Site Página 2566

Diretor revela qual seria a história de ‘Pantera Negra 2’ ANTES de Chadwick Boseman falecer

Em entrevista ao The New York Times, o diretor Ryan Coogler revelou que o plano original da sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ seria focar em uma emocionante jornada de pai e filho.

T’Challa iria tentar se reaproximar do seu filho, cujo primeiros cinco anos ele havia perdido após ter sido consumido pelo estalar de dedos do Thanos.

“No roteiro original, T’Challa seria um pai que foi forçado a ficar ausente por cinco anos da vida de seu filho. A primeira cena seria uma sequência animada. O público ouviria a Nakia falando com o Toussaint. Ela diria: ‘Diga-me o que você sabe sobre o seu pai’. Você ia perceber que o menino não sabe que o seu pai era o Pantera Negra. Ele nunca chegou a conhecê-lo, e Nakia havia se casado novamente com um cara haitiano. Então, a trama contaria para a noite de todos retornaram do blip. Você veria o T’Challa conhecendo o seu filho pela primeira vez.”

O roteiro teria saltado mais três anos para acompanhar a jornada de paternidade de T’Challa com seu filho de 8 anos.

“Nós tínhamos uma cenas incríveis para o Chad. Nosso codinome para o filme era ‘Férias de Verão’, e iria acompanhar o verão que o menino passaria com o seu pai. Em seu aniversário de 8 anos, eles fariam um ritual onde eles contemplariam a natureza, mas algo aconteceria e o T’Challa teria que salvar o mundo enquanto cuidava do seu filho.”

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Diretor compara sequência de ‘Guerra Mundial Z’ com ‘The Last of Us’

Em entrevista ao GQ UK, o diretor David Fincher (‘Garota Exemplar’) revelou detalhes sobre como seria a sequência engavetada de ‘Guerra Mundial Z‘, thriller pós-apocalíptico estrelado pelo Brad Pitt.

O cineasta declarou que a continuação teria um estilo parecido com ‘The Last of Us‘.

“A sequência seria um pouco como ‘The Last of Us’. Estou feliz que não seguimos em frente com a continuação, pois ‘The Last of Us’ tem muito mais espaço para explorar os mesmos temas.”

Ele completa, “Nós teríamos usado o pequeno parasita nos créditos de abertura, assim como eles fizeram na série.”

Quando perguntado se a sequência teria sido mais fiel ao origem escrito por Max Brooks, o cineasta declarou: “Não. Mas nós tivemos alguns discussões sobre isso.”

Para quem não sabe, a Paramount Pictures realmente planejou uma sequência com o retorno de Fincher e Brad Pitt, mas cancelou o projeto por que seria muito caro para o estúdio.

O primeiro filme teve um orçamento inicial de US$ 190 milhões, gerando ainda mais gastos devido às extensas refilmagens. Fincher prometeu que a sequência teria uma escala menor, mas aparentemente não foi o suficiente.

No entanto, os produtores Jeremy Kleiner e Dede Gardner disseram ao THR que uma sequência de ‘Guerra Mundial Z ainda pode acontecer, futuramente.

“Algum dia. Nós amamos o livro do Max Brooks. Nós amamos esse universo. Sentimos que não terminamos de explorar o mundo de ‘Guerra Mundial Z‘.”

Baseado no livro ‘Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks, o primeiro filme acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

Guerra Mundial Z‘ arrecadou saudáveis US$ 540 milhões mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.

‘The Morning Show’: Ator de ‘The Good Place’ se junta ao elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, William Jackson Harper (‘The Good Place’) entrou para o elenco da 4ª temporada do aclamado drama ‘The Morning Show‘.

Em caráter recorrente, o ator interpretará Ben, o confiante e inovador chefe de esportes da emissora.

Ele se juntará aos atores Marion CotillardJeremy IronsAaron Pierre, que já haviam sido previamente confirmados na nova temporada.

Vale lembrar que as filmagens do próximo ciclo já começaram. “Que os jogos da quarta temporada [de ‘The Morning Show’] comecem! Aqui vamos nós,” declarou a atriz Jennifer Aniston (‘Esposa de Mentirinha’) ao compartilhar uma imagem inédita dos bastidores da produção.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

As três primeiras temporadas estão disponíveis na Apple TV+.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam.

O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Jon Hamn, Billy Crudup, Juliana Margulies, Mark Duplass, Greta Lee e Jon Hamn.

Jessie terá destaque na trama de ‘Toy Story 5’, promete Tim Allen

Em entrevista ao WIVB, Tim Allen, dublador do icônico Buzz Lightyear, compartilhou novos detalhes sobre a trama da aguardada sequência ‘Toy Story 5‘.

O ator afirma que a Jessie terá grande destaque na narrativa do próximo filme. Dublada originalmente por Joan Cusack, a personagem foi introduzida no segundo filme da saga.

“Posso dizer que a trama [de ‘Toy Story 5’] será muito focada na Jessie. Eu e o Tom [Hanks] — que dubla o Woody — nos realinhamos. E há uma cena de abertura inacreditável com o Buzz Lightyear. Só posso contar dar isso; não posso revela nada mais.”

Anteriormente, o ator havia revelado que o próximo capítulo trará um confronto entre nossos brinquedos favoritos e a tecnologia: “Eu já comecei [o processo de dublagem]. Estou trabalhando no terceiro ato atualmente. É realmente impressionante o que eles fizeram. Há algo muito intrigante envolvendo o Buzz. Jessie está em apuros, e ela precisa de ajuda. É realmente legal.”

Toy Story 5‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de junho de 2026.

Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção, que contará com o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).

toy story 3

Crítica | Mapas para as Estrelas

A decadência da fama, as fortunas ganhas, o status que cada vez mais se torna transparente e uma eterna ponte para realização pessoal de alguns artistas. Como se estivesse com uma poderosa marreta nas mãos, o cineasta canadense David Cronenberg derruba a porta da mesmice e realiza um projeto que foge de qualquer conceito de normalidade. Contando com um ótimo elenco, com destaques para os ótimos Julianne Moore e John Cusack, o famoso diretor realiza uma crítica afiada e cheia de verdades sobre a atual indústria cinematográfica hollywoodiana.

mapa02

Na trama, conhecemos diversos personagens que por conta de um destino extremamente fictício, em meio ao modelo de família hollywoodiana, se interligam de maneira extrema. Tem a atriz jogada para escanteio pela indústria cinematográfica, um psicólogo que fez fortuna com livros de auto ajuda, um jovem astro infantil que adora se meter em uma polêmica e uma jovem com sérios problemas que acaba de ser liberada de um sanatório. Tem de tudo nesse filme: Dramas familiares, obsessões de todos os tipos, surtos psicóticos.

A construção de grande parte dos personagens é interessante. Dissimulados, excêntricos, desesperados, alucinados, tem de tudo um pouco. O elo de interseção de todas essas figuras cênicas é o intrigante mundo das celebridades. Esse projeto, às vezes, dá a impressão de ser um thriller sobrenatural psicótico, tamanha as cenas esquisitas que somos testemunhas. Os diálogos também merecem uma pequena referência: São sarcásticos e impressionam pela transparência de cada verdade mencionada e jogada no colo do espectador.

mapa03

Julianne Moore interpreta de forma fantástica sua complexa personagem Havana Segrand. Cheia de problemas de auto estima e inseguranças diversas, uma das protagonistas é uma das maiores criações de Moore nos últimos anos. Merecidamente, essa excelente atriz já levou neste ano o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes e já se coloca com grandes possibilidades de concorrer a uma vaga no próximo Oscar. O ponto negativo vem para Mia Wasikowska com sua Agatha Weiss e para Robert Pattinson e seu Jerome Fontana, ambos totalmente perdidos em algumas cenas. Parece que não conseguiram encontrar seus personagens dentro desse mapa para as estrelas.

Com muitas citações a artistas conhecidos do grande público e algumas situações que de fato aconteceram na realidade, Cronenberg utiliza a troca de perspectivas, entendemos os fatos relatados através dos olhos de vários personagens, o que resulta em um filme um tanto quanto complexo. É como se olhássemos pelo buraquinho da fechadura e enxergássemos um mundo nebulosamente fora de qualquer realidade conhecida onde todos buscam a sua própria liberdade.

 

 

Crítica | ‘O Último Respiro’ – Chegou no Prime Video uma narrativa intensa e carregada de tensão!

Baseado em uma história real que envolve uma das profissões mais perigosas do mundo, o longa-metragem O Último Respiro vai direto ao ponto, sem rodeios, ao reconstituir um resgate inacreditável – e até hoje considerado inexplicável – ocorrido a centenas de metros de profundidade no Mar do Norte. Sob a direção de Alex Parkinson, o filme conduz o espectador por uma narrativa intensa e cheia de tensão, onde o foco e a precisão exigidos pelo ofício se chocam com variáveis incontroláveis da natureza.

Ao longo de 93 minutos, acompanhamos a trajetória de Chris (Finn Cole), um mergulhador especializado em grandes profundidades, que é escalado para uma missão de manutenção em oleodutos submarinos, ao lado de Duncan (Woody Harrelson) e Dave (Simu Liu). Quando o navio que os leva começa a sofrer com o tempo ruim, Chris acaba ficando para trás com apenas 10 minutos de oxigênio emergencial restante. Correndo contra o tempo, Duncan, Dave e toda a equipe de comando no navio buscam soluções para trazê-lo de volta.

São 30 mil quilômetros de oleodutos – tubulações subaquáticas responsáveis pelo transporte de petróleo – cuja manutenção depende exclusivamente de mergulhadores de saturação, profissionais que passam longos períodos em grandes profundidades. Partindo desse cenário arriscado, o roteiro escolhe um recorte específico: uma intensa história de sobrevivência, que concentra seu foco no clímax e nas decisões cruciais de toda uma equipe, sem se aprofundar em muitas camadas narrativas.

Movimentando-se entre thriller e drama, uma fórmula eficiente acaba sendo imposta, indo direto ao centro de suas questões, algo que se difere de muitos outros filmes que retratam resgate e mostram o sopro da tentativa de sobrevivência. Soma-se a isso uma ótima direção e competentes atuações. O projeto, com cenas de tirar o fôlego, teve locações em Aberdeen (Escócia) e em Malta, tendo o auxílio do documentário Last Breath como referência – também dirigido por Parkinson (ao lado de Richard da Costa).

Essa história é algo até hoje sem muitas explicações científicas. A água fria e a mistura de gases com alta pressão parcial de oxigênio pode ser algo que explique o retorno intacto do mergulhador. Mas até os dias atuais esse resgate bem-sucedido é um dos grandes mistérios do mundo e aqui nessa obra, que chegou na Prime Video em 2025, vemos com real impacto todo o mix de emoções que trabalhadores numa das mais arriscadas profissões do mundo podem passar a qualquer momento do seu perigoso ofício.

Os Filmes dos Anos 80 que Prometeram Sequências que Nunca Vieram

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como O Poderoso Chefão II, Tubarão 2, O Exorcista II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action, com roteiro de David S. Goyer, e com o novo queridinho da geração Netflix, Noah Centineo, no papel de ambos Príncipe Adam e He-Man.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

De ‘Vingadores: Doutor Destino’ a ‘Minions e Monstos’ – Os 34 Filmes Mais ESPERADOS de 2026

Já estamos em março, e o cinema promete entregar MUITAS novidades em 2026. Após a estreia de ‘Pânico 7‘, que se tornou a maior abertura do ano nas bilheterias até aqui, separamos os Os 34 Filmes Mais ESPERADOS de 2026.

Confira a lista e marque as datas de estreias na sua agenda:

34) Minions e Monstros

As franquias derivadas ‘Meu Malvado Favorito’ e ‘Os Minions’ são bilionárias. Assim, não têm data para acabar tão cedo. Depois do quarto ‘Meu Malvado Favorito’, chega a vez do terceiro ‘Minions’ – ‘Minions e Monstros‘ – que certamente será um sucesso estrondoso com a criançada.
Estreia: 1º de julho (EUA).

33) Um Conto de Natal

Essa pode ser a grande volta por cima do astro Johnny Depp, relegado ao ostracismo após os escândalos de sua vida pessoal. Aqui temos a clássica obra ‘Uma História de Natal’, de Charles Dickens, transformada em filme de suspense pelas mãos de Ti West, o mesmo de ‘Pearl’. Depp vive o avarento Scrooge e o filme conta ainda com Ian McKellen, Daisy Ridley, Sam Claflin, Tramell Tillman, Rupert Grint e Andrea Riseborough.
Estreia: 13 de novembro (EUA).

32) How to Rob a Bank

Novo filme de David Leitch (‘Atômica’, ‘Deadpool 2’, ‘Hobbs and Shaw’, ‘Trem-Bala’ e ‘O Dublê’) sobre um grupo de assaltantes de banco que documentam seus feitos e exibem nas redes sociais, brincando de gato e rato com a polícia. Podemos esperar ação alucinada. No elenco, Nicholas Hoult, Zoë Kravitz, Anna Sawai e Pete Davidson.
Estreia: 4 de setembro (EUA).

31) Digger

Anteriormente conhecido como ‘Judy’, o agora intitulado ‘Digger’ acaba de receber seu primeiro teaser. Trata-se da primeira colaboração entre o diretor Alejandro Iñárritu (‘Birdman’ e ‘O Regresso’) e o astro Tom Cruise – que aparece irreconhecível (será ele mesmo?). No teaser ele aparece com uma pá. E é basicamente isso. A sinopse diz que o homem mais poderoso do mundo causa um desastre sem precedentes, mas parte para consertar e provar que pode ser o salvador da pátria.
Estreia: 2 de outubro (EUA).

30) A Rede Social 2

O que acontece quando o escritor de ‘A Rede Social’ resolve fazer uma continuação para seu próprio filme? Aaron Sorkin sai do roteiro e resolve dirigir também essa espécie de sequência, que irá focar no status atual do Facebook e das outras empresas sociais de Mark Zuckerberg (agora interpretado por Jeremy Strong). No elenco, a vencedora do Oscar Mikey Madison e Jeremy Allen White.
Estreia: 9 de outubro (EUA).

29) Super Mario Bros Galaxy

A animação de ‘Super Mario Bros’ entrou para o seleto clube do US$1 bilhão em arrecadação mundial há dois anos. Agora, resta saber se essa sequência irá encantar o público mais uma vez e arrecadar novos rios de dinheiro. E você, acha que vai bater US$1 bilhão de novo? A novidade aqui é a voz de Brie Larson como uma nova princesa, Rosalina. Os dubladores originais Chris Pratt, Jack Black e Anya Taylor-Joy também retornam.
Estreia: 2 de abril.

28) Evil Dead Burn

Em 2023, tivemos finalmente uma sequência da trilogia clássica ‘Uma Noite Alucinante’, de Sam Raimi. Porém, os novos filmes optaram pelo título original de ‘A Morte do Demônio’. O filme de 2023 levou o terror do ambiente rural, da famosa cabana na floresta, para um prédio no meio da cidade, e o clima urbano funcionou muito bem. É este filme que é continuado aqui, mesmo sem qualquer ligação com o anterior e seus personagens.
Estreia: 24 de julho.

27) Resident Evil

Falando em terror e mortos vivos, ‘Resident Evil’ será revivida mais uma vez. Agora, ao que tudo indica, da forma certa. Isto porque no roteiro e direção temos Zach Cregger, do sucesso absoluto deste ano ‘A Hora do Mal’. Veremos que maluquice ele irá aprontar com a franquia, no bom sentido. No elenco, Paul Walter Hauser e Kali Reis.
Estreia: 18 de setembro (EUA).

26) The Adventures of Cliff Booth

Brad Pitt ganhou um Oscar em 2020 por ‘Era uma Vez em Hollywood’, pelo papel do dublê Cliff Booth. Agora, o ator voltará ao papel que o consagrou. Essa sequência derivada com o personagem de Pitt ocorrerá oito anos depois de sua primeira aparição. Agora ele não será mais um dublê, e sim um “consertador” de bastidores em Hollywood. Quentin Tarantino não dirige, mas escreveu o roteiro. E deixou o comando para o amigo David Fincher. Ao que tudo indica esse será um lançamento da Netflix.
Estreia: ainda não divulgada.

25) Entrando Numa Fria 4

Ou também conhecido como ‘Entrando Numa Fria 4’. Aliás, você sabia que existia o três? Pois bem, ele foi lançado em 2010. Agora, dezesseis anos depois e toda a trupe está de volta, em especial Ben Stiller e Robert De Niro. Mas teremos espaço para Owen Wilson também. Bem que Dustin Hoffman e Barbra Streisand poderiam fazer pontas. A trama desta vez irá centrar no filho do personagem de Stiller e neto de De Niro – papel de Skyler Gisondo – que está para se casar com uma mulher dominadora, que não tem nada a ver com ele. Ariana Grande está no filme e provavelmente terá esse papel.
Estreia: 25 de novembro (EUA).

24) Mortal Kombat 2

Adiado de 2025 para 2026, os fãs poderão finalmente conferir Karl Urban no papel do egocêntrico e canastrão Johnny Cage, astro de filmes de ação. Apesar de um pouco velho para o papel, Urban promete não fazer feio e já exalou carisma nos trailers. Outras novidades no elenco são Tati Gabrielle como Jade e Adeline Rudolph como Kitana.
Estreia: 7 de maio.

23) Street Fighter

Mortal Kombat’ não será o único jogo de luta famoso a ser adaptado em nova versão para os cinemas. O mais famoso de todos, ‘Street Fighter’ também ganhará uma nova adaptação. Mais fiel ao visual dos personagens e prometendo ação insana, já ganhamos inclusive um teaser que, bem, dividiu opiniões. Mais legal é o poster de Jason Momoa como Blanka, o brasileiro animalesco mais famoso da cultura pop.
Estreia: 15 de outubro.

22) Casamento Sangrento: A Viúva

Cult por excelência, o primeiro ‘Casamento Sangrento’ rapidamente caiu no gosto dos fãs do cinema de gênero, em especial terror, suspense e fantasia. Fora isso, colocou o nome dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett no mapa. Desde então a dupla conhecida como Radio Silence dirigiu ‘Pânico 5’ e ‘Pânico 6’, além de ‘Abigail’. Agora, o duo volta ao filme que os consagrou para uma sequência, que já chama atenção. Samara Weaving retorna para chutar traseiros, e traz a tiracolo sua irmã mais nova (Kathryn Newton). Na nova caçada, o time de vilões tem Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy (com direito a uma estaca) e Elijah Wood, o eterno Frodo.
Estreia: 9 de abril.

21) Clayface

Um dos filmes mais inusitados desta nova fase da DC no cinema, esta é a produção focada em um vilão secundário do Batman, conhecido como ‘Cara de Barro’. O filme é vendido como uma obra de terror com o selo da casa – e a prova disso é o roteiro e produção do especialista do gênero Mike Flanagan.
Estreia: 11 de setembro (EUA).

 

20) O Mandaloriano e Grogu

Star Wars’ não lança um filme nos cinemas desde 2019. Mas isso promete mudar em 2026. Tudo bem que o sentimento de muitos é: “nada mais é do que um longo episódio de uma série de TV”, já que é baseado em um programa da Disney+. Mas a verdade é que ainda se trata de Star Wars no cinema – e esta é a forma da Disney mesclar ainda mais os universos das telinhas e das telonas – já que anteriormente só os personagens dos filmes haviam aparecido nas séries. Agora teremos o contrário. Os fãs sedentos por algo novo de Star Wars certamente comprarão a ideia.
Estreia: 21 de maio (EUA).

 

19) A Noiva!

Outro filme com pegada feminina, temos aqui a reimaginação do clássico ‘A Noiva de Frankenstein’ – ao que indica pelo trailer, levado ao universo dos anos 1930 e dos filmes de gângster. Jessie Buckley é a noiva da criatura e Christian Bale vive o famoso mostro. O elenco traz ainda Jake Gyllenhaal, Penélope Cruz e Annette Bening, e a direção é de Maggie Gyllenhaal.
Estreia: 5 de março.

18) The Dog Stars

Agora chegam à lista duas ficções científicas de grandes proporções. A primeira é esta, que é o novo trabalho do veterano Ridley Scott. A trama, baseada no livro de Peter Heller, mostra um futuro devastado após um vírus eliminar grande parte da humanidade. Agora, os sobreviventes precisam enfrentar cruéis grupos de saqueadores – no estilo Mad Max. No meio disso, acompanhamos o protagonista Hig (Jacob Elordi), um piloto de passado trágico. O elenco ainda conta com Margaret Qualley, Josh Brolin, Guy Pearce e Benedict Wong.
Estreia: 27 de março (EUA).

17) Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita

A franquia ‘Jogos Vorazes’ se tornou um dos fenômenos do cinema na década passada e fez da jovem Jennifer Lawrence uma estrela de renome internacional. Depois dos quatro primeiros filmes, ganharíamos uma pré-sequência em 2023, estrelada por Rachel Zegler e participação de Viola Davis, Peter Dinklage e Hunter Schafer. O novo filme dará outro salto no tempo e terá os atores Ralph Fiennes, Glenn Close, Jesse Plemons, Elle Fanning, Maya Hawke e Mckenna Grace em papeis de destaque. Ah sim, e os retornos de Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson como Katniss e Peeta.
Estreia: 20 de novembro (EUA).

16) Moana

Fórmula para gerar dinheiro, ‘Moana’ será a próxima animação da Disney a ganhar versão em live-action. Antes, os filmes que viravam carne e osso eram os antigos do estúdio. Mas ‘Moana’ vai fazer 10 anos ainda. E acabou de ganhar uma continuação bilionária ano passado. Alguém duvida que esse live-action também será bilionário? E alguém duvida que teremos ‘Moana 3’ em versão animada em breve?
Estreia: 10 de julho (EUA).

15) Toy Story 5

Por falar em fábrica de dinheiro, a franquia ‘Toy Story’ ainda é a número 1 das animações da Disney. Os seus dois últimos exemplares, o três e o quatro, adentraram o seleto grupo do clube do bilhão. Meta que o quinto também busca atingir. Desta vez a ameaça bem moderna são os tablets, nova paixão dos pequenos pelo mundo, menosprezando os brinquedos.
Estreia: 18 de junho.

14) Todo Mundo em Pânico 6

Até mesmo a franquia de humor escrachado ‘Todo Mundo em Pânico’ irá encontrar espaço ano que vem e planeja um retorno em grande estilo. Este ano, ‘Corra que a Polícia Vem Aí’ ganhou nova versão e teve um resultado favorável. Assim, o caminho está trilhado para o longa que parodia famosos filmes de terror. Os realizadores originais vão voltar, assim como todo o elenco principal dos primeiros filmes. Agora resta saber quais filmes irão parodiar. Um chute: ‘Pecadores’ e ‘A Hora do Mal’ precisam estar entre os selecionados.
Estreia: 12 de junho (EUA).

13) Da Magia à Sedução 2

Outros dois filmes de pegada feminina irão ganhar continuações tardias. O primeiro é saído lá dos anos 90. ‘Da Magia à Sedução’, de 1998, uniu em tela Sandra Bullock e Nicole Kidman no auge de suas popularidades – como duas irmãs bem diferentes, vindas de uma família de bruxas. Agora, décadas depois, teremos a sequência com ambas retornando, além das veteranas Dianne Wiest e Stockard Channing, e as adições de Joey King, Maisie Williams e Xolo Maridueña.
Estreia: 18 de setembro (EUA).

12) O Diabo Veste Prada 2

Outra produção feminina bastante cultuada é ‘O Diabo Veste Prada’. O público simplesmente adora o longa estrelado por Meryl Streep, como a severa Miranda Priestly. Assim, o hype está criado para a sequência, que não apenas traz Streep de volta ao seu papel consagrado, como também a dupla formada por Anne Hathaway e Emily Blunt (que ganhará mais destaque na sequência). As adições ao elenco ficam por conta de Sydney Sweeney, Lady Gaga e Lucy Liu.
Estreia: 1º de maio (EUA) – o dia do trabalho.

11) Narnia

Todos nós sabemos o fenômeno que foi ‘Barbie’. Grande parte deste sucesso podemos creditar à direção de Greta Gerwig, uma cineasta que vem emplacando um sucesso após o outro – desde ‘Lady Bird’, passando por ‘Adoráveis Mulheres’. Seu maior passo na carreira será com a nova adaptação de ‘As Crônicas de Nárnia’, do autor C.S. Lewis. Mas Gerwig não começará pelo mesmo livro de novo, e sim por uma pré-sequência, já que as fontes do autor são as mais variadas. Em uma parceria com a Netflix, a diretora exigiu que o blockbuster tivesse lançamento no cinema e conseguiu o que queria. No elenco, Daniel Craig, Emma Mackey, Carey Mulligan e, dizem, Meryl Streep.
Estreia: 26 de novembro.

10) Dia D

Agora chegamos ao tão esperado ‘Top 10’ do ano. Começando pela nova produção de um certo Steven Spielberg. O filme chegou a se chamar ‘The Dish’ temporariamente, mas teve seu verdadeiro título divulgado há pouco tempo. ‘Dia D’ (ou Disclosure Day no original) é o novo filme de invasão alienígena do diretor, e imediatamente captamos traços de ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ e ‘Guerra dos Mundos’ – o diretor adora o tema. Aqui, a invasão parece afetar a fauna de nosso planeta. No elenco, Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Colman Domingo e Wyatt Russell.
Estreia: 11 de junho.

09) Jumanji 3

Jumanji’ é uma franquia praticamente bilionária, e isso jamais deve ser subestimado dentro da indústria de Hollywood. Uma aula de reboot bem-sucedido, a reimaginação do clássico de 30 anos atrás foi ainda mais longe que o original quando o assunto é bilheteria e o carinho do público. O primeiro, de 2017, fez US$962 milhões, e a sequência imediata de 2019 fez US$801 milhões. De forma sábia, o estúdio deixou a franquia descansar para que o público sentisse falta dela. E com a promessa de ser o último episódio, essa pode ser a chance de bater US$1 bilhão.
Estreia: 11 de dezembro (EUA).

08) Devoradores de Estrelas

Duas ficções científicas grandiosas, baseadas em livros de sucesso, diretores renomados e grande elenco. E mais, ambas serão lançadas em um intervalo de uma semana – isto é, se nenhuma mudar seu calendário. Aqui, baseado em um livro de Andy Weir (o mesmo de ‘Perdido em Marte’), temos o futuro da raça humana ameaçada. Cabe a um professor de ciência transformado em astronauta (Ryan Gosling) a missão de descobrir por que o sol está morrendo. Ele encontrará um alienígena com a mesma missão, em sua jornada. Phil Lord e Christopher Miller dirigem.
Estreia: 19 de março.

07) Mestres do Universo

Você já ouviu falar de ‘He-Man’? Os mais novos talvez não conheçam muito, e mesmo os que já ouviram falar, não teriam como dimensionar o que foi a febre do herói nos anos 80. Tudo começou com uma linha de bonecos e depois ganharia popularidade extrema com um desenho animado que marcou toda uma geração. ‘He-Man’ já teve inclusive um filme, mas terminou não agradando muito em 1987. Agora é prometida a versão que irá mudar tudo isso. Um blockbuster com um elenco renomado e o mesmo diretor de ‘Kubo e as Cordas Mágicas’ e ‘Bumblebee’. Estamos esperançosos.
Estreia: 5 de junho.

06) Supergirl

Se souberem fazer da maneira correta, ‘Supergirl’ pode vir a ser o ‘Barbie’ dos filmes de super-heróis. Já pensou? Quem não iria querer um sucesso desse nível. Mas precisamos deixar a expectativa diminuir, pois esse ainda é um filme de super-heróis, por mais que seja protagonizado por uma loirinha, o que já elimina grande parte do público feminino. O filme, por outro lado, tem tudo para seguir os passos do primo ‘Superman’, já que é a segunda obra do recém-montado novo universo DC. Milly Alcock tem carisma e Jason Momoa promete roubar a cena como Lobo. A direção é de Craig Gillespie, de ‘Eu, Tonya’ e ‘Cruella’.
Estreia: 26 de junho (EUA).

05) Michael

Agora chegamos ao top 5 com o que promete ser a melhor biografia musical de todos os tempos. O motivo para isso? O tema da biografia. Nenhum outro senão o rei do pop Michael Jackson. Incomparável em sua arte, Michael não é um cantor antigo demais para ser reconhecido pelas novas gerações – assim podendo atingir todo tipo de público. Quem interpreta o protagonista é o sobrinho do ícone, Jaafar Jackson, filho de Jermaine, irmão de Michael, e um dos integrantes do Jackson 5. Muitos acreditam que o filme terá apelo mundial e chegará à marca de US$1 bilhão em bilheterias. A direção é de Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’), em seu primeiro filme neste gênero.
Estreia: 24 de abril.

04) Duna – Parte 3

A jovem estrela Zendaya vem se consolidando como um dos maiores nomes femininos da indústria na atualidade. Não duvidamos que em breve ela terá seu próprio Oscar. Depois de seu impressionante desempenho em ‘Rivais’, ela passou 2025 sem dar as caras. Mas irá retornar em grande estilo ano que vem, entregando diversas superproduções – e poderá sair até mesmo com prêmios. Isso porque ela já abre o ano com o romance ‘The Drama’, ao lado de Robert Pattinson. Mas aqui iremos falar de sua participação no terceiro ‘Duna’, de Denis Villeneuve, novamente no papel Chani, ao lado de Timothée Chalamet e grande elenco. Na parte das adições, Anya Taylor-Joy, Florence Pugh, e veja só, Robert Pattinson como Scytale, o vilão do novo filme.
Estreia: 18 de dezembro (EUA).

03) A Odisseia

Olha ela aí de novo. Zendaya reaparece na lista, agora trabalhando com outro mestre da atualidade: Christopher Nolan. Em seu mais recente épico, Nolan conseguiu escalar um verdadeiro elenco estelar. O papel da atriz, no entanto, deve ser menor aqui, já que precisará abrir espaço para gente como Matt Damon (o protagonista), Anne Hathaway, Robert Pattinson (ele de novo também), Charlize Theron, Lupita Nyong’o, Mia Goth, Jon Bernthal, Elliot Page, entre outros. Ah sim, e do companheiro da atriz na vida real, Tom Holland. O filme, é claro, é baseado no épico poema ‘A Ilíada’, de Homero, sobre a jornada de Odisseu para casa, ao lado de seus homens. E a aventura mística que será esse retorno.
Estreia: 17 de julho (EUA).

02) Homem-Aranha: Um Novo Dia

Ainda não terminamos de falar de Zendaya, pois é, em 2026 ela estará em todo lugar. Isso porque nem falamos da série ‘Euphoria’, da HBO Max, que retorna para sua terceira (e ao que tudo indica, última temporada); série esta que viu aflorar talentos como Sydney Sweeney e Jacob Elordi também. Ah sim, em 2027 ela chega como a voz de Felicia, a filha do ogro Shrek no quinto filme. Mas antes disso iremos falar do quarto filme do ‘Homem-Aranha’ nesta encarnação de Tom Holland. A atriz tem participação garantida como MJ. Depois de ‘Sem Volta para Casa’ e a união dos três Homem-Aranha (Tobey Maguire e Andrew Garfield), como a Marvel iria superar isso? Bem, ela vai tentar com ‘Um Novo Dia’, que promete ser menos megalomaníaco (será?) e trará O Justiceiro (Jon Bernthal), o Hulk (Mark Ruffalo) e os vilões Tombstone e Escorpião. Ah sim, e ainda teremos Sadie Sink (de ‘Stranger Things) e Tramell Tillman (de ‘Ruputa’) em papeis não divulgados.
Estreia: 31 de julho (EUA).

01) Vingadores: Doutor Destino

O primeiro lugar não poderia ser outro. Em uma terra de gigantes, o quinto filme dos ‘Vingadores’, a maior franquia do cinema na atualidade, promete ser o grande lançamento do ano. Tudo bem que a Marvel não se encontra no melhor lugar neste momento, mas vencer cura tudo, e o empenho é para que esta seja a sua tão sonhada vitória nestes tempos difíceis. Para isso, trouxeram Robert Downey Jr. de volta, desta vez no papel do vilão máximo Doutor Destino. E já foi divulgado que Chris Evans também retornará como Steve Rogers. Fora isso, teremos o Quarteto Fantástico, os Thunderbolts, Thor, Loki e os X-Men lá da Fox, entre outros. Se isso não é hype. Em 2026, até o momento, a Marvel só lançará dois filmes – mas está se certificando de que sejam os filmes certos e que farão muito barulho.
Estreia: 18 de dezembro (EUA).

‘Aquaman’ ganha novo comercial cheio de ação; Assista!

A Warner Bros. divulgou um novo comercial de ‘Aquaman‘.

Confira:

James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2‘ ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. Infelizmente, considerando o ritmo lento de sua arrecadação, o longa deve enfrentar dificuldades para alcançar até mesmo metade da bilheteria do filme original (US$ 875.5m).

Nos EUA, a produção acumula US$ 131.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 91.8 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 223 milhões mundialmente.

Dirigido por Chris Renaud (‘Meu Malvado Favorito‘), o filme tem roteiro de Brian Lynch (‘Minions‘).

Na sequência, Max (dublado por Danton Mello) está lidando não tão bem com algumas mudanças da vida. Agora com Liam na casa, ele passa boa parte do tempo preocupado e desenvolve um tique nervoso. Ao viajar para um fazenda, sua ansiedade fica ainda maior em contato com animais que ele não conhecia. Enquanto isso, Gigi assume papel de mãe e tenta resgatar o brinquedo favorito de Max em uma casa repleta de gatos pouco amistosos. E o fofo Bola de Neve lida com seus delírios de grandeza na pele de um super-herói. Será que Max, Bola de Neve, Gigi e o resto ta turma terão coragem suficiente para encarar seus maiores temores?

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Bloodshot’ tem fraco desempenho nas bilheterias por causa do coronavirus

Estreando muito abaixo das expectativas, a adaptação de Bloodshot arrecadou apenas US$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

No mercado internacional, a produção se saiu um pouco melhor, com US$ 15.1 milhões através de 50 mercados (conquistando o topo em metade deles), totalizando uma estreia global de US$ 25.6 milhões.

É um começo morno para uma produção que custou US$ 45 milhões.

Sobre o resultado abaixo do esperado, a Sony Pictures declarou que foi causado por uma “época desafiadora, marcada pelo fechamento de diversos cinemas em múltiplos mercados”.

O público deu ao longa uma nota B.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

Jovens participam de jogo mortal no trailer de ‘Alice in Borderland’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o novo trailer de sua nova série de suspense, intitulada ‘Alice in Borderland‘.

Confira:

A série foi dirigida por Shinsuke Sato.

Um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

A primeira temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

‘Mosquito State’: Thriller psicológico ganha novo clipe inquietante; Confira!

O suspense psicológico ‘Mosquito State‘ ganhou o primeiro clipe.

Confira:

Filip Jan Rymsza é responsável pela direção.

“Isolado em sua austera cobertura com vista para o Central Park, o obsessivo analista de dados da Wall Street Richard Boca (Beau Knapp) vê padrões sinistros: seus modelos de computador estão se comportando de maneira irregular, assim como os enxames de mosquitos se reproduzindo em seu apartamento, uma infestação que acompanha seu colapso psicológico.”

“Na Wall Street, eles são chamados de ‘quants’ – os intensos analistas de dados cujas proezas matemáticas podem fazer a diferença entre uma fortuna e um fracasso. Consumido com seu trabalho, Richard não costuma sair de seu escritório ou apartamento. Mas quando Richard decide ir a uma festa da empresa, ele nota duas coisas: a misteriosa Lena (Charlotte Vega) e um mosquito incômodo, que se enraízam em sua mente, alterando profundamente sua existência.”

O suspense será lançado pelo Shudder no dia 26 de agosto.

‘O Homem do Norte’ é ACLAMADO pelos críticos; Confira as reações!

Apesar de só estrear daqui a duas semanas – no dia 21 de abril –, as primeiras reações dos críticos sobre o épico ‘O Homem do Norte‘, próximo filme do aclamado diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’), já foram divulgadas.

As críticas aclamam a produção, destacando a incrível performance de Alexander Skarsgård, a impressionante cinematografia e as cenas viscerais de violência.

Confira as reações:

“Sou uma grande fã de Robert Eggers há anos, mas ‘O Homem do Norte’ é a sua verdadeira obra-prima. Brutal, destemido e audacioso, parece o tipo de épico cinematográfico que não vemos mais ultimamente.”

O Homem do Norte é o melhor filme do Robert Eggers até o momento. A cinematografia impressionante prepara o cenário para a fusão perfeita da mitologia nórdica com a realidade brutal da história viking.”

“É um filme assustadoramente visceral e tenso. Você não conseguirá desviar os olhos desse conto de vingança sangrento. Alexander Skarsgård está uma fera. Nicole Kidman tem algumas cenas que me surpreenderam. É um filme ousado e diabólico.”

O Homem do Norte é cruel e imperdoavelmente bom. É uma conquista impressionante. Alexander Skarsgård traz uma performance insana. O homem se transforma em animal. Robert Eggers entrega um filme violento, tenso e imersivo. É muito bem feito.”

O Homem do Norte é brutal. É muito primitivo, selvagem e visceral, com uma cinematografia impressionante e uma trilha sonora que parece um grito de guerra. Robert Eggers continua a surpreender.”

“Uau. O Homem do Norte é incrível. Robert Eggers em seu melhor trabalho. Os rumores sobre interferências do estúdio foram altamente exagerados; este é puramente um filme de Eggers. É realmente um milagre que este filme exista.”

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama segue um príncipe viking que não vai parar por nada para vingar seu pai assassinado.

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-Joy, Ethan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

‘Babilônia’ registra estreia MENOR que ‘Cats’ e FRACASSA nas bilheterias

Enfrentando a forte concorrência de ‘Avatar: O Caminho da Água‘ e ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘, ‘Babilônia‘, novo filme escrito e dirigido por Damien Chazelle (‘La La Land’), fracassou nas bilheterias com uma estreia doméstica de apenas US$ 5.3 milhões no final de semana estendido.

Babilônia‘ arrecadou US$ 3.6 milhões em seus três primeiros dias no país. Para termos de comparação, o resultado representa pouco mais da METADE da estreia da infame adaptação de ‘Cats‘ (US$6.6M) – que acabou se tornando um dos maiores fracassos de 2019.

Além disso, o filme estrelado pela Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) e Brad Pitt (‘Sr & Sra Smith’) também não parece ter agradado o público, tendo recebido uma baixa nota C+ no CinemaScore.

Com um grande orçamento em torno de US$ 70-80 milhões, o longa de Damien Chazelle deve dar um enorme prejuízo ao estúdio.

Vale destacar que a produção ainda será lançada no mercado internacional. O longa está previsto para estrear em 58 mercados a partir de janeiro, incluindo França (18 de janeiro); Brasil, Alemanha, México e Austrália (19 de janeiro); Reino Unido (23 de janeiro); Coreia (2 de fevereiro); e Japão (10 de fevereiro).

Ambientada numa Los Angeles da década de 1920, a narrativa traz uma história de ambição e excessos desmedidos, acompanhando a ascensão e a queda dos personagens durante uma era de decadência desenfreada e depravação em uma jovem Hollywood.

Chloe FinemanJeff Garlin, Troy Metcalf, Diego Calva, Jovan Adepo, Li Jun LiKatherine Waterston, Olivia Wilde, Spike Jonze, Phoebe Tonkin, Max Minghella, Lukas Haas, Flea, Rory Scovel, Eric Roberts, PJ Byrne e Damon Gupton também fazem parte do projeto.

Vale lembrar que Robbie substituiu Emma Stone, que teve conflitos de agenda por causa de sua gravidez e de outros projetos que irá filmar no próximo ano.

A atriz viveria Clara Bow, a primeira it girl da indústria do entretenimento.

Pitt dará vida a uma estrela de filme fictícia que luta para fazer a transição para os filmes falados, conhecidos como talkies. Seu papel será livremente baseado em John Gilbert.

Olivia HamiltonMatt Plouffe, MaguireMarc Platt entram como produtores.

 

Todos mentem no trailer da 3ª temporada de ‘Power Book III: Raising Kanan’; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série ‘Power Book III: Raising Kanan‘.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 1º de dezembro.

Criada por Sascha Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

Guerra e rivalidade no novo trailer de ‘Transformers: O Início’; Confira DUBLADO e LEGENDADO!

Paramount Pictures divulgou o novo trailer da animação ‘Transformers: O Início‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de setembro.

Na produção, Chris Hemsworth dubla Optimus Prime, enquanto Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) interpreta Elita.

20240724 111437

Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers One‘ promete trazer uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.

A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.

Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$ 4,3 bilhões.

‘Clean Slate’: Comédia com Laverne Cox é CANCELADA após uma temporada

Prime Video cancelou oficialmente a série ‘Clean Slate‘, comédia estrelada por Laverne Cox (‘Orange Is the New Black’), depois de apenas uma temporada.

“Não vamos sentar e fingir que somos a primeira série a ser cancelada,” declararam Cox, o ator George Wallace e o criador Dan Ewen em comunicado oficial ao Deadline. “De fato, já devem ter cancelado quatro outras séries enquanto vocês leem isso. Nós apenas agradecemos à Sony e Amazon em nome da produção. Foi um privilégio e uma alegria enorme trabalhar nesta esfera criativa, contando uma história tão importante. Vocês ajudaram a tornar tudo isso possível.”

A trama acompanha Harry, um antigo proprietário de um lava-rápido no Alabama que tem muito a fazer quando a criança que ele pensava ser um filho retorna como uma orgulhosa mulher trans, Desiree. Sua volta para casa reúne um elenco hilariante de amigos, colegas de trabalho e interesses amorosos, enquanto Desiree e Harry tentam acertar na segunda vez.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi produzida pelo saudoso e icônico Norman Lear, que faleceu no final de 2023.

D.K. UzoukwuTelma HopkinsJay WilkisonNorah Murphy também fazem parte do elenco.

Crítica | Boyhood – Da Infância à Juventude

Quando chegadas e partidas estão lado a lado, avalie profundamente mas continue corajoso. O novo e brilhante trabalho do experiente cineasta Richard Linklater, é um dos filmes que mais demoraram pra ficar prontos da história do cinema, exatos 12 anos! Mais toda a espera valeu a pena! Contando a trajetória de um menino, da infância à adolescência, Linklater brinda os cinéfilos com uma história rica em verdades e questionamentos profundos sobre toda uma sociedade que variou seu modo de pensar ao longo de toda uma década. Um trabalho inesquecível, absolutamente genial!

4download.php copy.JPG

Ao longo de 165 minutos de filme, acompanhamos um grande período da vida de Mason (Ellar Coltrane), um menino sonhador que vive com sua batalhadora mãe e sua irmã em um bairro de classe média nos Estados Unidos. A figura do pai de Mason, interpretado por um inspirado Ethan Hawke, volta e meia aparece na história, praticamente um porto seguro para o protagonista, para quem desabafa suas alegrias e tem coragem para dividir suas angústias. Assim, ao longo de toda sua infância e adolescência, Mason vai se descobrindo e começa a projetar quem vai ser no futuro.

Com uma abertura inspiradora, ao som da música Yellow da banda britânica Coldplay, essa linda fita fala sobre relacionamentos familiares, sexualidade, primeiro amor, Beatles, e outros, que geram diálogos maravilhosos, contundentes, onde o público interage quase sempre. As variações desse drama são muito dinâmicas, vai do inusitado dedo podre da mãe de Mason escolhendo sempre maridos problemáticos com bebidas, até a relação com o pai, cheio de argumentos criativos que mostram verdades comoventes.

boyhood2

As argumentações/pensamentos sobre a era das redes sociais vira um contraponto aos olhos do protagonista. Mason chega a ser um anti-herói da comunicação, introspectivo e vivendo em um mundo criado por ele, possui dificuldades em se abrir para os outros. Se achando diferente em muitos momentos, se joga profundamente em uma jornada de autodescoberta principalmente quando cresce e ganha mais liberdade para enxergar o que quer do mundo que vive.

Com uma trilha sonora absurdamente bem encaixada (cada canção adiciona muito em cada cena), personagens levados ao seu máximo por um elenco talentoso, um roteiro que beira à perfeição e uma direção digna de todos os prêmios que o mundo do cinema pode oferecer, Boyhood – Da Infância à Juventude vai demorar para sair da nossa memória, causa um impacto gigante em nossos corações. Seguindo os mandamentos desta história, não se esqueça que a vida é feita de momentos. Por isso pule, brinque, chore, ria. Não perca um segundo, viva!

10 blockbusters que sobrevivem no imaginário popular, geração após geração!

Alguns filmes são tão marcantes que atravessam gerações, sustentados pelo poder do boca a boca e pela força de suas histórias. Cenas inesquecíveis, diálogos que se tornam referência, temas que permanecem atuais e atuações memoráveis — cada um desses elementos pode ser decisivo para que uma obra jamais seja esquecida. Pensando em alguns desses projetos, segue abaixo um listão com 10 blockbusters que sobrevivem no imaginário de geração para geração!

 

ET – O Extraterrestre

Disponível em diversos streamings, esse é um dos grandes clássicos do cinema. Dirigido pelo genial Steven Spielberg e lançado no início dos anos 80, conta a história de um jovem que encontra um extraterrestre e ao lado dos irmãos embarcam em uma aventura emocionante tendo a amizade como força propulsora.

 

De Volta para o Futuro

Lançado em meados da década de 80 e com uma arrecadação em bilheteria que faturou 20 vezes mais que o orçamento final de 19 milhões de dólares, De Volta para o Futuro é um dos filmes mais lembrados pelos cinéfilos quando pensamos em filmes empolgantes de ficção científica e viagem no tempo. Contando a história de um jovem estudante do ensino médio norte-americano que consegue voltar no tempo após um experimento de um amigo cientista, na época em que seus pais se conheceriam e acaba se metendo em diversos conflitos para não alterar o futuro.

 

Os Goonies

Um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, nessa aventura dirigida por Richard Donner acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.

 

Jurassic Park – Parque dos Dinossauros

Lançado nos cinemas brasileiros no ano de 1993, a mega produção (que marcaria para sempre seu nome na indústria cinematográfica mundial) Jurassic Park – Parque dos Dinossauros nos mostra a história de um grupo de pessoas que é levada até uma ilha onde dinossauros foram recriados a partir de DNA mas um problema na segurança do local leva a todos em uma luta pela sobrevivência contra feras indomáveis.

 

O Rei Leão

Uma das mais aclamadas animações da Disney, O Rei Leão teve uma bilheteria mundial quase na casa do bilhão. No filme acompanhamos o carismático leão Simba que após uma tragédia na sua família precisa lutar pelo seu reino de volta numa briga com o seu venenoso tio.

 

Titanic 

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

O Sexto Sentido

Você sabe porque sente medo quando está sozinho? Nos guiando para olhares diversos sobre o medo e o luto sob uma peculiar perspectiva, O Sexto Sentido e sua hipnotizante trama tem no seu alicerce o trauma como a estrada que percorrem dois protagonistas que se unem por respostas para seus conflitos. Escrito e dirigido pelo cineasta M. Night Shyamalan, Indicado para seis Oscars, esse projeto é aquele que na segunda vez que assistimos tudo fica mais óbvio. Então as surpresas de uma primeira jornada só se tem uma vez.

 

O Show de Truman 

Fita de 1998, dirigida por Peter Weir e escrita por Andrew Niccol, acabou se tornando um sinal de alerta à ascensão dos reality shows na mídia. Muito usado em salas de aula mundo à fora, esse filme demonstrou todo o talento e carisma de Jim Carrey em cena. Ele diverte, briga e emociona transformando esse num dos trabalhos mais elogiados do canadense. O personagem principal Truman Burbank (Jim Carrey) passa uma vida inteira em frente às câmeras e não sabe, a descoberta do verdadeiro mundo nos levam a um final maravilhoso que emociona só de lembrar.

 

O Silêncio dos Inocentes

Um do grandes clássicos do cinema e sem dúvidas um dos maiores filmes da década de 90, em O Silêncio dos Inocentes acompanhamos uma agente do FBI que precisa buscar informações com um psiquiatra psicopata, o Dr. Hannibal Lecter a fim de conseguir capturar um outro assassino.

 

Matrix

Chegaria em maio de 1999 nos cinemas brasileiros um filme que se tornaria um dos mais impactantes longas-metragens de ficção científica daquela década. Na trama, acompanhamos um brilhante programador de computadores que começa a desconfiar da própria realidade e logo após acaba conhecendo alguns personagens que o mostram um universo completamente novo com direito a um temido sistema de inteligência artificial.

 

‘O Diabo de Cada Dia’ – Drama que critica o fanatismo Religioso estreia na Netflix dividindo opiniões

O horror nosso de cada dia nos dai hoje

Adaptar para as telas uma obra literária é uma tarefa dificílima. Por isso, os bem sucedidos, mesmo que alterem bastante seu material original, merecem todos os louros do mundo. Quando falamos de obras complexas, repletas de personagens e com linhas narrativas distintas, como é o caso com este O Diabo de Cada Dia (baseado no livro homônimo escrito por Donald Ray Pollock em 2011 – que também fornece a narração), tudo fica ainda mais arriscado. Uma adaptação cinematográfica precisa criar conexão com seu espectador para além do já estabelecido público-alvo, e no caso deste longa – e bota longa nisso, com 2h20min de projeção – termina com um resultado pouco memorável.

A ideia por trás do roteiro adaptado por Paulo Campos e Antonio Campos (também diretor do filme e filho do veterano jornalista brasileiro Lucas Mendes) é a de uma crítica ferrenha ao fanatismo religioso. A todas as atrocidades cometidas pelo homem em nome de Deus, e a um senso moral incrivelmente deturpado, que somente esconde e valida ações de indivíduos altamente desequilibrados. Justamente servindo a este tapa na cara em relação a tal fé cega, o título em português chega bem acertado e mais eficiente do que sua versão original em inglês.

Aqui, o cineasta aponta para o quão desprezíveis são os que se envolvem num manto santificado para liberar toda a sua monstruosidade, na ilusão de realmente estarem acima do bem e do mal. Num delírio íntimo de se encontrarem como um canalizador da voz divina. Mas igualmente enfatiza o perigo de uma crença acima de qualquer suspeita, deixando para trás avaliações lúcidas, nas quais os fiéis são facilmente manipulados e levados a cometer atrocidades. Tudo, novamente, em nome de Deus.

O Diabo de Cada Dia funciona de forma episódica, com diversas subtramas (ou micro histórias) que vão se entrelaçando ao longo da trajetória, e no final se afunilam para uma conclusão. Assim, a obra se torna quase uma antologia – como A Balada de Buster Scruggs (2018), dos irmãos Coen, por exemplo -, aqui costurando todos os contos com a temática da falsa ideologia religiosa e o fanatismo. Tudo começa com Bill Skarsgard (o palhaço Pennywise dos novos It: A Coisa), um jovem veterano de guerra retornando para casa na sua pequena cidadezinha rural. Ah sim, devo mencionar também que todas as histórias são ambientadas durante a década de 1950, e que o elenco é simplesmente estelar, e um dos melhores, definitivamente, dos últimos anos. O filme é produzido pelo ator Jake Gyllenhaal – ou seja, talento não falta na frente e atrás das câmeras.

Voltando para Skarsgard, ele se casa com a personagem da gracinha Haley Bennett (ainda exibindo o inchaço pós-gravidez de seu primeiro filho com o diretor Joe Wright), e logo depois chega a cria do casal, o menino Arvin. Quando a mulher adoece, o patriarca vai aos poucos deixando florescer os traumas de guerra nunca enterrados, em especial sobre um colega crucificado e esfolado vivo pelos japoneses. Deus é visto por ele como uma entidade cruel, com quem precisa barganhar vidas. Assim, a tragédia se abate por completo sobre esta família. A esta altura vale dizer que O Diabo de Cada Dia é um filme altamente depressivo, trágico, sem qualquer vislumbre de alegria. É a ira de Deus, a tempestade sem a bonança.

O que o grande público irá querer ver ao acessar o ícone do filme na Netflix, no entanto, são as presenças de dois jovens astros do momento, cujos nomes são capazes de arrastar multidões: Robert Pattinson e Tom Holland. Da dupla, é Holland quem tem o protagonismo, interpretando a segunda fase, mais velha, de Arvin. E assim como Peter Parker, o órfão é criado por uma figura materna (aqui a avó), combate valentões no colégio e faz de seu trabalho eliminar “vilões” – aqui, de forma muito mais intensa e visceral. Mas quem rouba o show, apesar do elenco pra lá de eficiente e harmonioso de forma geral, é mesmo Pattinson em mais um desafio em sua filmografia. O vindouro intérprete do Batman escolhe para si o que é o personagem mais asqueroso de sua carreira: um pastor egocêntrico, que usa sua fala mansa e através da articulação da palavra bíblica abusa da boa fé de seu rebanho. E como adoramos odiá-lo no papel.

Ainda sobram tramas para Jason Clarke (Cemitério Maldito, 2009) e Riley Keough (Mad Max: Estrada da Fúria) – a neta de Elvis Presley – como um casal de degenerados; Sebastian Stan (o Soldado Invernal da Marvel), num papel que seria do colega Chris Evans, como um xerife corrupto; Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres) como uma inocente carola; Harry Melling (sócio da Netflix, de filmes como Buster Scruggs e o recente Old Guard) se destacando como um pastor caído em desgraça; e Mia Wasikowska como uma vítima das circunstâncias, numa participação piscou, perdeu. Ou seja, “só gente boa”, nesta verdadeira sinfonia da miséria humana. Todos ligados pelo pecado de amar demais a Deus, ou ao menos corromper completamente seus ensinamentos.

A crítica funciona, a mensagem é passada de forma clara, e estes elementos estão entre os acertos do longa. Assim como a reconstrução mais que eficiente da época, e atuações de alto nível, em especial as de Pattinson, Melling e Keough. Porém, para um filme transcender sua intenção e o próprio assunto a que se propõe a discutir é preciso algo mais. E em sua maioria os personagens não obtém destaque ao ponto de realmente nos identificarmos e começarmos a nos importar com eles. Em muitos momentos, seja pela falta de diálogos mais fervorosos (para acompanhar o tema) ou pela confecção de cenas mais chamativas (ou artisticamente ousadas), sentimos como se O Diabo de Cada Dia fosse apenas uma sucessão de eventos muito ruins e violentos ocorrendo constantemente de forma genérica, sem grande apelo. Apesar de suas qualidades, é pouco provável que o longa possua a resiliência de permanecer marcado em nossas mentes.

Mais velhos que todos nós! ‘Taxi Driver’, ‘Rocky’ e os clássicos absolutos do cinema que completam 50 anos!

Sim, querido leitor, existia cinema antes do TikTok. Existia cinema antes do Instagram. Existia cinema antes mesmo do Facebook. Mas quer saber uma que vai ser dolorida? Existia cinema antes dos streamings e antes mesmo da internet. Já pensou? Era a época do cinema totalmente analógico, coisa que grande parte dos fãs hoje em dia apenas ouviram falar como um conto antigo de ninar.

Bom, e se a geração Z não sabe o que foi viver em um mundo analógico, a geração anterior, chamados de geração Y ou millenials, não sabem o que foi viver em um mundo sem acesso às locadoras (os streamings da época). As gerações mais antigas é que sabem o que significa ver filmes apenas nos cinemas ou na TV. E bem, os filmes que iremos apresentar aqui hoje são exatamente desta época. E não por menos, eles estão completando 50 anos de seu lançamento nas telonas em 2026. Abaixo iremos dar uma olhada em 10 verdadeiros clássicos absolutos da sétima arte. Confira.

Taxi Driver

Nem sempre os filmes do Oscar são os mais lembrados ou os que mais resistem ao teste do tempo. Isso é um fato bem curioso, porque se formos analisar, os indicados ao maior prêmio do cinema são considerados “os melhores” e deveriam ser constantemente lembrados. De tempos em tempos, o prestígio e a popularidade se cruzam, e temos conjunções como a do Oscar de 1977, no qual todos os filmes indicados (de 1976) entraram para a história da sétima arte. Bem, quase todos, tirando o esquecido ‘Esta Terra é Minha Terra’. Mas aqui falamos de ‘Taxi Driver’, obra-prima de Martin Scorsese, que possui um cunho bem underground, alternativo e incorreto, ao tratar de um protagonista desequilibrado, que não encontra lugar em sociedade após a guerra do Vietnã, e começa a dirigir um taxi à noite. ‘Taxi Driver‘ foi indicado ao Oscar de melhor filme, é claro, e ainda ator (para Robert De Niro) e atriz coadjuvante (para um bem novinha Jodie Foster). Além de ser um dos três desta lista, considerado parte dos melhores de todos os tempos com o grande público no IMDB. Seu maior prêmio, sem dúvida.

Rocky – Um Lutador

O segundo filme do Oscar daquela época, foi também o grande vencedor do prêmio naquela noite. Existe uma discussão sobre qual filme de fato seria o melhor, e muitos ainda choram por ‘Taxi Driver’, símbolo da contracultura da época, não ter levado. A verdade é que o filme de Scorsese representa como poucos o que foram os anos 1970. Por outro lado, ‘Rocky’ é aquele filme perfeito, que agrada todo tipo de público. Um filme que tem o coração no lugar certo e que fala sobre a verdadeira essência humana, da bondade, da superação e da conquista. Mostra que todos nós somos capazes de uma segunda chance e de mudar nossas vidas quando a oportunidade se apresenta. É sobre ter coragem e aceitar o desafio. Fora isso, é a história de Davi e Golias para àquela época, considerado até hoje o melhor filme de esporte da história da sétima arte. ‘Rocky‘ levou o Oscar de melhor filme, diretor (John G. Avildsen) e edição; e foi indicado para melhor ator (Sylvester Stallone), roteiro (também para Stallone) e mais cinco prêmios, incluindo três de atuação.

Fora isso, Stallone se tornou o terceiro artista na história do Oscar a receber indicações de melhor ator e roteirista no mesmo ano, depois de Charles Chaplin por ‘O Grande Ditador‘ (1940) e Orson Welles por ‘Cidadão Kane‘ (1941). E que ótima companhia para se ter. ‘Rocky‘, é claro, também está entre os melhores filmes de todos os tempos no IMDB, e resistiu ao teste do tempo, criando uma franquia que já possui 9 filmes.

Rede de Intrigas

Como dito, dos filmes do Oscar desta época, apenas ‘Esta Terra é Minha Terra’ se tornou esquecido, uma obra pouco falada hoje em dia. As outras duas também eram obras atuais, que falavam sobre a força do jornalismo, seja televisivo ou impresso (você lembra?). Começaremos com o primeiro, o jornalismo televisivo, que nos anos 70 já enfrentava bastante ceticismo. ‘Rede de Intrigas’ surge como crítica máxima à indústria das notícias sensacionalistas e da ganância do mundo corporativo. Das grandes redes de TV, mais interessadas na audiência do que de fato em realizar um programa que sirva ao cidadão. Nesse contexto, o diretor Sidney Lumet cria a sua obra-prima, que jamais foi igualada quando o tema é os bastidores de um telejornal. Na trama, um âncora demitido pela baixa audiência de seu programa enlouquece e vira sensação da noite para a dia, fazendo os executivos do canal o transformarem em uma estrela. A mensagem é: será que vale tudo pela audiência? ‘Rocky‘ pode ter sido o grande vencedor daquela noite (com o Oscar de melhor filme) – ‘Taxi Driver‘ foi o grande perdedor -, mas ‘Rede de Intrigas‘ ganhou ainda mais prêmios da Academia.

O filme venceu quatro estatuetas: melhor ator (Peter Finch, que se tornou o primeiro ator da história a levar uma prêmio póstumo de atuação – ele havia falecido pouco tempo antes), melhor atriz (Faye Dunaway), melhor atriz coadjuvante (Beatrice Straight) e melhor roteiro original. Ah, é claro, também faz parte dos melhores filmes de todos os tempos no IMDB.

Todos os Homens do Presidente

Outro filme sobre jornalismo, outro filme indicado ao Oscar que resistiu ao teste do tempo. E se por um lado, ‘Rede de Intrigas’ era sobre o que de pior o jornalismo tinha a oferecer (sendo de uma forma inclusive profético), onde a audiência precisa chegar em primeiro lugar, e a ética profissional em segundo; ‘Todos os Homens do Presidente’ é o outro lado da moeda. Aqui, temos a essência da profissão, ou seja, ética, comprometimento e responsabilidade. Essa é a história real dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, que através de uma minuciosa investigação, conseguiram descortinar o escândalo que ficou conhecido como o “caso Watergate”, envolvendo corrupção na política, chegando até o mais alto escalão do governo americano e derrubando o então presidente Richard Nixon. No filme, os jornalistas são interpretados pelo saudoso Robert Redford e o veteraníssimo Dustin Hoffman. O longa também foi indicado ao Oscar de melhor filme e levou quatro prêmios da Academia: ator coadjuvante (Jason Robards), melhor roteiro adaptado, direção de arte e som.

Nasce uma Estrela

Se você só conhece este título pelo filme da Lady Gaga, saiba que antes existiu outro filme. Sim, o longa de Bradley Cooper e Lady Gaga é um remake. Bem, na verdade não existiu somente outro filme, mas três. Acontece que a primeira versão deste roteiro data de 1937, quando a história ainda falava sobre uma aspirante à atriz e um astro em decadência. Depois veio a versão de 1954 com Judy Garland, que migrava a personagem para uma atriz e cantora. Depois veio este aqui (que completa 50 anos), a terceira versão da história, estrelada por Barbra Streisand e Kris Kristofferson, que a narrativa migraria completamente para o mundo dos cantores celebridades. Essa é a versão que muita gente conhece e foi a versão da qual o filme de 2018 mais pegou emprestado. Este ‘Nasce uma Estrela’ não foi indicado ao Oscar de melhor filme, mas bem que poderia ter ocupado a vaga de ‘Esta Terra é Minha Terra’. No entanto, o longa foi indicado para os Oscar de melhor fotografia, melhor som, trilha sonora e levou o de melhor canção.

Carrie – A Estranha

Carrie’ foi o primeiro livro de Stephen King. Não por menos, foi também a primeira adaptação para o cinema de uma obra sua. Ou seja, ‘Carrie’ precede até mesmo o clássico dos clássicos ‘O Iluminado’. Esse ano ganharemos uma série da Amazon Prime Video que reimagina o conto inesquecível de King, sobre uma menina retraída, que sofre bullying no colégio e em casa sofre punições de sua mãe fanática religiosa. Ao mesmo tempo em que entra na puberdade, Carrie White também descobrem poderes telecinéticos, que fogem rapidamente de seu controle. Esperamos que a nova série nos faça esquecer o remake de 2013 com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore. Por outro lado, sempre teremos o clássico absoluto dirigido por Brian De Palma – um dos primeiros papeis de destaque de Sissy Spacek (indicado ao Oscar pelo filme).

A Profecia

Por falar em filmes de terror, há 50 anos ganhávamos alguns bastante icônicos, que jamais esqueceríamos. Podemos dizer que os filmes de terror eram mais sutis antes. Muitos podem inclusive afirmar que ‘Carrie’ não é bem um filme de terror, e foca mais no drama pessoal da protagonista, uma jovem reprimida, que sofre bullying e em casa pena com os abusos da mãe fanática. Outro que pode ser analisado desta forma mais sutil dentro do terror é ‘A Profecia’, longa que segue os passos de ‘O Exorcista’ e fala sobre o “capeta” encarnado. Porém, enquanto ‘O Exorcista’ mostrava uma garotinha possuída por um demônio zombeteiro, ‘A Profecia’ apresenta um menininho ainda mais jovem, que é a reencarnação do anti-Cristo. Nesse aspecto ele guarda semelhanças com ‘O Bebê de Rosemary’ também. ‘A Profecia‘ levou para casa o Oscar de melhor trilha sonora, e ainda foi indicado para melhor canção.

King Kong

King Kong’ é uma das histórias mais clássicas da dramaturgia norte-americana e um de seus melhores roteiros fantásticos. Justamente por isso já foi reinterpretado diversas vezes. A história simples, mas muito eficiente, mostra o embate mais antigo que existe: homem versus a natureza. Basicamente, um grupo de exploradores encontra um gorila gigantesco em uma ilha remota, e resolvem trazê-lo para a cidade, a fim de explorá-lo comercialmente. É claro que a coisa dá errado e uma enorme tragédia se inicia. O filme original é de 1933, em preto e branco, e todo criado através da técnica do stop-motion. Já esta versão aqui, de 50 anos atrás, foi o primeiro remake do clássico, produzido por Dino De Laurentiis, e estrelado por Jeff Bridges e Jessica Lange. O gorilão desta vez era criado através de um ator usando uma roupa de gorila. É claro que a versão que quase todos lembram é a de 2005, criada por Peter Jackson após o sucesso da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’. O ‘King Kong‘ dos anos 70 rendeu uma sequência em 1986, e foi indicado aos Oscar de melhor fotografia e som; além de ter levado um Oscar especial pelos efeitos visuais.

A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa

Os mais jovens talvez não conheçam a franquia ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ de uma forma, digamos, mais íntima. Isso porque os mais recentes exemplares foram o remake estrelado por Steve Martin e sua continuação, que passaram praticamente em branco. Ao lado da franquia do espião 007, a série cômica da ‘Pantera’ é uma das mais antigas ainda em vigor na cultura pop, datando do início da década de 1960. Foram nove filmes, adentrando pelas décadas de 1970, 1980 e 1990, até o citado reboot de 2006. Há 50 anos, ganhávamos o mais engraçado de todos estes filmes: ‘A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa’. Os filmes, é claro, foram estrelados pelo icônico humorista Peter Sellers, que imortalizou o detetive mais atrapalhado do cinema, o inspetor Jacques Clouseau. É dito que a próxima versão de Clouseau no cinema será na forma animada, dublado por Eddie Murphy. Voltando para ‘A Nova Transa…‘, o longa foi indicado ao Oscar de melhor canção.

Se Eu Fosse Minha Mãe

Você certamente viu e se divertiu com ‘Sexta-Feira Muito Louca’, de 2003, um filme muito adorado por todos que eram criança ou adolescente na época. O filme estrelado por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan (em seu auge de popularidade) apresentava mãe e filha que viviam em conflito, trocando de corpos, em uma jornada extrema de aprendizado, compreensão e união. Ah sim, você pode até não saber, mas a comédia cult ganhou uma tão esperada sequência 22 anos depois. E bem, não foi a mesma coisa – mas quem é fã sem dúvida agradece. No entanto, mesmo o maior fã destes filmes pode não saber que tudo nasceu há 50 anos, numa produção da Disney em live-action intitulada ‘Se Eu Fosse Minha Mãe’. Nessa versão, a atriz Barbara Harris interpretava a mãe e a filha rebelde era vivida por ninguém menos que uma Jodie Foster ainda bem jovenzinha. Aliás, Foster foi convidada para o remake de 2003, para viver a mãe, porém, recusou.

‘Gladiador’ vai ganhar SEQUÊNCIA; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, quase 20 anos depois de ter sido lançado, ‘Gladiador‘ ganhará sequência.

Ridley Scott deve assumir a direção, que terá roteiro de Peter Craig.

Gladiador 2‘ vai seguir a continuação da história de Lucius, o filho de Lucilla. O jovem era o sobrinho de Commodus, filho do líder romano Marco Aurélio, que assassinou seu pai, assumiu o trono e acabou na arena de gladiadores com Maximus, que, embora mortalmente ferido, espetou o imperador antes de ir para grande além para se reunir com sua esposa e filho mortos. Maximus salvou o menino e sua mãe enquanto vingava sua própria família e deixou uma forte impressão no jovem Lucius.

Fontes indicam que a Paramount será o estúdio desenvolvendo o projeto, e a Universal terá a opção de ser cofinanciadora.

O filme original, estrelado por Russell Crowe, foi lançado em 2000, e recebeu 11 nomeações ao Oscar, das quais venceu 5, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator. Sucesso nas bilheterias, o filme arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo.

O Farol

(The Lighthouse)

 

Elenco:

Robert Pattinson

Willem Dafoe

 

Direção: Robert Eggers

Gênero: Terror

Duração: 110 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

Crítica Tiff | O Farol: Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Entrevista:

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor do aclamado terror ‘A Bruxa‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Ozark’: Netflix divulga resumo especial da 2ª temporada; Confira!

Para comemorar a proximidade do lançamento da 3ª temporada da série ‘Ozark‘, a Netflix divulgou um resumo especial do segundo ano, para ajudar a refrescar a memória dos espectadores.

Confira:

A nova temporada estreia no dia 27 de março.

Crítica | Ozark 2ª Temporada – Série Consegue Manter a Tensão da Primeira Temporada

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘Woke’: Comédia é renovada para a 2ª temporada

Hulu renovou oficialmente a comédia ‘Woke‘ para a 2ª temporada.

A série foi criada e escrita por Keith Knight.

A história gira em torno de Keef, um cartunista afro-americano que finalmente está prestes a fazer sucesso na esfera mainstream – quando um incidente inesperado muda tudo. Keef deve agora navegar pelas novas vozes e ideias que o confrontam e o desafiam, sem destruir o que demorou tanto para construir.

O elenco conta com Lamorne MorrisBlake AndersonT. MurphLara Goldie.

‘Vingança Sabor Cereja’: Série dos criadores de ‘Channel Zero’ ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série de terror, intitulada ‘Vingança Sabor Cereja‘ (Brand New Cherry Flavor).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 de agosto.

Criada por Nick Antosca e Lenore Zion, dupla responsável por ‘Channel Zero‘, a série é baseada no livro homônimo escrito por Todd Grimson.

A trama segue a história de Lisa Nova (Salazar), um aspirante a diretora de cinema no mundo ensolarado e úmido de Los Angeles, em 1990, que embarca em uma jornada surpreendente – das ruas de Beverly Hills às florestas do Brasil – de vingança sobrenatural.

Rosa Salazar (‘Alita: Anjo de Combate’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Catherine Keener (‘Corra!’), Eric Lange (‘A Escolhida’), Jeff Ward (‘Agents of SHIELD’), Manny Jacinto (‘The Good Place’), Hannah Levien (‘The Magicians’), Leland Orser (‘I Am The Night’) e Patrick Fischler (‘Em Defesa de Jacob’).

BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA and CATHERINE KEENER as BORO in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. SERGEI BACHLAKOV/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ERIC LANGE as LOU BURKE and ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) JEFF WARD as ROY HARDAWAY and ERIC LANGE as LOU BURKE in episode 102 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) MANNY JACINTO as CODE in episode 103 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021

‘Man’s Son’: Jaime King estrelará terror inspirado em Charles Manson

De acordo com o Deadline, Jaime King (‘Dia dos Namorados Macabro’) entrou para o elenco do terror ‘Man’s Son‘, que será estrelado por Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia’), como o líder de um culto sinistro.

O elenco ainda contará com Katherine Hughes e Josh Plasse.

A produção será inspirada em um caso real que aconteceu no deserto da Califórnia.

Na trama…

Um jovem casal deseja criar um visual interessante para um vídeo de audição para um vindouro filme sobre o Charles Manson. Mas, quando eles escolhem o deserto da Califórnia como o cenário perfeito, eventos sombrios de suas gravações lentamente invadem suas realidades. Eventualmente, eles se encontrarão ligados aos planos de um sinistro líder de culto.

Remy Grillo será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Josh Plasse e Brev Moss.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Maligno 2’: James Wan compartilha notícia TRISTE sobre a sequência do terror

Em entrevista ao Screen Rant, o diretor James Wan (‘Invocação do Mal’) compartilhou uma atualização decepcionante para quem estava esperando a sequência do terror ‘Maligno‘.

Apesar de não descartar a possibilidade, o cineasta revelou que o projeto não é prioridade no momento – e ainda deve demorar para sair do papel.

“Só posso dizer que estamos trabalhando em muitas coisas atualmente. ‘Maligno 2’ não é necessariamente prioridade. Estamos mantendo a [roteirista] Akela [Cooper] muito ocupada.”

Anteriormente, Wan havia revelado que a sequência iria depender da demanda dos fãs.

“Isso é o que eu diria para ‘Maligno 2’. Se os fãs quiserem, eu quero que eles façam um grande barulho com o estúdio. É assim que tudo acontece. Vamos criar o movimento #RestoreTheMalignantUniverse. Isso é o que precisa ser feito para que um ‘Maligno 2’ aconteça”.

Vale lembrar que o terror já está disponível na HBO Max!

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

Grande Sertão

Elenco:

Caio Blat
Luisa Arraes
Rodrigo Lombardi

Direção: Guel Arraes

Gênero: Drama

Duração: 92 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 06 de Junho de 2024

Sinopse: 

A luta entre policiais e bandidos assume ares de uma guerra de verdade: a comunidade é cercada por um enorme muro, helicópteros rondam os céus, batalhões desfilam pelas ruas, os bandidos possuem um verdadeiro exército de guerreiros. Tudo isso se passa na gigantesca periferia urbana chamada de Grande Sertão.

Crítica: 

Crítica | Grande Sertão – Com Belíssima Fotografia, Filme é Versão DEFINITIVA da Obra de Guimarães Rosa

Curiosidades: 

» O longa é baseado no clássico literário homônimo de Guimarães Rosa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Hazbin Hotel’: Série animada é RENOVADA para a 3ª e 4ª temporada pelo Prime Video

Durante o painel na Comic-Con San Diego, o Prime Video anunciou que a série animada ‘Hazbin Hotel‘ foi oficialmente renovada para mais duas temporadas.

Agora, a continuidade da produção está garantida até, pelo menos, o quarto ciclo.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Infelizmente, a segunda temporada ainda não possui previsão de lançamento.

Relembre o trailer:

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final do ano passado, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

‘O Rei dos Reis’: Animação cristã ultrapassa US$ 45 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A animação cristã ‘O Rei dos Reis‘ surpreendeu em sua passagem pelos cinemas, arrecadando US$ 45.8 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de três vezes o valor do seu orçamento, que girou em torno de US$ 5-15 milhões.

Nos EUA, a produção segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana, e sua bilheteria doméstica (US$45.3M) representa 98.9% de sua arrecadação total.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 19 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior estreia para uma animação bíblica da história do cinema, superando o lançamento de ‘O Príncipe do Egito‘, da DreamWorks, que estreou há 27 anos.

Além disso, ‘O Rei dos Reis‘ recebeu nota A+ do público no CinemaScore, com 94% de aprovação no Screen Engine/Comscore PostTrak e 83% de recomendação definitiva entre o público regular.

Por meio de um comunicado oficial, Brandon Purdie, Chefe Global de Distribuição Cinematográfica e Desenvolvimento de Marca da Angel Studios, comemorou o marco e refletiu sobre o sucesso prematuro do longa:

“A Angel Guild escolhe os vencedores. O modelo da Angel é simples: ouça o que a nossa Angel Guild quer. A nota de ‘O Rei dos Reis‘ no CinemaScore diz tudo. O filme é um dos 128 a alcançar a nota A+ no CinemaScore, e apenas o quinto filme de animação a receber esse título que não é uma produção da Pixar/Disney. As famílias querem filmes de qualidade para assistir juntas nos cinemas. Este fim de semana simplesmente reflete o que o público está desejando”.

O filme já superou os números iniciais de sucessos comoSom da Liberdade e His Only Son, conforme informações divulgadas pelo Deadline.

O Rei dos Reis’ já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.

A aguardada animação, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, também já pôde ser conferida pela crítica especializada internacional.

As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.

Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.

Confira:

“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru

“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)

“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)

O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online

“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak

“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine

“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

Crítica 2 | Homens, Mulheres e Filhos

Somos feitos de milhões de moléculas que nos guiam em nossa formação física mas também racional, essa última, em relação a toda uma sociedade deveras enlatada numa caixinha de atum. O novo projeto do ótimo diretor Jason Reitman (Amor sem Escalas), mostra diversos conflitos familiares provocados pela era da comunicação virtual, além de vestir a camisa como crítica escancarada aos valores conservadores de uma América doente, perdida em um medieval comodismo exagerado.

02

Na trama, acompanhamos alguns personagens, homens, mulheres e jovens, que possuem características distantes mas que passam por grandes conflitos existenciais. A mãe que controla a vida da filha, a outra mãe que deseja que sua única filha seja famosa, um casal com problemas de sexo no casamento, um estudante e destaque no futebol americano que se isola do mundo quando a mãe abandona a família. Toda a angústia e aflições desses personagens são escancarados pela câmera de Reitman.

Somos ou não somos importantes aos olhos da velha hipocrisia de uma sociedade falida em seu modo de pensar? Homens, Mulheres e Filhos funciona quando buscamos a complexidade/profundidade em cada uma das histórias apresentadas. Os personagens procuram fazer com que o público enxergue problemas de uma comunidade sem créditos de novos modos de pensar. As relações familiares, o clímax de tudo que acontece na fita, são a interseção de todos os acontecimentos que somos testemunhas. O roteiro possui inflexões que deixam maçante alguns desdobramentos mas no geral é um trabalho interessante que assistimos.

03

Ao melhor estilo Beleza Americana, Homens, Mulheres e Filhos deve agradar parte do público, principalmente aquele espectador que goste de grandes debates sobre o modo de pensar da sociedade. Esse é um filme indicado para professores de diversas cadeiras passarem em suas aulas. Há muitos debates interessantes e temas que devem ser explorados.