O ator Sebastian Stan, que interpreta o vilão-que-se-tornou-amigo, Bucky Barnes, se pronunciou sobre seu personagem, e disse que Bucky pode nunca assumir a persona do Capitão América. A pergunta já foi feita ao ator diversas vezes, e com muita frequência ele responde com sua opinião pessoal. Porém, com a possibilidade de Steve Rodgers (Chris Evans) talvez dizer tchau à franquia em ‘Vingadores 4‘, o interesse sobre quem irá assumir o uniforme do primeiro Vingador se intensifica.
Nos últimos anos, a vida de Bucky tem sido uma verdadeira montanha-russa. Após descobrir que a HYDRA fez uma lavagem cerebral nele, Bucky decidiu se isolar em Wakanda, enquanto aguardava a reconstrução das partes de seu corpo que foram destruídas enquanto era o Soldado Invernal. Agora ele é o Lobo Branco, e voltou a ser um dos mocinhos do filme. Mas também é um dos que evaporou depois que Thanos estalou os dedos em ‘Guerra Infinita‘. Porém, acredita-se que ele será um dos heróis que voltará à vida em ‘Vingadores 4‘.
Em participação no programa Jimmy Kimmel Live! para promover seu novo filme, ‘Destroyer‘ (onde contracena com Nicole Kidman), o entrevistador perguntou sobre a carreira do ator na Marvel e a possibilidade de seu personagem se tornar oCapitão América, como ocorre nos quadrinhos. Muito cauteloso com as palavras, Sebastian respondeu: ‘Não. Na verdade, não. Geralmente é como você sabe, é como o sonho que você conhece, apenas um grupo de pessoas pode comentar algo, mas nós nunca levamos isso adiante.’
Sobre a minissérie da Disney+,que foi divulgada recentemente, centrada no Bucky e no Falcão, o ator relaxou e até brincou, dizendo que a série se chamaria ‘Miami Vice‘, e que, se fosse esse o caso, ele ficaria feliz em participar do elenco. Até o momento, apenas a série estrelando o Loki foi confirmada na plataforma de streaming recém anunciada pela Disney.
‘Riverdale‘ continua uma das séries mais populares do momento. Para atiçar os fãs para o próximo episódio da oitava temporada, a CW liberou um clipe mostrando cenas do novo episódio revelando a presença da mãe da personagem Jughead. A nova personagem é interpretada pela atriz Gina Gershon.
No episódio, Archie e Jughead fazem um desvio em sua viagem para visitar a família em Toledo. Mas de acordo com uma das fotos, Gladys pode não estar muito feliz com o retorno do filho.
Depois de ganhar seu trailer final, a Disney lançou novas imagens promocionais de ‘Toy Story 4’, trazendo como foco Woody, Bo Peep e Forky!
Confira:
Assista ao novo trailer:
Segundo o site BoxOfficePro, a quarta iteração da clássica franquia tem chances de arrecadar entre 105 a 130 milhões de dólares em seu primeiro final de semana – e isso apenas nos Estados Unidos! As previsões levam em consideração as expectativas criadas com os teasers e os trailers, bem como o constante marketing dos estúdios para promover o longa.
Dirigido porJosh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.
Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.
A CCXP 2019 está a todo vapor no São Paulo Expoe, para promover a chegada de ‘Sonic – O Filme’ aos cinemas, os estúdios Paramount montaram um dos melhores estandes do evento e até mesmo convidaram o famoso cabeleireiro Ariel Franco, também conhecido como “o rei do blindado”.
Confira nossa cobertura exclusiva:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de fevereiro de 2020.
O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo.Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilãoDr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.
A HBO Max, nova plataforma de streaming da WarnerMedia, finalmente foi lançada nos Estados Unidos e trouxe uma variedade de títulos para os usuários – e o serviço será casa dos vários longas-metragens do DCEU (incluindo a versão do diretor de ‘Liga da Justiça’, a ser lançada no próximo ano) e uma das séries da DC Universe.
Na verdade, o recém-formado panteão super-heroico televisivo não será totalmente absorvido pela plataforma. Apenas ‘Patrulha do Destino’, que caminha para sua 2ª temporada, será disponibilizada – e, segundo o ComicBook.com, a Warner Bros., a HBO Max e a DC Universe não estão planejando trazer mais nenhum show do compilado, nem mesmo ‘Titãs’ (já renovado par o 3º ciclo).
Em entrevista ao Business Insider, o diretor de conteúdo Kevin Reilly falou sobre a plataforma e explicou o conteúdo da DC em seu catálogo, explicando que “‘Patrulha do Destino’ era uma série com a qual nos identificávamos e que casava com o nosso portfólio”.
A plataforma também disponibilizou um catálogo repleto de conteúdos de estúdios parceiros e emissoras da própriaWarnerMedia, como TBS, TNT, CNN, Cartoon Network, e Turner Classic Movies.
Também estarão disponíveis títulos da BBC Studios e do Studio Ghibli, responsável por ‘A Viagem de Chihiro’, ‘O Castelo Andante’, ‘Cemitério dos Vagalumes’, e ‘Princesa Mononoke‘.
Confira um vídeo que faz um tour na interface da plataforma:
Lembrando que John Stephens, proprietário da Warner Media, revelou ao The Hollywood Reporter que as produções originais planejadas para a estreia da HBO Max serão adiadas devido ao surto do Coronavírus.
Por conta disso, séries como ‘Love Life, ‘The Flight Attendant’, ‘Tokyo Vice’, ‘I’m Be the One’, ‘Made for Love‘, e o reboot de ‘Gossip Girl’ permanecem sem previsão de estreia.
Por enquanto, ainda não previsão de chegada da HBO Max no Brasil.
Poucas semanas depois de ter lançado o single “OK Not to Be OK” ao lado do produtor Marshmello, Demi Lovato voltou com tudo com a poderosa balada “Still Have Me”, que fala sobre o término do relacionamento de seis meses com o noivo Max Ehrich.
Ouça:
A canção foi composta por Lovato, Chloe Angelides e Sean Myer, com os dois últimos também ficando responsável pela produção da faixa.
A track já está disponível em todas as plataformas digitais.
“Still Have Me” é precedida também pelas canções “Anyone”, “I Love Me” e “I’m Ready” (esta performada em colaboração com o vencedor do Oscar Sam Smith).
Vendendo mais de 2 milhões de álbuns e 20 milhões de singles (além de ter sido indicada duas vezes ao Grammy Awards), seu último lançamento foi ‘Tell Me You Love Me’, em 2017.
Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.
A aguardada sequência ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ estreia em breve nos cinemas nacionais, mas parece não ter agradado tanto assim à crítica.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com meros 50% de aprovação, com nota 6.30/10 baseada em 8 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram a atmosfera nostálgica da produção, mas ficaram divididos quanto à narrativa e às mensagens criadas.
Confira os principais comentários abaixo:
“Há um senso concreto de que ‘Space Jam: Um Novo Legado’ é uma carta de amor aos filmes e às pessoas que os fazem” – Stuff.co.nz
“É difícil não sentir que estivemos mergulhando em uma estratégia de marketing dos executivos da Warner Bros. por duas horas” – News.com.au
“Traços de nostalgia e de homenagem podem ser algo maravilhoso, mas essa sequência raramente tira o tempo para se erguer com os dois pés” – The Jam Report
“Uma investida para crianças que se mostra como uma distração colorida e inexplicável, mas que, ironicamente, é bem difícil de criar um legado” – The AU Review
“O que é mais divertido sobre ‘Um Novo Legado’ é a vivacidade dos mundos criados” – FILMINK
Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas brasileiros.
Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastroLeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.
O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’, ‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.
Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.
O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.
LeBron Jamesestreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.
‘1883’ segue a família Dutton à medida que embarcam em uma jornada oeste adentro através das Grandes Planícies, em direção ao último bastião da América selvagem. É uma narrativa que reconta a expansão estadunidense e um estudo intenso de uma família que foge da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida: Montana.
A CW divulgou as sinopses oficiais de “Ready or Not” e “Who Am I?”, os dois últimos episódios da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).
Confira:
“READY OR NOT” – No primeiro episódio da season finale dupla, depois de ter tido visões sobre seu breve tempo na Terra-29, Naomi busca conselhos com seus protetores – Dee, Zumbado, Greg, Jen e Akira -, mas nenhum deles consegue concordar em criar um plano, e Naomi se sente deixada de lado sobre o próprio futuro. Depois de receber um presente especial de Akira, ela parte em uma viagem com Annabelle, em busca de um lugar específico de uma nova visão. Mas algo as segue de perto. Enquanto isso, a tentativa de Anthony em chamar a atenção de Naomi ao revisitar a “acrobacia do Superman” resulta em uma aliança inesperada com Lourdes – mas o perigo cresce à medida que descobrem a verdade.
“WHO AM I?” – Naomi deve tomar uma decisão para proteger aqueles que mais ama, mas, no final, ela precisa deles ao seu lado em uma batalha que vem sido premeditada desde seu nascimento. E, enquanto todos têm uma opinião sobre como o futuro dela deveria ser, seu maior poder irá se manifestar apenas quando ela parar de acreditar em tudo o que achou que era verdade no passado… E escolher o próprio destino.
Ambos os episódios serão exibidos no dia 10 de maio.
Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.
Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.
Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen Sugar’ e ‘Ozark’, comanda o episódio piloto.
DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.
Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbelle acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.
P.T. Barnum talvez seja um dos nomes mais conhecidos da indústria do entretenimento e do empreendimento norte-americana. Foi por causa de sua habilidade de se arriscar e de enxergar à frente de seu tempo que tornou-se o primeiro milionário dentro da vertente do show business, abandonando tudo que o refreava para tornar-se o criador de um dos circos mais bem-sucedidos da história dos Estados Unidos, o Barnum & Bailey. Em uma jornada real perscrutada por inúmeros obstáculos, transformar sua vida em um musical seria, à prima vista, o ideal para fazer jus ao seu legado e para mostrar, de forma poética e até mesmo metafórica, como alguém pode ser movido essencialmente pelo desejo de se sobressair na vida.
Ao menos essa foi a tentativa de Michael Gracey com sua estreia diretorial ‘O Rei do Show’. Através de uma clássica investida para a jornada do herói, o cineasta mergulha na vida de Barnum para realizar uma adaptação ao mesmo tempo fiel – ao menos em sua maior parte – e livre o suficiente para entregar uma perspectiva única. O único problema é que, apesar da concepção artística inegavelmente bela, o longa-metragem falha dentro de seu próprio eixo em ser original, funcionando como uma mixórdia gritante de cores e sons da cultura contemporânea e que, vez ou outra, conseguem inclinar-se em homenagens sutis para obras predecessoras e infinitamente superiores.
O musical abre de forma estupenda. Pode-se dizer, que na primeira sequência, minuciosamente bem coreografada e montada, a narrativa já mostre sua identidade: uma ode aos sonhadores, à família e à união, algo que pode até parecer clichê, mas que dialoga de modo coeso com o alegre espírito das festas de final de ano. Aqui, somos apresentados, ao som visceralmente pop de “The Greatest Show”, ao protagonista, interpretado por Hugh Jackman. Sua performance é envolvente do começo ao fim e, mesmo que traga algumas falhas – seja em trejeitos redundantes ou características um tanto quanto artificiais em cena -, o brilho de seu carisma sempre fala mais alto. No prólogo, também temos a honra de assistir a um mini-espetáculo composto por todos os personagens que marcaram a vida de Barnum, em planos-sequências que permitem os amplos movimentos de câmera, os quais deslizam e mesclam-se entre enquadramentos fechados e abertos, permitindo uma expansão de cenário e até mesmo dos movimentos dos atores.
O showman é a encarnação da utopia: ele se vê dotado de habilidades suficientes para ser muito além do que os outros acreditam desde criança. E não é para menos, visto que sua infância é marcada por duros acontecimentos, incluindo um amor impossível, a morte iminente do pai e a solidão, fatores que o levam a viver nas ruas até conseguir entrar para o circo e juntar dinheiro o suficiente para resgatar sua amada das garras superprotetoras da família. Tudo é orquestrado de forma apaixonante, senão quase clichê, permitindo que até mesmo o jogo de luzes – uma investida relativamente panfletária para o filme – nos leve para as comédias dramáticas dos anos 1990, como ‘Meu Primeiro Amor’.
Assim que Barnum e Charity (Michelle Williams) se desprendem das amarras sociais que os mantêm afastados, ambos embarcam numa jornada onírica onde são donos das próprias escolhas e aventuras, ainda que isso signifique abandonar a zona de conforto que núcleos mais abastados poderiam oferecer para a garota. A química entre Williams e Jackman é adorável, e os dois personagens parecem ter sido extraídos de uma das trágicas obras de William Shakespeare e açucarados com flamas de esperança inesgotáveis e que os permitem seguir em frente até mesmo nos momentos mais obscuros. Mas é claro que, como toda odisseia romântica, essa felicidade tem um prazo de validade que torna-se cada vez mais perigoso conforme as ambições do empreendedor aumentam.
Em outras palavras, a artística personalidade do protagonista pode se correlacionar com a alma de inúmeros dramaturgos, cineastas, pintores e escritores que desejam colocar sua marca no mundo. Entretanto, como fica claro após a metade do filme, ele nunca realmente conheceu o gosto do amor pessoal; toda a sua vontade é movida pelo reconhecimento público e pela ascensão social, ainda que os negue com todas as forças. Eventualmente, ele se torna aquilo que sempre repudiou – uma pessoa elitizada e superficial que condena o que foge aos padrões aceitáveis de boa convivência (ou seja, seus próprios colegas de trabalho, as “aberrações” que outrora resolveu abraçar como parte de sua família) e prefere a companhia de seus iguais que o igualitarismo.
Barnum abre o seu circo dos horrores a priori como um museu de cera cujo enfadonho fracasso o leva a investir em algo mais exótico, como ele mesmo diz. Assim, ele passa a recrutar pessoas únicas para comporem seu espetáculo, como o Homem Mais Alto do Mundo, a Mulher Barbada, o Menino Lobo, os Trapezistas e outros. Todo esse pano de fundo já foi visto, por exemplo, na quarta temporada de ‘American Horror Story’, mas ao contrário da antologia de terror, que prezou pelos viscerais bastidores dessas apresentações, ‘O Rei do Show’ prefere engolfar-se em uma visão romantizada em que cada um de seus participantes é adepto a uma ideologia humanista e compreensiva uns com os outros. Isso funciona em determinados momentos, principalmente se levarmos em conta a natureza divina do musical; porém, em sua totalidade, não permite que o público crie uma conexão profunda o suficiente com os personagens, já que eles são perfeitos dentro de seus próprios erros.
O romance proibido permanece como um tapa-buraco para a trama. Mais uma vez, sua necessidade é dispensável, mas a construção dos números musicais é brilhante e muito bem arquitetada. Com movimentos quase surreais, tanto de seus participantes quanto de câmera, o espaço claustrofóbico é transformado em um picadeiro completo e sem limites, permitindo que qualquer um assistindo entre numa sincronia vertiginosa. Aqui, faço menção para o relacionamento que começa a se firmar entre Phillip Carlyle (Zac Efron), dramaturgo que abandona seu nome e seus privilégios para dar uma chance ao circo, e a contorcionista Anne Wheeler, cuja encarnação feita por Zendaya é uma das grandes e emocionantes surpresas do longa. O ápice desse amor emerge na balada pop “Rewrite the Stars”, rendição que inicia-se com o classicismo musical e que, numa virada brusca, resolve abraçar uma arquitetura essencialmente marcada pelo teclado e pela bateria e que, infelizmente, tira seu potencial.
DF-07341_R – P.T. Barnum (Hugh Jackman) and Charity Barnum (Michelle Williams) share an enchanting dance on a New York rooftop in Twentieth Century Fox’s THE GREATEST SHOWMAN.
Apesar da história fechada criada por Jenny Bicks e Bill Condon, é a trilha sonora de Benj Pasek e Justin Paul que pecam mais dentro do próprio escopo narrativo. Estamos falando aqui de uma sociedade mergulhada no conservadorismo e nas crescentes disputas de raça de meados do século XIX, no qual o progresso era inimigo da comodidade. A escolha de manter todas as faixas em um mesmo tom, variando no máximo da lentidão de um solilóquio apaixonado para um hino de autoaceitação estrondoso, é destoante e diversas vezes fala mais alto que a beleza de suas identidades imagéticas. Talvez a opção por elementos mais rústicos e que remontassem às crescentes indústrias e ao sentimento de angústia do homem moderno encaixassem de forma menos forçada para a história de Barnum – apesar de podermos compreender que, como um homem à frente de seu tempo, sua marca é reconhecida até os dias de hoje.
Um dos pontos mais altos é, sem sombra dúvida, a entrada de Rebecca Ferguson como a cantora de ópera Jenny Lind, a qual representa uma mudança drástica na vida do showman. Primeiramente, Jenny parece ter sido extraída de uma pintura renascentista, adornada com uma perfeição que chega a assustar. Os delicados traços fundem-se ao seu poderoso alcance vocal e entram em uma controvérsia muito bem colocada envolvendo traição, tabloides e decepções. Ela também é a principal responsável, ainda que de modo indireto, da irreversível transformação do protagonista: se outrora Barnum despontava com suas caracterizações coloridas em meio a uma massa amorfa e acinzentada, ele gradativamente mistura-se àquilo que sempre repudiou, deixando um vazio na vida da mulher e das filhas, as quais permanecem engolfadas em um mundo vibrante e alegra, ainda que sem a presença do pai.
O filme é teatral. Sua estética, desde a composição dos cenários até a escolhas de enquadramento, relembram os ballets russos clássicos, firmados ante uma estética expressionista e grandiosa, com paisagens marcantes e construções inalcançáveis, e personagens ainda mais memoráveis e que tinham o poder de sobressair-se para o espectador. O roteiro, porém, fica a desejar e muito: ele é satisfatório para aqueles que estão acostumados a histórias que não ousam e que permanecem na “zona de conforto” – um afronte até mesmo aos ideais do circense personagem. Tudo, desde meados do primeiro ato até a conclusão final, é previsível; não há pontas soltas, mas também não há viradas impressionantes, e sim uma paixão pelo ritmo frenético que nos impede de degustar o potencial que oferece.
O ‘Rei do Show’ não é o melhor espetáculo do mundo. Ainda que faça referências a obras como ‘Moulin Rouge’ ou ‘Chicago’, suas irônicas limitações impedem que alcance de forma concisa o que promete. Em tudo o mais, ele é fofo – e ainda que não seja totalmente satisfatória, é uma escolha interessante para aqueles que procuram por um entretenimento agradável para o fim de semana.
‘A Freira 2‘, sequência do filme de 2018 e mais uma entrada no universo de ‘Invocação do Mal‘, teve novas imagens divulgadas dando destaque às personagens de Taissa Farmiga e de Storm Reid.
Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.
1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.
Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.
O aclamado live-action ‘Barbie’, estrelado por Margot Robbie e por Ryan Gosling, fez bonito na cerimônia de vencedores da 29ª edição do Critics Choice Awards.
Andrew Wyatt e Mark Ronson levaram para casa o prêmio de Melhor Canção Original por “I’m Just Ken”, que integra a trilha sonora do filme.
Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.
A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.
“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”
Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.
Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Joaquín Sorolla é muito mais do que um hospital público de Valência onde diariamente se salvam vidas. Médicos e residentes trabalham arduamente no ritmo frenético do pronto-socorro, onde tensões, emoções e até desejo aceleram o coração de uma equipe que vive cada vez mais no limite. A chegada de um ilustre paciente evidencia a complicada situação do sistema público de saúde, acendendo o estopim para o que se tornará uma greve drástica e sem precedentes.
‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, se tornou um dos filmes mais aclamados de 2022 (conquistando nada menos que sete indicações ao Oscar) – e, agora, chegou ao catálogo do Prime Video.
O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 27 de novembro.
Na trama, o jovem Sammy Fabelman se apaixona por filmes depois que seus pais o levam para ver “The Greatest Show on Earth”. Armado com uma câmera, Sammy começa a fazer seus próprios filmes em casa, para o deleite de sua mãe solidária.
Relembre o trailer:
O elenco é formado por Paul Dano, que interpreta o pai de Spielberg; Sam Rechner, que dá vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que vive uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que encarna uma versão figurativa de sua mãe.
O lendário cineasta David Lynch também aparece no longa-metragem.
Jeannie Berlin, Hadassah Fabelman, Robin Bartlett, Keeley Karsten e outros completam o elenco.
De acordo com o Deadline, Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’, ‘Days of Our Lives’) foi escalada para o elenco da produção como a protagonista Laura Ingalls, interpretada por Melissa Gilbert na produção original. Para aqueles que não a conhecem, Laura é a protagonsita do show, visto que a narrativa é baseada nos romance semi-autobiográficos da autora homônima.
Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.
“A série ‘Os Pioneiros’ capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming.“A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”
A nova série parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, e servirá como “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira”.
A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.
‘O Sobrevivente’, thriller de ação baseado no livro homônimo de Stephen King e estrelado por Glen Powell, ganhou um novo vídeo promocional que destaca os bastidores do épico longa, um remake do clássico dos anos 1980.
A nova versão chega aos cinemas em 14 de novembro.
A trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.
A direção fica a cargo de Edgar Wright(‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.
‘LOVE ME LOVE ME’, romance inspirado na popular saga literária do Wattpad, chegou em fevereiro ao catálogo do Prime Video – e, agora,a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito compilando os hilários erros de gravação do projeto.
Confira:
O filme é dirigido por Roger Kumblee baseado no primeiro romance de sucesso da tetralogia homônima de Stefania S.
June se muda para a Itália em busca de um novo começo após a morte de seu irmão. Em sua nova escola de elite, ela se sente atraída por James, um valentão perigoso envolvido em lutas clandestinas de MMA, mas começa a namorar melhor amigo dele, Will, o aluno exemplar. No entanto, as aparências enganam, e June logo descobre que ninguém em sua escola é quem parece ser, pois todos escondem um segredo. À medida que as tensões aumentam e verdades ocultas vêm à tona, June precisa decidir a quem seu coração realmente pertence.
O panteão ‘Star Wars’ continua em expansão e, agora, um novo e interessante rumor ganhou destaque nas redes sociais.
Segundo o famoso perfil insider@MyTimeToShineH, Dave Bautista, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Duna’, assinou contrato para estrelar em um projeto misterioso da aclamada franquia sci-fi. Infelizmente, mais detalhes não foram divulgados – e não se sabe ainda se o ator participará de um futuro longa-metragem ou de uma série.
Vale lembrar que, anos atrás, Bautista revelou que estava sendo cotado para papéis em vários filmes da franquia: “eu fiz audição para alguns filmes de ‘Star Wars’, mas não consegui. Sempre foi meu sonho participar de um filme [da saga]”.
Visto que as informações não foram confirmadas pela Lucasfilm, trate-as apenas como rumor.
Enquanto isso, a saga cinematográfica caminha para seu mais novo capítulo, ‘Star Wars: Starfighter’, estrelado por Ryan Gosling e Flynn Gray e com estreia marcada para o dia 28 de maio de 2027.
Embora detalhes da trama ainda sejam mantidos sob sigilo, o filme deve explorar novos horizontes da galáxia, focando em combates aéreos e na nova geração de pilotos estelares.
De acordo com o We Got This Covered, Manu Bennett estará voltando ao ‘Arrowverse‘ em ‘Arqueiro Verde e as Canários’ como Slade Wilson.
A informação veio da mesma fonte que confirmou a produção da série derivada em março, antes de sua confirmação.
Até o momento, não se sabe se Bennett fará uma participação especial ou se terá um papel recorrente na trama, que terá foco na luta de Mia Smoak (Katherine McNamara) contra a gangue de assassinos liderada por Grant Wilson (Jamie Andrew Cutler), filho de Slade.
Slade não é visto desde a 6ª temporada de ‘Arrow‘, mas considerando a influência de sua imagem na trama do spin-off, é de se esperar que o personagem tenha uma grande importância nos próximos eventos.
Mais informações devem ser reveladas no penúltimo episódio da 8ª temporada de ‘Arrow‘, que irá servir como piloto de ‘Arqueiro Verde e as Canários‘.
Até lá, vale lembrar que a 8ª temporada de ‘Arrow‘ já está em exibição na CW. A emissora divulgou que produção será encerrada no dia 28 de janeiro, com um episódio duplo.
Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.
A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.
‘Guerra Mundial Z‘ foi lançado em 2013 e apresentou um novo olhar sobre a temática do apocalipse zumbi, além de abrir espaço para possíveis sequências, que nunca aconteceram.
Durante uma entrevista para a Variety, Mirreile Enos, que interpreta a esposa de Brad Pitt, disse que ainda mantém esperanças sobre a sequência porque “seria uma desperdício se a continuação nunca for lançada.”
“O 1º filme foi tão bom, seria um desperdício se não fizessem uma sequência, então ainda estou esperançosa de que vá acontecer. [O diretor] David [Fincher] já havia nos falado sobre o roteiro [da continuação], mas parece que há uma maldição pairando sobre a ideia, porque estávamos prontos para embarcar, mas o navio nunca zarpou.”
Para quem não sabe, a Paramount Pictures realmente planejou uma sequência com o retorno de Fincher e Brad Pitt, mas cancelou o projeto por que seria muito caro para o estúdio.
O primeiro filme teve um orçamento inicial de US$ 190 milhões, gerando ainda mais gastos devido às extensas refilmagens. Fincher prometeu que a sequência teria uma escala menor, mas aparentemente não foi o suficiente.
“Algum dia. Nós amamos o livro do Max Brooks. Nós amamos esse universo. Sentimos que não terminamos de explorar o mundo de ‘Guerra Mundial Z‘.”
Baseado no livro ‘Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks, o primeiro filme acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.
‘Guerra Mundial Z‘ arrecadou saudáveis US$ 540 milhões mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.
Com estreia marcada par 04 de julho, a trama acompanha uma viúva chamada Lisey (Julianne Moore) e como ela lida com a morte de seu marido (Clive Owen) e com as ameaças que surgem ao confrontar essa perspectiva.
Confira o trailer e as imagens oficiais:
Os episódios são dirigidos por Pablo Larraín, que também assina o roteiro ao lado de King.
Dois anos depois da morte de seu marido, Lisey Landon decide que está a hora de ir até seu escritório e começar a limpar toda a papelada. Scott Landon era um romancista best-selles e Lisey já foi contatada por pessoas que desejam comprar seus trabalhos não publicados, mas ela está determinada a não deixar isso acontecer. Quando começa o processo de limpeza, um estranho homem entra em contato com ela e diz que, caso não entregue os papéis, Lisey sofrerá as consequências.
Agora que Daniel Craig se aposentou do papel de James Bond, a vaga está em aberto e diversos astros já entraram para a lista dos fãs.
Mas um dos maiores desejos do público é ver o personagem sendo representado por um ator negro ou de origens diversificadas, alguém que vá além do padrão da franquia.
Há anos, os fãs torcem para queIdris Elba (‘O Esquadrão Suicida’) seja escolhido como o novo intérprete do adorado personagem.
E, durante uma entrevista para o Deadline (via CBM), a produtora Barbara Broccoli confirmou que o astro é um dos candidatos a assumir o manto deixado por Craig.
“Bem, nós conhecemos Idris, somos amigos dele, e ele é um ator magnífico. E, você sabe, convidá-lo para o papel tem sido parte da conversa na MGM, mas é sempre difícil chegar a algum lugar quando há muitas opções.”
Acrescentando que eles não estão com pressa de anunciar o próximo Bond, Broccoli disse:
“Então, você sabe, acho que decidimos não apressar as coisas até Daniel e todos os envolvidos na franquia pudessem colher os frutos de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’. Por enquanto, não estamos pensando em ninguém.”
Vale lembrar que Elba já tem 49 anos e pode ser considerado um tanto velho para o papel, já que Craig tinha 36 quando foi anunciado como intérprete do espião.
De qualquer forma, Elba disse à Vanity Fair em 2019 que não tem mais esperança de dar vida a Bond por conta do preconceito das pessoas.
“Você fica desanimado quando percebe as pessoas dizendo: ‘Não pode ser’ [sobre um ator negro no papel]. E realmente é a cor da minha pele. E se eu conseguisse e não funcionasse, ou funcionasse, seria por causa da cor da minha pele? Essa é uma posição difícil de se colocar e eu não preciso disso.”
E aí, será que um dia o veremos como o espião mais famoso do cinema?
Sucesso nos cinemas, a ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ ultrapassou a arrecadação total de ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 721M), tornando-se a MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 155.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 579.6 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 735.2 milhões.
Vale lembrar que ‘Sem Tempo Para Morrer‘ estreou nos EUA com US$ 56 milhões – tornando-se a 4ª maior estreia de todos os filmes do James Bond no país, atrás apenas de ‘007 – Operação Skyfall‘ ($88.3M), ‘007 Contra Spectre‘ ($70.4M) e ‘007 – Quantum of Solace‘ ($67.5M).
Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.
Baseada no romance homônimo de Christopher Pike, a trama gira em torno de um grupo de crianças contando histórias de terror sobre serial killers, bruxas, monstros, lobisomens, fantasmas, demônios e até mesmo robôs assassinos e alienígenas.
E a atração está conquistando a crítica especializada, já que abriu com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das nove críticas publicadas até o momento , apenas uma é negativa.
Confira as avaliações:
“Nem todas as histórias contidas em ‘O Clube da Meia-Noite‘ funcionam igualmente bem, e algumas propositalmente não funcionam. Coletivamente, no entanto, eles montam um argumento convincente sobre porque as histórias são importantes, principalmente histórias assustadoras.” – The Hollywood Reporter.
“Mais um projeto profundamente comovente vindo da equipe Flanagan, com um elenco jovem extremamente charmoso e indispensável, destinado a grandes coisas.” – Perri Nemiroff.
“Erros ocasionais à parte, a reverência de Flanagan pela literatura da qual seu trabalho deriva mantém intrigante do início ao fim este tributo a Pike.” – The Guardian.
“Cada peça do quebra-cabeça é retirada de forma eficaz, embora a estrutura narrativa inerente seja muito exaustiva para alcançar as mesmas alturas dos títulos anteriores de Flanagan.” – Comic Book.
“‘O Clube da Meia-Noite‘ é o trabalho mais recente de Flanagan e pode ser apenas seu passeio mais emocionante até hoje, pois ele manipula os temas que envolvem não apenas a arte de contar histórias, mas o fim da vida e um medo muito humano do que vem depois disso.” – Collider.
“‘O Clube da Meia-Noite‘ é uma série que nos mostra Flanagan como nunca vimos antes, ao mesmo tempo que traz as melhores nuances de seu estilo o apresenta para um novo público.” – But Why Tho? A Geek Community.
Relembre o trailer:
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
O trailer de ‘Besouro Azul‘ acabou gerando uma polêmica por trazer uma piada na qual o pai de Jaime Reyes (Xolo Maridueña) diz que “o Batman é fascista”.
Acontece que os fãs do Homem-Morcego ficaram bastante ofendidos com a fala, o que não pegou bem para o filme do Besouro.
Conversando com a Movie Maker, o diretor Angel Manuel Soto tocou no assunto e fez questão de explicar que os membros do elenco não odeiam o Batman.
Além disso, a piada no trailer foi apenas uma brincadeira sobre como o pai de Jaime enxerga os outros heróis da DC.
“Sempre quisemos brincar com a maneira como Rudy (George Lopez) fala sobre outros super-heróis. Então, para as pessoas que ficaram bravas com isso, levem numa boa. Estamos apenas tentando brincar com a imagem dos personagens que amamos. E todo mundo no nosso filme ama Batman, Superman e Flash.”
Maridueña também participou da entrevista e foi uma pouco mais enérgico, dizendo:
“Ah, que se fod#! Talvez o Jaime e o público não concordem com o Rudy, mas cada um pode ter a sua opinião. Tudo bem se você sentiu ofendido com a piada, essa era a intenção. Você sabe, todas as pessoas que idolatram o Batman podem continuar o idolatrando.”
E aí, qual é a sua opinião?
Lembrando que ‘Besouro Azul‘ chega aos cinemas nacionais em 17 de agosto
Relembre o trailer:
“O recém-formado Jaime Reyes (Xolo Maridueña) volta para casa cheio de aspirações para o futuro, apenas para descobrir que o lar não está exatamente como ele o deixou. Enquanto procura encontrar seu propósito no mundo, o destino intervém quando Jaime inesperadamente se encontra em posse de uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena: o Escaravelho. Quando o artefato escolhe Jaime como hospedeiro simbiótico, o jovem recebe uma incrível armadura que contém poderes extraordinários e imprevisíveis, mudando para sempre seu destino e fazendo dele o super-herói conhecido como Besouro Azul.”
Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.
Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.
‘Besouro Azul’ é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, foi revelada sua classificação indicativa oficial.
Segundo uma nova listagem do FilmRatings.com, o longa-metragem estrelado por Xolo Maridueñae Bruna Marquezine tem recomendação PG-13, isto é, com acompanhamento parental e para maiores de treze anos em virtude de “sequência de ação e violência, linguagem e referências sugestivas”.
Atualmente na 6ª posição entre as séries mais assistidas da semana na Netflix, ‘Adeus, Terra‘ é uma produção sul-coreana que está virando um dos assuntos mais comentados ente os assinantes da plataforma.
Na trama, um asteroide se encaminha em direção à Terra, enquanto uma professora dedicada luta para manter seus ex-alunos a salvo, custe o que custar.
Ao longo dos episódios, o público é levado a 200 dias antes da queda do astro no planeta, mostrando como a notícia do possível fim do mundo provoca o caos.
Ao mesmo tempo em que alguns se lamentam imaginando a extinção da humanidade, outros decidem aproveitar a vida freneticamente sem pensar nas consequências, como criminosos que fogem da prisão, criadores de seitas apocalípticas e um grupo de moradores que ainda tem a esperança da sobrevivência.
Nas redes sociais, os comentários são mistos…
Enquanto alguns elogiaram a atração criada por Jung Sung Jooe Jin-min Kim por do clima de tensão e das atuações convincentes, outros disseram que é entediante devido à falta de ação e enrolação até dar foco à queda do asteroide, de fato.
Ainda há aqueles que ficaram completamente perdidos com a trama.
Confira as reações:
eu entregando pra mim mesmo o prêmio de pessoa mais burra por não conseguir entender nada dessa nova série da netflix “Adeus,Terra” pic.twitter.com/Xk3T4qVcr6
Tem tempo que eu não faço indicação de série né?
Pois bem ” Adeus, terra” não prometeu nada e entrega tudo. ( Leiam a obra)
É uma metáfora maravilhosa sobre o colapso civilizatório quando o mundo está prestes a acabar
Só assistam, vale a pena https://t.co/ldY0MgWHei
Brian Michael Bendis, roteirista conhecido por sua contribuição nos quadrinhos, revelou recentemente como Stan Lee influenciou a criação das cenas pós-créditos nos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel.
As cenas pós-créditos se tornaram uma marca registrada do MCU e são aguardadas ansiosamente pelos fãs a cada novo filme lançado pela Marvel.
Em entrevista ao Inverse, Bendis, que trabalhou com Kevin Feige no início do MCU, explicou que as cenas pós-créditos são uma maneira de manter os espectadores interessados naquele universo.
“Assim que as cenas pós-créditos se tornaram algo importante no Universo Cinematográfico Marvel, parecia um reflexo de um dispositivo de narrativa de Stan Lee, que é: ‘Nós nunca estamos deixando você ir'”, disse Bendis.
Ele ainda destacou a importância dessas cenas como forma de manter o público envolvido e curioso sobre o universo Marvel.
“Stan sempre falou sobre como cada quadrinho é o primeiro de alguém, e o trabalho (de um roteirista) é nunca torná-lo o último. Tomei isso como meu trabalho também. Faça com que voltem. Estamos sempre brincando com os ganchos mais fortes, e as cenas pós-créditos absolutamente fazem isso. Nós não vamos deixá-lo ir.”
Lembrando que o próximo filme do universo Marvel é ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, que chega aos cinemas no dia 04 de maio, e as reações dos que já assistiram foram muito positivas.
As primeiras impressões já foram divulgadas na internet, e destacam um filme divertido, engraçado e emocionante, chegando a ser o melhor filme da Marvel Studios desde ‘Vingadores: Ultimato‘ para alguns críticos.
Confira:
“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).” – Valentina Morillo, do El Español.
“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.” – Rory Cashin, da Joe.
“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível” – @ForumLily.
“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.” – Ian Sandwell, do Digital Spy.
“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!” – Markus Trutt, do FilmStarts.
“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.” – Jesús Agudo, do Ecartelera.
“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas. Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.” – Alexander Kardelo, do Movie Zine.
Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
‘Leo’, o filme animado estrelado por Adam Sandler, acaba de conquistar um feito histórico: a animação tornou-se o filme mais assistido da Netflix em todo o mundo.
De acordo com a FlixPatrol, ‘Leo’ ultrapassou produções como o romance ‘Última chamada para Istambul’, o filme natalino ‘Melhor. Natal. Alguma vez!’ e até mesmo o aclamado ‘O Assassino’ de David Fincher.
É importante notar que esses rankings são altamente dinâmicos, e estão mudando diariamente.
Nas redes sociais, os assinantes foram só elogios à produção. Confira as reações:
Eu tava chorando tanto assistindo Léo, a nova animação da Netflix, que comecei a rir, pq eu sou um adulto de 24 anos chorando por causa de um filme com classificação 10 anos. pic.twitter.com/Mo6lGOEGxS
Como pode eu tá chorandinho com uma animação da Netflix onde Adam Sandler dá voz para o um lagarto de 74 anos que dá conselhos para as crianças do 5o ano??
Em uma escola de ensino fundamental, reside Leo (interpretado por Sandler), um lagarto que é um dos mascotes da classe ao lado da tartaruga Squirtle (interpretada por Bill Burr). Leo está na escola desde 1949, quando ainda era um bebê lagarto. Nos dias atuais, ele está envelhecido e tem apenas mais um ano de vida, uma realidade que o deixa frustrado.
Quando a professora Malkin (interpretada por Cecily Strong) dá aos alunos a tarefa de levar o bicho de estimação para casa, o lagarto enxerga a oportunidade de aproveitar o tempo que lhe resta para escapar da escola. Contudo, quando os outros alunos descobrem que ele pode falar, Leo utiliza os conhecimentos acumulados ao longo de décadas de aulas para aconselhar as crianças, tanto em questões acadêmicas quanto pessoais.
A Disney divulgou recentemente seu novo calendário de lançamentos para as produções da Marvel, trazendo novidades e surpresas para os fãs do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
Segundo a Variety, Uma das principais mudanças foi a remoção de um filme sem título que estava programado para estrear em 24 de julho de 2026.
Essa decisão está alinhada com a nova estratégia da Marvel Studios, que busca diminuir o número de projetos em desenvolvimento. A medida, no entanto, não significa que a=o estúdio esteja desacelerando a produção de novos filmes e séries, mas sim reavaliando seu cronograma e priorizando projetos que estejam mais avançados em seu desenvolvimento.
Em meio a essas mudanças, a Disney manteve o lançamento de ‘Blade’ para 07 de novembro de 2025.
O filme, que tem Mahershala Ali no papel principal, tem sido alvo de diversas polêmicas desde o seu anúncio em 2019, devido aos constantes atrasos em sua produção.
Apesar das dificuldades, a Disney parece confiante no potencial do projeto e decidiu mantê-lo no calendário.
Lembrando que em entrevista ao BlackTree TV, Kevin Feige confirmou que ‘Blade‘ será para maiores de 18 anos, assim como ‘Deadpool e Wolverine‘.
“Nunca nos preocupamos em acelerar a produção, nossa ideia sempre foi ter certeza que estamos fazendo o filme certo para Blade. Antes, tivemos ótimos filmes do Blade… e todos eles tiveram classificação indicativa R. Então acho que, assim como com Deadpool, isso é algo inerente ao personagem Blade.”, ele afirmou.
Após diversos problemas nos bastidores e troca de diretores, o reboot parece ter engatado.
Segundo o Production Weekly, o atrasado filme da Marvel começa a ser filmado em 31 de outubro. Os locais de filmagem incluem BRASIL, México e Atlanta, Geórgia.
Sim, o filme terá cenas no Brasil!
O escritor veterano da MarvelEric Pearson, que mais recentemente trabalhou em ‘O Quarteto Fantástico‘, está atualmente trabalhando no novo roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos seis roteiristas e dois diretores diferentes.
O novo longa do caçador de vampiros está em desenvolvimento desde pelo menos 2013. Em 2019, o aclamado atorMahershala Ali (‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’) foi anunciado como o intérprete do herói. No entanto, desde então, o longa tem enfrentado uma série de contratempos, incluindo as greves de Hollywood em 2023.
Segundo o Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões no orçamento do filme. O valor é bem baixo em comparação com as outras produções do estúdio. ‘As Marvels‘, por exemplo, custou altos US$ 250 milhões.
Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.
O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
A série ‘Quando Chama o Coração’ (When Calls the Heart), um dos maiores sucessos da Hallmark Media, foi oficialmente renovada para sua 13ª temporada, estabelecendo um novo recorde para o canal.
Segundo o Deadline, o anúncio foi feito durante o final da 12ª temporada. Vale lembrar que a série já é a produção mais longa da história da Hallmark Channel.
A nova temporada está prevista para estrear em 2026.
“Os Hearties são muito mais do que um fã-clube — eles são uma comunidade conectada, tão leal e solidária quanto os personagens de Hope Valley”, declarou Samantha DiPippo, Vice-presidente Sênior de Programação da Hallmark Media, em um comunicado. “É uma honra contar histórias de esperança, resiliência, humor e romance que continuam a ressoar com milhões de telespectadores por doze temporadas e além.”
Na trama, Elizabeth Thatcher, uma culta e jovem professora em 1910, teme deixar seu mundo confortável na cidade. Mas quando ela aceita um cargo de professora em uma cidade na fronteira, ela descobre novos propósitos, esperanças e amor.
A BBC anunciou recentemente um spin-off da animação da Aardman, ‘A Sabiá Sabiazinha’, indicada ao Oscar. O novo projeto, intitulado ‘The Adventures of Robin Robin’, será uma série em CGI com 52 episódios de 7 minutos cada, voltada para crianças de 3 a 5 anos e seus pais, conforme o Deadline.
A chefe do setor infantil da emissora, Patricia Hidalgo, está buscando parceiros de coprodução para viabilizar a produção durante o Cartoon Forum, evento que acontece esta semana.
Projetos de animação infantil de alta qualidade, hoje, dependem de financiamento externo. Hidalgo explicou que a BBC só consegue financiar entre 25% e 40% de uma série animada de alto padrão.
“Quando entrei, minha estratégia era aumentar o valor de produção do que fazíamos, mas a BBC não teve aumento na taxa de licença nos últimos anos. Com a inflação, nosso poder de compra caiu”, explicou Hidalgo. “Ainda precisamos entregar muitas horas de conteúdo, então temos que encontrar formas de manter a produção e apoiar a indústria mesmo com menos recursos, enquanto o público espera mais”.
Chris Cocks, CEO da Hasbro, manifestou-se recentemente sobre as controvérsias envolvendo a autora J.K. Rowling. O posicionamento ocorre em um momento estratégico: a gigante da indústria de brinquedos acaba de firmar uma grande parceria para produzir licenciados da franquia ‘Harry Potter’.
Em entrevista repercutida pelo SffGazette, Cocks abordou como as falas da autora têm impactado o público. Ao ser questionado sobre como gerenciar uma propriedade cuja criadora “está ativamente reduzindo o fandom”, o executivo enfatizou a estratégia de separar a obra de sua criadora.
“Para mim, trata-se de separar a arte do artista e focar no que os fãs realmente querem”, afirmou Cocks. “Não vou entrar na política em torno disso, além de dizer que apoiamos fortemente a diversidade e a inclusão dentro da Hasbro. Temos orgulho disso e da diversidade de opiniões entre nossos funcionários. Harry Potter é uma franquia maravilhosa que levou alegria ao mundo”.
A Hasbro assumirá como a principal licenciada global de brinquedos da franquia em 2027, em um contrato plurianual com a Warner Bros. Discovery. O acordo abrange desde os filmes originais e a saga ‘Animais Fantásticos’ até a futura série de TV da HBO. Estão previstos lançamentos de bonecos, itens de role-play, colecionáveis e jogos de tabuleiro.
Apesar dos debates fervorosos sobre as posições de Rowling em relação à comunidade trans, o impacto comercial parece limitado. O exemplo mais notável é o jogo “Hogwarts Legacy” (2023), que, apesar das campanhas de boicote, superou a marca de dezenas de milhões de cópias vendidas, demonstrando a resiliência da marca no mercado global.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.