Além de receber 84% de aprovação dos críticos Rotten Tomatoes, ‘Wonka‘ também já é um sucesso absoluto entre o público.
Estrelado por Timothée Chalamet (‘Duna’), o longa recebeu nota A- no CinemaScore.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.
Confira a publicação:
“‘Wonka’ conquistou um A- hoje à noite! Parabéns a todos os membros do elenco e da equipe. Por favor, deixe-nos saber sua opinião nos comentários abaixo!”
E, de acordo com o Deadline, a pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ continua dominando os mercados internacionais, onde já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 75 milhões em arrecadação.
O site ainda afirma que, até domingo, a produção deve acumular US$ 120 milhões – um começo respeitável para uma produção orçada em US$ 125 milhões.
No Brasil, o filme alcançou o topo das bilheterias, arrecadando R$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana.
Vale lembrar que ‘Wonka‘ arrecadou US$ 43.2 milhões em sua estreia internacional, através de 37 mercados – alcançando o topo de 32 deles.
Para termos de comparação, o filme registrou um desempenho 95% acima de ‘As Aventuras de Paddington‘, 75% acima de ‘O Retorno de Mary Poppins‘ e 50% acima de ‘O Rei do Show‘.
Além disso, ‘Wonka‘ arrecadou US$ 2.3 milhões no formato IMAX, através de 846 salas.
Confira nossa crítica:
Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom Davis, Simon Farnaby, Kobna Holdbrook-Smith, Mathew Baynton, Jim Carter, Rich Fulcher, Olivia Colman, Sally Hawkins e Rowan Atkinson.
Famoso arco do mangá foi o mais adaptado para anime
*SPOILERS DO SEGUNDO ARCO DE BERSERK
Berserk, do eternamente talentoso Kentaro Miura, é uma narrativa ambientada em um cenário medieval europeu repleto de magia e criaturas demoníacas. A narrativa, inicialmente, segue o protagonista Guts enquanto ele percorre esse mundo extremamente perigoso sendo unicamente norteado pela sua sede por vingança, que de início não é revelada ao leitor. Porém, essa linha temporal ambientada no presente logo é interrompida para iniciar outra linha do tempo, dessa vez focada no passado.
É dessa maneira que o mangá inicia seu arco mais famoso, mais adaptado e melhor avaliado: a Era de Ouro. Todo esse trecho narrativo se passa na juventude de Guts e tem a função de mostrar como sua vida começou (sendo ela bem ruim logo de saída) e como ela mudou quando ele passou a integrar o Bando do Falcão liderado por Griffith. Este sendo, aliás, outro elemento importante do arco, pois é também sua introdução mais aprofundada ao leitor e o início dos problemas de Guts.
5) A história de Casca
Que o mundo de Berserk é sombrio e perigoso, o leitor já fica sabendo logo nas primeiras páginas do primeiro capítulo. O que o torna um lugar tão hostil não são só as variedades (e elas são bem amplas) de monstros e criaturas demoníacas, mas também a corrupção dos homens que detém poder, bem como a selvageria gratuita que pode ser aplicada por indivíduos errantes.
Essa é a problemática que pauta a vida de Casca antes dela entrar para o Bando do Falcão. Apresentada inicialmente como uma comandante do grupo, abaixo apenas de Griffith, ela tem essa personalidade de extrema confiança e adoração por seu líder que, eventualmente, é confrontada com a chegada de Guts no conjunto; este que logo de início já conta com uma confiança de Griffith que Casca demorou para obter.
Casca era a segunda em comando no Bando do Falcão até a chegada de Guts.
Sua história pregressa é eventualmente apresentada com ela sendo vítima, ainda criança, de um homem de grande fortuna que a perseguiu para fins violentos. Ela então é salva por Griffith que lhe oferece a oportunidade de matar seu perseguidor como uma forma de abandonar sua antiga vida e começar uma nova. Desde então ela desenvolve a mencionada adoração a seu salvador até o momento que Guts chega em sua vida.
4) Guts contra um exército
Esse é um momento crítico que, narrativamente falando, tem a função de mostrar o lado “berserk” de Guts em uma situação crítica. No contexto tanto ele quanto Casca haviam sido atacados por um grupo de soldados e, determinados a sobreviver, passam a noite em uma caverna onde acabam por ter a oportunidade de deixar aflorar os sentimentos intensos que um sentia pelo outro já há algum tempo.
Ao derrotar cem soldados inimigos, Guts mostrou porque é temido.
Devido ao alto número de combatentes inimigos, Guts sabe que ele e Casca não conseguiriam fugir então ele fica para trás para ganhar tempo enquanto ela retorna ao acampamento do Bando do Grifo. O que se segue para Guts é uma verdadeira carnificina, com ele sendo tomado por um sentimento de fúria, massacrando esse pequeno exército utilizando unicamente sua espada longa.
3) Intrigas na Corte
A história de Guts não se propõe apenas a adaptar os elementos fantásticos da mitologia medieval europeia mas também seu sistema de interações sociais, mais especificamente os da aristocracia e corte real; sempre tendo em mente o objetivo de mostrar que até mesmo pessoas comuns podem ser tão monstruosas quanto os perigos naturais do mundo. A ascensão de Griffith, e do Bando do Falcão como um todo, acaba por apresentar uma situação similar.
Griffith mostrou que não só pensa muito à frente dos demais como não tem misericórdia com seus inimigos.
Durante uma festa oferecida pelo rei para honrar a mais recente missão bem sucedida do grupo, é revelado que certos círculos próximos do monarca estão descontentes com o sucesso de Griffith e assim armam uma trama para mata-lo. Nesse momento é introduzido ao leitor a habilidade do guerreiro em antever diversos cenários possíveis em sua mente, o que lhe permite armar uma estratégia com Guts antes do atentado. A conclusão desse incidente também apresenta um lado mais sombrio e impiedoso de Griffith que até então não havia sido mostrado.
2) Entra em cena Nosferatu Zodd
Como dito antes, o mundo de Berserk é povoado de criaturas perigosas bem como horrores além da compreensão que mais parecem ter saído das páginas de uma história de Junji Ito (mangaká especializado em histórias do gênero terror). Entretanto, Nosferatu Zodd se destaca dos demais tanto pela sua estética como pela sua habilidade em combate.
Um inimigo invencível.
Uma criatura de tamanho imenso, chifres, rosto de leão e asas; isso quando em forma humanoide pois ele tem uma segunda forma ainda mais monstruosa. Enfim, ele inicialmente é apresentado como uma lenda, um Deus da guerra que nunca perdeu um combate sequer. É somente quando Guts e o bando o confrontam pela primeira vez que é mostrado a extensão de seu poder e ferocidade, sendo um inimigo que Guts não consegue vencer. Fora que eventualmente Nosferatu Zodd se torna um personagem mais recorrente na trama e com certa importância, o que torna essa apresentação ainda mais eficaz.
1) A traição de Griffith
O evento mais importante da Era de Ouro de Berserk pois solidificou de vez os caminhos que seriam percorridos por Guts e Griffith. Um leitor mais atento já percebe, de longe, que algo não batia bem no líder do Bando do Falcão; por mais que ele fosse perfeito em tudo que se propusesse a fazer e todos o adorassem, Miura sempre deixou evidente, do ponto de vista desse personagem, que existia um longo espaço entre ele e todo o resto do mundo, até mesmo de pessoas tidas como mais próximas.
O momento em que Griffith encerrou a Era de Ouro.
Todo o caminho prévio, percorrido por Griffith mais especificamente, levou a esse ato; com ele sendo preso, torturado e mutilado ao passo que apenas seus olhos eram capaz de transmitir seus sentimentos, que por sua vez não eram positivos. Quando ele invoca os integrantes da Mão de Deus, naquela que é a cena mais conhecida da série, a alma de seus companheiros são entregues por ele e Guts sente uma mistura de raiva e confusão, sendo traumatizado para o resto da vida.
A diretora Nia DaCosta, responsável pelo aguardado filme ‘As Marvels‘, recentemente compartilhou insights sobre as mudanças que foram feitas na personagem Dar-Benn, interpretada por Zawe Ashton, em comparação com sua contraparte nos quadrinhos da Marvel.
Nos quadrinhos, Dar-Benn é originalmente um personagem masculino. No entanto, para a adaptação cinematográfica, a equipe criativa optou por fazer algumas modificações no personagem. Em entrevista à Total Film, DaCosta explicou:
“Eu diria suavemente não muito, exceto pelo ponto de vista deles sobre os Kree e o papel dos Kree no universo. Fomos inspirados pelo período dos quadrinhos com dois imperadores, e havia mais dessa história nas primeiras versões do roteiro.”
“Porém, ao tomarmos as rédeas e nos aprofundarmos na nossa própria abordagem e história, alguns desses elementos foram deixados de lado. No entanto, em termos de energia como uma imperialista Kree, ela ainda é semelhante”, completou.
‘As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.
De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.
No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.
Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.
Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.
A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.
Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
O ator Tom Hiddleston, aclamado por sua atuação como Loki no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), falou sobre o futuro do personagem nas próximas produções da Marvel.
Segundo o Deadline, Hiddleston admitiu sua incerteza sobre o retorno do deus da trapaça: “Eu não sei. Realmente não sei. Eu sei que alcançamos algum tipo de conclusão narrativa com a segunda temporada, o que me parece muito satisfatório”.
O ator também abordou a complexa natureza de Loki, questionando sua classificação como vilão: “Estou ciente de que ele fez algumas escolhas interessantes, que poderiam ser acumuladas em uma imagem que parece que ele é um vilão, e, em algum momento, ele estava fazendo algumas escolhas equivocadas. Você sabe, tentando tomar conta de Nova York e os Vingadores tendo que se reunir para impedi-lo, aquele foi um dia ruim no escritório. Gostaria de pensar que, 14 anos depois, ele está fazendo algumas escolhas um pouco mais generosas, amorosas e heroicas”.
Lembrando que a próxima produção da Marvel é ‘Deadpool e Wolverine’, único filme do UCM em 2024.
“No novo filme, após enfrentar alguns obstáculos profissionais durante uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se tornar um vendedor de carros usados. No entanto, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide desenterrar suas katanas da aposentadoria e convoca um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado”.
O filme está programado para estrear em 25 de julho e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que conhecemos.
Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.
Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.
O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU
Rachel Brosnahan recentemente falou sobre interpretar Lois Lane, a icônica jornalista, no novo ‘Superman’ de James Gunn, que marca o início do DCU, destacando sua importancia para a trama.
Em entrevista ao ComicBook, Brosnahan compartilhou como sempre se inspirou na personagem.
“Sempre fui inspirada por Lois Lane. Ela é uma pessoa ambiciosa, corajosa, determinada a conseguir a maior história, quase a qualquer custo. Sempre amei essa personagem e fiquei muito empolgada com a oportunidade de trazer tudo o que sempre foi verdadeiro nela em todas as suas versões”, explicou
Brosnahan também comentou sobre a evolução de Lois Lane ao longo do tempo: “Uma das coisas que mais amo sobre essa personagem é que, mais do que qualquer outro personagem nos quadrinhos e filmes, ela evolui para se adaptar ao que significaria ser uma jornalista destemida em cada geração ou década em que é apresentada”.
“Nosso desafio, hoje, é viver em um mundo onde o jornalismo impresso, para alguns, talvez seja uma arte em extinção, e Lois Lane é alguém que dedicou toda a sua vida a isso”, declarou.
Por fim, a atriz revelou o que tornará sua versão de Lois Lane ainda mais especial: “Quanto ao que mais é diferente, vocês terão que ver o filme para descobrir, mas eu adoro o fato de que ela é uma pessoa que não entende o que a palavra ‘não’ significa, e isso a motiva. Com certeza, veremos esse lado dela no filme”.
O filme tem estreia agendada para o dia 11 de julho de 2025.
Relembre a sinopse:
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.
O astro Arnold Schwarzenegger surpreendeu recentemente ao revelar qual considera o pior filme da franquia ‘O Exterminador do Futuro’.
Segundo o ComicBook, Schwarzenegger explicou que considera ‘O Exterminador do Futuro: A Salvação’ (2009) como o pior e justificou:
“Eu diria que o pior provavelmente foi o número quatro, porque foi feito durante o período em que eu era governador e eu não participei”, explicou. “Como você faz um filme do Exterminador do Futuro sem mim? Isso não faz sentido. É como fazer esse programa sem você aqui!”.
Essa não é a primeira vez que Schwarzenegger expressa sua opinião negativa sobre o filme. Em 2015, ele foi ainda mais direto ao comentar sobre ‘A Salvação’: “Foi horrível”.
Após a demissão de Jonathan Majors e a reformulação do MCU, o projeto ‘Vingadores: A Dinastia Kang’ foi oficialmente descartado pela Marvel, dando lugar a ‘Vingadores: Doutor Destino’.
No entanto, o ComicBookMovie divulgou detalhes fascinantes de como seria a versão original do longa, que teria direção de Destin Daniel Cretton e roteiro de Jeff Loveness.
A trama seria centrada no conceito introduzido em ‘Deadpool & Wolverine’: os Seres Âncora. De acordo com a reportagem, a TVA (Autoridade de Variância Temporal) teria um papel crucial na tentativa de salvar o Multiverso:
“A TVA começaria a reunir os Seres Âncora de todo o Multiverso, acreditando que eles seriam os únicos poderosos o suficiente para derrotar o Conselho dos Kangs. Tobey Maguire e Andrew Garfield seriam os Âncoras de suas realidades, enquanto o Homem-Aranha de Tom Holland seria o Âncora da Terra-616”, diz os rumores.
Diferente de ‘Guerras Secretas’, este filme teria uma escala um pouco menor e mais focada em um grupo específico de heróis icônicos:
O foco principal seria o Peter Parker de Tom Holland, ao lado das versões de Maguire e Garfield. O grupo contaria com o Wolverine de Hugh Jackman e o retorno de Nicolas Cage como Motoqueiro Fantasma, ambos servindo como Âncoras de seus universos.
O plano original era que o filme terminasse em uma nota sombria para preparar o terreno para o encerramento da Saga do Multiverso:
“O plano era que todos eles eventualmente falhassem, levando ao colapso total do Multiverso e à criação do Mundo de Batalha (Battleworld) por Kang. Isso prepararia o palco para Guerras Secretas, onde todos os personagens do MCU se encontrariam nessa realidade fragmentada”, acrescentou.
Embora essa versão tenha sido cancelada para dar lugar ao Doutor Destino, muitos desses elementos multiversais ainda podem ser reaproveitados nos próximos grandes eventos da Marvel.
Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).
A Netflix negou oficialmente os rumores de que estaria interessada em adquirir a Lionsgate Studios. Os boatos ganharam força no mercado após a gigante do streaming desistir de comprar a Warner Bros., logo após uma disputa com a Paramount.
Conforme publicado pelo The Hollywood Reporter, um porta-voz da plataforma desmentiu as especulações de forma categórica, afirmando que a Netflix não tem interesse e não está buscando comprar a Lionsgate.
A Lionsgate se separou da Starz em maio de 2025, transformando ambas as empresas em potenciais alvos de aquisição. Há anos o estúdio era visto como um “agente livre”na indústria do entretenimento, e a separação estratégica buscava justamente aumentar sua flexibilidade e seu valor de mercado.
A tática deu resultado: as ações da Lionsgate Studios, que eram negociadas por cerca de US$ 6 na época da cisão, chegaram a encerrar o dia acima de US$ 16. No entanto, logo após a negativa da Netflix, os papéis recuaram cerca de 3,5% nas negociações após o fechamento do mercado.
Embora o CEO da Lionsgate, Jon Feltheimer, já tenha reconhecido que o estúdio não possui a mesma escala dos grandes conglomerados de Hollywood, a empresa detém propriedades intelectuais valiosas, como as franquias ‘John Wick’ e ‘Jogos Vorazes’, além de uma sólida produção para o cinema e para a televisão.
Segundo analistas de Wall Street, a Lionsgate sempre esteve disposta a ser vendida pelo preço certo. O grande problema é que, em negociações anteriores, o valor pedido frequentemente superava o que o mercado estava disposto a pagar.
Enquanto isso, investidores seguem atentos aos próximos movimentos de consolidação na indústria do entretenimento. Apesar de negar o interesse na Lionsgate, a Netflix também já afirmou publicamente que não pretende adquirir a IMAX Corporation nem a Roku.
Por outro lado, fontes do mercado indicam que a Netflix poderia ter interesse na Sony Pictures Entertainment caso ela fosse colocada à venda. No entanto, tanto a Sony Pictures quanto sua controladora, a Sony Group Corporation, reforçam que o estúdio não está disponível para negociação.
Esse movimento faz parte de uma tendência maior, já que nos últimos anos a indústria tem vivido uma forte onda de fusões e aquisições.
A franquia ‘Anjos da Lei‘ permanece em hiato por enquanto, o que é uma pena, pois a cinessérie tem um enorme potencial para continuar, principalmente pela ótima dupla de policiais disfarçados vividos por Channing Tatum e Jonah Hill, nas situações mais ridículas possíveis
Foi revelado há não muito tempo que teríamos um spin-off dirigido por uma mulher, chamado de ‘Now For Her Pleasure‘, mas o projeto está em tramites desde o final de 2016 e nem chegou perto de começar a ser filmado.
Tatum admitiu recentemente que não perdeu sa esperança de ver um crossover entre ‘MIB – Homens de Preto‘ e a inédita comédia ‘MiB 23‘, também estrelado por ele e Hill. Porém a estrela de ‘Magic Mike‘ revelou que adoraria que um dos seus idolos participasse do próprio ‘Anjos da Lei‘, o caso de Brad Pitt (‘Era uma vez em Hollywood…’).
“Brad é hilário. Seria incrível se um dia fizéssimos ‘Anjos da Lei’, aliás, temos que fazer. Estou dizendo, ele seria incrível no filme se fosse colocado no personagem certo”, falou Channing Tatum.
Ainda não há confirmação a respeito do terceiro filme desse bromance recente tão querido.
A estrela Zoë Saldaña, conhecida por estrelar franquias poderosas como ‘Guardiões da Galáxia‘, ‘Avatar‘, ‘Star Trek‘ e ‘Piratas do Caribe‘, revelou recentemente que teve uma experiência muito ruim justamente na franquia pirata protagonizada por Johnny Depp.
No jovem clássico ‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra‘, a atriz interpretou Anamaria, uma contrabandista e pirata injustiçada por Jack Sparrow. E, em uma entrevista que deu para a revista Entertainment Weekly, Saldaña falou sobre essa passagem nada agradável.
A atriz contou que por ser ainda nova na atuação, fazer parte de uma grande franquia exigiu demais dela, tudo acontecia muito rápido, e era muito trabalhoso filmar cenas em vários lugares diferentes: “Foi minha primeira exposição a um grande filme de Hollywood, onde havia muitos atores, produtores e membros da equipe”.
“Estávamos filmando em locais diferentes, e os ambientes não eram agradáveis. Eu era muito jovem e tudo aquilo era grande demais para mim, o ritmo era muito rápido. Eu me afastei realmente não tendo uma boa experiência. Senti que estava muito perdida e que não estava tudo bem”, confessa.
Isso levou Zoë Saldaña a decidir não voltar como a personagem em outras continuações. Ela relatou que anos depois reencontrou com o produtor Jerry Bruckheimer, que se desculpou pela experiência ruim que ela teve em ‘Piratas do Caribe‘, também da Disney, casa que ela trabalha hoje.
Ryan Reynolds, Kevin Bacon, Jeff Bridges, Robert Knepper, Dakota Shepard, Devin Ratray, Emmalyn Anderson, James Hong, Marisa Miller, Mary-Louise Parker
Direção: Robert Schwentke
Gênero: Ação
Duração: 96 min.
Distribuidora: Universal Pictures
Orçamento: US$ 40 milhões
Estreia: 27 de Setembro de 2013
Sinopse:
O veterano xerife Roy Pulsifer (Bridges) fez carreira com a lendária força policial conhecida como R.I.P.D. – Departamento Descanse em Paz, perseguindo espíritos monstruosos que de forma inteligente se disfarçam em pessoas comuns. Sua missão? Prender e levar à justiça um tipo especial de criminosos que tentam escapar do juízo final, escondendo-se entre os inocentes na Terra.
Quando o divertido Roy recebe o falecido promissor detetive Nick Walker (Reynolds) como seu assistente, os novos parceiros têm que transformar o relutante respeito em trabalho de equipe de primeira qualidade. Quando eles descobrem um plano que pode acabar com a vida como a conhecemos, dois dos melhores agentes do Departamento têm que miraculosamente restaurar o equilíbrio cósmico…ou observar o túnel para a outra vida começar a enviar almas zangadas pelo caminho errado.
Curiosidades:
» Adaptação dos quadrinhos ‘R.I.P.D.‘ (Rest In Peace Departament). A HQ teve quatro edições e foi escrita por Peter M. Lenkov e desenhada por Lucas Marangon.
Um fã perguntou a James Gunn, por meio de seu perfil no Twitter, se teria alguma possibilidade da vilã Nebula, vivida por Karen Gillan, retornar com cabelos para a sequência de ‘Guardiões da Galáxia‘. De forma imediata e prática, Gunn respondeu com um simples não.
Pelo menos, podemos ficar um tanto mais tranquilos por que muito possivelmente Karen não precisará mais raspar a cabeça. Mesmo com a evolução da tecnologia na captura de movimentos e efeitos visuais, faz-se necessário raspar o cabelo para que se crie uma identidade específica. Afinal, toda cabeça é diferente da outra. Então, muito possivelmente, a equipe da Marvel Studios já tem o molde digital da cabeça de Karen. O mesmo foi feito com Charlize Theron em ‘Mad Max – Estrada da Fúria‘. Se ela retornar para possíveis sequências não precisará mais raspar a cabeça.
A trama de ‘Guardiões da Galáxia 2’ ainda não teve detalhes divulgados, mas o diretor avisou que o roteiro “definitivamente vai se desviar” dos quadrinhos e disse que os fãs conhecerão os Guardiões “de uma maneira mais profunda”.
‘Guardiões da Galáxia‘ teve bilheteria mundial de US$ 772,7 milhões. Os números ultrapassam os de ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (US$ 746 milhões) e tornam a aventura espacial da Marvel no maior filme de super-herói do ano passado.
O time dos Guardiões é liderado por Chris Pratt no papel de Senhor das Estrelas. O time também tem Zoë Saldana (‘Star Trek’) como a humanoide Gamora, filha adotiva de Thanos e a última mulher da espécie Zen Whoberi; o lutador de MMA Dave Bautista como Drax, o Destruidor; além de Bradley Cooper e Vin Diesel como as vozes de Rocket Raccoon e Groot, respectivamente.
Afinal, para quem já dirigiu terror, ação e ficção, tem uma base mais do que perfeita para inovar no gênero super-herói.
Em conversa com a imprensa americana, James Wan falou firme e forte que quer levar o seu selo de qualidade, amplamente conhecido pela crítica e pelo público, para ‘Aquaman‘.
É muito bom observar a maneira como Wan está liderando a adaptação.
Desde sua primeira aparição, Mestre do Oceano está sempre tentando usurpar o trono de Atlântida (que pertence a Aquaman), sendo essa sua grande obsessão.
A Entertainment Weekly liberou a primeira imagem da quarta temporada de ‘Sherlock‘, que já é tida pela imprensa americana como uma leva de episódios que já vai se encaminhando para o seu final.
Isso porque cada episódio de ‘Sherlock‘ tem em média uma hora e meia de duração, ou seja, é praticamente um longa, o que torna uma jornada extensiva de quase um ano de filmagens para Benedict Cumberbatch e Martin Freeman realizarem uma única temporada.
Vale lembrar que ambos os atores agora estão integrados ao Universo Marvel de Cinema, respectivamente, com ‘Doutor Estranho‘ e ‘Pantera Negra‘.
Também é importante lembrar que Ben recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minisérie ou Filme para a TV por conta do aclamado especial de Natal de 2016, A Noiva Abominável.
O Just Jared liberou mais imagens de Tom Holland com o traje do Cabeça de Teia durante os bastidores de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ no Queens, em Nova York.
O elenco conta com Donald Glover, Marisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark, também conhecido como Homem de Ferro.
‘Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.
A HBO divulgou a primeira imagem oficial da aguardada Big Little Lies’, minissérie estrelada por Nicole Kidman, Shailene Woodley e Reese Witherspoon.
A estreia está marcada para o domingo, 19 de fevereiro de 2017.
Descrita como um suspense sombrio, a trama acompanha as mães de três crianças que, aparentemente, têm vidas perfeitas. Até que um dia, um assassinato abala as rotinas delas.
Confira, com o trailer e cartaz:
As vencedores do Oscar também são produtoras da adaptação do best-seller de Liane Moriarty, ao lado de David E. Kelley, criador de ‘Ally McBeal’ e ‘Justiça Sem Limites’ – ele ainda acumulará a função de roteirista.
Kidman e Witherspoon adquiriram os direitos de adaptação da obra no começo de 2014 e originalmente tinham planos de transformá-la em filme.
Quinze anos após o término de um complicado relacionamento, Ray e Una reencontram-se quando ela chega sem avisar em seu escritório buscando respostar sobre o abuso que sofreu. Ray fez uma nova vida para ele, mas ambos terão que revisitar sua relação e escavar um inabalável amor danificado.
Curiosidades:
» Estrelado por Rooney Mara (‘Carol’) e Riz Ahmed (‘Rogue One: Uma História Star Wars’).
» Baseado na peça “Blackbird“, escrita por David Harrower, ‘Una‘ conta a história de Ray (Ben Mendelsohn) e Una (Rooney Mara), um casal que já teve um complicado relacionamento quando ela tinha apenas 12 anos. Trailer:
Pela primeira vez, a atriz Gal Gadot falou sobre a polêmica em torno de seu pagamento para estrelar ‘Mulher-Maravilha‘.
A atriz teria recebido US$ 300 mil dólares para estrelar o filme, e teve seu salário comparado com o colega de elenco Henry Cavill.
“Estou muito grata e feliz”, afirmou ao TMZ.
Ao ser questionada se ganhará mais para a sequência, a atriz brincou.
“Já contratei meu advogado para as renegociações”.
Segundo uma publicação do The Hollywood Reporter, as alegações de que Gal Gadot teria recebido apenas 2% do salário pago a Henry Cavill, para estrelar o primeiro filme solo da ‘Mulher-Maravilha’, são falsas.
Na verdade, Cavill e Gadot teriam recebido o mesmo montante para atuarem em seus filmes solos do Universo Expansivo da DC. A revista ainda afirma que o acordo firmado com a atriz israelense poderia ter sido até significativamente maior.
O suposto valor correspondente a US$ 14 milhões pagos a Cavill para estrelar ‘Homem de Aço’, que circulou nas redes sociais a partir de um tweet de um usuário que eventualmente foi deletado, chegou a ser considerado ridículo pelo THR, tamanha discrepância.
A Warner Bros. ainda não se pronunciou publicamente sobre a questão.
Em entrevista ao US Weekly, Ben Affleck e Gal Gadot detalharam mais alguns pontos com relação a trama de ‘Liga da Justiça’.
Sobre o conhecimento de Diana com relação ao Lobo da Estepe:
“Ela cresceu – já faz um século, afinal! Ela vai trazer suas qualidades específicas para uma dinâmica de grupo, e ela entende melhor o inimigo do que qualquer outra pessoa.”
Já Ben Affleck:
“Em Batman V Superman, ele está no fim da ponte. Mas na Liga da Justiça, ele está tentando encontrar esperança novamente. Ele tem que se abrir para ter uma boa relação com os outros. Ele sabe que precisa deles.”
Após a Netflix confirmar a 3ª parte de ‘La Casa de Papel‘, um vídeo começou a circular na internet como se fosse o comercial dos novos episódios. Mas não é!
O vídeo foi divulgado antes da confirmação dos novos episódios e serve para promover a série na Itália.
Nele, o jogador de futebol Alessandro Florenzi, do A.S. Roma, fala sobre a força de seu time após eles vencerem o Barcelona por 3 a 0.
A minissérie espanhola teve 15 episódios lançados na Espanha e conquistou tanto o público quanto a crítica especializada, sendo eleita como a “melhor série espanhola da história” pelos veículos especializados espanhóis, além de ter sido considerada uma “obra-prima” pela Variety – e pelo CinePOP.
Agora, após todo sucesso, a Netflix confirmou a terceira parte da série, com episódios que devem estrear em 2019. Confira o anúncio:
A minissérie também ganhou inúmeros prêmios, entre eles, o troféu pela Melhor Direção no Festival da Série MiM no ano passado; o prêmio de Melhor Roteiro dos Prêmios IRIS e Melhor Direção e Melhor Ficção para os críticos da FesTVal Television e Radios de Vitoria 2017.
A “2ª parte” já está disponível na Netflix, tendo um dos finais mais elogiados da história dos seriados espanhóis, sendo assistido por mais de 1,8 milhões de telespectadores.
Oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda da Espanha. Seu líder manipula a polícia para realizar um plano. Será o maior roubo da história, ou uma missão em vão?
Considerado por muitos fãs como a melhor encarnação do Batman até hoje, Christian Bale será sempre lembrado por seu trabalho na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘ do diretor Christopher Nolan! No entanto, o ator não consegue mais rever os filmes que o lançaram ao estrelato mundial.
Isso porquê toda vez que o faz, se lembra da tragédia que chocou o mundo em 2012. No dia 20 de julho daquele ano, um atirador usando uma máscara de gás invadiu uma sala de cinema e atirou contra a plateia durante uma sessão do filme ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘. 12 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas.
“Infelizmente, não consegui assistir a esse filme desde a tragédia de Aurora. Eu não fui capaz de sentar e ver sem pensar nisso. Eu adoraria poder, um dia.”
Por mais que não tenha tido nenhuma relação com o crime, esta parece ser uma cicatriz que o ator levará consigo por muito tempo.
A Fox Film divulgou um novo trailer da comédia ‘Jojo Rabbit‘.
Escrito, dirigido e estrelado por Taika Waititi, diretor de ‘Thor: Ragnarok‘, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Christine Leunens.
Confira, com o trailer legendado:
A trama é uma sátira da Segunda Guerra Mundial que acompanha um garoto alemão solitário (Davis). A visão de mundo de Jojo vira de cabeça para baixo quando ele descobre que sua mãe solteira (Johansson) está escondendo uma jovem judia (McKenzie) em seu sótão. Com ajuda apenas de seu amigo imaginário idiota, Adolf Hitler (Waititi), Jojo deve confrontar seu nacionalismo cego.
O elenco ainda conta com Roman Griffin Davis, Scarlett Johansson e Thomasin McKenzie.
‘Jojo Rabbit‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro de 2020.
O universo de ‘American Horror Story‘ continua crescendo e se expandindo a cada temporada, à medida que os novos temas, personagens e períodos são introduzidos.
Porém, agora a série vai além e ganhará um derivado no canal FX.
Enquanto reunia todo o elenco em uma live no instagram, o criador Ryan Murphy revelou que está planejando um spin-off chamado ‘American Horror Stories‘.
Esse spin-off consistirá em histórias curtas de uma hora, contidas em episódios únicos, em vez de temporadas completas.
“Nessa live relembramos os bons tempos… e o spin-off que estamos fazendo chamado American Horror Stories (que terá histórias contidas em episódios de uma hora) … quando começaremos a filmar a próxima temporada da nave-mãe … e outras coisas que não posso contar. Foi muito divertido e fico feliz por termos nos encontrado. Sinto falta de todos! “
Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em
Recentemente, Murphy revelou que o tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ pode ser alterado por causa do surto de Coronavírus, que impediu a programação das filmagens.
“Muitas das coisas que eu ia filmar dependiam de um momento muito específico; era um tema que dependia do clima. Então, agora eu não sei mais. Não sei o que nós faremos. Não sei o que farei com o tema da próxima temporada. Não sei se crio um novo conceito ou espero até o próximo ano para filmar essa temporada.”
Ele continua, “Sabe, ninguém me ligou e disse: ‘Nós temos um plano para as filmagens’. Então, até que esse dia aconteça, nós estamos pausados. Honestamente, eu não sei. Mas é uma temporada incrível e eu sei que todos os atores estão ansiosos para participar dela.”
Vale lembrar que o temática da próxima temporada ainda não foi revelado.
O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.
‘À Espera dos Bárbaros’, drama histórico independente estrelado por Robert Pattinson, Johnny Depp e Mark Rylance, ganhou seu trailer LEGENDADO!
Confira, junto ao cartaz:
O longa é dirigido por Ciro Guerra (‘O Abraço da Serpente’).
Em uma pequena província ocidental do Reino Unido vive um magistrado muito dedicado ao seu trabalho. No entanto, quando o Coronel Joll, famoso por seus “interrogatórios” e torturas, chega da capital para investigar os bárbaros, ele começa questionar a sua lealdade em relação ao Império.
‘À Espera dos Bárbaros’ estreia no Now no Brasil em 2021.
‘Velozes e Furisos 9’ trouxe Han Lue (Sung Kang) de volta à vida, e agora o personagem quer acertar as contas com quem tentou matá-lo… e aparentemente tinha conseguido.
Na cena pós-créditos no filme, vemos Han chegando para confrontar Deckard Shaw (Jason Statham).
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Justin Lin comentou sobre as implicações da cena no próximo filme.
“É interessante, porque muitas pessoas assumem que Han voltar em ‘Velozes e Furiosos 9’ é fazê-lo justiça. Eu não senti que esse foi o caso. A ideia não é: ‘ei, ele se foi, o queremos de volta’. Era algo que não estava certo e nós precisávamos descobrir como corrigir. Para mim, o elemento mais crítico de tudo isso é o tratamento do personagem. Então, Justiça para Han, realmente, é como tratamos Han à medida que ele retorna e nós seguimos em frente”.
Em entrevista ao CinePOP, Sung Kang falou sobre a possível vingança de Han no próximo filme:
Vale lembrar que o filme dominou as bilheterias brasileiras e quebrou o recorde de maior abertura durante a pandemia.
O longa levou 679 mil espectadores e arrecadou R$ 12,5 milhões nas bilheterias do Brasil em seu primeiro fim de semana no Brasil, segundo a Comscore.
O recorde até então era de ‘Invocação do Mal 3‘, que arrecadou R$ 8 milhões em seu primeiro fim de semana no Brasil.
Nos EUA, o filme estreou com gigantes US$ 70 milhões – o que representa a MAIOR estreia no país desde o início da pandemia de COVID.
Anteriormente, o recorde pertencia ao terror ‘Um Lugar Silencioso 2‘, que havia estreado com impressionantes US$ 57 milhões no final de semana estendido.
No mercado internacional, o novo filme da franquia já ultrapassou US$ 400 milhões, incluindo R$ 12.7 milhões arrecadados no Brasil – o que também representa a maior estreia desde a pandemia em nosso país.
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
Depois de estrelar ‘Sem Volta Para Casa‘, Tom Holland encerrou a nova trilogia do Homem-Aranha com um filme poderoso que foi aclamado pela crítica e adorado pelo grande público. Porém, mesmo com o Homem-Aranha sendo hoje uma das maiores bilheterias de todos os tempos, o ator ainda vai demorar para voltar a viver o Cabeça de Teia.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘Uncharted – Fora do Mapa‘, o ator revelou que vai filmar uma série de TV roteirizada pelo Akiva Goldsman para a Apple – intitulada ‘Crowded Room‘ – e depois vai “tirar uma folga” antes de voltar para ‘Homem-Aranha 4‘.
‘Homem-Aranha Sem Volta Para Casa‘ ultrapassou ‘Avatar‘ e assumiu a 3º posição entre as maiores bilheterias domésticas na América do Norte. Até o momento, o longa estrelado por Tom Holland já acumula US$ 759,3 milhões nos EUA e no Canadá, enquanto a aventura sci-fi de James Cameron fez US$ 749,7 milhões na região.
Agora, a sequência do Cabeça de Teia está atrás somente de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 936,6 milhões) e ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 858,3 milhões).
Holland volta aos cinemas nesta quinta-feira com a adaptação ‘Uncharted – Fora do Mapa‘.
O primeiro terror slasher da aclamada produtora A24 fez o maior sucesso entre a crítica especializada, e já pode ser assistido no Brasil pelos assinantes da HBO Max.
‘Morte Morte Morte‘ (Bodies Bodies Bodies) conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a versatilidade do roteiro, que consegue ser hilário, inteligente, emotivo e ainda assim transmite leveza.
A direção Halina Reijn também foi bastante destacada, e a crítica da Fox 10 Phoenix ainda garantiu que a cineasta é capaz de reinventar o gênero numa mistura de humor negro e elementos clássicos do terror.
“O roteiro inteligente e as atuações carismáticas fazem o espectador querer ficar para saber como esse conflito se desenrola. A tensão continua aumentando porque todos os personagens são tão imprevisíveis. O drama poderia ir além de encontrar o assassino.” – United Press International.
“‘Morte Morte Morte‘ permite de forma inteligente que seu elenco talentoso se cave em um buraco gloriosamente bobo (e sangrento), mantendo os espectadores tentando adivinhar a resolução até os minutos finais.” – RogerEbert.com.
“É fácil se deixar levar pela vibe do filme, então por que se dar ao trabalho de resistir? Apenas sente-se e relaxe, mas certifique-se de que as novas armas de sua família estejam armazenadas com segurança antes de assistir.” – Little White Lies.
“Uma versão ardente e muito inteligente do gênero slasher com um conjunto de primeira, que merece faz jus à sua mistura eletrizante de emoções e risadas.” – Perri Nemiroff.
“O filme de Helina Reijn é tão hilário quanto bem direcionado, com uma proposta distintamente sintonizada com a mentalidade da Geração Z.” – Slant.
“‘Morte Morte Morte’ aposta muito mais no humor do que no horror, contando com um excelente elenco e diálogos contagiantes.” – Showbiz.
“Se ‘Morte Morte Morte’ não reinventa o gênero slasher, dá a ele uma sensação refrescantemente e contemporânea que vai atrair tanto os fãs do clássico terror quanto os fãs das comédia de humor negro.” – Fox 10 Phoenix.
Confira a sinopse e o trailer:
Quando um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.
O elenco conta com Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Pete Davidson, Rachel Sennott, Myha’la Herrold, Chase Sui Wonders e Lee Pace.
Famoso por dirigir diversos filmes aclamados, como ‘Pulp Fiction’, ‘Kill Bill’ e ‘Bastardos Inglórios’, Quentin Tarantino é um dos cineastas mais respeitados da indústria.
Infelizmente, ele já disse quet deve encerrar a carreira depois que lançar seu 10º filme, o vindouro ‘The Movie Critic‘.
De qualquer forma, ele disse ao Deadline que tomou a decisão certa porque acredita que as plataformas de streaming estão ofuscando o cinema.
“Está na hora. É hora de sair. Eu gosto da ideia de sair por cima. Gosto da ideia de dar tudo de mim por 30 anos e depois dizer: ‘O, já chega’. E não gosto de trabalhar com retornos decrescentes. Quero dizer, agora é um bom momento porque, o que ainda é um filme? São coisas que eles mostram na Apple? Seriam retornos decrescentes, para mim.”
Tarantino argumentou que o cinema é uma arte que necessita da experiência da tela grande para gerar boas memórias e que o conteúdo transmitido em streaming é algo que cai no esquecimento.
“Provavelmente farei o filme com a Sony porque eles são os últimos da cidade que são absolutamente, totalmente comprometidos com a experiência cinematográfica. Não se trata de alimentar sua rede de streaming. Eles estão comprometidos com a experiência em tela grande. Eles julgam o sucesso pelas bundas nos assentos. E eles julgam o sucesso pelos filmes que entram no imaginário popular, não fazem filmes apenas para ser mais um em um catálogo de streaming.”
Por fim, o diretor fez comentários negativos às produções estrelar por Ryan Reynolds na Netflix, como ‘Alerta Vermelho’ e ‘O Projeto Adam‘.
“Não quero implicar com ninguém, mas, aparentemente, para a Netflix, Ryan Reynolds ganhou US$ 50 milhões neste filme, US$ 50 milhões naquele outro e mais US$ 50 milhões num próximo filme deles. Não sei o que são esses filmes. Eu nunca os vi. Você já? Eu nunca conversei com o agente de Ryan Reynolds, mas o agente dele disse isso em entrevistas. Bom para ele estar ganhando tanto dinheiro. Mas esses filmes não estão no imaginário popular. É quase como se eles nem existissem.”
E aí, qual é a sua opinião sobre o assunto?
A história acompanha um piloto que viaja no tempo se une a seu eu mais jovem e seu falecido pai para aceitar seu passado enquanto salva o futuro.
Mark Ruffalo, Jennifer Garner, Rosario Dawson, Zoë Saldaña e Catherine Keener também fazem parte do elenco.
O longa é dirigido por Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.
Tyrese Gibson foi preso por não pagar o valor da pensão alimentícia determinado pelo tribunal.
O ator — e pai de Soraya, de 5 anos, com a ex-esposa Samantha Lee — estava no tribunal do Condado de Fulton para enfrentar o juiz na batalha em andamento sobre pensão alimentícia, e a audiência NÃO foi boa para Tyrese, que acabou preso.
Gibson contestou sua suposta prisão na Geórgia — ele agora diz que foi apenas detido — após ser considerado em desacato ao tribunal por não pagar pensão alimentícia.
O juiz do Tribunal Superior do Condado de Fulton, Kevin M. Farmer, ordenou que o ator pagasse mais de US$ 73.500 à sua ex-esposa, Samantha Lee, que se divorciou dele em 2020 após três anos de casamento.
Gibson foi preso em “desacato intencional” ao tribunal por supostamente não ter feito o pagamento de pensão alimentícia para sua filha de 5 anos, Soraya.
No instagram, o ator afirma ser inocente. Ele diz que, no final das contas, tudo não passou de um drama de mãe de bebê, porque ele diz que havia um acordo pré-nupcial que cobria tudo para o divórcio em 2020 .
‘Interestelar‘ (Interstellar), ficção científica dirigida por Christopher Nolan, voltará aos cinemas nacionais pela segunda vez em 2025.
A Warner Bros. Pictures Brasil anunciou o retorno do icônico filme aos cinemas, com sessões especiais entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro.
Essa é mais uma oportunidade de embarcar novamente, ou pela primeira vez, em uma jornada épica pelo espaço e tempo.
O filme já havia reestreado nos cinemas de 9 e 15 de janeiro de 2025.
Excluindo a Trilogia Batman, Interestelar é o melhor trabalho de Christopher Nolan. Essa exclusão é necessária para se ter noção dos avanços do seu trabalho. Acontece que a Trilogia Batman é muito boa, inevitavelmente colocando Interestelar em segundo lugar. Outra razão para se colocar de lado a Trilogia é porque não é um trabalho “plenamente autoral”. Sim, Nolan teve uma autonomia absurda, mas o projeto não partiu dele; e alguma limitação havia, ainda que fosse a grandeza do herói.
Desse jeito, comparando Interestelar com seus trabalhos mais autorais, como Amnésia ou A Origem, a evolução do diretor fica mais evidente (Vá lá!, o filme não faria feio se comparado com O Cavaleiro das Trevas Ressurge…).
A evolução mais perceptível de Nolan é o lado humano. Pela primeira vez, as emoções de suas personagens são sentidas pelo espectador. Mesmo em sua obra-prima – O Cavaleiro das Trevas – essas emoções são “teorizadas”.
Em tese, Harvey Dent está destruído pela morte de Rachel; em tese, Leonardo DiCaprio, em A Origem, sofre por sua amada (Marion Cotillard), mas o espectador não sente na alma essa dor. Os dramas de Cooper (Matthew McConaughey) são sentidos pelo público, e o culpado não é apenas a qualidade do ator.
Cooper não embarca na missão para salvar a Terra, mas para salvar sua família. Nisto Interestelar é diferente da maioria das produções sobre fim do mundo. A primeira hora é gasta para construir a relação entre Cooper e sua filha Murph (Mackenzie Foy), tanto por pequenos gestos, quanto por diálogos, como quando ele explica para a filha que não existem fantasmas.
interestelar
O espectador não só é informado das motivações de Cooper, ele sente. O ato de deixar os filhos para trás para salvá-los seria provavelmente o gesto da maioria da plateia – ao menos daqueles que tem algum afeto escondido. Quantos recusariam uma chance, mesmo remota, de salvar seus filhos?
O tema de Interestelar não é apenas a sobrevivência da nossa raça, mas a sobrevivência daqueles que amamos. Ele toca em dois sentimentos primitivos: amor e sobrevivência. Esses sentimentos são mencionados em uma penca de filmes-catástrofes. Aqui, a diferença é a paciência de envolver os sentimentos da plateia. Uma coisa é gastar alguns instantes com declarações burocráticas sobre o amor filial. Outra coisa é usar 60 minutos de projeção para depurar a relação de duas personagens. Essa opção do diretor fez toda diferença, dando até mais urgência às dificuldades da missão.
Outra coisa inédita nos filmes do diretor, a ação não sufoca o lado humano. Nolan sempre usou com competência os efeitos práticos (aqueles obtidos durante as filmagens, sem ajuda do computador) e a montagem em paralelo (várias ações exibidas ao mesmo tempo até um ponto de desfecho) para arrancar adrenalina do público. Porém, o lado humano ficava em segundo plano. Em Interestelar, os laços afetivos reforçam a tensão.
As demais qualidades de Nolan estão presentes, com destaque para o roteiro engenhoso e para a concepção visual do filme, especialmente nas cenas do espaço. Até um defeito de Nolan passa quase despercebido: os diálogos didáticos e expositivos encontram a função de explicar conceitos da Física.
Contudo, as falhas impedem de tirarmos de O Cavaleiro das Trevas o título de “maior trabalho do diretor.” Fora dos temas científicos, o roteiro expositivo fica óbvio e patético; diálogos cafonas, – como quando Brand (Anne Hathaway) fala pela primeira vez sobre amor – o uso pouco inspirado da música – além do mais, a trilha de Hans Zimmer é fraquinha. Há até uma sequência em paralelo – marca do diretor – enfadonha.
Não poderia deixar de comentar o final do filme. Assim, quem não quiser spoilers, obrigado pela leitura!
É curioso como o diretor estimulou as comparações com 2001 – Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick. Ele disse: “Sempre que se pensa em ficção científica, há os marcos: Metrópolis, Blade Runner, 2001. Sempre que uma trama viaja para fora do planeta é inevitável pensar em 2001. Mas só existe um único 2001. É preciso manter uma certa distância [do filme de Kubrick].”
Que bom que ele reconhece! Nolan é exaustivo demais para alcançar o patamar de um 2001… Kubrick é simbólico, fugindo de explicações e produzindo imagens que permitem múltiplas interpretações. Nolan parece que não se aguenta! Tudo é explicado, drenando o lado simbólico. Seus filmes são uma espécie de jogo: uma estrutura engenhosa para o público decifrá-la na mesa da lanchonete. Mas, depois de decifrada, a carga simbólica é baixa. Se em 2001… o monólito pode representar da aurora do conhecimento humano à angustia do protagonista, em Interestelar, o fundo do buraco negro será…
Ao longo do filme, o surgimento do buraco de minhoca é atribuído a uma divindade, uma força cósmica dando uma mãozinha para a humanidade. Depois de Cooper cair no buraco negro, – um dos cenários mais impactantes do filme – uma nova explicação surge: para Cooper essa divindade seríamos nós mesmos, seres humanos em um estágio mais avançado.
É tudo tão amarrado que poucos simbolismos são permitidos. O público irá discutir os detalhes até montar o quebra-cabeça. Resultado, fica difícil voos mais altos da crítica. Por exemplo, com certo esforço, poderia perguntar: com esse final, que coloca uma humanidade futura como responsável por algo tão divino, e ao mesmo tempo, a humanidade presente tão frágil diante de um planeta destruído, Interestelar estaria ironizando com nosso narcisismo, nossa vontade de tomar o lugar de Deus e conduzir nossas vidas?
Não! Infelizmente, o final não parece acomodar essa visão. Se Nolan conseguiu mexer com sentimentos tão primitivos do espectador, ele não resiste e é exaustivo: foram os humanos que possibilitaram a salvação da humanidade. Se foi a ideia que ele quis passar, tudo bem! Não há problemas em não ser mais simbólico. Embora os filmes mais duradouros costumem serem os mais ambíguos, há grandes filmes redondinhos.
Mesmo sendo um ótimo filme – inserindo-se no quadro de renovação da ficção científica cinematográfica – se Nolan dissesse mais falando menos, Interestelar seria maior, o público ganharia e a vida dos críticos seria mais fácil!
A imagem deve ser aquilo que você absorve. Escrito e dirigido pelo grande Andrzej Wajda, Afterimage, conta nessa cinebiografia a história sofrida de um dos maiores pintores da Polônia, um homem que criou o primeiro museu de arte moderna da Polônia, o segundo da Europa. Encontrando seu destino, escolhendo seu caminho, viveu obstáculos navegando em pensamentos ligados à natureza e ao centro de atenção que nos levam a observação. O roteiro é primoroso, caminhamos em uma Polônia quase destruída intelectualmente, Wajda capta magistralmente a dor e o sofrimento de maneira tão inversa ao superficial, um retrato marcante que fecha com chave de ouro a filmografia de um dos maiores diretores da Europa oriental.
Na trama, vencedora do Grande prêmio do Júri no último Festival de Cinema da Polônia, conhecemos parte da trajetória do pintor polonês Wladyslaw Strzeminski (interpretado pelo excelente Boguslaw Linda, em atuação inspirada), professor carismático e inspirador, parte de um seleto grupo de artistas, que enfrenta o Partido Comunista da União Soviética por conta de seus pensamentos, diretrizes políticas e acaba tendo parte de sua vasta obra retirada de museus e galerias, algumas até destruídas . Mesmo sofrendo essa repressão política, luta pelos seus ideais em uma espécie de reclusão, ao lado de sua única filha, o artista vai sentindo na pele os horrores de uma nova política no seu país.
Na arte e no amor, você só pode dar o que tem. Mesmo tendo um contexto melancólico e deveras triste, por tudo que cerca a vida do ilustre pintor após seus embates com os que comandam o pensamento em sua terra, o filme é poético ao abordar o amor pela arte e todos os inúmeros sentimentos que passa com ela. A força de Strzeminski vem de sua arte, que representa quem ele é, e também de seus fiéis alunos. O primeiro arco mostra essa união e toda a inspiração que representa aos estudantes de arte de uma escola referência, do qual foi fundador, em uma Polônia com novas diretrizes políticas e com pensamentos que prejudicam a liberdade artística de pintores e outros mestres da arte.
Na vanguarda de sua arte, impõe seus pensamentos sobre o que define ser uma obra artística. Deficiente de um braço e uma perna, oriundo de batalhas da primeira grande guerra, já no segundo arco começa a sofrer por suas ideias políticas e de pensamentos sobre o que é arte, levando-o a um caminho sem volta pela sobrevivência em uma época de recessão e medo. Sua relação com a família, nem tanto explorada, fica reduzido a Nika (Bronislawa Zamachowska), sua única filha que passa por todas as dificuldades com seu pai sempre demonstrando muito carinho e admiração por ele.
O filme, que estreou no Festival de Toronto, marca a despedida nas telas do grande cineasta Andrzej Wajda, um dos mais marcantes da filmografia europeia, que faleceu, aos 90 anos, em outubro do ano passado. Wajda, ganhador do Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra no ano de 2000, sempre focou em suas obras na política e história da Polônia, levando para telas de todo mundo um pouco de sua visão sobre vários contextos históricos que seu país passou. Em Afterimage, título não traduzido que chega ao mercado exibidor brasileiro no próximo dia 17 de agosto, não é diferente. O fim de uma carreira emblemática, usando a sétima arte como ferramenta de denúncia e do não esquecimento sobre a história de um país que viveu de perto.
Há filmes que começamos a assistir e parecem não levar a lugar nenhum. Por isso, é sempre importante ter paciência – pode ser que grandes surpresas nos aguardem. É exatamente isso que acontece com o longa-metragem chileno Limpa. Com camadas profundas que se abrem distantes do seu início, o projeto nos leva a uma imersão na dinâmica familiar repleta de reflexões, tendo como ponto central uma protagonista que se vê em um labirinto em busca de momentos felizes.
Estela (María Paz Grandjean) é uma jovem que deixa o interior do Chile para trabalhar como empregada doméstica na casa de um casal rico, na cidade de Santiago. Ela passa grande parte do tempo ao lado da filha deles, uma garotinha escanteada pelos pais que encontra em Estela uma grande amiga. Quando algumas situações acontecem, Estela começa a perceber que sua presença no lugar está chegando ao fim, culminando numa série de ações rumo às tragédias.
Uma caixinha de surpresas quando uma avalanche de conflitos se sucedem. Lançado há poucos dias na Netflix – onde logo alcançou o Top 10 da plataforma – Limpa pode ser definido assim. Dirigido por Dominga Sotomayor e roteirizado por ela em parceria com Gabriela Larralde e Alia Trabucco Zerán, chegamos de forma lenta em um retrato na vida de uma jovem cheia de desilusões, que confronta seu momento conturbado segurando um fio de resiliência que sobrou nas suas marcas da vida.
Não é fácil chegar até suas descobertas, que se revelam aos poucos. Até o minuto 40, um mar estático de ações isoladas parece construir uma história sem grande capacidade reflexiva. Mas as camadas se abrem, ressuscitando a narrativa. A partir de um estopim, o choque social ganha muitos contornos – exemplificado mais com olhares que palavras – onde o ambiente, a mansão bem estruturada dos chefes, vira um elemento importante, quase um personagem ativo para nos guiar pelas emoções que transbordam.
Cada vez mais próxima da menina que cuida – uma relação maternal, incompreendida pela mesma –, a protagonista também se apaixona por um frentista, enquanto vê o passado mandar mensagens por lembranças ligadas a um cachorro. Sempre na corda bamba quando almeja planos para um futuro, as limitações da vida viram um banho de água fria. Não deixa de ser um reflexo de tantas pessoas espalhadas pelo mundo, à espera de alguma oportunidade para sentir a felicidade.
No desfecho emblemático, percebemos que, mesmo a construção tendo questões que atrapalham o andamento dessa história, chegamos num poderoso recorte – potente, dilacerante e capaz de neutralizar toda nossa atenção. Dê uma chance a esse filme.
Os Donos da Rua (Boyz n the Hood) se encontra atualmente no acervo de filmes da Netflix, e antes de mais nada fica aqui a nossa recomendação máxima para que você assista ao filme antes que ele seja removido – afinal, como sabemos, os filmes vêm e vão na plataforma. Os Donos da Rua completa 30 anos de seu lançamento em 2021, e esta é a oportunidade perfeita para celebrar esta importante obra cinematográfica, seja assistindo pela primeira vez ou a revisitando.
A estreia mundial da produção ocorreu no dia 13 de maio de 1991 no prestigiado Festival de Cannes, na França. Para quem não conhece, Os Donos da Rua possui grande relevância atrás das câmeras também, em seus bastidores, já que guarda no maior prêmio da sétima arte, o Oscar, dois recordes: um que jamais poderá ser quebrado e outro que até o dia de hoje, trinta anos depois, ainda não foi. Ambos dizem respeito ao diretor da obra, o saudoso John Singleton, falecido em 2019 aos 51 anos.
O jovem John Singleton em seus vinte e poucos anos no set de ‘Os Donos da Rua’.
Singleton foi o primeiro cineasta negro a ser indicado na categoria de direção nos prêmios da Academia, 63 anos após a criação da cerimônia. Singleton foi também o diretor mais jovem a ser indicado ao prêmio, na época com 24 anos, batendo assim o recorde anterior de um certo Orson Welles por um tal de Cidadão Kane (1941), aos 26 anos de idade – recorde que segurou por 50 anos.
No Oscar, as duas indicações do filme ecoaram como grandes prêmios. Os Donos da Rua foi o primeiro filme do jovem John Singleton, lançado por um grande estúdio após uma verdadeira epopeia. O resultado foi sua aprovação na maior noite do cinema, com nomeações para roteiro original e direção, ambas para Singleton. O cineasta teve a ideia para o filme de sua própria vivência na vizinhança de Crenshaw, subúrbio então violento de Los Angeles, na Califórnia. A terra dos ricos e famosos era completamente desmistificada por um artista negro com muita propriedade, afinal saíra justamente de tal território e o longa serve de relato para tudo que viu e viveu por lá.
Início de carreira. Morris Chestnut, Cuba Gooding Jr. e Ice Cube protagonizam ‘Os Donos da Rua’.
Dois anos antes, o talentoso e celebrado Spike Lee já havia dado seu relato da causa no atemporal Faça a Coisa Certa (1989), jogando na cara da sociedade sem papas na língua o dia a dia dos moradores de Bedford-Stuy, no Brooklyn, Nova York, mesmo bairro que serve de cenário muito mencionado por Chris Rock em seu seriado Todo Mundo Odeia o Chris (2005-2009). Os Donos da Noite serve de complemento para o filme de Lee, mostrando a dureza de um bairro negro na costa Oeste dos EUA também. Hoje, mais de trinta anos depois ambos os bairros melhoraram muito sua condição para os habitantes e o Brooklyn inclusive foi renovado em Nova York, se tornando um dos locais mais caros para se viver na cidade.
Em questão de prêmios no Oscar, Faça a Coisa Certa levou duas indicações igualmente, incluindo roteiro, mas assim como Os Donos da Rua é considerado esnobado. Mereciam mais. Mereciam a tão aguardada nomeação de melhor filme. À época, os membros então mais conservadores da Academia não estavam preparados para tamanha representatividade.
Violência nas ruas. A realidade nua e crua da vizinhança de Crenshaw, Los Angeles.
Em Faça a Coisa Certa, Spike Lee se coloca como um dos personagens do filme em meio a tudo. Em Os Donos da Rua, John Singleton também se inclui na narrativa, mas não aparece como ator. O cineasta usa a persona de Tre, que no filme ganha as formas de um então novato Cuba Gooding Jr., em seu primeiro papel de destaque como protagonista no cinema – o ator viria a ganhar um Oscar cinco anos depois por Jerry Maguire: A Grande Virada. No filme, Tre cresce em meio à violência e quando, ainda na infância, começa a ser afetado por ela, é levado pela mãe a ir morar com o pai, o sábio “pregador” armado Furious (e o nome já diz tudo). Assim, consegue se esquivar das tentações e do caminho fácil, construindo seu caráter para se tornar alguém na vida. Fora das telas, John Singleton passou pela mesma provação do personagem, foi para a faculdade e se tornou um diretor prestigiado.
Para chegar aonde chegou, Singleton teve que continuar se provando. A ideia para o filme em partes surgiu quando um executivo da Orion Pictures foi visitar sua faculdade para uma palestra. O estudante não teve qualquer pudor e na frente de toda a classe argumentou sua insatisfação com um longa recém-lançado do estúdio, Cores da Violência (1988): um combate entre as gangues mais violentas da Califórnia, os Crips e os Bloods (que se dividem pelas cores azul e vermelho), usando como protagonistas da história dois policiais brancos (vividos por Sean Penn e Robert Duvall). E para Singleton aí estava todo o problema em relação ao filme. Os Donos da Rua, lançado três anos depois, é sobre o ponto de vista dos moradores do local, pegos em meio a uma guerra urbana; muitos dos quais cresceram ao lado dos jovens criminosos, são amigos ou parentes dos que matam e morrem.
Tendo ganhado sinal verde da Columbia Pictures (hoje Sony) com seu roteiro, devido ao estúdio desejar seu próprio Faça a Coisa Certa(da Universal Pictures), Singleton teve que fazer valer sua voz e bater o pé para conseguir a direção do filme. Os executivos queriam dar seu texto para outro cineasta comandar, receosos pela falta de experiência de um jovem recém-saído da faculdade de cinema, sem qualquer trabalho prévio na área. Singleton foi firme em sua decisão vociferando que apenas alguém que experimentou tal vivência seria capaz de trazer a estética certa para o longa.
O protagonista Tre, por outro lado, quase teve as formas de um ator desconhecido na época, mas que viria a se tornar um dos maiores astros da atualidade em Hollywood. Will Smith foi considerado para o papel principal, chegou perto de vive-lo, mas precisou recusar devido à suas obrigações no recém-lançado programa Um Maluco no Pedaço, que havia estreado no ano anterior e já fazia muito sucesso. É curioso notar em filmes antigos quando os revisitados, a presença de atores hoje badalados. Aqui, por exemplo, temos a estreia de Regina King no cinema como a espevitada Shalika. King venceu o Oscar de atriz coadjuvante por Se a Rua Beale Falasse(2019), se tornou uma atriz badalada (Watchmen) e uma diretora de mão cheia (Uma Noite em Miami).
Regina King faz sua estreia no cinema em ‘Os Donos da Rua’.
Quem estreia no cinema em Os Donos da Rua igualmente é o rapper Ice Cube, na época já à frente de sua banda de rap NWA (cuja biografia Straight Outta Compton, 2015, fez enorme sucesso no cinema). Cube vive Doughboy, jovem problemático que é a contraparte de Tre no filme. Completando o elenco principal Nia Long (como o interesse amoroso do protagonista, Brandi), Morris Chestnut (Ricky, o irmão esportista de Doughboy) e os veteranos Angela Bassett e Laurence Fishburne como os pais de Tre, Reva e Furious. Curiosamente, ambos Bassett e Fishburne viriam a ser indicados ao Oscar ao se reencontrarem para um filme dois anos depois, por si só dono de tremenda importância e representatividade racial negra: a biografia da cantora Tina Turner, What’s Love Got to Do With It(1993), título de uma música da cantora, que no Brasil recebeu o título mais simplório Tina – A Verdadeira História de Tina Turner. No filme, Angela Bassett viveu Tina e Laurence Fishburne foi seu marido abusivo Ike.
Os Donos da Rua foi parte de um movimento que chegava para mostrar como o cinema deveria de fato ser utilizado para dar voz a uma minoria racial: através deles próprios. Spike Lee ganhou seu espaço e entrou para a história devido ao fervor contido em sua panela de pressão chamada Faça a Coisa Certa. Mas John Singleton seguiu bem de perto exibindo com muito realismo, crueza e dramaticidade a rotina de bairros dominados por gangues, crime e violência.
Os ótimos Laurence Fishburne e Angela Bassett voltariam a se encontrar na biografia de Tina Turner.
Com um orçamento de US$6.5 milhões, Os Donos da Rua rendeu em bilheteria US$56.1 milhões, se tornando assim, num aspecto de investimento, o filme financeiramente mais bem sucedido de trinta anos atrás (1991) no cinema. É claro que seu valor social transcende seu sucesso financeiro, e em 2021, numa época em que ainda reivindicamos igualdade e lutamos contra o racismo e a violência urbana, seja no Brasil, nos EUA e no mundo, o filme de John Singleton se mostra, infelizmente, mais urgente do que nunca.
Acima de tudo, Os Donos da Rua é um grande estudo do pensamento do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, que definiu o homem como produto de seu meio. É difícil ser o ponto fora da curva. Mas não impossível. E John Singleton foi uma das maiores provas disso.
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