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Thati Lopes, Julia Rabello e Natália Lage são presas em clipe EXCLUSIVO da comédia ‘La Situación’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe da comédia nacional ‘La Situación‘. Thati Lopes, Julia Rabello e Natália Lage estrelam.

O filme chega aos cinemas dia 23 de Março de 2023.

Assista:

Três amigas em busca de uma misteriosa herança na Argentina. Elas passam por uma sequência de perrengues e situações perigosas e ao mesmo tempo hilárias, ao se envolverem sem saber com traficantes locais.

» Carolina Castro e Natália Klein assinam o roteiro da produção.

Revelado o motivo do CANCELAMENTO de ‘Wolf Pack’, série estrelada por Rodrigo Santoro e Sarah Michelle Gellar

A série de lobisomens ‘Wolf Pack‘ foi cancelada pelo Paramount+ após apenas uma temporada.

Segundo a Variety, a Paramount queria fazer a 2ª temporada, mas devido às duas greves de Hollywood, a probabilidade de isso acontecer foi reduzida desde que a produção foi interrompida.

A 2ª temporada iria atrasar muito e estrear mais de dois anos após a primeira.

Inicialmente foi anunciada como um derivado de ‘Teen Wolf‘, a série falhou em conquistar o público e os críticos.

Criada por Jeff Davis (‘Teen Wolf’), a série é baseada no livro homônimo de Edo van Belkom.

Assista nossa entrevista com o astro Rodrigo Santoro:

As vidas de Everett e Blake mudam para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma assustadora criatura sobrenatural. Feridos durante o caos do ataque, os adolescentes são inexplicavelmente atraídos um ao outro e a dois outros, Luna e Harlan, que foram adotados há dezesseis anos por um policial florestal após outro incêndio misterioso. Quando a lua cheia se levanta, os quatro jovens se unem para descobrir o segredo que os une: a mordida e o sangue de um lobisomem.

O elenco conta com Sarah Michelle Gellar, Rodrigo Santoro, Armani Jackson, Bella Shepard, Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray.

Netflix ouviu pedido de Greta Gerwig sobre ‘As Crônicas de Nárnia’

De acordo com o jornalista Matthew Belloni, ‘As Crônicas de Nárnia’ da Netflix será lançado nos cinemas antes de chegar no streaming.

Esse era um dos principais pedidos da diretora Greta Gerwig para assumir a produção, e dado o sucesso de ‘Barbie‘, é uma decisão certeira.

A Netflix está negociando com a IMAX para tentar lançar o filme em pelos menos 2000 salas premium IMAX nos EUA.

Gerwig ainda não revelou qual livro de C.S. Lewis está adaptando, mas há especulações de que ‘O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘ será um dos filmes.

A produção, inicialmente prevista para este ano, deve chegar no final de 2025.

Gerwig comentou em entrevistas sobre a pressão e os desafios do projeto, admitindo que tem pesadelos recorrentes sobre a adaptação.

Ela destacou ainda que seu interesse pelas histórias de ‘Narnia‘ está ligado à exploração de uma “perspectiva feminina”. O lançamento está previsto para dezembro de 2025, e Gerwig dirigirá pelo menos dois filmes para a Netflix.

William Moseley, conhecido por interpretar Pedro, O Magnífico em As Crônicas de Nárnia, falou recentemente sobre as novas adaptações dos livros dirigidas por Greta Gerwig (‘Barbie’), revelando estar aberto a retornar para a saga.

Durante uma entrevista ao ScreenRant, o ator afirmou: “Sim, é a resposta curta. Se me perguntassem, eu iria imediatamente. Mas tenho que lembrar de uma linha dos livros e dos filmes. Acho que Aslan diz isso. ‘Seu tempo aqui agora acabou. Seu tempo está terminado.’ Lembro-me quando filmei essa cena em Príncipe Caspian; foi uma cena triste de filmar, mas entendi naquela época que, quando Aslan disse isso para esses personagens, quando aquele roteiro é escrito para mim, meu tempo acabou. E é assim que é. Se eu pudesse ser perguntado sobre isso algum dia, ótimo, mas não acredito que esteja lá”. 

No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

Relembre o trailer de ‘As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘:

2ª temporada de ‘Sequestro no Ar’ ganha trailer e data de estreia; Assista!

O Apple TV revela o primeiro teaser e a data de estreia da aguardada segunda temporada da série ‘Sequestro‘ (‘Hijack’), protagonizada por Idris Elba, vencedor do SAG Award e indicado ao Emmy (‘Luther’).

Criada por George Kay (‘Lupin’, ‘Criminal: Reino Unido’) e Jim Field Smith (‘Litvinenko’), a segunda temporada terá oito episódios e estreia mundialmente na quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, com os dois primeiros episódios, seguidos por um novo semanalmente até o dia 25 de fevereiro.

Assista:

Na eletrizante segunda temporada de ‘Sequestro‘, um trem do metrô em Berlim, na Alemanha, e seus passageiros são feitos reféns, enquanto as autoridades lutam para salvar centenas de vidas.

Desde sua estreia mundial, ‘Sequestro‘ tornou-se um dos dramas de maior sucesso do Apple TV, recebendo grandes elogios tanto da crítica quanto do público.

A série conquistou rapidamente o selo Certified Fresh no Rotten Tomatoes e entrou para o Top 10 de Originais em Streaming da Nielsen.

Crítica 2 | Demônio de Neon

QUEM É MAIS SUPERFICIAL, O FILME OU A MODA?

 

Demônio de Neon (The Neon Demon) suscitou algumas questões. Não posso dizer que isto seja bem mérito do direito Nicolas Winding Refn. Fato que algumas questões sobre estética ficaram na minha cabeça. Não sobre o mundo da moda. O filme é por demais autoindulgente e estetizante para ser uma crítica consistente sobre a superficialidade do mundo da moda.

O roteiro tem o mérito de não seguir o óbvio arco da garota inocente que é triturada pelos tubarões da indústria da moda. Mesmo na primeira hora do filme, na qual Jesse (Elle Fanning) realmente aparenta ser uma criatura frágil, já notamos um jeito meio malando meio inocente. Refn cria nela uma razoável ambiguidade, conseguindo uma lufada de dúvida sobre quem é mais mortal, se Jesse ou as pessoas que a cercam.

the neon demon

Em termos narrativos, a segunda parte certamente será a mais desagradável para o público. Não, não são as escatologias dessa parte que incomodarão (ao menos não aos acostumada aos filmes mais chocantes), pois o filme busca tanto ser sublimemente belo em cada quadro, que a repulsa fica apenas na ideia – claro, as almas demasiadas sensíveis ficarão chocadas, mas estas ficam até com beijo entre idosos na novela das nove. Ademais, a vontade tão ostensiva de chocar reduz o impacto.

O que desagrada nessa parte é ver como o filme se perde na sua narrativa. Misturando alguns subgêneros, o filme não chega a abraçar nem o horror nem o suspense de forma plena. E o pior, o que já era etéreo no começo, alcança um vazio que deixa a narrativa solta no ar. Se na primeira hora a questão fica em saber se Jesse será devorada ou devorará o sistema, na segunda parte, o conflito fica difuso, ora focando na oscilação da psique da protagonista (com uma ridícula verbalização do quanto ela é perigosa), ora tentando ser um horror estilizado, ora ameaçando adentrar o thriller, em outros momentos abraçando o grotesco, e assim por diante.

Não se enganem, isto não é incompetência de Refn; o caso parece ser de autoindulgência mesmo. O diretor parece estar tão certo da genialidade de seu trabalho que acha bom ir aparando todos os fios que permitiriam ao espectador destrinchar o filme. Claro, isto vai de pessoa para pessoa; pessoalmente, no meu atual estágio de desenvolvimento mental, não consegui captar grandes coisas dessa história. Brincadeiras à parte, é um troço complicado para criador avaliar o quanto pode deixar no subentendido. O criador vai tirando elementos, deixando ambiguidades, criando metáforas, cifrando sinais. Contudo, é preciso deixar o mínimo para o público desfiar os significados. Se a coisa fica tão sem aparas e a obra deixa de ter sentido, a culpa é do criador. Pode ser falta de repertório do espectador? Pode, mas na dúvida, a culpa é do criador. Parece-me que esse é o caso de Demônio de Neon. Especialmente na segunda parte, os sentidos são tão variados que fica a pergunta se o diretor não exagerou na dose.

the neon demon

Até a sua face mais evidente é frágil: a tal crítica ao mundo da moda é tão vazia quanto seu objeto de ataque. Primeiro, a crítica em si é superficial. Segundo, o principal contraponto, Dean (Karl Glusman), namorado de Jesse, não ganha o devido destaque. Terceiro, a dúvida sobre a natureza de Jesse dificulta que a coloquemos como vítima desse universo fútil – ora, como vamos criticar a indústria da moda, se o elemento novo já estava podre?!

O maior problema do filme está, justamente, em sua grande qualidade: a plasticidade. Demônio de Neon é belo. É sufocantemente belo. Tão belo, que suas cenas escatológicas perdem a força do choque. É tudo desenhado com esmero que deixa a trama em segundo plano. Cada imagem é tão elaborada que reforça a sensação de fragmentariedade da obra.

Refn faz aqui seu filme mais estético. É um esmero tamanho com a beleza da obra, que fica difícil aceitar que o diretor está criticando a superficialidade da moda. Como efeito colateral, a sua estética parece deixar seus personagens sem alma. Se a intenção de Refn era usar a estética para fazer o público sentir o vazio das personagens, parabéns, conseguiu. Tão bem sucedido, que ficamos com a sensação de estarmos transando com uma boneca inflável.

the neon demon

O leitor já deve estar se questionando qual era, afinal, o questionamento que o filme provocou em mim. Em resenha do UOL, Isabela Boscov alertou que os elementos mais criticados em Demônio de Neon são os mesmo que deram ao diretor a palma de ouro em Cannes por Drive. O incomodo de boa parte da crítica está na dosagem.

Refn é um esteta, isto qualquer crítico nota. Sua fotografia em tons elétricos e as composições das cenas provocam repulsa pela estranheza e atração por sua beleza, seus personagens parecem etéreos, como se vivessem em um mundo de pura beleza, em uma realidade toda peculiar. Pela reação da crítica, o diretor aplicou superdosagem.

Até que ponto aceitamos um filme de pura estética? A crítica empolga-se com sequências maneiristas, com a inovação técnica, com um plano composto com esmero. Crítica e público, em graus distintos, sentem um prazer com a estética do filme, até mesmo no grotesco. Mas, até onde aceitamos um filme que menospreza o conteúdo e foca na forma?

the neon demon

Por mais conteúdo que tenha, todas as artes são formas. O que diferencia um poema de uma divagação filosofia é, basicamente, a forma. No cinema não é diferente. Acontece que o cinema é mais “superficial” do que a literatura. Se a imagem tem a vantagem de não precisar de um tradutor, ela paga o preço da ambiguidade e, em certos momentos, da platitude. Por causa disto, é difícil fazer um bom filme que critique a superficialidade do mundo das coisas.

E aí vem meu questionamento: será que Refn, com seu Demônio de Neon, estaria querendo questionar a superficialidade do mundo da moda ou a do cinema? Ou talvez eu só esteja tentando salvar uma obra visualmente deslumbrante, cujos erros não permitem considerá-la sequer um bom filme?!

E, aí, o que achou do filme? Ele é ruim ou um bom filme? Foi o maior erro ou a maior obra de Refn? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 Filmes que apresentam muitas SURPRESAS pelo caminho

A arte de surpreender o público é o objetivo de muitas produções. Geralmente com tramas cheias de caminhos, onde as jornadas dos personagens se colocam em dilemas, algumas obras conseguem chegar até a nossa atenção. Pensando nisso, e para você que gosta de uma boa surpresa, segue abaixo 10 filmes que apresentam muitas surpresas pelo caminho:

 

De Sombra e Silêncio

A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.

 

A Farsa

Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.

 

Sharper – Uma Vida de Trapaças

Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.

 

Esperando Bojangles

Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.

 

Anônimo

Na trama, conhecemos Hutch Mansell (Bob Odenkirk), um homem disciplinado em sua rotina de exercícios matinais, ajuda nas tarefas de casa, ida e volta do trabalho junto ao sogro e o cunhado em uma pequena empresa. Vive seus dias sem grandes emoções e surpresas ao lado de sua esposa Becca (Connie Nielsen) e seus dois filhos. Talvez para a vida dele voltar a ter algum sentido, algo precisara acontecer. E o estopim chega quando dois ladrões amadores invadem sua casa e roubam uns trocados mas não são capturados de propósito por Hack que busca se controlar a todo instante na situação. Após esse fato, começamos a ver as mudanças na vida do protagonista e todas as surpresas de seu passado vem a tona em uma trajetória de explosões, sangue e violência por todos os lados.

 

Culpa

Na trama, conhecemos Asger Holm (Jakob Cedergren) um policial com um passado recente conturbado e que será julgado por suas ações em um episódio não esclarecido que contou com a cobertura de amigos que estavam no local. Designado para atender ligações de emergência da polícia Dinamarquesa, possui um comportamento apreensivo e repleto de tensão, principalmente após receber uma ligação de uma mulher desesperada dando a entender que fora sequestrada por seu marido. A partir dessa informação e entre ligações e cortes de sinal, Asger tenta solucionar essa misteriosa situação e ajudar a quem realmente é a vítima dessa história.

 

Os Cowboys

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

 

Incêndios

Na trama, conhecemos os irmãos gêmeos Jeanne (Mélissa Désormeaux-Poulin) e Simon (Maxim Gaudette) que chegam para a leitura do testamento que a mãe lhes deixou. Após serem surpreendidos com a possibilidade nada remota do pai estar vivo e a descoberta que eles tem um irmão, primeiro Jeanne e depois Simon embarcam para o Oriente Médio para descobrir as verdades escondidas de sua própria família tendo como epicentro a quase inacreditável história da mãe deles, Nawal (Lubna Azabal).

 

O Segredo dos seus Olhos

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

 

Neve Negra

Na trama, conhecemos o casal Laura (Laia Costa) e Marcos (Leonardo Sbaraglia) que viajam da Espanha, onde moram, para uma cidade gelada na Argentina para resolver questões burocráticas e a herança do pai de Marcos que falecera recentemente. Chegando no lugar, Marcos confrontará uma tragédia no passado de sua família principalmente quando precisa convencer o irmão Salvador (Ricardo Darin) a vender a casa onde vive. Laura aos poucos vai entendendo o jogo quase que psicológico que os dois irmãos mantém reunindo peças de uma quebra cabeça cheio de amargura, solidão e tristeza.

Os MELHORES filmes de 2019

2020 chegou. E com ele nossa lista dos melhores do ano.

A lista mais prazerosa de ser desenvolvida, mas nem por isso a mais fácil, a lista dos melhores pode ser conhecida também como a retribuição para aqueles filmes que nos inspiraram, nos emocionaram, nos fizeram pensar e sentir pessoas melhores. Assim, a redação do CinePOP topou o desafio, e num ano de tantas produções maravilhosas, elencou os dez que mais se destacaram. Com a ajuda de oito de nossos jornalistas, formulou através de uma média os melhores filmes de 2019.

Participaram desta empreitada Rafa Gomes, Thiago Nolla, Lucas Salgado, Janda Montenegro, Pedro Sobreiro, Letícia Alassë, o editor-chefe Renato Marafon e este querido amigo que vos fala, Pablo Bazarello. Após a lista geral do site, você pode conferir abaixo também as listas individuais de todos. Vem conhecer.

10) A Vida Invisível / Entre Facas e Segredos

Já começamos com um empate. Assim como ocorreu na lista dos piores, uma das posições é ocupada por dois filmes. O nacional emotivo A Vida Invisível (que disputava uma vaga no Oscar) e o suspense de humor negro Entre Facas e Segredos apareceram exatamente em três listas, onde figuraram exatamente nas posições 8,8 e 3; e 9,7 e 3.

09) Rocketman

A biografia do icônico Elton John, excepcional músico, chega em nono lugar, aparecendo em três de nossas listas e numa delas em segunda posição. Muito se falou em prêmios para o filme, que depois aparentava esquecido. Mas foram só surgir as indicações do Globo de Ouro, onde recebeu três nomeações, incluindo para melhor filme, que o interesse pela obra voltou a ressurgir.

08) História de um Casamento

A Netflix arrasou este ano. Emplacou nada menos que quatro produções elogiadíssimas, que estão nomeadas ao Globo de Ouro e poderão aparecer inclusive no Oscar. Ao lado de Meu Nome é Dolemite e Dois Papas, este é mais um deles. O quarto veremos mais pra frente na lista. Aqui, Scarlett Johansson e Adam Driver brigam pelo divórcio, pelo filho e quem sabe por indicações ao Oscar. O filme apareceu em quatro listas, e numa delas em segundo lugar.

07) Nós

Outro filme elogiadíssimo no ano, que fez uma boa bilheteria. Nós é o novo terror social de Jordan Peele, seguindo os passos de Corra! (2017), indicado ao Oscar de melhor filme. Nós talvez não siga o caminho de prêmios, mas não fica devendo nada como obra potente e significativa. O longa apareceu em quatro listas.

06) Vingadores: Ultimato

A conclusão de todo um universo criado ao longo de quase dez anos se tornou o filme mais rentável da história do cinema. Os filmes da Marvel não são apenas produções cinematográficas, já viraram eventos imperdíveis. O blockbuster apareceu em três listas, e numa delas como o segundo lugar.

05) Bacurau

Mais uma produção nacional figurando em nossa lista. Que alegria. A cultura do país atravessa um impasse, portanto, é bom ver o público prestigiando e nossos artistas entregando uma obra deste calibre, repercutindo em nível internacional. Um filme totalmente fora da caixinha, sem esquecer a substância social. Bacurau figurou em três listas, em todas na terceira posição.

04) Era uma Vez em Hollywood

Difícil um ano em que Tarantino entregue um filme não terminar com sua obra presente em listas dos melhores. O diretor é realmente um gênio. E aqui, presta homenagem ao cinema da década de 1960 e a toda uma era. De quebra ainda brinca com figuras bem conhecidas e faz uma linda poesia para Sharon Tate. O filme figurou em cinco listas, e numa delas em primeira posição.

03) O Irlandês

Falando em mestres, agora chegamos ao maior deles: Martin Scorsese. O sujeito que nos ensinou a menosprezar os filmes da Marvel e dar valor ao verdadeiro cinema. E quer ensinamento melhor? Brincadeiras a parte, o grande cinéfilo entrega seu novo épico criminal, de quase quatro horas de projeção, que nos fez grudar na tela e apreciar novamente seus velhos atores do passado. O Irlandês apareceu em cinco listas, e em duas na primeira posição.

02) Coringa

Um dos filmes mais elogiados do ano, garantido de estar no Oscar também. Controverso, Coringa foi rechaçado por parte da crítica, que o considerou um filme perigoso. Exageros a parte, o longa traz provavelmente a melhor performance masculina do ano, com um Joaquin Phoenix “tomado” na pele do vilão. É de revirar qualquer Jared Leto no túmulo. O filme apareceu em todas as nossas listas, em duas em primeiro lugar e em uma em segundo.

01) Parasita

E o melhor filme do ano para a equipe do CinePOP foi… Parasita. O filme sul coreano do ótimo cineasta Ho Bong Joon provavelmente irá levar o Oscar de filme estrangeiro. O longa é um dos maiores sucessos do ano, despertando o interesse até mesmo de quem não curte ou não costuma assistir a este tipo de produção. É isto que podemos chamar de fenômeno. Mais uma vez uma história social de luta de classes (assim como Coringa) desperta comoção. O filme apareceu em sete de nossas listas, em duas em primeiro, e em outras duas em segundo.

Listas Individuais

Renato Marafon

01) Coringa
02) Vingadores Ultimato
03) Parasita
04) O Irlandês
05) Toy Story 4
06) Nós
07) Rocketman
08) John Wick 3
09) Midsommar
10) As Golpistas

Pablo Bazarello

01) Era uma Vez em Hollywood
02) Free Solo
03) A Vida Invisível
04) Cafarnaum
05) Dois Papas
06) O Irlandês
07) Parasita
08) Nós
09) Meu Nome é Dolemite
10) Coringa

Rafa Gomes

01) O Irlandês
02) Coringa
03) Green Book – O Guia
04) Era uma Vez em Hollywood
05) Nós
06) Ford Versus Ferrari
07) Meu Nome é Dolemite
08) História de um Casamento
09) Entre Facas e Segredos
10) Dois Papas

Thiago Nolla

01) Parasita
02) O Irlandês
03) Coringa
04) História de um Casamento
05) Era uma Vez em Hollywood
06) As Golpistas
07) Entre Facas e Segredos
08) A Vida Invisível
09) Klaus

Pedro Sobreiro

01) Parasita
02) Rocketman
03) Bacurau
04) Vingadores Ultimato
05) Como Treinar o Seu Dragão 3
06) Coringa
07) Ad Astra – Rumo às Estrelas
08) Star Wars – A Ascensão Skywalker
09) Ford Versus Ferrari
10) Shazam!

Janda Montenegro

01) Coringa
02) Star Wars – A Ascensão Skywalker
03) Bacurau
04) Parasita
05) Vingadores Ultimato
06) Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto
07) Uma Segunda Chance para Amar
08) Turma da Mônica: Laços
09) Klaus
10) Homem-Aranha no Aranhaverso

Letícia Alassë

01) Parasita
02) História de um Casamento
03) Entre Facas e Segredos
04) Era uma Vez em Hollywood
05) Coringa
06) Rocketman
07) Clímax
08) Democracia em Vertigem
09) As Golpistas
10) Klaus

Lucas Salgado

01) O Irlandês
02) Parasita
03) Bacurau
04) Nós
05) Era uma Vez em Hollywood
06) Coringa
07) Dor e Glória
08) A Vida Invisível
09) História de um Casamento
10) Homem-Aranha no Aranhaverso

Do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Remakes em Live-Action da Disney, incluindo ‘A Branca de Neve’

Nos últimos anos, a Disney tem investido fortemente na reinterpretação de seus clássicos animados em versões live-action, trazendo novas abordagens para histórias que já conquistaram gerações.

A fórmula tem gerado discussões entre fãs e críticos, com alguns filmes sendo aplaudidos por sua fidelidade e inovação, enquanto outros têm sido alvo de críticas por não conseguirem capturar a essência das animações originais.

A cada novo lançamento, a expectativa cresce: será que a magia que encantou o público no passado pode ser recriada com tecnologia moderna e atores reais?

Neste artigo, vamos explorar e classificar os principais filmes live-action da Disney, destacando os pontos fortes e fracos de cada produção e analisando qual delas realmente conseguiu capturar a essência dos clássicos enquanto traz algo novo para a tela.

Com isso em mente, resolvemos ranquear para você, listando do pior ao melhor, simplesmente todos os 21 remakes em live-action da Disney, baseados em suas clássicas animações.

Confira abaixo.

21 | Pinóquio (2022)

Pinóquio se tornou em pouco tempo um dos filmes menos apreciados pelos críticos e público do acervo da Disney. O filme é baseado no icônico longa de 1940 – fazendo dele o mais antigo a ser adaptado em nova versão, batendo Dumbo por um ano. Apesar de ser dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e ter Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, Pinóquio não recebeu lançamento nos cinemas. O filme se torna assim o segundo do subgênero a receber uma estreia direto na plataforma da Disney+ depois de A Dama e o Vagabundo. Mas algo me diz que não será o último com esta proposta. Pinóquio estreou na plataforma no dia 8 de setembro.

20 | 102 Dálmatas (2000)

A segunda incursão da veterana Glenn Close na pele da vilã Cruella não cai no gosto do grande público e dos críticos como o anterior. Na trama, a personagem é libertada após aparentemente ser curada de sua obsessão por pele de cachorros através da hipnose, se tornando uma ativista dos direitos dos animais. Porém, quando o tratamento regride subitamente, ela volta a ser a vilã que conhecemos e perseguir os dálmatas. Segundo os críticos, essa continuação é mais do mesmo, além de se arrastar em partes, o que termina por entediar as crianças. Fora isso, também se mostra um filme muito violento para a sua censura livre.

19 | Alice Através do Espelho (2016)

Mais uma sequência encontra lugar no fundo da lista, na parte dos piores. Aqui, temos a desnecessária continuação de Alice no País das Maravilhas (2010), que por si só é um filme divisor de opiniões no acervo da Disney – enquanto as crianças adoraram, os adultos o consideram um dos esforços mais fracos do diretor Tim Burton. Nesta sequência, Burton retorna apenas como produtor. No elenco, os atores principais retornam, numa trama onde Alice precisa ajudar o Chapeleiro Louco contra o vilão Tempo. Os críticos enalteceram o visual da superprodução, assim como no original, mas reconheceram que isso não é o bastante para sustentar o filme, que decepciona seu material original.

18 | Malévola: Dona do Mal (2019)

Mais uma continuação para a conta, esta é a terceira e última da lista. Um dos maiores pecados cometidos por esse remake de A Bela Adormecida foi colocar a vilã Malévola como a heroína da história, suavizando e justificando seus atos. Um dos poucos atrativos da sequência é a presença da musa Michelle Pfeiffer, como a verdadeira vilã aqui. Os críticos novamente apontam o visual incrível da superprodução, e um roteiro que não consegue equilibrar seu conteúdo com a estética. Ou algo que faça valer sua existência.

17 | Dumbo (2019)

Desde 2014 com Malévola, o estúdio não perde um ano sequer sem uma estreia do tipo. Mas com o ano de 2019 chegaria uma verdadeira enxurrada de nada menos que cinco filmes do subgênero. Dumbo, filme sobre um elefantinho de circo com grandes orelhas que inicialmente é tratado como aberração, mas depois aprende a voar com elas se tornando um verdadeiro astro, foi o primeiro a chegar. Aqui, é claro, temos a adaptação do longa animado mais antigo do estúdio até então, datando de 1941. E para a tarefa foi trazido à cena novamente o diretor Tim Burton. A opção do cineasta, porém, foi por um filme mais realista, ou seja, sem animais falantes. Ou devo dizer, mais realista possível, afinal ainda temos um elefante voador.

16 | 101 Dálmatas (1996)

Ainda na década de 90, este é o filme que todos lembram como sendo a primeira adaptação em live-action de uma clássica animação da Disney. O que muitos esquecem é que antes veio a versão “Tarzan” de Mogli – O Menino Lobo com o filme O Livro da Selva, de 1994. Aqui, é claro, temos uma versão certeira de carne e osso para 101 Dálmatas (1961), que conta com uma interpretação ainda muito elogiada da veterana Glenn Close no papel da vilã Cruella DeVil, roubando muito dos holofotes do filme. Apesar do desempenho certeiro da protagonista, o pensamento dos críticos hoje é que este foi um remake genérico e sem necessidade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Por mais que 101 Dálmatas tenha feito sucesso em sua versão de carne e osso em 1996, demoraria nada menos que 14 anos até a Disney se interessar por outro live-action de um clássico animado de seu acervo. Na era dos novos efeitos 3D trazida por Avatar (2009) aos cinemas, chegava na esteira de tal sucesso a versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas (1951). E o filme definitivamente se favoreceu dos efeitos em terceira dimensão para se tornar um dos maiores sucessos da década passada, ao romper a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. A trama, no entanto, fugia da animação, o que pode ter frustrado alguns espectadores mais nostálgicos. Esse filme também gerou uma sequência, lançada em 2016 – o que se mostraria uma “maldição” para os live-action da Disney, de continuações bem inferiores ao seu original.

14 | O Rei Leão (2019)

Fechando as produções lançadas para o cinema em 2019, a Disney ainda faria o sol raiar na savana africana com a versão em live-action (ou CGI-action) de um de seus desenhos mais queridos, O Rei Leão (1994). Essa foi mais uma obra moderna que recebeu novo tratamento, e para a direção foi contratado Jon Favreau, o mesmo de Mogli (2016). Já em termos da trilha sonora, a diva pop Beyoncé ficou encarregada e performou para o longa – além, é claro, de dublar a personagem Nala. O Rei Leão também ganhará uma sequência. E para não dizer que foi o último lançamento nos cinemas em 2019 no subgênero, o estúdio estreou também Malévola 2 no mesmo ano.

13 | A Dama e o Vagabundo (2019)

Agora sim, finalizando as estreias de 2019, no entulhadíssimo ano dos live-action da Disney, temos uma produção que não ganhou um lançamento nos cinemas. Acontece que pela primeira vez em filmes do tipo, A Dama e o Vagabundo, baseado na animação clássica de 1955, estreou diretamente na plataforma da Disney+ para ser assistido em casa – como forma de impulsionar o streaming da Disney junto aos fãs. Desta forma, o romance entre uma cachorrinha da raça Cocker Spaniel e um cãozinho vira-lata pôde ser conferido por toda uma nova geração… de assinantes da plataforma do estúdio.

12 | O Livro da Selva (1994)

Engana-se quem pensa que as refilmagens de carne e osso das animações clássicas da Disney são coisa de agora. A primeira delas remete lá do início década de 90. Trata-se da adaptação de Mogli – O Menino Lobo (1967) na forma de uma aventura mais séria e realista (sem animais falantes, por exemplo). Fora isso, aqui Mogli cresce e se torna um adulto, interpretado por Jason Scott Lee, numa trama que lembra mais um filme do Tarzan.

11 | Branca de Neve (2025)

O remake, apesar de alguns deslizes, consegue capturar a magia do clássico original, trazendo elementos novos que tornam os arcos mais interessantes. A jovem atriz Rachel Zegler brilha como Branca de Neve, entregando uma performance marcante com vocais emocionantes e uma abordagem única do personagem. A direção de Marc Webb, com apoio da roteirista Erin Cressida Wilson, utiliza contrastes visuais para diferenciar as jornadas de Branca e da Rainha, utilizando cores e enquadramentos para simbolizar a luta pela liberdade e o empoderamento de Branca.

Apesar de acertos como a fotografia e a trilha sonora moderna de Benj Pasek e Justin Paul, o filme peca na performance de Gal Gadot como a Rainha Má. Sua interpretação foi criticada por ser exagerada e caricata, o que prejudica a construção de uma vilã memorável. Contudo, Branca de Neve conquista o público por não tentar imitar o original, permitindo que Zegler brilhe e trazendo um charme próprio à história, mesmo que não alcance a perfeição da animação clássica.

10 | Mufasa: O Rei Leão (2024)

Ainda que melhor que o primeiro live-action, ainda falta alma para a pré-sequência. Apesar da animação de alta qualidade e da direção musical de Lin-Manuel Miranda, o filme apresenta algumas falhas. As canções, embora competentes, não deixam uma marca emocional forte, e o fato de animais realistas cantarem pode parecer estranho para o público. No entanto, Mufasa: O Rei Leão se destaca como uma história emocional e profunda, enriquecendo o legado do personagem e contribuindo para a mitologia de O Rei Leão com valores e lições que ressoam ao longo do filme.

 

09 | A Pequena Sereia (2023)

Dirigido por Rob Marshall, o remake de A Pequena Sereia utiliza a nostalgia de forma eficaz e, apesar de alguns pontos fracos, como a batalha final e alguns enquadramentos, se estabelece como uma das melhores adaptações em live-action da Disney. Os personagens, como a vilã Úrsula (Melissa McCarthy), o comediante Sabidão (Awkwafina) e o carismático Linguado (Jacob Tremblay), são interpretados com destaque. A produção, que celebra tanto a animação de 1989 quanto o legado Disney, é uma experiência visualmente rica e emocional, agradando a fãs antigos e novos.

08 | A Bela e a Fera (2017)

Em 2017 ocorreu uma quebra de paradigma no subgênero. Antes, o objetivo da Disney era reformular suas animações mais antigas para um novo público – leia-se as crianças de hoje. Assim, tínhamos novas versões de carne e osso de clássicos das décadas de 1950 e 1960, basicamente. Com este item a coisa mudou de figura. Acontece que este subgênero criado pela Disney estava dando tão certo, que o estúdio resolveu colocar para jogo uma de suas maiores e mais prestigiadas animações de todos os tempos, A Bela e a Fera (o primeiro filme do estúdio a receber uma indicação ao Oscar na categoria principal), de 1991. A história imortal de amor trouxe Emma Watson como Bela e Dan Stevens como a fera (inteiramente gerada por CGI).

07 | Mulan (2020)

Uma das grandes promessas da Disney para o ano de 2020 era o lançamento do representativo Mulan – que aborda a cultura chinesa e o empoderamento feminino. Lançada em 1998, a animação Mulan é o filme mais recente da Disney a ganhar uma versão em live-action. E assim como alguns itens citados acima, a opção dos produtores e da diretora Mira Nair foi por um filme mais realista e pé no chão, eliminando os elementos fantásticos, como pequenos dragões falantes. Acontece que aí veio a pandemia… e Mulan foi um dos lançamentos que sofreu com os efeitos de cinemas fechados – precisando recorrer à plataforma da Disney+.

06 | Malévola (2014)

Assim como Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, Malévola não é exatamente uma adaptação de um desenho clássico da Disney, mas sim uma subversão de um deles. Enquanto Alice mostrava a protagonista não mais criança, e sim uma jovem em seus 20 anos retornando ao País das Maravilhas, Malévola tira o foco da Bela Adormecida (animação icônica de 1959) e o coloca na vilã da história – agora tratada como anti-heroína. Tudo isso porque a estrela Angelina Jolie revelou que A Bela Adormecida era seu filme preferido da Disney. Jolie ficou perfeita no papel da bruxa chifruda, mas levando em conta o ditado que “se melhorar estraga”, Malévola foi outro live-action que sofreu com uma continuação bem inferior, lançada em 2019.

05 | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível (2018)

Aqui temos mais um item curioso na lista. O Ursinho Pooh (antes ursinho Puff) é um dos personagens mais queridos da Disney, e assim como símbolos do estúdio como o Mickey, Pato Donald e o Pateta, protagonizou ao lado de sua turminha uma série de desenhos animados para a TV, mas também alguns longas-metragens para o cinema. Ou seja, ele não é parte de uma única animação clássica marcante como os demais citados acima, mas sim é um personagem recorrente no universo do estúdio. Pooh e as outras criaturas como o leitão chamado Leitão e o burrinho Ió (antes Bisonho) são na verdade animais de pelúcia que ganham vida através da imaginação do menino Christopher Robin. Mas o que acontece quando o menino se torna homem, ganha uma família, e os animaizinhos reaparecem? É o que conta esse criativo live-action com Ewan McGregor no papel do menino crescido.

04 | Cinderela (2015)

Logo no ano seguinte de Malévola, a Disney tirou do papel outra de suas animações clássicas em versão de carne e osso. Mas ao contrário de Alice e Malévola, que subvertiam seu material fonte, Cinderela é um retrato fiel do clássico de 1950 no qual é baseado. Isto é, tentando ao máximo ser uma história mais sóbria e realista – apesar de ainda contar com elementos fantásticos, vide a Fada Madrinha, vivida por Helena Bonham-Carter. O filme serviu para revelar ao mundo o talento e beleza de Lily James e ainda trazia Cate Blanchett como a Madrasta Má, e a direção de Kenneth Branagh.

 

03 | Aladdin (2019)

Depois de A Bela e a Fera, outra animação um pouco mais moderna ganhava o tratamento em live-action, com direito a gênio da lâmpada estapeador e tudo. No ano seguinte da animação A Bela e a Fera, a Disney emplacava Aladdin, que está completando 30 anos de lançamento em 2022 – e garantia um novo fenômeno mundial. Pulamos para 2019, o ano mais “crowdeado” para as versões live-action da Disney. Depois de Dumbo, foi justamente Aladdin o escolhido para seguir com o subgênero naquele ano. O chamariz aqui deste filme de Guy Ritchie, sem dúvida é a presença de Will Smith substituindo Robin Williams no papel do gênio azul. Aladdin é outro que já tem uma sequência anunciada – resta saber como ficará a situação de Smith após o tapa visto e ouvido no mundo todo.

02 | Cruella (2021)

Voltando para um dos primeiros live-action de sucesso da Disney (baseado numa animação clássica), 101 Dálmatas receberia nova chance de brilhar com Cruella – que assim como Malévola (2014), resolveu dar os holofotes e, em especial, o título do filme para sua vilã. Podemos dizer que Cruella já havia roubado a cena no filme de 1996 nas formas de Glenn Close, mas a opção do estúdio desta vez foi por uma história de origem, num conto bem revolucionário e anárquico, que foi comparado ao longa do vilão Coringa. De fato, estes dois guardam algumas semelhanças. Para a missão de encarnar a personagem foi escalada a vencedora do Oscar Emma Stone – e o resultado foi tão positivo que uma sequência já se encontra em andamento.

01 | Mogli – O Menino Lobo (2016)

Depois dos sucessos arrebatadores de Alice no País das Maravilhas e Malévola, foi aberta a porta deste subgênero das versões em carne e osso das animações clássicas da Disney – e passamos a ganhar ao menos uma por ano. No ano de 2016 foi a vez da nova roupagem do clássico Mogli, de 1967, que por sua vez já havia sido adaptado num filme sóbrio e que serviu como o primeiro do subgênero no estúdio ainda em 1994. Aqui, porém, com direção de Jon Favreu, temos uma obra bem mais fiel à animação, com direito a um Mogli igualzinho ao do desenho e, claro, os animais falantes. Uma continuação é anunciada para 2026, ou seja, dez anos depois.

Crítica | A Casa do Medo: Incidente em Ghostland – Novo terror do diretor de Mártires

Apesar de ter poucos filmes no currículo, o diretor Pascal Laugier causou um grande impacto no gênero com ‘Mártires‘, considerado um dos filmes mais brutais dos últimos tempos, e também um dos melhores – principalmente por usar sua violência a favor da história, e não ao contrário. Com ‘A Casa do Medo: Incidente em Ghostland‘, o diretor se esforça para chocar o público, e até consegue nos manter retorcidos com sequências repletas de tensão, mas tem dificuldades no desenvolvimento de um roteiro raso.

Na trama, uma mãe de duas crianças herda uma casa de sua tia e na primeira noite, é atacada por invasores violentos, tendo que lutar pela vida das filhas. 16 anos depois, as garotas, já crescidas e afastadas, retornam ao lugar e se deparam com estranhos acontecimentos…

Apesar de ter sido recebido de forma mista pelos críticos, o que mais chamou atenção foram as polêmicas em torno do filme. Durante as gravações, a jovem atriz Taylor Hickson ficou gravemente ferida ao atravessar uma porta de vidro, e o seu rosto ficou desfigurado. Posteriormente, a atriz chegou a processar a produtora do filme. Além disso, Pascal Laugier foi acusado de misoginia e transfobia por causa de alguns elementos usados como artifício no desenvolvimento da trama. Considerando o histórico do diretor e todas as polêmicas envolvendo a produção, era inevitável esperar por algo absolutamente chocante. O mais surpreendente, no entanto, é que ‘A Casa do Medo: Incidente em Ghostland‘ não passa de um filme de terror comum.

Laugier usa suas habilidades para construir um filme atmosférico, tenso e extremamente brutal. A primeira metade da produção é, de longe, a mais interessante da longa. O mistério por trás dos acontecimentos consegue deixar os espectadores tensos, sem saber o que acontecerá a seguir. Então, somos pegos de surpresa com uma reviravolta absolutamente cruel, que nos atinge como um soco no estômago. Apesar de efetivo, o filme nunca mais consegue se recuperar após esse momento, e vai definhando com o passar do tempo.

O roteiro perde o fôlego na segunda metade, e segue por um caminho mais “tradicional”. Em comparação com a primeira parte, parecem dois filmes diferentes. ‘A Casa do Medo: Incidente em Ghostland‘ não é um filme ruim, mas quem for assisti-lo com altas expectativas irá se decepcionar – principalmente quem estiver esperando algo no nível de ‘Mártires‘. Com o roteiro raso, a violência parece gratuita, e a reviravolta frágil, apesar de eficiente no calor do momento, perde a força (e o sentido) no decorrer da história, sem capacidade de sustentar a trama sozinha. Como dito anteriormente, não é um filme ruim; é apenas um filme comum.

Destruidor ou salvador? Novo vídeo de ‘Godzilla 2’ debate natureza do monstro; Assista!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de ‘Godzilla 2: Rei dos Monstros‘.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

 

‘Os Novos Mutantes’: Atriz afirma que o diretor está feliz com o corte final do filme

Em entrevista ao Collider, a atriz Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa‘) revelou que já assistiu o corte final da adaptação ‘Os Mutantes‘ e afirmou que o diretor está muito contente com a nova versão do filme.

“Eu assisti o corte final do filme e foi muito legal, pois o [diretor] Josh [Boone] ficou muito satisfeito com ele. E foi ótimo reunir o grupo novamente.”

Ela continua, brincando sobre os adiamentos da produção: “[Esse filme] parecia um amigo imaginário que eu dizia para as pessoas que era real, mas as outras pessoas não podiam ver.”

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril, um dia antes da estreia norte-americana.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Detetive amador caça assassino no trailer da comédia ‘Um Detetive em Chinatown’; Assista!

A comédia ‘Um Detetive em Chinatown‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Sicheng Chen.

Quando o caso do filho desaparecido do chefão de Chinatown de Nova York, tio Qi, se transforma em uma investigação de assassinato, a dupla de detetives Tang e Qin se une novamente para caçar o assassino.

O elenco conta com Haoran Liu, Baoqiang Wang, Yang Xiao, Natasha Liu Bordizzo, Yuxian Shang, Bai Ling e Xun Wang.

‘An Intrusion’: Scout Taylor-Compton caça psicopata no trailer do terror; Assista!

O terror ‘An Intrusion‘, estrelado pela Scout Taylor-Compton (‘Halloween’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Nicholas David Holland.

A trama segue uma família suburbana que se encontra como vítima de repetidos casos de vandalismo. Sam e sua família são aterrorizados por um perseguidor mascarado, mas, enquanto uma investigação sobre o caso começa, ele teme que os ataques possam estar relacionados com um segredo que ele mantém de sua família e dos detetives.

O elenco ainda conta com Billy Boyd, Keir GilchristJaime ZevallosSam Logan KhaleghiDustin Prince.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘X’: Terror com Jenna Ortega ganhará pré-sequência

De acordo com o Bloody Disgusting, o terror ‘X‘, novo filme do cineasta Ti West (‘A Casa do Diabo’), ganhará uma pré-sequência.

O novo longa, intitulado ‘Pearl‘, já foi completamente filmado. As gravações aconteceram em segredo na Nova Zelândia.

Atualmente, o terror está em processo de pós-produção.

A pré-sequência contará com o retorno de Mia Goth, reprisando seu papel em ‘X‘.

A trama será ambientada em 1918, mas detalhes não foram divulgados.

Ti West retornará à direção, além de também ser responsável pelo roteiro.

Confira o trailer de ‘X‘:

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

O terror será lançado pela A24 nos cinemas norte-americanos no dia 18 de março.

‘Pretty Little Liars’: Jordan Gonzalez é promovido ao elenco regular da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Jordan Gonzalez (‘The L Word: Generation Q’) foi promovido ao elenco regular da 2ª temporada do reboot de ‘Pretty Little Liars‘, intitulada ‘Pretty Little Liars: Summer School‘ (Escola de Verão, em tradução livre).

O ator interpretou o Ash Romero no primeiro ciclo, servindo de interesse amoroso para a Mouse (Malia Pyles).

Confira a arte macabra com o novo título da série:

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, serve como showrunner.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

Blumhouse quer desenvolver novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’

Em entrevista ao Inverse, o produtor Ryan Turek revelou que adoraria desenvolver um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ através da Blumhouse.

Apesar de ter ficado presa em uma batalha legal por anos, os direitos da franquia finalmente foram definidos – o que parece ser o momento perfeito para trazer o Jason Voorhees de volta dos mortos.

“Eu e o Jason [Blum] concordamos que seria incrível desenvolver um filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’. Nós queremos voltar às origens desta saga. Você não precisa complicar demais para criar um filme desta franquia. Você só precisa ter um acampamento de verão, conselheiros e Jason Voorhees com a máscara.”

Ele completa, “Eu já declarei que ‘Halloween’ é o meu slasher favorito, mas ‘Sexta-Feira 13’ é uma franquia que eu adoraria ter a oportunidade de explorar. Eu amo tudo sobre essa saga. Se nós pudéssemos nos aventurar no universo de Crystal Lake, isso seria incrível.”

Vale lembrar que uma série baseada na franquia, intitulada ‘Crystal Lake‘, está em desenvolvimento pelo serviço de streaming do Peacock. A produção, no entanto, só deve ser lançada em 2024.

Através do seu Instagram, Adrienne King, que terá um papel recorrente na produção, revelou que já está tendo reuniões com o criador Bryan Fuller (‘Hannibal’) e com a equipe da série. Sua postagem, no entanto, termina com #Coming2024 – o que indica que não veremos o aguardado retorno do Jason Voorhees este ano (pelo menos não nas telinhas).

“Feliz sexta-feira, campers! Eu e o Bryan Fuller, nosso brilhante conselheiro e produtor da vindoura série ‘Crystal Lake’, tivemos a chance de nos encontrarmos para conversarmos sobre o projeto. Foi muito divertido e mal posso esperar para compartilhar novos detalhes,” declarou a King.

Kevin Williamson, criador da franquia ‘Pânico‘, vai escrever um dos episódios.

O show é idealizado pelo conhecido produtor e roteirista Bryan Fuller, conhecido por séries como ‘Hannibal‘, ‘Deuses Americanos‘ e ‘Star Trek Discovery‘, que será o responsável pelo roteiro e também atuará como produtor.

“Fuller vendeu quatro temporadas para Crystal Lake. Apenas uma encomendada oficialmente até agora, mas o Peacock teria que pagar uma multa bastante pesada se eles não encomendassem uma segunda temporada”, afirmou a Variety,.

Os direitos da franquia estavam divididos e impossibilitados de serem adaptados, sobretudo quando mudou da Paramount Pictures para a New Line Cinema. Isso impediu a realização de qualquer projeto nos cinemas ou TV.

A dupla Sean S. Cunningham e Victor Miller, diretor e roteirista do filme original, respectivamente, estavam envolvidos nessa situação. Em maio, Miller saiu vitorioso na batalha judicial, onde recebeu controle sobre os personagens originais.

Vale destacar que ‘Crystal Lake‘ está sendo descrita como um drama, no estilo de Bates Motel.

“Descobri Sexta-Feira 13 através das páginas da Famous Monsters quando eu tinha dez anos de idade, e tenho pensado nessa história desde então. Quando se trata de horror, a A24 está acima de qualquer outro estúdio. Estou emocionado por explorar Crystal Lake nessa parceria”, disse o próprio Fuller.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o divertido trailer de ‘Homem-Pipa’, série derivada de ‘Harley Quinn’

O Max divulgou o primeiro trailer de ‘Kite Man: Hell Yeah‘, série derivada da animação ‘Harley Quinn‘.

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A animação, centrada no Homem-Pipa – um dos vilões secundários do Batman –, estreará oficialmente no dia 18 de julho.

Originalmente criado por Bill Finger e Dick Sprang, o Homem-Pipa, também conhecido como Chuck Brown, foi um supervilão dos quadrinhos e um inimigo do Batman que utiliza armas baseadas em pipas para cometer crimes.

Diferente da maioria dos vilões do Cruzado Encapuzado, o Homem-Pipa é geralmente considerado um personagem alívio cômico nos quadrinhos devido ao seu conceito bizarro.

Chamada de elenco pode ter confirmado Norman e Harry Osborn em ‘Homem-Aranha 4’

De acordo com o insider Daniel Richtman, uma nova chamada de elenco para a aguardada sequência ‘Homem-Aranha 4‘ pode ter revelado a introdução de personagens icônicos do universo do amigão da vizinhança.

A chamada buscava por dois novos atores: um de vinte e poucos anos, para interpretar um personagem descrito como “cheio de recursos”, enquanto a outra procurava um ator mais maduro para interpretar um vilão descrito como “uma figura de autoridade prática que vê o mundo em preto e branco — leal, determinado e disposto a cruzar limites para manter a ordem.”

Apesar de não ter sido confirmado, as descrições se encaixam perfeitamente com Norman e Harry Osborn – que, até então, estavam ausentes neste universo.

Recentemente, foi revelado que Sadie Sink, conhecida por seu papel em ‘Stranger Things’, estará no filme.

Segundo o ComicBookMovie, a atriz abordou os rumores de que interpretaria Mary Jane, o interesse amoroso de Peter Parker (Tom Holland).

“Isso é novidade para mim. Isso é novidade para mim”, respondeu Sink de forma enigmática. “Não tenho nada a dizer sobre isso. Mas os rumores são muito legais. É um rumor incrível. Eu conheço a personagem. Ela é uma grande personagem, então foi legal ler sobre isso”.

Questionada sobre a possibilidade de um compromisso de mais de 10 anos com a Marvel, Sink respondeu: “Acho isso super empolgante, sim”.

Além de Mary Jane, também surgiram rumores de que Sink poderia interpretar Jean Grey, a mutante com poderes telecinéticos.

Caso isso se confirme, sua aparição emHomem-Aranha 4’ seria uma estreia bastante incomum, devido à pouca história de parceria entre os heróis nos quadrinhos.

Em uma recente entrevista, Tom Holland comentou sobre o quarto filme solo do Homem-Aranha:

“Temos os melhores profissionais trabalhando para o que quer que a história seja. Mas até que tenhamos resolvido isso, temos um legado a proteger. O terceiro filme foi tão especial de tantas maneiras que precisamos garantir que estamos fazendo a coisa certa”, afirmou.

Lembrando que a aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

 

Milla Jovovich enfrenta criaturas MORTAIS no trailer de ‘Worldbreaker’; Confira!

O thriller pós-apocalíptico ‘Worldbreaker‘, estrelado pela Milla Jovovich (‘Resident Evil’), ganhou o primeiro trailer.

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Brad Anderson (‘Chamada de Emergência’) é responsável pela direção.

Após uma fenda abrir uma brecha no planeta, criaturas monstruosas – Breakers – infectam e transformam humanos em assassinos. Os homens são os mais vulneráveis, deixando as mulheres liderarem a guerra pela sobrevivência da humanidade.

A mãe de Willa luta na linha de frente; seu pai, um veterano de guerra marcado por cicatrizes, fugiu das cidades em chamas com ela para uma ilha remota. Lá, ele a treina todos os dias — espada, sobrevivência, disciplina — preparando-a para o momento em que os Breakers os encontrarem.

Esse momento chega quando Willa descobre uma garota sozinha, trazida à costa por um barco em chamas. Escondendo-a do pai, Willa sonha com amizade em um mundo solitário. Mas a infecção da garota os expõe, e logo a ilha está sob ataque.

Com os Breakers se aproximando, Willa e seu pai fazem uma tentativa desesperada de escapar. Sua última resistência força Willa a usar tudo o que ele lhe ensinou — apenas para se deparar com a mãe que ela só conhecia por meio de lendas.

O elenco ainda conta com Luke Evans (‘Drácula – A História Nunca Contada’), Billie Boullet (‘A Pior das Bruxas’) e Mila Harris (‘Sem Saída’).

Joshua Rollins, de ‘Tempestade Infinita‘, assina o roteiro.

Worldbreaker‘ será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 30 de janeiro.

Krysten Ritter fala sobre como estará Jessica Jones antes de ‘Os Defensores’

Essa semana, o Entertainment Weekly divulgou com exclusividade novas imagens de ‘Os Defensores‘, série da Netflix que reúne ‘Demolidor, ‘Jessica Jones, ‘Luke Cage‘ e ‘Punho de Ferro. E com os novos materiais, também vieram novidades sobre a aguardada série da Netflix.

O EW também conversou com Krysten Ritter, que interpreta ‘Jessica Jones‘ na Netflix, e a atriz falou sobre como está a personagem antes de se unir aos colegas e sobre as consequências da season finale de su/ série solo.

“Ela ainda está lidando com as conseqüências de Kilgrave, e agora ela está lidando com ‘sucesso’ – e não muito bem. As pessoas querem que ela trabalhe para elas, Jones está conseguindo um monte de negócios, e ela não está pronta para nada disso. Ela não mudou, mas seu ambiente não tem um manual de como existir em um mundo onde você é popular. Ela é gloriosa e a heroína mais relutante do mundo. Ela vai ter que deixar três homens entrar em sua vida, e ela não confia 100% neles”, disse Ritter ao Entertainment Weekly.

Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘Jessica Jones‘ deve chegar apenas em 2018 à Netflix.

Entre os materiais divulgados, uma das novidade  é a imagem de Alexandria, a vilã que será interpretada por Sigourney Weaver.

Primeira imagem e mais detalhes de Sigourney Weaver como a vilã de ‘Os Defensores’

Confira todas as imagens divulgadas pela EW, com a capa da revista de janeiro:

‘Os Defensores’: Sigourney Weaver dá algumas pistas sobre sua vilã na série

No elenco de apoio também estão confirmados : Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.

Demolidor e Jessica Jones juntos nas novas fotos dos bastidores de ‘Os Defensores’

Punho de Ferro‘ (‘Marvel’s Iron Fist‘) será o próximo lançamento das séries de herói na Netflix, chegando 17 de março de 2017 ao serviço. ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘) estreia apenas no segundo semestre de 2017.

Netflix divulga teaser-trailer incrível de ‘Os Defensores’

 

Kit Harington fez pegadinha pesada de 1º de abril com a noiva Rose Leslie; Assista!

O astro Kit Harington, de ‘Game of Thrones’, compartilhou uma brincadeira cruel de 1º de Abril que fez com sua noiva, a ex-colega de elenco Rose Leslie.

Durante sua aparição no talk show The Jonathan Ross Show, ele revelou que para assustá-la, decidiu colocar uma cabeça com ferimentos dentro da geladeira da casa do casal.

Para piorar a situação, o artefato em questão era uma réplica do personagem Jon Snow, que havia sido usada em um dos episódios de ‘GOT’.

Confira a pegadinha, no segundo 045:

Em resposta à maldosa brincadeira, o ator revelou que se ele fizesse isso novamente, até o casamento seria cancelado. Sabe nada, heim Jon Snow!

 

‘Upload’: Amazon encomenda comédia de ficção científica com Robbie Amell

O astro Robbie Amell, de Flash’, vai estrelar uma série de comédia sci-fi pela Amazon, intitulada ‘Upload‘. A informação foi divulgada pelo TVLine.

O ator vai contracenar com Andy Allo, de ‘A Escolha Perfeita 3‘ e a primeira temporada da produção terá 10 episódios.

‘Upload’ terá a produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

Greg Daniels também assume o papel de showrunner, além de dirigir o episódio piloto.

 

 

 

‘Stranger Things 3’: Elenco estampa belo ensaio fotográfico; Confira!

A 3ª temporada de ‘Stranger Things‘ estreia nesta semana e para celebrar a chegada da produção, o elenco fez um belo ensaio fotográfico pela revista EW.

Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O showrunner Shawn Levy revelou que a trama se passará no verão de 1985 e mostrará o último ano que da infância dos nossos protagonistas.

Além disso, o gigante monstro Devorador de Mentes, apresentado na segunda temporada, retornará.

“A segunda temporada termina deixando claro que o Devorador de Mentes não foi eliminado, e talvez ele tenha encontrado seu adversário. A batalha entre a escuridão e a luz ficará ainda mais forte na terceira temporada.”, afirmou Levy.

Ao que parece, veremos uma grande batalha entre Eleven (Millie Bobby Brown) e a enorme criatura cheia de tentáculos que tomou conta do Mundo Invertido.

Stranger Things 3‘ estreia na Netflix no dia 04 de julho.

Primeiras Impressões em Vídeo | Cursed – A Lenda do Lago: Releitura da Netflix vale a pena?

A nova série original da Netflix,Cursed – A Lenda do Lago‘, já está disponível na Netflix e a nossa jornalista Rafa Gomes traz as primeiras impressões da produção, que faz uma releitura da clássica lenda do Rei Arthur.

Confira:

Baseada no best-seller de Frank Miller e Tom Wheeler, Cursed – A Lenda do Lago é a história do rei Arthur contada por Nimue (Katherine Langford), uma jovem com um dom misterioso destinada a se tornar a poderosa Dama do Lago. Após a morte da mãe, Nimue encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto).

Cursed – A Lenda do Lago é uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível.

Além de Langford, o elenco conta com Devon TerrellGustaf SkarsgardPeter MullanLily NewmarkShalom Brune-FranklinDaniel SharmanSebastian ArmestoEmily CoastesCatherine WalkerBilly Jenkins completam o elenco.

‘Os Ausentes’: Conheça a nova série brasileira que já está disponível na HBO Max

As produções nacionais estão cada vez mais conquistando as plataformas de streaming e a HBO Max acaba de lançar uma nova série original, intitulada ‘Os Ausentes‘.

O drama, estrelado por Maria Flor, Erom Cordeiro e Jacqueline Sato, conta a história de uma agência que investiga pessoas desaparecidas no Brasil, localizada em São Paulo. A trama acompanha o ex-delegado Raul Fagnani (Cordeiro), que decidiu dedicar a sua vida à esta causa após o sumiço de Sofia, sua filha de cinco anos.

Os Ausentes revira o submundo da cidade de São Paulo e coloca o protagonista a serviço daqueles que não podem contar com a ajuda do governo.

O projeto contou com uma produção nos padrões de Hollywood, com o envolvimento de um dos roteiristas da aclamada franquia televisiva ‘Law & Order‘, além da participação a mil figurantes.

Thiago Luciano e Maria Carmem Barbosa assinam a criação da série, que ainda traz Mara Leão como produtora executiva.

Confira o trailer:

‘Paradise’: Novo vídeo dos bastidores confirma escalação de Shailene Woodley; Confira!

As filmagens da 2ª temporada de ‘Paradise‘ já estão a todo vapor e um novo vídeo dos bastidores foi divulgado pelo astro Sterling K. Brown, confirmando a escalação da atriz Shailene Woodley para os novos episódios.

No vídeo promocional, os atores celebram a nova contratação com bom humor em uma pequena sketch cômica.

Confira:

Segundo o DeadlineThomas Doherty (‘Tell Me Lies’) também foi escalado para a 2ª temporada de Paradise, elogiada série de suspense político do Disney+.

Detalhes sobre seu personagem não foram revelados, mas sabe-se que ele aparecerá em caráter recorrente no novo ciclo.

Lembrando que a temporada de estreia já está disponível na plataforma de streaming.

Na trama, o assassinato do presidente dos Estados Unidos acaba envolvendo seu chefe de segurança em um perigoso segredo de estado.

A série foi criada por Dan Fogelman (‘This Is Us’).

O elenco conta com Sterling K. Brown, James Marsden, Julianne Nicholson e Sarah Shahi.

‘House of Cards’: Roteiristas correm para tirar cenas de Kevin Spacey da 6ª temporada

Os roteiristas de House of Cards estão correndo contra o tempo nos bastidores para reescrever a 6ª temporada após a saída de Kevin Spacey. A Netflix afirmou que não trabalharia mais com o ator após diversas acusações de assédio sexual, inclusive nos bastidores da série.

Fontes internas afirmaram ao site que é muito improvável que o sexto ano seja cancelado, já que os roteiristas estão jogando ideias de como terminar a história sem o personagem de Frank Underwood.

Ainda não foi divulgado qual será o fim dado ao personagem ou como deve ocorrer sua possível morte.

A produção da 6ª temporada está suspensa desde as acusações de assédio e a CNN diz que a equipe e o elenco saberão sobre o futuro da série perto do feriado de Ação de Graças, marcado para o próximo dia 23.

Kevin Spacey é demitido da Netflix e não fará mais parte de ‘House of Cards’

Kevin Spacey estaria obcecado por ator de ‘House of Cards’; Saiba detalhes!

Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles e Eric Roth.

 

Diretor de ‘Guerra Infinita’ fala sobre a saída de Robert Downey Jr. do MCU

Vingadores 4 pode marcar a saída de Robert Downey Jr. do MCU após 10 anos na pele do Homem de Ferro. Mas será mesmo que o ator vai se aposentar do personagem?

Durante uma nova entrevista, o diretor Joe Russo falou sobre a possibilidade do Homem de Ferro se sacrificar pela equipe na batalha contra Thanos:

“Ninguém pode substituir Downey Jr. como o Homem de Ferro, fato! Não acho que a audiência aceitaria isso. Ele nunca mencionou deixar o personagem, mas isso acontecerá em algum ponto, sabemos disso. Ele não pode interpretar o personagem para sempre. Tenho certeza que ele tem outras coisas para fazer na carreira e amo trabalhar com ele. Mas veremos como as coisas irão se dar a partir de ‘Guerra Infinita'”

Enquanto isso, novas previsões do Box Office Pro indicam que Vingadores: Guerra Infinita’ deve superar não somente os números da maior abertura para um filme no mês de abril, mas também o da maior bilheteria de estreia de um longa-metragem na história dos EUA, que foi Star Wars: O Despertar da Força.

O filme da Marvel pode fazer uma estreia com uma arrecadação em torno de US$ 235 milhões a US$ 255 milhões. Com isso, fica muito próximo de superar os US$ 247 milhões que ‘O Despertar da Força’ fez e seu lançamento, em 2015.

Ansiosos? O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

Assista alguns comerciais de TV com cenas inéditas:

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

 

‘Cidade Sitiada’: Aliens invadem a Terra em ficção científica com ator de ‘Cloverfield’

A ficção científicaCidade Sitiada (Captive State), de Rupert Wyatt, diretor de Planeta dos Macacos: A Origem, ganhou o primeiro trailer. Assista:

Na trama, alienígenas invadem a Terra e restauram a ordem, eliminando a violência, a pobreza e a corrupção. No entanto, tudo tem um preço, que deve ser cobrado por essa raça alienígena.

O elenco conta com John Goodman (Rua Cloverfield, 10), Ashton Sanders, Jonathan Majors, Colson Baker e Vera Farmiga. A ficção científica tem previsão de lançamento para março de 2019.

Confira o cartaz oficial:

Dica do fim de semana | Novidades para assistir na Netflix e no Amazon Prime Video

Neste fim de semana, o CinePOP traz cinco dicas de produções recém-chegadas aos catálogos de Netflix e Amazon Prime Video. São longas de terror, suspense, animação musical e até mesmo documentário. Ou seja, são opções para todas as idades e gostos.

Para facilitar, separamos os filmes pelo streaming no qual você poderá encontrá-lo. Confira!

Netflix

Sorria 2

Abrindo a lista, indicamos esse terrorzão psicológico que surpreendeu muitos fãs do ‘terror raiz’ quando chegou aos cinemas ano passado. Sequência de um ‘terrorzinho pop’ que fez bastante sucesso em 2022, Sorria 2 eleva a escala da maldição ao colocar uma Diva Pop no auge do sucesso para sofrer com a maldição sorridente. Após presenciar a morte de um amigo de adolescência, ela começa a ser perseguida pela morte sorridente. O problema é que ela está para embarcar em turnê, então não tem como se isolar, fazendo com que ela vá surtando aos poucos, já que qualquer um pode ser uma ameaça mortal. É aquilo, o estúdio viu o sucesso do primeiro, então decidiu investir em efeitos práticos e em um elenco mais qualificado. O resultado é muito positivo.

Apocalipse nos Trópicos

É um documentário da Petra Costa. Isso já é o bastante para que muitos decidam se vão ou não assistir o documentário. Dito isso, o momento de sua chegada ao streaming não poderia ser mais certeiro, já que aborda as conexões entre o caos político que atinge o Brasil há mais de uma década, com o nascimento político dos Bolsonaros e o renascimento político de Lula, enquanto traça paralelos com a influência evangélica na política e nas comunidades, culminando nos eventos lamentáveis do 8 de janeiro de 2023. É um doc com todos os vícios e trejeitos da Petra Costa. Então, se você é fã do trabalho dela, vá sem medo. Se você não gosta, talvez seja melhor assistir outras dicas.

Trolls 3

Perfeito para a molecada, o terceiro capítulo da franquia Trolls traz tudo que fez da saga um sucesso mundial. Enquanto se aproxima mais de Tronco, Poppy acaba descobrindo que o jovem foi membro de uma antiga boyband que marcou sua infância. O problema é que ele descobre que seus irmãos foram sequestrados por uma dupla de ícones Pop, que estão sugando seu talento para conseguirem atingir notas impressionantes. Então, a duplinha embarca em uma nova aventura, misturando as mais diversas playlists e adotando diferentes técnicas de animação, para resgatar os irmãozinhos de Tronco e trazer a banda de volta. Vale dizer que os irmãos do Tronco (Justin Timberlake) terminam o filme com uma música até então inédita do N’Sync. Fica a dica aí para os fãs da boyband.

Amazon Prime Video

Nosferatu

Talvez o terror mais comentado da virada do ano, Nosferatu é um remake do clássico do mundo dos vampiros, mas agora dirigido pelo badalado Robert Eggers (O Farol, A Bruxa). A trama se passa nos anos 1800 e fala sobre a obsessão de um vampiro por uma jovem noiva. A moça começa a ser assombrada por visões que conectam a monstruosidade ao seu noivo, um corretor de imóveis que viaja para tentar vender uma propriedade para o misterioso Conde Orlok. Porém, ele acaba sendo vítima do esquema do vampirão, que viaja para a casa do corretor para consumar sua obsessão pela jovem noiva.

Linha da Extinção

Inspirado em Um Lugar Silencioso, Linha da Extinção é provavelmente o filme de ação e suspense mais genérico que você verá no fim de semana, mas ele é extremamente divertido. A trama se passa em uma terra pós-apocalíptica, na qual uma família formada pelas condições vive isolada nas montanhas. Esse grupo descobriu que uma ameaça que invadiu a Terra não consegue sobreviver na altitude, então estão seguros por lá. Porém, ao descobrirem que estão com a vida de um garoto nas mãos, o grupo começa a explorar a região, podendo morrer a qualquer momento. Se quiserem sobreviver, vão precisar trabalhar em grupo, reforçando laços que eles nem imaginavam que tinham. É bem interessante, apesar de genérico ao extremo.

Crítica | Hokum: O Pesadelo da Bruxa – Interessante Folkie Terror com Adam Scott, astro de Ruptura

Fãs de terror, uma novidade chega em breve nos cinemas brasileiros, uma pequena variação do mais do mesmo que andamos recebendo nas telonas. Trata-se de um título no estilo folkie terror – em outras palavras, terror com base em características culturais folclóricas de uma localidade, e que, neste caso, é o interior da Irlanda. Esses elementos já são suficientes para despertar a atenção da turma do terror, certo? E é exatamente o que será encontrado em ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa’, novo filme do gênero que está em exibição nos cinemas.

Ohm Bauman (Adam Scott, astro da série ‘Ruptura’) é um escritor de suspense e terror que, na vida real, é bastante ranzinza e questionador. Ele acaba de chegar a uma pousada super antiga no meio da floresta no interior da Irlanda, onde seus pais passara a lua de mel. Agora, Ohm quer espalhar no local as cinzas de ambos, e seguir com seus planos apesar de seus traumas familiares do passado. Entretanto, tanto os hóspedes quanto os funcionários do local não parecem muito amigáveis, e, quando conversa com a recepcionista Fiona (Florence Ordesh, deFundação), a única simpática do lugar, Ohm descobre que a pousada é assombrada por uma antiga bruxa. Mesmo sem dar confiança à história, o escritor fica desconfiado, e, quando algo sinistro ocorre no meio da noite, ele passa a entender que há forças ocultas que nem mesmo a ficção consegue dar conta.

Escrito e dirigido por Damian Mc Carthy (de ‘Oddity – Objetos Obscuros’), ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa’ traz um quê de cinema autoral com o cinema de gênero – ou melhor, de subgênero (e não no sentido menor, mas no sentido de ser uma categoria específica dentro do terror). Isso torna o filme simpático porque equilibra um astro de reconhecimento internacional com um elenco majoritariamente local e desconhecido do grande público, dando-lhes a oportunidade do reconhecimento. Além disso, parte do entretenimento para ambientar o público ao folclore irlandês, tão conhecido por seus contos de fadas e de bruxas.

Assim, as locações se destacam nesta produção, tanto a floresta densa e de um verde vibrante quanto a pousada, toda revestida de madeira escura, materiais pesados e ambientes fechados. O contraste de ambos os ambientes faz com que a gente se sinta ora encantado pelo imaginário irlandês, ora imerso no mistério que o filme propõe através da figura da bruxa. Entretanto, é aí também que o roteiro de Damian Mc Carthy dá uma vacilada, por não se aprofundar um pouco mais nas explicações, nas origens dessa entidade. Ficou um gosto de que se criasse um vínculo maior com as lendas locais, pensando no público leigo.

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Adam Scott surge bastante diferente neste filme, mesmo que não esteja super caracterizado. Há qualquer coisa de diferente na sua interpretação que faz a gente demorar reconhecê-lo em cena, e isso é positivo, pois não vemos aqui aquele cara inseguro de ‘Ruptura’. Em ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa’ é depressivo, mal-educado, ranzinza, crítico.

Já na parte do terror, a ambientação cria um clima de suspense constante, envolvente, sedutor quase (já que estamos na floresta cheia de neblina), mas os efetivos sustos são poucos. Então, a ideia do terror é maior do que o terror efetivo no filme, muito mais eficiente em criar uma atmosfera do que assustar. Para quem gosta do gênero mas não curte acelerar o coração, ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa’ é uma aposta segura.

Diferente, envolvente e bem-realizado, ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa’ oferta uma opção alternativa para quem já cansou dos filmes de terror de franquia que ocupam as salas sem oferecer nada de novo. ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa’ é como ler um bom livro, que faz você querer virar página depois de página.

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‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Daisy Ridley fala sobre o final do filme

O fim da Saga Skywalker está chegando. Após a Lucasfilm revelar o primeiro trailer oficial de Star Wars: A Ascensão Skywalker’Daisy Ridley, que dá vida à personagem Rey na nova trilogia, falou recentemente, em entrevista à FOX 32 que o final do filme é diferente do que podemos imaginar.

“[O diretor] J.J. [Abrams] disse para mim, assim que recebi o roteiro para ler, que as coisas iriam mudar. O final sempre era do mesmo jeito, mas ele falou que havia algo de diferente, que no caso é maravilhoso”, ela declarou. “Porque é sempre bom receber notícias novas e, logo depois, ter a experiência de gravar [o filme] junto ao cineasta. Mas de qualquer forma, não sabemos exatamente o que vai acontecer. Fizemos algo nos sets de gravação, mas tudo ainda pode mudar”.

Confira o trailer oficial:

Com a Star Wars Celebration a todo vapor, os fãs podem esperar novidades fresquinhas sobre a franquia, incluindo conteúdos sobre a nova série de Jon Favreau, ‘Os Mandalorianos‘.

Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

O filme estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

‘A Pequena Sereia’: Jonah Hauer-King será o Príncipe Eric no live-action

A espera finalmente acabou!

Segundo o site VarietyJonah Hauer-King, conhecido por seus papéis em obras como ‘A Caminho de Casa’Little Women, foi elencado no remake em live-action de A Pequena Sereia como o Príncipe Eric.

O ator se junta aos previamente anunciados Halle Bailey, que será Ariel, e Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, e Jacob Tremblay (O Predador), como o icônico peixinho Linguado. 

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão.

O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de O Retorno de Mary Poppins, para comandar o projeto.