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‘Ahockalypse’: Hockey e zumbis no primeiro clipe do filme; Assista!

O terror cômico ‘Ahockalypse‘ ganhou o primeiro clipe.

Assista:

“Depois de vencer o campeonato de hockey, Jonesy e sua equipe terão que sobreviver ao apocalipse zumbi!”

Dirigido por Wayne H. Johnson Jr., o filme será lançado em DVD e VOD no dia 17 de agosto.

O elenco inclui Barry Melrose, Kelly Chase, Jesse Rennicke, Squall Charlson, Alex Galick, Kaylee Williams e Cole Eckert.

‘Angry Birds 2’ ganha divertido trailer DUBLADO; Assista!

A animação ‘Angry Birds 2‘ ganhou trailer dublado.

Confira:

O primeiro filme foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$352.3 milhões mundialmente.

A sequência traz o grupo-titular de pássaros embarcando em uma nova aventura, enquanto o Rei Mudbeard, comandante dos Bad Piggies, e outro vilão ainda não revelado se unem em um plot de vingança contra os nossos heróis.

O elenco inclui Bill HaderJason Sudeikis, Josh Gad, Danny McBride, Peter DinklageBrooklynn PriceLeslie Jones, Rachel Bloom, Sterling K. Brown, Eugenio Derbez, Dove Cameron Nicki Minaj.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro, duas semanas após a estreia nos EUA.

‘MIB: Homens de Preto – Internacional’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

O reboot ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

Sucesso de crítica e público, o longa arrecadou apenas US$ 253.8 milhões mundialmente.

‘Stay Home’: Confira o curta de terror filmado durante a quarentena!

O curta-metragem ‘Stay Home‘, estrelado por atores icônicos do gênero, foi divulgado on-line.

Confira na íntegra:

O projeto, filmado completamente durante a quarentena, foi escrito e dirigido pela dupla Chris HeckGabrielle Stone.

Durante a quarentena, por causa da pandemia de COVID, alguns dos maiores nomes do gênero terror são marcados por um assassino. Sem poderem sair de casa, quais deles conseguirão sobreviver até o amanhecer?

O elenco conta com Dee Wallace, Scout Compton, Barbara Crampton, Kane Hodder, Danielle Harris e Amir Tala.

‘Todo o Dinheiro do Mundo’: Christopher Plummer conta como se preparou em poucos dias

O veterano Christopher Plummer foi convocado às pressas para substituir o astro Kevin Spacey na mais nova produção de Ridley Scott, ‘Todo o Dinheiro do Mundo’. A troca aconteceu mediante inúmeras acusações de assédio sexual e pedofilia contra o ator.

E para que o filme ficasse pronto a tempo de disputar as principais premiações do ramo em 2018, Scott teve que correr contra o tempo, colocando Plummer em cena em um intervalo de poucos dias.

E como de costume, o veterano correspondeu com um excelente trabalho, que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante. E em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele revelou como conseguiu se preparar em tempo recorde.

Segundo ele:

“Eu não procurei muito sobre ele. Na verdade, acho que ninguém procurou muito sobre ele. Eu simplesmente segui o roteiro e as sugestões de Ridley, que não foram muitas até porque tínhamos pouco tempo. Então eu tive que inventar algumas coisas de maneira instintiva, por conta própria. Eu confiei muito na minha imaginação sobre como Paul Getty deve ter sido. Ele era uma criatura estranha, peculiar. E nas fotografias, eu apenas tentei – sem imaginação – pegar um pouquinho do seu jeito. Nós não somos fisicamente tão diferentes um do outro, então o trabalho de maquiagem não foi tão grande assim. Eles trouxeram minhas orelhas um pouco mais para frente, porque as suas eram grandes e de abano. Confesso que esse procedimento era bem doloroso. Doía ficar com algo pressionando minha orelha para frente o tempo todo. Mas isso fez maravilhas, pois fiquei muito mais parecido com ele. Além disso, os ternos e o figurino em geral ajudaram muito”.

 

 

A decisão de substituir o também vencedor do Oscar é em virtude das inúmeras alegações de assédio sexual contra homens e menores de idade – configurando supostos casos de pedofilia. Em ‘Todo o Dinheiro do Mundo’, Kevin Spacey deu vida ao milionário J. Paul Getty, cujo neto foi sequestrado.

20 Filmes que os Críticos odiaram mas Nós Adoramos

O Rotten Tomatoes surgiu para ficar. Odiado por muitos – fãs da DC -, mas adorado por outros, o agregador de críticas segue servindo de balizador da análise de produções cinematográficas pela imprensa internacional. É claro que não devemos nos guiar unicamente pelas críticas e seguir nossos próprios instintos na hora de escolher os filmes. Aliás, para enriquecer nosso repertório é sempre bom ver de tudo. Sucessos e fracassos de crítica sempre existiram, isso não é novidade trazida pelo agregador.

Para mostrar que nem sempre concordamos com a maioria dos críticos, resolvemos listar 20 filmes mal avaliados pelo Rotten Tomatoes (ou seja, a maioria dos veículos de cinema internacionais), mas que nós simplesmente adoramos. Diga nos comentários se concorda com a gente ou discorda, e liste os filmes que você gosta e ninguém mais parece gostar. Vamos a eles.

Malévola

Esse nos pegou de surpresa. Projeto dos sonhos da estrela Angelina Jolie, Malévola, a versão de carne e osso que dá ênfase à vilã de A Bela Adormecida  tem 50% de aprovação. Não é uma nota tão ruim, mas garante o tomate podre. Jolie ficou perfeita na pele da bruxa e o filme já tem a continuação engatilhada para 2020.

Pânico 4

Aqui no CinePOP, amamos a franquia Pânico. Concordamos que o terceiro filme é o mais fraco da cinessérie e o que deixa mais pontas soltas – o que traduz-se em furos no roteiro (alguém lembra da teoria do segundo assassino?). É curioso que os críticos tenham dado uma nota melhor ao segundo (1997) do ao primeiro (1996). No entanto, a injustiça ocorre mesmo nas notas do terceiro e, em especial, do quarto. Pânico 4 serviu para revigorar a franquia para os novos tempos, adicionando elementos não vistos antes. O filme amarga 59% de aprovação, por pouco não conseguindo se manter “fresco”.

RoboCop (2014)

Pobre José Padilha. Nosso conterrâneo tinha uma tarefa ingrata ao refilmar/rebootar o icônico Robocop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven. O que Padilha entregou, no entanto, nos surpreendeu bastante, nem de longe merecendo o desprezo que recebeu pelo mundo. O novo RoboCop obteve 49% de aprovação.

O Rei do Show

O musical cheio de energia protagonizado por Hugh Jackman parecia ter nascido vencedor. Este que vos fala entrou com os dois pés atrás para a exibição e por pouco não saiu dançando e cantando da sessão. Isso não aconteceu, mas nas semanas que seguiram, esta foi a trilha sonora que me acompanhou para todo lado. Jackman, Zendaya, Efron e as canções cativantes não mereciam os 56% de aprovação.

Terremoto: A Falha de San Andreas

The Rock é o astro do momento. Tudo que ele toca é ouro. Bem, não é exatamente assim. E em se tratando de Baywatch, infelizmente, estão mais do que certos. Porém, estão errados ao confinarem esta produção recheada de adrenalina e diversão a meros 50% – afinal quem esquecerá a cena em que o astro sobe com a lanchinha numa onda monumental e precisa lidar com as consequências deste ato.

xXx: Reativado

Pulando de um astro da franquia Velozes e Furiosos para outro, agora é a vez de Vin Diesel entrar na dança. Tão alucinado, caricato e divertido quanto a mega franquia da Universal citada, o terceiro Triplo X finalmente abraçou a estupidez de tudo, adentrando um universo que muito bem poderia fazer crossover com o de Dominic Toretto e sua turma. Ah sim, ainda temos Ruby Rose. Os críticos nem quiseram saber e marcaram o Retorno de Xander Cage com 45% de aceitação.

Power Rangers

Quem diria. O novo Power Ranger é muito legal. Confesso que não estava esperando gostar do filme, mas logo na cena de abertura somos fisgados com um plano-sequência de dentro de um carro envolvendo a fuga dos jovens da polícia. Depois, o filme segue para se mostrar uma mistura de Clube dos Cinco com filmes de heróis. Pena o resultado não ter impressionado, com 45% de aprovação. Esta é uma continuação que merecia ser desenvolvida.

American Pie – O Reencontro

A franquia American Pie não é exatamente bem vista pelos críticos. Hoje em dia talvez fosse menos aceita ainda. Então, é de se espantar que a atriz Tara Reid tenha nos confidenciado em primeira mão que o quinto filme está a caminho – veja no link. Nós adoramos essas comédias e sabemos que vocês também. No gosto dos críticos, porém, apenas o primeiro ficou acima da média. Assim como a série Pânico, American Pie teve seu quarto exemplar lançado muitos anos depois de um pseudo encerramento, se mostrando antenado com os novos tempos, sem esquecer sua essência. O filme obteve 44% de aprovação.

Invasão a Casa Branca

O melhor exemplar de Duro de Matar – que não é Duro de Matar – desde Duro de Matar: A Vingança (1995). Gerard Butler vive o segurança do presidente neste filme violento e cheio de ação como gostamos. Justamente por isso, não sabemos explicar o motivo de apenas 48% de aprovação. Já da continuação Invasão a Londres não gostamos nem um pouco e concordamos com os 25% de aceitação.

Demônio de Neon

Exibido no Festival de Cannes, onde causou reações mistas de amor e ódio, o último trabalho do polêmico Nicolas Winding Refn é o que podemos chamar de obra-prima. Um longa perturbador, que remete aos filmes giallo italianos, e traz atuações fenomenais – em especial da protagonista Elle Fanning. Demônio de Neon não é de forma alguma uma produção para os de estômago fraco e promete chocar. Um pesadelo em forma de longa metragem, a obra não emplacou junto aos críticos e amarga 57% de aceitação.

Desconhecido

Os veículos de ação do astro Liam Neeson costumam cair no gosto do grande público e da maioria dos especialistas. Redescoberto aos 60 anos como herói de tais filmes, Neeson entrega bons exemplares deste tipo de cinema desde 2008. Desconhecido é um dos melhores. Numa trama que mistura suspense Hitchcockiano, inúmeras questões e reviravoltas, e adrenalina de histórias de espionagem, o longa resume tudo o que queremos deste tipo de filme. Infelizmente, com os críticos, Desconhecido consta com 56% de aprovação.

Perfeita é a Mãe

Uma das comédias incorretas mais subestimadas dos últimos anos, Perfeita é a Mãe se mostrou tudo o que o novo Caça-Fantasmas (2016) deveria ter sido e não foi. Mostra mulheres cansadas de precisar agir conforme o que a sociedade espera delas, em especial sendo mães e esposas. O filme é uma declaração, um atestado de basta, não mais. Fora isso, a forma incorreta como estas mulheres dizem f***-se para o mundo é de se aplaudir. Apesar de ser este libelo, Perfeita é a Mãe arrecadou 58% de aprovação. Sua continuação, igualmente injustiçada – apesar de inferior – teve destino ainda mais trágico junto aos críticos, com 29% de aprovação.

Cidades de Papel

O mundo se emocionou e chorou com A Culpa é das Estrelas, romance dramático baseado na obra do romancista John Green. Mas quando foi a hora de prestigiar o próximo trabalho do autor, muitos deram para trás. Cidades de Papel não é tanto um romance, se comportando mais como o típico filme adolescente de amadurecimento, enfatizando a amizade de três jovens. Instantaneamente somos remetidos ao tipo de produção saída da década de 1980, em especial as de John Hughes, que os americanos sabem fazer muito bem. Apesar de tudo isso, o filme marcou apenas 56% de aprovação junto aos críticos.

A Lei da Noite

Aqui, existia certa má vontade com Ben Affleck. Enaltecido como um grande diretor em suas primeiras três obras (Medo da Verdade, Atração Perigosa e Argo), o astro voltou a cair na boca do sapo devido a epopeia passada junto a DC Comics. Depois que se confirmou o Batman, o ator interpretou o personagem nos malfadados Batman Vs Superman (2016) e Liga da Justiça (2017), fracassos de crítica. No meio deste turbilhão, Affleck resolveu entregar a adaptação do universo de mafiosos escrito por Dennis Lehane. Apesar de suas inúmeras qualidades, a maioria dos especialistas torceu o nariz, deixando o filme com injustos 35% de aprovação.

Os Mercenários

Tem gente que simplesmente não entende uma brincadeira. O que Sylvester Stallone realizou aqui foi a mais pura homenagem aos heróis de ação das décadas de 1980 e 1990. Um prazer culposo de marca maior, que representa o que este tipo de cinema sempre significou, e ainda de quebra resgata do ostracismo grandes nomes do gênero. Apesar da emoção, do ar jocoso e de muitos tiros, porrada e bomba, Os Mercenários emplacou apenas 42% de aprovação junto aos críticos. Com a sequência Os Mercenários 2 (2012), a coisa foi um pouco melhor com 66% de aprovação. Já no terceiro e igualmente divertido episódio – que trouxe grandes nomes como Wesley Snipes, Harrison Ford, Antonio Banderas e Mel Gibson – a nota voltou a regredir, com 32% de aceitação. Tem gente que não saberia o que é diversão nem se os atingisse na cabeça.

Assassinato no Expresso do Oriente

Pulando para um filme mais recente, o diretor Kenneth Branagh adapta o clássico de Agatha Christie de forma chamativa, com visual arrojado e linguagem jovem. Tudo isso, é claro, sem desmerecer o texto e as atuações. Justamente por isso, trouxe um elenco estelar, com nomes que fazem parte da nata do cinema mundial, vide Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Daisy Ridley e Johnny Depp. Uma pena a aceitação da crítica ter sido tão baixa, com apenas 57% de aprovação. Esperamos com sinceridade que isto não mine os planos para a continuação. Queremos ver o Agathaverse no cinema.

A Garota no Trem

Muito se vendeu este filme como o Garota Exemplar (2014) de 2016. Bem, não chega a tanto – e isso precisamos reconhecer mesmo gostando também deste exemplar. O motivo da comparação se deve por ambos serem baseados em livros de suspense assinados por talentosas escritoras e por jogar os holofotes numa protagonista falha e cheia de desvios de personalidade. Assim como a Amy Dunne de Rosamund Pike, a personagem Rachel Watson é um prato cheio para Emily Blunt se deliciar – e que desempenho a atriz entrega. Mesmo que a conclusão do thriller tire parte do seu brilho, A Garota no Trem não merecia a animosidade dos 45% de aprovação.

Olhos da Justiça

Todos nós amamos de paixão O Segredo dos Seus Olhos (2009) e o cinema argentino. Então, não era de se espantar que a maioria tenha entrado com os dois pés atrás nesta refilmagem norte-americana do já clássico moderno. Ah, e como é bom sermos surpreendidos positivamente. Preparados para odiar de forma gratuita esta versão estrelada pelos talentosos Julia Roberts, Nicole Kidman e Chiwetel Ejiofor, o que recebemos foi uma obra incrivelmente satisfatória, que não se atém a copiar o original, mas acrescentar muito à mistura, respeitando a produção argentina. Resultado: dar o braço a torcer faz parte. Bem, talvez não para uma grande parcela de jornalistas turrões, que erroneamente lascaram um 40% de aprovação no longa.

Rei Arthur: A Lenda da Espada

O backlash sofrido por (mais) esta adaptação do icônico personagem foi incrível. É difícil vermos na atualidade tais personagens clássicos representados de forma satisfatória. Mas ei, esta ao menos foi bem mais legal que as últimas roupagens de Tarzan, Robin Hood, Os Três Mosqueteiros e Sherlock Holmes (dirigido pelo mesmo Guy Ritchie). Acontece que aqui a proposta do cineasta foi transformar a mitologia em torno do Rei Arthur numa história em quadrinhos de super-heróis. Sim, é preciso comprar a ideia. No final, ganhamos inclusive a batalha final contra o vilão superpoderoso. Pode não ser para todos, mas é diversão garantida para aqueles que forem com a mentalidade certa. Nada isso importou para os críticos, que marcaram o filme com 30% de aprovação.

Vizinhos Imediatos de 3º Grau

Este é um item no qual talvez eu esteja sozinho. Justamente por isso deixei para último. A comédia estrelada por Ben Stiller, Vince Vaughn e Jonah Hill sofreu, e muito, com todo tipo de problema de bastidor. A começar por um crime cometido por vigilantes da vizinhança reais quando o filme estava para ser lançado. Justamente por isso, uma mudança no título precisou ocorrer de última hora, assim como a trama foi totalmente reformulada e o longa precisou ser refilmado para incluir na história a invasão alienígena (a fim de tirar o foco apenas das operações dos protagonistas na vizinhança). Com toda esta bagunça não é de se espantar que o filme não tenha dado certo. Mesmo assim, existe algo no clima de um pacato bairro de uma cidadezinha americana sendo perturbado por elementos externos que apela diretamente a mim e me faz lembrar de comédias como Meus Vizinhos São um Terror (1988). O filme tem irrisórios 17% de aprovação.

Como Assim esses filmes NÃO ganharam sequência até hoje?

Alguns filmes conseguem conquistar tanto a crítica quanto o público, tornando-se verdadeiros queridinhos e até cultuados por gerações, mas mesmo assim acabam não ganhando uma continuação. Isso pode parecer contraditório, já que o sucesso costuma ser o principal motor para sequências e franquias, mas a realidade do cinema é muito mais complexa. Fatores como custos de produção elevados, agendas complicadas dos atores principais, ou até um final que se resolve de forma satisfatória, podem impedir que a história continue nas telas.

Além disso, a indústria cinematográfica está sempre em busca de novas franquias e projetos que garantam retorno financeiro seguro, o que às vezes faz com que ótimos filmes fiquem “presos” em limbo de desenvolvimento. Questões de direitos autorais, mudanças estratégicas dos estúdios e até riscos criativos também influenciam. Por isso, mesmo filmes queridos e aclamados podem acabar sem sequência — um fenômeno curioso que mostra que nem sempre o talento e o carinho do público são suficientes para garantir o próximo capítulo.

Abaixo iremos dar uma olhada em dez filmes que tinham tudo para ganhar uma continuação – e alguns até já prometeram fazer, mas nada saiu do papel até agora. Confira.

No Limite do Amanhã

No Limite do Amanhã‘ (2014) é um thriller de ficção científica estrelado por Tom Cruise e Emily Blunt, que conta a história de um soldado preso em um loop temporal durante uma invasão alienígena, forçando-o a reviver o mesmo dia várias vezes para encontrar uma forma de salvar a humanidade. O filme foi muito elogiado por sua ação inovadora e roteiro inteligente, mas, apesar do sucesso crítico e de bilheteria moderada, ainda não ganhou uma sequência oficial. Rumores e interesses sobre uma possível continuação surgem ocasionalmente, mas até agora nenhum projeto foi confirmado pelos estúdios ou pelos envolvidos.

Guerra Mundial Z

Guerra Mundial Z‘ (2013),  filme de ação e terror estrelado por Brad Pitt, que acompanha um ex-investigador da ONU tentando conter uma pandemia zumbi que ameaça extinguir a humanidade. Conhecido por suas sequências tensas e escala épica, o filme conquistou grande sucesso de bilheteria e fãs ao redor do mundo. Apesar do desejo dos fãs por uma continuação, o desenvolvimento da sequência enfrentou vários atrasos e mudanças no roteiro, e embora um possível ‘Guerra Mundial Z 2‘ tenha sido muito discutido, ainda não há uma confirmação oficial de que o projeto seguirá adiante. Aliás, por um tempo, David Fincher era creditado como possível diretor. Mas ao que tudo indica, ele e Brad Pitt preferiram fazer ‘As Aventuras de Cliff Booth‘, continuação de ‘Era uma Vez em Hollywood‘.

Aladdin

Aladdin (2019) foi uma das adaptações em live-action de um clássico animado da Disney mais bem-sucedidas dos últimos anos. O filme é estrelado por Mena Massoud como Aladdin, Naomi Scott como Jasmine e Will Smith como o Gênio. O filme encantou o público com sua mistura de nostalgia, música vibrante e visuais deslumbrantes, tornando-se um grande sucesso de bilheteria mundial. Desde então, houve rumores e especulações sobre uma possível sequência que explore novas aventuras no universo de Agrabah, mas até o momento não houve anúncio oficial de continuação por parte da Disney.

Jumanji – Próxima Fase

Filme de 2019, se trata da sequência divertida e cheia de aventura do reboot da franquia, estrelada por Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan. O filme acompanha o grupo enquanto enfrenta novos desafios dentro do perigoso mundo do jogo Jumanji, com muito humor e ação. Após o sucesso de bilheteria e boa recepção do público, a possibilidade de uma nova sequência tem sido alvo de conversas entre os atores e estúdios, mas até o momento não há uma confirmação oficial sobre o desenvolvimento de um terceiro filme da possível trilogia (ou quarto se contarmos o original de Robin Williams – que está completando 30 anos em 2025).

Anjos da Lei 2

Outra continuação de sucesso que não gerou terceira parte, essa de 2014. Comédia policial que acompanha os detetives Morton e Jenko, interpretados por Jonah Hill e Channing Tatum, enquanto infiltram-se em uma faculdade para desvendar um novo caso cheio de confusões e risadas. O filme manteve o tom irreverente do original e foi bem recebido pelo público, garantindo bom desempenho de bilheteria. Apesar do sucesso, uma possível continuação ainda não foi oficialmente confirmada, embora rumores e especulações sobre ‘Anjos da Lei 3‘ apareçam de tempos em tempos (como o insano crossover com os ‘Homens de Preto‘), sem nenhuma confirmação concreta dos estúdios ou elenco. A verdade é que a cena pós-créditos matou qualquer possibilidade de uma sequência ser levada a sério.

Star Trek – Sem Fronteiras

Star Trek: Sem Fronteiras‘ (2016) é o 13º filme da franquia espacial ‘Star Trek(terceira se formos contar depois do reboot) e apresenta a tripulação da USS Enterprise enfrentando uma nova ameaça que coloca em risco a Federação. Com Chris Pine liderando como Capitão Kirk, o filme combina ação, aventura e os temas clássicos da série, explorando os limites do espaço e da amizade. Apesar de seu desempenho razoável nas bilheterias e recepção mista da crítica, não houve confirmação oficial sobre uma sequência direta, e os fãs aguardam ansiosamente por novidades sobre o futuro da saga nos cinemas. Já houve uma tentativa de trazer Quentin Tarantino como diretor, mas agora, quase dez anos depois, o longa ainda está em desenvolvimento. Zoe Saldana, que também está no elenco, agora é uma vencedora do Oscar.

Dois Caras Legais

Dois Caras Legais‘ (2016) é um dos melhores filmes a jamais ter ganhado uma continuação, embora fosse totalmente propício a isso. A comédia policial estrelada por Ryan Gosling e Russell Crowe, acompanha um detetive particular e um policial corrupto enquanto desvendam um mistério envolvendo uma jovem desaparecida e um caso de corrupção em Los Angeles nos anos 1970. O filme foi elogiado pelo humor ácido, química dos protagonistas e estilo retrô, conquistando boa recepção do público. Apesar do sucesso moderado, não há planos confirmados para uma sequência, e até o momento os envolvidos não anunciaram nenhum projeto para continuar a história. Dói no coração.

Gigantes de Aço

Filme de ficção científica e esportes, de 2011, estrelado pelo eterno Wolverine Hugh Jackman, o longa conta a história de um ex-boxeador treinando um robô gigante para competir em lutas futuristas. Misturando ação, drama e temas familiares, o filme conquistou uma base fiel de fãs, mas teve desempenho moderado nas bilheterias. Apesar do interesse de alguns espectadores por uma continuação, não há anúncios oficiais ou planos concretos para uma sequência até o momento. O que é uma pena. Hoje, poderia ser considerada uma sequência legado.

Pokémon – Detetive Pikachu

Ter o falastrão Ryan Reynolds como a voz do bichinho amarelo Pikachu parecia não ter erro para o primeiro filme em live-action do sucesso ‘Pokémon’. E quem assistiu gostou. Porém, ‘Detetive Pikachu’ (2019) até agora não ganhou o sinal verde para uma parte dois. Na trama, o carismático Pikachu ajuda um jovem a desvendar o desaparecimento de seu pai em uma cidade onde humanos e Pokémon coexistem. O filme foi elogiado pela combinação de humor, nostalgia e efeitos visuais inovadores, tornando-se um sucesso comercial. Embora tenha despertado interesse em continuar a história, até agora não houve confirmação oficial de uma sequência, mas rumores e discussões sobre ‘Detetive Pikachu 2‘ ainda circulam entre fãs e estúdios.

Mad Max – Estrada da Fúria

Sabemos que ‘Estrada da Fúria‘ meio que teve uma continuação, com a prequel ‘Furiosa‘, do ano passado. Mas, bem, não foi a mesma coisa. O filme não teve o protagonista Mad Max, e sequer contou com a participação de Charlize Theron como a protagonista. Por se tratar de uma prequel, Anya Taylor-Joy ficou com o papel principal. O resultado foi apenas um filme que se passou no mesmo universo. Sabe aquela máxima de um filme de Mad Max sem Mad Max? Para piorar, ‘Furiosa‘, apesar de sua qualidade inegável, se tornou um fracasso de bilheteria, colocando um possível ponto final nas aventuras hardcore no deserto pós-apocalíptico de George Miller. Esperamos que não. Tudo o que queríamos era mais uma chance de vermos em tela o “Max Louco”.

 

‘Riverdale’: Os protagonistas retornam à escola nas novas imagens da 5ª temporada; Confira!

A 5ª temporada de ‘Riverdale’ chegou com novos mistérios, muito drama e romance e em seu 6º episódio, intitulado “Chapter Eighty-Two: Back to School“, Archie e seu grupo de amigos tentará recuperar os anos de glória da escola, que hoje sofre por falta de recursos.

E o capítulo em questão ganhou sua sinopse oficial, além de uma nova leva de imagens, divulgadas pela emissora The CW.

Confira a sinopse, seguida pelas imagens do capítulo em questão:

“BULLDOG PRIDE – Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) se preparam para o seu primeiro dia como os mais novos professores da Riverdale High. Veronica apresenta seu marido Chad (Chris Mason) para o grupo, depois que ele aparece inesperadamente em Riverdale. Depois de perceber que estão sem recursos, Archie e Toni (Vanessa Morgan) pedem ajuda a Cheryl (Madelaine Petsch), para reiniciar os times de futebol e a torcida organizada. Por fim, Betty, Kevin (Casey Cott) e Alice (Mädchen Amick) seguem uma pista, ao saber que Polly (Tiera Skovbye) pode estar em apuros.

Mark Consuelos, Charles Melton e Drew Ray Tanner também estrelam o episódio. Gabriel Correa assumiu a direção, a partir de um escrito por Ariana Jackson.

Vale lembrar que a emissora The CW renovou oficialmente a série ‘Riverdale‘ para a 6ª temporada.

O quinto ciclo tem registrado uma média de 0.14 na demo, e um total de 573 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de quase 40% na audiência.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Frank Pesce, de ‘Um Tira da Pesada’ e ‘Top Gun’, morre aos 75 anos

O ator Frank Pesce, mais conhecido por seus trabalhos nos clássicos ‘Um Tira da Pesada‘ e ‘Top Gun‘, faleceu aos 75 anos por complicações de demência. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

Segundo as informações, a morte do ator teria acontecido no dia 06 de fevereiro, mas só fora registrada apenas na última quarta-feira (16). Tammy Scher, namorada de Pesce, lamentou o falecimento e ponderou sobre o caráter de Frank, em uma entrevista à revista Variety.

“Nunca conheci ninguém como ele. Frank era uma força maior que a vida, maior que qualquer personagem, sempre divertindo e fascinando”.

O ator começou sua carreira nos anos 1970 e embora seja marcada por muitos papéis pequenos, conta com mais 80 produções em sua filmografia.

Pesce também participou de alguns sucessos recentes dos cinemas, como Fuga à Meia-Noite (1988), Os Mercenários 3 (2014), Lute Por Sua Vida (2014) e Creed: Nascido para Lutar (2015).

Nossos sentimentos aos entes queridos.

Saiba qual é o personagem mais inteligente da Marvel Studios

Não tem para Tony Stark nem para Bruce Banner, é a heroína Shuri (Letitia Wright) a personagem mais inteligente da Marvel Studios. Pelo menos foi o que garantiram os diretores Joe e Anthony Russo em entrevista para o portal Wired.

“Ela é a pessoa mais inteligente do MCU, é princesa e a mente por trás da avançada tecnologia de Wakanda”

E aí, vocês querem ver mais da Shuri nos cinemas?

Vingadores: Guerra Infinita finalmente chegou nas lojas digitais, e a Marvel divulgou um vídeo mostrando o antes e depois dos efeitos visuais.

Assista, e veja os vídeos anteriores:

‘Vingadores 4’: VAZA a possível trama repleta de reviravoltas

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

 

Vingadores 4 estreia dia 2 de maio de 2019.

Dica | Onde assistir os filmes da franquia ‘Kung Fu Panda’?

Kung Fu Panda chegou aos cinemas em 2008 e se tornou um sucesso colossal da Dreamworks Animation. A história do simpático e desajeitado Po (Jack Black), um panda que deixa a vida de auxiliar de cozinha para virar mestre do Kung Fu, conquistou crianças e adultos do mundo inteiro, dando início a uma celebrada franquia de animação 3D.

Na próxima semana, o quarto – e aparentemente – último capítulo chega aos cinemas do Brasil, para mostrar Po na missão de encontrar um substituto para o título de Dragão Guerreiro. E como já faz oito anos desde que o último capítulo passou nas telonas, o CinePOP vasculhou os streamings para informar onde você pode assistir os filmes anteriores da franquia. Confira!

Kung Fu Panda 

Lançada em 2008, essa aventura fantástica conta a história do jovem Po, um panda bonachão que ama Kung Fu, apesar de ser um desastre em qualquer tipo de atividade física. Criado com o pai adotivo em um restaurante, o rapaz parece estar destinado a viver vendendo sopas e macarrão no Vale da Paz. Porém, com a notícia de que o guia espiritual do vale realizará uma cerimônia para escolher o novo defensor máximo da região, o Dragão Guerreiro, Po faz de tudo para conseguir pelo menos ver seus heróis fazendo o teste. O problema é que ele bola um plano para assistir que acaba fazendo com que ele seja escolhido para ser o novo mestre do Kung Fu. Agora, Po terá de aprender sobre a mais respeitosa arte marcial para impedir que o mortal Tai Lung destrua todo o vale.

Onde assistir: Infelizmente, Kung Fu Panda não está disponível em nenhuma plataforma. Porém, é possível encontrá-lo para aluguel no Amazon Prime Video.

Kung Fu Panda 2

Se o primeiro filme é maravilhoso, Kung Fu Panda 2 é uma obra-prima. Atuando como Dragão Guerreiro, Po vive feliz lutando ao lado dos Cinco Furiosos. Porém, uma nova ameaça chega: Lorde Shen. Sedento por vingança contra o mundo, o pavão domina o Kung Fu, mas conta com uma nova descoberta para deixar os inimigos a suas patas: a pólvora. Vivendo à sombra de uma profecia, Shen ordenou aos seus capangas que acabassem com todos os pandas do vale, e isso acaba ligando ele intrinsecamente ao passado de Po, que precisa escolher entre desvendar seu nebuloso passado ou aceitar o presente e usá-lo para defender seus amigos e impedir a mancha da nobre arte do Kung Fu pelos tiros de canhão.

Onde assistir: Infelizmente, Kung Fu Panda não está disponível em nenhuma plataforma. Porém, é possível encontrá-lo para aluguel no Amazon Prime Video.

Kung Fu Panda 3

Na terceira aventura da saga, Po segue mais popular do que nunca como Dragão Guerreiro, mas continua sendo atormentado pelo desejo de saber mais sobre seu passado. Até o dia em que outro panda-gigante aparece no restaurante de seu pai adotivo, revelando que a espécie não foi extinta. Agora, Po vai tentar conciliar suas missões, já que precisa deter o formidável Kai, um mestre Iaque cujas habilidades consistem em invocar os espíritos de mestres do Kung Fu mortos e transitar entre os mundos físico e espiritual.  Em certo ponto, as duas missões se cruzam e o Dragão Guerreiro se vê numa situação em que atrairá o vilão para o vilarejo secreto de sua espécie. Dessa forma, cabe a ele tentar treinar um monte de pandas agricultores para que eles tenham alguma chance de sobreviver.

Onde assistir: Diferentemente dos outros capítulos da saga, Kung Fu Panda 3 está disponível na Netflix, no Amazon Prime Video e no Telecine.

Entre os filmes, a subdivisão televisiva da DreamWorks apostou em séries animadas de menor qualidade para serem exibidas nas TVs e streamings. No entanto, é curioso que as divisões de cinema e TV sejam praticamente rivais dentro da empresa. Por isso, nada do que acontece nessas séries é considerado parte canônica da franquia. Ou seja, não são considerados pelos filmes. Ainda assim, para quem quiser assistir, a Netflix disponibiliza em seu catálogo a série Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão.

Kung Fu Panda 4 estreia nos cinemas em 21 de março de 2024.

‘Feud’: Chloë Sevigny entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Chloë Sevigny (‘American Horror Story’) entrou para o elenco da 2ª temporada da série antológica ‘FEUD‘, que será intitulada ‘FEUD: Capote’s Women‘.

A atriz vai interpretar a designer, socialite e atriz C. Z. Guest, que é uma das mulheres que se encontram no círculo interno de Capote (que será interpretado por Tom Hollander).

O elenco ainda contará com Naomi Watts como Babe Paley, esposa do Bill Paley, presidente da CBS; Diane Lane e Calista Flockhart como as socialites Nancy “Slim” Keith e Lee Radziwill, respectivamente.

A trama mostrará como o autor Truman Capote traiu diversas de suas amigas ao publicar o conto La Côte Basque, em 1965.

As personagens da história eram versões mal disfarçadas das amigas e confidentes de Capote na vida real, e o conto revelou muitos de seus segredos mais escandalosos. Após sua publicação, as mulheres em questão cortaram o contato com Capote, e a história foi alvo de uma polêmica generalizada.

A produção será baseada no livro Capote’s Women: A True Story of Love, Betrayal, and a Swan Song for an Era, escrito por Laurence Leamer.

Gus Van Sant irá dirigir todos os oito episódios, com Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’) servindo como roteirista e showrunner.

Anteriormente, Ryan Murphy havia anunciado que a segunda temporada iria focar no divórcio de Charles e Princesa Diana, mas a narrativa foi eventualmente descartada.

‘The Great’: 3ª temporada ganha trailer DUBLADO e data de estreia no Brasil

A Lionsgate+ divulgou o trailer dublado da 3ª temporada da comédia histórica ‘The Great‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo estreará no catálogo brasileiro no dia 14 de julho.

Na nova temporada, Catherine e Peter tentam resolver suas diferenças e superar uma brutal tentativa de assassinato para fazer seu casamento dar certo. Em paralelo, uma figura inesperada está incitando a ira dos plebeus – o que pode ameaçar não só o reinado de Catherine, como também sua própria vida.

Confira o trailer:

Criada por Tony McNamara, a série foca na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Elle Fanning e Nicholas Hoult estrelam a produção. O elenco ainda conta com Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan.

Diretora confirma RETORNO de Cillian Murphy em ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’

Em entrevista ao Empire, a diretora Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) confirmou o retorno do astro Cillian Murphy (‘Oppenheimer’) na aguardada sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘.

Apesar de sua aparição como Jim ser alegadamente breve neste quarto filme, o ator já está em negociações para estrelar o próximo capítulo da franquia – assumindo um papel mais significativo na história.

“Eu costumava assistir este homem em um filme que foi muito importante para mim. E, agora, ele está na minha frente, e eu tenho a oportunidade de dirigi-lo. E ele vem me perguntar o que eu achei de uma cena. E ele acabou de ganhar um Oscar? O que está acontecendo?”

Ela completa, “Eu sempre achei que ‘Extermínio’ é um dos melhores filmes que já assisti. Eu já vi o longa original diversas vezes. Já fui obcecada por este universo, com aqueles personagens. Eu tinha um crush enorme no Cillian Murphy, e queria ser a Naomie Harris.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de janeiro.

Vale lembrar que alguns críticos já tiveram a oportunidade de conferir a sequência – e as primeiras impressões são extremamente positivas.

Dirigido por Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’), o novo filme foi aclamado por suas cenas brutais, narrativa profunda e elenco talentoso. O longa ainda chegou a ser citado como “um dos melhores filmes de terror da última década”.

Confira as reações dos críticos:

“Desculpem o palavrão, mas acabei de sair da primeira sessão de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ e… puta merda! Este filme elevou tudo ao máximo e aviso: vocês vão precisar de um estômago muito forte (ou um saco para vômito). Além disso, Ralph Fiennes está simplesmente fenomenal.”

“‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é de longe meu filme favorito da franquia. Uma exploração ousada, brutal e brilhante do poder controlador do culto e da religião, contada através dos Jimmys e liderada por um enigmático e maligno Jack O’Connell. […] Nia DaCosta não se esquiva da brutalidade, trazendo algumas das cenas de violência mais perturbadoras da saga. [A cineasta] também não tem medo de elevar a insanidade ao máximo, com uma sequência perto do final do filme que é uma das melhores coisas que vi este ano!”

“Eu amei ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. É uma exploração brutal de fé, controle e medo. É surpreendentemente engraçado, ao mesmo tempo que mantém uma tensão absoluta do começo ao fim. Acho que as pessoas ficarão chocadas com o quão estranho este filme fica. Mas eu adorei. DaCosta arrasou.”

“Vou dizer isso sem rodeios… ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é um dos melhores filmes de terror da última década. Brutal, intenso e surpreendentemente cativante. Ralph Fiennes, Jack O’Connell e Chi Lewis-Parry, meus parabéns!”

Extermínio: O Templo dos Ossos’ é exatamente como você deve fazer o capítulo do meio de uma trilogia.”

“Nia DaCosta fez um ótimo trabalho em ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. Um filme fantástico, impressionante e emocionante, que dá continuidade à história e expande seu universo. O elenco é soberbo, a premissa é envolvente e o filme é um verdadeiro deleite. Extremamente divertido e cativante.”

“‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é muito melhor do que o terceiro filme, o que é realmente impressionante. Inesperado, desconfortável e provocativo. Já fazia tempo que eu achava que filmes de zumbis no cinema haviam saturado — mas esta franquia deu um novo pulso ao subgênero. Façam esses filmes para sempre.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Miguel Ferrer, ator de ‘RoboCop’ e ‘Twin Peaks’, morre aos 61 anos

A Variety comunicou que em decorrência de um câncer, o ator Miguel Ferrer veio a falecer, aos 61 anos de idade.

O ator se destacou em diversos filmes, principalmente em ‘RoboCop – O Policial do Futuro‘ (1987), onde interpretou Bob Morton.

Ferrer também participou de ‘Homem de Ferro 3‘, fazendo o Vice Presidente Rodriguez.

Além disso ele vai aparecer no primeiro episódio da próxima temporada de ‘Twin Peaks‘, vivendo o agente do FBI Albert Rosenfield – reprisando o mesmo personagem de ‘Twin Peaks: The Missing Pieces‘.

Miguel Ferrer também emprestou sua voz para diversas dublagens em desenhos, entre seus mais recentes trabalhos foram ‘Rio 2‘ (voz do Big Boss) e ‘Justiça Jovem‘ (voz de Vandal Savage).

Ferrer era primo do também ator, George Clooney.

10 Filmes que abordam as MENTIRAS numa relação

A vida a dois é uma viagem repleta de obstáculos. Mas o castelo de cartas de um relacionamento pode ser realmente derrubado com o acúmulo das mentiras. E isso, acontece muito mais vezes do que você possa imaginar. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma interessante lista com produções que abordam o tema:

 

Rivais

Nas batidas de tudo que é abstrato. Chegou aos cinemas nos últimos dias uma obra que abraçada com seu ritmo pulsante, mostra um intenso triângulo amoroso que percorre anos, com personalidades conflitantes no centro desse tabuleiro muitas vezes parecendo um vulcão, prestes a entrar em erupção. Sensual, inteligente, reflexivo, Rivais, dirigido pelo cineasta italiano Luca Guadagnino escancara o abstrato, dá um tapa na caretice e mostra uma história com mil e uma possibilidades.

 

Minha Vida Perfeita

Na trama, conhecemos Jo (Ágata Buzek), uma professora do ensino médio com uma vida agitada. Uma mulher que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano, numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho que acabou de ser pai e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que impera em sua frente, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de um alguém que descobriu sua traição.

 

Aparências

Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.

 

Jogada de Amor

Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.

 

A Farsa

Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.

 

Fiéis

Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.

 

Spagat

Na trama, conhecemos a professora Marina (Rachel Braunschweig) que vive com sua filha e seu marido em uma área bem desenvolvida na cidade do interior da Suíça. Só que parte da vida de Marina é uma grande mentira, ela se relaciona faz meses com Artem (Aleksey Serebryakov) um imigrante ucraniano que mora na Suiça faz 6 anos sem documentação ou visto de residência junto com sua filha Ulyana (Masha Demiri), uma prodígio da ginasta que é aluna de Marina. Após um roubo de um headphone, uma série de acontecimentos se estabelecem mostrando a tese de que mentira tem perna curta.

 

O Segredo de Madeleine Collins

Na trama, acompanhamos a história de Judith Fauvet (Virginie Efira), uma tradutora, com a desculpa perfeita de ter um trabalho onde viaja muito, acaba criando na sua rotina duas vidas. Esposa de um maestro e mãe de dois filhos na França e também tendo um amante e uma filha pequena na Suíça, vamos entendendo aos poucos o que acontece nessa história com algumas reviravoltas que reflete sobre o lado psicológico de uma personagem perdida em realidades distintas fazendo força para acreditar que ambas são suas verdades. Quando as mentiras desabam, seu castelo criado vai ruindo aos poucos, ela se vê perdida sem saber como resetar tudo que criou.

 

Quarto 212

Na trama, conhecemos Maria (Chiara Mastroianni) e Richard (Benjamin Biolay), um casal de meia idade que tem um casamento de duas décadas. Ela, uma professora de direito, com uma queda por homens mais novos. Ele, um acomodado, com seu passado ligado à música. Quando o segundo confronta a primeira sobre a vida sexual virando uma atividade extraconjugal, Maria vai para um hotel em frente à sua casa para refletir e de forma inusitada acaba encontrando a versão mais nova do próprio marido, além de outros surpreendentes personagens do passado dos dois.

 

Infidelidade

Na trama, acompanhamos Connie (Diane Lane), uma bela mulher que vive com seu filho e seu marido Ed (Richard Gere) em uma confortável casa situada no subúrbio de Nova Iorque. Certo dia, após ser surpreendida por uma rajada de ventos, o destino coloca em sua frente o sedutor francês Paul (Olivier Martinez), com quem vive intensos dias se tornando amante dele. O marido de Connie, logo começa a desconfiar e contrata um detetive para investigá-la e situações complexas se tornam iminentes.

‘Thor: Ragnarok’ – Chris Hemsworth, Mark Ruffalo e Cate Blanchett brincam no Halloween

Thor: Ragnarok já é o mais novo sucesso da Marvel Studios. Com 95% de aprovação da imprensa especializada e US$109 milhões em caixa, sem contar os EUA onde o filme só estreia amanhã, o terceiro filme do Deus do Trovão tem tudo para ser outro fenômeno da casa de ideias.

Aproveitando o lançamento do filme nas terras do Tio Sam, e o recente dia das bruxas, o marketing da produção lançou este novo vídeo, no qual Chris Hemsworth e Mark Ruffalo brincam com Cate Blanchett. Assista abaixo.

No vídeo, Hemsworth e Ruffalo resolvem ligar para Blanchett e desejar um feliz ‘Hela-ween’, trocadilho com o nome da vilã do filme, Hela. A brincadeira não sai tão bem para eles.

Thor: Ragnarok estreou no Brasil no dia 26 de outubro. E você, já assistiu?

A Luz dos Olhos Teus | O final explicado e a cena pós-créditos de A Freira 2 [SPOILERS]

A Freira 2‘ estreou recentemente nos cinemas nacionais e, agora, trazemos para vocês um vídeo explicando tanto o final do filme quanto a breve cena pós-créditos.

Alerta: se você ainda não assistiu ao longa, sugerimos que não veja o vídeo, visto que ele está recheado de spoilers.

Confira:

Crítica | ‘A Freira 2’ aposta nas fórmulas do terror para um VISCERAL embate entre o bem e o mal

Taissa Farmiga, Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

‘Super Mario Bros. – O Filme’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

A adaptação cinematográfica ‘Super Mario Bros – O Filme‘ arrecadou mais de US$ 1,36 bilhão em todo o mundo e, agora, já tem data para chegar ao Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta sexta-feira, 08 de março.

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

Confira nossa crítica em vídeo:

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A dublagem original conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

As 10 Melhores Músicas Pop dos anos 2010

É inegável que os anos 2010 foram marcados por um ressurgimento da música pop e, sem sombra de dúvida, uma das melhores décadas da memória recente.

Dentre os vários artistas que dominaram o cenário mainstream, podemos citar Taylor SwiftLady Gaga, Charli XCX e vários outros que entregaram produções memoráveis e que são imediatamente reconhecíveis até os dias de hoje.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores pop músicas os anos 2010.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “TRACK 10”, Charli XCX

mixtape ‘Pop 2’ foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli XCX como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

9. “YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’Lady Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

8. “MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

7. “BORN TO DIE”, Lana Del Rey

No subestimado ‘Born to Die’, Lana mergulha de cabeça em uma imagética sonora bastante específica, contrastando com a dominação do EDM que se alastrava pelo cenário fonográfico à época de seu lançamento. E, enquanto o álbum tem inúmeras construções memoráveis e belíssimas, a faixa-titular é que a mais condensa as explorações melancólicas e sinestésicas da performer, unindo-se a colaboradores competentes para arquitetar uma ode à música cinemática, que inclui o acompanhamento dramático das cordas e a fusão inesperada de gêneros.

6. “SPECTRUM”, Florence + the Machine

A banda formada e encabeçada por Florence Welch continua a nos agraciar com álbuns incríveis – mas foi em 2011 que nos encantou com o lançamento de ‘Ceremonials’. Dentre as belíssimas músicas presentes no compilado, “Spectrum” é a que mais nos chama a atenção, ainda mais por contar com a colaboração de Paul Epworth. O mais surpreendente é a presença gritante de diversos gêneros musicais, incluindo baroque popart poporchestral pop e disco – todos confinados em uma antêmica e memorável rendição.

5. “ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano.

4. “ALL TOO WELL”, Taylor Swift

Narrando uma power ballad que traz à tona corações partidos e um relacionamento descarrilado, a canção foi performada pela primeira vez na cerimônia do Grammy Awards em 2014, ganhando aclame universal por parte da crítica e um lugar especial na playlist dos fãs. Aqui, Taylor Swift se junta novamente a Liz Rose e Nathan Chapman, que trabalharam com ela em seu début homônimo e em ‘Fearless’, para uma manifestação elegíaca de emoções tumultuadas.

3. “ROYALS”, Lorde

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia Rodrigo e Billie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

2. “DANCING ON MY OWN”, Robyn

Considerada até hoje uma das melhores músicas de todos os tempos, a comovente e emocionante balada electro-disco regada a sintetizadores da cantora e compositora sueca Robyn foi reclamada pela comunidade queer com força descomunal. Na verdade, se pegarmos a impecável elegia romântica que ela escreve, temos uma protagonista que representa as pessoas marginalizadas e isoladas que dançam por conta própria em vez de se esconderem em casa.

1. “LOVE ON THE BRAIN”, Rihanna

“Love On The Brain” é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.

‘Ainda Estou Aqui’ destrona ‘O Brutalista’ nas bilheterias dos EUA

Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, finalmente estreou nos cinemas dos EUA – e já está se provando um enorme sucesso de bilheteria.

O longa estrelado por Fernanda Torres destronou o elogiado drama ‘O Brutalista’, de Brady Corbet, encerrando o reinado de um mês no topo das bilheterias do vencedor do Globo de Ouro (via Collider).

Por um mês inteiro, o drama épico de Corbet vinha entregando a melhor média por sala de qualquer filme atualmente em cartaz no país. Mas neste fim de semana, foi destronado pelo filme brasileiro.

O filme de Salles foi lançado em cinco cinemas norte-americanos, onde arrecadou US$125 mil, já tendo abarcado US$150 mil nos EUA e conquistando a maior média por cinema nas bilheterias domésticas neste último fim de semana.

A média em questão, de fortes US$25 mil por sala, coloca o drama nacional à frente de outras grandes produções, incluindo ‘Mufasa: O Rei Leão’ ‘O Lobisomem’.

Vale lembrar que, no Rotten Tomatoes, a aprovação do longa subiu de 90% para 94% de aprovação.

Segundo o consenso dos críticos, “acompanhado pela excelente atuação de Fernanda TorresAinda Estou Aqui explora de forma pungente a convulsão de uma nação por meio da busca de uma família por respostas.”

Confira as críticas e siga o CinePOP no YouTube:

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O filme teve suas sessões LOTADAS nos EUA e arrecadou US$ 49 mil no dia de abertura da sexta-feira, apesar de ter sido exibido em apenas 7 cinemas em NY e Los Angeles.

Ainda Estou Aqui‘ teve uma média forte de US$ 7 mil por cinema. É uma raridade para filmes não ingleses – e muito menos latino-americanos.

No dia 14 de Fevereiro, o filme vai expandir para mais salas de cinemas nos EUA.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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‘Mentirosos’: SUSPENSE baseado no aclamado romance de E. Lockhart chega esta semana ao streaming!

Mentirosos‘, série de suspense baseada no romance homônimo de E. Lockhart, chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

A produção tem estreia agendada para o próximo dia 18 de junho na plataforma de streaming.

Na trama…

Os Sinclair, uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence – neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… Até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Candice Accola, Caitlin FitzGerald, David Morse, Emily Alyn Lind, Shubham Maheshwari, Esther MacGregor, Rahul Kohli e Joseph Zada.

Julie PlecCarina Adly MacKenzie entram como roteiristas e produtoras executivas. Emily Cummins e Lockhart ficam a encargo da produção executiva.

Nzingha Stewart comanda o episódio piloto.

Dan Aykroyd fala sobre o FUTURO da franquia ‘Caça-Fantasmas’: “Estou muito interessado em ver o que irá acontecer”

Desde seu primeiro filme em 1984, a franquia Caça-Fantasmas’ (‘Ghostbusters’) arrecadou mais de US$1,1 bilhão nas bilheterias mundiais e continua sendo revisitada mesmo décadas depois de seu lançamento oficial.

Embora o capítulo mais recente, Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’, não tenha encontrado o sucesso esperado, o roteirista Jason Reitman já comentou sobre o promissor futuro da saga e prometeu continuar a explorar esse universo da comédia e da ficção científica.

Recentemente, Dan Aykroyd, que interpretou o icônico Ray Stantz e escreveu os dois primeiros filmes com Harold Ramis, participou do podcast Talking Strange e disse que os fãs não devem descartar a possibilidade de mais aventuras dos Caça-Fantasmas no futuro.

“Bem, sim, com certeza poderíamos usar gosma rosa a qualquer momento”, disse Aykroyd quando questionado se o público veria mais da equipe com seus trajes de voo. “Veremos o que faremos em relação ao próximo filme dos Caça-Fantasmas, e haverá um”, ele confirmou. “É apenas uma questão de qual caminho seguiremos. Acho que, considerando as pessoas criativas do mundo em que vivemos hoje, como não levar em conta alguns dos comportamentos execráveis ​​da espécie humana?”.

Aykroyd acrescenta: “isso pode ser explorado. Talvez se manifeste em algum tipo de formação maligna. Não tenho certeza, sabe, Jason está trabalhando com a equipe criativa da Ghost Corps lá em Los Angeles. E estou muito interessado em ver o que irá acontecer”.

No mais recente filme da franquia, a família Spengler retorna ao icônico quartel de Nova York, onde os Caça-Fantasmas originais atuaram em seus anos de glória. Quando a descoberta de um artefato antigo desencadeia uma força maligna, novos e antigos Caça-Fantasmas precisam se unir para proteger seu lar e salvar o mundo de uma segunda era glacial.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Agora’ nos apresenta a uma iminente distopia social como uma das melhores peças do ano

Fazer arte nunca foi algo fácil, principalmente quando pensamos na falta de apoio e de incentivos às expressões artísticas no Brasil. Seja no cinema, na literatura ou no teatro, são vários os nomes que passam longe do radar mainstream, permanecendo na obscuridade por um tempo criminosamente longo antes de, com sorte, serem descobertos por obra do destino. E, em meio a inúmeras produções que despontam nos quatro cantos do nosso país, algumas delas são dotadas de uma profundidade marcante e que, através de uma irrequieta quietude, nos convidam a refletir sobre a falsa sensação de solidez que mascara uma sociedade marcada por rachaduras e fragilidade.

Esse é o caso da peça Agora. Em cartaz no Centro Cultural São Paulo (CCSP) até o dia 26 de abril, a produção autoral nos apresenta a uma distopia em que o tempo foi abolido e, em meio ao colapso iminente de tudo o que se conhece, uma pequena e peculiar loja de relógios tenta sobreviver, espremida entre uma epidemia de farmácias que domina a cidade e que oferece conforto e uma pseudo-solução aos destituídos do tempo. Sarah Lessa e Vitor Albuquerque encarnam os protagonistas dessa idiossincrática história e nos convidam para uma cíclica metalinguagem que nunca perde seu momento e sua contundência nos breve sessenta minutos de espetáculo.

Lessa e Albuquerque desenvolvem a peça dentro de uma peça, singrando pelas personalidades narradoras com que se apresentam ao público e pelas nostálgicas contrapartes que pertencem à loja de relógios e à efêmera ideia de permanência que ela representa. Borrando a linha divisória entre o passado e o presente e reafirmando a abolição da cronologia como a conhecemos da sociedade – e cuja mera menção já é motivo de repreensão -, o enredo assinado por Cecilia Ripoll não apenas abraça o conceito dessa ruptura com convenções abstratas, mas faz questão de uma metadiegese que explode em reflexões existencialistas, um humor ácido e pungente, e uma preocupação cênica que beira o espetáculo cinemático.

O projeto é de complexa digestão, mas não por ser prolixo ou rocambolesco, e sim por ressoar de diferentes maneiras com cada espectador, abrindo um leque considerável de possibilidades de compreensão que singra entre o individual e o universal. E, à medida que se expande como um reflexo intrincado da humanidade, a direção de Chia Rodriguez mergulha em um estudo de personagens que transforma a dupla de protagonistas em emblemáticas materializações da ruína social. O mais interessante é a maneira como ela se apropria de uma sombria fábula contemporânea que amalgama, sob um mesmo espectro, as pulsões do surrealismo e da performance.

O colapso do tempo se reflete na multiplicidade estética que se desenrola no palco: logo de início, Lessa e Albuquerque dançam pelo espaço em uma breve exploração da jocosidade circense que, de forma derradeira, prenuncia a agourenta atmosfera da qual a narrativa é tomada. A fragilidade humana é explorada, destarte, através do encontro entre comédia e drama, entre melancolia e suspense, em que os personagens se tornam reféns de um conceito que foi criada pelos próprios indivíduos e que, quando deixa de existir, leva consigo vestígios de uma civilização que transmuta numa velocidade inconsequente e incontrolável. A partir daí, constrói-se uma abertura para tratar sobre a contínua batalha contra o envelhecimento, em que o agora é vendido como método de contentamento compulsório e de controle.

A peça não tem medo de ser incisiva quando precisa, e faz isso de maneira exemplar com a química explosiva dos protagonistas: Albuquerque acompanha o ritmo do projeto em um crescendo interminável e que encontra o equilíbrio entre a soturnidade e o exagero até os segundos finais; Lessa, por sua vez, nos encanta com um magnetismo excepcional e uma habilidade camaleônica inexplicável que a faz tomar as rédeas do próprio enredo – do qual, inclusive, ficou responsável pela idealização e pela realização. Caminhando pela complacência de um passado que não existe e de um presente que escorre pelas mãos como grãos de areia, a dupla nos guia por uma desvanecida memorabília que os enclausura cada vez mais em um beco sem saída.

A vibrante e onírica imagética entra em exuberante conflito com a densa temática da história: Victor Paula, responsável pela direção de arte e pelo design gráfico, aposta em cores quentes e vibrantes que criam atrito com a complacência mandatória da cruel realidade em que os personagens se encontram; o desenho de luz assinado por Dimitri Luppi navega pela falsa sensação de estabilidade que dá espaço, pouco a pouco, para o torpor labiríntico do violeta e do dourado – tudo convergindo para a esplêndida trilha sonora de André Papi e para um primoroso e genial grand finale.

Mesmo com breves deslizes estruturais (como certos momentos longos de pausa e algumas deixar perdidas), Agora respira arte e mostra que o teatro brasileiro precisa de mais atenção, tanto nacional quanto internacional – não devendo nada a produções mainstream ao passo que deixa sua marca no cenário independente com um comprometimento inestimável.

Foto: André Nicolau

Warner Bros. pretende reiniciar o DCEU em dois universos separados

De acordo com o site We Got This Covered, foi informado que a Warner Bros. está trabalhando num reboot de todo o DCEU. Essencialmente, haverá dois universos separados a partir de agora. Primeiro, teremos as franquias que já começaram e, portanto, fazem parte do DCEU: ‘Mulher-Maravilha’, ‘Esquadrão Suicida’, ‘Aves de Rapina‘, etc. Ao que parece, no entanto, não haverá mais conectividade entre as sequências dessas franquias e os primeiros filmes do DCEU.

Todas os futuros filmes sem ligações com os que vieram antes ocorrerão em uma nova continuidade. Parece que essa ideia será iniciada com ‘The Batman‘ e com o filme da ‘Supergirl‘, também ambientado neste mesmo mundo. Como foi dito anteriormente, o filme vai introduzir um novo Superman, reiniciando a mitologia kryptoniana.

Também foi informado que os dois universos poderiam ser mesclados um dia, mas isso não é algo que o estúdio esteja procurando no momento.

Quanto ao ‘Joker‘, dirigido por Todd Phillips, esse será outro filme separado, sem relação com nenhum dos novos universos cinematográficos. Parece muito confuso, e realmente é. Só o futuro para mostrar como tudo isso vai funcionar

 

‘007’: Billie Eilish apoia Michael B. Jordan como o próximo James Bond

Agora que Daniel Craig está se aposentando da franquia ‘007‘, os fãs estão se perguntando quem poderia ocupar o posto como próximo James Bond no cinema.

Durante uma entrevista para o Movie Web, a cantora Billie Eilish foi questionada com a mesma pergunta, ao que ela respondeu:

Michael B. Jordan! Ele seria perfeito para o papel.”

Sua reposta foi uma surpresa e tanto, já que Jordan nunca havia sido mencionado como possível substituto de Craig.

Na lista de preferidos do público, já surgiram Richard Madden, Henry Cavill, Tom Hiddleston, Idris Elba, e até mesmo Tom Hardy.

E aí, quem você acha que deveria ser o próximo James Bond?

Lembrando que Eilish lançou a canção ‘No Time To Die‘ como parte da trilha sonora do nono filme da franquia.

Confira:

Billie ganhou fama e aclamação com o lançamento de seu álbum de estúdio ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que levou para casa o Grammy de Álbum do Ano na última edição da premiação.

A artista também tornou-se a mais jovem a ganhar as quatro estatuetas principais, incluindo Artista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano.

Com estreia agendada para 9 de abril de 2020, o longa marca o retorno de Daniel Craig ao papel do icônico personagem James Bond, de Ian Fleming – pela quinta e última vez.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

O último filme lançado – ‘007 Contra Spectre‘ – foi um sucesso global, abrindo em primeiro lugar em 81 territórios pelo mundo. O filme ainda quebrou recorde de bilheteria de todos os tempos no Reino Unido como a maior abertura em sete dias, com US$ 63,8 milhões. O longa anterior, ‘007 – Operação Skyfall‘, arrecadou US$ 1.1 bilhão em escala mundial.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Missão Impossível’: Tom Cruise queria que trailer revelasse spoiler do filme; Saiba mais!

*SPOILERS ABAIXO*

Quem prestou atenção nos trailers, e materiais promocionais em geral, não deve ter se surpreendido quando foi revelado que o personagem de Henry Cavill é o verdadeiro vilão do filme em ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘. Em entrevista ao CinemaBlend, o diretor Christopher McQuarrie revelou que a ideia de mostrar a reviravolta nos trailers foi ideia do próprio Tom Cruise.

“Ele disse: ‘Eis uma coisa que eu não quero: eu não quero que o público fique desapontado quando descobrir que ele é um vilão. Se nós vendermos a relação entre o Hunt e o Walker de forma errada, o público vai esperar que eles fiquem amigos no final. E se chegar no fim e eles ficarem desapontados, nós estamos acabados. No entanto, você pode criar essa dinâmica, mas deixe-os saber que isso não é o começo de uma bela amizade. Isso tudo vai terminar mal’. E ele estava certo. Os instintos dele estavam absolutamente certos.”

Missão Impossível: Efeito Fallout‘ se consagrou como o mais bem-sucedido filme da franquia no seu primeiro fim de semana no Brasil.

De quinta a domingo, o filme arrecadou sensacionais R$ 14,5 milhões e levou 773 mil espectadores aos cinemas, marcando a maior abertura da franquia e de um filme estrelado por Tom Cruise no país.

O filme também abriu em primeiro lugar nos EUA, com ótimos US$ 61,5 milhões, se tornando a maior abertura da franquia. O recorde pertencia a ‘Missão Impossível 2‘, com US$ 57,8 milhões. A sequência anterior, ‘Missão Impossível – Nação Secreta‘, estreou com US$ 55.5 milhões domésticos.

‘Missão: Impossível’: Conheça o ranking dos melhores filmes da franquia [Incluindo Efeito Fallout] 

Assista nossas entrevistas com o elenco:

O filme já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica: Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

 

‘Downton Abbey’: Filme baseado na série ganha novos cartazes INCRÍVEIS

O filme baseado na aclamada série ‘Downton Abbey’ ganhou quatro novos cartazes.

Confira:

A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 20 de setembro.

Já o público internacional receberá o longa com uma semana de antecedência, no dia 13 do mesmo mês.

Gareth Neame, o presidente da Carnival Films e produtor do filme, falou sobre o começo da produção:

“Estamos empolgados em começar o trabalho de fotografia deste aguardado filme e mais ainda por saber que estes amados personagens principais serão incrementados com a chegada de atores excepcionais, que interpretarão novos e únicos papéis na produção.”

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

A Fotografia

(The Photograph)

 

Elenco:

Chanté Adams

Issa Rae

Lakeith Stanfield

 

Direção: Stella Meghie

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 16 milhões

Estreia: 10 de Dezembro de 2020

Sinopse: 

Passado e presente se encontram em uma série de histórias de amor entrelaçadas.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Stella Meghie também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tainá Müller compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

A Netflix convidou a atriz Tainá Müller, que estrela a série brasileira ‘Bom dia, Verônica‘, para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada do suspense nacional ‘Bom Dia, Verônica‘ já está disponível na Netflix.

A série é baseada no romance homônimo de Ilana Casoy Raphael Montes.

Na história, Tainá Muller é Verônica, uma policial determinada e decidida a usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar em dois casos intrigantes e ajudar as vítimas a despertar contra a violência e a injustiça.

Camila MorgadoDu Moscovis completam o elenco.

Kenneth Branagh quer universo cinematográfico de Agatha Christie

O ator e diretor Kenneth Branagh está interessado em desenvolver um universo cinematográfico com os livros da escritora Agatha Christie.

Em uma entrevista recente à Associated Press, o protagonista e responsável pelo sucesso ‘Assassinato no Expresso Oriente’ pontuou que existe a possibilidade, principalmente considerando o pequeno mundo que a escritora criou em suas 66 obras.

Segundo ele:

“Acho que existem possibilidades, sabe? Com 66 livros, contos e peças, ela sempre gostou muito disso. Além disso, suas obras sempre trouxeram as pessoas para perto de forma inerente. E penso que assim como também temos a sensação de que há um mundo como o desenvolvido por Dickens, há um universo completo criado por ela. Alguns tipos de personagens e maneirismos específicos vivem nesse contexto, por isso que creio que há possibilidades reais”.

Embora Branagh ainda não tenha esse projeto consolidado pelas 20th Century Fox, é importante pontuar que o diretor já está desenvolvendo a sequência ‘Morte no Nilo’. Será que a partir da continuação teremos mais um universo cinematográfico?

O que vocês acham? Compartilhe conosco nos comentários!

 

Crítica Netflix | Paixão Obsessiva – Suspense causa mais risadas do que sustos

Barbie Psicótica

A esta altura você provavelmente está familiarizado com o termo ‘prazer culposo’. Caso contrário, ele se refere a qualquer coisa que gostemos mesmo não duvidando de sua falta de qualidade. No cinema o termo é muito usado para produções em sua maioria execradas pela patrulha do bom gosto, mas que terminam por cair nas graças de determinados grupos, se tornando cult. Na década de 1990, temos como exemplo disso produções como Showgirls (1995) e Anaconda (1997), hoje considerados bons filmes ruins.

Um filme pode nascer cult também, e muitas vezes ter consciência de toda a sua glória trash implícita. É o caso com este Paixão Obsessiva, novo lançamento da Netflix, que desde seus primórdios anunciava exatamente o que seria, prometendo uma pérola do cinema B. Para começar, o suspense usa como protagonistas Katherine Heigl e Rosario Dawson, duas atrizes talentosas, mas que não são exatamente o crème de la crème de Hollywood.

A trama é igualmente pra lá de batida, soando como algo que merecia lançamento direto em vídeo, ou como paródia do gênero ao qual pertence. Julia Banks (Dawson) é uma mulher moderna e bem sucedida, em vias de se casar. O prelúdio do matrimônio, no entanto, segue por caminhos tortuosos. Acontece que David (Geoff Stults), o noivo, tem em sua vida a ex-mulher Tessa (Katherine Heigl), e juntos são pais da pequena Lily (Isabella Kai Rice).

A loira gelada (Heigl) Hitchcockiana com esteroides vai gradativamente mostrando as garras e exibindo todo seu descontentamento com a nova relação do ex-marido, por quem ainda nutre sentimentos fortes. Temos aqui a justificativa básica, retratada na forma de uma conversa de boteco descompromissada, para os desvios de personalidade desta boneca psicopata: torturas psicológicas da mãe (papel da veterana Cheryl Ladd), que refletem na filha pequena (Rice).

Mas engana-se quem acha que os problemas acabam por aí. Julia (Dawson) também possui um passado secreto, na forma de um ex-namorado abusivo (Simon Kassianides), que, obviamente, irá voltar à tona em determinado momento, quando tudo se misturar nesta salada de frutas indigesta, mas nem por isso menos saborosa.

Para verdadeiramente apreciar Paixão Obsessiva você precisa ter o estado de espírito certo: mergulhar na galhofa, jogar qualquer sintoma de credibilidade pela janela, saber rir e degustar cada momento ridículo apresentado. Dá para fazer inclusive uma lista de itens a serem riscados dos famosos clichês do subgênero, como policiais tapados, o mocinho cego de tão ingênuo e a vilã que só falta gargalhar de suas maldades. Tessa deixa no chinelo personagens novelescas como Carminha (Adriana Esteves), de Avenida Brasil, e Nazaré Tedesco (Renata Sorrah), de Senhora do Destino.

Heigl, mais acostumada a interpretar mulheres doces em seus filmes (a maioria comédias românticas), parece ter se divertido muito ao trabalhar seu ‘lado negro’, caprichando na atuação caricata e exagerando na medida certa para o público pegar raiva de sua personagem pedante. Fosse no Brasil, Heigl correria até o risco de apanhar na rua, como acontece com alguns intérpretes de novelas por aqui.

É impossível pensar que tudo não é criado de forma consciente pelos roteiristas David Leslie Johnson (A Órfã) e Christina Hodson (Refém do Medo), e pela diretora Denise Di Novi – produtora veterana dos filmes de Tim Burton, estreando na direção. Os realizadores praticamente “piscam” para o público, sabendo exatamente o quão “sério” é o produto que entregam. No clímax, por exemplo, reparem nos trajes fantasmagóricos de Heigl, criando um misto de vilão de filme de terror com inimigo de filmes de super-herói. Inúmeras vezes senti vontade de aplaudir as cenas, entre uma gargalhada e outra. E o final… Digamos apenas que é glorioso. Já quem for assistir levando tudo a sério, está mais a perigo do que os personagens dentro do filme.

10 Blockbusters que continuam na boca dos fãs mesmo depois de 10 anos!

Alguns filmes têm o poder raro de permanecer vivos na memória e no coração dos fãs, mesmo após uma década ou mais desde seu lançamento. Eles vão além do entretenimento imediato, criando conexões emocionais profundas, seja pela história envolvente, personagens marcantes ou cenas icônicas que se tornam referências culturais. Esses filmes geram debates, inspirações e nostalgias que atravessam gerações, mantendo seu espaço especial em conversas, redes sociais e maratonas de cinema. A força dessas obras está em sua capacidade de tocar temas universais e inovar em suas narrativas, conquistando públicos novos e antigos.

Além disso, esses filmes frequentemente redefinem gêneros, estabelecem novos padrões de produção e marcam fases importantes na carreira de atores e diretores. Eles se tornam símbolos de épocas, refletindo tendências sociais, tecnológicas e artísticas que ressoam com o público. Seja através de trilhas sonoras inesquecíveis, efeitos visuais impressionantes ou mensagens impactantes, continuam a inspirar novas produções e a alimentar a paixão dos fãs. Essa longevidade é a prova do impacto duradouro que o cinema pode ter, transformando simples histórias em verdadeiros legados culturais.

Pensando nisso, resolvemos revisitar 10 blockbusters que continuam na boca dos fãs, mesmo após uma década. Confira abaixo.

Mad Max- Estrada da Fúria

Mad Max: Estrada da Fúria continua sendo assunto entre os fãs mesmo após 10 anos de seu lançamento, graças à sua ação visceral, estética única e direção impecável de George Miller. O filme redefiniu o gênero pós-apocalíptico com sequências eletrizantes, efeitos práticos impressionantes e personagens marcantes, como Furiosa, vivida por Charlize Theron. Sua narrativa frenética e visual arrojado renderam seis Oscars e o status de obra-prima moderna. Além disso, inspira debates sobre representatividade, empoderamento feminino e cinema de ação autoral. É um marco cultural que permanece vivo na memória coletiva dos cinéfilos.

Star Wars – O Despertar da Força

O Despertar da Forçacontinua sendo lembrado com carinho pelos fãs por ter revitalizado uma das sagas mais amadas do cinema. Dirigido por J.J. Abrams, o filme trouxe de volta personagens icônicos como Han Solo e Leia, enquanto apresentou novos heróis, como Rey, Finn e Poe, para uma nova geração. Com cenas épicas, batalhas espaciais e a emocionante reintrodução de Luke Skywalker, ele resgatou a nostalgia dos clássicos. Sua estreia quebrou recordes de bilheteria e reacendeu o entusiasmo pelo universo criado por George Lucas. Até hoje, segue sendo um marco no retorno triunfal de Star Wars às telonas. Pena que o que começou bem, terminou de forma, digamos, tão pouco inspirada.

Perdido em Marte

Perdido em Marteé outro que segue vivo na memória dos fãs mesmo após 10 anos, graças à sua mistura envolvente de ficção científica, humor e esperança. Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Matt Damon, o filme conta a história do astronauta Mark Watney, que luta para sobreviver sozinho em Marte após ser dado como morto por sua equipe. Com uma narrativa empolgante, efeitos visuais deslumbrantes e um tom otimista, conquistou público e crítica, recebendo prêmios e indicações ao Oscar. Sua mensagem sobre resiliência e trabalho em equipe continua inspirando. É um clássico moderno da ficção científica que ainda rende conversas e admiração.

Vingadores: Era de Ultron

Vingadores: Era de Ultronpode ter sido um dos filmes mais decepcionantes da Marvel, mas nesses 10 anos foi reavaliado e subiu no conceito dos fãs – que ainda falam sobre o vilão Ultron. O longa continua sendo lembrado pelos fãs por ter expandido ainda mais o universo cinematográfico da Marvel. Dirigido por Joss Whedon, o filme trouxe os heróis mais poderosos da Terra enfrentando Ultron, uma inteligência artificial que se volta contra a humanidade. Com cenas de ação épicas, novos personagens como Wanda Maximoff e Visão, além de conflitos internos entre os Vingadores, a trama marcou uma fase importante rumo à Guerra Infinita. Apesar de opiniões divididas, ele é essencial para entender a evolução do time e suas dinâmicas. Até hoje, é reverenciado como um capítulo crucial da saga Marvel.

Divertida Mente

Divertida Mente continua encantando o público graças à sua abordagem criativa e sensível sobre as emoções humanas. Produzido pela Pixar, o filme leva os espectadores a uma viagem pelo universo interno da mente de uma menina, onde personagens como Alegria, Tristeza e Raiva guiam suas decisões. Com animação vibrante, roteiro inteligente e uma mensagem profunda sobre aceitação e equilíbrio emocional, conquistou crítica e público, ganhando o Oscar de Melhor Animação. Sua capacidade de falar sobre sentimentos complexos de forma acessível faz com que permaneça relevante e querida. É uma obra-prima que emociona e diverte todas as idades até hoje. Ah sim, e deu origem à igualmente bem-sucedida continuação.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros permanece na memória dos fãs devido à sua ação empolgante e o retorno triunfante da franquia Jurassic Park. Dirigido por Colin Trevorrow, o filme reintroduziu os dinossauros em um parque temático moderno, mas com riscos inesperados quando uma criatura geneticamente modificada escapa, causando caos. Com efeitos visuais impressionantes e sequências eletrizantes, conquistou o público de todas as idades, renovando o interesse pela saga. Seu sucesso impulsionou uma nova trilogia e expandiu o universo dos dinossauros na cultura pop. Até hoje, é referência em entretenimento e aventura na tela grande. E como o Star Wars lançado naquele ano, se tornou o melhor capítulo de sua trilogia.

007 Contra Spectre

007 Contra Spectremarcou um capítulo importante na era de Daniel Craig como James Bond. O filme, dirigido por Sam Mendes, mergulha Bond em uma missão global para desmantelar a misteriosa organização Spectre, trazendo ação intensa, espionagem sofisticada e um toque emocional mais profundo para o icônico agente secreto. Com cenas espetaculares, reviravoltas intrigantes e o retorno de personagens marcantes, a produção solidificou a renovação da franquia. Seu estilo moderno, aliado à tradicional elegância de Bond, somou pontos para esta encarnação. Embora não seja o preferido de ninguém, se destaca pelos vilões – mas nem tanto Christoph Waltz como Blofeld, e sim mais por Dave Bautista como o letal Hinx, protagonista da melhor luta da era Craig.

Missão: Impossível – Nação Secreta

Sabemos que um filme é marcante quando continua sendo referenciado. Por exemplo, toda vez que você ouvir sobre as loucuras de Tom Cruise e suas proezas, certamente ouvirá que o astro se pendurou do lado de fora de um avião enquanto este decolava. E bem, foi neste filme que isso aconteceu. E logo na cena de abertura, mostrando que não tinha tempo a perder. Fora isso, o quinto ‘Missão: Impossível‘ foi o responsável por apresentar a melhor personagem feminina da franquia, a dúbia Ilsa Faust, interpretada com maestria pela subestimada Rebecca Ferguson. Uma pena que ela tenha perdido a serventia para Cruise no decorrer da franquia, até ser “morta” e substituída pela bem mais insossa Grace, vivida por Hayley Atwell.

Velozes e Furiosos 7

Deixamos o melhor por último. Ou por penúltimo. O que dizer do sétimo ‘Velozes e Furiosos‘ que não seja a emocionante despedida de Paul Walker. Mesmo quem não era fã da franquia, resolveu dar uma chance e saiu com os olhos “suando” do cinema. Foi também o primeiro filme da saga a render mais de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Também pudera, com um elo afetivo deste. Fora esse grande fator, tínhamos também a introdução do vilão Shaw, vivido por Jason Statham, que depois ganhou derivado próprio, e a graciosa Nathalie Emmanuel como a hacker Ramsey, que viraria uma favorita da equipe. A música “See You Again”, de Wiz Khalifa, virou sinônimo do filme, tocou sem parar e segue como hino da amizade.

Homem-Formiga

Tudo bem, ‘Homem-Formiga‘ é uma das “menores” franquias da Marvel, com o trocadilho sem perdão. É a sub-franquia menos rentável e menos, digamos, significativa de todas – sempre com uma trama em menor escala, que nunca possui grande repercussão no universo do MCU como um todo. E bem, parecia que eles haviam pego o jeito para a coisa, sempre com “o filme de assalto” do estúdio, assim como os filmes do ‘Homem-Aranha’ são centrados em escalas menores e mais urbanas. Afinal nem tudo precisa ter uma ameaça cósmica.

Porém, fica difícil defender o caso depois do horrendo ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (2023). Mas aqui falamos do primeiro, você lembra do hype? Depois da saída de Edgar Wright, muitos perderam o interesse, mas o resultado foi melhor que todos esperavam. Um ponto extremamente positivo e comentado na época foi ter Paul Rudd como o protagonista. E a sacada de mestre ao introduzir dois Homens-Formiga no mesmo filme, com o veterano Hank Pym já aposentado. Justamente por causa disso, o longa original ainda recebe muito carinho dos fãs.