moderna da ideia de Damien Chazelle em Babilônia (2022). Veja o trailer aqui.
Recorde de Cineastas Mulheres
Outro destaque deste ano é a nomeação de seis mulheres em competição, ou seja, quase um terço da Seleção Oficial. É um recorde do evento, pois no ano anterior o número foi de cinco diretoras, incluindo um filme co-realizado com um homem. Das seis selecionadas, quatro são reincidentes: as francesasCatherine Breillat (com A Última Amante, 2007) e Justine Triet (com Sibyl, 2019); a italiana Alice Rohrwacher(com As Maravilhas, 2014, e Feliz como Lázaro, 2018); e a austríaca Jessica Hausner (Little Joe, 2019).
A tunisianaKaouther Ben Hania já recebeu uma nomeação com O Homem que Vendeu Sua Pele na Seleção do Festival de Cannes 2020, em contrapartida, o evento não ocorreu por conta da pandemia da COVID-19. Esta é, portanto, oficialmente sua primeira participação em na corrida pela Palma de Ouro. Vale lembrar que ela esteve na mostra Um Certo Olhar com o ótimo A Bela e os Cães, em 2017. Para fechar a lista, a sexta é a — já mencionada — franco-senegalesa Ramata-Toluaye Sy.
Após 75 edições, o Festival de Cannes conta apenas com duas mulheres ganhadoras do grande prêmio. A primeira foi Jane Campion, com O Piano (1993) e mais de 20 anos depois, Julia Ducournau com Titane (2021). Nas nossas contas, apenas 2,6% do total de edições uma mulher subiu ao palco para receber a Palma de Ouro. Com seis mulheres na disputa, as chances aumentam, mas a batalha vai ser difícil. Vamos aguardar a revelação dos membros do júri ao lado do presidente Ruben Östlund (Triângulo da Tristeza).
Confira abaixo a lista completa da Seleção Oficial de Cannes:
Filme de Abertura: Jeanne du Barry, de Maïwenn (Fora da Competição)
O tão aguardado jogo para celulares ‘Harry Potter: Mistérios de Hogwarts’, licenciado pelaWarner Bros., já está oficialmente aberto para pré-registro na Google Play, loja oficial de aplicativos para Android.
Essa atualização indica que o jogo, que é gratuito, está muito próximo de ser lançado. Para fazer o pré-registro e ficar sabendo assim que ele já estiver disponível, basta clicar neste link.
A trama do jogo se passa entre o período do nascimento de Harry e sua entrada em Hogwarts, quando Ninfadora Tonks e Gui Weasley ainda eram alunos.
O jogador poderá melhorar seu avatar à medida que conquistar mais experiências e habilidades mágicas, além de escolher seu próprio animal de estimação e participar de aulas de magia, poções e transfiguração. A cada nova habilidade conquistada, novos lugares e feitiços serão liberados.
Além disso, a Netflix liberou um pôster enigmático do filme. Confira:
O novo cartaz adianta que a estreia do longa está marcada para o dia 12 de outubro.
A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante.
Como os seguidores do CinePOP já sabem, 2023 marca os dez anos do lançamento de Homem de Ferro 3. O filme causou muita polêmica na época de sua estreia, mas também foi acompanhado da segunda bilheteria do MCU a superar a marca de um bilhão de dólares. Em meio a essas contradições, o longa segue até hoje considerado por alguns o pior filme da Marvel, enquanto outros defendem que a obra foi injustiçada pelos fãs.
Independentemente dessa avaliação pessoal, esse filme é uma das obras da Marvel cujos bastidores foram repletos de curiosidades e situações pra lá de inesperadas. Então, pensando nessa celebração de uma década “de vida”, escolhemos dez curiosidades sobre o filme para você conhecer. Confira!
Novos horizontes
Foto: Alberto E. Rodriguez/WireImage
O querido Jon Favreau deixou a trilogia para focar em dois projetos diferentes: o filme indieChef (2014), que ele estrelou e dirigiu, e Mogli: O Menino Lobo (2016). A escalação do novo diretor não demorou muito, porque havia um nome aparentemente ideal à disposição: Shane Black. Além de já ter trabalhado anteriormente com Robert Downey Jr., ele já tinha um entendimento de como funcionava a franquia, por ter sido um dos consultores não creditados de Homem de Ferro 2 (2010). Dessa forma, ele foi contratado e já assumiu um projeto que deveria ser tranquilo. Deveria.
Lesão milagrosa
Como dito acima, a produção deveria ser tranquila, mas foi repleta de problemas. Um deles foi que o estúdio responsável pelo CGI do filme abriu falência no meio das filmagens. E para piorar a situação, ainda faltava trabalhar todo o terceiro ato do longa, que é praticamente 80% feito com computação gráfica. Então, para sorte da equipe e azar do ator, Robert Downey Jr. foi realizar uma cena de ação e acabou quebrando o tornozelo. A lesão foi séria e deixou Robert “de molho” por dois meses em casa. Esse tempo foi o bastante para uma nova produtora assumir e trabalhar com calma no CGI do filme.
Tony Senna
Uma das cenas mais comentadas do trailer foi uma que mostrava Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) segurando o capacete do Homem de Ferro contra o rosto, enquanto chorava copiosamente. Segundo o diretor do filme, Shane Black, essa cena foi inspirada num ícone brasileiro: Ayrton Senna. Ele estava assistindo o documentárioSenna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão (2010), que conta a história da carreira e da vida pessoal do piloto brasileiro, quando se deparou com as imagens do funeral de Ayrton, em que sua irmã, Viviane, pega o capacete do irmão e o apoia contra o rosto, como se olhasse para os olhos de Ayrton uma última vez. Shane ficou encantando com o poder daquelas imagens e decidiu homenageá-la no filme.
Grana dos amigos
O orçamento original de Homem de Ferro 3 era de algo em torno de 140 milhões de dólares, o que já era um valor bem alto para um blockbuster da época. Só que o sucesso de Os Vingadores (2012) superou tanto as expectativas dos investidores, arrecadando mais de 1,5 bilhão de dólares, que eles liberaram uma cota extra de 60 milhões de dólares para o terceiro Homem de Ferro, disponibilizando assim um orçamento de cerca de 200 milhões de dólares. Uma bolada!
Maya
Uma das personagens novas introduzidas e despedidas nesse filme foi a cientista Maya Hansen. Apesar de não ser uma personagem muito popular nos quadrinhos, Maya foi vendida como peça fundamental para a trama deste terceiro filme do Homem de Ferro, e isso fica claro pela ideia da direção para a atriz que deveria interpretá-la. A primeira convidada para dar vida ao papel foi a incrível Jessica Chastain. Ela aceitou o papel, mas acabou precisando deixar o projeto por conta de conflitos de agenda. Assim, o papel caiu no colo de Rebecca Hall, que passou longe de ter um trabalho memorável no longa.
Mudança polêmica
Quando começou a fazer Homem de Ferro (2008), Favreau decidiu encarar o projeto como a parte um de uma trilogia, mesmo que não houvesse confirmação de que aquilo iria pra frente. Assim, ele planejou os filmes para se encerrarem num embate épico contra o Mandarim, maior rival do herói nos quadrinhos. O problema é que Jon deixou o projeto e a liberdade criativa passou para as mãos de Shane Black, que decidiu alterar a visão do antigo diretor por medo sofrer represália internacional trazendo para as telas o Mandarim das HQs, que era repleto de estereótipos racistas dos chineses. Então, ele decidiu fazer do vilão um fantoche de um terrorista norte-americano, escalando Ben Kingsley para o papel do Mandarim falso. Dessa forma, ele fecharia a trilogia com a Indústria Armamentista como a grande vilã, assim como foi mostrado no primeiro filme.
Antes de fazer sucesso com a Wandinha na Netflix, a atriz Jenna Ortega já acumulava alguns papéis interessantes no cinema. Mas você sabia que sua estreia na atuação foi justamente em Homem de Ferro 3? Pois é, na época com apenas dez aninhos de idade, Jenna interpretou a filha do Vice-Presidente dos EUA, que é retratada como uma jovem em cadeira de rodas, que perdeu uma perna e motivou o político a apoiar o desenvolvimento e os testes do vírus Extremis, que é a grande ameaça da trama.
CGI de milhões
Com a cota extra, a produtora nova trabalhando e Robert machucado, Shane Black pôde gastar mais com CGIs extremamente excêntricos. O primeiro foram os dedinhos do coelhão que Tony dá de presente de natal para Pepper. Em testes no Oriente Médio, parte do público achou que as patinhas do coelho eram um par de peitos enormes no animal. Então, para evitar confusão, ele colocou patinhas de CGI no coelho. Mas o mais impressionante é justamente na cena final, em que Tony retorna a sua mansão destruída e pega uma chave de fenda. Como Robert estava se recuperado da lesão no tornozelo, Shane usou um dublê de corpo do ator e construiu seu rosto por meio do CGI. O trabalho foi tão bem-feito que até hoje tem muita gente que sequer sabe dessa curiosidade.
Foi pro espaço
Na época, os quadrinhos da Marvel traziam uma parceria inesperada, mas que deu muito certo. O Homem de Ferro foi ao espaço para integrar os Guardiões da Galáxia. E como o filme do grupo espacial estrearia no ano seguinte, houve um rumor de que a cena pós-créditos do filme mostraria Tony Stark com uma armadura adaptada viajando para o espaço, após receber uma mensagem de socorro do Senhor das Estrelas, que seria captada pelo JARVIS. Esse rumor ganhou ainda mais força quando a produção liberou imagens da Mark 39, a “Deep Space Armour”. No fim das contas, a armadura espacial foi feita, apareceu por 3 segundos na batalha final e foi destruída logo em seguida. E apesar disso, a armadura ganhou um Hot Toys próprio, que se tornou um sucesso de vendas.
Não cobrada
No fim das contas, a cena pós-créditos foi uma revelação de que Homem de Ferro 3 foi uma história narrada pelo próprio Tony Stark ao seu novo “amigo de laboratório”, Bruce Banner, como se fosse uma grande sessão de terapia. A cena é até divertida, com Bruce claramente de saco cheio do falatório de Tony, chegando até a dizer que ele não é “esse tipo de doutor”, claramente zoando o amigo por fazê-lo de psicólogo. Essa cena é tão curtinha que Mark Ruffalo – que aparece usando a mesma roupa do Steve Rogers(Chris Evans) no primeiro Vingadores – sequer teve a participação creditada oficialmente.
Uma coisa a Netflix percebeu nos últimos anos: romances picantes têm um grande público. Razão pela qual a gigante do streaming tem investido discreta mas constantemente em produções que envolvam um romance mais caliente aos seus assinantes. Por mais que isso possa parecer novidade para muitas pessoas, não é; a indústria do livro já sabia desse filão há muitos séculos, publicando livros de romance picante em formatos mais acessíveis ao bolso do público, dentre os quais está ‘O Amante de Lady Chatterley’, romance de D. H. Lawrence da década de 1920 e que chegou na virada do ano em nova adaptação cinematográfica na plataforma da Netflix e figura entre os mais vistos da plataforma desde então.
A jovem Connie (Emma Corrin, que recentemente fez a Lady Di em ‘The Crown’) está apaixonada pelo seu noivo, Clifford (Matthew Duckett). Recém-casados, eles mal têm tempo de se curtir, pois Clifford é enviado para a guerra. O tempo passa e Clifford volta da guerra, porém, infelizmente retorna com as pernas paralisadas pelos traumas sofridos. Numa tentativa de recomeçar, o jovem casal se muda para a casa de campo da família de Clifford Chatterley, no interior do país. Porém, o que parecia ser uma boa ideia para uma vida calma a dois rapidamente mostra seus empecilhos, distanciando ainda mais o casal que pouco conseguiu conviver juntos. Impossibilitado de ter filhos, Clifford sugere que Connie encontre um homem com quem possa se relacionar, para, assim, engravidar, mas com uma única condição: que ele não soubesse quem o tal homem era. A ideia ousada e estranha ganha contornos de liberdade para Connie, especialmente quando passa a conhecer mais a fundo o misterioso e introvertido Oliver (Jack O’Connell), o caseiro da propriedade.
Em duas horas, ‘O Amante de Lady Chatterley’ abrange bem a essência do romance do início século XX, dando espaço para apresentação dos personagens e se debruçando muito mais no universo em abismo da protagonista mulher. Ainda assim, curiosamente, o filme (e o livro) levam o nome do amante no título, ainda que a história não seja sobre ele.
David Magee constrói um roteiro que favorece a protagonista em todos os quesitos: as angústias de Connie são retratadas com câmera em close para favorecer a atuação de Emma Corrin; as cenas de sexo demonstram uma relação respeitosa de amor em que Oliver o tempo todo demonstra querer satisfazer a amada, que só então está despertando para o mundo dos prazeres. Laure de Clermont-Tonnerre faz de seu filme um belo retrato do despertar sexual, em uma época em que a palavra “prazer” ainda não era permitida às mulheres; para tal, as cenas de interação entre os atores Emma Corrin e Jack O’Connell são bastante convincentes, ainda que fictícias: a câmera foca principalmente nas emoções do rosto de Connie e, às vezes, abre o plano para as cenas de sexo em meio à natureza em maneira selvática e afetuosa que a relação dos dois vai eregindo.
Envolvente, ‘O Amante de Lady Chatterley’ é uma história de amor e de tesão, mas acima de tudo sobre amor, e a (falta) de liberdade que as mulheres (ainda) têm neste departamento. O filme funciona como romance suavemente picante, com ótimas cenas de interação entre os protagonistas. Um clássico da literatura mundial que foi muito bem adaptado em sua nova versão.
Já faz alguns anos desde que o remake do clássico ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’, de 1984, está em nos planos da indústria cinematográfica e, ainda que estivesse esfriado, isso não necessariamente é uma coisa ruim.
De acordo com Jillian Bell, uma das atrizes cotadas para o remake, disse que bastante progresso já foi feito e o filme pode chegar aos cinemas bem em breve.
“[O roteiro] está em constante escrita, então esperamos conseguir lançá-lo em uns dois anos”, Bell disse em entrevista ao site IndieWire. “Está acontecendo. Estou bem animada para isso”.
O filme original estrelou Tom Hanks como um homem que se apaixona por uma sereia – interpretada por Darryl Hanna. Os dois se apaixonam após ela salvá-lo quando era uma criança e os dois se reúnem anos depois.
Na mais nova versão, Bell e Channing Tatum darão vida aos personagens principais.
‘Splash’ recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e foi dirigido por Ron Howard, o qual está também por trás do remake.
A CBS All Access anunciou hoje a estreia da 2ª temporada de sua série de thriller psicológico ‘Tell Me a Story’: o novo ano, que contará com 10 episódios, será lançada no dia 05 de dezembro de 2019.
O próximo ciclo trará uma nova versão de personagens clássicos, como a Cinderela, Bela Adormecida e a Bela e a Fera.
Odette Annable e Natalie Alyn Lind irão interpretar uma versão moderna da Cinderela e da Bela, respectivamente. Carrie Anne-Moss também fará parte dos novos episódios.
Em 2020, a icônica franquia ‘Premonição’ completa vinte anos desde o seu lançamento original. Para aqueles que não se recordam, o capítulo inicial da saga de terror sobrenatural teve início em 2000 e estendeu-se até 2011 com cinco longas-metragens, duas HQs e nove romances. Mas você sabe exatamente como a narrativa teve início?
A história do primeiro filme, que gira em torno do jovem Alex Browning (Devon Sawa) e sua subsequente atitude histérica para salvar um grupo de alunos de uma explosão premeditada por uma terrível visão, na verdade funcionaria como um episódio da aclamada série ‘Arquivo X’ (o que faz bastante sentido, considerando o teor fantasioso da produção). Arquitetada por Jeffrey Reddick, o pano de fundo revolucionário chamou atenção das produtoras e acabou sendo transferido para as telonas através do comando de James Wonge do roteiro de Wong, Reddick e Glen Morgan.
A princípio, o resultado final passou longe de agradar a crítica especializada – mas alavancou uma legião de seguidores que transformou a obra num clássico cult, principalmente por suas reviravoltas inteligentes, suas cenas bem arquitetadas e uma renovação do já batido gênero slasher que vinha perdendo força desde o lançamento de ‘Pânico’. Afinal, os personagens aqui lidam com um inimigo invisível (a Morte) em vez de lidar palpavelmente com um serial killer aos moldes de Ghostface, Freddy Krueger e Jason Voorhees. Com o passar dos anos, a recepção tornou-se mais calorosa e provocou uma sólida arrecadação nas bilheterias (ultrapassando a marca de US$665 milhões sem ajuste de inflação).
No geral, a franquia insurge como uma inteligente alternativa para os adeptos ao terror, passando longe de funcionar como apenas um gore-porn como veríamos com ‘Jogos Mortais’ (com exceção da iteração de 2004). É claro que temos as terríveis e arrepiantes cenas de morte elaboradas com cautela extrema, arcos de personagens bastante críveis e cliffhangers poderosos que mantiveram o sucesso e a adesão do público a cada nova entrada – mesmo com as claras falhas e os furos de roteiro que vão para além de uma mera falta de credibilidade; porém, estamos lidando com a Morte (cuja identidade toma proporções míticas a cada novo capítulo). Não é surpresa, também, que os personagens (ou apenas a menção a eles) sejam relembrados constantemente em um ciclo interminável de vingança do além-mundo – começando com Alex e retornando a ele mesmo com uma revitalização do conceito ocultista de Ouroboros, a serpente que engole a si mesma.
Se em ‘Premonição’ a mitologia começa a ser cultivada pelos protagonistas, que se completam nos rostos de Ali Larter, Kerr Smith, Seann William Scott e outros, ‘Premonição 2’ abre espaço para uma exploração interessante – e recheada de algumas das mortes mais chocantes de toda a saga. Aqui Kimberly (A.J. Cook) tem a visão de um acidente de carro que resulta na morte de dezenas de pessoas, postando-se para impedir a passagem de vários veículos e salvar algumas delas. À medida que a Morte vem para coletar as vidas que lhe pertencem por direito, eles descobrem que o acidente em questão viria como forma de quitar as dívidas criadas no primeiro filme com o intrometimento de Alex no curso natural das coisas – descobrindo também que apenas uma nova vida pode quebrar esse inevitável ciclo.
É claro que a New Line Cinema poderia terminar suas investidas apenas com duas iterações; mas seu sucesso irrefutável culminou no lançamento de ‘Premonição 3’ em 2006, “rebootando” a trama e levando-a um passo para a frente. No novo longa, Wong retorna como diretor de uma história que envolve um grupo de graduandos que vai a um parque de diversões e acaba se envolvendo numa tragédia irreparável – exceto pela presença de Mary Elizabeth Winstead como Wendy Christensen. A premissa segue o passo das anteriores, mas traz um elemento diferenciado: Wendy consegue descobrir de que forma os sobreviventes serão caçados através de fotografias e de coincidências que alimentam o escopo iniciado seis anos antes.
Em 2009, a série ganharia uma fraca continuação, cujos poucos pontos positivos circulariam em torno da revitalização técnica, tornando-se o primeiro a ser filmado inteiramente em HD 3D. Felizmente, ‘Premonição 5’ encontraria espaço de sobra para trazer todos os aspectos que nos envolveram anteriormente, fosse pelo emprego on point do CGI, das cenas de morte, do tom mais dramático da obra, representando uma surpreendente mudança de ares – e fechando definitivamente o ciclo com uma prequela inesperada e um final de tirar o fôlego.
Agora, caminhamos em direção a uma nova história, cujos detalhes começam a sair das sombras aos poucos.
E você? Está preparado para enfrentar mais uma vez o mais temível inimigo de todos?
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