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Reboot da franquia ‘Atividade Paranormal’ já tem diretor, revela Christopher Landon

O diretor Christopher Landon está escrevendo o roteiro do reboot da franquia ‘Atividade Paranormal‘ e revelou que a Paramount já tem um diretor para o projeto, mas ele não pode revelar o nome.

Landon brincou que o cineasta a bordo do novo filme é um “partidão”, o que gerou empolgação sobre quem poderia comandar o novo filme da franquia found-footage.

“Estou escrevendo o novo Atividade Paranormal. Estamos reiniciando a franquia. Estou super empolgado com o diretor que escolhemos, mas não posso dizer quem é porque eles não me deixam. Ele é um cara. Ele é incrível! Acho que as pessoas vão ficar realmente surpresas com a direção que estamos levando isso. É O cara”, disse Landon ao Dread Central. 

Landon dirigiu ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e foi responsável pelos roteiros do 2º e do 5º filme da franquia, mas não retorna como diretor da nova produção.

Detalhes sobre o enredo do filme ou os cineastas por trás do empreendimento não foram revelados, mas a Paramount Pictures contratou o conceituado produtor Jason Blum – dono da Blumhouse – para desenvolver o reboot.

Após ‘Feriado Sangrento’, Eli Roth quer fazer filme de TERROR sobre a Páscoa [EXCLUSIVO]

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor Eli Roth revelou outro feriado que ele gostaria de fazer um filme de terror após usar o Dia de Ação de Graças em ‘Feriado Sangrento‘.

Ele gostaria de ver a Páscoa ganhar mais representação no reino do terror com uma aventura ambientada em torno do evento.

“Bem, eu me diverti muito com o Dia de Ação de Graças, é difícil pensar em outro feriado, mas sinto que há um ótimo filme matador do coelhinho da Páscoa por aí”, revelou Roth.

Assista:

Ele também contou que está planejando novos filmes das assustadoras franquias ‘O Albergue‘ e ‘Cabana do Inferno‘.

“‘Em O Albergue‘ há muito mais o que fazer. Eu adoraria voltar ao Albergue em algum momento e a Cabana também. Eles são parte de mim. Eles são como meus filhos e sinto que os ignorei por muito tempo e eu adoraria voltar para eles. Eu tenho ideias. Eu vou dirigir, não quero nas mãos de ninguém”, afirmou.

O macabro e popular terrorO Albergue‘ já está disponível na plataforma de streaming da Hbo Max.

Na trama, três jovens que levam suas vidas de forma hedonista partem para uma viagem até a Eslováquia, a fim de conhecer o paraíso de diversão sexual – que supostamente existe numa de suas cidades. Ao chegar no local, hospedam-se num albergue e o que parecia ser a melhor viagem da vida deles, começa a transforma-se num pesadelo total, pois algo maligno, nefasto e perigoso parece está escondido no lugar. Algo ligado a terror, morte e tortura física e psicológica.

Essa descoberta pode mudar para sempre o modo de vida deles, pois lutar pela sobrevivência e conhecer lados obscuros da mente humana podem ser uma experiencia das mais aterradoras.

Assista ao trailer de ‘O Albergue”:

O Albergue‘ (Hostel) arrecadou 80 milhões de dólares mundialmente em 2006.

Hugh Grant culpa campanha da Paramount pelo FRACASSO de ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’

Hugh Grant falou ao Hollywood Reporter sobre o fracasso de Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ nas bilheterias.

O ator culpou a campanha de Marketing da Paramount Pictures e as equipes de pesquisa de mercado, que deveriam ter feito mais análises para saber se o público realmente queria o filme em primeiro lugar.

“Por que ninguém fez uma pesquisa de mercado antes? Aí que estava o erro. Pelo que entendi, as pessoas não pediram mais um filme sobre esse jogo. Por que ninguém perguntou ao público se eles queriam?” 

Apesar de ter sido aclamado pelos críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa arrecadou apenas US$ 208 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões, bem abaixo das expectativas do estúdio.

Em uma recente aparição à Superhero Comic Con, o astro Chris Pine voltou a comentar sobre uma possível sequência.

Durante a conversa, Pine, que interpretou Edgin Darvis no longa-metragem, revelou que há grandes chances de uma continuação acontecer – mas tudo irá depender se os produtores conseguirem um orçamento razoável.

“Creio que haja uma chance realmente boa que faremos outro… E, se eles conseguirem um jeito financeiro de fazer funcionar, irão fazer”, ele disse.

Lembrando que o filme está disponível na Paramount+.

Na trama, um charmoso ladrão e um grupo de aventureiros mergulham em uma épica jornada para recuperar uma relíquia perdida – mas as coisas se tornam perigosamente obscuras quando eles cruzam caminho com as pessoas erradas.

Em 2000, uma adaptação para os cinemas foi lançada, sendo massacrada pelos críticos e fracassando nas bilheterias. Anos mais tarde, o longa ganhou duas sequências produzidas direto em vídeo, que foram prontamente ignoradas pelo grande público.

Criado por Gary Gygax e Dave Arneson, o jogo original ‘Dungeons & Dragons‘ foi publicado pela primeira vez em 1974.

Relembre o trailer legendado:

Nova série de SUSPENSE baseada em livro de Stephen King é comparada a ‘Stranger Things’

A adaptação de ‘O Instituto‘, série baseada no livro homônimo de Stephen King, abriu com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a forma bem-sucedida que a adaptação captura da tensão do material de origem, e teve crítico comparando a série com ‘Stranger Things’.

Mas alguns críticos não ficaram empolgados com a narrativa – considerando-a clichê e pouco inventiva.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de todas as suas falhas, ‘O Instituto’ ainda é agradável em sua sensibilidade. Com reviravoltas envolventes e um elenco adolescente forte, o resultado é uma dose descontraída de terror para o verão que vai além da resposta da MGM+ a Stranger Things.”, David Opie (Empire Magazine).

“Se você encarar ‘O Instituto’ como uma história adolescente sobre resistência e revolta, e uma metáfora sobre como os jovens foram sacrificados pelos mais velhos para alimentar suas agendas e guerras, há algum fundamento.” (Los Angeles Times)

“Nem mesmo os melhores esforços das estrelas Ben Barnes e Mary Louise Parker são suficientes para tornar esta adaptação mais do que uma entrada aceitável no crescente catálogo de produções baseadas em obras do Stephen King.” (The Daily Beast)

“Devido ao orçamento modesto, ‘O Instituto’ não parece uma adaptação clássica de Stephen King — embora o autor atue como produtor executivo —, mas a série consegue te manter tenso e especulando sobre o motivo dessas crianças serem obrigadas a sofrer.” (San Jose Mercury News)

“É uma série simples, refinada e ocasionalmente envolvente, mas, assim como o livro em si, parece mais uma bandeja de clichês do universo de Stephen King do que uma versão totalmente desenvolvida ou evoluída da fórmula.” (The Hollywood Reporter)

“Apesar da narrativa de ‘O Instituto’ parecer previsível desde o início — e honestamente a história é um pouco familiar mesmo que você não seja um viciado em obras do Stephen King —, ainda assim é divertida.” (Io9.com)

“A adaptação de ‘O Instituto’, da MGM+, traduz bem a tensão e o mistério do romance de Stephen King, embora com algumas moderações mistas.” (Screen Rant)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Quando Luke Ellis (Joe Freeman), um gênio de 12 anos, é sequestrado, ele acorda no Instituto, uma instalação cheia de crianças que chegaram lá da mesma maneira que ele e que possuem habilidades incomuns. Em uma cidade próxima, o assombrado ex-policial Tim Jamieson (Ben Barnes) veio em busca de começar uma nova vida, mas a paz e a tranquilidade não irá durar, uma vez que sua história e a de Luke estão destinadas a colidir.

O elenco ainda conta com Simone Miller, Jason Diaz, Fionn LairdHannah GallwayJulian RichingsRobert JoyViggo HanveltArlen SoBirva PandyaDan BierneMartin RoachJane Luk.

Jack Bender (‘Mr. Mercedes’) fica responsável pela direção, a partir do roteiro assinado por Benjamin Cavell (‘Justified’).

A MGM+ Studios encomendou oito episódios para a primeira temporada.

o instituto poster

Crítica | Tetris – Taron Egerton vive empresário do ramo dos games!

A criatividade para todo o mundo. Nos tempos dos primeiros Game Boys, da toda poderosa Nintendo, na época da União Soviética, que considerava os EUA como inimigo número um (até hoje, né?), um engenheiro de computação russo criou em poucos dias um jogo super interessante que se tornaria epicentro de uma disputa comercial enorme envolvendo burocracias legais e conflitos geopolíticos. Tetris, dirigido por Jon S. Baird e roteirizado por Noah Pink, fala sobre a criação desse famoso jogo e a luta de seu criador e um holandês, empresário do ramo de jogos, para que o jogo ganhasse o mundo.  

Na trama, toda rodada na Escócia, conhecemos Henk Rogers (Taron Egerton), um ex-programador e depois empresário do ramo de jogos eletrônicos. Ele é holandês, criado nos Estados Unidos, que conheceu a esposa em uma universidade do Havaí e foi morar em Tóquio com ela, abrindo sua empresa lá. Durante uma feira de jogos, consegue (ou pelo menos acha que) a licença para consoles e Pcs no Japão de um jogo que viria a ser uma enorme sensação em todo o mundo: O Tetris. Só que logo ele percebe que não era algo fácil assim e embarca em uma história onde seu destino irá se confrontar com o regime russo da época, empresários gananciosos de Londres mas ele contará com a ajuda do criador do jogo, o engenheiro de computação Alexey Pajitnov (Nikita Efremov).

Nos tempos do assembler, pascal, C, essa curiosa história começa em 1988, em meio a época de liderança de Mikhail Gorbatchov, por isso é importante uma forte introdução, fato que o roteiro busca fazer em partes. Com a tecnologia e o avanço do consumo dos jogos eletrônicos sendo enxergadas como uma mina de ouro, um futuro próspero, para quem estivesse nesse segmento. Henk busca ser um visionário do setor mas investe em projetos falidos tendo quase sempre problemas com seus financiadores (como muitos na época). Quando navega no mundo obscuro das burocracias soviéticas, se vê em conflito com a forte pressão do governo russo que enxerga no potencial jogo uma maneira do capitalismo invadir com força seu território.

Combinação da palavra ‘quatro’ em grego com um simples jogo de tênis (esporte que o criador do jogo adorava), o Tetris a princípio foi desenvolvido como um passatempo de um ótimo programador russo que passava por disquetes aos amigos versões do jogo. Ele trabalhava no centro de informática soviético, um lugar controlado muito rígido com informações controlado 100% pelo governo. Esse jogo, que viria a ser o mais vendido da história dos games, sendo superado somente em 2020 pelo Minicraft, se tornou a franquia de jogos mais vendida no mundo depois do Mario com mais de meio bilhão de cópias vendidas. O filme Tetris vem trazer à luz os bastidores desse sucesso e principalmente toda a luta inicial para o jogo sair da restrita União soviética e ganhar o planeta.

Com filmagens iniciadas em dezembro de 2020 e com diversas licenças poéticas, mesmo o roteiro sendo lido pelos personagens reais, a narrativa consegue ser dinâmica, empolgante, unindo a fantasia de uma produção cinematográfica com fatos chaves que aconteceram na realidade. Dezenas de portas que se abrem nessa fantástica história que une criatividade, jogos, negócios e geopolítica.

Crítica | O Franco-Atirador

Sean Penn, o novo Liam Neeson?

Baseado no livro “The Prone Gunman”, de Jean-Patrick Manchette, ‘O Franco-Atirador (The Gunman) traz o veterano Sean Penn no primeiro papel protagonista dentro de um filme de ação em sua carreira. Com o roteiro coescrito pelo próprio, Penn interpreta Jim Terrier, assassino de um grupo secreto de mercenários. Logo na abertura, vemos o protagonista em ação, precisando eliminar um ministro do Congo, na África.

Depois do ato, o regulamento a ser seguido é o desaparecimento, o que significa deixar para trás sua antiga vida, incluindo a companheira – interpretada pela bela italiana Jasmine Trinca. Alguns anos depois, Terrier vive como funcionário de uma ONG, retornando ao país africano para ajudar aldeias. Seu passado volta para assombrá-lo, quando assassinos tentam matá-lo. Agora, sua missão é descobrir os responsáveis por eliminar sua antiga equipe, ao mesmo tempo em que corre grande perigo sendo caçado pelos mesmos.

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Vale mencionar a força por trás do projeto. O produtor é Joel Silver, especialista no gênero, responsável por obras como ‘O Predador’, ‘Máquina Mortífera’, ‘Duro de Matar’ e ‘Matrix’. A direção é do francês Pierre Morel, que em 2008 deu nova guinada para a carreira de Liam Neeson com ‘Busca Implacável’. E por fim deve ser mencionado o envolvimento do astro Penn, que além de escrever e protagonizar, também produz o filme, o que demonstra que o ator realmente acreditava no projeto.

O resultado, no entanto, fica abaixo do esperado. ‘O Franco-Atirador’ não é um exemplar inspirado do gênero, ao contrário, é um bem genérico e esquecível. O filme fica devendo nos aspectos que deveriam favorecê-lo, ou seja, uma história interessante e nova ou em cenas de ação que nos faça justamente esquecer a história (caso não seja o forte da produção). A ação confeccionada por Morel se resume a muitos tiros, dos quais nenhum jamais atinge o protagonista. A obra é pontuada por tiroteios constantes.

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A falta de ação desenfreada seria perdoada caso a obra fizesse uso de um roteiro interessante, com personagens chamativos e uma história que realmente nos capturasse. O que daria o tom de seriedade para um filme adulto do gênero. Mas aqui o material é reciclado. Uma trama aguada e diluída, que nos desafiará a lembrá-la na semana seguinte a termos saído da exibição. Sequer espaço de criação para bons atores é permitido. E aqui, Javier Bardem e Idris Elba são os mais prejudicados. Bardem recria mais um antagonista caricato (de filmes como ‘Skyfall’ e ‘O Conselheiro do Crime’), este perdendo por muito em comparação. E Elba aparece menos do que seu talento merece, em um personagem que poderia ser interpretado por qualquer ator.

Sean Penn, ator duas vezes vencedor do Oscar (‘Sobre Meninos e Lobos’ e ‘Milk: A Voz da Igualdade’), não consegue trazer sua intensidade performática de costume, e resume sua atuação a flexionar os músculos recém adquiridos, no auge de seus 54 anos (com uma Charlize Theron em casa, é bom estar em forma). Existem filmes de ação que não ressoam conosco após o termino da exibição, mas que enquanto assistimos nos entretém. Nem este fato é verdade com ‘O Franco-Atirador’. A falta de energia é sentida. Para não apontar o filme como um desperdício completo, vale mencionar novamente a participação refrescante da italiana Trinca, que possui uma boa presença de cena.

‘Godzilla: O Rei dos Monstros’: O planeta vai perecer em novo e explosivo teaser; Assista!

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou um novo e explosivo teaser, cheio de cenas de ação e lutas protagonizadas pela gigante criatura.

No material, a possível destruição do planeta Terra é o grande destaque e os humanos terão que se unir ao Godzilla para garantir a subsistência do mundo.

Assista:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

 

‘Supergirl’: Sean Astin retorna à série em cena do mais recente episódio; Confira!

No último domingo (10), a emissora The CW exibiu o episódio “The Missing Link”, décimo oitavo episódio da 5ª temporada de Supergirl.

E o capítulo em questão também foi marcado pelo retorno do personagem Pete Andrews, vivido pelo veterano Sean Astin.

Para os que não se recordam, o ator de ‘O Senhor dos Anéis‘ e ‘Stranger Things‘ havia feito uma aparição na série antes do evento de “Crise nas Infinitas Terras”.

Confira a cena que marca o seu retorno:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Invocação do Mal 3’: Patrick Wilson e Vera Farmiga são destaques em nova imagem oficial dos bastidores

A aguardada sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ é uma das estreias mais aguardadas do anos e promete revigorar a franquia de forma ainda mais intensa.

E a produção ganhou uma nova imagem oficial dos bastidores, que traz o diretor Michael Chaves ao lado dos atores Patrick Wilson e Vera Farmiga. O material em questão fora divulgado com exclusividade pela revista Total Film.

Confira:

Assista ao trailer de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘:

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Assim como os dois filmes anteriores, a sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

A Ordem do Demônio‘ foi classificado pelo MPA por “terror, violência e imagens perturbadoras”.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Gene Hackman e Betsy Arakawa testaram NEGATIVO para envenenamento por monóxido de carbono e investigação segue aberta

A investigação pela causa da morte do lendário ator Gene Hackman e de sua esposa, Bestsy Arakawa, segue aberta, em virtude dos novos desdobramentos revelados pela polícia do Condado de Santa Fé.

Segundo a Variety, O casal testou negativo para envenenamento por monóxido de carbono. A informação foi compartilhada pelo xerife Adam Mendoza por meio de uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (28).

Em uma declaração, o oficial relatou que o marcapasso de Hackman registrou seu “último evento” no dia 17 de fevereiro, o que indica que essa seria a data em que o ator teria morrido. O policial ainda ponderou que é incerto dizer qual dos dois teria falecido primeiro.

Os relatórios finais de toxicologia e autópsia permanecem pendentes, um processo que pode levar de um a três meses ou às vezes até mais, conforme afirmado por Mendoza. As descobertas iniciais indicam que “não houve trauma externo em nenhum dos indivíduos”.

Na investigação, as autoridades recolheram dois celulares verdes, dois frascos de medicamentos, um frasco de Tylenol de venda livre, um pedido de registos médicos e um planner mensal de 2025 para fins probatórios. O xerife afirmou ainda que não encontrou nenhum segurança, dentro ou fora da residência, que pudesse ajudar a determinar um cronograma referente à rotina do casal. As autoridades continuarão a realizar entrevistas com trabalhadores do condomínio fechado onde o casal morava.

Entenda o caso

O renomado ator Gene Hackman, de 95 anos, e sua esposa, a pianista Betsy Arakawa, de 63 anos, foram encontrados mortos em sua residência no estado do Novo México, segundo informações veiculadas pela mídia norte-americana na última quinta-feira, 27 de fevereiro. O casal, junto com um cachorro da família, foram encontrados em sua casa na tarde de quarta-feira, 26 de fevereiro, conforme detalhes divulgados pelo site Santa Fé New Mexican.

Gene Hackman, um dos mais renomados atores da história de Hollywood, ficou mundialmente conhecido por sua carreira de destaque em filmes como ‘Os Bons Companheiros‘, ‘The French Connection‘ e ‘A Firma‘. Betsy Arakawa, sua esposa, é uma pianista talentosa, e o casal vivia de forma discreta no Novo México há vários anos, longe dos holofotes da mídia.

Wagner Moura recebe, enfim, sua Palma de Ouro das mãos de Juliette Binoche em Paris

Na noite do último sábado, 5 de julho, Wagner Moura recebeu oficialmente sua Palma de Ouro de Melhor Ator por O Agente Secreto, das mãos da atriz Juliette Binoche, presidente do júri do Festival de Cannes deste ano. A entrega aconteceu ao lado do diretor Kleber Mendonça Filho, também premiado no festival, durante encerramento da 5ª edição do Festival Cinéma Paradiso Louvre, evento gratuito e aberto ao público parisiense por meio de sorteio.

Impedido de comparecer à cerimônia de encerramento de Cannes, em maio, devido às filmagens de seu novo projeto em Londres, Wagner Moura celebrou finalmente o troféu diante de uma plateia de 500 pessoas no pátio interno do Museu do Louvre. Ao receber o prêmio, o ator dedicou a conquista ao Brasil e “a todos que acreditam na nossa cultura”.

Leia também: Entrevista | Kleber Mendonça Filho em Cannes: entre a consagração de ‘O Agente Secreto’ e o desejo de um musical brasileiro [EXCLUSIVO]

Na mesma semana, o brasieiro foi incluído em uma lista da Variety como uma das cinco apostas na categoria de Melhor Ator para o Oscar 2026, ao lado de nomes como George Clooney (Jay Kelly); Michael B. Jordan (Pecadores); Jesse Plemons (Bugonia); e Dwayne Johnson (Coração de Lutador – The Smashing Machine).

A noite contou ainda com apresentação do grupo de frevo Guerreiros do Passo, como já havia ocorrido na entrada do tapete vermelho em Cannes, e com alguns movimentos protagonizados por Moura. A apresentação é a pré-estreia especial do filme na França — o lançamento oficial no país está previsto para 14 de janeiro de 2026, com distribuição da MK2 Films, aproveitando o aquecimento da temporada de premiações.

No Brasil, O Agente Secreto chega aos cinemas em 6 de novembro, distribuído pela Vitrine Filmes.

‘O Homem das Cavernas’: Animação ganha divertido trailer dublado; Assista!

A animação ‘O Homem das Cavernas‘ (Early Man) ganhou um novo e divertido trailer dublado.

Produzida pelo estúdio Aardman Animation, de ‘A Fuga das Galinhas‘, a animação será lançada no Brasil pela Paris Filmes em 5 de Abril de 2018.

Assista:

No início dos tempos, quando dinossauros e mamutes ainda vagavam pela Terra, um valente homem das cavernas (Eddie Redmayne) une sua tribo contra o poderoso Lord Nooth (Tom Hiddleston).

O elenco de vozes ainda conta com Maisie Williams (‘Game of Thrones’) e Timothy Spall (‘Negação’)

Nick Park, de ‘A Fuga das Galinhas‘, dirige.

Michael Myers parece incrivelmente assustador em nova imagem de ‘Halloween’

Um usuário do Twitter compartilhou uma nova imagem de Michael Myers, da edição especial deHalloween’ na revista EW. Confira:

 

 

 

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

Lembra dele? | Sucesso da Warner, ‘Uma Aventura Lego’ foi lançado há 10 anos

Criada na Dinamarca, na década de 1930, a Lego começou como uma empresa voltada para brinquedos de madeira que foi se reinventado ao longo dos anos. Com o pós-guerra, na segunda metade da década de 1940, os brinquedos de plástico passaram a fazer sucesso pelo mundo, o que levou os fabricantes a investirem nos tão famosos blocos de plástico que machucam os pés de pais e irmãos desavisados pelas casas dos quatro cantos do globo.

De lá para cá, a empresa já lançou diversas coleções, fez parques temáticos e adentrou no mundo do cinema ao licenciar produtos inspirados em franquias famosas, como Indiana Jones, Homem-Aranha, Harry Potter e Star Wars. Com tanto sucesso e algumas séries animadas que divertiam a molecada nos canais por assinatura, parecia apenas questão de tempo até que um filme da Lego fosse lançado nos cinemas. E isso aconteceu em 7 de fevereiro de 2014, quando Uma Aventura Lego chegou às telonas.

Quando anunciaram o projeto, como de costume, houve muitas críticas à falta de criatividade de Hollywood e como as grandes corporações estavam tomando conta do cinema. Então, em 2013, quando saiu o primeiro trailer, já vieram as críticas sobre ‘mais uma animação boba e descartável, feita exclusivamente para sugar dinheiro dos pais’. No entanto, havia um ponto que despertava muito a curiosidade geral: o elenco. Morgan Freeman, Liam Neeson, Elizabeth Banks, Will Ferrell e um até então não tão conhecido Chris Pratt estavam confirmados para um filme que muitos davam como certeza de fracasso.

Mas um elenco desse porte indicava um investimento alto da Warner no projeto, então começou a criar uma dúvida no público, porque o estúdio não gastaria tanto para contratar um time de peso para um filme que não daria retorno. Mal sabia que o público que as grandes estrelas por trás de Uma Aventura Lego estavam atrás das câmeras. Cinco anos antes, a dupla Chris Miller e Phil Lord havia chamado atenção do mercado com o divertido Tá Chovendo Hambúrguer (2009), que foi um sucesso comercial. Por conta disso, a Warner deu liberdade criativa e deixou a dupla fazer o que achasse melhor no roteiro e na direção. E o resultado foi uma aventura repleta de bom-humor, referências intermináveis, uma série interminável de piadas para todos os públicos e uma trama com reflexões e críticas sociais sobre o papel do capitalismo na vida das pessoas.

Phil Lord, Emmet e Chris Miller na pré-estreia de lançamento de ‘Uma Aventura Lego

Chega a ser irônico que uma produção que apresenta os mais diversos tipos de brinquedo, literalmente colocando o número de série das coleções em tela, tenha um ato final todo voltado para a importância de não deixar os empregos e pressões do capital ditarem a vida de uma família. Quem diria que a história dos bonequinhos amarelos de plástico pode ser trabalhada de forma divertida e reflexiva? Sem contar o verdadeiro show do elenco, com destaque para Chris Pratt – que viria a explodir para a Cultura Pop meses depois – e Will Arnett, como Lego Batman, que cativaram o público com suas atuações vocais.

Além de roteiro e direção, a técnica animada do filme encantou cinéfilos do mundo inteiro. Nas séries animadas da Lego, eram usados efeitos que faziam com que os cenários fossem mais realistas, como a água e as nuvens, enquanto os bonequinhos eram brinquedos. Porém, no filme, Miller e Lord estabeleceram a visão de uma criança brincando com seus Lego’s. Por isso, tudo que é mostrado em tela foi animado para replicar uma brincadeira. A água, as nuvens, a comida, o fogo… Tudo é feito de pecinhas de lego construídas por meio de uma espetacular tecnologia de animação 3D feita com muito esmero. Essa técnica foi muito elogiada por fugir ao padrão da época e teve inspiração no stop motion. Sem contar a atenção nos detalhes que só mesmo fãs poderiam fazer. O maior exemplo disso é o capacete do Benny, o astronauta, que está quebradinho na parte mais fina da pecinha. Essa era uma reclamação de praticamente todas as pessoas que já tiveram um astronauta de Lego, porque sempre quebrava ali. Esse tipo de cuidado acertou a nostalgia em cheio.

Claro, não há como falar deste filme sem falar da chiclete música tema: “Everything Is Awesome“. Feita para ser repetitiva, a canção é usada como um tipo de controle social do vilão em seu mundinho perfeito. Na vida real, ela fez muito sucesso e conquistou uma indicação ao Oscar e ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original. Composta pelos meninos do The Lonely Island (o grupo do Andy Samberg), a música foi interpretada pela dupla canadense Tegan & Sara, e acabou virando sinônimo do filme. Afinal, Tudo é Incríveeeel.

No fim das contas, Uma Aventura Lego foi um sucesso colossal. Se tornou a animação com as melhores críticas e com a maior bilheteria da história da Warner, o que garantiu à saga uma sequência e mais dois derivados. E quem se deu bem nessa história foi Chris Pratt, que acumularia mais um sucesso com Guardiões da Galáxia e ganharia o apelido de Mr. Franchise Guy (Senhor das Franquias), fazendo dele um dos atores mais cobiçados de Hollywood dali em diante. Chris Miller e Phil Lord também cravaram de vez seus nomes no mercado, fazendo deles produtores de respeito, o que os levaria a chefiar futuramente outra franquia de muito peso: Homem-Aranha no Aranhaverso (2018).

Reprodução: USA Today

Uma Aventura Lego está disponível no HBO Max.

Crítica | Ó Paí Ó 2 – Aguardada Continuação Tece um Metaverso Afrorreferenciado e Amadurece Narrativa

Não é exagero dizer que ‘Ó Paí Ó 2’ é um dos filmes mais aguardados do ano, e isso considerando, inclusive, os lançamentos internacionais. Lançado primeiramente no audiovisual em 2007, o primeiro longa desta história oriunda do teatro ganhou imediatamente o coração do público. Quinze anos se passaram desde aquela primeira história, focada nos personagens de um cortiço do Pelourinho, em Salvador, que só queriam curtir o Carnaval da Bahia, fosse trabalhando, fosse dançando. Nesses quinze anos, o público não esqueceu o filme – ao contrário, cenas e diálogos dele se mantiveram tão atuais e tão pertinentes, que vira e mexe é possível ver trechos do longa sendo compartilhados nas redes, em especial uma cena de diálogo potente entre Lázaro Ramos e Wagner Moura. Do amor público, veio ‘Ó Paí Ó 2’, que entra em cartaz nos cinemas brasileiros a partir do próximo dia 23, em celebração ao mês da cultura e da história negra no país.

Roque (Lázaro Ramos) está gravando uma música que, tem certeza, será o sucesso do próximo verão. Ao sair do estúdio, depara-se com o pessoal do cortiço mobilizado, procurando por Neuzão (Tânia Tôko). Buscando lá e cá, a encontram do outro lado da cidade, e ela confessa o problema: o seu bar, point do pessoal, fora vendido para um comerciante coreano, pois o imóvel estava cheio de dívidas. Diante do fato, Roque, Yolanda (Lyu Arisson), Reginaldo (Érico Brás), Maria (Valdineia Soriano), mãe Raimunda (Cássia Vale), Matias (Jorge Washington) e os novos moradores se juntam para criar um evento para Yemanjá, no qual desejam arrecadar o valor para saldar a dívida do bar. Enquanto isso, Dona Joana (Luciana Souza) vive atordoada após a morte de seus filhos, Cosme e Damião, e perambula pelo Pelourinho adotando jovens em situação de rua e levando-os para sua casa no cortiço.

Se no primeiro filme a vibe era muito mais festiva e alegre, com muita curtição nos dias e noites do carnaval baiano, em ‘Ó Paí Ó 2’ o tom da narrativa amadurece – e muito. Os quinze anos se passaram também para os personagens, que se veem diante de desafios diante dos quais, sozinhos, não encontram forças para lutar. Essa mudança de tom não só é importante para conferir credibilidade nos personagens, mas, acima de tudo, para passar o papo reto do longa: está na hora de falar sério sobre o cotidiano da vida dos pretos e das pretas desse país.

Dialogando com o sucesso da banda Baiana System e baseado na história e nos personagens criados pelo Bando de Teatro Olodum, o roteiro de Viviane Ferreira com Daniel Arcades, Elísio Lopes Jr. e Igor Verde, com contribuição de Rafael Primot e Luciana Souza gira o eixo do enredo para torná-lo totalmente afrocentrado e afrorreferenciado, criando (para usar as palavras do próprio filme) um metaverso preto, com o qual o público-alvo irá se identificar e sorver o conhecimento. As sabedorias de Marvin Gaye, Conceição Evaristo e outros tantos se misturam nos diálogos e favorecem, inclusive, uma atualização da clássica cena de embate do primeiro longa, anteriormente estrelado por Lázaro Ramos e Wagner Moura, e que neste ‘Ó Paí Ó 2’ se insere em outro contexto, igualmente importante, passando a visão de que ninguém mais terá nenhum direito subtraído, seja na ficção, seja na vida real. Uma importante obra, comandada pela diretora Viviane Ferreira, que é também diretora-presidente da Spcine.

Mais do que entreter, ‘Ó Paí Ó 2’ manda seu recado: é da união e do aquilombamento que as pessoas pretas vivem e resistem na sociedade. Socialmente importante e culturalmente rico, protagonizado por personagens inesquecíveis que voltam agora mais maduros e conscientes de seus próprios valores, ‘Ó Paí Ó 2’ é um axé fílmico.

‘Duna’: Gravações começam em março

Duna, a mais nova adaptação-remake de Denis Villeneuve, começará as produções em março deste ano. As informações vêm do site Production Weekly.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier Bardem e Charlotte Rampling completam o elenco.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa adaptará apenas a primeira metade do livro. A expectativa é que a franquia tenha pelo menos dois filmes.

Ambientada em um futuro distante, a trama segue Paul Atreides, cuja família aceita o controle do planeta deserto Arrakis. Como o único produtor de um recurso altamente valioso, o controle de Arrakis é altamente contestado entre as famílias nobres concorrentes. Depois que Paul e sua família são traídos, a história explora temas de política, religião e relacionamento do homem com a natureza, enquanto Paul lidera uma rebelião para restaurar o controle da família sobre Arrakis.

Duna‘ já teve uma adaptação para os cinemas, em 1984, pelo diretor David Lynch.

‘Downton Abbey’: Filme ganha novo teaser oficial; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo teaser oficial do filme baseado na aclamada série Downton Abbey’.

Confira:

O longa conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6,47/10 baseada em 36 críticas (por enquanto).

Confira as principais reviews:

“Um episódio bônus da popular série que deve satisfazer por completo os fãs” – Newsday.

“É um retorno à sua forma, e sua narrativa compassada funciona muito mais como um brilhante e magnífico especial de Natal” – IndieWire.

“O filme é total, inefável e completamente fabuloso”. – Times UK.

“Como cinema, é bonito, mas medíocre. Como fan service, é delicioso” – Tom & Lorenzo.

Downton Abbey, nas telonas ou nas telinhas, é um delírio elegíaco sobre uma época de consensual feudalismo” – Financial Times.

A produção chegará aos cinemas nacionais em 24 de outubro de 2019.

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também ficou responsável pela produção. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, comanda o projeto.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

‘Os Eternos’: Imagem vazada pode ter revelado novo vilão do filme

Uma possível imagem vazada dos novos Funko Pops de Os Eternos pode ter revelado que o aguardado projeto da Marvel trará o temível Kro como o líder dos Deviantes, grupo que insurge como o principal inimigo dos protagonistas.

Confira:

O personagem foi criado em 1976 por Jack Kirby e fez sua estreia nos quadrinhos em Eternos #1. Diferente dos outros Deviantes, que tradicionalmente têm período de vida regular e não são imortais como os Eternos, Kro já existe há centenas de anos nos quadrinhos. Durante esse tempo, ele liderou o grupo e os escondeu no subterrâneo, arquitetando planos contra os humanos e os Eternos – e tendo um romance secreto com Thena.

Devido à pandemia do novo coronavírus e do adiamento de ‘Viúva Negra’, ainda não se sabe se a data de estreia de Os Eternos permanecerá a mesma.

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

‘We Summon the Darkness’: Alexandra Daddario revela como aceitou o papel principal do terror

Em entrevista ao Collider, a atriz Alexandra Daddario contou um pouco sobre como aceitou o papel principal do terror heavy-metal We Summon the Darkness.

“Eu já tinha trabalhado com o roteirista [Alan Trezza] antes e com um dos produtores, e sempre fui grande fã do diretor, Marc Meyers. Gostei do papel, como ele era muito diferente para mim, e o quão louca eu poderia ser. Foi divertido interpretar [a personagem]. Eu estou muito grata ao elenco também, porque eles sabiam exatamente em que tipo de filme estavam e como alcançar as notas certas e criar um ambiente de apoio quando as câmeras estavam ligadas”.

O longa é dirigido por Marc Meyers.

Ambientado em 1988, três melhores amigas Alexis, Val e Beverly embarcam em uma viagem para um festival de música heavy metal. Ingênuas, elas se relacionam com três caras aparentemente divertidos e logo o grupo segue para a casa de campo de Alexis, um lugar muito isolado, para festejar. O que deveria ser uma noite de diversão se transforma em um pesadelo mortal. Com assassinos à solta, alguém pode ser confiável?

O elenco conta com Alexandra Daddario, Keean Johnson, Maddie Hasson, Logan Miller, Amy Forsyth e Austin Swift.

O terror já está disponível para ser alugado em VOD.

‘The Boys’: 2ª temporada abre com 94% de aprovação no RT; Confira as críticas!

2ª temporada de The Boys, mas a crítica especializada já deu seu veredicto.

No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com nada menos que 94% de aprovação, com nota 8.67/10 baseada em 17 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, The Boys volta com uma soberba 2ª temporada que mergulha fundo em seus complicados personagens e aumenta a ação sem deixar de lado as pungentes críticas sociais”

Confira:

“A melhor coisa da 2ª temporada é o quão inteligentemente ela acrescenta complexidade e profundidade para suas histórias e seus personagens” – AV Club.

“Se o resto da 2ª temporada permanecer no mesmo caminho dos três primeiros episódios, vai se provar como um comentário perfeito para os tempos sombrios em que vivemos” – GameSpot.

“Rude, cru e ultraviolento” – We Have a Hulk.

“Sagazmente continuando de onde a última temporada parou, o novo ciclo de The Boys é recheado de mais caos e vilania que o primeiro” – Geeks of Color.

The Boys está de volta maior, melhor e mais insano que nunca” – ComicBookMovie.com.

Lembrando que a 2ª temporada estreia em 04 de setembro.

Assista ao trailer:

 

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Crítica | Matt Groening volta aos tempos medievais na 1ª temporada de ‘(Des)Encanto’

Matt Groening é um dos maiores expoentes da televisão norte-americana contemporânea, responsável por trazer algumas das animações mais hilárias e distorcidas dos últimos anos, como ‘Os Simpsons e ‘Futurama. Tais obras são conhecidas por fugir dos convencionalismos narrativos e buscarem uma perspectiva crítica e ácida da sociedade, traduzindo em tramas absurdas os exageros humanos. Ainda que esta tenha funcionado de forma mais transigente, aquela permanece ainda no gosto popular – não é à toa que está chegando ao seu trigésimo ano. E foi partindo dessa premissa e com o advento de inúmeras plataformas de streaming que Groening encontrou espaço para sua próxima narrativa: ‘(Des)Encanto’.

Ambientada numa versão totalmente inesperada da Idade Média, a trama gira em torno de Dreamland, reino governado pelo irritadiço Zog (John DiMaggio), cuja filha, Tiabeanie “Bean” (Abbi Jacobson) mostra-se como um obstáculo em potencial para o exercício de todo seu pleno poder. Mas diferente do que podemos imaginar, o pano de fundo é sobre a garota, e não sobre o Rei: Bean está no ápice de sua adolescência e, levando em conta a época na qual a série se passa, suas irreverências insurgem na bebida compulsória, nos jogos de azar e nas escapadas românticas, colocando em xeque a integridade de sua família e de si mesma. Entretanto, logo com o primeiro episódio, percebemos que tudo isso é justificado pelo fato de seu casamento obrigatório como forma de manter a aliança entre territórios outrora inimigos.

Ao que tudo indica, estamos lidando com mais de uma histórias coming-of-age animadas com mensagens otimistas e aventuras mirabolantes. Todavia, em se tratando de uma construção de Groening, nada será o que aparenta; as críticas estão lá, nuas e cruas, como forma de chocar e traçar um paralelo com a loucura e a sandice da sociedade contemporânea. Há um espaço fértil, recheado de infinitas possibilidades que inclusive não precisam de valer de estereótipos, mas sim utilizá-los a seu favor para orquestrar o sarcasmo de modo completo e satisfatório. O problema principal: criar uma história com começo, meio e fim, algumas viradas interessantes e um cliffhanger digno para uma futura segunda temporada – e é justamente isso que o showrunner não consegue trazer para as telinhas.

Levando em conta a decorrência de eventos do piloto, é natural que nos sintamos em território estranho (afinal, precisamos nos acostumar à nova ambiência). Mas o que acontece quando essa singularidade, por assim dizer, permanece durante cada um dos dez episódios? É muito complicado para uma audiência acostumada ao ritmo frenético de ‘Simpsons’ seguir as construções contemplativas desse show em questão, ainda mais um que não se vale de muitos acontecimentos ou extravagâncias para conseguir uma estrutura sólida. A priori, a narrativa parece querer nos levar em uma direção, cruzando o caminho de Bean com o demônio Luci (Eric André) e depois fundindo seu arco ao do elfo Elfo (Nat Faxon) – mas todo o potencial é desperdiçado sem dó, obrigando-os a permanece no mesmo território o tempo inteiro.

É quase frustrante observar como tais personagens, cuja interessante química seria melhor aproveitada em circunstâncias diferentes, são jogados em uma linearidade narrativa insuportável. Eles não têm nenhuma evolução aparente até os episódios finais, caem nos mesmos erros e mergulham em ciclos viciosos inquebrantáveis, afastando cada vez mais o espectador de qualquer possibilidade de conexão. A ideia aqui era, após Bean fugir de seu casamento, pegar seus novos amigos e sair para conhecer o mundo, colocando-os em uma clássica-porém-distorcida jornada do herói – e tudo abriria margens para as mais hilárias subtramas. Entretanto, o time de roteiristas não leva isso em conta e brinca dentro dos limites de uma zona de conforto entediante.

Nem mesmo a aparição de coadjuvantes ajuda a aumentar a complexidade: devendo servir como respaldo tragicômico, como por exemplo a Rainha Oona (Tress MacNeille) ou o conselheiro de três olhos Ovaldo (Maurice LaMarche), as investidas não tão recorrentes quanto os protagonistas fazem um trabalho inverso e refletem a estupidez de suas construções. Os poucos pontos de quebra de expectativa provêm da obviedade, afastando a série das tentativas de recuperar a glória das obras antecessoras. Eventualmente, os acontecimentos se mostram repetitivos, caindo nas mesmas alternativas de fechamento de arco que os outros capítulos.

Mesmo assim, não podemos negar alguns pontos fortes trazidos pelo show. Groening encontra um espaço propício para trabalhar um passado narrativo que mantém certo dialogismo com as outras séries animadas – afinal, ele já brincou com o presente e com o futuro. Em um cenário medieval, marcado pela magia e por criaturas fantásticas, a estética de um contingente considerável de personagens secundários e terciários foge dos padrões e busca uma humanização excessiva – temos, por exemplo, a intocável transcendência das fadas misturando-se aos vícios humanos (como o fumo e a bebedeira) de modo tão desconstruído que chega a ser propositalmente ofensivo e deturpado. Além disso, devo dizer que a irregularidade da primeira metade encontra seu caminho e um equilíbrio interessante até o season finale, arquitetando algumas viradas satisfatórias que já dão as cartas do próximo jogo.

‘(Des)Encanto’ começa de forma desperdiçada e irregular, encontrando sua identidade tarde demais para haver uma conexão profunda entre as mensagens que deseja entregar e a receptividade do público. E não há muito o que se possa dizer, apenas a ligeira sensação de desapontamento, justificada pelo fato de um grande nome da indústria não ousar mais do que julgava conseguir.

‘Friends – A Reunião’: Lisa Kudrow reencarna Phoebe no novo clipe divulgado do especial; Confira!

A aguardada reunião da aclamada sitcom Friends já estreou na HBO Max e chega em breve em território nacional. E, enquanto não conseguimos assistir ao especial, a plataforma de streaming divulgou um novo clipe oficial em que Lisa Kudrow recria uma das cenas mais icônicas da série.

Confira:

Lembrando que Friends: A Reunião‘ será exibido no Brasil em 29 de junho.

Infelizmente, parece o episódio não agradou a todos. Com 22 críticas publicadas, o especial conquistou apenas 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, dividindo a opinião dos críticos.

Separamos os principais trechos das críticas:

“Assim como todo reencontro, o especial é divertido, interessante e aquece o coração – apesar de ser meloso demais em alguns momentos –, mas era exatamente assim que ‘Friends’ era, então parece certo.” (Vulture)

“Toda parte desse especial que não só apenas os seis conversando tem dificuldade em justificar sua existência.” (Rolling Stone)

“O especial é melhor quando sai do caminho do elenco e nos mostra o que sempre nos atraiu a eles, e uns aos outros.” (New York Times)

“Isso é o mais perto de uma ‘reunião’ roteirizada de ‘Friends’ que nós teremos, e é fascinante ver como é fácil para eles assumirem novamente esses papéis, 17 anos depois.” (CNN)

“Essa reunião é uma celebração cheia de auto-engrandecimento de uma série antiga, mas ainda amada.” (AV Club)

“Estranhamente, apesar de tudo, e de sua semelhança com a invenção de um álbum do DJ Khaled, o resultado final desse especial é desleixado.” (Deadline)

“‘Friends: A Reunião’ é o melhor reencontro de elenco de todos os tempos.” (Decider)

Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornam para o reencontro.

O especial ainda trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

‘Sanditon’: 2ª temporada da série de época ganha imagens oficiais e data de estreia; Confira!

PBS revelou recentemente as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada de Sanditon, série de época baseada no romance inacabado de Jane Austen.

Além disso, foi confirmado que os novos episódios irão estrear no dia 20 de março de 2022.

Confira:

A série foi criada por Andrew Davies.

Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.

Kate AshfieldCrystal ClarkeTurlough ConveryJack FoxMatthew NeedhamAlexandra Roach e outros completam o elenco.

BAFTA 2022 | ‘Encanto’ leva para casa o prêmio de Melhor Animação

Extremamente aclamada pelos críticos (com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes) e agradando o público, a animação ‘Encanto‘ vem fazendo sucesso nas bilheterias mundiais e na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2022, o longa levou para casa o prêmio de Melhor Animação (e tem grandes chances de repetir o mesmo feito no Oscar).

Lembrando que a animação já está disponível no serviço de streaming do Disney+!

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Encanto’ é a melhor animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Vídeo nos leva aos bastidores da ambiciosa série de fantasia épica; Confira!

Prime Video divulgou mais um featurette promocional de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série que adapta as obras de J. R.R. Tolkien durante a segunda era da Terra-Média.

Confira, junto ao novo trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção tem estreia marcada para 02 de setembro.

Anteriormente, a plataforma liberou um trailer que se aprofunda nos personagens do reino insular de Númenor, como Isildur (Maxim Baldry), Elendil (Lloyd Owen), Pharazôn (Trystan Gravelle), e a Rainha Regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson). Outros Númenóreanos também anunciados recentemente são Kemen (Leon Wadham) e Eärien (Ema Horvath).

Confira:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Miley Cyrus lança “Flowers”, lead single do álbum ‘Endless Summer Vacation’; Ouça!

popstar Miley Cyrus lançou hoje, 12 de janeiro, a canção “Flowers”, lead single do vindouro ‘Endless Summer Vacation‘, seu oitavo álbum de estúdio.

A faixa está disponível em todas as plataformas de streaming, enquanto o disco será lançado em 10 de março.

Ouça:

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado Plastic Hearts, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

10 álbuns INCRÍVEIS que nos levam de volta no tempo

A música tem um papel essencial na nossa vida – e é capaz de nos transportar aos mais diversos.

Nos últimos anos, os artistas contemporâneos pareceram resgatar as glórias dos anos 70, 80 e 90 com produções incríveis, nostálgicas e recheadas de uma saudosa originalidade que nos guiou por anos bastante difíceis. Tivemos, por exemplo, o retorno ao disco de Dua LipaKylie Minogue, ou a exaltação do house promovida por Lady GagaBeyoncé.

Pensando nisso, preparamos uma lista com dez álbuns incríveis que nos levam de volta no tempo e que você precisa ouvir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CONFESSIONS ON A DANCEFLOOR, Madonna (2005)

‘Confessions on a Dancefloor’ é uma ode ao narcótico saudosismo das pistas de dança dos anos 1970 e 1980, incorporando elementos do disco, do dance e do new wave para um universo ao mesmo tempo ácido e envolvente, além de entregar algumas das melhores canções da década passada. O resultado acrescentou mais capítulos ao legado de Madonna e a colocou no centro dos holofotes, concedendo-lhe mais duas estatuetas e mais de dez milhões de cópias vendidas – e, levando em conta que números realmente não importam, o sucesso inesperado de seu décimo álbum de estúdio atravessa as gerações e permanece impactando a esfera musical até os dias de hoje.

FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa (2020)

Com Future Nostalgia, Dua Lipa provou que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral).

CHROMATICA, Lady Gaga (2020)

A cada canção, percebe-se que a inusitada parceria assinada entre Lady Gaga e BloodPop funcionou em todos os aspectos: comandando o poderoso e inebriante liricismo, as peças sintéticas, mergulhadas sem escrúpulos em autotunes e dramatizações robóticas (nos relembrando de ‘ARTPOP’ inúmeras vezes), fornecem uma dúbia interpretação. Mostra-se, à medida que viajamos através desse colorido e vibrante mundo, o apreço pela estética instrumental dos anos 1980 e 1990, principalmente para as vanguardas do europop e do disco-dance. E, seguindo os passos de outras figuras, Gaga mantém-se verdadeira à sua identidade única e cria uma obra-prima, uma vendeta pessoal para aqueles que declaravam sua morte artística há alguns anos.

WHAT’S YOUR PLEASURE, Jessie Ware (2020)

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas.

UNGODLY HOUR, Chloe x Halle (2020)

Dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle (dupla formada por Chloe BaileyHalle Bailey) retornaram para os holofotes com a estreia de Ungodly Hour. O disco é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas.

DISCO, Kylie Minogue (2020)

Desde o prematuro anúncio de que traria tendências clássicas do que se entende como a melhor era do pop, era inegável que a legião de fãs de Kylie Minogue ficaria em êxtase com o lançamento de Disco, aguardando o que a imperatriz australiana da indústria fonográfica lhes entregaria. Como era de se esperar, o forte primeiro single“Say Something”, daria as cartas do jogo através de uma bombástica sutileza movida por sintetizadores e um cativante ritmo – canalizado para as outras duas canções promocionais, a sinestésica “Magic” e a irretocável “I Love It”. Não é nenhuma surpresa que a garantia de uma produção coesa era certeira, mas o que não esperávamos era que o CD seria uma homenagem não apenas a si mesma, mas a todas as divas que explodiram na época em questão – incluindo Gloria GaynorDiana RossRoberta Kelly e tantas outras.

A TOUCH OF THE BEAT, Aly & AJ (2021)

Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, de Aly & AJ, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.

DAWN FM, The Weeknd (2022)

lead single de Dawn FMveio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do discoGiorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, cortesia principalmente de Martin (cujo extenso trabalho parece tê-lo preparado para este momento de maior ousadia), somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.

RENAISSANCE, Beyoncé (2022)

O primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas por Beyoncé, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anterior, ‘Lemonade’, são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir.

THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware (2023)

É quase impossível escolher um ponto alto de ‘That! Feels Good!’, visto que o álbum, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie Ware não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música.

Crítica | ‘Bottoms – Clube da Luta para Garotas’ é um dos MELHORES filmes do ano

Rachel Sennott se consagrou como uma das grandes comediantes da atualidade após ter estrelado o aclamado longa-metragem ‘Shiva Baby’ ao lado de Emma Seligman, que fez sua estreia diretorial. E pouco tempo depois de terem trabalhado pela primeira vez juntas, ambas se reuniram neste ano para darem vida à ‘Bottoms – Clube da Luta para Garotas – que estreou há algum tempo no mercado internacional e só agora estreou no circuito brasileiro, conquistando a crítica especializada e os fãs por sua honesta, exagerada e envolvente história. A produção, disponível no catálogo do Prime Video, não apenas consagrou-se como uma das melhores comédias de 2023, mas também como um dos longas-metragens mais bem construídos do ano, prometendo encantar os espectadores de forma inusitada e hilária.

Na trama, Sennott se une a Ayo Edebiri (que nos alçou com uma performance irretocável na aclamada série ‘O Urso’) para navegar pelas tribulações de duas adolescentes lésbicas que tentam, a todo custo, sair do “fundo da cadeia alimentar” de seu colégio e conseguirem ficar com as garotas mais bonitas. É a partir daí que suas personagens, PJ e Josie (respectivamente) resolvem fazer de tudo para perder a virgindade – incluindo montar um clube de luta para meninas com o pretexto de ajudá-las a se defenderem dos meninos tóxicos, abusivos e manipuladores que percorrem os corredores todo dia. Isto é, até que elas entram em um conflito mortal e bastante sangrento com os jogadores de futebol americano da escola, incluindo o insuportável astro do time, Jeff (Nicholas Galitzine).

É claro que, considerando a estrutura arquetípica as comédias adolescentes, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás ao começar a assistir ao longa-metragem, temendo uma quantidade infindável de clichês e convencionalismos de gênero que poderia transformar a narrativa em mais uma incursão esquecível e cansativa. Todavia, não é isso o que acontece: além da fica responsável pela direção, Seligman une-se a Sennott para assinar um roteiro vibrante e cheio de personalidade, construindo cada um dos diálogos de forma deliciosamente exagerada, recheados de quebras de expectativa bem-vindas e espirituosas. E é óbvio que nada disso seria possível sem o impecável timing cômico de um elenco que merece reconhecimento e que tem todos os elementos para dominar a nova geração.

Sennott faz um trabalho memorável como PJ, afastando-se do maniqueísmo de tantas outras protagonistas de obras fílmicas e mostrando que é tão complexa quanto qualquer ser humano – podendo ser egoísta, ególatra e passível de cometer erros como os outros. Edebiri, por sua vez, entrega uma performance incrível como Josie, uma espécie de “oposto complementar” de sua melhor amiga que premedita conflitos e, como é de se esperar, uma resolução otimista em meio a uma caótica sequência de eventos que nos faz arrancar gargalhadas gostosas. Galitzine, recém-saído do ótimo ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, é a encarnação dos estereótipos do “macho-alfa” que finge se preocupar com alguém além de si mesmo – mas utiliza a lábia e o charme para colocarem todos à sua disposição.

Além do trio supracitado, nomes como Ruby Cruz (Hazel), Havana Rose Liu (Isabel), Kaia Gerber (Brittany) e Marshawn Lynch (Mr. G) acrescentam mais camadas a uma jornada de autodescobrimento e empoderamento que, dentro de suas restrições e de um microcosmo que tangencia o absurdo, nos envolve do começo ao fim. Aliado à atuações primorosas, a estética contemporâneo e ao mesmo tempo nostálgica permite que a produção seja engolfada em uma atmosfera camp apaixonante, que presta homenagens a inúmeras rom-coms icônicas dos anos 1990 e 2000 conforme caminha em uma direção distinta e com um frescor necessário para a explosiva indústria do entretenimento hollywoodiana.

A verdade é que o filme é uma suntuosa hipérbole criativa que não pensa duas vezes antes de puxar aspectos de produções escrachadas. De um lado, Seligman se aproveita os ideários e as temáticas comuns dos títulos do gênero para reaproveitá-los a seu bel-prazer, canalizando a essência de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, ‘O Clube dos Cinco’ e ‘Curtindo a Vida Adoidado’ para eternizar sua própria visão; de outro, iterações como ‘A Mentira’ e ‘Quase 18’ servem de base para que o elenco construa a complexidade aparentemente superficial dos personagens e arquitete uma mistura única de arquétipos e estereótipos, como já mencionado nos parágrafos acima.

Apesar de ter demorado a chegar ao Brasil, a espera de ‘Bottoms – Clube da Luta para Garotas valeu a pena – e, guiado por um esforço em equipe notável, o filme com certeza merece estar na sua lista de melhores do ano.

‘The Equalizer’: Assista ao trailer do ÚLTIMO episódio da 4ª temporada!

A 4ª temporada da série de ação ‘The Equalizer‘, estrelada por Queen Latifah, está chegando ao fim e, agora, a CBS divulgou o trailer do 10º e último episódio do ciclo.

Intitulado “Shattered”, o capítulo vai ao ar no próximo domingo, 19 de maio.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Com a renovação, o reboot irá ultrapassar a quantidade total de iterações da série original – que foi encerrada depois de apenas quatro ciclos.

“‘The Equalizer’, liberada pela incomparável Queen Latifah, tem todos os elementos de um drama poderoso,” declarou Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment. “A série é recheada de suspense, heroísmo, riscos e personagens formidáveis que despertam o interesse dos nossos espectadores. Estamos ansiosos para uma nova temporada dinâmica.”

Criada por Andrew W. MarloweTerri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, os quais arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.

A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.

Queen Latifah estrela a produção. O elenco ainda conta com Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira.

Novo livro da saga ‘Jogos Vorazes’ ganha SINOPSE oficial; Confira!

Pouco depois da revelação da capa oficial, o novo livro da saga Jogos Vorazes, criada por Suzanne Collins, ganhou uma sinopse enervante.

Intitulado ‘Sunrise on the Reaping’ (Amanhecer na Colheita’, em tradução livre), a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Confira:

Sunrise on the Reaping’ revisitará o mundo de Panem 24 anos antes dos eventos de Jogos Vorazes, começando na manhã da colheita dos 50º Jogos Vorazes, também conhecido como Segundo Massacre Quaternário. À medida que amanhece o dia dos 50º Jogos Vorazes, o medo toma conta dos distritos de Panem. Este ano, em homenagem ao Massacre Quaternário, o dobro de tributos será retirado de suas casas.

De volta ao Distrito 12, Haymitch Abernathy está tentando não pensar muito sobre suas chances. Ele só se preocupa em viver o dia e estar com a garota que ama. Quando o nome de Haymitch é chamado, ele sente todos os seus sonhos se desmantelarem. Ele foi arrancado de sua família e de seu amor, levado para a Capital com os outros três tributos do Distrito 12: uma jovem amiga que é quase uma irmã para ele, uma criadora de probabilidades compulsiva e a garota mais arrogante da cidade. Quando os Jogos começam, Haymitch entende que está fadado ao fracasso. Mas há algo nele que quer lutar… E fazer com que essa luta repercuta muito além da arena mortal”.

O livro tem lançamento agendado para o dia 18 de março de 2025 e será publicado pela Scholastic.

Capa do livro Sunrise on the Reaping.

Lembrando que a Lionsgate confirmou que irá produzir a adaptação cinematográfica da obra, com lançamento marcado para 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

O livro ‘Sunrise on the Reaping’ tem lançamento agendado para o dia 18 de março de 2025 e será publicado pela Scholastic

“Com Sunrise on the Reaping’, fui inspirada pela ideia de submissão implícita de David Hume e, nas suas palavras, ‘a facilidade com que muitos são governados por poucos’”, disse Collins num comunicado oficial. “A história também se prestou a um mergulho mais profundo no uso da propaganda e no poder daqueles que controlam a narrativa. A questão ‘Real ou não real?’ parece mais urgente para mim a cada dia”.

Jean Smart e Hannah Einbinder estampam o cartaz INÉDITO da 4ª temporada de ‘Hacks’; Confira!

Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, continua como uma das melhores produções da televisão contemporânea – e, agora, um cartaz oficial foi divulgado.

O novo ciclo chega à Max Brasil no dia 10 de abril e contará com dez episódios inéditos.

Confira, junto ao trailer:

hacks

Recentemente, Julianne NicholsonMichaela WatkinsBresha WebbRobby HoffmanEric Balfour foram escalados para papéis convidados nos novos episódios.

A nova temporada acompanha o cabo de guerra entre Deborah (Smart) e Ava (Hannah Einbinder) enquanto elas dão início ao seu programa noturno, ao mesmo tempo em que fazem história ao trazê-lo à vida.

As três primeiras temporadas já estão disponíveis na Max.

Jean SmartHannah Einbinder estrelam.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho também estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

Hacks conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.

Astro de ‘Desperate Housewives’ é escalado para o elenco da comédia ‘Mister Fun’

Segundo o DeadlineJesse Metcalfe (‘Desperate Housewives’), Mitchel Musso (‘Hannah Montana’), Cocoa Brown (‘The Single Moms Club’), Jeremy London (‘Barrados no Shopping’), Jack Wang (‘Lonely Blue Night’) e Mary Antonovich foram escalados para a comédia ‘Mister Fun’.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

Atualmente em filmagens na cidade de Atlanta, o filme é uma comédia universitária coming-of-age que acompanha o estudante internacional Wei Feng em uma missão caótica para convencer seus pais tradicionais de que ele está no caminho certo para se formar, apesar de ter sido reprovado secretamente devido a um estilo de vida festeiro exagerado.

O que se segue é uma jornada por choques culturais, crises de identidade e os altos e baixos de crescer entre dois mundos.

O longa-metragem é dirigido por Julia Jay Pierrepont III (‘The Missing Twin’), com roteiro assinado por Andrew Hu.

Pierrepont também assume a cadeira de produção ao lado de Alan ZhangEvelyn Xu.

Mais informações não foram reveladas.

‘LOL: Se Rir, Já Era’: 5ª temporada ganha trailer e data de estreia no Prime Video; Confira!

O Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial da quinta temporada de LOL: Se Rir, Já Era!’, com estreia marcada para 6 de fevereiro.

A prévia apresenta a dinâmica inédita do reality, em que craques das temporadas anteriores retornam para uma competição ainda mais acirrada e difícil de segurar o riso.

Confira:

Fábio Porchat, ganhador da última edição, assume a apresentação, enquanto Tom Cavalcante testa suas habilidades como participante. O time de craques escalados ainda conta com Ed Gama, Estevam Nabote, Fabiana Karla, Flavia Reis, Gregório Duvivier, Igor Guimarães, Luciana Paes, Suzy Brasil e Rafael Infante.

A quinta temporada de LOL: Se Rir, Já Era!’ é produzida por Daniela Busoli e Leonardo Lessa Lopes, da Formata.

Pedro Antonio volta como showrunner e Claudia Alves é a diretora. Fernanda Leite, Daniella Fernandes, Beth Moreno, Carolen Meneses, Cecília Bastos, Cintia Portella, Galba Gogóia, Livia La Gatto, Luli Romano, Natália Balbino, Pedro Sardaux, Roberta Melo, Ulisses Mattos, Victor Ahmar, Chico Amorim e Brunna Sampaio compõe a equipe de roteiristas.