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Netflix paga uma fortuna por suspense que é DETONADO pelo público; Confira!

A Netflix comprou o suspense A Mulher na Janela‘ por uma quantia altíssima – em torno de US$ 50 milhões – mas o filme foi detonado pelo público e pelos críticos.

Nas redes sociais, os assinantes da Netflix foram criticar a produção estrelada pela atriz Amy Adams.

Confira as reações:

Baseado no romance homônimo de Tracy Letts, o filme passou por diversos problemas antes de ser adquirido pelo streaming.

O filme foi reeditado três vezes após reações extremamente negativas em exibições-teste, e sua trilha sonora chegou a ser inteira descartada.

A Mulher na Janela‘ amargou apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi duramente criticado por sua falta de ousadia e por não corresponder às expectativas em relação à sua construção narrativa.

Ainda segundo a crítica, o thriller peca por não saber aproveitar seu grande elenco de forma mais rica e profunda, se tornando mais um filme esquecível da Netflix.

Confira:

“Como exercício de suspense, é muito menos bem-sucedido”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club

A Mulher na Janela seria um thriller incrível se simplesmente ousasse se comprometer com uma visão singular e a executasse sem desculpas”. – Anne T. Donahue, Globe and Mail

“Efetivamente temperamental, mas oferecendo calafrios frustrantes, A Mulher na Janela subestima seu herói de várias maneiras”. – Sheri Linden, Hollywood Reporter

A Mulher na Janela nunca consegue transcender a impressão de que está apenas sendo esperta”. – Pat Brown, Slant Magazine

“Um terrível desperdício de um grande elenco”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network

“Vamos apenas dizer que, embora a composição óbvia aqui seja ‘Janela Indiscreta‘, há um pequeno toque de ‘Psicose‘ também. Isso faz sentido. Assim como sempre há espaço no Bates Motel, há muito espaço naquela casa feita em brownstone”. – Mark Feeney, Boston Globe 

Assista ao trailer:

O elenco também conta com Gary Oldman, Brian Tyree Henry, Julianne Moore, Wyatt Russell e Anthony Mackie.

Vídeo INÉDITO dos bastidores mostra como foram feitas as cenas de ação de ‘Homem-Aranha 3’

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ganhou um vídeo dos bastidores que mostra como foram feitas várias cenas de ação, incluindo a introdução de Alfred Molina, que voltou ao papel de Doc Ock, e Tom Holland (Peter Parker/Homem-Aranha) correndo em seu terno aracnídeo.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Além de conquistar 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme já acumulou US$ 700 milhões pelo mundo em apenas uma semana e conseguiu mais uma conquista: está na 5ª posição entre os 250 filmes mais bem avaliados de todos os tempos no IMDb, um dos sites mais respeitados sobre cinema, TV e entretenimento em geral.

Com base em aproximadamente 238 mil votos, a sequência ganhou nota 9,0/10.

Os cinco primeiros colocados da lista são ‘Um Sonho de Liberdade’ (9,2), ‘O Poderoso Chefão’ (9,1), ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ (9,0), ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ (9,0) eHomem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ (9,0).

Vale lembrar que cada um desses filmes tem entre 1 e quase 3 milhões de votos, então é possível que ‘Homem-Aranha 3‘ possa subir ou descer algumas posições ao longo dos próximos meses.

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Assista nossa crítica do filme:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Adeus HBO Max! Streaming vai mudar de nome…

A partir do momento em que as duas grandes companhias de entretenimento se fundiram para formar a Warner Bros Discovery, com David Zaslav a frente da presidência, havia conversas para combinar o catálogo dos serviços HBO Max com o Discovery+ em um único streaming.

A CNBC confirmou nesta segunda-feira (05) que um novo nome será escolhido para o serviço combinado será simplesmente “Max“, segundos advogados das empresas.

Ainda assim, o nome oficial ainda não foi confirmado pela empresa, mas “Max” é a opção favorita de todos os envolvidos em relação a escolha do nome.

A plataforma tem seu lançamento nos Estados Unidos previsto para a primavera do hemisfério norte de 2023. A companhia espera atingir 130 milhões de assinantes até 2025, e na época do anúncio, Zaslav apontou.

“Em relação ao streaming, nossa principal prioridade agora é lançar um serviço SVOD integrado. Isso faz parte de como a estratégia de streaming evoluiu ao longo do último ano. Então, assim que estiver firmemente estabelecido no mercado, vemos potencial real e estamos explorando a oportunidade de uma oferta rápida e gratuita, que daria aos consumidores que não querem pagar uma taxa de assinatura acesso a um ótimo conteúdo, ao mesmo tempo em que servem como um ponto de entrada para o nosso serviço premium”, disse Zaslav.

‘Mamonas Assassinas’ estreia ainda em 2023 nos cinemas; Saiba o dia e confira o TRAILER!

Um dos maiores fenômenos brasileiros da história, ‘Mamonas Assassinas’, vai ganhar um filme que teve a estreia marcada para o dia 28 de Dezembro em todos os cinemas brasileiros.

Intitulado de ‘Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe’, o longa, com direção geral de Edson Spinello, contará a história e os desafios vividos pelo quinteto que conquistou o Brasil. Não se trata de um documentário, mas de uma ficção baseada em fatos reais, que não focará na tragédia que tirou a vida dos integrantes, mas sim nos desafios dos amigos de Guarulhos que se tornaram os queridos do público.

O elenco composto por Ruy Brissac dando vida a Dinho, Alberto Hinoto interpretando Bento, Robson Lima (Júlio Rasec), Adriano Tunes como Samuel e Rener Freitas (Sergio Reoli) promete emocionar todos os admiradores dessa grande história.

Assista:

 

“Esse filme está ligado intimamente com a memória afetiva das pessoas. Mamonas liberta o que há de melhor nas pessoas e espero que, o longa e a banda do filme que resolvemos colocar na estrada, mostrem um pouquinho do que foi Mamonas e que essa linda homenagem possa perpetuar o grande legado que o Dinho e os meninos deixaram. As filmagens foram emocionantes pois traziam de modo irreverente toda energia dos meninos e espero que cada um se veja na persistência deles onde ‘o impossível não existe’”, declara Jorge Santana, CEO da marca Mamonas Assassinas. 

Saiba quem viverá o Tântalo na 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’

Timothy Simons foi contratado para viver Tântalo na 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘.

O personagem é um dos filhos de Zeus, que foi jogado ao Tártaro como punição após trapacear os deuses.

Simons esteve nas séries ‘Vício Inerente‘ e ‘Vice‘.

timothy simons
timothy simons

Também foi revelada a escalação de Sandra BernhardKristen SchaalMargaret Chao como as Irmãs Cinzentas. Também conhecidas como Greias, as personagens são velhas mulheres que compartilham um único olho e um único dente e que comandam um serviço de táxi na cidade de Nova York.

Bernhard dará vida à Ira, Schaal será Tempestade e Chao interpretará Vespa.

A Disney divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos‘, que adaptará o romance ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘, escrito por Rick Riordan.

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percy poster season 2

Através do Instagram, o diretor James Bobin compartilhou a primeira imagem dos bastidores. A imagem não entrega nada de importante, e mostra apenas que é uma tomada envolvendo Annabeth (Leah Jeffries) em Nova York, considerando as palavras escritas na claquete.

 

Lembrando que Riordan disse que todos os roteiros do segundo ciclo estão quase prontos e que ele está muito orgulhoso do resultado.

“Um bom primeiro dia ontem na sala dos roteiristas da segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos! Como mencionei, tínhamos uma mini-sala antes da greve da WGA para iniciar os roteiros, presumindo que receberíamos luz verde, então não vamos começar do zero esta semana. Os roteiros que temos até agora estão em excelente estado. Mal posso esperar para ver mais de Luke, Clarisse e Sr. D. E claro, Tyson! Foi ótimo ver nossa equipe de redatores novamente. Voltando hoje!”, ele postou em suas redes sociais.

Juntos

(Together)

 

Elenco:

Dave Franco
Alison Brie
Damon Herriman

 

Direção: Michael Shanks

Gênero: Terror

Duração: 102 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 14 de Agosto de 2025

Sinopse: 

No terror JUNTOS, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Michael Shanks também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Station 19’: Segunda metade da 2ª temporada ganha trailer; Assista!

A ABC divulgou o trailer da segunda metade da 2ª temporada de ‘Station 19‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 7 de março.

O spin-off de Grey’s Anatomy segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

Jaina Lee Ortiz, Jason George, Barrett Doss, Grey Damon, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle SavreBoris Kodjoe e Miguel Sandoval estrelam.

‘Atypical’: 3ª temporada já está disponível na Netflix!

A 3ª temporada da aclamada série ‘Atypical‘ já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios da nova temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

Crítica | Atypical Temporada 2: Original da Netflix segue ritmo cíclico sem perder seu brilho 

A série foi criada por Robia Rashid.

Sam é um jovem autista de 18 anos que está em busca de sua própria independência. Nesta jornada, repleta de desafios, ele e sua família aprendem a lidar com as dificuldades da vida e descobrem o verdadeiro significado de “ser uma pessoa normal”.

O elenco inclui Keir Gilchrist, Jennifer Jason Leigh, Michael Rapaport, Brigette Lundy-Paine e Amy Okuda.

‘X-Men’: Michael Jackson queria interpretar o Charles Xavier, afirma produtor

Em entrevista ao Observer, o produtor Ralph Winter revelou detalhes curiosos sobre os bastidores do primeiro ‘X-Men‘, afirmando que diversas celebridades tiveram interesse em participar do filme, incluindo o Michael Jackson, que queria interpretar o Charles Xavier.

“Eu tenho muitas memórias especiais de pessoas querendo participar do filme. Michael Jackson era um grande fã dos quadrinhos e queria interpretar o Charles Xavier. Patrick Stewart não queria [interpretar o Charles Xavier]. Levou um longo tempo para convencê-lo. Terrence Stamp veio até a mim e disse: ‘Sabe o motivo do Patrick não querer o papel? Por causa da cadeira. Ele não quer ficar preso na cadeira. Eu não me importo. De fato, eu fico muito bem careca’.”

Winter continua, “Todos os dias eu era surpreendido por novos rostos. Tipo a Mariah Carey no meu escritório querendo conversar com o Bryan [Singer] sobre interpretar a Tempestade ou algo assim. Shaquille O’Neal também apareceu no nosso escritório querendo interpretar o Forge, que não fazia parte do filme.”

O produtor também destaca que Russell Crowe e Viggo Mortensen recusaram a oferta de interpretar o Wolverine. E Charlize Theron recusou o papel de Jean Grey.

Recentemente, Famke Janssen refletiu sobre os 20 anos de lançamento de ‘X-Men‘ e foi questionada sobre o que gostaria de ver nos próximos filmes da franquia.

Em resposta, a intérprete de Jean Grey disse que adoraria ver as heroínas da equipe ganhando mais destaque.

“Uma coisa que eu gostaria de ver é a força das heroínas da equipe. Nos filmes anteriores havia muitas mulheres fortes, nunca houve falta de diversidade, mas acho que elas merecem mais destaque a partir de agora. Suponho que eles vão seguir por esse caminho, mas há espaço para todos na franquia.”

Questionada se toparia reprisar seu papel como a telepata no MCU, ela respondeu:

“Acho que a pergunta é se teriam algum interesse em me convidar. Eu fiquei muito surpresa com o convite para retornar em ‘Dias de um Futuro Esquecido’ porque foi genial como ressuscitaram os personagem que estavam mortos. Estou curiosa para saber como serão os filmes da Marvel Studios. Mas eu toparia, se me chamassem.”

Lembrando que ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecidomarcou a última aparição de Janssen na franquia.

Lançada em 2014, a adaptação foi escrita especialmente para corrigir a linha do tempo criada emX-Men: O Confronto Final(2006), e se tornou um dos filmes mais aclamados da franquia.

No Rotten Tomatoes, a sequência conseguiu acumular 90% de avaliações positivas, além de arrecadar US$ 747,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.  

‘Wynonna Earp’: Trailer do ÚLTIMO episódio da série promete final ÉPICO; Assista!

O canal SyFy divulgou o trailer do último episódio da série ‘Wynonna Earp‘.

Confira:

Intitulado Old Souls, o episódio final irá ao ar no dia 9 de abril.

Em um comunicado oficial, a showrunner/produtora executiva, Emily Andras, refletiu sobre o fim da série:

“Eu gostaria de agradecer ao nosso elenco e equipe maravilhosos, que foram fundamentais para trazer Wynonna Earp para nosso público fiel e apaixonado. Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no SYFY e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre. Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família, e junto com Seven24, a Cineflix e a CTV Sci-Fi, esperamos poder continuar a compartilhar seus contos inspiradores no futuro”.

‘Peacemaker’: John Cena quebra tudo no trailer LEGENDADO da série; Assista!

A HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Peacemaker‘, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 janeiro.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Abestalhados 2

 

Elenco:

Paulinho Serra
Raul Cheque
Felipe Torres

 

Direção: Marcos Jorge, Marcelo Botta

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 27 de Outubro de 2022

Sinopse: 

Paulo, Manuel, Eric e Alex Bala sonham em fazer um filme de ação e aventura. Com um enorme talento para se meter em encrencas, eles partem em uma hilária aventura em busca do reconhecimento e do sucesso.

Crítica: 

Crítica | Abestalhados 2 – Comédia Nacional HILÁRIA Reúne ‘Choque de Cultura’ e ‘Hermes e Renato’

Entrevista: 

Curiosidades: 

» O longa, que segue um estilo de “falso documentário”, tem produção da Zencrane Filmes e coprodução da Salvatore Filmes e da Buena Vista Internacional;

» Filmado em São Paulo, em 2019, o filme foi um dos primeiros a adotar os protocolos de segurança contra a disseminação do COVID;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Outlast Trials’: Jogo de TERROR já está disponível em acesso antecipado; Confira o trailer!

O jogo de terror ‘The Outlast Trials‘, que é ambientado no mesmo universo da popular franquia ‘Outlast‘, já está disponível em acesso antecipado na Steam e Epic Games.

Os jogadores poderão participar de missões solo ou partidas de até quatro pessoas.

Na produção, ambientada durante o período da Guerra Fria, os jogadores assumem o papel de cobaias de testes abduzidas pela sinistra Murkoff Corporation. Aprisionados em um complexo secreto, os jogadores terão que enfrentar uma série de desafios físicos e mentais, sendo atormentados por personagens icônicos da saga.

Confira o trailer:

O acesso antecipado inclui todos os mecanismos clássicos da franquia ‘Outlast‘, além de introduzir diversos elementos novos. Os jogadores serão testados em novos ambientes, novas partidas, desafios e variantes de dificuldade.

O jogo também contará com personalização dos personagens – que têm suas próprias celas individuais para customizar –, além de um atencioso sistema de progressão.

“Estamos ansiosos para ver e ouvir como os Reagentes (jogadores) irão performar no programa experimental da Murkoff durante o acesso antecipado de ‘The Outlast Trials’,” declarou Philippe Morin, cofundador da produtora Red Barrels. “O feedback dos jogadores neste período é a chave para entregar um jogo mais refinado e balanceado. ‘The Outlast Trials’ é o nosso projeto mais desafiador, e vamos continuar a desenvolvê-lo até sentirmos que o jogo entrega nossa visão inicial.”

Jason Momoa fala sobre possível retorno em ‘Duna: Parte 3’

Em entrevista ao Men’s Health, Jason Momoa (‘Aquaman’) comentou sobre o seu possível retorno no terceiro filme da franquia ‘Duna‘, baseada na saga literária de Frank Herbert.

O ator ainda revelou que uma grande cena envolvendo o seu personagem foi cortada, e que ele adoraria que os espectadores pudessem conferi-la no próximo filme.

“Será um bom futuro se o Duncan Idaho tiver… Sabe do que estou falando? Cara, não posso realmente dizer isso. Vou me meter em problemas. Bem, havia uma cena muito legal que não entrou na edição final do longa original. Foi muito épico.”

Ele completa, “Seria incrível se o público pudesse ver. Eu vou tentar trazer isso de volta no terceiro filme.”

Vale lembrar que a sequência ‘Duna: Parte 2‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais. Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que arrecadou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Nos EUA, o longa ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões. No mercado internacional, foram US$ 289.4 milhões – totalizando US$ 494.7 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Harrison Ford e Helen Mirren retornam no teaser da 2ª temporada de ‘1923’, spin-off de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘1923‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 23 de fevereiro.

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Helen Mirren e Harrison Ford são os protagonistas da produção.

O elenco ainda conta com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

Morra, Amor

(Die, My Love)

 

Elenco:

Jennifer Lawrence
Robert Pattinson
LaKeith Stanfield

 

Direção: Lynne Ramsay

Gênero: Suspense

Duração: 118 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 24 milhões

Estreia: 27 de Novembro de 2025

Sinopse: 

MORRA, AMOR é ambientado na zona rural dos Estados Unidos, e é o retrato de Grace (Jennifer Lawrence), uma jovem que luta para manter sua sanidade após se tornar mãe.

Crítica: 

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Lynne Ramsay também assina o roteiro com Enda Walsh;

» A obra é baseada no romance de Ariana Harwicz, e adapta a história intensa e perturbadora do livro para um drama psicológico com forte carga emocional.

» A temática central é sensível e pesada: o filme aborda psicose pós-parto, saúde mental feminina e os desafios da maternidade — usando para isso a ambientação isolada e rural como reflexo do isolamento psicológico da protagonista.

» Nas filmagens, a atriz Jennifer Lawrence optou por não ter um coordenador de intimidade para as cenas de sexo, porque disse sentir-se totalmente confortável e segura com o companheiro de cena, Robert Pattinson — o que mostra o nível de confiança entre eles.

» O filme foi exibido no festival Festival de Cannes em 2025 e concorreu à Palma de Ouro — o que já era esperado, dada a reputação da diretora.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

TENSO! Criatura gigante ataca em clipe inédito do terror ‘Kraken’; Confira!

O site Dread Central divulgou um novo clipe tenso do terror norueguês ‘Kraken‘.

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Pål Øie (‘O Túnel’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Vilde Eide, Kjersti Jelen Rasmussen e Natasha Arthur.

Na trama, o comportamento anormal de salmões selvagens, seguido por mortes inexplicáveis ​​no fiorde mais profundo da Noruega, aponta para o mítico Kraken. O antigo monstro de múltiplos braços despertou, pronto para esmagar tudo que se move ou faz barulho.

O elenco conta com Sara Khorami, Mikkel Bratt Silset, Øyvind Brandtzæg, Jenny Evensen, Ingvild Holthe Bygdnes, Jon Erik Myre, Hans Morten Hansen, Steinar Klouman Hallert e Filip Bargee Ramberg.

O longa será lançado em VOD no dia 12 de junho.

Confira arte conceitual da 7ª temporada de ‘American Horror Story’

O criador e produtor de ‘American Horror Story’ compartilhou em sua conta do Instagram uma assustadora arte conceitual da nova temporada.

Confira:

AHS Season 7 clue: ambidexterity

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Vale lembrar que Lady Gaga não retorna – saiba mais!

Depois de mostrar o terror em histórias ficcionais, Ryan Murphy vai colocar  público mundial dentro da corrida de lobos mais acirrada que um país pode percorrer, as eleições presidenciais dos EUA.

A sétima temporada de American Horror Storyfocará em todo o processo de votação entre Donald Trump e Hillary Clinton.

Em conversa com o E!, Ryan disse o seguinte…

“Nós não teremos atores interpretando eles [Trump e Hillary]. Você os verá na televisão. Os primeiros 10 minutos da temporada, nesta temporada, acontecem de maneira muito macabra na noite das eleições e há algo terrível que acontece na vida de nosso personagens na noite das eleições, enquanto eles estão assistindo o decorrer da votação. O que em si era uma história de terror, então, é como uma história de horror sobre uma história de horror.”

Vale lembrar também que ‘American Horror Story‘ foi renovada no começo do ano para mais duas temporadas, a sétima e a oitava.

Não esqueça também que Ryan Murphy confirmou uma temporada crossover de Murder House e Coven.

 

Atriz de ‘IT: A Coisa’ viverá Nancy Drew em adaptação de livro

A jove atriz Sophia Lillis, de ‘It: A Coisa‘, vai interpretar a detetive mirim Nancy Drew em uma nova adaptação. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, a trama será baseada no livro ‘The Hidden Staircase’, o segundo volume da série ‘Nancy Drew Mystery Stories’, publicado em 1930.

A narrativa original envolve vários desaparecimentos misteriosos, além de roubos dentro de mansões.

Ainda não há detalhes referentes à produção, nem mesmo se o roteiro seguirá o mesmo período temporal do material fonte.

‘Bad Boys 3’: Will Smith leva os fãs aos bastidores da produção, em novo vídeo

A aguardada sequência de ‘Bad Boys‘, intitulada ‘Bad Boys For Lif3‘, está em processo de filmagens e os fãs mais afoitos já podem acompanhar um pouquinho do que está rolando nos bastidores da produção, em um novo e divertido vídeo.

No material, o astro Will Smith leva o público para conhecer um pouco do que está rolando no processo de desenvolvimento do filme.

Confira:

De acordo com o FilmeB, o novo filme chegará  ao Brasil em 30 de janeiro de 2020, sendo adiantado em mais de um mês em relação ao lançamento nos EUA.

 

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Will Smith e Martin Lawrence na primeira imagem oficial de #BadBoys3

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“A sequência é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas (Scipio), chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith). Nuñez assumirá o papel de Rite, psicóloga criminal durona e engraçada que é recém-nomeada chefe da AMMO e é ex-namorada de Mike.”

A Sony fechou contrato com os diretores Adi El Arbi e Bilall Fallah para eles comandarem o filme.

A dupla tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018).

Will Smith e Martin Lawrence retornam, e a estreia acontece em 30 de janeiro de 2020.

‘Shazam!’: Artes conceituais revelam referências aos quadrinhos; Confira!

O artista conceitual Jared Marantz compartilhou duas artes conceituais inéditas do sucesso ‘Shazam!‘, que destacam o design inicial das botas do herói.

As peças eram inspiradas no visual do personagem nos quadrinhos Novos 52, mas eventualmente a opção acabou sendo descartada pelos produtores do longa.

Confira:

Shazam! 2‘ chega aos cinemas norte-americanos em  1º de abril de 2022.

Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Lovecraft Country’: Astro acredita que a série será renovada para a 2ª temporada

A aclamada série de terror da HBO, ‘Lovecraft Country‘, se tornou um dos maiores sucessos da TV em 2020, conquistando a aclamação tanto por parte da crítica especializada, como por parte do público.

E mesmo após conquistar um recorde de audiência em seu episódio inaugural, além de uma indicação no Globo de Ouro, a série produzida por Jordan Peele e J.J. Abrams ainda não foi renovada para a sua 2ª temporada.

Ainda assim, o astro Michael K. Williams acredita nessa possibilidade, conforme revelado em uma entrevista ao Collider:

“Qualquer que seja o resultado, terei de estar bem com isso, porque não tenho nenhuma influência sobre esse aspecto nesse contexto, mas estou muito esperançoso de que haverá uma segunda temporada. Eu sei que essa série exigiu muito de mim, então eu só posso imaginar o que os escritores devem ter passado por três anos. Eu trabalhei por oito ou nove meses, e essa foi apenas a parte final de todo o processo. Na verdade, Lovecraft Country levou cerca de três anos para chegar ao ponto em que eles estivessem prontos para os atores entrarem no set. É uma coisa pesada. É um trabalho pesado e muito desse trabalho é feito na sala dos roteiristas. Eu acredito que haverá uma segunda temporada, mas quando? Quem sabe”.

Em uma entrevista recente ao Deadline, Casey Bloys, chefe de conteúdo original da HBO, também revelou que está esperançoso sobre uma 2ª temporada de ‘Lovecraft Country‘, afirmando que, atualmente, a criadora Misha Green está desenvolvendo novas ideias para a produção, uma vez que ela não terá mais o livro como base para a trama.

“Misha [Green] está trabalhado ao lado de uma pequena equipe de roteiristas e eles estão tentando criar uma nova direção para a série. Ela tinha o livro para adaptar na primeira temporada, então ela e os roteiristas queriam tirar um tempo para entender esses personagens sem o livro como guia; descobrir qual jornada nós queremos ver a seguir.”

Ele completa, “Todos nós queremos que ela tenha a história certa para contar. É nesse processo que ela se encontra atualmente, trabalhando nessas ideias. Eu estou muito esperançoso por uma nova temporada, assim como a Misha, então estamos dando tempo para eles fazerem o certo.”

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

Crítica | Jogo de Amor – “Ódio”: Comédia romântica é um prazer culposo ideal para o Dia dos Namorados

Lucy Hale e Austin Stowell transformam o catálogo de clichês de Jogo de Amor – “Ódio” em um delicioso prazer culposo do gênero de comédia romântica. Com uma química reluzente que conduz toda a tensão sexual expressa em tela, a dupla de protagonistas até nos consegue fazer esquecer que estamos diante de estereótipos românticos que já não funcionam tanto como funcionavam nos filmes dos idos dos anos 90 e 2000.

Na trama, a rivalidade implacável dos colegas de trabalho Lucy e Joshua atinge novos patamares quando eles começam a competir por uma grande promoção. Mas a dinâmica entre eles ficará ainda mais complicada quando a tensão sexual entre ambos passa a se tornar um obstáculo – dando início a uma relação repleta de altos e baixos, além de uma espiral de momentos bem bregas e melosos.

Ainda assim, a adaptação do livro best-seller de Sally Thorne é um deleite. Repleta de frases piegas e até mesmo um sentimentalismo masculino que pouco vemos na vida real, a comédia é divertida, inverte um pouco os papéis – ao tornar Lucy uma personagem menos romantizada -, à medida em que também é mais objetiva em explorar a dinâmica relacional disfuncional entre os dois, não desperdiçando tempo de tela com subtramas pouco necessárias.

Com atores que rapidamente nos conquistam e nos convencem a embarcar nessa jornada bem previsível – com pequenas ressalvas -, Jogo de Amor – “Ódio” é um filme curtinho que não nos exige nada enquanto audiência, a não ser a disposição para rever alguns dos clichês mais cafonas que tantas vezes vimos em comédias que hoje se tornaram clássicos do gênero. Focando sua trama apenas no pequeno universo que orbita ao redor do casal-não-casal, o longa visa entreter os corações mais apaixonados e menos exigentes quando o assunto é comédia romântica.

E, francamente, o diretor Peter Hutchings e a roteirista Christina Mengert nem estão preocupados em inovar no formato. Trazendo para as telas um livro amado que já possui uma fan base consolidada, a equipe criativa se priva de reinventar a roda, trabalhando com o que tem. Explorando habilmente o carisma existente em ambos os atores, Hale e Stowell, Jogo de Amor – “Ódio” pode ser realmente esquecível, mas ainda assim consegue alimentar aquela pequena solitária que vive dentro de muitos de nós e que não abre mão de filmes românticos decorados com cafonices sentimentais.

Conheça 8 Diretoras Brasileiras de Filmes de TERROR

As diretoras e o Terror. Essas são as palavras-palavras deste artigo em celebração às mulheres atrás da câmera do gênero horror brasileiro. Apesar de recentes e poucas, elas vêm fazendo barulho nas telonas e mexendo com o imaginário do público dentro e fora do país. Se você curte mistério, suspense e fantasia, prepare-se para conhecer esta seleção de mulheres brasileiras a contar histórias macabras e assustadoras. Quase todas as obras estão disponíveis na Darkflix

Vale ressaltar que a nossa seleção é focada em longas-metragens, portanto, as diretoras de ótimos curtas-metragens ficaram de fora. Vamos, no entanto, indicar as obras iniciais das cineastas aqui listadas [clique no nomes dos curtas, para vê-los]. Se você ainda não conhece o trabalho feminino deste gênero pelo mundo, confira a lista do CinePOP10 Filmes de Terror Dirigidos por Mulheres. Caso a gente tenha deixado alguém de fora, comente! 

Anita Rocha da Silveira
Obra principal: Mate-me Por favor (2015)

Diretora e roteirista de três curtas-metragens, Os Mortos-Vivos (2012), exibido na Quinzena dos Realizadores de Cannes; e os premiados Handebol (2010) e O Vampiro do Meio-Dia (2008), a carioca despontou aos holofotes com a obra Mate-me Por favor (2015). Lançado no Festival de Veneza 2015, o longa ganhou os prêmios internacionais e o Redentor de Melhor Direção e Atriz, no Festival do Rio. Protagonizado por Valentina Herszage (da série Hebe), a trama se passa na Barra da Tijuca, onde uma onda de assassinatos desperta a curiosidade dos jovens locais. Entre eles, Bia (Herszage), uma garota de 15 anos, que torna-se obcecada por saber se está realmente viva. Em uma mistura de despertar sexual e violência, Mate-me por favor é um dos meus filmes preferidos de 2016. 

Fique de olho: a cineasta carioca promete mais tensão e terror no longa Medusa. Sem previsão de lançamento, o filme conta com a enigmática sinopse: “Para manter o controle de si própria, a jovem Bia se esforça para controlar tudo e todos à sua volta.  Até que chega o dia em que a vontade de berrar é mais forte”.

Alice Furtado
Obra principal: Sem Seu Sangue (2019)

Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e filha do renomado diretor Jorge Furtado (Meu Tio Matou Um Cara), Alice começou a carreira com a concepção dos curtas-metragens Duelo Antes da Noite (2011) e La Grenouille et Dieu (2014), o último realizado na França. Em 2020, ela lançou Sem Seu Sangue na Netflix, com passagem pelo Festival de Cannes 2019. O longa acompanha o luto da jovem Silvia (Luiza Kosovski), após a perda do namorado hemofílico. Contudo, a menina não aceita a morte do seu primeiro amor e busca uma solução macabra para reencontrá-lo. 

Veja também: [Exclusivo] Entrevista com a diretora Alice Furtado  Sem Seu Sangue – Terror Nacional da Netflix

Bruna Carvalho Almeida
Obra principal: Os Jovens Baumann (2018)

Se você ainda não ouviu falar de Bruna Carvalho Almeida, não é por acaso. Com a carreira no cinema iniciada em 2018, Bruna concentrou seu trabalho nas ilhas de edição e montagem de dois documentários e dois curtas-metragens. Selecionada para a Mostra Caleidoscópio do 51º Festival de Brasília, a diretora marcou a sua estreia na direção com Os Jovens Baumann. Este é um falso documentário sobre o desaparecimento misterioso de jovens de uma rica família do sul de Minas Gerais, em 1992. No estilo found footage, ou seja, filmagens caseiras encontradas, tal como em Bruxa de Blair (1999) e Cloverfield (2008), o filme recebeu afago da crítica por montar um surpreendente quebra-cabeça e deixar os espectadores de cabelo em pé. 

Clarissa Appelt
Obra principal: A Casa de Cecília (2015)

Com os curtas-metragens CRI4: O Contrato Alienígena (2012) e A Bagunça Eterna (2012), Clarissa Appelt entra nesta lista como uma promessa do gênero ao lançar A Casa de Cecília na Mostra Tiradentes 2015 e ganhar o circuito comercial no mesmo ano. Produzido como trabalho de conclusão de curso da UFRJ, em 2013, a diretora confessa que a equipe era toda de iniciantes e realizou o trabalho na camaradagem. O enredo segue a solidão de Cecília (Carol Pita), de 14 anos, em uma enorme casa com piscina. Um dia, ela encontra a desconhecida Lorena (Tainá Medina) dentro da moradia. Com toques de surrealismo, a diretora brinca com a percepção do espectador e a crise existencial da juventude. 

Gabriela Amaral Almeida
Obra principal: O Animal Cordial (2017) 

Formada em Comunicação pela UFBA, em 2003, e em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (Eictv), em Cuba, em 2007, Gabriela Amaral Almeida tem tudo para tornar-se a rainha do horror brasileiro, sem exageros. Depois de dirigir e escrever seis curtas, entre eles destaca-se A Mão que Afaga (2011) e Estátua (2014), Gabriela lançou o elogiado O Animal Cordial (2017) [disponível no Sesc Digital]. No filme, o dono de um restaurante (Murilo Benício) reage a um assalto e elimina um dos criminosos, contudo o jogo vira e todos os clientes do estabelecimento passam a temer por suas vidas. Diferente das narrativas de suas companheiras, Amaral Almeida investiu no subgênero slasher. No recente A Sombra do Pai (2018), entretanto, ela estabelece um caminho para o medo através do desconhecido. 

Leia também: Crítica | A Sombra do Pai – Mistura o terror do abandono e a fuga para o místico

Juliana Rojas
Obra principal: As Boas Maneiras (2017)

Certamente a mais famosa diretora desta lista, Juliana Rojas é graduada em Cinema pela USP, em 2005, onde ela conheceu o seu principal parceiro cinematográfico Marco Dutra (O Silêncio do Céu). Com mais de 10 curtas-metragens no currículo, Rojas estreou nos cinemas – ao lado de Dutra – com Trabalhar Cansa (2010), protagonizado por Helena Albergaria e Marat Descartes; sozinha ela dirigiu o musical Sinfonia da Necrópole (2014), mas foi o seu terceiro filme que a consagrou no gênero horror. Lançado em 2017, Boas Maneiras – mais uma vez ao lado de Dutra – traz o horror mitológico de lobisomem para os dias atuais, com ótimas atuações do casal protagonista Clara (Isabél Zuaa) e Ana (Marjorie Estiano). Com direito a um assombroso mistério e transfigurações, o filme tornou-se expoente de um terror refinado e comparado pela crítica ao Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski

Marina Meliande
Obra principal: Mormaço (2018)

Formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2006, Marina Meliande é produtora da Duas Mariola Filmes, ao lado de Felipe Bragança (Um Animal Amarelo) e Daniel Caetano (Rio em Chamas). Depois de vários projetos ao lado de Bragança, como A Fuga da Mulher Gorila (2009), Alegria (2010) e Neverquiet (2010), Meliande lançou seu primeiro longa solo, Mormaço (2018), no Festival de Rotterdam. Longe de momentos horripilantes, a cineasta lança mão de cenas mais intimistas e faz terror com o cotidiano.

Em Mormaço, Ana, uma defensora pública, (Marina Provenzzano) trabalha na defesa de uma comunidade ameaçada de remoção pelas obras do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, misteriosas manchas roxas, similares a fungos, aparecem em seu corpo. Um prédio abandonado, muito calor, acontecimentos estranhos na cidade e no físico de Ana carregam o tom sombrio da trama.

Rosângela Maldonado
Obras principais: A Deusa de Mármore (1978)
A Mulher Que Põe a Pomba no Ar (1978)

Precursora do horror brasileiro feminino, Rosângela Maldonado atuou em quase 20 filmes, entre os anos 1950 e 1979, época das famigeradas pornochanchadas. Conhecida por seu trabalho ao lado de José Mojica Marins, o saudoso Zé do Caixão, a atriz tomou as rédeas da direção e do roteiro nos filmes A Deusa de Mármore (1978) e A Mulher Que Põe a Pomba no Ar (1978). Desse modo, tornou-se a primeira mulher a comandar um filme de terror no Brasil, mesmo que hoje poderíamos considerá-los “terrir” por conta dos recursos mínimos de produção. 

Em A Deusa de Mármore, a protagonista (Maldonado) suga a energia das pessoas com quem se envolve sexualmente para manter seu pacto com um demônio. Já em A Mulher Que Põe a Pomba no Ar, a doutora Adelaide (Maldonado) incentiva um grupo de mulheres a caçarem e castigarem os homens infiéis e suas amantes, fantasiadas com cabeças de pombos. Caso tenha curiosidade, o segundo filme [para maiores de 18 anos]  está disponível no YouTube, até que seja retirado do ar.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thanos aparece sorridente em colecionável do filme

O Comic Book revelou a primeira imagem do Funko colecionável de Thanos de Vingadores: Guerra Infinita, em que o mestrão aparece sorridente e com a manopla completa. Veja:

Boatos recentes revelam que o segundo trailer completo de Vingadores: Guerra Infinita deve ser lançado já na próxima semana, segundo a página MCU News and Tweets, que notou que no próximo dia 27, os atores Paul Bettany e Karen Gillan estarão no programa Good Morning America, o mesmo que revelou o primeiro trailer.

Só nos resta aguardar. Fiquem de olho no CinePOP para novidades!

Enquanto isso, confira uma prévia do filme:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

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POSE: 5 motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries da história

Esse ano está sendo marcado por grandes produções televisivas. Definitivamente um dos melhores anos da indústria voltada para a TV e o streaming, tudo isso graças a séries fantásticas como The Handmaid’s Tale, por exemplo, que buscam aprofundar na representatividade para desenvolver uma trama dura, difícil e realista sobre assuntos como machismo, racismo e homofobia.

Porém, fugindo do óbvio, chegou ao canal FX estrangeiro um seriado que desafia todos os outros quando a questão é representatividade. Estamos falando dePose, a nova série de Ryan Murphy, a mente por trás de American Horror Story, Glee e The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story.

Diferente desses sucessos de público, Pose surge com uma importante missão: mostrar a realidade difícil, porém cheia de vida, da comunidade LGBTQ+ de Nova York nos anos 80.

Um universo colorido, cheio de emoção, divertido e triste na medida certa. Essa é essência dePose e se você se interessou em saber mais, vamos listar CINCO bons motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries, não só do ano como também da história. Fica, vai ter muito close certo!

1 – Representatividade importa SIM! 

Como já havia sido anunciado,Pose não só trata o mundo LGBTQ+ como também trouxe a comunidade para dentro da produção, diferente de outras obras que escalam mulheres cis gênero para viverem transexuais, a série tem o maior elenco regular de atrizes trans da história da televisão. Eu ouvi um amem? O processo para a escalagem do elenco durou cerca de seis meses e resultou na contratação de MJ Rodriguez, Indya Moore, Dominique Jackson, Hailie Sahar e Angelica Ross, todas mulheres trans que encararam personagens que se assemelham muito com sua própria realidade fora das câmeras.

Homens gays também estão presentes em peso. Atores como Ryan Jamaal Swain, Dyllón Burnside e Billy Porter vivem personagens que foram excluídos da sociedade tradicionalista da época e buscam no mundo dos bailes um refúgio, uma razão para viver e ser feliz longe da discriminação.

Além disso, o elenco é predominantemente negro (tendo apenas dois atores brancos regulares: Evan Peters e James Van Der Beek, e Kate Mara sendo a única atriz) outro fato que foi conquistado após as mudanças na indústria do cinema e TV perante as inúmeras críticas de que atores e atrizes negros não recebiam papeis de destaque. Apesar de comemorar, esse deveria ser um fato recorrente e rotineiro, mas estamos no caminho certo para que seja.

2 – Referências bafônicas! 

A série conta com uma gama fantástica de referências, tanto aos anos 80 quanto à história LBGTQ+ na América. Cada episódio tem um baile lindíssimo, colorido, cheio de vida e com canções que foram hits de sucesso na época, como “I Wanna Dance with Somebody”, da Whitney Houston, tocada em uma das cenas mais belas que o seriado apresentou.

Fora as canções, há muitos outros detalhes presentes, mostrados de formas até mesmo didáticas, sobre a comunidade gay. Certamente, se você já ouviu falar do fenômeno RuPaul’s Drag Race, vai sacar muitas referências que o reality utiliza em sua estrutura, como os desfiles por categorias, os bordões do próprio RuPaul Charles e os jurados dando notas aos figurinos. Outra dica para quem deseja saber mais sobre os famosos bailes e conhecer a histórica da família Xtravaganza é assistir o documentário Paris is Burning, de 1990, presente na Netflix. Sério, imperdível!

3 – Desmistificando o HIV + Crítica social

Uma das subtramas da série é a epidemia de HIV que se espalhou pelos Estados Unidos a partir da década de 70. Apesar da série não se aprofundar nesse assunto, alguns personagens principais são soropositivo e o roteiro de Ryan Murphy aborda isso da maneira mais sensata possível, sem explorar a dor ou romantizar demais, apenas mostrando a realidade de uma época em que ter AIDS significava apenas solidão e morte. Pose serve como um perfeito informativo para desmistificar e quebrar o preconceito que a doença ainda causa na população.

Além de tratar temas delicados, Pose não tem medo de tocar na ferida e fazer críticas ao governo de Donald Trump, ao conservadorismo da família tradicional e a constante luta pela aceitação, até mesmo dentro da própria comunidade gay, que discriminava mulheres trans na época. É um tapa de luva na cara da sociedade!

4 – Elogiada pela crítica internacional

Como tudo que é bom de fato é elogiado, Pose agradou (e muito!) a crítica internacional. No site Rotten Tomatoes, a série detém um índice de aprovação altíssimo de 96% com uma classificação média de 7,65 de 10 com base em 49 avaliações. O consenso crítico do site diz: “Carregado com energia, equilíbrio e confiança”, “Posicione-se em piruetas entre a opulência artística e o drama deliciosamente ensaboado para criar uma nova adição ao léxico de Ryan Murphy. Já o Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu à série uma pontuação de 75 em 100 com base em 27 críticos, indicando “revisões geralmente favoráveis”.

Com tamanha aceitação de público e crítica, a minissérie acabou garantindo sua 2ª temporada, prevista para chegar em 2019. Ela é lacradora ela!

5 – Direção e produção incríveis + poucos episódios!

Não precisa nem dizer que Ryan Murphy costuma ser sinônimo de qualidade artística né? O produtor e roteirista também dirige alguns episódios e o resultado é uma obra de arte fantástica e autoral. Assim como os figurinos são bem trabalhos, a direção de fotografia resgata o ar dos anos 80 e o elenco é maravilhoso. A sensação que fica após assistir os 8 episódios (o que é ótimo esse formato curto) dePose é que acabamos de ver algo apaixonado, feito com muita dedicação e carinho, que retrata sim o ódio e o preconceito, porém, rebatendo a dor com amor, e celebrando a vida e a aceitação com muito orgulho.

Pare tudo que você está assistindo nesse momento e vá ver, dançar, chorar e se apaixonar por Pose.

Obs: A série chega ao Brasil ainda no segundo semestre desse ano e será exibida pelo canal Fox Premium.

Opinião | Como a Cultura Pop influenciou a Copa do Mundo 2022?

A Copa do Mundo FIFA 2022 começou em Al Khor, no Qatar, com a partida entre os donos da casa, o Qatar, e nossos irmãos sul-americanos, o Equador. Mas antes mesmo da bola rolar, a primeira Copa disputada no Oriente Médio já se mostra bastante influenciada pela Cultura Pop global e sua tendência atual: o Multiverso. Se você não mora em uma caverna, provavelmente ouviu essa palavra em algum momento entre 2021 e 2022. Seja nas séries de TV ou nos filmes de cinema, esse conceito de múltiplos universos coexistindo entrou de vez no imaginário popular.

E uma das produções que ajudou a pavimentar esse conceito de Multiverso nas produções pop do século XXI foi justamente a série de ficção e humor politicamente incorreto, Rick & Morty. Ao longo dos últimos nove anos, o cientista alcoólatra Rick e seu neto, o garoto Morty, viajaram por diversos universos paralelos e linhas do tempo alternativas causando um verdadeiro caos por onde passaram. Inspirado na franquia De Volta Para o Futuro, este desenho animado se tornou um fenômeno entre jovens adultos, que puderam explorar esse multiverso com mais criatividade e aparentemente sem limites éticos e morais, permitindo que esse caos tomasse conta de suas imaginações.

Outra produção que veio correndo por linhas do tempo e universos alternativos foi a série de TV do Flash.

A série estrelada por Grant Gustin, que caminha para sua nona e última temporada, passou os últimos oito anos mostrando as histórias do velocista mais famoso dos quadrinhos nas telinhas, enquanto se aventurava pela cidade e pelas diversas realidades do Universo DC. Houve até um momento em que os dois Barry Allen’s da atualidade, Grant e o Ezra Miller (o Flash dos cinemas), se encontraram brevemente em uma cena divertida da série.

Agora, porém, o Flash das telonas caminha para seu maior colapso de universos com o vindouro The Flash (2023), que vai adaptar a icônica saga Ponto de Ignição, mais conhecida como Flashpoint. Nela, Barry viaja de volta no tempo para salvar sua mãe da morte. Porém, sua ação deságua num futuro alternativo cheio de guerras e conflitos. Então, ele precisa encontrar um jeito de impedir sua versão passada de voltar no tempo. Nas telonas, o Barry irá parar em um mundo no qual ele se encontrará com o Batman de Michael Keaton, unindo essas duas realidades num filme só.

Em 2022, quando o assunto foi Multiverso, quem roubou a cena mesmo foi o filme Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo. Estrelado por Michelle Yeoh e lançado pela A24, uma das produtoras de maior prestígio da atualidade, o longa pegou a muitos de surpresa e acumula avalições altíssimas da crítica especializada, sendo cotado para aparece com destaque nas principais cerimônias de premiações da temporada.

A trama acompanha uma mulher de meia-idade que emigrou da China para os EUA, onde abriu mão de seus sonhos para abrir uma lavanderia. Frustrada com a vida medíocre que leva e ansiosa para um evento importante, ela vê sua vida mudar de uma hora para outra ao ser convocada misteriosamente para uma guerra que pode definir os rumos do Multiverso.

Mas, quando o assunto é Multiverso nos cinemas, não tem como fugir da maior máquina de dinheiro da atualidade: a Marvel. Após o fim da saga dos Vingadores originais, a famosa Saga do Infinito, o estúdio começou a trabalhar na integração de seus filmes com as séries do Disney+, para ter mais espaço de tela para explorar mais essa loucura que é o Multiverso.

Ainda em 2018, a Marvel começou a flertar com essa história de múltiplas realidades em parceria com a Sony, na premiada animação Homem-Aranha no AranhaVerso, que contou a história do Miles Morales se encontrando com outros Homens-Aranha. Porém, por se tratar de uma animação, ainda não atingiu a um público mais geral. Essa história avançou em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, no qual o plano do vilão era uma grande tiração de sarro do Multiverso, tratando dessa possibilidade como uma piada de mau gosto. Ao longo de 2021, no entanto, esse tema deixou de ser brincadeira e virou realidade. Fosse com alguns pequenos indícios em WandaVision ou até chegar às vias de fato em Loki, que mostra efetivamente o Multiverso se quebrando. Mas a verdade é que o momento em que o tal Multiverso cravou sua relevância na Cultura Pop foi mesmo com a estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), por inúmeros fatores.

Quando chegou às telonas, o mundo ainda se adaptava a poder voltar a viver normalmente, após a pandemia de Covid-19 ficar mais controlada ao redor do globo. Então, os cinemas ansiavam por um filme que pudesse trazer o público de volta para as salas, da mesma forma que as pessoas esperavam por um filme que realmente os estimulassem a sair de suas casas, arriscar a saúde, e ir até uma sessão. Os próprios fãs da Marvel não vinham respondendo tão bem à nova Fase do estúdio por se distanciar mais daquilo que havia conquistado seus corações ao longo de mais de dez anos de “fidelidade cinematográfica”.

Então, quando foi noticiada a grande possibilidade do público de ver em tela os três Homens-Aranha do cinema juntos em um único longa, até mesmo quem não é fã do MCU se empolgou com esse possível filme-evento. E, por fim, o encontro de Tom Holland com Tobey Maguire e Andrew Garfield acabou só sendo possível por conta justamente do tal Multiverso, que domina completamente essa nova fase do estúdio. Ao associá-lo ao primeiro filme que rompeu a casa do US$ 1 bilhão em período pandêmico, ao longa que se tornou um fenômeno e está eternizado na memória de milhões de pessoas, o Multiverso carimbou de vez seu papel na Cultura Pop atual.

E segue refletindo até hoje na nova fase do estúdio, com o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) com a saltadora de realidades America Chavez (Xochitl Gomez), em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022), e deve alcançar outro nível no vindouro Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023).

Dito isso, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando: “Ok, mas o que isso tudo tem a ver com a Copa do Mundo?”.

Pois bem, sediada no Qatar, a Copa de 2022 envolve um contexto sociopolítico muito forte. Além das inúmeras polêmicas envolvendo esse país como sede do maior evento esportivo do mundo, a escolha do Qatar para ser palco da Copa se deu como uma forma caríssima de colocar o país na rota do turismo internacional, mais ou menos como aconteceu com Dubai, que era um deserto conhecido por sua força petrolífera e hoje recebe milhões de turistas do mundo inteiro anualmente. Da mesma forma, o Qatar quer mostrar ao mundo que está aberto a múltiplas culturas, em vez daquela imagem de país tradicional, de mente fechada e rígido quanto aos costumes.

O mascote da Copa 2022 é o véu La’eeb

Se eles vão conseguir isso é outra história, mas a verdade é que uma das formas escolhidas pelo comitê organizador para tentar conquistar o público e “melhorar sua imagem” internacionalmente foi promover seu evento seguindo as principais tendências do entretenimento atual, e isso refletiu diretamente no mascote da Copa, o véu antropomórfico La’eeb. Inspirado nos tradicionais lenços que os catarianos usam na cabeça, o mascotinho tem essa aparência simpática, que rendeu comparações ao icônico Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, mas ganhou também um background completamente inspirado pela tendência do Multiverso, fazendo parte de um MascoteVerso.

Seu Multiverso foi revelado junto ao sorteio dos grupos da Copa, um evento que reuniu a atenção do mundo inteiro, já que era de interesse geral ver quais os adversários de suas respectivas seleções. Junto a isso, rever mascotes históricos convivendo numa mesma realidade rendeu memes, como o ‘Fuleco Mendigo‘, que prontamente tomou os Trending Topics do Brasil, e mexeu com a nostalgia do público, uma estratégia muito utilizada pela Hollywood atual. Não sabe como vender um filme? Prometa nostalgia. É algo quase entranhado nesta Cultura Pop dos dias de hoje.

Para fixar essa imagem do mascote, que está espalhado por todos os cantos do Qatar e já é uma das caras dessa Copa, o comitê apostou numa série animada mostrando mais dos superpoderes do La’eeb, que é capaz de criar portais temporais e viajar por realidades, tal qual o Doutor Estranho, enquanto conta mais sobre a história das Copas e do próprio país sede. Quem quiser conferir, os episódios estão disponíveis no canal do vídeo acima.

E quem também sacou o poder dessa combinação de Multiverso e nostalgia para a Copa do Mundo de 2022 foram duas das maiores fornecedoras de materiais esportivos do mundo a Nike e a Adidas.

A Adidas apostou em explorar a imagem do craque Lionel Messi em um vídeo direcionado não só para os fãs do jogador, mas principalmente para os torcedores da Argentina e fãs da Albiceleste. O vídeo promocional propõe um MessiVerso, em que o Messi de 2022 faz uma roda de bobinho com os Messi’s das últimas quatro Copas.

Para concluir com chave de ouro, o comercial apela para a nostalgia extrema do torcedor argentino ao fazer o vídeo ao som da música Live Is Life, da banda Opus. Quem não é fã de futebol pode deixar isso passar, mas essa é a canção que embala um vídeo histórico do aquecimento do Napoli, em que o falecido Diego Armando Maradona dava um show de técnica e habilidade, se divertindo enquanto encantava os torcedores. Ao trazer a imagem do atual ídolo argentino multiplicado por cinco e associá-lo ao ídolo máximo do país, chamado por muito de ‘D10s’, a Adidas abraçou a estratégia cinematográfica atual e conseguiu diversos elogios por sua proposta nas últimas horas.

Já a Nike, famosa por seus comerciais históricos, abraçou de vez o Multiverso com seu FutebolVerso. A peça publicitária gira em torno de dois cientistas, uma francesa e um brasileiro, na Suíça, país onde fica a sede da FIFA – entidade máxima do futebol -, que discutem quem venceria num X1: O camisa 10 da França atual, Mbappé, ou o Ronaldinho Gaúcho de 2006, ano em que ele assombrou o mundo com suas habilidades. Então, eles criam uma máquina capaz de viajar pelo Multiverso para trazer as melhores versões dos craques históricos para se enfrentarem no laboratório.

E aí, o filme traz três versões diferentes do Ronaldo Fenômeno coexistindo, duas versões do português Cristiano Ronaldo jogando juntas, e até mesmo o craque Shuuya Gouenji, do anime Super Onze. Essa proposta de encontros inesperados de craques do mundo em situações sem noção dominou os comerciais da Nike nos anos 90, criando algumas das maiores peça publicitárias da marca em toda a história. Então, entra novamente a nostalgia potencializada agora pelo Multiverso.

Ao longo dos anos, o esporte e o entretenimento caminharam juntos, chegando muitas vezes a se misturarem. Ver a influência da Cultura Pop dos dias atuais no maior evento esportivo do mundo é interessantíssimo e une novamente essas duas facetas das formas mais populares do entretenimento no mundo.

A Copa do Mundo começa no dia 18 de novembro e terá transmissões no Globoplay.

Rick & Morty, a série do Flash, Batman (1989) e Homem-Aranha-Sem Volta Para Casa estão disponíveis no HBO Max.

Homem-Aranha: Longe de Casa, Homem-Aranha no AranhaVerso, WandaVision, Loki e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Os Suburbanos – Comédia Derivada da Série Nacional É Puro Suco da Zona Norte Carioca

O canal pago Multishow já vem se firmando como um grande produtor de conteúdo humorístico há muitos anos. De lá saíram excelentes programas de comédia que eventualmente extrapolaram o espaço do canal e ganharam o formato fílmico, como ‘Vai Que Cola’, ‘Tô de Graça’ e, mais recentemente, ‘Os Suburbanos’, programa surgido em 2015 no canal pago e que a partir dessa semana ganha seu primeiro longa-metragem estreando nas salas de cinema do país sob o mesmo título.

Jefinho (Rodrigo Sant’Anna) quer fazer sucesso de qualquer jeito. Enquanto isso, trabalha como piscineiro na casa de Lorena (Cristiana Oliveira), na expectativa de que ela entregue seu CD ao marido, J. P. (Paulo Cesar Grande), dono de uma importante gravadora. Mas seu primo, Wellington (Babu Santana), responsável por empresariar o grupo de pagode deles, marca diversas apresentações dos rapazes, às quais Jefinho sempre se atrasa. Dentre as peripécias do trabalho e do grupo, Jefinho ainda arranja tempo para amar Gislene (Carla Cristina Cardoso) e compor aquela que ele acredita ser a música que irá alavancar sua carreira artística, o pagode “Xavasca Guerreira”, mesmo que o resto do grupo discorde da qualidade da canção.

Para quem não acompanha a série homônima, dá para assistir a ‘Os Suburbanos’ sem prejuízo de não entender a história. O roteiro de Rodrigo Sant’Anna com Denise Crispun é bem redondinho, começando com o protagonista quebrando a quarta parede para iniciar a narrativa de suas desventuras, seguindo por toda a sequência de acontecimentos até a história encontrar o tempo presente e apresentar a conclusão final. Esse formato circular não oferece brecha para que o espectador se confunda, e é ideal para uma comédia de grande público.

Com luxuosa participação especial de Jojo Todynho e Tadeu Mello, que se mostram bastante à vontade em interação com o elenco, o filme de Luciano Sabino (que também dirigiu a série) constrói um apurado retrato da vida da zona norte carioca não-elitizada, lá pelos lados de Penha, Irajá e acima. As cores vivas, as falas ligeiras, as piadas prontas, os tremeliques e caras e bocas do elenco são reproduzidos em consonância com a essência dos personagens expansivos do subúrbio, que têm, na mesma medida, amor e volume. Ainda que, ao final do filme, tenhamos a sensação de termos assistido a uma sequência de esquetes agrupadas por tema, há um fio condutor que une as cenas de maneira plausível e convincente; as piadas, centradas no protagonista, funcionam em todos os núcleos do enredo, apesar de alguns personagens de apoio serem construídos em cima de estereótipos.

Alinhado com as qualidades e os defeitos do cidadão comum – que repete preconceitos mas, na hora do vamos ver, deixa os temores de lado para embarcar no sonho e no amor – ‘Os Suburbanos’ é uma comédia leve e atual à contemporaneidade no centro urbano. A produção acerta ao trazer o elenco tradicional da série televisiva e dar um tom ‘Austin Powers’ ao malandro Jefinho. Com humor, o filme mostra que todos nós erramos em nossos pré-conceitos, mas que o importante é evoluirmos como pessoa e respeitarmos aos outros, da mesma maneira como queremos que respeitem nossos sonhos. Para rir e refletir, como toda boa comédia deve ser.

Os 10 triângulos amorosos mais marcantes das séries

Comédias, romances, ficções científicas, dramas adultos ou adolescentes… Boa parte das séries de TV contam com um casal principal que ajuda a avançar a narrativa e cativar os espectadores. 

Por vezes, no entanto, um casal só não é suficiente, e as produções investem em histórias mais complexas, envolvendo triângulos amorosos. Geralmente, o triângulo parece apenas uma breve distração para os verdadeiros protagonistas, mas não é incomum que um novo casal surja e abale todas as estruturas dos fãs e da eventual série.

Pensando nisso, o CinePOP decidiu relembrar para vocês alguns dos mais famosos triângulos amorosos da TV. É importante destacar que para configurar um triângulo amoroso, não basta apenas que uma das pessoas de um casal parta para outra relação. Há de se verificar uma força das duas relações em cena. Por exemplo, Ross, Rachel e Joey (Friends) não são considerados como parte de um triângulo amoroso pelos critérios da matéria, uma vez que a relação entre Joey e Rachel foi curta e completamente desinteressante do ponto de vista narrativo.

Vamos à lista!

 

Damon, Elena e Stefan (The Vampire Diaries)

Delena x Stelena… Está aí um conflito que dura até hoje entre os fãs de The Vampire Diaries. No início da série teen criada por Julie Plec, Stefan (Paul Wesley) e Elena (Nina Dobrev) formavam o casal principal, enquanto que Damon (Ian Somerhalder) dividia as funções de irmão irritante e possível vilão da produção. Com o passar do tempo, Damon vai chamando cada vez mais a atenção da mocinha, até que o novo casal se torna realidade. No final das contas, Delena venceu. Mas até hoje temos fãs apaixonados por Stelena. 

  

Kate, Jack e Sawyer (Lost)

Um dos maiores fenômenos da história da TV americana, Lost também teve um triângulo amoroso para chamar de seu. Desde o primeiro episódio, em 2004, a série deixou claro que existia uma química entre Jack (Matthew Fox) e Kate (Evangeline Lilly). Com o passar do tempo, Sawyer (Josh Holloway) acabou entrando no meio e, mesmo com seu jeito arrogante, conquistando a atenção de Kate. Curiosamente, o casal Sawyer e Kate surge antes do formado por Kate e Jack. No final das contas, nenhum dos casais eram o foco da produção, o que não significa que a jornada não tenha sido interessante.

 

Ted, Robin e Barney (How I Met Your Mother)

Outra trinca polêmica… Ted Mosby (Josh Radnor) e Robin Scherbatsky (Cobie Smulders) surgiram como principal casal de How I Met Your Mother já no primeiro episódio da série. Acontece que no mesmo episódio há a referência de que a mulher seria apenas a Tia Robin para os filhos crescidos de Ted. A partir daí, foram muitas idas e vindas. Sempre víamos Ted querendo mais e Robin tentando privilegiar a vida profissional. É quando Robin e Barney (Neil Patrick Harris) ficam juntos e acaba abalando a estrutura dos dois. Mais idas e vindas até que Barney e Robin se casam na última temporada. Eis que chega o último episódio e a série promove um “reunion” de Ted e Robin. E assim acaba. Muita gente defende o casal final, afinal a dica estava ali desde o início da produção, mas quem se envolveu na jornada de descoberta, encantamento e paixão de Barney e Robin se decepcionou muito. Um dos finais mais polêmicos da TV.

 

Sookie, Bill e Eric (True Blood)

Séries de vampiros amam um triângulo amoroso… se Elena ficou dividida entre os irmãos Damon e Stefan, a jovem Sookie (Anna Paquin) se viu em dúvida entre os inimigos mortais Bill (Stephen Moyer) e Eric (Alexander Skarsgard). É bem verdade que Bill foi o principal par romântico da protagonista desde o início da série. Inclusive, Paquin e Moyer engataram um relacionamento fora das telas que dura até hoje. Mas não dá para ignorar a relação com Eric, que nasce de um profundo desprezo até virar algo inevitável. Curiosamente, Sookie não acaba com nenhum dos dois vampiros ao final de True Blood.

 

Dawson, Joey e Pacey (Dawson’s Creek)

Antes de tudo, uma observação: se você torcia para Dawson (James Van Der Beek) e Joey (Katie Holmes), você era uma pessoa muito errada. Clássico adolescente do final dos anos 90, Dawson’s Creek tinha vários casais importantes. E foi mais uma série a ter a coragem de quebrar o par romântico do protagonista. No início, tudo levava a crer que Joey ficaria sim com Dawson. Mas havia um Pacey (Joshua Jackson) no meio do caminho. Pacey já gostava de Joey quando esta estava apaixonada por Dawson. Quando estes dois terminam, eles passam a ficar mais tempo juntos e acabam se envolvendo e formando um dos principais casais da história das séries.

 

Angel, Buffy e Spike (Buffy: A Caça-Vampiros)

Lembra o que falei sobre séries de vampiros amarem triângulos amorosos?! Buffy: A Caça-Vampiros é mais um exemplo disso. A série teve dinâmica bem parecida com a vista em True Blood. Buffy (Sarah Michelle Gellar) e Angel (David Boreanaz) sempre foram apontados como o casal principal da produção, com algumas idas e vindas. Só que Angel dá um sumiço bonito na série, deixando a heroína sozinha e abalada. Com o tempo, sua relação com Spike (James Marsters) vai se modificando. De inimigos mortais, os dois vão se transformando em amantes. As relações da protagonista acabaram servindo para a série construir uma narrativa bem envolvente sobre o bem e o mal.

 

Jane, Michael e Rafael (Jane the Virgin)

Jane the Virgin sempre teve um pezinho nas telenovelas. Assim, não poderiam faltar grandes tramas amorosas. E a série criada por Jennie Snyder Urman realmente caprichou nas desventuras românticas de Jane Villanueva (Gina Rodriguez). A trama Jane, Michael (Brett Dier) e Rafael (Justin Baldoni) abalou os fãs da série e gera discussões até hoje sobre o final da personagem. Michael foi o grande amor da vida de Jane, mas ele morre e ela acaba se entregando a Rafael, descobrindo um novo amor. Acontece que… como numa boa novela, Michael nunca esteve morto. Ele sobreviveu, mas perdeu a memória. É sério! E acaba voltando no final para desestabilizar a vida da protagonista. Apesar da surpresa, Jane acaba optando por continuar com Rafael.

 

Derek, Meredith e Addison (Grey’s Anatomy)

Não resta dúvida que Derek (Patrick Dempsey) e Meredith (Ellen Pompeo) formam o principal par romântico de Grey’s Anatomy. A morte dele, por sinal, foi um dos mais marcantes acontecimentos de toda série e, até hoje, a médica tem dificuldade em seguir em frente. Mas mesmo presente desde o primeiro episódio da produção, a relação entre Meredith e McDreamy teve seus desafios. O principal deles foi a Dra. Addison Montgomery (Kate Walsh). Ela chega no último episódio da primeira temporada e surpreende a todos com o anúncio de que era a esposa de Derek. A partir daí, ela consegue um emprego no Seattle Grace e passa a ficar cada vez mais presente na vida do casal principal. Entre idas e vindas, Addison e Derek tentam dar nova chance ao casamento, mas o final todo mundo já sabe. 

 

Dylan, Kelly e Brenda (Barrados no Baile)

Clássico da TV americana exibido entre 1990 e 2000, Beverly Hills, 90210 – ou Barrados no Baile para os mais íntimos – também contou com importante triângulo amoroso. Clássico bad boy da série, Dylan (Luke Perry) era uma sensação do colegial da West Beverly High e formava com Brenda (Shannen Doherty) o casal mais importante da produção. Quando a jovem vai passar o verão em Paris, ele acaba se envolvendo com Kelly (Jennie Garth), a melhor amiga de Brenda. A trama rendeu muita intriga e reviravoltas em toda série. Ao longo das dez temporadas, Dylan mais de uma vez troca de interesse amoroso. Inclusive, após a saída de Doherty da produção, Dylan passa um tempo fora da série com a justificativa de que “estava morando com Brenda em Londres”. Ao final, ele retorna e acaba reatando com Kelly.

 

Lucas, Peyton e Brooke (One Tree Hill)

Outra série adolescente que teve agitada vida amorosa foi One Tree Hill. Líder de torcida e garota mais popular do colégio, Brooke (Sophia Bush) volta sua atenção para um aluno que acaba de chegar na escola, Lucas (Chad Michael Murray). Acontece que ele acaba se interessando por Peyton (Hilarie Burton), melhor amiga de Brooke. Peyton e Lucas acabam namorando por um tempo, mas o relacionamento chega ao fim. É quando ele começa a sair com Brooke. Acha que acabou? Nada disso, Lucas traí Brooke com Peyton, e muitas idas e vindas seguiram acontecendo até o final da série criada por Mark Schwahn.

‘The Batman’: Filmagens começam em novembro, no Reino Unido

Segundo o site The Hollywood Reporter, o aguardado projeto The Batman começará a ser rodado ainda em novembro deste ano, no Reino Unido.  A fotografia principal será feita por Greig Fraser (A Hora Mais Escura), que já trabalhou ao lado de Matt Reeves no drama de terror Deixe-me Entrar, em 2010.

Por enquanto, apenas Robert Pattinson foi confirmado no elenco como o personagem-titular, e rumores sugerem que o quadro de vilões do filme inclui a Mulher-Gato, o Charada, Pinguim, Vagalume, Chapeleiro Louco e Duas Caras.

The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Kylie Minogue incendeia os palcos do Festival GRLS! e prova que é a rainha do dance

A princípio criticada por sua imagem supostamente pré-programada no início da carreira, Kylie Minogue tornou-se uma lenda vida. Aos 51 anos, a artista é dona de uma discografia que beira o impecável, ascendeu ao patamar de ícone LGBTQ+ e, até hoje, é considerada por inúmeros estudiosos como a Princesa do Pop devido ao seu impactante legado na indústria fonográfica.

Depois de altos e baixos e uma luta contra o câncer de mama, Minogue (por mais que tenha uma escassa fanbase no território nacional e um consequente afastamento dos holofotes) retornou ao Brasil doze anos depois de seu primeiro show, o qual ocorreu em 2008. A performer, na verdade, foi uma das headliners do Festival GRLS! 2020, primeira edição do evento que começou ontem, 07 de março, e chega ao fim hoje (08).

Precedida por potentes nomes da cultura nacional, a chegada de Minogue já vinha sendo comentada por fãs e por veículos de comunicação desde o anúncio oficial em suas redes sociais. Não é surpresa que, ao longo do dia, as duas pistas destinadas às apresentações transbordavam com um crescimento exponencial de espectadores, colados à grade de segurança e ansiosos para ver mais um memorável concerto da nossa querida popstar australiana.

E o resultado foi, na verdade, muito além do esperado: ao longo de pequenas prévias que tomavam forma com a construção do palco (incluindo o apogeu simbólico do globo de discoteca e gigantescos espelhos que funcionavam como instalações vivas), Kylie deu as caras de forma a arrancar uma enxurrada de aplausos de todo mundo que até mesmo tenha parado para dar uma olhada no que acontecia no Memorial da América Latina.

Exuberante em um tailleur branco recheado de lantejoulas, a artista começava o que viria a intitular com o próprio público a “melhor noite da sua vida”, resgatando clássicos comerciais, favoritos dos fãs e dando ouvidos totais à comunidade queer que exalava respeito e uma incredulidade ao ver um dos grandes nomes da música pop a poucos metros de distância.

Em meio a cinco figurinos diferentes e uma energia contagiante, Minogue rendeu-se a uma emoção surrealmente palatável, indo à beira das lágrimas com o carinho recebido pelos brasileiros. Mais do que isso, ela se portava com genuína despreocupação, divertindo-se mesmo nos momentos mais dramáticos e não perdendo a chance de declarar seu amor pela comunidade LGBTQ+, que sempre a apoiou – e não se enganem: sua euforia em momento algum a fez deixar de lado a ressonante e já conhecia estética visual, cuidando para tudo fosse conforme o planejado e nos deixasse em êxtase.

Mais do que isso, a performer soube como conduzir uma setlist propositalmente oscilante, cuidando para que os dois extremos de seus enérgicos 90 minutos em palco fossem catárticos: não é surpresa que canções como “All The Lovers”“Dancing”“Spinning Around” premeditavam o iminente finale, enquanto “The One” “Slow” se destinaram aos momentos mais sexy. Entretanto, foram outros hits que incendiaram a noite da Barra Funda, incluindo a unânime aceitação de “Can’t Get You Out of My Head”, a nostálgica rendição de “In Your Eyes” e a divertida “Locomotion”, seu primeiro single lançado em 1987 com o álbum ‘The Loco-Motion’.

No final das contas, Kylie Minogue provou mais uma vez que é a rainha do dance (e do disco, aparentemente), merecendo muito mais reconhecimento do que tem e entregando um dos grandes auges da recém-iniciada década: uma apresentação que foi para além de um mero agrado aos fãs, mas que transformou-se em uma das grandes peças artísticas de sua extensa carreira – prometendo, inclusive, voltar para as terras brasileiras outras vezes, reafirmando que é simplesmente apaixonada por nós.

‘Black Is King’: Filme dirigido por Beyoncé ganha teaser PODEROSO; Confira!

Em seu Twitter oficial, a Walt Disney Studios divulgou um novo teaser oficial de Black Is King, álbum visual escrito e dirigido por Beyoncé.

Confira, junto ao trailer original:

O filme será uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | The Lion King: The Gift

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

Black Is King será lançado no dia 31 de julho.

Crítica | Taylor Swift transforma vulnerabilidade em poesia com o apaixonante ‘Evermore’

Desde sua estreia homônima até Folklore, Taylor Swift mostrou que consegue dominar o ano de vários modos possíveis. Mergulhando de cabeça no country-pop e no americana, embarcando em jornadas sinestésicas com pop-rock e até mesmo se voltando para o dubstep, Swift nunca teve medo de apostar em gêneros novos que refletissem sua importância e seu legado na indústria da música. Não é surpresa que, nos últimos anos, ela tenha se rendido a diversas incursões bastante diferentes com Reputation, Lover e o recém-lançado álbum supracitado – apenas para nos surpreender mais uma vez com o anúncio surpresa de Evermore, produção irmã de sua jornada de autodescobrimento do indie folk e da música de câmara.

Taylor precisava disso? Certamente não. Aliás, a cantora e compositora dona de nada menos que dez estatuetas do Grammy – e possivelmente com mais algumas vindo em pouco tempo – não precisa mais provar nada para ninguém, não desde seu belo amadurecimento e sua compreensão de que não precisa agradar a ninguém além de si mesma. Taylor já foi refém dos charts e da aceitação de outras pessoas, inclusive das tradicionalistas bancadas da indústria fonográfica, mas, ao completar trinta anos e ao lançar o interessante documentário ‘Miss Americana’ no começo deste ano com a política canção “Only the Young” (uma das melhores de 2020), deixou tudo para lá e se limitou a fazer o que bem entendia. É por essa razão, e por sua competência criativa, que Folklore e suas múltiplas narrativas românticas ganharam o coração do público e ascenderam à sua melhor iteração até hoje.

Com Evermore, Swift deixou claro que ainda tinha muito a contar, ainda mais em um período tão complexo quanto o que estamos vivendo. Enquanto algumas optavam pelas diretrizes escapistas dos anos 1980, como Dua Lipa, ou abriam tendências nostálgicas do disco (Kylie Minogue) ou do mais puro e dançante house (Lady Gaga), ela se embebia numa melancolia pessoal e intimista que deu vida a “Exile”, “Cardigan” e a histórica e tristonha “The Last Great American Dynasty”. Cinco meses depois, suas declamações recheadas de metáforas pungentes não acabaram – e ela nos agraciou com outras quinze faixas originais (ou dezessete, caso estejamos falando da versão deluxe) do lado mais vulnerável e profundo de sua alma. Mas será que um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar?

A resposta é sim. É claro que o nono álbum de Taylor não carrega a mesma finesse, por assim dizer, que seu predecessor, mas é uma incrível entrada para alguém que ainda tem muito a nos contar. Evermore é uma continuação que esperaríamos de Folklore, mas talvez carregue consigo uma dramatização muito maior de histórias consideraríamos cotidianas e efêmeras. Swift tem uma capacidade de transformar o mundano em alegórico, o simples em puro êxtase instrumental – e continua fazendo isso com paixão que ainda não vimos. Seja com as conhecidas teclas ecoantes do piano, seja com a utilização de instrumentos bastante originais, essa iteração é exatamente que precisávamos para terminar o ano em seu auge.

Enquanto a obra anterior se rendeu aos suis generis mais independentes, esta aqui que nos chega no meio de uma madrugada de pura ansiedade é ousada em certas partes à medida que mantém uma atmosfera familiar, convidativa e misteriosa. É como se Swift estendesse a mão para seus fãs para um passeio no meio de uma floresta prestes a cair na morbidez de um inverno rigoroso, numa agridoce sensação que nos causa borboletas no estômago e nos deixa numa espécie de êxtase onírica. “willow”, canção que abre o álbum, é uma encantadora e mítica narrativa que traz o inesperado cajon para progressões majoritariamente regidas pela percussão, por minimalistas sintetizadores e um apreço pelo baixo simplesmente apaixonante – um início perfeito, por falta de outro adjetivo.

Swift aposta em certos elementos originais quando colocamos suas canções mais populares lado a lado. Temos a presença devaneante da harpa em “champagne problems” no melhor estilo Florence Welch, contrastando com os dolorosos versos que emergem das profundezas de um âmago marcado pela decepção e pela desilusão; em “gold rush”, joga suas fichas em uma estrutura propositalmente dissonante que nos recorda de Bob Dylan e seus romances musicais – apesar das partes em si falarem mais alto do que o todo; em “no body, no crime”, Swift se une ao aclamado trio de irmãs HAIM para a melhor entrada do álbum e resgata, mais uma vez, as raízes do country com a pontualidade da gaita e melismas poderosos que seriam arrastados para o saudosismo delicioso de “ivy” e até mesmo para a midtempo “dorothea”.

A performer não apenas acerta em cheio ao assinar esses novos contos de romance, de empoderamento e de autoaceitação, mas compreende que o amadurecimento, que eventualmente vem para todos, é algo valioso para ser desperdiçado com coisas banais. Esse invejável entendimento é transmitido inclusive para o majestoso controle vocal, expresso com contundência na empática “cowboy like me”, que une o rock alternativo ao country-folk em uma declaração soturna e controversa (no melhor sentido da palavra, é claro). A sutileza de sua linear extensão nunca se mostra datada – pelo contrário, fornece uma fragilidade que humaniza ainda mais uma artista que já foi martirizada por uma mídia cruel – como a rendição que canaliza para “long story short” e para as aliterações poéticas de “marjorie”.

Mesmo que se acanhe nas introspecções gloriosas de Folklore, Evermore fornece um lado ainda mais íntimo de Taylor Swift, que não tem medo de mostrar quem realmente é e que parece ter se encontrado em um lugar de onde pode explorar o seu melhor e o seu máximo.

Nota por faixa:

  1. willow – 5/5
  2. champagne problems – 5/5
  3. gold rush – 3/5
  4. ‘tis the damn season – 4/5
  5. tolerate it – 4/5
  6. no body, no crime (feat. HAIM) – 5/5
  7. happiness – 3,5/5
  8. dorothea – 4/5
  9. coney island (feat. The National) – 4,5/5
  10. ivy – 4/5
  11. cowboy like me – 5/5
  12. long story short – 4,5/5
  13. marjorie – 5/5
  14. closure – 4,5/5
  15. evermore (feat. Bon Iver) – 3/5