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‘Eternos 2’: “Teríamos sorte se algum deles voltasse em algum momento”, revela Kevin Feige [EXCLUSIVO]

‘Eternos’ chegou aos cinemas em 2021 e tornou-se tanto um fracasso comercial e crítico em relação ao parâmetro das outras produções da Marvel Studios. Todavia, diversos fãs se perguntaram quando e se o longa ganharia uma sequência.

Após vários rumores, a Variety revelou que todos os planos para a sequência foram cancelados pela Marvel, e o projeto foi cancelado.

Porém, em entrevista exclusiva ao CinePOP, Kevin Feige falou que os personagens ainda podem retornar:

“Eu sou muito orgulhoso desse filme. Teríamos sorte se algum deles voltasse em algum momento”, ele afirmou.

Assista:

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

Confira a nossa crítica do filme:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Filme EMOCIONANTE com Tom Hanks estreia fazendo sucesso na Netflix e vai te fazer chorar…

Todo mundo conhece alguém que nunca passa frio, porque a pessoa está sempre coberta de razão. É aquela pessoa que não importa o quanto você tente explicar, demonstrar ou até mesmo desenhar, ela sempre acha (ou melhor, tem certeza) que o que ela acha ou pensa é o certo, é o bom, e não há maneira de convencê-la do contrário. É, todo mundo conhece alguém cabeça dura assim, e esta é a razão pela qual o espectador irá se conectar imediatamente com o protagonista do drama cômicoO Pior Vizinho do Mundo’, que estreou em terceiro lugar entre os filmes mais vistos da Netflix.

Otto (Tom Hanks) tem sempre razão. Preocupado com a ordem do mundo, ele simplesmente não consegue entender por quê deve pagar por dois metros de corda, se está consumindo apenas um metro e sessenta. Ou por quê carros de não-moradores usam a via do condomínio como corta-caminho, sempre deixando o portão aberto, embora isso seja proibido. Por isso, Otto está sempre vigiando, fiscalizando, cuidando para que todos os moradores cumpram com as regras sociais, pois, para ele, todos são uns idiotas justamente por isso. Quando os novos moradores da casa da frente, Marisol (Mariana Treviño) e Tommy (Manuel Garcia-Rulfo), se mudam com suas duas filhas, Otto sente seu espaço invadido, especialmente porque por algum motivo inexplicável, Marisol parece gostar dele, e o procura com frequência, oferecendo e pedindo ajuda. Mas Otto tem seus próprios planos, e, ao ver sua rotina frequentemente frustrada por causa das cada vez mais frequentes interrupções, Otto começa a se sentir mais e mais irritado, agravando sua condição de saúde que poucos sabem.

Apesar do título em português, Otto não é ‘O Pior Vizinho do Mundo’. Ele é um cara cheio de manias (muitas das quais oriundas de transtornos psicológicos que não são trabalhados no filme, mas que sabemos que estão ali) e alguns traumas, que corroboram seus comportamentos extremamente centrados em si e na sua lógica mui particular. Inspirado no livro Fredrik Beckman, a história retrata toda uma geração de mais velhos que viveram um tipo de educação bastante rígida, recheada de normas e limites que precisavam ser respeitados; nesse sentido, é extremamente comovente ver como Tom Hanks consegue criar uma carapuça para esse personagem que, no fundo no fundo, tem um coração e tem sentimentos, mas enfrenta muita dificuldade para demonstrá-los por ser extremamente cabeça dura.

A construção da relação de Otto com sua vizinha Marisol é muito cativante – mérito não só dos atores como também do diretor Marc Forster, cuja trajetória é de trabalhos emocionantes (‘Em Busca da Terra do Nunca’, ‘O Caçador de Pipas’) e de boas adaptações literárias. Forster baseia seu filme na relação de empatia e ódio entre os personagens e também na dicotômica relação paradoxal de Otto consigo mesmo. Mérito também do roteiro de David Magee, que costura a história desse protagonista com diversas explicações, ainda que os flashbacks sejam um pouco longos e frequentes.

Para quem gosta de filmes emocionantes e extremamente humanos, ‘O Pior Vizinho do Mundo’ é desses que você inesperada e provavelmente pode acabar chorando no fim, afinal, todo mundo conhece alguém como Otto. A proximidade e a realidade do universo desses personagens bate fundo no peito. E Tom Hanks consegue mais uma vez, por trazer humanidade a esse personagem geralmente odiado por todos. 

5 Filmaços sobre DISTOPIAS e suas consequências

Falar hoje em dia sobre distopia nada mais é do que abrir os olhos da sociedade para os problemas de hoje. Dezenas de projetos cinematográficos, de diversos lugares do mundo, abordam suas conflituosas tramas dentro de uma vivência opressiva, assustadora e até mesmo totalitária em uma sociedade geralmente no futuro, onde conseguimos enxergar muitos paralelos com o presente. É um tema muito interessante, estudado por muitos inclusive. Pensando em indicar alguns bons títulos envolvidos por distopias, segue abaixo uma lista com 5 Filmaços sobre Distopias e suas consequências:

 

Medida Provisória

Uma distopia que diz muito sobre nossa sociedade. Baseado na peça Namíbia, Não!, de Aldri Anunciação, o longa-metragem que marca a estreia de Lázaro Ramos na direção, Medida Provisória, é um dos mais impactantes projetos cinematográficos dos últimos anos. Metendo o dedo em feridas de uma sociedade que enxerga o preconceito mas faz pouco para que ocorra mudanças, o projeto debate sobre as questões sociais, econômicas, políticas de um país que vive em constante condições de extrema opressão e desespero. De maneira muito inteligente, vemos dentro de uma distopia muito do que enxergamos pela janela todos os dias.

 

Caranguejo Negro

Os paralelos com a realidade e as entrelinhas de uma distopia. Em um clima bastante misterioso que deixa poucas informações ao público, Caranguejo Negro, produção sueca disponível na Netflix, acaba sendo muito objetivo, navega pelas turbulentas estradas geladas de uma distopia sem definições de heróis ou vilões mas batendo a todo instante na tecla do egoísmo humano. Dirigido pelo cineasta Adam Berg, em seu primeiro longa-metragem como diretor, conseguimos enxergar um profundo exercício de reflexão sobre os momentos onde a humanidade de alguma forma percebe que está em seu limite.

 

No Topo do Poder (High-Rise)

As mais loucas distopias futurísticas podem estar mais perto do que pensamos. Baseado no livro homônimo, publicado na década de 70 pelo escritor J.G. Ballard, High-Rise é quase um sci-fi social que se baseia única e exclusivamente em como um desproporcional crescimento tecnológico da classe mais rica pode ser um caos no convívio e no relacionamento de toda um planeta que praticamente é banido de não ter o que uma minoria tem. Com locações quase que totais na Irlanda, o filme possui uma pegada bem forte (com cenas bem impactantes) e consegue ao longo dos seus intensos 120 minutos passar toda uma ideia que muito se parece, se traçarmos um paralelo, com várias etapas de ascensão e declínio de classes sociais que o mundo já passou.

 

O Lagosta (The Lobster)

A persistência é o caminho do êxito. Vencedor do prêmio do Júri no badalado Festival de Cannes, The Lobster, dirigido pelo cineasta grego Yorgos Lanthimos (o mesmo do aterrorizante Dente Canino) é uma crítica social aos ‘mandamentos de comportamento de relacionamento’ em forma de distopia. Colin Farrell, Léa Seydoux e Rachel Weisz estrelam esse longa-metragem. Na trama, acompanhamos, num futuro estranho, a saga de um arquiteto chamado David (Colin Farrell) que vive em uma sociedade cheia de regras, onde pessoas que estão solteiras são obrigadas a passarem 45 dias em uma espécie de hotel, cheio de regras, para encontrarem seus novos amores. A questão é que se o indivíduo não conseguir encontrar um novo amor, o mesmo é transformado em um animal de sua preferência. Assim, o protagonista embarca em uma jornada de descobertas e atitudes corajosas que vão definindo sua história.

 

Onde está Segunda?

Uns são meus irmãos, uns dizem que são, outros sei nunca vão ser. Dirigido pelo cineasta norueguês Tommy Wirkola (do terrível João e Maria: Caçadores de Bruxas) que dessa vez acerta a mão na direção, no futurístico, disponível apenas para a Netflix e repleto de cenas bem feitas, Onde Está Segunda? Protagonizado, em vários papéis, pela ótima atriz sueca Noomi Rapace, o projeto demorou alguns anos para sair do papel, alguns ajustes no roteiro devem ter sido feitos, mesmo assim há algumas falhas mas nada que atrapalhe o bom desenvolvimento da trama. O ritmo frenético no último ato é peça fundamental de equilíbrio desse roteiro que é recheado de surpresas já que possui sete protagonistas que pensam e vivem o mundo que habitam de maneira completamente diferente.

Opinião | Uma ‘inovação’ para as salas de cinema? Curta-metragem no circuito!

Desde a pandemia, o mundo se viu de frente com a oportunidade cada vez mais presente no seu cotidiano de assistir a filmes de todos os lugares do mundo ao alcance de um clique, no sofá de casa, por conta dos streamings que desembarcaram no Brasil com toda a força de um conteúdo diverso. Essas plataformas já existiam, mas, durante o período de reclusão social, esse mercado explodiu. Esse fato mudou completamente a relação do público com a experiência de assistir a um filme.

Não veio o Oscar, mas o cinema brasileiro continua com o molho

As salas de cinema em todo Brasil ainda sofrem com semanas de baixo público e aguardam ansiosamente o próximo grande blockbuster para vender pipocas – onde realmente está a maior parte do lucro – e conseguir uma semana rentável. Quando chegam filmes como Michael ou O Diabo Veste Prada 2, que por acaso entraram ao mesmo tempo no circuito, tudo parece estar bem. A questão é: quando não tem um filme com força de marketing, logo surge a pergunta: o que fazer para poder continuar mantendo cheias as salas de cinema?

Antes de reacender uma ideia que gostaria de explorar neste artigo, é importante mencionar uma questão: não sei se falta algum tipo de coragem para criar inovações nas programações – o circuito exibidor parece engessado –, mas um fato é certo: a probabilidade de você chegar a uma sala de cinema durante a semana, por exemplo, e se deparar com poucos lugares ocupados é bastante grande.

Crítica | ‘Cabeça de Boi’ | Criativa construção narrativa nos leva até um curioso recorte a partir de um TERRENO MALDITO [Festival Cinemato]

Somente exibir um filme parece uma ideia obsoleta. Por incrível que pareça, hoje é preciso oferecer complementos como debates, pré-estreias envolventes ou algum tipo de frescor capaz de convencer o público a sair de sua casa, gastar dinheiro com ingresso – que anda caríssimos -, estacionamento, alimentação e viver a experiência dentro de uma sala de cinema.

Imagem do curta-metragem 'Cabeça de Boi', de Lucas Zacarias.
Imagem do curta-metragem ‘Cabeça de Boi’, de Lucas Zacarias.

Em meados da década de 1970, existia a Lei do Curta, uma iniciativa que aproximava os curtas-metragens do circuito exibidor brasileiro. Com o tempo, essa Lei caiu em desuso e virou uma política cultural completamente abandonada, que até hoje é pauta para argumentações e opiniões bem diferentes. Há quem é a favor e há quem é contra.

Independente disso, pensem no seguinte: não seria legal exibir curtas-metragens brasileiros antes dos longas-metragens em sessões regulares do circuito exibidor nacional? O universo dos curta-metragistas, a cada ano que passa, revela obras cada vez mais relevantes que conseguem, em pouco tempo, reunir um leque importante de reflexões e retratar as muitas realidades de nosso país.

Crítica | ‘Arame Farpado’ – Um discurso afiado sobre questões sociais e relações humanas 

Atualmente, os curtas acabam sobrevivendo por meio dos ótimos festivais brasileiros que temos em nosso país ou de alguma sessão especial. Geralmente, são o primeiro projeto de todo novo cineasta, algo fundamental para a renovação da nossa cadeia audiovisual. Tenho certeza de que muitas dessas obras teriam espaço – e fariam sucesso – em uma espécie de ‘sessão dobradinha’, uma ação na programação reunindo o combo: um curta e um longa.

Crítica | ‘Mãe’ – Uma jornada de resistência e ternura, onde o amor não apenas sobrevive, mas triunfa 

Eu sei que isso está bem distante. O mercado exibidor, com seu engessamento criativo, muito provavelmente jamais caminhará por essa ideia novamente. Falta curadoria, principalmente. Grande parte das programações desse mercado parece tomar ações no modo robótico, confirmando com meses de antecedência os mais badalados blockbusters e deixando grandes obras independentes fora de qualquer possibilidade de exibição, torcendo para algum ‘encaixe’. Basta reparar que vários filmes trocam de data porque acabam ficando reféns do desempenho de um blockbuster nas bilheterias.

Mas o sonho de quem ama curtas-metragens continua vivo. Quem sabe, algum dia, alguém pense fora da caixa e consiga trazer essa – e outras inovações – para um mercado exibidor ainda carente de ideias brilhantes.

 

Não gostou de ‘Águas Profundas’? Relembre os ÓTIMOS Thrillers Eróticos dos anos 90…

É sempre interessante notar como cada novo período social influencia a tendência do cinema (e do audiovisual como um todo), impulsionando ou eliminando inclusive os gêneros dos filmes. No passado, por exemplo, os faroestes e os musicais eram os tipos mais produzidos pela indústria de Hollywood. Hoje, tais segmentos foram consideravelmente podados, ao ponto de serem considerados diferentes aos olhos do público, em comparação com as demais obras que lotam constantemente o mercado. Da mesma forma, quem poderia imaginar há vinte, trinta anos, que os super-heróis saídos dos quadrinhos seriam a fonte mais confiável e rentável para grandes produções de famosos estúdios.

Toda esta apresentação para focarmos no tema desta matéria, os thrillers eróticos. Por si só um produto de seu tempo, os anos 1990, onde após o avanço de narrativas mais liberais e realistas nos anos 1960, tivemos uma escalada rumo a total falta de pudor – entrelaçada à liberdade sexual e à independência feminina. O cinema, por consequência, ficou mais sem vergonha, sem moralismo, com a cabeça mais aberta, e Hollywood começou a se espelhar nas obras europeias. Afinal, ver uma mulher pelada nas telas de cinema, ainda na década de 1950, por exemplo, era algo inimaginável. Esse advento foi se tornando cada vez mais constante pelas décadas de 1970 e 1980, onde finalmente viraria um subgênero na década de 1990.

Época do clamor desavergonhado, os anos 1990 serviram como casa de algumas das obras mais icônicas deste subgênero – muitas inclusive tinham como único propósito apresentar cenas tórridas e/ou uma estrela famosa nua, e tais projetos eram vendidos apenas por este mote. Nos tempos politicamente corretos em que vivemos, fica cada vez mais difícil imaginar uma produção sendo arquitetada por um grande estúdio nestes moldes: vender um filme através da sensualidade e erotismo de sua protagonista, explorando seu corpo pela venda de ingressos. E a última tentativa, ‘Águas Profundas’, filme lançado direto no Amazon Prime Video e estrelado por Ben Affleck e Ana de Armas, se provou uma bela furada. Um filme tedioso, mesmo com a assinatura do diretor Adrian Lyne, de ‘Atração Fatal’ e ‘Proposta Indecente’.

Com isso em mente, e como forma de relembrar e refletir sobre o passado, o CinePOP traz para você uma nova matéria comentando alguns dos mais famosos thrillers eróticos da década de 1990, filmes de suspense que faziam a temperatura subir. Vamos relembrar.

Instinto Selvagem (1992)

Este é o carro-chefe do subgênero, e podemos dizer que a extinta produtora Carolco (a mesma de O Exterminador do Futuro 2) e a TriStar Pictures (distribuidora do filme), subsidiária da Columbia, hoje Sony, saíram na frente. O filme elevou a carreira da musa Sharon Stone ao estrelato e a transformou num sex symbol. Ironicamente, treze atrizes foram procuradas para o papel e o negaram – como Michelle Pfeiffer e Demi Moore -, antes de Stone ser contratada.

Além de Sharon Stone, outros três nomes ficariam associados aos thrillers eróticos dos anos 1990: o do diretor Paul Verhoeven, o do roteirista Joe Eszterhas e o do ator Michael Douglas. Na trama, um detetive linha dura (Douglas) se depara com um caso de assassinato violento e uma história de sexo selvagem envolvendo uma manipulativa escritora (Stone).  Quatorze anos depois, Stone tirou uma sequência da cartola, Instinto Selvagem 2 (2006), a qual protagonizou sem nenhum dos nomes envolvidos com o original.

Invasão de Privacidade (1993)

Depois de sua explosão em Instinto Selvagem, Sharon Stone se tornava uma estrela da noite para o dia. E como Hollywood adora apostar no certo, um monte de projetos com temática sexual chegava para a atriz nesta época. O primeiro para o qual ela disse sim foi este suspense da Paramount (que não é boba nem nada), dirigido por Phillip Noyce (Jogos Patrióticos), baseado no livro de Ira Levin e com roteiro adaptado pelo mesmo Joe Eszterhas do filme acima. Na trama, Stone vive uma mulher que se muda para um luxuoso edifício de Nova York, e logo descobre que o local guarda sinistros segredos, envolvendo apartamentos observados por câmeras e a perda de privacidade (visionário?). E como esperado, a atriz novamente desempenhava momentos para lá de picantes.

O Especialista (1994)

A esta altura Sharon Stone já estava consolidada como musa quente do cinema, sendo basicamente um pré-requisito que a atriz aparecesse nua ou desempenhasse uma cena caliente em seus filmes. Foi assim, por exemplo, com Rápida e Mortal (1995), faroeste da TriStar/Columbia (Sony). Quando ela não protagonizava tais momentos, seus filmes não iam bem – vide Diabolique (1996) e A Última Chance (1996) -, provando o tipo de personagem e longa no qual o público queria vê-la.

Assim, este filme de ação da Warner, veículo para Sylvester Stallone, recebeu um tratamento erótico quando Stone assinou para co-protagonizar. Estamos falando da polêmica cena do chuveiro, que mostra uma tórrida relação entre o casal. Recentemente a sequência saiu do passado e ganhou os holofotes com a notícia de que Sly teria embebedado Stone para desempenhar o momento, a contragosto da atriz.

Corpo em Evidência (1993)

Instinto Selvagem provou a viabilidade e sucesso financeiro dos thrillers eróticos. Assim, pouco tempo depois de seu lançamento, este Corpo em Evidência estreava nos cinemas. E o único motivo da existência deste suspense de quinta, produzido pelo italiano Dino De Laurentiis e distribuído pela MGM, é mesmo promover cenas quentes de nudez de sua protagonista, numa trama erótica rocambolesca.

E quem melhor do que a provocativa Madonna – que na época devorava homens no café da manhã e tratava o sexo com a naturalidade de quem vai à feira – para sem pudor se despir e protagonizar momentos impróprios para menores, como os trechos com a cera de vela. De fato, De Laurentiis adquiriu o roteiro com a estrela da música em mente. Aqui, ela vive uma mulher sendo julgada pela acusação de matar seu companheiro… de tanto fazer sexo!

Assédio Sexual (1994)

Aqui temos um caso curioso. O próprio Michael Douglas queria que sua coprotagonista em Instinto Selvagem fosse Demi Moore – porque Sharon Stone era, então, uma ilustre desconhecida. Dois anos depois, e Douglas teve seu desejo atendido, com um filme do subgênero bancado pela Warner. A obra era vendida justamente pela união destes dois fortes nomes dos thrillers eróticos acima do título. Douglas havia protagonizado Atração Fatal (1987) e o próprio Instinto Selvagem (1992).

E Moore se consolidava na fase adulta (já que começou no cinema ainda na adolescência) com Proposta Indecente (1993), da Paramount – se tornando assim, igualmente, um símbolo sexual. A proposta aqui, embora seja baseado num livro, era pegar carona no famoso caso de assédio real envolvendo Anita Hill e Clarence Thomas, que parou os EUA no início da década de 1990 (retratado no filme da HBO Confirmação, 2016). Aqui, a assediadora é a mulher em posição de poder. No entanto, os que estavam esperando um momento extasiante entre os dois nas telas, terminaram ficando a ver navios.

Striptease (1996)

Demi Moore, como dito, apesar de ter começado a carreira bem novinha como parte do brat Pack, ganhava novos contornos nesta fase com o status de símbolo sexual. Depois de Proposta Indecente, Assédio Sexual e A Letra Escarlate (1995), Moore negociou um salário astronômico com a produtora Castle Rock para mostrar seus recém adquiridos músculos e próteses de silicone nos seios em Striptease (distribuído pela Columbia/Sony e no Brasil pela Warner). A atriz embolsava US$12.5 milhões, o que hoje seria algo em torno dos US$20 milhões, se tornando na época a atriz mais bem paga de Hollywood. Quem leu o livro no qual o filme é baseado garante que é bom e traz grande insight, além de tiradas cômicas que funcionam. Já o filme se tornou um fiasco, cujo único propósito era mostrar a atriz nua.

A Cor da Noite (1994)

A Disney produzindo um thriller erótico? Sim! E um dos mais desavergonhados da época. Bem, ao menos através de suas subsidiárias Hollywood Pictures e Buena Vista. E por falar em Demi Moore, seu então maridão Bruce Willis também não quis ficar de fora do subgênero. Mostrando mais uma vez a influência de Instinto Selvagem, este foi outro roteiro criado às pressas para capitalizar em cima deste estilo para maiores. Sharon Stone era uma ilustre desconhecida até Instinto Selvagem, e o nome de peso no projeto era o de Michael Douglas.

O mesmo foi orquestrado aqui, com Willis como chamariz, tentando impulsionar a carreira da jovem Jane March – com quem protagoniza cenas para lá de intensas. A proposta de fazer March uma estrela, no entanto, falhou. Na trama, Willis vive um psicólogo pegando para si um grupo de terapia de um colega assassinado. Logo, ele descobre que um dos membros de tal grupo não é o que parece, e precisa desvendar uma série de assassinatos, enquanto se diverte de forma explícita como uma bela jovem dezoito anos mais nova.

Jade (1995)

Talvez você não lembre dela, mas Linda Fiorentino foi um grande nome feminino de Hollywood nos anos 1990. E muito devido às obras com apelo sexual que protagonizava, sempre no papel da femme fatale. Percebendo o fervor do momento de tais filmes e que havia um grande público cativo na época, a Paramount, seguindo o relativo sucesso de Invasão de Privacidade dois anos antes, voltou a bancar uma produção do subgênero, investindo ainda mais dinheiro.

Para a empreitada, o estúdio contratou novamente Joe Eszterhas para o roteiro, e assim nascia Jade – uma reedição menos inspirada de Instinto Selvagem. Na direção, um cineasta pra lá de renomado: William Friedkin (vencedor do Oscar por Operação França e indicado por O Exorcista). E como Sharon Stone já havia feito o original, para esta espécie de releitura foi escalada Linda Fiorentino. A morena havia chamado atenção no ano anterior com O Poder da Sedução (1994), thriller de John Dahl, criado exatamente nos mesmos moldes.

Nunca Fale Com Estranhos (1995)

Outro nome que entrou na dança dos filmes de suspense eróticos foi o de Rebecca De Mornay. A atriz já havia realizado cenas quentes ao lado do astro Tom Cruise na comédia adolescente Negócio Arriscado (1983), onde interpretou uma prostituta. Quase dez anos depois ela viria a protagonizar o thriller A Mão que Balança o Berço (1992), sucesso da Disney (Hollywood Pictures) com certa tonalidade sexual – onde viveu uma vilã em busca de vingança, se disfarçando de babá para roubar a família da mulher que, segundo ela, havia destruído a sua.

Um ano depois, De Mornay seguia no subgênero com Culpado como o Pecado (1993), no papel de uma advogada defendendo um playboy assassino (Don Johnson). O escolhido para figurar nesta lista, no entanto, foi Nunca Fale com Estranhos, projeto totalmente construído para explorar a sexualidade de seus protagonistas – realçando suas cenas de nudez e sexo. O fiapo de roteiro desta produção da TriStar/Columbia (Sony) traz De Mornay como psicóloga criminal conhecendo e iniciando uma relação tórrida com um perfeito estranho – daí o título do filme. E para o papel do estranho, o latin lover da época, Antonio Banderas, incendiava as telas.

Showgirls (1995)

Tudo bem que Showgirls não é tanto um suspense, e funciona mais como um melodrama mexicano, daqueles bem exagerados. O filme também ficaria conhecido como uma das piores produções cinematográficas, não apenas de seu respectivo ano, mas da década e igualmente de todos os tempos. Há alguns anos o filme foi redescoberto e transformado em cult por muitos defensores. O crítico Adam Nayman, da revista Sight and Sound, por exemplo, chegou até mesmo a escrever um livro defendendo Showgirls para a série Pop Classics: “It Doesn’t Suck”.

Os fãs do longa afirmam que esta era sua proposta desde o início, uma farsa sobre o mundo das strippers de Las Vegas, exagerada, caricata e novelesca. Para muitos, a obra recai na categoria “tão ruim que é bom”, que constantemente enaltece os mais saborosos prazeres culposos. Aqueles filmes que sabemos não ser bons, mas que não conseguimos evitar de gostar. Showgirls seria o próximo passo evolutivo de Instinto Selvagem, uma produção ainda mais provocativa em suas questões sexuais. Um drama que escancararia tal universo sem dó, nem piedade.

Não por menos, o longa recebeu a censura mais alta para uma produção vendida ao grande público, o famigerado NC-17. Para a empreitada, a mesma Carolco, em parceria com a United Artists, tratou de reunir a dupla Paul Verhoeven na direção e Joe Eszterhas no roteiro. Protagonizando, uma jovem atriz saída de um programa adolescente, Elizabeth Berkley – o plano era ser alçada à nova Sharon Stone. O resultado, porém, foi bem diferente para todos os envolvidos.

Garotas Selvagens (1998)

Showgirls se tornou o epicentro da implosão do subgênero. Como toda “fórmula” descoberta por Hollywood, os thrillers eróticos foram desgastados à exaustão, e todo mundo que pôde tirou uma casquinha de tal segmento. Como sempre ocorre, alguém vai longe demais, inviabilizando sua continuidade, afinal, nada dura para sempre. Foi assim com os faroestes, com os musicais, com os épicos bíblicos e medievais, com os filmes de ação brucutu dos exércitos de um homem só, e até mesmo com as comédias românticas bobinhas da década passada.

A pergunta que fica é: quanto tempo mais os filmes de super-heróis ainda tem até precisarem ser reinventados? É justamente onde se encaixa este Garotas Selvagens, que chegou na rebarba da implosão do subgênero. Apesar de não ser um filme completamente ruim, o longa ficou meio deslocado, e caso tivesse sido lançado na época do hype de tais produções, poderia ter causado um barulho maior.

Aqui são duas, e não apenas uma, as jovens estrelas da época participando de cenas tórridas. Neve Campbell (querendo amadurecer na carreira) e Denise Richards (saída de uma produção de Paul Verhoeven, Tropas Estelares) são duas estudantes bem diferentes, que se envolvem com um professor (Matt Dillon) para um esquema de roubo de uma fortuna. A trama desta produção da Columbia (Sony) é intrincada e confusa, e certos trechos questionam nossa inteligência com suas dezenas de reviravoltas, mas algo que o público não esquece é a cena do ménage entre os protagonistas.

‘Painkillers’: Terror com Mischa Barton ganha novos cartazes; Confira!

A cura é a maldição nos novos cartazes de ‘Painkillers‘, novo filme de terror com Mischa Barton (‘The O.C.‘).

Confira:

O filme é dirigido por Roxy Shih.

Adam HussMadeline ZimaGrant Bowler e Debra Wilson completam o elenco.

No trama, “Depois de um terrível acidente de carro no qual seu filho morre, o brilhante cirurgião John Clarke, atormentado pela culpa, torna-se vítima de uma dor física insuportável. Enquanto seu casamento começa a se desintegrar, John logo descobre que a única coisa que pode aliviar sua dor é o gosto do sangue humano. Quando ele conhece Herb Morris, um homem que afirma que poder ajudá-lo a recuperar sua vida, John embarca em uma jornada assombrosa na qual ele terá que aprender a lidar com sua dor… ou se tornar um monstro”.

Giles Daoust é responsável pelo roteiro, que recebeu diversos prêmios e indicações nos festivais pelo qual passou.

‘Os Sopranos’: Jon Bernthal e Vera Farmiga entram para o elenco do filme

De acordo com o Variety, Jon Bernthal (‘O Justiceiro‘) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal‘) entraram para o elenco do filme que servirá de prequel à série clássica ‘Os Sopranos‘. Detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.

Alan Taylor (‘Thor: O Mundo Sombrio‘) será responsável pela direção do longa. O diretor já é familiar deste universo, tendo dirigido vários episódios da série.

O filme se chamará ‘The Many Saints of Newark‘, e a trama se passará nos anos 60, mostrando a briga de afro-americanos contra famílias italianas. Apesar de não ter sido confirmado, espera-se que a produção apresente versões mais jovens dos personagens apresentados na série.

O criador do seriado, David Chase, estará responsável pelo roteiro.

Espera-se também que alguns dos atores originais da série retornem para o filme, mas nenhum nome foi confirmado ainda.

‘Raio Negro’: Ameaça de guerra no teaser da 3ª temporada; Assista!

A CW divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Raio Negro‘ (Black Lightning).

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 7 de outubro.

Criada por Salim Akil, a série não faz parte oficialmente do Arrowverse, mas a possibilidade de um futuro crossover não foi descartada.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Divirta-se com o Olaf’: Olaf brinca em novos episódios da websérie; Assista!

A Disney divulgou três novos episódios da websérie ‘Divirta-se com o Olaf‘ (At Home with Olaf).

Confira:

Hyrum Osmond, diretor de animação dos longas-metragens em questão, é o criador. Ele também é conhecido por seu trabalho em ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

Vale lembrar que ‘Frozen 2’ arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.

‘True Detective’: HBO está procurando ‘nova voz’ para dar continuidade à série

Em entrevista ao Deadline, Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO e HBO Max, revelou que está procurando uma “nova voz” para dar continuidade à aclamada série ‘True Detective

“É seguro dizer que nós estamos trabalhando com alguns roteiristas para encontrar o tom e a direção certa. Esse universo definitivamente pode ser muito interessante e eu acho que seria incrível com uma nova voz.”

Ele continua, “Nós iremos nos guiar pela qualidade, então estamos buscando roteiros de alta qualidade. Não iremos fazer algo apenas por fazer.”

Anteriormente, Nic Pizzolatto, o criador da série, falou sobre a 4ª temporada da série e revelou ter uma nova ideia que os fãs irão adorar.

“Eu tinha essa ideia, e eu acho que era uma ótima ideia. Seria algo nunca visto anteriormente na televisão. Mas, desde então, tive outra ideia que eu discuti com um ator, e isso seria uma das coisas mais emocionantes que poderiam acontecer em ‘True Detective’.”

Ele completa, “Acho que seria incrível para os fãs. Eu apenas não sei ainda se poderemos tirá-la do papel.”

‘A Morte te Dá Parabéns 3’ irá acontecer? Jason Blum responde!

Em entrevista ao Collider, o produtor Jason Blum foi questionado sobre a possibilidade de um terceiro filme da franquia ‘A Morte te Dá Parabéns‘. Apesar de não ter revelado muitos detalhes, Blum deixou a entender que a franquia continuará… de alguma forma.

“Eu tenho um plano [para dar continuidade à franquia]. Eu ainda não me despedi do universo de ‘A Morte te Dá Parabéns’. Vou dizer apenas isso.”

Anteriormente, o diretor Christopher Landon havia afirmado que a estratégia de marketing tinha prejudicado a sequência ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ nas bilheterias, mas revelou que ainda acreditava ser possível fazer um terceiro filme da franquia.

“Quando um filme se sai muito bem nas bilheterias, a expectativa de todos fica muito alta. E o mais devastador, especialmente para mim e para a Jessica [Rothe], é que as previsões apontavam que a sequência teria uma performance parecida com a do primeiro filme, mas o público não apareceu como antes. A sequência não é um fracasso. Na verdade, fez bastante dinheiro. O marketing da Universal achou que foi um projeto difícil de se vender. O que tradicionalmente funciona para as outras sequências, que é apresentar mais do mesmo, nos prejudicou. Eu fiz um segundo filme muito diferente do primeiro, mas eles promoveram a sequência como se fosse a mesma coisa – até usaram a mesma música no trailer. Acho que esconder todos os elementos que tornavam o segundo filme único realmente nos prejudicou.”

Ele completa, “É um pouco estranho, porque qualquer franquia conseguiria fazer uma nova sequência com os novos resultados. Mas, por alguma razão, não tivemos a oportunidade. O mais interessante é que ambos os filmes ganharam sobrevida após o lançamento nos cinemas. Ainda há chances para fazermos o terceiro filme, mas essa é uma decisão da Universal. Eles sabem que todos os envolvidos nos primeiros filmes querem fazer mais um, mas eles precisam se sentir justificados para dar um sinal verde.”

‘A Morte te Dá Parabéns’ (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125.5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Caso uma terceira sequência seja realmente produzida, história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chama Danielle (Rachel Matthews), que acaba presa em seu próprio loop.

Vale lembrar que no passado, o diretor Christopher Landon havia confirmado exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

Assista a entrevista:

 

 

 

‘Percy Jackson’: Adaptação do Disney+ escala os papéis de Clarisse e Luke

De acordo com o Variety, Dior Goodjohn e Charlie Bushnell entraram para o elenco da série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, adaptação da saga literária de Rick Riordan.

Os atores irão interpretar Clarisse La Rue e Luke Castellan, respectivamente. Enquanto Clarisse começa a trama como uma possível rival do Percy Jackson, Luke é introduzido como um amigo.

Olivea Morton também foi confirmada como Nancy Bobofit.

Walker Scobell (‘O Projeto Adam’) estrelará como o Percy Jackson. Aryan Simhadri e Leah Sava Jeffries irão interpretar Grover e Annabeth, respectivamente.

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto) e Timm Sharp (Gabe Ugliano).

A 1ª temporada da atração contará com oito episódios.

Lembrando que o roteiro da atração está sendo escrito pelo próprio Riordan, em parceria com Jon Steinberg (‘Black Sails’).

Como alguns fãs ficaram desapontados com o resultado dos dois filmes estrelados por Logan Lerman, Riordan garantiu no ano passado que a série não vai repetir os erros das adaptações anteriores e a espera vai valer à pena.

“Ter todos juntos para alinhar nossas visões para a série foi extremamente útil, e acho que muita confusão foi resolvida (falando pelo meu próprio eu confuso, de qualquer maneira!). A boa notícia é: a liderança está organizada sobre como fazer essa série… E fazê-la direito. Muitos deles têm filhos que cresceram lendo ‘Percy Jackson’ também, então eles entendem. Eles entendem que existem milhões e milhões de fãs esperando ansiosamente para ver ‘Percy Jackson’ ganhar vida de uma nova maneira. Nós nos sentimos apoiados e ouvidos, e estou mais confiante do que nunca de que o programa está avançando. Vocês todos fizeram a diferença. Sempre fazem. Aparecendo nas redes sociais, compartilhando sua empolgação com a série… A Disney enxerga vocês. Eles ouviram vocês e querem fazer o certo por vocês, fãs de Percy. Isso, para mim , é a prioridade número um, então estou feliz!” 

“A melhor parte é que James Bobin está à bordo como diretor do nosso piloto”, ele comentou. “James é uma pessoa incrível e um diretor incrivelmente talentoso, alguém que conhece bem os livros da saga ‘Percy Jackson’. Seus filhos são fãs dos livros,. então estamos em boas mãos. Agradeço a todos vocês por seu entusiasmo pela série. Vai ser incrível!”

Segundo o autor, a Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘O Mandaloriano‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

3ª temporada de ‘The White Lotus’ será ambientada na Tailândia

De acordo com o Variety, a 3ª temporada de ‘The White Lotus‘ será ambientada na Tailândia.

As duas primeiras temporadas foram filmadas em resorts Four Seasons no Havaí e na Itália, respectivamente. Na Tailândia, os hotéis da rede Four Seasons estão localizados em Bangkok, Chiang Mai, Koh Samui e Golden Triangle.

Espalhados pelo país, os resorts são cercados pela cidade, floresta e pela praia, o que pode trazer uma diversidade rica de cenários para o próximo ciclo.

Anteriormente, o criador Mike White havia revelado que o terceiro ciclo irá explorar “um lado divertido e satírico da morte, religião e espiritualidade”.

A segunda temporada contou com o retorno de Jennifer Coolidge, além de introduzir Aubrey Plaza, F. Murray Abraham, Theo James, Adam DiMarco, Tom Hollander e Haley Lu Richardson.

Vale lembrar que o primeiro ciclo conquistou 20 indicações ao Emmy Awards e levou para casa as estatuetas de Melhor Minissérie, Antologia ou Filme para TVMelhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Coolidge e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Murray, além de outros sete prêmios.

Imaculada

(Immaculate)

Elenco:

Sydney Sweeney
Simona Tabasco
Álvaro Morte

Direção: Michael Mohan

Gênero: Terror

Duração: 89 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 9 milhões

Estreia: 30 de Maio de 2024

Sinopse: 

A trama de IMACULADA gira em torno de Cecilia, uma mulher de fé dedicada que recebe uma oferta para um papel especial em um conceituado convento italiano. Contudo, sua calorosa recepção logo se transforma quando segredos sombrios e arrepiantes começam a vir à tona na nova moradia.

Crítica: 

Crítica | Imaculada – Sydney Sweeney protagoniza o HORROR do cruzamento da Virgem Maria com o Bebê de Rosemary

Curiosidades: 

» Andrew Lobel, de ‘Mistérios Desconhecidos‘, assina o roteiro;

» Além de estrelar, Sydney Sweeney também assume a produção ao lado da Black Bear e da Middle Child Pictures;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Aqui

(Here)

 

Elenco:

Tom Hanks
Robin Wright
Paul Bettany

 

Direção: Robert Zemeckis

Gênero: Drama

Duração: 104 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 25 milhões

Estreia: 16 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

AQUI é um filme original sobre várias famílias e o lugar especial que elas habitam. A história viaja através de diferentes gerações, capturando a experiência humana em sua forma mais pura.

Crítica: 

Crítica | Aqui – Elenco de ‘Forrest Gump’ Se Reúne em Emocionante Filme Que Atravessa Gerações

Curiosidades: 

» O longa é baseado na graphic novel homônima de Richard McGuire;

» O projeto marca a reunião entre o diretor Robert Zemeckis, o roteirista Eric Roth e o astro Tom Hanks após o clássico ‘Forrest Gump: O Contador de Histórias‘ (1994);

Trailer:

Cartazes: 

Pessoas em momentos de celebração e carinho, filme 'Here'.

Fotos: 

Casal se abraça em sala de estar aconchegante.

Festa de aniversário de cinquenta anos com bolo.

Casal conversando em sala de estar aconchegante.

Três pessoas conversam em janela iluminada.

Novo trailer de ‘Coração de Ferro’ destaca as críticas POSITIVAS da série; Confira!

A Marvel divulgou um trailer inédito de ‘Coração de Ferro‘ (Ironheart), destacando as avaliações positivas da produção – que alcançou 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Vale lembrar que todos os seis episódios já estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘Coração de Ferro’ é uma boa série da Marvel, mesmo com seus problemas

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

Abominável homem das neves ataca em clipe SANGRENTO do terror ‘The Yeti’; Confira!

O terror ‘The Yeti‘ ganhou um novo clipe sangrento.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

William Pisciotta e Gene Gallerano são responsáveis pela direção e roteiro.

Ambientada nas remotas regiões selvagens do norte do Alasca, a trama acompanha o desaparecimento de famoso aventureiro e um magnata do petróleo. Seus filhos, então, partem em uma missão desesperada de resgate, apenas para descobrir que algo muito mais antigo e perigoso do que o próprio Ártico despertou.

O elenco conta com Brittany AllenEric NelsenCorbin BernsenJim CummingsChristina Bennett LindWilliam Sadler.

Disponível em VOD nos EUA, o longa segue sem previsão de lançamento no Brasil.

Patty Jenkins tem “sentimentos dúbios” sobre os universos cinematográficos

Embora Patty Jenkins já esteja inserida – ainda que indiretamente – em um universo cinematográfico, a diretora de ‘Mulher-Maravilha’ não é 100% a favor da premissa, que recentemente também foi adotada pela Universal Studios, com seu Dark Universe.

Durante o quadro Ask Me Anything, do portal Reddit, ela comentou que tem opiniões conflitantes sobre o modelo, que tem conquistado um número cada vez maior de estúdios.

Segundo ela:

“Eu diria que tenho sentimentos dúbios quanto a isso. Há um versão de cada tipo de produção que eu comemoro, mas às vezes penso que há uma certa tendência em virar uma bagunça quando há muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo – então eu não acho que seja uma ótima ideia para aplicar sempre”.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘O Predador’: Teaser será lançado durante a CinemaCon

O primeiro teaser de ‘O Predador’ será lançado neste mês, mas não como nós esperávamos.

Segundo o próprio diretor, Shane Black, o vídeo será divulgado primeiramente durante a CinemaCon. 

A estreia do material para o público geral será apenas depois, no mês de maio.

Através da sua conta oficial do Twitter, o cineasta compartilhou a informação, pedindo desculpas aos fãs pelo tempo de espera.

Confira:

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

Segundo Dekker, “alguns retoques” começaram em Vancouver essa semana. O roteirista também fez questão de destacar que “sim, um teaser trailer chegará em breve.”

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 14 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

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Crítica | Share: Filme trata abuso sexual entre adolescentes, mas peca na narrativa

Nos últimos anos, o tabu em volta da discussão sobre abuso sexual tem se dissolvido. Entre cascatas de denúncias de celebridades, o assunto tem sido desmistificado diante do público, que cada vez mais percebe um terrível submundo em Hollywood e, obviamente, em qualquer outro ramo profissional. As escolas e universidades não ficam de fora e já testemunharam uma série de casos que começam com bullying e terminam na violação de garotas inconscientes em festas, inicialmente, inocentes. Romper essa barreira é um pouco mais difícil. Ainda cercada por um machismo que enaltece o comportamento masculino agressivo em relação à garotas e mulheres, o ambiente estudantil coloca os seus mais em risco do quem em segurança. Foi assim nos retratos documentais de Audrie & Daisy e The Hunting Ground. E assim se repete no drama fictício Share.

Na produção, uma festinha feita entre colegas de escola termina na publicação de uma série de fotos e vídeos comprometedores, que trazem a jovem Mandy (Rhianne Barreto) cercada por garotos que se aproveitam de seu frágil e desnudo corpo. Inconsciente, ela é motivo de piada no material, que circula em uma rapidez impressionante, entre todos os estudantes da escola. Um momento de vulnerabilidade se transforma na perpetuação da marginalização de sua integridade. De repente, a talentosa jogadora de basquete se vê no centro de uma polêmica, onde todos parecem descreditá-la, inclusive a escola.

Dirigido e roteirizado por Pippa Bianco, Share é extremamente pontual, chegando em um timing perfeito para a ampliar a discussão a respeito da forma como adolescentes são tratadas dentro e fora da escola. Naturalmente inspirado em uma série de terríveis histórias reais, o drama relata com uma certa dureza o que acontece quando uma vítima decide se pronunciar sobre um abuso sofrido. O contexto é ainda mais doloroso quando ela não sabe muito bem o que aconteceu, pelo fato de ter estado inconsciente durante o processo. Abordando também as reações da família, o longa merece nossa admiração por tocar em uma ferida aberta jamais tratada.

No entanto, Share peca pela mesmice. Sem escandalizar a audiência com a crueldade que – em sua essência – já dói a alma, a produção não vai além no seu papel denunciante. Colocando uma dose de açúcar no sofrimento da jovem vítima, vemos nas telas aquilo que já sabemos: que denunciar um abuso pode trazer mais sofrimento do que alívio. No entanto, ao fugir do compromisso de expor com mais voracidade o quanto as autoridades (sejam elas estudantil ou policial) se distanciam do problema, o longa peca por cair no mais do mesmo. Aqui, nada de novo é mostrado e o choque de impacto que o crime deveria proporcionar no público é frustrado. Assistimo, sentimos muito, mas nada passa disso.

Para promover debates mais acalorados sobre o tratamento do abuso sexual e suas respectivas vítimas, Share deveria se aproximar da primeira temporada de 13 Reasons Why. É assim que o entretenimento rompe as paredes e atinge a boca do estômago da audiência. É assim que conversas fundamentais são iniciadas. Como um retrato da vida real, o cinema – quando toca nessas feridas – precisa dimensionar seu papel. Share fica no meio do caminho, entregando uma narrativa cheia de verdades, mas incompleta. Aqui, a narrativa é quase um enxerto mal contado do documentário Audrie & Daisy, da Netflix. Comendo pelas beiradas de um crime extremamente sério, o drama é capaz de nos emocionar, mas não de nos chocar e refletir. E é justamente isso que precisamos, em uma sociedade onde as mulheres ainda sofrem com os traumas do abuso e as sequelas que a busca por justiça traz.

Com uma direção bem conduzida pela estreante Pippa, Share nos desaponta por trazer um final que faz um desserviço às vítimas de abuso sexual, servindo como um desestímulo genuíno para aqueles que têm dúvida quanto a se posicionar sobre a agressão sofrida. Ignorando a importância de se combater o crime, a ficção nada para morrer na praia, se tornando um filme que se perderá no tempo em meio a outras produções que, muito mais que entender a importância de passar uma mensagem, sabem o valor de perpetuá-la para além de seu tempo. Uma pena que a oportunidade fora perdida.

‘Stargirl’: Nova série da CW ganha trailer; Assista!

A nova série da The CW e da DC, intitulada ‘Stargirl‘, finalmente ganhou um novo trailer.

Assista:

Os fãs dos quadrinhos não precisarão esperar tanto assim, pois a nova produção será lançada no dia 11 de maio no serviço DC Universe, com sua estreia na emissora acontecendo logo no dia seguinte.

A série contará a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara Whitmore. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

‘Stargirl’ ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie e Sebastian Stan estampam BELÍSSIMO cartaz

A nova série do MCU para o Disney+, intitulada ‘Falcão e o Soldado Invernal’, estreia em breve na plataforma de streaming e recentemente ganhou um novo e belo cartaz conceitual, que traz o astros Anthony Mackie e Sebastian Stan em destaque.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

A estreia está marcada para 19 de março na Disney+.

Confira o trailer:

A série irá estrear no dia 19 de março, na Disney+, e foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | We Need to Talk About Cosby: Espetacular série documental expõe um dos maiores ícones de Hollywood

Assistido durante o Festival de Sundance 2022

Talvez essa seja a ferida aberta mais profunda em Hollywood, além de também ser aquela capaz de assombrar uma América inteira. Bill Cosby não fez parte da realidade dos brasileiros, mas é irrefutável dizer que sua trajetória nas telinhas ajudou a moldar o entretenimento televisivo que tanto eu como você amamos. Antes da sitcom familiar The Cosby Show, ele foi uma força indomável no stand-up, em uma época onde poucos comediantes negros possuíam destaque. E desde então, seu astronômico sucesso percorreu uma série animada familiar, um programa infantil educativo e, por fim, aquela que se tornaria uma das séries de comédia mais hilárias, amadas e – posteriormente – controversas dos Estados Unidos.

We Need to Talk About Cosby chega aqui como uma minissérie documental desconfortável e quase indelicada, por fazer aquilo que nenhuma outra produção até então teve a ousadia de fazer: Falar abertamente e sem medo de cancelamentos sobre como Bill Cosby continua sendo aquela figura que os americanos hoje odeiam amar. Conhecido nacionalmente como o Pai da América, ele viu sua condecoração realeza se despedaçar diante de uma avalanche de acusações de abuso sexual, que atravessavam as décadas. Enquanto o ator era a figura inspiradora que ensinava ao público lições maravilhosas – à medida em que também era um ginecologista e pai negro bem-sucedido e presente na vida dos seus filhos fictícios -. sua ideologia ilusória se confrontava com mais de 30 casos horrendos de estupro que envolviam o uso de drogas para dopar suas vitimas.

E W. Kamau Bell entrega uma minissérie documental poderosa, honesta, imersiva e pessoal. Narrando os quatro episódios, o cineasta entrega quatros horas completas sobre a tumultuada e controversa extensão de quem Cosby foi. Quase um assunto proibido em Hollywood e nas ruas norte-americanas, o artista aqui é dissecado em sua totalidade. Imparcial e justo, o diretor – de timbre forte, fala leve e quase despretensiosa – admite a mesma fraqueza que todo americano possui: A dificuldade de se distanciar da imaculada e cuidadosa imagem criada por Bill Cosby ao longo de quase 50 anos.

Mas ciente de seu dever como documentarista e como alguém que está em seu próprio processo terapêutico de conformação e cura, Kamau faz de We Need to Talk About Cosby uma sessão de terapia pública e amplamente franca. Usando seus próprios dilemas de ter sido inspirado pelo artista a vida inteira como combustível para criar uma produção espetacular e profunda, ele entrega uma rica e libertadora experiência, que serve de consolo para os milhões de fãs que ainda digladiam contra o dúbio sentimento de amar e odiar Cosby simultaneamente. Com uma coleta documental riquíssima e entrevistados corajosos – dispostos a falar o que realmente pensam -, a minissérie mostra o artista como um lobo e um cordeiro que dividiam a mesma pele.

Mas então…Seria Cosby um narcisista? Um psicopata que premeditou todo o mal e também o bem que fez aos Estados Unidos e à negritude americana? Ou seria ele um homem comum embriagado pela fama, pelo sucesso e pelo sentimento de impunidade que rege as celebridades? Essas são as perguntas que Kumau não consegue responder ao longo de seus quatro episódios. Mas para todos os fins, seu brilhante documentário é um acalento, que ensina o público a reconhecer e a estar em paz com seus conflitantes sentimentos em relação a essa tão controversa, horripilante e uma vez tão amada figura – que um dia ocupou não apenas o imaginário, como também a memória de uma América inteira.

Crítica | CAM – Suspense cibernético e sombrio como Black Mirror

Com uma ousada percepção do mundo cibernético e uma construção centrada na experiência da personagens Alice/Lola (Madeline Brewer), Cam (Cam) é um supreendente suspense que nos remete a alguns episódios do seriado inglês Black Mirror (2011-). A analogia é possível porque o filme, escrito por Isa Mazzei, aborda o trabalho de garotas se expondo na internet em busca de admiradores e contribuintes do seu show particular online, uma mistura de strip-tease e salas de bate-papo.

A concepção dessa ideia é boa graça às experiências reais da roteirista neste mundo virtual, onde cada ação é agraciada com alguns doláres de homens dispostos a investir neste entretenimento de apelo sexual. Acompanhamos desde o início a ambição de Lola em chegar entre as 50 primeiras no ranking da plataforma. Sua performace neste cenário é de fato a sua profissão, ela investe tempo, criatividade e mantém um planejamento temático de cada transmissão.

A organização da história dividia em mundo real e vitural soa bastante verídica em termos estéticos e na atuação de Madeline Brewer. Alice conserva sua vida virtual/profissional em segredo da sua mãe, além disso ela estipula regras para manter a sua personagem, conversa com os seus espectadores, tal como um atendimento especial ao cliente em busca de ganhar mais condecorações e subir no ranking.

Ao mesmo tempo que constroi-se um modo de vida rentável, ela danifica as suas relações sociais no mundo real. Suas amigas são outras meninas participantes da mesma plataforma, ou seja, a amizade faz parte da competição entre elas. Quando surge uma amiga antiga em cena, Alice não sabe como reagir e mente sobre sua vida profissional. Com mérito à atriz Madeline Brewer, a personagem é envolvente e audaciosa para sua pouca idade.

Com casa própria e luxos excessivos, bem distantes da realidade da mãe cabeleireira, Alice tem como principal objetivo conquistar o topo do ranking. Contudo, um obstáculo em forma de hacker surge no seu caminho. De repente, o perfil de Lola passa a fazer transmissões sem a sua presença e,  enquanto ela tenta recuperar o seu perfil, o seu alter ego começa a fazer mais sucesso e atingir sua vida real.

O suspense do filme é muito bem construído, pois Alice não desiste de recuperar o seu perfil e descobrir quem se passa por ela, tornando-se um jogo psicológico macabro. Cam consegue transmitir a angústia e a revolta da protagonista quando tem a sua identidade virtual roubada, sobretudo apresenta como a verdade pode ter diversas camadas a partir de diferentes perspectivas. Afinal de contas, todos os personagens do filme são suspeitos.

Para este dilema, Alice vai longe na loucura do mundo online, uma espécie de história de inteligencia artificial apresentada nos episódios de Black Mirror. A inspiração para o roteiro de Cam pode ter partido de um desses devaneios distópicos tão palpáveis que assustam e impressionam.

Os personagens masculinos Tinker (Patch Darragh) – um perseguidor obsessivo -, e Barney (Michael Dempsey) – um cafetão generoso, são ótimos na construção do público-alvo do produto que Lola representa na internet. Apesar de não se despir ou manter relações sexuais com os clientes, o imaginário coloca Alice em um patamar de prostituição na sociedade, mas o filme de Daniel Goldhaber persiste na reflexão mais aprofundada e carrega uma aura feminista em sua personagem independente e obstinada, apesar de totalmente seduzida pela vida virtual.

Em questão de apresentação técnica, Cam é simples entre a tela do computador e a reação da atriz. O grande trunfo deste suspense é o roteiro bem coordenado e surpreendente, estimulador de um pensamento crítico sobre os próximos passos da humanidade em relação à internet. Além disso, Cam deve sua ousada narrativa à interpretação fabulosa da jovem Madeline Brewer.

Lauren Cohan pode deixar ‘The Walking Dead’? Saiba como estão as negociações!

Alguns rumos de ‘The Walking Dead‘ não estão agradando aos fãs da série, que tem visto sua audiência cair drasticamente. Segundo o Deadline, a atriz Lauren Cohan poderia não voltar a interpretar a Maggie na 9ª temporada, que já foi confirmada e terá um novo showruner.

Agora, de acordo com novas informações do TV Line, Cohan está em negociações ativas com a AMC para estender o atual contrato para a temporada nove e mais. Aparentemente, ela não fez nenhuma indicação de que está planejando sair.

Presente desde a segunda temporada, a atriz pediu um aumento. Ela recebe significativamente menos que Andrew Lincoln e Norman Reedus, outros protagonistas da série, e gostaria de um salário que se aproximasse com o de seus colegas de elenco.

A série também está em falta com personagens femininas fortes, por isso, seria para o benefício da série manter Cohan. De qualquer forma, devemos esperar grandes mudanças com Angela Kang assumindo como produtora executiva.

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre AQUELA cena do último episódio

‘The Walking Dead‘ finalizou a primeira parte da oitava temporada com uma das mais mortes mais impactantes. Quem deixa a série desta vez é o personagem Carl.

O fatídico momento pode ser revisto, em um vídeo compartilhado por um fã da produção.

Confira:

A segunda parte da 8ª temporada retorna em 25 de Fevereiro no canal Fox.

SAIU! ‘Overlord’: Longa sobre zumbis na 2ª Guerra Mundial ganha primeiro trailer sinistro

O terror ‘Overlord’, nova produção da Bad Robot, de J.J. Abrams, teve seu primeiro trailer revelado. Assista:

Vale lembrar que o filme não será mais o quarto filme da série ‘Cloverfield’, segundo J.J. Abrams.

A Paramount Pictures confirmou a estreia para 9 de Novembro de 2018. Ainda não possui data para chegar ao Brasil.

Com direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams, a trama vai apresentar dois paraquedistas que são abatidos na região da Normandia em meio ao Dia D, enquanto tentam derrubar as redes de comunicação alemãs.

Em seguida, eles descobrem um experimento nazista que inclui horda de zumbis enfurecidos e aberrações genéticas, criadas para a construção de uma figura sobrenatural monstruosa.

Dica do fim de semana | Filmes pouco convencionais sobre o AMOR para o Dia dos Namorados

Esse fim de semana é marcado pelo Dia dos Namorados. E com grande parte do país enfrentando uma forte frente fria, o clima fica convidativo para comemorar a data em casa mesmo. Pensando nisso, o CinePOP escolheu cinco filmes pouco convencionais que falam sobre os vários tipos de amor e como podem surgir nas condições mais inusitadas. Confira!

Meu Eterno Talvez (Netflix)

Vamos abrir a matéria com uma comédia romântica da Netflix que é bem subversiva aos padrões estabelecidos por esse tipo de filme. A trama aborda dois amigos que infância que cresceram juntos e compartilharam alguns dos melhores momentos da vida. Porém, eles brigam na noite de formatura e seguem caminhos diferentes. 15 anos depois, a menina se tornou uma das Chefs mais respeitadas do mundo, enquanto o menino decidiu ficar em São Francisco e ajudar o pai no negócio de ar-condicionado da família. Então, uma amiga em comum faz com que os caminhos deles se cruzem novamente e agora a dupla vai ter que descobrir se um ainda tem espaço para se encaixar na vida do outro. É legal reparar como o elenco é bastante diverso, diferentemente do padrão branco das comédias românticas, e como a estrutura de poder aqui é mostrada de forma diferente. A pessoa bem sucedida da história é a mulher, não o homem. Da mesma forma, quem reacende o amor na vida é o rapaz e não a moça. Enfim, é uma comédia romântica muito divertida e fofa, que sabe mexer com o humor e o amor de forma bem atual.

O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas (Amazon Prime Video)

Pegando muita gente de surpresa, esse romance mistura ficção com fantasia para criar um amor inesperado e fofo. Filmes sobre loops temporais não são exatamente uma novidade no cinema, mas cada um tem sua particularidade e conquista o público a sua maneira.

Em O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas, um garoto está preso em um loop, vivendo o mesmo dia todos os dias, há algum tempo. Já acostumado com sua nova vida, ele explora cada canto da cidade diariamente, até que ele encontra uma garota que não segue o padrão das outras pessoas observadas por ele. Fascinado, o menino vai atrás dela e descobre que a menina estava presa no mesmo loop que ele. Então, ele tenta conhecer melhor ela, mas a garota faz de tudo para evitar, por medo de encerrar o loop e perder sua vida sem regras.

A forma como o relacionamento da dupla é desenvolvido e a virada na história são muito cativantes e provavelmente vão emocionar.

Um Cadáver Para Sobreviver (HBO Max)

Eu disse que a lista era sobre filmes pouco convencionais sobre amor, não disse? Pois bem, essa comédia dramática super estranha sobre um jovem que acaba em uma ilha deserta. Depois de um tempo, o mar traz um cadáver para a orla. Depois de um tempo, o rapaz vivo descobre que o corpo do falecido é pau pra toda obra.

Isso porque esse morto consegue se comunicar por meio de flatulências, tem ereções que funcionam como bússola e muitas outras habilidades escatológicas que vão ajudar o menino a sobreviver. Conforme ele vai descobrindo os “poderes” do morto, o rapaz começa a desenvolver uma relação inesperada.

No fim das contas, por mais estranho que pareça, esse filme é uma história fofa – a sua própria maneira – sobre o amor à vida, descobertas e relações humanas. Assim, não é um filme para ver em começo de namoro – com risco de ser taxado de esquisito -, mas é um conto muito criativo e sensível.

A Garota Ideal (Amazon Prime Video)

Assim como a dica anterior, esse filme é bem incomum. Famoso por essa imagem acima, que viralizou nas redes sociais, esse longa conta a história de Lars, um homem meio distante de tudo que sofre de fobia social. Ele é constantemente pressionado para se relacionar com alguém, até o dia em que se apaixona e surpreende a todos.

E a surpresa é enorme mesmo, já que o amor de Lars é uma boneca de plástico. A relação não é bem aceita, fazendo com que a família acredite que o rapaz está louco – e talvez esteja mesmo, mas tudo bem -, já que ele acredita que a boneca é uma pessoa real. No entanto, por recomendação médica, a família e as outras pessoas da cidade deixam de julgar o rapaz e “aceitam” que a namorada é de verdade. Nesse processo, o filme mostra tantas formas de amor e como esse amor influencia diretamente na vida das pessoas.

É um filme com jeitão de comédia – dada a excentricidade da história -, mas que se desenvolve para um drama fantástico de esquentar o coração.

Casal Improvável (Telecine)

Vamos encerrar a matéria da mesma forma que a iniciamos: com uma comédia romântica subversiva. Lançado em 2019, esse filme é praticamente o conto da Cinderela ambientado no século XXI.

A trama acompanha um jornalista frustrado e falido que é chamado por seu primeiro amor pra trabalhar com ela. No entanto, a menina – que foi sua babá na infância – cresceu e virou uma das políticas mais influentes dos EUA, além de ser a lindíssima Charlize Theron. Intimidado pelo poder do cargo e tentando se manter firme aos seus ideais, o rapaz viaja o mundo com ela para tentar emplacar uma campanha presidencial.

Diante de várias discordâncias, polêmicas dos bastidores políticos e muita nostalgia de quando os tempos eram mais simples, a dupla vai se conhecendo melhor e acabam formando um… Casal Improvável. Não tem jeito, é uma história muito boa é contada de forma hilária. Se não for a melhor, é uma das melhores comédias românticas dos últimos anos.

TUDO Que Você NÃO PODE Perder nos Streamings em Junho!

É isso gente, junho chegou! E com ele, o início do verão do hemisfério norte – o que significa, consequentemente, em um monte de estreias de peso tanto no cinema quanto nos streamings. Para te ajudar a se organizar, segue uma lista com tudo que há de imperdível estreando nos streamings esse mês. Salva este post!

The Boys – Prime Video

A aguardada terceira temporada da série dos heróis violentos finalmente começa a chegar à Prime Video nesta sexta-feira, 03/06, com os três primeiros episódios.

Love, Victor – StarPlus

Em 15 de junho a StarPlus disponibiliza a terceira temporada completa da vida de Victor, que dessa vez sairá em uma jornada de autodescoberta.

Only Murders in the Building – StarPlus

Se você curtiu a temporada da estreia, então prepare-se que no fim do mês, dia 28, a segunda parte dessa história de mistério será disponibilizada, e trará Steve Martin, Selena Gomez e Martin Short trabalhando incansavelmente para expor o misterioso assassino.

Ms. Marvel – DisneyPlus

Para os marvetes de plantão, a espera acabou! A minissérie focada em ‘Ms. Marvel’ chega à DisneyPlus na próxima quarta-feira, 08/06, com Iman Vellani no papel principal e classificação etária liberada para os mais jovens.

Maldivas – Netflix

Lááá no início da pandemia, após o fim do BBB, foi anunciada uma série que reuniria Bruna Marquezine e Manu Gavassi em muito luxo, moda e uma pitadinha de suspense. Bom, a primeira temporada finalmente chega no próximo dia 15, para a alegria da moçada.

The Umbrella Academy – Netflix

Depois de um lapso forçado devido à pandemia, a terceira temporada dos irmãos com poderes extraordinários volta à Netflix no dia 22/06, e eles terão que lidar com a Academia Sparrow, uma superequipe de uma linha do tempo alternativa.

Orgulho e Sedução – StarPlus

Filme de comédia romântica moderna que tem um olhar diversificado e multicultural do mundo queer. Chega dia 3 de junho na StarPlus.

Westworld – HBO Max

Foi muito tempo de espera, mas finalmente a quarta temporada chega à HBO Max no final do mês, dia 26 de junho, e traz Ariana DeBose como novidade no elenco.

Becoming Elizabeth – Starzplay

Novidade do mês, a nova série dramática da Starzplay aborda a adolescência pouco conhecida da jovem Elizabeth, antes de se tornar a Rainha Elizabeth I.

A Ponte – The Bridge Brasil – HBO Max

E se colocassem um grupo de famosos em um ambiente inóspito e que, para ganhar um prêmio, eles teriam que trabalhar juntos para construir uma ponte para alcançar esse prêmio? Assim é ‘A Ponte’, novo reality da HBO Max que chega dia 9 de junho na plataforma.

Sob Pressão – Globoplay

Uma das séries de maior sucesso no país finalmente alcança sua temporada final. Retratando o difícil cotidiano da saúde pública brasileira, a quinta temporada de ‘Sob Pressão’ chega com dois episódios inéditos na quinta-feira dia 2 de junho, e ainda traz Lázaro Ramos no elenco.

Meu Namorado Fake – Prime Video

Dylan Sprouse estrela essa comédia romântica sobre uma garota que decide criar um namorado falso na internet para manter seu ex longe, até que conhece o amor de sua vida e o namorado fake começa a atrapalhar sua vida. Filme disponível em 10 de junho.

O Verão Que Mudou Minha Vida – Prime Video

Série multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, a relação em constante evolução entre mães e filhos e o poder duradouro de uma forte amizade feminina. É uma história de amadurecimento sobre o primeiro amor, a primeira decepção e a magia daquele verão perfeito. Primeira temporada chega dia 17 de junho.

Chloe – Prime Video

 Becky se compara às vidas perfeitas no Instagram, sobretudo uma conta: a de Chloe. Becky observa obsessivamente sua vida aparentemente impecável através das mídias sociais. Mas quando Chloe morre de repente, a necessidade de Becky descobrir como e por que a leva a assumir uma nova identidade e planejar um encontro com a melhor amiga de Chloe, Livia, e se infiltrar no grupo de amigas unidas de Chloe. A série chega dia 24 na plataforma.

La Casa de Papel: Coreia – Netflix

Se você gostou da versão espanhola original do atraco ao Banco da Espanha, então prepare-se para a versão sul-coreana da história, cuja primeira temporada chega à Netflix dia 24 de junho.

Spiderhead – Netflix

Novo filme de ação com Chris Hemsworth na plataforma chega dia 17 de junho e conta a história de dois detentos sob o efeito de drogas psicoativas confrontando o passado em uma instituição supervisionada.

Amor & Gelato – Netflix

Baseado no livro homônimo, conta a história de uma jovem que vai passar o verão na Itália antes de ir para a faculdade e lá se apaixona pelo povo, pela cidade e por gelatos. O filme chega dia 22 de junho.

Baymax – DisneyPlus

O querido Baymax ganhou sua série própria e agora vai poder cuidar de todo mundo! A primeira temporada da série original chega na DisneyPlus em 29 de junho.

El Refugio – Starzplay

Em El Refugio, uma família vivencia as horas mais estranhas de suas vidas quando fenômenos inusitados começam a acontecer, causados por uma força da natureza completamente não identificada. A primeira temporada dessa série de ficção científica chega dia 23 de junho.

Ranking das temporadas de ‘Stranger Things’ – Da Pior à Melhor

A série sensação da Netflix acaba de retornar para sua terceira temporada, que promete encantar e divertir os fãs, mas também partir o coração de muitos. São três anos desde que encontramos Eleven, Will, Mike, Dustin, Lucas e companhia pela primeira vez. Neste meio tempo, nos deparamos com muita nostalgia dos anos 80 e com uma trama focada na aventura e na amizade entre as crianças.

Criada pelos irmãos Ross Duffer e Matt Duffer, Stranger Things é uma das maiores séries da atualidade. Em três anos de existência, recebeu nada menos que 31 indicações ao Emmy e quatro indicações ao Globo de Ouro, sem contar o prêmio de Melhor Elenco no SAG Awards. Como a Netflix não divulga regularmente os números de audiência, não dá para se ter uma dimensão exata do sucesso da série, mas está bem claro que estamos diante de um fenômeno da cultura pop.

Inspirada livremente nos universos de Steven Spielberg, John Carpenter, Stephen King, dentre outros grandes nomes, a série entregou, até aqui, três boas temporadas, embora seja possível reconhecer alguns problemas aqui acolá, além de altos e baixos. Pensando nisso, o CinePOP decidiu fazer um ranking das temporadas até o momento, da pior à melhor.

Confira como ficou a nossa ordem. E não deixe de mandar a sua através dos comentários. Aproveite ainda para conferir a nossa crítica em vídeo da atual temporada de Stranger Things.

 

03 – Segunda Temporada (2017)

Não é como se a segunda temporada de Stranger Things fosse uma completa perda de tempo. Temos coisas bem legais e a introdução de personagens pra lá de cativantes. Mas é impossível não reconhecer que foi a temporada mais problemática até aqui, com direito ao famoso sétimo episódio, completamente dispensável e desinteressante, que até hoje é criticado pelos fãs.

 

Pontos positivos:

O desenvolvimento do Steve e sua amizade com Dustin; a introdução de novos personagens como Max, Erica e Bob (#RIPBob); a manutenção do clima nostálgico e referencial; e momentos delicados, seja na relação entre Eleven e Hopper, seja entre as crianças, como no belo baile que fecha a temporada.

Pontos negativos:

O sétimo episódio (o que foi aquilo?) e a tentativa frustrada de fazer algo meio X-Men; o mau desenvolvimento de Billy, que surge como uma espécie de vilão, mas que é sempre raso e desinteressante; a sensação de estarmos diante de uma “temporada-ponte”, cuja única função é traçar o caminho para o que vem a seguir, sem oferecer algo realmente muito especial.

 

02 – Primeira Temporada (2016)

Não foi fácil tomar a decisão de colocar a temporada inicial na segunda colocação do nosso ranking, afinal foi a responsável por introduzir personagens maravilhosos e um universo realmente fascinante. Não foi por acaso que Stranger Things se tornou um fenômeno cultural e boa parte das razões estão presentes no primeiro ano da produção.

 

Pontos positivos:

Clima de nostalgia e ótimo aproveitamento da relação afetiva das pessoas com os anos 80; elenco infantil carismático selecionado com precisão; elenco de apoio talentoso, com direito a retomada da carreira de Winona Ryder; roteiro envolvente que mescla aventura e ficção científica, e remete aos clássicos dos anos 80, como Conta Comigo, Goonies, ET e companhia; trilha sonora e direção de arte primorosas.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; abordagem bizarra do Jonathan no início, especialmente em seu momento stalker escondido tirando fotos de Nancy; exagera um pouco no número de referências e easter eggs.

 

01 – Terceira Temporada (2019)

Apesar de derrapadas no segundo ano, nos parece claro que o tempo fez muito bem à Stranger Things. A série está cada vez mais madura, sem perder na inocência e no clima de nostalgia. Conseguiu manter a dinâmica aventura/ficção científica e ainda pôde acrescentar novos elementos, como a intriga política entre Estados Unidos e União Soviética – algo clássico dos filmes dos anos 80. A evolução dos personagens também é notória e a divisão por grupos funciona, principalmente por causa do surgimento de um novo quarteto maravilhoso.

 

Pontos positivos:

Boa construção do suspense; ótima relação entre Max e Eleven, que deixa para trás o clima de competitividade da segunda temporada; introdução da Robin; dinâmica perfeita no núcleo Dustin-Steve-Robin-Erica; melhor desenvolvimento de Billy; clima de filmes de espionagem dos anos 80; final cativante de partir o coração; cliffhanger instigante para a quarta temporada.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; dinâmica entre Joyce e Hopper parece exagerada, embora com bons momentos; Billy segue prejudicado por uma atuação acima do tom de Dacre Montgomery, por mais que o personagem ganhe novas camadas; trilha sonora excessiva.

‘Matrix 4’ ganha título de produção; Saiba qual é!

‘Matrix 4’ foi confirmado recentemente pela Warner Bros. e o aguardado longa já ganhou seu título de produção: de acordo com o site Production Weekly, o filme será rodado sob o nome de ‘Ice Cream’ (‘Sorvete’).

Lana Wachowski retorna como produtora e diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss vão estrelar o longa, reprisando seus papéis como Neo e Trinity, respectivamente.

Os três filmes anteriores da franquia – “Matrix” (1999), “Matrix Reloaded” (2003), “Matrix Revolutions” (2003) – arrecadaram mais de 1.6 bilhão de dólares na bilheteria mundial e todos estiveram no top-10 de filmes nos Estados Unidos em seus respectivos anos de lançamento. “Matrix Revolutions” ainda foi o primeiro filme a ser lançado simultaneamente nos principais países no mesmo horário no mundo.

Os artistas conceituais que trabalharam na trilogia original, Geofrey Darrow e Steve Skroce, retornam para a respectiva função, sendo os responsáveis por desenvolver o design da produção.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero de ação”, afirmou.

O ator tem uma exigência:

“Temos que criar uma história para fazer jus àqueles filmes. Será estranho voltar, mas porque não? As pessoas morrem, as histórias não”, concluiu.

‘The High Note’: Dakota Johnson e Tracee Ellis Ross no primeiro trailer da comédia

A comédia musical ‘The High Note‘, estrelada por Dakota Johnson e Tracee Ellis Ross, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A produção se passa no deslumbrante cenário musical de Los Angeles e acompanha Grace Davis (Tracee Ellis Ross), uma talentosa estrela cujo ego atingiu níveis astronômicos. Maggie (Dakota Johnson) é sua assistente e além de ter que lidar com as oscilações no temperamento da sua chefe, acaba sendo sempre submetida a uma enorme pressão em seu trabalho. Ainda assim, ela não vai desistir do sonho de se tornar uma produtora musical. E quando o empresário de Grace (Ice Cube) apresenta a ela uma escolha que pode alterar o rumo da sua carreira, Maggie vai se unir à sua chefe para arquitetar um plano que pode mudar suas vidas de forma grandiosa.

The High Note‘ é dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Flora Greeson. O elenco da produção ainda conta com Kelvin Harrison Jr. e Zoë Chao.

O longa é produzido pela Focus Features e chega aos cinemas norte-americanos em 08 de maio de 2020.

 

 

‘Greenland’: Filme de desastre com Gerard Butler tem estreia adiada nos Estados Unidos

Segundo o Collider, o novo filme de desastre estrelado por Gerard Butler‘Greenland’, teve estreia adiada nos Estados Unidos.

Anteriormente previsto para chegar aos cinemas em 14 de agosto, o longa agora será lançado no dia 25 de setembro. Entretanto, a obra estreia alguns dias antes no mercado internacional – incluindo Bélgica, França e Escandinávia.

No Brasil, ‘Greenland’ segue sem previsão de lançamento.

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Na trama, uma família luta para sobreviver diante de um desastre natural cataclísmico.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

‘Uma Invenção de Natal’: Ouça a versão em português da canção “Not The Only One”

Para promover o aclamado musical natalino ‘Uma Invenção de Natal’, a Netflix Brasil divulgou a versão em português da adorável canção “Not The Only One”.

Confira:

Ambientado na cidade de Cobbleton, o filme acompanha o lendário fabricante de brinquedos Jeronicus Jangle (Forest Whitaker), cujas engenhosas invenções deixam todos maravilhados. Mas quando um aprendiz (Keegan-Michael Key) rouba sua mais incrível criação, sua neta igualmente brilhante e criativa (Madalen Mills) une forças com um brinquedo há muito esquecido para curar velhas feridas e despertar a magia.

Escrito e dirigido por David E. Talbert, o longa conta com canções originais de John Legend, Philip Lawrence e Davy Nathan.