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Diretor de ‘O Ultimato Bourne’ negociou adaptação de ‘Guerra Civil’ com os ‘X-Men’ e o ‘Quarteto Fantástico’

Segundo o diretor Paul Greengrass (‘O Ultimato Bourne’), a Fox estava considerando a ideia de um crossover ‘X-Men vs. Quarteto Fantástico‘, que teria sido influenciado pelo arco de história da ‘Guerra Civil‘ – usada anos depois no terceiro filme da franquia ‘Capitão América‘.

“Eles falaram comigo sobre isso. Eu não diria que estava ansioso para fazer o filme. Eu pensei sobre isso. Eu acho que no final, eu senti um pouco como, talvez aqueles filmes, eu não fosse adequado para esse tipo de filme.”, afirmou.

Zack Stentz, um dos roteiristas de ‘X-Men: Primeira Classe’, roteirizou o projeto.

Na trama, o Tocha Humana seria o responsável por um desastre em Manhattan, que levaria à criação de um Ato de Registro de Super-Heróis, dividindo as duas equipes, inclusive haveria uma luta entre Reed Richards e o Wolverine.

A outra grande novidade é que o filme teria terminado com uma cena pós-créditos introduzindo uma invasão Skrull na Terra – outro grande arco que a Fox poderia ter adaptado antes da Marvel Studios. No entanto, o roteiro de Stentz e Ashley Edward Miller foi engavetado.

Há algumas semanas, Stentz já havia dito que ele e Miller escreveram um roteiro para um filme reunindo todos os personagens da Marvel que estavam sob os direitos da Fox, incluindo Deadpool e o Demolidor.

‘Morbius’ e ‘Blade’ podem ganhar filme crossover na Marvel, revela Jared Leto

Durante uma entrevista para o The Late Late Show com James Corden, Jared Leto falou um pouco sobre seu papel como protagonista em ‘Morbius‘.

Além de detalhar as características do personagem, o astro provocou os fãs ao dizer que não descarta um futuro crossover com o ‘Blade’ de Mahershala Ali.

“Eu interpreto um vampiro chamado Morbius. Ele é um personagem da Marvel, e costumam chamá-lo de vampiro ‘vivo’, então ele não é realmente um vampiro, mas é uma espécie de mutante ou super-alguma coisa. É um personagem bem interessante porque me lembra o Dr. Jekyll de ‘O Médico e o Monstro‘.”

Questionado sobre a possibilidade de um crossover com o ‘Blade’, Leto afirmou:

“Essa é uma boa pergunta, e eu posso ver isso acontecendo no futuro. Sem dúvidas, é algo que está por vir.”

Quem acompanha os quadrinhos sabe que Blade e Morbius já dividiram algumas histórias, então faz todo sentido que os estúdios queiram investir num crossover entre os personagens.

A condição de Morbius o torna um inimigo natural do Blade, que apesar de não ser um vampiro, possui as mesmas habilidades deles, com a vantagem de não ser afetado por suas fraquezas, como a luz do sol.

Falando nisso, vale lembrar que a Sony Pictures resolveu adiar pela terceira vez o lançamento de Morbius.

O filme agora chega aos cinemas em 21 de janeiro de 2022. A decisão foi tomada em virtude de não competir com ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, que também teve sua data mudada de 02 de abril para 08 de outubro (data anteriormente ocupada por ‘Morbius‘).

Durante uma entrevista par a Variety, Leto explicou porque o longa será diferente dos atuais filmes de heróis.

Para o astro, a trama do longa é uma espécie de releitura de ‘O Médico e o Monstro‘, clássico da literatura escrito por Robert Louis Stevenson em 1886.

“‘Morbius parece mais um filme de suspense e terror do que um filme de super-heróis, apesar de ser ambientado nesse universo. Mas o filme também tem momentos divertidos… Eu o descreveria como uma homenagem a ‘O Médico e o Monstro‘. Mas é um blockbuster, sem dúvidas é um blockbuster e estou animado pela estreia.”

Para quem não conhece, o personagem surgiu pela primeira vez na edição #101 de ‘O Espetacular Homem-Aranha’, lançada em 1971.

Na trama, o Dr. Michael Morbius sofre um acidente enquanto testava a possível cura para uma doença sanguínea e acaba se transformando em um vampiro, criado artificialmente e diferente das criaturas mitológicas.

Dirigido por Daniel Espinosa, o elenco também  conta com Tyrese Gibson, Jared Harris, e Matt Smith.

Assista ao trailer:

‘Os Olhos de Tammy Faye’: Filme que deu o Oscar a Jessica Chastain estreia no Star+

A cinebiografia ‘Os Olhos de Tammy Faye‘ (The Eyes of Tammy Faye) foi bastante elogiada pelas icônicas performances – e Jessica Chastain roubou a atenção das premiações.

No Oscar 2022, Chastain conquistou o prêmio de Melhor Atriz por sua aclamada atuação, repetindo o feito do SAG Awards e no Critics’ Choice Awards.

A cinebiografia finalmente estreou no Brasil, direto pelo serviço de streaming do Star+.

Confira o trailer legendado:

O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’).

Nos anos 1970 e 1980, Tammy Faye e seu marido, Jim, ascenderam de raízes humildes para criar a maior rede televisiva e o maior parque de diversões do mundo – reverenciados por mensagens de amor, aceitação e prosperidade. Tammy Faye se tornou lendária também por seus cílios indeléveis, sua cantoria peculiar e sua necessidade de abraçar as pessoas de todas as partes. Entretanto, não demorou muito até que impropriedades financeis, rivais inescrupulosos e escândalos chocantes ameaçassem o império que construiu”.

Andrew Garfield interpreta Jim Bakker, marido de Tammy, e é acompanhado de um elenco formado por Cherry JonesFredric LehneMark WystrachSam JaegerGabriel Olds e Vincent D’Onofrio.

‘Boogeyman: Seu Medo é Real’: Terror sobre o BICHO-PAPÃO ganha novo trailer assustador

Boogeyman: Seu Medo é Real‘ (The Boogeyman) é a mais nova adaptação do expansivo panteão do terror de Stephen King – e promete assustar o público ao redor do mundo quando chegar aos cinemas.

O terror, que originalmente era intitulado ‘Bicho-Papão: O Conto‘, teve seu novo trailer divulgado.

Assista:

Em entrevista ao ComicBook.comDavid Dastmalchian, que estrela o longa-metragem, revelou que a obra é uma das mais assustadoras que viu nos últimos anos.

“Eu consegui ver ‘Boogeyman’. É um dos filmes mais assustadores que vi em um bom tempo. As performances são incríveis”, ele contou. 

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage (‘Cuidado com quem Chama’), o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Filme sobre a POLÊMICA em torno da quebra do GameStop estreia na HBO Max

Com uma pedra e um estilingue, o pequeno David derrubou o gigante Golias. Dois milênios depois, fóruns online – e muitos memes de gatinhos – fizeram Wall Street tremer e botaram medo nos bilionários.

Dinheiro Fácil‘ (Dumb Money), baseado na inacreditável história real de pessoas comuns que fizeram fortuna ao transformar a GameStop na empresa com as ações mais quentes do mercado estreou no catálogo da HBO Max.

O filme conta a história de Keith Gill (Paul Dano), jovem investidor que compra ações online e divulga os resultados em seus canais nas redes sociais. No auge da pandemia, com uma filha e contas para pagar, ele decide apostar todo seu dinheiro nas ações da GameStop. Keith ganha uma legião de seguidores, e o que começou com um investimento acaba se tornando um verdadeiro movimento contra Wall Street que vai assustar os bilionários.

No Rotten Tomatoes, ‘Dinheiro Fácil’ abriu com 85% de aprovação.

Das 26 críticas publicadas até o momento, apenas quatro são negativas.

Confira as analises:

“Uma comédia relativamente concisa, prática e curta (100 minutos) que nos lembra que mesmo quando pensamos que estamos jogando, o oponente tem um livro de regras diferente.” – RogerEbert.com.

“Como Gillespie demonstrou com ‘Eu, Tonya‘, ele sente a camada das vidas e esperanças da classe trabalhadora, retratada com simpatia e sem um sopro de condescendência. Essa abordagem é muito bem utilizada aqui.” – BBC.

“‘Dumb Money‘ é uma parcela robusta no cânone em desenvolvimento da documentação que busca ser viva, lúcida e informativa sobre o estado podre do sonho americano.” – Vanity Fair.

“A lição final da saga GameStop, apresentada em ‘Dumb Money‘, é que as coisas sempre vão parecer bem no topo da pirâmide.” – Variety.

“‘Dumb Money‘ é filme enérgico, divertido e não pretende ser inovador, mas ao colocar no centro do palco aqueles que normalmente são deixados de lado, o filme emerge como um grande sucesso.” – IndieWire.

“Um drama envolvente sobre o quão corruptas são as nossas instituições financeiras. Não chega às alturas de ‘A Grande Aposta‘, mas simplifica alguns fenômenos complexos e tem muitas coisas valiosas a dizer.” – United Press International.

O elenco conta com Paul Dano, Pete Davidson, Vincent D’Onofrio, America Ferrera, Nick Offerman, Anthony Ramos, Sebastian Stan, Shailene Woodley, Seth Rogen, Dane DeHaan, Myha’la Herrold, Rushi Kota e Talia Ryder.

Assista ao trailer:

 

Dinheiro Fácil‘ tem ainda no elenco Pete Davidson, Vincent D’Onofrio, America Ferrera, Nick Offerman, Anthony Ramos, Sebastian Stan, Shailene Woodley e Seth Rogen. Dirigido por Craig Gillespie, escrito por Lauren Schuker Blum & Rebecca Angelo,é baseado no livro “The Antisocial Network”, de Ben Mezrich.

‘Blade’: Ryan Reynolds pede mais filmes com Wesley Snipes após o retorno triunfante do vampiro

A animação dos fãs com o retorno de Wesley Snipes como ‘Blade’ emDeadpool & Wolverine não para de crescer. O ator, que reprisou seu icônico papel de caçador de vampiros, tem sido um dos destaques do filme, e seu desempenho tem sido celebrado tanto pelo público quanto por seus colegas de elenco.

Ryan Reynolds, intérprete do irreverente Deadpool, expressou sua admiração pela participação de Snipes em uma postagem no Instagram.

“A reação quando Wesley Snipes entra no filme é a coisa mais intensa que já ouvi em um cinema. Pessoas gritando com alegria e amor irreprimíveis é também o som de um legado”, compartilhou Reynolds, demonstrando a importância da presença de Snipes para os fãs.

“Mais Blade, por favor. Uma despedida no estilo Logan, especificamente.”, concluiu.

O entusiasmo de Reynolds é compartilhado por muitos espectadores, que veem a participação de Snipes como um verdadeiro presente.

Em entrevista à EW, Wesley Snipes revelou como sua participação em Deadpool & Wolverine se concretizou.

Tudo começou com um convite inesperado de Ryan Reynolds. “Eu não achava que fosse possível. Não achava que ele conseguiria concretizar. Não achava que a Marvel estivesse interessada. A Disney estava interessada”, disse Snipes, referindo-se ao fato de que Mahershala Ali havia sido escalado para interpretar ‘Blade’ em um novo filme da Marvel.

No entanto, a paixão de Reynolds pelo projeto e a oportunidade de trabalhar com um amigo o convenceram a aceitar o convite.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Super Mario Bros 2’: Assista ao trailer e confira o cartaz da sequência ‘Super Mario Galaxy: O Filme’

A Universal Pictures lança hoje o primeiro trailer de ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, sequência do aclamado sucesso mundial ‘Super Mario Bros: O Filme‘.

A nova animação é uma produção da Illumination e Nintendo, com estreia marcada nos cinemas brasileiros para abril de 2026. O filme é dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, dupla que também comandou o filme anterior.

Confira:

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Crítica | Game of Thrones 08×06 – The Iron Throne

AGRIDOCE, POR MUITAS RAZÕES

 

Não importa o sabor nas nossas bocas, devemos reconhecer que a maior série da atualidade acabou. Mesmo quem não tenha gostado da temporada final certamente irá concordar que Game of Thrones – GoT tem um lugar garantido junto às melhores séries já produzidas. Os problemas da oitava temporada tornam o final agridoce em um sentido peculiar: queríamos algo mais sólido, digno do potencial da série. Porém, mesmo com pontas soltas, seu desfecho guarda alguma coerência com o que vimos antes.

Compreender os acertos e inconsistências deste episódio final exige um olhar sobre toda a construção da narrativa de GoT, pois muitas inconsistências são da temporada e não do episódio.

A FALTA DE SOLIDEZ NO ARCO DA DAENERYS

Na resenha da semana passada, falei que a série tinha elementos que fundamentavam as ações de Daenerys (Emilia Clarke) no quinto episódio.  Porém, as duas últimas temporadas exploraram pouco esse processo de queda da personagem. Esta fraqueza da série tirou muito do brilho do desfecho e da metáfora poderosa que representou o fim da Mãe dos Dragões.

Sabendo da falta de solidez das duas últimas temporadas, os roteiristas usaram o diálogo entre Tyrion (Peter Dinklage) e Jon Snow (Kit Harington) para tapar os buracos da oitava e sétima temporadas. O diálogo em si é excelente, mas essa função narrativa que lhe coube o enfraqueceu. Tudo isso é uma grande pena: havia na narrativa elementos para justificar a ação da personagem, faltou apenas o arremate. Mas disso já tratamos bastante no texto da semana passada. Vamos para outro ponto problemático.

JON SNOW: ROMÂNTICO E TARGARYEN

Com ou sem a ascendência de Jon Snow e o seu romance com Daenerys a série teria chegado ao mesmo final. Aposto que teríamos um final bem mais impactante. Se analisarmos com calma, pouca ou nenhuma utilidade tiveram esses dois elementos.

A ascendência Targaryen serviu apenas para ele subir nos dragões. Não teve peso na sucessão do trono. E sua influência na cólera da Daenerys passou quase despercebida. O que sustentou a reação de Dany já havia sido dado. O pior, porém, foi o envolvimento autointitulado amoroso entre os personagens. Zero função narrativa! Teríamos chegado ao mesmo final se os dois tivessem, lá na sétima temporada, feito uma parceria política e pronto! Diga-se, Jon Snow, como um sujeito horado, iria cumprir sua promessa de ajudar na luta contra Cersei, entre outras razões, por Daenerys ter ajudado na luta contra o Rei da Noite.

O romance foi tão mal construído que nem ajudou a dar peso à morte de Daenerys. De forma geral, Jon Snow foi tão subutilizado nesta temporada que em nenhum instante duvidei que ele mataria Dany, porque sem isso, Jon Snow teria sido quase um coadjuvante na temporada.

O DESENCANTO DA FANTASIA

Eis um problema da temporada e não só do último episódio. Os roteiristas optaram por reduzir o nível de magia e fantasia ao longo da temporada, de forma que o final tivesse um tom mais realista, semelhante ao da primeira temporada. A opção é muito coerente com a narrativa. O calcanhar de Aquiles foi não ter liquidado o lado fantasia da série com qualidade. De longe, a prova mais evidente desse descuido foi o arco do Rei da Noite. Seu exército de mortos e sua longa noite passaram como um bloquinho de carnaval de bairro. A própria metáfora do gelo e fogo foi colocado em segundo plano.

O arco de Jon Snow também ficou prejudicado. A forma como a sua ressurreição se deu indicava o confronto com o Rei da Noite e a concretização da profecia do Azor Ahai. Nada! Mas, tudo bem, a série é especialista em subverter expectativas, quem sabe uma desconstrução da jornada do herói. Porém, os acontecimentos finais foram tão mal amarrados que parece forçado comparar a morte da Daenerys como a concretização da lenda do Azor Ahai.

Certamente o elemento de fantasia mais subutilizado nesta temporada e neste final foi Bran (Isaac Hempstead Wright). Pela jornada do personagem, o mais lógico seria ele virar um vegetal além da Muralha. Mas, vamos deixar o desfecho dos personagens para logo mais.

A VOLTA DA POLÍTICA

Por mais que parte do público gostasse mesmo de ver dragões, seres fantásticos, sexo e nudez, GoT sempre teve na política um dos seus principais assuntos. E se o plot da fantasia não teve um desfecho satisfatório, o jogo político do último episódio elevou o nível da temporada. E, não, não estou falando apenas do acordão final para dar o trono ao Bran. A questão política mais forte do episódio foi como o poder absoluto corrompe e gera tirania.

Ainda que pudesse ter sido mais bem trabalhado, a postura autoritária de Daenerys transmitiu uma mensagem poderosa que a série construiu com esmero ao longo das oito temporadas: o poder pode corromper ou colocar em desgraça até os melhores. O seu discurso ao diminuto exército foi a tradução de como ditadores vestem seus desejos mais sórdidos das mais belas justificativas. Para todo tirano, um cadáver sempre parecerá a semente de um futuro glorioso.

Mesmo a construção desse desfecho nas últimas temporadas não sendo tão sólida, a ideia de que o Trono de Ferro representa toda a desgraça que o poder provoca é poderosa e condizente com a série. Desta forma, Drogon derrete o trono porque sabe que aquilo simboliza a corrupção que matou a sua mãe.

Muitas outras interpretações podem ser retiradas dessa imagem. Fico com esta! Diante da dor da perda da sua mãe, Dorgon destrói o símbolo máximo do poder que é capaz de corromper absolutamente. Um símbolo forjado por um dragão e destruído por outro. De certa forma, ele sabia que a questão não era Jon Snow. Este apenas era uma engrenagem na roda. Apenas destruindo o próprio poder seriam possível acabar com o mal que dizimou sua mãe.

Porém, ao contrário do anel em O Senhor dos Anéis, o trono não é o poder, é apenas o símbolo. O poder e seus vícios permanecem, mesmo que se invente uma nova política. E o que veio depois foi exatamente isso.

WESTEROS, DA MONARQUIA À OLIGARQUIA

O que veio após a destruição do Trono de Ferro foi a tradução de como as relações de poder mudam pouco, mesmo diante de uma grande tragédia. Por mais tedioso que possa parecer um bando de senhores discutindo quem irá governar a parada toda depois do massacre em Porto Real, essa é uma tradução bem fiel de como a política real resolve um pós-guerra.

Mesmo com algumas inconsistências na construção desse (anti)clímax, a série conseguiu traduzir que em negociações do tipo não há glamour. O que assistimos ali foi a reorganização política de um país. Westeros abandonou a monarquia e virou uma oligarquia. Certamente uma evolução, mas nada tão progressista quanto o pedido de diretas já de Sam. Sim, a roda foi destruída, mas a que foi posta no lugar aproveitou as engrenagens que sobraram.

Não me incomoda nesse aspecto a forma sem glamour que tudo se deu. O que enfraquece a sequência são novamente inconsistências de roteiro. A decisão de dar um salto temporal é pratica e já fora utilizada pela série. Contudo, as lacunas não foram bem trabalhadas. Dá a entender que os senhores de Westeros fizeram um cerco a Porto Real. Por que as Tropas de Daenerys conseguiram se manter tão poderosas a ponto de manter Jon Snow preso e barganhar sua punição? Por que os aliados de Daenerys, como Yara Greyjoy, aceitaram tão bem a derrota de Daenerys? Por que os senhores de Westeros aceitaram sem nenhuma oposição a independência do Norte e o reinado de Bran?

Muitas lacunas podem ser respondidas com certa criatividade dos fãs. Não, não quero tudo mastigado da série. GoT nunca foi assim e as melhores narrativas deixam espaços para serem completadas pelo público. Porém, antes, a construção permitia que deduzíssemos e tapássemos os buracos. Neste final, dependíamos apenas da nossa criatividade.

HISTÓRIA, ESTÓRIAS…

Um dos pontos altos do episódio foi Tyrion. Mesmo sendo incoerente um prisioneiro falando tanto em uma reunião decisiva – pensava-se que com o salto temporal ele já estaria solto – sua fala fortaleceu um elemento importante de GoT, a força das histórias. O discurso de Tyrion ecoou sua conversa com Varys no episódio da Batalha de Água Negra, sobre quem o mercenário deveria seguir. A resposta era: em quem ele acreditar. E em quem um povo acredita mais do que tudo: na sua história. Visto de forma otimista, um povo se mantém unido por tradições e história comuns. Sendo mais cínico, o povo se mantém unido a depender da narrativa que lhes contarem…

O PROTAGONISMO STARK

 

Talvez os livros não tenham protagonistas. Mas, a série deu o protagonismo aos Starks. Não quero aqui entrar na conversa do gostei ou não gostei, mas discutir se o final dos quatro Starks foi coerente.

Os dois finais mais redondos são os de Arya (Maisie Williams) e Sansa (Sophie Turner). Plenamente coerente com o desenvolvimento das personagens. Arya desde sua primeira aparição era indomável. Torná-la uma desbravadora dos mares é uma conclusão lógica. Sansa foi uma das poucas coisas bem trabalhadas nesta oitava temporada; foi nela que a personagem ganhou o direito de ser a Rainha do Norte.

O final de Bran pareceu o mais forçado. Seu arco apontava para um final fantasioso, como ir para além da muralha assumir de vez o posto de Corvo de Três Olhos. Exceto pelo fim da ameaça do Rei da Noite, nada indicava em sua jornada este final. Há um “q” de poético em sua coroação. Porém, toda a dimensão fantástica do personagem foi esquecida. Enfim, certamente será um dos muitos aspectos deste encerramento que gerará debate entre os fãs nos próximos anos.

Por fim, Jon Snow! Ele começou como bastardo, fora do contexto da guerra pelo trono. Sua trajetória em muito emulou a jornada do herói, que acabou sendo (mal) desconstruído pela série. Deslocado do desfecho do plot do Rei da Noite, restou-lhe a função de libertar Westeros da ameaça Daenerys. O arranjo político envolvendo a suposta pena de exílio na Patrulha da Noite foi visto por alguns como incoerência. Podemos pensar nisso como uma tentativa dos nobres de Westeros enganar os Imaculados, afinal, a Patrulha já havia sido extinta e o próprio Norte independente não iria manter seu filho mais nobre em cárcere.

Mesmo tendo uma reta final problemática, Jon Snow terminar como Rei do Povo Livre foi coerente com a sua jornada. Ele não pertencia mais a Westeros. Ele estava destinado a viver no verdadeiro norte. Eu teria preferido que ele rumasse ao Norte como Azor Ahai após derrotar o Rei da Noite, como uma espécie de eterno protetor da luz. Mas a série nos reservou outra coisa.

ACABOU

Poderia ficar aqui falando de outros tantos erros e acertos deste episódio ou da temporada. Mas isto seria desnecessário. Game of Thrones é muito maior do que os erros do seu final. É uma série que conseguiu ser um evento social, mobilizando pessoas ao redor do mundo diante da televisão. Possivelmente, foi a última narrativa televisiva a conseguir isto. Sim, ainda virão muitas séries e vamos continuar discutindo, criando teorias e nos emocionando. Porém, esta sensação de comunhão, de estarmos todos sentados na mesma sala de estar (virtual), a conversa no trabalho no dia seguinte, isto não deve se repetir. E nem mesmo os erros desta última temporada apagará!

E aí, o que achou deste episódio? E da temporada? E de Game of Thrones?!

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre o a série. O bate papo do sexto episódio vocês podem conferir aqui. Na quarta, realizaremos outra live para discutir a série como um todo. Não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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10 Filmes de Amor ao EXTREMO!

Analisar os caminhos para o amor muitas vezes nos coloca diante de recortes violentos provocados por psicopatias que surgem a partir de uma relação. Pensando nesse recorte sobre as emoções, separamos abaixo uma lista com 10 filmes de amor ao extremo!

 

O Lobo Atrás da Porta

Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.

 

Decisão de Partir

Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan Jang Hae-joon (Park Hae-il) que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona, é casado, e se afunda perto da linha da obsessão no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Só que ao longo dos dias que se passam, o detetive acaba se interessando além da conta pela misteriosa mulher.

 

Instinto Selvagem 

Na trama, acompanhamos um detetive que se envolve em uma intrigante investigação de assassinato e acaba sendo seduzido pela principal suspeita do caso.

 

Ata-me!

Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.

 

Louca Obsessão

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

O Homem Invisível

Na trama, somos apresentados a arquiteta Cecília Kass (Elisabeth Moss), uma mulher que está em plena fuga de seu casamento obsessivo com Adrian (Oliver Jackson-Cohen) e busca refúgio em sua irmã Emily (Harriet Dyer) e na casa do amigo policial James (Aldis Hodge). Tudo ia indo bem até que após ser anunciado o suicídio de Adrian, Cecília passa a ser perturbada por situações inusitadas como se um homem invisível estivesse a perseguindo, fato que se mostra verdade quando descobrimos que seu ex-marido, um bilionário do ramo da tecnologia, vinha desenvolvendo um trajeto inovador que transformava a pessoa em um ser invisível. Lutando para provar seus argumentos, a protagonista embarca em uma perigosa jornada rumo novamente à liberdade.

 

Assédio Sexual

Dirigido pelo cineasta Barry Levinson e estrelado por Michael Douglas e Demi Moore, baseado no livro homônimo do grande escritor Michael Crichton , Assédio Sexual possui uma narrativa que aborda crimes empresariais e o assédio nas empresas. O longa-metragem, que faturou 4 vezes mais do que custou, nos mostra a trajetória de um executivo que sofre um assédio e acaba envolvido em uma trama que envolve chantagens e outras questões.

 

Atração Fatal

Dirigido pelo cineasta britânico Adrian Lyne, em Atração Fatal acompanhamos a história de um advogado casado que acaba traindo sua esposa com uma mulher. Quando resolve terminar de vez esse caso, a mulher não aceita ser rejeitada e passa a infernizar sua vida e a de sua família. O projeto é baseado no curta-metragem Diversion de James Dearden.

 

O Garoto da Porta ao Lado

Na trama, acompanhamos uma professora de meia idade que acabara de deixar o marido após uma traição dele. Certo dia, conhece Noah (Ryan Guzman), o sobrinho de seu idoso vizinho. Após uma série de troca de olhares, a professora se rende ao jovem mas ao longo de tempo percebe que se meteu em uma furada já que o seu affair é um desequilibrado que passa a persegui-la.

 

Medo

Dirigido por James Foley, nesse suspense acompanhamos a história de Nicole que encontrou em David a realização de um grande amor. Mas aos poucos ela vai percebendo que esse homem esconde outros lados.

10 Filmes de GRANDES Diretores em 2020

Quando amamos filmes de verdade, começamos a prestar atenção em que está em seu comando. Acertar uma vez na direção de um filme é uma tarefa louvável, já que uma produção cinematográfica é algo dificílimo de ser alcançado. Agora, imagina acertar duas, três, quatro, cinco vezes (e por aí vai), até escrever seu nome entre os grandes cineastas da sétima arte. Na verdade, alguns conseguem deixar sua marca logo no primeiro trabalho ou no segundo. É o caso, por exemplo, de Quentin Tarantino, um dos diretores mais cultuados do público desde sua explosão na década de 1990.

Por falar em Tarantino, ano passado o cineasta entregou sua mais recente obra-prima, Era uma Vez em Hollywood. Outros diretores de prestígio que marcaram presença engrandecendo 2019 foram Martin Scorsese (O Irlandês), Sam Mendes (1917), J.J. Abrams (A Ascensão Skywalker), James Gray (Ad Astra), Jordan Peele (Nós), Clint Eastwood (Richard Jewel), Ang Lee (Projeto Gemini) e o nosso Fernando Meirelles (Dois Papas), só para citar alguns. É claro que nem todos os filmes de grandes diretores terminam agradando, mas o fato é, são importantes o suficiente para despertar a atenção do grande público e cinéfilos, muito em especial devido ao que foi conquistado ao longo de uma carreira sólida por seu diretor.

E como todo ano é sempre a mesma coisa, em 2020 igualmente seremos servidos por projetos de grandes realizadores. Tarefa difícil mesmo é separar somente alguns. Mas sem delongas, vamos conhecer a nova lista que o CinePOP separou para você, com os 10 Filmes de Grandes Diretores ainda para 2020. Vamos lá.

Christopher Nolan | Tenet

O jovem Robert Pattinson está com tudo mesmo. Depois de ter deixado para trás a má reputação gerada pela franquia Crepúsculo, o sujeito foi eleito o novo Batman do cinema, e inclusive já apareceu vestido no traje em fotos e vídeos. Antes disso, porém, dando mais credibilidade ainda à sua reinvenção, ele será um dos protagonistas do novo trabalho de ninguém menos que Christopher Nolan.

A frase “In Nolan We Trust” tem motivo de ser, já que o diretor britânico de 49 anos se consolidou como um dos maiores e melhores contadores de história do cinema atual, agradando gregos e troianos (deixando de fora só os chatos de plantão mesmo). Com uma filmografia invejável de obras como Amnésia (2000), a trilogia do Cavaleiro das Trevas (2005, 2008 e 2012), A Origem (2010), Interestelar (2014) e Dunkirk (2017), além de 5 indicações ao Oscar, Nolan se tornou um destes cineastas que despertam atenção até no comando de comerciais de margarina.

Com uma sinopse completamente nebulosa até o momento, assim como a maioria de seus filmes antes da estreia, Tenet é uma ambiciosa ficção científica de ação nos moldes revolucionários de A Origem. Justamente por isso, muitos especulam se tratar de algo dentro do mesmo universo – ou talvez até mesmo uma sequência ou pré-sequência. O que foi revelado até agora é que envolve o mundo da espionagem, evolução e viagem no tempo, com os protagonistas possivelmente tentando impedir a Terceira Guerra Mundial. Além de Pattinson, o elenco traz ainda John David Washington, de Infiltrado na Klan (2018). A estreia é no dia 16 de julho.

Denis Villeneuve | Duna

Por falar em projeto ambicioso, assim como Nolan, o franco-canadense Denis Villeneuve conseguiu reunir em sua filmografia o melhor dos dois mundos, ou seja, produções extremamente elogiadas pela crítica e filmes que podem ser consumidos pelo grande público – longas de entretenimento com conteúdo. Na carreira do cineasta, produções como Incêndios (2010), Os Suspeitos (2013), Sicário (2015), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017). Além da indicação ao Oscar como diretor por A Chegada.

Pelos últimos dois filmes de Villeneuve podemos perceber que o artistas tem se especializado na ficção científica, caminho por onde seguirá em seu mais novo trabalho a ser lançado este ano. Villeneuve decidiu dar um tempo de projetos originais, e depois de continuar uma das ficções mais enaltecidas da sétima arte, com a sequência de Blade Runner, ele agora investe numa reimaginação do clássico Duna (1984), de David Lynch.

Igualmente baseado no livro quase intranscritível de Frank Herbert, a história espacial no clima de Star Wars fala sobre um herdeiro de uma linhagem confiado com a proteção do bem mais precioso e vital para a preservação da galáxia. Com um elenco verdadeiramente estelar, encabeçado por Timothée Chalamet e nomes como Zendaya, Jason Momoa, Javier Bardem, Oscar Isaac, Josh Brolin, Dave Bautista e muitos outros, a estreia ocorre no dia 18 de dezembro nos EUA.

Steven Spielberg | West Side Story

Este dispensa apresentações. Provavelmente o diretor mais famoso na face da Terra, Steven Spielberg é o nome por trás de grandes sucessos do cinema como E.T. – O Extraterrestre (1982), Tubarão (1975) e os filmes de Indiana Jones (1981, 1984, 1989 e 2008). E é claro, 17 indicações ao Oscar, e quatro estatuetas: duas por A Lista de Schindler (melhor diretor e filme), uma como diretor por O Resgate do Soldado Ryan e um honorário.

O novo trabalho de Spielberg também é uma reimaginação, esta de um clássico de 1961, baseado no livro de Arthur Laurents, intitulado por aqui como Amor, Sublime Amor. A história é uma espécie de Romeu e Julieta, passada num bairro latino de Nova York na década de 1960. Ah, sim, trata-se de um musical. O original ganhou nada menos que 10 Oscar, incluindo melhor filme. A estreia do novo West Side Story está programada igualmente para o dia 18 de dezembro nos EUA, onde irá colidir diretamente com Duna. E aí, em qual você coloca seu dinheiro?

David Fincher | Mank

Fincher é outro diretor extremante celebrado devido a seus filmes de suspense sempre estilosos, donos de grandes atuações e conteúdo. Em seu currículo, obras como Seven (1995), Clube da Luta (1999), Zodíaco (2007) e Garota Exemplar (2014), seu último trabalho até então – se não contarmos a série Mindhunter (2017 e 2019).

Assim como os colegas acima, Fincher já foi indicado duas vezes ao Oscar, como diretor por O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e A Rede Social (2010). E como novo trabalho do meticuloso cineasta, um filme que fala sobre filmes. E sobre uma das produções considerada a melhor de todos os tempos por muitos: Cidadão Kane (1941). A ambiciosa obra de Orson Wells vira foco do novo projeto de Fincher, escrito por ninguém menos do que seu falecido pai Jack Fincher – ou seja, o longa não poderia ser mais pessoal para ele. A trama narra o tumultuado desenvolvimento do roteiro do filme, criado por Herman J. Mankiewicz, daí o título da obra. A estreia de Mank para 2020 ainda não foi definida, mas devemos ver o filme preparado para disputar prêmios.

Anthony e Joe Russo | Cherry

Os irmãos Russo escreveram seu nome na história a se tornarem os homens de confiança do mega empresário Kevin Feige e da Marvel Studios. Podemos afirmar com certeza que, após a saída de Joss Whedon, os Russo foram responsáveis por construir o que temos hoje em matéria do MCU. Saídos do comando de filmes cômicos dispensáveis (vide Dois é Bom, Três é Demais, 2006), e séries humorísticas como Arrested Development e Comunity, os cineastas se reinventaram como diretores de blockbusters de ação e viraram queridos dos jovens e nerds de plantão por causa de filmes como Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Guerra Civil (2016), Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

Depois de concluírem a mais recente fase na Marvel e ainda sem confirmação de um retorno a qualquer projeto da casa, os Russo lançam sua primeira obra original longe do MCU. Isto é, original no cinema, já que Cherry é baseado no livro de Nico Walker e narra uma história dramática recheada de adrenalina, sobre um médico do exército que se torna ladrão de banco a fim de acertar uma conta devido a seu vício de drogas desenvolvido. E quem vocês perguntam irá protagonizar o filme para os irmãos? Acertou quem disse o menino de ouro da casa, Tom ‘Homem-Aranha’ Holland. A data de estreia ainda não foi definida.

Spike Lee | Da 5 Bloods

Um dos maiores representantes do cinema racial negro nos EUA, Spike Lee se tornou uma verdadeira lenda incômoda do cinema de Hollywood, ainda no começo da década de 1980. No último ano de tal década, ele já entregava sua obra-prima, Faça a Coisa Certa (1989), dona de um grande fervor implícito em seu conteúdo. Polêmicos, Faça a Coisa Certa e Lee foram marginalizados e subestimados, trilha que o diretor seguiu por toda a sua carreira. Depois de alguns projetos pessoais no início, e de se envolver em certos escândalos em sua vida privada, Lee viu muitos de seus trabalhos recentes passarem longe dos radares – no Brasil muitos sequer chegando, ou sendo lançados direto em vídeo.

Mesmo assim, Spike Lee coleciona quatro indicações ao Oscar, e duas estatuetas, uma delas honorária. A outra o diretor ganhou ano passado, quando lançou o que é provavelmente o maior sucesso de carreira, misturando bem elogios da crítica e uma boa bilheteria. É claro que falamos de Infiltrado na Klan (2018), obra indicada para 6 Oscar, incluindo melhor filme, diretor, e vencedor de melhor roteiro adaptado, também para Lee. Este ano, o cineasta aposta numa guerra diferente, voltando no tempo para a época do Vietnã em Da 5 Bloods, que tem roteiro do próprio. Na trama, um grupo de veteranos de tal conflito volta para a floresta tentando recuperar a inocência que perderam. Chadwick Boseman, o Pantera Negra, é quem protagoniza. O filme ainda não definiu sua data de estreia, mas deve ser exibido antes em festivais pelo mundo.

Sofia Coppola | On the Rocks

Sofia Coppola é importante para a história do cinema pois é uma das únicas 5 mulheres do mundo a ter sido indicada na categoria de diretora no Oscar. Na verdade a terceira da história. Ou seja, um verdadeiro marco da sétima arte. Se levarmos em conta que ela o fez ainda em seus 33 anos de idade, a coisa fica ainda mais impressionante. Além da indicação como diretora, Coppola ainda tem uma indicação como produtora e a vitória como roteirista, todas pelo cultuado Encontros e Desencontros (2003). Seu último trabalho como diretora até então foi o remake de O Estranho que Nós Amamos (2017) – filme que passou relativamente em branco.

Em 2020, Sofia sai de suas férias de três anos para um novo filme protagonizado por seu “muso” Bill Murray. Na trama, escrita por ela mesmo, uma jovem mãe decide se reaproximar de seu pai, um playboy extravagante em uma aventura através de Nova York. Os melhores filmes de Sofia são os mais pessoais para ela. Assim, suas experiências reais em Encontros e Desencontros e Um Lugar Qualquer retratavam sua alienação na infância e juventude, sendo criada em quartos de hotéis e países estranhos a fim de acompanhar seu pai, o diretor Francis Ford Coppola. Aqui, como podemos perceber, ela volta a focar no relacionamento com o pai, agora em nova fase da vida para ambos. On the Rocks também ainda não possui data de estreia.

Edgar Wright | Last Night in Soho

Diretor inglês, o jovem de 45 anos se tornou um favorito dos fãs do cinema cult graças à chamada trilogia do Cornetto: Todo Mundo Quase Morto (2004), Chumbo Grosso (2007) e Heróis de Ressaca (2013) – filmes de terror/ficção/comédia/ação protagonizados por Simon Pegg e Nick Frost. Fora estes três famosos trabalhos, Wright ganharia um público mais abrangente com a adaptação dos quadrinhos Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010) e o que é provavelmente seu filme mais lucrativo e celebrado, Em Ritmo de Fuga (Baby Driver, 2017).

Este ano, o cineasta irá apostar num gênero inédito em sua carreira, seu primeiro terror dramático declarado. Aparentemente, nada de gracinhas por aqui. Será? Protagonizado por Anya Taylor-Joy (A Bruxa) na pele de uma jovem apaixonada por moda e alta costura, a trama envolve viagem no tempo, quando ela se vê capaz de retornar para a Londres da década de 1960, onde conhece um ídolo. No entanto, esse período se mostrará pouco convidativo, e ela começará a presenciar estranhos eventos interligados com sua “dobra no tempo”. O filme está programado para o dia 24 de setembro no Brasil.

Jason Reitman | Ghostbusters: Mais Além

Filho de peixe…, Jason Reitman, filho do veterano Ivan Reitman, é um dos mais celebrados jovens diretores a ter surgido na última década, e com 42 anos de idade apenas e já 8 filmes de prestígio no currículo – além de 4 indicações ao Oscar – podemos afirmar que o sujeito é um verdadeiro prodígio. Em seu acervo cinematográfico, obras como Obrigado por Fumar (2005), Juno (2007), Amor Sem Escalas (2009), Jovens Adultos (2011) e o recente Tully (2018).

Os Caça-Fantasmas (1984) é um dos filmes mais queridos saídos da década de 1980, e da história do cinema entretenimento de forma geral. Até mesmo sua continuação bem abaixo do original, lançada em 1989, desenvolveu seguidores e fama de cult. Infelizmente, a tão sonhada terceira parte ficou décadas no limbo até a Sony desenvolver um projeto protagonizado por um quarteto de mulheres – o que é uma ideia ótima, porém, o resultado ficou muito aquém. Para tentar colocar a franquia nos eixos, ninguém melhor do que o filho talentoso do diretor original. Assim, Reitman tentará fazer direito, entregando uma digna passagem de bastão, dos antigos Caça-Fantasmas para uma nova geração. Ghostbusters: Mais Além estreia no dia 20 de agosto.

Ridley Scott | The Last Duel

Com uma carreira mais que sólida no cinema, iniciada ainda na década de 1970, o veterano Ridley Scott coleciona diversos hits em sua filmografia. Só no terreno da ficção, possui ícones como Alien e Blade Runner. Em matéria de filme adorado por todos os gostos, temos Gladiador (2000), por exemplo, seu longa mais famoso e prestigiado, vencedor de 5 Oscar incluindo melhor filme. Scott já foi indicado para 4 Oscar como diretor, mas o que falta na carreira deste monstro da sétima arte, de 82 anos, é uma estatueta da Academia para coroar sua obra.

Se sentindo nostálgico nos últimos anos, Scott retornou à suas obras celebradas de início de carreira. Primeiro, revisitou Alien (1979), seu segundo filme, duas vezes, com Prometheus (2012) e Alien Covenant (2017). Depois foi a vez de retornar ao universo de Replicantes e Caçadores de Androides em Blade Runner 2049 (2017), como produtor. Além destes, a continuação de Gladiador (?!) é anunciada. Particularmente, gostaria de ver o retorno de Tom Cruise ao mundo mágico de A Lenda (1985). Enquanto este dia não chega, ficamos com uma espécie de volta ao primeiro filme do diretor, Os Duelistas (1977) – sobre duelos de nobres na França de 1800.

Este ano, Scott finaliza The Last Duel, filme de tema idêntico – embora não uma refilmagem. Baseado no livro de Eric Jager, a obra tem adaptação de ninguém menos que a dupla Matt Damon e Ben Affleck, o primeiro que criam em colaboração desde o premiado Gênio Indomável. E assim como o filme Oscarizado de Gus Van Sant, Damon e Affleck também protagonizam aqui – num elenco que conta ainda com Adam Driver. Nem precisa dizer que é imperdível, certo? A estreia é no dia 25 de dezembro nos EUA, devendo chegar no resto do mundo em 2021.

Bônus:

Marco Dutra | Todos os Mortos

Não podíamos terminar a lista sem um diretor brasileiro, por isso resolvemos incluir um dos cineastas mais interessantes de nosso país em atividade. Dramas sociais, comédias românticas e escrachadas, e Favela Movies são ótimos, mas é preciso que invistamos em outros gêneros cinematográficos para abrir porta a uma produção mais heterogênea em nosso cinema. E Dutra pega geralmente este filão, se tornando um de nossos mais fortes representantes. Seus trabalhos são contundentes e não esquecem o conteúdo de crítica.

Em sua filmografia (geralmente em parceira com a amiga Juliana Rojas), o cineasta coleciona trabalhos exemplares como Quando Eu Era Vivo (2014), O Silêncio do Céu (2016) e o recente As Boas Maneiras (2017). Este ano, Dutra investe num drama sobre um tema que tem sido assunto de algumas produções nacionais de gênero, como o terror e o suspense: a hereditariedade da escravidão. Obras recentes como O Nó do Diabo (2018), de Ian Abé, e O Juízo (2019), escrito por Fernanda Torres e dirigido por Andrucha Waddington, abordaram o tema. Agora, é a vez de Dutra dar sua visão única, numa história passada em 1899, sobre a relação de duas famílias, uma negra e outra escravista. A data de estreia ainda não foi definida.

Os Trapalhões na Amazon Prime Video!

Você sabia que nos anos 80 Os Trapalhões dominavam as bilheterias brasileiras, sem dar chance inclusive para as superproduções de Hollywood? Os filmes do quarteto cômico eram a sensação da época no cinema – essa era a fase de sua maior popularidade. Segundo dados da própria ANCINE (a agência nacional de cinema do país), nesta época 13 filmes dos Trapalhões figuraram entre as 20 maiores bilheterias de nosso país. Já imaginou?

Renato Aragão, o eterno Didi, já havia talhado a alcunha como Trapalhão desde meados da década de 1960. Mas a “equipe oficial” com Dedé, Mussum e Zacarias surgiu uma década depois, em 1973, em um programa humorístico aos sábados na extinta rede Tupi. Quatro anos depois, em 1997, mudavam-se para a mais abrangente TV Globo e foi nessa fase que grande parte do público os conheceu, e fez deles um enorme sucesso. O auge, como dito, foram os anos 80, onde todos lembram até hoje de seu programa dominical, que ia ao ar antes do Fantástico.

Essa enorme popularidade na TV, em especial com as crianças, foi levada de maneira sábia aos cinemas, aproveitando o toque de midas do quarteto. Quem cresceu na época certamente lembra de ter assistido a algum dos filmes dos humoristas nas telonas. Esse foi o primeiro contato que muitos de nós tivemos com a sétima arte – como sempre buscando o entretenimento em família. E ninguém melhor para fornecer isso na época do que os Trapalhões. Para termos uma ideia, nessa fase de popularidade máxima, o quarteto lançava dois filmes por ano, chegando inclusive a lançar três longas em um determinado ano.

E foi justamente nessa época que, como citado, os filmes dos Trapalhões não davam folga para as superproduções Hollywoodianas, que chegavam e muitas vezes eram esmagadas pela força dos humoristas de nosso país. Isso nunca mais se repetiu. Esse foi o auge do cinema entretenimento brasileiro. Os filmes dos Trapalhões muitas vezes eram sátiras em cima de personagens e histórias bastante conhecidas, como os Três Mosqueteiros, ‘O Mágico de Oz’, ‘O Auto da Compadecida’ e até aventuras espaciais, pegando carona em ‘Star Wars’.

Justamente por isso, não deixa de ser uma surpresa muito bem-vinda saber que a Amazon Prime Video disponibilizou de forma INÉDITA no streaming nada menos do que 19 filmes do trupe em seu acervo. Abaixo iremos dar uma olhada nos selecionados. Confira e depois corra para assistir os filmes, que são verdadeiras pérolas cômicas de nosso cinema.

Os Saltimbancos Trapalhões (1981)

Provavelmente o maior clássico dos Trapalhões, esse longa marcou época e definiu bastante o sentimento do que era o quarteto na época. Os quatro interpretam parte de uma trupe de circo, explorados por seu patrão. O filme possui canções de Chico Buarque e em 2017 gerou uma continuação tardia.

Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987)

Na infância de muitos da geração anos 80, nada de Selton Mello e Matheus Nachtergaele, a forma que ficamos familiarizados com a obra de Ariano Suassuna foi com este longa estrelado pelos Trapalhões – que reconta de forma hilária a história, trazendo Didi como João Grilo e Dedé como Chicó.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (1984)

E o que dizer da versão de ‘O Mágico de Oz’ (1939), clássico dos clássicos, estrelada pelos Trapalhões? Muito antes de ‘Wicked’ ser uma investida nova no clássico do cinema, os Trapalhões estavam lá e fizeram primeiro. Como sempre Didi comanda a festa, seguido por Dedé como o Leão, Mussum como o Homem de Lata e Zacarias como o Espantalho.

A Princesa Xuxa e os Trapalhões (1989)

Em meados dos anos 80, uma figura muito importante para a cultura pop do Brasil surgia em cena: Xuxa. Seus filmes, assim como o dos Trapalhões faziam enorme sucesso. Assim não demorou para o “crossover de milhões” acontecer. E ele surgiu no fim da década. A trama espacial apresenta uma aventura intergalática repleta de efeitos.

O Casamento dos Trapalhões (1988)

Vivendo como caipiras do interior, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são irmãos. Mas quando Didi vai até a cidade e arruma uma noiva, a dinâmica do quarteto começa a mudar. Este é outro dos filmes que marcaram época se tornando um dos mais famosos da trupe.

Os Trapalhões e o Rei do Futebol (1986)

No mesmo ano de ‘Top Gun’, os Trapalhões lançavam seu filme com o Rei do Futebol, aproveitando a enorme popularidade do Rei Pelé internacionalmente. E não, não é nesse filme que Pelé xinga uma mulher gerando o famoso meme.

Uma Escola Atrapalhada (1990)

Neste filme, os Trapalhões se tornam coadjuvantes da história, inteiramente passada em um colégio, que precisa ser salvo de inescrupulosos empresários. Os verdadeiros protagonistas são a garotada que interpreta os alunos. Eles são encabeçados pela mocinha Tamí (Angélica) e o rebelde Carlão (Supla).

Adorável Trapalhão (1967)

Esse é de uma época que precede o quarteto. Aqui temos apenas Renato Aragão protagonizando, como um sujeito que tenta arranjar uma namorada para seu patrão. A produção é em preto e branco.

O Cangaceiro Trapalhão (1983)

Outro clássico muito famoso dos Trapalhões, aqui a brincadeira é em cima do mito de Lampião, o mais temido cangaceiro do sertão. Didi é confundido com um homem valente, e entra em um grupo de cangaceiros assumindo a alcunha de “Lamparino”.

O Trapalhão na Ilha do Tesouro (1975)

Nessa época, o famoso quarteto ainda não havia sido formado. Assim, nessa aventura que brinca com o gênero bucaneiro, de capa e espada, piratas e o clássico de ‘A Ilha do Tesouro’, apenas Didi e Dedé estão no elenco.

Cinderelo Trapalhão (1979)

Aqui já tínhamos o time inteiramente formado. Na trama, Didi realiza uma façanha ao derrubar um touro bravo e é visto como valente pelo trio de amigos. Assim, eles são incumbidos de defender uma família humilde de um poderoso coronel das redondezas.

Ali Babá e os 40 Ladrões (1972)

Curiosamente, esse é um dos poucos filmes que não leva a palavra ‘Trapalhão’ no título. Aqui temos o título até bem tradicional para o conto, que você já imagina qual seja. Didi vive o Ali Babá do título, um sujeito desafortunado, que vê uma oportunidade de mudar sua vida e de sua namorada. Para isso precisará encarar uma quadrilha de contrabandistas. Essw também é de uma época anterior ao quarteto.

O Incrível Monstro Trapalhão (1981)

Tudo entra na dança aqui, e o filme mistura inclusive o clássico ‘Superman’, sucesso nos cinemas então. A verdadeira sátira aqui é em cima de ‘O Médico e o Monstro’, com Didi na pele de um cientista que termina se transformando em um homem superforte, porém, monstruoso.

Os Trapalhões na Serra Pelada (1982)

A Serra Pelada foi notícia pelo mundo na década de 1980 por ser o maior garimpo a céu aberto do mundo – foi uma verdadeira corrida pelo ouro aqui no Brasil. Na trama, o quarteto se aventura no local e precisa lidar com homens poderosos que escravizam seus garimpeiros.

Os Fantasmas Trapalhões (1987)

E se o grupo Polegar participou de ‘Uma Escola Atrapalhada’, três anos antes outra “boyband” tupiniquim estrelava um filme dos Trapalhões. O grupo Dominó marcou presença nesta aventura, que leva o quarteto até um castelo assombrado na Itália.

Robin Hood – O Trapalhão da Floresta (1974)

Outro filme de uma época anterior à formação do quarteto, aqui temos uma sátira em cima da lenda de Robin Hood, adaptada para o olhar cômico de Renato Aragão. Curiosamente, inspirado por Suassuna, Didi vive o personagem Zé Grilo na trama, e o elenco conta ainda com Dedé.

Simbad – O Marujo Trapalhão (1975)

Novamente, apenas Didi e Dedé estrelam nessa aventura, que precede a criação do quarteto como ficariam mais conhecidos. Aqui, temos uma aventura marítima, tendo como inspiração o conto de Sinbad, a lenda dos sete mares.

Os Trapalhões no Reino da Fantasia (1985)

Um dos filmes mais divertidos e criativos do quarteto, a aventura leva os humoristas até o parque de Beto Carrero, enquanto perseguem criminosos. Assim, o saudoso caubói brasileiro, que era uma espécie de super-herói de nosso país, se junta aos Trapalhões para distribuir muitos sopapos. Quem estrela também é Xuxa no papel de uma freira. Fora isso, 20 minutos do filme são inteiramente criados em animação, desenhada por ninguém menos que Mauricio de Sousa.

Os Três Mosquiteiros Trapalhões (1980)

Sacou o trocadilho? Sim, esses são os mosquiteiros e não os mosqueteiros. Isso porque Dedé, Zacarias e Mussum vivem um trio de jardineiros, partindo atrás de pedras preciosas em Foz do Iguaçu. Didi se junta a eles, como o tratador de aves Zé Galinha.

‘Legends of Tomorrow’: 4ª temporada ganha novos trailers cheios de ação; Confira!

A 4ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ ganhou novos trailers cheios de ação.

Confira:


O próximo ano deve abordar a tão comentada bissexualidade de John Constantine nos quadrinhos. Agora que o ator Matt Ryan foi promovido a personagem regular na série, a nova temporada irá estabelecer uma antiga relação amorosa de Constantine com um homem, que teve um desfecho trágico e que ainda assombra o personagem até os dias de hoje.

Legends of Tomorrow retorna para sua quarta temporada no dia 22 de outubro.

‘Monstro do Pântano’: Terceiro episódio ganha novas imagens promocionais; Confira!

O terceiro episódio de ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing) ganhou as primeiras imagens promocionais.

Confira:

O terceiro episódio, intitulado He Speaks (Ele Fala, em tradução livre), irá ao ar no dia 14 de junho.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série será para maiores de 18 anos.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Adrienne Barbeau, Jennifer Beals, Virginia Madsen, Ian Ziering, Will Patton, Andy Bean, Derek Mears, Kevin Durand, Henderson Wade, Jeryl Prescott e Maria Sten.

Infelizmente, a série já foi cancelada depois de apenas um episódio exibido.

‘Lizzie McGuire’: Revival com Hillary Duff pode ser engavetado

De acordo com o Variety, o revival de ‘Lizzie McGuire‘ pode estar correndo o risco de ser engavetado. Depois do afastamento da showrunner Terri Minsky, o site afirma que a Disney e atriz Hillary Duff estão tendo problemas para entrar em um acordo criativo.

Segundo fontes, a Disney estaria buscando um novo showrunner que possa equilibrar as duas visões para a produção, mas uma possível mediação parece pouco provável.

Vale lembrar que, após a notícia de que o spin-off de ‘Com Amor, Simon‘ seria mudado da Disney+ para a plataforma Hulu – por não trazer uma abordagem “familiar demais”, a atriz Hillary Duffy sugeriu que os entraves em sua série também seriam pelos mesmos motivos.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Duffy compartilhou um print de uma matéria sobre a mudança do spin-off em questão, com a legenda “me parece familiar“.

Sua observação bem sugestiva deixa a entender que a saída do showrunner de ‘Lizzie McGuire‘, Terri Minsky, teria sido pelas mesmas razões. Talvez a nova leva de episódios estivesse seguindo por uma perspectiva mais madura e voltada para o os jovens adultos e não para o público infantil, como originalmente era com a série original nos anos 2000.

Confira sua publicação, feita nos stories de sua conta do Instagram:

A família McGuire está com seu retorno garantido, o que significa que Hallie Todd, Robert Carradine e Jake Thomas vão reprisar os seus papéis de mãe, pai e irmão de Lizzie, respectivamente. 

Confira:

A Disney+ custa US$6,99 por mês e ainda vai contar com uma vasta biblioteca fílmica, trazendo as produções da Marvel, Pixar, Disney, Buena Vista e de suas demais divisões. O serviço chega ao público norte-americano em 12 de novembro, com seu lançamento na América Latina agendado apenas para 2020.

Lizzie McGuire‘ contou com duas temporadas, exibidas entre os anos de 2001 e 2004. Em 2003, a produção ganhou seu próprio filme para TV.

‘As Criaturas Atrás das Paredes’: Jordan Peele irá produzir o remake!

De acordo com o Collider, Jordan Peele (‘Corra!‘) irá produzir o remake do terror ‘As Criaturas Atrás das Paredes‘, que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Apesar de não ser esperado que o cineasta dirija a produção, o site afirma que há possibilidades dele será responsável pelo roteiro.

O longa original, dirigido por Wes Craven e lançado em 1991, seguia dois adultos e um jovem invadindo uma casa ocupada por dois irmãos e uma criança roubada. Lá, eles têm que lugar pelas suas vidas.

Vale lembrar que, há alguns anos, o canal SyFy chegou a desenvolver uma série baseada no longa, mas o projeto foi engavetado.

Novas informações sobre o remake deve ser divulgadas em breve.

‘A Morte do Demônio’: Jogo baseado na franquia será lançado em 2022, confirma Bruce Campbell

Durante uma sessão de perguntas e respostas em Nova York para promover o aniversário de 40 anos do clássico original ‘A Morte do Demônio‘, Bruce Campbell, o eterno Ash, confirmou que o jogo baseado na franquia, ‘Evil Dead: The Game‘, está programado para ser lançado apenas em fevereiro de 2022.

O ator declarou que o motivo do atraso para o lançamento é que os desenvolvedores, a Saber Interactive, quer testar mais uma grande atualização antes do lançamento oficial.

“O problema com esses jogos é que eles os fazem e, então, eles logo precisam atualizar, pois se tornam rapidamente ultrapassados,” revela Campbell.

Confira o trailer:

Contendo os modos co-op e PvP, o jogo será lançado para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

“Pela primeira vez, o universo de ‘A Morte do Demônio’ se conecta em uma experiência eletrizante com o herói Ashley J. Williams. Trabalhe em equipe com um time de quatro sobreviventes, explorando, criando, controlando o seu medo e encontrando artefatos essenciais para fechar a fenda entre os mundos. Ou possua o controle dos poderosos demônios Kandarianos para caçar Ash e seus amigos através dos Deadites, o clima e até mesmo os próprios sobreviventes enquanto você devora suas almas.”

“Muitas surpresas aguardam nessa batalha sangrenta contra o mal que captura o humor, terror e espírito da franquia. Enfrente a ação em locais memoráveis, incluindo a infame cabana na floresta, e descubra mais de 25 tipos de armas.”

Bruce Campbell retornará como o icônico Ash.

O jogo também contará com o retorno da Dana DeLorenzo (Kelly Maxwell, da série ‘Ash vs. Evil Dead‘), Ray Santiago (Pablo), Marcus Gilbert (Arthur, de ‘Uma Noite Alucinante 3‘) e Richard DeManincor (Scotty, do original ‘A Morte do Demônio‘).

Vale lembrar que um novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, intitulado ‘Evil Dead Rise‘, está em desenvolvimento.

A trama seguirá duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa SutherlandLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido quando demônios são libertados, colocando-as em uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais terrível de família que se pode imaginar.

As filmagens do novo filme estão programadas para o final de 2021, na Nova Zelândia.

Lee Cronin (‘he Hole in the Ground’) será responsável pela direção.

Sam RaimiBruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, serão os produtores da nova versão.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Bridgerton’: 2ª temporada ganha novo teaser LEGENDADO; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser legendado da 2ª temporada de ‘Bridgerton‘.

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Lembrando que os novos episódios estreiam no dia 25 de março, e vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Ghostbusters 2’: Diretor de ‘A Casa Monstro’ vai comandar a sequência

De acordo com o Deadline, Gil Kenan (‘A Casa Monstro’) foi contratado para dirigir a sequência de ‘Ghostbusters: Mais Além‘.

Além disso, foi confirmado que Paul Rudd e Carrie Coon irão reprisar seus papéis no novo filme. Finn WolfhardErnie Hudson também devem retornar.

Anteriormente, a atriz Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) já havia confirmado que irá retornar na sequência.

“Eu tenho perturbado constantemente o diretor Jason Reitman para saber como será a história da sequência. Não faço ideia qual será a direção que ele vai seguir. Mas, se eu soubesse, estaria sentada aqui dizendo ‘Não sei, estou muito ansiosa’. Eu só estou animada para retornar para o segundo filme.”

Ela completa, “Estou ansiosa para interpretar a Phoebe novamente.”

A sequência será lançada nos cinemas em 20 de dezembro de 2023.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:

“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”

Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Diretor revela detalhes sobre a ÚLTIMA temporada de ‘Stranger Things’

Em entrevista ao Collider, o diretor Dan Trachtenberg (‘O Predador: A Caçada’) comentou sobre o que podemos esperar da última temporada de ‘Stranger Things‘.

O aclamado cineasta, que será responsável pela direção de um dos vindouros episódios, afirmou ser um grande fã da produção e revelou que o ciclo final será grandioso.

“Eu estava me preparando para as filmagens antes da greve e criando pré-visualizações para algumas cenas. Será incrível! Eu amo essa série. Acredito que ela tem ficado melhor a cada temporada e, neste ciclo final, os [irmãos] Duffers foram geniais. Eles são ótimas pessoas. E o episódio [que irei dirigir] na quinta temporada será grandioso. Será uma temporada impactante.”

A Netflix havia anunciado o envolvimento do cineasta em junho. Em comunicado oficial, o serviço de streaming declarou: “Preparem-se para retornar à Hawkins. A quinta temporada de ‘Stranger Things’ está cada vez mais perto e um novo membro está se juntando à nossa equipe – Dan Trachtenberg, de ‘Rua Cloverfield, 10’, irá comandar um episódio do último ciclo. Ainda não foi divulgado qual será o capítulo dirigido por ele, mas temos certeza que estamos em boas mãos.”

Embora a série esteja de volta aos trilhos, até o momento, ainda não há uma previsão exata de lançamento para a quinta temporada. No entanto, vale ressaltar que o Sindicato dos Atores de Hollywood (SAG) ainda está em greve, ou seja, as gravações não poderão ser iniciadas.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘X: A Marca da Morte’ e ‘Halloween Ends’ são eleitos os MELHORES SLASHERS da década; Confira o TOP 10!

O The Hollywood Reporter fez um ranking dos 10 melhores filmes slashers da década, e o aclamado ‘X: A Marca da Morte‘ reinou na primeira colocação.

Enquanto alguns títulos favoritos ficaram de fora da lista, o site surpreendeu ao incluir filmes mais desconhecidos como ‘The Ranger‘ e outros que não agradaram muito a crítica na época de seu lançamento, como os divisivos ‘Halloween Ends‘ e ‘Parque do Inferno‘.

Confira o TOP 10 completo:

1. X: A Marca da Morte
2. Halloween Ends
3. Pânico VI
4. In a Violent Nature
5. The Ranger
6. Os Estranhos: Caçada Noturna
7. Morte Morte Morte
8. Parque do Inferno
9. Freaky: No Corpo de um Assassino
10. Terrifier 2

Vale lembrar que ‘MaXXXine‘, última parte da trilogia iniciada por ‘X: A Marca da Morte‘, estreará nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

Confira nossa crítica em vídeo:

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

[SPOILER] deve interpretar o pai do Homem de Aço em ‘Superman’

De acordo com o insider ViewerAnon, a identidade do ator que interpretará o pai do Homem de Aço no vindouro ‘Superman‘ finalmente foi revelada.

Segundo rumores dos testes de exibição, Jor-El será interpretado por Bradley Cooper. O ator já é conhecido no gênero de super-heróis, tendo vivido a guaxinim Rocket na franquia ‘Guardiões da Galáxia‘.

O astro deve aparecer nos primeiros minutos do filme, o que indica que voltaremos a ver a destruição de Krypton e conheceremos o bebê Kal-El antes dele ser enviado para o planeta Terra.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

Vale lembrar que o longa está programado para estrear em 10 de julho.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Turbulência’: Suspense de sobrevivência estilo ‘A Queda’ ganha data de estreia no Brasil

A Diamond Films finalmente anunciou quando o suspense de sobrevivência ‘Turbulência‘ (Turbulence) será lançado no Brasil.

Prometendo terror nas alturas estilo ‘A Queda‘, o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 19 de março.

Na trama, um jovem casal, Zach e Emmy, decide fazer um passeio de balão de ar quente pelos Dolomitas italianos para reacender a chama do relacionamento. Quando eles e o piloto Harry recebem a companhia de uma terceira passageira, Julia, os eventos se desenrolam de maneiras que jamais poderiam imaginar a cinco mil metros de altura. Neste thriller de ação eletrizante, o que deveria ser a viagem de uma vida se transforma em desastre à medida que os segredos obscuros dos passageiros são revelados e a fúria da natureza se desencadeia.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Claudio Fäh (‘O Homem sem Sombra 2’) é responsável pela direção.

O roteiro de ‘Turbulência‘ fica por conta de Andy Mayson, que já havia colaborado com o cineasta em ‘Desespero Profundo‘.

O elenco conta com Hera Hilmar, Jeremy Irvine, Kelsey Grammer e Olga Kurylenko.

Sigourney Weaver aparece em novas imagens dos bastidores de ‘Os Defensores’

Sigourney Weaver dará vida a grande vilã do universo Marvel na Netflix, e é por causa de sua personagem que o grupo de heróis vai precisar se reunir em ‘Os Defensores‘.

A atriz apareceu em novas fotos do set de filmagens, mas até o momento as imagens estão disponíveis, apenas, neste link – clique para conferir.

As filmagens de ‘Os Defensores‘ em Nova York continuam e os fotógrafos capturaram um momento bem importante, o reencontro entre ‘Jessica Jones‘ e ‘Luke Cage‘.

Confira,:

 


‘Os Defensores’: Sigourney Weaver dá algumas pistas sobre sua vilã na série

No elenco de apoio também estão confirmados : Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.

Demolidor e Jessica Jones juntos nas novas fotos dos bastidores de ‘Os Defensores’

Punho de Ferro‘ (‘Marvel’s Iron Fist‘) será o próximo lançamento das séries de herói na Netflix, chegando 17 de março de 2017 ao serviço. ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘) estreia apenas no segundo semestre de 2017.

Netflix divulga teaser-trailer incrível de ‘Os Defensores’

Flash surge em belíssimo cartaz animado e vídeo de ‘Liga da Justiça’; Confira!

Uma nova arte do personagem Flash em ‘Liga da Justiça’ foi divulgada através da conta oficial da produção no Instagram.

Publicado no Instastory, o material traz Ezra Miller dividindo espaço com o herói Flash, em um belíssimo contraste.

Confira:

Como todos devem saber a esta altura, o diretor Zack Snyder se afastou da produção de Liga da Justiça devido a uma tragédia familiar (o suicídio de sua filha). Dono de uma filmografia adorada e odiada em proporções iguais, Snyder estava em fase de pós-produção do longa quando foi substituído por Joss Whedon, o homem por trás de Vingadores (2012) e Vingadores: Era de Ultron (2015).

Inicialmente, Whedon cuidaria da finalização da obra e de algumas cenas adicionais, mas acabou realizando “refilmagens extensivas” que custaram US$ 25 milhões e duraram 3 meses.

O fato nos deixa pensando o quão diferente será o resultado final da superprodução, daquela imaginada por Snyder.

A estreia acontece dia 16 de Novembro.

‘O Grito’: Processo contra produtores pode CANCELAR o reboot

O reboot do terror ‘O Grito‘ está caminhando em um bom ritmo, mas pode ser cancelado devido a um processo contra os produtores.

O produtor da versão original, Taka Ichise, alega ter contratos que o garantam uma compensação financeira pelo filme, além da creditação de seu nome.

Se o estúdio não lhe garantir os direitos dispostos na documentação, a releitura do terro sofrerá problemas jurídicos sérios, podendo até mesmo ser cancelada.

O Grito‘ foi feito, originalmente, no Japão e dirigido por Takashi Shimizu. Lançado em 2002, o longa vou trazido para o cenário hollywoodiano com uma abordagem mais americana, rendendo dois filmes estrelados por Sarah Michelle Gellar (‘Buffy – A Caça Vampiros‘).

O terror já está sendo gravado com o título ‘Grudge‘ (em tradução livre, ‘Rancor‘).

Recentement, em suas redes sociais, o diretor Nicolas Pesce compartilhou uma foto da nova casa assombrada que será usada no reboot. Confira:

Andrea Riseborough será a protagonista, uma detetive e jovem mãe solteira. Demián Bichir (‘A Freira‘) e John Cho (‘The Exorcist‘), Lin Shaye (‘Sobrenatural‘), Betty Gilpin (‘GLOW‘), William Sadler (‘O Nevoeiro‘), Jacki Weaver (‘As Vozes‘) e Frankie Faison (‘As Branquelas‘) completam o elenco.

“Estamos muito animados com esta nova adaptação,” disse o produtor Sam Raimi. “Nós voltamos ao material de origem para entregar um suspense sobrenatural implacável que explora os horrores do subúrbio americano.”

Nicolas Pesce (‘The Eyes of My Mother’) assume a direção, e o roteiro foi escrito pelo escocês Jeff Buhler (‘O Último Trem’).

Raimi (‘A Morte do Demônio’) vai produzir através da Ghost House.

O reboot de ‘O Grito‘ deve chegar aos cinemas no dia 16 de Agosto de 2019, se o processo não for pra frente.

David Fincher vai dirigir cinebiografia do roteirista de ‘Cidadão Kane’ pela Netflix

O aclamado cineasta David Fincher vai se aventurar em mais um novo projeto em parceria com a Netflix, assumindo a direção da cinebiografia de Herman Mankiewicz, um dos roteiristas do clássico longa ‘Cidadão Kane‘. A informação foi publicada pela revista Variety.

De acordo com a publicação, a produção se chamará ‘Mank‘, uma referência ao apelido de Mankiewicz. O filme será baseado em um antigo roteiro escrito por Jack Fincher, pai do diretor, feito antes de seu falecimento em 2003.

Além de dirigir, Fincher assume a produção do projeto, ao lado de sua esposa, Ceán Chaffin, e de Douglas Urbanski. As filmagens começam em novembro deste ano. O vencedor do Oscar, Gary Oldman, interpretará o personagem homônimo.

Segundo a revista, fontes próximas do longa afirmaram que a cinebiografia vai focar no envolvimento de Mankiewicz com o desenvolvimento do roteiro de ‘Cidadão Kane‘. Na época do clássico, o roteirista e Orson Welles se desentenderam várias vezes, em uma disputa para ver quem seria creditado como o autor da trama.

Cidadão Kane‘ eventualmente levou um Oscar por Melhor Roteiro Original, na premiação de 1942. O longa é, supostamente, baseado na vida do magnata do jornalismo William Randolph Hearst (publicamente, Welles negava), e conta a história de Charles Foster Kane, um menino pobre que acaba se tornando um dos homens mais ricos do mundo. A produção foi eleita uma das melhores da história do cinema.

 

‘The Boys’: Capitão Pátria vai entrar em uma trajetória ‘bizarra’ na 2ª temporada, afirma ator

Uma das produções mais aguardadas para a segunda metade de 2020 é a série ‘The Boys‘, que retorna com sua segunda temporada na plataforma da Amazon, a Prime Video.

E os fãs podem esperar muitas novidades na trama e a contar pelo ator Anthony Starr, o Capitão Pátria viverá uma trajetória “bizarra” na nova leva de episódios, entrando em atrito com o personagem Edgar, vivido por Giancarlo Esposito.

Em uma entrevista exclusiva ao portal ComicBook.com, Starr falou sobre a tumultuada dinâmica que a dupla viverá:

“Nós chegamos na segunda temporada e o Capitão Pátria não está bem. Ele sente falta da Madelyn Stillwell, mas também se tornou o dono do seu próprio universo. A pessoa que liderava a interferência, que era a Stiwell, foi removida, então agora ele tem ligação direta ao Edgar. E o Capitão Pátria se acha o jogador mais importante do jogo, mas o Edgar tem uma perspectiva totalmente diferente. Ele representa uma grande corporação e ele vai colocar o Capitão em uma posição bem interessante, principalmente para um super herói que está acostumado a ter tudo do seu jeito, sendo sempre tão forte e no controle. Edgar realmente joga um balde de água fria nele, levando o Capitão Pátria a uma trajetória bizarra”.

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, a Stormfront, que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

Assista ao trailer:

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Crítica | Legacy of Lies: Thriller com ator de Doutor Estranho aposta nos clichês, mas é diversão garantida

Legacy of Lies estreia neste domingo, 01 de agosto, no canal Space

A emocional busca por redenção, cercada por um contexto de ultraviolência gráfica, trouxe um novo frescor para o gênero de ação. Liderado pela franquia de John Wick, esse quase subgênero repleto de catarse tem se consolidado como uma sensação global justamente por sair da zona de personagens bidimensionais, para um cenário onde a sensibilidade e a virilidade masculina caminham lado a lado. E Legacy of Lies embarca nesse zeitgeist hollywoodiano, com uma trama um tanto genérica, mas que cumpre o seu papel com facilidade.

Aqui, um ex-agente secreto do MI6 volta ao mundo da espionagem para uma última e perigosa missão, que o levará a confrontar os erros e as perdas do passado que ainda perseguem suas memórias. Com uma pequena filha e uma vida singela, esse hábil e solitário lobo deve desvendar uma conspiração, resolver seus problemas pessoais sozinhos e salvar a sua pequena garota, que segue refém nas mãos de uma perigosa magnata do crime. Fazendo um recorte de diversos filmes de ação, Legacy of Lies pode até não ser original ou disruptivo como fora John Wick em 2014 (a ponto até mesmo de mudar o nome do primeiro filme, tamanho seu impacto cultural), mas consegue ser uma enérgica e dinâmica experiência cinematográfica, que agrada os amantes do gênero.

Com Scott Adkins colocando todas as suas habilidades marciais para jogo, a produção segue do começo ao fim com um ritmo acelerado, dando pouco tempo de descanso para a audiência. Com cenas mais gráficas, o filme é uma boa sessão pipoca para quem apenas espera se divertir sem muito compromisso – com um entretenimento que não lhe exigirá tanto. Trazendo uma forte descarga de adrenalina, a produção abusa nas lutas corpo a corpo e prefere não se aprofundar tanto em sua narrativa, que flerta com questões sociopolíticas da Europa Oriental.

Trazendo ainda um drama familiar com um toque de O Profissional, o thriller de ação perde um pouco por ter personagens pouco expressivos e que gerem uma genuína identificação, deixando o trabalho maior nas mãos de Adkins. Parte disso se dá em virtude dos inúmeros recortes que o filme faz de tantos outros sucessos que ainda seguem memoráveis para os cinéfilos mais ávidos. Independente disso, quando se trata da mais pura ação, o cineasta Adrian Bol acerta com sua câmera acelerada e cortes rápidos, proporcionando uma experiência envolvente para a audiência. Dando margem para uma nova sequência, Legacy of Lies é um ótimo programa de domingo e não vai frustrar as expectativas de quem ama uma boa e bem coreografada porradaria.

‘Dexter: Resurrection’: Michael C. Hall está de volta no primeiro teaser da série sequência; Confira!

O serial killer Dexter está de volta no primeiro teaser oficial da série sequência ‘Dexter: Resurrection‘. O vídeo promocional ainda veio acompanhado da data de estreia da produção, que chegará em 11 de julho.

Confira:

A série estreará com dois episódios no Paramount+, antes de sua estreia na TV na noite do domingo, 13 de julho. Cada episódio restante será lançado semanalmente.

A produção de ‘Dexter: Resurrection’, do showrunner e produtor executivo Clyde Phillips, teve início em janeiro em Nova York e segue em filmagens na capital americana.

David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘Oppenheimer’) foram escalados para o elenco da sequência da série original.

Zayas e Remar irão retornar como o Detetive Angel Batista e Harry Morgan, pai de Dexter, respectivamente.

Alcott, por sua vez, reprisa seu papel como Harrison Morgan, filho de Dexter.

Vale lembrar que  Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) e Gillian Anderson (‘Sex Education’) estão sendo cotados para participar da série derivada.

A nova produção funciona como sequência de DexterDexter: New Blood’.

“Estamos emocionados por ter o brilhante Michael C. Hall reprisando seu papel icônico como Dexter Morgan na série de maior sucesso da Showtime, disse Chris McCarthy, co-CEO da Paramount Global e CEO da Showtime & MTV Entertainment Studios. “Enquanto ‘Dexter: Resurrection‘ vai agradar a dezenas de milhões de fãs de longa data, ‘Dexter: Pecado Orginal‘ vai introduzir uma nova geração de espectadores para testemunharem o início dessa icônica narrativa, o que certamente vai satisfazer o público mais antigo também.”

‘Animais Fantásticos 2’: Varinha de Dumbledore é destaque de nova imagem; Teaser deve sair amanhã!

A sequência Animais Fantásticos e Onde Habitam 2’ guarda uma surpresa para os fãs na quinta (16), possivelmente o primeiro teaser e as primeiras imagens do filme serão divulgadas. O Twitter oficial da produção publicou hoje:

“Varinhas a postos. No dia 16/11/2018, a história de Animais Fantásticos continua. Visite esse espaço amanhã para mais informações”

Fiquem de olho no CinePOP para novidades!

‘Animais Fantásticos 2’: Foto convida para lançamento do livro de Newt Scamander

A presidente da MACUSA aparecerá menos em ‘Animais Fantásticos 2’; Entenda!

Confira a sinopse:

“Como prometeu que faria, Grindelwald conseguiu fugir e vem reunindo mais seguidores para sua batalha – sempre deixando bruxos acima dos não-maj. O único capaz de detê-lo é o bruxo que já foi seu amigo mais querido, Alvo Dumbledore. Porém, Dumbledore precisará da ajuda do bruxo que já frustrou Grindelwald uma vez, seu ex-aluno Newt Scamander. A aventura reúne Newt com Tina, Queenie e Jacob, mas sua missão também testará a lealdade deles à medida que enfrentam novos perigos em um mundo mágico cada vez mais perigoso e dividido”.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

J.K. Rowling, que estreou como roteirista no grande sucesso mundial ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, também escreveu o roteiro do segundo filme da franquia.

David Yates volta a dirigir. A estreia está marcada para 16 de novembro de 2018. Cinco filmes desse novo universo já estão garantidos.

Crítica 1 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Animais Fantásticos e Onde Habitam (Nota: 8.5)

Confira nossa crítica em vídeo:

animais fantásticos e onde habitam

Shell Open Air 2018: Maior cinema ao ar livre do mundo divulga programação no RJ

A famosa maior tela de cinema ao ar livre do mundo, Shell Open Air, retorna ao Rio de Janeiro com sua programação abarrotada de filmes clássicos e lançamentos recentes, que serão exibidos ao ar livre entre os dias 16 de maio e 3 de junho.

A Super Tela mede 325m², o equivalente à área de uma quadra de tênis. Além dos filmes, o público presente também poderá curtir shows de artistas nacionais e um espaço dedicado a gastronomia.

A programação inclui sucessos comoTitanic’, ‘Pulp Fiction – Tempo De Violência’, ‘Os Embalos De Sábado À Noite’ e Chicago, além de estreias recentes como Pantera Negra’, ‘Extraordinário e ‘Jumanji: Bem-vindo À Selva’.

O evento acontece na Marina da Glória e a venda de ingressos começa no dia 24 de abril, pelo site oficial do evento com entradas a partir de R$25.

A programação completa do Shell Open Air pode ser conferida neste link.

‘Vingadores 4’: Interessante teoria sugere que Shuri pode ser a chave para vencer Thanos

Como sabemos, após o final de Vingadores: Guerra Infinita, muitos heróis acabaram “morrendo” após o estalar de dedos do Thanos, no entanto, muitas teorias estão sendo criadas tentando antecipar como o roteiro de Vingadores 4 irá trazer os personagens de volta.

Agora, uma nova e interessante teoria acredita que Shuri, a irmã do Pantera Negra, pode ser a grande responsável pela vitória dos heróis, já que os responsáveis por assumir a coroa de Wakanda passam por um ritual que os leva ao mundo espiritual, onde conseguem se comunicar com seus ancestrais e entes queridos já mortos.

Ainda segundo o fã, Shuri deverá passar por um desses rituais emVingadores 4, porém, ela não encontrará o irmão T’Challa por lá, o que irá levá-la a assumir que ele não esteja morto de fato. Após isso, ela pode ser a grande responsável por reunir os Vingadores restantes e tentar resgatar os heróis presos na Joia da Alma.

Também vimos que em ‘Pantera Negra’, Killmonger destrói todas as plantas-coração que, ao ser ingerida, leva para a viagem espiritual. Sobre isso, a teoria aponta que Shuri, a personagem mais inteligente do MCU, irá encontrar uma maneira de fazer o ritual sem a planta.

Será? O que vocês acham dessa teoria?

O CinemaBlend divulgou uma possível data para o lançamento do primeiro trailer, se o estúdio seguir a mesma estratégia de marketing de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

O primeiro trailer do terceiro filme da franquia foi lançado no dia 29 de Novembro de 2017.

Segundo assim, a data mais provável para o trailer de ‘Vingadores 4‘ é em novembro deste ano.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 estreia no dia 27 de abril de 2019.

Opinião | ‘Springsteen: Salve-me do Desconhecido’ é um sufocante retrato da depressão e seus impactos

Lançado nos cinemas brasileiros na última quinta-feira (30), Springsteen: Salve-me do Desconhecido está sendo vendido como a cinebiografia do astro americano do rock Bruce Springsteen. Porém, quem for assistir o longa com isso em mente, provavelmente irá sair decepcionado porque o filme não aborda toda a vida do músico, mas sim o processo de criação do álbum Nebraska.

Lançado em 1982, o álbum foi um movimento ousado do cantor, que estava prestes a explodir internacionalmente, mas vivia um momento muito complexo da carreira. Ele já sentia os efeitos do sucesso, só que estava sufocado e sem entender o motivo de continuar fazendo música. Diante dessa situação, ele se isola em Nova Jérsei, acompanhado apenas de sua gaita, violão, glockenspiel e um gravador de quatro canais. Com isso, ele compõe músicas que tentam desafogar sua alma, dando origem ao seu álbum mais autoral.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

O filme, então, aborda simultaneamente essa busca por sentido de Bruce, vivido brilhantemente por Jeremy Allen White, enquanto seu empresário tenta vender a ideia do álbum para as gravadoras, que esperavam, na verdade, um álbum de hits eletrizantes para consolidar o artista no ramo internacional e nas paradas das rádios americanas.

O mais interessante é que o longa é conduzido de forma bem vagarosa, explorando aspectos da vida pessoal de Bruce nesse período entre 1981 e 1982, como a tentativa de relacionamento com a jovem Faye (Odessa Young), uma mãe solteira que conhece o músico em uma escapada da fama, que acaba trazendo o rapaz para sua vida, apesar de todos da família a alertarem para o risco que seria se relacionar com um astro da música. A presença de Faye é fundamental para a trama, porque ela representa os efeitos que uma doença tão séria – e muitas vezes não tratada com a seriedade que merece – pode causar nas pessoas amadas por aqueles que são atormentados por ela.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Sim, pode ser que demore um pouco para que alguns percebam, mas o filme fala essencialmente sobre depressão e seus impactos destrutivos no ser humano, independentemente de quem seja. Ao longo da trama, vemos um jovem Bruce Springsteen vivendo o sonho de todo artista. Ele está prestes a deslanchar, mas já faz shows lotados pelo país e conta com uma base de fãs que não apenas o curte… Eles amam verdadeiramente o Bruce e o que ele tem a dizer. Só que o rapaz se vê incapaz de sentir esse amor. Na verdade, o sonho vira um tormento porque ele passa a se isolar cada vez mais.

E Bruce, nessa fase, ainda tinha a rara capacidade de dar umas escapadas desses momentos megalomaníacos da rotina de shows, fugindo para sua cidade natal, onde fazia pequenos shows para tocar o que ele quisesse, sem a responsabilidade de ter de agradar ou corresponder a expectativas alheias. Mesmo assim, o rapaz não consegue tirar da cabeça essa sensação de que nada faz sentido e de que ele está perdendo tempo. É angustiante, porque ele se vê perseguido por um inimigo invisível que ele sequer tem ideia do que seja ou de como enfrentá-lo.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Nesse contexto, o isolamento de Bruce em sua casa com os instrumentos funciona como um respiro na rotina do músico, porque ele acredita estar se reconectando com suas origens. O problema é que ele começa a afastar as pessoas que ama sem nem perceber. Sua sede por se reencontrar é tanta que ele se perde do mundo, enquanto busca algo intangível. Ao mesmo tempo, o músico cria um apego a essas obras, como se elas fossem a resposta para todos os seus problemas. E isso contrasta justamente com os momentos em que ele tenta vender o álbum para a gravadora e não vê a ideia ser bem recebida. Como assim o meu grito de socorro não é aceito? O que fazer quando você está sob o controle de alguém que não se interessa por quem você é verdadeiramente? O que isso gera? Mais frustração.

O outro contraste interessante é o do Bruce na casa com o Bruce no estúdio. Ele sai de uma suposta paz momentânea para uma rotina infernal atrás da reprodução exata dos efeitos e sentimentos que ele pôs naquela fita que viraria Nebraska. O músico desenvolve um apego sem igual por sua obra e fica frustrado a cada tentativa falha dos engenheiros de som em replicarem o material para os compactos. É como se os sentimentos de Bruce fossem tão sinceros que ninguém ao seu redor fosse capaz de compreendê-los. E essa sensação é uma das mais sufocantes dos quadros de depressão. A de não ser levado a sério, a de não ser compreendido. É enlouquecedor, é desesperador, é exaustivo. Abordar isso por meio das tentativas de replicação da música foi uma tacada de mestre do diretor Scott Cooper, porque conseguiu recriar com maestria o inferno vivido por quem sofre com a doença. Não é uma tristeza, é um vazio que parece sem fim que faz com que a pessoa sinta estar isolada.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

O filme também promove pequenas viagens acerca de um trauma familiar que resulta em uma das cenas mais bonitas de reconciliação do cinema recente. Mas o ponto mais importante dessa obra é a mensagem que existe uma saída. O longa é uma grande mensagem de esperança de que você não está sozinho e que, procurando ajuda profissional, conforme o próprio Bruce Springsteen busca ao longo da trama, e tendo uma rede de apoio verdadeira, é possível se reencontrar e corrigir a química mental.

Não fosse essa rede de apoio singela, mas sincera, que o músico tem no filme, talvez as coisas tivessem sido diferentes. É uma obra necessária, belíssima e angustiante sobre um dos ícones mais influentes da música americana, cuja mensagem pode ser um sopro na vida de quem precisa procurar ajuda e talvez não tenha percebido ainda ou não saiba como.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Springsteen: Salve-me do Desconhecido está em cartaz nos cinemas.