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Rian Johnson apoia campanha de fãs por filme cancelado de ‘Star Wars’

O cineasta Rian Johnson, conhecido por dirigir ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (2017), manifestou recentemente seu apoio à campanha de fãs para que a Lucasfilm produza o filme cancelado ‘The Hunt for Ben Solo’, estrelado por Adam Driver.

Em uma entrevista ao Collider, Johnson reagiu à crescente mobilização de fãs sobre o projeto, brincando com o entusiasmo e a incerteza do desenvolvimento de Hollywood:

“Me dê meu dinheiro! Só sei o que li sobre isso online. Eu não sabia de nada, mas quem sabe como as coisas são desenvolvidas hoje em dia? Mas cara, eu assistiria Driver em qualquer coisa, e adoraria vê-lo interpretar esse personagem novamente”, comentou Johnson.

A reação de Johnson surge em meio a um surto de ativismo liderado pelos fãs em torno do projeto.

‘Star Wars’: Laurence Fishburne, astro de ‘Matrix’, fala sobre possibilidade de integrar épica saga

Adam Driver, que interpretou Kylo Ren na trilogia sequela, confirmou a existencia do projeto não irá mais adiante e detalhou o que aconteceu.

“Eu sempre tive interesse em fazer mais um Star Wars”, disse o ator, conforme o Deadline. “Desde 2021, eu vinha conversando sobre isso. A Kathleen [Kennedy, presidente da Lucasfilm] entrou em contato. Sempre disse: com um ótimo diretor e uma boa história, eu toparia na hora. Eu amava aquele personagem e adorava interpretá-lo”.

Driver revelou que o conceito do filme foi transformado em um roteiro escrito pelo aclamado diretor Steven Soderbergh, que ele descreveu como: “Um dos roteiros mais incríveis que já li em toda a minha carreira”.

O roteiro foi apresentado à Lucasfilm, que “adorou a ideia e entendeu o ‘motivo e a abordagem’ proposta para trazer Ben Solo de volta”. No entanto, a proposta não passou pelo crivo dos executivos da Disney.

“Quando a proposta foi levada aos executivos da Disney, Bob Iger (CEO) e Alan Bergman disseram ‘não’. Eles não conseguiam ver como Ben Solo poderia estar vivo. E foi isso. Acabou por ali”, destacou Driver.

O filme se chamaria provisoriamente ‘The Hunt for Ben Solo’. “Mas esse projeto não existe mais, então finalmente posso falar sobre ele”, lamentou o ator.

Steven Soderbergh reagiu ao cancelamento com bom humor: “Gostei muito de fazer o filme… na minha cabeça. Só lamento que os fãs não poderão vê-lo”.

‘Star Wars’: Mark Hamill volta a comentar possibilidade de reprisar papel como Luke Skywalker

Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Godzilla Minus One’: Homem é PRESO no Japão por divulgação de spoilers

O Japão intensificou o rigor contra a divulgação de spoilers e conteúdos piratas. Em um desfecho judicial recente, um homem foi condenado por publicar detalhes cruciais da trama de ‘Godzilla Minus One’ na internet, evidenciando a postura severa das autoridades locais quanto à propriedade intelectual.

De acordo com o ComicBook, o japonês Wataru Takeuchi, de 39 anos, foi o alvo da ação. Entre 2023 e 2024, Takeuchi publicou descrições detalhadas da trama do longa vencedor do Oscar, além de revelar spoilers do filme em anime ‘Overlord: The Sacred Kingdom’.

Como consequência, ele recebeu uma sentença de um ano e meio de prisão, além de uma multa estipulada em um milhão de ienes.

No Japão, as leis de direitos autorais operam sob diretrizes extremamente rígidas. Em certos contextos, a mera descrição textual de acontecimentos e reviravoltas de uma obra pode ser tipificada como crime, mesmo que não haja o compartilhamento de imagens ou vídeos protegidos.

A organização japonesa CODA (Content Overseas Distribution Association) justificou a severidade da punição em comunicado oficial:

“Diversos sites que extraem textos de filmes e outros conteúdos foram identificados e são considerados problemáticos como os chamados ‘sites de spoilers’. Embora essas ações pareçam menos graves do que pirataria ou uploads ilegais, elas ainda configuram violações claras de direitos autorais e crimes sérios”, diz a nota.

A entidade enfatizou que essa prática reduz o interesse do público em consumir as obras de maneira oficial, gerando prejuízos financeiros diretos aos detentores dos direitos. A CODA reiterou que continuará monitorando casos semelhantes e reforçando medidas contra plataformas que publiquem spoilers de conteúdos protegidos.

‘Godzilla Minus One’ está disponível no catálogo da Netflix.

“Em um Japão devastado e traumatizado após o fim da Segunda Guerra Mundial, uma nova e terrível ameaça surge das profundezas do oceano. O gigantesco Godzilla aparece para lançar o país, que já estava no “zero”, em um estado negativo (“minus one”). Um ex-piloto kamikaze, que carrega traumas do passado, precisa encontrar uma forma de lutar ao lado de civis para impedir a aniquilação total da nação”, diz a sinopse.

Nova série do Homem-Aranha DESTACARÁ vilões do herói, afirma roteirista

Jeff Trammell, roteirista principal de ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’, explicou que a série animada vai explorar uma nova abordagem para a jornada de Peter Parker, celebrando as raízes dos quadrinhos do herói.

Além de acompanhar o jovem Parker, a produção promete dar atenção especial a uma galeria de vilões clássicos e novos.

Trammell afirmou que os fãs podem esperar pela participação de muitos inimigos famosos do Cabeça de Teia e demonstrou empolgação com o que foi desenvolvido na série.

“Vocês vão ver alguns rostos familiares — e, se forem fãs do Camaleão, vão ver alguns dos rostos dele também. Também teremos o Escorpião, além de alguns personagens que podem parecer novos, como Corisco e Butano. Temos uma grande galeria de vilões para explorar, e estamos animados em dar destaque a alguns deles”, disse Trammell.

‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha terá um formato semanal, com novos episódios sendo liberados no serviço de streaming a cada sete dias, seguindo o padrão de outras produções do catálogo do Disney+.

A série animada será lançada oficialmente no dia 29 de janeiro, com dois episódios disponíveis já na estreia.

Recentemente, novas artes promocionais foram reveladas, destacando o herói e também os vilões que aparecerão na série.

Confira:

Planejada originalmente como uma série do UCM, a produção se tornou algo único para não ser prejudicada pelas restrições narrativas que surgem ao fazer parte de um universo maior.

Brad Winderbaum, chefe da Marvel Television, afirmou que a série animada possui semelhanças com a versão do Homem-Aranha interpretada por Tom Holland. No entanto, ele também contou que a produção traz a essência de Steve Ditko, o criador do herói.

“Tem muito DNA que é semelhante à versão do Homem-Aranha de Tom Holland no UCM, mas também remonta totalmente a Steve Ditko. É adjacente à continuidade principal, mas realmente reflete o que é inerente ao personagem.”

Confira o trailer de ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’:

Nesta produção, o Cabeça de Teia será dublado por Hudson Thames, que já participou de ‘What If…?’, famosa série animada do UCM.

Divulgado os jogos da PS Plus Extra e Deluxe de setembro; ‘Assassin’s Creed Origins’, ‘Rayman Legends’ e mais…

A Sony confirmou nesta quarta-feira (31) a lista completa de lançamentos da PlayStation Plus, e pelo que saiu vem aí muita coisa legal. Um dos principais destaques é ‘Assassin’s Creed Origins‘ (2017) passado no Egito antigo, dentro da franquia icônica da Ubisoft.

Falando nisso, outras novidades da Ubi trazem o elogiado ‘Rayman Legends‘, além do clássico ‘Syphon Filter 2‘, para quem curte os títulos PlayStation 1. Os lançamentos mensais fazem parte da recauchutagem que a PS Plus teve em junho deste ano. Confira a lista abaixo, dividida por planos:

PS Plus Extra

Deathloop (PS5)
Assassin’s Creed Origins (PS4)
Watch Dogs 2 (PS4)
Dragon Ball Xenoverse 2 (PS4)
Spiritfarer: Farewell Edition (PS4)
Chicory: A Colorful Tale (PS4)
Monster Energy Supercross – The Official Videogame 5 (PS4/PS5)
Alex Kidd in Miracle World DX (PS4/PS5)
Rabbids Invasion: The Interactive TV Show (PS4)
Rayman Legends (PS4)
Scott Pilgrim vs. The World: The Game – Complete Edition (PS4)

PS Plus Deluxe

Syphon Filter 2 (PS1)

PS Plus Premium (não disponível no Brasil)

Bentley’s Hackpack (PS3)
Sly Cooper: Thieves in Time (PS3)
The Sly Collection (PS3)
Toy Story 3 (PSP)
Kingdom of Paradise (PSP)

Todos os games ficarão disponíveis a partir de 20 de setembro.

Fogo contra Fogo

(Fire with Fire)

Elenco: Bruce Willis, Josh Duhamel, Rosario Dawson, Vincent D’Onofrio, 50 Cent, Arie Verveen, Bonnie Somerville, Danny Epper, James Lesure, Julia Adams, Kevin Dunn, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Richard Schiff, Vinnie Jones.

Direção: David Barrett

Gênero: Ação/Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: PlayArte Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 8 de Fevereiro de 2013

Sinopse: Após um cansativo dia de trabalho, o jovem bombeiro Jeremy Coleman (Josh Duhamel) sai para beber com os amigos – mas acaba presenciando um crime brutal. Auxiliando o detetive Mike Cella (Bruce Willis), ele concorda em identificar o agressor. Mas o assassino comprova que sabe quem ele é e começa a ameaçá-lo. Forçado a abandonar sua carreira e integrar o programa de proteção às testemunhas, Jeremy tenta reconstruir sua vida. Mas uma inesperada virada judicial coloca o criminoso de volta nas ruas. Desta forma, o ex-bombeiro vai se unir a uma gangue rival para proteger a si mesmo e às pessoas que ama, combatendo fogo com fogo.

 

Curiosidades:
» Lançado nos EUA direto em Home Video.


Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

 

Mente Criminosa

(Criminal)

 

Elenco:

Gal Gadot – Jill Pope
Ryan Reynolds – Bill Pope
Alice Eve – Marta Lynch
Kevin Costner – Jericho Stewart
Antje Traue – Gary Oldman Gary Oldman …
Quaker Wells
Tommy Lee Jones – Dr. Franks
Scott Adkins – Pete Greensleeves
Michael Pitt – Jan Stroop
Amaury Nolasco

Direção: Ariel Vromen

Gênero: Suspense, Ação

Duração: 113 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ 32 milhões

Estreia: 14 de Abril de 2016

Sinopse:

Em Mente Criminosa, para diminuir sua sentença, um assassino cruel aceita ser usado em uma experiência, tendo o cérebro de um agente da CIA implantado em sua cabeça. A expectativa do governo é que o condenado aceite completar a última missão do agente.

 

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

A Garota do Livro

(The Girl in the Book)

 

Elenco:

Emily VanCamp – Alice Harvey
Michael Nyqvist – Milan Daneker
Ana Mulvoy-Ten – Jovem Alice
Talia Balsam – Mãe
Ali Ahn Ali Ahn – Sadie
Mason Yam – Tyler
Courtney Daniels – Lynn
Jordan Lage – Jack

Direção: Marya Cohn

Gênero: Drama

Duração: 86 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 26 de Maio de 2016

Sinopse: 

Alice Harvey (Emily VanCamp), de 28 anos, é uma assistente de uma editora de livros, e sonha em ser escritora. Filha de um poderoso agente literário de Nova York, ela vai ser obrigada e enfrentar dolorosos acontecimentos de seu passado, ao ser convidada para trabalhar no lançamento de um livro de Milan Daneker (Michael Nyqvist), um antigo cliente de seu pai. A jovem precisará ter forças para enfrentar antigos demônios de sua mente, e quebrar seu bloqueio criativo que a impede de realizar seus desejos.

Curiosidades: 

» Com Emily VanCamp, de ‘Revenge‘.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

Várias novas imagens da ‘Mulher-Maravilha’ nos bastidores de ‘Batman Vs Superman’

Com a versão estendida de ‘Batman Vs Superman‘ já disponível, caíram online várias imagens do elenco principal durante os bastidores de diversas cenas.

Confira:

Segundo o Heroic Hollywood, o corte estendido explica várias coisas que não ficaram claras no cinema, e traz um final diferente: Batman envia o vilão Lex Luthor para a infame prisão Arkham Asylum de Gotham e, possivelmente, amarra o filme com os acontecimentos de ‘Esquadrão Suicida‘.

Na nova cena, Luthor revela a Batman que ele sabe sobre sua identidade, e Batman tem a resposta perfeita. Confira a descrição!

Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ arrecadou US$ 872 milhões mundialmente.

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The CW apresenta a ‘Supergirl’ em novo e elétrico teaser

O canal The CW acabou de liberar a mais nova prévia da segunda temporada de ‘Supergirl‘.

A estreia acontece dia 10 de Outubro nos EUA!

Confira:

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‘De Volta para o Futuro’ não terá reboot, confirma produtor da franquia

Em entrevista ao Yahoo!, Frank Marshall, confirmou que não há a menor possibilidade de ‘De Volta para o Futuro’ ganhar reboot.

“Sim, eu tenho a minha opinião segura. De Volta para o Futuro é como E.T., nós nunca tocaríamos em longas como esses.”

O mais interessante é que entre todos os blockbusters do século XX, ‘De Volta para o Futuro‘ é um dos menos citados a ter uma sequência ou reboot, justamente por ser extremamente original, o que mantém a série cinematográfica como referência para a sétima arte até hoje.

 

‘De Volta para o Futuro’: Nike lança comercial de tênis com cadarços automáticos 

Os 30 anos de ‘De Volta para o Futuro’ 

 

Sobre a trilogia:

‘De Volta para o Futuro’ (116 minutos), 1985, de Robert Zemeckis
Marty Mcfly (Michael J. Fox), um típico adolescente dos anos de 1980, viaja, acidentalmente, ao passado, em uma máquina do tempo inventada pelo cientista Dr. Brown (Christopher Lloyd). Durante sua aventura, ele conhece sua mãe (Lea Thompson), antes mesmo de ela se casar com seu pai, colocando em risco sua própria existência. Para poder voltar ao futuro, Mcfly tem a missão de unir os pais.

‘De Volta para o Futuro 2’ (108 minutos), 1989, de Robert Zemeckis

A saga de Marty Mcfly (Michael J. Fox) continua com o cientista Dr. Brown (Christopher Lloyd). Os dois e a namorada de Marty viajam no tempo para impedir que o filho se envolva com bandidos e seja preso. Porém, Biff (Thomas F. Wilson), velho amigo da família, consegue voltar ao passado e mudar a sequência de alguns acontecimentos. Para evitar uma tragédia, como a morte de entes queridos, Marty e Dr. Brown são obrigados a utilizar a máquina para viajar para os anos de 1950.

‘De Volta para o Futuro 3’ (118 minutos), 1990, de Robert Zemeckis

Dando sequência ao filme anterior, Marty McFly (Michael Fox) viaja no tempo até 1885 para ajudar o amigo Dr. Brown (Christopher Lloyd). Lá ele descobre que o cientista está fugindo de uma gangue de bandidos do Velho Oeste e que eles têm cinco dias para voltar para o futuro, no entanto, uma série de acontecimentos os impedem de ligar a máquina do tempo.

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‘The Batman’: Joe Manganiello não sabe mais se irá interpretar o Exterminador no filme

Após Matt Reeves, de ‘Planeta dos Macacos: O Confronto‘, ser confirmado no comando de ‘The Batman‘, o projeto terá seu roteiro inteiramente reescrito.

Como Joe Manganiello havia sido contratado na época que Ben Affleck iria comandar o projeto, o novo diretor pode querer escalar outro ator para viver o vilão Exterminador.

Em entrevista à CBS, Manganiello foi questionado se continua no filme e não pareceu muito confiante.

“Talvez. Vamos ver”, ele respondeu.


 

 

Confira os efeitos visuais para o Motoqueiro Fantasma em ‘Agents of SHIELD’

Enquanto novidades sobre a nova temporada de ‘Agents of SHIELD’ deverão ficar somente para a San Diego Comic-Con, em julho, uma das empresas contratadas pela ABC para a produção dos efeitos visuais do TV Show liberou um vídeo que mostra como os efeitos para trazer o ‘Motoqueiro Fantasma‘ a vida foram produzidos.

Confira:

Lembrando que a quinta temporada de ‘Agents of SHIELD‘ será exibida a partir de janeiro de 2018 e sem hiato.

 

 

‘Friend Request’: Terror sobre Facebook ganha trailer assustador

Foi divulgado o novo trailer do terror ‘Friend Request‘, que estreia nos Estados Unidos dia 22 de setembro.

A jovem estudante Laura passa sua vida com incontáveis amigos em redes sociais. Mas após a morte de um colega de classe, o mundo virtual de Laura se torna mais e mais ameaçador e a colisão com a solidão real começa…

Assista:

‘Unsane’: Terror de Steven Soderbergh filmado iPhone ganha clipe

Saiu o novo clipe do terror ‘Unsane‘, filmado por Steven Soderbergh (‘Contágio’) inteiramente com um celular iPhone em apenas uma semana.

Assista:

Claire Foy, vencedora do SAG Awards de Melhor Atriz por ‘The Crown‘, estrela.

Veja algumas fotos:


O filme acompanha uma jovem que foi involuntariamente internada em uma instituição mental. Ela é então confrontada com seu maior medo… mas é real ou é um produto de sua ilusão?

Jonathan Bernstein e James Greer roteirizam, e o elenco ainda conta com Juno Temple, Joshua Leonard, Jay Pharaoh, Aimee Mullins e Amy Irving estão no elenco do longa-metragem.

A estreia acontece dia 23 de março nos EUA. Porém, o longa será apresentado em fevereiro no Festival de Berlim.

‘Vingadores 4’: Possível trama VAZA e é repleta de reviravoltas CHOCANTES

[POSSÍVEIS SPOILERS]

O trailer de Vingadores 4 está cada vez mais próximo, e o usuário do site Reddit ilurkthings,  autoproclamado Nostradamus dos spoilers, disse ter tido acesso aos bastidores da produção e revelou possíveis detalhes sobe a trama.

Antes, se você ainda no leu no título da notícia, saiba que ela estará infestada de spoilers, portanto continue por sua conta e risco. E não esqueça que todos ainda são tratados como rumores.

Segundo o usuário, os heróis remanescentes arrumarão uma forma de viajar no tempo e buscarão as joias do infinito antes do vilão Thanos. Muito provavelmente, esta forma será através do reino quântico, envolvendo o Homem-Formiga, já que Paul Rudd aparece nas fotos de bastidores do filme ao lado de Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) e Chris Evans (Capitão América).

O filme também focará na amizade entre Tony Stark e Steve Rogers. Os heróis terão sua própria manopla do infinito, aonde acumularão as joias, assim como Thanos. Quem viu o filme lembra que existe outra grande luva metálica, no local onde Thor forja seu novo machado. É inclusive descrita uma cena onde o Gavião Arqueiro, ausente em Guerra Infinita, precisa fugir carregando a grande peça de metal. O que pode render uma boa sequência de ação, utilizando as habilidades do arqueiro.

E adivinha quem irá usar a grande luva de metal? Você acertou. O personagem que não quis aparecer de jeito nenhum no filme anterior, o gigante esverdeado Hulk. Segundo as informações, Hulk usará a nova manopla contra Thanos, mas no processo perderá um braço.

Fora isso, ao voltarem no tempo para recolherem as joias, os heróis terminam por modificar elementos dos filmes anteriores, o que deve explodir mentes pelo inception de uma metalinguagem possivelmente sem precedentes. Lembra de De Volta Para o Futuro, quando no segundo filme, Marty (J. Fox) se vê de novo dentro do primeiro. A informação é que os Vingadores voltarão ao primeiro filme, assim como para Guardiões da Galáxia (2014), modificando os eventos apresentados nessas produções.

Outro detalhe é uma luta do Capitão América e Thor contra Thanos. O Deus do Trovão seria explodido pelo Titã Louco, ao que o Capitão portaria pela primeira vez o martelo Mjolnir, se tornando digno. O usuário não sabe como o martelo voltará ao jogo, sendo que Thor acabou de forjar uma nova arma. Mas se você já tiver visto imagens de Hemsworth e sua caracterização para o novo filme, perceberá que ela está idêntica ao filme de 2012, e tal momento é claramente uma volta no tempo. Mesmo com o Mjolnir, o Capitão será derrotado por Thanos.

Finalizando, Nebulosa (Karen Gillan) terá um arco no qual enfrentará sua versão maligna do passado.

Bem, mais uma vez devemos avisar que tudo isso não passa de boato e que as informações não foram e provavelmente não serão confirmadas oficialmente.

Fique ligado no CinePOP para novas informações sobre Vingadores e a Marvel.

‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto’: Adaptação da Disney estilo ‘Harry Potter’ é adiada para 2020

A adaptação do livro ‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ teve sua estreia adiada pela Disney.

Inicialmente prevista para 9 de agosto de 2019, a adaptação agora estreia apenas em 28 de Maio de 2020.

Assista ao trailer:

A trama do livro traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.

O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.

O longa é Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente’) na direção.

A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

Os 10 Melhores Filmes da Blumhouse – incluindo ‘O Homem Invisível’

A Blumhouse Productions vem cada vez mais ganhando seu espaço no mundo do cinema. Fundada em 2000, a produtora tem foco no Suspense e no Terror. Grandes sucessos recentes dos gêneros só viraram realidade graças aos responsáveis pela empresa, em especial o fundador Jason Blum, que decidiram investir em algumas ideias novas. Atualmente, eles possuem no currículo mais de 185 filmes e séries e mais 24 produções em andamento, dentre elas o reboot de Spawn: O Soldado do Inferno.

Com o sucesso de ‘O Homem Invisível‘, ‘A Ilha da Fantasia‘ e ‘A Caçada‘, decidimos eleger os 10 melhores filmes produzidos pela Blumhouse. Confira!

 

10 | Uma Noite de Crimes: Anarquia (2014)

Aproveitando a ideia do primeiro filme, a continuação muda a ótica da situação. Em vez do confinamento, o foco aqui são as ruas durante o Expurgo. Acompanhamos três grupos tentando sobreviver ao período de – como sugere o título – anarquia total.

Não é tão bom quanto o antecessor, mas é interessante ver o lado de fora da loucura apresentada em 2013. A inserção do personagem de Frank Grillo (Capitão América: Guerra Civil) adiciona um certo carisma a mais na produção e garante uma sequência, lançada em 2016, que chegou ao Brasil como ‘12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição‘.

Leia nossa crítica de Uma Noite de Crime: Anarquia

 

08 | Sobrenatural: Capítulo 2 (2013)

Continuação do sucesso de 2010, o segundo capítulo conta com o retorno de James Wan na direção e boa parte do elenco do primeiro filme. Dessa vez, a pessoa em perigo é Josh Lambert (Patrick Wilson) e seu passado é explorado por sua esposa. O responsável por tentar trazer seu pai de volta é o pequeno Dalton (Ty Simpkins). Resumindo, é como a franquia “Duro de Matar”, mas com terror.

Se o roteiro peca na falta de originalidade, a direção de Wan aposta em algumas cenas mais pesadas e no clima tenso do primeiro capítulo. Por causa disso, as críticas foram mistas. O mesmo não pode ser dito da bilheteria, que mais uma vez encheu os cofres da casa.

 

07 | A Entidade (2012)

Suspense que dividiu opiniões, “A Entidade” fala sobre um escritor de romances policiais que para se inspirar, passa a morar com sua família em uma casa onde ocorreram quatro enforcamentos. Quando ele encontra fitas com vídeos das mortes, seus entes queridos entram na mira de uma Entidade e correm sério perigo.

Dirigido por Scott Derrickson (Doutor Estranho) e com Ethan Hawke no papel principal, o longa usa e abusa dos elementos mais conhecidos do gênero: sustos causados pela trilha sonora, barulhos amedrontadores, possessões e o clássico Jumpscare. Não é nada inovador, mas a bilheteria foi boa e garantiu uma sequência.

 

06 | Uma Noite de Crime (2013)

Uma vez por ano, durante 12 horas, todo crime é permitido. É nesse contexto que aparece a família de James Sandin (Ethan Hawke), um pai de classe média preocupado em proteger sua casa durante o período do expurgo. Tudo, porém, começa a dar errado quando o filho mais novo vê um estranho sangrando na rua e decide colocá-lo para dentro. Ele era perseguido por um grupo de jovens dispostos a acabar com os Sandin caso eles não “devolvam” o moribundo.

A ideia é sensacional! Quem nunca pensou em viver um período em que crimes não fossem punidos? E manter o desenvolvimento na casa traz uma sensação de cárcere, quase uma claustrofobia de ter o perigo dentro do lar e não ter para onde ir. É um filme muito interessante e tem uma das máscaras mais assustadoras dos últimos tempos.

 

05 | A Visita (2015)

O diretor M. Night Shyamalan passou muitos anos no ostracismo. Após seu início devastador nos anos 90, ele decaiu muito e passou a viver de lampejos de brilhantismo. “A Visita” é um deles.

De forma mais autoral, ele investe num tipo de paródia found footage e nos transporta para o encontro de um casal de irmãos metidos a cineastas com seus avôs de comportamento estranho. E quando falei de lampejo de brilhantismo é porque o modo que o terror é criado aqui é muito bem sacado. Ele investe nos medos das crianças para contrastar com atitudes esquisitas dos avós justificadas pela idade dos velhinhos. É uma obra sensacional e não muito comentada.

Leia nossa crítica de A Visita 

 

04 | A Morte te dá Parabéns (2017)

Ressuscitando os filmes Slasher dos anos 90, A Morte Te Dá Parabéns (Não é “A Morte Tá De Parabéns”, como muitos vêm dizendo hahahaha) consegue misturar suspense com gore e até mesmo um tipo de diversão no grotesco. Estrelando a carismática Jessica Rothe (La La Land), o filme te leva para o aniversário de Tree (uma aspirante a Regina George), que é assassinada por um mascarado misterioso ao fim do dia. A diferença é que em vez de permanecer morta, a universitária acorda e passa a reviver isso de novo. Quando ela percebe o loop temporal, tenta tirar seu pé da cova e começa a investigar seu assassino.

O grande acerto do longa é acabar com a protagonista de todos os meios possíveis. Some isso a um clima de suspense noventista e ao sentimento de “o que você faria se soubesse que hoje é seu último dia?”, e o resultado é um filme divertidamente tenso, misterioso e até mesmo nostálgico. O filme ganhou uma sequência em 2019, que apesar de divertida, não tinha o frescor do original.

Leia nossa crítica de A Morte te dá Parabéns

 

03 | Sobrenatural (2010)

Dirigido por James Wan, o filme conta a história de uma família que começa a presenciar eventos macabros após seu filho, Dalton (Ty Simpkins), acordar de um coma causado por um acidente no porão. Com o desenrolar da trama, descobrimos revelações sobre os personagens secundários e entramos numa história de detetives focados no sobrenatural, tema que voltaria a ser explorado por Wan na franquia Invocação do Mal (2013 e 2016)

Além de construir muito bem a tensão, Sobrenatural lança o pequeno Ty Simpkins (Jurassic World) em seu primeiro papel de protagonista – ele que viria a se tornar o queridinho do diretor Shane Black (Homem de Ferro 3, Dois Caras Legais) e uma das maiores promessas de Hollywood. E marca também o início de uma das parcerias mais bem sucedidas do terror moderno: James Wan e Patrick Wilson.

Assim como a maioria do filmes da produtora, Sobrenatural custou pouco e lucrou muito, iniciando uma franquia de terror com quatro capítulos já lançados, e uma quinta parte programada para 2021.

03 | O Homem Invisível (2020)

Na trama, a sempre ótima Elisabeth Moss protagoniza como Cecilia Kass, uma mulher vítima do abuso doméstico de seu poderoso companheiro, o empreendedor do ramo tecnológico Adrian Griffin (papel do igualmente bom Oliver Jackson-Cohen, da série da Netflix A Maldição da Residência Hill). Como todo abusivo, o sujeito se acha dono da protagonista, lhe tratando como objeto conquistado, e inclusive castigando-a a seu bel prazer. Logo depois da mulher finalmente conseguir deixá-lo, o traste se mata. A surpresa vem com a leitura do testamento, onde aparentemente todos os seus bens foram transferidos a ela.

Mas, como sempre algo muito bom vem com uma pegadinha, ela começa a notar estranhas ocorrências que a fazem acreditar que Adrian pode não ter morrido. E agora, sua teoria é verdade, e ele encontrou uma forma de se tornar invisível, ou ela está apenas respondendo a um trauma fortíssimo deixado em seu subconsciente? Ou nenhuma das duas? Ou as duas juntas?

O Homem Invisível é o melhor dos dois mundos: consegue fazer gelar a espinha e inserir de forma exata todos os seus sustos (sem abusar deles) como os melhores filmes de “terror de shopping”, ao mesmo tempo em que entrega profundidade, análise comportamental e grandes personagens parecendo saídos diretamente dos chamados “terror de arte”. É seguro dizer que com o filme, os envolvidos, sejam atores, diretores ou produtores, entregam um de seus melhores trabalhos nas telonas. E estão de parabéns.

 

 

02 | Fragmentado (2017)

Outro sucesso de público e crítica, o suspense Fragmentado pegou todos de surpresa em 2017. Considerado a volta por cima do “Senhor Plot-Twist”, M. Night Shyamalan, o filme apresenta Kevin (James McAvoy), um homem que convive com 23 personalidades dentro de si. Ele sequestra três meninas e vai demonstrando suas diferentes facetas ao longo da história.

O suspense é causado pela relação de não saber com qual “Kevin” as meninas estão lidando e no mistério levantado sobre o grande vilão do filme: A Fera. Ela existe ou não? Bem, a grande certeza disso tudo são as atuações espetaculares de James McAvoy (X-Men: Apocalipse) e da jovem Anya Taylor‑Joy (A Bruxa). McAvoy era cotado por muitos como possível indicado ao Oscar de melhor ator.

A sequência, ‘Vidro, faz crossover com outro sucesso de Shyamalan: Corpo Fechado. Porém, dividiu opiniões.

Leia nossa crítica de Fragmentado

 

01 | Corra! (2017)

Conhecer a família da namorada é o maior pesadelo de muitos rapazes no mundo. Se ele for negro, e a família da namorada branca for do interior então… Como se não bastasse isso, descobrir que os pais do seu amor querem vender seu corpo num leilão escravagista, te obrigando a lutar por sua vida deve ser uma experiência terrível, não é mesmo? É seguindo essa linha que o roteiro de “Corra!” se sustenta. Além, é claro de contar com uma atuação visceral de Daniel Kaluuya (Sicario: Terra de Ninguém) e a direção segura do estreante Jordan Peele.

Abordar um tema tão delicado quanto o racismo em um longa de terror sem parecer ofensivo, ou até mesmo racista, é uma tarefa difícil. Conseguir falar sobre isso de forma quase didática, criticando explicitamente os preconceituosos do mundo, e ainda assim fazer um filme MUITO BOM e lucrativo é impressionante!

Leia nossa crítica de Corra!

Bônus | Atividade Paranormal (2007)

O filme mais lucrativo da história conseguiu inovar o gênero e fazer muitos jovens dormirem com as luzes acesas. Na época de seu lançamento, o cinema de terror apostava em remakes e continuações de clássicos do passado, como Jason, Freddy, Chucky… e nenhum deles despertava mais tanto medo na geração 2000. Foi aí que Oren Peli entrou. Com apenas 15 mil dólares, ele usou sua casa como locação, somente uma câmera na filmagem e muita propaganda boca a boca para realizar um filme de 193 milhões de dólares em bilheteria.

O plot é extremamente simplório. Gravado ao estilo Found Footage, estabelecido em “A Bruxa de Blair” (1999), o filme conta a história de um casal que decide instalar câmeras de segurança em sua casa para tentar descobrir a causa de barulhos e movimentações esquisitas no lugar. Todo esse sucesso rendeu nada menos que quatro continuações, dois derivados e duas paródias.

Leia nossa crítica de Atividade Paranormal

‘Monster Hunter’: Novo vídeo compara as criaturas do filme com as do game

Sony Pictures divulgou um novo vídeo de ‘Monster Hunter’, adaptação estrelada por Milla Jovovich.

Nele, podemos comparar as criaturas com que aparecem no filme com as do filme.

Confira:

Vale lembrar que o filme teve sua estreia confirmada para 30 de dezembro deste ano.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.

O orçamento ficou na casa dos US$ 60 milhões.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

John Krasinski e Emily Blunt falam sobre a experiência de assistir ‘Um Lugar Silencioso 2’ NOS CINEMAS

Em um vídeo de bastidores de ‘Um Lugar Silencioso – Parte II’, o escritor e diretor John Krasinski e a atriz Emily Blunt falam sobre como assistir ao filme nos cinemas vai resgatar todo suspense do primeiro longa.

John reforça que ele a franquia foi pensada para ser assistida na telona. O vídeo mostra ainda trechos do novo filme que trará revelações e acompanhará a aventura desta família para sobreviver.

Confira:

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de junho.

Segundo as novas projeções (via Box Office Pro), a sequência promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

Com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, os exibidores se empolgaram em abrirem seus cinemas no mercado internacional e ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2’ deve arrecadar entre US$ 40 a 50 milhões em sua estreia nos Estados Unidos.

Antes da pandemia, a expectativa era que o filme abrisse com US$ 60 milhões  em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

Confira nossas reações ao filme:

 

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Matrix Resurrections’ ganha várias imagens e cartazes inéditos

A Warner Bros divulgou novos cartazes e imagens de ‘Matrix Resurrections‘.

Confira a cena e siga o CinePOP no YouTube:

 

Segundo Steven Weintraub, editor-chefe do Collider, as primeiras reações dos críticos nas redes sociais serão liberadas à partir do dia 16 de dezembro, às 22h30 no horário de Brasília.

A Warner Bros. parece estar bem confiante no sucesso do filme com os críticos, já que o embargo cai uma semana antes da estreia.

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer:

Além de Reeves e Moss, o elenco conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe), Daniel Bernhardt (Agente Johnson), Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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Suspense super TENSO estrelado por Russell Crowe está fazendo sucesso na HBO Max

O thriller ‘Fúria Incontrolável’ (‘Unhinged’), estrelado por Russell Crowe, saiu do Amazon Prime Video e agora está disponível no catálogo da HBO Max, entrando para o TOP 10 de filmes mais vistos do streaming.

A história gira em torno de uma mulher chamada Rachel (Caren Pistorius), que se envolve em uma discussão nada amigável no trânsito no momento errado e com o motorista errado (Russell Crowe).

No Rotten Tomatoes, o longa recebeu 48% de aprovação e nota 5.3/10, com base em 200 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “Crowe consegue ser um vilão compulsivamente assistível, mas [o longa] peca na falta de inteligência ou profundidade para superar sua premissa barata”.

Assista ao trailer:

Confira as críticas:

“Um sádico e mediano thriller” – Chicago Tribune.

“Até com simples relances, Crowe continua nos fazendo duvidar de tudo” – London Evening Standard.

“O comentário social abrangente logo se rende a um filme de perseguição encardido e horrível” – Chicago Sun-Times.

“A atuação satisfatória de Russell Crowe merece algo mais inteligente” – Time Out.

“Se isso ainda não aconteceu a você, você deve estar pegando o trem ou o ônibus para o trabalho” – Movie Nation.

‘Fúria Incontrolável’ é dirigido por Derrick Borte, com roteiro assinado por Carl Ellsworth e produção de Lisa Ellzey.

Caren PistoriusJimmi Simpson completam o elenco.

Atriz de ‘After: Depois da Verdade’ está em ÓTIMA comédia romântica que estreou no Prime Video

A atriz Josephine Langford (‘After: Depois da Verdade’) estrela a nova comédia romântica lançada no Prime Video que está dando o que falar.

A Outra Zoey‘ conquistou os assinantes do streaming e também os críticos, recebendo altos 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer:

Sara Zandieh (‘Sem Fronteiras para o Amor’) é responsável pela direção.

Zoey Miller (Langford), uma estudante universitária superinteligente e desinteressada em romances, tem sua vida virada de cabeça para baixo quando Zach (Drew Starkey), o capitão do time de futebol masculino, fica com amnésia e confunde Zoey com sua namorada. Na tentativa de se aproximar do primo de Zach, Miles (Archie Renaux), ela se junta à família dele em uma viagem de esqui no fim de semana, fingindo ser namorada de Zach. Presa entre os dois homens enquanto mantém a fachada de namorada, sua determinação de buscar compatibilidade em vez de amor começa a sair dos trilhos.

O elenco ainda conta com Heather Graham, Andie MacDowell, Patrick Fabian, Amalia Yoo, Christie Lynn Smith, Olive Abercrombie e Jorge López.

Verdadeira ‘Bruna Surfistinha’ comemora anúncio da sequência: “Justiça dos homens, principalmente de Deus”

Ontem, a atriz Deborah Secco anunciou que irá retornar na sequência ‘Bruna Surfistinha 2‘.

Em suas redes sociais, Raquel Pacheco compartilhou o vídeo da atriz famosa e revelou que está contente com a sequência:

“Estou voltando. Eu estou bem. A Justiça dos homens, principalmente de Deus, está feita e tudo está fluindo. Voltei para compartilhar essa notícia maravilhosa. E em breve eu voltarei com tudo. Aguardem!”, prometeu.

Raquel enfrentou algumas polêmicas recentemente e se afastou das redes sociais:

“Uma das coisas que aprendi nesta vida é exatamente isso: sermos quem queremos ser, é muito mais prazeroso do que termos o que queremos ter. Porque muitas vezes o “TER” é apenas uma fuga por não conseguirmos SER”, ela refletiu em seu último post.

O projeto contará novamente com a distribuição da Imagem Filmes.

 

“Não via a hora de contar para vocês que um dos personagens mais importantes da minha trajetória está de volta. É isso mesmo… Bruna Surfistinha está prestes a voltar para as telonas. Eu, Marcus Baldini, TvZero e a Imagem Filmes anunciamos, em primeira mão, a produção do longa-metragem ‘Bruna Surfistinha 2’. Muito ansiosa! E vocês, estavam com saudades da Bruna?,” declarou a atriz.

Fenômeno nos cinemas, o primeiro filme, lançado em 2011, levou mais de 2 milhões de espectadores às telonas.

Raquel Pacheco era uma jovem da classe média paulistana, que estudava em um colégio tradicional da cidade. Certo dia ela tomou uma decisão surpreendente: saiu de casa e resolveu virar garota de programa. Com o codinome “Bruna Surfistinha”, Raquel viveu diversas experiências profissionais e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas em um blog, que depois virou um livro e tornou-se um best seller.

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EXCLUSIVO! Belíssimo display de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ na CinemaCon

Missão: Impossível – O Acerto Final‘ teve um belíssimo display divulgado na CinemaCon, e o CinePOP traz a imagem para você em primeira mão.

Confira, com fotos e o trailer:

Mulher séria com homens ao fundo em ambiente escuro
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Homem e mulher discutem tensamente com outro homem observando
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Mulher rastejando na neve com roupas pesadas.
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Homem em laboratório com expressão surpresa
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Em entrevista ao Empire magazine, Tom Cruise (‘Guerra dos Mundos’) revelou detalhes sobre uma cena de ação extrema no aguardado filme.

O ator afirmou que chegou a respirar dióxido de carbono para performar uma cena em que seu personagem, Ethan Hunt, precisa explorar os destroços de um submarino. Filmada em um tanque de 8.5 milhões de litros de água, ele teve que vestir um traje especialmente projetado para a cena.

O astro só pôde usar o equipamento por 10 minutos antes de sofrer hipóxia (ausência de oxigênio no tecido corporal).

“Respirei meu próprio dióxido de carbono. Ele se acumula no corpo e afeta os músculos. Tive que superar tudo isso, e apenas estar presente.”

Anteriormente, Cruise havia confirmado ter desmaiado durante as gravações de outra cena de ação: “Quando você coloca o rosto para fora [de um avião], indo a mais de 120 a 130 milhas por hora, você não está recebendo oxigênio. Então eu tive que me treinar para conseguir respirar. Houve momentos em que eu desmaiava fisicamente; eu não conseguia voltar para a cabine.”

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

Christopher McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Lembrando que ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ chega aos cinemas nacionais em Maio.

 

Crítica 2 | Alien: Covenant – Ou Alien, de Michael Fassbender

SOFRÍVEL

 

O ingresso que paguei para ver ao suspense Vida (Life) valeu mais do que o de Alien: Covenant. Pronto, acabou a resenha, pode curtir e compartilhar nas redes sociais!

Comparado com Alien: O Oitavo Passageiro, de 1979, Covenant é sua antítese, um filme sofrível e pavoroso, o PIOR filme da série! – não estou contando aqui os confrontos com o Predador. Quase nada, sendo Michael Fassbender honrosa exceção.  No trailer, Ridley Scott vendeu ao público a ideia de um filme que retomaria o clima de horror do original. Ao sair da sala de projeção, fiquei com a impressão de que todas as cenas que poderiam funcionar no filme foram postas no trailer e só funcionam porque receberam uma montagem própria de trailer, pois no filme, elas não têm vida.

Covenant é uma nave de colonização. Após captarem uma mensagem misteriosa, os tripulantes descobrem um planeta mais semelhante à Terra e mais próximo do que aquele previsto originalmente. Após diálogos extremamente convencionais, a tripulação decide mudar os rumos da missão. Nesta parte inicial, já é possível perceber alguns dos muitos defeitos do filme.

O roteiro ruim é a raiz de muitos erros. Muita coisa é previsível, outras tantas são convencionais. Covenant apresenta uma história de origem dos xenomorfos que ninguém pediu para ser contada, que não contribui para a mitologia da saga e que não fornece elementos para o diretor construir o suspense.

Outro problema derivado do roteiro são os personagens mal trabalhados. O filme não se preocupa em desenvolver as personalidades da tripulação, nem podemos chamá-los de caricaturas. A preguiça é tamanha que os personagens mais parecem ideias que não foram desenvolvidas: “olha, esse aqui vai ser a cientista sabichona e esse outro o cowboy espacial”. O roteiro também apela para a burrice dos personagens para evoluir a narrativa. Na primeira sequência de ação do filme, depois de três decisões estúpidas, parei de contar. É algo que ofende a inteligência do público. Enfim, se o filme trata seus personagens como ração Alien, como o público irá se importar e envolver-se com a ação???

Sem o engajamento do público com os personagens, as cenas de ação não provocam palpitações. Ainda falando da primeira sequência de ação, a sua concepção foi boa: separa o grupo em três para explorar um local desconhecido; o público percebe a ameaça antes dos personagens; quando a ameaça fica evidente, duas ações correm em paralelo, culminando com uma imagem pirotécnica. No papel foi lindo, na tela, não! E uma das muitas falhas dessa sequência está na má construção dos personagens, com os quais não nos importamos e que são muito burros.

Podemos identificar outras escolhas que prejudicam a sequência: a fotografia da sequência é genérica demais para construção do clima; as mudanças na mitologia ajudam a puxa mais ainda o freio de mão da cena; até a má apresentação da relação entre as personagens não colabora. Mas, sem dúvida, é a burrice das escolhas dos personagens o grande problema desta e de muitas outras sequências de Covenant.

No filme de 1979, a direção trabalhava com as sombras, mostrando pouco; o medo vinha do desconhecido. Consciente de que não há novidade em seu xenomorfo, Scott opta pelo gore, pelo grafismo das mortes – sábia decisão, que poderia ter um grande mérito pelo seu lado terror. Porém, faltou coragem na execução de efetivamente explorar a repulsa causada pelos corpos dilacerados. De tão rápidos os planos, as mortes nem causam repulso nos estômagos mais sensíveis, nem satisfaz o sadismo dos apreciadores do terror.

Ao lado de Covenant, Prometheus fica melhor – ao menos, você tinha coisas novas no roteiro e uma concepção visual de encher os olhos. Mas, dos vários erros de Covenant, há um erro que também paira sobre Prometheu. Ambos simbolizam algo forte no cinemão atual: o desejo de ter uma franquia para chamar de sua; isto faz com que estúdios e criadores apelam, muitas vezes, ao prólogo (o famoso prequel).

São dois fenômenos distintos que frequentemente andam juntos. A ideia de franquia é antiga no cinema e voltou a ser regra atualmente.  A franquia é uma maneira criar um público cativo, deixando o investimento menos arriscado. É uma decisão comercial compreensível diante da concorrência com outras mídias, mas que contribuiu o rebaixamento da qualidade de muitos filmes e torna o terreno infértil para novas ideias. Sim, muitas sagas são bem feitas (vide Marvel), mas limitam inovações, o que resultará em um público saturado.

Diante da necessidade de criar franquias, algo recorrente atualmente é explicar a origem das coisas. Apesar de alguns filmes ótimos (como Rogue One), a mania dos prólogos parece-me mais uma praga. Por mais curioso que o fã seja, nem sempre queremos saber a origem de tudo. Prólogos que querem explicar (e até mastigar) toda uma mitologia podem prejudicar um dos maiores prazeres dos fãs: imaginar o que veio antes. E Covenant é o melhor exemplo de história de origem desnecessária que enfraquece uma mitologia. (nota mental para um próximo texto: atualmente, o público curte as coisas bem mastigadas…).

Mesmo se pensarmos nele isoladamente, Covenant continua disfuncional. Poucas coisas funcionam, como uma ou outra cena, o CGI dos xenomorfos e, principalmente, a atuação de Fassbender. O cara faz milagre com o roteiro, confirmando as más línguas que dizem que ele é um dos maiores atores desta geração. Mas, como milagre não é suficiente contra um roteiro ruim e uma direção preguiçosa, ele também tem seus momentos constrangedores.

Covenant é uma apoteose de boas ideias desperdiças. Há um “plot twist” na última sequência que é símbolo disso. É um “twist” tão pouco twist, que pelo menos eu e uma outra moça no cinema percebemos do que se tratava logo quando a equipe volta para nave. Sem dar spoiler, digo apenas que se o filme tivesse deixado o público ciente, a sequência final de ação dentro da nave ganharia em suspense, pois o diretor teria mais um ponto de tensão para manipular o público.

Enfim, para você Alien: Covenant foi bom ou também foi um festival de erro e de boas ideias desperdiçadas? Ele vai entrar para a galeria de obras primas ou de grandes fracassos de Ridley Scott? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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Crítica | ‘A Garota mais Linda do Mundo’ – Filme Indonésio na NETFLIX é um retrato maduro da descoberta do amar

A forma delicada como é apresentada a construção da descoberta do amar – mesmo com todos os clichês que se encontram pelo caminho – é o grande achado do longa-metragem indonésio A Garota mais Linda do Mundo. Dirigido por Robert Ronny, e protagonizado pelos ótimos Reza Rahadian e Sheila Dara Aisha, essa não é somente uma história convencional de duas almas que se encontram e se apaixonam.

O que acontece nas mais de duas horas de projeção é um retrato maduro, muitas vezes surpreendente, sobre as possibilidades de interpretações do que é o amor, além de destilar críticas sociais certeiras aos produtos descartáveis televisivos. Percorrendo com dinamismo traumas, relações de atritos na família e verdades que se descontroem, esse pode ser considerado mais um dos grandes acertos da Netflix nesse 2025.

O playboy e herdeiro de um grande canal de televisão Reuben (Reza Rahadian) passa seus dias no conforto e comodidade de uma vida fácil. Quando seu pai morre de forma inesperada, para receber a herança, ele precisa casar com a ‘garota mais linda do mundo’. Assim resolve participar de um reality show de casamento que a emissora produz. Passando por um processo de maturidade durante esse tempo, aos poucos vai se aproximando de uma de suas funcionárias, Kiara (Sheila Dara Aisha).

Não precisa ter um beijo sequer para nascer um filme bonito e romântico. O corajoso e inteligente roteiro consegue prender a atenção dando um choque de realidade para a fantasia de um conto de fadas. Com arcos dramáticos de dois personagens em contrapontos, que logo alcançam um harmonioso clímax, vamos acompanhando um discurso que se transforma, jogando para escanteio qualquer previsibilidade.

Sem esquecer de uma profunda crítica ao mundo televisivo, o machismo descarado, as encenações e a distância do real – aqui exemplificado com os descartáveis reality shows – percorremos uma história de amor sem deixar de ter a disposição reflexões sobre nossa sociedade.

Tom Hanks | Ranqueamos os 10 Melhores Filmes da Carreira do Astro

Uma das celebridades mais queridas do planeta, o astro Tom Hanks foi recentemente diagnosticado com o coronavírus (ao lado da esposa, a também atriz Rita Wilson) – o novo terror mundial. Apesar de constarem dentro do grupo de risco (ambos com 63 anos de idade), o casal já passa bem por terem sido medicados a tempo e recebido o tratamento necessário.

Roteirista, produtor, diretor e ator com 92 créditos em sua filmografia, numa carreira que começou em 1980, Tom Hanks se tornou um dos artistas mais prestigiados do mundo com nada menos que 6 indicações ao Oscar; além de manter o recorde (ao lado do icônico Spencer Tracy) como um dos raros a vencer dois anos seguidos o Oscar de ator principal. E, é claro, sua fama de eterno bom moço.

Pensando nisso, e como forma de homenagear este tesouro global que nos deu um baita susto esta semana, o CinePOP resolveu listar – numa tarefa muito difícil – os 10 (dentre tantos ótimos trabalhos) melhores filmes de Tom Hanks. Vamos conhecer.

Ps. Estamos pensando numa lista especial para as animações que dublou, portanto não espere encontrar nenhum dos Toy Story nesta lista, que consta somente com live-actions.

10 | Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo (1995)

Tom Hanks é um ator tão bom que muitos se lembram de sua indicação ao Oscar por este filme, fato que não ocorreu. A verdade é que Hanks acabava de sair de sua segunda vitória consecutiva no Oscar e a maioria supunha que uma nova indicação era certa, levando em conta o prestígio do longa com a Academia naquele ano.

Apollo 13, no entanto, recebeu 9 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme e coadjuvantes para Ed Harris e Kathleen Quinlan, e levou duas estatuetas técnicas. Baseado nos livros de Jim Lovell e Jeffrey Kluger, o filme conta a história real e desastrosa de uma tripulação à deriva no espaço depois que sua aeronave apresenta danos internos enquanto rumava à lua.

09 | Ponte dos Espiões (2015)

Vinte anos após Apollo 13, Tom Hanks voltava ao radar do Oscar nesta superprodução dirigida por Steven Spielberg. O filme marca sua quarta parceria com o diretor, num total de cinco. Ponte dos Espiões foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso na categoria de coadjuvante para Mark Rylance, que interpreta o oficial russo detido nos EUA durante a Guerra Fria.

Igualmente baseado numa história real, e com roteiro assinado por ninguém menos do que os irmãos Coen (Onde os Fracos Não tem Vez), a trama mostra Hanks como um advogado tipicamente americano encarregado de defender o pior vilão para a América na época: um espião russo pego atrás das linhas inimigas. A mensagem aqui é a de aceitação, mesmo de seus desafetos, um tema tipicamente “Spielberguiano”.

08 | Filadélfia (1993)

Agora sim, estamos falando de Oscar para Tom Hanks. E um bem merecido. Associado a comédias durante toda década de 1980, e alguns romances, o ator dava um novo rumo em sua carreira, demonstrando que podia se sair muito bem em um papel mais sério. Dito e feito, e os incrédulos precisaram engolir sua vitória na categoria de melhor ator, na pele de um homem gay tratado de forma extremamente injusta e preconceituosa na prestigiada firma de advocacia onde trabalha após se descobrir com AIDS.

Em tempos de epidemias assustadoras, vale lembrar que a AIDS foi um dos grandes horrores de nosso tempo nas décadas de 1980 e início de 1990. E quando falamos na doença, Filadélfia ainda se mantém como o filme definitivo a visitarmos. Dramático e estarrecedor sem ser piegas, o longa foi indicado a 5 Oscar, e levou o citado de melhor ator e melhor canção para o hino Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen. Inesquecível.

07 | Estrada para Perdição (2002)

Tom Hanks como um mafioso matador? Sim, o ator consegue fazer de tudo com seu biótipo do homem comum. Aqui, um trio pesado vindo de gerações distintas se digladiam em uma batalha tensa, com muitas armas, tiros, mas principalmente um duelo de grandes atuações. Além de Hanks, o veterano Paul Newman interpreta um “poderoso chefão” e o então novato Jude Law mostrando que estava com fome na pele de um assassino letal que caça o protagonista.

Na trama, Hanks vive o braço direito de um chefão do crime, que passa a persegui-lo por um erro que não cometeu. Curiosamente, este longa do diretor Sam Mendes (1917) é baseado numa HQ adulta. Estrada para Perdição marca o último filme do monstro sagrado Paul Newman lançado nos cinemas. A obra levou 6 indicações ao Oscar, incluindo coadjuvante para Newman, e saiu vitoriosa na categoria de melhor fotografia.

06 | Capitão Phillips (2013)

Já percebemos que Tom Hanks consegue não só interpretar qualquer papel (queremos é vê-lo num filme de super-heróis), como também adentra com facilidade produções de tons e temas distintos. Aqui, a tensão toma conta em sua parceria com o diretor Paul Greengrass, um especialista no cinema adrenalina. Igualmente baseado num história real, e no livro do próprio Richard Phillips, Hanks vive o capitão de um grande navio americano sequestrado por piratas Somalianos em 2009.

A história inacreditável, caso não fosse real, marcou o primeiro caso de sequestro de uma grande embarcação americana em 200 anos. Capitão Phillips foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme e coadjuvante para Barkhad Abdi, que interpreta o líder dos criminosos. Quem poderia esquecer a frase icônica proferida pelo ator em seu sotaque somali: “I´m the Captain now”.

05 | Náufrago (2000)

Agora a parada está ficando séria. Náufrago não é apenas um dos melhores filmes de Tom Hanks, como também um de seus filmes mais queridos do grande público. Uma curiosidade de bastidores do filme é que o diretor Robert Zemeckis precisou parar a produção por um ano até que o ator perdesse 23 quilos e deixasse crescer a barba e o cabelo. Neste meio tempo, o cineasta utilizou a mesma equipe para gravar o terror Revelação, com Michelle Pfeiffer e Harrison Ford, lançado no mesmo ano.

Na trama, Hanks vive um executivo da empresa de entregas FedEx que sofre um terrível acidente de avião, indo parar numa ilha deserta onde luta por sobrevivência durante 4 anos, até conseguir se lançar numa aventura para deixar o local. A vencedora do Oscar Helen Hunt interpreta sua companheira. Náufrago recebeu duas indicações aos prêmios da Academia, melhor ator para Hanks (em sua quinta e penúltima indicação – até este ano com Um Lindo Dia na Vizinhança) e melhor som. Ah sim, e não podemos esquecer a famosa bola de vôlei com rosto, Wilson – associada ao ator até hoje.

04 | Prenda-me se For Capaz (2002)

Em sua segunda colaboração com o diretor Steven Spielberg, o astro aceitou um papel coadjuvante para o protagonismo do menino de ouro Leonardo DiCaprio. Um trio desses estremece qualquer cinema. Na trama, DiCaprio vive o golpista da vida real Frank Abagnale Jr., quase um brasileiro em “malandragem” e “esperteza”, que se passa por médico, piloto de avião, advogado, além de um grande esquema de fraude descontando cheques de tais empresas.

No mesmo ano, DiCaprio trabalharia com outro dos maiores diretores ainda em atividade, Martin Scorsese em Gangues de Nova York. Mas demonstrando novamente seu talento para ser esnobado, apesar do estupendo desempenho em ambos, o ator não foi lembrado para indicações. E mesmo com Tom Hanks coadjuvando no elenco, o ator lembrado pela Academia foi Christopher Walken, outro coadjuvante, no papel do pai de DiCaprio. Hanks interpreta o agente do FBI que passa anos perseguindo sem sucesso o falsário.

03 | À Espera de um Milagre (1999)

O filme preferido do grande público no IMDB é imutavelmente Um Sonho de Liberdade (1994), dirigido por Frank Darabont e baseado num conto de Stephen King. Assim, todas as peças voltaram a se encaixar para esta espécie de “sequência espiritual”, que resultou no terceiro melhor filme da carreira do astro Tom Hanks. Temos novamente a direção de Darabont num filme baseado numa história de Stephen King passada na prisão. Esta, embora não seja de terror, utiliza elementos sobrenaturais em sua narrativa.

Passado no ano de 1932, o filme acompanha o dia a dia de carcereiros no corredor da morte de uma penitenciaria numa cidadezinha do sul dos EUA. O protagonista, líder dos guardas, é vivido por Tom Hanks. Tudo muda com a chegada de John Coffey (o saudoso Michael Clarke Duncan), um bondoso gigante, acusado do estupro e morte de duas menininhas. Aos poucos descobrimos que as coisas não são exatamente como se apresentam e que o novo prisioneiro possui dons sobrenaturais de cura. O longa foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme, coadjuvante para Duncan e roteiro adaptado para o diretor Darabont.

02 | O Resgate do Soldado Ryan (1998)

A primeira parceria com o diretor Steven Spielberg rendeu não somente o segundo melhor filme da carreira de Tom Hanks, como um dos melhores também da filmografia do cineasta. O Resgate do Soldado Ryan é considerado um dos relatos mais fiéis e realísticos do campo de batalha. Com cenas incríveis de cair o queixo, o filme nos jogou literalmente dentro da Segunda Guerra Mundial, valendo apenas dizer “sinto muito” para os que não conseguiram conferir a obra em sua potência máxima nas salas de cinema, na época do lançamento.

Hanks vive o líder de um pelotão designado a encontrar um único soldado (papel de Matt Damon), cuja família havia perdido outros filhos no conflito, e a política adotada nesta situação é dispensar tal soldado de seu serviço. Narrativa semelhante esteve presente em 1917, indicado ao Oscar deste ano, no qual um soldado precisa encontrar outro, desta vez durante a Primeira Guerra Mundial. Pelo longa, Hanks recebeu sua quarta indicação ao Oscar e O Resgate do Soldado Ryan levou um total de 11 indicações, incluindo melhor filme, dentre as quais venceu 5 estatuetas, como a de melhor diretor.

01 | Forrest Gump: O Contador de Histórias (1994)

Não tem jeito. Não tinha outro filme para ocupar a posição número 1 senão Forrest Gump. O melhor filme do ator traz também seu personagem mais querido e o que vem instantaneamente na cabeça dos cinéfilos quando falamos em Tom Hanks. Forrest Gump realmente marcou uma época, e ainda se mantém como o filme de número 12 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público do IMDB.

“A Vida é como uma caixa de chocolates, nunca sabemos o que iremos encontrar”, a frase tema cantarolada pelo protagonista, como dizia sua mãe, ainda é repetida à exaustão, mas a surpresa contida na caixa de chocolates foi que o restaurante proposto no filme, Bubba Gump Shrimp, realmente se tornou realidade pelos EUA. Forrest Gump foi o grande filme de 1994, e da década de 1990, recebendo nada menos que 13 indicações ao Oscar, incluindo 6 vitórias – entre elas: melhor filme, ator para Hanks e diretor para Robert Zemeckis.

E você, gostou da nossa lista? Quais filmes esquecemos de colocar aqui? Comente e faça sua própria lista dos filmes de Tom Hanks nos comentários.

‘A Coisa’ completa 40 anos – Você lembra do filme do iogurte assassino?

Já pensou em uma sobremesa tão deliciosa que se torna viciante para os seus consumidores? E não apenas isso, ao invés de nós a comermos, ela que termina nos devorando. Essa é a premissa de ‘A Coisa’ (The Stuff), clássico cult da década de 1980 que está completando nada menos que quatro décadas de sua estreia este ano. Quem viveu a época certamente lembra das reprises do filme no SBT – que se tornou a casa do longa no Brasil. Abaixo daremos uma olhada mais aprofundada nesse clássico absoluto do cinema de gênero. Confira.

Em 1985, entre a ascensão do consumismo e o declínio da Guerra Fria, o cineasta Larry Cohen lançou ‘The Stuff(A Coisa), um filme de terror que misturava sátira social, horror corporal e crítica ao capitalismo. Com um orçamento modesto e ideias audaciosas, a obra foi rapidamente engolida pela crítica tradicional e ofuscada por produções mais robustas da época. No entanto, com o passar das décadas, A Coisafermentou nas margens da cultura pop até se tornar um clássico cult adorado por fãs de horror e cinéfilos que apreciam comentários sociais ácidos disfarçados de entretenimento pulp.

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Uma das ideias mais originais para um filme de terror, ‘A Coisa’ trazia o consumismo como vilão.

A ideia para o filme surgiu quando Larry Cohen, diretor e roteirista conhecido por misturar gêneros e subverter expectativas, observava a obsessão americana com produtos alimentícios “milagrosos”. Inspirado por comerciais de iogurte e dietas instantâneas, Cohen se perguntou: “E se um alimento tão saboroso e viciante surgisse… mas tivesse vontade própria?” A resposta foi The Stuff, uma substância misteriosa (e possivelmente alienígena) que brota da terra na neve como petróleo e rapidamente se torna a sobremesa mais popular do país — até que seus efeitos colaterais se tornam mortais.

Produzido de forma independente, A Coisa enfrentou diversas limitações orçamentárias, mas Larry Cohen compensou isso com criatividade e ousadia. O elenco foi liderado por Michael Moriarty, que já havia trabalhado com o diretor em ‘Q – A Serpente Alada’ (1982). Com seu carisma excêntrico, Moriarty interpreta David Rutherford, um espião industrial encarregado de investigar a origem misteriosa do novo sucesso alimentício.

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Todos parecem adorar The Stuff, mas as consequências são letais.

Cohen trabalhou com um time pequeno e eficiente, gravando em locações reais e improvisando soluções para os efeitos especiais. Para simular o movimento e a aparência da “Coisa”, foram utilizados desde espuma de extintor de incêndio até sorvete de iogurte e creme de barbear. Em algumas cenas, tanques inteiros de substâncias brancas eram despejados em miniaturas e estúdios construídos artesanalmente.

O diretor também contou com a presença de Garrett Morris (‘Saturday Night Live’) como “Chocolate Chip Charlie”, um personagem que simbolizava o pequeno trabalhador engolido pelo monopólio corporativo. No terceiro ato, um dos momentos mais memoráveis ocorre quando Charlie se transforma em uma casca humana vazia, revelando que a Coisa controla seus consumidores de dentro para fora — um claro comentário sobre alienação e conformismo.

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A cena mais bizarra de ‘A Coisa’, que chocou toda uma geração. Quem viveu sabe.

A Coisa é muito mais do que um filme de terror. Cohen utilizou o gênero como uma plataforma para criticar o consumismo desenfreado, a manipulação publicitária e o poder destrutivo das corporações. A Coisa é vendida como “leve”, “natural” e “viciante”, ecoando a linguagem das campanhas de alimentos dietéticos que explodiam nos anos 1980. Os comerciais mostrados no filme — paródias de anúncios reais — são quase indistinguíveis dos verdadeiros.

A narrativa sublinha como a sociedade pode ser manipulada pelo marketing e pela conveniência, aceitando cegamente produtos sem questionar sua procedência ou segurança. A crítica implícita ao fast-food, à substituição de alimentos por substâncias sintéticas e ao apetite insaciável da cultura de consumo se mantém incrivelmente relevante.

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Com cores suaves, esse era o logo de ‘Stuff’, a nova sobremesa sensação pronta para dominar o mundo.

Além disso, A Coisaincorpora uma leitura política. A ideia de uma substância alienígena que controla a mente das pessoas remete ao medo comunista (em linha com filmes como Vampiros de Almas) e, ao mesmo tempo, à crescente desconfiança em relação ao governo e às empresas privadas que moldavam os hábitos de consumo dos americanos.

Na época de seu lançamento, A Coisa teve uma recepção fria — tanto do público quanto da crítica. Muitos espectadores esperavam um terror mais convencional e ficaram confusos com o tom satírico do filme. O marketing não soube como vender a proposta híbrida da obra: era terror? Comédia? Crítica social? Suspense industrial? A indefinição de gênero prejudicou sua distribuição.

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Não basta você se viciar em The Stuff sozinho, a ideia era viciar todos, incluindo sua própria família.

Cohen lamentou publicamente a interferência da distribuidora, que editou várias cenas e retirou trechos importantes que aprofundavam a crítica e o desenvolvimento dos personagens. Mesmo assim, o diretor seguiu orgulhoso da obra e nunca renegou a mensagem do filme, que ele considerava uma das mais contundentes de sua carreira.

Com o advento do VHS e, mais tarde, do DVD, A Coisa encontrou seu verdadeiro público. Nos anos 1990 e 2000, o filme passou a circular entre fãs de horror alternativo, sendo redescoberto por uma geração que cresceu em meio à cultura das “guloseimas perigosas” e à expansão das redes de fast-food. Sites especializados, convenções de horror e canais de YouTube começaram a celebrar o filme como uma joia subestimada.

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É claro que The Stuff dominou a mídia, e os comerciais foram massivos. Afinal, que outra forma de convencer o consumidor a comprar seu produto.

Cenas específicas — como a da geladeira transbordando ou a boca derretendo do garoto Jason — viraram memes visuais na internet. A estética oitentista, com cores vibrantes e efeitos práticos, caiu no gosto das novas gerações que buscavam autenticidade estética em um mundo saturado por CGI.

A Coisa passou a ser exibido em sessões de meia-noite, maratonas de horror retrô e listagens de “filmes mais esquisitos que você precisa ver antes de morrer”. Em 2010, o próprio Quentin Tarantino o citou como uma de suas “influências esquecidas favoritas”, reacendendo o interesse em cineastas independentes.

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‘A Coisa’ aborda literalmente o lema: “você é o que você come”!

Quatro décadas após seu lançamento, A Coisa possui uma base de fãs apaixonada. Produtos inspirados no filme — de camisetas a réplicas da embalagem da sobremesa — são vendidos em lojas especializadas e sites de cultura geek. Artistas gráficos criam pôsteres alternativos, designers fazem embalagens estilizadas e cosplayers até se vestem como “vítimas da Coisa” em eventos de terror.

Grupos online se reúnem para discutir as alegorias do filme, com teorias que vão desde a crítica à indústria farmacêutica até interpretações ambientais. Podcasts como Colors of Fear e RetroScream dedicaram episódios inteiros à análise do subtexto político de The Stuff, reforçando seu status como um dos filmes mais subversivos da era Reagan.

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A produção de Stuff é massiva, sem que ninguém tenha se preocupado com o quão nocivo é o produto. Soa familiar?

Além disso, o filme tem sido objeto de estudos acadêmicos. Ensaios e teses de cinema o relacionam a obras como ‘Eles Vivem, de John Carpenter, e ‘Videodrome, de David Cronenberg, compondo um trio essencial da crítica ao consumo de massa no cinema de gênero.

Em 2025, A Coisa permanece atual. Num mundo de ultraprocessados, influenciadores promovendo produtos “milagrosos” e uma indústria alimentícia que ainda privilegia o lucro à saúde, o filme de Cohen parece profético. A pergunta que ele levanta — “sabemos o que estamos comendo?” — ecoa com força.

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A Coisa, como entidade simbólica, representa tudo aquilo que devoramos sem pensar: modas, tendências, produtos, ideias. E como diz um personagem no filme: “Se algo está em toda parte, é melhor você começar a se perguntar por quê.”

Se A Coisafosse lançado hoje, talvez fosse aclamado como sátira social de prestígio — uma mistura de Black Mirror com Não! Não Olhe! de Jordan Peele. Mas sua origem humilde e espírito rebelde são parte de seu charme. É um lembrete de que, no cinema de horror, a criatividade é mais nutritiva do que qualquer blockbuster insosso.

A Coisa talvez não tenha dominado o mundo como no universo do filme, mas certamente conquistou um espaço especial nos corações dos cinéfilos que apreciam terror com substância. E, 40 anos depois, ainda há muita gente saboreando esse clássico.

‘The Terror’: 2ª temporada se passará durante a Segunda Guerra Mundial; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, a 2ª temporada de ‘The Terror‘ será ambientada durante a Segunda Guerra Mundial.

O site ainda revela que Josef Kubota Wladyka (‘Narcos) vai dirigir o primeiro episódio.

A próxima temporada acontecerá durante a Segunda Guerra Mundial, e terá foco em um espectro que assombra a comunidade nipo-americana durante a Segunda Guerra Mundial, no sul da Califórnia, em que vários campos de concentração foram mantidos.

A série antológica foi criada por Alexander Woo (‘True Blood‘) e Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), que também servem como produtores executivos. Woo será o novo showrunner.

“Estou profundamente honrado por contar uma história neste período extraordinário,” disse Woo. “Esperamos transmitir o terror abjeto da experiência histórica de uma maneira moderna e relevante para o momento presente. E a perspectiva de fazer isso com um elenco maioritariamente asiático e asiático-americano é emocionante.”

Crítica | The Terror – Primeiras Impressões [Sem Spoilers]

Com 10 episódios encomendados, a segunda temporada de ‘The Terror‘ estreará na AMC em 2019.

A 1ª temporada registrou uma média de 0.36 na demo.

‘O Escolhido’: Série de terror brasileira ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da série ‘O Escolhido‘.

Confira:

Criada por Raphael Draccon e Carolina Munhóz, a série é inspirada na produção mexicana ‘Niño Santo‘.

Na trama, três jovens médicos são enviados a um vilarejo remoto do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus da Zika. Quando seus esforços para tratar a população são recusados, o trio se vê subitamente preso em uma comunidade isolada e coberta de segredos. Os residentes são devotos de um líder enigmático que diz ter o poder de curar doenças sem fazer uso da medicina. Isso os levará a confrontar a força da fé sobre a ciência.

O elenco conta com Paloma Bernardi, Renan Tenca, Pedro Caetano, Gutto Szuster, Mariano Mattos Martins e Alli Willow.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 28 de junho.

‘Vis a Vis: El Oasis’: Spin-off ganha primeiro teaser; Assista!

O spin-off ‘Vis a Vis: El Oasis‘ ganhou o primeiro teaser.

Confira:

 

A série derivada terá oito episódios e será focada nas personagens Macarena Ferreiro (Maggie Civantos) e Zulema (Najwa Nimri).

A produção ainda não possui previsão de estreia.

10 Pontos em Comum entre ‘Vis a Vis’ e ‘La Casa de Papel’

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura 

‘Filthy Rich’ é CANCELADA pela FOX após uma temporada

A FOX cancelou oficialmente a série dramática ‘Filthy Rich‘, estrelada por Kim Cattrall (‘Sex and the City‘), depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Variety, os custos elevados da produção devido à pandemia de COVID-19 teve um grande peso no cancelamento.

A primeira temporada registrou uma média de 0.3 na demo, e um total de 2.1 milhões de espectadores.

 

Criada por Tate Taylor, a série é um reboot do seriado homônimo lançado em 1982.

Quando o patriarca de uma família milionária do Sul, famoso por criar uma emissora cristã, morre em um acidente de avião, sua esposa e família são surpreendidos ao descobrir que ele tinha três filhos ilegítimos – e todos eles constam em seu testamento, o que ameaça o nome e a fortuna da família.

O elenco ainda conta com Gerald McRaney, Aubrey Dollar, Kenny Alfonso, Aaron Lazar, Deneen Tyler e Carl Palmer.

‘American Horror Stories’: Série derivada ganha novo trailer com cenas INÉDITAS; Confira!

O FX divulgou o novo trailer de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 15 de julho, no Hulu.

O spin-off trará os seguintes nomes no elenco: Matt Bomer (Michael), Gavin Creel (Troy), Sierra McCormick (Scarlett), Ashley Martin Carter (Rowena), Paris Jackson (Maya), Belissa Escobedo (Shanti), Kaia Gerber (Ruby), Aaron Tveit (Adam), Rhenzy Feliz (Chad), Madison Bailey (Kelley), Kyle Red Silverstein (Quinn), Amy Grabow (Tipper Gore), John Carroll Lynch (Larry Bitterman), Naomi Grossman (Ruth Raivosa), Dyllón Burnside (James), Nico Greetham (Zinn), Charles Melton (Wyatt), Kevin McHale (Barry), Danny Trejo (Papai Noel); Billie Lourd (Liv Whitley) e Virginia Gardner (Bernadette).

Com poucos detalhes divulgados, sabe-se que os episódios serão histórias curtas de uma hora cada, em vez de temporadas completas. Além disso, Sarah Paulson ficará responsável pela direção de alguns capítulos.

Lembrando que a série principal caminha para sua 10ª temporada. Intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, o primeiro episódio estreia em 25 de agosto.