A adaptação dos quadrinhos de ‘Guardiões da Galáxia‘ se tornou um grandioso sucesso logo em sua estreia nas telonas, com a escolha do elenco sendo um dos aspectos mais elogiados da produção.
E segundo o cineasta James Gunn, a atriz Zoe Saldana sempre foi sua primeira escolha para o papel de Gamora. O diretor compartilhou a informação em uma resposta a um questionamento de um seguidor do Twitter.
Na ocasião, Gunn ainda salientou que de todos os nomes sugeridos por ele para o elenco, o de Saldana foi o único que realmente acabou sendo oficializado.
Confira sua resposta:
“Então, Zoe Saldana foi a primeira escolha para a Gamora. Eu acho que ela foi a minha única ideia de elenco no meu pitch que acabou acontecendo (o papel de Yondu – que foi feito para o Rooker – ainda não havia sido escrito”.
So @zoesaldana was my number one choice for Gamora. I think that’s the only casting idea in my pitch that ended up happening (the role of Yondu – which I wrote for Rooker – wasn’t written yet.) https://t.co/BoSVJngM8F
— James Gunn (@JamesGunn) December 22, 2020
A revelação vai contra a alegação da Amanda Seyfried, que afirmou ter sido convidada a viver a Gamora mas recusou o papel porque não queria ficar horas sendo maquiada para ficar… verde:
“Eu recusei [um filme de super-herói] uma vez e não ligaram de volta desde então. Era um filme grande, mas eu não me arrependo porque eu não queria ficar verde por seis meses ao ano. Eles contam histórias lindas através de super-heróis, e agora minha filha está obcecada com eles. Parte de mim gostaria que eu tivesse feito isso, mas a outra diz: ‘eu tinha uma vida para viver’ e eu não acho que estaria satisfeita.”
Confira a entrevista:
Vale lembrar que durante o Dia do Investidor da Disney, Kevin Feige revelou que o filme estreia apenas em 2023 – com data a ser definida.
A produçã terá suas filmagens iniciadas no final de 2021.
Este é o quarto filme do MCU que tem seu cronograma de produção agendado para o ano que vem. Janeiro de 2021 já começará com as gravações de ‘Thor: Amor e Trovão’, seguido por ‘Pantera Negra 2‘ e ‘Homem-Formiga 3‘.
No momento, a Marvel Studios segue os seus trabalhos nas continuações ‘Homem-Aranha 3‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.
Há alguns meses, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.
Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.



A trama começa em dezembro de 2022, durante a final da
Filmes apocalípticos não são exatamente uma novidade. Dezenas deles são lançados por ano, então costuma ser difícil encontrar um diferencial neles. No entanto, esse aqui traz uma abordagem interessante que é brevemente explorada, mas o suficiente para prender a atenção. Como a trama deixa claro que o mundo inteiro sabe que vai morrer em trinta anos, o diretor
E a falta de perspectiva do “presente” acaba contratando com o núcleo do futuro, que vê nessa leva de soldados convocados sua última chance de salvar a humanidade. Ou seja, eles são a esperança final de todo o planeta. É nesse núcleo que a ação se mistura com o suspense porque enfim acontece o confronto entre humanos e aliens. Inicialmente, a direção constrói um suspense por meio da sugestão, o que é excelente porque eles comentam e mostram os efeitos da ameaça, mas não revelam o visual das criaturas, permitindo que o público crie sua própria versão dos vilões com a imaginação. Porém, depois de um tempo, os Aliens de CGI são revelados, reduzindo o suspense e investindo mais na ação. Talvez isso decepcione alguns, já que podem ter imaginado criaturas ainda mais assustadoras, mas a versão reptiliana mostrada é bem competente em assustar e representar um perigo real para os protagonistas e para a vida na Terra. As missões e os combates da equipe do passado contra os Etzões são de tirar o fôlego, já que diversos membros morrem inesperadamente.
Então, quando a trama futurista é encerrada e o filme aparentemente se encaminha para um final em aberto, a equipe criativa estende a história para mais um ato, agora ambientado no presente, que acontece mais para resolver alguns traumas pessoais do protagonista do que para enriquecer esse universo. O que não tem problema, se for bem executado. Infelizmente, eles se perdem um pouco nessa parte final e começam a apelar para diversas coincidências e conivências do roteiro, que podem incomodar quem procurar por uma história mais seria. Algumas situações ficam meio forçadas, claramente colocadas ali apenas para permitir um confronto final repleto de ação e reviravoltas, trazendo momentos de violência e diversão. Pode ser que esse ato final canse um pouco o público.
Quanto ao elenco,
Enfim, é um blockbuster com acertos e erros que se mostra um bom entretenimento para quem busca diversão, suspense, uma pitada de ficção e uma overdose de 






























































