“Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox
“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap
“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable
“Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today
“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine
“Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst
“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm
“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
A PBS revelou recentemente que a série de época ‘Sanditon’, baseada no último manuscrito inacabado da lendária Jane Austen, foi oficialmente renovada para mais duas temporadas.
A notícia vem com bastante surpresa, considerando que a obra havia sido cancelada pela emissora original, a ITV, em dezembro de 2019, depois de apenas uma temporada.
O segundo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.
Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.
Através de seu site oficial, a Netflix confirmou que a 3ª temporada da elogiada série ‘The Umbrella Academy’ tem estreia agendada para 2022 (ainda sem dia revelado).
Além disso, a gigante do streaming aproveitou para revelar que os novos episódios serão ambientados no icônico Hotel Oblivion, nome do terceiro volume dos quadrinhos criados por Gerard Way – nomeado em homenagem a um lugar do qual “ninguém pode escapar”.
Também foram anunciados os títulos oficiais dos próximos capítulos.
Confira:
“Meet the Family”
“The World’s Biggest Ball of Twine”
“Pocket Full of Lightning”
“Kugelblitz”
“Kindest Cut”
“Marigold”
“Auf Wiedersehen”
“Wedding at the End of the World”
“Six Bells”
“Oblivion”
Em recente entrevista ao Collider, o ator Tom Hopper, que interpreta Luther Hargreeves na série, aumentou nossas expectativas para o próximo ciclo ao elogiar a narrativa que aguarda os fãs:
“Os roteiros são ótimos, é uma diversão fazer a 3ª temporada. Me sinto bastante privilegiado em fazer parte desse show. E acho que a melhor coisa é que estamos bem confortáveis uns com os outros agora. Então parece que realmente encontramos um território certo, além de termos a mesma equipe. E acho que sabemos, agora, quem são esses prsonagens e quem estamos interpretando, e creio que, quando trabalhamos uns com os outros, estamos cientes de como reagir nas cenas”.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
É um fato dizer que, dentro do ramo culinário, a perfeição dos pratos e das bebidas servidas com a harmonização de seus ingredientes e da própria paciência memorável dos chefs de selecionarem as melhores mãos para que suas habilidades sejam transcendidas a um nível inenarrável e alcance o objetivo de atiçar as camadas mais escondidas do paladar humano. E talvez esta seja a maior metáfora para a vida dos artistas, sejam eles do âmbito audiovisual, sejam do literário: saber ponderar, escolher, descartar e culminar todo o conhecimento premeditado para algo inteiramente novo ou surpreendente.
‘Ratatouille’ é, pessoalmente, a minha animação favorita de todos os tempos. E apesar de já estar inserida na segunda era dos estúdios Pixar, o qual se iniciou com ‘Carros’ em 2006, o longa-metragem resgata elementos das obras anteriores e arquiteta uma odisseia envolvendo, mais uma vez, criaturas inimagináveis e antropomorfizadas – neste caso, emergindo na figura de Remy (Patton Oswalt), um rato do campo que internaliza um dos desejos mais primitivos da raça humana para sua mente de roedor: a de ser alguém que sempre quis.
O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência.
COUVERT
GUSTEAU (left), REMY (right)
O consenso mundial de que a melhor comida do mundo é feita na França não emerge como nenhuma surpresa quando olhamos para a premissa de ‘Ratatouille’. Primeiramente, utilizar o nome de um prato camponês como brincadeira semiótica com o personagem principal da história e como ela se desenvolve ao longo de seus três atos é de uma genialidade impagável. É claro, a ideia de Brad Bird em puxar um prato rústico de meados do século XVIII para o título de sua animação é de uma sutileza incabível quando pensamos no público-alvo – as crianças. Entretanto, tal obra não se restringe apenas a uma parcela espectadora, e sim traz a capacidade expansiva dos filmes predecessores para conquistar cada vez mais pessoas.
De qualquer modo, a associação do nome com os protagonistas do filme é certeira e entra como uma das sacadas mais brilhantes do legado Pixar. Mas boas ideias não permanecem apenas no plano imaterial: elas devem tangenciar os limites entre realidade e ficção com supressões e contrações arquetípicas que revelem uma aproximação entre criaturas animalescas ou inexistentes com a própria concepção de ser humano – afinal, o cinema surgiu a partir da busca constante do homem em se expressar. Logo, por mais ínfimo que isso seja, a autoidentificação é o primeiro passo para o sucesso.
Remy não poderia ter uma entrada melhor; através de alguns segundos bizarros (pela falta de outro adjetivo significativo o suficiente), vemos a paisagem pitoresca de uma humilde casa, adornada com clarões aparentemente destoantes da calma ambiência. E de repente, o nosso herói atravessa uma janela de vidro segurando um livro de receitas e portando em seu rosto a mais clara expressão de desespero. Tal imagem é cômica, sem sombra de dúvida, mas premedita os infinitos obstáculos pelos quais ele passará até atingir o ponto máximo de seu arco.
REMY (left), LINGUINI (right)
‘Ratatouille’ já demonstra um afastamento considerável de seus “irmãos animados” por optar pela presença do narrador-personagem. Apesar da constante menção às narrativas literárias clássicas, principalmente da escola Realista e Naturalista, a ideia dessa utilização se afasta dos convencionais clichês para fornecer uma perspectiva mais intimista. E já digo de antemão que o roteiro assinado também por Bird finca-se com bastante apreço às brechas que delineia: é possível vermos uma clara transição identitária e metamorfa, por assim dizer, entre os atos do filme. Em momento algum digo que isso causa estranheza ou quebre o paralelismo narrativo – muito pelo contrário: a oscilação de focos entre personagens diferentes é notável e também indica uma imparcialidade quanto ao que realmente aconteceu. Afinal, estamos ouvindo uma história; cabe àquele quem conta fornecer a veracidade pela qual buscamos, ainda que nos apresente de uma perspectiva única.
Remy está em constante desilusão consigo mesmo e com a vida que tem. Ele é um rato, um animal considerado “sujo e imundo” pelos olhos humanos”, mas suas puras intenções o levaram por um caminho quase divino, através do qual deseja lograr de suas habilidades na cuisine. Sim, é exatamente isso: sua personalidade aventureira e em constante evolução o permitiu se afastar dos estereótipos de sua raça para encontrar uma posição humanizada em meio aos obstáculos de ser quem realmente é. Ora, quem não consegue se deliciar vendo-o preparar um cogumelo com queijo no topo de uma casa campestre, discorrendo sobre sabores e sobre a combinação mágica e perfeita dos opostos?
Falar sobre a arte de cozinhar em um filme infanto-juvenil em sua essência, principalmente quando nos lembramos dos constantes estresses que chefs, críticos gastronômicos e degustadores profissionais passam em uma vida a priori prazerosa, é um desafio a ser encarado com atenção e cautela. Discorrer sobre as funções de cada um dentro da cozinha, o embate entre o real significado do que é comida e como esta passa por um processo de decadência com o passar dos anos e com a efemeridade da construção de um simples prato, ou até mesmo as relações humanas e suas fragilidades configura-se como uma tarefa complexa, principalmente quando se pretende deixar a mensagem universal e compreensível tanto para as crianças quanto para um público mais velho.
Felizmente, ‘Ratatouille’ nos apresenta a estes temas-base com bastante calma e deixando que cada um leve seu tempo para ser representado. É interessante ver através dos olhos de um animal tão pequeno a grandiosa futilidade da sociedade moderna, com seus dramas diários, sua constante procura pelo equilíbrio e pela paz, e a canalização das frustrações para pequenos momentos de prazer, como o saborear de um prato de comida. Remy não se preocupa com essas coisas, mas sim com como ele pode alcançar seus sonhos sendo um forasteiro dentro de um mundo comandado por humanos. Já à prima vista podemos deduzir que ele irá precisar de ajuda – e, como não poderá contar com o apoio de uma família estruturalmente conservadora e estagnada na própria condição natural, encontra esse fator X no lugar mais improvável possível.
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O protagonista da narrativa é um “lobo solitário”, por assim dizer. Apesar de estar conectado com gerações e gerações de outros ratos, ele não se sente como um, assim como também não se sente parte do cruel mundo em que vive. E encontrar algum modo de fazer com que seu sonho se torna realidade será uma das tarefas mais difíceis a ser enfrentadas e concluídas: apesar de persistente, sua personalidade sonhadora constantemente o coloque dentro de um mundo criado para seu bel-prazer. É a partir daí que o famoso chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) passa de uma personalidade inalcançável para uma extensão da consciência do nosso herói.
Quando se sente sozinho, Gusteau se materializa, emergindo como uma versão em miniatura de si mesmo, adornado com a dólmã e o chapéu próprios dos cozinheiros e perscrutado por uma transparência fantasmagórica que apenas existe para impedir que Remy faça escolhas erradas ou se deixe levar pelos primitivos e rudimentares instintos animalescos – como a fome. Afinal, ele é um cozinheiro, e roubar comida para se satisfazer vai contra todos os princípios que jurou servir. “A comida virá. Seja paciente”, o bonachão chef diz para o rato, constantemente.
É então que a sorte começa a mudar. Como já dizia o ditado, “depois da tempestade, vem a bonança”. Não que os problemas a serem enfrentados pelo protagonista tenham encontrado um fim – afinal, se tivessem, não haveria necessidade para a história prosseguir. Mas assim que chega a Paris, a famosa cidade-luz, povoada por seus habitantes esperançosos, sonhadores e otimistas, ele se vê frente a frente com uma cena tão admirável quanto angustiante: após ser levado para o restaurante de Gusteau através de seus instintos, ele permanece observando com atenção o movimento dentro da cozinha, diferenciando o chef, o sous-chef, o chef de partie, até que seus olhos repousam na figura esquisita e desastrada de um jovem rapaz ruivo chamado Linguini (Lou Romano).
EMILE
Não é nenhuma surpresa quando os dois acabam se conectando no começo do segundo ato. À frente do Rio Sena, local onde o “garoto do lixo” deveria matar o rato que invadiu a cozinha, eles selam um pacto improvável de se ajudarem: afinal, de forma fantasiosa – assim como todos os outros filmes dos estúdios -, Linguini pareceu perceber a afeição daquele bichinho pela cozinha e como sua destreza nas artes culinárias era algo a ser reconhecido. E como ele precisa do emprego, vê uma oportunidade pretensiosa que gradativamente se transforma em uma amizade imprescindível para cada um dos desfechos subsequentes.
De que forma os dois poderiam se ajudar? Bom, partindo do preceito de que estamos internalizados em uma bolha de ficção, qualquer coisa é possível, desde que parta de semelhanças com a verdade e com o mundo que conhecemos. Acontece que Remy descobre que Linguini tem uma propensão a movimentos involuntários, regidos quando alguém puxa suas mechas de cabelo. E é a partir daí que os dois protagonizam as sequências mais divertidas e mais animadoras de todo o longa-metragem: o treino. Puxando referências, ainda que muito sutis, de outras obras audiovisuais e literárias nas quais o protagonista deve passar por longos processos de transformação para alcançar outro patamar pessoal, o rato e o humano se unem como duas engrenagens de uma maquinaria complexa para darem vida à harmonia culinária – este é dotado do porte físico; aquele, das habilidades gastronômicas. Bote tudo junto, adicione comicidade à gosto e pronto, o jantar está servido.
Esta não seria uma animação da Pixar sem os famosos e muito bem construídos antagonistas – e em ‘Ratatouille’, somos apresentados a diversas categorias: a primeira delas é a pessoal. Cada um dos personagens principais tem um conflito interno que os impede de se firmar como um estereótipo do forasteiro, o qual é desprovido de erros e fraquezas e apenas acerta o tempo todo. Sua humanização transcende até mesmo os conceitos de delineações de personalidade, invadindo os campos da psicanálise para dissertar sobre até que ponto a determinação individualista leva uma pessoa – ou, neste caso, um rato.
A segunda é a social. Como já dito, Remy tem seus problemas com o grupo comunitário em que vive, por não se portar como dita a música. Ele busca pelas transformações, mesmo que isso coloque em risco o passivo equilíbrio dentro de sua colônia. Linguini também é uma figura deslocada, sem qualquer senso para a comida, mas disposto a ajudar no que for através de sua formação altruísta, ainda que seja julgado por seus colegas de trabalho, principalmente por entrar em um período de ascensão sem quaisquer precedentes.
A terceira e mais perceptível é a exterior. Sempre presentes em narrativas infanto-juvenis, os “vilões” são peças essenciais para que as motivações dos heróis sejam pressionadas a se tornarem realidade e para que as camadas de complexidade dentro da narrativa se endossem em um arco completo que tem começo, meio e fim. Neste filme, os principais antagonistas exteriores são o chef Skinner (Ian Holm), que não aceita o surpreendente parentesco entre Gusteau e Linguini e deseja transformar o clássico restaurante do falecido empreendedor em uma franquia de comidas congeladas para atender a demanda do fast-food da sociedade parisiense. Seus ideais são corrompidos pelo oblíquo pensamento da evolução darwiniana e pela sobrevivência daquele que melhor se adapta – ora, ele nem mesmo acredita na premissa “qualquer um pode cozinhar”, principal epíteto de Gusteau.
O outro personagem vilanescos é o medonho e assustador Anton Ego (Peter O’Toole), que talvez seja a criação audiovisual mais contraditória de todos os tempos. Ele foi um dos principais responsáveis pela morte prematura do chef que empresta o nome ao restaurante, ao escrever uma crítica devastadora sobre a falsa originalidade de seus pratos e sobre como ele e suas crenças representavam a decadência da boa culinária.
Sua caracterização é digna de releitura dos clássicos do terror do início do cinema, mais precisamente do longa ‘Nosferatu’ (1922), um dos grandes ícones do expressionismo alemão. Não é necessária muita atenção e análise para vermos que os dois personagens são praticamente idênticos: Ego tem um corpanzil esquálido e esticado, com a pele tão branca quanto a neve, e profundas bolsas arroxeadas envolvendo os olhos semicerrados. Ele também é corcunda e fala com uma profundeza digna dos solilóquios de outro personagem também muito conhecido, Drácula. Até mesmo o lugar onde vive busca inspiração em obras de suspense: a construção de sua sala de estar é imponente e relembra a forma agourenta de um caixão.
Mas onde há vilania, há ajuda. E a presença do guardião e do conselheiro vem como Colette (Janeane Garofalo). Ela é a única presença feminina na cozinha do Gusteau e prova suas habilidades e sua responsabilidade a cada sequência em que protagoniza, tornando-se responsável por ensinar Linguini – e até mesmo Remy – as técnicas que aprendeu para fazer jus ao nome do restaurante em que trabalham. Sua personalidade afrontosa e forte traz à tona alguns defeitos, como o temperamento explosivo e o fato de confiar demais em que lhe deixa ensinar alguma coisa, ainda que seja o básico. A priori, percebemos um certo refreamento no tocante aos sentimentos que nutre pelo jovem desastrado que acabou de chegar ao Gusteau’s: ele é uma ameaça em potencial para a reputação que construiu depois de tantos anos de duro trabalho, mas logo percebe que ele deseja aprender, assim como o pequenino rato. Aliás, é interessante notarmos como duas personalidades tão distintas – a utópica sonhadora de Remy e a voraz realista de Colette – entram em conflito e trazem um dinamismo extremamente agradável ao longa.
DESSERT, S’IL VOUS PLAÎT
‘Ratatouille’ é o ponto de perfeição tão buscado pelos chefs audiovisuais por todo o mundo – e aqui faço menção obviamente à direção certeira de Bird e, talvez com mais ovação, à incrível trilha sonora composta por Michael Giacchino.
A jornada de Remy é uma dança. Desde os momentos iniciais, a câmera desliza sorrateiramente através das literalmente pequenas perspectivas do protagonista para fornecer uma grandiloquência para a incrível ambiência idealizada para o filme. A atemporalidade é justificada com os planos sequências que deslizam através de fechaduras, de canos quebrados e da própria estrutura urbana de Paris, pela qual o nosso amável rato desliza com tanta fluidez.
Optar por afastar-se da oposição clara entre plongées e contra-plongées vista em animações predecessoras, como ‘Toy Story 2’, entra como uma técnica muito bem-vinda, principalmente por valorizar a transparência entre o mundo dos humanos e o dos roedores. A saturação da montagem clássica é deixada de lado para fornecer uma agradável sensação de evolução narrativa através de planos escolhidos para fortalecer uma determinada atmosfera e de cortes rápidos que indicam, por exemplo, os momentos de tensão dentro da cozinha ou a revelação de segredos ocultos pelo tempo.
EMILE
O ápice vem com os momentos que simbolizam o tema principal do filme: a hora das refeições. Um dos momentos mais belos de toda o legado Pixar talvez seja o momento em que Remy finalmente tem a oportunidade de demonstrar suas habilidades culinárias ao salvar uma sopa praticamente destruída por Linguini. A própria concepção desta sequência segue o gradativo crescendo de óperas e ballets seculares, como ‘O Lago dos Cisnes’, fornecendo a suavidade e a fluidez necessárias para que nada pareça artificial ou fictício. Somos transportados para dentro da tela e perscrutamos o minucioso trabalho do rato, observando os ingredientes que usa, suas técnicas de cozinha; nós nos tornamos os próprios críticos gastronômicos sem nos darmos conta disso.
E é claro que essa maestria não existiria sem a música. Giacchino puxa elementos de décadas diferentes para orquestrar uma trilha tão emocionante quanto o filme pede para ser. A presença de sanfonas harmoniza com a simples, mas bem delineada composição com violinos, violoncelos e a melodia dramática do órgão. A cultura francesa existe não apenas no âmbito visual, mas ao expandir-se para a constante semiótica sensorial dos instrumentos. Temos, em um mesmo frame, o jazz da década de 1920 e o folk de meados dos anos 1950, enquanto exploramos a delicada finésse dos anos quarenta com a emergência de um ritmo mais frenético para a monotonia da sociedade parisiense.
Tudo culmina para os arcos de redenção dos personagens que considerávamos antagônicos, até mesmo a necessidade de autoafirmação de Remy. Sem qualquer sombra de dúvida, Ego é aquele que resume de forma literária e quase antropológica o que precisava ser verbalizado. No final do terceiro ato, após descobrir o segredo do restaurante que sempre ousou enfrentar, ele discorre sobre o trabalho do crítico, dizendo que a singularidade daqueles que nos impressionam é exatamente o que Gusteau defendia: nem todos podem se tornar um grande artista, mas uma grande obra de arte pode vir de qualquer lugar. Tal monólogo inclusive entra como uma autorreflexão para o trabalho que tentamos fazer aqui: analisar um filme é algo prazeroso, principalmente se temos críticas negativas a fazer. Entretanto, arriscar-se no novo é defender algo que não esperávamos, como uma humilde construção narrativa que consegue extrair a essência de quem nós mesmos somos.
LE FESTIN
‘Ratatouille’ é um grandioso banquete que surpreende por suas escolhas narrativas, estéticas e até mesmo por tratar de um assunto considerado batido, mas que martela a mais equilibrada pessoa. Como perseguir um sonho se você é constantemente atacado por aqueles que o cercam?
Como disse no início do texto, este é meu filme favorito dos estúdios, por nos relembrar de como a sutileza da arte e a atemporalidade daquilo que é criado é o suficiente para dar forças para o mais desesperado dos homens continuar em frente. A animação conversa com o público nos mais diferenciados níveis e tem a capacidade de tocar, com uma diversificação notável, o coração do público. E, citando uma das passagens do solilóquio de Ego, “estarei voltando ao Gusteau’s em breve, faminto por mais”.
1. Music for a Sushi Restaurant 2. Late Night Talking 3. Grapejuice 4. As It Was 5. Daylight 6. Little Freak 7. Matilda 8. Cinema 9. Daydreaming 10. Keep Driving 11. Satellite 12. Boyfriends 13. Love of My Life
Tendo começado sua carreira com a boybandOne Direction, Styles apostou em sua carreira solo em 2017, com o lançamento de seu álbum homônimo. Em 2019, seu segundo CD, ‘Fine Line’, debutou em primeiro lugar nas paradas da Billboard 200 e ganhou críticas bastante positivas, além de ter garantido ao artista um gramofone dourado pela ótima faixa “Watermelon Sugar”.
O cantor também já fez sua estreia como ator em ‘Dunkirk’, aclamado drama de guerra dirigido por Christopher Nolan, além de ter participado do recente ‘Eternos’.
O aclamado documentário musical ‘Summer of Soul’, que marca a estreia diretorial do musicista Ahmir “Questlove” Thompson, ganhou data de estreia no Star+.
A produção, que levou o Oscar de Melhor Documentário, chega à plataforma de streaming no dia 16 de dezembro.
Em 1969, um festival com grandes nomes da música arrastou uma multidão de centenas de milhares de pessoas. Se você pensou em Woodstock, é melhor pensar de novo e assistir a este documentário vencedor do Oscar.#SummerOfSoul, estreia em 16 de dezembro. Só no #StarPlusBR. pic.twitter.com/sFZvSxDDOr
O documentário é parte filme musical, parte construção histórica criada através de um épico evento que celebrou a cultura, a moda e a importância da comunidade negra. Ao longo de seis semanas no verão de 1969, apenas a 160 quilômetros de Woodstock, acontecia o Festival Cultural do Harlem, filmado no Monte Morris Park. As gravações nunca tinham sido vistas até o momento. ‘Summer of Soul’ mostra a importância da história e o testamento do poder curativo da música em tempos de crise, tanto passada quanto presente.
O diretor Richard Linklater sempre teve a incrível de habilidade de transformar todas as suas obras em análises interessantes e profundas acerca do espírito humano, fosse com os dramas românticos ‘Antes do Amanhecer’ e ‘Antes do Por do Sol’, fosse com o longo processo de gestação do coming-of-age‘Boyhood’, que eventualmente ganhou a atenção da crítica e do público por seu visceral retrato de amadurecimento de um jovem rapaz. Em 2017, o cineasta retornou mais uma vez às telonas com mais uma investida no gênero em questão, agora migrando para as preocupações e as tristezas de um angustiado pai que recebe a triste notícia de que seu filho morreu em campo de batalha com ‘A Melhor Escolha’ – e ainda que esse recente longa não esteja completamente lapidado, é muito fácil observá-lo como um clássico do “panteão de Linklater”.
A trama se inicia se forma bem fluida, mostrando o pai em questão, Larry “Doc” Shepherd (Steve Carell) chegando a um decadente e minúsculo bar em Nova York para reencontrar um velho amigo de guerra – que aparentemente não o reconhece e continua divagando acerca de inúmeros assuntos irrelevantes. Já aqui, percebemos um contraste entre dois dos personagens principais que se mantém em um gradativo nível de complementaridade e paradoxo: enquanto Doc é mais introspectivo, talvez pelos traumas da Guerra do Vietnã, e reside em um patamar mais intimista, seu colega Sal Nealon (Bryan Cranston) definitivamente não tem papas na língua e parece estar possuído por um incansável espírito jovem e por vezes infantiloide – ainda que os cabelos brancos e a barriga saliente denunciem sua real idade.
Como já dito, o produto final tem os seus defeitos, incluindo um tempo cênico muito maior que o necessário. Entretanto, Linklater sabe muito bem orquestrar a sua obra a ponto de criar momentos preciosos para conhecermos melhor cada uma das personalidades apresentadas – e já faz isso no primeiro ato: em conjunto com um incrível roteiro assinado por ele mesmo e por Darryl Ponicsan, as sequências seguem um ritmo único e envolvente que reafirma a profundidade das falas e que consegue oscilar entre drama e comédia de modo preciso e natural. Além disso, toda a estrutura narrativa também procura exercer sua potencialidade máxima ao criar um escopo generalizado – a morte do filho de Doc – e pequenos núcleos entre os nossos heróis para levá-los a uma reflexão, ainda que não tão profunda assim, acerca do passado, do presente e até mesmo do futuro.
A cronologia do filme é linear e não se utiliza de artifícios técnicos para fornecer uma atmosfera nostálgica, como montagens paralelas, saltos temporais ou anacronismos cênicos: tudo tem seu início, meio e fim, sem floreios desnecessários e que deixam a roupagem da obra o mais verossímil possível. Afinal, ainda que Doc e seus colegas viajem para comparecer ao funeral do jovem soldado da Marinha, esse evento é o incidente incitante para que todos recuperem laços desfeitos há muito tempo e resolvam algumas pendências que eventualmente insurgem, incluindo certas mentiras que os coronéis e generais do Exército contam para preservar a memória daqueles “mortos em combate”.
É claro que Carell e Cranston já trazem uma química inigualável para as telonas, mas é Laurence Fishburne quem definitivamente rouba a cena com uma construção arquetípica tragicômica aplaudível. Ele é o terceiro integrante do grupo de soldados que lutou junto há mais de trinta anos, e que abandonou o seu passado para se tornar o Reverendo Richard Mueller em sua cidade local – e posso dizer sem sombra de dúvida que o encontro entre essas figuras é o ápice da trama. Sendo assim, temos a reunião de três personagens conflituosos – um pai melancólico, um bartender fanfarrão e um pastor extremamente devoto à sua profissão espiritual – que compartilham memórias inesquecíveis e que reacendem uma chama de amizade que sempre esteve ali, mas permaneceu adormecida conforme cada um deles embarcou em uma jornada diferente.
O que poderia se tornar um excessivo uso dos convencionalismos construtivos também é deixado de lado para uma investida interessante. Linklater sabe como manusear a câmera a ponto de não deixar as sequências verborrágicas mais monótonas do que poderiam ser – e até busca algumas cruas referências de David Lynch para construir a sua própria identidade. Os planos seguem uma continuidade muito interessante, carregada com certas metáforas para o problema que enfrentam e que seguem até mesmo o padrão estético – principalmente pelo uso da paleta de cores que passa de uma inebriante neutralidade do marrom e do preto para a angústia constante e cíclica de cores mais frias (cujo ápice é alcançado com a chegada do terceiro ato).
Há um momento em específico entre Sal e Richard que, pessoalmente, tornou-se o meu favorito: a cena ocorre dentro de um caminhão de mudanças e os dois começam a debater sobre a existência de um Deus todo-poderoso e sobre como sua justiça divina na verdade pode ser encarada como “injustiça”; ora, há até um momento em que o personagem de Cranston brinca de forma irreverente sobre quando chegará ao Paraíso e falará poucas e boas para o nosso Criador – então não há como deixar ela passar batido. E além de tudo isso, essa pequena fatia do segundo ato serve para dar introdução ao modo como os protagonistas irão lidar com as mentiras que lhes foram contadas (o filho de Doc não foi morto em campo, na verdade, mas sim durante um happy hour qualquer) e como poderão consertar um erro do passado.
Há seis anos, Linklater retornava para suas raízes humanitárias e humanizadoras mais uma vez com essa dramédia de guerra e, mesmo com os equívocos estruturais, consegue entregar-se a uma comovente narrativa que só consegue ser o que é pelo incrível trabalho de seu elenco de ponta, frisando as rendições performáticas do duo Cranston e Fishburne.
Taylor Lautner ganhou fama mundial ao interpretar o lobisomem Jacob na adorada saga ‘Crepúsculo’ – mas a jornada para se manter no papel não foi nada fácil.
Em uma recente entrevista ao podcast Good Guys (via Times of India), o astro disse que enfrentou diversos desafios para interpretar o personagem e que sua transformação física era a chave para continuar no papel.
Ele sabia que no segundo filme da franquia, ‘Lua Nova’, Jacob passaria por uma mudança significativa. Dessa forma, Lautner precisaria estar em ótimas condições físicas.
“A primeira vez que ouvi sobre [minha reescalação] foi pouco depois do lançamento do primeiro filme. Mas eu sabia que se [‘Crepúsculo’] tivesse uma boa bilheteria, eles iriam filmar o segundo capítulo pouco depois, no começo do próximo ano”, ele conta.
Apesar das ameaças de substituição, Lautner já estava começando sua transformação há alguns meses. Ele explicou que começou a ganhar massa e músculo fora dos olhos do estúdio. O astro, inclusive, se recorda de um momento importante quando o estúdio o informou de que Jacob seria reescalado e, quando se encontrou com os executivos, todos ficaram em choque com sua transformação.
Mesmo tenho ganhado onze quilos de massa muscular, o estúdio continuou a fazer audições com outros atores – incluindo Michael Copon, de ‘One Tree Hill’.
“Eu entendi o motivo [de eles fazerem isso], porque não tinha chances de continuar interpretando Jacob no segundo filme da forma que eu estava no primeiro”.
Vale lembrar que a saga de livros, assinada por Stephenie Meyer, vai ganhar uma adaptação televisiva. A série está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate Television e ainda não tem uma plataforma definida nem um roteirista escolhido.
Segundo fontes, a companhia, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores. Ainda não há previsão para quando a série de ‘Crepúsculo’ será apresentada a potenciais interessados, pois a empresa primeiro busca encontrar um escritor para comandar o projeto.
Meyer deve estar envolvida na adaptação para a televisão. Wyck Godfrey e Erik Feig, ex-co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e responsável pela compra dos direitos dos livros para a Summit Entertainment, estão confirmados como produtores executivos da série.
Mais informações sobre a adaptação televisiva de ‘Crepúsculo’ não foram divulgadas. Fique ligado no CinePOP para mais novidades.
Os cinco filmes da franquia se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões em todo o mundo e tornaram Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estrelas internacionais.
Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.
O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.
A 2ª temporada de Velma’, animação adulta derivada de ‘Scooby-Doo’ que acompanha as desventuras da detetive mais perspicaz da Mistério S.A., estreia esta semana no catálogo da Max.
Os novos episódios serão lançados nesta próxima quinta-feira, 25 de abril, na plataforma de streaming.
Segundo o ComicBookMovie, Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta para Max e Adult Swim, afirmou anteriormente: “As séries que criamos no Max são baseadas em arte e voz, com personagens e comédia antes de qualquer outra coisa.”
“Estar sempre em busca de comédias ousadas com coração e originalidade, programas diversos e inclusivos com ressonância temática subjacente, e design de personagens que evidenciem a mão do artista. Estou muito animada para compartilhar essas séries incríveis com o mundo e continuar mostrando por que o Max é um ótimo lar para animações adultas”, concluiu.
Apesar de ter estreado com baixas avaliações (39% de aprovação entre os críticos e 7% de audiência no Rotten Tomatoes), o programa inexplicavelmente quebrou vários recordes de streaming para o Max, tornando-se a estreia mais vista de uma série animada original para o Max.
Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivoCharlie Grandy rebateu as críticas ao dizer:
“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”
Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:
“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”
O drama jovem-adulto tem como pano de fundo a experiência HBCU e gira em torno de uma jovem e esperançosa jogadora de tênis de Beverly Hills e de um jogador de basebol de elite de Chicago, conforme eles lidam com as altas expectativas dos esportes universitários e navegam pelos altos e baixos da vida adulta sem supervisão.
GeffriMaya, Peyton Alex Smith, Kelly Jenrette, Cory Hardrict, Sylvester Powell, Netta Walker e Camille Hyde completam o elenco.
O longa está programado para estrear no dia 13 de março de 2025.
Baseada em uma história real, a trama segue uma aposentada que desmontou uma quadrilha carioca de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro.
Com roteiro de Paula Fiúza, o longa é inspirado pela obra literária Dona Vitória da Paz, escrito pelo jornalista Fábio Gusmão.
O canal USA anunciou que ‘Resident Alien‘, série cômica de ficção científica estrelada por Alan Tudyk, foi oficialmente cancelada após quatro temporadas (via Deadline).
O atual ciclo será finalizado no próximo dia 8 de agosto e servirá como encerramento da série.
Ainda não se sabe o motivo concreto por trás da decisão, mas acredita-se que seja em virtude da modesta audiência da atração.
No Brasil, a série está disponível no Disney+.
Na trama, Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.
Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.
A HBOdivulgou um vídeo inédito de ‘O Cavaleiro dos SeteReinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.
O material nos leva aos bastidores da épica e ambiciosa produção, que é inspirada no romance ‘Dunk & Egg’, de George R.R. Martin, e expande o icônico universo de Westeros.
A produção será lançada oficialmente no dia 19 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.
Confira:
Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.
Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!
Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.
Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings e Sam Spruell também integram o elenco.
Sarah Adina Smith e Owen Harris dirigem os seis episódios da atração.
O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.
Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott.
Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.
“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
Semanas após a repentina morte deCameron Boyce, o Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles divulgou um comunicado confirmando que o astro faleceu devido a ‘um ataque súbito e inesperado de epilepsia’.
A notícia sustenta os detalhes que a família de Boyce liberou quando anunciou sua morte, dizendo que ele sofria convulsões.
“É com muita triste que informamos que nós perdemos Cameron. Ele morreu dormindo, por causa de uma convulsão, resultado de um problema médico pelo qual ele estava sendo tratado.”
Conhecido pela franquia de filmes da Disney Channel, ‘Descendentes‘, e pela série ‘Jessie‘, Cameron Boyce faleceu no dia 08 de julho, aos 20 anos.
Depois de ganhar fama como Rey na atual trilogia de ‘Star Wars’, Daisy Ridley já está se encaminhando para um novo trabalho nas telonas.
De acordo com o Deadline, a atriz está em negociações para estrelar o suspense criminal intitulado ‘The Ice Beneath Her‘, adaptação do livro homônimo da autora sueca Camilla Grebe.
Para quem não conhece, a trama acompanha dois policiais e uma jovem curiosa que tentam solucionar o misterioso assassinato de uma mulher não identificada.
Quando a vítima é encontrada decapitada na mansão do proprietário da joalheiria mais conceituada de Estocolmo, o caso traz à tona um crime não solucionado que ocorreu da mesma forma dez anos antes.
Por enquanto, não há detalhes sobre o papel de Ridley, mas tudo indica que ela pode dar vida à Emma Bohman, uma jovem que se torna obcecada pelo caso depois que seu amante a abandona e vira um fugitivo da polícia.
Até o momento, o roteiro está sendo escrito por Caitlin Parrish (‘Supergirl’, ‘Under the Dome’), e ainda não há previsão para o início das filmagens.
Além disso, a direção fica a cargo do trio Chad Villella, Matt Bettineli-Olpin, eTyler Gillett, responsáveis pelo elogiado ‘Ready or Not‘.
Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses
‘WandaVision‘ mal chegou ao catálogo da Disney+ e os fãs já estão se perguntando se a Marvel vai investir em novas temporadas da atração?
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o showrunner Jac Schaeffer foi questionado sobre o assunto, mas sua resposta foi bem evasiva.
“Não posso falar sobre uma 2ª temporada. Isso realmente se encaixa na filosofia da Marvel. Kevin [Feige] foi claro em nos alertar sobre isso, então o que importa para nós é o que está acontecendo agora. Os jogadores estão em campo, então não podemos pensar numa nova partida enquanto o jogo não for finalizado.”
Mesmo assim, ele afirmou que o final da temporada parece bastante conclusivo:
“A conclusão dos episódios tem um tom bastante emocional. Para mim, é bem conclusivo.”
A declaração de Schaeffer faz todo sentido, porque o desfecho da série deve criar laços diretos com ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘…
Caso uma segunda temporada seja planejada, ela deve seguir os eventos de outras produções da Marvel e não propriamente os eventos da 1ª temporada.
De qualquer forma, só o futuro dirá quais são os planos da equipe por trás da série.
Lembrando que o próximo episódio da atração será lançado em 29 de janeiro, naDisney+.
OSnyder Cut de ‘Liga da Justiça’ foi oficialmente considerado um ‘fenômeno global’ pela HBO Max durante um evento de lançamento da plataforma na Europa.
Inclusive, a frase foi dita pela própria presidente da WarnerMedia, Priya Dogra, em seu discurso oficial.
Por conta disso, os fãs ainda mantêm esperança de que a Warner Bros ainda esteja interessada em continuar trabalhando comZack Snyder em novas sequências de ‘Liga da Justiça’.
Nas redes sociais, a tag #RestoreTheSnyderVerse foi ressuscitada e já está entre os assuntos mais comentados do momento.
O intuito dos fãs é promover a tag até o dia 16 de outubro, quando acontece a nova edição da DC FanDome, evento dedicado a novidades das séries, filmes, jogos e quadrinhos daDC Comics.
“Um filme já foi chamado de FENÔMENO GLOBAL? Só estou dizendo, isso é um elogio insanamente privilegiado. Imagine ser o estúdio responsável por um fenômeno global e não continuar a desenvolvê-lo. Insanidade.”
Has a movie ever before been called a GLOBAL PHENOMENON? I’m just saying, that’s some insanely high praise. Imagine being the studio who OWNS it and not building off of it. Insanity. #RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/BZfKZEARg2
— The Batfleck Movie #MakeTheBatfleckMovie (@BatfleckMovie) October 4, 2021
“Estou tão orgulhoso por este fandom ter ajudado a lançar o que agora está sendo considerado um ‘Fenômeno global’. Quando alguém duvida de você, nunca desista. Trabalhe ainda mais para provar que aqueles que duvidam estão errados. Continuaremos a fazer exatamente isso.”
I am so proud this fandom helped release what is now being considered a
“global phenomenon”
‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ conta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.
Apesar das últimas notícias sobre Amber Heard ressaltarem sua derrota no processo de difamação contraJohnny Depp, a estrela de ‘Aquaman‘ também se destaca por conta de sua beleza.
E, de acordo com o Wion News, Heard foi eleita a mulher com o rosto mais perfeito do mundo em uma pesquisa realizada pelo Dr. Julian de Silva, especialista do Centro de Cirurgia Plástica e Cosmética Avançada em Londres.
Para isso, a equipe de Silva se baseou na técnica denominada Golden Ratio of Beauty Phi, popularmente conhecida como Proporção Áurea, que por sua vez usa o padrão de beleza grego para medir suas escalas.
A técnica considera vários recursos para desenhar o rosto perfeito, desde a proximidade entre olhos, grossura dos lábios, formato e tamanho do nariz, e até mesmo a curvatura das sobrancelhas.
Aparentemente, a análise de rosto de Heard revela o quão próximo um rosto está da proporção perfeita, que é 1,618, ou Phi.
Realizada em 2016, a pesquisa revelou que o rosto de Heard tem aproximadamente 91,85% de compatibilidade com a escala.
Na época, Silva disse ao Us Weekly que sua pesquisa foi motivada por uma simples curiosidade depois que uma nova técnica de mapeamento computadorizada foi implementada, então ele testou o rosto de algumas das mulheres consideradas mais bonitas do mundo.
“Os gregos descobriram que a Proporção Áurea ocorre em todos os lugares da natureza e, por milhares de anos, foi considerada a fórmula secreta por trás dos rostos mais bonitos do mundo. Há muito tempo, pensávamos que chegar à proporção de 1,618 era um conto de fadas, mas agora com o mapeamento computadorizado podemos calcular como isso se aplica a mulheres reais.”
Famoso por seus trabalhos em ‘A Múmia’, ‘George, o Rei da Floresta’ e tantos outros sucesso, Brendan Fraser retornou com tudo em Hollywood no drama ‘A Baleia‘, que acabou lhe rendendo o Oscar de Melhor Ator na noite de ontem.
Dirigido pelo aclamado Darren Aronofsky (‘Mãe!’), o longa narra a história de Charlie (Fraser), um professor de inglês recluso, que vive com obesidade severa e luta contra um transtorno de compulsão alimentar. Sozinho, ele convive diariamente apenas com a culpa, por ter abandonado Ellie (Sadie Sink), sua filha adolescente, que ele deixou junto com a mãe Mary (Samantha Morton) ao se apaixonar por outra mulher. Agora, ele irá buscar se reconectar com a filha adolescente e reparar seus erros do passado.
Nas redes sociais, a vitória de Fraser está sendo celebrada por inúmeros fãs, que acompanharam suas batalhas nos bastidores e agora comemoram seu retorno triunfante à dramaturgia.
Confira as reações:
Depois de passar por depressão, ser esquecido, Brendan Fraser dá a volta por cima e ganha o Oscar de melhor ator pelo filme “A Baleia”.
O mundo do cinema acordou feliz hoje com o Oscar de Melhor Ator nas mãos de Brendan Fraser por “A Baleia”. Me espantou o nervosismo dele. Ele não conseguiu sequer discursar. Ele tremia! É impossível imaginar o que se passou na cabeça dele nesse momento… VEJA O VÍDEO! pic.twitter.com/CZmCOoPPgk
não consigo por em palavras o quanto a vitória do brendan fraser significa para mim parece que um parente querido meu professor favorito do ensino médio meu próprio pai que venceu o oscar
brendan fraser oscar winner não é a vitória de um único homem é a vitória de milhões não é só uma estatueta é um grande evento aguardado por décadas pic.twitter.com/QmVuhxc8ah
Assistir ou não assistir, gostar ou não gostar de A Baleia.. irrelevante. A única coisa que importa é: Se o Brendan Fraser está feliz, eu estou feliz! pic.twitter.com/7c19715Be9
Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer Lawrence e Javier Bardem.
Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono,Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.
Animação foi a porta de entrada ao mundo dos quadrinhos para muitos
Disponível no HBO Max, Os Jovens Titãs foi uma adaptação da equipe homônima da DC Comics que fez absoluto sucesso, no Brasil principalmente, durante os anos 2000. Seguindo na esteira do modelo de sucesso proposto por Liga da Justiça, a animação teve como base a química entre os protagonistas para guiar os episódios. Dessa maneira, atritos internos apareciam e apenas reforçavam a ideia de equipe tanto para eles quanto para o espectador.
Ao todo o programa contou com cinco temporadas entre 2003 e 2006 no qual diversos elementos contribuíram para sua idolatria. A já mencionada química entre os personagens foi um fator, porém, o traço mais ao estilo anime (que fazia um contraponto ao estilo de Bruce Timm que reinava em animações da DC na época) enriquecia as cenas de ação; a comédia geralmente puxada por Ciborgue e Mutano funcionava, além da ligação com o material fonte que, por vezes, era referenciado ou adaptado. Dito isso seguem abaixo cinco grandes momentos do desenho.
5) As baterias do Ciborgue
O quinto episódio da primeira temporada tem foco exclusivo no homem máquina da equipe, sendo que toda a trama gira ao redor da necessidade emergencial dele precisar trocar as próprias baterias ou poderá se desligar permanentemente. De forma similar ao Robin, Ciborgue nunca teve um momento, ao longo da série, em que sua história de origem como um astro do futebol que sofre um acidente e se vê transformado em máquina é contado.
Um episódio bem legal protagonizado pelo carismático Ciborgue.
Mesmo assim, nesse episódio em particular o sentimento de exclusão vivenciado pelo herói é representado justamente pela limitação das baterias. Quando em plena missão as baterias do Ciborgue acabam definitivamente ele é resgatado por Reparo, este que lidera uma comunidade subterrânea de máquinas. Após ser consertado por ele, Ciborgue é confrontado com a opção de virar um robô completo e só então percebe o valor do seu lado humano.
4) Robin vira aprendiz de Slade
O famoso mercenário da DC foi ao longo do programa o grande inimigo dos Titãs, inicialmente apresentado como uma voz nas sombras mas que quando passou a ter mais presença conseguia encarar os cinco com grande facilidade. De todos os heróis, Slade desde o início mostrava predileção pelo Robin e, ao final da primeira temporada, pôs seu plano em prática.
Tendo infectado as células sanguíneas dos heróis com explosivos, Slade chantageia o menino prodígio a abandoná-los e se tornar seu aprendiz, tendo inclusive direito a um novo uniforme. Sem escolha, o jovem aceita e abandona a equipe sem maiores explicações, algo que resulta em situação de tensão entre seus ex-colegas, que não sabem como reagir a essa nova dinâmica, e do próprio Robin que sabe porque está fazendo aquilo mas não pode contar.
Slade foi o primeiro grande vilão para toda uma geração de espectadores.
De quebra, esse mini arco ainda apresenta a melhor referência ao Batman já feita ao longo da animação, que ocorre quando Slade promete a Robin que um dia ele ainda o chamará de pai e ele responde que já tem um ao mesmo tempo que morcegos tomam a tela. Clássico.
3) Quem é Red X?
Essa pergunta é, em parte, respondida e parte deixada em aberto. Inicialmente o personagem foi uma criação do próprio Robin para conseguir se aproximar de Slade, e assim descobrir seus planos, sem que o mesmo suspeitasse. O plano não funciona e Robin rapidamente aposenta o traje, ainda que a equipe tenha passado por uma crise de confiança para com ele após esse episódio.
A identidade do segundo Red X nunca foi revelada.
Entretanto, no segundo episódio da terceira temporada a equipe é confrontada com um indivíduo que utiliza um traje muito similar ao do Red X. Robin, acreditando ser uma imitação, descobre que alguém roubou todo o equipamento que ele montou para essa identidade. O episódio termina em aberto e nunca é revelado quem realmente era o novo Red X, com especulações que vão desde um personagem novo até Jason Todd.
2) Reinado de Trigon
Algo que a série não teve medo de mostrar era a origem demoníaca de Ravena e sua relação com o pai, Trigon. Tamanha é a importância desse arco em particular que praticamente toda a quarta temporada é dedicada a mostrar a ascensão de Trigon na Terra e como ele facilmente consegue não só escravizar a humanidade como também modificar o planeta para que ele se torne um local infernal.
O arco sobre a ascensão de Trigon foi o auge da animação.
Nesse arco é mostrado toda a extensão dos poderes de Ravena e como personagens consagrados da animação são reorganizados nesse novo tabuleiro. Sem dúvidas é o momento que mais parece uma conclusão definitiva do desenho dentre todos os apresentados antes ou depois.
1) Contrato de Judas
O arco envolvendo Terra foi bastante emotivo e impactou a equipe.
Um dos personagens mais interessantes a ter aparecido ao longo das cinco temporadas é, sem dúvida, Terra. Com o poder de causar terremotos ela surge como um sexto membro da equipe ainda no início da segunda temporada e vai recebendo um certo trabalho de desenvolvimento ao longo dos episódios até culminar na season finale em que é revelado que ela era uma espiã do Slade.
O enredo é uma adaptação da saga Contrato de Judas de 1984, tida como uma das mais memoráveis da equipe. Tanto nos quadrinhos quanto na animação essa saga é um momento evidente em que os membros atingem um novo nível de maturidade graças a traição de Terra.
O tão aguardado live-action de ‘Branca de Neve’, com as estrelas Rachel Zegler e Gal Gadot nos papéis principais, pode enfrentar um adiamento em sua data de lançamento, de acordo com informações vindas do relatório do Puck News.
Embora ainda não tenha sido confirmado oficialmente, há fortes indícios de que o filme sofrerá uma alteração em sua estreia, motivada em parte pelo agendamento de ‘Duna: Parte 2‘ para o dia 15 de março de 2024. A proximidade dessas datas pode influenciar a decisão de adiar o lançamento de ‘Branca de Neve’.
O filme da Disney estava originalmente programado para chegar aos cinemas em 22 de março de 2024, porém, caso mantenha essa data, estreará apenas uma semana após a continuação de ‘Duna’, dirigida por Denis Villeneuve.
Vale destacar que a greve em curso do SAG-AFTRA (Sindicato de Atores de Hollywood) está tendo impactos significativos na indústria do entretenimento, afetando diretamente a agenda de lançamentos de diversos filmes.
A Disney já havia ajustado seu cronograma anteriormente em resposta a essa situação e, agora, o possível adiamento de ‘Branca de Neve‘ é mais um reflexo dos desdobramentos contínuos dessa realidade em constante mudança.
A versãolive-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.
A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).
A série de sucesso ‘Smallville’ ganhou uma nova fan art que imagina o elenco icônico como membros da Liga da Justiça em uma versão futurista. A arte, criada por Buffy2ville, foi compartilhada nas redes sociais e rapidamente se tornou viral.
Na fan art, vemos Clark Kent (Tom Welling) como Superman, Kara Kent (Laura Vandervoort) como Supergirl, Oliver Queen (Justin Hartley) como Arqueiro Verde, entre outros.
Para quem não se lembra, ‘Smallville‘ acompanhava as aventuras de Clark Kent antes de se tornar o Superman.
Uma das séries pioneiras na adaptação dos quadrinhos para a TV, ‘Smallville‘ permaneceu no ar entre 2001 e 2011.
O elenco também contava com Allison Mack (Chloe Sullian), Kristin Kreuk (Lana Lang), Annette O’Toole (Martha Kent), John Schneider (Jonathan Kent), John Glover (Lionel Luthor) e Justin Hartley (Oliver Queen).
Exibida originalmente na The Warner Bros TV, a série teve 217 episódios.
Ambientado em um futuro distante, o filme acompanha a história de amor entre uma boia e um satélite, em um mundo onde a humanidade foi extinta. Mesmo assim, as máquinas tecnológicas inteligentes, deixadas para trás, continuam interagindo entre si.
A tão aguardada ‘Demolidor: Renascido’ já está disponível na Marvel. Após o sucesso estrondoso, os fãs aguardam ansiosamente pela confirmada segunda temporada. No entanto, surge a dúvida: teremos um terceiro ano?
De acordo com o ComicBook, o ator Vincent D’Onofrio, que interpreta o Rei do Crime (Kingpin), foi questionado sobre o potencial de uma terceira temporada e revelou o que seria necessário para que ela se tornasse realidade.
“Se eles nos permitirem continuar, temos um plano”, disse D’Onofrio. “Depende dos fãs, de assistirem, de se empolgarem. Depende de nós agradá-los e acertar na história, mas é tudo… sim, quero dizer, estamos bastante animados com o que vem pela frente”.
Vale lembrar que a série foi renovada para uma segunda temporada antes mesmo de sua estreia, o que demonstra a confiança da Marvel no projeto.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.
O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
Os novos episódios de ‘Stranger Things’ já estão disponíveis na Netflix e um momento específico da trama deixou os fãs em choque. Durante uma conversa franca à beira da morte, Nancy e Jonathan fazem grandes confissões, mas a cena gerou uma dúvida imediata: afinal, eles terminaram?
Embora o desfecho tenha sido conduzido de forma sutil, a resposta é sim. Em entrevista à People, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, confirmaram que o casal colocou um ponto final na relação.
“Isso é um término. Eles terminaram”, afirmou Matt Duffer categoricamente. Ele explicou que os roteiristas já sentiam “há algum tempo”que um dos casais mais antigos da série precisava seguir caminhos separados.
“Sentimos que Nancy precisava terminar por conta própria, ser independente e ter a chance de se encontrar”, explicou Matt.
Os irmãos Duffer ainda refletiram sobre a realidade dos relacionamentos juvenis, mesmo em um cenário sobrenatural.
“Quantas pessoas acabam com o namorado ou a namorada que conheceram no ensino médio?”, questionou Matt, reconhecendo que, embora a relação deles fosse mais complexa que o normal, Nancy e Jonathan compartilhavam o que Ross descreveu como um “vínculo traumático”.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O cantor Rod Stewart viveu momentos de preocupação durante seu show em Utah, na noite passada. O astro chegou a se curvar de desconforto em pleno palco e precisou usar um cilindro de oxigênio para conseguir continuar a apresentação.
Segundo o TMZ, Stewart se apresentou no Utah First Credit Union Amphitheatre, em West Valley City, mas chamou a atenção por estar se movimentando bem menos do que o habitual. Em vídeos obtidos pelo portal, é possível ver o cantor se apoiando em instrumentos musicais, grades de proteção e até em uma estrutura lateral do palco para conseguir se manter em pé.
Mesmo aparentando mal-estar, o artista seguiu cantando e acompanhando o ritmo das músicas. Em determinado momento, integrantes da equipe correram para ajudá-lo.
Um dos assistentes levou um cilindro de oxigênio, e Stewart fez algumas fortes inaladas antes de retomar o show. Apesar do susto, o veterano manteve o bom humor e chegou a brincar com o público, revelando que esteve perto de desmaiar, o que arrancou risos da plateia.
Para concluir a apresentação, o cantor permaneceu sentado em uma cadeira, evitando ficar muito tempo em pé.
A causa exata do mal-estar ainda não foi divulgada. No entanto, West Valley City fica a cerca de 1.300 metros acima do nível do mar, e a altitude pode ter contribuído para o episódio. Vale lembrar que, recentemente, Stewart cancelou um show em San Diego devido a uma laringite, embora tenha se recuperado o suficiente para comparecer a uma partida da Copa do Mundo.
Após o sucesso de ‘Alien: Romulus’, a franquia de terror espacial retornou com força total, e os fãs estão animados para os próximos projetos.
Com uma continuação do filme já confirmada, a saga também ganhará em breve uma série que ficará disponível no Disney+, o famoso serviço de streaming.
Agora, a série ‘Alien: Earth’ ganhou um novo cartaz especial, que mostra o Xenomorfo em uma pose assustadora, enquanto vemos o reflexo da Terra em sua cabeça.
Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.
Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
A segunda temporada de ‘Jujutsu Kaisen‘ deve ser lançada em breve, e para empolgar os fãs, foi revelada a primeira imagem do arco do passado de Satoru Gojo, já publicado no mangá.
Lembrando que a 2ª temporada segue em produção pelo MAPPA e não tem data exata de lançamento.
‘Jujutsu Kaisen’ é publicado nas páginas da Shonen Jump e que já conta com vinte volumes encadernados no Japão. Nesse momento, a obra registra 70 milhões de cópias em circulação ao redor do mundo, incluindo digitais e físicas.
Vale destacar que a distribuição fica sob responsabilidade da editora Panini / Planet Mangá.
Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik.
Direção: Morgan Spurlock
Gênero: Documentário, Musical
Duração: 92 min.
Distribuidora: Sony Pictures
Orçamento: US$ 10 milhões
Estreia: 06 de Setembro de 2013
Sinopse:
A banda One Direction – Niall Horan, Zayn Malik, Liam Payne, Harry Styles e Louis Tomlinson – foi descoberta por Simon Cowell em 2010 na versão britânica do programa “The X Factor”. O grupo tornou-se uma das atrações mais populares
da competição, terminando entre os três finalistas e conquistando muitos fãs pelo caminho. Em março de 2012, o álbum de estreia deles, “Up All Night“, fez história nos Estados Unidos, sendo a primeira vez em que um álbum de uma banda britânica estreou em primeiro lugar na parada da Billboard. A banda já vendeu mais de 13 milhões de álbuns em todo o mundo. Hoje, o One Direction lançou seu segundo album, “Take Me Home“, que traz o single “Live While We’re Young.”
Curiosidades:
» Morgan Spurlock (“Super Size Me – A Dieta do Palhaço”) dirige.
A bruxa má Dellamorta amaldiçoou a Princesa Rose quando ela era um bebê. Antes de ela fazer 18 anos, Rose picará o dedo em um objeto afiado e o castelo inteiro cairá em um profundo sono de 100 anos, a menos que a princesa ganhe um beijo de amor verdadeiro.
Na noite da véspera de seu aniversário, a princesa envia Jack, seu melhor amigo, ao encontro dos Sete Anões, que vivem atrás das Sete Montanhas, para que eles o escondam até a data do 18º aniversário. Mas ele se perde no caminho e é capturado pelo dragão de Dellamorta, Braseiro.
Durante a festa de aniversário, Rose tem o dedo picado e todos caem no sono. Menos os Sete Anões, que, claro, sairão em uma jornada para salvar Jack – para que então ele possa salvar Rose.
Curiosidades:
» ‘As Aventuras dos Sete Anões’ (The 7th Dwarf), é uma aventura animada, dirigida por Harald Siepermann – animador de sucessos como Uma Cilada Para Roger Rabbit (1988); Tarzan (1999), Irmão Urso (2003) e Encantada (2007) e codirigida por Boris Aljinovic.
A Illumination Studios anunciou durante a CinemaCon que Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’) foi contratado para dublar ‘O Grinch‘ no novo filme do personagem.
Após a ótima adaptação aos cinemas estrelada por Jim Carrey e dirigida por Ron Howard em 2000, ‘O Grinch‘ voltará aos cinemas com uma animação dirigida pelo desconhecido Peter Candeland.
A animação seguirá a mesma linha de ‘Horton e o Mundo dos Quem‘ e ‘O Lorax‘, outras adaptações do Dr. Seuss.
A Universal agendou a estreia de ‘Dr. Seuss’ How the Grinch Stole Christmas‘ para 17 de novembro de 2017
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