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‘The Mandalorian’: 3ª temporada abre com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes

O primeiro episódio da 3ª temporada de ‘The Mandalorian‘, série de sucesso do Disney+, já está disponível para os assinantes da plataforma.

A nova temporada abriu com aprovação total no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação da crítica logo na estreia. As duas temporadas anteriores obtiveram 93% de aprovação no total.

Confira algumas reações:

“Com o retorno de ‘The Mandalorian’ para a terceira temporada, os dois primeiros episódios prometem aventuras maiores e emoção pela frente.”Sozly at the Movies

“É o segundo episódio que solidifica totalmente que esta nova temporada é um ponto de virada para a narrativa de ‘The Mandalorian’ – o mundo ainda pode parecer pequeno em torno de Din Djarin, mas também está crescendo aos trancos e barrancos.”Collider

“A terceira temporada de ‘The Mandalorian’ rapidamente restabelece velhos padrões e fórmulas para visualização com máximo conforto.”Punch Drunk Critics

A série do universo de Star Wars será exibida semanalmente, com os episódios sendo lançados toda quarta-feira no Disney+. Confira o cronograma:

  • Episódio 1: 1º de março
  • Episódio 2: 8 de março
  • Episódio 3: 15 de março
  • Episódio 4: 22 de março
  • Episódio 5: 29 de março
  • Episódio 6: 5 de abril
  • Episódio 7: 12 de abril
  • Episódio 8: 19 de abril

Relembre o trailer:

As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.

Pedro Pascal (‘The Last of Us’) estrela a produção como o personagem titular. O próximo ciclo ainda conta com o retorno de Giancarlo Esposito, Carl Weathers, Katee Sackhoff, Emily Swallow e Omid Abtahi.

‘Daisy Jones & the Six’: Primeiras reações da série são POSITIVAS; Confira!

A aguardada série ‘Daisy Jones & The Six‘ estreia no Prime Video nesta sexta-feira (3), e os jornalistas já tiveram a oportunidade de assistir aos episódios e deixarem suas impressões.

A série debutou com 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, com muitas notas acima da média, destacando que ‘Daisy Jones & The Six‘ é uma boa prdoução, apesar de alguns problemas de narrativa. Destacam-se também as atuações de Riley Keough e Sam Clafin.

Confira algumas reações:

“Imperfeito e cheio de falhas como as pessoas que retrata, ‘Daisy Jones & the Six’ tem um coração mole que pode deixar você chorando sem nem saber por quê.”San Francisco Chronicle

“Uma boa série, mas não excelente.”The Hollywood Reporter

Riley Keough oferece uma performance convincente, silenciosa até que ela precise falar alto, e consegue alcançar uma boa química com Sam Claflin.”Sunday Times

O Prime Video divulgou o novo vídeo promocional da série, apresentando ao público os dois primeiros minutos do episódio piloto.

Confira:

Baseado no romance homônimo best-seller de Taylor Jenkins Reid, Daisy Jones & The Six é uma minissérie que detalha a ascensão e queda vertiginosa de uma renomada banda de rock.

Em 1977, o grupo Daisy Jones & The Six estava no topo das paradas mundiais. Liderada por dois vocalistas carismáticos – Daisy Jones (Riley Keough) e Billy Dunne (Sam Claflin) – a banda passou da obscuridade para a fama. E então, após um show esgotado no Soldier Field de Chicago, eles debandaram. Agora, décadas depois, os membros do grupo finalmente concordaram em revelar a verdade. Esta é a história de como uma banda icônica implodiu no auge de sua existência.

O elenco ainda conta com Camila Morrone, Suki WaterhouseSebastian ChaconJosh Whitehouse, Will HarrisonTimothy OlyphantTom WrightNabiyah Be.

Primeiras Impressões | O Mandaloriano – 3ª Temporada Traz Muita Ação, Groguices e o Passado de Din Djarin

Que ‘O Mandaloriano’ é um sucesso mundial, isso já é fato. Razão pela qual a espera pela terceira temporada da série derivada do universo de ‘Star Wars’ tem sido tão intensa, até mesmo por conta dos anúncios feitos pela Disney nesse ínterim de espera. Considerando que a série estreou no fim de 2019 e a segunda temporada chegou pra gente no fim de 2020, no auge da pandemia, e que a terceira temporada está chegando aos assinantes da Disneyplus somente hoje, 1o de março de 2023… é, a espera foi muito, muito longa. Mas não decepcionou! A mais nova parte da saga de Din Djarin começou com tudo!

Após se tornar um apóstata por haver removido seu capacete voluntariamente e em público, o Madaloriano (Pedro Pascal) só consegue pensar em uma coisa: voltar a Mandalore para se banhar nas Águas Vivas, onde se purificará de seus pecados e, assim, conseguir recuperar sua honra de ser um Mandaloriano. Porém, isso se torna virtualmente inviável, uma vez que seu país natal fora destruído e envenenado por completo, e todas as pessoas que ali viviam já não estão mais por lá. Ao menos é isso que dizem por aí… mas Din Djarin tem provas concretas de que talvez Mandalore não esteja tão arrasada quanto as notícias faazem acreditar, então, ele empenhará todos os seus esforços para voltar ao seu planeta natal, e com a criaturinha verde Grogu a tiracolo.

As primeiras impressões sobre o novo episódio da saga do Mandaloriano é que a nova fase será recheada de ação, drama sobre o passado desconhecido do protagonista, e muita fofurice protagonizada por Grogu, o personagem mais vendido dos últimos anos na franquia da saga. Já de cara, no episódio intitulado ‘O Apóstata’, Grogu protagoniza ao menos três alívios fofos, elevando o fofurômetro lá em cima, contrapondo com a sisudez do protagonista e, assim, conseguindo o equilíbrio perfeito.

A direção de Rick Famuyita neste episódio garante o bom balanço entre apresentação da história, cenas de ação e recuperação de elementos clássicos da saga – tudo realizado com bom empenho entre elenco e responsáveis técnicos pelos efeitos. Aos fãs, isso significa que temos desde personagens queridos voltando ao enredo – como o (agora) Alto Magistrado Greef Karga (Carl Weathers) e um outro que fará o público sorrir – como também uma clássica cena de bangue-bangue nas galáxias, ao melhor estilo Han Solo.

É importante salientar que caso o espectador não tenha visto as temporadas anteriores de ‘The Mandalorian’ provavelmente ele ou ela não entenderá nada do que está acontecendo nesta terceira parte, uma vez que a produção faz link direto com acontecimentos anteriores. Por outro lado, fica bastante claro que a missão original de Din foi concluída (entregar Grogu para ser treinado por um jedi), mas que não dera em nada (já que claramente Grogu optara por ficar com Din do que ficar aos cuidados de Luke Skywalker), e que a história volta ao seu ponto inicial – o Mandaloriano com uma criança pra cima e pra baixo nas suas missões – então, nesse sentido, o mote não só repete o que já fora apresentado, como também traz um plot muito simples a quem está chegando agora entender.

Tudo indica que a terceira parte da jornada de ‘O Mandaloriano’ será repleta de ação, com pitadas de nostalgia e drama sobre pontos de sua vida primeva sendo acompanhado por doses e mais doses de fofurice de Grogu. Em suma: tudo que o fã de Star Wars queria.

‘Sanditon’: 3ª e ÚLTIMA temporada do drama de época ganha trailer e data de estreia; Confira!

PBS divulgou hoje (01) o trailer oficial da 3ª e última temporada de Sanditon, série de época baseada no romance inacabado de Jane Austen.

O ciclo de encerramento estreia no dia 19 de março. No Brasil, a produção é exibida na Globoplay.

Confira:

A série foi criada por Andrew Davies.

Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.

Kate AshfieldCrystal ClarkeTurlough ConveryJack FoxMatthew NeedhamAlexandra Roach e outros completam o elenco.

Keira Knightley investiga assassinatos no novo clipe do suspense ‘O Estrangulador de Boston’; Confira!

O suspense ‘Boston Strangler‘, estrelada por Keira Knightley (‘Orgulho de Preconceito’) e Carrie Coon (‘The Sinner’), ganhou um novo clipe oficial.

O filme será exibido aqui no Brasil pelo Star+, no dia 17 de março.

Confira, junto ao trailer:

A produção é baseada nos crimes reais do infame serial killer que ficou conhecido como o Estrangulador de Boston.

A trama acompanha Loretta McLaughlin (Knightley), a primeira repórter a conectar os assassinatos e divulgar a história do Estrangulador. Ela e sua colega de trabalho, Jean Cole, desafiaram o sexismo dos anos 60 para investigar um dos serial killers mais notórios da cidade, na tentativa de manter as mulheres informadas e protegidas de serem suas futuras vítimas.

Matt Ruskin (‘Conexão Escobar’) é responsável pelo roteiro e direção. Ridley Scott entra como produtor.

O elenco ainda conta com David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Chris Cooper (‘Álbum de Família’) e Alessandro Nivola (‘Trapaça’).

Lollapalooza Brasil 2023 | blink-182 é substituído por Twenty One Pilots na próxima edição do evento

A organização oficial do Lollapalooza Brasil revelou hoje (01) que a icônica banda blink-182 cancelou sua apresentação no evento que acontecerá em março deste ano.

Segundo as informações, os integrantes do grupo cancelaram os shows na América Latina e no México em virtude de problemas de saúde. Entretanto, eles irão retornar para os palcos na edição de 2024.

Felizmente, a banda Twenty One Pilots foi confirmada minutos depois como substituta, apresentando-se no sábado, 25 de março. O grupo já performou em território nacional em 2016 e em 2019 – e é uma das atrações favoritas do público.

Veja o anúncio:

Lembrando que o evento ocorre nos dias 24, 25 e 26 de março de 2023.

Dentre as outras atrações, temos os vencedores do Grammy DrakeBillie EilishROSALÍA, além de nomes como AuroraMelanie MartinezTove LoYungbludLudmillaANAVITÓRIALil Nas X e outros.

Confira o line-up completo (e atualizado):

A próxima edição do icônico evento contará com mais de 75 atrações nacionais e internacionais, com mais de 80 horas de programação musical ao longo dos três dias. Além disso, outras ativações surpreendentes estarão espalhadas pela área de 600 mil m² ao Autódromo.

INFORMAÇÕES:Dias 24, 25 e 26 de março de 2023Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São PauloInformações: https://www.lollapaloozabr.com/Siga nas redes: @lollapaloozabrValores*:

  • Lolla Pass: a partir de R$ 1.060,00
  • Lolla Comfort Pass: a partir de R$ 1.908,00
  • Lolla Lounge Pass: a partir de R$ 3.860,00

‘Retorno a Silent Hill’ ganha sinopse INTRIGANTE e protagonista

Os detalhes da história do próximo filme da franquia ‘Silent Hill‘ foram divulgados, sugerindo que esta adaptação será baseada em seu material original.

‘Return to Silent Hill‘, anunciado há alguns meses pela Konami e pelo diretor Christopher Gans, teve sua sinopse divulgada pelo site alemão FilmPortal.

Na trama, o protagonista James Sunderland chega a Silent Hill depois de receber uma carta de sua falecida esposa Mary Shepherd-Sunderland. O que então se desenrola é uma jornada psicológica cheia de dor, culpa e punição.

Na sinopse do filme, no entanto, o FilmPortal afirmou que James retornará a Silent Hill em busca de “seu amor perdido, Mary Crane”. Isso sugere que esses personagens terão um relacionamento ligeiramente diferente na próxima adaptação e podem nunca ter sido casados.

O site também faz referência a um novo personagem chamado Jacob Crane.

Jacob não aparece no jogo. No filme, no entanto, parece que ele é um antagonista. Afirma-se que quanto mais James procura por Mary, mais James “começa a se perguntar se essa ainda é a realidade – ou se ele caiu no submundo sombrio de Jacob Crane”. Talvez Jacob pudesse ter um papel semelhante ao de Dark Alessa no primeiro filme de Silent Hill?

Confira:

“Impulsionado pelas sombras de seu passado, James Sunderland retorna a Silent Hill para encontrar seu amor perdido, Mary Crane. Mas a pequena cidade escura e opressiva não é mais o lugar de suas memórias, que tentam dissuadi-lo de sua busca por Mary. Quanto mais ele procura por Mary, mais ele começa a se perguntar se esta ainda é a realidade – ou se ele caiu no submundo sombrio de Jacob Crane.”

O site também afirmou que o ator Jeremy Irvine vai estrelar o filme como James Sunderland.

Jeremy Irvine

Em entrevista ao IGN, o diretor Christophe Gans, que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006, revelou detalhes sobre a trama do novo filme baseado na popular franquia de jogos.

“Inspirado no jogo ‘Silent Hill 2’, [o novo filme] contará a história de um jovem que retorna à Silent Hill, onde ele conheceu um grande amor… mas ele acaba encontrando um pesadelo genuíno. No primeiro filme, nós exploramos o universo dessa pequena cidade, completamente cercada por névoa, como se estivesse presa em ‘Além da Imaginação’. Mas, no segundo jogo, os criadores mudaram as regras. Nós retornamos para Silent Hill, que ainda é a mesma cidade, mas encontramos um mundo estranho e diferente através do ponto de vista do novo protagonista.”

Ele completa, “O novo filme terá um tom de terror psicológico, apesar de voltarmos a encontrar as mesmas criaturas e termos cenas de terror. Porém, o maior terror sempre irá residir em nós mesmos.”

O longa está programado para estrear apenas em 2024.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

5 Filmes sobre Amizades DESFEITAS

Nem toda a amizade é sadia. Muitas vezes, só conseguimos entender algumas relações quando conflitos aparecem pelo caminho e a atitude de um alguém que considerávamos nos decepciona de forma contundente. Refletindo sobre essa questão, que acontece muito na realidade, segue abaixo 5 filmes sobre amizades desfeitas:

 

A Subida

Na trama, conhecemos, ao longo do tempo, os amigos de infância Kyle (Kyle Marvin) e Mike (Michael Angelo Covino), dois homens que passaram por diversas fases em suas agitadas vidas. Na primeira, mais marcante, quando Kyle descobre que Mike transou com sua futura esposa e o tempo passa e Mike casa com ela. O abalo desse fato nos leva em uma jornada de tentativa de reconstrução dessa amizade abalada por egoísmo e más escolhas. Fazendo paralelos com o universo do ciclismo, entre subidas complicadas e descidas onde é só controlar a bicicleta sem muito esforço, a vida desses dois possui altos e baixos, além de trocas de quem está no alto e quem está por baixo.

 

Os Banshees de Inisherin

Solidão que não encontra a solitude. Escrito e dirigido pelo britânico Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin, indicado à 9 Oscars é um projeto repleto de reflexões. Uma busca pela fuga da mesmice desencadeia o rompimento de uma longa amizade o que acaba trazendo novos conflitos dentro de uma espécie de síntese da loucura, tudo isso em um curto período de tempo numa fictícia pequena comunidade na Irlanda, uma ilha no litoral, chamada inisherin. O elenco é brilhante, não à toa todos os intérpretes dos personagens que vemos em tela com poder de subtramas foram indicados ao Oscar em 2023.

 

Ben-Hur

Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.

 

Cartas na Mesa

Na trama, conhecemos Mike (Matt Damon), um jovem estudante de direito que passou anos de sua vida rapelando mesas de pôquer pela cidade acumulando um bom dinheiro. Seguindo no seu vício, durante uma noite acaba perdendo tudo que conquistou em um jogo cruel contra o russo Teddy (John Malkovich). A partir desse dia ele resolve nunca mais voltar aos jogos de cartas com apostas. Nove meses passam, ele está mais firme no relacionamento com a namorada Jo (Gretchen Mol), trabalhando dirigido um caminhão de entregas e estudando no resto do dia. Mas essa rotina de paz muda quando seu antigo amigo Worm (Edward Norton) sai da prisão e essa péssima amizade começa a chamar Mike de volta ao universo dos jogos clandestinos de pôquer, fato que o leva a mais conflitos com todos ao seu redor.

 

Querido Evan Hansen

Na trama, conhecemos o jovem e pacato Evan (Ben Platt). Ele está quase concluindo o ensino médio norte-americano mas se encontra em dúvidas sobre várias questões, não sabendo lidar com sua marcante solitude, problemas no relacionamento com a trabalhadora e guerreira mãe a enfermeira de vários plantões Heidi (Julianne Moore). Após se machucar de uma maneira a princípio não muito bem explicada, ele engessa o braço e volta a frequentar a escola. Nos dias que se sucedem acaba tendo uma única interação com um aluno problemático chamado Connor (Colton Ryan), e em um ato isolado, esse acaba assinando seu gesso que estava em branco. No dia seguinte Evan descobre que Connor se suicidou e a família de Evan acha uma carta o que faz todos pensarem que Connor e Evan eram grandes amigos. A partir disso, uma série de situações acontecem transformando a vida de Evan para sempre.

Você Viu Todos? Relembre os Vencedores e Indicados do Oscar que completam 10 ANOS em 2023!

E aí, você já viu todos os filmes indicados ao Oscar 2023? Tudo bem, ainda dá tempo de correr atrás e conferir os que faltam nos cinemas ou nas plataformas de streaming. Essa “caça ao tesouro” é sempre muito divertida e prazerosa para os amantes de cinema. E para os que já viram tudo, um exercício sempre muito interessante é voltar e rever algumas produções vencedoras ou indicadas de edições passadas do Oscar – e perceber se ainda continuam como antes, ou se o tempo as deixou datadas. Aqui é onde entramos para ajudar você nosso querido leitor a lembrar quais foram os grandes filmes do Oscar do passado, já que voltas no tempo e nostalgia são conosco mesmo.

Aqui iremos voltar apenas um pouco no passado, para a edição do Oscar de 10 anos atrás. Vem com a gente lembrar quais foram os filmes prestigiados, que estiveram nos holofotes há uma década, e grande parte dos vencedores da noite, assim como as curiosidades. Confira abaixo.

Melhor Filme: Argo

Foi no Oscar 2010 que a Academia implementou o número de até 10 filmes indicados na categoria principal para aumentar a procura do público pelos filmes badalados. E em 2013, chegávamos ao quarto ano em que até uma dezena de produções poderiam ser nomeadas. Nesta edição específica foram apenas nove. O grande vencedor da noite foi Argo, filme produzido, dirigido e protagonizado por Ben Affleck, que o consagrou como grande realizador. Um detalhe curioso é que apesar de Argo ter levado a estatueta de melhor filme, Affleck não foi indicado para melhor diretor – os prêmios quase sempre caminham juntos. Argo relata a incrível história real da estratégia do governo americano para retirar reféns do Teerã no fim da década de 1970, para isso precisando criar uma falsa produção cinematográfica junto a Hollywood: uma ficção científica nos moldes de Star Wars.

Os outros filmes nomeados naquele ano foram Lincoln (de Steven Spielberg), As Aventuras de Pi (de Ang Lee), Django Livre (de Quentin Tarantino), A Hora Mais Escura (de Kathryn Bigelow), O Lado Bom da Vida (de David O. Russell), Os Miseráveis (de Tom Hooper), Amor (de Michael Haneke) e Indomável Sonhadora (de Benh Zeitlin).

Melhor Atriz: Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida)

Esse foi o ano da consagração da então menina Jennifer Lawrence em Hollywood. A atriz já havia recebido sua primeira indicação ao Oscar dois anos antes por Inverno da Alma (um de seus desempenhos mais impressionantes), mas quem sairia vitoriosa na ocasião seria o colosso Natalie Portman em Cisne Negro. No mesmo ano em que protagonizaria o blockbuster Jogos Vorazes (o primeiro), que a transformaria numa estrela internacional, J-Law ainda ganharia o prestígio de vencer a estatueta dourada na pele de uma personagem com distúrbios compulsivos em O Lado Bom da Vida, sua única vitória no Oscar até então.

Uma curiosidade é que nesta edição tivemos dois recordes quebrados nas indicações: a atriz mais velha indicada como protagonista para a saudosa francesa Emmanuelle Riva (falecida em 2017), então aos 85 anos, nomeada pelo filme Amor; e a atriz mais jovem na mesma categoria, para Quvenzhané Wallis, então com 9 anos de idade, por Indomável Sonhadora. As outras nomeadas foram Naomi Watts, em sua segunda e última indicação por O Impossível, e Jessica Chastain, também em uma segunda indicação, por A Hora Mais Escura.

Melhor Ator: Daniel Day-Lewis (Lincoln)

Essa foi uma das disputas mais interessantes de melhor ator dos últimos anos. Isso porque foi realizada entre grandes astros que seguem extremamente populares em Hollywood. Todos os nomes seguem com grande peso no cinema, mesmo passados dez anos. Fora isso tivemos novamente um recorde memorável para todos os aficionados pelos fatos em relação ao maior prêmio da sétima arte. O “monstro” Daniel Day-Lewis se tornou o primeiro ator da história a ganhar três Oscar como protagonista. Pense nisso, nenhum outro ator da história possui tamanha honraria. Jack Nicholson também possui três estatuetas, mas sendo uma delas como ator coadjuvante. Já quando falamos das atrizes, Frances McDormand conseguiu se igualar recentemente a Day-Lewis com três Oscar como atriz principal, e a lendária Katharine Hepburn ainda mantém o recorde com quatro Oscar como atriz protagonista. Day-Lewis ainda seria indicado novamente por Trama Fantasma (2018).

Os outros nomeados do ano foram Denzel Washington por O Voo (o ator tem dois Oscar e foi indicado mais três vezes); Joaquin Phoenix por O Mestre (Phoenix foi indicado mais uma vez e levou por Coringa); Bradley Cooper por O Lado Bom da Vida (Cooper foi indicado mais três vezes e ainda não possui um Oscar); e Hugh Jackman por Os Miseráveis (primeira e única indicação do ator).

Melhor Atriz Coadjuvante: Anne Hathaway (Os Miseráveis)

Dizem as más línguas que a Academia está quase pedindo o Oscar de volta para Anne Hathaway devido à série consecutiva e aparentemente incessável de filmes ruins que a atriz vem fazendo. Brincadeiras de mau gosto à parte, esperamos que a estrela saia desta má fase e que sua maldição do Oscar termine, assim como a de várias outras vencedoras, e que ela possa fazer filmes bons novamente. A atriz emagreceu e aprendeu a cantar para viver a sofrida Fantine de Os Miseráveis. E deu certo pois recebeu seu primeiro e único Oscar – e também sua última indicação até o momento.

Outras atrizes indicadas para coadjuvante foram: Amy Adams por O Mestre (Adams é uma das melhores atrizes que ainda não recebeu a honraria de uma vitória da Academia – num total de seis indicações); Helen Hunt por As Sessões (Hunt já tem sua estatueta do Oscar de protagonista por Melhor é Impossível), Sally Field por Lincoln (a veterana Field é outra que já tem dois Oscar de melhor atriz, ambos na década de 1980); e Jacki Weaver por O Lado Bom da Vida (a atriz australiana tem duas nomeações ao Oscar, sendo esta a última).

Melhor Ator Coadjuvante: Christoph Waltz (Django Livre)

Se o austríaco Christoph Waltz quiser fechar a trinca e entrar para a história dos prêmios no Oscar como vencedor de três estatuetas como ator coadjuvante, tudo o que precisa fazer é trabalhar novamente com o diretor Quentin Tarantino. O cineasta é basicamente um pé de coelho para o ator, já que seus dois filmes com Tarantino renderam para Waltz indicações seguidas de vitória nos prêmios da Academia. Primeiro por Bastardos Inglórios e depois para Django Livre.

Outros indicados ao prêmio de ator coadjuvante foram Alan Arkin por Argo (o veterano já tem sua estatueta por Pequena Miss Sunshine); o saudoso Philip Seymour Hoffman por O Mestre (em sua última indicação antes de sua morte no início de 2014), o veterano Robert De Niro por O Lado Bom da Vida (sua última indicação, o astro já tem duas estatuetas); e Tommy Lee Jones por Lincoln (o veterano também já tem sua estatueta na estante).

Melhor Diretor: Ang Lee (As Aventuras de Pi)

É verdade que apenas a categoria de melhor filme aumentou para até dez indicados. Todas as demais permaneceram com até cinco indicados. Sendo assim, entra ano e sai ano, cinco diretores ficam a ver navios sem ser indicados enquanto seus filmes concorrem ao maior prêmio do cinema. O jogo é esse. Mas o que fazer quando o filme tem grandes chances de vencer e de fato vence, mas seu diretor sequer foi indicado? É raro, mas já tivemos casos assim. E casos até piores de quando ainda tínhamos cinco para cinco e mesmo assim algum diretor de um filme indicado ficava de fora, dando lugar para outro que não teve seu filme nomeado.

Foi isto o que ocorreu com o esnobado Ben Affleck num dos casos mais notórios de anos recentes. Argo foi a grande surpresa do Oscar de 10 anos atrás, mas o nome de Affleck não pôde ser encontrado em nenhum lugar entre os indicados. Outra esnobada foi Kathryn Bigelow, a única mulher a ter um filme nomeado naquele ano, que poderia ter figurado entre as indicadas de direção, ainda mais sendo uma vencedora recente do prêmio (a primeira mulher da história a realizar tal feito). O vencedor, no entanto, foi o taiwanês Ang Lee por As Aventuras de Pi. Os outros indicados foram as “pratas do OscarSteven Spielberg por Lincoln, David O. Russell por O Lado Bom da Vida, e as surpresas do cult Michael Haneke por Amor, e o novato Benh Zeitlin por Indomável Sonhadora.

Melhor Animação: Valente

Talvez um dos longas mais esquecidos da Disney/ Pixar em anos recentes, Valente foi o grande vencedor de 10 anos atrás na categoria animação. Você lembrava? Ou melhor, você lembra do filme? O ano marcou uma batalha da Disney contra ela mesma. Ou seja, um filme da Pixar contra um da Disney sem a Pixar. Detona Ralph enfrentou Valente no Oscar e levou a pior. No entanto, se você perguntar para os fãs, todos irão lembrar com mais carinho do criativo conto do personagem de games que não queria ser o vilão, do que o conto da princesa que não queria ser princesa. Fora isso tivemos o domínio dos filmes em stop-motion, com Frankenweenie (de Tim Burton), também da Disney; ParaNorman dos estúdios Laika; e Piratas Pirados! dos estúdios Aardman.

Outros Filmes Indicados

Em termos de filmes famosos indicados, talvez um dos mais badalados tenha sido a superprodução 007 Operação Skyfall, que foi nomeado para cinco Oscar, incluindo fotografia, e venceu edição de som e melhor canção original para Adele.

O Hobbit – Uma Jornada Inesperada, primeiro filme da nova trilogia derivada de Senhor dos Anéis, recebeu três indicações, incluindo maquiagem e direção de arte, mas não repetiria o êxito do “primo rico”.

Na categoria de efeitos visuais o sucesso esmagador do ano Os Vingadores, da Marvel, Prometheus (de Ridley Scott) e até mesmo Branca de Neve e o Caçador concorriam pelo prêmio, mas quem levou foi mesmo As Aventuras de Pi. A Branca de Neve com Kristen Stewart e Charlize Theron, aliás, ainda foi indicado para melhor figurino. No terreno dos blockbusters, a ausência mais sentida foi o encerramento da trilogia de Christopher Nolan, O Cavaleiro das Trevas Ressurge – totalmente esnobado.

No ano das duas Brancas de Neve, sobrou indicação até mesmo para a versão “mais pobrinha”, a comédia com Julia Roberts e Lily Collins, Espelho Espelho Meu, indicado para melhor figurino. A biografia do mestre do suspense Hitchcock, com Anthony Hopkins, foi indicada para melhor maquiagem. Moonrise Kingdom, de Wes Anderson, recebeu nomeação de melhor roteiro original, e o épico dramático baseado na obra clássica Anna Karenina, com Keira Knightley, recebeu indicações de melhor fotografia, direção de arte e trilha sonora, e saiu vitorioso na categoria de figurino.

10 Filmes para você que está na casa dos 40 Anos

Entre a geração X e a geração Y, você que está na casa dos 40 anos está vivendo um momento de transformação como se daqui pra frente a maturidade tomasse conta com mais força de suas ações, além de sempre olhar para trás e analisar tudo que viveu até aqui. Pensando em filmes para você que está próximo dessa idade emblemática, segue abaixo muitos filmes interessantes, com seus mais diversos conflitos, na lista 10 filmes para você que está na casa dos 40:

 

Druk – Mais uma Rodada

Na trama, acompanhamos quatro amigos, professores que passam cada um à sua maneira por muitas infelicidades em suas vidas e analisando suas trajetórias e o presente nas reuniões que fazem quase que semanalmente resolvem tirar do papel a curiosa hipótese de Finn Skarderud que mostra haver um déficit de álcool no sangue e que para isso é preciso consumir uma determinada quantidade de álcool para melhorar as interações sociais/profissionais/familiares. Assim, resolvem serem adeptos ao movimento e acabam descobrimento muito sobre a vida mas também os efeitos colaterais do tal experimento.

 

Você Não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai Ricky (Kris Hitchen), um torcedor entusiasmado do Manchester United, resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade apertada financeira de sua família. A questão é que a partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta, sua esposa Abbie (Debbie Honeywood em uma atuação primorosa) é uma cuidadora que após vender seu carro para o investimento na van de Ricky vê sua agenda e rotina mudarem ocasionando em uma escassez maior ainda de uma coisa valorosa: o tempo. Assim, os dois filhos do casal também passam por transformações e a todo instante perguntamos, será que Ricky fez o certo em tentar dar um passo além do que já tinha? As certezas dessa resposta nos chegam forte quando entendemos melhor a empresa que fornece os conteúdos de entrega ao protagonista.

 

História de um Casamento

História de um Casamento conta a vida de Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Driver), um casal que vive seus dias agitados em Nova Iorque entre um espetáculo e outro, já que ambos trabalham em uma companhia de teatro onde a primeira é a atriz protagonista das peças e o segundo o diretor. O casal possui um filho que é muito amado por ambos. Quando Nicole recebe uma oferta irrecusável de trabalho em Los Angeles (lugar bem distante de NY), o casamento afunda em uma crise sem retorno. Alguns meses se passam, Nicole se estabelece em Los Angeles e a luta dos dois agora é pelos acordos do divórcio que se submetem.

 

Como Nossos Pais

Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.

 

Uncle Frank

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

 

Querida Léa

Na trama, conhecemos o gerente de uma empresa de construção chamado Jonas (Grégory Montel), um homem que acorda de madrugada em uma festa de uma empresa que vai logo cedo encontrar sua paixão atual, a bela Léa (Anaïs Demoustier), uma cantora de ópera. O relacionamento entre os dois está à beira do término, sem o primeiro aceitar esse rompimento. Após esse encontro, ele vai até um café, administrado pelo simpático Mathieu (Grégory Gadebois) que fica de frente à casa da amada e lá começa a escrever sobre o amor. Podemos entender também que ele escreve para si mesmo, descobrindo campos profundos de suas emoções. Ao longo desse dia, cheio de variáveis incontroláveis e conversas conflituosas o olhar do outro e para o outro acaba se tornando frequente, seja no ônibus, na estação de trem, ou no simpático café.

 

A Comunidade

Na trama, conhecemos o professor de arquitetura Erik (Ulrich Thomsen) e sua esposa, a apresentadora de televisão Anna (Trine Dyrholm) que está se mudando para um enorme casarão com sua filha Freja (Martha Sofie Wallstrøm Hansen). Adeptos de ideias inovadoras e pensando que poderiam melhor seu cotidiano, a família resolve chamar amigos e conhecidos para morarem com eles, formando uma espécie de comunidade, assim dividem as despesas e passam a ter uma grande reunião diária, seja no almoço, seja no jantar. Porém, ao longo do tempo, Erik começa a se distanciar de Anna e acaba se apaixonando pela estudante Emma (Helene Reingaard Neumann) e para piorar os moradores da casa concordam em deixar a jovem morar com eles fazendo com que Anna tenha sua vida destruída em poucos dias.

 

Happy, Happy

Na trama, conhecemos Kaja (Agnes Kittelsen), uma mulher de meia idade que vive uma pacata vida ao lado da família em uma região onde prepondera a neve. Sem muitas expectativas em relação a sua vida, vive integralmente sendo dona de casa, dando carinho e atenção ao marido e para o único filho. Certo dia, um casal de novos vizinhos chegam para morarem na casa ao lado da de Kaja e sua vida começa a mudar, principalmente quando ela se apaixona pelo marido de sua nova vizinha.

 

Raymond & Ray

Na trama, conhecemos Raymond (Ewan McGregor) e Ray (Ethan Hawke), dois meio irmãos que não se veem faz algum tempo e sempre tiveram em comum muitas mágoas com o pai. O primeiro é metódico, todo certinho, recém separado, que trabalha no departamento de energia da cidade de Cincinnati no estado de Ohio. O outro, um mulherengo, um viciado em recuperação, parece viver seu cotidiano na leveza de não precisar de muito para viver, tem um fascínio pela música, principalmente o trompete algo que está ligado de maneira muito emotiva ao seu passado. Após saberem do falecimento do pai, recebem um último pedido do falecido e assim resolvem embarcar em uma road trip que ativa lembranças e apresentam surpresas do homem que achavam que conheciam por completo.

 

American Son

Na trama, conhecemos já dentro de uma sala separada de uma delegacia, a PHD em Psicologia Kendra Connor (Kerry Washington) que fora acordada no início da madrugada com o sumiço de seu único filho e do carro que ele dirigia. A partir da chegada da personagem, diálogos intensos com o plantonista da polícia é instaurado, fato que só se desenrola mais com a chegada do pai do jovem, Scott Connor (Steven Pasquale) um policial do FBI recém separado de Kendra. Conforme a noite vai passando e o dia amanhecendo, Kendra, que é negra, dialoga todos seus medos pela questão racial, entrando em conversas bastante atuais sobre nossa sociedade com Scott, que é branco.

‘The Blackening’: Trailer do terror cômico tira sarro dos maiores clichês do gênero; Confira!

O terror cômico ‘The Blackening‘, que tira sarro do gênero ao apresentar um elenco composto apenas por atores negros, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Tim Story é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Tracy Oliver (‘Viagem de Garotas’) e Dewayne Perkins (‘Brooklyn Nine-Nine’).

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 16 de junho, pela Lionsgate.

A trama segue um grupo de amigos negros que se reúne no final de semana, mas acabam presos em uma cabana isolada com um assassino sinistro. Forçados a obedecer sua regras, os amigos logo irão perceber que isso não é um jogo.

O elenco conta com Antoinette Robertson, Dewayne Perkins, Sinqua Walls, Grace Byers, X Mayo, Melvin Gregg, Jermaine Fowler, Yvonne Orji Jay Pharoah.

Relato de 5 dias e 18 Filmes | Como foi cobrir do Festival de Berlim pela Primeira Vez

Depois de 10 dias de festival na capital alemã — e apenas cinco meus por lá —, eu compartilho minhas impressões como marinheira de primeira viagem, tanto na cobertura do evento quanto na cidade sede.

Chegar em um local desconhecido, correr para colocar as malas no hotel e buscar a credencial para poder começar assistir filmes é uma prova de triatlo. O que você precisa ter em mente? Organização prévia, planejamento e paciência para quando as coisas não saírem como imaginamos.

Após ter participado do TIFF (2017), Festival do Rio (2018) e do Festival de Cannes (2021), acreditei que estava mais preparada para esta excursão. Ter mais experiência na bagagem conta bastante, mas isso não evita repetir erros antigos. Neste caso, mais uma vez me hospedei há uma distância considerável a pé — 35 minutos — do palácio do festival, o Berlinale Palast, o que me obriga a utilizar o transporte público. 

Para não ter problemas, eu comprei um passe de sete dias por meio do aplicativo de transportes BVG. Ninguém cobra passagem em Berlim, os metrôs não tem roletas, nem as estações de trem. Caso alguém faça uma vistoria, você apresenta o seu ticket no aplicativo, mesmo que seja apenas uma passagem. Todavia, em cinco dias andei de trem, metrô, tramway e ônibus de cima para baixo no município e ninguém me pediu nada, nem dinheiro, nem informação. 

Por falar em andar para cima e para baixo, eu apenas “descobri” que o evento era realizado em 26 locais diferentes dois dias antes de embarcar para o festival. Por que não pesquisei antes? Estava com o Festival de Cannes na cabeça, onde todos os filmes importantes, cabines e coletivas de imprensa são realizados dentro ou ao redor do Palais du Festival. Por consequência, o tempo de deslocamento encurtou o tempo de visualização de filmes. 

Além desses detalhes de transporte, hospedagem, ainda tenho que conhecer o local e procurar onde vende comida vegetariana. No primeiro dia, eu avistei um Subway na entrada de um metrô, no segundo encontrei o Fat Monk, um quiosque dentro do enorme espaço gastronômico chamado Manifesto. Eles vendem seis bowls vegetarianas diferentes. Ou seja, fiz todas as minhas refeições lá. Caso tenha curiosidade, a tigela pequena custava 7,90 euros e a grande 12,90.

Lidar com a frustração também é algo enorme para lidar durante o festival. Perdi eventos, sessões por não conseguir encontrar a conexão exata ou a saída certa do metrô. Para se ter uma ideia, tem estações com mais de cinco linhas diferentes, além de conexões internas com trens. O caótico metrô de Paris, tornou-se fichinha perto dos três primeiros dias. No quarto dia, acreditei ter aprendido o caminho, mas me perdi outra vez no quinto. 

O espaço de imprensa é muito limitado para milhares de jornalistas. Apesar de serem divididos em três: 1) o Hotel Grand Hyatt Berlin, onde eram realizadas as coletivas de imprensa e serviam café e chocolate quente para os jornalistas; 2) o subsolo do Berlinale Palast, onde tínhamos filtros de água, mesas mais confortáveis, computadores conectados a impressoras e ótimo wi-fi; 3) Berlinale Service Center, onde pegamos a credencial no primeiro dia, encontramos material de divulgação, como as edições diárias das revistas Variety e ScreenDaily, e são disponibilizadas várias mesas de piquenique, porém o wi-fi não funciona tão bem. 

Como tenho um laptop de 17 polegadas, eu não saio carregando para todos os cantos. Deixo um apelo: “Produtores de festivais, disponibilizem mais espaços com mesas, boas cadeiras e computadores para os jornalistas”. Ninguém merece digitar sentado no chão ou só quando chegar no hotel morto de cansaço.

As frustrações? Gostaria de ter visto muito mais filmes e de estar presente em mais coletivas de imprensa e chegadas do tapete vermelho. Lamento, principalmente, não ter visto o homenageado do festival: Steven Spielberg. Sobre os filmes? As minhas impressões de todas as obras estão disponíveis em vídeos no YouTube e nas críticas do site, mas ainda fiz este ranking maroto de TOP 5 Filmes Visto no Festival de Berlim 2023. 

  1. Past Lives (Vidas Passadas), de Celine Song
  2. 20.000 Especies De Abejas, de Estibaliz Urresola Solaguren
  3. Afire (Em Chamas), de Christian Petzold
  4. Infinity Pool, de Brandon Cronenberg
  5. Ash Wednesday (Quarta-feira de Cinzas), de Bárbara Santos, João Pedro Prado

Gale luta contra o Ghostface no primeiro clipe de ‘Pânico 6’

Pânico VI‘ teve seu primeiro clipe divulgado, que traz a Gale Weathers lutando contra o Ghostface.

Assista:

Pânico VI‘ recebeu a classificação Rated-R, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, linguagem e breve uso de drogas”.

A notícia não é uma surpresa, considerando que todos os filmes anteriores da franquia receberam a mesma classificação.

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

O longa chega ao Brasil no dia 9 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

5 Filmes que abordam os Horrores da Guerra

Por conta da ganância e a falta da sensibilidade humana, entre outras questões, gigantescas guerras corroeram a esperança do nosso planeta tirando a vida de milhões de pessoas por todo o mundo. O mundo do cinema já fez grandes recortes de alguns desses conflitos. Pensando sobre isso, separamos abaixo em uma lista 5 filmes que abordam os horrores da guerra:

 

Nada de Novo de Front

Na trama, ambientada no terceiro ano da primeira guerra mundial, num primeiro momento no norte da Alemanha, vemos a chegada à guerra de Paul (Felix Kammerer, em seu primeiro longa-metragem) e seus amigos de escola. Seduzidos pela onda de discursos inflamados e contagiantes sobre a importância de exercer o patriotismo se alistando para defender os objetivos de seu país eles logo se colocariam dentro da dura realidade que é um conflito armado dessas proporções onde a morte está ao lado constantemente. Paralelo a isso, parte da alta cúpula alemã, aqui focado na figura de Matthias Erzberger (Daniel Brühl), propõe um cessar fogo para os franceses enquanto a cada minuto morrem centenas de jovens nas linhas de batalhas.

 

Narvik

As ações do tabuleiro estratégico em meio ao caos da segunda guerra mundial. No início da segunda guerra mundial a Noruega adotou uma postura neutra nos conflitos que se seguiam pela Europa mas isso não quer dizer que o país nórdico não fosse uma peça chave num capítulo da pior das guerras. Dirigido pelo cineasta Erik Skjoldbjærg, o longa-metragem Narvik nos apresenta fatos históricos dentro do contexto dos horrores de uma sangrenta batalha pelos olhos noruegueses de uma cidadezinha gelada de pouco menos de 20.000 habitantes. O conceito de sacrifício aqui ganha contornos quando pensamos ao mesmo instante sobre a moral. Os conflitos nessa linha se jogam nas condutas militares de todas as partes e nas escolhas sobre família em meio ao desespero do não saber como vai ser o amanhã.

 

Mosquito

Na trama, conhecemos o soldado Zacharias (João Nunes Monteiro) que por vontade própria se alista no exército português e assim é enviado a Moçambique, na África, com a missão de defender a colônia portuguesa da invasão alemã. Seu pelotão acaba o abandonando porque o protagonista contrai malária. Esse se cura e resolve de maneira inconsequente ir atrás do seu pelotão que está a dias na sua frente. Enfrentando vários tipos de problemas e esbarrando com muitas pessoas, há momentos de silêncio e solidão onde o protagonista precisará encontrar forças para lutar contra sua mente e invocar assim um espírito de sobrevivência. O roteiro de Mosquito é baseado na história real do avô do diretor, que foi um dos soldados mandados a Moçambique na guerra.

 

Greyhound

Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause (Tom Hanks) que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.

 

1917

Na trama, somos jogados novamente para os horrores da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente para o ano de 1917 e no início do mês de abril (exatamente no dia em que os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e seus aliados), onde dois jovens soldados britânicos recebem ordens claras e objetivas para atravessarem um enorme território, inclusive passar próximo das linhas inimigas, tudo isso para entregar uma mensagem importante que pode salvar todo um batalhão com mais de 1.500 britânicos. Assim, reunindo forças de onde podem os jovens enfrentarão obstáculos complicados para chegarem até seu objetivo.

‘Shazam!: Fúria dos Deuses’: Zachary Levi abre o jogo sobre o reboot do universo DC

O ator Zachary Levi, o protagonista do filme ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘, em entrevista com o Comic Book, comentou sobre o reboot em andamento no universo DC, agora que James Gunn e Peter Safran assumiram o comando da DC Studios.

“É um reset contínuo, por assim dizer. Muitas coisas foram herdadas antes de Peter e James serem contratados. Muito se fala sobre o que irá continuar e o que não vai. A questão é: ‘E nós?’ Eu meio que sou parte do ‘nós’ aqui”, afirmou o astro.

Ele ainda complementa que a relação que possui uma relação muito amigável com os dois co-CEOs da DC Studios:

“Eu conheço Peter há anos. Ele é um dos produtores da franquia ‘Shazam!’. E eu conheço James há mais tempo ainda. Nós temos muitos amigos em comum. Jogamos juntos por muitas noites em Los Angeles. Fui a uma festa de Natal na casa dele uma vez. Eu quase interpretei o Senhor das Estrelas em Guardiões da Galáxia.”

Lembrando que a sequência chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de Março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

Relembre o trailer:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Creed 3’ terá a MAIOR abertura da trilogia nas bilheterias, apontam projeções

Creed III‘ estreia nos cinemas nesse final de semana e promete tomar a bilheteria de nocaute.

De acordo com as projeções do Deadline, o filme estrelado e dirigido por Michael B. Jordan está apontando para fazer US$ 38 – US$ 40 milhões em seu primeiro final de semana de exibição, sendo a maior abertura da trilogia inteira.

Os dois filmes anteriores da franquia ‘Creed‘ foram lançados durante o mês de Novembro em 2015 e 2018, no feriado de Ação de Graças, abrindo, respectivamente, com US$ 29 milhões e US$ 35,5 milhões em seus três primeiros dias.

Creed III‘ está com 91% de aprovação pelos críticos do Rotten Tomatoes, o que é superior aos 83% de ‘Creed II‘ e um pouco menor que o primeiro filme, ‘CreedNascido Para Lutar‘, que está com 95%.

O orçamento do terceiro filme está estimado em US$ 75 milhões, o mais caro da franquia.

Confira o trailer juntamente com os cartazes:

 

Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.

Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.

No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.

“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.

‘John Wick 4: Baba Yaga’: Keanu Reeves está em Paris em cartaz inédito da sequência

A IMAX divulgou um novo cartaz de John Wick 4: Baba Yaga’, aguardada sequência que marca o retorno de Keanu Reeves no papel titular.

No cartaz, vemos o personagem-título armado e em frente à Torre Eiffel, reforçando que a cidade de Paris terá grande importância na trama do filme, que chega aos cinemas dia 23 de março.

Confira, junto ao recente trailer final:

Anteriormente, foram divulgados cartazes individuais que dão destaque a Caine (Donnie Yen), Marquis (Bill Skarsgård), Bowery (Laurence Fishburne), Akira (Rina Sawayama), Winston (Ian McShane), Tracker (Shamier Anderson), Shimazu (Hiroyuki Sanada), O Precursor (Clancy Brown), Charon (Lance Reddick) e Killa (Scott Adkins).

Confira:

De acordo com o Collider, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

‘Ghostbusters 2’: Produtor divulga foto no set da sequência; Confira!

O diretor do reboot ‘Ghostbusters: Mais Além‘ e agora produtor da sequência, Jason Reitman, divulgou em seu Instagram uma imagem do set de filmagens do novo filme, cujo título oficial ainda não foi revelado.

Na imagem é possível ver Reitman ao lado do diretor Gil Kenan, aonde aparenta ser o QG dos Caça-Fantasmas, que não apareceu no longa anterior.

Confira:

Foi confirmado que Paul Rudd e Carrie Coon irão reprisar seus papéis no novo filme. Finn WolfhardErnie Hudson também vão retornar.

Anteriormente, a atriz Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) já havia confirmado que irá retornar na sequência.

“Eu tenho perturbado constantemente o diretor Jason Reitman para saber como será a história da sequência. Não faço ideia qual será a direção que ele vai seguir. Mas, se eu soubesse, estaria sentada aqui dizendo ‘Não sei, estou muito ansiosa’. Eu só estou animada para retornar para o segundo filme.”

Ela completa, “Estou ansiosa para interpretar a Phoebe novamente.”

A sequência será lançada nos cinemas em 20 de dezembro de 2023.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:

“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”

Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Kristen Bell vai estrelar nova série de COMÉDIA para Netflix

A atriz e comediante Kristen Bell vai retomar sua parceria com a Netflix para estrelar e produzir mais uma série de comédia para a plataforma (via THR).

A série, ainda sem título, é criada por Erin Foster (Barely Famous) e terá como produtor executivo Steven Levitan (Modern Family), e vai abordar na trama “o relacionamento improvável entre uma mulher irreverente, franca e agnóstica e uma rabina não convencional.

Por enquanto, a série conta apenas com Bell no elenco, que já estrelou as séries ‘The Good Place‘ e ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘ na plataforma.

A produção ainda não possui data de lançamento prevista na Netflix.

Relembre o trailer de sua produção mais recente, ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘:

Para Anna (Kristen Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, ela vê a vida passar. As coisas parecem dar uma guinada quando um vizinho bonitão (Tom Riley) e sua filha (Samsara Yett) se mudam para a casa da frente, mas Anna testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação? 

 

Reboot de ‘O Grito’ estreia no TOP 10 da Netflix; Assista ao trailer!

O reboot de ‘O Grito‘ estreou no catálogo brasileiro da Netflix após passar pela HBO Max, e chegou entrando no TOP 10 dos filmes mais assistidos.

Na trama, uma casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram com uma morte violenta.

O filme foi massacrado pela crítica e conquistou apenas 20% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira, com o trailer:

Com orçamento de apenas US$ 10 milhões, o filme arrecadou US$ 49.5 milhões mundialmente.

 

Crítica | O Grito – Reboot do terror é criativo e possui grande apelo dramático

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passa no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.