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‘Mufasa: O Rei Leão’: Billy Eichner deseja derivado focado em Timão e Pumba

Billy Eichner, o ator que dá voz a Timão em O Rei Leão e no seu derivado focado em Mufasa, revelou recentemente seu desejo de protagonizar um novo derivado, dessa vez centrado em Timão e Pumba.

Em uma entrevista ao ComicBook, ele falou sobre seu entusiasmo em trabalhar novamente com Seth Rogen.

“Eu quero um musical – por que parar nos curtas? Sim, eu adoro interpretar Timão e adoro trabalhar com o Seth Rogen. Eu faria qualquer coisa com ele e esses personagens. É tão divertido trabalhar com ele, e quando estamos no estúdio, não parece tão diferente de trabalhar em um filme de live-action mais tradicional”, declarou.

Lembrando que a animação existe um longa focado em Timão e Pumba, além de uma serie animada derivada do filme.

Sobre a falta de um número musical com os dois personagens, Eichner foi direto: “Decepcionado. Conheço o Lin-Manuel Miranda há mais de 20 anos, e ele já ouviu de mim, já ouviu minhas reclamações. Eu disse a ele que preciso montar um número inteiro de cabaré com o Timão na próxima vez, agora”.

‘Mufasa: O Rei Leão será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

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Karla Sofía Gascón será “Darth Vader feminina” em faroeste espanhol ‘Trinidad’; Confiras as fotos!

A atriz Karla Sofía Gascón, que se destacou em ‘Emilia Perez’, está de volta aos holofotes como a vilã Viúva Bronson em ‘Trinidad’, um faroeste espanhol ambientado no século XIX e dirigido por Laura Alvea e José Ortuño.

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O The Hollywood Reporter divulgou a primeira imagem da atriz em seu novo papel. Gascón descreve sua personagem como “uma mulher ultraconservadora” que é “uma espécie de Darth Vader feminina com cinco filhos para proteger e manipular”.

“Ela odeia a imigração, apesar de ser imigrante também, e tem valores profundamente patriarcais”, disse Gascón ao THR. “É antifeminista e contrária ao progresso social, embora sempre tenha sido uma lutadora e conquistado o respeito, mesmo sendo mulher, de pessoas que operam com base na enganação. Uma espécie de Darth Vader feminina”.

O longa-metragem, falado em inglês, foi filmado nos últimos meses nas Ilhas Canárias, mas se passa, em sua maior parte, nos Estados Unidos.

A protagonista é Gabriela Andrada no papel de Trinidad, uma mulher que foge da perseguição na Espanha rumo ao Velho Oeste. Ao longo do caminho, ela conquista fama por suas habilidades com armas, mas também se torna alvo de inimigos — como a Viúva Bronson.

A equipe por trás do filme, que teve um orçamento de US$ 12 milhões, já conhecia o trabalho de Gascón em ‘Emilia Perez’.

“Que seu próximo papel fosse o de uma vilã me pareceu quase poético, então foi uma escolha pessoal: sua presença bilíngue, a intensidade que ela traz e aquela energia ambígua que o personagem precisava fizeram o resto”, disse Silvia Carvalho da Costa, fundadora do ISII Group, que financia o projeto.

Carvalho da Costa levou em consideração a controvérsia envolvendo Gascón ao escalá-la para o filme, destacando: “Todos nós já fomos heróis na história de alguém e vilões na de outro”. 

A produtora acrescenta: “Conheço a Karla: além de ser uma grande atriz, ela é, para mim, uma grande pessoa, e isso pesou mais do que qualquer polêmica do passado”.

Quanto a Gascón, ela tenta seguir em frente após a turbulência da temporada do Oscar. A atriz afirma: “Não posso controlar as interpretações que fazem de mim ou as coisas que dizem — muitas vezes tiradas de contexto, manipuladas ou simplesmente falsas. O que posso fazer — e continuarei fazendo — é demonstrar, por meio do meu trabalho e da minha atitude no dia a dia, que não sou a pessoa que alguns tentaram projetar”.

Amanda Seyfried diz que ‘Mamma Mia 3’ está “esperando sair do papel”

A estrela Amanda Seyfried, conhecida por seu papel na bem-sucedida franquia musical Mamma Mia!’, deu esperanças concretas aos fãs ao revelar que a possibilidade de um terceiro filme está em discussão ativa, afirmando que o projeto está “esperando sair do papel”.

Em entrevista à Variety, Seyfried detalhou uma conversa recente que teve com a produtora Rita Wilson:

“Eu estava conversando com a Rita Wilson ontem à noite. Alguém tinha dito mais cedo naquela noite: ‘Acabei de falar com a Rita Wilson. Ela disse que ‘Mamma Mia 3′ não está fora de questão.’ E eu pensei: ‘esperando sair do papel’. Ela concordou comigo”, afirmou.

Seyfried expressou que seria “bobo” não fazer a sequência, dada a popularidade da franquia e a disponibilidade de grandes nomes do elenco:

“Seria tão bobo se isso não tivesse acontecido. Quer dizer, eles continuam fazendo ‘Velozes e Furiosos’. Já fizemos o segundo ‘Mamma Mia’. Meryl está disponível. Vamos nessa. Só me coloque numa ilha com a Christine Baranski. Só me leve de volta lá. Ela é uma das deusas do nosso tempo”, afirmou a atriz.

Amanda Seyfried quer Sydney Sweeney e Sabrina Carpenter em ‘Mamma Mia 3’

mamma mia
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Lançado em 2008, ‘Mamma Mia!‘ acompanha Sophie (Seyfried), que convida os três ex-namorados de sua mãe (Meryl Streep) para seu casamento em uma ilha grega, na esperança de descobrir quem é seu pai biológico.

A sequência de 2018, ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘, explora o passado de Donna (vivida por Lily James nas cenas de flashback) e mostra Sophie reabrindo o hotel da família após a morte da mãe — com direito a uma aparição especial de Cher como a avó Ruby.

Resta saber se ‘Mamma Mia! 3‘ será mais uma sequência entre tantas ou o raro caso em que o público (e o elenco) ainda canta por mais.

Confira o trailer de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!‘:

A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.

O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.

‘Mulher-Maravilha’: Roteirista confirma trabalho no novo filme da DC Studios

O novo Universo DC (DCU) comandado por James Gunn e Peter Safran continua ganhando forma e, desta vez, uma das maiores heroínas da cultura pop teve seu futuro definido nos bastidores. A roteirista Ana Nogueira, que assinou o roteiro do aguardado longaSupergirl, confirmou oficialmente que está trabalhando na escrita do novo filme solo da Mulher-Maravilha’.

Embora boatos sobre o envolvimento da escritora já circulassem nos bastidores há algum tempo, o estúdio vinha mantendo o projeto sob sigilo, e o cineasta James Gunn nunca havia feito uma confirmação oficial direta sobre o nome dela para o cargo.

Conforme o ComicBookMovieNogueira comentou sobre o desafio de dar vida à nova versão da icônica amazona. Embora não pudesse entrar em muitos detalhes por medo do famoso “ponto vermelho do atiador”, uma brincadeira interna em Hollywood sobre o extremo sigilo imposto pelos estúdios, a roteirista explicou brevemente sua abordagem criativa para a personagem:

“Eu tento abordar cada personagem que escrevo a partir daquilo que parece mais verdadeiro para mim sobre ela… Eu coloco viseiras e procuro entender o que aquela personagem significa para mim antes de levá-la para a página”, afirmou.

O anúncio consolida Ana Nogueira como uma das principais mentes criativas do novo estúdio, já que ela também está encarregada de desenvolver o roteiro do filme live-action dos Jovens Titãs. O acúmulo de projetos de alto escalão demonstra a enorme confiança que James Gunn e a DC Studios possuem em seu trabalho.

‘Jovens Titãs’: James Gunn NEGA rumores sobre diretor do novo longa da DC

Até o momento, detalhes sobre a trama do novo longa da Mulher-Maravilha não foram revelados, abrindo margem para intensas especulações na indústria. Rumores apontam que a heroína pode ser apresentada ao público antes de seu filme solo, possivelmente na produção Superman: Homem do Amanhã’.

A busca pela nova intérprete de Diana Prince também tem movimentado as redes sociais. Embora relatos iniciais apontem que a atriz Adria Arjona tenha sido escalada para viver a personagem Maxima, uma parcela considerável de fãs especula que essa escalação possa ser uma cortina de fumaça e que ela, na verdade, assumirá o manto da Mulher-Maravilha.

Por outro lado, a atriz Eva De Dominici, que também estava cotada para o papel atribuído a Arjona, alimentou as teorias recentemente ao compartilhar um vídeo de sua rotina de treinamentos no Instagram. O que chamou a atenção do público foram os emojis utilizados na legenda da publicação: uma mulher com os braços cruzados (fazendo o gesto clássico dos braceletes da heroína) e duas espadas cruzadas. Embora os emojis pareçam bastante específicos, também existe a possibilidade de ser apenas uma brincadeira da atriz com os rumores da internet.

James Gunn desmente rumores sobre Mulher-Maravilha no novo DCU

Sobre as informações de bastidores que indicavam que o filme da Mulher-Maravilha teria sido acelerado dentro do estúdio, o codiretor da DC Studios, James Gunn, veio a público recentemente para esclarecer o andamento do projeto e o cronograma de produção:

“Eu não sei exatamente o que querem dizer com ‘acelerado’. A Mulher-Maravilha sempre foi uma prioridade para mim. Mas começamos os primeiros projetos, e existem outras coisas muito próximas de receber sinal verde — incluindo uma série de TV que espero aprovar nos próximos dias”, afirmou.

Gunn enfatizou a importância de trazer os pilares da editora de volta aos cinemas com urgência, mas sem abrir mão da qualidade técnica e textual:

“Agora que algum tempo passou, nós realmente precisamos da Mulher-Maravilha e também do Batman, porque eles são extremamente importantes para nós. Então virou uma questão de reunir todo mundo na DC e dizer: precisamos resolver isso. Temos bons roteiristas trabalhando em Mulher-Maravilha, mas precisamos garantir que tudo esteja funcionando e que não sejam pessoas que levem dois anos para entregar um roteiro”, acrescentou.

Filme da ‘Mulher-Maravilha’ quase teve conexão com Darkseid e ambientação no século XIX

A urgência em estruturar os próximos passos se deve ao terreno firme estabelecido pelo início dessa nova fase nos cinemas. O pontapé inicial do universo compartilhado ocorreu com o lançamento de Superman, que se provou um verdadeiro sucesso comercial e de crítica.

O longa do Homem de Aço conquistou uma bilheteria global expressiva de US$ 614 milhões. Além do retorno financeiro, a produção garantiu 82% de aprovação dos críticos no agregador Rotten Tomatoes e alcançou a nota A- com o público no CinemaScore.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Superman’ está disponível no HBO Max.

Artigo | Novo Universo DC está em boas mãos com James Gunn após ‘Superman’

Superman consolidou-se como um verdadeiro fenômeno de crítica e público. Após o excelente desempenho nas bilheterias, a sequência já foi confirmada e tem previsão de estreia nos cinemas para 2027.

Superman’ está disponível no HBO Max.

Pega o LENÇO! 10 Séries que nos fazem chorar…

Quem não curte um bom seriado? Mas tem alguns projetos que precisamos estar com o lencinho ao lado pois a emoção chega com força. Pensando em algumas dessas obras seriadas, segue abaixo 10 ótimas sugestões:

 

Eric

Na trama, ambientada numa Nova Iorque em meados da década de 80, conhecemos o jovem Edgar (Ivan Morris Howe), um garoto que sofre com o ponto em que se chegou o casamento dos pais, a professora Cassie (Gaby Hoffmann) e o criador de um programa de bonecos bem famoso, Vincent (Benedict Cumberbatch). Um dia, Edgar some. Acionando logo a polícia, o caso cai na responsabilidade de Michael (McKinley Belcher III), um policial gay que sofre com diversos preconceitos e que fará de tudo para resolver o mistério desse sumiço.

 

Todo dia a Mesma Noite

Uma dor que nunca terminará. Buscando trazer a história, além de detalhes chocantes para o público, de uma das maiores tragédias em território brasileiro, o incêndio na boate Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Todo dia a Mesma Noite nos faz reviver os horrores de uma madrugada onde as vidas de mais de 200 jovens se perderam, também o luto dos familiares, além da busca por justiça que vira uma estrada sem fim. Dividida em intensos cinco capítulos de cerca de 40 minutos, baseado no livro da jornalista Daniela Arbex, o projeto é profundo, intenso, impactante, angustiante com um foco grande, em seus últimos episódios, na lentidão e absurdos das questões jurídicas e seus desenrolares na busca pelos culpados.

 

Colônia

Na trama, reunida em dez episódios de cerca de 20 minutos de duração, acompanhamos a jovem Elisa (Fernanda Marques), de vinte e poucos anos, grávida, que é jogada em um trem rumo à uma instituição psiquiátrica depois que, com o consentimento do pai, o dentista da família atestou mentirosamente que ela é esquizofrênica e altamente perigosa por ela não querer se casar com um homem 40 anos mais velho e estar grávida do grande amor de sua vida. Chegando nesse lugar, que mais parece uma prisão com experimentos dolorosos como choques e tratamentos longe de qualquer humanidade, ela precisará vencer o sentimento de solidão em contraponto à esperança, equilibrando atitudes e ações para achar alguma solução, com a ajuda de outros pacientes.

 

Challenger: Voo Final

A arrogância é uma das maiores razões dos erros humanos. Contando com muitos detalhes os entornos de uma das maiores tragédias em solo norte-americano da história desse planeta, a explosão, cerca de um minuto após a decolagem do ônibus espacial Challenger que levava à bordo sete tripulantes, seis astronautas e uma professora em 28 de janeiro de 1986. Nessa minissérie em bem divididos quatro episódios com cerca de 40 minutos de duração, vamos conhecendo melhor o contexto que cercava as viagens espaciais naquela época, escutamos depoimentos emocionados de amigos, familiares dos tripulantes e materiais de áudio e vídeo dos próprios astronautas feitos nas vésperas do acontecimento catastrófico que fora televisionado, ao vivo, para milhões de pessoas. Conhecemos também, fatos (alguns até documentados), dentro de uma exposição bastante objetiva sobre o que aconteceu naquele dia e os prováveis culpados pela tragédia. Produção executiva assinada por J.J. Abrams e disponível na Netflix.

 

Normal People

Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.

 

Os Contos do Loop

Ao longo dos episódios, de quase uma hora de duração e com ótimos diretores assinando cada um deles (como a atriz Jodie Foster, que dá um show atrás das câmeras), além de nomes conhecidos nas atuações (Rebecca Hall e Jonathan Price, principalmente) vamos conhecendo uma pequena cidade norte-americana e seus habitantes que de alguma forma acabam sendo envolvidos pelo The Loop, um experimento que fica debaixo da terra (e que emprega muitos dos habitantes) que possui o objetivo de desvendar alguns dos mais complexos mistérios do universo. Assim, a cada episódio, que se entrelaçam de maneira bastante sutil (então por isso importante assistir em ordem) vamos vendo: realidades paralelas, versões mais jovem da mesma pessoa e as descobertas a partir desse fato, troca de corpos entre amigos, um homem perdido pela tristeza em busca da tecnologia para proteger sua família, o criador do The Loop e sua fase final da jornada da vida, amantes que param (literalmente) o tempo para viver o momento, etc.

 

Bebê Rena

Na trama, ambientada em uma Londres de anos atrás, conhecemos Donny (Richard Gadd), um artista com o sonho de ser comediante que um dia começa a se vê perseguido por Marta (Jéssica Gunning), uma solitária mulher que não larga do seu pé. Buscando encontrar soluções para fugir dessa stalker, acaba indo de encontro à um trauma de seu passado, fato que mudou sua vida por completo.

 

Maid

Uma das minisséries mais bem avaliadas por crítica e público dos últimos anos, Maid, disponível no catálogo da Netflix nos apresenta a história de uma mulher que depois de deixar para trás um relacionamento abusivo vai em busca de caminhos para sustentar a filha. Série baseada em fatos reais. A atriz Margaret Qualley foi indicada ao Emmy 2022 por sua excelente atuação.

 

E.R (Plantão Médico)

Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes e emocionantes além de apresentar ao público nomes como George Clooney.

 

Grey’s Anatomy

Um dos seriados que mais tempo está no ar nos mostra a princípio um grupo de residentes que começam a fazer carreira no Hospital Grace Mercy West, de Seattle. Ao longo das 18 temporadas até aqui, muitas idas e vindas nos levam para os conflitos desses intensos personagens. Tem na Star Plus.

 

 

‘Bob Esponja 3’: Paramount adianta lançamento de novo filme

Com o sucesso comercial da animação ‘Bob Esponja: Um Herói Fora d’Água‘, segunda aventura cinematográfica do Calça Quadrada, a Paramount Pictures Animation agendou a data de estreia de ‘Bob Esponja 3‘.

A produtora antecipou a estreia nos EUA para 17 de julho de 2020, antes prevista para chegar aos cinemas apenas em 31 de julho, sob o título The SpongeBob Movie: It’s a Wonderful Sponge (‘Bob Esponja – O Filme: É uma Esponja Maravilhosa’ em tradução livre).

O diretor Paul Tibbitt retorna, assim como as vozes do último filme: Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke e Carolyn Lawrence.

Ainda não se tem maiores detalhes sobre a trama do terceiro filme.

Bob Esponja: Um Herói Fora d’Água‘ custou US$ 74 milhões e arrecadou US$ 315 milhões mundialmente.

Thor | 12 anos da franquia que falhou em trazer romance para o Universo Cinematográfico Marvel

Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.

Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito, Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico de Asgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.

A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.

E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.

Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original

Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.

Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.

O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhará uma série própria que estreia no Disney+ em 11 de junho desse ano.

E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.

Sério, isso aqui não tem perdão.

Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.

Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?

Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e agora é a vez da Dra. Jane Foster ganhar poderes ao se tornar a Poderosa Thor no vindouro Thor: Amor e Trovão.

Darcy voltou para as telas em WandaVision

É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.

A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.

Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+

Crítica | ‘Adão Negro’ é um Filme Cansativo e Enrolado, Mas Bem Feito…

Dói um pouco, como uma pessoa que acompanha as produções da DC Comics e também acompanha a longa carreira do ‘The Rock’, reconhecer que um dos filmes mais aguardados do ano – ao menos no quesito super-herói –, é um filme que não se encontra em nenhum quesito, e que a versão finalizada que a produtora entrega para os espectadores é uma bagunça só. Mas essa é a sensação que muitos espectadores terão ao assistir ao mais novo longa do universo da D.C., ‘Adão Negro‘, que chega essa semana aos cinemas brasileiros.

Há mais de 2 mil anos antes da Era Comum, Teth Adam (Dwayne Johnson) vivia como uma pessoa escravizada na cidade de Kahndaq, assim como todos os outros moradores. Certo dia, seu filho Hurut (Jalon Christian) encontrou uma pedra azul feita de eterium, mineral desejado pelo imperador para fazer uma coroa do mal. Porém, Hurut quer ver seu povo livre e inicia uma insurgência, o que enfurece o imperador, que acaba punindo com a morte aos revoltosos. Milhares de anos se passam até Adrianna (Sarah Shahi) começar a buscar a coroa feita de eterium, em um momento em que a cidade de Kahndaq está sob controle de uma perigosa milícia. Quando finalmente encontra o objeto, a milícia tenta roubá-lo dela, e, para se salvar, Adrianna invoca Teth Adam de sua tumba. Revivido após tanto tempo, Teth Adam só busca vingança, sem se importar com as consequências de seus atos, e isso desperta a atenção da Sociedade da Justiça, que enxerga nele uma ameaça e decide impedi-lo, apesar de reconhecer que seus poderes são muito superiores a qualquer herói da Terra.

Como dá para ver por essa breve sinopse, o plot de ‘Adão Negro’ é uma bagunça só. O background do personagem é apresentado de maneira muito acelerada nos primeiros sete minutos do filme, num desfile de nomes e datas que pega o espectador desprevenido; esse prólogo é que deveria ser o filme que a DC deveria entregar aos fãs, mas, ao contrário de delinear e reforçar as origens desse novo herói (que, na real, é um anti-herói), de maneira a solidificá-lo no universo, o roteiro de Adam Sztykiel, Rory Haines e Sohrab Noshirvani decide condensar a origem do herói e trazê-lo já pronto (e confuso) ao tempo contemporâneo.

Isso faz com que o espectador não entenda o por quê dos poderes, suas origens, suas motivações, etc: tudo que entendemos é que ele salva Adrianna e, portanto, deve ser um cara do bem. Colocando Teth Adam neste lugar de heroísmo, a inserção de quatro personagens-heróis – Senhor Destino (Pierce Brosnan), Cyclone (Quintessa Swindell), Gavião Negro (Aldis Hodge) e Esmaga-Átomo (Noah Centíneo) – como uma espécie de Liga da Justiça (perdão, Sociedade da Justiça) para conter esse herói faz com que o mote do longa seja a briga desses cinco personagens… relegando o verdadeiro vilão a um espaço que nem existe. Ou seja, o vilão, o vilãozão mesmo da história, acaba nem sendo o cara malvado, pois não fica claro seus objetivos, suas motivações ou o porquê de devermos odiá-lo. O roteiro se perde tanto num embate besta entre o que é ser um herói, sobre quem é mais herói – o Gavião Negro ou o Adão Negro – que o vilão mesmo pouco ganha foco. Se fosse vida real, ele tinha escapado.

Ainda que a história vá para todos os lados, perdendo nossa atenção, o diretor Jaume Collet-Serra consegue boas cenas de ação, especialmente no primeiro arco do longa. A inserção de um rock’n roll bem conhecido (‘Paint in Black’, dos Rolling Stones) garante uma entrada impactante do protagonista, mas evidencia que todo o orçamento em trilha sonora é gasto nessa única canção, deixando o resto das pouco mais de duas horas de filme com a mesma única música tema. Os efeitos especiais das cenas de ação impressionam, referenciando outros sucessos como ‘300’ ou mesmo ‘Batman vs Superman’, mas também cansam pela repetição, bem como as piadas, que não funcionam e nem são originais, e são repetidas inúmeras vezes ao longo da produção, como se eventualmente o espectador fosse curtir.

É uma pena dizer que apesar de Dwayne Johnson, ‘Adão Negro’ não se acerta como filme. Com uma história muito confusa, acelerada e dispersa, tem muito enfeite para um conteúdo desandado. Talvez, com a reaparição do personagem em outras franquias, eventualmente ele se encaixe no universo da DC. Para um personagem tão querido, seu filme de estreia poderia – e deveria – ter sido à altura, especialmente considerando que a maior parte dos espectadores sequer leram os quadrinhos que deram sua origem. Mas, não foi dessa vez. Quem sabe na versão do diretor…

 

Primeiras impressões | Terceira e última temporada de Dark é ótima, tocante e desafiadora (SEM SPOILERS)

Uma das séries mais ambiciosas e envolventes da atualidade, Dark chega para sua terceira e última temporada no próximo dia 27 de junho – mesma data do apocalipse/fim do ciclo temporal. O CinePOP já conferiu os oito episódios da temporada e traz aqui suas primeiras impressões. E o mais importante: SEM SPOILERS! Uma crítica completa será publicada junto com a estreia.

Lançada em 2017, a produção foi vendida como a “Stranger Things alemã”. A trama com elementos de ficção científica, o elenco jovem e a premissa inicial focada no desaparecimento de um garoto foram os motivos básicos para tal comparação. Mas logo foi possível perceber que a série era muito diferente da nostálgica produção norte-americana estrelada por Millie Bobby Brown e companhia. 

Criada por Baran bo Odar e Jantje Friese, a série alemã quebrou a cabeça de muita gente em suas duas primeiras temporadas ao oferecer um labirinto temporal em que pessoas viajam pelo tempo tentando evitar ou causar o apocalipse. Um emaranhado de situações inusitadas e paradoxos temporais – como o fato de Jonas (Louis Hofmann) ser filho de Mikkel (que é mais novo que ele) ou Charlotte (Karoline Eichhorn) ser filha da própria filha – quebrou a cabeça dos fãs e proporcionou uma infinidade de teorias ou discussões em redes sociais e fóruns.

Ao final da segunda temporada, Dark ofereceu um caminho ainda mais ousado e desafiador, inserindo um multiverso em meio ao cenário de viagens no tempo. Para quem não lembra, o segundo ano termina com Adam (Dietrich Hollinderbäumer) matando Martha (Lisa Vicari) na frente de Jonas logo antes de encerrarem um novo ciclo temporal. É quando uma outra Martha entra em cena, e revela a Jonas que é de outro mundo. 

A terceira temporada começa no momento em que a anterior terminou, com Jonas seguindo com a outra Martha para seu mundo. De forma inteligente, a série dedica todo seu primeiro episódio da temporada a apresentar este novo universo. Além de descobrirmos mais sobre o mundo paralelo – repleto de peculiaridades -, temos a confirmação de que o vínculo entre Jonas e Martha não respeita limites de tempo ou espaço, obviamente se colocando como elemento fundamental de toda a série.

Nos episódios seguintes, vamos descobrindo os paradeiros de outros personagens que sobreviveram o apocalipse, como Hannah (Maja Schöne), Katharina (Jördis Triebel), Franziska (Gina Stiebitz), Bartosz (Paul Lux), Magnus (Moritz Jahn), Claudia (Julika Jenkins) e o próprio Jonas do futuro. Além de viajar entre anos, a série passa a navegar entre os dois universos. É interessante notar que os efeitos de transição de cenas mudam quando pulamos do mundo de Jonas para o de Martha, o que ajuda na compreensão por parte do espectador.

Falando em compreensão, Dark segue sendo uma obra bem desafiadora. Além dos conceitos sobre viagem no tempo e multiverso, a série aborda elementos como linhas do tempo, realidades sobrepostas, emaranhamento quânticos e até conceitos como o Gato de Schrödinger. Tudo isso que, unido ao fato de ser toda falada em alemão, torna impossível acompanhar sem dar a devida atenção.

Em seus 16 primeiros episódios, a produção ofereceu uma teia complexa de situações trágicas e traumas familiares. Como não poderia deixar de ser, isso continua nos derradeiros oito capítulos. Não falta tragédia em Dark. O que não significa que não exista beleza. Pelo contrário, a série conseguiu apresentar um desfecho excelente, que é ao mesmo tempo triste, encantador e satisfatório. 

O espectador que espera por respostas para todas as perguntas colocadas nos últimos anos, talvez fique um pouco decepcionado. O que fica bem claro ao caminhar da temporada final é que a intenção não é satisfazer todas as teorias de fãs ou oferecer soluções para todos os mistérios presentes até então. Numa jornada à lá The Leftovers, a série parece mais interessada em explorar seu caminho do que a apenas dar respostas. Dark dá sim muitas respostas sobre a jornada de Jonas e Martha, mas também deixa portas abertas. Não porque pode ganhar uma continuação, mas porque nem tudo precisa mesmo de resposta.

Com oito episódios de aproximadamente uma hora de duração, a série segue tratando de muitos temas e abordado inúmeros personagens. Este, por sinal, é um diferencial da saga. Em meio a tantos cenários entrelaçados, uma produção normal talvez focasse em poucos personagens para não confundir o público. Já Dark aposta na atenção de seus fãs. Num universo de séries que parece cada vez menos disposto a desafiar o espectador, é sempre refrescante ver uma obra que parece até exagerar neste sentido.

Embora tenham seus momentos de casal, Jonas e Martha formam mais do que um par romântico. Eles são vida e alma da série, e isso é levado às últimas consequências na temporada final, principalmente ao oferecer a cada um seu próprio universo. Os fãs irão se deliciar ao capturar paralelos entre as vidas dos protagonistas, que vão desde a forma como se colocam na jornada temporal ao figurino. Quem viu o trailer da temporada pôde notar que é Martha quem usa um agasalho amarelo em seu mundo.

Por mais que seja reconhecida por seu roteiro peculiar, a série não seria a mesma sem seus ótimos trabalhos de direção de arte, figurino, maquiagem e trilha sonora – instrumental e seleção musical (com canções em sua maioria de língua inglesa, que facilitam a absorção emocional das cenas). E não há como deixar de destacar o elenco, principalmente as belas atuações de Louis Hofmann e Lisa Vicari como Jonas e Martha.  

Luz e sombra, causa e efeito, começo e final… Dark encontra beleza na jornada para entregar um fim que promete emocionar quem se envolveu com a saga até aqui.  

‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’: Elenco fala sobre o filme no novo vídeo de bastidores; Assista!

Zumbilândia: Atire Duas Vezes’ ganhou um novo vídeo de bastidores extremamente divertido – e trazendo cenas inéditas da sequência.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘The English Game’: Nova série do criador de ‘Downton Abbey’ ganha trailer oficial; Confira!

‘The English Game’, novo drama da Netflix baseado em fatos reais, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A produção foi criada por Julian Fellowes (Downton Abbey).

A história gira em torno da invenção do futebol e o quão rápido o esporte se tornou o mais rápido a cruzar as classes sociais.

Joncie ElmoreMark FisherKerrie HayesTina Louise OwensJohn Alan RobertsJeff SlaterSammy Hayman e outros estrelam.

‘The English Game’ estreia em 20 de março.

‘Sweet Tooth’: Atriz de ‘Once Upon a Time’ entra para a nova série da Netflix

Segundo o Deadline, a atriz Dania Ramirez foi elencada em Sweet Tooth, nova série original da Netflix baseada nos quadrinhos homônimos de Jeff Lemire.

Ramirez será Aimee, descrita como uma “pioneira em meio a uma América distópica, uma exploradora solitária em uma cidade abandonada, reconstruindo um habitat sustentável e dando refúgio para órfãos híbridos”. A atriz é conhecida por seus papéis nas série Tell Me a StoryOnce Upon a Time.

Em seu blog pessoal, Lemire comentou um pouco sobre a adaptação da plataforma de streaming, deixando claro que está extremamente feliz com a produção e que a estreia deve ocorrer no final do ano ou no começo do ano que vem.

“No mês passado, a Netflix anunciou a série Sweet Tooth, produzida por Robert Downey Jr.Susan Downey. A série terá uma primeira temporada com oito episódios e será lançada na plataforma no final deste ano ou no começo do próximo. Não posso revelar mais nenhum detalhe sobre o show ainda, mas posso dizer que estive no set de filmagens do piloto na Nova Zelândia, no ano passado, e que foi uma experiência incrível e que o piloto ficou incrível. Não poderia estar mais feliz com a adaptação. É extremamente fiel aos quadrinhos e mal posso esperar para minha série sair”.

Christian Convery, Nonso Anozie, Adeel Akhtar e Will Forte serão os protagonistas da produção, enquanto James Brolin entra como narrador.

Downey Jr. supervisiona o projeto, que é baseado nos quadrinhos lançados pela Vertigo em 2009.

A história se passa em um mundo habitado por híbridos de humanos e animais. A trama gira em torno de Gus, um híbrido entre homem e veado, que deixa sua casa e encontra um mundo devastado por um evento cataclismático. Ele se junta a uma gangue de híbridos e humanos que buscam respostas sobre o acontecimento e acaba descobrindo uma enorme conspiração que o força a questionar sua própria existência.

O episódio piloto é escrito e dirigido por Jim Mickle (‘Stake Land – Anoitecer Violento‘).

Novas informações devem sair em breve.

Daisy Ridley dará vida à primeira mulher a ter cruzado o Canal da Mancha no drama ‘Young Woman and the Sea’

Segundo o DeadlineDaisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’) vai interpretar a nadadora recordista Trudy Ederle na cinebiografia ‘Young Woman and the Sea’ para o Disney+.

Joachim Rønning será o diretor do projeto.

Ederle foi uma atleta competitiva de Manhattan que levou para casa a Medalha de Ouro nas Olímpiadas de 1924 antes de decidir fazer o impossível: atravessar o Canal da Mancha a nado, financiando sua aventura ao vender a própria história para dois jornais diferentes. Apenas cinco homens haviam finalizado o perigoso trajeto antes de Ederle, que se preparou para um percurso de 34 quilômetros entre o Battery Park, em Nova York, até Sandy Hook, em Nova Jersey. Ela foi condecorada com uma parada celebratória quando retornou para Nova York.

Essa é a primeira vez que a história será adaptada para o circuito audiovisual.

Jerry Bruckheimer entra como produtor do longa-metragem, com Jeff Nathason adaptando o roteiro a partir do livro homônimo de Glenn Stout.

As filmagens devem começar antes do verão estadunidense de 2021. Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘The Bad Batch’: Série animada do universo ‘Star Wars’ ganha cartaz ESPETACULAR; Confira!

Disney+ divulgou mais um cartaz oficial de ‘The Bad Batch‘, nova série animada baseada no popular universo de ‘Star Wars‘.

A série estreia no dia 04 de maio.

Confira:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘The Rookie’: ABC divulga resumão da 3ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A ABC divulgou um resumão da 3ª temporada de The Rookie‘, estrelada por Nathan Fillion (‘Castle’), antes da estreia da quarto ano.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 26 de setembro.

Confira:

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs‘).

Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.

Eric Winter, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Titus Makin Jr., Mercedes Mason e Melissa O’Neil completam o elenco.

‘Morte no Nilo’: Filme é BANIDO em dois países por causa de Gal Gadot; Entenda!

Morte no Nilo, sequência do adorado ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, já chegou aos cinemas de todo o mundo – quer dizer, quase todo o mundo.

Segundo o Deadline, o título foi banido em dois países do Oriente Médio, Líbano e Kuwait, em virtude de um fator específico: Gal Gadot.

As informações indicam que o longa-metragem não será exibido nos cinemas locais por causa da atriz israelense, visto que Gadot presta serviços ao exército de seu “país” e já fez comentários controversos que atraíram a ela uma atenção não muito desejado – com diversos internautas criticando seu posicionamento sionista. Os próprios Líbano e Kuwait já protestaram inúmeras vezes contra as falas da atriz e, anteriormente, haviam banido a franquia Mulher-Maravilha de seus cinemas pela mesma razão.

No Rotten Tomatoes, a produção dividiu os críticos e recebeu apenas 63% de aprovação, a partir de 131 avaliações.

Entre os principais comentários, os críticos disseram que o diretor Kenneth Branagh traz uma apaixonada homenagem ao material original. No entanto, ele também se perde em meio à narrativa e não consegue entregar o merecido suspense que o público espera de uma adaptação baseada nas obras de Christie.

Mesmo assim, a trama ainda contém boas doses de humor, tensão, brilho e reviravoltas.

Confira as principais análises:

Morte no Nilo‘ traz humor, tensão, e reviravoltas enquanto o público espera que Hercule Poirot (Kenneth Branagh) resolva os assassinatos.” – Solzy at the Movies.

“Se um espectador não soubesse nada do filme, ele poderia supor que estaria assistindo a quarta ou quinta sequência de uma franquia desgastada, não a continuação direta de um sucesso de bilheteria.” – AV Club.

“O filme é satisfatório o suficiente, embora seja mais como um entretenimento brilhante da velha guarda do que um mistério diabolicamente inteligente.” – The Hollywood Reporter.

“Seja como for, este filme traz o detetive belga Poirot como nunca o vimos antes. E, francamente, como não desejo vê-lo nunca mais.” – London Evening Standard.

“A flexibilidade de Branagh [como protagonista e diretor] podem irritar, mas você também sente o quanto ele ama e se entrega a tudo isso, o que ajuda no resultado.” – The Wrap.

“À medida que as engrenagens narrativas avançam como o barco a remo lento e constante, há uma sensação de que Branagh perdeu o ritmo e esqueceu de adicionar o humor característico das obras de Agatha Christie enquanto dirigia o filme.” – Screen International.

“Para os fãs de Christie, e da versão de Branagh de seus clássicos, Morte no Nilo‘ é algo bastante irresistível, especialmente quando filmado em 70MM e com riqueza de detalhes visuais.” – Deadline.

O filme estreia no dia 10 de fevereiro.

O longa dará sequência a ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, que surpreendeu ao arrecadar US$ 350 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Além do retorno de Branagh como o detetive Poirot, Tom Bateman volta como Bouc.

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Gal GadotArmie Hammer, Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

‘Olá, Adeus e Tudo Mais’: Comédia romântica já está disponível na Netflix!

‘Olá, Adeus e Tudo Mais’, nova rom-com dos mesmos produtores da franquia Para Todos os Garotos, já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado hoje, 06 de julho, na plataforma de streaming.

Clare (Talia Ryder) e Aidan (Jordan Fisher) combinam de terminar o relacionamento antes de irem para a faculdade. Em sua última noite juntos, os dois relembram os momentos mais marcantes da relação, do dia em que se conheceram ao primeiro beijo e a primeira briga. Nesse encontro épico, eles começam a questionar se esse namoro de colégio precisa mesmo chegar ao fim.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é baseado no best-seller homônimo de Jennifer E. Smith.

Michael Lewen comanda a produção.

Jennifer RobertsonJulia BensonSarah GreyPatrick SabonguiNico HiragaEm Haine e outros completam o elenco.

‘Tiana’s Bayou Adventure’: Atração da Disney baseada em ‘A Princesa e o Sapo’ ganha nova arte conceitual

O conglomerado Disney divulgou uma nova arte conceitual incrível de Tiana’s Bayou Adventure’, vindoura atração para os parques DisneylandMagic Kingdom.

Confira:

O brinquedo é inspirado na aclamada animação A Princesa e o Sapo e funciona como uma retematização da clássica Splash Mountain, cujo design era anteriormente baseado na controversa produção ‘A Canção do Sul’.

Com poucas informações reveladas, sabe-se que a atração será lançada no final de 2024, ainda sem dia confirmado.

Lembrando que o filme também ganhará uma série derivada intitulada Tiana, que chega à plataforma do Disney+ em 2023.

Confira a primeira arte:

A trama será uma série de comédia musical com a extraordinária empreendedora que agora é a princesa do reino da Maldônia. As novas aventuras exploram tanto Maldônia, bem como a amada cidade natal de Tiana, Nova Orleans.

Tiana é a primeira princesa a ter sua própria série pela Walt Disney Animation Studios.

Stella Meghie (‘A Fotografia’) entra como diretora e roteirista.

Tim Allen está de volta no trailer ADORÁVEL da 2ª temporada de ‘Meu Papai (ainda) é Noel’; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Meu Papai (ainda) é Noel‘ (The Santa Clauses), série que dá continuidade à clássica franquia natalina ‘Meu Papai é Noel‘.

Lembrando que o próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 8 de novembro.

“Na segunda temporada, a família Calvin está de volta ao Polo Norte enquanto Scott continua seu papel de Papai Noel depois que os planos de aposentadoria foram frustrados ao não conseguir encontrar um sucessor digno na primeira temporada.

Agora que Scott e sua família salvaram o Natal com sucesso, Scott volta seu foco para treinar seu filho Calvin para eventualmente assumir o “negócio da família” como Papai Noel.”

Tim Allen e Elizabeth Mitchell reprisam seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel.

Austin KaneRupali ReddDevin BrightLaura San Giacomo também fazem parte do elenco.

Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como The Big LeapModern Family (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), fica responsável pela direção e pela produção executiva.

“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”

Jack Burditt entra como showrunner, além de ser produtor executivo.

Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).

Coringa: Delírio a Dois | Pontos IMPORTANTES para prestar atenção no primeiro trailer da sequência

Warner Bros. finalmente divulgou o primeiro trailer oficial da aguardada sequência Coringa: Delírio a Dois’, que traz ninguém menos que Joaquin Phoenix de volta ao papel titular que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator, e Lady Gaga como uma versão inédita da icônica Arlequina.

Com estreia agendada para o dia 04 de outubro, o longa-metragem dirigido por Todd Phillips não teve sua sinopse oficial divulgada, mas sabe-se que, na trama, Arthur Fleck é levado ao Asilo Arkham após os eventos da produção anterior – onde cruza caminho com a anti-heroína conhecida como Arlequina. A partir daí, o enredo explora como os dois se envolveram romântica e psicologicamente, através de uma espécie de musical jukebox que reflete a psicose compartilhada (folie à deux) de ambos.

Pensando nisso, preparamos uma breve matéria elencando os pontos mais importantes do teaser trailer a que você deve prestar atenção.

Confira:

ARLEQUINA

Diferente da história cânone dos quadrinhos da DC, Arlequina não começará a história como a Dra. Harleen Quinzel – responsável por cuidar de Arthur Fleck/Coringa em Arkham antes de se apaixonar perdida e psicoticamente pelo vilão e se transformar na antagonista como a conhecemos. Ao que tudo indica, após Arthur ser transferido para Arkham, ele cruza caminho pela primeira vez com uma já internada Harleen que, ao que tudo indica, admira todo o “trabalho” que seu par romântico fez em Gotham City. Uma sacada genial de Phillips, que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver, em mudar os eixos narrativos que esperávamos para uma ambiciosa e intrigante aventura cinematográfica.

FOLIE SIMULTANÉE

Como já explorado em uma matéria paralela a esta, o título original de Coringa: Delírio a Dois’folie à deux, faz menção a um distúrbio psicológico conhecido como psicose compartilhada. Mas isso não é tudo: existem várias ramificações desse distúrbio, incluindo uma intitulada folie simultanée (psicose simultânea) – muito provavelmente o objeto de estudo incorporado por Phillips para trazer a história à vida. Na folie simultanée, duas pessoas influenciam a desilusão uma da outra até se tornarem iguais ou muito similares – e a mais predisposta às ilusões psicóticas engatilha os sintomas na outra. Ora, até mesmo vemos Harleen, em determinado momento do trailer, dizendo a Arthur: “vamos sair daqui”, mostrando a clara influência que um exerce sobre o outro em níveis parecidos.

“O NOSSO SALVADOR”

Há duas cenas que podem indicar a jornada de Arthur Fleck na sequência: a primeira delas mostra o protagonista titular fugindo de outras duas pessoas vestidas como Coringa, aterrorizando-o e fazendo com que ele tente escapar de um passado não muito remoto. A segunda o coloca dentro de uma viatura de polícia, em que ele parece ser aplaudido e venerado por uma multidão que o encara como um possível “salvador” – e que o leva a aceitar esse novo status. Para aqueles que não se lembram, o filme anterior terminou com uma anárquica confusão logo após o momento em que Arthur dá um tiro em Murray Franklin (Robert De Niro), levando a população de Gotham a se voltar contra o próprio poder e contra as instituições que dominam a cidade. Logo, é apenas natural que esse arco seja finalizado na sequência.

O MUNDO É UM PALCO

Como bem sabemos, Coringa: Delírio a Dois’ será uma espécie de musical jukebox, em que clássicas canções terão uma roupagem diferente e versões originais. E, como pudemos perceber pelo trailer, as cenas que emulam esse gênero cinematográfico devem se passar não apenas na mente de Arthur, mas também na de Harleen, ainda mais levando em conta a psicose de que compartilham. Logo, não é surpresa que as sequências em questão sejam construídas com tons fortes de neon e com figurinos teatrais, buscando referências a inúmeros títulos para orquestrar um contraponto entre a realidade e a insanidade dos protagonistas.

“PUT ON A HAPPY SMILE”

shot final do trailer é simplesmente uma jogada impressionante de Phillips em colaboração com o diretor de fotografia Lawrence Sher – e não poderia ter maior simbologia para o que esperar da sequência. Seguindo os passos da clássica sequência em que Arthur Fleck escreve a frase “put on a happy smile” no primeiro filme, aqui vemos o momento exato em que Harleen mostra estar completamente apaixonada por Arthur ao desenhar um semi-sorriso com um batom vermelho (uma sutileza artística de tirar o fôlego e que, de imediato, nos leva a querer assistir ao longa-metragem).

Emmy Awards 2024 | ‘O Urso’ vence o prêmio de Melhor Direção em Série de Comédia

A aclamada série O Urso, estrelada por Jeremy Allan White, continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores ao Emmy Awards 2024, a atração levou para casa o prêmio de Melhor Direção em Série de Comédia pelo capítulo “Fishes” (sexto episódio da 2ª temporada).

Além disso, Liza Colón-Zaya conquistou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia por seu trabalho, White levou o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia Ebon Moss-Bachrach conquistou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia.

Lembrando que, no Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco também conta com Ebon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

SAG Awards 2025 acontece este DOMINGO; Relembre a lista de indicados!

A cerimônia de vencedores do Screen Actors Guild Awards 2025, um dos principais termômetros para o Oscar e uma das premiações mais cobiçadas do ano, acontecerá muito em breve.

O evento, que será exibido pela Netflix, irá acontecer neste próximo domingo, 23 de fevereiro.

Relembre a lista de indicados:

Melhor Elenco em Filme
UM COMPLETO DESCONHECIDO
ANORA
CONCLAVE
EMILIA PÉREZ
WICKED

Melhor Ator em Filme
ADRIEN BRODY / László Tóth – “O BRUTALISTA”
TIMOTHÉE CHALAMET / Bob Dylan – “UM COMPLETO DESCONHECIDO
DANIEL CRAIG / William Lee – “QUEER”
COLMAN DOMINGO / Divine G – “SING SING”
RALPH FIENNES / Lawrence – “CONCLAVE

Melhor Atriz em Filme
PAMELA ANDERSON / Shelly – “THE LAST SHOWGIRL”
CYNTHIA ERIVO / Elphaba – “WICKED
KARLA SOFÍA GASCÓN / Emilia/Manitas – “EMILIA PÉREZ”
MIKEY MADISON / Ani – “ANORA
DEMI MOORE / Elisabeth – “A SUBSTÂNCIA”

Melhor Ator Coadjuvante em Filme
JONATHAN BAILEY / Fiyero – “WICKED
YURA BORISOV / Igor – “ANORA
KIERAN CULKIN / Benji Kaplan – “A VERDADEIRA DOR”
EDWARD NORTON / Pete Seeger – “UM COMPLETO DESCONHECIDO
JEREMY STRONG / Roy Cohn – “O APRENDIZ”

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
MONICA BARBARO / Joan Baez – “UM COMPLETO DESCONHECIDO
JAMIE LEE CURTIS / Annette – “THE LAST SHOWGIRL”
DANIELLE DEADWYLER / Berniece – “PIANO DE FAMÍLIA”
ARIANA GRANDE / Galinda/Glinda – “WICKED
ZOE SALDAÑA / Rita – “EMILIA PÉREZ”

Melhor Elenco em Série de Comédia
ABBOTT ELEMENTARY
O URSO
HACKS
ONLY MURDERS IN THE BUILDING
FALANDO A REAL

Melhor Atriz em Série de Comédia
KRISTEN BELL / Joanne – “NINGUÉM QUER”
QUINTA BRUNSON / Janine Teagues – “ABBOTT ELEMENTARY”
LIZA COLÓN-ZAYAS / Tina – “O URSO”
AYO EDEBIRI / Sydney Adamu – “O URSO”
JEAN SMART / Deborah Vance – “HACKS”

Melhor Ator em Série de Comédia
ADAM BRODY / Noah Roklov – “NINGUÉM QUER”
TED DANSON / Charles Nieuwendyk – “UM ESPIÃO INFILTRADO”
HARRISON FORD / Paul – “FALANDO A REAL”
MARTIN SHORT / Oliver Putnam – “ONLY MURDERS IN THE BUILDING”
JEREMY ALLEN WHITE / Carmen “Carmy” Berzatto – “O URSO”

Melhor Elenco em Série de Drama
BRIDGERTON
O DIA DO CHACAL
A DIPLOMATA
XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO
SLOW HORSES

Melhor Ator em Série de Drama
TADANOBU ASANO / Kashigi Yabushige – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”
JEFF BRIDGES / Dan Chase – “THE OLD MAN”
GARY OLDMAN / Jackson Lamb – “SLOW HORSES”
EDDIE REDMAYNE / The Jackal – “O DIA DO CHACAL”
HIROYUKI SANADA / Yoshii Toranaga – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”

Melhor Atriz em Série de Drama
KATHY BATES / Madeline Matlock – “MATLOCK”
NICOLA COUGHLAN / Penelope Featherington – “BRIDGERTON”
ALLISON JANNEY / Vice President Grace Penn – “A DIPLOMATA”
KERI RUSSELL / Kate Wyler – “A DIPLOMATA”
ANNA SAWAI / Toda Mariko – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para a Televisão
KATHY BATES / Edith Wilson – “THE GREAT LILLIAN HALL”
CATE BLANCHETT / Catherine Ravenscroft – “DISCLAIMER”
JODIE FOSTER / Det. Elizabeth Danvers – “TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA”
LILY GLADSTONE / Cam Bentland – “DEBAIXO DA PONTA”
JESSICA GUNNING / Martha – “BEBÊ RENA”
CRISTIN MILIOTI / Sofia Falcone – “PINGUIM”

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para a Televisão
JAVIER BARDEM / Jose Menendez – “MONSTROS: IRMÃOS MENENDEZ”
COLIN FARRELL / Oz Cobb – “PINGUIM”
RICHARD GADD / Donny – “BEBÊ RENA”
KEVIN KLINE / Stephen Brigstocke – “DISCLAIMER”
ANDREW SCOTT / Tom Ripley – “RIPLEY”

Melhor Elenco de Dublês em Filme
DEADPOOL & WOLVERINE
DUNA: PARTE 2
O DUBLÊ
GLADIADOR II
WICKED

Crítica | ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ vale a pena apenas pela NOSTALGIA

Os anos 1990 ficaram marcados na cultura pop por inúmeros motivos – principalmente na sétima arte. Além da popularização exponencial das comédias românticas, que se estenderia para a década seguinte, tivemos uma revitalização do gênero slasher para as produções de terror. Após o impacto significativo de títulos como ‘Halloween’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’, 1996 trouxe às telonas o icônico primeiro capítulo de Pânico, apostando fichas em uma narrativa metalinguística e autoconsciente que conquistaria o público e a crítica.

Não demorou muito até que uma estética similar fosse levada aos cinemas novamente, dessa vez sob o espectro de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Baseado no romance homônimo de Lois Duncan, o longa-metragem apostou fichas na estética dos anos 1970 para narrar a luta pela sobrevivência de um grupo de amigos que, no feriado de 4 de julho, atropelou um homem e resolveu se livrar do corpo e nunca mais falar sobre o ocorrido. Porém, um ano mais tarde, cada um deles começa a receber mensagens ameaçadoras que vêm acompanhadas de um assassino com uma roupa de marinheiro e um gancho afiado que os coleta um a um. O filme se tornou um clássico cult com o passar do tempo e ajudou a eternizar Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. como Julie James e Ray Bronson.

Quase três décadas mais tarde, a diretora Jennifer Kaytin Robinson resolveu revitalizar a franquia com o lançamento de uma sequência-reboot, seguindo os passos de Pânico e de ‘Halloween’ ao arquitetar uma história que se mantém fiel à identidade do original ao apresentar aos fãs uma nova geração de vítimas. Co-escrevendo o roteiro ao lado de Sam Lansky, Robinson apresenta a cinco amigos: Danica (Madelyn Cline), Ava (Chase Sui Wonders), Milo (Jonah Hauer-King), Teddy (Tyriq Withers) e Stevie (Sarah Pidgeon). Assim como o primeiro filme da saga, eles se envolvem em um trágico acidente de carro, atropelando e matando um pedestre. Decidindo se livrar do cadáver e fazer um juramento, cada um deles segue seu próprio caminho – até que, um ano mais tarde, um serial killer começa a caçá-los em um ímpeto de vingança e justiça deturpada.

Lançando-se a uma missão para descobrir quem é o assassino e por que ele está fazendo aquilo, os amigos percebem que aquilo já aconteceu antes – recorrendo à ajuda de Julie James e Ray Bronson, que retornam em seus status como personagens-legado de maneira a acompanhar o regresso de Sidney Prescott (Neve Campbell) e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) em suas respectivas franquias. E, apesar das boas intenções e da reapresentação desse icônico universo a uma nova geração, o resultado é bem aquém do esperado e nos frustra por não ousar além de obviedades cansativas e previsíveis.

Um dos principais problemas do projeto é o roteiro: Robinson e Lansky se mostram apaixonados o suficiente e conhecedores da mitologia eternizada por Kevin Williamson e Jim Gillespie décadas atrás, promovendo homenagens claras que pretendem construir uma carta de amor ao legado deixado pela dupla. Todavia, esses propósitos nunca se concretizam ao serem regurgitados em diálogos sofríveis e unidimensionais, que transformam cada um dos protagonistas em meros estereótipos de um gênero que, volta e meia, começa a demonstrar fadiga. Em outras palavras, não há nada de novo a ser visto – e o momento de maior inspiração é com o retorno dos supracitados personagens-legado, que aparecem como breves conhecedores desse sanguinolento pesadelo e roubam os holofotes em uma clara incursão saudosista.

Em virtude de arquétipos superficiais, a atuação do elenco se rende a representações familiares demais para serem levadas a sério – e com one-liners que nos fazem soltar risadas de nervosismo, desperdiçando o talento de nomes como Cline, Wonders e Hauer-King. Ademais, a expansão da mitologia é muito ocasional para criar palpabilidade ou nos engajar na narrativa, nos levando a imaginar que as coisas poderiam ter tido outro rumo caso pensadas com maior esmero e cuidado. Ao menos Hewitt e Prinze Jr. se divertem ao regressar para esse panteão do horror, fazendo questão de demonstrar como os traumas de um passado remoto lhe causaram marcas e continuam a assombrá-los (da maneira que for).

O cuidado estético existe e cumpre com a praticidade da opressão causada pela presença do serial killer e pelas mortes que orquestra para, enfim, conseguir sua vingança – nos guiando por sequências do mais puro caos que prezam pelo entretenimento e, em parte, conseguem alcançar o objetivo. E, à medida que caminhamos para uma reviravolta que, dentro das limitações autoimpostas e em meio a atribulações de ritmo e dinamismo, faz sentido e mostra que ninguém está a salvo de se render à maldade.

O novo Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado tem o coração no lugar certo – mas isso não é o bastante para nos convencer da necessidade dessa sequência. Contando com personagens inéditos que não trazem nada para além do esperado, o projeto vale a pena pelo retorno de Julie James e Ray Bronson e pelas breves pulsões de nostalgia que entrega para os espectadores.

 

As 10 MELHORES Séries do Ano

Estamos chegando no final do ano – e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de relembrar As 10 MELHORES Séries do Ano.

Começando nossa recapitulação dos últimos doze meses, preparamos uma breve lista com as dez melhores séries de 2025 – que incluem a aclamada comédia criada por Seth RogenO Estúdio, o espetacular drama médico The Pitt e a cinemática conclusão de Andorspin-off de ‘Star Wars’.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. IT: BEM-VINDOS A DERRY

Andy Muschietti reviveu o popular universo de Stephen King com uma duologia cinematográfica intitulada ‘IT: A Coisa’, encontrando sucesso crítico e comercial que logo o levou a voltar no tempo com uma série pré-sequência ambientada no início dos anos 1960. E assim nasceu ‘IT: Bem-Vindos a Derry’, um sólido, impactante e sangrento spin-off que explora as origens da entidade conhecida como a Coisa/Pennywise e que não pensa duas vezes antes de nos chocar com atuações aplaudíveis e uma narrativa instigante e ousada – com destaque para a performance aterrorizante e sublime de Bill Skarsgard.

9. TASK: UNIDADE ESPECIAL

Trazendo Mark RuffaloTom PelphreyEmilia Jones em papéis densos e inebriantes, ‘Task: Unidade Especial’ se beneficia do trabalho de Brad Ingelsby, que retorna ao cenário televisivo quatro anos depois ter criado a minissérie ‘Mare of Easttown’. Convidando-nos para uma experiência que vai além da engessada estrutura dos suspense policiais e que nos envolve em uma sinestésica jornada, a obra supervisionada pela HBO é um acerto incontestável e supera quaisquer expectativas que tínhamos antes de apertar o play.

8. A DIPLOMATA – 3ª TEMPORADA

thriller político ‘A Diplomata’ retornou esse ano com uma espetacular terceira temporada, garantindo que sua qualidade estética, narrativa e técnica seguisse os passos dos anos anteriores de maneira fantástica. Esquivando-se das óbvias fórmulas de outras produções do gênero, o jogo dramático entre os peões desse explosivo tabuleiro de xadrez se veem em uma atmosfera mais profunda, encontrando sucesso em suas complexas personagens femininas – como as eternizadas por Keri RussellAllison Janney.

7. THE WHITE LOTUS – 3ª TEMPORADA

the white lotus

Enquanto antologias costumam ter seus altos e baixos, ‘The White Lotus’ parece não sofrer desse mal, expandindo seu ácido cânone de exploração antropológica e sociológica com uma terceira temporada mais obscura e densa, ainda que tomando um tempo maior para alcançar seu objetivo. Mike White retorna mais audacioso que nunca, aliando-se a um elenco que inclui Jason IsaacsWalton GogginsCarrie CoonAimee Lou Wood para desdobrar a complexidade do ser humano.

6. RUPTURA – 2ª TEMPORADA

ruptura

Um dos principais emblemas da nova era da Apple TV é o suspense psicológico ‘Ruptura’. Tendo retornado com uma exemplar 2ª temporada, a produção manteve o altíssimo nível do ciclo de estreia e abriu ainda mais espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um elenco estelar, que inclui Adam ScottBritt LowerPatricia ArquetteSarah Bock.

5. THE PITT

Séries médicas têm um lugar especial no coração dos fãs, dado o sucesso imbatível de produções como ‘E.R.’‘Grey’s Anatomy’‘House’. E, em meio a uma fadiga criativa e uma quantidade exacerbada de produções do gênero, o drama The Pitt veio para mostrar que boas histórias ainda podem ser contadas – apostando em incursões mais amadurecidas e ousadas que nos envolveram desde o primeiro episódio. A trama nos leva para o Centro Médico de Pittsburgh e apresenta um cotidiano mais realista de um grupo de médicos liderado pelo estupendo Noah Wyle como o Dr. Robby.

4. ADOLESCÊNCIA

Já faz um tempo que a Netflix vem investindo pesado em séries limitadas que ultrapassam todas as expectativas dos assinantes ao demonstrar um comprometimento ímpar com a qualidade artística – como ‘Bebê Rena’‘Treta’. Neste ano, Adolescência configura-se como um espetacular e pungente projeto que traz temas de suma importância para discussão, apoiando-se no trabalho decoroso do jovem Owen Cooper (que inclusive levou o Emmy por sua atuação), Stephen GrahamErin Doherty.

3. ANDOR – 2ª TEMPORADA

Andor teve uma breve e espetacular vida na plataforma do Disney+, emergindo como uma das melhores incursões do universo ‘Star Wars’. Apostando fichas na clássica construção da jornada do herói, a temporada de encerramento esquadrinhou território desconhecido para fornecer um final digno e merecido ao revolucionário Andor, arrancando uma performance inspiradora de Diego Luna e de um elenco de ponta que nos arrebata desde os primeiros segundo.

2. O ESTÚDIO

the studio

Não demorou muito até que a aclamada comédia O Estúdio, da genial mente de Seth Rogen, se tornasse um dos maiores sucessos de público e de crítica do ano – despontando como uma das melhores produções originais do expansivo catálogo da Apple TV. Já tendo levado inúmeros prêmios para casa, incluindo a estatueta do Emmy de Melhor Série de Comédia, o teor ácido, sarcástico e propositalmente metalinguístico da atração nos convidou para as frágeis engrenagens de Hollywood em uma espirituosa e incrível narrativa autoconsciente.

1. PLURIBUS

Bom dia, Carol.

Desde sua longeva concepção, Pluribus despontava como um dos títulos mais bizarros e inexplicáveis da Apple TV, acompanhado de uma breve logline que dizia que a pessoa mais miserável do planeta deveria salvá-lo da felicidade. Uma sinopse um tanto quanto evasiva e vaga, por assim dizer – mas que logo se transformou em uma impecável obra de arte e um glorioso retorno de Vince Gilligan, criador de ‘Breaking Bad’, ao cenário do entretenimento.

Discorrendo sobre temas como individualismo, coletivismo e inteligências artificais, a tragicomédia estrelada por Rhea Seehorn em um papel definidor de sua carreira é uma exploração da iminente queda da civilização moderna como a conhecemos, alcançando um nível de preciosidade artística aplaudível e nos levando a questionar qual é, de fato, a essência que define o ser humano.

Charli XCX lança “SS26”, novo single de seu PRÓXIMO álbum de estúdio

A cantora, compositora e produtora Charli XCX lançou hoje (21) a inédita canção “RSS26” em todas as plataformas de streaming.

A faixa foi composta por Charli ao lado de seu colaborador de longa data A.G. Cook e de Finn Keane, e sucede o lead single “Rock Music”.

Ouça:

Charli XCX é uma das artistas mais conhecidas e prestigiadas da atualidade e uma das responsáveis pela popularização de estilos conhecidos como PC Musichyperpop.

Contando com seis álbuns de estúdio em sua carreira, o compilado mais recente da artista, ‘BRAT’, recebeu aplausos da crítica e do público ao redor do mundo, tornando-se um dos mais bem avaliados do século e garantindo à artista nada menos que três estatuetas do Grammy – incluindo Melhor Álbum de Eletrônica/Dance.

Em 2026, ela ficou responsável pela trilha sonora oficial do remake de O Morro dos Ventos Uivantes. Intitulado Wuthering Heights, o álbum recebeu elogios por parte dos especialistas e contou com singles como “Chains of Love”“Wall of Sound”“Always Everywhere”.

‘Fat Thor’ ganha action figure na San Diego Comic Con; Confira as imagens

A Hasbro revelou na San Diego Comic Con sua nova linha legends inspirada nos personagens de ‘Vingadores: Ultimato‘, e é claro que a empresa não poderia deixar de fora o Thor Gordo, oficialmente chamado de Mano Thor.

A action figure se tornou febre entre os fãs que estiveram no evento e alguns publicaram as imagens nas redes sociais. Confira:

“Esse Thor da Hasbro/Marvel Legends é digno!”

Marvel Legends ‘Ultimato‘ com Thor Lebowski! Toda a linha do MCU, estou tão feliz! Homem de Ferro, Valquíria, Heimdall e Máquina de Combate! O que você acha?”

“Mano Thor será lançada pela Marvel Legends!

“Então eu vou completar a linha Marvel Legends, nunca quis outra coisa para colecionar, mas hype com o Mano Thor poderia mudar isso.”

“Mano Thor, da Marvel Legends”

“Pessoal, finalmente lançaram uma action figure do Thor Gordo.”

‘Stargirl’: Arte conceitual revela detalhes do uniforme da Pantera II

Em seu perfil do Instagram, Gina DeDomenico Flanagan, a artista conceitual por trás das séries da DC Universe, divulgou uma imagem revelando detalhes sobre o uniforme da heroína Pantera II, que será introduzida na série da Stargirl‘.

Para quem não conhece, a Pantera II é afilhada de Ted Grant, o Pantera original, e assume seu manto temporariamente.

Na série, a heroína será interpretada por Yvette Monreal.

Vale lembrar que Grant também vai aparecer e será vivido por Brian Stapf.

Confira a arte conceitual:

Há alguns dias, a DC Universe divulgou um novo teaser da série revelando diversas surpresas, como o primeiro vislumbre dos vilões e de alguns membros da Sociedade da Justiça.

Além disso, há uma rápida referência ao Jay Garrick, quando seu capacete é visto jogado no chão.

Confira:

Lembrando que Geoff Johns, o criador da série, conversou com o IGN e falou sobre possíveis crossovers com o Arrowverse.

“Eu estou muito animado pela oportunidade [de um crossover], pois mais pessoas poderão ver a série. E ‘Stargirl’ é o tipo de série que agrada a todos. Todos podem assisti-la. Então, ela se encaixa bem nesse universo [do ‘Arrowverse’]. Tem a mesma energia de ‘The Flash’ e também traz coisas novas.”

Ele completa, “Obviamente, minha prioridade é fazer uma ótima série, com ótimos personagens e desenvolver suas próprias histórias. Espero que, no futuro, possamos fazer algo divertido [com o Arrowverse], mas a primeira temporada é focada na personagem e o meu foco é fazer a melhor série que eu puder.”

Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘WandaVision’: Elizabeth Olsen diz que “os fãs vão conhecer Wanda como ela realmente é”

‘WandaVision‘ será a primeira produção a mostrar como Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) estará lidando com a morte do Visão (Paul Bettany).

Por conta disso, é claro que os fãs estão loucos para saberem como a personagem será retratada a partir de agora.

Durante uma entrevista para o New York Times, Olsen disse que os fãs vão finalmente entender os sentimentos da personagem e conhecê-la como ela realmente é.

“‘WandaVision’ tem um conceito tão incrível. É a primeira vez que conseguimos entendê-la como a Feiticeira Escarlate que ela está nos quadrinhos, e isso é emocionante para mim, porque eu ainda não fui capaz de dar a ela esse tempo de tela. Mas o mais interessante é que os fãs vão poder conhecê-la como ela realmente é.”

A estrela também indicou que a produção vai trazer diversas referências dos quadrinhos em relação ao estado mental de Wanda.

“Vai ser ser muito divertido saber a reação dos fãs. Wanda sempre foi uma representação de distúrbios mentais nos quadrinhos, e seu principal papel é lidar com esse estigma dentro da Marvel.”

Lembrando que a estreia está marcada para 15 de janeiro, e a Disney+ divulgou um novo teaser de ‘WandaVision‘, a primeira série original do MCU.

No vídeo, o casal vive uma vida perfeita na pacata cidade de Westview, mas o ‘felizes para sempre’ começa a desmoronar quando eles suspeitam que aquela realidade inspirada na década de 1960 não é o que parece ser.

Confira:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘Supergirl’: Kelly Olsen se transforma na Guardiã em novo pôster da 6ª temporada; Confira!

No episódio mais recente de ‘Supergirl, Kelly Olsen (Azie Tesfai) se tornou oficialmente a super-heroína Guardiã, assumindo o manto deixado por seu irmão, James Olsen (Mehcad Brooks) depois que ele deixou National City.

Pensando nisso, a CW divulgou um belíssimo pôster mostrando a personagem caracterizada com seu traje de heroína.

Confira:

Lembrando que a emissora já divulgou as imagens oficiais de “The Gauntlet”, décimo terceiro episódio da 6ª e última temporada.

Na trama, Supergirl e o time correm contra Nyxly pelo controle de um totem mágico que controla a coragem. Supergirl e Nyxly lutam entre si, cada qual conseguindo uma parte do artefato – e descobrem que a primeira pessoa a passar no teste de coragem conseguirá controle da manopla. Enquanto isso, Lena ainda tenta entender seu recém-descoberto presente”.

O capítulo será exibido em 28 de setembro.

Confira, junto à promo:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Star Wars: The Acolyte’ deve contar com personagens de ‘Knights of the Old Republic’

De acordo com o The Disinsider Show, a vindoura série Star Wars: The Acolyte‘ deve contar com alguns personagens do aclamado game ‘Knights of the Old Republic‘.

Foi dito que a atração fará a estreia em live-action dos vilões Darth Revan, Darth Bane, Darth Nihilus e Darth Malak.

Para quem não sabe, The Acolyte‘ será a primeira produção live-action da saga ambientada durante Alta República, que se passa séculos antes dos eventos ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘, o ponto de partida da era dos Skywalker.

Apesar de não haver nada confirmado sobre os personagens mencionados, até o momento, a Alta República é uma era que tem sido cada vez mais explorada pela Lucasfilm através de romances, quadrinhos e jogos.

No mês passado, a showrunner de ‘The Acolyte’, Leslyle Headland (‘Boneca Russa’), já havia revelado que a série se passará cerca de 100 anos antes de ‘A Ameaça Fantasma.

“Muitos desses personagens [da era Skywalker] ainda nem nasceram”, explicou ela. “Estamos trabalhando em ambientes políticos, espirituais e pessoais que surgiram em um período de tempo sobre o qual não sabemos muito. Como chegamos a um ponto em que um Lorde Sith pode se infiltrar no Senado e nenhum dos Jedi perceber isso? Tipo, o que deu errado? Quais são os cenários que nos levaram a este momento?'”

Ela acrescentou:

“Na verdade, usamos o termo Renascença, ou Era do Iluminismo. Os uniformes Jedi são dourados e brancos, e é quase como se eles nunca ficassem sujos. Eles nunca estariam por aí vagando pelo universo. A ideia é que eles poderiam ter esses tipos de uniformes porque são vistos mais como símbolos da paz do que como os guerreiros que vimos nos filmes.”

Anteriormente, o The Illuminerdi anunciou as gravações da série serão iniciadas somente em outubro deste ano, com previsão de conclusão para maio de 2023.

A produção vai acontecer em Londres e vai utilizar a mesma tecnologia de cenários virtuais de ‘The Mandalorian‘.

Originalmente, as filmagens estavam agendadas para fevereiro, e a nova data deve configurar um enorme atraso na estreia, que ainda não foi agendada.

Além disso, o portal também divulgou que a Lucasfilm está procurando por atores para viverem personagens denominados como ‘Paul’ e ‘Miri’.

O primeiro é descrito como um homem caucasiano na casa dos 50 anos e que será um personagem regular na série, mas que estará presente apenas na 1ª temporada.

Miri é uma menina negra que possui entre 8 e 10 anos, que será uma importante estrela convidada. E, por alguma razão não mencionada, o estúdio está à procura de gêmeas idênticas para interpretá-la.

A Variety também revelou que a atriz Amandla Stenberg está em negociações para estrelar a atração.

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre sua personagem, caso ela seja confirmada como protagonista.

Por outro lado, um acólito no universo de Star Wars normalmente se refere a um usuário do Lado Negro da Força que acabou de começar seu treinamento sob a proteção de um experiente Lorde Sith.

Isso, é claro, foi antes de Darth Bane instituir a Regra de Dois, extinguindo quase todos os Sith para que existissem apenas dois: um mestre e um aprendiz.

Para quem não a conhece, Stenberg é mais conhecida por seu papel como Rue em ‘Jogos Vorazes‘ e também pelos filmes ‘O Ódio que Você Semeia’ e ‘Mentes Sombrias‘.

Embora os detalhes sobre seu papel sejam desconhecidos, sabemos que ‘The Acolyte‘ será um thriller de mistério que levará o público a uma galáxia de segredos e poderes emergentes do Lado Sombrio da Força nos dias finais da era da Alta República.

Além de Headland, o produtor Rayne Roberts será um dos co-desenvolvedores da série.

Roberts, que é o vice-presidente de Desenvolvimento de Filmes da Lucasfilm, já esteve envolvido em inúmeros projetos do universo Star Wars, como ‘Star Wars: Rebels, ‘O Despertar da Força‘, ‘Os Últimos Jedi‘, ‘Solo: Uma História Star Wars‘ e ‘A Ascensão Skywalker‘.

Confira a logo oficial de ‘The Acolyte‘:

‘Homem-Formiga 3’ deve sofrer a PIOR queda da história para um filme de super-heróis nas bilheterias

De acordo com o The Hollywood Reporter, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ corre o risco de sofrer a pior queda de bilheteria no segundo fim de semana para um filme de super-herói de Hollywood.

Projeções indicam que o longa pode ter uma queda de 71,6%, devido à baixa recepção do público norte-americano.

Como o longa abriu com US$ 106 milhões nos três primeiros dias no mercado interno, significa que deve arrecadar apenas cerca de US$ 30 milhões até o fim do próximo domingo.

O último filme de heróis que registrou uma queda tão brusca foi ‘Batman vs Superman‘ (2016), que teve uma queda de público de 69,1% no segundo fim de semana.

Entre os filmes da Marvel, o pior registro tinha sido o de ‘Thor: Amor e Trovão‘ (2022), com 67,7% no mesmo período.

E entre todos os filmes que abrem com pelo menos US$ 100 milhões, independentemente do gênero, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (2011) foi o título que sofreu a maior queda até agora, com 72% por cento, segundo a Comscore.

A concorrência contra ‘O Urso do Pó Branco‘ também deve ser um fator que irá prejudicar bastante o desempenho de ‘Homem-Formiga 3‘.

O longa que conta a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína registrou US$ 8,7 milhões na sexta-feira, contra US$ 8,3 milhões do filme da Marvel.

Agora só resta aguardar para saber qual dos títulos vai sair vencedor até domingo.

Enquanto isso, confira nossas entrevistas com o elenco de Homem-Formiga 3‘:

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Sr. e Sra. Smith’: Aguardada série com Donald Glover e Maya Erskine ganha cartaz oficial; Confira!

A tão aguardada série ‘Sr. e Sra. Smith’, da Amazon Prime Video, acaba de ganhar seu primeiro cartaz oficial.

Com raízes no filme hômonimo estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie, a série acompanhará John (interpretado por Donald Glover) e Jane (interpretada por Maya Erskine) enquanto tentam matar um ao outro sem saberem de suas respectivas missões de espionagem.

Confira a imagem e a sinopse:

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”, diz a descrição oficial da série.

Também foram anunciadas novas adições ao seu elenco estelar, que vai contar com o brasileiro Wagner Moura, Alexander Skarsgård, Eiza González, Sarah Paulson, Sharon Horgan, Ron Perlman, Billy Campbell e Úrsula Corberó, que trazem ainda mais peso ao elenco do próximo drama da Amazon, criado por Donald Glover.

Programada para 02 de fevereiro de 2024, a atração também trará Paul Dano, Michaela Coel, John Turturro e Parker Posey.

Glover é creditado como co-criador e produtor executivo de ‘Sr. e Sra. Smith‘, ao lado de Francesca Sloane, que também atua como showrunner.

Confira as imagens de divulgação: