Site Página 2871

Conheça um dos filmes mais SURPREENDENTES das últimas duas décadas:

A morte nunca é o fim de uma história. Um dos filmes mais devastadores dos últimos tempos, com um desfecho inesperadamente surpreendente, Incêndios é até hoje a obra-prima do badalado cineasta canadense Denis Villeneuve.  Baseado na peça teatral Incendies, de Wajdi Mouawad, e também, parcialmente baseado na vida da ativista libanesa Souha Béchara, o projeto nos leva de forma impactante para uma história que tem o amor em várias esferas, constante, mesmo esse encontrando uma terra de incansáveis conflitos que se preenchem por verdades nunca ditas. Esse é um daqueles filmes que ficamos pensando durante dias e nunca mais esquecemos.

Na trama, conhecemos os irmãos gêmeos Jeanne (Mélissa Désormeaux-Poulin) e Simon (Maxim Gaudette) que chegam para a leitura do testamento que a mãe lhes deixou. Após serem surpreendidos com a possibilidade nada remota do pai estar vivo e a descoberta que eles tem um irmão, primeiro Jeanne e depois Simon embarcam para o Oriente Médio para descobrir as verdades escondidas de sua própria família tendo como epicentro a quase inacreditável história da mãe deles, Nawal (Lubna Azabal).

Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Incêndios nos mostra as verdadeiras vítimas de um conflito, a ruptura de uma criação, o despedaçar de um coração materno em sua constante luta por um reencontro. Somado a isso, a narrativa de maneira muito habilidosa nos transporta pra o presente na visão de dois irmãos que se conectam a essa história cada qual no seu tempo. A matemática Jeanne dá os primeiros passos atrás dos desejos da mãe, sendo surpreendida a todo instante e precisa da sua outra metade para completar o restante de ciclo que escondia as verdades sobre a trajetória da própria mãe. Todas as peças são captadas de forma cirúrgica pelas lentes de Villeneuve que mostra um total domínio sobre a história que quer contar.

As ideias só existem se alguém as defende. Filmado na Jordânia e em Montreal, a ambientação da história não é declarada, sabemos apenas que se passa no Oriente Médio, mas entendemos alguns conflitos provocados por adeptos de milícias cristãs direitistas e seus autodeclarados inimigos. O choque entre o passado e o presente se torna uma enorme aula de geopolítica e essa contextualização é um elemento importante, mais um personagem, um ponto fixo que rodeia a saga da protagonista brilhantemente interpretada pela atriz belga Lubna Azabal.

Como dito no início, a morte nunca é o fim de uma história, e por aqui essa verdade transparece até o último minuto. Incêndios possui um final avassalador, que mexe com nossas emoções. Um filme forte, impactante que nunca esqueceremos. Essa obra-prima está disponível no catálogo do Reserva Imovision. Imperdível.

Os 35 Melhores Filmes LGBT de todos os tempos

Em homenagem aos 30 anos de aniversário do BFI Flare: O Festival de Cinema LGBT de Londres, o próprio evento resolveu formular uma lista com os melhores filmes do gênero de todos os tempos. Nós do CinePOP, aproveitando o gancho mais que propício trazido pelo 28 de junho, o dia do orgulho gay, comemorado na última quarta-feira, trazemos para você a lista do prestigiado instituto. Para tal eleição foram ouvidos mais de 100 profissionais da área, entre críticos, escritores e programadores. A média foi tirada e os filmes foram colocados em ordem (o número quebrado da lista se deve justamente por isso, o empate de alguns filmes). Veja abaixo e comente dizendo se concorda, e quais são os seus preferidos.

35 | Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott

Dois artistas drag e uma mulher transgênero viajam através do deserto para apresentarem seu estilo único de cabaré.

País: Austrália.

34 | Blue (1993), de Derek Jarman

Contra uma simples e imutável tela azul, uma trilha sonora densa de vozes, efeitos sonoros e música tentam pintar um retrato de Derek Jarman, e suas experiências com a AIDS, junto a uma exploração dos significados associados a cor azul.

País:Reino Unido / Japão.

33 | O Funeral das Rosas (1969), de Toshio Matsumoto

As desventuras e tribulações de Eddie (Pîtâ) e outros travestis no Japão.

País: Japão.

32 | Tomboy (2011), de Céline Sciamma

Uma família se muda para uma nova vizinhança, e a filha Laure (Zoé Héran), de 10 anos, propositalmente se apresenta como um menino, Mikhael, para as crianças do local.

País: França

31 | Domingo Maldito (1971), de John Schlesinger

Alex (Glenda Jackson), uma mulher divorciada que trabalha, e Daniel Hirsh (Peter Finch), médico judeu bem sucedido, dividem não apenas o serviço de acompanhantes, como também os favores do jovem Bob Elkin (Murray Head), que pula de cama entre eles e seus temperamentos.

País: Reino Unido.

30 | Pink Narcissus (1971), de James Bidgood

Um poema erótico passado nas fantasias de um jovem rapaz gigolô.

País: EUA.

29 | Morte em Veneza (1971), de Luchino Visconti

Adaptação do livro de Thomas Mann. O compositor Gustave Aschenbach (livremente baseado em Gustav Mahler) viaja para um resort em Veneza, e no local desenvolve uma atração problemática por um adolescente, de férias com a família. O rapaz personifica o ideal de beleza que o compositor há muito buscava.

País: Itália / França / EUA.

28 | Um Dia de Cão (1975), de Sidney Lumet

Um homem assalta um banco para pagar pela operação de mudança de sexo de seu amante. O crime se transforma numa situação com reféns, logo se tornando um circo midiático.

País: EUA.

27 | Portrait of Jason (1967), de Shirley Clarke

Os melhores momentos de uma entrevista de 12 horas com Aaron Payne, vulgo Jason Holliday, um ex-servente, que viria a se tornar artista de cabaré, e autoproclamado malandro da noite.

País: EUA.

26 | Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch

Após um acidente na estrada Mulholand Drive, uma mulher fica com amnésia. Ela e uma aspirante a atriz em Hollywood procuram por pistas e respostas ao longo de Los Angeles, numa jornada repleta de reviravoltas além de sonhos e realidade.

País:França / EUA.

25 | Pariah (2011), de Dee Rees

Uma adolescente do Brooklyn transita entre conflitos de identidade, amizades, família e sofrimento, numa busca desesperada por sua expressão sexual.

País:EUA.

24 | The Watermelon Woman (1996), de Cheryl Dunye

Cheryl é uma jovem negra e lésbica, trabalhando na Filadélfia com sua amiga Tamara, num projeto cinematográfico que a consome: um documentário sobre sua busca por uma atriz negra da Filadélfia, que participou de filmes na década de 1930, conhecida como Watermelon Woman.

País:EUA.

23 | Teorema (1968), de Pier Paolo Pasolini

A trama centra em um estranho visitante na casa de uma rica família. Ele seduz a empregada, o filho, a mãe, a filha e finalmente o pai, antes de ir embora alguns dias depois. Nenhum deles consegue viver do mesmo jeito de antes, após a saída do estranho. Quem era ele? Poderia ser Deus?

País: Itália.

22 | Um Estranho no Lago (2013), de Alain Guiraudie

Verão. O cenário: as margens de um lago se transformam em local de relações rápidas para homens gays. Franck se apaixona por Michel, um atraente, mas letalmente perigoso sujeito.

País: França.

21 | Delicada Atração (1996), de Hettie Macdonald

Nos subúrbios de Londres, o jovem Jamie foge durante os jogos de esportes para não se tornar vítima de seus camaradas. O jovem Ste, seu vizinho, apanha de seu pai, pedindo abrigo para dormir na casa de Jamie. Ao dormirem na mesma cama, os dois descobrem um novo sentimento.

País: Reino Unido.

20 | Bom Trabalho (1999), de Claire Denis

O filme foca em um ex-oficial da Legião Estrangeira, enquanto ele se lembra de sua então gloriosa vida, liderando tropas na África.

País: França.

19 | Looking for Langston (1989), de Isaac Julien

Uma recriação no estilo de fantasia, em preto e branco, de homens gays da alta sociedade durante a renascença do Harlem, na qual filmagens de arquivo e fotografias entrecortam a narrativa.

País: Reino Unido.

18 | Je, tu, il, elle (1974), de Chantal Akerman

‘Je’ é uma menina voluntariamente trancada em um quarto. ‘Tu’ é o roteiro. ‘Il’ é um motorista de caminhão. ‘Elle’ é a namorada.

País: França / Bélgica.

17 | Meu Passado Me Condena (1961), de Basil Dearden

Um advogado proeminente investiga um chantagista que ameaça expor homens gays (na época, atos homossexuais eram ilegais), sendo ele mesmo gay.

País: Reino Unido.

16 | Orlando – A Mulher Imortal (1992), de Sally Potter

O jovem nobre Orlando é ordenado pela Rainha Elizabeth I a permanecer para sempre jovem. Milagrosamente, ele faz justamente isso. O filme o segue por diversos séculos da história britânica, experimentando variadas vidas, relacionamentos e até mesmo mudança de sexo.

País: Reino Unido / Rússia / Itália / França / Holanda.

15 | Amigas de Colégio (1998), de Lukas Moodysson

O filme fala sobre duas adolescentes de uma pequena cidade na Suécia. Elin é bonita, popular e entediada com sua vida. Agnes não possui amigos, é triste e secretamente apaixonada por Elin.

País: Suécia / Dinamarca.

14 | Senhoritas em Uniforme (1931), de Leontine Sagan

Em uma escola interna só para meninas, Manuela se apaixona por uma professora, o que irá gerar terríveis consequências.

País: Alemanha.

13 | Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche

A vida de Adèle muda quando ela conhece Emma, uma jovem de cabelos azuis. Através de seu amor, ela descobrirá o desejo e se tornará mulher e adulta. Adèle se descobrirá através do amor e da perda.

País: França / Bélgica / Espanha.

12 | As Lágrimas Amargas de Petra von Kant (1972), de Rainer Werner Fassbinder

Uma designer de moda arrogante se apaixona por uma mulher linda e fria que deseja se tornar modelo.

País: Alemanha.

11| Tangerine (2015), de Sean S. Baker

Uma prostituta vasculha as ruas de Tinseltowen (Hollywood) atrás do cafetão que partiu seu coração. Inteiramente filmado com Smartphones.

País: EUA.

10 | Garotos de Programa (1991), de Gus Van Sant

Dois melhores amigos, vivendo das ruas em Portland como trapaceiros, embarcam numa jornada de autodescoberta e se deparam com os tropeços de sua relação ao longo do caminho.

País: EUA.

09 | Canção de Amor (1950), de Jean Genet

Dois prisioneiros em completo isolamento, separados por paredes grossas de tijolos, e desesperadamente necessitados de contato humano, criam a mais inusitada forma de comunicação.

País: França.

08 | Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar

O jovem Esteban deseja se tornar um escritor, e também descobrir a identidade de seu pai, cuidadosamente escondida por sua mãe Manuela.

País: Espanha / França.

07 | Minha Adorável Lavanderia (1985), de Stephen Frears

Um ambicioso paquistanês britânico e seu namorado caucasiano lutam pelo sucesso e esperança ao abrirem uma glamourosa lavanderia.

País: Reino Unido.

06 | Mal dos Trópicos (2004), de Apichapong Weerasethakul

Um romance entre um soldado e um rapaz do campo, envolto em um folclore tailandês sobre um xamã com habilidade sobrenatural de mudança de forma.

País: Tailândia / França / Alemanha / Itália.

05 | Paris is Burning (1990), de Jennie Livingston

Uma crônica do cenário drag de Nova York, na década de 1980, focando em bailes, modelos, as ambições e sonhos daquelas que deram à época seu fervor e vitalidade.

País: EUA.

04 | O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee

A história de uma relação proibida e secreta entre dois caubóis, e suas vidas ao longo dos anos. Vencedor de 3 Oscar.

País: EUA / Canadá.

03 | Felizes Juntos (1997), de Wong Kar-Wai

Yiu-Fai e Po-Wing chegam de Hong Kong na Argentina, e pegam a estrada para o feriado. Algo termina por esfriar sua relação e os dois se afastam. Quando Po-Wing retorna, a vida de Yiu-Fai seguiu, e novos ares se apresentam com Chang, que veio e Taiwan. Enquanto a nova vida de Yiu-Fai brilha, a de Po-Wing se despedaça.

País: Hong Kong / Japão / Coreia do Sul

02 | Weekend (2011), de Andrew Haigh

Após uma festa regada a bebidas com seus amigos héteros, Russell (Tom Cullen) sai para uma boate gay. Antes do local fechar ele encontra Glen (), mas o que parecia ser apenas um caso de uma noite, mostra-se algo mais, algo especial.

País: Reino Unido.

01 | Carol (2015), de Todd Haynes

Uma aspirante a fotógrafa (Rooney Mara) desenvolve uma relação íntima com uma mulher mais velha (Cate Blanchett), na década de 1950, em Nova York.

País: Reino Unido / EUA.

Menções Honrosas:

Ligadas pelo Desejo (1996), de Lana e Lilly Wachowski
Meninos Não Choram (1999), de Kimberly Peirce
Cabaret (1972), de Bob Fosse
Corações Desertos (1985), de Donna Deitch
Eduardo II (1991), de Derek Jarman
O Par Perfeito (1994), de Rose Troche

O Direito do Mais Forte à Liberdade (1975), de Rainer Werner Fassbinder
Hedwig – Rock, Amor e Traição (2001), de John Cameron Mitchell
Minhas Mães e Meu Pai (2010), de Lisa Cholodenko
A Lei do Desejo (1987), de Pedro Almodóvar
Nighthawks (1978), de Ron Peck
Orgulho e Esperança (2014), de Matthew Warchus
Querelle (1982), de Rainer Werner Fassbinder
Scorpio Rising (1965), de Kenneth Anger
Direito de Amar (2009), de Tom Ford
The Times of Harvey Milk (1984), de Rob Epstein
Young Soul Rebels (1991), de Isaac Julien

Born in Flames (1983), de Lizzie Borden
Nunca Fui Santa (1999), de Jamie Babbit
Traídos Pelo Desejo (1992), de Neil Jordan
Fireworks (1947), de Kenneth Anger
Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson
I Don´t Want to Sleep Alone (2006), de Tsai Ming-liang
Michael (1924), de Carl Th. Dreyer
Mistérios da Carne (2004), de Gregg Araki
Veneno (1991), de Todd Haynes
Sebastiane (1976), de Paul Humfress e Derek Jarman
Tongues United (1989), de Marlon Riggs

Black Mirror 4ª Temporada – Do Pior ao Melhor

Pois é, amiguinhos, chegou um dos dias mais esperados do ano! Este que é o antipenúltimo dia de 2017, marca também a estreia da quarta temporada de Black Mirror, série que se tornou uma das preferidas do público de todos os tempos.

Tivemos a oportunidade de conferir de antemão todos os seis episódios da nova temporada e já lançamos as críticas do primeiro episódio (agora o segundo), Arkangel, dirigido por Jodie Foster, e uma crítica da temporada inteira – que você pode conferir clicando nos links.

Já fizemos também a crítica em vídeo – que você pode assistir clicando aqui. Mas achamos que era pouco – já que falar de Black Mirror nunca é demais. Então resolvemos estender o assunto e ranquear todos os seis episódios da quarta temporada, como de costume do pior ao melhor. Como sempre comentaremos com alguns detalhes cada item, portanto, se você é o louco que ainda não maratonou Black Mirror, corra para fazê-lo e depois volte aqui. Queremos também saber a sua opinião, que é muito importante para nós, mas sempre com educação e respeito. Lembrando que esta lista reflete nossa opinião, e que a sua tem todo o direito de ser diferente. Vamos lá.

06 | Episódio 2: Arkangel

Uma pequena confusão inicial ocorreu quanto a ordem dos episódios. Inicialmente, Arkangel era tido como o primeiro episódio da nova temporada. Seja erro do Imdb, no qual constava a ordem trocada, ou uma estratégia da própria Netflix devido às críticas, os episódios chegam em nova ordem. De qualquer forma, Arkangel segue como o último em nossa preferência. O episódio dirigido pela prestigiada Jodie Foster fala sobre o relacionamento abusivo de uma mãe ultra zelosa (Rosemarie DeWitt) com sua filha – famílias problemáticas sempre foram alvo de interesse da diretora Foster. A tecnologia apresentada é uma espécie de babá eletrônica do futuro, que funciona através de um chip implantado na cabeça da cria, permitindo à progenitora ver tudo pelos olhos da criança, a rastrear e inclusive bloquear o que julgar impróprio. O esforço poderia render um desfecho mais interessante, resultando apenas numa picuinha novelesca de mães sufocadoras e suas filhas subjugadas.

05 | Episódio 3: Crocodile

Dirigido por outro dos mais talentosos diretores deste lote, o episódio de John Hillcoat (A Estrada) também não possui um desenvolvimento satisfatório, resultando num exagero que espera chocar por certa crueza. Aqui temos a mulher de negócios bem sucedida interpretada por Andrea Riseborough (Oblivion), que esconde um crime acidental em seu passado, quando era jovem. Como forma de encobrir esse rastro ela começa a eliminar toda ponta solta que encontra pelo caminho, descendo em uma espiral de loucura e psicopatia. O episódio não tem tempo de trabalhar bem sua personalidade e ao mesmo tempo apresentar uma investigação de outro acidente, que irá levar uma agente de seguros até os crimes da mulher. A tecnologia apresentada aqui é uma espécie de leitor de mentes, que consegue resgatar suas memórias e salvá-las numa máquina.

04| Episódio 6: Black Museum

O último episódio e mais misterioso é na verdade uma grande homenagem para a mitologia da série. É como se o criador Charlie Brooker decidisse criar seu primeiro crossover dentro do universo de Black Mirror, trazendo num único episódio, em um museu, todos os artefatos tecnológicos apresentados até aqui, em episódios de todas as temporadas. Acredite, aqui irão encontrar muitas referências. Além disso, o episódio funciona como três dentro de um. Aqui, além da trama principal do Museu, temos dentro dela, duas outras que apresentam verdadeiramente os itens encontrados no local. A primeira conta sobre um médico cuja tecnologia o faz sentir os sintomas das vítimas, conseguindo evitar muitas mortes. O sujeito, no entanto, termina viciado em dor, como efeito colateral, e sendo Black Mirror a coisa não acaba nada bem. O segundo mostra uma mulher em coma tendo a consciência transferida para dentro da mente de seu companheiro. Uma ideia nada convidativa também. Mas o desfecho deixa a desejar com uma história de vingança.

03| Episódio 5: Metalhead

Este é o episódio com a trama mais simples e direta. O que tem se mostrado uma tendência nesta temporada – o abandono de ideias complexas e interpretações intrincadas. O que satisfaz em Metalhead é seu teor cult, que soa saído diretamente da década de 1980, misturando cinema de entretenimento com obras de arte. É o filme de terror desta temporada, e soa como a simplicidade e eficiência de O Exterminador do Futuro (1984), por exemplo. Tudo o que se precisa saber aqui é que estamos num futuro pós-apocalíptico, e existem máquinas assassinas dispostas a nos exterminar. Isso é o suficiente para este episódio todo criado em preto e branco, e dirigido por David Slade (30 Dias de Noite) te arrepiar dos cabelos aos pés. É tenso, muito nervoso e promete te deixar na beira da poltrona esperando a próxima cena. Metalhead mostra também que se bem trabalhado, episódios com premissas simples podem funcionar bem dentro de tal universo.

02| Episódio 4: Hang the DJ

O San Junipero desta temporada, Hang the DJ, ao contrário da maioria aqui, fala sobre relacionamentos amorosos no mundo moderno. Uma premissa que sempre precisa fazer parte de Black Mirror porque é muito de seu cerne também. Este é o único com tal temática na nova temporada. Na trama, o mundo é ditado por um aplicativo de relacionamentos que indica seu parceiro e te diz exatamente quanto tempo a relação terá– uma espécie de pastores evangélicos do futuro. Imagine O Lagosta, filme com Colin Farrell, porém, mais tecnológico. Hang the DJ encanta por ser o episódio mais bonitinho e romântico do novo lote. É claro que os protagonistas não irão aceitar as imposições deste novo mundo e se rebelar. O episódio entretém e consegue manter o interesse, revelando exatamente o teor ao qual estamos acostumados em Black Mirror.

01| Episódio 1: USS Callister

Nosso episódio preferido, e o da maioria, é esta homenagem de Black Mirror à cultuadíssima série de ficção científica Star Trek. Nada mais justo do que um grande seriado de ficção homenagear outro que é a base para quase tudo que foi feito no gênero. Mas USS Callister não é, como se imaginava, apenas uma sátira/homenagem da obra criada por Gene Roddenberry, e funciona por si próprio, criando a reviravolta mais dark da temporada. O episódio é o melhor porque funciona com harmonia em relação a tudo criado por Black Mirror ao longo destes anos. É o episódio mais respeitoso da mitologia, e o que segue de perto sua cartilha, criando uma trama interessante, urgente e muito criativa.

“Barbenheimer” | Relembre Mais Filmes Grandiosos que Estrearam no Mesmo Dia!

Mesmo que você não seja um cinéfilo ou fã assíduo de cinema já deve ter ouvido ou lido a expressão “Barbenheimer”. É exatamente o que difere um sucesso de um fenômeno. O segundo ocorre quando algo se torna um evento cultural, penetrando toda e qualquer bolha, sem que ninguém consiga escapar de ser atingido. Foi justamente o que “Barbenheimer” conquistou, destruindo todas as expectativas de sucesso, e a elevando à décima potência. Os fãs de cinema vinham alimentando essa “rivalidade” entre os blockbusters ‘Barbie’, da Warner, e ‘Oppenheimer’, da Universal, programados para estrear no mesmo dia (21 de julho), sem que nenhum dos dois arredassem pé, abrindo mão da data.

Mas o que aconteceu foi ainda mais inesperado. Ao invés de se canibalizarem nas bilheterias, as produções se complementaram, ajudando no hype da outra. Além das dobradinhas inusitadas, já que os dois filmes não poderiam ser mais diferentes, com grande parte dos espectadores indo assistir às duas produções no mesmo dia, ou ao menos no mesmo fim de semana; foi reportado que dos US$82 milhões arrecadados por ‘Oppenheimer’ em seu primeiro fim de semana nos EUA, US$5 milhões pelo menos vieram de espectadores que não conseguiram entrar nos cinemas lotados de ‘Barbie’ e optaram por assistir ao filme sobre o criador da bomba atômica, de Christopher Nolan.

Sem dúvida ajuda o fato de os dois filmes serem muito bons e virem arrancando elogios inesgotáveis não apenas dos críticos, como também de todos os que se aventuram a conferi-los. Não se compra publicidade assim, e nem hype. Pode ter certeza que mais “rivalidades” como essa serão alimentadas pelos grandes estúdios de Hollywood nos próximos anos, com grandes filmes sendo marcados para o mesmo dia, afinal, “Barbenheimer” se tornou o quarto maior fim de semana para os cinemas da história e o primeiro que não conta com uma franquia estabelecida, como a Marvel ou Star Wars.

O mais interessante é que “Barbenheimer” surgiu de forma natural, e esperamos que os estúdios consigam fabricar algo do tipo, pois para a indústria de forma geral, os estúdios, realizadores e exibidores, se mostrou um grande acerto. Aqui, nesta nova matéria, iremos apontar mais uma vez que isso não é novidade, e no passado grandes filmes promissores já dividiram a mesma data de estreia. É claro que nunca se tornando o fenômeno que foi “Barbenheimer”, mas quem sabe no futuro teremos mais do tipo. Confira abaixo.

Leia também: ‘Barbie’ vs. ‘Oppenheimer’ | Relembre os GRANDES Filmes que Estrearam nos Cinemas no Mesmo Dia

Venom vs. Nasce uma Estrela

No dia 5 de outubro de 2018, há cinco anos, os cinemas veriam o duelo de dois dos filmes de maior hype daquela temporada. ‘Venom’ foi o primeiro filme solo do que é provavelmente o vilão mais popular do Homem-Aranha, que prometia mais fidelidade, certa violência, mas sem esquecer o humor. No mesmo dia estreava outro que despertava muita expectativa. ‘Nasce uma Estrela’ foi a quarta adaptação de uma história querida no cinema, que marcava a estreia de Bradley Cooper como diretor e trazia o primeiro papel de destaque da cantora Lady Gaga, completamente descaracterizada de sua persona dos palcos.

Assim como “Barbenheimer”, o resultado foi muito positivo para ambas as produções. ‘Venom’ levou a melhor financeiramente, abriu com US$80 milhões, fez carreira de surpreendentes US$856 milhões ao redor do mundo, e rendeu uma lucrativa franquia – com o terceiro filme já em produção. ‘Nasce uma Estrela’ não fez feio e somou US$42.9 milhões de abertura, vivendo para se tornar um dos filmes mais comentados dos últimos anos, com uma bilheteria total de US$436 milhões ao redor do mundo – além de emplacar forte no Oscar, onde foi indicado para 8 prêmios, incluindo melhor filme, atores para Cooper e Gaga, e saiu vitorioso de melhor canção para ‘Shallow’, que grupou igual chiclete.

As Panteras x Ford vs. Ferrari

Aqui tivemos um destino um pouco diferente de “Barbenheimer”, com apenas um dos blockbusters se dando bem, e o outro caindo no “poço do esquecimento”. O que conta, no entanto, é o potencial que ambas as obras possuíam, mesmo que uma delas, ou ambas, não tenham vivido para atingir este potencial. Esse é o caso com ‘As Panteras’, reboot de uma das propriedades femininas mais quentes de Hollywood. Pelas mãos da diretora Elizabeth Banks, um reboot com Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska era anunciado como o filme da temporada. Mas o resultado não agradou tanto.

Bem, se perguntássemos para qualquer um, uma marca forte como ‘As Panteras’, da Sony, deveria ter comandado o fim de semana do dia 15 de novembro de 2019. Mas não foi bem assim. Isso porque no caminho do longa do trio de mulheres apareceu um badalado filme sobre a competição de duas marcas de carro grandiosas, com ‘Ford vs. Ferrari, estrelado por Christian Bale e Matt Damon. Mais uma vez esse seria o caso de um blockbuster enfrentando um filme de prestígio, que chegaria até o Oscar. No entanto, em uma reviravolta ‘Ford vs. Ferrari’ se tornou tanto o filme de prestígio, quanto o blockbuster daquele fim de semana – estreando em primeira posição com US$31.4 milhões, arrecadando mundialmente US$255.5 milhões, além, é claro, de quatro indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e duas vitórias em categorias técnicas. ‘As Panteras’ estreou em terceiro, com US$8.3 milhões, somando apenas US$73 milhões mundiais ao final de sua estadia.

John Wick 2 vs. Cinquenta Tons Mais Escuros

Vez ou outra ganhamos não um duelo mano a mano nas bilheterias, no estilo “Barbenheimer”, mas sim um pega para capar, uma briga que pode envolver três ou até quatro filmes. Foi o caso no dia 10 de fevereiro de 2017, que tinha tudo para ser um enfrentamento entre os segundos capítulos do sanguinário John Wick e do lascivo casal de ‘Cinquenta Tons de Cinza’. Em casos assim, os estúdios começam inclusive a conversar e a brincar uns com os outros, como foi o caso com a campanha de marketing de John Wick, que satirizava o famoso “O Sr. Grey a receberá agora”, em uma arte que mostrava Keanu Reeves com os dizeres “O Sr. Wick o receberá agora”.

Hollywood entrou na brincadeira e os grandes estúdios costumam pegar carona no marketing dos filmes rivais.

A verdade é que os filmes de John Wick foram ficando mais populares com o passar do tempo e aqui ainda não erma o que viriam a se tornar. Já Cinquenta Tons nasceu bombando, tendo uma base de fãs muito empenhada saída dos livros. Mas o que ninguém poderia imaginar é que no meio dos dois se meteria uma animação chamada ‘Lego Batman’, que roubou aquele fim de semana para si. Porque a animação nunca teve sequência é o que ninguém sabe responder. ‘Lego Batman’ estreou em primeiro com US$53 milhões, seguido bem de perto por ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’, que estreou com US$46 milhões. Já ‘John Wick 2’ também não fez feio, mas ficou em terceiro com US$30 milhões.

X-Men Apocalypse vs. Alice Através do Espelho

E quando o duelo é entre dois blockbusters de quase US$200 milhões de orçamento, repleto de efeitos especiais, com dois dos maiores estúdios de Hollywood bancando, parte de duas das franquias mais lucrativas do cinema e mirados, mais ou menos, para o mesmo público? Um evento desses poderia implodir o mundo. ‘Alice no País das Maravilhas’ (2010), de Tim Burton, foi um dos maiores sucessos do início da década passada e arrecadou mais de US$1 bilhão mundiais para a Disney. Por outro lado, a Fox havia realizado um reboot muito bem-sucedido de seus mutantes com ‘X-Men – Primeira Classe’ (2011), e elevado ainda mais o jogo com ‘X-Men – Dias de um Futuro Esquecido’ (2014). Assim, o hype era muito grande para as continuações de ambos.

E no dia 27 de maio de 2016, as superproduções da Disney e da Fox se enfrentaram com ‘Alice Através do Espelho’ versus ‘X-Men – Apocalypse’. O inesperado aconteceu e ambos se tornaram fracasso de crítica, num ano que foi sofrido para os blockbusters, um dos piores (quiçá o pior) da década passada. Nessa disputa ‘X-Men’ ainda levou “a melhor”, com 47% de aprovação contra os 29% de aprovação de ‘Alice 2’. Em matéria de bilheteria ‘Apocalypse’ também foi o vencedor, estreando em primeiro com US$65.7 milhões e rendendo US$543.9 milhões mundiais contra a abertura de US$26.8 milhões de ‘Alice’ e uma arrecadação de US$299.4 milhões mundiais.

Warcraft vs. Truque de Mestre 2

Finalizando a matéria de mais duelos de grandes filmes no estilo “Barbenheimer” temos mais duas superproduções de grande hype de 2016 – há 7 anos. ‘Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos’ foi uma ambiciosa aposta da Universal Pictures em adaptar para os cinemas um dos videogames mais queridos dos fãs, mas que parecia ser uma ideia instransponível para a sétima arte. Com orçamento de US$160 milhões, a Universal bancou e fez em clima de ‘Senhor dos Anéis’. Do outro lado do ringue, ‘Truque de Mestre 2’ continuava um dos sucessos surpresa de três anos antes, um thriller sobre mágicos e uma trama de golpes, trapaças e roubos onde nada parece ser o que é.

No meio destes dois pesos-pesados, surge um terceiro oponente azarão. ‘Invocação do Mal’ é um dos filmes de terror mais queridos destes últimos dez anos e sua sequência anunciada era esperadíssima. O melhor é que ela não decepcionou. E no meio de um blockbuster da Universal de US$160 milhões e outro da Summit de US$90 milhões, esse “pequeno” filme de terror da Warner/New Line de US$40 milhões deu uma rasteira em ambos. Foi ‘Invocação do Mal 2’ o dono do fim de semana do dia 10 de junho de 2016, ficando em primeira posição com US$40 milhões. Em segundo veio ‘Warcraft’ com US$24 milhões e colado nele, ‘Truque de Mestre 2’ fez US$22 milhões de abertura.

Reboot de ‘O Mestre dos Brinquedos’ ganha trailer sangrento; Assista!

O reboot da franquia ‘O Mestre dos Brinquedos‘ (Puppet Master) ganhou trailer sangrento.

Assista:

Dirigido por Thomas Lennon (‘Hellbaby‘), o terror teve sua estreia mundial no Festival Overlook Film.

O reboot se chama ‘Puppet Master: The Littlest Reich‘, e acompanha um jovem divorciado que encontra um boneco entre os pertences de seu irmão morto, e acredita que ele possa ser valioso. Ao tentar vender o boneco em uma convenção, ele desperta uma misteriosa bruxaria que dá vida a todos os bonecos da convenção.

Os mega-produtores Lorenzo di Bonaventura e Mark Vahradian (‘Transformers‘) são responsáveis pelo projeto.

O último filme da franquia foi lançado em 2017, intitulado ‘Puppet Master Axis Termination‘.

O filme de terror trash de 1989 foi dirigido por David Schmoeller e ganhou dez sequências, todas lançadas direto em VHS no Brasil.

‘Legends of Tomorrow’: Segunda metade da 4ª temporada ganha trailer completo; Assista!

A CW divulgou o trailer completo da segunda metade da 4ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 1º de abril.

Após matarem o demônio Mallus, as Lendas estão prontas para relaxar até John Constantine informá-los que, em resolver um problema, eles criaram um ainda maior. Quando as Lendas deixaram o tempo desmoronar para libertar e derrotar Mallus, a barreira entre os mundos amolecida. A história está infectada com “Fugitivos” – criaturas mágicas de mitos e contos de fada. Tendo sido expulsas ao longo do tempo por pessoas como Constantine, eles está agora retornando ao mundo real em massa e bagunçando as coisas.

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic Purcell e Matt Ryan.

Aaron Taylor-Johnson afirma que Mercúrio não retornará ao MCU

Em entrevista ao ScreenRant, Aaron-Taylor Johnson negou o retorno de Mercúrio no Universo da Marvel. Vale lembrar que o personagem morreu após se sacrificar em ‘Vingadores: A Era de Ultron‘.

“Eu acho que eu e a Marvel estamos abertos a essa possibilidade [do retorno]. Tenho consciência que a plataforma da Disney+ está desenvolvendo todas essas séries e eu ainda tenho contato com muitas pessoas.”

Ele completa, “Então, posso afirmar que o Mércurio não retornará em nenhum futuro próximo.”

Infelizmente, a declaração do ator descarta as teorias que seu personagem pudesse aparecer na série ‘WandaWision‘ e até mesmo na animação antológica ‘What If…?‘.

Recentemente, a Marvel lançou o box de colecionador da ‘Saga do Infinito‘, que reúne os 23 filmes do MCU e custa US$ 549,99.

O Box conta com todos os 23 filmes do Universo Cinematográfico da Marvel em 4K UHD e Blu-ray, uma carta de Kevin Feige e a litografia de Matt Ferguson e um disco bônus especial com cenas excluídas e estendidas:

 

‘One Tree Hill’: Série completa será lançada pela GloboPlay; Confira as datas!

A GloboPlay lançará todas as temporadas da série clássica ‘One Tree Hill: Lances da Vida‘ e finalmente divulgou quando a produção estreará em sua plataforma.

As três primeiras temporadas serão lançadas nessa sexta-feira, dia 14. O serviço de streaming lançará os outros ciclos nas sexta-feiras seguintes, dia 21 e 28 de agosto, respectivamente.

A série foi criada por Mark Schwahn.

Os meio-irmãos Lucas e Nathan Scott lidam com a rivalidade na quadra e com o coração dos seus amigos na pequena – mas não muito quieta – cidade de Tree Hill.

O elenco inclui Sophia Bush, James Lafferty, Bethany Joy Lenz, Lee Norris, Paul Johansson, Chad Michael Murray e Hilarie Burton.

Mulheres são sequestradas e torturadas no trailer do terror ‘Women’; Assista!

O terror ‘Women‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Anton Sigurdsson é responsável pela direção e pelo roteiro.

Um detetive de uma pequena cidade investiga um professor de sociologia quando um corpo mutilado é encontrado e mulheres de sua classe começam a desaparecer.

Anna Marie Dobbins, Anna Maiche e Adam Dorsey estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD pela Gravitas Ventures no dia 28 de maio.

‘O Mar da Tranquilidade’: “Parecia que estávamos mesmo no espaço”, revela ator em novo vídeo; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘O Mar da Tranquilidade‘, suspense de ficção científica estrelada pelos astros Doona Bae (‘Sense8’ e ‘Kingdom’) e Gong Yoo (‘Round 6’).

Confira:

A série é baseada no curta-metragem homônimo de Choi Hang-yong, que dirige os episódios. Park Eun-kyo assina o roteiro.

Ambientada no ano de 2075, quando o esgotamento dos recursos naturais devastou a Terra, a narrativa acompanha a história de uma equipe de elite enviada em uma missão especial para uma estação de pesquisa abandonada na lua.

Lee Joon, Kim Sun-young, Lee Mu-saeng, Lee Sung-wook e outros também fazem parte do elenco.

Ator garante que a série derivada de ‘A Bela e a Fera’ NÃO foi cancelada: “Está em pausa”

Em entrevista ao Entertainment Weekly, o ator Luke Evans, que interpretou o Gaston no live-action de ‘A Bela e a Fera‘, revelou que a série derivada baseada na recente adaptação não foi cancelada, mas sim colocada em pausa.

“O desenvolvimento da série está pausado. Nós queremos que o projeto seja a sua melhor versão, e isso significa ter que esperar um pouco mais para acertar as coisas. É isso o que nós faremos, porque esse é um legado muito importante. Nós queremos honrar esses personagens com a melhor história possível. Então, o projeto está pausado. Ainda irá acontecer. Nós estamos muito animados com isso. Em um futuro próximo, irá acontecer.”

Ele completa, “A história vai se aprofundar no passo do Gaston e do LeFou, mostrando como eles se conheceram e como se tornaram as pessoas que conhecemos no filme. Contar a história desses dois personagens e apresentar novos nesse mesmo universo é uma oportunidade muito interessante. Há muitas direções que podemos seguir.”

Anteriormente, Josh Gad, que interpreta o LeFou, havia comentado sobre a interrupção do projeto:

“Infelizmente, isso é verdade. Nós tentamos fazer funcionar, mas sob muita pressão não era pra ser…por hora. Esses personagens e esta história continuarão vivendo, mas às vezes as melhores intenções e a realidade colidem e não há nada que possa ser feito”. 

Rumores indicam que, dentre os vários problemas de bastidores, estavam o roteiro, que não seguia uma direção que agradava aos executivos, bem como um atraso na trilha sonora original.

Luke EvansJosh Gad estavam atados ao projeto e reprisariam seus papéis como Gaston e LeFou, respectivamente. Rita Ora, Briana MiddletonFra FeeJelani Aladdin também fariam parte do elenco.

Alan Menken cuidaria da trilha sonora, enquanto Edward KitsisAdam Horowitz, dupla por trás de ‘Once Upon a Time’, estavam por trás da criação.

A narrativa seria concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e iria expandir a mitologia do universo em questão.

Lembrando que o remake foi lançado em 2017 e se tornou um grande sucesso de público, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘Margaux’: Terror tecnológico estreia na Paramount+; Confira o trailer legendado!

O terror ‘Margaux‘ estreou oficialmente no catálogo brasileiro da Paramount+.

Na trama, um grupo de estudantes aluga uma casa inteligente para festejar o final de semana. No entanto, eles lentamente percebem que Margaux, o avançado sistema de inteligência artificial da casa, há planos sinistros para eles.

Vanessa Morgan (‘Riverdale’), Madison Pettis (‘Treinando o Papai’) e Richard Harmon (‘The 100’) estrelam a produção.

Confira o trailer legendado:

Steven C. Miller (‘Natal Sangrento’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Lochlyn Munro, Jedidiah Goodacre, Phoebe Miu, Jordan Buhat, Brittany Mitchell Louis Lay.

‘O Exterminador do Futuro’: Linda Hamilton revela por que NÃO voltará a interpretar a Sarah Connor

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Linda Hamilton (‘A Colheita Maldita’) revelou que não planeja retornar como a icônica Sarah Connor no futuro da franquia ‘O Exterminador do Futuro‘.

A atriz, que reprisou o papel em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, comentou sobre as dificuldades que enfrentou durante as filmagens, afirmando estar velha demais para estrelar um novo filme da saga.

“É mais provável uma inteligência artificial escrever o roteiro do próximo filme da franquia ‘Exterminador do Futuro’ [do que eu retornar como Sarah Connor]. Fico muito feliz por ter retornado [em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’]. Eu amei o diretor [Tim Miller], minhas colegas de elenco [Mackenzie Davis e Natalia Reyes], mas não posso dizer que amei o filme. Eu só o assisti uma vez. Senti que ele era muito curto. Mas nós fizemos um bom trabalho. Foi o ponto mais alto e baixo da minha vida.”

Ela completa, “Eu estava com 63 anos, e foi uma das filmagens mais difíceis da minha vida. Todo dia era um desafio. [Durante as gravações de ‘Resident Alien’], eu li uns 40 livros. Isso era tudo o que eu fazia. Eu só precisava sentar, ler e descansar o meu corpo.”

Vale lembrar que a Netflix lançará um anime baseado na franquia.

Com poucas informações reveladas, sabe-se que o projeto será supervisionado pela Production I.G (cujos créditos incluem ‘Ghost in the Shell‘ e ‘Star Wars: Visions‘).

Assista ao primeiro teaser:

Masahi Kudo entra como diretor da série, enquanto Mattson Tomlin é o showrunner. Tomlin também assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial:

2022: uma guerra futura é travada há décadas entre os poucos sobreviventes humanos e um exército interminável de máquinas. 1997: a IA conhecida como Skynet ganhou autoconsciência e iniciou sua guerra contra a humanidade. Preso entre o futuro e o passado, está uma soldada enviada de volta no tempo para mudar o destino da humanidade.

Ela chega em 1997 para proteger um cientista chamado Malcolm Lee, que trabalha para lançar um novo sistema de IA projetado para competir com o ataque iminente da Skynet à humanidade. Enquanto Malcolm navega pelas complexidades morais de sua criação, ele é caçado por um implacável assassino do futuro que altera para sempre o destino de seus três filhos.

O Exterminador do Futuro: A Série Animada’ contará com oito episódios e ainda não tem previsão de lançamento.

Vanessa Morgan retorna no divertido trailer da 2ª temporada de ‘Wild Cards’; Confira!

A CW divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de ‘Wild Cards‘, série estrelada por Vanessa Morgan (‘Riverdale’) e Giacomo Gianniotti (‘Grey’s Anatomy’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de fevereiro.

A série foi criada por Michael Konyves.

Cole Ellis, um policial aquático rebaixado, prende Max Mitchell, uma vigarista transitória. Enquanto está sob custódia e detida na delegacia, ela o ajuda a resolver outro crime. Ao par é oferecida uma oportunidade de redenção – Ellis uma chance de recuperar seu distintivo de detetive e Max uma chance de ficar fora da prisão – eles só precisam formar pares e trabalhar juntos.

Jason PriestleyTerry ChenKarin Konoval também estrelam.

O Monstro do Meu Quarto

(Dust Bunny)

 

Elenco:

Mads Mikkelsen
Sophie Sloan
Sigourney Weaver
David Dastmalchian

 

Direção: Bryan Fuller

Gênero: Terror

Duração: 106 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 10 de Setembro de 2026

Sinopse: 

Em O MONSTRO DO MEU QUARTO, Aurora, uma menina de 10 anos, tem um vizinho misterioso que mata monstros da vida real. Ele é um assassino de aluguel. Então, quando Aurora precisa de ajuda para matar o monstro que ela acredita ter devorado toda a sua família, ela contrata os serviços dele.

Suspeitando que seus pais possam ter sido vítimas de assassinos que o perseguiam, o vizinho de Aurora aceita o trabalho, sentindo-se culpado. Agora, para protegê-la, ele precisará lutar contra uma horda de assassinos — e aceitar que alguns monstros são reais.

Curiosidades: 

» O longa marca a estreia diretorial de Bryan Fuller, criador de ‘Hannibal‘ e ‘Pushing Diasies‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Nêmesis’: Série policial da criadora de ‘Power’ é RENOVADA para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Nêmesis‘, novo drama criminal criado por Courtney A. Kemp (‘Power’), para a 2ª temporada.

“Eu me sinto abençoada por ter uma segunda temporada. Nós queremos agradecer os fãs. [Esta renovação] aconteceu por causa deles – não há outro motivo. Temos a chance de retornar porque eles assistiram, comentaram sobre a série e mostraram uma grande resposta nas redes sociais. Também somos gratos à Netflix por reconhecer o poder do nosso público,” declarou a criadora.

A trama gira em torno da rivalidade intensa entre dois homens que estão em lados opostos da lei, mas que acabam se tornando obcecados um pelo outro.

Relembre o trailer:

Matthew Law (‘Abbott Elementary’) e Y’Ian Noel (‘Insecure’) entram como protagonistas.

Sophina Brown (‘Kindred’), Jeff Pierre (‘Walker’), Cedric Joe (‘Space Jam: Um Novo Legado’), Moe Irvin (‘Ahsoka’), Stephanie Sigman (‘Narcos’), Quincy Isaiah (‘Lakers: Hora de Vencer’), Jay Reeves (‘Batalhão 6888’), Mike O’Malley (‘Heels’), Khalilah Joi (‘Mayor of Kingstown’), Shane Johnson (‘Power’) e Siua Ikale’o (‘Chief of War’) também estrelam.

Cleopatra Coleman, Tre Hale, Domenick Lombardozzi, Jonnie Park e Ariana Guerra completam o elenco.

Kemp entra como produtora executiva, por meio de sua empresa, a End of Episode. Chris Selak e and Philipp Barnett, também da produtora, assumem a mesma função ao lado de Mario Van Peebles.

Atriz iraniana de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’ entra para o elenco da série ‘O Justiceiro’

A Netflix acrescentou mais um membro no elenco da sérieO Justiceiro‘. Quem também fará parte da trama do spin-off é a atriz iraniana Shohreh Aghdashloo.

Na narrativa, a veterana viverá a mãe da agente durona da CIA, Dinah Madani, intitulada Farah. Assim como sua origem, sua personagem é também iraniana, mas tem morado nos Estados Unidos a maior parte de sua vida como uma bem sucedida psiquiatra.

Confira o trailer legendado:

Em ‘O Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Robin Williams: Come Inside My Mind’: Documentário da HBO data de estreia

O novo documentário da HBO, intitulado ‘Robin Williams: Come Inside My Mind’ ganhou sua data de estreia no Brasil.

O filme será lançado no canal da HBO e na plataforma HBO GO no dia 06 de agosto, às 22h.

Narrado na maior parte do tempo pelas próprias palavras de Williams, a produção celebra suas contribuições para a comédia e cultura, além de se aprofundar na vida e carreira do artista.

Seu trailer mais recente traz relatos do filho do veterano, além de outras personalidades do ramo, como Billy Crystal e Steve Martin, sobre as lutas particulares de Williams, seu medo do abandono e o desejo de se comunicar com as pessoas por meio do humor.

Confira:

Robin Williams: Come Inside My Mind’ foi dirigido pela vencedora do Emmy, Marina Zenovich.

‘Vingadores: Ultimato’: Chris Hemsworth reflete sobre sua jornada como Thor em novo vídeo

Vingadores: Ultimato’ marca a despedida de alguns dos heróis mais amados do MCU, encerrando a jornada de uns, à medida que anuncia o começo de um novo tempo para outros personagens.

E em um novo vídeo divulgado pela Marvel, o astro Chris Hemsworth comentou sobre sua jornada como o Deus do Trovão Thor, refletindo sobre o impacto que o mais recente filme trouxe, reunindo os Seis Originais pela última vez.

Assista:

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘Batwoman’: Vanessa Morgan, de ‘Riverdale’, estaria cotada para substituir Ruby Rose

Segundo o portal The Cinema Spot, a atriz Vanessa Morgan, de Riverdale’, estaria sendo cotada para substituir Ruby Rose na segunda temporada de Batwoman’.

De acordo com a publicação, a Warner Bros. estaria estudando a possibilidade de contratá-la para viver Ryan Wilder, personagem que sucederá Kate Kane na trama.

Morgan é mais conhecida por dar vida à Toni na popular série teen Riverdale’. Sua personagem ingressou à trama na segunda temporada da produção, mais precisamente no episódio “Watcher in the Woods“.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries respondeu se a personagem Kate Kane irá morrer na 2ª temporada de ‘Batwoman‘, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não re-escalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

A nova personagem será chamada Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Confira o comunicado de Rose sobre sua saída:

“Foi uma decisão muito difícil não retornar para a próxima temporada de ‘Batwoman‘,” afirmou Rose em uma declaração oficial. “Foi uma decisão que eu tomei com o coração pesado, pois tenho muito respeito pela equipe, elenco e todos envolvidos com a série. Agradeço muito aos produtores não só por essa oportunidade incrível, como também por me receber no universo da DC que eles criaram de forma tão competente. Obrigada a todos por essa temporada única – estou muito grata!”

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Rua do Medo’: Trilogia de terror da Netflix ganha cartaz oficial e novas imagens; Confira!

Após ganhar o seu trailer completo, a trilogia ‘Rua do Medo‘ (Fear Street), adaptação dos escritos homônimos do lendário romancista R.L. Stine, teve o seu novo cartaz revelado, ao lado de várias novas imagens oficiais.

Confira:

FEAR STREET PART 1: 1994 – (L-R) KIANA MADEIRA as DEENA, FRED HECHINGER as SIMON, BENJAMIN FLORES JR. as JOSH, JULIA REHWALD as KATE, and OLIVIA WELCH as SAM. Cr: Netflix © 2021

Fear Street Part 1: 1994 – (Pictured) Skull Mask. Cr: Netflix © 2021
Fear Street Part 2: 1978 – (L-R) TED SUTHERLAND as NICK and SADIE SINK as ZIGGY. Cr: Netflix © 2021
Fear Street Part 1: 1994 – BENJAMIN FLORES JR. as JOSH and SKULL MASK. Cr: Netflix @ 2021
FEAR STREET PART 2: 1978 – Cr: Netflix © 2021

Lembrando que a saga terá classificação indicativa para maiores de idade (rated-R). A informação foi confirmada pelo próprio Stine.

“Os fãs de Rua do Medo ficarão bem felizes – e terão várias surpresas. Os leitores sabem que os livros têm classificação PG. Mas os filmes serão para maiores. Isso significa muito mais medo – e muito mais terror!”, ele comentou em uma declaração oficial.

Confira as datas de cada filme:

Rua do Medo: 1994 – Parte 1: 2 de julho
Rua do Medo: 1978 – Parte 2: 9 de julho
Rua do Medo: 1666 – Parte 3: 16 de julho

Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins.

Madeira e Welch serão um casal lésbico tentando navegar por um conturbado relacionamento enquanto lidam com horrores inexplicáveis da pequena cidade de Shadyside. Madeira e Welch darão vida a dois personagens bem distintos – um da década de 1990 e outro do século XVII – e aparecerão em todos os filmes.

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

’Dead Letters’: Margo Martindale será uma motorista de caminhão em novo drama

A vencedora do Emmy Award, Margo Martindale, viverá uma motorista de caminhão no vindouro drama ‘Dead Letters‘, cujas filmagens acabam de ser encerradas. A novidade foi compartilhada pelo The Hollywood Reporter.

O longa é o primeiro filme dirigido e roteirizado por David Drake.

Na trama, a atriz interpretar uma motorista que opera em longas distâncias e que, diante da potencial liberdade condicional do assassino de sua filha, terá que lidar com seu passado, presente e futuro.

Dead Letters‘ ainda conta com Wes Studi, Stephen Root, Cole Sprouse, Yalitza Aparicio e Jefferson White no elenco.

Sam Bank e Hélène Sifre, da Braintrust, assumem a função de produtores, ao lado de Juliet Berman, da Spiral Stairs Entertainment. Além de estrelar, Martindale também será uma das produtoras executivas.

Por meio de um comunicado, o diretor David Drake refletiu sobre como suas experiências do passado e sua criação impactarão na construção do roteiro:

“Quando eu era criança, meu pai dirigia um caminhão no Hunts Point Cooperative Market, no Bronx, e muitas das minhas primeiras memórias de trabalho vinham de andar de carona em sua ronda de entregas nos meses do verão. Depois do ensino médio, comecei uma família e passei anos em empregos braçais antes de finalmente ziguezaguear meu caminho para a produção de filmes. Em meus escritos e direção, gosto de explorar as vidas de personagens da classe trabalhadora, muitas vezes diretamente tiradas de minhas próprias experiências e da minha origem familiar”. 

O trabalho mais recente de Martindale foi a série de comédia ‘Melou‘, inspirada em um roubo real que aconteceu no Canadá. A produção está disponível no catálogo do Prime Video.

Relembre o trailer:

Brian DonovanEd Herro entram como criadores, produtores executivos, showrunners e roteiristas.

Inspirada na história real conhecida como O Grande Roubo do Xarope de Bordo Canadense, a série acompanha Ruth Landry (Margo Martindale), uma fazendeira de xarope de bordo de meia-idade que se volta para o crime quando as autoridades burocráticas ameaçam tirar tudo o que ela ama. Ela se une a um mafioso de temperamento explosivo (Chris Diamantopoulos) e a um segurança (Guillaume Cyr) para realizar um roubo multimilionário no excedente de xarope de bordo de Quebec.

Jamie Lee Curtis também faz parte do elenco, além de entrar como produtora executiva.

‘Shazam!’: Zachary Levi comenta sobre escalação para viver o protagonista

Após o diretor David F. Sandberg anunciar que Zachary Levi (‘Thor‘) irá dar vida ao herói em ‘Shazam!‘, agora, foi a vez do ator comentar em seu Instagram sobre a escalação e ainda brinca, dizendo que terá que fazer academia para o resto da vida:

“Honrado de fazer parte do Universo DC dando vida ao Capitão Marvel original. Estou repleto de gratitude, não apenas por essa oportunidade, mas também pelo apoio e demonstrações de amor de tantos de vocês pelo mundo. Agora, se me derem licença, estarei na academia pelo resto da eternidade”.

O ator também esteve no seriado ‘Chuck‘ e em ‘Alvin e os Esquilos 2‘. A informação foi revelada pelo diretor David F. Sandberg no Instagram:

*insert lightning bolt on chest*

Uma publicação compartilhada por David F. Sandberg (@ponysmasher) em

“Insira um raio no peito”

 

E aí, gostaram da escolha? Deixem seus comentários.

Recentemente, o diretor David F. Sandberg (Annabelle 2: A Criação do Mal) contou via twitter que já está se preparando para as possíveis reações negativas dos fãs ao filme que está fazendo.

“É uma experiência interessante fazer um filme em que algumas pessoas apaixonadamente odiarão você, não importam as escolhas que você faça”

E ainda brincou:

Shazam tem um capuz na capa! Filho da p&%#!!! ” ou “Shazam não tem capuz em sua capa! Queime no inferno!”

Diferente ou não, o filme chega as telonas em abril de 2019.

O projeto será roteirizado por Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

O longa terá produção de Johnson e Hiram Garciaa dupla já trabalhou junta em ‘Viagem 2: A Ilha Misateriosa‘ e ‘Hércules‘.

‘As Boas Maneiras’: Elogiado terror nacional será exibido em Festival Internacional

Após vencer o Festival do Rio ano passado, a terror nacional sobre lobisomem, ‘As Boas Maneiras’ (‘Good Manners’), será exibido no Festival Overlook Film Festival, que acontece em Nova Orleães, no próximo mês.

O longa é dirigindo por Juliana Rojas e Marco Dutra e rendeu também outros quatro prêmios no Festival do Rio. O elenco conta com Isabél Zuaa, Marjorie Estiano e Miguel Lobo.

O terror estreia em circuito comercial em 7 de junho de 2018.

Confira o trailer:

Na trama, Clara (Isabél Zuaa) é uma enfermeira contratada como babá do neném ainda não nascido de Ana (Marjorie Estiano). Durante a gestação, coisas muito suspeitas e sobrenaturais, no melhor estilo O Bebê de Rosemary (1968) – tenho certeza de que foi grande influência aqui para a dupla – começam a ocorrer.

Tela Quente tem maior audiência em 6 anos com exibição de ‘The Good Doctor’

A Globo Play está tentando bater de frente com a Netflix e lançar séries de sucesso internacionais, além do conteúdo da própria Globo.

A primeira delas é The Good Doctor‘, série médica da ABC que superou a audiência de The Big Bang Theory e se tornou um fenômeno de audiência no Brasil.

Visando atrair o público da TV aberta para assistir o seriado no aplicativo, os 2 primeiros episódios foram exibidos na Tela Quente ontem (27), no formato de longa-metragem, e não teve outra: foi um sucesso absoluto.

Segundos dados do ibope, a exibição se tornou a maior audiência da sessão desde janeiro de 2012, quando foi exibido o filme ‘Hancock’. The Good Doctor‘ deu 29.5 pontos, enquanto a sessão costuma dar em torno de 20 pontos.

Os 18 episódios da primeira temporada já estão disponíveis para os assinantes da plataforma Globo Play.

Na trama, Freddie Highmore interpreta Shaun Murphy, um jovem médico brilhante que também é autista. Vencendo a desconfiança de seus colegas e superiores, o doutor consegue desvendar os casos mais intrigantes que chegam no hospital.

Conheça os principais concorrentes da Netflix no Brasil

A série já foi renovada para sua segunda temporada. A renovação não é uma surpresa, considerando que a série é o segundo drama de maior audiência da emissora, atrás apenas de ‘Grey’s Anatomy‘.

Dica do fim de semana | Grandes produções para curtir nos streamings

Dentre clássicos, lançamentos, filmes, séries e documentários, os streamings estão cheios de novidades para conferir neste mês.

netflix prime video hbo max disney plus

Pensando nisso, o CinePOP separou cinco sugestões com diferentes produções para você conferir neste fim de semana. Como de costume, os streamings em que elas estão disponíveis estão citados logo abaixo das dicas. Confira!

As Aventuras de Pi

1366 521

Fenômeno da década passada, essa aventura dramática conta a história do jovem Pi, um rapaz cuja família decide se mudar para o Canadá após terem problemas com seu zoológico. Eles contratam um navio para transportar os animais, mas acabam sofrendo um naufrágio, fazendo com que o menino fique preso em um bote salva-vidas no oceano junto a Richard Parker, um assustador tigre-de-bengala.

Onde assistir: Max

A Música de John Williams

music by john williams

Produzido por Steven Spielberg e mais uma penca de cineastas lendários, A Música de John Williams é uma grande homenagem àquele que muitos consideram como o maior compositor da história do cinema: John Williams. Criador de temas como Star Wars, Indiana Jones, Superman, Tubarão e E.T., o maestro tem sua carreira e vida pessoal destrinchadas por meio de depoimentos, fotos e vídeos inéditos.

Onde assistir: Disney+

 

Jim Henson, o Homem-Ideia

p27222410 b h8 ab

Assim como o de John Williams, esse documentário é um espetáculo. Dirigido por Ron Howard, Jim Hanson, o Homem-Ideia destrincha a vida pessoal e a carreira de um dos maiores gênios que Hollywood e a TV norte-americana já viram. Henson é o criador de programas como Vila Sésamo e Os Muppets, que trouxeram as marionetes de volta para a cultura pop e influenciaram a vida de milhões pelo mundo. É um documentário tão refinado que muitos já dão como certa sua indicação ao Oscar.

Onde assistir: Disney+

 

Godzilla Minus One

Fenômeno do final do ano passado, Godzilla Minus One está de volta aos cinemas neste fim de semana para a versão exclusiva em preto e branco. Chamada Godzilla Minus One Minus Color, essa edição especial estará disponível em cinemas selecionadíssimos pelo Brasil para sessões limitadas a este fim de semana. Caso você não consiga assistir, a versão colorida mesmo segue disponível na Netflix para acompanhar a história de um soldado japonês desertor que tenta se redimir do massacre de seus amigos embarcando em uma missão suicida para tentar impedir um novo ataque do Godzilla ao Japão.

Onde assistir: Netflix

 

O Dublê

Programa perfeito para um domingão sem nada para fazer, o novo sucesso de Ryan Gosling chega ao Amazon Prime Video neste domingo (3). Em O Dublê, Gosling interpreta um dublê que vivia seu auge, quando sofreu um acidente quase fatal e acabou sendo afastado do mercado. Algum tempo depois, trabalhando como manobrista, ele recebe uma proposta para voltar ao ramo dos dublês na estreia de sua ex-namorada na direção cinematográfica. Só tem um problema: ele acaba se envolvendo em uma trama de criminalidade de verdade, tendo que solucionar um desaparecimento enquanto grava as sequências de ação. É uma doideira!

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Crítica | Manas – A Cruel Realidade dos Povos Ribeirinhos em ÓTIMO Drama com Dira Paes [Festival do Rio 2024]

Longe dos grandes centros urbanos – onde a realidade caótica e a insegurança já são avassaladoras na vida de qualquer um –, mais para dentro do nosso país, existem realidades onde a câmera não chega, uma realidade que não vira notícia, que não vira estatística, e, portanto, não existe oficialmente. Múltiplas violências, inacessibilidade a recursos, falta do mínimo para subsistir – são muitos os recantos desse território cujos dramas não são retratados no audiovisual. Um pouco na tentativa de jogar luz sobre um problema crônico que assola o interior selvático desse país, o longa ‘Manas’, produzido pela Inquietude com coprodução do Canal Brasil, Globo Filmes, Pródigo e Fado Filmes, teve suas primeiras sessões de exibição no Brasil durante o Festival do Rio 2024.

Mulher lavando cabelo de menina na floresta tropical.

Marcielle (a estreante Jamilli Correa) é a segunda filha mais velha da família, após sua irmã que deixou a cidade e foi morar no sul. Ela tem por volta de 13 anos e ainda brinca de boneca com sua irmã menor, na humilde casa ribeirinha às margens do rio em Marajó, no Pará. Quando, certo dia, a corda de sua rede arrebenta, em vez de deixá-la dormir no chão seu pai, Marcílio (Rômulo Braga, de ‘Carvão’), fala que a partir daquele momento Cielle irá dormir com ele, na cama, ao passo que a mãe, Danielle (Fátima Macedo, de ‘O Clube dos Canibais’), continuará dormindo na rede dela. Começa, assim, um ciclo de abusos à jovem Cielle, que, para fugir da violência que sofre dentro de casa, se dispõe até mesmo a subir nas balsas dos visitantes e se oferecer em troca de comida e de uma oportunidade de fugir daquela realidade.

Manas’ poderia ser baseado em eventos reais, em muitos eventos reais, mas é ficção. E esse é o grande trunfo da diretora estreante em longa-metragem de ficção Marianna Brennand: fazer uso do audiovisual para contar uma história comum a centenas de garotas e meninas que passaram e ainda passam por esse tipo de situação, não só no Marajó mas, principalmente, em toda a região do norte do país, onde o mero transporte de mantimentos requer logística.

Grupo de pessoas em conversa séria.

Outro grande ponto fundamental no roteiro de Camila Agustini, Carolina Benevides, Marianna Brennand, Marcelo Grabowsky, Antonia Pellegrino e Felipe Sholl é construir as cenas de abuso sem expor as crianças do elenco a situações desconfortáveis que pudessem gerar traumas na vida real. Assim, as cenas em que qualquer tipo de violência acontece são subliminares, em off, de modo que o espectador consegue entender, mas não precisa ver.

Com elenco que conta com Dira Paes em participação especial e nomes como Rômulo Braga, numa corajosa interpretação de um pai abusivo, o sol em ‘Manas’ é mesmo a jovem Jamilli Correa, que tem aquele frescor juvenil em florescimento da puberdade, mas com traços de coragem que, sabemos, é naqueles primeiros anos adolescentes que surgem nas mulheres. Com muita competência, Jamilli assume o protagonismo de uma história terrível e que não é só de Cielle, mas de muitas meninas e garotas do país. Não à toa, Jamilli Correa levou o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio.

Corajoso, singelo, real e belamente fotografado, ‘Manas’ é um filmaço com um elenco afiado que não teve receio de expor uma ferida crônica do interior nortista do país. Imperdível, está em cartaz também na Mostra de Cinema de São Paulo.

Mulher conversa com jovem em clínica de saúde.

Crítica de Álbum | Reputation – O fundo do poço

Taylor Swift começou sua carreira ainda em 2004, com apenas quinze anos, e desde então vem encantando fãs pelo mundo inteiro. Porém, ainda que faça bastante sucesso e seja uma das artistas mais lucrativas e comerciais do mundo pop contemporâneo, a cantora talvez tenha perdido o brilho ao afastar-se por completo da música country e se lançar no pop – e aqui não me refiro à redescoberta e à reinvenção do gênero, mas sim a cópias formulaicas sem qualquer tipo de ousadia. Claro que esse triste deslize não havia ocorrido com 1989, seu quinto álbum de estúdio que redefiniu a si mesma e entregou algumas obras-primas visuais e melódicas, e sim à sua próxima investida – um infeliz disco intitulado Reputation.

É inegável dizer que o próprio título já almeja a algo novo para a carreira de Swift, buscando falar sobre sua reputação na indústria musical, os inimigos que “conquistara” ao longo do caminho, almejando uma construção cronológica de sua vida e de sua carreira. Porém, a esperada ousadia nunca se concretiza, criando uma conturbada mancha em sua carreira com uma obra totalmente reciclada, repetitiva e sem qualquer coesão – e mais: tentando nos fazer engolir um conceito que, eventualmente, não vê a luz do dia e morre já nas primeiras faixas, ainda mais pelas péssimas adições ao time de compositores.

No geral, Reputation resgata elementos do pop clássico com um revestimento eletrônico que invade sem escrúpulos o synthpop. O arranjo musical identitário desse suis-generis já se mostra inconfundível com a primeira faixa – e um dos muitos singles do álbum -, …Ready For It?” Mais uma vez, a cantora retorna como uma das principais compositoras e parece perder a mão de vez, esquecendo-se (propositalmente?) até mesmo das lições mais básicas, incluindo a fluidez musical. Os fortes acordes criados da mistura entre dubstep e trap music funcionam com a linearidade compulsória e crua da primeira estrofe, porém se perdem com uma entrada bizarra e fabulesca que antecede o refrão puramente instrumental – algo que nunca deveria se repetir, mas parece encontrar um terreno fértil para se erguer.

É normal que a primeira música de um álbum, principalmente recostado ao pop, comece com algo medíocre, evoluindo conforme seguimos as tracks. Porém, nesta “pérola” musical, as coisas funcionam exatamente ao contrário: a falta de vontade e originalidade de Swift é angustiantemente preocupante, alcançando pouquíssimos ápices que refletem suas habilidades de outrora – alguns deles fazendo bom uso dos elementos musicais sintéticos com Delicate”, cuja arquitetura é bastante envolvente e interessante, e Don’t Blame Me”, que marca uma semelhança deliciosa com Take Me to Church”, de Hozier – com enfoque na estrofe.

Por outro lado, algumas canções começam de forma estupenda e se desmantelam conforme os blocos se completam – e essa excessiva bagagem de equívocos é enfurecidamente amadora, iniciando pela brutal entrada de I Did Something Bad”, cujo chorus parece uma peça aleatória costurada a um escopo sem qualquer característica coesiva. O mesmo volta a acontecer em Gorgeous e Getaway Car”, esta última com um incrível potencial desperdiçado e jogado para debaixo do tapete. Entretanto, nada é mais frustrante que prestar atenção aos arranjos musicais e chegar à imutável conclusão de que o disco não ousa em nenhum momento: cada uma das investidas é extremamente parecida com a anterior e, mesmo com isso, é quase impossível encontrar alguma que não ceda às ruínas da prolixidade.

“Getaway Car”, em especial, é um rip-off ligeiramente melhorado de Delicate” e End Game”, esta se concretizando como uma das piores entradas da obra de Swift. Além da desnecessária e infantilizada fusão de estilos, a parceria com Ed Sheeran não funciona em nenhum âmbito. A artista procura mostrar uma versatilidade profissional ao investir seus esforços em o que se assemelha a um rap, mas nunca chega às glórias do que almeja. Porém, nada alcança a completa falta de senso estilístico e vocal de King Of My Heart”: a única coisa que consegue se salvar em meio a esse vórtice inexplicável é uma letra interessante e cautelosa, ofuscada por uma entrada eletro-pop que não orna com a ideia da música e nem mesmo com o que Taylor deseja transmitir ao público – talvez apenas aos seus fãs.

Swift tenta viralizar algo que já começava a dar as caras desde 2010, com o lançamento de ‘Bionic, de Christina Aguilera, aperfeiçoado por Lady Gaga três anos depois com ‘ARTPOP: a utilização dos acordes eletrônicos do synth-pop, incluindo a rebeldia e a irreverência instrumentais. Porém, neste álbum, não existe brilho próprio, e sim reutilizações de coisas que já existem, de obras de arte que já se mostraram muito além de sua época e agora já adentram o mundo do convencionalismo – e, comparando aos seus trabalhos anteriores, a sexta obra da cantora é um regresso tremendo em uma carreira permeada por sucessos.

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.

Nota por faixa:

  • … Ready For It? – 2/5
  • End Game – 1/5
  • I Did Something Bad – 3/5
  • Don’t Blame Me – 3,5/5
  • Delicate – 4/5
  • Look What You Made Me Do – 2,5/5
  • So It Goes – 1/5
  • Gorgeous – 2/5
  • Getaway Car – 2/5
  • King of My Heart – 0,5/5
  • Dancing With Our Hands Tied – 1,5/5
  • Dress – 1,5/5
  • This Is Why We Can’t Have Nice Things – 1/5
  • Call It What You Want – 2,5/5
  • New Year’s Day – 1/5

Julie Andrews defende ‘O Retorno de Mary Poppins’ e diz que quer mais filmes da franquia

‘O Retorno de Mary Poppins’ chegou aos cinemas no ano passado e tornou-se uma dos melhores continuações dos estúdios Walt Disney. Apesar de seu sucesso de crítica e de bilheteria, parte do público não gostou do longa-metragem – mas isso não impediu que a icônica e lendária Julie Andrews aclamasse o filme.

Em uma aparição no programa Watch What Happens Live with Andy Cohen, a vencedora do Oscar e a Mary Poppins original revelou que aprova a obra de Rob Marshall, além de dizer que o primeiro longa foi lançado há muito tempo para garantir um tipo de sequência como essa.

“Eu amei [o filme]. Sim. Veja, o primeiro filme foi lançado há cinquenta, sessenta anos. Acho que já era hora de um segundo ser lançado. Mas também, esse não tem nada a ver com o primeiro. Não é como se eles estivessem repetindo a história. Eles mantiveram os livros [da autora] P.L. Travers no cofre. Então eles tinham que fazer um novo.”

Como se não bastasse, quando a convidada do programa Whoopi Goldberg mencionou que a Casa Mouse faria mais um filme da franquia, Andrews disse: “espero que sim”.

Enquanto isso, Marshall ainda acredita que voltará para uma terceira parte da franquia – e a suposta continuação poderá trazer temas LGBTQ+ para as telonas:

“Isso não seria ótimo? Por favor, Senhor. Isso é exatamente o que deveria estar acontecendo. Eu sempre sou tão consciente disso, sendo um homem gay eu mesmo. Quero dizer, o nosso filme acontece nos anos 30. Se a sequência fosse produzida, é exatamente o que deveria abordar. Eu entendo tão profundamente como é estar nas margens da sociedade e não sentir que você é digno. E eu vou dizer que esse tipo de paixão para explorar a aceitação na vida é algo que é muito importante. E, sim, eu abordaria isto, com certeza.”

A produção foi indicada a quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Canção Original e Melhor Trilha Sonora.

O Retorno de Mary Poppins‘ custou US$ 130 milhões e arrecadou US$ 342 milhões mundialmente.

Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.

Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer, Colin Firth e Meryl Streep também estrelam.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, comanda a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

 

‘Community’: Joe Russo está aberto a fazer um filme baseado na série

Em entrevista ao ColliderJoe Russo revelou que estaria disposto a realizar um longa-metragem baseada na icônica série Community.

Para aqueles que não sabem, Joe e seu irmão, Anthony Russo, dirigiram e produziram as primeiras temporadas do show criado por Dan Harmon.

“Nós certamente estaríamos dispostos a isso. Adoramos nossa família de Community. Ainda somos bastante próximos ao elenco. Seria apenas uma questão de cronograma. Mas acredito que haverá um filme, especialmente agora que está fazendo sucesso nas plataformas de streaming. Alguém como a Netflix poderia se impor e fazer o filme”.

Vale lembrar que todas as seis temporadas estão disponíveis na plataforma.

A série estreou em 2009 e foi transmitida durante cinco temporadas pela emissora antes de ser cancelada. Entretanto, o Yahoo Screen comprou os direitos da produção e a renovou par mais um ano antes do término definitivo.

A história gira em torno de um grupo de desajustados que estudam no Greendale Community College. O líder do grupo é Jeff Winger, um advogado bom de lábia que perdeu sua licença. Com a ajuda de seus colegas, Winger forma um grupo de estudos que, juntos, descobrem mais sobre si mesmos do que sobre os estudos.

Joel McHaleGillian JacobsDanny PudiDonald GloverAlison BrieYvette Nicole BrownChevy ChaseJim RashKen Jeong estrelaram.

‘Mulan’: Usuários do Disney+ poderão assistir ao filme DE GRAÇA a partir de dezembro

Mulan estreia nos Estados Unidos nesta sexta-feira, 04 de setembro, no catálogo do Disney+ – e, enquanto alguns usuários ficaram felizes com a notícia, outros não tiveram uma recepção tão caloroso com o fato de terem de pagar 30 dólares adicionais para conferir a produção.

De qualquer forma, o Screen Rant revelou recentemente que, caso os internautas não queiram pagar a taxa extra, poderão assistir ao longa-metragem de graça três meses depois da estreia oficial – ou seja, no dia 04 de dezembro.

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

‘High School Musical’ completa 15 ANOS; Confira dez curiosidades sobre o icônico filme do Disney Channel!

É loucura pensar que o adorado musical adolescente High School Musical completa quinze anos no dia de hoje, 20 de janeiro. O telefilme, que debutou exclusivamente no Disney Channel, é inegavelmente uma das melhores produções originais do canal e rendeu nada menos que duas sequências, um spin-off e uma série derivada que agora caminha para sua 2ª temporada.

Colocando em voga nomes como Zac EfronVanessa Hudgens, além de trazer os queridinhos da Casa Mouse Lucas GrabeelAshley Tisdale, a história é centrada no Colégio East High e no romance inesperado entre um astro do basquete e uma tímida nerd que encontram algo em comum nos palcos.

Para celebrar o longa, o CinePOP separou uma breve lista com dez curiosidades de bastidores que você provavelmente não conhecia.

Confira abaixo:

“LIP-SYNC FOR YOUR LIFE”

A voz de Zac Efron para as músicas de High School Musical, na verdade, foi feita por Drew Seeley, que também tinha feito audição para viver o personage. O motivo para a troca foi que a voz natural de Efron era muito grave para um tenor – e os produtores queriam esse tipo vocal para o protagonista. Efron, entretanto, canta por conta própria nas duas sequências.

CANTANDO NA NEVE

O romance de Gabriella Montez (Vanessa Hudgens) e Troy Bolton (Efron) começou de forma comedida na noite de Ano-Novo, em que cantaram a adorável “Start of Something New” e depois observaram os fogos de artifício num cenário bastante romântico. A neve utilizada para a sequência, na verdade, foi feita com flocos de batata para que pudessem aparecer nas câmeras.

STATUS QUO

Ashley Tisdale deu vida a uma das personagens mais adoradas e memoráveis do panteão Disney, Sharpay Evans. Entretanto, a queridinha da Casa Mouse havia feito audição primeiramente para o papel de Gabriella. Kenny Ortega, por sua vez, sentiu que a atriz se daria melhor no papel da anti-heroína – algo que deu bem certo, levando em conta que Tisdale viria a ganhar um filme solo anos mais tarde.

MUDANÇA DE PLANOS

São poucas as pessoas que não conhecem a trilogia original da Disney, mas High School Musical não deveria ter essa chamada. O nome provisório estava sendo utilizado como título de produção enquanto a equipe criativa pensava em algo mais elaborado. Todavia, com o fim da pós-produção, outras opções não haviam surgido.

SUCESSO INSUPERÁVEL

À época do lançamento, o filme teve a maior estreia do Disney Channel, com 7,7 milhões de espectadores. No mesmo ano, ‘The Cheetah Girls 2: As Feras da Música’ quebrou o recorde com 8,3 milhões; um ano mais tarde, High School Musical 2’ viria a superar o número de exibições com massivos 17,2 milhões (tornando-se a maior audiência de todos os tempos).

RAINHA MONTEZ

Hudgens fez um ótimo trabalho como Gabriella Montez na trilogia High School Musical e, logo no primeiro filme, demonstrou incríveis habilidades vocais que lhe garantiriam o único solo da produção, a balada romântica “When There Was Me and You”. Mais do que isso, ela havia competido com outras doze garotas pelo papel.

ANTES DA FAMA

Naya Rivera também havia participado das audições para viver Gabriella, perdendo o papel para Hudgens. Felizmente, a atriz e cantora viria a conquistar sucesso mundial com uma série similar, Glee: Em Busca da Fama’, como a icônica Santana Lopez.

DOMINANDO AS PARADAS

Na primeira semana de seu lançamento, a trilha sonora de High School Musical debutou em 143º lugar na Billboard 200, com aproximadamente 6,5 mil cópias. As vendas disparariam ao longo do ano, alcançando 4,1 milhões de cópias e se tornando o álbum mais vendido dos Estados Unidos em 2006. 8 faixas apareceram simultaneamente na Hot 100, o maior número até então.

ORIGENS BIZARRAS

Por incrível que pareça, o musical teve suas origens em um roteiro de 1999 intitulado ‘Grease 3’. O filme, que nunca viu a luz do dia, seria estrelado por Britney SpearsJustin Timberlake como os filhos de Danny Zuko e Sandy Olsson, de ‘Grease: Nos Tempos da Brilhantina’. Eventualmente, o plot se transformou em High School Musical, apesar das ter mais similaridades com o longa de 1978.

REUNIÃO DE COLÉGIO

Segundo Corbin Bleu, todas as vezes que o elenco protagonista se reunia, conversava sobre uma possível reunião de High School Musical. Eventualmente, todos, com exceção de Zac Efron (que estava ocupado rodando o filme ‘Tirando o Atraso’) fizeram uma celebração para comemorar os dez anos do filme.

‘Legends of Tomorrow’: Sara tenta enganar Bishop na promo oficial do episódio 06×06; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do sexto episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 13 de junho.

Intitulado “Bishop’s Gambit”, a trama acompanha “Mick se juntando a Waverider e Kayla para tentar encontrar Sara, mas os inimigos se veem precisando uns dos outros para sobreviver após cair num planeta onde Sara pode estar sendo mantida presa. Depois das notícias de um ataque alienígena, as Lendas retornam para o novo quartel-general, a mansão de Constantine, onde tanto Spooner quanto Astra tentam se conectar com o Alien. Zari suspeita do comportamento de Constantine, mas não fica surpresa quando descobre a verdade. Enquanto isso, Sara cria um plano para escapar usando seu charme para conquistar Bishop, mas descobre algo mais perturbador”.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.