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Diretores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ vão fazer novo remake de ‘Poltergeist’

De acordo com o Deadline, a MGM deu carta branca para os diretores Joe & Anthony Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita‘) comandarem qualquer filme em seu catálogo, e a dupla teria escolhido realizar um novo remake de ‘Poltergeist‘.

Novas informações devem sair em breve.

Vale lembrar que ‘Poltergeist‘ já ganhou um remake em 2015. Apesar de ser sido um sucesso moderado – arrecadou US$ 95.4 milhões mundialmente –, o longa foi massacrado pelos críticos e teve uma recepção morna do público, o que inviabilizou a continuidade de uma possível franquia.

O primeiro longa, lançado em 1982, rendeu duas sequências, que tiveram um desempenho decepcionante entre os espectadores e os críticos em comparação ao original.

Os Filmes e Séries que Estreiam na Netflix em JUNHO de 2021

O mês de JUNHO está se aproximando e a Netflix já está preparando uma nova e caprichada leva de estreias para este período.

O principal destaque é a série de fantasia ‘Sweet Tooth‘, produzida por Robert Downey Jr. e Susan Downey.

Temos novidades para aqueles que gostam de maratonar as séries do catálogo, como a 2ª parte de ‘Lupin‘, três minisséries focadas nos personagens que saíram de ‘Elite‘ – além da 4ª temporada, é claro -, e a segunda temporada da série de terror ‘Black Summer‘.

Pega seu caderninho e marque suas séries e filmes preferidos na agenda:

SÉRIES

Sweet Tooth (4/6/2021)

Em um mundo pós-apocalíptico, um adorável menino metade humano, metade cervo busca recomeçar a vida com a proteção de um homem solitário que se torna seu amigo. Produção executiva de Robert Downey Jr. e Susan Downey.

Feel Good: Temporada 2 (4/6/2021)

Tentando se reconectar com George e consigo mesma depois da recaída, Mae percebe que a única opção para conseguir avançar é encarar o passado. Estrelando Mae Martin e Lisa Kudrow.

Três Metros Acima do Céu: Temporada 2 (3/6/2021)

Mais um ano, mais um verão. Os relacionamentos mudaram, mas essa turma de amigos vai descobrir que algumas atrações são impossíveis de resistir.

Os Mestres da Fritura  (9/6/2021)

Louco por comida e sempre em busca de diversão, o crítico Daym Drops vai atrás das melhores frituras dos Estados Unidos.

Lupin: Parte 2 (11/6/2021)

Perseguido por Hubert e seus capangas, Assane tenta encontrar Raoul e recebe uma ajuda inesperada para conseguir desmascarar o vilão. Estrelando Omar Sy.

Amor, Casamento e Divórcio: Temporada 2  (12/6/2021)

Na nova temporada, mais segredos, reviravoltas e surpresas ameaçam os casamentos de três mulheres que trabalham em um programa de rádio.

Elite Histórias Breves: Guzmán Caye Rebe  (14/6/2021)

Uma de três minisséries ambientadas no verão antes da volta às aulas em Las Encinas, na Espanha.

Supermães: Temporada 5 (15/6/2021)

Na quinta temporada desta comédia, quatro mães tentam equilibrar separação, namoro, trabalho e a criação dos filhos.

Elite Histórias Breves: Nadia Guzmán (15/6/2021)   

Uma de três minisséries ambientadas no verão antes da volta às aulas em Las Encinas, na Espanha.

Elite Histórias Breves: Omar Ander Alexis (16/6/2021) 

Já em remissão, Ander decide passar o verão ajudando Alexis em sua quimioterapia.

Elite Histórias Breves: Carla Samuel  (17/6/2021) 

Uma de três minisséries ambientadas no verão antes da volta às aulas em Las Encinas, na Espanha.

Katla (17/6/2021)

Um ano após a erupção de um vulcão subglacial, elementos misteriosos da pré-história emergem das geleiras derretidas. Prepare-se para consequências inacreditáveis nesta série da Islândia!

Black Summer: Temporada 2 (17/6/2021)

Chega o inverno durante o apocalipse zumbi, trazendo novos desafios sangrentos e batalhas desesperadas.

O Segredo do Templo: Temporada 3  (17/6/2021)

Em busca de Aden, Atiye passa por um dilema angustiante, enfrentando forças sombrias que tentam controlar os poderes cósmicos da filha para provocar destruição.

Aluga-se um Paraíso  (18/6/2021)

Conheça os melhores lugares para ficar e dicas de viagem incríveis, tanto para quem gosta de ostentar quanto para quem quer economizar.

Elite: Temporada 4 (18/6/2021) 

Um diretor exigente e quatro alunos novos chegam à escola. Prepare-se para confusões amorosas, boatos escandalosos e mais um mistério.

Apesar de Tudo, Amor (19/6/2021)

Ela não acredita no amor, mas quer um relacionamento. Ele é um conquistador que acha que namorar é muito chato. Será que esses dois vão chegar a um acordo?

Brincando com Fogo: Temporada 2 (23/6/2021)

A nova temporada traz mais um grupo de pessoas solteiras em um paraíso para ver quem consegue abrir mão do sexo em troca do prêmio de 100 mil dólares.

O Diretor Nu: Temporada 2  (24/6/2021)

Conhecido como “imperador do pornô”, Toru Muranishi quer chegar ainda mais longe, mas essa ambição toda pode acabar acelerando a queda do diretor.

The A List: Temporada 2 (25/6/2021)

Os laços de amizade e a coragem de um grupo de adolescentes são postos à prova em uma ilha misteriosa onde os mortos nunca morrem.

Sex/Life (25/6/2021)

Mãe de dois filhos, Billie (Sarah Shahi) embarca em lembranças e fantasias que põem a vida de casada em rota de colisão com seu passado de solteira. Com Adam Demos, Margaret Odette e Mike Vogel.

Raio Negro: Temporada 4 (29/6/2021)

Culpado, Jefferson jura deixar de ser herói. Mas as novas ameaças em Freeland acabam levando a família Pierce de volta à batalha.

 

FILMES

Carnaval (2/6/2021)

Depois de terminar o namoro, uma influenciadora viaja com as amigas para o Carnaval da Bahia e descobre que a vida real é muito mais vibrante do que imaginava. Estrelando Giovana Cordeiro, GKay, Samya Pascotto, Bruna Inocencio, Micael Borges, Flavia Pavanelli.

Infiltrado na Klan (3/6/2021)

Neste filme de Spike Lee, o primeiro detetive negro da Polícia de Colorado Springs se une a um colega judeu para se infiltrar em um grupo de supremacistas brancos.

O Orfanato  (3/6/2021)

O filho de um casal começa a exibir comportamento perturbador logo depois que a família reforma e se muda para um antigo orfanato.

Pretty Guardian Sailor Moon Eternal: O Filme Parte 1 / Parte 2 (3/6/202)

Uma força sombria domina a Terra depois de um eclipse solar, e as Sailors precisam se reunir para recuperar a luz.

Xtremo (4/6/2021)

Neste eletrizante suspense espanhol, um matador de aluguel aposentado conta com a ajuda da irmã e de um adolescente para executar um plano de vingança.

A Vigilante (5/6/2021)

Após sobreviver à violência doméstica do marido e aprender a lutar, ela quer se vingar e proteger outras vítimas, custe o que custar. Com Olivia Wilde, Morgan Spector e Tonye Patano.

Minha Mãe é Uma Peça (7/6/2021)

Dona Hermínia (Paulo Gustavo) sempre cuidou dos filhos, mas eles cresceram e só fazem confrontá-la. Sem trabalho nem companheiro, ela desabafa com a tia idosa.

Awake (9/6/2021)

Após um incidente global que impede a humanidade de dormir, uma ex-militar luta para salvar a família, enfrentando o caos na sociedade e na própria mente. Com Gina Rodriguez e Shamier Anderson.

Selva Trágica (9/6/2021)

Para escapar de um casamento arranjado, uma mulher foge para as profundezas da selva Maia, onde a natureza selvagem une o mundo humano ao sobrenatural.

Uma Skatista Radical (11/6/2021)

Na zona rural da Índia, uma adolescente descobre a paixão pelo skate e percorre um difícil caminho para realizar o sonho de competir.

Bumblebee (13/6/2021)

Em 1987, para escapar dos Decepticons, Bumblebee se esconde na Terra. Mas, após fazer amizade com uma adolescente, seus inimigos voltam a persegui-lo.

Capitão Phillips (15/6/2021)

Quatro piratas somalianos sequestram um navio-cargueiro e mantêm o capitão como refém, gerando um confronto explosivo com a marinha americana. Estrelado por Tom Hanks.

Meu Primeiro Amor (15/6/2021)

Este divertido e comovente filme narra um marcante verão na vida da precoce Vada (Anna Chlumsky), de 11 anos, e de seu melhor amigo Thomas J (Macaulay Culkin).

Cidade de Gelo (16/6/2021)

Na gelada São Petersburgo, na Rússia, um ladrãozinho barato conquista o coração da filha de um aristocrata, mas esse romance não vai ser nada fácil.

Paternidade (18/6/2021)

Após a morte repentina da esposa, um pai (Kevin Hart) encara o trabalho mais difícil do mundo: a paternidade. Baseado em uma história real de luto e amor.

A Casa das Flores: O Filme (23/6/2021)

Os irmãos De La Mora criam um plano para entrar na antiga casa da família e recuperar um importante tesouro escondido.

America: The Motion Picture (30/6/2021)

Armado com uma motosserra, George Washington se une ao beberrão Sam Adams para derrotar os ingleses numa grande zoeira com a Revolução Americana. Estrelando Channing Tatum.

Jumanji  (30/6/2021)

Quando dois irmãos descobrem um jogo de tabuleiro que é um portal para um mundo mágico, encontram um homem que está preso no jogo há anos. Estrelando Robin Williams.

Do que os Homens Gostam  (30/6/2021)

Uma agente esportiva descobre que consegue ouvir os pensamentos dos homens e usa a habilidade para vencer numa empresa dominada por eles. Estrelando Taraji P. Henson.

 

DOCUMENTÁRIOS E ESPECIAIS

Headspace – Guia para Relaxar (15/6/2021)

A parceria com a Headspace Studios traz meditações, exercícios de relaxamento e histórias para dormir.

Cidade dos Pinguins  (16/6/2021)

Em uma pitoresca cidade da África do Sul, um eclético grupo de pinguins em perigo de extinção se reúne para acasalar, formar famílias e se enturmar.

Sophie: Assassinato em West Cork (30/6/2021)

Esta série sobre crimes reais é baseada no assassinato da francesa Sophie Toscan du Plantier, encontrada morta perto da casa onde passava férias.

Para os Felinos que Amamos (5/6/2021)

Documentaristas registram o dia a dia, as rotinas e as aventuras de um grupo de gatos, dos mais fofinhos aos mais curiosos.

Irmãs Sheppard: Das Ruas ao Pódio  (24/6/2021)

Três irmãs que moram nas ruas do Brooklyn, nos Estados Unidos, tentam encontrar seu lugar no mundo enfrentando as circunstâncias em busca de esperança e um futuro melhor.

Neojibá – Música que Transforma (1/6/2021)

O documentário traz a trajetória dos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, um bem-sucedido projeto de inclusão social.

Três estranhos idênticos (28/6/2021)

Três adolescentes se encontram por acaso e descobrem que são trigêmeos separados no nascimento. Eles adoram a notícia, até a verdade vir à tona.

Buracos Negros: No Limite do Conhecimento (1/6/2021)

Acompanhe a jornada de cientistas para entender e capturar a primeira imagem de um buraco negro e explorar os limites do conhecimento do universo.

Elas na Ciência (13/6/2021)

Este documentário provocador acompanha três cientistas mulheres em sua luta por respeito em um ambiente marcado pela desigualdade de gênero.

Elvis Presley: The Searcher (1/6/2021)

Esta série documental traz imagens de arquivo e entrevistas para lançar nova luz sobre as paixões, a vida e a dor da lenda Elvis Presley.

 

CRIANÇAS E FAMÍLIA

Cidade Cirandinha: Temporada 2 (15/6/2021)

Guida e Brasa estão de volta em novas aventuras musicais divertidas com seus coleguinhas, sempre usando a criatividade e o trabalho em equipe para resolver problemas.

Super Monstros: Contos de Monstros (1/6/2021)

De Cachinhos Dourados a João e Maria, os Super Monstros reinventam seus contos de fadas preferidos com um toque mágico e musical!

Din e o Dragão Genial (11/6/2021)

Tentando reencontrar sua amiga da infância, o adolescente Din conhece um charmoso dragão que concede desejos e ensina a magia das possibilidades.

Luccas Neto: 2 Babás Muito Esquisitas (21/6/2021)

Luccas e Gi ficam sozinhos em casa com duas babás bem esquisitas. Quando elas revelam um plano maligno, os dois terão que criar armadilhas para salvar um diamante escondido por seus pais, agentes secretos.

CoComelon: A Sunny Day for Play (1/6/2021)

A criançada vai aprender letras, números, sons de animais e muito mais nesta série cheia de canções infantis e diversão para toda a família.

 

ANIME

Godzilla Ponto Singular (24/6/2021)

Unidos por uma música misteriosa, uma estudante e um engenheiro lideram a luta contra uma força incrível que pode destruir o mundo.

Record of Ragnarok (Em Breve)

Para ajudar os deuses a decidir o destino da humanidade, uma valquíria solitária propõe uma batalha final de 13 deuses contra 13 campeões mortais. Série baseada no mangá homônimo.

The Seven Deadly Sins: Dragon’s Judgement (28/6/2021)

Meliodas absorve os mandamentos para se tornar Rei dos Demônios e salvar Elizabeth. Enquanto isso, Ban vai ao purgatório para salvar a alma do capitão.

Com mais de US$ 1 BILHÃO, ‘Homem-Aranha 3’ passa filme chinês como a MAIOR bilheteria de 2021

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ é oficialmente a maior bilheteria de 2021.

Em um ano em que a bilheteria não voltou totalmente ao normal devido à pandemia, o filme conseguiu quebrar recordes que existiam antes do COVID-19.

A parceria entre a Sony e a Marvel proporcionou a terceira maior estreia dos EUA na história do cinema, além de ser o 5º filme a conquistar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias sem ter estreado na China, um feito incrivelmente impressionante na era pandêmica.

O filme soma US$ 467,3 milhões nos EUA e US$ 587,1 milhões no mercado internacional, totalizando US$ 1,05 bilhão mundialmente.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ também ultrapassou o blockbuster chinês ‘A Batalha do Lago Changjin‘ e se tornou o maior sucesso de bilheteria global de todo o ano.

A Batalha do Lago Changjin‘, que foi o filme mais caro já produzido na China, arrecadou mais de US$ 902 milhões nas bilheterias

Sem Volta Para Casa‘ também foi o primeiro filme a atravessar a marca do bilhão de dólares desde Star Wars: A Ascensão de Skywalker‘ (US$ 1,073 bilhão) em Dezembro 2019.

É o 49º filme a ultrapassar US$ 1 bilhão em todo o mundo em receitas globais não ajustadas, mas é apenas o 5º a fazê-lo sem a China.

Sem previsão de estreia na China, ele está na lista de filmes que conquistaram o bilhão sem ter sido lançado por lá, como ‘Piratas do Caribe: Baú da Morte‘ (US $ 1,066 bilhão em 2006), ‘O Cavaleiro das Trevas‘ (US $ 1,004 bilhão em 2008), ‘Alice no País das Maravilhas‘ (US $ 1,025 bilhão em 2010) e ‘Coringa‘ (US $ 1,073 bilhões em 2019).

O filme também ultrapassou ‘Jumanji – Bem-Vindo à Selva‘ (US$ 404 milhões) como a maior bilheteria da HISTÓRIA da Sony Pictures.

Assista nossa crítica do filme:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

BOMBA! ‘Mulher-Maravilha 3’, com Gal Gadot, é CANCELADO

Segundo o The Hollywood Reporter, ‘Mulher-Maravilha 3‘ não está avançando e foi considerado CANCELADO. O filme havia sido roteirizado e seria dirigido por Patty Jenkins, com retorno de Gal Gadot.

James Gunn e Peter Safran estão reestruturando a DC e devem se encontrar na próxima semana com David Zaslav, o CEO da Warner Bros. Discovery, para reformular radicalmente o calendário de estreias do estúdio.

Fontes do THR dizem que Jenkins apresentou recentemente seu roteiro, co-escrito com Geoff Johns, e que Gunn e Safran deram a notícia a cineasta, dizendo a ela que o projeto – como estava – não se encaixava nos novos planos do estúdio.

Jenkins dirigiu e co-escreveu os dois filmes anteriores, estrelados por Gal Gadot e lançados em 2017 e 2020.

Gadot, segundo fontes, estava a caminho de um pagamento de US$ 20 milhões para ‘Mulher-Maravilha 3‘, enquanto Jenkins teria recebido US$ 12 milhões.

Mais novidades serão divulgadas em breve.

 

‘Sly’: Documentário sobre a vida de Sylvester Stallone estreia na Netflix

Após o grande sucesso do documentário ‘Arnold‘ sobre Arnold Schwarzenegger, a Netflix agora lança outro documentário emocionante sobre um icônico astro de ação: ‘Sly‘, que contará a história de vida de Sylvester Stallone.

Assista ao trailer:

O filme promete revelar detalhes fascinantes sobre a jornada do ator como um verdadeiro “azarão” e como essa experiência influenciou a criação de alguns de seus personagens mais memoráveis.

O documentário é dirigido por Thom Zimny e produzido por Sean Stuart.

Lembrando que Sylvester Stallone estrela a série ‘Tulsa King‘, do Paramount+.

‘Deadpool e Wolverine’ passa ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ e se torna a 11ª MAIOR bilheteria da Marvel

Deadpool & Wolverine já se estabeleceu como um marco no cinema, superando uma série de recordes desde o seu lançamento. O longa, que marca o retorno de Ryan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, já arrecadou impressionantes US$ 516,8 milhões em bilheteira mundial e US$ 568,8 milhões apenas na estreia nos EUA.

Com US$ 1,085 bilhão mundialmente, o filme ultrapassou ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ como a 11ª maior bilheteria da Marvel.

Confira o Top 12:

1. Vingadores: Ultimato – US$ 2.748.242.781
2. Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2.048.359.754
3. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – US$ 1.908.532.719
4. Os Vingadores – US$ 1.515.100.211
5. Vingadores: Era de Ultron – US$ 1.395.316.979
6. Pantera Negra – US$ 1.334.157.082
7. Homem de Ferro 3 – US$ 1.215.392.272
8. Capitão América: Guerra Civil – US$ 1.151.899.586
9. Homem-Aranha: Longe de Casa – US$ 1.132.937.929
10. Capitã Marvel – US$ 1.129.576.094
11. Deadpool e Wolverine – US$ 1.085.616.895
12. Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$ 952.224.986

O longa já arrecadou impressionantes US$ 1,085 bilhão  e desbancou o sucesso de ‘Coringa’, que havia arrecadado US$ 1,074 bilhão em 2019.

É importante destacar queDeadpool e Wolverine alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.

Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.

Aqui estão todos os outros recordes que o filme já bateu:

  • Maior bilheteria da história para um filme para maiores, desbancando ‘Coringa’ (US$ 1,074 bilhão em 2019)
  • Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
  • Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: SuperouDeadpool (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou Deadpool (2016), com US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Shawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões. 

Assista nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Mais ‘O Senhor dos Anéis’! ‘A Caçada por Gollum’ pode abrir portas para OUTRA adaptação do universo de Tolkien

‘A Caçada por Gollum’, o longa será comandado por Andy Serkis. Peter Jackson, diretor da trilogia original e da pré-sequência ‘O Hobbit’, retornará como produtor ao lado de Fran WalshPhilippa Boyens, e estará envolvido em todas etapas do projeto.

Apesar de detalhes mais objetivos não terem sido revelados, o longa-metragem também trará Serkis de volta como o icônico personagem titular – e rumores indicam que Ian McKellen pode retornar como Gandalf. Isso indica que a mais nova adição à franquia fantástica existirá dentro de adaptações já feitas, podendo, inclusive, abrir portas para outras produções.

Em outras palavras, é possível que a estrutura de ‘A Caçada por Gollum’ seja utilizada para adaptar um importante evento dos romances de J.R.R. Tolkien que não estiveram presentes na trilogia comandada por Jackson: o Expurgo do Condado.

Para aqueles não familiarizados, o evento em questão faz parte da Terceira Era da Terra-média e narra o momento em que o Condado é invadido por Saruman e seus asseclas. Frodo e seus amigos, dessa forma, são forçados a reclamar as próprias terras após a derrota de Saruman, marcando o confronto final nos livros.

Jackson já havia comentado anteriormente que não adaptou o Expurgo em questão por representar uma sequência anticlimática dentro do épico ‘O Retorno do Rei’ (o último capítulo da trilogia original). Além disso, a batalha deixaria o filme com duração ainda maior. Porém, considerando que ‘A Caçada por Gollum’ irá explorar eventos ainda não vistos no cinema, é possível que uma versão do Expurgo seja adaptada ou como parte da narrativa ou como um projeto solo.

Lembrando que o novo filme chegará aos cinemas apenas em 2027.

10 Filmes POLÊMICOS disponíveis pelos streamings!

Entre histórias reais e outras criadas por roteiristas de todo o planeta, de vez em quando nos deparamos com filmes que apresentam polêmicas em seus pontos reflexivos. Visualmente intensos, as vezes delicadas citações, há várias formas de fazer chegar a mensagem ao público. Pensando em alguns filmes que possuem algumas dessas questões, segue abaixo 10 filmes polêmicos disponíveis pelos streamings!

 

Ícaro

Vencedor do primeiro prêmio conquistado por uma produção da Netflix no Oscar, o excelente documentário Ícaro traz à tona um caso que afeta de maneira geral a integridade de órgãos de proteção ao doping pelo mundo. Dirigido pelo ciclista amador Bryan Fogel, o projeto é um grande experimento sobre o uso de substâncias proibidas em grandes eventos esportivos, principalmente, o maior de todos eles, as olimpíadas.

 

Maria Madalena

Uma das figuras bíblicas mais misteriosas de todos os tempos é apresentada ao público dentro de uma forte narrativa, com argumentos bem embasados, delicadas e bem produzidas cenas, com legendas de explicações antes e no final da projeção, batendo o martelo para mais uma versão sobre Maria Madalena. A responsabilidade da direção fica a cargo do cineasta australiano Garth Davis (do melodramático Lion: Uma Jornada Para Casa) que impõe sua direção e ritmo elevando sequências de emoções mas caindo de repente com momentos de grande sonolência. No papel principal, a jovem mas experiente Rooney Mara, em um papel muito diferente da Lisbeth Salander de David Fincher. Disponível na Apple Tv para aluguel.

 

O Caso Richard Jewell

O poder das palavras vs o poder da ingenuidade. Lançado no Brasil na primeira cine semana de 2020, O Caso Richard Jewell traz à tona um famoso caso de grande repercussão nos Estados Unidos na década de 90 que envolveu terrorismo, a força da mídia, e um homem inocente que foi tratado como culpado. Dirigido pela lenda Clint Eastwood, o filme conta com ótimas atuações (inclusive uma indicação ao Oscar para Kathy Bates na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante) e algumas polêmicas após seu lançamento por conta de uma contestação de veracidade de familiares da jornalista responsável pela exposição de Richard Jewell na lista de suspeitos. Disponível no Telecine.

 

Borat: Fita de Cinema Seguinte

As entrelinhas simbólicas da provocação. Como impactar novamente 14 anos depois? Voltando às telas (dessa vez direto no Streaming da Amazon Prime Video) e estrategicamente lançado pouco antes das eleições presidenciais norte-americanas, Borat: Fita de Cinema Seguinte não surpreende tanto quanto em outros tempos mas a fórmula do humor provocativo, escrachado, está afiada, cheia de linhas tênues que mostra ao espectador a péssima piada que é uma parte do nosso mundo. O ator britânico Sacha Baron Cohen, criador do famoso personagem, volta como o repórter cazaque fictício Borat Sagdiyev.

 

Ninfomaníaca – Vol 01 e 02

O que seria da vida sem o prazer? Após um corte seco entre os dois volumes, chegou aos cinemas brasileiros pouco tempo depois a parte final da saga ninfomaníaca de Lars Von Trier. No segundo volume, tão polêmico quanto a primeira parte, se torna aos poucos uma viagem culta nas analogias de citações católicas e figuras ligadas de alguma forma à igreja, a arte e a mitologia. Assuntos polêmicos e interpretações esquisitas para alguns assuntos de senso comum contornarão esses filmes que merece ser conferido por qualquer amante da sétima arte. Disponível na Netflix.

 

Miss Violence

O famoso Carl Gustav Jung dizia: “O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o”. Será, Jung? E vem da Grécia, um dos filmes mais chocantes dos últimos anos, Miss Violence. Vencedor de alguns prêmios no Festival de Veneza, a história impactante dirigida por Alexandros Avranas (que também assina o roteiro) fala sobre a violência absurda embutida em uma família grega de classe média cheia de regras e punições. Esse é um daqueles trabalhos que deixarão o público assustado. Disponível no Looke.

 

Fome de Poder

Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição. Um dos filmes mais polêmicos do ano de 2017, Fome de Poder, explora a história da criação de uma das marcas mais famosas do mundo, o Mc Donald’s. Dirigido pelo bom cineasta texano John Lee Hancock (Um Sonho Possível), o filme apresenta argumentos sólidos, mostrando todo o início da empresa pelos olhos do ambicioso Ray Kroc. Na condução do protagonista, Michael Keaton usa e abusa de sua experiência para conseguir empatia com o público. Disponível na HBO Max.

 

Bingo – O Rei das Manhãs

Inspirado no período da vida de Arlindo Barreto onde ele interpretava o famoso palhaço Bozo na televisão, Bingo – O Rei das Manhãs, indicado do Brasil ao Oscar de Melhor filme estrangeiro em 2018 e primeiro trabalho como diretor de Daniel Rezende – vencedor do Bafta de melhor edição e indicado ao Oscar na mesma categoria, ambos por seu trabalho no inesquecível Cidade de Deus –  é um projeto marcante, mesmo com altos e baixos, onde vemos um destaque para o relacionamento conturbado entre pai e filho e uma envolvente trama que tenta colocar luz aos mistérios de uma figura emblemática de décadas atrás da televisão brasileira. No papel principal, Vladimir Brichta encontra finalmente seu grande personagem no cinema e exala talento na pele desse complicado, controverso e muito polêmico palhaço. Disponível na Globoplay.

 

Holiday

O paradoxo entre luxo e a violência sem limites. Após dois curtas-metragens e ter assinado o roteiro do polêmico filme Border, a cineasta sueca de 43 anos Isabella Eklöf chega ao seu primeiro longa-metragem na direção dando um grande bico na porta contando a trajetória de uma ingênua jovem e seu relacionamento abusivo com um gângster durante a passagem deles na cidade portuária de Bodrum, na Riviera turca. História impactante, cenas pesadíssimas, que embrulha o estômago mas faz refletir sobre a questão da redenção dentro de um camuflado deslumbre, se existe ou não. Holiday está disponível no ótimo catálogo do streaming Reserva Imovision.

 

Não Olhe para Cima

O retrato da polarização que remete à uma quarta parede. Um dos mais polêmicos filmes de 2021, Não Olhe para Cima é um retrato apocalíptico, com pitadas de humor ácido, que no campo das reflexões gera inúmeras interpretações de quem acompanha as mais de duas horas desse novo trabalho do cineasta Adam McKay. Contando com um elenco de estrelas como: Leonardo DiCaprio, Meryl Streep e Jennifer Lawrence, a história se aproxima muito do cenário político do Brasil. Disponível na Netflix.

10 filmes que provam: o ser humano pode ser mais assustador que qualquer monstro!

Quando pensamos sobre a mente humana, logo nos deparamos com uma série de variáveis que moldam personalidades distintas. Como muitos fatores influenciam na saúde mental, algumas obras abordam de forma inquietante essa questão, nos levando para tramas repletas de significados morais. Abaixo, segue uma lista com filmes que circulam esse tema:

 

A Geração do Mal (Prime Video)

Gintas é um delegado de uma pequena cidade na Lituânia que, ao almejar ser o prefeito do lugar, uma enxurrada de situações macabras se juntam à sua própria inconsequência.

 

Dois Procuradores (Tem para aluguel em algumas plataformas)

No ano que se tornou um dos mais sombrios da história russa, 1937, marcado pela consolidação totalitária de Stalin e por ações desenfreadas contra a população – com julgamentos forjados e execuções -, uma mensagem de um antigo promotor do partido comunista, agora prisioneiro, acaba chegando às mãos do jovem promotor e inspetor de presídios locais em Bryansk, Kornev (Alexander Kuznetsov). Ao tentar abrir uma investigação sobre tudo o que escuta, descobrirá que não pode confiar em ninguém.

 

Rede Tóxica (HBO MAX)

Daisy (Lili Reinhart) é uma jovem que sonha em se tornar enfermeira. No entanto, por conta de algumas questões, segue a vida trabalhando em uma empresa de monitoramento de redes sociais, onde tem o papel de assistir a vídeos que são denunciados e deletá-los quando necessário. Um desses conteúdos a deixando perplexa e indignada, fato que a faz ir atrás dos envolvidos.

Crítica | ‘Rede Tóxica’ – Uma crítica voraz mostrando os PERIGOS das redes sociais

 

 

40 Acres (Netflix)

Hailey (Danielle Deadwyler) é uma ex-militar do exército que volta para casa e, pouco tempo depois, uma pandemia fúngica dizima a biosfera animal, instaurando no planeta uma guerra civil por sobrevivência. Ela forma uma família ao lado de Galen (Michael Greyeyes), seu filho Manny (Kataem O’Connor) e outras três adolescentes, criando uma pequena comunidade que vive em uma enorme fazenda e se organiza em tarefas com alta disciplina. Quando a paz do lugar é quebrada por um grupo de canibais impiedosos, tem início um confronto sangrento.

 

Quatro Paredes (Filmelier+)

Nesse forte documentário indicado ao Oscar, acompanhamos a luta de uma jornalista para responsabilizar o homem que a abusou.

 

O Protetor do Irmão (Prime Video)

Na trama, acompanhamos o jovem Yusef, aluno de um internato numa região fria do leste da Turquia, que precisa encontrar soluções – em meio ao descaso de quem deveria protegê-los – para ajudar o melhor amigo, que ficou muito doente.

 

Heroico (Prime Video)

Luis Nunez (Santiago Sandoval) é um jovem que acabou de entrar em uma escola militar no México em busca de uma estabilidade e, também, do seguro médico militar para ajudar a mãe, que luta contra uma avançada diabetes. Logo nos primeiros dias, se depara com abusos e situações constrangedoras de seu oficial direto, Eugenio Sierra (Fernando Cuautle), embarcando em uma jornada, sem volta, com conflitos que se seguem.

 

Remédio Amargo (Netflix)

Na trama, conhecemos o paramédico Angel (Mario Casas), um homem por volta dos 30 anos, que tem uma estranha obsessão em levar souvenires das vítimas que atende. Ele mora com a namorada, a ingênua francesa Vane (Déborah François). Quando Angel sofre um grave acidente que o deixa paraplégico, a relação dos dois piora mais ainda e Vane resolve deixá-lo. Só que Angel não deixará essa situação ficar assim por muito tempo e começa a bolar planos mirabolantes para se vingar de todos ao seu redor.

 

Visão de uma Borboleta

O longa-metragem ucraniano dirigido por Maksym Nakonechnyi, Visão de uma Borboleta, nos mostra a história de uma mulher que sofreu como prisioneira de guerra e luta para se readaptar ao convívio com a família. Um recorte impressionante sobre os horrores de uma guerra.

 

A Garota da Agulha (MUBI)

A vida não é fácil para Karoline (Vic Carmen Sonne), uma jovem que após o desaparecimento do marido se vê em um mar de desilusões quando se envolve com o seu chefe, fica grávida mas logo é rejeitada. Sem saber o que fazer quando a criança nascer, acaba conhecendo Dogmar (Trine Dyrholm), uma mulher que comanda uma agência de adoção clandestina. Esse encontro trará desenrolares impactante quando verdades começam a aparecer.

 

Crítica | 12 Heróis – Filme de guerra com Chris Hemsworth e Michael Shannon

Rambo III encontra A Hora Mais Escura

Baseado na história real dos primeiros soldados das Forças Especiais a pisarem no Afeganistão após os ataques terroristas em Nova York, nas Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001. Dezessete anos depois, num mundo totalmente diferente, com diversas outras conotações trazidas à mesa, é curioso ver como se comporta um filme como 12 Heróis.

À primeira vista tendo como único propósito de sua existência a exaltação do sentimento exacerbado de patriotismo norte-americano, 12 Heróis poderá pegar muitos de surpresa ao trabalhar estas e outras questões com bastante honestidade e, sim, por que não, humanidade.

Sim, este ainda é um filme de machões. Um filme com soldados armados até os dentes, com o único propósito de exterminar os inimigos. Dentre os quais, o protagonista vivido por Chris ‘Thor’ Hemsworth está aborrecido por não poder voltar ao combate e ver ação de perto – quem sabe pisar em alguns crânios. Bem, ironias à parte, isso é o que soldados fazem – está implícito em sua definição e compreendo que é mais do que injusto um civil como eu tentar captar tal sentimento – é impossível.

Por outro lado, encontramos o grandalhão em um momento mais tenro, ao lado da família, da esposa e filha pequena. Curiosamente, sua companheira é interpretada pela mesma da vida real, a espanhola Elsa Pataky – na primeira colaboração dos pombinhos frente às câmeras.

O lance com 12 Heróis é que, primeiro, ele se comporta no meio termo entre algo um pouco mais sério e embasado, como A Hora Mais Escura (2012), por exemplo, aonde a política de bastidores não está tão distante da realidade, sobrando alfinetadas para eles mesmos; e Rambo III (1988), no qual Stallone se uniu aos guerrilheiros do Afeganistão com objetivo de libertar o povo dos malvados soviéticos. No quesito, sobram explosões, tiros e cenas de ação a cavalo – sim, igual ao filme do cabeludo musculoso de faixa vermelha na cabeça, pouco mudou nessas décadas, já que o país é todo constituído de rochas, montanhas e cavernas. Aqui, a pirotecnia exagerada e incrível chega inclusive a cansar, com cenas repetitivas – apesar da exímia edição.

O texto dos tarimbados Ted Tally (O Silêncio dos Inocentes) e Peter Craig (Atração Perigosa) não faz por menos e se equilibra bem na tênue linha, conseguindo subverter o esperado, entregando um discurso lúcido e imparcial na medida certa. Por exemplo, um líder revolucionário (Navid Negahban), o General Dostum, é quem ciceroneia os soldados americanos para derrubar o Talibã presente na região. Ele tem outra agenda, assim como os americanos, e também o outro líder guerreiro com o qual os EUA trataram de fazer acordo caso este não dê resultado. Tais notas de esperteza no texto dão a pitada certa de cinismo, sem que se crie uma visão 100% inocente dos envolvidos.

Michael Shannon e Michael Peña completam o elenco principal e entregam sólidas performances – já esperadas. Shannon é o braço direito do líder americano (Hemsworth) e tira bastante humor de suas cenas, enquanto Peña é o truculento ranzinza que irá se modificar em seu arco. A direção é do dinamarquês Nicolai Fuglsig, um estreante (vamos colocar assim, já que só tem outro trabalho assinado na direção, e bem desconhecido) com uma mão competentíssima para as transições de humor (tensão, leveza, drama), timing cômico e, obviamente, ação.

Para termos uma ideia do que nos espera em 12 Heróis, é só lembrar dos filmes do Capitão América, da Marvel, em especial o primeiro (2011) e o segundo (2014), sobre os quais todos estavam inseguros por se tratar de um personagem que usa como uniforme a bandeira de um país que não estava em seu melhor momento de popularidade. Imagine agora. Porém, assim como a superprodução de super-herói, este drama de guerra deu um jeito de reverter o quadro, se tornando acessível e crítico o suficiente. Tudo que precisamos fazer é dar uma chance e não julgar o livro pela capa.

Em nota final, 12 Heróis é uma homenagem melhor estruturada e de resultado mais satisfatório do que, digamos, o recente novo trabalho do veterano Clint Eastwood, 15h17 – Trem para Paris, que igualmente serve de carta de amor a militares heroicos.

‘Sexta-Feira 13’ faz 43 anos | Relembre o MAIOR Slasher do Cinema…

Uma das franquias mais duradouras do cinema completa 43 anos em 2023. Lançado no dia 9 de maio de 1980 nos cinemas americanos (chegando ao Brasil em dezembro do mesmo ano), Sexta-Feira 13, um filme de história simples e direta, rendeu nada menos do que nove sequências, uma série de TV, um derivado e uma refilmagem. É claro, sem contar as inúmeras peças de marketing e produtos, como álbuns de figurinhas, camisas, bonecos, etc. .

Muito se falou numa continuação para o remake, a ideia, no entanto, não saiu do papel. Agora o plano é por um novo reboot – que possivelmente trará o jogador de basquete LeBron James à frente do projeto como produtor -, apesar de aparentemente estagnado, sem muitas novidades concretas. Uma nova série explorando o tema começou a ser filmada também, porém, prontamente cancelada antes de seu lançamento. Ou seja, a famosa data de azar no título parece ter pego a franquia.

O que importa na verdade, para todos os fãs e aficionados, é o aniversário da saga, que este ano se torna quarentona. E tudo começou aqui, com o primeiro Sexta-Feira 13. Como forma de homenagear este que se tornou o maior slasher de todos os tempos no cinema, o CinePOP traz esta nova matéria com muitas informações, comentários e diversas curiosidades interessantes que talvez muitos não saibam. Portanto, apaguem as luzes, olhem o calendário e vamos conhecer.

O Criador

O grande nome por trás da franquia é Sean S. Cunningham, o diretor e produtor que começou tudo. Cunningham tinha 39 anos quando lançou Sexta-Feira 13 nos cinemas, e já trabalhava como produtor e cineasta – na maioria, filmes de baixo orçamento que não ganharam muita notoriedade. Seu projeto mais famoso até então era Aniversário Macabro (1972), thriller intenso que virou cult, dirigido por Wes Craven (outro lendário nome do gênero), no qual trabalhou como produtor.

O desespero para conseguir sustentar a esposa e o filho tirou de Cunningham seu lado mais marqueteiro, e o sujeito só queria realizar um filme de sucesso. Esse era seu principal objetivo: pensar em um projeto unicamente por seu lado financeiro. Para isso, a primeira ideia do cineasta foi o título. Sexta-Feira 13 é impactante o suficiente. E isso era tudo o que ele tinha realmente quando criou um grande anúncio nas páginas de uma famosa revista da indústria na época, no qual mostrava a arte do título em terceira dimensão quebrando a tela de vidro – algo semelhante ao que é visto no trailer do filme. Foi assim que o cineasta ofereceu seu “filme” aos estúdios. Apesar disso, o título original pensado pelo roteirista era “A Long Night at Camp Blood” – algo como “Uma Longa Noite no Acampamento Sangrento”.

Provocados pelo título intrigante, alguns estúdios fizeram ofertas como num leilão e a Paramount acabou levando a melhor. Tudo o que a empresa estava comprando, no entanto, era um título. Com um orçamento de US$550 mil, o próximo passo era desenvolver a história.

A Ideia

Para o roteiro, Cunningham alistou o usual colaborador Victor Miller. E se o primeiro é o responsável por Sexta-Feira 13 existir, Miller é o responsável por tudo que vemos em tela. É dele a história sobre um grupo de jovens tentando reformar e reabrir um antigo acampamento de verão, mas sendo impedidos por uma presença misteriosa, que os mata um a um. Miller é muito claro (até hoje em entrevistas) sobre o pedido de seu produtor e diretor: imitar HalloweenA Noite do Terror (1978) – que havia se tornado um sucesso de bilheteria anos antes.

Miller, que não era fã de terror, foi então realizar sua pesquisa sobre filmes do gênero, em especial Halloween. A primeira coisa que notou era que precisava de uma tragédia prévia. Em Halloween, o filme abre com o menino Michael Myers matando sua irmã mais velha a facadas – depois, pulamos para o tempo presente. No roteiro de Miller, dois assassinatos ocorrem em 1958 e o acampamento Crystal Lake é fechado. Depois, ficamos sabendo que antes disso um menino chamado Jason havia se afogado no local, devido à negligência dos monitores que deveriam cuidar dele. Para quem conhece a trama, tal fato é toda a motivação do assassino.

Levando em conta que o filme tem nada menos que 43 anos, a esta altura todos devem saber seu segredo. Caso não queiram levar um spoiler, parem de ler, corram para assistir a este novo clássico e continuem este texto depois. Estão avisados.

Uma das sacadas do roteiro de Miller é usar o artifício do “whodunnit”. Isto é, todos os assassinatos são cometidos em primeira pessoa e nunca vemos o rosto do vilão – apenas vislumbres de seus pés e mãos. O filme faz questão de esconder a identidade do psicopata até seu desfecho. No entanto, o culpado não é nenhum personagem que tenha sido apresentado previamente. O assassino aqui é uma mulher – coisa rara em obras do gênero – e não apenas isso, mas é a típica e acolhedora mamãe americana, a Sra. Voorhees. A ideia de Miller era subverter o conceito da agradável mãe de família, que faz tortas de maçã e cuida do marido e dos filhos, a transformando numa psicopata sanguinária e feroz. Ela havia trabalhado no local como cozinheira, e Jason, o menino afogado, era seu filho. Agora, ela retorna para se vingar de todos que pensam em reabrir o local.

 

Maquiagem e Trilha Sonora

Apesar de algumas surpresas em sua trama e alguns diferenciais (como ter uma assassina mulher, uma senhora em busca de vingança pela morte do filho), o roteiro de Sexta-Feira 13 não é um primor, por assim dizer. Então, o longa foi vendido através de alguns outros possíveis atrativos. Um deles foi a sua maquiagem e efeitos visuais – os melhores da época no gênero. Para tanto, a produção foi atrás de Tom Savini, que havia criado tais elementos para Despertar dos Mortos, de George Romero, dois anos antes, e impressionado a equipe deste filme. E grande parte do sucesso de Sexta-Feira 13 se deve aos impressionantes efeitos sangrentos que Savini trouxe para a produção. São flechas atravessando pescoços, machadadas na cara, decapitações e todo tipo de cortes, perfurações e machucados – que chocaram e entretiveram a plateia da época, assim como um trem fantasma de parque de diversão. Ou uma montanha russa, repleta de sustos e adrenalina.

Foi inclusive devido à maquiagem de Savini que ganhamos o maior vilão que esta franquia veria: Jason. Como dito acima, a assassina aqui é a Sra. Voorhees, a mãe de Jason – o próprio aparece apenas em flashback se afogando enquanto sua mãe conta sobre sua morte acidental. Originalmente, Jason não estaria no primeiro filme, e em partes não está.

Acontece que os realizadores perceberam que precisavam de um final apoteótico, e seguiram à risca “copiando” de sucessos recentes da época. O escolhido como “inspiração” para terminar o longa foi Carrie – A Estranha (1976), que utiliza um jump scare final de uma mão saindo do túmulo – uma sequência de sonho. Em Sexta-Feira 13, foi criada a cena final em que o menino Jason pula do lago e leva Alice para o fundo. Ela acorda no hospital, mostrando que era apenas um sonho, assim como no filme citado de Brian De Palma. Para que o susto ficasse ainda mais impactante, Savini desenvolveu a maquiagem deformada para o rosto de Jason, além do lodo e das plantas, por ter ficado todo este tempo dentro do lago. Daí nascia o conceito do grande vilão dos slasher.

Quanto à música, a famosa trilha de Sexta-Feira 13, o responsável foi o compositor Harry Manfredini. Sua ideia foi usar a nervosa música apenas nos ataques do assassino. E para isso, tirou dos delírios da Sra. Voorhees a amálgama de sílabas das palavras por ela proferidas durante o filme para criar a icônica “tchi tchi tchi tcha tcha tcha”. Na verdade, ecos de sintetizadores que ressoam o “ki ki ki” da palavra kill (matar) e “ma ma ma” de mommy (mamãe). Ou seja, trechos do diálogo “mate ela mamãe”, que a vilã, no melhor estilo Norman Bates e sua mãe, profere a si mesma.

O Elenco

Para os personagens que seriam eliminados um a um, Cunningham buscava um elenco jovem e bonito. Esses eram os únicos requisitos. Nas palavras do próprio, eles precisavam parecer figurantes num comercial de Pepsi. No entanto, grande parte destes jovens eram atores de musicais da Broadway, com conhecimento do palco, mas em seu primeiro trabalho no cinema. Dentre os jovens, Kevin Bacon viria a se tornar o rosto mais conhecido – e o único que atualmente evita falar sobre sua participação no terror slasher.

Curiosamente, na época não era o nome de Kevin Bacon o planejado para chamar atenção no elenco dos jovens. Seguindo novamente de perto os planos de Halloween, que trouxe como protagonista Jamie Lee Curtis (filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh), os produtores de Sexta-Feira 13 escalaram Harry Crosby (filho do lendário Bing Crosby) para sua estreia no cinema, no papel do protagonista masculino Bill. A ideia era atrair o público com este chamariz. Ao contrário da protagonista de Halloween, no entanto, a carreira do filho de Crosby não decolou.

A verdadeira protagonista do filme, porém, é Alice, papel de Adrianne King. Ela é a chamada “final girl”, a heroína que sempre sobrevive ao final em todo filme de terror slasher, derrotando o vilão. Curiosamente, ela não é impulsionada desta forma durante a projeção, ganhando protagonismo meio sem querer, ao seguir vivendo enquanto seus amigos são eliminados. Ganhamos, inclusive, uma brincadeira no estilo de Psicose (1960), clássico irretocável de Hitchcock, onde o filme tenta nos vender uma falsa protagonista, que se torna a primeira vítima – aqui a caronista Annie (Robbi Morgan), a nova cozinheira que nunca chega ao acampamento.

O verdadeiro nome de peso em Sexta-Feira 13 na época, entretanto, era o da atriz Betsy Palmer, que interpreta a vilã Sra. Voorhees. Palmer, falecida em 2015 aos 88 anos, era uma atriz estabelecida da década de 1950, que havia parado de atuar. Entrando no ostracismo e precisando do dinheiro, ela aceitaria o papel mesmo tendo achado o roteiro uma boa m*rda, palavras da própria. Mal sabia ela que esta viria a se tornar sua personagem mais famosa e a que a deixaria imortalizada para sempre. Palmer tentou dar o máximo de credibilidade ao papel, atuando de forma contida e séria (dentro do possível), evitando exageros megalomaníacos – mesmo que possamos perceber claramente sua loucura no desfecho. Betsy Palmer recebeu US$1 mil por dia, e trabalhou apenas dez dias na produção.

Recepção e Legado

Sexta-Feira 13 estreou e se tornou um verdadeiro sucesso de bilheteria. Com um orçamento de US$550 mil, o terror rendeu US$40 milhões somente nos EUA. O filme virou uma febre e viveu para se tornar o mais famoso dentro do subgênero slasher – podemos até mesmo afirmar que foi o responsável por impulsioná-lo ao mainstream, e criar tendência. De repente, todo mundo queria uma fatia deste sucesso, e diversas produções no estilo eram criadas, pelos mais variados estúdios e produtoras. Até mesmo Halloween, o filme imitado, se viu correndo atrás dos louros de seu imitador – os produtores obrigaram John Carpenter a confeccionar uma sequência para surfar no sucesso de Sexta-Feira 13.

Mostrando que crítica e público nem sempre respondem a um filme da mesma forma, Sexta-Feira 13 foi massacrado pela imprensa especializada. As principais acusações eram a violência excessiva e a violência direcionada à mulher. Acusado de misoginia, o filme foi usado como exemplo no programa especial dos críticos Gene Siskel e Roger Ebert (os primeiros e mais famosos “críticos em vídeo” do mundo) sobre a violência contra jovens mulheres neste tipo de filme. Siskel foi além, chegando ao ponto de divulgar o endereço de Betsy Palmer no jornal em que escrevia (um veículo importante de Chicago), incentivando os fãs decepcionados da atriz a lhe escreverem cartas criticando sua escolha de projeto. Felizmente para Palmer, o crítico divulgou o endereço errado.

Sexta-Feira 13 é violento, assustador e sangrento. Seu único objetivo era o sucesso financeiro e isto foi atingido por seu criador Sean S. Cunningham. Mas nem mesmo ele, o roteirista Victor Miller, ou qualquer envolvido poderia prever o sucesso meteórico do filme junto aos fãs de terror e dos jovens. Para termos uma ideia, as críticas conservadoras de gente como Gene Siskel citado acima, apenas serviram para catapultar ainda mais as vendas de ingresso. É a famosa estratégia publicitária do falem mal, mas falem de mim. Seu rendimento foi tão satisfatório que a Paramount tratou de dar sinal verde instantâneo para a sequência, lançada logo no ano seguinte. E assim novas continuações foram lançadas durante praticamente todos os anos da década de 1980 – com um total de oito filmes lançados até 1989.

Ninguém imaginaria a proporção que a coisa tomaria e a dimensão desta propriedade, adorada até hoje. Cunningham construiu um mini império e os envolvidos continuam famosos e adorados. Mesmo com uma ideia simples, talvez datada hoje, mas bem executada, Sexta-Feira 13 é um pré-requisito e uma obra indispensável para todos que se dizem fãs do gênero terror no cinema.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Sebastian Stan revela como foi voltar a interpretar Bucky Barnes

Sebastian Stan interpretou Bucky Barnes pela primeira vez em ‘Capitão América‘ e sua última aparição foi em ‘Guerra Infinita‘, e sua trajetória representa uma grande importância no Universo da Marvel. Em uma entrevista ao Marvel’s Earth’s Mightiest Show, o ator falou sobre como é voltar a interpretar o personagem.

“É uma sensação muito estranha, como andar de bicicleta; você nunca realmente esquece. É assim que eu me sinto. Uma vez que estou lá, e eles colocam o braço, uma vez que toda a experiência está completa, meio que é automático.”

 

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

‘Nada Santo’: Novo filme de suspense da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de seu novo filme original, ‘Nada Santo‘ (Lo spietato).

Confira:

O longa é dirigido por Renato De Maria, que também assina o roteiro ao lado de Valentina Strada e Federico Gnesini.

Durante o boom econômico da Milão dos anos 80, Santo Russo (Scamarcio) dá início à sua trajetória rumo ao topo na esteira de uma onda de crimes e excessos.

O elenco conta com Riccardo Scamarcio, Sara Serraiocco, Alessio Praticò, Fulvio Milani e Alessandro Tedeschi.

Nada Santo‘ será lançado na plataforma no dia 19 de abril.

A Jornada

(Proxima)

 

Elenco:

Eva Green

Matt Dillon

Lars Eidinger

 

Direção: Alice Winocour

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Outubro de 2020

Sinopse: 

Sarah é uma astronauta francesa que está em treinamento na Agência Espacial Europeia, em Colônia. Ela é a única mulher no árduo programa. Ela mora sozinha com Stella, sua filha de oito anos. Sarah se sente culpada por não poder passar mais tempo com sua filha. Seu amor é avassalador, inquietante. Quando Sarah é escolhida para se juntar à tripulação de uma missão espacial de um ano chamada Proxima, isso abala o relacionamento mãe e filha.

Crítica | A Jornada – Drama com Eva Green é uma sensível batalha entre maternidade e autorrealização (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Algumas cenas foram filmadas em um centro de treinamento espacial de verdade, o European Astronaut Center, na Alemanha;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Chi Chi DeVayne, de ‘RuPaul’s Drag Race’, morre aos 34 anos

O performer Zavion Davenport, conhecido como a drag queen Chi Chi DeVayne no reality show ‘RuPaul’s Drag Race‘, morreu aos 34 anos.

Chi Chi estava hospitalizada desde julho, e recorrentemente atualizava seus fãs sobre o seu estado de saúde através de lives em seu Instagram.

“Estamos de coração partido em descobrir que a Chi Chi DeVayne faleceu,” afirmou a produtora do reality, World of Wonder, em uma declaração. “A drag dela espalhou uma mensagem de amor e bondade que tocou o coração de todos que a conheceram. Descanse em paz, Chi Chi.”

A performer participou da 8ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race‘, terminando em quarto lugar na competição. Dois anos depois, ela retornou para a 3ª temporada de ‘All Stars‘, onde ficou na oitava colocação.

Em declaração oficial, RuPaul disse: “Estou de coração partido pelo falecimento da Chi Chi DeVayne. Sou muito grata por termos conhecido sua alma linda e bondosa. Sua falta será sentida, mas ela nunca será esquecida. Que o seu espírito iluminado brilhe por todos nós.”

Através do Twitter, outras queens também prestaram seus tributos:

“Uma rainha icônica que literalmente todos na indústria sempre irão amar.”

“Continue brilhando, querida.”

“Isso é muito triste! Ela era uma queen incrível e um amor de pessoa.”

‘Pale Horse’: Atriz de ‘American Horror Story’ fará estreia na direção com suspense psicológico

De acordo com o Deadline, Gabourey Sidibe (‘American Horror Story’) fará sua estreia na direção com o suspense psicológico ‘Pale Horse‘.

Na trama…

“Ambientada no noroeste do Pacífico, a trama segue Naia, uma estimada, mas reclusa autora de livros afro-americana que vive com esclerose múltipla. Quando Naia decide abrigar o homem que escapou do cativeiro com seu irmão desaparecido, ela se vê envolvida em um mistério diabólico.”

O roteiro foi escrito por Asabi Lee e Paul Hart-Wilden, a partir de uma história de Chris Courtney Martin.

“Estou muito animada em trabalhar com [a produtora] Gamechanger em meu primeiro longa-metragem,” declarou Sidibe. “Este projeto é impressionante e a personagem da Naia será muito forte! Effie e Wellington são visionários poderosos e estou muito animada em poder trabalhar com eles para criar este suspense emocionante com personagens complexos.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Homem-Aranha 3’ ultrapassa ‘Os Vingadores’ e se torna a 8ª MAIOR bilheteria da história do cinema

GIGANTE! Em menos de um mês, a sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já arrecadou impressionantes US$ 1.53 bilhão mundialmente, tornando-se a 8ª maior bilheteria da história do cinema.

Nos últimos dias, o novo longa da Marvel conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Os Vingadores‘ ($1.51B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ ($1.51B) e ‘Frozen 2‘ ($1.45B).

Nos EUA, o filme arrecadou sólidos US$ 668.7 milhões – o que representa a 6ª MAIOR bilheteria da história do país. No mercado internacional, foram US$ 867.5 milhões.

Além disso, ‘Sem Volta Para Casa‘ também representa a MAIOR bilheteria da história da Sony Pictures, desbandando a arrecadação total de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ($1.13B), que mantinha o recorde previamente.

Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Armageddon Time

 

Elenco:

Anthony Hopkins
Anne Hathaway
Jeremy Strong

Direção: James Gray

Gênero: Drama

Duração: 115 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 10 de Novembro de 2022

Sinopse: 

A trama segue uma história profundamente pessoal sobre a força da família, a complexidade da amizade e a busca geracional do sonho americano.

Crítica: 

Crítica | Armageddon Time – Anne Hathaway, Anthony Hopkins e grande elenco em COMOVENTE filme

Curiosidades: 

» Além de dirigir, James Gray também foi responsável pelo roteiro do longa;

» O filme foi aplaudido de pé por 7 minutos após sua exibição em Cannes 2022;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

(L to R) Michael Banks Repeta as “Paul Graff” and Anthony Hopkins as “Grandpa Aaron Rabinowitz” in director James Gray’s ARMAGEDDON TIME, a Focus Features release. Courtesy of Anne Joyce / Focus Features

Primeiras impressões de ‘Oppenheimer’ são EXTREMAMENTE POSITIVAS; Confira as reações!

O aguardado novo filme do Christopher Nolan (‘TENET’), o bombástico ‘Oppenheimer‘, já teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são extremamente positivas.

Os críticos aclamaram a produção, destacando a direção impecável de Nolan, além de elogiarem a performance de todo o elenco, especialmente a atuação de Cillian Murphy (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’), que interpreta o personagem titular.

Confira as reações dos críticos:

“‘Oppenheimer’ é… incrível. [Enquanto assistia], a palavra que me vinha à mente era: assustador. Esse é um drama histórico implacável, insanamente detalhado, que constrói sua história até o Nolan detonar tudo da forma mais impressionante e chocante.”

“‘Oppenheimer’ me deixou chocado: um estudo de personagem em grande escala, com uma performance sublime de Cillian Murphy. É um épico drama histórico com uma sensibilidade característica do Nolan: a tensão, estrutura, senso de escala, design de som impressionante e visuais espetaculares. Uau.”

“‘Oppenheimer’, de Christopher Nolan, é uma conquista impressionante com sua adaptação concisa, narrativa inventiva e atuações complexas de Cillian Murphy, Emily Blunt, Robert Downey Jr., Matt Damon e muitos outros envolvidos – alguns apenas para uma cena.”

“Estou dividido entre ser misterioso sobre ‘Oppenheimer’ ou confessar que foi um espetáculo que explodiu minha mente, deixando-me chorando tanto nos créditos finais que eu nem consigo me lembrar de mais nada.”

“‘Oppenheimer’ é um filme poderoso. A atuação de Cillian Murphy está em um outro nível, digna de premiações. Todos os atores neste elenco talentoso estão incríveis. Este filme do Christopher Nolan é assombroso e impressionante, e a execução de sua visão através do [diretor de fotografia] Hoyte van Hoytema é de tirar o fôlego.”

“Fiquei totalmente imerso em ‘Opperheimer’. É um filme denso, vocal e tenso, parcialmente sobre a bomba atômica, mas principalmente sobre o quanto estamos condenados. Cillian Murphy está ótimo, mas o elenco de apoio é essencial: Matt Damon, Robert Downey Jr. e Alden Ehrenreich. Esse é um filme audacioso, inventivo e complexo, que irá estremecer o público.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de julho.

Relembre o trailer:

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

‘Longlegs’, terror que traz Nicolas Cage como serial killer, ganha novo teaser ANGUSTIANTE

A NEON divulgou o novo teaser sinistro do terror psicológico ‘Longlegs‘, que trará o veterano Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) como um sádico serial killer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 11 de julho, pela Diamond Films.

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

Desafie a Escuridão

(Brave the Dark)

 

Elenco:

Jared Harris
Nicholas Hamilton
Will Price

 

Direção: Damian Harris

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em DESAFIE A ESCURIDÃO, assombrado por traumas de infância, Nathan Williams vive preso em um ciclo de autodestruição. Após ser preso, ele encontra uma mão estendida disposta a ajudá-lo: a do seu professor de teatro, Sr. Deen, que paga sua fiança e o acolhe. Determinado a resgatar Nathan de seus próprios demônios, o Sr. Deen descobre segredos devastadores que ameaçam consumir o jovem por completo.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Damian Harris também assina o roteiro ao lado de Dale G. Bradley;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o trailer DUBLADO de ‘O Elixir’, novo terror de ZUMBIS da Netflix

Netflix divulgou o trailer completo do terror indonésio ‘The Elixir‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de outubro.

O filme é dirigido por Kimo Stamboel, que também assina o roteiro ao lado de Agasyah KarimKhalid Kashogi.

Na trama…

Um elixir desperta os mortos-vivos em uma vila. Em meio ao terror, uma família em conflito precisa se unir e lutar para sobreviver enquanto a cidade entra em colapso.

Mikha Tambayong, Eva Celia, Marthino Lio, Dimas Anggara, ⁠Varen Arianda Calief, ⁠⁠Ardit Erwandha e Claresta Taufan estrelam.

‘The Nightingale’: Grama de guerra com Dakota Fanning e Elle Fanning ganha data de estreia

A Sony Pictures finalmente anunciou quando o drama de guerra ‘The Nightingale‘ será lançado.

Estrelado pelas irmãs Dakota Fanning (‘Os Observadores’) e Elle Fanning (‘Predador: Terras Selvagens’), o longa chegará aos cinemas no dia 19 de março de 2027 – enfrentando a competição direta da sequência ‘Sonic 4‘.

Na trama…

“Duas irmãs, separadas por anos e experiências, por ideais, paixões e circunstâncias, embarcam em suas próprias jornadas para sobreviveram em uma França ocupada pelos alemães e dividida pela guerra. A história foi inspirada pelas “corajosas mulheres da resistência francesa que ajudaram os aliados a escaparem dos nazistas e a esconder crianças judias”.

Anteriormente, Dakota comentou sobre o denso caráter do projeto: “Trabalhar com a Elle foi tão maravilhoso quanto eu esperava. E qualquer nervosismo que sentíamos desapareceu poucos minutos depois de estarmos juntas no set, logo na nossa primeira cena. Parecia que éramos garotinhas brincando no nosso quarto de brinquedos novamente, como fizemos durante toda a nossa infância. E é algo que vamos compartilhar para sempre.”

Ao ser convidada a recordar um momento marcante das filmagens, Dakota disse:

“há muitos temas pesados, inevitáveis ​​dada a temática da obra, então houve muitos dias difíceis; mas também existem momentos lindos entre irmãs, que são bem leves. Há uma cena e um plano específico envolvendo a mim e minha irmã que, de certa forma, resumiram todo o processo. Chong-hoon Chong era o diretor de fotografia e estava filmando. Foi realmente lindo. Vou me lembrar desse momento para sempre”.

Michael Morris (‘Bridget Jones: Louca pelo Garoto’) é responsável pela direção.

Com roteiro assinado por Dana Stevens, o filme é baseado no romance homônimo best-seller de Kristin Hannah.

Edmund Donovan, Albrecht SchuchDouglas HodgeGwilym LeeVinette Robinson integram o elenco.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sharon Stone fala sobre antiga carta em que Madonna a chama de “medíocre”

Uma antiga carta escrita por Madonna nos anos 90 em que ela destratava Sharon Stone, a chamando de medíocre, ressurgiu na internet se tornando um dos assuntos mais comentados na semana passada.

O polêmico papel, que também traz a mesma insinuação da artista em relação à Whitney Houston, irá a leilão em breve.

Na ocasião, Madonna escreveu ao namorado John Enos:

“É tão não equivocadamente frustrante ler que Whitney Houston tem a carreira musical que gostaria de ter e Sharon Stone tem a carreira cinematográfica que eu jamais terei. Não porque eu gostaria de ser essas mulheres, porque eu preferiria morrer, mas elas são tão horrivelmente medíocres e são sempre projetadas como parâmetros de virtude e uma espécie de régua de medição para me humilhar”.

Em resposta às reações dos usuários das mídias sociais, a veterana foi na contramão do que muitos esperavam, minimizando os efeitos da confusão e se posicionando ao lado da amiga.

Na publicação feita em sua conta do Instagram, ela esclareceu o assunto, tratando tudo com muito cuidado e respeito à Madonna, não cedendo aos discursos inflamados que visam estimular uma rixa entre elas.

“Querida Madonna. Primeiramente, acho um absurdo que alguém esteja publicando suas cartas particulares. Assim sendo, publico publicamente. Saiba que eu sou sua amiga. Eu desejei ser uma estrela de rock em alguns momentos particulares… Me senti tão medíocre quanto você descreveu. Nós sabemos, como aqueles que já viveram bastante, que ter a nossa própria mediocridade é o único meio de sabermos nossos próprios pontos fortes, para nos tornarmos tudo o que nos tornamos. Eu amo e adoro você. Não vou ser colocada contra você por qualquer invasão em nossas jornadas pessoais. Sharon”, disse ela.

Confira:


 

 

 

 

‘X-Men: Fênix Negra’ será um filme mais “pé no chão”, afirma produtor

Os fãs podem esperar uma versão de ‘X-Men: Fênix Negra‘ um pouco mais diferente das produções anteriores da saga.

Segundo o produtor Simon Kinberg, a adaptação terá um aspecto menos operístico, com uma abordagem mais “pé no chão”.

Disse:

“Este filme será mais intenso, mai real e pé no chã0 e espero que ele se torne uma produção com a qual as audiências consigam se identificar ainda mais. Nossa versão será mais leal ao quadrinhos originais que ‘X-Men 3‘, que trouxe a história da Fênix Negra. A adaptação involverá personagens extraterrestres, algo que até então não tínhamos feito na franquia de ‘X-Men‘, mas que é extremamente importante dentro da saga dos quadrinhos da heroína”.

 

O longa foi adiado para 14 de fevereiro de 2019.

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

‘The Last Black Man in San Francisco’: Sucesso do Festival de Sundance ganha poderoso trailer

O aclamado drama baseado em fatos reais, ‘The Last Black Man In San Francisco‘ foi uma das grandes sensações do Festival de Sundance 2019.

Elogiado pelo público e pela crítica especializada, a produção ganhou seu primeiro e poderoso trailer.

Confira:

Dirigido por Joe Talbot, a produção é estrelada por ele e Jimmie Fails e acompanha um jovem que faz de tudo para tentar recuperar a casa em estilo vitoriano construída por seu avô (Danny Glover), no coração da cidade de São Francisco. E à medida que ele embarca em uma jornada para recuperar seu lugar na cidade, hoje dominada pela gentrificação e por milionários, Jimmie convive com uma ansiedade terrível, motivada pela forma como sua terra natal tem perdido sua essência e tem se transformado, a ponto de tratá-lo como alguém que já não pertence mais àquele lugar onde cresceu.

 

‘Admirável Mundo Novo’: Nova série futurista ganha intenso teaser; Assista!

A nova série original do streaming Peacock, da emissora NBCUniversal, intitulada Admirável Mundo Novo, ganhou seu primeiro teaser.

Confira:

Escrita por David Wiener, Grant Morrison e Brian Taylor, a série gira em torno de uma sociedade utópica que alcançou a paz e a estabilidade através da proibição da monogamia, privacidade, dinheiro, família e da História em si.

Como cidadãos da Nova Londres, Bernard Marx e Lenina Crown conhecem apenas uma rígida ordem social que tem o nome de Soma, além de uma cultura de instantânea gratificação e a onipresença do sexo. Curiosos para explorar a vida para além dos limites de sua sociedade, os dois embarcam em uma jornada para as Terras Selvagens, onde tomam ciência de uma crescente e violenta rebelião. Bernard e Lenina, então, são resgatados por John, o Selvagem, que escapa com eles de volta para Nova Londres.

O elenco é formado por Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars‘), Jessica Brown Findlay (‘Donwton Abbey’) e Harry Lloyd (‘Game of Thrones‘).

David Wiener, roteirista de ‘Homecoming‘, será o showrunner e produtor executivo de ‘Brave New World‘. Owen Harris, diretor do episódio “San Junipero” da terceira temporada de ‘Black Mirror‘, vai dirigir os dois primeiros episódios, além de também assumir a função de produtor executivo da série.

 

‘Até o Céu’: Filme com ator de ‘La Casa de Papel’ conquista o 2º lugar no Top 10 da Netflix

O thriller ‘Até o Céu‘ está fazendo sucesso com os cinéfilos brasileiros assinantes da Netflix, com a produção conquistando o 2º lugar no Top 10 da plataforma de streaming.

O longa é estrelado por Miguel Herraín, mais conhecido por ser um dos grandes protagonistas da popular série ‘La Casa de Papel‘.

Na trama, depois de se apaixonar por Estrela, o mecânico Ángel sai do subúrbio de Madri para um mundo de roubos e vira alvo de um detetive implacável.

Confira o trailer dublado:

Luis Tosar, Carolina Yuste, Asia Ortega e Fernando Cayo completam o elenco.

Até o Céu‘ é dirigido por Daniel Calparsoro, a partir de um roteiro assinado por Jorge Guerricaechevarría.

Crítica | O Convento: Terror com Jena Malone tem bons momentos, mas peca pela falta de ousadia e jump scares

Acenando para o submundo sobrenatural, mas sem sujar muito as mãos, o cineasta Christopher Smith leva sua nova história – coescrita com Laurie Cook -, para os átrios de tantos outros filmes de terror: o ambiente religioso. E em um isolado convento aos pés dos montes rochosos da Escócia, uma jovem médica será confrontada pelo seu passado, à medida em que tenta descobrir o que de fato aconteceu com seu irmão mais novo, um padre que morreu em circunstâncias duvidosas. E flertando com símbolos do catolicismo, agregando uma estranheza pagã à rituais ortodoxos, O Convento tenta unir um conceito cult a um formato mais POP dentro do gênero. Mas sua falta de ousadia em abraçar as bizarrices de seu roteiro faz do longa apenas um recorte vazio de bons momentos.

E Jena Malone se entrega. Disposta e completamente envolvida com sua personagem, a delicada Grace, ela faz de sua performance o ponto mais alto do filme e carrega a trama nas costas, com um fôlego admirável. Diante de um roteiro cujo esqueleto é bom, mas sofre pela falta de uma execução precisa, Malone é o que nos resta nessa experiência tão feita pela metade. Mirando em uma abordagem a la Midsommar, Smith se esforça para fazer de O Convento algo semelhante ao extasiante clássico contemporâneo de Ari Aster. Mas por não ter uma identidade muito precisa e se apegar demais às entrelinhas de sua personagem, ele acaba por se distrair daquilo que realmente importa, que é entregar bons sustos e promover aquele frio na espinha que todo horror sobrenatural precisa.

Ficando na zona do nem-nem (nem terror, nem suspense), a produção acaba se diluindo em apenas alguns momentos, que nos surpreendem pela sanguinolência e pelos sustos inesperados. Mas por nunca ousar sair de sua zona de conforto, O Convento se torna um grande “quase”, sendo insosso demais para sequer ser lembrado. Com seu primeiro ato lento e arrastado, o longa até consegue ganhar um vigor novo em sua segunda parte, mas a falta de intensidade e elementos genuinamente sobrenaturais fazem com que a história se torne cansativa muito rapidamente, custando até mesmo a conexão emocional que deveríamos ter com Malone e sua personagem Grace.

Apresentando uma proposta boa, mas muito mal costurada e executada, o terror acaba se tornando um efeito colateral de uma direção mediana. Nas mãos de Robert Eggers, O Convento poderia ser uma excelente combinação entre o POP e o cult presentes no gênero de terror. Repleto de elementos estranhos que tornam o contexto narrativo ainda mais rico e assombroso, o filme possui ótimas coadjuvantes bizarras, comportamentos peculiares de dar calafrios e toda uma dinâmica relacional psicótica e tóxica entre as freiras do convento. Emanando ares de uma seita religiosa macabra, o roteiro de Smith e Cook sinaliza para a direção certa, une os elementos corretamente, mas não sabe o que fazer com eles. E ao ligar a câmera, o diretor fica ainda mais confuso, sem saber como expandir sua boa história de forma mais visceral e horripilante.

Carecendo de voracidade e urgência em seu terror, o filme não se preocupa em convidar a audiência para uma experiência de dar nos nervos e acelerar os batimentos cardíacos. Extremamente lento e com diversos momentos em que absolutamente nada acontece, O Convento não honra os talentos de Malone e Danny Huston. Com cara de filme B dos anos 2000, o thriller é um R-rated que não cruza as próprias barreiras que sua censura lhe permite. Com pouco sangue para ser um slasher e sem manifestações espirituais genuínas para ser um sobrenatural, o longa por fim é apenas 1h30 de boas intenções. Mas de boas intenções, o inferno já está cheio.

Crítica | Zona de Interesse – Jonathan Glazer nos convida a encarar a pura BANALIDADE do MAL

Com uma tela completamente vermelha e uma sonorização metálica desagradàvel, Jonathan Glazer introjeta o público em A Zona de Interesse (The Zone of Interest). Em seguida, apresenta a aprazível cena de um piquenique em família à beira do lago, composto por uma fotografia sem intensidade e cores acinzentadas, sendo uma composição técnica brilhante para uma ambientação desconfortável na Alemanha dos início do século XX. 

Adaptado do romance britânico de Martin Amis, o longa-metragem foi indicado a cinco Oscars e ganhou o Grand Prix do Júri no Festival de Cannes 2023 — algo como o segundo lugar na competição. A partir do livro, o roteiro de Jonathan Glazer permite uma imaginação da vida doméstica do povo alemão aprazível numa paisagem bucólica e conivente com o genocídio de milhares de judeus.

Apesar de soar clichê, é impossível assistir ao filme e não invocar o pensamento da filósofa alemã Hannah Arendt sobre a banalidade do mal. O conceito elaborado durante o julgamento de Adolf Eichmann, um dos principais planejadores do Holocausto, marca a indagação sobre a banalização da ação do indivíduo, enquanto a moralidade de todos está corrompida, isto é, a sociedade em geral é incapaz de fazer escolhas decentes. 

Assim como o caso de Eichmann, A Zona de Interesse parte do nímio particular para explorar uma experiência global. Com foco na confortável vida do comandante do campo de Auschwitz, Rudolf Höss (Christian Friedel), ao lado da esposa, Hedwig (Sandra Hüller), e os filhos, o enredo explora o nosso desconforto diante de uma vivência apática e dessecada por cenas perturbadoras. 

Do belo jardim paradisíaco com piscina, criado por Hedwig, vemos muros em volta com arames farpados, uma contínua fumaça preta no céu e barulhos violentos, vindos de tiros, enxadas ou gritos. Assim como em Anatomia de Uma Queda, Sandra Hüller tem um desempenho fantástico como a patroa da casa, seja pela humilhação dos empregados, seja nos comentários sobre as roupas “recebidas” de mulheres judias. 

Sua normalidade ao experimentar um casaco de pele em frente ao espelho, como quem acaba de entrar na loja da Zara, é estarrecedora dentro do contexto. Assim como, a sequência da reunião do comandante de Auschwitz com seus colegas sobre como agilizar o processo de carbonização dos judeus ocorre como uma simples decisão orçamentária e nos revira o estômago. Em outras palavras, A Zona de Interesse é bastante incômodo.

Embora a atmosfera de inquietação seja constante, os pontos de tensão da narrativa apoiam-se na possível mudança de posto de trabalho de Rudolf e na visita da mãe de Hedwig. No primeiro dilema, a dona de casa está maravilhada com o jardim, os espaços, e acredita ser um ótimo ambiente para criar os filhos. Acabado os recursos dele para ficar, ela propõe ao marido partir sem eles.

Viver ao lado de um campo de extermínio não é um problema para Hedwing — entusiasmada com os objetos recolhidos de mulheres judias e preocupada com o seu próprio umbigo —, mas para sua mãe uma noite na residência é insuportável. Ao escutar os tiros e os ruídos das câmaras de gás, ela parte antes do sol raiar. Desse modo, A Zona de Interesse apresenta as modulações das escolhas individuais, o mesmo é representado por uma das filhas do casal sonâmbula e outra que deixa frutas pelas estradas. 

Seguindo a excelência desoladora dos filmes do austríaco Michael Haneke — vide Violência Gratuita (1987) e Amor (2013) —, Jonathan Glazer apresenta o horror de forma indireta e até com cenas captadas em infravermelho a fim de nos mergulhar na ambientação pérfida, porém sem um relampejo de sangue derramado. Nos minutos finais, entretanto, o diretor e roteirista decide nos catapultar da narrativa ao inserir imagens atuais no museu de Auschwitz e os seus funcionários. Ele nos retira do irônico idílio e nos joga de cara no concreto da realidade.

A passagem para o presente, entretanto, soa forçada e um corte abrupto, tal como uma lição de moral, ao invés de dar um destino aos seus personagens ainda no passado. Se Jonathan Glazer buscou um final como A Lista de Schindler (1993), de Steven Spielberg, ele pisou na bola, pois o foco do seu enredo não é memória e redenção, mas o escárnio dos atos de Rudolf e Hedwig Höss sem punição. No fim das contas, faltou mais ousadia e sobrou culpa. 

Lançado em Competição Oficial no Festival de Cannes 2023, A Zona de Interesse (The Zone of Interest) chega a alguns cinemas brasileiros a partir de 8 de fevereiro de 2024 e estreia oficialmente no dia 15 de fevereiro com distribuição da Diamond Films

Paródia de ‘Kill Bill’ com Fátima Bernardes é tudo que você precisa assistir hoje!

A apresentadora Fátima Bernardes fez todos gargalharem ao encarnar Beatrix Kiddo, a personagem de Uma Thurman em Kill Bill, em um quadro do programa ‘Tá No Ar’, da Rede Globo.

O quadro imagina como seria se o programa matinal apresentado por ela fosse dirigido por ninguém menos que Quentin Tarantino. Assista:

Filme solo do Ciborgue já tem data para início das filmagens

Parece que mais um projeto está no limbo da Warner Bros para os próximos anos. De acordo com o ator Joe Morton, que interpreta o pai do Ciborgue em Liga da Justiça, o filme solo do herói vivido por Ray Fisher ainda está em desenvolvimento dentro da DC.

Mesmo após as diversas mudanças internas, o ator afirma, em entrevista ao Slash Film, que as gravações devem acontecer em 2020, mas destacou que ainda não teve acesso ao roteiro.

“Sei que há um filme do Ciborgue para ser gravado em 2020. É tudo o que sei agora. Ainda não li o roteiro”

Recentemente, em uma outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Tonight, o ator disse que o filme deve trazer sua história de origem:

“Pelo que eu sei, haverá um filme do Ciborgue. Será sobre ele e eu, e sobre a família que ele veio, como se tornou o Ciborgue, tudo mais. Mas da onde ele veio também. Acho muito excitante. Muito animador porque não há muitos heróis negros, e neste caso em particular não há identidade secreta, não há como ele se esconder, ele tem que ser ele mesmo o tempo todo. E isto é uma ótima alegoria para o que significa ser negro nos EUA”

Apesar dessa confirmação, um filme solo do Ciborgue não estava na lista de projetos da DC para os próximos anos, só nos resta esperar para ver.

 

Crítica | ‘Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!’ traz família Sandler em comédia adolescente

A grande estreia da Netflix na semana é mais uma parceria entre a empresa e o ator Adam Sandler. E essa combinação tem feito bem para ambas as partes. Apesar de algumas bizarrices, como O Halloween do Hubie (2020) e Mistério em Paris (2023), o saldo dessa relação é bastante positivo, com verdadeiras pérolas, como Arremessando Alto (2022), Joias Brutas (2019) e agora Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!. Não que o filme seja um primor, mas ele trata de um tema muito comum, que é o amadurecimento dos jovens, só que pela perspectiva de uma adolescente em uma tradicional família judia.

E trazer uma trama dessas poderia terminar mal, já que mexer em temas de religião em filmes de comédia é tocar em um vespeiro complicadíssimo. Afinal, geralmente mexe com dogmas e tradições milenares que certamente vão incomodar os religiosos mais tradicionais. Só que isso não acontece aqui, principalmente porque Adam Sandler é judeu e faz questão de trazer aspectos de sua religião para suas obras, por mais “pastelonas” que sejam. E dessa vez ele teve um cuidado todo especial, como principal produtor, de trazer um filme respeitoso e divertido porque a grande protagonista do longa é ninguém menos que sua filha caçula, Sunny Sandler.

Além de Sunny, a filha mais velha, Sadie Sandler, também tem um papel de destaque. E o mais legal é que ambas interpretam as filhas do personagem do próprio Adam Sandler, que cá entre nós, está interpretando ele mesmo. E por que reclamar de algo que ele faz tão bem? Mas é legal vê-lo aceitar um papel bem menor (ele deve ter uns 20 minutos de tela, se muito) para “passar o bastão do protagonismo” para sua caçula, que não está estreando nos filmes, apesar deste ser seu primeiro papel de destaque.

No filme, Sunny interpreta Stacy, uma menina de família judia que frequenta um colégio hebraico e está se autopressionando por conta do planejamento de seu Bat Mitzvá, o rito de passagem judaico, que celebra a transição das meninas para a fase adulta. No entanto, seu pai começa a questionar se a filha está realmente compreendendo a importância do rito ou se está mais preocupada em impressionar os outros com uma festa megalomaníaca. Junto a essa pressão, a jovem carrega os tradicionais problemas da adolescência, como o primeiro amor, querer se enturmar com as meninas populares e lidar com suas amizades de infância. Só que as coisas perdem completamente o rumo quando, na mesma semana, ela passa por um evento traumático envolvendo a menstruação e vê sua melhor amiga começar a namorar com seu crush. Assim, ela fica numa sinuca de bico, sem saber se quer se vingar ou perdoar a amiga para tudo voltar a ser como antes.

O longa poderia ser tranquilamente uma daquelas 20 produções que a Netflix lança anualmente sobre as dificuldades de ser uma adolescente com 15 anos, que no final acabam sendo mais do mesmo, mas o cenário judaico realmente traz um diferencial para Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!, que já em suas primeiras cenas mostra diferentes rituais de passagens de diversas culturas e religiões, mostrando que por mais estranhas que possam parecer, não cabe aos outros julgar. E é dessa premissa de se abrir para o diferente que a comédia cativa, porque ela não quer que o público julgue o rito judaico, ao mesmo tempo que faz os próprios seguidores desta religião questionarem se os valores atuais estão sendo passados corretamente para as novas gerações ou se deixaram o capitalismo vencer, transformando uma cerimônia tradicional em um evento em que quem gasta mais se sobressai. E o filme faz isso de forma completamente orgânica e divertida.

Dentro e fora do aspecto religioso, há momentos completamente constrangedores que fazem rir e refletir, misturados a algumas referências a Cultura Pop e situações clássicas de filmes adolescentes. E toda vez que a trama fica séria demais, Adam Sandler aparece para uma cena curtinha de humor que ajuda a equilibrar o tema. Porém, esse humor é bem mais sutil, nada tão pastelão quanto seus clássicos, já que ele está interpretando um pai comum. E ele está muito, muito bem.

Sunny carrega o filme com muita competência, parecendo já ter protagonizado outros filmes antes, mesmo sendo seu primeiro papel de destaque. O resto do elenco também está bem, mas nada de extraordinário, até porque são personagens bastante simples, que não exigem muito dos atores. Já o roteiro, que também é simples, tem esse mérito de não descambar para o humor ofensivo e fecha bem os arcos principais, construindo essa história divertida e constrangedora sobre o amadurecimento em meio a uma família tradicional.

A direção de Sammi Cohen é muito interessante, porque usa de músicas que estão nas Trends para embalar as cenas e traz um personagem não-oficial que está cada vez mais presente no cinema e na vida das pessoas, que é o TikTok. Ela trabalha bem esse uso da rede social dentre os jovens e usa uma estética bem similar aos vídeos mais produzidos que viralizam na rede. É interessante ver a influência do app no cinema e como ele é trabalhado na produção para dialogar com os adolescentes. Porém, ela se perde um pouco no ritmo do filme, que dá uma sensação dele ser maior do que realmente é. Sua duração é de aproximadamente 1h30, mas a extensão de certos temas quebra um pouco o ritmo da comédia e dá a sensação de se passar em 2h.

De qualquer forma, Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá! é um daqueles filmes de aquecer o coração que é bem executado e consegue divertir e até mesmo emocionar. É uma boa pedida para assistir de bobeira em um dia chuvoso descompromissado, com um baldão de pipoca e uns bombons.

Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá! está disponível na Netflix.