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10 séries imperdíveis para quem AMA mistério e suspense

Histórias de mistério sempre fizeram parte da nossa – muito mais do que podemos imaginar. Desde os clássicos contos assinados por Sir Arthur Conan Doyle e os romances impecáveis de Agatha Christie até obras cinematográficas inteligentes e bastante nostálgicas, o mundo do entretenimento teve e continua tendo um apreço inegável pelo estranho, pelo bizarro e pelo envolvente.

Com falhas pontuais e algumas produções esquecíveis, grande parte das narrativas contemporâneas da esfera audiovisual consegue enriquecer nosso intelecto e nossa imaginação com tramas intrincadas, recheadas de perigos mortais, personagens duvidosos e plot twists chocante.

Por isso, o CinePOP resolveu trazer uma lista com 10 séries imperdíveis sobre mistério.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

  1. THE TUNNEL

Depois de fazer algumas aparições na franquia ‘Harry Potter’, Clémence Poésy migrou para as telinhas ao lado de Stephen Dillane com uma série de tirar o fôlego: ‘The Tunnel’ (uma produção que provavelmente passou fora do radar, ainda mais considerando que é um remake de um clássico cult escandinavo).

A trama gira em torno de uma investigação criminal no túnel que liga o Reino Unido à França. Os dois detetives principais (Poésy e Dillane) a princípio parecem estereotipados, mas logo revelam que passam longe de meras construções formulaicas, mergulhando em um mundo arrepiante e repleto de segredos.

  1. COLLATERAL

A produção da Netflix traz um tabuleiro cheio de ótimos elementos: Carey Mulligan em um dos melhores papéis de sua carreira, o dramaturgo David Hare assinando o roteiro, temas que perpassam desde a controversa política britânica até a crise de refugiados na Síria – e reviravoltas surpreendentes.

A minissérie é composta por quatro episódios e, apesar da brevidade, consegue cumprir tudo a que se propõe entregar ao público. Mais do que isso, as linhas narrativas cheias de nuances são adornadas com atuações impecáveis (incluindo uma surpresa bem-vinda que emerge na rendição Billie Piper).

  1. THE PALE HORSE

Os escritos de Agatha Christie são há bastante tempo adaptados para o cinema e a televisão. Depois de Hercule Poirot ganhar uma nova versão no rosto de Kenneth Branagh, as emissoras britânicas resolveram abraçar os livros da Dama do Crime de modo exponencial – e, recentemente, uma de suas novas histórias ganhou vida.

Estrelado por Rufus Sewell e Kaya Scodelario, ‘The Pale Horse’ gira em torno de um excêntrico e traumatizado homem de negócios que descobre que seu sobrenome está escrito em uma estranha lista. Mas isso não é tudo: todas as outras pessoas mencionadas no pequeno pedaço de papel estão mortas – e ele pode ser o próximo caso não consiga encontrar o assassino a tempo.

  1. THE KILLING

Depois de duas temporadas medianas investigando um único assassinato, ‘The Killing’ retornou para um novo ciclo com todas as forças e entregou uma obra-prima espetacular (que podemos até encarar como um muito bem-vindo revival).

Na terceira iteração da série, os detetives Linden e Holder (Mireille Enos e Joel Kinnaman, respectivamente) descobrem uma série de assassinatos que podem estar conectados ao desaparecimento de vários jovens moradores das ruas de Seattle. As nuances e o cuidado com que a produção trata estes temas podem tê-la tirado dos holofotes, mas isso não tira nem uma fatia de sua exímia qualidade.

  1. VERONICA MARS

‘Veronica Mars’ insurgiu como uma comédia dramática adolescente qualquer que trazia o agora icônico rosto de Kristen Bell no papel de uma jovem detetive. Porém, o suspense neo-noir criado por Rob Thomas (aliado ao charme de sua protagonista) transformou-se num clássico cult dos anos 2000 e elevou a personagem ao mesmo patamar que Buffy Summers e Nancy Drew.

Na primeira temporada, Veronica investiga inúmeros mistérios ao mesmo tempo que luta para formar-se no colégio: temos, de um lado, o assassinato de sua melhor amiga, Lily Kane; do outro, o lado cômico que dialoga com o roubo do mascote da escola. E, num âmbito mais pessoal, onde está sua mãe, os deixou para trás e nunca mais voltou.

  1. THE NIGHT OF

Apesar de ter caído num infeliz esquecimento, ‘The Night Of’ foi uma das melhores produções de 2016, funcionando como um grande evento televisivo que caiu nas graças do público e da crítica especializada. Aqui, Riz Ahmed deu vida a um universitário preso por assassinato – crime que não se recorda de ter cometido.

Acompanhado de John Turturro, o elenco (e os telespectadores) estão no centro de um mistério cabuloso: será que o jovem é realmente culpado? Ou será que o falho sistema judiciário errou mais uma vez e prendeu a pessoa errada?

  1. BIG LITTLE LIES

A adaptação de David E. Kelley acerca do aclamado romance de Liane Moriarty prometia uma divertida e concisa história, mas acabou entregando muito mais do que esperávamos – não é surpresa que ‘Big Little Lies’ tornou-se uma das produções favoritas dos fãs de mistério e levou para casa praticamente todas os prêmios a que concorria.

Fugindo do convencionalismo cronológico das clássicas obras audiovisuais, a série oscila no tempo de modo angustiante, criando um retrato em paralelo de como a vida de um grupo de mães mudou drasticamente desde que uma jovem chegou à pequena cidade de Monterey fugindo de um passado conturbado. E, caso a premissa não tenha te interessado, você pode ver apenas pelo estelar elenco formado por Reese Witherspoon, Alexander Skarsgard, Nicole Kidman, Adam Scott, Zoe Kravitz, Laura Dern e Shailene Woodley.

  1. AND THEN THERE WERE NONE

Reformulado e readaptado depois de algumas controvérsias raciais, ‘…E Não Sobrou Nenhum’, um dos romances mais famosos de Agatha Christie, ganhou uma nova versão em 2015 no formato de minissérie – e os longos três capítulos são dignos de ser assistidos do começo ao fim com o máximo de atenção.

Aqui, as breves backstories dos dez protagonistas ganham uma nova complexidade intimista e psíquica, aumentando o teor dramático e nos deixando ansiosos e angustiados para descobrir quem está tirando a vida de cada um dos convidados.

  1. TRUE DETECTIVE

Desde o primeiro episódio, a saga criminal de Nic Pizzolatto cria uma ambiência complexa e convidativa (por todos os motivos mais arrepiantes) a um mundo repleto de mentiras e traições. E, por mais que a segunda temporada de ‘True Detective’ tenha deslizado consideravelmente, é inegável dizer que a série ganhou aclame universal pela crítica e pelo público.

Ambientada na Louisiana, a trama combina o melhor da ficção detetivesca com explorações metafísicas, violência grotesca e escuridão pessoal que se expande ao longo de várias décadas. Para além da impecável atuação de Matthew McConaughey e Woody Harrelson, a condução da obra tangencia a perfeição estética – e sua atmosfera ocultista é de tirar o fôlego.

  1. TWIN PEAKS

Talvez seja um consenso inegável de que ‘Twin Peaks’ esteja no âmago da produção televisiva norte-americana, consolidando-se pouco depois de seu lançamento em 1991 como um clássico do mistério dramático e um marco na esfera audiovisual. Mesmo com seu precoce cancelamento na segunda temporada, a série criada por David Lynch e Mark Frost ganhou uma legião de devotos fãs e até mesmo teve uma terceira temporada exibida em 2017 (que recuperou as glórias das iterações originais).

A trama gira em torno do agente investigativo do FBI, Dale Cooper (Kyle MacLachlan) e do xerife local da cidade-titular, Harry S. Truman (Michael Ontkean), ambos desvendando o mistério por trás do assassinato de Laura Palmer (Sheryl Lee), uma jovem estudante recém-coroada rainha do baile homecoming. A estética do show mistura elementos sobrenaturais, retratos melodramáticos dos personagens e tem uma pontual inclinação para o surrealismo cinematográfico (próprio do conhecido trabalho de Lynch).

O sucesso de ‘Twin Peaks’ foi tamanho que até os dias de hoje é citada por outros realizadores, servindo de inspiração para grande parte dos suis-generis de mistério e terror que temos na atualidade (como ‘Bates Motel’, ‘Gravity Falls’ e ‘Silent Hill’).

Brie Larson quer viver Samus Aran em alguma adaptação de ‘Metroid’

Em uma recente aparição ao programa Animal Talking, a vencedora do Oscar Brie Larson, que já fez sua incursão no MCU ao viver Capitã Marvel, revelou que adoraria viver a personagem Samus Aran em uma possível adaptação para os cinemas da franquia de jogos ‘Metroid’.

Larson também foi questionada sobre o porquê de ela ser uma boa escolha para o papel, ao que ela respondeu:

“Eu adoraria muito. Eu fui Samus para o Halloween dois anos atrás. Foi literalmente uma fantasia de 20 dólares que comprei na Amazon, foi quase como nada. Eu estava muito animada para isso, então postei uma foto no Instagram e as pessoas ficaram bem animada. Ela sempre foi a personagem com quem jogava em Super Smash Bros. e eu simplesmente a amo”.

Para quem não conhece, a franquia de games foi lançada pela Nintendo entre 1986 e 2017, cuja história se passa num cenário de ficção científica, inspirado nos filmes ‘Alien’ e centrado na caçadora de recompensas chamada Samus Aran.

Recentemente, a atriz também contou que chegou a fazer testes de elenco para a mais recente trilogia de ‘Star Wars‘ e até mesmo para a popular franquia de ‘Jogos Vorazes’.

A vencedora do Oscar ainda revelou um contratempo que enfrentou no dia em que foi fazer o teste de elenco para o reboot da saga de ‘O Exterminador do Futuro‘, para o papel que ficou com a atriz Emilia Clark:

“Eu fiz testes para ‘Star Wars’ também, para ‘Jogos Vorazes‘ e para o reboot de ‘O Exterminador do Futuro‘. Na verdade, eu até estava pensando no reboot desse filme hoje, porque o pneu do meu carro furou e eu lembrei: ‘Ah, na última vez que isso aconteceu, eu estava indo para o meu teste de elenco para ‘O Exterminador”. Meu pneu furou e eu não consegui o trabalho”.

Confira o vídeo:

‘Invincible’: Ezra Miller e Jon Hamm entram para a nova série animada do criador de ‘The Walking Dead’

Amazon Prime Video anunciou hoje (06) que a série animada ‘Invincible’, de Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) ganhou novas informações.

A plataforma de streaming revelou que Ezra MillerMahershala AliClancy BrownNicole ByerJeffrey DonovanJonathan GroffJon HammDjimon Hounson entraram para o elenco principal.

Confira o primeiro teaser:

A produção é uma adaptação dos quadrinhos homônimos do Kirkman, que foram lançados pela Image Comics.

A trama gira em torno de Mark Grayson (Steven Yeun), um adolescente de 17 anos que é exatamente como qualquer outro garoto da sua idade – exceto que seu pai é o super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man (J.K. Simmons). Mas quando Mark descobre que tem seus próprios poderes, ele percebe que o legado do seu pai não é tão heroico quanto parece.

A série será lançada na Amazon Prime em 2021.

‘Cruella’: Filme com Emma Stone e Emma Thompson ganha novo teaser oficial; Confira!

Walt Disney Studios divulgou recentemente um novo teaser oficial de ‘Cruella’, vindouro longa de origem da icônica vilã de ‘101 Dálmatas’, que será vivida por Emma Stone.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Riverdale’: Último episódio da 5ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Riverdale: RIP (?)”, 19º e último capítulo da quinta temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “conforme a turma junta as peças de um difícil ano em Riverdale, um incidente no Pop’s os força a tomar uma complicada decisão sobre o futuro da cidade”.

O episódio vai ao ar em 06 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘MegaTubarão 2’: Sequência começa OFICIALMENTE a ser rodada

Segundo o ComicBook.com, as filmagens da sequência ‘MegaTubarão 2’ finalmente começaram.

As informações indicam que a continuação do bem-sucedido longa-metragem lançado em 2018 estão ocorrendo na Leavesden Studios, nos arredores de Londres, onde a Warner Bros. também rodou títulos como as franquias ‘Batman’‘Harry Potter’. A iteração original, por sua vez, foi produzida em Auckland, na Nova Zelândia.

Ben Wheatley, que  comandou o suspense ‘Rebecca‘, da Netflix, fica responsável pela continuação – cujo título oficial é ‘MegaTubarão 2: A Trincheira’ (‘Meg 2: The Trench’).

O diretor compartilhou seu entusiasmo e seus planos são para honrar o escopo do tubarão gigante pré-histórico.

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica em vídeo do primeiro filme:

10 recentes músicas para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBTQIA+, uma das datas mais importantes do ano.

O dia em questão comemora as revoltas que ocorreram em 1969, em Stonewall, Greenwich Village, na cidade de Nova York, em que a comunidade queer lutou contra o sistema opressivo e a falta de oportunidades e de reconhecimento dentro de uma sociedade retrógrada e extremamente preconceituosa. Apesar dos resultados surtirem efeito, os LGBTQIA+ ainda sofrem com inúmeras ofensas veladas e não-veladas – o Brasil, por exemplo, é o país que mais mata homens e mulheres transexuais.

Logo, não é surpresa que o Dia do Orgulho continue com tanta força e sirva como lembrete de que a luta ainda não acabou – e que a representatividade ainda é uma questão importante para buscar a equidade social.

Para celebrá-lo, preparamos uma nova matéria especial elencando dez recentes músicas de artistas queer ou que sirvam como hinos de aceitação e de empoderamento – incluindo, por exemplo, a ode house de “Babylon”, assinada por Lady Gaga, e a antêmica semi-balada “Chosen Family”, de Rina Sawayama.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“ON YOUR SIDE”, The Veronicas

“Nos momentos difíceis, eu estarei do seu lado” é a frase que resume a ótima “On Your Side”, uma das faixas da dupla The Veronicas que prenunciou o retorno das irmãs ao mundo da música. A combinação entre synth-popEDM traz mensagens de apoio e de superação através de uma narrativa relacionável e que dialoga com a luta diária da comunidade LGBTQIA+, em que, às vezes, precisamos de um ombro amigo para até mesmo levantar da cama e enfrentar o mundo.

“MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

“YOU NEED TO CALM DOWN”, Taylor Swift

Taylor Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“CHOSEN FAMILY”, Rina Sawayama

Em 2020, Rina Sawayama entregou seu aclamado álbum homônimo, recheado de músicas espetaculares e celebrações da vida e da alteridade das pessoas. “Chosen Family”, dessa maneira, emerge como uma das faixas essenciais para apreciar a arte da cantora e compositora: “onde eu pertenço?” é a pergunta que inicia a canção, dando margem para uma narrativa que remete à “família por escolha” da comunidade queer, que procura o amor renegado pelos parentes de sangue em pessoas que passam pela mesma situação.

“FREE WOMAN”, Lady Gaga

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de ‘Chromatica’, Lady Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

“BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o impecável ‘Chromatica’. A exuberante conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora. Apesar de não falar diretamente com a comunidade LGBTQIA+, a faixa traz elementos próprios da cultura queer, construindo uma dançante e empoderadora aventura.

“SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

“MIRROR”, Sigrid

Uma das músicas mais alto-astral de 2021 é, sem sombra de dúvida, “Mirror”, de Sigrid. A artista norueguesa fez sua estreia em 2017 com o EP ‘Don’t Kill My Vibe’ e, quatro anos mais tarde, se afastou do pop mainstream para se jogar de cabeça no house e no nu-disco da faixa supracitada. A sólida e dançante atmosfera é regada por versos de empoderamento e de liberdade, como visto em “eu amo quem eu vejo olhando para mim no espelho”.

“BOYFRIEND”, Dove Cameron

Em 2021, Dove Cameron revelou publicamente que era queer e, pouco depois, começou a investir em peso em uma identidade que representasse quem ela é, de verdade. “Estou escolhendo me amar”, ela disse. Logo, não poderíamos deixar a incrível “Boyfriend” de fora da lista: a canção representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

“THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis Hilton e Whitney Houston.

As 50 Melhores Músicas Internacionais Femininas do Século XXI

Depois de nos aventurarmos pelos 50 melhores álbuns internacionais do século XXI, chegou a hora de voltarmos nossa atenção para as músicas em si.

De Lady GagaBeyoncé, foram inúmeras as artistas que trouxeram canções de extrema qualidade e de impacto cultural gigantesco para o cenário mainstream, fossem por apresentar elementos novos a uma indústria já cansada, fossem por utilizarem a plataforma que tinham para falar de temas bastante importantes.

Pensando nisso, montamos uma lista com as 50 melhores músicas internacionais femininas lançadas neste século (até agora, é claro). Novamente, não estamos apenas focando em recepção crítica, mas também na importância de cada faixa para o escopo fonográfico.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua preferida:

50. “UPSIDE DOWN”, Paloma Faith

Em “Upside Down”Paloma Faith não aceita que os outros a tratem como tola, mas ela mesma prefere viver “invertida” ao que os outros consideram normal. Entretanto, o que nos rouba quase imediatamente é a deliciosa construção que nos joga de volta para os anos 1950, principalmente com a participação dos backing vocals enquanto a cantora mais uma vez diverte-se em uma narrativa. A bateria, a guitarra e o piano elétrico também contribuem para a construção de uma atmosfera extremamente dançante que não cai em fórmulas.

49. “TOO LITTLE, TOO LATE”, JoJo

Você pode até nunca ter ouvido falar de JoJo, mas definitivamente já deve ter ouvido a clássica canção “Too Little, Too Late”. Lançada em 2006 como parte do segundo álbum de estúdio da cantora, a música fez um sucesso gigantesco e é conhecida por diversas gerações – nos envolvendo desde as primeiras batidas que se aglutinam numa power ballad pop e R&B que fala sobre um relacionamento complicado que chegou ao fim e que deve ser deixado para trás.

48. “FROOT”, MARINA

“Froot”lead single do elogiado álbum homônimo, é uma das músicas mais famosas de MARINA e não poderia ficar de fora da nossa lista. A canção é impecável do começo ao fim e ganha pontos ao trazer uma produção coesa e um liricismo que dialoga diretamente com a identidade da artista. Aqui, a cantora mistura diversas referências da cultura pop para uma dançante, enérgica e narcótica amálgama de dance-popdance-halldisco e electro-pop que merece lugar na nossa lista e na playlist dos fãs.

47. “UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

46. “THE SWEET ESCAPE”, Gwen Stefani

Gwen Stefani é uma das artistas mais conhecidas do século e, em 2006, promovia uma guinada interessante em sua carreira com o lançamento do álbum ‘The Sweet Escape’. A faixa titular, divulgada como o segundo single promocional do disco, traz elementos do pop e do doo-wop em uma encantadora e quase onírica construção que traz colaborações de AkonGiorgio Tuinfort.

45. “WORK”, Rihanna feat. Drake

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”Rihanna Drake são vida a uma celebração dancehallreggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

44. “MIDNIGHT SKY”, Miley Cyrus

Até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single de ‘Plastic Hearts’“Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre discosynth-poppop rock e electropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

43. “BAD GUY”, Billie Eilish

Billie Eilish fez seu grande début com o single promocional “bad guy”, que alcançou o topo da Billboard e quebrou inúmeros recordes de vendas. Porém, não é apenas seu caráter mercadológico que chama a atenção, mas também a atmosfera neo-noir pulsada pelo baixo e pelas tendências do trap que se fundem com o synth e com uma epopeica prosódia que é revitalizada nas faixas seguintes de seu álbum.

42. “JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

41. “TIMEBOMB”, Kylie Minogue

Apesar de não ter feito um grande sucesso comercial, “Timebomb”, de Kylie Minogue, é considerada por diversos especialistas não apenas como uma das melhores faixas da discografia da cantora, como também uma das melhores do século. Aqui, a explosiva produção em EDMsynth-popdance-pop embala uma narrativa dançante que fala sobre a necessidade de se divertir enquanto há tempo – e antes que ele acabe.

40. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ‘Manic’Halsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

39. “SMILE”, Lily Allen

Lily Allen fez um grande sucesso nos anos 2000 com músicas divertidas de se ouvirem e com mensagens extremamente explícitas e que representavam sua visão única do mundo. Uma das mais famosas de sua discografia é “Smile”, cujo enredo fala sobre como ela lida com a traição do namorado à medida que desfruta de sua miséria. A parte mais interessante da canção, entretanto, é a fusão perfeita entre o reggae pop e o rocksteady – o que deixa a atmosfera da faixa ainda melhor.

38. “GOOD AS HELL”, Lizzo

Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-popR&B hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.

37. “HIPS DON’T LIE”, Shakira feat. Wyclef Jean

A icônica Shakira conquistou seu primeiro #1 na Hot 100 com a clássica canção “Hips Don’t Lie”, uma das assinaturas de sua carreira. Aliando-se a Wyclef Jean, a música traz o melhor do pop latino e do reggaeton para um vibrante e efervescente convite às pistas de dança – isso sem comentar uma incrível coreografia que dominou o mundo.

36. “MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

35. “XS”, Rina Sawayama

Em “XS”Rina Sawayama transforma seu próprio estilo em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos.

34. “WALKING ON AIR”, Katy Perry

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”).

33. “THE STORY”, Brandi Carlile

Se você não ouviu “The Story” pela voz de Brandi Carlile, é bem provável que tenha ouvido a ótima versão de Sara Ramirez em ‘Grey’s Anatomy’. A belíssima balada folk-rock é considerada uma das melhores do gênero e traz uma tocante mensagem sobre o poder da memória e da identidade – consagrando-se como uma das melhores incursões da artista.

32. “BODAK YELLOW”, Cardi B

“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hoptrap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.

31. “EXILE”, Taylor Swift feat. Bon Iver

Taylor já realizou diversas colaborações ao longo de sua vida, mas nenhuma delas chegou aos pés de “exile”. A melancólica e saudosiste track foi performada ao lado de Bon Iver e, no final das contas, a química narcótica entre os dois cantores é um retrato pungente sobre duas pessoas que se separam por alguma razão e, agora, só têm as borradas memórias de um tempo que talvez nunca mais volte.

30. “ALL THE LOVERS”, Kylie Minogue

A artista australiana Kylie Minogue percebeu que havia se tornado um ícone LGBTQ+ no final dos anos 1980, alguns anos depois de começar a fazer sucesso mundial. Hoje, Minogue é dona de músicas indispensáveis para se ouvir quando você estiver se sentindo mal – e uma delas prova seu status como Rainha do Dance“All The Lovers”, uma synth-ballad de tirar o fôlego com um clipe espetacular que fala sobre o amor verdadeiro.

29. “TEAM”, Lorde

O terceiro single de ‘Pure Heroine’“Team”, é uma carta testamentária de Lorde ao seus amigos e a seu país natal, Nova Zelândia. A incrível rendição de alt-popelectro-hop é guiado por batidas pulsantes e por uma ótima expressão vocal de Lorde, inclusive premeditando o impecável ‘Melodrama’, que lançaria alguns anos depois.

28. “TRACK 10”, Charli XCX

mixtape ‘Pop 2’ foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli XCX como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

27. “YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’, Lady Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

26. “MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

25. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

24. “HUNG UP”, Madonna

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

23. “BORN TO DIE”, Lana Del Rey

No subestimado ‘Born to Die’, Lana mergulha de cabeça em uma imagética sonora bastante específica, contrastando com a dominação do EDM que se alastrava pelo cenário fonográfico à época de seu lançamento. E, enquanto o álbum tem inúmeras construções memoráveis e belíssimas, a faixa-titular é que a mais condensa as explorações melancólicas e sinestésicas da performer, unindo-se a colaboradores competentes para arquitetar uma ode à música cinemática, que inclui o acompanhamento dramático das cordas e a fusão inesperada de gêneros.

22. “PHYSICAL”, Dua Lipa

power pop “Physical” foi aclamado por sua energia incomparável e por sua homenagem aos clássicos dos anos 1980. Para além da canção, o single foi acompanhado de dois vídeos impecáveis – incluindo uma versão mimética dos clipes de ginástica de Jane Fonda. A canção é uma exuberante e sensual aventura que merece ser levada para as pistas de dança quando tudo voltar ao normal, é claro.

21. “WHAT’S YOUR PLEASURE”, Jessie Ware

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial de ‘What’s Your Pleasure?’ – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

20. “SPECTRUM”, Florence + the Machine

A banda formada e encabeçada por Florence Welch continua a nos agraciar com álbuns incríveis – mas foi em 2011 que nos encantou com o lançamento de ‘Ceremonials’. Dentre as belíssimas músicas presentes no compilado, “Spectrum” é a que mais nos chama a atenção, ainda mais por contar com a colaboração de Paul Epworth. O mais surpreendente é a presença gritante de diversos gêneros musicais, incluindo baroque popart poporchestral popdisco – todos confinados em uma antêmica e memorável rendição.

19. “ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano.

18. “TOXIC”, Britney Spears

Britney Spears parou o mundo novamente ao lançar “Toxic”lead single do revolucionário ‘In The Zone’. Garantindo à princesa do pop uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance, a faixa é considerada como um dos destaques dos anos 2000 e serviu de influência para diversas cantoras – principalmente por seu apelo comercial e bastante sedutor.

17. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z

A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

16. “HIDDEN PLACE”, Björk

lead single de ‘Vespertine’, que inclusive apareceu na nossa lista de melhores álbuns do século, foi inteiramente escrito e produzido por Björk em uma perfeita abertura para o novo século. A canção traz elementos da música ambiente, do gospel do electro e fala, da maneira mais inesperada possível, sobre um novo amor que tem um lado mais íntimo e introspectivo – e que chama a atenção da cantora.

15. “SHALLOW”, Lady Gaga & Bradley Cooper

Oscar, BAFTA, Globo de Ouro e Grammy são algumas das dúzias de estatuetas que a respeitada e ovacionada “Shallow” levou para casa. O carro-chefe de ‘Nasce Uma Estrela’ reviveu o romantismo cinematográfico de forma imprescindível e ganhou o mundo por sua profunda composição lírica e pela singela produção country-rock.

14. “BACK TO BLACK”, Amy Winehouse

Apesar de “Rehab” ter maior reconhecimento na cultura pop“Back to Black” (ao menos na opinião deste que vos escreve), configura-se como uma construção mais madura, narcótica e saudosista – que, de fato, reiterou as incríveis habilidades artísticas de Amy Winehouse. Novamente produzida por Ronson, que também aproveitou para assinar alguns dos versos, a canção volta-se para o down-tempo e para as raízes do soul clássico, discorrendo sobre um relacionamento que acabou e que lança o eu-lírico de volta para a escuridão. Dentre as múltiplas tracks de Amy, esta é uma das que mais faz referências aos girl groups dos anos 1960, além de alusões ao Motown.

13. “CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD”, Kylie Minogue

Cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra. Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie Minogue cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

12. “LOS AGELESS”, St. Vincent

St. Vincent causou um grande impacto ao lançar seu quinto álbum de estúdio, ‘Masseduction’ – e é claro que a produção não poderia vir acompanhada de músicas esquecíveis. “Los Ageless”, apesar de ser o segundo single, é o carro-chefe da obra – uma reflexão dance-rocknew waveelectropop, contrariando o que o mainstream ditava à época e mergulhando de cabeça em uma sintética e crítica celebração da vida.

11. “SKYFALL”, Adele

Saindo do sucesso de ’21’Adele embarcava em uma ambiciosa jornada que a levava diretamente para as telonas e ficou encarregada de compor e performar a música-tema de ‘007 – Operação Skyfall’. A épica rendição lhe rendeu nada menos que inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Canção Original, e aclamação universal por parte da crítica – cujos elogios provieram da épica narrativa construída pela artista e pela irretocabilidade de seus potentes vocais.

10. “ALL TOO WELL”, Taylor Swift

Narrando uma power ballad que traz à tona corações partidos e um relacionamento descarrilado, a canção foi performada pela primeira vez na cerimônia do Grammy Awards em 2014, ganhando aclame universal por parte da crítica e um lugar especial na playlist dos fãs. Aqui, Taylor Swift se junta novamente a Liz Rose e Nathan Chapman, que trabalharam com ela em seu début homônimo e em ‘Fearless’, para uma manifestação elegíaca de emoções tumultuadas.

9. “ROYALS”, Lorde

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia RodrigoBillie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

8. “SHAMEIKA”, Fiona Apple

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de ‘Fetch the Bolt Cutters’, mais novo álbum da aclamada Fiona Apple. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com ‘Tidal’, escrevendo um solilóquio de independência marcado pelo cotidiano e pelo banal.

7. “DANCING ON MY OWN”, Robyn

Considerada até hoje uma das melhores músicas de todos os tempos, a comovente e emocionante balada electro-disco regada a sintetizadores da cantora e compositora sueca Robyn foi reclamada pela comunidade queer com força descomunal. Na verdade, se pegarmos a impecável elegia romântica que ela escreve, temos uma protagonista que representa as pessoas marginalizadas e isoladas que dançam por conta própria em vez de se esconderem em casa.

6. “BREATHE ON ME”, Britney Spears

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não teve medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

5. “PAPER PLANES”, M.I.A.

“Paper Planes” se consagrou como um dos maiores fenômenos não apenas do século, mas também da história. Encabeçada pela artista conhecida como M.I.A., ela co-assinou a faixa ao lado de Diplo e também produziu a faixa, afastando-se das incursões dance do mesmo álbum (‘Kala’) e trazendo uma combinação original e envolvente de elementos da música folk africana, bem como um apreço pelo hip hop alternativo e um impacto imortalizado no cenário fonográfico.

4. “LOVE ON THE BRAIN”, Rihanna

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.

3. “FALLIN'”, Alicia Keys

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

2. “FORMATION”, Beyoncé

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

1. “BAD ROMANCE”, Lady Gaga

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000. Como se não bastasse, a canção influenciou diversas artistas veteranas e estreantes na indústria e continua original mesmo 13 anos depois de seu lançamento.

‘The Flash’: Barry continua desaparecido na prévia oficial do episódio 09×11; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 11º episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’, intitulado “A New World, Part Two”.

Na trama, “Iris fica alarmada com o desaparecimento de Barry, mas Cecile garante a ela que tudo ficará bem – mas como ela poder saber? O Time Flash é afetado por uma substância misteriosa, enquanto Khione desenvolve uma compreensão melhor do que ela pode ou não controlar”.

Dirigido por Kayla Compton, que interpreta Allegra na produção, o capítulo vai ao ar no dia 10 de maio.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Mês das Bruxas | 10 animações ARREPIANTES para ver nos streamings!

E o mês mais místico ano finalmente chegou!

Apesar de não ser uma celebração essencialmente nacional, o Dia das Bruxas carrega consigo uma história bastante sobrenatural e que correu o mundo de canto a canto – ainda mais pelo fato de, segundo inúmeras mitologias, representar o momento em que o véu entre o mundo terreno e o espiritual se torna mais tênue.

Não é surpresa que o Halloween inspirou e continua inspirando inúmeros artistas a criarem narrativas de arrepiar os pelos da nuca e nos fazer olhar por cima do ombro para ver se não estamos sendo seguidos. Da mesma maneira, vários realizadores também utilizam esses contos para aguçar a sinestesia e a compreensão de temas complexos pelas crianças.

Desde o clássico ‘O Estranho Mundo de Jack’ até os recentes ‘Coraline e o Mundo Secreto’ ‘Kubo e as Cordas Mágicas‘, filmes de terror infantis são uma ótima pedida para o dia de hoje – e, pensando nisso, separamos uma lista com 10 animações arrepiantes para conferir nos streamings.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O CALDEIRÃO MÁGICO (1985)

Onde assistir: Disney+

Lançado na década de 1980, ‘O Caldeirão Mágicofoi ofuscado por títulos muito mais famosos da Walt Disney Studios, mas merece ser redescoberto. Ambientado na mítica terra de Prydain, a história segue acompanha o jovem Taran em uma missão mágica: armado com uma espada mágica, ele precisa impedir que o malvado Horned King libere os poderes sobrenaturais de um caldeirão mágico. Para isso, ele terá a ajuda da bela princesa Eilonwy, de Gurgi e de um porquinho clarividente.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Onde assistir: Disney+

Décadas depois de seu lançamento, O Estranho Mundo de Jack continua vivo na memória como um dos musicais animados mais incríveis de todos os tempos – e mistura Halloween e Natal em uma exuberante narrativa. Com direção de Henry Selick e história de Tim Burton, o conto gira em torno de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que está cansado de seguir a mesma rotina ano após ano. De repente, ele se encontra numa estranha floresta que guarda uma porta para a Cidade do Natal, dando de cara com uma festa diferente de tudo que já viu antes – e resolve tomá-la para si e criar um Natal único (e aterrorizante).

A NOIVA CADÁVER (2005)

Onde assistir: NOW, Vivoplay

‘A Noiva Cadáver’, lançada há dezesseis anos pela Laika Studios, conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo também no elenco nomes como Emily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

A CASA MONSTRO (2006)

Onde assistir: Netflix

A adorada animação ‘A Casa Monstro’ é uma joia do gênero e, apesar de ser redescoberta ano após anos, ainda não tem o reconhecimento que merece – talvez nem tanto pela construção técnica, e sim pela divertida e chocante história. A trama acompanha três adolescentes que acreditam que a casa do outro lado da rua é, na verdade, uma perigosa criatura que ataca qualquer um que passe perto dela. Com o Dia das Bruxas se aproximando, eles têm que descobrir uma forma de destruí-la antes que ela faça mal a crianças inocentes.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Onde assistir: Google Play

A tenebrosa jornada de Coraline Jones convida o público a visitar um mundo paralelo habitado por pessoas com botões no lugar dos olhos, uma versão interessante e aparentemente convidativa da realidade que conhecemos. Entretanto, à medida que a heroína vai descobrindo os segredos daquele místico lugar, ela percebe que está sendo atraída para uma mortal armadilha.

9 – A SALVAÇÃO (2009)

Onde assistir: HBO Max

A subestimada e instigante animação ‘9 – A Salvação’ foi lançada em 2009 através das mãos do icônico produtor Tim Burton e do diretor Shane Acker. A aventura pós-apocalíptica é ambientada em um planeta devastado pelo levante das máquinas, que destruíram a raça humana e tomaram controle dos quatro cantos da Terra.Pouco depois desse genocídio, 9, um robô-boneco, acorda sem entender o que está acontecendo e descobre que seu criador o deixou com uma missão: encontrar oito outros minirrobôs para unirem forças e descobrir o mistério por trás dos caóticos acontecimentos.

PARANORMAN (2012)

Onde assistir: Apple TV+

A produtora conhecida como Laika tem uma habilidade inegável de criar grandiosas histórias –  e é claro que isso não seria diferente com a divertida animação ParaNorman. O filme traz em um mesmo cenário um grupo de criaturas fantásticas e que até hoje permeiam o imaginário popular, e sim zumbis, fantasmas e bruxas. A trama gira em torno do jovem médium Norman Babcock, que se torna o único que pode salvar a condenável cidadezinha de Blithe Hollow de perecer nas garras da temida bruxa Aggie Prenderghatst.

FRANKENWEENIE (2012)

Onde assistir: Disney+

Victor adora fazer filmes caseiros de terror, quase sempre estrelados por seu cachorro Sparky. Quando o cão morre atropelado, o garoto fica triste e inconformado. Inspirado por uma aula de ciências que teve na escola, onde um professor mostra ser possível estimular os movimentos através da eletricidade, ele constrói uma máquina que permita reviver Sparky. O experimento dá certo, mas o que Victor não esperava era que seu melhor amigo voltasse com hábitos um pouco diferentes.

KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2016)

Onde assistir: Google Play

Kubo tem uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.

A FAMÍLIA ADDAMS (2019)

Onde assistir: NOW

A família Addams se prepara para a visita de parentes ainda mais assustadores, mas a sombria personalidade da TV local Margaux Needler aparece para fazer uma fortuna vendendo todas as casas do bairro. Como resultado, os dias de maldade da mansão no topo da colina, que Margaux despreza, parece ter seus dias contados.

Dafne Keen é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Star Wars: O Acólito’; Confira!

EW divulgou com exclusividade novas imagens oficiais de ‘O Acólito’, aguardada série derivada de ‘Star Wars‘, que estreia em 04 de junho no Disney+.

As fotos dão destaque a Jecki Lon, jovem padawan interpretada por Dafne Keen (‘Fronteiras do Universo’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

‘Star Trek: Lower Decks’: 5ª e ÚLTIMA temporada ganha clipe INÉDITO; Confira!

Paramount+ divulgou um clipe inédito da 5ª e última temporada da elogiada série animada ‘Star Trek: Lower Decks’.

O ciclo de encerramento tem estreia agendada para o dia 24 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que os quatro primeiros ciclos estão disponíveis na Paramount+.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick e Morty’).

A trama é ambientada no ano de 2380. A Terra, agora, é parte da Federação Unida dos Planetas, uma organização com várias espécies que comanda a galáxia. O time Starfleet, divisão de exploração e militarismo da Federação, opera uma série de naves espaciais que viajam por todo o universo estabelecendo contato com raças alienígenas. Lower Decks acompanha as aventuras da equipe de apoio que trabalha em uma das naves menos importantes da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

3ª temporada de ‘A Roda do Tempo’ ganha cartaz; Trailer será lançado HOJE!

Prime Video divulgou um novo cartaz oficial da 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo‘.

O trailer será lançado hoje, 12 de fevereiro, às 13h (horário de Brasília).

O próximo ciclo está programado para no dia 13 de março.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no Youtube:

rodadotempo

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

Crítica em Vídeo | ‘Superman’ traz James Gunn em seu melhor e abre o DCU de forma GLORIOSA

‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU) nos cinemas, já está em cartaz nos cinemas nacionais – e traz David Corenswet como o icônico Homem de Aço e Rachel Brosnahan como Lois Lane.

Agora, nosso jornalista e crítico Thiago Nolla traz a vocês a crítica em vídeo do longa-metragem.

Confira:

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Hamnet’: Drama com Jessie Buckley conquista 11 indicações ao Critics Choice Awards 2026

O drama aclamado ‘Hamnet – A Vida Antes de Hamlet’ (Hamnet), estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), foi um dos principais relembrados da lista de indicados ao Critics Choice Awards 2026 – conquistando impressionantes 11 nomeações.

O projeto disputa pela vitória em categorias como Melhor FilmeMelhor Direção para Chloé ZhaoMelhor Atriz para Buckley e Melhor Ator para Mescal.

Os vencedores serão revelados no dia 4 de janeiro.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

‘Hamnet – A Vida Antes de Hamlet’ tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.

Crítica | Tove Lo abre nova era com a vibrante melancolia musical de “I’m Your Girl, Right?”

A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas narrativas que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração.

De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há treze anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que inclui os ótimos ‘Lady Wood’ e ‘Sunshine Kitty’. Em 2022, a artista lançou seu último compilado de originais até agora, ‘Dirt Femme’, apostando em construções de dance-pop que se mantiveram fiéis à identidade explorada desde seu surgimento na indústria. Quatro anos mais tarde, Tove Lo caminha para um de seus projetos mais ambiciosos com ‘Estrus’, que será lançado nas principais plataformas de streaming em 18 de setembro.

Recentemente, a cantora e compositora nos ofereceu o primeiro gostinho de seu sexto compilado de originais com o lead single “I’m Your Girl, Right?”, que inclusive veio acompanhado de um ótimo videoclipe oficial. Aqui, é notável como a performer volta a explorar os estilos que já explorou diversas vezes, mas apostando fichas em uma investida testamentária, por assim dizer, de tudo o que vem entregando em sua expressiva discografia. Não é surpresa, pois, que tenhamos o encontro entre o EDM e do pop alternativo com pulsões sintetizadas e quase robóticas do house e do Eurodance, explodindo em um encontro de gerações e de décadas cujo único pecado é durar menos de três minutos.

A questão “testamentária” da faixa vem de diversas maneiras, desde a temática romântica que Tove Lo esquadrinhou em outras incursões, até a composição hedonista e pronta para as pistas de dança. A artista, dessa forma, aposta fichas em um escapismo sonoro que nos arremessa de volta para os anos 80 e 90, exaltando o cenário da música eletrônica que nomes como Denniz Pop e Frank Farian ajudaram a modelar e a popularizar na Europa, exportando arquétipos que, como bem podemos ver no lead single, permanecem vivos na memória de gerações de artistas contemporâneos.

Responsável também pela produção ao lado de Ludvig Söderberg e A Strut, toda a atmosfera da track é pautada no encontro entre felicidade e angústia, culminando em uma melancolia propositalmente anacrônica que coloca o eu-lírico sob holofotes vibrantes e frenéticos, extensões do uso agressivo de sintetizadores e de ecoantes instrumentos que incluem a bateria e a guitarra, à medida que procura se libertar em meio à incerteza. E, em meio a tantas camadas que Tove Lo nos convida a conhecer, é notável como ela se prepara para uma de suas eras mais ambiciosas – e que tem tudo para ser um grande sucesso.

‘Fronteiras do Universo’ finalmente ganha data de estreia; Confira!

Em seu perfil no Twitter, a HBO divulgou a data de estreia de ‘Fronteiras do Universo’ (His Dark Materials), série baseada na saga literária de Philip Pullman.

A adaptação chega ao Reino Unido em 03 de novembro e estará disponível em todo o mundo no dia seguinte.

Confira publicação:

Assista ao trailer:

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One.

Lyra Belacqua é uma orfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um dimon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

Apesar de ainda não possuir data de estreia, a série já está renovada para a 2ª temporada.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

Pesquisa revela que Nicolas Cage é o ator que mais trabalha em Hollywood

De acordo com uma pesquisa publicada pelo Movie Web, Nicolas Cage é ator que mais trabalhou em Hollywood durante os últimos cinco anos.

Apesar de estar longe das telonas ultimamente, o astro já participou de 27 produções desde 2015. A maioria foi lançada diretamente em plataformas digitais, mas ainda contam.

Entre seus trabalhos mais recentes, Cage atuou em diversos suspenses, como ‘O Regresso do Mal’, ‘Mandy’, ‘Looking Glass’, ‘211’, Primal’ e ‘Grand Isle’.

Ele também dublou o Superman em ‘Os Jovens Titans em Ação! No Cinema‘, e fez a voz de uma das versões de Peter Parker em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

O astro também está no elenco de ‘Os Croods 2‘ e foi escalado como Joe Exotic numa série documental inspirada em ‘A Máfia dos Tigres‘, exibida na Netflix.

Samuel L. Jackson assume o 2º lugar na pesquisa, já que o veterano atuou em 22 filmes desde 2015.

Brad Pitt e Will Ferrell aparecem em 3º e 4º lugar, respectivamente. Com Pitt aparecendo em 21 filmes, e Ferrell em 20.

Logo atrás vem Margot Robbie, com 19 títulos nos últimos cinco anos, quatro deles produzidos por ela.

Confira a lista completa:

1. Nicolas Cage
2. Samuel L. Jackson
3. Brad Pitt
4. Will Ferrell
5. Margot Robbie
6. Idris Elba
7. Liam Neeson
8. Johnny Depp
9. Nicole Kidman
10. Sam Rockwell
11. Adam Sandler
12. Antonio Bandera
13. Chris Hemsworth
14. Natalie Portman
15. Anna Kendrick
16. Charlize Theron
17. Helen Mirren
18. Laura Dern
19. Leonardo DiCaprio
20. Scarlett Johansson

Falando em Nicolas Cage, o Movie Web divulgou que a Lionsgate está desenvolvendo um ambicioso filme estrelado pelo astro, que irá interpretar uma versão fictícia de si mesmo.

Intitulado ‘The Unbearable Weight of Massive Talent‘ (O Insuportável Peso de Um Enorme Talento’), o longa acompanhará Cage em um momento delicado de sua vida, quando se vê desesperado para atuar em um filme de Quentin Tarantino na tentativa de recuperar o sucesso em sua carreira.

Além disso, a trama terá foco em seu complicado relacionamento com a filha, enquanto ele tenta se livrar de uma versão sua dos anos 1990, que começa a zombar de seu fracasso como astro de Hollywood.

A história fica ainda mais complicada quando Cage conhece um chefão do cartel de drogas que sequestrou a filha de um candidato à presidência mexicana. O astro é então recrutado pelo governo dos EUA para obter informações sobre o chefe do cartel.

Escrito e dirigido por Tom Gormican (‘Namoro ou Liberdade’), o filme terá referências a diversos sucessos de Cage, como ‘A Outra Face’, ’60 Segundos’, e ‘Despedida em Las Vegas’.

Por enquanto, ainda não há previsão para o início das filmagens e nem data estreia.

‘Space Jam: Um Novo Legado’: Cena deletada traria brasileira dando um tapa em Pepe Le Pew

Muitos fãs das animações da Warner Bros foram surpreendidos com a notícia de que o gambá Pepe Le Pew será cortado de ‘Space Jam: Um Novo Legado‘.

A decisão foi tomada para evitar a apologia ao assédio, já que o personagem é conhecido por ser um ‘galanteador’ que muitas vezes importuna personagens do sexo feminino.

Antes disso, o gambá teria uma cena polêmica na sequência, como disse o diretor Malcolm D. Lee em entrevista para o Deadline.

Na cena, Pepe estaria trabalhando como o bartender de um café e iria tentar se aproveitar da modelo e cantora brasileira Greice Santo tentando beijá-la enquanto ela estava distraída. Por trás das câmeras, a atriz também já sofreu com o abuso sexual e psicológico e dirige a ONG Glam with Greice, que ajuda vítimas de violência doméstica.

Logo após a investida de Pepe, Santo daria um tapa no rosto dele, deixando-o tonto enquanto ele girava em seu banquinho.

Para piorar a situação, Lebron James aparece no café e pergunta a Pepe se ele sabe onde está Lola Bunny… E o gambá diz que não faz ideia porque recebeu uma ordem de restrição para ficar afastado de Penelope, a gata e amiga de Bunny.

Acontece que o trecho havia sido filmado quando o projeto era comandado por Terrence Nance, demitido em 2019 por conta de divergências criativas com Lebron.

Por outro lado, a cena foi pensada como uma crítica ao assédio, e LeBron finalizava seu encontro com Pepe dando uma bronca nas atitudes do gambá, dizendo:

“Você sabe que não deveria agarrar outros Tunes sem permissão, não é?”

Em entrevista ao portal, um dos representantes de Greice contou que ela está decepcionada com a decisão de cortarem a cena.

“O papel neste filme era muito importante para Greice. Embora Pepe seja um personagem de desenho animado, Greice sentiu que dar um tapa em um assediador sexual como ele era algo que ela faria. Agora a cena foi cortada, e ela não tem mais o poder de influenciar as novas gerações que assistirão ‘Space Jam 2‘. As jovens garotas e garotos precisam saber que o comportamento de Pepe é inaceitável.”
Anteriormente, Lee conversou com a Entertainment Weekly e aproveitou para esclarecer as mudanças que fez acerca do design da personagem Lola Bunny.

Além disso, a Lola foi remodelada para a sequência-reboot em virtude de sua caracterização hiperssexualidade no original de 1996.

“Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes”, ele comentou.

Confira a nova versão:

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Homem-Aranha 3’: Fãs vão à LOUCURA com encontro de Tom Holland e Andrew Garfield; Confira as reações!

Na noite de ontem, Tom Holland e Andrew Garfield se encontraram durante um evento de moda da revista GQ e foi o bastante para levar à loucura os fãs do ‘Homem-Aranha’.

Como rumores apontaram que Garfield pode reprisar seu papel como Peter Parker/Homem-Aranha no noovo filme do herói, o encontro entre os astros fortaleceu as suspeitas.

Apesar de ambos negarem a ideia várias vezes, as redes sociais foram invadidas por mais e mais mensagens de expectativas sobre o assunto.

Confira as publicações:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Trem-Bala’: [SPOILER!] gravou sua participação especial enquanto estava no set de outro filme

Trem-Bala’ finalmente está em exibição nos cinemas, e além de trazer Brad Pitt e um grandioso elenco, o longa também conta com algumas participações especiais.

Uma delas é Ryan Reynolds, que vive uma assassino em uma breve cena, próxima ao fim da trama.

Durante uma entrevista para a IndiWire (via ComicBook), a produtora Kelly McCormick revelou que a presença de Reynolds foi uma brincadeira para relembrar a Pitt sua rápida participação em ‘Deadpool 2‘.

E ela também disse que Reynolds topou a ideia enquanto trabalhava em ‘O Projeto Adam‘, então ele gravou sua ponta para ‘Trem-Bala‘ enquanto estava no set do sci-fi de Shawn Levy.

Reynolds retribuiu a participação de dois segundos de Brad em ‘Deadpool 2‘. E o objetivo era trazê-lo por apenas dois segundos também, foi uma piada interna.”

Ela continuou:

“Enviamos o traje e alguns capacetes para ele escolher enquanto ele gravava ‘O Projeto Adam’. Eles filmaram tudo lá mesmo e nos enviaram o material. David [o diretor de Trem-Bala] via as cenas e dizia: ‘Peça para ele gravar desse ou daquele jeito’. Ryan estava trabalhando remotamente para nós, enquanto trabalha no próprio filme, o que foi bem legal.”

E aí, você já assistiu ao filme?

Confira a nossa crítica:

 

“Ao contrário de muitos dos filmes recentes sobre assassinos e piadistas, ‘Trem-Bala‘ reconhece sua estranheza desde o início e ainda consegue conectar tantos pontos de forma criativa e com humor.” – Chicago Sun-Times.

“‘Trem-Bala‘ é confuso e repetitivo. É apenas um desastre de trem em movimento. O filme tem muitas estrelas famosas, mas no fim das contas tem pouca substância ou imaginação para uma comédia de ação.” – Culture Mix.

“Esta locomotiva desajeitada prova não ser nem hilariamente amoral nem violentamente agressiva. Ela faz uma grande comoção, em certos momentos mas na maioria das vezes apenas gira suas rodas.” – Screen International.

“A maior arma de ‘Trem-Bala‘ está na forma esculpida do astro Brad Pitt, que mais uma vez prova que ele é tão charmoso como um deus do cinema quanto um ator de comédia irônico e auto-depreciativo numa variedade de cenas engraçadas.” – Globe and Mail.

“Esse é mais um daqueles filmes que você assiste quando não tem nada melhor para fazer. Sabe quando os primeiros filmes de Tarantino encorajaram muitos cineastas a pensar que eles também poderiam fazer uma comédia rápida com sangue explícito, referências pop e uma maleta cheia de dinheiro? Então…” – The Wrap.

“A ação é de primeira classe, e Brad Pitt e Aaron Taylor-Johnson estão se divertindo como nunca – e com todo aquele estilo hiperativo e violência caricata, você estará pronto para desembarcar em seu destino final.” – Empire.

“‘Trem-Bala’ é mistura caótica de referências japonesas e americanas misturas num tumulto exagerado, violento pra caramba e muito divertido.” – Punch Drunk Critics.

Baseada no livro Maria Beetle de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Sandra Bullock, Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson, Hiroyuki Sanada, Sandra Bullock e o cantor Bad Bunny.

‘The Flash’: Trailer japonês traz diversas cenas inéditas detalhando o novo traje do herói; Confira!

Além do trailer de ‘The Flash‘ lançado ontem na CinemaCon, uma prévia japonesa está circulando nas redes sociais devido às diversas cenas inéditas.

Logo no início, vemos Barry Allen (Ezra Miller) ostentando seu novo traje enquanto os fãs chamam sua atenção na rua.

Confira:

Lembrando que ‘The Flash‘ estreia em 15 de junho.

As primeiras reações já começaram a viralizar nas redes sociais, rasgando elogios para a narrativa, as performances do elenco protagonista e a direção de Muschietti.

Confira:

“Caramba, ‘The Flash’ é bom! É muito inventivo, tanto visual quando conceitualmente. A dinâmica entre os dois Barry Allens é muito bem feita. As emoções vieram com força, sólidas surpresas, e me deixou com vontade de assistir de novo”.

‘The Flash’ é o filme que os fãs da DC estavam esperando. Faz coisas inimagináveis que você precisa ver para acreditar. Mas, também, na maior tela possível”.

“Acreditem no hype! Com exceção dos filmes de Christopher Nolan, ‘The Flash’ é o melhor filme da DC dos últimos trinta anos – que pertence às mesmas conversas sobre ‘Superman’ de 1978 e ‘Batman’ de 1989. O filme quebra barreiras incríveis para os filmes de super-heróis e honra a mitologia passada da DC”.

‘The Flash’ é tremendo! Esqueça a DC, é, facilmente, um dos melhores filmes de super-herói já feitos. Atemporal. Narrativa inventiva, sequências de ação fantásticas, ótimo elenco. Muitos detalhes. Fiquei em lágrimas no final. Tudo o que você espera de um filme [do gênero] e mais”.

Confira:

O filme recebeu classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos).

O motivo da classificação é devido a “sequências de ação violentas, linguagem inapropriada e cenas contendo nudez parcial.”

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

‘Invencível’ libera sua fúria em cartaz inédito da segunda parte da 2ª temporada; Confira!

Com estreia marcada para 14 de março na Prime Video, a segunda parte da 2ª temporada de ‘Invencível’ ganhou um novo cartaz, que mostra o personagem liberando sua fúria.

Confira, junto com o trailer:

No trailer, vemos mais cenas de ação e um pouco de comédia que se aproxima. O trailer mostra Omni-Man/Nolan (J.K. Simmons) em um estado vulnerável e aponta para um papel maior para Angstrom Levy (Sterling K. Brown), além de revelar uma cena ambientada em um funeral. Não se sabe quem está no caixão.

Confira, junto ao cartaz, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção retornará com episódios inéditos no dia 14 de março.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

‘Pânico 6’: Personagens estão em apuros em imagens INÉDITAS do filme

O site HelloSidney.com divulgou novas imagens de ‘Pânico VI‘, novo filme da saga que estreia nos cinemas já na semana que vem, dia 9 de março.

Nas imagens, destacam-se mais um vislumbre do assassino Ghostface, assim como as personagens Kirby Reed (Hayden Panettiere), Mindy Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown) e as irmãs Sam e Tara Carpenter (Melissa Barrera e Jenna Ortega).

Confira abaixo:

Pânico VI‘ recebeu a classificação etária para maiores de 18 anos no Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, menores não poderão assistir a produção por ela trazer cenas com “Drogas, Violência Extrema e Linguagem Imprópria”.

O filme promete ser o mais brutal da franquia, já que todos os filmes anteriores foram classificadas no Brasil para maiores de 14 anos – com exceção de ‘Pânico’ (2022), que recebeu classificação indicativa 16 anos.

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

O longa chega ao Brasil no dia 9 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Assista ao trailer:

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Halloween’: Produtor comenta sobre o DESTINO da franquia

Em uma recente entrevista ao Comic Book, o produtor Jason Blum, um dos principais arquitetos por trás da trilogia mais recente de ‘Halloween‘, lançou luz sobre o futuro incerto da icônica franquia de terror.

Com os direitos da franquia à venda após ‘Halloween Ends‘, Blum compartilhou suas incertezas sobre o destino da saga.

“Chamava-se ‘Halloween Ends’. Para nós, esse é o fim. Não sei. Não sei. Tenho pensado muito em Halloween ultimamente. Não tenho tanta certeza, não tenho tanta certeza. Eu tinha certeza de que era nosso último Halloween, mas agora realmente não sei. Ninguém sabe”, afirmou Blum.

De acordo com o Bloody-Disgusting, a A24 está liderando a corrida pelos direitos de televisão da franquia ‘Halloween‘. É importante lembrar que relatos anteriores indicavam que a Paramount Pictures também estava interessada nesses direitos.

Vale a pena destacar que a A24 recentemente adquiriu os direitos para produzir a série Crystal Lake, uma derivada da famosa franquia ‘Sexta-Feira 13‘. Isso demonstra o interesse do estúdio em explorar o gênero de terror e trazer novas perspectivas para franquias icônicas.

Lembrando que a ‘Halloween‘ chegou ao fim no ano passado com ‘Halloween Ends‘.

Infelizmente, o longa não agradou em nada o público. Além de um abaixo-assinado pedindo pela refilmagem da produção, o desempenho do longa nas bilheterias também está sendo afetado por conta das reações negativas.

‘Halloween’ de 2018 e ‘Halloween Kills’ faturaram US$ 259 milhões e US$ 133 milhões em todo o mundo, respectivamente. Já ‘Ends’ fez apenas US$ 105 milhões, mas o suficiente para gerar lucro ao estúdio.

‘The Boys’: Eric Kripke NÃO QUER mais encerrar a série na 5ª temporada!

Eric Kripke, o showrunner de ‘The Boys’, recentemente comentou sobre o futuro da série. Após inicialmente afirmar que a série iria até a 5ª temporada, ele revelou uma mudança de planos e agora não está certo sobre quantas temporadas terá.

Em 2020, Kripke comparou sua experiência anterior com ‘Supernatural’, onde havia previsto apenas cinco temporadas, mas a série acabou durando 15. “Meu último programa, Supernatural, eu disse cinco temporadas com certeza, e então aquele maldito foi até 15. Então, na maioria das vezes, vou manter minha boca fechada, mas criativamente cinco parece um número redondo bom.”

Durante uma recente entrevista à Inverse, Kripke revelou sua mudança de perspectiva. “Desde então, aprendi a não mais tentar prever o número de temporadas como se fosse a pessoa que, sem exagero, detém o título de ser a mais equivocada na história do entretenimento quanto ao tempo de duração de seu programa. Alguém destacou isso para mim, e eu concordei: ‘Você está certo. Isso é ridículo. É melhor eu me abster de fazer previsões.’ E assim o faço”.

Lembrando que o executivo da Amazon, Vernon Sanders, sugeriu que ‘The Boys’ ainda tem muito a oferecer. “Eric tem uma visão do que tudo isso leva há anos, e estamos em uma conversa contínua sobre o que vem a seguir. Então, provavelmente é prematuro falar sobre isso além de dizer que acreditamos em Eric e, se Eric estiver interessado em continuar a história, seremos os primeiros a trabalhar com ele para descobrir o que é isso”.

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Boys’ chega este mês ao catálogo do Prime Video – e, agora, a plataforma de streaming divulgou cenas inéditas da próxima ititeração.

Lembrando que o novo ciclo estreia no próximo dia 13 de junho na plataforma de streaming.

Confira, a partir de 00:01:

Lembrando que a série já está renovada para um quinto ciclo.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘De Volta para o Futuro 4’: Roteirista DESCARTA sequência da franquia

Bob Gale, roteirista conhecido pelo seu trabalho em ‘De Volta para o Futuro’, comentou recentemente sobre a possibilidade de um quarto filme da icônica franquia.

De acordo com o ComicBook, o roteirista descartou completamente a ideia de retomar a franquia.

“Sempre perguntam: quando vocês vão fazer ‘De Volta para o Futuro 4’?”, disse Gale. “E nós respondemos: ‘Vai se f*der’. E você pode me citar com isso”.

Gale também explicou que foi o carinho dos fãs por ‘De Volta para o Futuro’ que motivou as sequências existentes e até o musical.

“Fizemos três filmes incríveis e as pessoas continuaram pedindo mais de ‘De Volta para o Futuro’, então fizemos ‘De Volta para o Futuro: O Musical’, que o Chris [Lloyd] e a Lea [Michelle] participaram em várias ocasiões… Estamos levando isso para o mundo todo”, explicou Gale.

Ele também tem sido bastante firme sobre a impossibilidade de um remake ou sequência para ‘De Volta para o Futuro’, comentando em 2015 que tal decisão só aconteceria depois que ele e Zemeckis já tivessem falecido, devido aos contratos.

“Tenho certeza de que a Universal adoraria que dissessemos: ‘Ei, vamos fazer mais um'”, disse Gale. “Mas não achamos que conseguiríamos fazer um quarto filme que estivesse à altura de como os três primeiros são ótimos, então vamos deixar as coisas como estão”.

John Cena revela que sua aparição em ‘Superman’ foi de última hora

O filme ‘Superman’, que marca o início do novo DC Universe (DCU), continua em cartaz e surpreendeu os fãs com uma aparição inesperada: John Cena como o vigilante mascarado ‘Pacificador’.

Segundo o ComicBookMovie, a presença de Cena no longa foi uma decisão de última hora tomada pelo diretor e co-CEO da DC Studios, James Gunn.

“Fui chamado na última hora enquanto estávamos nos preparando para a segunda temporada de Pacificador”, explicou Cena. “Fiz as provas de roupa para o novo figurino da segunda temporada de Peacemaker. Eles estavam filmando Superman na mesma época, e James [Gunn] me perguntou se eu queria participar, e minha resposta foi: ‘Claro que sim!'”.

Cena ainda brincou sobre a oportunidade: “Então eu pude ir a um talk show e falar mal do Superman.” Ao ser questionado sobre o que torna o Superman icônico, Cena comentou: “Bem, eu acho que tudo, desde a marca até a ideia de um verdadeiro super-herói virtuoso, você tem que começar a história do bem e do mal em algum lugar, e acho que o Superman é o bloco de construção número um disso”.

Há rumores de que tanto o ‘Superman’ quanto Lex Luthor podem aparecer na segunda temporada de ‘Pacificador’, o que conectaria ainda mais a série ao universo cinematográfico principal.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

‘Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘É Assim que Acaba’: Executivos da Sony DETONAM o comportamento de Blake Lively

Os bastidores conturbados de ‘É Assim que Acaba’ ganharam novos e explosivos detalhes. E-mails e mensagens de texto, até então sigilosos, revelam a intensidade do conflito entre Blake Lively e Justin Baldoni, expondo a crise especialmente nos altos escalões da Sony Pictures.

Em dezembro de 2024, Blake Lively apresentou uma queixa contra Baldoni, acusando-o de assédio sexual e de orquestrar uma campanha de “manipulação social” contra ela. Baldoni rebateu com um processo próprio, posteriormente arquivado em junho.

Conforme reportado pelo The Hollywood Reporter, comunicações internas mostram como os executivos da Sony avaliavam o drama entre a atriz (que também é produtora do longa) e o diretor.

Entre os documentos revelados, destaca-se o depoimento de Andrea Giannetti, vice-presidente executiva da Sony Pictures. Em mensagens ao produtor Jamey Heath, Giannetti referiu-se a Lively como uma “fucking terrorist” (uma “maldita terrorista”) após a atriz ameaçar abandonar o projeto caso uma lista de 17 exigências não fosse cumprida.

“Havia uma quantidade enorme de dinheiro investida. Precisávamos concluir o filme ou ele se tornaria irrealizável”, justificou Giannetti sobre a tensão no set.

Curiosamente, após o sucesso de bilheteria na estreia em agosto, o tom mudou. Giannetti enviou uma mensagem entusiasmada a Lively: “Blake, US$ 50 milhões!! Seu sangue, suor e inteligência brilhante em cada frame. Obrigada 50 milhões de vezes”.

A crise se tornou pública quando Colleen Hoover, autora do livro, enviou a Lively um print do perfil Deux Moi notando que a atriz não seguia o diretor no Instagram. Lively, por sua vez, deixou claro à Sony que não dividiria o tapete vermelho, fotos ou assentos com Baldoni na estreia.

Quando o restante do elenco também deu unfollow no diretor, o produtor Alex Saks foi direto: “Por que todo mundo teve que fazer isso? É a Blake, com certeza”.

Já em 15 de agosto, o chairman e CEO do Sony Pictures Motion Picture Group, Tom Rothman, afirmou que Lively não “merecia” o ódio recebido, mas ponderou que “ela acabou provocando isso ao ignorar conselhos e ao tentar vender seus produtos”, em referência ao lançamento de sua marca de cuidados capilares próximo à estreia do filme.

Dias antes, em 9 de agosto, Rothman descreveu a situação como um “fucking disaster”. “Não importa quem está certo ou errado. A confusão virou a história e vai definir o filme. Ninguém consegue assisti-lo da mesma forma. Trágico”, escreveu.

Em outro e-mail, Rothman comparou a situação ao caso de Anne Hathaway, observando que o público tende a atacar figuras muito bem-sucedidas. “Ela tem tudo, beleza, dinheiro, fama, marido atraente, filhos, e o instinto da multidão é derrubá-la. Nenhuma das duas merecia isso”.

O julgamento mais severo veio de Sanford Panitch, presidente do Sony Motion Pictures Group. Em mensagens de 21 de agosto, ele foi categórico:

“Ela fez isso consigo mesma. Se tivesse protegido o ‘show’, como sempre se faz em Hollywood, nada disso teria acontecido. Vender produtos de cabelo ao mesmo tempo foi estupidamente épico. Ela não quis ouvir”, destacou.

Em outro e-mail, Panitch escreveu: “É irônico. Ela tem um filme gigante a caminho dos US$ 300 milhões, mas provavelmente não vai trabalhar novamente, pelo menos por um tempo. Embora até a Hathaway tenha se recuperado. Tom acha que ela está, de forma bizarra, inempregável agora”.

Um executivo discordou: “Isso vai passar. Ela vai ficar bem”.

Panitch rebateu: “Não concordo. Ela está acabada. Pelo menos por um tempo. Já era”.

O julgamento do caso envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni está marcado para 18 de maio.

é assim que acaba

Apesar da turbulência, ‘É Assim que Acaba’ foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 350 milhões mundialmente.

‘É Assim que Acaba’ está disponível na HBO Max.

Jennifer Garner denuncia perseguição de paparazzi: “15 carros passavam o sinal vermelho atrás de mim”

A atriz Jennifer Garner revelou recentemente que precisou dar uma bronca em um paparazzo no passado, após o profissional tomar atitudes perigosas no trânsito e na rotina de sua família apenas para conseguir fotos dela com seus filhos.

Conforme a Variety, em um relato forte sobre os excessos da imprensa sensacionalista, a atriz descreveu como a presença constante dos fotógrafos afetava diretamente a segurança de sua família e da comunidade ao seu redor:

“Se eu passasse por um sinal amarelo, 15 carros passavam no sinal vermelho atrás de mim. Eles subiam nas calçadas das pessoas, até mesmo em terrenos inclinados. Estávamos tentando fazer com que nosso filho jogasse futebol, e a associação pediu para pararmos porque havia 20 carros chegando. Então não era apenas sobre nós. Era uma indústria que tinha saído do controle”, contou Garner.

A atriz desabafou sobre o estresse vivenciado em momentos vulneráveis, como em consultas médicas, destacando o impacto direto desse assédio no cotidiano de crianças pequenas:

“Se você aparece tentando entrar no pediatra com uma criança doente no colo, está assustado e não consegue chegar à porta porque está bloqueado por fotógrafos, há algo errado nisso, e as crianças acabam pagando o preço”, acrescentou.

Garner também relembrou uma ocasião em que presenciou momentos graves na porta da escola: “Crianças sendo derrubadas ao sair da pré-escola por fotógrafos que estavam desesperados para chegar até mim ou Ben [Affleck]”.

Segundo a artista, embora vivesse em uma comunidade habituada com a presença de celebridades, a perseguição contra ela era mais intensa justamente pelo fato de estar acompanhada de seus filhos.

Jennifer Garner revela qual filme considera o mais importante de sua carreira

Quando questionada pelo apresentador Evan Katz se a situação chegou a melhorar com o passar do tempo, a atriz explicou que a dinâmica mudou, mas a vigilância continuou. Ela revelou que ainda há dois fotógrafos designados para segui-la há mais de 20 anos e que, com o tempo, estabeleceu-se uma relação bastante peculiar.

“É quase uma coisa de síndrome de Estocolmo. Ao mesmo tempo, já chamei a polícia sobre ele um milhão de vezes e falei: ‘Você poderia, por favor, apenas me deixar dar uma volta no quarteirão com meus filhos e meu cachorro?'”, desabafou.

Michael Bay diz que adoraria fazer filmes de super-heróis, mas com uma condição…

Sendo considerado o rei das explosões no cinema, Michael Bay afirmou que nunca foi contra fazer um filme da Marvel ou da DC, inclusive, adoraria, mas só toparia com uma condição. De acordo com o diretor, ele gostaria de ter a oportunidade de criar seu próprio universo, e não apenas dirigir sequências já programadas.

“Não é que eu não interesse na Marvel. Como Ridley Scott diz, a coisa mais complicada para um diretor e a coisa mais divertida é construir o mundo. Eu não sou o cara para entrar em Star Wars e fazer Star Wars 5. Não sou eu”, falou Bay.

Que completou dizendo: “Eu não sou o cara para fazer Homem de Ferro 7. Eu não sou o cara para fazer Batman 10. Eu quero fazer minhas próprias coisas. Eu adoraria fazer um filme de super-herói, mas eu quero fazer meus próprios termos e criar meu próprio mundo.”

Michael Bay tem no currículo franquias de sucesso como ‘Bad Boys‘ e ‘Transformers‘. O seu novo filme, ‘Ambulância: Um dia de Crime‘ tem Jake Gyllenhaal como protagonista e está em cartaz.

Ashley Johnson, a Ellie dos games, tem papel revelado na série de ‘The Last of Us’

Segundo informações do Entertainment Weekly, a atriz e dubladora Ashley Johnson, que interpretou a Ellie no jogo original ‘The Last of Us‘ criado pela Naughty Dog, será a mãe da personagem na nova série da HBO.

O último trailer mostrou Johnson chorando e segurando um bebê. A EW confirmou, através de uma descrição de personagem, que a atriz vai interpretar Anna, “uma mulher grávida, sozinha e em fuga, que deve dar à luz em uma das mais terríveis circunstâncias”.

Confira abaixo o momento em que Johnson aparece:

Lembrando também que Troy Baker, ator e dublador que interpretou Joel na franquia de videogames, também estará na série. O ator dará vida a James, um dos homens de David, personagem importante da trama.

HBO Max divulgou também um novo teaser de ‘The Last of Us‘. Confira, junto ao recente trailer:

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Hotel Transilvânia 2

(Hotel Transylvania 2)

 Hotel Transylvania 2 (2015) on IMDb

Elenco: Adam Sandler, Selena Gomez, Andy Samberg, Kevin James, Fran Drescher, Cee-Lo Green, David Spade, Steve Buscemi, Molly Shannon, Jon Lovitz.

Direção: Genndy Tartakovsky

Gênero: Animação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ 100 milhões

Estreia: 24 de Setembro de 2015

Sinopse: 

Parece que tudo está melhorando no Hotel Transilvânia… Drácula finalmente relaxou sua rígida política de “somente monstros” e passou a permitir hóspedes humanos. Mas por trás de caixões fechados, Drácula está preocupado porque seu adorável neto, meio-humano e meio-vampiro, Dennis, não demonstra nenhum sinal de que um dia será um vampiro. Então, enquanto Mavis está ocupada visitando seus novos parentes humanos com Johnny – e vivenciando seu próprio choque cultural – o vovô Drac recruta seus amigos Frank, Murray, Wayne e Griffin para ajudá-lo a fazer Dennis passar por uma escolinha de monstros. Mas o que eles nem imaginam é que o rabugento, conservador e muito muito velho pai de Drácula, Vlad, veio fazer uma visita ao hotel. Quando Vlad descobre que seu bisneto não é um sangue-puro, e que humanos agora são bem-vindos ao Hotel Transilvânia, ele fica maluco!

Curiosidades: 

»  Continuação do longa animado de 2012

» Genndy Tartakovsky (‘Star Wars: As Guerras Clônicas’), diretor do primeiro filme, retorna ao seu cargo.

» O original custou US$ 85 milhões e arrecadou mais de US$ 250 milhões mundialmente.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: