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Confira o teaser de ‘O Primata’, terror com chimpanzé assassino do diretor de ‘Medo Profundo’

A Paramount Pictures divulgou o primeiro teaser do terror ‘Primate‘, que trará um grupo de jovens tentando sobreviver a fúria de um chimpanzé assassino.

O trailer completo será lançado amanhã (15).

Crítica | O Primata – Filme de TERROR sobre Chimpanzé com raiva é extremamente sangrento e inventivo [Festival do Rio]

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Na trama…

“A universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. Durante o evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal.”

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) é responsável pela direção.

O elenco contará com Troy Kotsur, Johnny Sequoyah, Jessica Alexander, Victoria Wyant, Benjamin Cheng, Gia Hunter, Miguel Torres Umba, Kae Alexander, Tienne Simon, Charlie Mann, Amina Abdi e Albert Magashi.

Além de dirigir, também assina o roteiro ao lado de Ernest Riera.

Walter Hamada servirá como produtor. O projeto marca sua parceria com a Paramount após seu acordo de exclusividade fechado no início de 2023.

Jovens tentam sobreviver aos anos 80 no trailer de ‘The Shards’, nova série de suspense do Ryan Murphy

O canal FX divulgou o primeiro trailer de ‘The Shards‘, nova série de suspense criada pelo prolífico realizador Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

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A produção estreará oficialmente no dia 5 de agosto. No Brasil, chegará através do Disney+.

A série é baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis, que mistura elementos autobiográficos com ficção, em uma narrativa tensa ambientada na Los Angeles dos anos 1980.

Na trama, um adolescente de 17 anos vive um turbilhão emocional enquanto tenta desvendar o mistério de um novo colega enigmático e um serial killer à solta — o “Trawler” —, cujos crimes parecem se aproximar perigosamente de seu círculo de amigos.

O elenco conta com Igby RigneyHomer GereGraham Campbell, Kaia GerberEvan Rachel Wood, Wes Bentley Hayes Warner.

O projeto é dirigido por Max Winkler (filho de Henry Winkler) e conta com o próprio Ellis entre os produtores, ao lado de Nick Hall, Kathleen McCaffrey, Brian Young e da equipe da Ryan Murphy Productions.

Linkin Park emite carta emocionante em tributo a Chester Bennington

Na manhã desta segunda-feira (24), a banda Linkin Park liberou uma carta emocionante em tributo a Chester Bennington, falecido na última quinta-feira (20).

Confira na íntegra:

“Querido Chester,

Nossos corações estão partidos. As fortes ondas de tristeza e negação ainda estão arrebatando nossa família, à medida que vamos aceitando o que aconteceu.

Você tocou tantas vidas, talvez mais do que você tenha percebido. Nos últimos dias, nós testemunhando uma extensão de amor e apoio, ambos privados e públicos, de todo o mundo. [A esposa de Bennington] Talinda e sua família agradecem e querem que o mundo saiba você foi o melhor marido, filho e pai; a família jamais estará completa sem você.

Conversando contigo sobre nossos anos vindouros juntos, sua empolgação era contagiante. Sua ausência deixa um vazio que jamais poderá ser preenchido – uma voz poderosa, engraçada, ambiciosa, criativa, gentil e generosa está fazendo falta na sala. Nós estamos tentando nos lembrar que os demônios que o levaram para longe de nós sempre fizeram parte do acordo. Afinal de contas, foi o jeito que você cantava sobre esses demônios que fez com que todo mundo se apaixonasse por você desde o começo. Você destemidamente os colocou à mostra e ao fazer isso, nos uniu e nos ensinou a sermos mais humanos. Você tinha o maior coração e fez questão de expô-lo abertamente.

Nosso amor por criar música e apresentá-la é inextinguível. Enquanto não sabemos que caminho nosso futuro pegará, nós sabemos que cada uma das nossas vidas ficaram melhores graças a você. Obrigado por esse presente. Nós te amamos e sentimos muito a sua falta.

Até nos vermos novamente,

LP”

A banda também criou um site especial, onde os fãs podem mandar mensagens de apoio e fazer homenagens a Chester. Acesse aqui.

Chester tinha 6 filhos, de duas esposas. O cantor lutava com a dependência de álcool e drogas, e no passado já havia pensado em suicídio por ter sido abusado na infância por outro homem.

Além de cantor, Chester também era ator, e participou de filmes como Adrenalina (2006), Adrenalina 2 (2009) e Jogos Mortais – O Final.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ ganha novo vídeo dos bastidores; Assista!

Han Solo: Uma História Star Wars‘ já está entre nós e ganhou um novo vídeo, que traz os bastidores da produção.

Assista:

Confira a crítica do Pablo BazarelloCrítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Ser ou fazer Han Solo não é para qualquer um

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Zoe Saldana comemora o retorno de James Gunn

O retorno de James Gunn à direção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ não foi celebrado apenas pelos fãs. A atriz Zoe Saldana, intérprete de Gamora na franquia, também comemorou a decisão da Disney.

Durante uma entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz comentou sobre a importância do estúdio dar o exemplo quando o assunto é redenção e segundas chances.

Disse:

“Eu tenho orgulho dele e estou feliz por ele estar de volta. Também tenho tanto orgulho da Disney. Na verdade, me orgulho de todos os líderes por trás dessa grande empresa, que decidiram liderar pelo exemplo. Espalhar essa mensagem de redenção é importante”.

 

Com Gunn de volta à direção, o filme, que está sob o título de ‘Hot Christmas’, começará a ser filmado apenas em fevereiro de 2019.

Vários fatores influenciaram na escolha da data em questão, sendo a mais importante o fato de que o cineasta ainda está atado ao reboot ‘O Esquadrão Suicida’, cujo lançamento ocorre em agosto de 2021. Logo, é provável que o diretor termine seu trabalho dentro do DCEU antes de retornar para a Marvel.

 

Confira os títulos que estreiam na Netflix na última semana de abril

O mês de abril está chegando ao seu fim e nesta última semana, muita coisa boa será lançada na plataforma de streaming da Netflix.

Entre as principais estreias está a cinebiografia ‘Feito na América‘, estrelada por Tom Cruise, a quarta temporada de ‘The Last Kingdom‘, além da nova série original do streaming, ‘Eu Nunca‘ – inspirada na adolescência da comediante Mindy Kaling.

E para você não perder nenhum lançamento e ficar por dentro de tudo que chega ao final desse mês, confira a agenda completa de estreias dessa semana!

26/04

The Last Kingdom: Temporada 4
Eduardo e Aethelflaed debatem o futuro da Mércia e o sonho de uma Inglaterra unida. Uhtred tenta recobrar seu direito de nascimento.

Feito na América
Um piloto vira informante da CIA e usa seus contatos no governo para contrabandear cocaína para Pablo Escobar. Com Tom Cruise.

27/04

Eu Nunca…
Comédia sobre a vida de uma adolescente americana filha de indianos, inspirada na infância da humorista, atriz e roteirista Mindy Kaling.

Pai em Dose Dupla
Um padrasto bem intencionado recebe o ex-marido machão de sua mulher. O que era uma visita de família logo descamba em uma guerra de pai contra pai. Com Mark Wahlberg e Will Ferrell.

Pai em Dose Dupla 2
A vida ia muito bem para esses dois pais dividindo a criação dos filhos, até chegarem os avôs. Um machão durão e o outro mole demais. Com Mark Wahlberg, Will Ferrell, John Lithgow e Mel Gibson.

29/04

Cozinhando com Nadiya
Nesta série de gastronomia, Nadiya Hussain traz dicas brilhantes, ingredientes fantásticos e delícias rápidas, ideais para economizar tempo sem estragar o apetite.

Secreto e Proibido
Ao se apaixonarem em 1947, duas mulheres (Pat Henschel e a jogadora de beisebol Terry Donahue) começaram uma jornada de 65 anos de amor e superação de preconceitos.

Clemência – A História de Cyntoia Brown
Com 16 anos, Cyntoia Brown é condenada à prisão perpétua. Mas questionamentos sobre seu passado, sua fisiologia e a própria lei põem sua culpa em xeque.

30/04

Ricos de Amor
Na empresa do pai, ninguém sabe que Teto é filho do dono. Mas as coisas se complicam quando ele se apaixona por Paula e lhe diz que veio de uma família pobre. Com Giovanna Lancellotti, Danilo Mesquita, Fernanda Paes Leme, Lellê e Bruna Griphao.

Mentiras Perigosas
Uma cuidadora sem dinheiro herda a propriedade do idoso que atendia. Mas a herança vem acompanhada de segredos sombrios, trapaças e perigos.

Gostosas, Lindas & Sexies
Quatro amigas trocam dicas para procurar e manter relacionamentos no Rio de Janeiro, uma cidade tão glamourosa quanto elas. Com Carolinie Figueiredo, Cacau Protásio, Lyv Ziese e Mariana Xavier.

Drifting Dragons
Com dragões no cardápio, a tripulação da Quin Zaza parte em uma caçada. Se fracassarem, o estômago vazio será o menor dos problemas.

[EXCLUSIVO] ‘Falcão e o Soldado Invernal’: Série parece um “filme de seis horas”, revela Erin Kellyman

Falcão e o Soldado Invernal‘ apresentou aos fãs do MCU uma nova e intrigante personagem, vivida pela Erin Kellyman.

Na pele de Karli Morgenthau, a atriz vive uma ousada jovem, que possui planos ambiciosos que prometem redefinir e comprometer o mundo. E para Kellyman, a expansão narrativa dos dois membros dos Vingadores – para o formato televisivo – pode ser diferente, mas segue o mesmo padrão de qualidade cinematográfica que os cinéfilos estão acostumados a ver nas telonas.

E em uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista Rafa Gomes, do CinePOP, a atriz comentou sobre a grandiosidade que envolve a produção da série:

“Para ser honesta, definitivamente me pareceu que estávamos gravando um filme de seis horas. Há muita coisa acontecendo – eu preciso de mais olhos para conseguir absorver tudo. Eu acho incrível que a série possui a mesma atmosfera que um filme, só que você consegue algumas horas a mais”. 

Kellyman foi ainda mais além e comentou sobre a sensação de fazer parte do MCU, o que lhe garante uma projeção internacional ainda maior:

“Na maior parte eu nem acreditava. Quando descobri que consegui o papel, pensei: ‘Isso será insano’. Mas a ficha não caiu logo de cara – Eu ainda acho que não caiu até agora. Eu cresci assistindo aos filmes da Marvel. Poder estar em um deles agora e poder trabalhar com pessoas das quais eu sempre assisti é inacreditável. É simplesmente surreal poder trabalhar com [Anthony] Mackie e Sebastian [Stan]. Eu aprendi muito”. 

Vale lembrar que o 5º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Quiet on Set | Revelações de Drake Bell, pedofilia e os principais escândalos do doc que chocou os EUA

Paras as crianças e adolescentes millennials, a Nickelodeon sempre foi uma memória afetiva viva. Cheia de cores, um humor bastante peculiar e personagens únicos que pautavam tardes inteiras no sofá, a popular emissora norte-americana rapidamente se esgueirou para dentro dos lares de famílias entre os anos 90 e 00, se tornando fundamental na construção cultural de toda uma geração. No entanto, para muitos de seus astros, o amado canal é também uma densa sombra que os persegue com algumas das lembranças mais dolorosas.

Muitas delas vieram à tona na nova minissérie documental lançada no streaming MAX, Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV. Com quatro episódios, a produção esmiuça o auge da emissora (entre os anos 90 e 2010), dilacerando alguns dos instantes mais sombrios vividos por membros da equipe de produção e principalmente seu elenco infantil.

Nascida em 1977, a emissora voltada para a programação infanto-juvenil viu sua história ser transformada com a chegada de Dan Schneider. Atarracado e habilidoso com as palavras, o jovem produtor se tornou o Menino de Ouro da emissora, redefinindo o significado de conteúdo infantil em 1994, com a estreia de sua primeira produção pelo canal, All That.

O programa de sketches inspirado no aclamado Saturday Night Live, voltado para o público infantil, foi o marco zero de algumas das figuras mais icônicas da audiência. Amanda Bynes, Kenan Thompson e Kel Mitchell tiveram sua estreia nas telinhas nessa série, que futuramente se desabrochou em outras duas sitcoms derivadas de enorme sucesso: Kenan & Kel e The Amanda Show. E foi nessa última que o mundo foi apresentado a Drake Bell e Josh Peck, que futuramente viriam a estrelar sua própria derivada, a amada Drake & Josh. Todas criadas e produzidas por Schneider.

Mas por trás de muito sucesso, abusos dos mais diversos foram relatados por aqueles que viveram boa parte de seu tempo nos bastidores da Nickelodeon. E com revelações tão escandalosas e difíceis, vieram também as reações mais diversas da audiência. E não seria por menos. De comportamentos estranhos, pedófilos condenados trabalhando nos bastidores e um escandoloso caso de abuso sexual envolvendo uma estrela mirim, é natural que todos fiquem em choque.

E o CinePOP separou as revelações mais escandalosas que Quiet on Set nos trouxe em seus quatro episódios. Com assuntos profundamente delicados apresentados, é fundamental ressaltar que o texto lida com temáticas sensíveis e pode não ser adequado para todos os públicos.

Drake Bell revela ter sido abusado sexualmente por um Treinador de Diálogos

De acordo com o documentário, Brian Peck era uma figurinha carimbada na Nickelodeon e frequentemente fazia participações especiais nas principais séries infantis. Mas o que pouco chamava a atenção era o seu estranho relacionamento com Drake Bell. Na época menor de idade e despontando na Nickelodeon com a série The Amanda Show, o jovem foi gradativamente aliciado pelo Treinador de Diálogos, que garantiu que seus pais fossem afastados para que ele tivesse acesso mais fácil ao garoto.

Ao longo do 3º episódio de Quiet on Set, Joe Bell, pai de Drake, revelou ter percebido um comportamento suspeito por parte de Peck e cuidou para que ele jamais ficasse só com seu filho. No entano, Brian teria manipulado Robin Dodson, mãe do ator, forçando Joe a abrir mão de continuar empresariando e acompanhando o garoto em seu trabalho. Ainda assim, antes de ser afastado de Drake, o patriarca exigiu que sua ex-esposa monitorasse o filho e jamais o deixasse perto demais do funcionário da Nickelodeon. Infelizmente ela não seguiu sua recomendação.

Com Peck se aproximando cada vez mais de Drake, rapidamente ambos começaram a passar mais tempo juntos, a ponto do ator ficar noites inteiras na casa desse colega, julgando que seriam grande amigos. No entanto, foi ali que os abusos começaram. E embora o astro não tenha especificado toda a violência que sofreu, os autos do processo são apresentados no documentário, evidenciando que Bell teria sido vítima de sodomização, penetração com objetos distintos e uma série de outras práticas sexuais.

Em sua entrevista, Drake afirma “apenas pense nas piores coisas que alguém poderia sofrer. Foi isso”.

Brian Peck é condenado por pedofilia, mas volta a trabalhar em série infantil da Disney

Em 2003, antes mesmo do início das gravações da 1ª temporada de Drake & Josh, o ator admite para sua mãe ter sido abusado sexualmente, dando início a uma caçada por Peck. Drake é orientado pela polícia a conseguir uma confissão de seu agressor por telefone, acarretando em sua prisão em flagrante e eventual condenação após o julgamento.

Sua sentença foi apenas de 16 meses, resultando também em sua auto declaração como “sex offender”. Tal informação se torna um registro permanente vinculado ao nome do agressor, como forma de alerta para o restante da população. Ainda assim, isso não o impediu de retornar a trabalhar em Hollywood. Pouco tempo depois do cumprimento de sua pena, Brian passa a trabalhar na série infantil Zack & Cody: Gêmeos em Ação, estrelada por Dylan e Cole Sprouse.

Brian Peck, pedófilo confesso, recebe cartas de apoio de celebridades como James Marsden

Em seu julgamento por abuso sexual de menor, Brian Peck recebeu 41 cartas de apoio de personalidades hollywoodianas, que estavam seladas e foram abertas pela primeira vez em 20 anos. Tais documentos são geralmente enviados para que a Corte avalie e pondere sobre a possibilidade de uma redução de pena.

Muitas das cartas solicitavam que o juiz colocasse Peck em liberdade condicional, ao invés de fazê-lo cumprir pena na prisão. Entre os apoiadores estavam atores como Ron Melendez, Alan Thicke, James Marsden, Rider Strong, Will Friedle e Taran Killam, ex-co-estrela de Bell em The Amanda Show.

Na carta de Marsden, o ator afirma “garanto-lhe que o que Brian passou no ano passado foi o sofrimento de uma centena de homens”.

Histórico de pedófilos nos bastidores da Nickelodeon

Embora o caso de Brian Peck seja o mais chocante e detalhado no documentário Quiet on Set, outros dois funcionários da Nickelodeon foram condenados por pedofilia. Na primeira metade da minissérie, somos apresentados a Jason Hardy, assistente de produção de All That e The Amanda Show no início dos anos 2000. Amigável e carinhoso com todos, pais e filhos o consideravam uma presença confiável, agradável e prestativa nos bastidores das gravações e não suspeitaram de nada quando ele pediu o número de telefone e a autorização para trocar e-mails com os menores.

O caso mais severo envolvendo Jason foi o abuso de uma atriz mirim convidada para a série Primo Skeeter. Ela teria sido abusada em sua própria casa, em 2000. Na ocasião, o abusador lhe convenceu a não contar nada para sua mãe, sob a promessa de que conseguiria novos papéis em outras séries para ela.

Handy foi preso em abril de 2003 depois que a polícia recebeu uma denúncia. Durante a operação na sua residência, foram encontradas mais de 10 mil fotos de crianças, mais de 1.700 imagens de meninas em poses eróticas e sete vídeos em um CD, que traziam menores envolvidos em conduta sexual explícita. Em seu diário pessoal, também encontrado pelos policiais, Jason escreveu frases como: “Eu sou um pedófilo, totalmente desenvolvido”, “Eu realmente tenho cedido ao meu desejo por meninas nas últimas semanas” e “Eu até me esforço diariamente para encontrar uma vítima de estupro, se for necessário”.

Ezel Channel foi um outro funcionário da Nickelodeon que trabalhava no lote da empresa em Burbank. Ele foi condenado por abusar sexualmente de um menino menor de idade na parte externa do estúdio. Channel já possuía uma condenação anterior e era um criminoso sexual registrado, mas ainda assim teve permissão para trabalhar na Nickelodeon. O documentário não entra em detalhes sobre esse caso em questão, mas observou que a emissora teria empregado três abusadores de crianças durante a mesma época, colocando em risco a vida de diversas crianças.

Chefe explosivo e temperamental

Segundo as alegações, embora Dan Schneider se esforçasse para passar uma imagem pública de um chefe agradável e brincalhão, seu comportamento constantemente exarcebado e exagerado na verdade era absorvido como problemático. Além dos supostos rompantes de violência verbal, em que chamava seus protagonistas de “idiotas”, suas “brincadeiras” eram consideradas invasivas, deixavam o elenco desconfortável e pressionado a fingir estar se divertindo com seu jeito.

Ao longo do documentário, duas de suas roteiristas, Christy Stratton and Jenny Kilgen, afirmaram terem sido forçadas a dividir seu salário, enquanto os colegas homens recebiam o valor cheio. Ambas também compartilharam circunstâncias constrangedoras, como Schneider insistindo para que uma delas reproduzisse uma cena escrita de maneira sexual diante dos demais profissionais.

Além disso, Dan tinha o hábito de solicitar massagens frequentes para os seus funcionários e era conhecido por tratar alguns de seus atores com favoritismo, enquanto outros eram depreciados e relegados. Seu comportamento moralmente reprovável eventualmente lhe custou sua demissão em 2018. Antes disso, ele chegou a ser proibido de interagir diretamente com o elenco de suas séries.

Piadas com teor sexual, cenas com pés e momentos constrangedores

Quiet on Set conta com uma coletânea de entrevistas feitas com ex-astros mirins das séries mais amadas da Nickelodeon. Os atores de All That e The Amanda Show, Leon Frierson, Katrina Johnson, Raquel Lee Bolleau, Giovonnie Samuels, Kyle Sullivan e Bryan Christopher Hearne revelaram quadros costrangedores e estranhos que tiveram que protagonizar. Em um deles, o jovem elenco era forçado a passar por situações pesadas como entrar em uma banheira repleta de minhocas, comer um inseto ou ser coberto por pasta de amendoim e ser lambido por um cachorro.

Já a atriz Alexa Nikolas, de Zoey 101, fala sobre a hipersexualização de sua personagem, a necessidade de usar roupas bem curtas e protagonizar momentos com conotação sexual.

Além disso, a minissérie aborda a suposta obsessão de Dan Schneider com pés. Não é de hoje que circulam vídeos nas principais redes sociais que reúnem compilados de cenas bizarras de séries da Nickelodeon que envolvam pés e movimentos sexuais. Esses materiais são novamente trazidos à tona sob uma ótica ainda mais analítica, onde o senso de humor depreciativo e um tanto vulgar do criador é questionado.

Consequências caóticas na vida adulta

Todos os ex-atores mirins entrevistados revelaram eventualmente ter sofrido algum problema de origem mental e emocional, após seu tempo de trabalho na Nickelodeon. De problemas com autoestima a abusos de substâncias químicas, cada um dos participantes revelou ter vivido parte de sua vida adulta com alguns traumas nascidos deste período da infância/adolescência.

Frierson revelou que “ser uma estrela mirim me machucou mental e fisicamente. Acredito que o alcoolismo com o qual enfrentei é uma conexão direta com os sentimentos que tive depois de deixar a indústria e de não conseguir manter o sucesso que tive”.

Bolleau admitiu que ter sido “dispensada do The Amanda Show realmente quebrou muito a minha confiança. Essa foi uma lição muito jovem que aprendi na minha carreira, que todos são substituíveis. E isso me levou por um caminho muito sombrio. Eu tive que realmente me recompor e continuar em movimento em uma indústria que me mostrou desde muito cedo que não tinha nenhum amor por mim”.

O que aconteceu com a Amanda Bynes?

A primeira grande estrela da Nickelodeon, Amand Bynes foi descoberta pela emissora aos 10 anos de idade, fazendo um curto stand-up em um pequeno pub. Seu senso de humor afiado e sua habilidade de improviso sendo tão jovem chamaram a atenção de Dan Schneider, que rapidamente a colocou debaixo de sua tutela e a ajudou a se tornar o grande destaque de All That.

Seu sucesso escalonou ainda mais com a estreia de sua própria série de sketches cômicos, The Amanda Show. Mais experiente e à vontade com o formato, ela eventualmente se tornaria uma contribuinte direta para a produção dos quadros, passando horas no gabinete de Schneider onde ambos discutiam ideias e possibilidades de melhorar o programa.

Ao longo da primeira metade de Quiet on Set, somos relembrados a respeito do rápido amadurecimento da atriz, que contou com a ajuda de Dan para se emancipar de seus pais. A jovem atriz também chegou a morar temporariamente na casa do criador, mas pouco se sabe a respeito desse período da vida dela. Ainda assim, a produção faz questão de resgatar o famigerado vídeo em que a pré-adolescente grava um sketch dentro de uma jacuzzi, trajando roupa de banho, ao lado do produtor – que está completamente vestido.

E embora a espiral de declínio da atriz seja uma das histórias de ex-astros mirins mais dolorosas e tempestuosas, pouco se sabe do que ela teria vivido durante seus anos sob a tutela da Nickelodeon. Amanda ainda não se sente pronta para abordar o assunto e não participou do documentário. Sua jornada continua sendo alvo de muitas perguntas, poquíssimas respostas e uma enorme curiosidade.

Vale lembrar que circulam na internet rumores de que Amanda teria ficado grávida ainda na adolescência, de um famoso produtor. No entanto, a especulação não é abordada na minissérie.

Relembre o trailer:

[Exclusivo] CinePOP no Egito | Por dentro da 7ª edição do Festival de Cinema de El Gouna

Esta é a primeira vez do CinePOP na cobertura de um Festival de Cinema na África. Apesar de desconhecido do público ocidental, o Festival de Cinema Internacional de El Gouna, realizado de 24 de outubro a 1 de novembro na cidade resort às margens do Mar Vermelho, no Egito, movimenta um grande mercado audiovisual na região do MENA (Oriente Médio e África do Norte, em inglês) e a exibe de dezenas de obras vindas de todos os cantos do mundo.  

Os títulos selecionados disputam a Golden Star (Estrela de Ouro) nas categorias longas e curtas-metragens e documentários. Além do troféu, os vencedores recebem prêmios em dinheiro e menções especiais para filmes voltados a causas ambientais e de origem asiática. O Brasil possui apenas um representante no evento deste ano. O curta Minha Mãe é uma Vaca (My Mother is a Cow), da diretora Moara Passoni, em competição pela Estrela de Ouro. O título teve estreia mundial no Festival de Veneza.

Pessoa olhando para um boi em estábulo rústico.
Cena de Minha Mãe é uma Vaca, único filme brasileiro em El Gouna.

Noite de Gala na Abertura

Com direito a aviões soltando fogos no Palácio do Festival, o qual é rodeado de agudas, e luxuosas estruturas, a sala da cerimônia é completamente aberta e durante as sessões é possível contemplar as estrelas. Como esperado durante a abertura da 7° edição do Festival de Cinema Internacional de El Gouna, a mensagem foi de paz entre as nações. 

Com o lema “Cinema for Humanity” (Cinema para Humanidade), o evento proclamou o fim dos conflitos na região do Golfo, entre Israel e Palestina, e apoio à Ucrânia. Os fundadores do festival Naguib e Samih Sawiris pediram imediato cessar fogo e a posição política a favor da Palestina, além de declarar o cinema como um caminho para construir diálogo e  novas janelas entre os povos. 

Nesse mesmo caminho, as apresentações musicais e discursos foram voltadas para a temática do soft power do cinema, isto é, o poder cultural dos filmes de influenciar e tocar as pessoas ao redor do mundo. Embora o audiovisual do Egito não seja divulgado no Brasil e no continente Americano, o país da África do Norte possui tradição e um grande número de produções, por exemplo, um dos melhores momentos da abertura foi a apresentação de um compilado de canções originais de filmes egípcios. Veja abaixo: 

 

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Festival sofre Censura de Última Hora

Horas antes da noite de abertura, programada para às 20h local, o IFF El Gouna sofreu uma censura do governo e teve que mudar o filme de abertura no último momento.Previsto para fazer sua estreia mundial o drama egípcio O Último Milagre, de Abdelwahab Shawky, foi substituído por The Man Who Could Not Remain Silent (O homem que não conseguia permanecer em silêncio), do croata Nebojsa Slijepcevic, ganhador da Palma de Ouro de melhor curta-metragem no Festival de Cannes deste ano. 

Cena de O Último Milagre, de Abdelwahab Shawky, censurado na abertura de El Gouna

Em comunicado oficial, os organizadores apenas alegaram “um ajuste na programação original”, já que O Último Milagre “infelizmente não pôde ser exibido”. De acordo com o Screen Daily e jornalistas locais, o real motivo é político, pois a obra não havia sido liberada pelos censores locais, isto é, a Autoridade Central para a Censura de Obras de Arte (CACWA) do Egito se recusou a conceder a aprovação de triagem necessária. 

Estrelado por Khaled Kamal (O Elefante Azul), o curta de 20 minutos narra a trajetória de um editor de uma página de obituário após digitar incorretamente o nome de um proeminente sheikh sufi e ser duramente repreendido pelo dono do jornal. Atormentado, ele busca consolo em um bar, porém ele recebe o surpreendente telefonema do próprio falecido sheikh, solicitando um encontro. 

Programação de Filmes 

Em sua sétima edição, o IFF El Gouna destaca na sua programação os ganhadores do Leopardo de Ouro, no Festival de Locarno 2024, Toxic, de Saulè Bliuvaitè; e O Quarto ao Lado, de Pedro Almodóvar, ganhador do Leão de Ouro, no Festival de Veneza, em setembro. Além de títulos já premiados fora da competição, o festival promete o lançamento mundial de quatro filmes, entre eles o egípcio A jornada inevitável para encontrar um vestido de noiva, de Jaylan Auf, em competição oficial e pelo prêmio FIPRESCI.

Leticia Alassë no júri FIPRESCI do festival El Gouna.

O CinePOP conta Letícia Alassë no festival, como membro do júri da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema), representando tanto o site quanto o Brasil. Composto por três críticos de cinema, o júri é responsável por selecionar o melhor filme em competição entre o primeiro e segundo trabalho de um cineasta de origem africana, asiática ou sul-americana, um total de dez títulos. 

Por conta dos conflitos próximos à região do Mar Vermelho, o festival foi cancelado em 2022 e três vezes remarcado em 2023. Os conflitos ainda existem, porém este ano o evento está empenhado em dar voz à Palestina e elaborou uma mostra inédita de cinco curtas-metragens produzidos nesta região entre 2023 e 2024, a Window on Palestine. Os filmes selecionados refletem a resiliência, a humanidade e a força de um povo em frente ao genocídio, portanto suas histórias devem ser contadas e ouvidas. 

Pessoa em entrevista no El Gouna Film Festival.
Sylvester Stallone homenageado no Festival El Gouna 2018

Apesar de não focar em obras de Hollywood, o festival já premiou artistas norte-americanos pelo o conjunto da obra, isto é, sua contribuição mundial ao cinema, foram eles: Sylvester Stallone (2018) e Forest Whitaker (2017). Nesta edição, o prêmio será dedicado ao ator e produtor egípcio Mahmoud Hemida. Quer saber mais sobre o que acontece no mundo do cinema no Egito? Acompanhe nossas redes sociais e artigos.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Josh Brolin assistiu 30 minutos e conta o que achou!

O ator que vive o principal vilão do Marvel Studios, Josh Brolin, revelou ao site Flickering Myth que já conseguiu assistir 30 minutos de ‘Guerra Infinita’ e contou o que achou:

“Eu vi 30 minutos de Guerra Infinita e achei incrível, sério”

Já sabemos que o vilão Thanos será o foco de Vingadores: Guerra Infinita e que seu passado será explorado nos cinemas. Agora, pelo visto, a juventude do mestrão também será retratada, confirma Brolin, explicando que só assim as pessoas vão entender suas motivações.

Em entrevista ao EW, o ator contou:

“Sabemos que Thanos é diferente de sua família. Eles são todos Titãs e todos se parecem muito, mas ele nasceu deformado. Você vê como ele cresceu, e que ele era quase o Quasimodo de seu tempo, ou se você já leu ‘O Perfume’, é um grande paralelo com Thanos. Ele era uma anomalia na infância. Uma aberração. E isso lhe trouxe essa aparente insanidade que veremos nos próximos filmes”

O ator ainda ressaltou que, apesar da aparência bruta, o vilão será de longo o personagem mais inteligente do filme.

Recentemente, em uma reportagem especial para a Entertainment Weekly, Kevin Feige revelou que os planos de Thanos são “geniais ou aterrorizantes“, dependendo de qual lado da guerra você estiver. Sobre suas motivações, Feige disse:

“Ele é de um planeta chamado Titan, que não é mais habitado por coisas que ele pensou que poderia prevenir, e ele não era permitido fazer isso. O que ele mais temia aconteceu, e o planeta, e todo mundo nele, basicamente foram extintos. Ele jurou nunca mais deixar aquilo acontecer novamente. Ele acha que vê o universo sendo destruído. Ele acha que a vida está se espalhando sem controle.”

Parece que eles irão dar uma história de fundo para o vilão, tornando-o mais complexo.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Taissa Farmiga é assombrada em nova imagem de ‘A Freira’

A revista EW divulgou novas imagens do aguardado terrorA Freira, derivado deInvocação do Mal 2’. Confira:

Parece que A Freira será um daqueles filmes de terror cheio de histórias macabras dos bastidores, afinal, o longa foi filmado grande parte nos castelos, conventos e vilas rurais da Romênia.

Durante o painel da Warner Bros. na ScareDiego (evento voltado para filmes de terror dentro da San Diego Comic-Con) o diretor Corin Hardy contou que coisas estranhas acontecem por lá, como por exemplo, uma cena filmada totalmente no escuro de um castelo, ele entrou em uma sala e assistiu ao take em seu monitor, apenas para descobrir, quando gritou “corta!”, que sua equipe não estava mais lá com ele.

“Tivemos algumas experiências sobrenaturais no set, foi um pouco assustador”

O painel também contou com as atrizes Taissa Farmiga e Ingrid Bisu, que subiram ao palco para apresentar um vídeo ATERRORIZANTE.

Na primeira cena, vemos um homem sendo enterrado vivo e gritando por ajuda. Corta para uma freira se enforcando após ser assombrada pela Freira Valak. Vemos uma cobra saindo da boca de um garoto e muitas cruzes de ponta cabeça, com várias freiras assustadas. O vídeo se encerra assustadoramente.

Não foi revelado quando o vídeo será divulgado na internet.

Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa da San Diego Comic-Con 2018.

Confira o cartaz, fotos e teasers:

O terror é roteirizado por David Leslie Johnson, um dos responsáveis pelo script de ‘Invocação do Mal 2’. James Wan e Peter Safran são os produtores.

A Freira‘ estreia dia 7 de setembro.

“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”

Taissa Farmiga, Demian Bichir, Bonnie Aarons, Charlotte Hope, Jonas Bloquet e Ingrid Bisu estão no elenco.

5 CASOS REAIS de Ed e Lorraine Warren que podem inspirar ‘Invocação do Mal 3’ 

“Invocação do Mal 3 não será focado em Amityville”, afirma James Wan 

Dica | Produções para assistir antes da final da Libertadores

A final da Copa Libertadores da América 2023 acontece neste sábado, no lendário Maracanã, no Rio de Janeiro, com promessa de literalmente parar a Cidade Maravilhosa. Isso porque a finalíssima, independentemente do resultado, será histórica. O Boca Juniors pode igualar o Independiente como maior campeão do torneio, com sete taças, e o Fluminense pode ganhar sua primeira ‘Liberta’, 15 anos após bater na trave, no mesmo estádio, contra a LDU. E como esse é o principal evento esportivo do continente, sabemos que até mesmo quem não torce para um dos dois envolvidos está na ansiedade para o jogo de logo mais. Pensando nisso, o CinePOP separou quatro conteúdos para tentar dar uma acalmada – ou inflamar de vez – nos pensamentos enquanto não dá a hora da final. Confira!

 

Divulgação/ Conmebol

Campanhas

Reprodução/ Twitter

Hoje chega ao fim a trajetória dessas duas campanhas históricas no torneio. E como transmissora oficial do torneio na TV fechada, a ESPN preparou uma série de conteúdos especiais que culminam no jogo deste sábado. Essas matérias estão disponíveis na plataforma de streaming Star+, assim como os jogos das campanhas dos dois finalistas. Nada como dar um revisada na caminhada até a final antes do jogo decisivo.

Boca Juniors: O Filme

Lançado em 2015, Boca Juniors: O Filme é um documentário feito para celebrar os 110 anos dos Xeneizes. A estreia foi sensacional e mobilizou os torcedores argentinos por ser vendido como o primeiro filme sobre um clube de futebol a ser lançado em 3D. O longa conta a história do Boca relembrando gols, momentos marcantes e contando com entrevistas de ídolos históricos, como Maradona, Riquelme e Palermo.

Onde assistir: Apple TV+.

Fluminense Football Club

Lançado em homenagem aos 100 anos do Fluminense, esse documentário estrelado pelo jornalista e tricolor Pedro Bial conta a história do clube, passando não apenas pelo futebol, mas pelas outras modalidades esportivas que tiveram sucesso na associação. Nessa produção, Bial entrevista jogadores da base, treinadores, atletas, dirigentes e torcedores para celebrar os primeiros 100 anos do Tricolor Carioca.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Boca Juniors: Confidencial

Seguindo a onda dos documentários esportivos que situam o espectador praticamente dentro dos vestiários das equipes, Boca Juniors: Confidencial se desenvolve ao longo de quatro episódios para mostrar os bastidores da temporada 2018 do time Xeneize, desde a pré-temporada até a batalhada conquista da Supercopa da Argentina.

Onde assistir: Netflix

Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada

Com produção da Globo, esse documentário conta a história de uma das maiores rivalidades do futebol carioca, passando brevemente pelo passado de Flamengo e Fluminense, usando depoimentos dos ídolos históricos das duas instituições para falar sobre confrontos lembrados até os dias de hoje pelas duas torcidas.

Onde assistir: Globoplay

Menção honrosa:

Maracanã – Templo das Emoções

O palco da finalíssima já foi considerado o maior estádio do mundo, presenciou duas Copas do Mundo, Pan-Americano, Olimpíadas, Copa América, Rock In Rio e mais praticamente todo tipo de competição ou evento que você possa imaginar. Em Maracanã – Templo das Emoções, acompanhamos a história do estádio desde o início de sua construção, em 1948, passando pelos jogos históricos, shows, missas… Até chegar ao período da reforma para a Copa do Mundo de 2014. Repleto de depoimentos incríveis e preciosos, esse filme é uma boa pedida para ficar por dentro da rica história do estádio que atrairá os olhares do mundo inteiro em algumas horas.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Divulgação/ Conmebol

A finalíssima começa às 17h, mas diversos canais já estão com uma programação especial voltada para o jogo. Na TV aberta, o jogo será exibido pela Rede Globo. Já na TV fechada, a ESPN fará a transmissão. No streaming, o Star+ é quem realizará a exibição ao vivo.

Pra quem você vai torcer? Diga nos comentários!

Crítica | Nimona – Último Projeto da BlueSky estreia na Netflix e é uma Grande SURPRESA

Você lembra da Blue Sky? Era o braço que produzia filmes de animação na finada 20th Century Fox, empresa que foi aglutinada à corporação dos estúdios Disney e que foi responsável, dentre outros, pela realização de sucessos como ‘Rio’ e ‘O Touro Ferdinando’. Porém, desde que houve o anúncio da venda da Fox, muitos projetos acabaram sendo engavetados, cancelados ou simplesmente transferidos para outras soluções, uma vez que, com a compra, a Disney acabou optando por não levar para sua plataforma tudo o que estava em andamento. Foi o caso da animaçãoNimona’, o último projeto da Blue Sky que acabou sendo interrompido e, posteriormente, foi desmembrado e reposicionado por suas produtoras investidoras. Agora, depois de tanto tempo, finalmente o longa de animação ganhou seu espaço com o público, através da Netflix, que, silenciosamente, lançou o filme em sua plataforma.

Ballister Coração Bravo (na voz original de Riz Ahmed) está prestes a se tornar escudeiro do reino de fulano. Ele será o primeiro plebeu a ocupar o posto, pois as regras são de que apenas os herdeiros diretos de Gloreth, fundadora da cidade, tem o dever e a honra de proteger a população. No ato de sua nomeação como protetor, um acidente ocorre e Ballister acaba sendo visto como criminoso e desertor. Anos se passam com Ballister vivendo no exílio, até que, certo dia, ele recebe a misteriosa visita de Nimona (Chloë Grace Moretz), uma jovem espevitada e que vê nele a sua chance de provar para a sociedade que os vilões também têm sentimentos. Acontece que Ballister não se vê como vilão e quer provar sua inocência, especialmente diante de Ambrosius Ouropelvis (Eugene Lee Yang), seu amor. Dessa parceria inusitada, muitas verdades acabarão vindo à tona, o que impactará no reino como um todo.

Misturando diversas técnicas de desenho – dentre colagem, 2D, 3D, entre outros – ‘Nimona’ é surpreendente, mas, ao mesmo tempo, é um filme muito doido. Baseado na HQ homônima de Nate Stevenson, a história inicialmente parece sem pé nem cabeça, pois mistura cavaleiros medievais num tempo futurista inseridos numa trama que envolve contos de fada, metamorfos e, de quebra, ainda é inclusiva, uma vez que o protagonista é gay e amputado – sendo ambas as características tratadas com muito respeito pelo roteiro.

Ainda assim, 2/3 do filme passam uma sensação de que a coisa toda é uma grande despedida sem sentido da equipe da Blue Sky, que, sei lá, sabendo que iam ser demitidos, parecem ter chutado o balde. Não são poucas as cenas e as falas que surpreendem pela “sinceridade” dos personagens, mesmo para um projeto independente. A protagonista Nimona, por exemplo, não tem nenhum filtro nem empatia ao jogar verdades na cara dos personagens e em ter um particular gosto pelo caos, além de se transformar em vários animais com o intuito declarado de destruir tudo, deixando tanto o espectador quanto seu co-protagonista Ballister de sobrancelhas arqueadas.

Nimona’ tem um quê de ‘Shrek’ com ‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Wolfwalkers’. É fofo, levemente punk rock, sem noção e, quando você menos espera, te dá uma rasteira e arranca lágrimas dos seus olhos. Uma despedida melancólica que mostra todo o potencial de um estúdio e de seus profissionais que vão deixar saudades pelo dom de trazer algo de diferente no mundo um tanto homogeneizado das animações.

Crossover entre ‘Aves de Rapina’ e ‘Sereias de Gotham’ NÃO irá acontecer

Warner Bros. já montou o seu cronograma de próximos lançamento dos estúdios DC, incluindo Aves de Rapina, em que Arlequina (Margot Robbie) une forças com a Caçadora e Canário Negro para derrotar um inimigo em comum, e Sereias de Gotham, cujos detalhes permanecem às escondidas.

Porém, diversos boatos surgiram recentemente que ambos os filmes culminariam em uma trilogia, concluída com um crossover entre os dois filmes em questão. Agora, uma reportagem da Forbes negou esses rumores e alegou que não há nenhum projeto sendo feito pela DC.

Aves de Rapina‘Batgirl’ não estarão conectados, para aqueles que erroneamente acreditaram nos rumores de que Barbara Gordon teria um arco contínuo em ambos os filmes. E não há nenhum projeto crossover entre Sereias de GothamAves de Rapina, apesar dos inúmeros boatos.

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

‘Aves de Rapina (E a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Escape Room 2’: Isabelle Fuhrman entra para a sequência

O site Collider confirmou hoje (03) que Isabelle Fuhrman, conhecida por seus papéis em ‘A Órfã’Jogos Vorazes, entrou para o elenco de Escape Room 2’ em um papel ainda não revelado.

Fuhrman se junta aos previamente anunciados Taylor RussellLogan Miller, os únicos sobreviventes do primeiro filme.

Recentemente, o terror foi adiado novamente e agora chegará nas telonas no dia 30 de novembro.

Mesmo as constantes mudanças, o diretor Adam Robitel deu novos detalhes sobre continuação, comentando que estão enfrentando alguns problemas no roteiro:

“É muito difícil. Nós fizemos fogo, gravidade, gelo, frio, gás… então, precisamos nos superar. Temos algumas coisas muito legais que estamos desenvolvendo, mas é complicado. Nós fizemos coisas grandiosas no primeiro filme, então é mais difícil de superá-las. Como dar ao público o que eles estão esperando de um Escape Room, mas que não seja a mesma coisa que fizemos com o primeiro filme? Estamos tentando lidar com essa questão atualmente.”

Ele completa, “Estamos explorando diversas opções atualmente, brincando com várias ideias.”

O diretor Adam Robitel irá retornar, assim também como o roteirista Bragi F. Schut.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.

‘Brews Brothers’: Série da Netflix ganha divertido trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Brews Brothers’, sua nova série de comédia original.

Confira:

Jeff SchafferGreg Schaffer (Curb Your Enthusiasm) são os criadores da produção.

A série gira em torno de dois irmãos outrora separados, Wilhelm e Adam Rodman, que se unem para tomar conta de uma cervejaria. Cada um é um gênio da cerveja, mas não poderiam ser mais diferentes no preparado da bebida – e nas personalidades.

Alan AisenbergMike Castle estrelam.

‘Brews Brothers’ estreia no dia 10 de abril.

‘Like Father, Like Son’: Diretora de ‘A Despedida’ vai dirigir novo drama familiar

Depois de ter comandado o aclamado drama familiar A Despedida, a diretora e roteirista Lulu Wang já tem seu próximo projeto em mente: ‘Like Father, Like Son’ (via Variety).

Apesar de tero mesmo título e uma narrativa familiar com o clássico filme japonês de 2013, de Hirokazu Kore-eda, Wang garantiu que não fará um remake. Ela entra como produtora ao lado da Focus Features.

A dramaturga Sarah Ruhl ficará responsável pelo roteiro. Detalhes sobre a narrativa ainda não foram revelados.

A Despedida foi um dos filmes mais bem recebidos do ano passado e rendeu a Awkwafina uma estatueta do Globo de Ouro – tornando-se a primeira atriz americana-asiática a levar o prêmio para casa.

Escrito e dirigido por Wang, ‘A Despedida‘ retrata o comportamento de uma família ao saber que a avó tem pouco tempo de vida. A produção é protagonizada também por Tzi Ma, Diana Lin, Zhao Shuzhen, Lu Hong e Jiang Yongbo.

Relembre o trailer:

George Clooney lista motivos para assistir a ‘O Céu da Meia-Noite’ em novo vídeo; Confira!

O novo drama sci-fi O Céu da Meia-Noite já está disponível na Netflix e, para promover o longa-metragem, a Netflix divulgou um novo vídeo em que George Clooney (diretor e astro da produção) lista vários motivos para conferir o título.

Confira:

Na trama, Clooney vive Augustine, um solitário cientista cuja base é localizada no Ártico que tenta impedir o retorno de seus colegas de uma missão espacial para a Terra, enquanto o planeta vem sofrendo com uma misteriosa catástrofe global.

Confira o trailer:

O roteiro é assinado por Mark L. Smith e inspirado no romance ‘Good Morning, Midnight’, de Lily Brooks-Dalton.

Felicity Jones, David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Tiffany Boone e a novata Caoilinn Springall completam o elenco.

 

Crítica | ‘Halston’ investe em visuais estonteantes e se esquece do principal: a história

A história é sempre a mesma – Ryan Murphy continua até hoje como um dos realizadores mais prolíficos da contemporaneidade, supervisionando ou comandando diversas produções seriadas e fílmicas desde o longínquo ‘Nip/Tuck’, em 2003. Mas exatamente a que custo?

Afinal, Murphy, conhecido por firmar parceria com diversas emissoras e delinear múltiplos projetos ao mesmo tempo, parece estar reciclando materiais de uma forma mais exaustiva do que o normal. Com talvez a exceção da antologia ‘American Crime Story’ e de ‘Pose’, que continuam apresentando originalidade e emocionantes tramas, as recentes incursões do diretor e roteirista não atingem todo o potencial que prometem. Apenas nos dois últimos anos, tivemos a desequilibrada ‘Ratched’, cuja força veio com a atuação impecável de Sarah Paulson como a enfermeira Mildred Ratched; o exagerado onirismo de ‘Hollywood’, que tentou reconstruir a história do cinema em detrimento da veracidade; e a 9ª ‘American Horror Story’, cuja homenagem ao subgênero slasher a transformou em um aglutinado de narrativas sem sentido que se valeram mais da nostalgia do que de algo sólido.

Agora, nos primeiros meses de 2021, Murphy está pronto para retornar com mais um projeto subsidiário da Netflix, com quem firmou acordo em 2018. A minissérie Halston, composta por apenas cinco episódios, já vinha demonstrando uma certa repaginação estética de obras similares, mergulhando de cabeça na segunda metade do século passado para explorar a complexa e apaixonante vida do estilista Roy Halston Frowick (aqui interpretado com maestria por Ewan McGregor). Para aqueles que não o conhecem, Halston nasceu em uma pequena cidade de Iowa, nos Estados Unidos, e ascendeu à fama após arquitetar o icônico chapéu pillbox da ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy. Centro da indústria da moda dos anos 1970 e 1980, o designer tinha uma influência gigantesca na iconografia e era melhor amigo de nomes como Liza Minnelli, Andy Warhol e Bianca Jagger.

É claro que, levando em consideração as lendárias personalidades que aqui aparecem, o mínimo que se poderia esperar era uma telebiografia competente e que respondesse a algumas questões não apenas do protagonista titular, mas também dos segredos por trás da intrincada engrenagem no cenário fashion. Enquanto nem tudo está perdido, principalmente no tocante à imagética da produção, aos exuberantes figurinos de caxemira e de ultrasuede e ao vibrante retrato da discoteca nova-iorquina, Murphy, isolando-se nos bastidores ao lado de Ian Brennan, Christina Vachon e tantos outros, deixa que Sharr White e Daniel Minahan tomem as rédeas da história e se esqueçam de, no final das contas, criar uma.

Após um interessante início, que explana a infância traumática e abusiva de Halston, os episódios parecem se valer muito do frenesi artístico do que de um enredo que realmente tenha começo, meio e fim. McGregor faz um trabalho excepcional ao incorporar os trejeitos marcantes do estilista, desde sua voz monotônica até seus bordões ácidos e irônicos – algo que também é visto na estupenda encarnação maior-que-a-vida de Krysta Rodriguez como Minnelli, até mesmo na rendição de “Liza with a Z”. Entretanto, performances à parte, White não tem ideia em qual direção deseja seguir – apenas que irá contar a ascensão, a queda e a ressurreição de um dos nomes mais controversos de todos os tempos. E, à medida que a obra se desenrola, novos personagens vão surgindo no horizonte para tornar as tramas ainda mais convulsionais.

É interessante notar de que forma Minahan tenta ao máximo se afastar da obviedade, por mais que respalde em algumas fórmulas dramáticas bastante vistas nas últimas décadas. O ponto mais atraente é, sem sombra de dúvida, a transposição cronológica às inflexões técnicas tanto dos enquadramentos de câmera quanto à fotografia de Tim Ives e William Rexer. O diretor acompanha a evolução (ou in-volução, se assim preferirem) da sociedade, mostrando todas as facetas de Halston através das roupas e de sua martirizada mente criativa, desde os enlaces românticos com os homens de Manhattan, as desavenças com Elsa Peretti (Rebecca Dayan) e Joe Eula (David Pittu) e a conquista de um mundo que, conforme ele mesmo diz, não estava preparado para o tinha a oferecer. A partir daí, nota-se uma afeição contraditória por uma atmosfera documental que aposta até mesmo numa reconstrução analógica ao mesmo tempo que abre espaço para a novelização.

O roteiro, por sua vez, tem como principal objetivo manter o público motivado e instigado por todos os eventos da vida de Halston, nos levando à Batalha de Versalhes com versões dos ilustres Oscar de la Renta e Anne Klein, mostrando o saudosismo narcótico do célebre Studio 54 e até mesmo calcando a tênue linha que separa a haute couture da produção em massa. O problema é que não há quaisquer explicações para a entrada e a saída de diversos coadjuvantes que, de fato, não têm nenhuma importância. O relacionamento de Halston com a magnata do jornalismo da moda ou com a própria mãe é jogado profusamente para aumentar a carga dramática, mas nunca sai da zona de conforto – pelo contrário, traz a personalidade do artista para uma superficialidade condenável. Em uma determinada sequência, há menção a bloqueios emocionais dos quais o estilista precisa se livrar – e ele faz isso com rapidez monumental demais para ser levado a sério.

Investindo esforços em um majestoso visual, Halston é familiar demais para representar alguma centelha de novidade nessa bolha de produções originais da Netflix e, eventualmente, nem os mais elegantes vestidos de tafetá e casacos trench coat são suficientes para desviar a atenção das múltiplas falhas que despontam na minissérie.

‘The Menu’: Terror cômico estrelado por Anya Taylor-Joy escala sete novos membros ao elenco

Segundo o Deadline, a Searchlight Pictures escalou sete novos membros ao elenco de The Menu, novo terror cômico estrelado por Anya Taylor-Joy (‘O Gambito da Rainha’) e Ralph Fiennes (‘A Escavação’).

As informações indicam que Paul Adelstein (‘Chicago P.D.’), Rob Yang (‘Succession’), Arturo Castro (‘Broad City’), Mark St. Cyr (‘High School Musical: O Musical: A Série’), Rebecca Koon (‘Objetos Cortantes’), Peter Grosz (‘Stranger Than Fiction’) e Christina Brucato (‘Legends of Tomorrow’) foram contratados para a produção.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Hong Chau (‘Pequena Grande Vida’), Nicholas Hoult (‘A Favorita’), John Leguizamo (‘O Peste’), Janet McTeer (‘Ozark’) e Judith Light (‘Transparent’).

Mark Mylod (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção.

A trama gira em torno do excêntrico mundo da culinária, focada em um jovem casal que visita um restaurante em uma ilha remota, onde um aclamado chef preparou um menu delicioso, com surpresas chocantes.

O roteiro foi escrito por Will TracySeth Reiss.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | História e drama se fundem na apaixonante série ‘Vikings: Valhalla’

O drama histórico Vikings se tornou uma das séries mais populares e mais bem-sucedidas do History Channel, fornecendo uma visão quase fantástica dos icônicos personagens que habitaram as terras nórdicas do planeta na Idade Média. Com o término da produção na sexta temporada, os fãs se sentiram ansiosos por mais aventuras envolvendo esses valentes guerreiros – e não demorou muito até que a Netflix anunciasse uma série sequência intitulada Vikings: Valhalla.

Diferente das iterações predecessoras, a derivada é ambientada cem anos depois dos eventos originais e se inicia com os primórdios da derrocada e da ruína dos vikings, enfrentando o crescente domínio cristão que se espalhava pela Europa e que colocava em xeque as crenças politeístas de outrora. Como se não bastasse, a ascensão da Inglaterra como uma das grandes potências mundiais também representou uma enorme ameaça para que os reinos e as províncias vikings se mantivessem vivas por muito tempo, eventualmente tornando-se lendas que acompanhariam diversos estudos de historiadores e reimaginações constantes pelo imaginário popular. E, enquanto Valhalla não alcança os mesmos méritos, nos encanta com visuais impecáveis e atuações memoráveis que nos convidam a uma jornada banhada a sangue, traições e reviravoltas.

Como o nome do spin-off premedita, a temporada é o capítulo inicial do último destino de cada viking: Valhalla, que, na mitologia nórdica, é descrito como um majestoso lugar localizado em Asgard, a morada dos deuses, e comandado pelo todo-poderoso Odin. Segundo lendas, metade dos soldados que morrem em combate viajam até lá para se sentarem à grande mesa com Odin, enquanto a outra metade é escolhida pela deusa Freya para passarem a eternidade nos campos de Fólkvangr. É essencialmente esse pensamento que é levado aos oito episódios da iteração, indicando, através de escolhas técnicas sagazes e uma fria melancolia que se apossa dos protagonistas e coadjuvantes, que a guerra irá levá-los para o tão sonhado “éden” uma hora ou outra.

A narrativa acompanha um grupo de vikings groenlandeses que chegam a Kattegat, comunidade localizada em um estreito entre a Dinamarca e a Suécia que funciona como um dos pontos políticos e econômicos de maior importância no mundo nórdico. Leif Erikson (Sam Corlett) e a irmã, Freydis Eiríksdóttir (Frida Gustavsson), desembarcam no porto buscando vingança contra um viking cristão que estuprou Freydis e eternizou o trauma ao cravar uma cruz em suas costas. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando eles são arrastados para o meio de uma batalha entre os povos guerreiros e a opressora monarquia britânica que organizou um massacre contra eles, como forma de “limpar a terra”. Mas isso não é tudo: há também uma crescente disputa ideológica entre os próprios vikings, que se dividem entre os defensores ferrenhos do cristianismo e do único deus, e os pagãos, que encontram calma na multiplicidade de divindades que habita Asgard.

A princípio, a quantidade excessiva de tramas pode posar como uma faca de dois gumes ao time criativo, abrindo espaço para que os personagens possam ser explorados ad nauseam, mas exigindo um comprometimento em demasia que, por vezes, culmina em um frenético passo para resolver todos os arcos. Felizmente, o showrunner Jeb Stuart sabe como navegar por essas águas traiçoeiras e não deixa que nenhum elemento-chave se perca no caminho, ainda que se valha de algumas repetições (principalmente nas sequências de luta). O resultado é bastante aprazível e segue o padrão clássico de qualquer produção mainstream, tomando o tempo necessário para introduzir os heróis e antagonistas e sabendo o momento certo de nos chocar com alterações bruscas no andamento da obra.

Corlett e Gustavsson fazem um trabalho memorável na temporada, mas não são os únicos a roubar os holofotes: além deles, temos a presença de Leo Suter como o charmoso Harald Sigurdsson, príncipe da Noruega, que se alia aos pagãos e questiona sua fé em prol de salvar aqueles que sempre estiveram ao seu lado; Jóhannes Haukur Jóhannesson como Olaf Haraldsson, meio-irmão de Harald e um ambicioso viking que deseja espalhar suas crenças não se importando com quantos tenha de exterminar para unificar os reinos; Caroline Henderson como uma nova versão de Jarl Haakon, governante de Kattegat; Laura Berlin como a Rainha Emma da Inglaterra e da Normandia, mergulhando em uma performance comedida e impiedosa; e David Oakes como Godwin, astuto braço-direito de quem acreditar que tenha mais poder, mudando de lado a seu bel-prazer para sempre ser protegido pelos vitoriosos.

É claro que as inconsistências históricas existem, mas o objetivo de Valhalla não é nos educar com explanações acadêmicas sobre a época dos vikings, e sim expandir uma mitologia que caiu no gosto do público e que, de alguma maneira, dramatiza figuras reais que merecem ser revisitadas. Certos artifícios tangenciam uma substancialidade redundante, como a profunda e retumbante trilha sonora ou a sóbria fotografia, que se vale da paleta de cores azulada dos cenários retratados – entretanto, nenhuma dessas obviedades é forte o suficiente para desviar nossa atenção dos pontos positivos.

O novo capítulo da saga Vikings é aprazível em sua completude e já se consagra como uma das melhores do gênero em 2022. Apesar dos deslizes, os capítulos são alicerçados em um elenco estelar que faz o público acreditar em seus problemas e seus valores, comovendo-nos com rendições espetaculares e com uma altiva promessa para um provável futuro.

‘Stranger Things’ foi a produção mais PREJUDICADA pela pandemia, revela Netflix

Quando as gravações da 4ª temporada de Stranger Things começaram oficialmente, o planeta parou em virtude da crescente pandemia de COVID-19. Em meados de março de 2020, apenas duas semanas depois que as filmagens haviam se iniciado, a Netflix havia anunciado a suspensão de qualquer produção fílmica ou televisiva por duas semanas, para frear a disseminação do vírus.

Entretanto, a doença continuou se espalhando e, meses depois de atrasos e mais atrasos, as gravações voltaram em novembro de 2020, sendo finalizadas apenas em setembro de 2021 – e, como se não bastasse, a gigante do streaming dividiria o recente ciclo em dois volumes.

No relatório de ganhos do segundo trimestre da Netflix, o co-CEO e Chefe de Conteúdo Original Ted Sarandos revelou que a 4ª temporada foi a mais “impactada financeiramente” pela pandemia que qualquer outra produção (via ComicBook.com). Recomeçar a produção meses depois do hiato de duas semanas e dos protocolos de prevenção à COVID para um elenco e uma equipe tão grandiosos custou à plataforma algo em torno de 5 a 10% dos custos (isto é, de aproximadamente US$85 milhões a US$170 milhões).

“Esse show, em particular, foi afetado como qualquer outro pela COVID por causa do elenco jovem, e o tamanho e o escopo da produção, e as múltiplas locações em que gravávamos. Foi um fardo muito caro entregá-lo”, Sarandos explicou. “Um dos catalisadores para dividir a temporada em duas foi o tanto de tempo que levou para produzi-la – e boa parte disso estava congelada em virtude de pausas iniciais e o recomeço da produção, além de termos sido bastante cuidadosos com o elenco do show logo no começo [da pandemia]”.

Ele continua: “então, [Stranger Things] foi mais impactada financeiramente que vários outros projetos. Se fizéssemos isso de novo, poderíamos até conseguir novos episódios”.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Glass Onion | Quem é o assassino da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

No último dia 23 de dezembro, a Netflix lançou em seu catálogo o aguardado mistério cômico Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, de 2019.

Na trama, Daniel Craig retorna em seu segundo caso como o famoso detetive Benoit Blanc, que viaja a uma luxuosa ilha particular grega, mas descobre que o excêntrico dono da propriedade, Miles Bron (Edward Norton), não o convidou. Enquanto Benoit começa a se questionar do motivo de ter sido chamado por uma pessoa misteriosa, este é apenas um dos mistérios que ele deverá desvendar – principalmente quando um dos outros convidados cai morto em plena vista.

A produção se tornou um sucesso gigantesco de crítica, com vários especialistas inclusive caracterizando-a como superior à original, enquanto já quebrou inúmeros recordes de visualização na plataforma de streaming – o que não é nenhuma surpresa, considerando o trabalho impecável de Rian Johnson na direção e no roteiro.

A produção ganha nossa atenção em virtude da condução narrativa e pelo fato de nos guiar em um caminho totalmente diferente do esperado. Como apresentado no enredo, Benoit acredita que Miles seja alvo de uma tentativa de assassinato – uma oportunidade perfeita, visto que cada um dos outros convidados tem motivo de sobra para querer seu fim. Temos Andi (Janelle Monáe), ex-parceira de negócios de Miles, que sofreu um golpe pelo próprio magnata e não pôde reclamar a propriedade intelectual da própria invenção; Claire (Kathryn Hahn), governadora do estado de Connecticut que foi financiada por Miles para concorrer ao senado dos Estados Unidos em troca da aprovação de uma tecnologia duvidosa; Lionel (Leslie Odom Jr.), cientista que foi escalado para tomar conta da companhia do empresário; Birdy (Kate Hudson), uma ex-modelo hedonista e controversa que foi redescoberta e patrocinada por Miles para sair do buraco e se tornar uma designer de moda – e que faz da vida de Peg (Jessica Henwick) um inferno; e Duke (Dave Bautista), um streamer que luta pelos direitos dos homens e é respaldado pela mente predatória de seu apoiador.

Logo, é apenas natural que acreditemos que o alvo do assassino é Miles – e, como já visto em produções similares, sua personalidade odiável não o torna passível de afeição pelos espectadores, mas nos leva a querer ver de que forma o homicídio será resolvido. Qual a nossa surpresa quando, diferente do que imaginávamos, Duke é misteriosamente envenenado, bebendo do copo de Miles e aumentando as suspeitas de Benoit e de todos os outros.

A princípio, os olhos se voltam para Andi. Afinal, ela é a pessoa com mais motivos para querer o fim de Miles. Como já mencionado, ambos eram parceiros, mas Andi se posicionou contra as decisões erráticas do colaborador e o impediu de fazer o que queria – mas não antes de Miles anunciar ao mundo com uma prova aparentemente irrefutável que ele tinha criado tudo do zero e que Andi tinha apenas embarcado como coadjuvante. Entretanto, “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”, citando uma clássica passagem de ‘Hamlet’, de William Shakespeare.

À medida que a história se desenrola, somos levados a acreditar que esta é apenas mais uma investida qualquer no gênero do mistério. Porém, conforme vimos na obra anterior, as coisas são mais complexas do que aparentam: o foco não é descobrir quem matou Duke e tentou matar Miles, mas sim arrancar a confissão de quem assassinou Andi.

Sim, é isso mesmo: Andi está morta. A personagem que vemos em cena é sua irmã gêmea, Helen (obviamente também interpretada por Monáe), que pede ajuda de Benoit para descobrir o que aconteceu. Afinal, ela recebeu a informação de que Andi se suicidou ao ingerir uma grande quantidade de pílulas soníferas, mas as coisas tomam um caminho mais obscuro quando Helen descobre que a irmã havia encontrado a prova de que Miles era uma farsa e que ela havia sido a responsável pelo império criado. Logo, a dupla une forças para descobrir quem realmente é o culpado.

A notícia do falecimento de Andi não havia vazado para a imprensa até todos se encontrarem na propriedade privada, mas todos os convidados ficaram boquiabertos ao vê-la ali. E, como vemos no terceiro ato da produção, o responsável tanto pela morte de Andi quanto pela morte de Duke foi Miles.

Ao encontrar a prova em questão, Andi enviou um e-mail para Claire, Lionel, Birdy e Duke – mas Lionel vazou a informação para Miles, que foi obrigado a viajar até a residência da ex-colega de profissão, envenená-la e roubar o documento oficial. Duke era o único a tê-lo visto saindo da casa de Andi e, quando a notícia de sua morte ganhou as manchetes mundiais, ele juntou as peças e foi confrontar Miles. O magnata, sabendo da mortal alergia a abacaxi de Duke, utilizou a informação à sua própria vantagem e, temendo ser chantageado por aqueles que controlava como uma marionete, tirou-o do jogo em um piscar de olhos.

É claro que a verdade não ficaria escondida por muito tempo – principalmente com a mente aguçada de Benoit, que resolveu o crime em questão de minutos e depois de engendrar uma atuação aplaudível. E, contrariando as nossas expectativas, a finalização do arco não veio com o final feliz prometido, mas com um ciclo de vingança satisfatório que colocou fim na autoridade tirânica de Miles.

‘Capitão América 4’: Rosa Salazar é escalada como IMPORTANTE personagem da sequência

Segundo uma nova reportagem do Murphy’s MultiverseRosa Salazar, conhecida por seu papel em ‘Alita: Anjo de Combate’‘Vingança Sabor Cereja’, foi escalada para o elenco de Capitão América: Nova Ordem Mundial.

As informações indicam que a atriz dará vida à Cascavel, inicialmente uma personagem vilanesca que fazia parte do grupo conhecido como Sociedade da Serpente – e que, depois, se tornou par romântico do Capitão América.

Além disso, o lutador Seth Rollins também fará parte como um possível membro do mesmo grupo que, além de Cascavel, é formado por: Coral, Rei Cobra, Víbora Assassina, Mamba Negra, Cobra Venenosa, Anaconda, Áspide, Boca de Algodão, Urutu e Crotalus.

O elenco ainda contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2024.

‘Eco’: Spin-off de ‘Gavião Arqueiro’ será lançado sob novo SELO da Marvel sem continuidade no MCU

De acordo com o Deadline, a aguardada série ‘Eco’, que funciona como spin-off de Gavião Arqueiro, será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.

As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.

Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.

O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.

Lembrando que todos os episódios de ‘Eco’ serão lançados em 10 de janeiro no Disney+.

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

Após exibição-teste, ‘Gladiador 2’ é ACLAMADO: “Arrepiante e digno de Oscar”

No último dia 24 de abril, foi realizada a primeira exibição-teste da aguardada sequência Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção.

O corte exibido foi de impressionantes duas horas e 40 minutos e é descrito como uma crua e envolvente história de vingança, com cenas caracterizadas como “absolutamente insanas” (via World of Reel).

As informações também indicam que os novos personagens são bastante fortes, com destaque à performance sutil e prática de Paul Mescal como Lucius e a Connie Nielsen, que faz um “ótimo trabalho” como Lucilla. Além disso, diversos elogios foram dados a Denzel Washington, ovacionado como “diabolicamente brilhante” em seu papel, a Joseph Quinn (Caracalla) e a Fred Hechinger (Geta) – estes últimos dois descritos como grandes valores de entretenimento ao longa-metragem.

Como se não bastasse, tanto o design de produção quanto os figurinos receberam aplausos, replicando o visual e a atmosfera do título original. As cenas na arena de gladiadores chamaram a atenção dos espectadores – e incluíram tubarões, macacos assassinos, um rinoceronte gigante e ótimas sequências de ação e de luta.

Lembrando que o CinePOP compareceu à última edição da CinemaCon, onde o primeiro trailer (ainda não finalizado) foi exibido

Confira a descrição:

O trailer começa com uma narração do Paul Mescal como Lucius, filho do Maximus (protagonista do primeiro filme, interpretado por Russell Crowe). Sendo um escravo como seu pai, ele luta na arena e precisa enfrentar ameaças inesperadas, como um rinoceronte e até mesmo macacos assassinos – em combates muito mais grandiosos e perigosos do que no longa original.

Denzel Washington é um dos grandes destaques do vídeo, e promete ser uma figura importante na narrativa – manipulando conflitos políticos ao seu favor. Em sua busca pelo poder, ele quer a queda de Roma e pretende usar o personagem do Paul Mescal como um peão em seu jogo.

Pedro Pascal lidera o exército romano em diversas cenas épicas de batalha naval, e o trailer se encerra com uma cena épica entre Pascal e Mescal na arena.

Até o momento, tudo o que sabemos sobre a trama, estrelada por Paul Mescal (‘Aftersun’), é que vai contar a história de Lucio, filho de Lucilla (Connie Nielsen), numa batalha contra Roma, após se inspirar nas façanhas de Maximus (Russell Crowe).

A sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.

A sequência está programada para chegar aos cinemas em novembro de 2024.

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

‘Pequenas Cartas Obscenas’: Comédia com Olivia Colman e Jessie Buckley ganha data de estreia na Max!

‘Pequenas Cartas Obscenas’ (Wicked Little Letters), comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia Colman e Jessie Buckley, ganhou data de estreia no catálogo da Max.

O longa-metragem, que conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro.

Relembre o trailer:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

pequenas cartas obscenas

‘The Last of Us’: 2ª temporada ganha imagens INÉDITAS; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ estreia no dia 13 de abril e, agora, foram divulgadas imagens inéditas do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Crítica | ‘A Guerra dos Mundos’ é uma deplorável adaptação do clássico de H.G. Wells

H.G. Wells é um importante nome da literatura de terror, cujas obras influenciaram e continuam influenciando gerações de romancistas, contistas, cineastas e até mesmo dramaturgos. O escritor britânico foi um dos responsáveis por cimentar o gênero da ficção científica nos vários âmbitos artísticos e sagrou-se como um inovador lendário que deu vida a títulos como ‘O Homem Invisível’, ‘A Ilha do Dr. Moreau’, ‘A Máquina do Tempo’ e inúmeros outros. E, dentre uma gama prolífica de extremo valor, uma de suas incursões mais famosas e prestigiadas é o clássico ‘A Guerra dos Mundos.

Nome por trás das infinitas narrativas extraterrestres que povoam o imaginário popular, Wells foi homenageado diversas vezes com adaptações de seus escritos, incluindo um drama radiofônico encabeçado por Orson Welles – que causou pânico entre os ouvintes, visto que eles não sabiam que tudo era mera ficção – e uma releitura cinematográfica guiada por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise. Agora, somos convidados a mais uma recriação dessa atemporal história com ‘A Guerra dos Mundos, recém-chegado ao catálogo do Prime Video e que traz uma configuração estética diferente das iterações predecessoras.

A trama é centrada em Will Radford (Ice Cube), especialista em vigilância e avaliação de ameaças do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Sofrendo com um trauma profundo que se manteve após a morte da esposa, Will também é um pai superprotetor movido pela necessidade incontrolável de proteger constantemente os filhos, Dave (Henry Hunter Hall) e Faith (Iman Benson), por mais que eles já saibam cuidar de si próprios. Crente de que está fazendo a coisa certa, o especialista em tecnologia vê tudo se desmantelar quando uma estranha chuva de meteoros cai sobre o planeta inteiro, apenas para revelar um ataque em massa de trípodes high-tech alienígenas que desejam alguma coisa.

Não demora muito até que Will, cuja missão anterior incluía encontrar um poderoso hacker conhecido como Disruptor (que havia colocado as mãos em documentos sigilosos do governo), perceba que segredos estão sendo mantidos a sete chaves e que seu chefe, Donald Briggs (Clark Gregg), Diretor do Departamento de Segurança, pode estar conectado com o massacre promovido por extraterrestres poderosos e imparáveis. Munido da ajuda de sua amiga, a Dra. Sandra Salas (Eva Longoria) à medida que é forçado a enfrentar uma dura realidade em relação aos filhos, Will faz de tudo para se tornar um improvável herói e salvar o mundo da extinção iminente.

O revival, como podemos caracterizar o projeto, marca a estreia diretorial de Rich Lee, conhecido por seu trabalho em videoclipes musicais de artistas como Lana Del Rey e Billie Eilish. E, por mais belas que as intenções do cineasta sejam, o resultado é muito aquém do esperado e transforma um projeto que tinha tudo para dar certo em um dos piores longas-metragens da década. Lee não apenas denota sua falta de preparo para comandar uma produção fílmica, como comete deslizes tão amadores que não podemos deixar de imaginar o que teria sido caso o longa tivesse caído nas mãos corretas.

O realizador pega páginas emprestadas de produções como ‘Amizade Desfeita’, ‘Buscando…’ e ‘Host’, filmes de terror e suspense que apresentaram uma nova vertente do found footage ao levar os espectadores para as telas de aparelhos tecnológicos – computadores, tablets, celulares e afins. A estética apresentada em ‘A Guerra dos Mundos já nos instiga a querer saber de que maneira o enredo tomará forma, visto que o épico cenário de fundo denota uma expansão imagética. E, enquanto o primeiro ato serve para apresentar os personagens e as subtramas que os unirão, os atos seguintes escalam a uma sucessão de erros crassos e indesculpáveis que se estendem para cada um de seus elementos.

O roteiro assinado por Kenneth A. Golde e Marc Hyman é uma regurgitação sem fim de explicações condescendentes que duvidam da inteligência do público em acompanhar uma trama simplória e batida. Os diálogos sem vida são redundantes e se afogam em uma falsa sensação de sagacidade que não tem consciência da própria estupidez – e que se valem de repetições sem fim e uma imposição mercadológica inexplicável e hilária (por todos os motivos errados). O fato de o elenco estar totalmente desconexo do que se apresenta não ajuda muito: Cube parece congelado em uma expressão ranzinza e exagerada do estereótipo do “paizão”, enquanto Benson e Hall mostram estar cansados demais para ao menos tentar; Longoria, por sua vez, é a única que traz um pouco de ritmo à história ao abraçar Sandra.

Um dos principais problemas do longa emerge por não prestar atenção numa inverossimilhança gritante que aparece tanto nas ocasionalidades irrefreáveis e numa cronologia sem sentido que nem ao menos se vale de recursos óbvios para situar o espectador do que está acontecendo. Os convencionalismos bradam sequência a sequência, tentando resgatar uma gota sequer de originalidade com reviravoltas tão previsíveis quanto seus personagens.

A verdade é que ‘A Guerra dos Mundos não justifica sua existência e mais passa a ideia de um grande comercial satírico da Amazon Prime do que um filme. Não há qualquer esforço por parte da equipe criativa e técnica em ao menos construir uma carta de amor a H.G. Wells ou ao sci-fi – e sim um péssimo projeto que não deveria ter recebido sinal verde.

‘Carrie’: Mike Flanangan explica por que quebrou sua própria regra sobre dirigir sequências ou remakes

Muito em breve, Mike Flanagan, um dos novos mestres do terror contemporâneo que ganhou destaque com produções como ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘Doutor Sono’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, lançará o antecipado remake do clássico ‘Carrie, a Estranha’, inspirado no romance de Stephen King.

O projeto, entretanto, fez com que Flanagan quebrasse uma regra própria de não dirigir sequências ou novas versões de títulos já existentes – e, agora, ele explicou o motivo da decisão.

“Surgiu uma nova possibilidade, algo que pareceu muito oportuno e inovador”, ele disse em entrevista à revista Empire.

“Eu realmente gostei de explorar coisas que ainda não tinham sido feitas e de tentar encontrar novas maneiras de abordá-las”, Flanagan acrescenta. “E eu costumava dizer: ‘sem continuações’”.

Vale lembrar que Flanagan já havia quebrado essa regra ao ler o romance ‘Doutor Sono’, também de King, que funciona como sequência de ‘O Iluminado’: “isso me fez mudar de ideia”, disse ele, referindo-se à adaptação cinematográfica que comandou em 2019.

carrie

Lembrando que Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) já havia confirmado através de seu Instagram que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’ foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.

‘Confessions II’: Assista ao INCRÍVEL show de Madonna na Times Square!

Depois de divulgar o curta-metragem oficial do álbum Confessions II, a rainha do pop Madonna, em parceria com a plataforma de relacionamentos Grindr, lançou sua apresentação completa realizada em Nova York para promover o compilado de originais.

O show foi realizado na Times Square no último dia 4 de junho.

Assista na íntegra:

O álbum, que serve como sequência do aclamado Confessions on a Dance Floor, tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão, incluindo “I Feel So Free”“Bring Me Love” (esta em colaboração com a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”.

O projeto ainda marca mais uma parceria entre MadonnaStuart Price, que produziu o disco original.

Relembre a tracklist:

 

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1. I Feel So Free
2. Good for the Soul
3. One Step Away
4. Bring Your Love
5. Danceteria
6. Read My Lips
7. Every Thing
8. Love Without Words
9. Bizarre
10. School
11. Fragile
12. My Sins Are My Savior

Confessions on a Dance Floor foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”“Sorry”“Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como BeyoncéLady GagaBritney Spears.

‘Capitã Marvel’: Artes conceituais revelam grande batalha excluída do filme

Novas artes conceituais de ‘Capitã Marvel divulgadas pelo Comic Book Movie mostram uma grande batalha excluída da versão final do filme, dando lugar à luta de Carol Danvers (Brie Larson) contra Yon-Rogg (Jude Law).

Além disso, as artes revelam uniformes alternativos para a heroína, visuais não utilizados para os Skrulls e diversos cenários inéditos.

Confira as imagens:

‘Coração de Ferro’: Conheça a substituta do Homem de Ferro em incrível fan pôster

Depois que Tony Stark (Robert Downey Jr.) se sacrificou de forma heroica em ‘Vingadores: Ultimato‘, surgiram diversas especulações para saber quem vai seguir seu legado.

Pensando nisso, um usuário do Instagram criou um incrível fan pôster de ‘Coração de Ferro‘ como série da Disney+.

Para quem ainda não conhece, Riri Williams apareceu pela primeira vez em 2016. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Tony Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Confira o pôster:

“Com os rumores de que a Marvel poderia fazer uma série da ‘Coração de Ferro‘, decidi criar esses logotipos novamente. Espero que gostem.”

E parece que não são apenas os fãs que querem ver a introdução de Riri Williams no MCU

Segundo uma publicação no Twitter de Eve Ewing, criadora da personagem, o próprio Downey Jr. expressou publicamente sua esperança em ver a Coração de Ferro no MCU.

Confira:

“O negócio aqui é que Robert Downey Jr. disse publicamente que a Coração de Ferro deve ser introduzida no MCU.”, escreveu Ewing.

E você, o que acha da ideia?