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Curiosidades | ‘Jogos Vorazes’, estrelado por Jennifer Lawrence, completa dez anos de lançamento!

Jogos Vorazes se tornou um dos filmes mais conhecidos e bem-sucedidos da década passada – e representou uma ótima adaptação dos romances homônimos de Suzanne Collins.

Ambientada num futuro distópico, a narrativa é centrada em Panem, uma nova nação que surgiu após a destruição da América do Norte e que é dividida em treze distritos e uma Capital. Surgida após uma trágica guerra, os distritos que rodeiam o centro do território são obrigados a entregar um menino e uma menina todo ano para competirem nos Jogos Vorazes, brutais competições em que apenas um participante pode sobreviver, como forma de manter a autoritária hierarquia funcionando.

É nesse meio que surge Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), uma jovem do Distrito 12 que se oferece como tributo quando a irmã é sorteada para os jogos, protegendo-a de morrer na carnificina. A partir daí, ela se lança em uma investida contra o tirânico governo do Presidente Snow (Donald Sutherland), jurando derrubá-lo e transformar Panem num lugar justo para todos.

Garantindo diversos elogios por parte da crítica e arrecadando mais de US$690 milhões mundialmente e trouxe, além de Lawrence e Sutherland, nomes como Woody HarrelsonJosh HutchersonLiam HemsworthElizabeth Banks no elenco.

Para celebrar seu iminente aniversário de dez anos nos cinemas, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Enquanto brincava pelo set de filmagens, Lawrence acidentalmente chutou Hutcherson na cabeça, derrubando ele e resultando em uma concussão.
  • Lawrence recebeu cachê de US$500 mil pelo filme. Ela demorou três dias até aceitar o papel, porque não estava certa de que forma o papel iria impactar sua carreira, visto que ela era conhecida mais no circuito independente. Para o segundo filme, Jogos Vorazes: Em Chamas’, de 2013, ela ganhou vinte vezes mais (US$10 milhões).

  • Harrelson é vegano na vida real. Nas cenas em que Haymitch, seu personagem, está comendo, vemos, na verdade, ele se deliciando com sobremesas, vegetais ou apenas bebidas.
  • Sutherland viu o roteiro por acidente e, quando o leu, fez de tudo para conseguir o papel do Presidente Snow, porque a história o lembrava de ‘Glória Feita de Sangue’, clássico dirigido por Stanley Kubrick. Ele conseguiu o papel depois de escrever uma carta a Gary Ross, diretor e roteirista do longa.

  • Este foi o primeiro filme não lançado por um dos grandes seis estúdios americanos (20th Century StudiosWalt DisneyParamount PicturesWarner Bros.Columbia Pictures ou Universal Pictures) a alcançar a marca de US$400 milhões nas bilheterias dos EUA.
  • Hemsworth e Lawrence, ambos naturalmente loiros, pintaram os cabelos de marrom para o filme, enquanto Hutcherson, naturalmente moreno, pintou seu cabelo de loiro.

  • Lenny Kravitz foi escalado para o papel de Cinna sem precisar fazer audições e depois de Ross ver sua brilhante performance em ‘Preciosa: Uma História de Esperança’.
  • O território ficcional de Jogos Vorazes se chama Panem, cujo nome é derivado da máxima latina Panem et Circenses (Pão e Circo, em português). A frase fazia parte dos últimos dias do Império Romano, em que as massas eram entretidas pelos governantes com comida barata e entretenimento popular (no caso, os gladiadores).

  • Alexander Ludwig trabalhou por quatro por dia, todos os dias, com um militar da Marinha dos Estados Unidos, para conseguir alcançar o físico necessário para interpretar o antagonista Cato.
  • Banks deu vida a Effie Trinket, personagem essencial da narrativa e que se tornou um dos símbolos da cultura pop mundial na década passada. Entretanto, o nome de sua personagem nunca é falado no primeiro filme, apenas nas sequências.

‘American Horror Stories’: Episódio com Bella Thorne ganha promo oficial; Confira!

O canal FX divulgou mais um teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo episódio, estrelado por Bella Thorne, será exibido hoje, 04 de agosto.

Confira, junto ao trailer completo:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Artigo | Por que a Sexta-Feira 13 é uma data tão supersticiosa e ASSUSTADORA?

Mesmo com inúmeras inovações tecnológicas e científicas nos últimos séculos, o mundo ainda é movido pela superstição. Ora, não podemos ir muito longe para lembrar de algumas tradições que carregamos conosco em ocasiões ou momentos específicos – seja o fato de pularmos sete ondas do mar na virada para o Ano Novo, seja ao tomar grande cuidado para não quebrar um espelho e ter sete anos de azar.

Entretanto, um dos pináculos da superstição ocidental é a data conhecida como Sexta-Feira 13 – e, para ser bem honesto, a história de como esse dia veio a dominar o imaginário popular foi se perdendo ao longo de tempo e mantida através de um movimento mnemônico e hereditário.

Mas por que essa data é tão mística e assustadora?

Para começarmos, é necessário falar que a Sexta-Feira 13 é considerada um dia de má sorte dentro da cultura ocidental (no Japão, por exemplo, os números quatro e nove são vistos como símbolo de azar). É notável como, dentro do calendário Gregoriano, a data acontece no mínimo uma vez por ano, com ocorrências triplas em 2015, por exemplo, em que o dia 13 caiu nas sextas-feiras de fevereiro, março e novembro. Mas o motivo de toda a mitologia em cima dela não tem uma origem certeira, e sim especulações que, normalmente, estão associadas à fé e à espiritualidade.

No livro ‘Extraordinary Origins of Everyday Things’, o autor Charles Panati arquiteta uma linha cronológica que nos leva de volta à cultura nórdica. Em seus escritos, ele delineia o momento em Loki, o deus da trapaça, invadiu um banquete na sagrada Valhalla e tornou-se a 13ª divindade a fazer parte das festividades. Loki, inclusive, conseguiu enganar o deus cego Hodr e fazê-lo atirar no irmão, Balder, o deus da luz, da felicidade e da bondade, matando-o instantaneamente e “acabando” com toda a bonança representada pelo falecido.

Uma história alternativa, mergulhada nas culturas pagãs, associa o número 13 ao sagrado feminino, enquanto Friday (sexta-feira em inglês) deriva do Dia de Frigga, a poderosa deusa nórdica dos céus que é associada ao amor, ao casamento e à maternidade. Frigga fornecia proteção às casas e às famílias, além de ser responsável pela ordem social e ter a habilidade de tecer o destino das pessoas com suas nuvens. Entretanto, teorias apontam que Frigga foi demonizada pela Igreja Católica, que desejava converter os pagãos em cristãos para reiterar sua hegemonia na Europa medieval. Para garantir a conversão, os representantes da Igreja haviam se valido da história que Frigga, unindo-se ao próprio Diabo e a outras 11 bruxas (totalizando treze personagens), saía de seu lar toda sexta-feira para rogar pragas contra os homens.

Migrando para a Escandinávia, a superstição acerca da Sexta-Feira 13 se estabeleceu nas regiões mediterrâneas com a ascensão do Cristianismo. Afinal, o décimo terceiro discípulo de Jesus Cristo era ninguém menos que Judas Iscariotes, que o traiu e o entregou ao exército romano – culminando em sua derradeira crucificação na Sexta-Feira Santa.

Para além da representação de Judas, inúmeras histórias bíblicas também estão associadas à data em questão: sexta-feira teria sido supostamente o dia da semana em que Adão e Eva comeram do fruto proibido no Jardim do Éden, enquanto 13 foi o dia em que Caim matou seu irmão, Abel, em que o Templo de Salomão foi derrubado e o dia em que a grande arca de Noé partiu depois do dilúvio que devastou o planeta.

Mas as incursões não se restringem à mitologia católica: o autor Steve Roud, em sua obra ‘The Penguin Guide to the Superstitions of Britain and Ireland’, conta que a combinação da sexta-feira com o número treze é uma invenção da Inglaterra vitoriana (ou seja, surgida no século XIX). No livro, Roud discorre acerca da publicação da novela ‘Friday, the Thirteenth’, de Thomas W. Lawson, cuja narrativa é centrada em um corretor de imóveis inescrupuloso tomou vantagem das superstições em relação à data para deliberadamente quebrar a bolsa de valores.

As múltiplas possibilidades de origem acerca da data também são refletidas na cultura pop mundial, cujas produções serviram como estrutura para manter a superstição viva no imaginário das pessoas. Nos anos 1980, tivemos o início de uma das sagas slasher mais conhecidas de todos os tempos, Sexta-Feira 13, em que o assassino mascarado Jason Voorhees se lançou em uma matança desenfreada para se vingar; no começo dos anos 2000, o romance O Código da Vinci, de Dan Brown, emplacou uma errônea concepção de que o misticismo da data proveio da decisão do Rei Felipe IV, da França, em destituir o poder da Igreja Católica e ordenar a prisão de centenas de membros dos Cavaleiros Templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.

A força da superstição, inclusive, serviu como base para certas fobias estudadas por especialistas. Temos, por exemplo, a triscaidecafobia, que discorre sobre o medo irracional do número treze, e a parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia, que é o medo específico da sexta-feira 13 em si, pela representação simbólica que permanece viva na cultura ocidental.

E você? Acredita nas superstições da Sexta-Feira 13?

Astro de ‘The Flash’ DETONA filmes sobre multiversos: “São como alguém brincando de bonecos”

O multiverso vem se tornando uma parte essencial de diversos blockbusters contemporâneos – principalmente de filmes de heróis. Já vimos essa temática aparecer em ‘Vingadores: Ultimato’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e até mesmo no vencedor do Oscar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Agora, retornamos para essas incursões narrativas com The Flash, que estreia nos cinemas nacionais em 15 de junho.

Todavia, enquanto o multiverso parece agradar boa parte do público, Michael Shannon, que interpreta o General Zod no longa-metragem em questão e em Homem de Aço, não demonstrou muito interesse em tramas desse gênero e até mesmo confirmou não ter gostado muito da trama do corredor mais rápido do mundo.

“É, não vou mentir, não foi muito satisfatório para mim, como ator. Esses filmes sobre multiversos são como alguém brincando de bonecos”, ele disse ao Collider. “É tipo: ‘aqui está essa pessoa. Aqui está essa. E elas estão brigando!’. Não é o estudo aprofundado de personagem que eu vi em Homem de Aço. Se as pessoas acham loucura ou não, eu não ligo. Senti como se Homem de Aço fosse uma história sofisticada. Eu acho que The Flash é também, mas não é a história de Zod. Estou basicamente ali para apresentar um desafio”.

Crítica | ‘The Flash’ abraça a “velha guarda” dos filmes de herói e se consagra como uma das melhores entradas da DC

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, The Flashconquistou 71% de aprovação. Os críticos destacam que o filme possui momentos grandiosos que o coloca como um dos melhores filmes da DC, mas apontam que o terceiro ato é bagunçado e um pouco destoante do resto da produção.

Confira algumas avaliações:

“Nada do que Batman ou Supergirl fazem em ‘The Flash’ para salvar o mundo é mais eficaz do que o que Barry Allen faz para salvá-lo com um abraço e uma lata de tomates.” Slant Magazine.

“‘The Flash’ é, de longe, o melhor filme dessa colaboração moderna da DC e Warner pós-Nolan…” – Rolling Stone.

“Este é um dos melhores filmes de super-heróis do século 21 até agora. Apenas sente-se e aproveite os momentos de grandeza.” – London Evening Standard.

“‘The Flash’, assim como o próprio Barry, ficou preso sem nenhum senso real de história e nenhum senso real de futuro também. Ele faz o melhor que pode.” – The Independent.

“Tomado por seus próprios méritos, o filme do diretor Andy Muschietti tem muito a oferecer e frequentemente mostra “flashes” de brilhantismo que o colocam acima da maioria dos existentes no Universo DC.”indieWare.

The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) entra como diretor.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

‘Doctor Who’: David Tennant encontra Beep the Meep nas imagens INÉDITAS do especial de 60 anos; Confira!

EW divulgou com exclusividade quatro novas imagens do especial de 60 anos da aclamada série Doctor Who.

As fotos dão destaque a David Tennant reprisando seu papel como o 14ª Doutor a Beep the Meep, um dos personagens mais bizarros e conhecidos do panteão sci-fi.

Confira:

O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Anitta lança videoclipe oficial de “Aceita”, novo single do álbum ‘Funk Generation’; Assista!

popstar brasileira Anitta lançou hoje, 14 de maio, o videoclipe oficial de “Aceita”, novo single do álbum Funk Generation.

O material presta homenagem às religiões de matrizes africanas, em especial o candomblé.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais, que conta com quinze faixas, está disponível em todas as plataformas de streaming.

Relembre a tracklist oficial:

1. Lose Ya Breath
2. Grip
3. Funk Rave
4. Fria
5. Meme
6. Love in Common
7. Aceita
8. Double Team
9. Savage Funk
10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio
11. Cria de Favela
12. Puta Cara
13. Sabana
14. Ahi, feat. Sam Smith
15. Mil Veces

Crítica | Anitta explora a história do funk nacional com o indesculpável e ousado álbum ‘Funk Generation’

O álbum é precedido do elogiado Versions of Me, que trouxe parcerias com Khalid, Afro B, Ty Dolla $ign, Saweetie e outros.

Os 10 Melhores Filmes de TERROR de Todos os Tempos

Em mais de um século desde que o cinema surgiu, é notável como certos gêneros são tratados, até hoje, como representantes máximos da indústria fílmica – como os dramas, que normalmente dominam as temporadas de premiações e são caracterizados por especialistas e críticos como o suprassumo de tal criação artística.

Porém, é impossível desassociar os outros gêneros da história do cinema – algo que continua acontecendo quando voltamos nossa atenção para o terror.

Esses tipos de narrativa estão intrinsecamente ligadas à história da sétima arte, acompanhando suas revoluções técnicas e estilísticas e servindo de base para a eternização de obras de icônicos diretores – incluindo mestres como Quentin TarantinoAkira KurosawaMartin Scorsese, apenas para citar alguns. E isso não é tudo: mergulhando de cabeça na psique humana e provocando o medo ou o desconforto em seu público, histórias de terror permitem que se abra espaço para discussões sobre tópicos transgressores e considerados tabus – desde eventos apocalípticos a crenças religiosas ou populares.

Não é surpresa que o gênero tenha se desmembrado em diversas ramificações, desde icônicos slashers como ‘Pânico’‘Halloween’, passando por terrores psicológicos como A Bruxa‘Corra!’, e chegando aos “terrires”, como ‘Casamento Sangrento’‘Todo Mundo Quase Morto’.

Pensando no contínuo e inegável impacto desses longas-metragens na cultura popular, e aproveitando que estamos no mês mais místico e arrepiante do ano, preparamos uma lista elencando os dez melhores filmes de terror de todos os tempos – levando em consideração, principalmente, o legado deixado por cada um dos títulos.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A BRUXA DE BLAIR (1999)

Duas décadas e meia depois de seu lançamento oficial nos cinemas, A Bruxa de Blair’ permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, projetos como ‘Atividade Paranormal’, ‘REC’ e ‘Buscando…’ sequer existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.

9. TUBARÃO (1975)

Dirigido por Steven SpielbergTubarão é relembrado como o primeiro blockbuster da história do cinema – e é conhecido por basicamente qualquer um que já tenha ouvido falar o nome do diretor. Na trama, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

8. HALLOWEEN – A NOITE DO TERROR (1978)

halloween

É claro que o maior clássico ‘Halloween – A Noite do Terror’ merecia um lugar na nossa lista: o clássico estabeleceu as fundações estéticas e narrativas do subgênero slasher e, até hoje, é considerado uma das produções mais influentes de todos os tempos, além de ter eternizado Jamie Lee Curtis como uma das grandes scream queens do cinema. Na trama, o perigoso assassino Michael Myers escapa de seu confinamento e retorna para sua pacata cidade natal para continuar a coletar vítimas e se consagrar como um verdadeiro bicho-papão impetuoso e muito mortal

7. DESPERTAR DOS MORTOS (1978)

despertar dos mortos

Dentro do terror, existe um subgênero bastante conhecido que permanece no imaginário popular até os dias de hoje: os filmes de zumbis. Porém, antes de várias franquias conquistarem o público, George A. Romero emergiu como o responsável por popularizar tais narrativas com o aclamado Despertar dos Mortos. Servindo como divisor de águas para o gênero, o filme acompanha quatro sobreviventes de um ataque de mortos-vivos que se escondem em um shopping abandonado e planejam contra-atacar. No entanto, milhares de zumbis descobrem o esconderijo e iniciam um novo massacre, contaminando alguns deles que retornam à vida e somam-se ao exército de criaturas.

6. O BEBÊ DE ROSEMARY (1968)

Mesmo na cenário contemporâneo, O Bebê de Rosemary tem a capacidade inigualável de assustar espectadores ao redor do mundo. O filme é responsável por uma série de mudanças profundas no escopo do terror na sétima arte, sagrando-se um dos títulos responsáveis pela popularização do horror psicológico, além de abrir portas pela fascinação dos realizadores cinematográficos por demônios e temas relacionados. Na trama, um casal se muda para um prédio com pessoas estranhas. Acontecimentos ainda mais estranhos levam a jovem, que está grávida, a duvidar de sua própria sanidade. Porém, o parto e a descoberta de uma seita diabólica irão finalmente mostrar a verdade.

5. ALIENS, O RESGATE (1986)

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Com Aliens, o Resgate’, o diretor James Cameron teve capacidade de causar um impacto tão grande quanto o filme predecessor, além de auxiliar na recepção menos estigmatizada da ficção científica cinematográfica por parte dos especialistas. Como supracitado, o enredo, que explicitou o combate entre humanos e criaturas desconhecidas, foi emulado à exaustão nas décadas seguintes – chegando a aparecer em títulos como ‘O Predador’‘Estranho Passageiro’ e ‘O Paradoxo Cloverfield’. Sequências de construção atmosférica apareceram, também, no primeiro capítulo de ‘Resident Evil’; a tétrica e densa trilha sonora de James Horner foi transmutada e reorganizada para o terror psicológico, influenciando, por exemplo, as sagas ‘Invocação do Mal’ e ‘Um Lugar Silencioso’.

4. PSICOSE (1960)

Alfred Hitchcock é, sem sombra de dúvida, um dos diretores mais influentes e condecorados de todos os tempos – e Psicose não é considerado por qualquer motivo uma de suas obras-primas. Lançado em 1960, o filme teve em recepção mista por parte dos críticos em virtude dos controversos temas sobre o qual tratava, mas tornou-se um sucesso de bilheteria ao arrecadar surpreendentes US$50 milhões mundialmente. Conquistando quatro indicações ao Oscar, a trama acompanha uma mulher que, após roubar milhares de dólares, foge durante uma tempestade e decide passar a noite em um hotel que encontra pelo caminho. Ela conhece o educado e nervoso proprietário do estabelecimento, Norman Bates, um jovem com um interesse em taxidermia e com uma relação conturbada com sua mãe. O que parece ser uma simples estadia no local se torna uma verdadeira noite de terror.

3. O SILÊNCIO DOS INOCENTES (1991)

O aclamado e clássico suspense de horror O Silêncio dos Inocentes, estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster, acompanha a agente do FBI Clarice Starling, que tem a missão de encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o perigoso psicopata, Hannibal Lecter, encarcerado sob a acusação de canibalismo. Mais de trinta anos depois de sua estreia, o longa-metragem é considerado por diversos especialistas como um dos melhores e mais importantes filmes da história do cinema – e rendeu a ambos os atores prêmios da Academia, além de levar mais três estatuetas do Oscar para casa.

2. NOSFERATU (1922)

A história do cinema é acompanhada de diversas escolas fílmicas de importância inestimável para os vários gêneros que existem nos dias de hoje – e uma delas é a escola expressionista. E, nessa importante escola (que inclusive serve de base para incontáveis filmes de terror contemporâneos), Nosferatu é um dos títulos que mais se sobressai: dirigido por F.W. Murnau e inspirado no romance gótico ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme serviu de inspiração inúmeros cineastas, incluindo Alfred Hitchcock e Guillermo del Toro. A história gira em torno de um corretor de imóveis chamado Hutter (Gustav von Wangenheim) que precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock (Max Schreck). O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.

1. O EXORCISTA (1973)

De fato, nenhum outro filme poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de O Exorcista. Lançado em 1973, o título chocou espectadores ao redor do mundo, causando uma comoção generalizada e sagrando-o como um dos melhores longas-metragens de todos os tempos. Ao conquistar inúmeras indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, a produção quebrou os estigmas sofridos pelas obras do gênero, começando a livrá-lo do desdém sofrido pelos mais tradicionalistas – permitindo, inclusive, que os estúdios aumentassem os orçamentos dos longas de terror.

Na trama, uma atriz vai gradativamente tomando consciência de que a sua filha de doze anos está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, que também é um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

BÔNUS: A BRUXA (2015)

Robert Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda A Bruxa com contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem a todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, o filme é nada mais que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói tais incursões artísticas.

SUSPENSE com Nicole Kidman chega esta semana ao Prime Video!

Holland‘, suspense estrelado pela Nicole Kidman (‘Babygirl’), chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa-metragem estreia na plataforma de streaming no próximo dia 27 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mimi Cave, do aclamado suspense ‘Fresh‘, é responsável pela direção.

Na trama, a vida perfeita de Nancy (Kidman) na pitoresca cidade de Holland, em Michigan, desmorona quando ela e uma amiga descobrem um segredo distorcido.

O elenco ainda conta com Gael García Bernal, Jude Hill, Matthew Macfadyen, Rachel SennottLennon ParhamIsaac Krasner e Jeff Pope.

O roteiro, assinado por Andrew Sodroski, figurou na infame Black List – lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood –, de 2013.

Retro Dance #32 | ‘Kiss & Tell’, o álbum de estreia de Selena Gomez & the Scene

Antes de se tornar mundialmente conhecida por suas investidas solo tanto no cenário fonográfico quanto no audiovisual, Selena Gomez era uma das figuras mais emblemáticas do escopo infanto-juvenil, tendo se eternizado como Alex Russo na adorada série ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’. E, acompanhando tantos outros nomes que também integraram a família Disney Channel, não demorou muito até que Gomez se lançasse à carreira musical – fazendo sua estreia como parte do ato Selena Gomez & the Scene. Em 2008, o grupo fez seu début oficial com o contagiante álbum Kiss & Tell, que, quase vinte anos mais tarde, permanece como uma das obras mais subestimadas dos anos 2000.

À época de seu lançamento, o compilado de originais teve uma recepção mista por parte dos especialistas, ainda que tenha feito um moderado sucesso comercial. Porém, quando resolvemos revisitar o disco, percebemos que, talvez, os comentários negativos tenham sido um tanto quanto exagerados: afinal, as treze faixas originais que compõe essa respeitável peça musical partem de um princípio bem interessante e que se concretiza de maneira sólida, apostando fichas em um reavivamento do pop-rock e do electro-rock para a nova geração. Afinal, os anos anteriores e subsequentes à estreia de Kiss & Tell seriam regadas pelo pop mainstream e pelos subgêneros que o compõe, destacando Gomez e seus companheiros – o baterista Greg Garman, o baixista Joey Clement, o tecladista Dane Forrest e o guitarrista Drew Taubenfield.

O primeiro single promocional do álbum já revela o que podemos dessa divertida e despretensiosa jornada: “Falling Down”, uma inteligente faixa coassinada pela prestigiada Gina Schock, é uma pequena joia esquecida do cenário musical e que merecia maior atenção, ainda que tenha sido elogiada por seus versos sagazes e por uma comprometida performance da lead singer – que criam metáforas inesperadas para um vazio e compulsório desejo pelo estrelato e pela fama, contando com uma ótima composição sonora que explode em um vibrante e memorável refrão. Abrindo espaço para certas menções a relacionamento falidos, Gomez se diverte como uma rebelde persona, refletida em frases como “você me deu rosas, mas eram todas feitas de plástico”.

Alguns meses mais tarde, a banda nos presenteou com a antêmica e suntuosa produção pop-dance “Naturally”, cujo sucesso catapultou a faixa para o álbum seguinte, ‘A Year Without Rain’, como entrada bônus. Mergulhando de maneira indesculpável em um enlace romântico cujos sentimentos não são forçados e cuja felicidade é inegável, Gomez demonstrou estar par a par com as tendências mercadológicas, mas sem se afastar da construção de uma crescente identidade sonora e visual – e nos convidando para as pistas de dança através da mistura irretocável de dance, electropop e hi-NRG. De fato, a profusão estilística dos singles poderia ter premeditado um caótico álbum, mas apenas serviram como escolhas certeiras para antecipar os vários capítulos da obra.

Kiss & Tell sofreu do mal do desdém, visto que uma era com bastante potencial havia sido promovida com o mínimo de apreço. Em outras palavras, é notável como há várias canções que perderam momento e que deveriam ter ganhado mais atenção: temos a semi-balada pop-punk ao estilo Avril Lavigne de “I Won’t Apologize”, uma costumeira declaração de empoderamento que acompanhou a adolescência millenial e que emerge através de uma ótima interpretação de Gomez; “Crush” parte de uma história bastante simples de acompanhar (a ponto de quase se tornar simplória) e que presta homenagem à popularização da banda Paramore de maneira bem clara; “I Don’t Miss You at All”, assinada e produzida por Toby Gad, abraça a irrupção de sintetizadores e de uma admiração pelo EDM para uma história de superação amorosa.

Apesar de ser estruturado de maneira coesa e convincente, alguns erros nos chamam a atenção – como a criatividade cansada de “As a Blonde”, que mais soa como um descarte de canções que partem de premissa similar; a fraca balada “The Way I Loved You”, cuja melancolia soa regurgitada de produções mais inspiradas; e a presença inexplicável de “Tell Me Something I Don’t Know”, música original do filme ‘Outro Conto da Nova Cinderela’ que é escolhida como encerramento do álbum e que não consegue dialogar com praticamente qualquer elemento que apareça nas outras incursões. Todavia, os ápices artísticos falam mais alto em comparação aos deslizes, com menção especial a uma das melhores faixas da carreira de Gomez, “Stop & Erase”, uma carta de amor aos emblemas da raiva e da angústia adolescentes que despontaram no início dos anos 2000 e que transforma meras emulações em uma frenética mistura de pop-rock e pop-punk.

É claro que o teor pouco pessoal das músicas que compõe Kiss & Tell pode afastar um pouco a originalidade do álbum, mas não podemos negar que a estreia de Selena Gomez & the Scene no mundo da música merece ser apreciada em sua completude e conta com pequenas gemas do cenário pop que continuam a nos encantar anos mais tarde.

‘Sunny’: Astro de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’ se junta a Angelina Jolie em novo THRILLER sombrio

Segundo o DeadlineJason Schmidt (‘Grease: Rise of the Pink Ladies’) irá estrelar o thriller sombrio Sunny ao lado da vencedora do Oscar Angelina Jolie (‘Maria Callas’).

Detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

O longa, que traz Jolie como produtora, é fruto da parceria entre a Gramercy Park Media, a A Higher Standard e a Nickel City Pictures.

As gravações do filme, que é dirigido por Eva Sørhaug (‘Yellowjackets’, ‘Tokyo Vice’), já foram iniciadas.

No espírito dos clássicos filmes de máfia, Sunnyacompanha uma gângster que luta para proteger seus filhos — e a si mesma — de um abusivo chefão do tráfico. Mas quando um evento devastador acontece, ela tem apenas algumas horas para planejar a fuga definitiva deles.

William Day Frank assume o cargo de roteirista, a partir de uma história concebida ao lado de Sørhaug.

Nathan Klingher entra como produtor ao lado de Jolie, Mark FasanoJeffrey Greenstein. Sørhaug também é a produtora executiva do filme.

Recentemente indicada ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Award por sua atuação como a cantora de ópera Maria Callas na cinebiografia homônima de Pablo Larraín, Jolie já tem outros projetos em mente – incluindo ‘Couture’, drama de Alice Winocour que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto; a comédia Anxious People’, de Marc Forster; e The Initiative’, um thriller de espionagem que a reúne com o diretor Doug Liman, de ‘Sr. & Sra. Smith’.

Crítica | ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ retorna com uma 2ª temporada marcada pela FADIGA criativa

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada animação ‘Avatar: A Lenda de Aang, que não apenas se tornou um dos carros-chefes da Nickelodeon, como um estandarte do gênero ao apresentar ao mundo uma densa exploração política e social regada a incríveis sequências de ação e personagens envolventes que refletem o duradouro legado da atração no cenário do entretenimento. E, acompanhando a onda de adaptações em live-action das últimas duas décadas, a série recebeu um remake supervisionado pela Netflix que estreou em 2024 sob o título Avatar: O Último Mestre do Ar.

Fincando os dentes em uma sólida e apaixonada reconstituição dos explosivos eventos da animação original, o live-action estrelado por Gordon Cormier como Aang, o último dobrador dos Nômades do Ar e a nova encarnação do poderoso Avatar – a única entidade capaz de manter a paz e a ordem em meio à ascensão descontrolada e mortal da Nação do Fogo -, encontrou sucesso por se manter fiel à essência desse vibrante cosmos à medida que explorou outras camadas. Agora, a gigante do streaming nos convida a mergulhar em uma segunda temporada que, apesar de acertar em alguns pontos, nos deixa com um gostinho agridoce de frustração ao não sabe exatamente como delinear suas múltiplas e impulsivas tramas.

O ciclo anterior se encerrou com uma gloriosa e emocionante batalha entre a Nação do Fogo e a Tribo da Água do Norte, em que Aang incorporou o estado Avatar em um ímpeto destrutivo que acendeu um alerta no protagonista. Nos novos episódios, ele caminha para se especializar nas Dobras de Terra após Katara (Kiawentiio) tê-lo ajudado com as Dobras de Água – mas o caminho é mais tortuoso do que o esperado. Recusado ser auxiliado por seu amigo de longa data, Bumi (Utkarsh Ambudkar), que permanece preso em Omashu, Aang encontra em uma jovem dobradora de terra cega conhecida como Toph Beifong (Miyako) a possibilidade de continuar investindo seu treinamento, mesmo encontrando certa resistência inicial, considerando o status real da garota.

Como podemos imaginar, Toph se junta a Aang, Katara e Sokka (Ian Ousley) na interminável empreitada contra o Lorde Ozai (Daniel Dae Kim) e seus asseclas, viajando para a impenetrável cidade de Ba Sing Sei a fim de alertá-los de uma investida destrutiva da Nação do Fogo – cujo plano foi arquitetado pela psicótica filha de Ozai, a Princesa Azula (Elizabeth Yu), uma poderosa dobradora de fogo que consegue atirar raios. Determinada não apenas a destruir o Avatar, como também a encontrar seu irmão exilado, Zuko (Dallas Liu), e o ex-General Iroh (Paul Sun-Hyung Lee), que foi taxado como traidor e inimigo, Azula posa como a principal ameaça dos heróis nessa temporada.

O segundo ciclo começa de maneira sólida ao dar ares de uma remodelação da clássica estrutura da Jornada do Herói explorada na iteração anterior, que seguiu todos os moldes desse “manual de instruções” para nos apresentar ao universo de ‘O Último Mestre do Ar’. Aqui, o showrunners Albert Kim e Christine Boylan têm todos os elementos necessários para se aprofundar nos arcos de amadurecimento de cada personagem, porém, mesmo com sete capítulos de mais de uma hora cada, não conseguem se desvencilhar de atribulações técnicas e o início de uma fadiga criativa que não cumpre com as expectativas e resolve jogar no seguro.

Em outras palavras, a série singra entre acertos e erros de forma muito similar: de um lado, a controversa e alienável estrutura político-social de Ba Sing Se ganha palanque notável, colocando o Rei Kuei (Justin Chien) em uma espécie de estado de torpor que renega a guerra impulsionada pela Nação do Fogo, fomentando a hierarquia de seu reinado ao passo que silencia aqueles que se opõe a ele e aos ideais que representam – e que tem sua representação máxima na figura de Joo Dee (Amanda Zhou), que funciona como “guia turística” do local e uma espiã de seus superiores.

De outro, os fracos diálogos parecem ter saído de qualquer história de fantasia e ação dos últimos trinta anos, apoiando-se em convencionalismos baratos que, inclusive, atuam negativamente na atuação de certos membros do elenco. Cormier, tendo nos presenteado com uma sólida e envolvente incursão na temporada predecessora, é engolfado em uma sucessão de falas que nos causam estranhamento – e engolido pela presença de Kiawentiio e Liu. De qualquer maneira, é preciso dar o destaque merecido à performance singular e espetacular de Yu como a imponente e perigosa Azula, roubando os holofotes em todas as cenas em que aparece; e Lee em uma solene e dramática subtrama envolvendo Iroh e seu arco de culpa e redenção, reiterando um dos melhores personagens de todo o universo ‘Avatar’.

Ousley e Miyako também têm seus momentos de glória, mas ficam apagados em uma unidimensionalidade tristonha e que não explora o potencial de seus respectivos personagens. Toph, inclusive, tem sua personalidade ácida e contundente diluída em um coming-of-age que, apesar de ter suas centelhas de comprometimento criativo, nunca alcança o que esperaríamos de uma das heroínas mais marcantes da atração.

A 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar reduz o épico escopo da temporada de estreia e nos arremessa a uma zona de conforto que não traz nada de novo e até mesmo remodela pontos importantes da animação original a fim de investir esforços em uma continuidade de fórmulas cansativas – e que nos deixa incertos quanto à qualidade futura do live-action.

‘Star Wars’: Derivado focado em Kenobi seria um filme derivado, mas virou série

Após o fracasso de ‘Solo: Uma História Star Wars’, a Disney decidiu cancelar os filmes derivados da franquia e aproveitar as ideias em séries live-action.

E, durante uma entrevista para o Coming Soon, Ewan Mcgregor confirmou que a série ‘Kenobi‘ foi planejada inicialmente como um desses derivados.

No entanto, o astro deixou claro que contar a história em episódios permitiu muito mais liberdade e criatividade do que num filme.

“‘Kenobi‘ não foi planejada como uma série, não no início. Quando começamos a discutir a ideia, isso não estava nos planos, mas tudo mudou muito rápido. Mas é emocionante, realmente. Eu gosto da ideia de poder contar a história durante horas em vez de apenas em um filme. Eu acho que vai ser bem legal.”

McGregor também mencionou como se sentiu ao retornar como Obi-Wan, agora numa trama muito mais semelhante ao papel de Alec Guinness, intérprete original do personagem em 1977.

“Quando fui escolhido, a coisa mais emocionante foi tentar interpretar um jovem Alec Guinness. Estudar o trabalho dele e sua atuação em ‘Uma Nova Esperança‘. As luta com sabre também foram muito divertidas, mas agora vou estar muito mais perto dele em idade e será muito mais interessante.”

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá seis episódios com 1 hora de duração e será ambientada oito anos após os eventos de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’.

Por enquanto ainda não há previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, último capítulo da Saga Skywalker, estreia em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

‘Game of Thrones’: Nathalie Emmanuel revela que sofreu assédio noas bastidores da série

Durante uma entrevista para a Vogue, Nathalie Emmanuel revelou que sofreu assédio sexual assim que entrou para o elenco de ‘Game of Thrones‘, em 2013.

A intérprete de Missandei revelou que um ator coadjuvante a ofendeu com comentários machistas sobre suas roupas nos bastidores, mas Emilia Clarke a socorreu e repreendeu a atitude do homem.

“Na minha primeira participação como Missandei, eu estava usando um figurino bastante revelador e houve um incidente com um ator coadjuvante… Ele fez um comentário machista sobre o meu corpo enquanto estávamos no set. Emilia [Clarke] ouviu e logo foi tirar satisfações com ele, dizendo que essas atitudes não seriam toleradas.”

A estrela não quis revelar o nome do ator, e disse que a amizade entre ela e Emilia se fortaleceu cada vez mais a partir daquele momento.

“Quando entrei para o elenco, Emilia já estava filmando há um bom tempo e sabia como as coisas funcionavam. Ela tem uma energia feminina muito forte, e sempre cuidávamos uma da outra. Nossa amizade foi crescendo a partir de tudo isso. Quando você é a única mulher num set dominado por homens, é muito bom conhecer uma amiga, sabe? Surge um sentimento de união.”

Lembrando que a HBO já começou a produção de House of the Dragon, série que servirá como uma pré-sequência dos eventos de Game of Thrones.

A série é baseada no romance Fogo & Sangue

A história se passa trezentos anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e gira em torno da Casa Targaryen. Ao longo de 150 anos, veremos a ascensão e queda de muitos líderes em Westeros.

Além disso, a Guerra Civil de Targaryen, citada durante ‘Game of Thrones‘, deve ser explorada na sequência.

Ainda não se sabe quais personagens do romance de George R.R. Martin irão aparecer no show, visto que as informações indicam que “só porque os personagens estão no livro de Martin, não necessariamente significa que todos estarão na série ou serão exatamente como estão descritos”.

Com previsão de estreia para meados de 2022, vale lembrar que Martin não estará envolvido com o projeto da HBO.

Miguel Sapochnik ficará comandará o episódio piloto e capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como Battle of the BastardsThe Long Night.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Mortal Kombat’: Lewis Tan diz que os fatalities são tão brutais que o deixaram enjoado

Desde o início da produção do novo Mortal Kombat‘, o roteirista Greg Russo falou que o filme teria os fatalities dos jogos e que as cenas seriam violentas e sangrentas.

Acontece que algumas elas foram tão extremas e brutais que deixou Lewis Tan enjoado.

Durante uma entrevista para a Variety, o intérprete de Cole Young disse que:

“Os fatalities são horríveis. Eu entrei no set um dia e eu não sabia o que estava acontecendo… Acidentalmente, entrei em numa área em que estavam montando uma cena pós-fatality e me senti muito mal, ao ponto de ficar enjoado. Eu levei o maior susto e fiquei tipo: ‘Que m#rd* é essa? O que aconteceu aqui?’ Parecia que alguém tinha vomitado tripas e pedaços de cérebro para todo lado.”

Ele continuou, explicando que o diretor Simon McQuoid fez questão de deixar o filme bastante fiel aos games:

“Essa brutalidade foi uma coisa que o diretor foi inflexível. Ele disse: ‘Vai ser para maiores de 18 anos’. Não podemos fazer um filme desse para crianças’. E foi isso que fizemos. Mas acho que ele fez com muito bom gosto. Ele não fez só um filme sangrento e louco – apesar de eu não gostar disso -, mas fez algo fiel ao material de origem. E isso é algo que eu respeito muito.”

Lembrando que ‘Mortal Kombat‘ já estreou em alguns países e conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseado em 20 reviews.

O filme teve 13 críticas positivas e 7 negativas.

Até o momento, o longa arrecadou ótimos US$ 19,2 milhões em seu fim de semana de estreia. O filme arrecadou US$ 9,6 milhões na Rússia, país em que mais fez sucesso.

Confira as principais críticas:

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros. ”, Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente”, James Marsh, South China Morning Post

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.”, A’bidah Zaid, Cultura Geek 

“Esta é uma das poucas vezes em que você gostaria que houvesse mais exposição. Partes deste filme continuam como se tivéssemos todos se preparando para este teste.”, Jonathan Roberts – The New Paper.

“Aqui, por levar tudo tão a sério, os únicos que não vão se entediar são os fãs do videogame.”, Marcelo Stiletano – La Nación.

“Apesar de seus alicerces frágeis, em grande parte dos compostos por uma confusão de clichês que incluem as profecias e as escolhas com rigor, o conjunto funciona como um encanto no tom descomplicado do filme.”, Víctor López G. – Espinof.

Mortal Kombat consegue ser uma adaptação muito mais fiel do que o filme original, ao levar as fatalidades ao extremo na tela e sem medo de classificação para o público adulto.”, Sergio López Aguirre – Cine Premiere

“Vinte e cinco anos depois, essa nova versão traz pouco ou nada de novo.”, Ezequiel Boetti – Otroscines 

“É um filme que certamente deixará muitos fãs da série felizes.”, Alif Majeed – Battle Royale 

“Resumindo, para quem quer um momento de diversão, o melhor que pode fazer é ligar o videogame, escolher um lutador e passar duas horas de sua vida praticando lutas virtualmente.”, – Rolando Gallego 

Mortal Kombat é uma exibição de cenas poderosas, com … quase duas horas de ação.” – Pablo O. Scholz, Clarín  

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.”, Bryan Tan, Yahoo! News Singapore 

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Após polêmicas, Armie Hammer será SUBSTITUIDO em filme de Taika Waititi gravado há mais de dois anos

De acordo com o Deadline, Armie Hammer (‘O Agente da UNCLE’) acabou sendo substituído da vindoura sátira biográfica ‘Next Goal Wins‘, dirigida por Taika Waititi.

Foi dito que Waititi decidiu refilmar as cenas de Hammer, que não se encontrava disponível, e convidou Will Arnett (‘As Tartarugas Ninja’) para substituí-lo.

Na trama, Arnett dará vida a um executivo da Federação Americana de Futebol de Samoa, conhecida por uma partida brutal da FIFA em 2001, na qual perdeu por 31 a 0.

Ao que parece, Hammer faria apenas uma participação especial no longa, mas Arnett terá mais destaque.

Até o momento, não foi revelado se Waititi tinha a intenção de regravar as cenas justamente para substituir Hammer, já que o astro foi acusado de violência sexual e até canibalismo.

Por conta disso, Hammer perdeu contratos com agências e produtoras, e também foi forçado a abandonar futuros projetos que já estavam em desenvolvimento, como a série sobre os bastidores de ‘O Poderosos Chefão‘.

Em março do ano passado, uma jovem identificada apenas como Effie, alegou que o ator a estuprou e a manteve em cárcere privado por mais de quatro horas.

Além disso, a ex-esposa do ator, Elizabeth Chambers, disse que o comportamento dele mudou desde sua participação no filme ‘Me Chame Pelo seu Nome‘.

Chambers contou aos amigos e à imprensa norte-americana que o ex-marido começou a ficar violento e se transformou em outra pessoa desde que ficou mais próximo de Timothée Chalamet.

Para ela, o longa acabou deixando marcas psicológicas irreversíveis em Hammer.

Por conta disso, ela chegou a proibir que ele participasse da sequência do longa, já confirmada pelo diretor Luca Guadagnino, mas ainda sem previsão de estreia.

Este teria sido o principal motivo para o fim do casamento deles.

Maiores detalhes não foram revelados, mas Hammer segue sendo investigado e parece que seu futuro como ator está cada vez mais incerto.

Lembrando que Next Goal Wins‘ tem previsão de estreia para est ano, sem data definida.

A trama de é baseada no documentário O Próximo Gol Leva, gira em torno do time de futebol samoa-americano, conhecido por suas constantes derrotas e que decide mudar as coisas para a Copa do Mundo de 2014.

Michael Fassbender dará vida a um técnico nada ortodoxo holandês que é designado a ajudar o time, enquanto Elisabeth Moss dará vida a uma personagem ainda não descriminada. Kaimana fará sua estreia cinematográfica como Jaiyah Saelua, o primeiro jogador não-binário a competir na Copa do Mundo Masculina.

Waititi também fica responsável pelo roteiro ao lado de Iain Morris.

Criador de ‘Cobra Kai’ não terá ligação com ‘Karate Kid 5’

O primeiro ‘Karate Kid’ foi lançado em 1984 e trouxe Ralph Macchio e William Zabka como os eternos rivais Daniel LaRusso e Johnny Lawrence, respectivamente, que se tornaram aclamadas figuras da cultura pop.

Junto com eles, o Mestre Myagi de Pat Morita também se tornou um símbolo das artes marciais. Após o sucesso, o filme teve duas continuações diretas em 1986 e 1989, e um leve reboot em 1994, estrelado por Hillary Swank.

Recentemente, a Sony anunciou um novo filme previsto para 2024, que vai marcar “o retorno da franquia original”.

Até o momento, não há muitos detalhes sobre o projeto, o que está deixando os fãs um pouco confusos, já que a continuidade da franquia está sendo retratada na série ‘Cobra Kai’.

E, parece que até mesmo o criador da série, Jon Hurwitz, não tem detalhes sobre o vindouro filme.

Quando um fã o perguntou:

“Você já ouviu alguma coisa sobre o novo ‘Karate Kid? É real?”

Hurwitz indicou que não tem ligação com o filme, dizendo:

“Os caras [da série] e eu adoraríamos fazer filmes de ‘Karate Kid’ e ‘Cobra Kai‘ e esperamos que isso aconteça algum dia. Mas este não é trabalho nosso ou focado no elenco de ‘Cobra Kai. Não sei muito sobre isso, mas desejo tudo de bom.”

Confira:

Por enquanto, ainda não há maiores informações sobre o filme além da previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘ já está em exibição na Netflix.

Relembre o trailer:

No novo ciclo, “depois do resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império Cobra Kai e fazer o estilo de caratê ‘sem compaixão’ dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado”.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Cobra Kai se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

‘Homem-Aranha 4’: Tom Holland diz que está com medo da sequência não agradar o público

Há alguns dias, foi confirmado que a Sony Pictures e a Marvel Studios já estão desenvolvendo Homem-Aranha 4‘, que atualmente encontra-se em pausa devido à greve dos roteiristas.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o protagonista Tom Holland comentou como ele, o presidente da Marvel, Kevin Feige, e a produtora Amy Pascal, da Sony, então formando as ideias para a sequência.

“Eu, Amy, Kevin Feige, e [a produtora executiva] Rachel [O’Connor] no reunimos de vez em quando com outros executivos da Marvel em um processo colaborativo. As primeiras reuniões foram sobre: ​​’Por que faríamos um novo filme?’ E acho que descobrimos o motivo. Estou muito, muito feliz com o ponto em que estamos em termos de criatividade.”

Ele continuou, revelando que está com um pouco de medo da recepção da sequência, torcendo para que o filme agrade o público:

“Sinceramente, também estou um pouco apreensivo com isso. Há um pouco de estigma sobre o quarto filmes em todas as franquias. Sinto que fizemos um marco com a nossa trilogia e há uma parte de mim que quer ir embora com a cabeça erguida e passar o bastão para o próximo garoto sortudo que consegue dar vida a esse personagem.”

Anteriormente, Pascal também comentou sobre o status da produção.

“Vamos fazer outro filme? Claro que sim. Estamos no processo, mas a greve de roteiristas interrompeu tudo. Ninguém está trabalhando durante a greve. Estamos apoiando e assim que eles se organizarem, começaremos.”

Enquanto Pascal mostrou otimismo em relação à continuação da franquia, o chefe da Sony, Tom Rothman, preferiu manter mistério sobre o futuro da franquia.

Entre risos, ele brincou: “Se eu contasse, teria que te matar”.

Além de Holland, o longa vai contar com o retorno de Zendaya como a MJ, apesar do final de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

Relembre o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘:

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco ainda conta com Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Those About to Die’: Série de drama épico com Anthony Hopkins ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

A Peacock divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Those About To Die‘, nova série de drama dirigida e produzida por Roland Emmerich (‘O Dia Depois de Amanhã’, e estrelado pelo duas vezes vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’).

Ambientada no mundo corrupto da competição de gladiadores, a série explora um lado da Roma antiga nunca visto antes – os bastidores do negócio sujo de entreter as massas, dando à multidão o que eles mais querem… sangue e esporte. A série apresenta um conjunto de personagens de todos os cantos do Império Romano, que colidem na conexão explosiva entre esportes, política e interesses pessoais de dinastias.

Com estreia marcada para 18 de julho, a 1ª temporada terá dez episódios.

Por enquanto, não há previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Iwan Rheon (‘Game of Thrones’), Sara Martins (‘Death in Paradise’), Tom Hughes (‘A Discovery of Witches’), Jojo Macari (‘Morbius’), Moe Hashim, Johannes Haukur Johannesson, Rupert Penry-Jones, Gabriella Pession, Dimitri Leonidas , Emilio Sakraya, David Wurawa, Pepe Barroso, Gonçalo Almeida, Eneko Sagardoy e Romana Maggiora Vergano.

‘The Regime’: Kate Winslet é uma DITADORA em primeiro teaser da minissérie da HBO; Confira!

Depois do massivo sucesso da minissérie ‘Mare of Easttown’, que inclusive lhe rendeu uma estatueta do Emmy, Kate Winslet está pronta para seu próximo projeto televisivo: ‘The Regime’.

Durante o evento da Warner Bros. Discovery, foi revelado o primeiro trailer da minissérie, que estreará na HBO em 2024 e também no novo serviço de streaming Max, o sucessor do HBO Max, que será descontinuado em maio.

Confira o teaser:

Além de Winslet, que também assina a produção executiva, já haviam sido anunciados no elenco Matthias Schoenaerts, Guillaume Gallienne, Andrea Riseborough, Martha Plimpton e Hugh Grant.

A série irá acompanhar Winslet em uma narrativa que gira em torno de um regime autoritário. Ambientada no palácio titular, o enredo mostrará governantes tiranos perdendo gradativamente o poder sobre a cidade que os cercam.

Winslet é uma das atrizes mais conhecidas e ovacionadas da indústria do entretenimento e já protagonizou diversas produções de sucesso crítico e comercial, incluindo ‘Titanic’‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’. Ela levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua performance em ‘O Leitor’. Seus outros prêmios incluem duas estatuetas do Emmy, cinco Globos de Ouro, quatro SAG Awards, quatro BAFTA e um Grammy.

Abigail Breslin acusa ator Aaron Eckhart de comportamento AGRESSIVO em set de filmagem

Uma controvérsia envolvendo a atriz Abigail Breslin, conhecida por suas atuações em filmes como ‘Pequena Miss Sunshine‘ e ‘Zumbilândia‘.

A atriz está no centro de uma polêmica com seu colega de elenco Aaron Eckhart, conhecido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, com quem contracenou no ainda não lançado suspense ‘Classified‘.

De acordo com documentos aos quais a Rolling Stone teve acesso, Breslin alega que Eckhart agiu de forma agressiva durante as gravações, deixando-a temerosa e desconfortável.

As acusações foram feitas no início de 2023, levando as produtoras do filme a processarem Breslin por quebra de contrato, alegando que as alegações da atriz custaram ao projeto cerca de US$ 80 mil em despesas extras.

O processo, aberto nesta quinta-feira em Los Angeles, detalha que Breslin informou à produção sobre o comportamento supostamente agressivo e humilhante de Eckhart, alegando que ele a colocou em situações perigosas durante as gravações. A produção afirma que a situação quase interrompeu completamente a produção do filme.

“Durante a produção, toda a produção quase foi interrompida quando Breslin avisou a produção do comportamento supostamente agressivo, humilhante e pouco profissional de Eckhart, que ela insistiu que a colocou em vários momentos em perigo,” diz o processo.

Apesar de Breslin ter escrito uma carta ao sindicato dos atores, o SAG-AFTRA, expondo seus medos e criticando o comportamento de Eckhart, os produtores afirmam que não têm conhecimento se a atriz confrontou diretamente o colega sobre o suposto abuso.

No entanto, eles alegam que Breslin se recusou a ficar sozinha em várias cenas com Eckhart, exigindo a implementação de medidas dispendiosas para acomodar sua preocupação de segurança.

“Para que a produção continuasse… Breslin recusou-se a ficar sozinho em várias cenas com Eckhart, e acomodações caras tiveram que ser feitas”, afirma o processo.

Até o momento, Eckhart não se pronunciou sobre o caso. Enquanto isso, representantes de Abigail Breslin afirmaram que a atriz não tem conhecimento de qualquer ação movida contra ela e não recebeu notificação legal.

Eles enfatizaram que Breslin nega categoricamente todas as alegações contestadas e mantém sua declaração, fornecida confidencialmente ao SAG.

Timothée Chalamet pode estrelar filme de ping-pong da A24

Timothée Chalamet, uma estrela ascendente conhecida por Duna e Wonka, está em negociações para estrelar Marty Supreme, o novo filme de Josh Safdie para a A24.

Segundo o Deadline, embora os detalhes da trama sejam mantidos em segredo, o filme é supostamente vagamente inspirado pelo jogador profissional de pingue-pongue Marty Reisman.

Ronald Bronstein e Safdie assinam o roteiro, e a produção será realizada em conjunto com Eli Bush, Anthony Katagas e a A24.

Reisman, um lendário jogador americano de tênis de mesa conhecido por seu estilo extravagante e habilidade excepcional, começou a jogar em uma idade jovem e rapidamente se destacou como uma das figuras mais icônicas do esporte, conquistando vários títulos nacionais e internacionais.

Mais detalhes ainda não foram revelados.

Fernanda Montenegro é APLAUDIDA DE PÉ na pré-estreia de ‘Vitória’, que pode marcar sua aposentadoria

A estrela Fernanda Montenegro foi ovacionada de pé durante a pré-estreia do filme Vitória, realizada na segunda-feira, no Theatro Municipal, em São Paulo.

De acordo com a revista Isto É, minutos antes do início da exibição, a veterana subiu ao palco junto com o diretor Andrucha Waddington e os atores Alan Rocha e Sacha Bali.

Emocionada, a artista de 95 anos fez um discurso sobre seus 80 anos de carreira e a importância do diretor na construção de sua personagem.

“Eu tenho uma vida de palco, praticamente 80 anos de palco. Muito especial que essa noite, com esse filme chamado ‘Vitória’, nos reunisse aqui, nesse palco, onde eu já estive algumas vezes. Eu posso dizer o quê? Deus tarda, mas não falha”, brincou.

Em seguida, Fernanda Montenegro destacou o papel crucial do diretor no processo criativo do filme:

“Filme é direção. A gente pode até acontecer de uma maneira milagrosa, espantosa, mas é o diretor que opta pelo que vai, pelo que não vai, a temática que vai por um caminho ou por outro. Algo que deve ser mais delicado vem mais à tona, o que deveria, em princípio, estar violento vai mais delicado. Então, o que eu agradeço aqui é a você, Andrucha. Obrigada”, declarou ela, recebendo um beijo do marido da Fernanda Torres e sendo aplaudida pela plateia mais uma vez.

Fernanda também revelou que contraiu Covid-19 durante as filmagens, o que tornou o processo ainda mais desafiador.

“O filme veio em uma hora muito complicada, ainda com muito vírus. Nosso elenco teve vírus, eu tive vírus. Mas, encontramos uma maneira de representar de uma forma não demagógica, uma coisa direta, limpa, sem nenhuma demonstração do que queremos demonstrar no filme – porque o tema também pedia isso -, fizemos de uma forma muito religiosa e sem nenhuma demagogia interpretativa”, completou ela.

Para finalizar, Fernanda Montenegro emocionou a plateia com um discurso sobre o significado especial daquela noite:

“Então, essa noite é uma noite, para mim também, muito especial, porque na idade em que estou, posso até continuar fazendo minhas leituras em palcos, como já faço há bastante tempo, mas cinema pede físico, pede fôlego. Então, é um momento muito especial nesse palco aqui, agora. Muito obrigado”.

Vitória‘ está programado para estrear no dia 13 de março de 2025.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada em uma história real, a trama segue uma aposentada que desmontou uma quadrilha carioca de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro.

Com roteiro de Paula Fiúza, o longa é inspirado pela obra literária Dona Vitória da Paz, escrito pelo jornalista Fábio Gusmão.

Andrucha Waddington é responsável pela direção.

Frank Grillo compara UCM e DCU: “Na DC, você sabe o que está acontecendo”

O astro Frank Grillo, conhecido por interpretar Ossos Cruzados no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) e atualmente vivendo Rick Flag Sr. no Universo DC (DCU), comparou recentemente os dois universos de heróis.

Em entrevista à revista People, Grillo revelou que existem diferenças importantes entre os dois estúdios, tanto na frente das câmeras quanto nos bastidores.

“É diferente. Não é organizado da mesma forma. [Na DC] todos os roteiros realmente estão na sua frente e você tem um controle bem seguro do que está acontecendo”, explicou o ator.

“E não tem nada de errado nisso, mas [na Marvel] era meio que ‘voar pelo assento da calça'”, completou.

Ele ressaltou que, apesar da Marvel fazer tudo muito bem, o método pode ser assustador para alguns atores que não sabem exatamente o que esperar para seus personagens no roteiro.

“Para mim, é um pouco assustador trabalhar assim”, admitiu Grillo.

Sobre as cenas de luta com o Capitão América (Chris Evans) e o Pacificador (John Cena), o ator revelou qual foi a melhor batalha.

“Não tive problema nenhum em bater nos dois”, disse ele, brincando. “Quer dizer… não sei. Eles eram alvos fáceis”.

Pacificador’ está disponível na HBO Max.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.

Com 34 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

CEO da Sony Pictures aponta o que deu errado no UCM atual: “A escassez tem valor”

Tom Rothman, CEO da Sony Pictures, compartilhou recentemente sua visão sobre a atual saturação do gênero de super-heróis no cinema. Em uma análise franca, o executivo sugeriu que a expansão agressiva do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) para o streaming teve um papel na recente queda de entusiasmo do público.

Conforme relatado pelo The Direct, Rothman argumentou que a onipresença da marca afetou o interesse dos fãs, defendendo que a “escassez” é uma ferramenta vital para manter o engajamento.

“Só acho que ele diria a mesma coisa. Eu diria assim: quando sempre precisamos equilibrar isso, equilibramos isso e respondemos sua pergunta sobre o Homem-Aranha. A escassez tem valor. Você tem que fazer o público sentir sua falta…. a ausência faz o coração crescer mais apaixonado”, afirmou o executivo.

Apesar da análise crítica sobre a estratégia anterior, Rothman reforçou sua admiração por Kevin Feige, o arquiteto do MCU.

“Vou te dizer uma coisa, tem duas pessoas sobre quem eu diria isso e talvez mais se eu pensar bem, mas essas duas me vêm à cabeça: nunca aposte contra Jim Cameron, ok, e nunca aposte contra Kevin Feige, acrescentou.

Agora, com a nova filosofia de “menos é mais”, o CEO da Sony acredita que a franquia recuperará sua força total, especialmente com grandes eventos cinematográficos.

“Ele sabe o que está fazendo, sabe, certamente eles se envolveram, você pode ver isso em uma correção de curso, menos televisão, acho que foi realmente a televisão e a elaboração dessa interconexão que fazia você ter que estar tão dentro, sabe, senão se sentia excluído”, destacou.

Por fim, ele concluiu: “E esse foi um mandato que ele recebeu de uma administração anterior da Disney. E ele é um bom soldado corporativo. Então ele fez o que lhe pediram para fazer. Mas acho que ele sabe muito bem que agora, até certo ponto, menos será mais e muito mais. Não se preocupem com Vingadores [Dr. Destino], pessoal”.

‘Venom 3: A Última Rodada’ terá DUAS cenas pós-créditos, afirma insider

Aparentemente, Venom: A Última Rodada’ não será o último filme de Tom Hardy no papel, embora o ator tenha insinuado que esta seria sua despedida.

De acordo com o insider @Cryptic4KQual, Venom 3’ terá duas cenas pós-créditos. O insider compartilhou a informação em seu perfil no X, antigo Twitter.

Segundo rumores, o Eddie Brock interpretado por Tom Hardy entrará em breve no MCU, após já ter aparecido em uma cena pós-créditos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

As cenas pós-créditos de Venom: A Última Rodada’ supostamente têm ligação com o Homem-Aranha de Tom Holland. Inclusive, uma delas prepararia um encontro entre Knull e o Amigão da Vizinhança.

No entanto, é importante lembrar que as cenas pós-créditos ainda não foram confirmadas oficialmente, assim como a entrada de Venom no MCU também é apenas um rumor.

Recentemente, ‘Venom 3: A Última Rodada‘ teve um novo comercial divulgado, cheio de ação e simbiontes.

Assista:

Com o lançamento de Venom 3: A Última Rodada’ se aproximando, Tom Hardy indicou que o filme é uma despedida através de um comentário postado no Instagram, o que contraria rumores sobre a chegada de seu personagem no MCU.

“É isso pra mim e para o grandalhão. Prometemos fazer deste o melhor de todos. Amamos fazer esses filmes. Obrigado pelo amor e apoio — venham se juntar a nós para a Última Dança. Para aqueles que gostam de se divertir, de todos nós da equipe — deixem-nos entreter vocês”, escreveu Tom Hardy.

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Enquanto fãs teorizam sobre um possível encontro entre Venom e Homem-Aranha no futuro, a possível despedida de Tom Hardy descarta os rumores recentes.

Especula-se que, após aparecer em uma cena pós-créditos do UCM, Eddie Brock possa ficar frente a frente com o Peter Parker de Tom Holland. No entanto, essa versão de Brock parece prestes a dar adeus aos fãs em Venom 3: A Última Rodada’.

O longa mostrará a maior ameaça já enfrentada por Eddie e o simbionte: o vilão Knull.

No teaser mais recente, a dupla aparece enfrentando a ameaça do poderoso antagonista. Knull aparece rapidamente, enquanto o conteúdo promocional cria expectativas para uma conclusão épica da trilogia.

https://youtu.be/ZBrX3N3CWwo

Knull é um dos vilões mais poderosos da Marvel, conhecido como o “Deus dos Simbiontes”.

Com a habilidade de manipular a escuridão primordial, ele pode controlar sombras e também simbiontes, incluindo aquele que se liga a Eddie Brock. Sua presença representa uma grande ameaça, prometendo uma trama intensa em Venom 3: A Última Rodada’.

As expectativas para o filme da Sony Pictures são altas, com previsões indicando que a estreia pode arrecadar entre US$ 80 milhões e US$ 120 milhões no fim de semana de abertura, potencialmente superando os dois filmes anteriores da franquia.

Apesar das críticas mistas, o desempenho do personagem nas bilheteiras tem sido sólido.

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Tom Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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‘Medida Provisória’, de Lázaro Ramos, é a segunda MAIOR estreia nacional do ano

Medida Provisória‘, filme dirigido por Lázaro Ramos e estrelado por Alfred Enoch e Taís Araújo, estreou no dia 14 de abril nos cinemas brasileiros, e já se consolidou como a segunda maior estreia nacional do ano, ficando apenas atrás de ‘Tô Ryca 2‘, que fez R$ 2,2 milhões em sua abertura no começo do ano.

Em sua primeira semana em cartaz, ‘Medida Provisória‘ bateu a marca de 100 mil espectadores e arrecadou mais de R$ 2 milhões entre os dias 21 (quinta) e 24 de abril (domingo). Na segunda semana em exibição, o filme somou 237 mil espectadores no total.

A produção se encontra na quinta posição das maiores bilheterias do final de semana, perdendo para ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘, ‘Sonic 2: O Filme‘, ‘Cidade Perdida‘ e ‘Detetives do Prédio Azul 3‘.

Sinopse: Num futuro distópico, o governo brasileiro decreta uma medida provisória que obriga os cidadãos negros a ‘voltarem’ à África como forma de reparar os tempos de escravidão. O advogado Antônio (Alfred Enoch), sua companheira, a médica Capitu (Taís Araújo), e seu primo, o jornalista André (Seu Jorge) decidem resistir, uns confinados em suas casas, outros no Afrobunker – movimento que vai lutar pelo direito de permanecerem em seu país.

‘The Last of Us’: Ator e produtor citam semelhança entre Joel e o Mandaloriano

O produtor e roteirista Craig Mazin de ‘The Last of Us‘, junto ao astro Pedro Pascal, comentaram em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter sobre algumas semelhanças entre Joel e o Mandaloriano.

O produtor diz que os dois personagens interpretados por Pedro Pascal podem ter uma missão e personalidade parecidas, porém, a dinâmica entre Joel e Ellie é completamente diferente daquela do Mando com Grogu.

“Conversamos sobre o fato de ele estar em The Mandalorian. E você pode fazer as contas como: Mandaloriano = Joel; Baby Yoda = … mas então você percebe, na verdade, não. Não é o mesmo”, disse Mazin.

“O Mandaloriano está interagindo com uma criatura muda e adorável – e eu amo esse show. Mas, interagir com um adolescente é complicado. Além disso, o fato de eles o terem coberto com um capacete é um fator enorme”, conclui o produtor.

Pedro Pascal revelou que, após conhecer mais do jogo da Naughty Dog, começou a notar referências de ‘The Last of Us‘ em diversas produções que já viu. Para ele, as semelhanças entre seus personagens nas séries da HBO e Disney+ existem e ele “não poderia imaginar nada melhor”.

E você, também ver semelhança entre os personagens da série?

A HBO divulgou novas cenas oficiais ‘The Last of Us‘, estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

A produção estreará oficialmente no dia 15 de janeiro.

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Série de exorcismo de Eli Roth contrata sua protagonista

‘South of Hell‘, série de exorcismo produzida pelo cineasta Eli Roth (‘O Albergue’, ‘Cabana do Inferno’), encontrou sua protagonista.

Segundo o Deadline, Mena Suvari (‘Beleza Americana’) foi a escolhida para o papel, da exorcista e caçadora de demônios possuída Maria Abascal, que reside na Carolina do Sul. Ela luta contra Abigail, o demônio que a possui, pelo controle de sua alma, enquanto o alimenta com o mal que ela exorciza dos outros.

A atração terá James Manos Jr., o criador de ‘Dexter‘, como produtor principal. Além de dirigir o episódio piloto, Roth também assumirá a produção executiva ao lado de Jason Blum, produtor das franquias ‘Atividade Paranormal’ e ‘Sobrenatural’.

South of Hell‘ será a segunda produção original do canal pago americano WeTV. A primeira temporada, com oito episódios, estreia em 2015.

Chegada de Constantine em ‘Arrow’ faz audiência crescer 10%

A chegada de John Constantine (Matt Ryan) rendeu bons frutos para a série ‘Arrow‘.

O quinto episódio da quarta temporada, intitulado ‘Haunted‘, foi exibido nos EUA na quarta-feira (4 de novembro) e registou um crescimento de 10% na audiência em relação ao episódio anterior.

A atração registrou ótimos 2,57 milhões de espectadores e 1.0 ponto no índice demográfico (idades de 18 a 49 anos).

O episódio anterior havia registrado 0.9 ponto no índice demográfico, e a estreia da nova temporada marcou 1.1 ponto.

Confira a sinopse do episódio:

Matt Ryan reprisa o papel de John Constantine em Arrow. Quando as coisas dão errado para Sara (Caity Lotz), Oliver (Stephen Amell) pede um favor para um antigo amigo que lida com o sobrenatural, John Constantine”.

O personagem está envolvido na ressurreição de Sara, que vai se transformar na Canário Branco.

O próximo episódio vai ao ar nos EUA em 11 de Novembro, intitulado ‘Lost Souls‘.

Assista ao promo:

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Briga! Astro de ‘Arrow’, Stephen Amell invade ringue da WWE e bate em lutador 

‘Arrow’: Assista aos melhores momentos da luta de Stephen Amell na WWE 

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Jon Snow é destaque em novas imagens do 5° Episódio de ‘Game of Thrones’

A HBO liberou várias novas imagens de The Door, que vai ao ar no próximo domingo, 22.

Tyrion procura uma estranha aliada. Bran (Isaac Hempstead Wright) descobre um grande negócio. Brienne (Gwendoline Christie) vai em uma missão. Arya (Maisie Williams) dá uma chance provar a si mesma.

Escrito por David Benioff & D. B. Weiss; Dirigido por Jack Bender.

Confira:

Em função dos acontecimentos impressionantes do final da quinta temporada, entre eles a inesperada morte sangrenta de Jon Snow, a quase derrota de Daenerys em Meereen e a humilhação pública de Cersei na ruas de Porto Real, sobreviventes de todos os cantos de Westeros e Essos se reagrupam para seguir rumo aos seus destinos incertos. Personagens já conhecidos farão novas alianças para reforçar as suas possibilidades estratégicas de sobreviver, enquanto novos personagens surgirão para desafiar o equilíbrio de forças de norte a sul, de leste a oeste.

Game of Thrones se destacou nos Primetime Emmys® de 2015, recebendo 12 prêmios, um recorde para uma série em um ano. Os prêmios incluíram as categorias Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (o segundo prêmio para Peter Dinklage nesta categoria), Melhor Diretor (David Nutter) e Melhor Roteiro. A série é um fenômeno porque consegue ser tão influente, amada pelo público e pela crítica, e ao mesmo tempo ter tanto impacto na televisão, na produção e na criação de conteúdo de programação.

 

 

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Kiefer Sutherland confirma que não volta para ’24: Legacy’

Em entrevista ao Deadline, Kiefer Sutherland foi bem expressivo ao dizer que não há possibilidade alguma de Jack Bouer retornar para uma breve participação em ‘24: Legacy‘.

“Não há absolutamente nenhum plano para isso”, declarou.

Atualmente, Kiefer está rodando para a ABC a série política ‘Designated Survivor‘.

Com estreia prevista para fevereiro de 2017, a temporada terá 12 episódios. Corey Hawkins (‘Straight Outta Compton’) vive o novo protagonista.

Assista ao trailer:

Hawkins interpretará Eric Carter, personagem que sucede Jack Bauer (Kiefer Sutherland) como o herói no show. Vindo de um passado tumultuado, Carter se tornou um Rangers do Exército, mas depois de alguns problemas retorna para Virgínia com sua esposa Nicole. Quando seu passado volta a atormentá-lo, ele acaba se juntando à Unidade Contra-Terrorismo (CTU) e trabalhará ao lado de uma agente mais velha e experiente.

O reboot trará personagens conhecidos das primeiras temporadas em participações especiais.

Howard Gordon, produtor de ’24 Horas’, também cuidará do derivado.

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Saem as primeiras críticas a ‘Doutor Estranho’; Confira!

Doutor Estranho‘ foi exibido para a imprensa nesta quarta-feira, 19, e as primeiras reações dos críticos já estão na internet.

As críticas completas só serão lançadas à partir de 23 de outubro, quando cai o embargo.

Confira as reações críticas:

#DoctorStrange is SPELLBINDING! Hot movie! Great performances especially Cumberbatch as Strange, storytelling, & incredible visual effects!👍

— Umberto Gonzalez (@elmayimbe) October 20, 2016

Doutor Estranho é fascinante! Filme quente! Grandes atuações, especialmente Cumberbatch como o Strange, ótima história e incríveis efeitos visuais!”

Doutor Estranho traz muita diversão enquanto assistimos Cumberbatch sendo um idiota americano. Além disso, parece um pouco com uma viagem de ácido. Veja no estômago vazio.”

“Sim, eu amei Doutor Estranho. Vocês não estão preparados para ver como insano e psicodélico o filme é.”

“Eu gostei de Doutor Estranho. O filme da Marvel mais auto-suficiente em um bom tempo. Visuais divertidos. Quase me senti em um reboot do primeiro Homem de Ferro.”

“As sequências de ação são diferentes de tudo Marvel já fez. Há tanta ferocidade giratória, frenética e nerd, eu as adorei.”

“Com efeitos visuais loucos (coisas insanas como você nunca viu antes), é pura diversão. Um pouco clichê, mas muito sólido.”

“Eu não colocaria Doutor Estranho no TOP 5 melhores filmes da Marvel, mas é um filme divertido e com grandes ideias, tem um CGI lindo e sequências de ação originais”.

Doutor Estranho‘ segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.

O filme é estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Aliança do Crime’), Chiwetel Ejiofor (‘Perdido em Marte’), Rachel McAdams (‘Meninas Malvadas’), Michael Stuhlbarg (‘Steve Jobs’), Mads Mikkelsen (‘007 – Cassino Royale’) e a vencedora do Oscar Tilda Swinton (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Dirigido por Scott Derrickson (‘A Entidade’).

Ouça a trilha sonora dos créditos finais de ‘Doutor Estranho’

A Marvel agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 3 de Novembro de 2016.

 

Vídeo apresenta todos os novos personagens de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’

Curioso pra conhecer um pouco mais dos novos rostos da franquia?!

Confira o vídeo que apresenta os novos personagens de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘.

Assista:

 

A estreia acontece em 9 de fevereiro.

Jamie Dornan rejeitou oferta de US$ 1,5 milhão para aparecer pelado em ’50 Tons Mais Escuros’

Trilha Sonora de ’50 Tons Mais Escuros’ tem Sia e Taylor Swift 

Baseado no best-seller de E.L. James, ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ apresenta o segundo capítulo da história de amor e submissão entre Christian Grey e Ana Steele. Quando ele tenta novamente seduzir a cautelosa Anastasia e trazê-la de volta para sua vida, ela exige um novo acordo antes de lhe dar uma nova chance. Enquanto os dois começam a construir um relacionamento baseado em confiança e estabilidade, figuras sombrias do passado do Sr. Grey começam a assombrar o casal, determinadas a destruir todas as suas esperanças de um futuro juntos.

James Foley comanda as duas sequências.

Ele tem no currículo alguns episódios da série ‘House of Cards‘, e dirigiu um filme com narrativa similar: ‘Medo‘ (Fear, 1996), em que Mark Wahlberg interpretava o violento namorado de Reese Witherspoon.