Tudo está prestes a mudar na 5ª temporada de ‘Riverdale‘, quando a série introduzir o aguardado salto temporal no 5º episódio da trama, intitulado “Chapter Eight-one: The Homecoming”.
E e o capítulo em questão acaba de ganhar sua sinopse oficial, divulgada pela emissora The CW. Nela, percebemos que os protagonistas lutarão para manter as portas da sua escola aberta, à medida que também tentam seguir com suas vidas agora na fase adulta.
Confira a sinopse oficial:
“A LUTA POR RIVERDALE HIGH – Toni (Vanessa Morgan), Alice (Mädchen Amick), Archie (KJ Apa) e Kevin (Casey Cott) lutam para manter as portas da Riverdale High abertas, depois de saber que seu orçamento foi cortado por Hiram Lodge (Mark Consuelos). Veronica (Camila Mendes) fica criativa ao descobrir que Chad (ator convidado Chris Mason) a está seguindo. Jughead (Cole Sprouse) começa um novo emprego, depois que cobradores de dívidas aparecem em Riverdale”.
Steve Adelson assina a direção do episódio, que fora escrito por Michael Grassi.
“Chapter Eight-one: The Homecoming” vai ao ar apenas no dia 17 de fevereiro.
Confira o trailer da 5ª temporada:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
Os ânimos estão a flor da pele na série ‘Euphoria‘ o 5º episódio da 2ª temporada promete fortes emoções e tensões para os personagens.
E o capítulo em questão ganhou um novo e misterioso teaser, que prepara os fãs para o que está por vir.
Confira:
O capítulo em questão vai ao ar no próximo domingo, dia 06 de fevereiro.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
No terceiro dia da Rio Creative Conference, a Rio2C, a Sato Company e a Toei Company realizaram um painel, no Teatro de Câmara Petrobras, na Cidade das Artes, com a presença de Shinichiro Shirakura, produtor-executivo, Yusei Nagamatsu, gerente sênior de vendas e aquisição internacional, Yasuhiko Nakajima, vice-diretor de vendas e aquisição internacionais – todos da Toei Company – e Nelson Sato, o CEO da Sato Company, onde comentaram sobre o sucesso das séries live action da produtora, como por exemplo os Power Rangers.
Os quatro aproveitaram o momento para comentar a respeito da produção brasileira, que está sendo desenvolvida em parceria entre as duas empresas, o filme que adaptará a série Jaspion. Durante a palestra, eles anunciaram que Rodrigo Bernardo (Talvez uma História de Amor) é quem assume a direção do longa-metragem.
Nesta quinta-feira também aconteceu o painel com o Louis Black, diretor e co-fundador do festival de cinema, música e tecnologia, o SXSW, conhecido como South by Southwest, em que ele palestrou sobre como impulsionar a criação de comunidades e mudar o cenário cultural de uma região, como grandes eventos estimulam o coletivo e como trabalhar com marcas, “No meu caso, especificamente, as marcas compraram a ideia do festival. Acho que conseguimos manter a mesma energia desde o início”. Black também aproveitou o momento para fazer uma comparação entre o Festival de Austin e a Rio2C, “O nosso maior objetivo no SXSW é reunir pessoas e isso tem acontecido aqui. Nós fazemos a cultura e somos responsáveis por isso. Lá, como aqui, você escolhe as suas áreas de interesse e faz as suas escolhas”, explicou.
Além disso, participamos da coletiva de imprensa da série Assédio, primeira produção original da Globo feita com exclusividade para a GloboPlay que entra em cartaz na TV aberta no dia três de maio, e conta a história da união de mulheres que formaram uma rede para denunciar uma sequências de abusos sexuais cometidas por um médico bem-sucedido e respeitado.
Durante o momento estavam presentes as roteiristas Maria Camargo (Dois Irmãos) e Bianca Ramoneda, a diretora Amora Mautner (Avenida Brasil) e a atriz Adriana Esteves. Elas comentaram a respeito sobre o tema da ficção, que é baseada em fatos reais, sobre a forma como escolheram realizar essa abordagem, o processo de criação, sobre como isto precisa ser cada vez mais debatido e fizemos uma pergunta para a Adriana que vocês poderão conferir no texto completo da coletiva.
O CinePOP também participou da coletiva de imprensa com Heitor TP, o compositor brasileiro que já trabalhou em filmes como Minions, Meu Malvado Favorito 2, Smurfs, e também com Hans Zimmer nas produções Madagascar, Missão Impossível 2 e Gladiador. Ele falou a respeito do seu processo de criação de composições, como procura entender o que o público quer e como foi trabalhar com Zimmer. O texto também estará, em breve, aqui no site.
Em uma recente entrevista ao Screen Crush, o roteirista Chris Claremont teve a chance de falar um pouco mais sobre ‘X-Men: Fênix Negra’ e como foi essa segunda tentativa de adaptar a HQ para as telonas.
Segundo Claremont, ‘Fênix Negra’ fará jus ao material original e o diretor fez um bom trabalho:
“Essa segunda tentativa de ‘Fênix Negra’ será semelhante ao que fizeram com ‘007: Cassino Royale‘ recentemente, que também foi uma segunda tentativa, trará um impacto positivo semelhante. O diretor Simon Kinberg seguiu as ideias certas. Trabalhou com o melhor elenco jovem que vi em muitos anos. Tenho esperança que agora eles brilhem tanto quanto os Vingadores“
‘X-Men: Fênix Negra’ é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
Durante uma nova entrevista ao Slash Film, Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) revelou os primeiros detalhes de sua personagem em
“A Dr. Emma Russell, minha personagem, aprendeu como se comunicar com os monstros, e potencialmente controla-los através de um sistema de sonar. Ela é uma espécie de ‘DJ’ para essas criaturas gigantes”
Vale lembrar que o filme terá conteúdo apresentado na San Diego Comic-Con 2018, daqui a uma semana.
O diretor Mike Dougherty confirmou nas redes sociais que no sábado do evento será exibido um trailer exclusivo do filme. O painel também deve contar com a presença de parte do elenco.
A Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.
Hollywood foi pega de surpresa na tarde deste domingo (13) com a notícia do falecimento do ator vencedor do Oscar, William Hurt.
Aos 71 anos, Hurt – que faria 72 na próxima semana -, faleceu de causas naturais em sua casa. A infeliz notícia foi dada por meio de uma nota divulgada por seu filho, Will.
“É com grande tristeza que a família Hurt lamenta o falecimento de William Hurt, nosso amado pai e vencedor do Oscar, neste dia 13 de março de 2022, uma semana antes de seu 72° aniversário. Ele morreu de forma tranquila, em meio a seus familiares, de causas naturais. Neste momento, a família deseja privacidade”, diz a nota.
Ao longo de sua brilhante carreira, William Hurt trabalhou em mais de 40 filmes e conquistou três indicações consecutivas o Oscarde Melhor Ator, vencendo em 1985, logo na primeira indicação, por seu papel em O Beijo da Mulher Aranha.
Seu último filme lançado foi Viúva Negra(2021), no qual ele interpreta o General Ross. Ele deixa um trabalho ainda não lançado no filme A Filha do Rei. E há boatos de que ele deixou gravada uma participação especial na série da Mulher-Hulk, prevista para estrear em 2022.
Janeiro é o mês do auge do verão aqui no hemisfério sul, época de temperaturas altas e pensamentos voltados para o mar, para o ar-condicionado ou qualquer outra coisa que faça a gente pensar em algo que não seja o calor. Mas o fã mesmo de terror curte ver filmes com essa pegada faça chuva ou faça sol, literalmente, porque não há tempo feio para um bom susto ou uma boa torcida nos miolos. Como opção no aluguel sob demanda, para além das plataformas usuais, chega esse mês para o público brasileiro o suspense psicológico ‘Vozes do Passado’.
Grávida, Ellie (Emma Draper) está de volta ao casarão onde seus avós moraram para tentar escrever um livro sobre suas pesquisas sobre ocultismo. Mas isso significa também ter que encarar sua mãe, Ivy (Julia Ormond), e todas as cobranças que veem à tona quando as memórias da casa começam a vir à superfície a medida em que Ellie vai voltando a se familiarizar com o local. Porém, enquanto sua mãe está empenhada em encaixotar as coisas dos pais para jogá-las fora, Ellie está disposta a reabrir as feridas do passado para descobrir a verdadeira verdade dos segredos do passado.
Desenvolvido em uma hora e meia de duração, ‘Vozes do Passado’ tem uma premissa interessante, mas uma má execução que coloca todo o projeto em escanteio. O enredo se desenrola de maneira não só arrastada, mas confusa. As peças do quebra-cabeças do filme vão sendo apresentadas em flashbacks desconexos que se chocam com cortes abruptos da edição, que jogam o espectador para o tempo presente da narrativa de maneira um tanto quanto despreocupada, como se fosse bastante lógico entender o que está acontecendo na trama porque sabemos do tal segredo da família – algo que, claro, não sabemos, porque é o grande lance do filme.
Por outro lado, temos ambas as atrizes entregando um bom trabalho em conferir dubiedade e profundidade às protagonistas, em sequentes cenas de conflito mãe e filha. E talvez esse seja a grande problemática do roteiro de Jake Mahaffy e Tim van Dammen: uma boa ideia cujo panorama para sustentá-la se arrasta por conta de uma economia de orçamento e centralização da trama em apenas dois personagens enfurnados em uma casa. Cabia ao diretor Jake Mahaffy tem aprofundado, pelo menos, a intensidade do suspense e do terror, espalhando-os mais ao longo de sua produção, e não apenas concentrar todos os esforços para o último arco do filme.
Apesar de cozinhar mui lentamente, ‘Vozes do Passado’ traz cenas interessantes de terror, que mesclam o sobrenatural com um pouco de ficção científica. Ainda que demore para mostrar a que realmente veio (e meio que apresentar a grande revelação da história de maneira bem bagunçada), ‘Vozes do Passado’ é um filme bastante alegórico, estilo ‘Mãe!’, calcado no embate psicológico das relações familiares e, portanto, produzido de maneira a extrair o melhor de seu elenco. Para tal, traz alguma bizarrice e cenas escatológicas de terror, então, quem curte essas coisas, pode ser interessante dar uma olhada neste ‘Vozes do Passado’, já disponível para aluguel nas plataformas.
A AMC divulgou as imagens promocionais do penúltimo episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘. Além disso, confirmou que o episódio contará com 57 minutos de duração. Uma duração bem maior se comparado ao habitual tempo de 40 minutos de exibição por episódio.
Confira:
O 15º episódio, intitulado The Calm Before, será exibido no dia 24 de março.
Na trama do episódio, “A feira no Kingdom é um sucesso, com todas as quatro comunidades se juntando para celebrar pela primeira vez em anos. Enquanto alguns pactos são renovados, outros terão um preço muito alto a ser pago.”
Durante a Comic-Con de San Diego deste ano, foi confirmado que essa será a última temporada de Danai Gurira na série.
“Eu posso confirmar que esta é a última temporada que eu estarei no incrível programa de TV como Michonne”, disse Gurira, com os olhos cheios de lágrimas. “Eu gostaria apenas de dizer que esta tem sido uma das mais puras alegrias da minha vida, interpretar essa personagem e estar entre essas pessoas e entre todos vocês. Estou muito, muito grata pela experiência que tive de maneiras que nem posso expressar agora. Meu coração ficará com a série”, afirmou.
Angela Kang retorna como showrunner do próximo ciclo.
A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.
A Nickelodeon anunciou hoje (19) que sua minissérie ‘Clube do Terror’, revival da clássica produção dos anos 1990, foi renovada para a segunda temporada.
A antologia irá retornar com novas histórias e provavelmente um novo grupo de jovens que fazem parte da Sociedade da Meia-Noite. Entretanto, mais detalhes ainda não foram revelados.
Dirigida por Dean Israelite, a minissérie é baseada na série de terror antológica lançada em 1992.
Assim como na trama original, um grupo de crianças se reúne em volta de uma fogueira para contar histórias sombrias, enquanto suas vidas começam a correr perigo.
A HBO divulgou o pôster oficial de ‘The Swamp’, novo documentário oficial que revela os bastidores da política de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.
Confira, junto ao trailer:
O filme é dirigido por Daniel DiMauro e Morgan Pehme.
A história segue os passos dos congressistas Matt Gaetz, Thomas Massie e Ken Buck através do ano pivotal da política estadunidense, demonstrando a largura e a firmeza de um sistema que preza mais pelo lucro do que por qualquer outra coisa. Com cenas inéditas dos bastidores da Casa Branca e notícias de eventos grandiosos – incluindo o procedimento para o impeachment do Presidente Donald Trump, o filme revela um olhar íntimo dos funcionários do governo dos Estados Unidos.
A obra já está disponível na plataforma de streaming.
Confira, junto ao trailer dublado:
A história gira em torna da filha do Papai Noel, que é forçada a assumir o negócio da família quando seu pai decide se aposentar e seu irmão acaba ficando impossibilitado de ajudar antes de seu primeiro grande voo de Natal.
O longa foi escrito e dirigido por Marc Lawrence (‘Miss Simpatia‘).
A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental (John Stamos), que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.
Durante a celebração dos 55 anos de ‘Star Trek’ no evento Star Trek Day, foi revelado que a 4ª temporada da série derivada ‘Star Trek: Discovery’ ganhou data de lançamento oficial.
Os novos episódios chegam à Paramount+ em 18 de novembro.
Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Sonequa Martin-Greenrevelou alguns detalhes do próximo ciclo e o que os novos episódios aguardam para Michael Burnham, personagem que interpreta no show..
“[Burnham se tornar capitã] é uma grande coisa para mim. Ser capitã daquela franquia, ser uma capitã negra da nave, é enorme para mim, em geral, e para a própria franquia”, ela disse. “Mas digo que todos poderão ver o tipo de capitã que Michael Burnham é”.
Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.
À medida que a temporada de premiações rouba nossa atenção, a corrida pelo Oscar fica cada vez mais acirrada – e, agora, foram anunciados os indicados à 74ª edição do Directors Guild of America Awards (DGA Awards), que visam à celebração dos melhores diretores do cinema e da televisão do ano passado.
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA
Kevin Bray, Succession (“Retired Janitors of Idaho”)
Mark Mylod, Succession (“All the Bells Say”)
Andrij Parekh, Succession (“What It Takes”)
Robert Pulcini & Shari Springer Berman, Succession (“Lion in the Meadow”)
Lorene Scafaria, Succession (“Too Much Birthday”)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Lucia Aniello, Hacks (“There Is No Line”)
MJ Delaney, Ted Lasso (“No Weddings and a Funeral”)
Erica Dunton, Ted Lasso (“Rainbow”)
Sam Jones, Ted Lasso (“Beard After Hours”)
Mike White, The White Lotus (“Mysterious Monkeys”)
MELHOR DIREÇÃO EM DOCUMENTÁRIO
Jessica Kingdon, Ascension
Stanley Nelson, Attica
Raoul Peck, Exterminate All the Brutes
Ahmir “Questlove” Thompson, Summer of Soul
Elizabeth Chai Vasarhelyi & Jimmy Chin, The Rescue
A nova série de vampiros da Netflix, ‘Primeira Morte’, já se tornou uma das grandes sensações da plataforma de streaming – e tanto os fãs quanto os atores querem que a produção seja renovada para a 2ª temporada.
Em uma recente entrevista ao The Wrap, a atriz Sarah Catherine Hook, que interpreta Juliette, falou sobre o prospecto do show voltar para mais episódios e encorajou o público a continuar assistindo à temporada de estreia.
“Acho que se vocês assistirem à série e garantirem que ele fique no Top 10 na Netflix para conseguirmos uma 2ª temporada, então tenho certeza de que poderemos voltar”, ela comentou. “Então coloque. Todo mundo, coloque em sua TV e nós vamos ficar bem. Nós vamos voltar. Não se preocupem”.
Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.
Criada por V. E. Schwab, a série é baseada em seu conto homônimo.
A The CW divulgou a prévia oficial do 8º episódio de ‘Walker: Independence‘, que marca a reestreia da primeira temporada.
Sem muitas informações reveladas, o capítulo vai ao ar apenas em 2023.
Confira:
A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.
Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.
Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.
Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna Fricke, Seamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.
Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.
A cultura mexicana talvez seja uma das mais extensas e complexas dentro do panteão mundial. Além de resgatar inúmeros elementos folclóricos em uma amálgama que remonta a glória dos povos greco-romanos, ela se permite a ramificar seu legado para todas as épocas e povos, emergindo como uma forma pacífica de união e sabedoria – tudo pautado em belas e bem estruturadas metáforas que conversam com a importância da memória, da família e do altruísmo.
É claro que ‘Viva – A Vida É uma Festa’ traz de forma livre de pré-conceitos e estigmas um dos festivais mais adorados por esse povo, o Dia de los Muertos (Dia dos Mortos); mas antes da investida Disney/Pixar, Guillermo del Toro já nos havia presenteado com um retorno às próprias raízes latinas para nos entregar uma perspectiva única e épica com ‘Festa no Céu’. A animação, aparentemente superficial e apenas destinada para um público mais infantil e sem senso crítico, na verdade desenrola-se de modo muito belo através de uma investida mais contemporânea e pincelada com elementos da cultura pop.
A narrativa gira em torno de um grupo de crianças que visita um museu de história antiga e, através das palavras de uma intimidante e envolvente guia, passa a conhecer um conto milenar intitulado O Livro da Vida. A priori, a obra produzida por Del Toro e dirigida por Jorge R. Gutiérrez mergulha nas técnicas de animação 3D para fornecer uma identidade diferenciada quando justaposta à trama paralela. No “mundo real”, por assim dizer, os traços são mais suaves e desbotados, e tal concepção emerge justamente como base para reafirmar toda a magia do “mundo sobrenatural”, cujas técnicas migram para algo rústico e bruto. Dentro desse segundo cosmos, o épico que nos remonta às novelas de cavalaria da Idade Média traz como protagonistas três amigos unidos pelo mesmo ideal – lutar sem desistir -, Manolo, Maria e Joaquin. Todos são dotados por personalidades diferenciadas: Manolo é um músico sonhador fadado a seguir por obrigação os passos de sua família, destinado a tornar-se um exímio toureiro; Maria é uma criança rebelde que não se encaixa nos padrões patriarcais do vilarejo em que mora, além de ser a força-motriz dos conceitos de liberdade e igualdade que permeiam o longa; Joaquin é o arquétipo do herói corajoso, do soldado protetor que segue também os passos do pai e jura defender os fracos e inocentes de forças superiores.
O interessante de tudo isso é que esse gradativo e misterioso triângulo amoroso segue os mesmos parâmetros da escola literária Romântica, principalmente se pensarmos em obras como ‘A Moreninha’ e ‘A Dama das Camélias’: o escopo em questão perdura por mais de vinte anos, período dentro do qual Maria se afasta para morar na Espanha como forma de permitir que os dois garotos sigam seus destinos – não escolhidos por si mesmos, mas sim pela endossada sabedoria de figuras mais velhas e paternais – e entram em um arco de coming-of-age totalmente distorcido. Não é nenhuma surpresa que, eventualmente, o trio se reencontre de modo tenso: a jovem, agora dublada pela incrível Zoë Saldaña, é o motivo de confronto entre Manolo e Joaquin, interpretados por Diego Luna e Channing Tatum respectivamente, os quais lutam para conquistá-la.
Como estamos mergulhados dentro de uma narrativa épica, sabemos que os personagens mortais não são exatamente responsáveis pela trajetória na qual estão. A mera ilusão de livre-arbítrio na verdade é respaldada por duas figuras clássicas da mitologia mexicana e que emergem como divindades humanizadas e dotadas de características emocionais as quais as deixam mais próximas do público: a Morte (Kate del Castillo) e Xibalba (o sempre bem-vindo Ron Perlman). Desde o primeiro momento em que os vemos, sentimos a instantânea química que apenas se fortalece conforme a trama se desenrola; os dois personagens têm seu design pautados no paradoxo; enquanto Morte é toda delineada com um longo vestido vermelho-vivo, contrastando com a pele monocromática, responsável pelo Mundo dos Relembrados, Xibalba tem cores mais frias e sombrias que conversam com sua condição de regente do Mundo dos Esquecidos.
O duo, apesar do patamar transcendental, cai nos erros das criaturas que juraram proteger e deixam que sua ambição os guie através de um interessante acordo: ambos terão seus próprios peões, encarnados pelas figuras de Manolo e Joaquin, e dependendo de quem conseguir conquistar o coração de Maria, ditará como cada um dos mundos espirituais será comandado. E levando em consideração a personalidade competitiva de Xibalba, é claro que ele não terá escrúpulos e fará o que estiver ao alcance para vencer o desafio, enquanto a Morte espera pacientemente que seu “escolhido” passe por todos os obstáculos que precisa.
Toda a escolha artística de ‘Festa no Céu’ traz uma nostalgia memorável das melhores obras de Del Toro. A utilização de cores vibrantes funde-se a planos geralmente abertos e que ressaltam a reafirmação do cosmos construído propriamente para o filme. O cenário urbano é, de forma irônica, quase onírica, enquanto o Mundo dos Relembrados é mais palpável por sua saturação. Acontece que a animação não emerge apenas como uma clássica jornada do herói, mas estende-se para os dias de hoje com rendições musicais que, mesmo que estejam inseridas em um escopo cultural próprio, são conhecidas por grande parte do público e quebram toda a magia e a inexorabilidade deste universo. Passando por 30 Seconds to Mars e retornando para a profunda voz de Elvis Presley, os personagens transformam o longa em um musical não-premeditado e nada convencional.
Em suma, ‘Festa no Céu’ é uma investida interessante para a complexa mitologia mexicana, oferecendo uma perspectiva diferente do que poderíamos imaginar à medida que emociona e transpassa uma cândida e honesta mensagem.
Vale lembrar que Jeanine Mason (‘Roswell, New Mexico’) fará parte da próxima iteração.
A atriz interpretará a personagem Karina Silva, que é descrita como “uma executiva charmosa da Horizen, que está no comando do desenvolvimento de um novo produto”.
As duas primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.
A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.
Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.
A BBC anunciou recentemente que o adorado ex-showrunner de ‘Doctor Who’, Steven Moffat, irá retornar para a 14ª temporada da amada série sci-fi (via Collider).
As informações indicam que Moffat, conhecido por seu trabalho na produção à época em que Matt Smith interpretava o personagem titular, voltará como roteirista de um dos episódios do próximo ciclo.
Mais informações não foram reveladas.
Lembrando que o próximo ciclo, que conta com oito episódios, trará Ncuti Gatwa como a nova rendição do Doutor e Millie Gibson como Ruby Sunday, companheira do personagem titular.
Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.
Russell T Davies retorna pela quinta vez como produtor executivo, roteirista e showrunner – e irá voltar nas mesmas funções para a já confirmada 15ª temporada.
Os novos episódios têm estreia prevista para maio de 2024.
A Apple TV+ é uma das plataformas de streaming de maior respeito da atualidade e conta com um acervo considerável de ótimas produções.
Uma delas é a aclamada série de suspense ‘Slow Horses’, estrelada por ninguém menos que o vencedor do Oscar Gary Oldman.
Já caminhando para sua 4ª temporada, que estreia no próximo dia 04 de setembro, a atração é baseada na franquia literária best-seller de Mick Herron, adaptada pelo vencedor do Emmy Will Smith (‘Veep’) e dirigida por James Hawes.
A trama acompanha um time de agentes da inteligência britânica que trabalham no “departamento de despejo” do MI5 – Slough House. Oldman estrela como Jackson Lamb, o brilhante e irascível líder desses espiões, que vai parar na Slough House em virtude dos graves erros que cometeu ao fim de sua carreira.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Delicious’, seu mais novo suspense dramático alemão.
O longa-metragem fará sua estreia mundial no Festival de Berlim, em 18 de fevereiro, antes de chegar à plataforma de streaming em 07 de março.
Confira:
O filme é escrito e dirigido por Nele Mueller-Stöfen.
O verão idílico de uma família alemã em sua vila francesa na Provença se desfaz depois que eles acidentalmente atropelam uma jovem em uma estrada rural e a acolhem. Inicialmente parecendo prestativos, cada membro da família logo revela seus próprios motivos ocultos, buscando algo diferente da mulher. Este erro leva a consequências imprevistas que acabam por transformar a vida de toda a família.
Baseada no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.
A direção fica a cargo de Edgar Wright(‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.
A Netflix é lar de incontáveis produções que se tornaram sucesso de público e de crítica – desde filmes vencedores do Oscar até séries que angariaram legiões de fãs ao redor do mundo e deram início a movimentos culturais pela popularidade que conquistaram. E, em meio a um extenso e expansivo catálogo, certamente uma das produções mais prestigiadas e adoradas da plataforma é ‘Stranger Things’. A atração, que teve início há quase uma década, transformou-se em uma das assinaturas do streaming e se estendeu através de um legado inegável e incomparável ao misturar terror, aventura e ficção científica em uma carta de amor ao audiovisual e aos clássicos do gênero.
Nove anos depois de ter estreado na Netflix, está na hora de dizer adeus à série com a estreia da quinta e última temporada. Dividida em três partes, a primeira delas chegou ao serviço no último dia 26 de novembro, entregando-nos sólidos quatro episódios que já nos preparam para a batalha final entre os nossos amados protagonistas e o perigoso Vecna (Jamie Campbell-Bower), uma mortal criatura telepática que tem o poder de controlar mentes e que tem um plano maligno que envolve remodelar o mundo como o conhecemos através de receptáculos sequestrados e que servirão de conduítes para algo que precisa ser impedido a qualquer custo.
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A leva inicial de capítulos do ciclo de encerramento divide-se em vários núcleos que seguem os impressionantes eventos da iteração anterior: Eleven (Millie Bobby Brown) se joga de cabeça em um treinamento pesado para o momento em que enfrentará Vecna, sendo acompanhada de perto por Hopper (David Harbour) e Joyce (Winona Ryder); Will (Noah Schnapp), Mike (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo) seguem arquitetando um plano para interceptar as operações militares no Mundo Invertido para conseguirem qualquer pista que possa derrotar seu nêmesis; e Robin (Maya Hawke), Steve (Joe Keery), Nancy (Natalie Dyer) e Charlie (Jonathan Byers) utilizam suas habilidades para descobrir quando tais operações irão ocorrer, criando códigos para que seus aliados saibam o que fazer.
As expectativas estão lá em cima – e os obstáculos tornam-se mais perigosos minuto a minuto: Hawkins se vê em estado de sítio após o Mundo Invertido se fundir com a realidade que conhecem, compelindo nossos protagonistas a uma batalha contra o tempo para que Vecna não concretize seus planos. O vilão, por sua vez, começa a escolher crianças como alvo, passando-se pelo misterioso e convidativo Sr. Quequeé para contaminar suas vítimas e arrastá-las para seu domínio, forjando os laços psíquicos que culminarão em sua vitória. E, através de reviravoltas constantes e uma preocupação estética inescapável, os Irmãos Duffer acertam onde precisam para garantir um sólido início que, apesar dos empecilhos, entrega o que os fãs queriam em pequenas iterações epopeicas.
Como imaginávamos, os criadores da série assumem as rédeas dos dois primeiros episódios por completo, garantindo uma simbiose necessária que dá o tom da última temporada. Ora, se os nossos heróis agora estão crescidos e maculados por traumas, ressentimentos e anseios que ainda os acompanham, era apenas natural que os riscos aumentassem – e os Duffer, aliando-se a nomes como Frank Darabont, Paul Dichter e Caitlin Schneiderhan, não poupam esforços para garantir, com todas as letras, que ninguém está a salvo. E isso não é tudo: existe uma emblemática preocupação técnica e estilística que não apenas emula clássicos como ‘Caça-Fantasmas’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, mas que aposta fichas em uma ambição cênica que denota a cautela dos nomes envolvidos na produção, cujas ramificações chegam até mesmo a se apoiar em Alfonso Cuarón e James Cameron.
O trabalho do elenco é o elemento de maior sucesso, com destaque óbvio aos cinco jovens que nos guiaram nessa aventura exemplar e memorável – e com menções às magníficas performances de Hawke, Dyer e Schnapp (este transformando-se no fio condutor que une todos os núcleos em uma catártica guinada na história que amarra as pontas soltas e que não se esquece da própria mitologia criada). Sadie Sink faz um merecido retorno como uma versão quase fantasmagórica de Max, presa na mente de Vecna e tentando escapar de seu cárcere; Nell Fisher, retornando como Holly (irmã mais nova de Mike e Nancy), brilha em uma interpretação fantástica e envolvente; e Linda Hamilton diverte-se como a incisiva e categórica Dra. Kay, cujo objetivo principal é capturar Eleven.
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A temporada se inicia de forma convincente, recheada de ótimas sequências de ação e lutas muito bem coreografadas que trazem ritmo e dinamismo aos dramas pessoais e interpessoais dos personagens – seja na aliança de autoconhecimento e libertação de Robin e Will, nos percalços entre Steve e Dustin, e no relacionamento entre Hopper e Eleven. Entretanto, é preciso comentar que algumas escolhas de roteiro soam “preguiçosas”, por assim dizer, valendo-se de surpresas para mascarar certas repetições cansativas. Ademais, há arcos que não são tão bem desenvolvidos quanto os outros – mas que podem (e devem) ganhar mais complexidade e atenção na próxima leva de episódios.
O ciclo de encerramento de ‘Stranger Things’ começa com o pé direito, mostrando que o longo tempo de espera valeu a pena – mesmo que excessos precisem ser aparados com os vindouros capítulos, cujo lançamento está agendado para o próximo mês. De qualquer maneira, voltar a Hawkins nunca é um erro, e os Irmãos Duffer provaram mais uma vez que sabem como contar uma boa história.
A Paramount+ Brasil divulgou o trailer oficial e dublado de ‘Rancho Dutton’, série derivada de ‘Yellowstone’ que traz Beth e Rip de volta às telas.
A produção chega ao catálogo da plataforma de streamingem 15 de maio.
No spin-off, Beth e Rip estão prontos para lutar por um futuro juntos, mas o caminho está mais perigoso do que nunca. Entre realidades brutais e a ascensão de um rancho rival implacável, a sobrevivência deles está em jogo.
Chad Feehan (‘Homens da Lei: Bass Reeves’) entra como showrunner.
A trama nos leva para o Rancho Dutton, lar de Beth Dutton (Kelly Reilly) e Rip Wheeler (Cole Hauser), um testemunho da paz pelo qual buscaram, lutaram e quase morreram. Em tempos difíceis e competição acirrada, Beth e Rip fazem o que podem para sobreviver, ao mesmo tempo em que garantem que Carter (Finn Little) se torne o homem que deveria ser.
O Universo Yellowstone também inclui as séries pré-sequência ‘1823’ e ‘1923′, ambas já concluídas. Duas outras produções inspiradas no universo se juntam à série de Beth e Rip: ‘Madison’, para a Paramount+, estrelada por Michelle Pfeiffer como Stacy Clyburn; e ‘Y: Marshals’, para a CBS, estrelada por Luke Grimes como Kayce Dutton. ‘1944’ e ‘6666’ também fazem parte do crescente panteão criado por Taylor Sheridan.
As revelações sobre o envolvimento de Allison Mack num culto sexual foram tão desconcertantes e perturbadoras quanto um filme de suspense. Famosa por sua atuação em ‘Smallvile’, a atriz era uma das líderes por trás de uma rede secreta de culto e tráfico sexual.
Pela primeira vez, seu colegas de elenco, Tom Welling e Michael Rosenbaum, comentaram sobre o assunto durante o Podcast de Rosenbaum: ‘Inside of You’.
“Eu não sabia nada sobre isso…”, disse Welling. “Fiquei muito surpreso ao ler qualquer coisa sobre. Parece muito bizarro. Allison sempre foi uma pessoa legal ao meu redor.”
Rosenbaum repetiu o mesmo sentimento, afirmando que foi pego de surpresa pelas notícias:
Tudo que eu sei é que é difícil… Eu sempre digo isso, se alguém disser: ‘Ei, seu irmão matou alguém’. Eu vou ficar: ‘Não, é impossível. Você não conhece meu irmão’. Allison e eu nunca fomos muito próximos, como você [Welling] e eu éramos, eu realmente não sabia, ela fez o que queria, mas se alguém dissesse: ‘Ah, Allison Mack matou alguém’. ‘Não, isso é impossível'”.
Atualmente, Allison Mack está sob fiança e aguarda julgamento em setembro. Ela enfrenta uma sentença de até 20 anos de prisão, dada a acusação atual.
A Lucasfilm divulgou algumas imagens inéditas dos bastidores de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, mostrando alguns dos principais momentos da sequência.
A mais surpreendente revela Rey (Daisy Ridley) assumindo o trono do Imperador Palpatine (Ian McDiamird), provavelmente em uma cena excluída de sua visão do Lado Sombrio.
Lembrando que o Blu-ray de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ será lançando em 31 de março.
Entre os bônus disponíveis, há entrevistas com elenco e o processo de criação dos novos aliens e veículos da sequência, além dos bastidores das principais cenas da trilogia.
No entanto, a Lucasfilm revelou que não vai disponibilizar cenas excluídas e nem comentários do diretor, o que certamente vai decepcionar os fãs.
Esta é a primeira vez que um Blu-ray da saga não inclui as cenas deletadas.
Em 2018, o Blu-ray de ‘Os Últimos Jedi‘ trouxe 14 cenas que não foram apresentadas na versão oficial, incluindo comentários do diretor Rian Johnson explicando o motivo dos cortes.
Até o momento, não foi revelado porque a Disney não vai incluir as cenas, o que só aumenta o pedido dos fãs para o lançamento da versão idealizada por J.J. Abrams.
Após a estreia da sequência, diversos rumores apontaram que o estúdio restringiu as ideias de Abrams para que ele entregasse uma trama adequada aos interesses dos executivos da Disney.
Além disso, um usuário do Reddit afirmou que a corte visto no cinema foi drasticamente alterado em relação à versão idealizada por Abrams, alegando que há várias cenas excluídas.
Pensando nisso, um fã criou um abaixo-assinado no Change.org exigindo que a Disney libere o material original.
Em parte do texto, o responsável pelo pedido diz que:
“Abrams planejou ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ com um corte de mais de 3 horas, mas a Disney assumiu o controle criativo da sequência impediu que ele contasse a história completa. […] O estúdio prometeu a Abrams um controle maior sobre a narrativa, mas os executivos o cegaram e cortaram momentos cruciais só para agradar os investidores.”
Até o momento, o documento já registrou mais de 8.000 assinaturas, mas parece improvável que o protesto tenha algum efeito.
Enquanto isso, a tag #releasetheJJcut está ganhando forças nas redes sociais.
Assista nossa crítica:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
Além disso, a propaganda também menciona o multiverso da Marvel.
“Qual é seu Homem-Aranha favorito?“, é a pergunta que surge no início do vídeo antes de revelarem que:
“Você não precisa escolher, tudo pode acontecer no multiverso da Marvel. Muito possivelmente, você verá todos eles em ‘Homem-Aranha 3‘. Sim, os três Peter Parker salvando o mundo juntos.”
Pelo visto, parecia que o estúdio estava tomando cuidado para não negar ou afirmar nada abertamente, mas esse novo comercial pode ser uma luz no fim do túnel para introduzir o Aranhaverso nas telonas.
E aí, você também está esperançoso com a ideia?
Lembrando que ‘Homem-Aranha 3’ tem estreia está marcada para 17 de dezembro de 2021.
Zendaya também irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deKevin Feige, representando a Sony e aMarvel, respectivamente.
O CBM divulgou novas imagens oficiais de ‘Venom 2: Tempo de Carnificina’, trazendo novos detalhes sobre o visual do vilão.
Em uma das imagens, Cletus Kasady (Woody Harrelson) e Eddie Brock (Tom Hardy) se encaram no que parece ser a cela onde o vilão é mantido.
Em outra imagem, Kasady começa a se transformar no simbionte.
Confira:
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Atualmente prevista para outubro, a aguardada sequência ‘Venom 2: Tempo de Carnificina‘ deve ser adiada para 2022. De acordo com o Vulture, a Sony Pictures optou por não mostrar cenas inéditas do longa na apresentação do CinemaCon porque está planejando adiar a estreia do filme novamente.
O site afirma que ‘Venom 2‘ deve assumir a data programada para ‘Morbius‘, que está agendado para estrear no dia 21 de janeiro de 2022.
O plano é lançar o longa o mais rápido possível sem se arriscar nas bilheterias com a alta das novas variantes do COVID. Com ‘Ghostbusters: Mais Além‘ agendado para novembro e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ para dezembro, janeiro é a opção mais razoável para a Sony Pictures lançar a sequência do anti-herói.
A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
Ewan McGregore Hayden Christensen, astros da trilogia prequel de ‘Star Wars‘, se reuniram novamente durante a turnê de divulgação da série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘.
A dupla contracenou em ‘Star Wars: O Ataque dos Clones‘ (2002) e ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005), e se reencontraram 16 anos depois para reprisarem seus papéis no programa de TV.
Agora, um ano após as gravações, eles estiveram juntos em Berlim, promovendo a estreia de ‘Obi-Wan Kenobi’ em 27 de maio, na Disney+.
Além de McGregor e Christensen, a turnê também contou a presença de Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’), intérprete da inquisidora Reva, e da diretora Deborah Chow.
Lembrando que a série é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgertone Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
Foi revelado ontem que a Amazon Prime Video está desenvolvendo uma série baseada nos jogos da franquia ‘Tomb Raider‘, com roteiro escrito pela aclamada Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) será responsável pelo roteiro.
Por enquanto, não se sabe muito sobre a série, mas parece que a Amazon e Waller-Bridge têm grandes planos para o projeto.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a plataforma de streaming e a produtora Dj2 Entertainment pretendem criar um universo interligado através de filmes, séries e jogos.
E, além da série, o filme está prestes a entrar em pré-produção com os membros da Dj2 Entertainment em busca de roteiristas.
Até o momento, ainda não há uma data de lançamento para nenhum dos projetos, mas já uma notícia animadora após o cancelamento da franquia que seria estrelada por Alicia Vikander.
Relembre o trailer:
Lembrando que, apesar das críticas mistas, o reboot arrecadou US$ 274 milhões ao redor do mundo, com um orçamento de US$ 94 milhões.
Ao tentar entender o que realmente aconteceu com uma paciente em coma, uma enfermeira acaba descobrindo uma trama de rivalidade, infidelidade, traição e assassinato.
Essa é a premissa de ‘Paralisia‘, novo thriller psicológico da Netflix que traz Famke Janssen (‘X-Men’) e Rose Williams (‘Reign’) no elenco.
Na trama, a enfermeira Mackenzie (Anna Friel) fica responsável por auxiliar Katherine (Janssen), uma mulher que chegou ao hospital e foi diagnosticada com síndrome do encarceramento, estado de vigília em que o paciente fica tetraplégico, mas mantém a função cognitiva intacta.
Ao tentar descobrir o que aconteceu com a paciente, a enfermeira fica chocada quando ela consegue se comunicar e conta que foi vítima de uma tentativa de assassinato. Mergulhando na história, a enfermeira se vê diante de uma cadeia envolvendo um triângulo amoroso, um crime e uma grande conspiração dentro da família de Katherine.
É nesse cenário que o passado da paciente e sua nora, Lina (Williams), vem à tona. Afinal, qual a relação entre elas e qual delas é a verdadeira vítima?
Apesar de parecer intrigante e atrativa, a trama escrita por Rowan Joffe (‘O Informante’) está recebendo bastante comentários negativos nas redes sociais.
Entre as reclamações, os internautas alegam que o filme é entediante, arrastado e sem emoção. Inclusive, alguns até pegaram no sono durante a exibição.
Confira as reações:
Terminei de ver essa bomba na Netflix, filme Paralisia…. Eu até relevei muita coisa, mas chega no final é um desastre atrás de outro. Que direção e roteiros pavorosos… pic.twitter.com/T36JLXaOHm
Amo que sou desconfiado então sempre quando vou assistir a um filme que vai tomar meu precioso tempo pesquiso comentários sobre o próprio, e esse tal de “Paralisia” da Netflix só tem gente falando mal, então não irei ver pic.twitter.com/MTveiIdvOb
‘Paralisia’ é uma patifaria PORCA, eu já vi muito filme ruim mas a Famke Janssen tá de parabéns com essa bomba atômica da Netflix. ESSA QUERIDA PRECISA ENCONTRAR UM NOJO AGENTE URGENTE! pic.twitter.com/QEoXnIlQoX
A produção será lançada na plataforma no dia 1º de novembro.
A história começa com uma enfermeira responsável por auxiliar uma mulher que chegou ao hospital e foi diagnosticada com síndrome do encarceramento, estado de vigília em que o paciente fica tetraplégico, mas mantém a função cognitiva intacta.
Ao tentar descobrir o que aconteceu com Katherine (Janssen), a enfermeira fica chocada quando a paciente consegue se comunicar e conta que foi vítima de uma tentativa de assassinato. Mergulhando na história, a enfermeira se vê diante de uma cadeia envolvendo um triângulo amoroso, um crime e uma grande conspiração dentro da família de Katherine.
É nesse cenário que o passado da paciente e Lina (Williams), sua nora, vem à tona. Afinal, qual a relação entre elas e qual delas é a verdadeira vítima? Katherina ou Lina?
Através do Twitter, a página oficial de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ divulgou uma imagem inédita da 2ª temporada, destacando o misteriosa Mago das Trevas vivido por Ciarán Hinds (‘Game of Thrones’).
Confira:
Apesar da 3ª temporada ainda não ter sido confirmada oficialmente, os showrunners Patrick McKay e JD Payne estão confiantes de que a atração tem um futuro promissor pela frente.
Em entrevista para o The Hollywood Reporter, a dupla confirmou que já tem tudo planejado e estão apenas aguardando o sinal verde daAmazon Studios.
“Tudo o que podemos dizer é que já estamos trabalhando nisso. Estamos nos preparando para isso há um bom tempo. Deixe-nos trabalhar! A Terra-Média é gigante, e sentimos que há espaço para todos. Amamos os filmes de Peter Jackson, e, como fãs, ficaremos animados para ver onde isso vai dar.”
Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.
“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunnerPatrick McKay. “O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.
Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.
“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.
“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber. “Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.
A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
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