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Confira a prévia do episódio final de ‘Teen Wolf’

A seguir, você assiste a prévia do que vem por aí no último episódio de ‘Teen Wolf‘.

O episódio vai ao ar nos EUA dia 24 de Setembro.

Assista:

CONFIRMADO: Steven Spielberg vai dirigir filme de super-herói da DC

Seguindo a colaboração em ‘Jogador N°1‘, Steven Spielberg e a Amblin Entertainment se unem novamente à Warner Bros para produzir a aventura de ação ‘Blackhawk‘ – ainda sem título em português, com Spielberg dirigindo o filme.

Baseado no clássico personagem ‘Falcão Negro‘, de propriedade da DC, o projeto marcará o primeiro trabalho do cineasta centrado em personagens da DC. O anúncio foi feito nesta semana por Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group.

“Estamos muito orgulhosos por sermos o estúdio por trás do mais recente sucesso de Steven Spielberg, e estamos extremamente felizes em trabalhar com ele novamente nesta nova aventura de ação. Será difícil controlar a ansiedade para ver que novas fronteiras ele vai desbravar na introdução de ‘Blackhawk’ para o público de filmes em todo o mundo”, declarou Emmerich, ao fazer o anúncio.

O roteiro de ‘Blackhawk‘ está sendo escrito por David Koepp, que colaborou com Spielberg como roteirista nos sucessos de bilheteria ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros‘ e ‘Guerra dos Mundos‘ .

Spielberg observa:

“Foi maravilhoso trabalhar com a equipe da Warner Bros. para trazer ‘Jogador N°1’ para o cinema. Eles trazem uma mistura de paixão e profissionalismo para tudo o que fazem e têm uma tremenda história neste gênero. Estou animado em me reunir com eles em ‘Blackhawk’”.

Os próximos dois filmes de Spielberg são o quinto da franquia Indiana Jones e o “West Side Story”.

Blackhawk” será distribuído em todo o mundo pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment Company.

O Mau Exemplo de Cameron Post

(The miseducation of cameron post)

 

Elenco:

Steven Hauck

 

Direção: Desiree Akhavan

Gênero: Drama

Duração: 91 min.

Distribuidora: Pandora

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 18 de Abril de 2019

Sinopse: 

Após ser flagrada pelo namorado transando com a melhor amiga em pleno baile de formatura, uma adolescente é enviada pela tia para um centro religioso que afirma curar jovens atraídos pelo mesmo sexo, mas para se submeter ou não ao suposto tratamento, a adolescente precisa antes descobrir quem é de fato.

Crítica | O Mau Exemplo de Cameron Post – Fraca discussão sobre o autoritarismo teocêntrico (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Coringa 2’: Diretor já fala em sequência para o filme

Em entrevista para a Total Film, o diretor de Coringa’, Todd Phillips, revelou que não descarta a possibilidade de uma sequência, contanto que Joaquin Phoenix retorne ao projeto.

Ao ser questionado sobre a continuação, Phillips disse:

“Eu faria qualquer coisa com Joaquin, em qualquer dia da semana. Não há ninguém como ele. Se ele estivesse disposto a fazê-lo, se as pessoas quisessem assistir, e se a Warner viesse até nós dizendo: ‘Sabe de uma coisa? Se vocês pudessem pensar em algo…’ Bem, tenho a sensação de que ele e eu poderíamos pensar em algo muito legal.”

Até o momento, a Warner Bros. não se manifestou sobre possíveis sequências, mas é bom saber que Phillips está pronto para retornar à direção caso a ideia saia do papel.

Se isso acontecer, Phoenix seria o primeiro ator a interpretar o Coringa mais de uma vez no cinema, caso Jared Leto não retorne ao papel.

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil.

A classificação do ‘Coringa‘ foi confirmada pela MPAA (Motion Picture Association of America), e o filme será para maiores de 18 anos (Rated R) por todas as razões que você esperaria.

“Violência extrema, cenas sangrentas, excesso de loucura e comportamento deturpado, linguagem e algumas cenas sexuais” 

O filme teve sua première no Festival de Veneza, e foi aplaudido em pé por cerca de oito minutos.

Os aplausos começaram no momento em que o nome de Joaquin Phoenix aparece nos créditos finais, e que o ator já dispara como um dos favoritos no Oscar 2020.

Com 800 avaliações de pessoas que estiveram presentes na première no Festival de Veneza, o longa conquistou a nota 9,8 no IMDb. Trata-se de uma das melhores avaliações da história do cinema.

O CinePOP separou as principais críticas e reações dos críticos:

“Tendo copiado descaradamente os filmes de Scorsese, Phillips modela os ingredientes roubados em algo novo, de modo que o que começou como uma alegre sessão de cosplay se torna progressivamente mais perigoso – e de alguma forma mais relevante também.”, Xan Brooks – The Guardian.

“Ninguém que vê este novo filme precisará de qualquer outra versão.”, David Sexton – London Evening Standard

“Phillips pode querer que pensemos que ele está nos dando um filme sobre o vazio de nossa cultura, mas, na verdade, ele está apenas oferecendo um excelente exemplo disso.”, Stephanie Zacharek – Revista Time

Coringa tem uma história sombria, sombria e psicologicamente plausível, uma visão da sociopatia dos desenhos animados feita em carne-e-osso”, Justin Chang – Los Angeles Times

Coringa é uma das verdadeiras obras-primas do cinema de super-heróis e uma das maiores realizações de 2019.”, Mark Hughes – Forbes.

“Phoenix mergulhou fundo tão profundamente e, com uma performance tão complexa, brutal e fisicamente transformadora, não seria surpresa vê-lo levar para casa uma estatueta ou duas na temporada de prêmios.”, John Bleasdale – CineVue.

“O que você ganha quando pega um solitário pobre e mentalmente instável e o trata como lixo? A resposta dada no engenhoso novo recurso de Todd Phillips é o arqui-inimigo de Batman, o Coringa.”, Geoffrey Macnab – Independente.

“O Coringa é bem-sucedido graças aos talentos de Phoenix, que criou um antagonista em camadas, indutor de terror, e conquistou seu lugar de direito ao lado de Heath Ledger e Jack Nicholson no panteão dos melhores Coringas de todos os tempos.”, Marlow Stern – The Daily Beast.

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘Piratas do Caribe 6’: Disney quer que Johnny Depp faça participação especial

Segundo o site The DisInsider, o novo filme da franquia ‘Piratas do Caribe‘ não será um reboot, mas um “soft reboot“.

O estúdio planeja adicionar uma protagonista feminina nos novos filmes, mas quer que Johnny Depp retorne como Capitão Jack Sparrow em uma participação especial.

A ideia é o ator passar o bastão para uma nova Capitã.

O jornalista afirmou que o estúdio quer fazer um “soft reboot” nos mesmos moldes de ‘Bumblebee‘.

Karen Gillan está em negociações para estrelar a produção, ainda sem título oficial. Entretanto, não se sabe se ambas as partes já se encontraram para discutir detalhes do projeto.

Outros rumores indicam que o estúdio estaria procurando uma mulher de cor para interpretar a personagem principal.

Gillan ganhou fama ao participar da quinta e da sexta temporadas de Doctor Who como a companheira Amy Pond. Seus trabalhos mais conhecidos incluem a franquia ‘Jumanji’, que caminha para sua quarta entrada nos cinemas, e a saga do Universo Cinemático Marvel, na qual interpreta Nebulosa em filmes como Guardiões da GaláxiaVingadores.

O quinto e último filme da série foi lançado em maio de 2017, após diversos problemas de produção, e faturou quase US$ 800 milhões em todo o mundo.

Craig Mazin, roteirista de ‘Todo Mundo em Pânico 3 e 4‘, ‘Se Beber Não Case! 3‘ e criador da série ‘Chernobyl‘, foi contratado para desenvolver uma nova história da franquia que tem como intuito atrair um novo público.

Ele escreverá o filme ao lado do veterano Ted Elliott, responsável pelo script dos primeiros quatro filmes da franquia.

‘Alita: Anjo de Combate’ pode virar série na Disney+

Alita: Anjo de Batalha‘ é considerado um clássico cult para muitos fãs que testemunharam a adaptação live-action da franquia de anime, e seguem fazendo campanha para que o filme ganhe sua sequência.

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação registrou uma bilheteria mediana (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora, segundo o britânico Small Screen, a Walt Disney Studios está planejando uma série que será uma pré-sequência dos eventos do filme e deve estrear no streaming da Disney+.

O site afirma que o estúdio tomou a decisão após a pressão dos fãs nas redes sociais.

Trata-se da segunda série que a Disney deu luz verde com base em uma propriedade que adquiriu após a aquisição da Fox. A primeira é ‘Percy Jackson‘, que terá cinco temporadas.

Recentemente, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 166.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.”

Para atiçar ainda mais, o produtor Jon Landau postou uma imagem indicando que a sequência pode estar à caminho.

Na foto, Landau surge vestindo uma camisa muito oportuna. O topo cinza tem o cartaz de Alita impresso e o texto ao redor da imagem diz:

“Lave suas mãos. Queremos a sequência”.

Confira:

 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

JK Iguatemi terá CINEMA SUPER MODERNO e ao ar livre pelo valor de R$ 420,00; Veja fotos!

Já imaginou poder assistir a um filme no Cinema ao ar livre, com exclusividade e uma telona só para você seus amigos?

Agora é possível!

O JK Iguatemi e a Cinépolis apresentam a sétima edição do Cine Vista no Terraço JK. Com o sucesso inicial das vendas, o evento que estava programado para acontecer de 4 a 11 de julho, foi ampliado até o dia 18 de julho para que mais pessoas possam aproveitar a experiência.

Aberto ao público, os ingressos para as cabines que comportam até 6 pessoas estarão à venda no site, com valores entre R$ 350,00 à R$ 420,00, dependendo do número de participantes.

Veja fotos:

Com formato inovador, o espaço contará com oito cápsulas com capacidade de até seis pessoas em cada uma. Os pequenos grupos poderão assistir os filmes dentro das cabines com poltronas confortáveis e reclináveis, sem perder o charme e o ineditismo do projeto.

O JK Iguatemi mantém os rígidos protocolos de proteção e segurança estabelecidos para operações de cinema, com o máximo de cuidado, visando o bem-estar de todos: apenas pessoas que se conhecem e comprarem os ingressos juntos podem participar da experiência em suas cápsulas, que são higienizadas ao final de cada sessão. Além disso, o uso de máscaras é obrigatório, dispositivos com álcool em gel são oferecidos no local e todos os alimentos e bebidas são disponibilizados em embalagens e sacos higienizados e só podem ser consumidos dentro da cápsula. Todos os clientes passarão por controle de temperatura antes do acesso ao evento.

As cápsulas são um show à parte, com teto transparente, o espectador continuará tendo a visão do céu durante toda a experiência. Cada poltrona reclinável contará com uma mesa dobrável com suporte para copo, luminária, conectores de USB e cooler embutido. As cadeiras ficarão posicionadas em alturas diferentes para facilitar a visão e os degraus terão luz de led e carpete no piso também.

Para completar, o serviço de bomboniere da Cinépolis para compra de pipocas e refrigerantes estará disponível no local. A grande novidade fica por conta de um menu desenvolvido especialmente para os clientes pelo restaurante Astor. Eles poderão adquirir os pratos e os itens da bomboniere no momento da compra do ingresso online ou no dia do filme pelo QRCode.

Com uma sessão diária, a programação contará com filmes premiados. Entre as atrações estão: “Raya e o Último Dragão” (04 e 18 de julho), “Pinóquio” (05 e 13 de julho), “Bela Vingança” (06 e 15 de julho), “Meu Pai” (07 e 12 de julho), “Judas e o Messias Negro” (08 e 16 de julho), “Minari” (09 e 17 de julho), “NomadLand” (10 e 14 de julho) e “Em Guerra com o Vovô” no dia 11 de julho.

 

‘Uncharted’: Sophia Ali gostaria de estrelar filme DERIVADO focado na Chloe Frazer [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover Uncharted – Fora do Mapa‘, a atriz Sophia Ali revelou que adoraria estrelar um filme derivado focado em sua personagem, a destemida Chloe Frazer.

“Eu acho que seria muito legal ver Chloe em seu próprio filme. Como eu disse, ela ainda está se descobrindo nesses filmes, é sua história de origem. E ver a Chloe dando tudo de si, entendendo como ela é durona, assumindo seu papel como caçadora de tesouros, lutadora, manipuladora, isso seria muito legal. E não é só porque eu interpreto a Chloe, eu não sou assim. Eu quero isso como fã dos filmes. Eu adoraria ver isso.”, revelou.

Assista a entrevista, e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

‘Pennyworth’: Série sobre origem do mordomo do Batman é CANCELADA!

A 3ª temporada de ‘Pennyworth‘, série que conta a origem do icônico mordomo do Batman, será a última.

HBO Max decidiu não renovar a série para uma quarta temporada.

As 3 temporadas estão disponíveis no HBO Max.

Relembre o trailer:

A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben Aldridge, Ryan Fletcher, Hainsley Lloyd Bennett, Paloma FaithJason Flemyng.

Ranking | Do Pior ao MELHOR Filme do DCEU – incluindo ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’

O Universo Estendido da DC iniciado por Zack Snyder passou por altos e baixos até chegar ao seu fim, com ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’.

Com muitos filmes controversos, o universo lutou para estabelecer personagens e passou por vários problemas nos bastidores – que respingaram no resultado dos filmes.

Agora que o último filme desse universo já está nos cinemas, o CinePOP decidiu rankear os filmes do DCEU do pior para o melhor, incluindo o Liga da Justiça de Zack Snyder, que mesmo não integrando oficialmente esse universo, foi vendido pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

16. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

15.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

14.   The Flash (2023)

Um filme que sofreu bastante com a estafa de filmes de super-heróis e a expectativa do público. O principal problema são os efeitos visuais; claro que é possível ignorar a artificialidade do CGI caso compremos, por completo, as inclinações noventistas da imagética do filme – mas, em alguns momentos, as construções estéticas são tão falsas que quebram a magia. Mas isso não significa que o resultado não seja positivo, pelo contrário: o conciso roteiro nos ajuda a compreender que a ideia não é reinventar o que já existe, e sim utilizar as fórmulas a favor da obra e garantir que o público saia da sala de cinema realizado e até mesmo com vontade de reassistir.

‘The Flash’ entrega exatamente o que prometia, configurando-se como uma das melhores entradas dessa fase final da DC. Divertido, emocionante e pincelado com reflexões sobre o que significa conviver com a imutabilidade do passado.

13. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

12.   Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Com duas horas e dez de duração e duas cenas pós-créditos, é bem verdade que ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ poderia ser bem uns vinte minutos mais curtos, mas esse tempo a mais não interfere na recepção do filme de David F. Sandberg: ao contrário, o roteiro de Henry Gayden e Chris Morgan preenche bem o enredo com todo tipo de brincadeirinha recheada de sarcasmo que embalam o espectador ao longo do trajeto. Inteligentemente, a história acompanhou o crescimento etário de seu público-alvo (quatro anos, quando se é adolescente, é muita coisa!), de modo que tanto as piadas quanto as situações em si ganham um tom levemente mais adulto – o que é um bem-vindo alívio para a galera no cinema com mais de vinte anos.

Shazam! Fúria dos Deuses’ é um produto comercialmente perfeito: tem uma história envolvente tanto para a galera que cresceu quanto para quem está chegando agora; dosa bem o humor com a evolução da trama, sem abusar da paciência do espectador; acompanha o interesse e as queixas de seu público-alvo, inclusive fazendo autocrítica; consegue inserir magistralmente dois patrocinadores com cenas que valorizam suas marcas (Gatorade e Skittles), o que promove a venda e o interesse nos produtos em questão; consegue dialogar com as outras partes do universo criado pela DC sem soar como forçação de barra; e, mais que tudo isso, consegue vender os outros títulos de sucesso da produtora, gerando conexões que atiçam a curiosidade do espectador em ir atrás para (também) consumir esses produtos.

11. Adão Negro (2022)

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

8.  Aquaman 2 – O Reino Perdido (2023)

James Wan volta à cadeira de direção e mantém-se fiel à estética nostálgica do filme anterior: aqui, o cineasta trabalha com inúmeras referências cinematográficas para expandir o cosmos de Aquaman, lembrando-se de que, agora, não lidamos mais com uma história de origem, e sim uma ramificação pautada em um classicismo saudosista que pode ser apreciada por qualquer fã de uma boa narrativa. Não é surpresa que Wan abra seu leque de homenagens nos mais diversos âmbitos da produção, seja com a épica e dissonante trilha sonora de Rupert Gregson-Williams, que mistura sintetizadores com poderosos instrumentos de corda orquestrais, seja com incursões estilísticas que rememoram ícones da sétima arte como ‘O Senhor dos Anéis’. Cada engrenagem é pensada com minúcia para entregar uma sólida experiência aos espectadores, mesmo que nem todas as investidas funcionem.

Os dois primeiros atos de Aquaman 2: O Reino Perdido’ podem não ser livres de falhas, mas com certeza nutrem da habilidade de elevarem nossas expectativas para o ato de encerramento, levando o tempo que precisam para se desenvolverem. E, após nos alimentarem com uma antecipação angustiante, culminam em uma batalha final afoita demais para ser apreciada e que promove uma resolução formulaica e apressada – desperdiçando um vilão aterrorizante que parece não exibir toda a magnitude que deveria. Porém, não podemos deixar de exibir um sorriso ao sair da sala de cinema, aliviados com uma última jornada do DCEU que funciona em quase sua completude – e que nos deixa ávidos para um novo capítulo resguardado pelas mãos de James Gunn Peter Safran.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Besouro Azul (2023)

Besouro Azul‘ é comandado por Ángel Manuel Soto e preza pela nostalgia narrativa. Isso quer dizer que Soto se apoia nas fórmulas das histórias de origem para tentar resgatar o motivo pelo qual nos apaixonamos por obras de super-heróis; diferente de outros títulos da companhia e até mesmo de companhias adjacentes, a ambição aqui está em colocar a representatividade latino-americana em contraposição ao domínio cansativo de personagens brancos e estadunidenses (ou até mesmo europeus). Logo, a obra é um convite ao saudosismo e à diversão, abrindo espaço para que sejamos engolfados em uma competente aventura que enche os olhos e nos faz sair das salas de cinema bastante satisfeitos.

O maior trunfo do filme é seu elenco: Maridueña faz um trabalho aplaudível e envolvente, trazendo aspectos já explorados em seu papel como Miguel Diaz na série ‘Cobra Kai’; George Lopez emerge como o principal escape cômico do enredo ao encarnar Rudy, tio de Jaime, um gênio da tecnologia que os ajuda a combater Victoria e seu exército; Adriana Barraza, recém-saída de suas atuações em ‘Penny Dreadful: City of Angels’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’, dá vida a Nana, avó de Jaime, uma ex-guerrilheira que remonta seus tempos de luta contra o neoimperialismo norte-americano para salvar o neto do modo mais glorioso e hilário que podemos imaginar. Mas o nosso foco destina-se à Marquezine.
A atriz, que começou sua carreira muito jovem, faz uma excelente estreia em Hollywood, consagrando-o no mesmo patamar de nomes como Wagner Moura e Alice Braga, que também dominaram o circuito cinematográfico internacional. Aqui, Bruna festeja com um papel que lhe permite ser independente, corajosa e empática, além de entrar como lembrete de que todos nós somos latino-americanos e estamos no mesmo barco. Ainda que pertencente ao legado da Kord, ela sabe que as investidas controversas da tia não correspondem ao que ela defende, unindo-se com Jaime para garantir que o povo integre a sociedade da mesma forma que a elite – sem ser obrigado a abandonar suas raízes e suas conquistas por pulsões de um capitalismo predatório e destrutivo. E, como se não bastasse, a química entre Marquezine e Maridueña é um deleite para os olhos.

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

1. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo.

Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

‘Maré Alta’: Trailer legendado do filme gay hollywoodiano com Marco Pigossi que estreia no Festival do Rio

O Hugo Gloss divulgou o trailer legendado de ‘Maré Alta’ (High Tide), filme hollywoodiano dirigido pelo italiano Marco Calvani (‘A Better Half’) e estrelado por seu marido, o brasileiro Marco Pigossi (‘Cidade Invisível’).

O filme terá sua primeira exibição no Brasil em 5 de outubro, durante o Festival do Rio.

O longa gira em torno de Lourenço (Pigossi), um brasileiro com visto prestes a expirar, que se sente desolado após seu namorado americano deixá-lo inesperadamente sozinho em Provincetown. Enquanto se encontra perdido e angustiado com seu futuro incerto, ele conhece o enfermeiro Maurice (James Bland), criando uma inesperada conexão ao descobrir que ele também se sente deslocado.

Confira o trailer e o pôster:

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Lembrando que o longa alcançou uma avaliação perfeita no Rotten Tomatoes, obtendo 100% de aprovação dos críticos com base em 7 resenhas.

“Um drama disperso, porém íntimo. Pigossi entrega uma performance impressionante que praticamente une as partes díspares do filme, tornando-o coeso mesmo com as falhas em sua construção”, disse Siddhant Adlakha da Variety.

“Uma performance principal envolvente de Marco Pigossi, imersa em melancolia e dor intensa, mas também em momentos de abertura, otimismo e até alegria, ajuda a tornar High Tide um retrato comovente de homens gays em busca de conexões significativas e genuínas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

High Tide é um filme que desafia você a não se sentir obcecado — e atraído — pelo seu protagonista”, disse Ryan Lattanzio do indieWire.

“Sexy, porém não sua típica comédia romântica gay frívola, o filme de Marco Calvani aborda de forma comovente a depressão, o preconceito e os desafios de ser uma alma sensível em um ambiente repleto de frequentadores de bar com atenção dispersa”, disse Dennis Harvey do 48 Hills.

“Um estudo profundo de alguém que teme ter se tornado um hóspede permanente na casa de outra pessoa”, disse Stephen Saito do Moveable Fest.

“O filme é um lembrete provocante de que, mesmo quando acreditamos que nossas circunstâncias não podem melhorar, sempre pode surgir alguém para mudar nossa perspectiva sobre o que valorizamos e mantemos próximo ao coração. A química entre Pigossi e Bland torna a experiência ainda mais cativante”, disse Matthew Creith do
Edge Media Network.

“Calvani se detém no doce olhar entre os amantes quando eles expõem suas almas um ao outro… À medida que High Tide se aproxima do final, sua irregularidade inicial se equilibra, destacando-se pela performance cativante de Pigossi”, disse Debopriyaa Dutta 
do High on Films.

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“Maré Alta acompanha a história de Lourenço, um imigrante gay brasileiro indocumentado que vive em Provincetown, Massachusetts. Trabalhando como faxineiro e enfrentando os desafios de construir uma nova vida, Lourenço descobre um mundo completamente novo. Sua vida toma uma reviravolta quando ele se apaixona por Maurice, o que o leva a refletir sobre as complexidades das relações humanas”.

Marco Calvani assina o roteiro e a direção do filme.

No elenco, além de Marco Pigossi (‘Gen V’), estão James Bland (‘Giants’), Marisa Tomei (‘Meu Primo Vinny’), Bill Irwin (‘O Grinch’) e Bryan Batt (‘Mad Men’).

O filme marca a primeira colaboração de Pigossi e Calvani desde que se casaram em uma cerimônia privada em 2023.

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Vídeos e fotos do set de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ mostram Tom Holland com o uniforme novo

O recém-divulgado teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ está empolgando os fãs ao apresentar o visual completo do novo traje do herói, mais uma vez interpretado por Tom Holland.

As filmagens já começaram e os primeiros vídeos e fotos do set mostram Holland filmando suas cenas e interagindo com os fãs.

Confira:

Uma análise detalhada do ComicBookMovie aponta para uma mudança significativa: a aparente ausência da tecnologia Stark no uniforme.

A transição entre o vermelho e o azul do traje é visivelmente mais áspera e menos refinada do que os designs anteriores do MCU, que se destacavam pelo acabamento tecnológico impecável. Essa estética mais “crua” parece ser uma escolha deliberada do diretor Destin Daniel Cretton, refletindo uma nova fase para Peter Parker, agora sem acesso aos recursos ilimitados da Stark Industries.

Além disso, o novo traje parece ser mais prático, o que pode significar que Tom Holland passará menos tempo em trajes digitais ou de captura de movimento durante as filmagens.

Os lançadores de teia também ganharam destaque. Agora maiores e mais robustos, eles contrastam com os modelos compactos anteriores, indicando que Peter está criando seus próprios equipamentos, sem o acabamento refinado da tecnologia Stark.

Até então, o Homem-Aranha do MCU raramente precisou se preocupar em ficar sem teia durante uma luta. No entanto, isso pode mudar em “‘Um Novo Dia’, sugerindo o retorno dos tradicionais cartuchos de teia, uma marca registrada dos quadrinhos clássicos.

O roteiro de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ já havia confirmado que Peter se inspirou nos trajes de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Elementos como o formato da curva vermelha no peito e ombros, a gola separada, o comprimento das luvas, a textura do tecido, o cinto mais baixo e até o padrão nas pernas remetem diretamente ao traje de Garfield.

Já as referências ao traje de Maguire aparecem principalmente nas teias em relevo e em algumas semelhanças no símbolo do peito.

Confira os teasers:

 

 

Crítica | Hava, Maryam, Ayesha – Representante do Afeganistão no Oscar de 2020 estreia no Brasil

As possibilidades das próprias escolhas. Escrito e dirigido pela cineasta Sahraa Karimi (primeira e única mulher no Afeganistão que tem um doutorado em cinema), o drama Hava, Maryam, Ayesha nos mostra as dificuldades da liberdade de escolha dentro de uma cultura que ainda é presa a costumes que deixam as mulheres em total segundo plano, principalmente quando pensamos sobre família. Atento aos detalhes ligados a esses costumes, o roteiro navega na história de três mulheres de classes sociais diferentes mas que possuem uma mesma questão: todas estão grávidas e precisam fazer escolhas que podem chegar ao mesmo lugar. Representante do Afeganistão no Oscar de 2020 de Melhor Filme Estrangeiro, o projeto  parece até certo ponto três curtas-metragens mas suaves pontos de interseção acabam dando muito sentido a mensagem que o filme objetiva.

Na trama, conhecemos três mulheres de faixas etárias diferentes e que vivem situações familiares complicadas. Hava (Arezoo Ariapoor) é casada, está grávida do primeiro filho, cuida da sogra e do sogro, vive com o marido machista, acomodado. Infeliz, se abraça na sua fé esperando dias melhores. Algo desperta dentro de sua razão quando o marido, em uma noite de farra com os amigos, não a leva ao hospital. Maryam (Fereshta Afshar) é uma mulher forte e decidida. Jornalista, apresentadora de telejornal, uma das poucas mulheres que falam inglês na emissora que trabalha. Está passando por momentos difíceis no campo emocional após o recente término com o ex, um homem que a traia frequentemente dentro dos sete anos de união deles. Buscando forças dentro dessa parte triste de sua vida, acaba descobrindo que está grávida. Ayesha (Hasiba Ebrahimi), a mais velha de cinco irmãos, está com o casamento arranjado com o primo, sem poder escolher seu pretendente. Ela está grávida de um ex-namorado que a abandonou quando soube da possibilidade da gravidez, busca a ajuda de uma amiga e assim conseguir dinheiro para realizar um aborto antes de se casar.

Há vários pontos de reflexão e todos giram em torno de questões sobre a mulher nos dias atuais no Afeganistão, país conhecido pela rigidez nos seus costumes e que praticamente anula quase todas as possibilidades de um papel preponderante da mulher seja na sociedade, seja na família. Cada uma das protagonistas nos mostram um ponto de vista, quase um recorte contemporâneo sobre muitas situações hoje em dia vividas nesse país tão distante do nosso. A questão do aborto chega para concretizar a liberdade de escolha, seja ela de maneira clandestina, escondida, ou até mesmo de peito aberto como uma certeza, no caso da forte jornalista.

Primeiro filme independente do Afeganistão totalmente filmado em Kabul com diretora, atores e atrizes que vivem no Afeganistão e exibido no Festival de Veneza no ano de 2019, Hava, Maryam , Ayesha tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros no dia 08 de julho.

10 filmes que ninguém termina sem lágrimas nos olhos

Quando uma história bate forte no nosso coração, a emoção é uma consequência. No universo do cinema, com seus traços com os paralelos com tantas realidades, de vez em quando nos deparamos com algumas histórias que nos conduzem rapidamente até emoções profundas, nos levando para uma jornada de reflexões. Para você que gosta de se emocionar assistindo a um filme, não perca as sugestões abaixo:

 

Patch Adams: O Amor é Contagioso (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Baseado no livro A Terapia do Amor, assinado por Patch Adams e Maureen Mylander, esse longa-metragem é emocionante do seu início ao fim. O projeto conta a saga de um homem que após alguns traumas vai para a faculdade de medicina e vai redescobrindo a alegria de viver ajudando os pacientes – de maneira pouco convencional.

 

Os Dois Hemisférios de Lucca (Netflix)

Desde o nascimento do filho Lucca, o casal Bárbara (Bárbara Mori) e Andrés (Juan Pablo Medina) enfrentam as probabilidades contra uma condição complicada provocada pela paralisia cerebral que atinge a criança. Quase sem esperanças de melhorias para o quadro do primeiro filho, com a epilepsia debilitando cada vez mais o estado de saúde, uma chance aparece do outro lado do planeta, na Índia, um tratamento inovador que pode mudar a vida deles para sempre.

 

Will & Harper (Netflix)

Um reencontro aguardado, uma viagem emocionante, um filme com mensagens lindas tendo a amizade como força. Chegou ao catálogo da Netflix um documentário interessantíssimo. Rodado em 16 dias pelas estradas norte-americanas, o projeto nos mostra uma viagem de carro para relembrar uma amizade quando Will Ferrell fica sabendo que Harper se assumiu como uma mulher trans.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty (Disney Plus)

Você já fez algo realmente extraordinário? Com um roteiro do sempre competente Steve Conrad, baseado em um personagem criado pelo escritor americano James Thurber – em um conto publicado na revista The New Yorker -, A Vida Secreta de Walter Mitty se propõe a ajudar o público a encontrar a verdadeira beleza do sonhar, contida dentro de todos nós.

 

O Amigo (Prime Video)

Baseado em um livro homônimo da escritora nova-iorquina Sigrid Nunez, nessa obra acompanhamos a história de Iris (Naomi Watts), uma escritora que acaba de perder seu amigo e mentor, o professor Walter (Bill Murray). Para sua surpresa, logo após o funeral, descobre um desejo dele: que ela ficasse com seu cachorro, Apolo – algo que vira sua vida do avesso.

 

Pérola (Telecine)

Na trama, conhecemos Mauro, já adulto, que recebe uma notícia que o faz refletir sobre uma das pessoas mais importantes de sua vida: sua mãe, Pérola (Drica Moraes). Essa, esposa carinhosa, com dois filhos, moradora de Bauru, que possui uma personalidade forte, mas nunca deixa de ser amável. Ao longo de alguns anos – em meio a diferentes questões, entre elas uma curiosa e demorada construção de uma piscina – vamos entendendo os grandes embates dessa família, como tantas outras pelo Brasil: que brigam, fazem as pazes, buscam se entender após conflitos, mas nunca deixam de se amar.

 

Bunny Drop – Surpresas da Vida (Prime Video)

Na trama, acompanhamos um jovem trabalhador de vinte e poucos anos, Daikichi (Ken’ichi Matsuyama), que volta para casa, após anos, para o funeral de seu querido avô e acaba descobre que o mesmo tinha uma filha fora do casamento. Como sua família não quer cuidar da jovem, Daikichi assume essa responsabilidade e assim passará por situações e aprendizados que nunca esperava.

 

Além do Tempo (Prime Video)

No início dos anos 80, tudo ia bem na vida dos jovens apaixonados Johanna (Sallie Harmsen) e Lucas (Reinout Scholten van Aschat) que estão à bordo de um cativante navio viajando por lugares lindos junto de seu filho, Kai. Certa hora, em pleno alto-mar, eles percebem que a criança sumiu e aos poucos o desespero daquela situação viraria uma página triste na história deles. Décadas mais tarde, eles se reencontram e muito do não dito vem à tona.

 

A Culpa é das Estrelas (Disney Plus)

Na trama, conhecemos uma simpática jovem chamada Hazel Grace (Shailene Woodley), uma universitária que está com câncer, em estágio avançado. Hazel resolve frequentar um grupo de apoio à doença e, nessa reunião de jovens com situações parecidas, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort). O entrosamento logo de cara é maravilhoso, ambos se apaixonam perdidamente e juntos precisam enfrentar as tristezas e armadilhas do destino.

 

Cidade dos Anjos (Telecine)

Na trama, conhecemos um anjo chamado Seth (Nicolas Cage), uma alma imortal que tem a missão de olhar pelas pessoas em aflição em uma Los Angeles da atualidade. Quando ele começa a se aproximar da história da médica Maggie (Meg Ryan), uma intensa paixão logo toma conta dele, fazendo com que o mesmo opte pela mortalidade mesmo sabendo os riscos desse desejo.

 

007 – Sem Tempo para Morrer | Conheça TODOS os Filmes (Oficiais e Não Oficiais) da Franquia no Cinema e TV

007 – Sem Tempo para Morrer já estreou nos cinemas brasileiros e pelo mundo, se tornando um sucesso de crítica e bilheteria. Para os fãs da franquia, a despedida do ator Daniel Craig e de toda a sua era, iniciada em 2006, não poderia ter sido mais satisfatória. Criado pelo autor britânico Ian Fleming, o primeiro livro contendo o espião James Bond foi lançado em 1953, num total de 14 obras literárias. Adaptado para o cinema logo na década seguinte, 007James Bond iniciou uma verdadeira febre no gênero do suspense, ação e espionagem nas telas e revolucionou o cinema entretenimento como o conhecemos hoje. Sim, 007 é um dos grandes responsáveis pela cultura pop como a temos atualmente.

Pegando carona no sucesso do vigésimo quinto filme oficial da franquia EON – a produtora responsável por levar os filmes 007 ao cinema – resolvemos colocar você a par sobre a trajetória do maior agente secreto da sétima arte e um dos maiores heróis que o cinema já viu. Abaixo repassaremos de forma cronológica todos os passos de James Bond e não apenas na franquia oficial, como alguns filmes e produções realizados por “debaixo dos panos”. Confira.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Clímax: Cassino Royale (1954)

Ao contrário do que muitos possam pensar, a primeira aparição de James Bond nas telas não foi nas formas de Sean Connery. Antes de ir para o cinema, logo no ano seguinte do lançamento do primeiro livro de 007 (Cassino Royale), a história ganhava uma adaptação nas telinhas, no programa de antologia chamado Clímax! Nesta versão para a TV, James Bond foi interpretado por Barry Nelson e era um agente americano apelidado de Jimmy Bond.

007 Contra o Satânico Dr. No (1962)

Agora sim. Já nas formas de Sean Connery, o primeiro e único, 007 ganhava sua primeira superprodução nas telonas, devidamente amparado pela EON e a United Artists (depois MGM). Aqui, o espião seguia uma trilha na Jamaica que o levava até o esconderijo numa ilha do vilão Dr. No, um asiático com mãos biônicas, membro da diabólica organização terrorista SPECTRE. Dr. No foi o sexto livro escrito por Fleming.

Moscou Contra 007 (1963)

O filme de estreia fez sucesso e Sean Connery retornou para a continuação imediata. Aqui, a SPECTRE está atrás de vingança pelo ocorrido com Dr. No e contrata um assassino profissional para caçar James Bond: Red Grant. O matador é tão bom quanto 007 e a bordo do expresso do Oriente os dois travarão sua grande batalha, repleta não apenas de ação, mas também suspense. Uma coisa que todos concordam é que a continuação é ainda melhor que o original. From Russia, With Love (no original) foi o quinto livro escrito por Fleming.

007 Contra Goldfinger (1964)

Terceira investida de Sean Connery no personagem que fez sua carreira. Desta vez, a SPECTRE descansa da trama, com foco em Auric Goldfinger, um magnata do ramo do ouro que é louco (literalmente) pelo minério reluzente. Aqui temos a cena emblemática em que o vilão mata uma “traidora” pintando todo seu corpo de ouro. E também a introdução do capanga Odjob, o asiático extremamente forte que destrói bolas de golfe com as mãos e possui um chapéu com abas de lâmina. Goldfinger foi o sétimo livro escrito por Fleming.

007 Contra a Chantagem Atômica (1965)

A cada novo filme, um novo sucesso. Após Goldfinger, a “Bondmania” havia sido implantada com sucesso no mundo, despertando uma verdadeira onda de imitadores. Todos queriam sua própria franquia com um agente secreto descolado. E assim, os filmes do original 007 precisavam ser melhores e maiores. E aqui, no quarto longa, eles atingiam seu auge de popularidade e sucesso de bilheteira. Novamente com Sean Connery à frente, em um filme com muitas cenas submarinas, Bond enfrenta o número 2 da SPECTRE, Emilio Largo, com direito a tapa-olho e tudo. Esse foi o nono livro escrito por Fleming.

Cassino Royale (1967)

Antes de fechar parceria com a EON, o escritor Ian Fleming havia vendido os direitos de alguns de seus livros para outros produtores e estúdios. Assim, foi parar nas mãos da Sony (Columbia) os direitos de levar às telas a versão cinematográfica de Cassino Royale, o primeiro livro. Com medo de enfrentar a concorrência da franquia oficial, os produtores decidiram por criar uma comédia, que tiraria sarro do verdadeiro James Bond. E para isso reuniram uma verdadeira constelação de nomes como Peter Sellers, Orson Welles, David Niven e Woody Allen, entre outros. O resultado foi um fracasso, mas anos depois a obra ressurgiu como cult.

Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967)

Lançado no mesmo ano da paródia citada acima, o quinto filme oficial da franquia demonstrou que os fãs não aceitavam substitutos, queriam era ver James Bond realizando suas façanhas, seduzindo mulheres e envolto em tudo que já era mitologia a esta altura. Connery estava de volta, embora insatisfeito, e aqui viajava até o Japão para treinar com ninjas e enfrentar a SPECTRE de uma vez por todas. Neste filme temos revelado pela primeira vez o rosto do vilão Blofeld, o líder da organização terrorista, interpretado por Donald Pleasence. E sua base é localizada dentro de um vulcão, é claro. Esse foi o décimo segundo livro escrito por Fleming.

007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969)

Sean Connery estava insatisfeito e queria respirar outros ares. Após muitas ameaças, finalmente o ator deixava a franquia e o papel imortalizado por ele. Assim a EON correu e encontrou nas formas de um modelo australiano sem muita experiência como ator, chamado George Lazenby, um substituto. O filme foi um fracasso, pois os fãs não aceitaram outro de forma abrupta no papel – rola até piadinha do tipo “isso nunca aconteceu com o outro cara”, saindo da boca do novo 007. A obra está longe de ser ruim, no entanto, se tornando uma das preferidas de diversos diretores famosos (como Tarantino e Nolan). Na trama, Bond continua a perseguir Blofeld, se apaixona, se casa e fica viúvo. O livro foi o décimo primeiro escrito por Fleming.

007 – Os Diamantes São Eternos (1971)

Os produtores acharam ter encontrado um substituto nas formas de George Lazenby, mas para a surpresa geral, após apenas um filme, o ator/modelo “pediu para sair”. Assim, esforços foram feitos para trazer Connery de volta e ele aceitou, mas com a condição de que seria mesmo o último. Aqui, Bond vai para Las Vegas e se envolve numa trama com diamantes, contrabando, milionários reclusos (no estilo Howard Hughes), cirurgias plásticas e Blofeld. Esse foi o quarto livro escrito por Fleming.

Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973)

Uma nova longa seleção era realizada e elegia Roger Moore como o novo intérprete de James Bond. Desta vez, a promessa era de permanência para o novo protagonista. Na nova era, 007 perdida um pouco de sua seriedade, ganhava mais humor e seus filmes pegavam carona nas tendências do que estivesse acontecendo na época. Na estreia de Moore, o mote era o cinema negro do blaxploitation, que tomava os anos 70 de assalto. Assim, a cultura negra africana do vudu e um traficante do Harlem faziam parte da narrativa desta vez. Esse foi o segundo livro escrito por Fleming.

007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro (1974)

Na segunda investida de Roger Moore como 007, um pouco da história de Moscou Contra 007 era reprisada, no sentido de que o espião igualmente se via alvo de um assassino profissional, aqui o melhor do mundo, que faz uso de uma pistola de ouro e possui três mamilos. Francisco Scaramanga, o tal matador, é vivido pelo eterno Drácula, Christopher Lee. Esse foi o décimo terceiro livro escrito por Fleming.

007 – O Espião que me Amava (1977)

Considerado por muitos o melhor filme da era Roger Moore como o espião, este terceiro filme do ator apresenta o relacionamento mais significativo de 007 nas formas do terceiro intérprete. Um vilão megalomaníaco fomenta a guerra entre a Inglaterra e a Rússia, assim uma espiã soviética apelidada Triplo X entra em cena para servir como a contraparte de 007 na investigação representando seu país. A ideia por trás é interessante e bonita, a de que inimigos políticos de nações diferentes podem vir a se tornar amantes. Fora isso, introduz um dos capangas mais memoráveis da franquia, o gigante de dentes metálicos Jaws. Esse foi o décimo livro escrito por Fleming.

007 Contra o Foguete da Morte (1979)

Pegando carona no sucesso então recente de Star Wars (1977), a franquia perde totalmente a noção e aqui foi onde tudo saiu completamente dos trilhos para muitos fãs. O nível “cômico galhofa” atingia níveis impensáveis neste filme que leva James Bond para o carnaval no Rio de Janeiro, e logo após o manda para o espaço, literalmente, para combater um vilão numa base na lua. Ah sim, não podemos esquecer a “guerra nas estrelas” no desfecho com direito a armas laser. Sim, não era para ser levado a sério, mas foi ridicularizado, ao ponto de ser considerado o pior da franquia. Hoje, ressurgiu como item cult, garantindo muitas risadas. Ao menos não é um episódio esquecível. Esse foi o terceiro livro escrito por Fleming – que tem muito pouco a ver com o filme.

007 – Somente para Seus Olhos (1981)

Para onde ir após a franquia ter perdido totalmente a noção e ser taxada como ridícula? Bem, de volta para a Terra, é claro, colocando os dois pés no chão. O quinto filme de Roger Moore como 007, e décimo segundo da franquia oficial, é considerado o exemplar mais “sóbrio” da era Moore, com uma trama crível, simples, direta e muito eficiente. Aqui, uma jovem parte atrás de vingança contra os criminosos que assassinaram sua família. Sua trilha de justiça pessoal a leva de encontro com James Bond. Esse foi o oitavo livro escrito por Fleming.

007 Contra Octopussy (1983)

O ano de 1983 marcaria a franquia como o ano do duelo entre os James Bond. Roger Moore estava pronto para deixar o papel, quando a notícia foi divulgada de que Sean Connery voltaria como 007 num filme fora da franquia oficial. Assim, a EON manteve Moore por perto a todo custo. Nesta aventura, que segue o clima das matinês no estilo Indiana Jones, James Bond vai para a Índia, se envolve com o circo, ciganos e uma sedutora contrabandista chamada Octopussy. Esse não é um livro, mas um conto contido no décimo quarto livro escrito por Fleming.

007 – Nunca Mais Outra Vez (1983)

Lembra da venda dos direitos de alguns livros citada anteriormente? Pois bem, aqui a Warner se aproveitou do fato para tirar da cartola um remake de A Chantagem Atômica, protagonizada pelo mesmo Sean Connery, que por uma pequena fortuna voltava ao papel de James Bond. O título “Nunca Diga Nunca Outra Vez”, no original, foi sugerido pela própria esposa do ator, trollando ele um pouco. No fim das contas, o público terminou optando por Octopussy, acredite se quiser, garantindo mais sucesso para Roger Moore na época.

007 – Na Mira dos Assassinos (1985)

Aos quase 60 anos, pode-se dizer que o saudoso Roger Moore havia “passado do ponto” na pele do personagem heroico. De fato, muitos fãs acreditam que sua permanência no papel foi constrangedora. Seja como for, aqui seria a sua despedida, com direito a Christopher Walken platinado e a musa 80’s Grace Jones como os vilões. A trama é tida como uma repaginada em Goldfinger, trocando o ouro pelos chips de computadores do vale do Silício. Esse é outro conto do décimo quarto livro escrito por Fleming.

007 Marcado para a Morte (1987)

Com a saída do engraçadinho Roger Moore, uma nova epopeia era iniciada para encontrar o quarto intérprete. O eleito foi Timothy Dalton, que iniciava uma era mais sombria com o personagem. Ele era um James Bond mais duro e desprovido de qualquer humor. Seus filmes assim se tornavam mais sérios e sisudos. Aqui, ele ajuda uma violinista e assim como Rambo em seu terceiro filme, ajuda os afegãos a expulsar os soviéticos de seu país, lutando ao lado dos Mujahideen, que viriam a se tornar o Talibã. A era da Aids também trazia um 007 mais “pudico”. Esse foi mais um conto do décimo quarto livro escrito por Fleming.

007 – Permissão para Matar (1989)

Se a estreia do novo James Bond nas formas de Timothy Dalton havia sido considerada muito sombria, esta continuação serviria para colocar um prego no caixão. Na trama, 007 bate de frente com um cartel de drogas mexicano e encara o líder Franz Sanchez, um impiedoso traficante criado nos moldes de Pablo Escobar. Considerado o mais violento episódio da franquia, assim como o anterior o filme não se tornou um sucesso. Era hora de repensar a franquia, dar tempo ao tempo, e reescalar o personagem.

James Bond Jr. (1991-1992)

Antes de estrear com um novo intérprete nos cinemas, a franquia seguiu para as telinhas na forma de uma animação para a criançada. Desenvolvida pelo mesmo Michael G. Wilson dos filmes no cinema, a proposta desta série infantil era justamente conquistar os fãs jovens e os introduzir para eles quem era o famoso espião James Bond. Ou quase. Porque aqui tínhamos protagonizando o sobrinho de 007, um estudante, dono do mesmo DNA aventureiro do tio.

007 Contra GoldenEye (1995)

Nova década, novo 007. Desta vez era Pierce Brosnan o eleito para seguir com o manto de James Bond, e para toda uma geração, a minha, ele serviu como elo para a franquia. Em sua primeira aventura, o novo ator já chegava com o pé na porta, tirando onda, enfrentando uma maníaca sadomasoquista e seu antigo parceiro na agência. Aqui também foi onde a chefe M se tornava mulher, nas formas de Judi Dench. Desde o segundo filme de Dalton, os livros de Fleming pararam de ser base das histórias, e dali para a frente apenas roteiros originais.

007 – O Amanhã Nunca Morre (1997)

A mídia das fake News como vilã não parece ser uma ideia tão fantasiosa assim. Aqui, Brosnan retorna para enfrentar Elliott Carver, um magnata midiático, criado nos moldes de Rupert Murdoch, que instiga uma guerra para ter a cobertura. Bond, que já se envolveu com sua esposa, se alia a uma espiã chinesa na investigação do sujeito.

007 – O Mundo Não é o Bastante (1999)

Terceiro filme com Brosnan, desta vez Bond precisa proteger uma bela herdeira de um império de petróleo. Ela e sua família estão na mira de um terrorista que a sequestrou no passado, Renard, um sujeito que por motivo de uma bala alojada na cabeça é incapaz de sentir dor. O filme guarda uma das reviravoltas mais interessantes da franquia em relação a uma das personagens principais.

007 – Um Novo Dia Para Morrer (2002)

Sabe aquela história de quando a franquia perdeu a noção em O Foguete da Morte? Pois bem, o fato se repetia aqui neste quarto filme de Brosnan, que ao contrário de Daniel Craig, se despediria do papel não numa nota positiva, mas no que é considerado por muitos como um dos piores filmes da série. São muitas incoerências e fanfarronices, desde um carro invisível, até um Bond cinquentão surfando uma onda gigante, ou fazendo kite surf nas geleiras. Surreal é pouco.

007Cassino Royale (2006)

Como o episódio anterior havia perdido a noção da realidade e saído dos trilhos, a franquia era “rebootada”, numa espécie de James Bond begins. A ideia era contar os primórdios do espião na agência após ter ganhado o título de 00 e sua permissão para matar. Nesta altura também, a EON tinha revertido os direitos do primeiro livro, Cassino Royale, e podia adaptá-lo pela primeira vez dentro da franquia oficial. Assim, os livros de Fleming eram novamente usados como fonte. Daniel Craig era eleito o sexto Bond oficial e fez os reclamões morderem tanto a língua, que se tornou o grande preferido de muitos no papel. Ah sim, esse era um 007 mais pé no chão, cru e realista, inaugurando uma nova era.

007 – Quantum of Solace (2008)

Embora tenha novamente usado um conto de Fleming como base – contido no décimo quarto livro – o resultado do segundo filme com Craig não foi tão positivo quanto o anterior. Grande parte disso foi culpa da greve de roteiristas de Hollywood, o que resultou no episódio mais curto da franquia. O filme soa como um recorte de várias cenas de ação quase sem espaço para uma trama se desenvolver entre elas.

007 – Operação Skyfall (2012)

A franquia fazia as pazes com o sucesso no terceiro filme de Craig. De fato, Skyfall se tornou não apenas o maior sucesso financeiro da franquia, se tornando sua maior bilheteria (ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão), como também um dos mais prestigiados, recebendo algumas indicações ao Oscar e vencendo duas. O espanhol Javier Bardem cria um dos vilões mais memoráveis da franquia.

Fleming (2014)

Minissérie em quatro episódios focada na vida do criador do personagem James Bond, o autor Ian Fleming – no programa interpretado por Dominic Cooper, vivendo de uma forma, digamos, muito 007 para inspirar o herói de seus livros.

007 Contra SPECTRE (2015)

Mais um elo com o passado na era Craig. Aqui a franquia recuperava os direitos de usar novamente a organização terrorista SPECTRE e seu líder Blofeld em suas tramas. Assim, ser perder tempo, Christoph Waltz foi escalado para viver o Blofeld dos novos tempos. Apesar do grande escopo e da grande promessa, o quarto filme da era Craig não correspondeu à expectativa.

007 – Sem Tempo para Morrer (2021)

Adiado do ano passado para este devido à pandemia, o filme marca a despedida de Daniel Craig da franquia em grande estilo. Aqui, a trama continua os eventos do filme anterior (algo constante na fase do ator), e reprisa personagens como Blofeld (Waltz) e a Dra. Swann, seu novo grande amor. Fora isso, introduz um novo vilão pauleira (Rami Malek) e duas personagens femininas que estão dando o que falar: a nova 007 mulher (Lashana Lynch) e uma espiã cubana (Ana de Armas).

Qual será o próximo filme da franquia?

‘Scandal’: Pecados são confessados no trailer do episódio final da série

Confira o tenso trailer do episódio final de ‘Scandal‘:

O episódio irá ao ar nos EUA no dia 19 de abril, pela ABC.

Confira as imagens promocionais do episódio final:

 

‘Nós’: Lupita Nyong’o tenta proteger os filhos na nova imagem do terror; Confira!

Uma nova imagem do terror ‘Nós‘ foi divulgada, trazendo a atriz Lupita Nyong’o aterrorizada tentando proteger os filhos.

Confira:

O primeiro trailer será lançado amanhã (25).

O longa será escrito e dirigido por Peele, que ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Corra!‘.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas americanos em março de 2019.

‘Grey’s Anatomy’: Meredith toma decisão difícil no trailer da 16ª temporada; Assista!

A ABC divulgou o primeiro trailer da 16ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear na televisão norte-americana no dia 26 de setembro.

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

‘Knightfall’ é CANCELADA após duas temporadas

O canal History cancelou oficialmente a série ‘Knightfall‘ depois de apenas duas temporadas.

Com o recente cancelamento de ‘Project Blue Book‘, que também durou apenas dois ciclos, a emissora tem apenas ‘Vikings‘ como série original em sua grade, cujos 10 episódios finais ainda não têm data de estreia.

A série foi criada por Don HandfieldRichard Rayner.

A trama acompanha os misteriosos, mas verdadeiros, contos dos Cavaleiros Templários, os guerreiros de elite das Cruzadas. O programa investiga os grandes segredos protegidos pelos Templários e conta a história de fé, lealdade e fraternidade que ajudaram esses guerreiros no campo de batalha, e os eventos escuros que marcaram para sempre a data de sexta-feira 13 na psique da humanidade.

O elenco conta com Tom Cullen, Pádraic Delaney, Simon Merrells, Julian Ovenden, Ed Stoppard e Mark Hamill.

‘Espiral’: Diretor compara novo filme da franquia ‘Jogos Mortais’ com ‘Se7en’

Em entrevista ao Empire, o diretor Darren Lynn Bousman falou sobre o tom de ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, comparando o novo filme da franquia com o clássico ‘Se7en – Os Sete Crimes Capitais‘.

“Chris veio com um conceito de suspense. Ele apresentou uma ideia muito elaborada e complexa. Queríamos que esse filme se parecesse com ‘Se7en: Os Sete Pecados Capitais’, mas mantendo uma conexão com a mitologia de ‘Jogos Mortais’.”

Recentemente, o longa ganhou uma nova imagem. Confira:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de cinco anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Anteriormente programado para chegar aos cinemas em 15 de maio de 2020, o filme agora será lançado em 21 de maio de 2021.

Confira o trailer:

‘FBI: Most Wanted’: Kellan Lutz deixa o elenco da série após 3 temporadas

De acordo com o TVLine, Kellan Lutz (‘Crepúsculo’), que interpreta o Agente Especial Kenny Crosby em ‘FBI: Most Wanted‘, não retornará para a 3ª temporada após a Season Premiere.

O ator revelou que uma série de acontecimentos trágicos em sua vida pessoal – incluindo a perda de sua filha primogênita em 2020 – o levou a se afastar da produção.

“Crosby não irá mais atrás de pessoas más por um tempo,” confirmou Lutz. “O ano de 2020 foi muito difícil para todos. Para mim, começou com a perda da minha primeira filha e, então, quase perdi minha esposa e meus avós. Tudo isso no meio de uma pandemia global estando do outro lado do país, longe da minha família, amigos, que são todo o meu sistema de apoio. Se 2020 me ensinou algo, foi a importância da família. Após muita reflexão, tomei a difícil decisão de me mudar com a minha família para Califórnia, para que nossa filha possa crescer perto de seus avós, tias, tios e primos.”

Criada por Rene Balcer, a série faz parte do universo ‘FBI‘, que também conta com o spin-off ‘FBI: International‘.

A trama segue a divisão do FBI encarregada de rastrear e capturar os criminosos notórios na lista de mais procurados do FBI.

O elenco conta com Julian McMahon, Roxy Sternberg, Keisha Castle-Hughes e YaYa Gosselin.

‘Top Gun: Maverick’ quebra RECORDE de ‘Piratas do Caribe’ em estreia nos EUA

A sequência ‘Top Gun: Maverick‘ voou ainda mais alto do que os analistas haviam previsto! Com o reajuste nos números, o longa estreou oficialmente com incríveis US$ 156 milhões nas bilheterias dos EUA, quebrando o recorde de ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘ (US$153M) para o feriado do Dia da Lembrança no país.

Além disso, o resultado também representa a MAIOR estreia global, internacional e doméstica da carreira do astro Tom Cruise.

Internacionalmente, ‘Top Gun: Maverick‘ arrecadou US$ 126 milhões através de 62 mercados. No Brasil, o longa estreou com mais de R$ 25 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou impressionantes US$ 282 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o filme recebeu a rara avaliação A+ no CinemaScore – sendo o primeiro do ano a alcançar essa classificação dos espectadores –, o que deve garantir a boa estabilidade da produção nos próximos finais de semana nas bilheterias mundiais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

Amazon está desenvolvendo novo filme da franquia ‘Poltergeist’

Após comprar a MGM, parece que a Amazon já tem planos para as franquias mais icônicas de seu catálogo. De acordo com o The Hot Mic, o estúdio tem interesse em reviver a franquia ‘Poltergeist‘, com o projeto sendo uma de suas “prioridades”.

Apesar disso, o jornalista Jeff Sneider declara que a situação é “complicada pelo fato de que o Steven Spielberg [que produziu o filme original de 1982] teria que estar envolvido”.

Aparentemente, o futuro do novo filme ainda é incerto, uma vez que a “Amazon ainda está tentando avaliar o catálogo da MGM.

Vale lembrar que, antes de ser comprada pela Amazon, a MGM havia dado sinal verde para um novo remake do clássico, que seria dirigido por Joe & Anthony Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita’). Infelizmente, após as mudanças no comando no estúdio, o projeto foi engavetado.

Em 2015, ‘Poltergeist‘ já havia ganhado um remake. Apesar de ser sido um sucesso moderado – arrecadou US$ 95.4 milhões mundialmente –, o longa foi massacrado pelos críticos e teve uma recepção morna do público, o que inviabilizou a continuidade de uma possível franquia.

O primeiro longa, lançado em 1982, rendeu duas sequências, que tiveram um desempenho decepcionante entre os espectadores e os críticos em comparação ao original.

Meredith Grey retorna no trailer da 20ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’; Confira!

A ABC divulgou o primeiro trailer da 20ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

O vídeo confirma o retorno da Meredith Grey, que irá aparecer em caráter recorrente no próximo ciclo após a saída da atriz Ellen Pompeo do elenco fixo.

Confira:

A nova temporada estreará oficialmente no dia 14 de março.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

Confira as primeiras cenas da 2ª temporada de ‘Wandinha’

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da 2ª temporada de ‘Wandinha‘, revelando as primeiras cenas do próximo ciclo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ainda sem data de estreia, a próxima temporada de ‘Wandinha‘ contará com vários nomes inéditos, incluindo Christopher Lloyd, Steve Buscemi, Thandiwe Newton, Joanna Lumley, Haley Joel Osment, Heather Matarazzo e Billie Piper.

A segunda temporada também dará mais destaque aos pais de Wandinha, Mortícia (Catherine Zeta-Jones) e Gomez (Luis Guzmán), que se tornarão personagens regulares da série.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

Diretor de ‘Sala Verde’ comandará no TERROR de Halloween da A24

De acordo com o Deadline, Jeremy Saulnier (‘Sala Verde’) será responsável pela direção de ‘October‘, novo terror que está sendo desenvolvido pela A24.

Cory Michael Smith, que interpretou o Charada em ‘Gotham‘, estrelará.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O site afirma que a trama seguirá um fugitivo na noite de Halloween.

Além de dirigir, Saulnier também assina o roteiro do longa.

A aclamada produtora A24 atuará na produção e financiamento.

Rich Peete, Eli Bush, Jeremy Saulnier, Skei Saulnier, Ronald Bronstein, Josh Safdie, Traci Carlson, Elliott Coley e Macon Blair servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Emily Blunt e Cillian Murphy são confirmados em ‘Um Lugar Silencioso 3’; Confira o elenco completo!

Através do seu Instagram, o diretor John Krasinski (‘Amigos Imaginários’) anunciou o elenco principal da aguardada sequência ‘Um Lugar Silencioso: Parte III‘.

Emily Blunt, Millicent Simmons, Noah Jupe e Cillian Murphy irão retornar, reprisando seus papéis dos filmes anteriores. O elenco ainda irá introduzir Jack O’Connell (‘Pecadores’), Jason Clarke (‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’) e Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’).

“Tenho muito orgulho de fazer parte desta família [da franquia ‘Um Lugar Silencioso’]… rostos novos e conhecidos! Vamos lá,” declarou o cineasta.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 30 de julho de 2027.

O novo capítulo marcará o retorno de John Krasinski nas funções de diretor, roteirista e produtor executivo, consolidando sua visão criativa sobre o universo pós-apocalíptico.

‘Um Lugar Silencioso 3’ vai acontecer? Produtor responde!

Os primeiros filmes da franquia estão disponíveis no catálogo do Paramount+.

‘For The People’: Shonda Rhimes vai produzir nova série para ABC

Uma nova série dramática do universo de Shondaland foi encomendada pela ABC.

Intitulada ‘For The People’, a produção se passa no Distrito do Sul de Nova York, na Corte Federal, também conhecida como a “Corte Mãe” e acompanha um grupo de novos advogados trabalhando em lados opostos, conforme eles lidam com casos de alto escalão no país.

Nesse turbilhão, as vidas pessoais de todos se cruzam.

A série foi criada por Paul William Davies e conta com Shonda Rhimes como produtora executiva.

O elenco da produção é composto por Betsy Beers, Britne Oldford, Lyndon Smith, Ben Rappaport, Susannah Flood, Wesam Kees, Rege-Jean Page, Ben Shenkman, Hope Davis, Vondie Curtis-Hall e Anna Deavere Smith star.

Oscar 2018: Keala Settle faz belíssima perfomance de ‘This is Me’; Assista!

Um dos momentos mais apaixonantes do Oscar 2018 foi certamente a apresentação da atriz e cantora Keala Settle.

No palco do Dolby Theater, ela celebrou a diversidade e o respeito às diferenças com a performance da canção ‘This is Me’, do musical ‘O Rei do Show’.

Settle, que participa da produção, foi extremamente elogiada pelas altíssimas notas alcançadas.

Confira:

‘Aquaman’: HBO brinca com o sucesso de Jason Momoa em vídeo da série ‘Entourage’

Aquaman‘ já tem sido um sucesso de bilheterias e a cativante e hipnotizante caracterização de Jason Momoa como o peherói homônimo é, certamente, um dos grandes destaques.

E a HBO, emissora pertencente ao grupo Time Warner, decidiu brincar com o sucesso do protagonista, em um divertido vídeo da sua série original, ‘Entourage‘.

Para os fãs da série – produzida por Mark Wahlberg – não é segredo que o astro Vince Chase conquistou seu sucesso global interpretando o ‘Aquaman‘, em um filme dirigido por James Cameron.

E fazendo uma  alusão à essa referência fictícia, a emissora fez um vídeo que brinca com a caracterização do personagem da produção, sugerindo que ele não chega nem perto do intérprete real do herói, Jason Momoa, que trouxe uma nova versão de Arthur Curry para as telonas.

Assista:


O filme fez bonito nas bilheterias brasileiras, e levou quase dois milhões de brasileiros aos cinemas desde quinta-feira. Além disso, o filme já soma US$ 260 milhões, com a ajuda da China, aonde arrecadou US$ 189 milhões.

Pela manhã, o ator Jason Momoa revelou ao Collider quais outros personagens ele gostaria que estivessem em ‘Aquaman 2‘.

“Eu amo Flash, eu absolutamente amo o ator Ezra [Miller], ele é como uma família para mim. Só o fato de tê-lo no set … Eu também acho que a Mulher Maravilha seria muito legal. Flash e Mulher-Maravilha seriam minhas duas primeiras escolhas para a sequência. Eu não quero escolher uma, então vou escolher duas.”, afirmou.

Momoa fez questão de deixar claro que irá voltar para novos filmes:

“Não é nem um pouco desgastante então com certeza passarei por isto de novo.”

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘Altered Carbon’: 2ª temporada com Anthony Mackie ganha novas imagens; Confira!

A 2ª temporada de Altered Carbonganhou uma série de novas imagens. A produção estreia na plataforma de streaming no dia 27 de fevereiro.

Confira, com o trailer completo:

Lela LorenAnthony Mackie são as mais novas adições ao elenco.

A dupla será acompanhada por Simone Missick como Trepp, Dina Shihabi como o androide DIG 301, Torben Liebrecht como o Coronel Ivan Carrera, James Saito como Tanaseda Hideki, Renée Elise Goldsberry como Quellcrist Falconer e Chris Conner como Poe.

As showrunners Laeta KalogridisAlison Schapker retornam para a série.

Warner Bros. está planejando mais séries spin-offs para os seus filmes da DC

Os fãs da DC podem se preparar, pois a Warner Bros. possui grandiosos planos para expandir o seu universo cinematográfico compartilhado.

E conforme relatado pelo The New York Times, o estúdio expandirá a narrativa de seus filmes em séries spin-off que serão interconectadas com os longas dos heróis. A informação foi revelada pelo próprio presidente da DC Films, Walter Hamada.

Na ocasião, o executivo revelou que a DC Films agora “trabalhará com cineastas para desenvolver braços de seus filmes – séries de TV que serão exibidas na HBO Max e que são interconectadas com suas produções para as telonas“.

Em sua fala, Hamada explicou brevemente seus planos:

“Com cada filme que estamos planejando agora, nós estamos pensando: ‘Qual é o seu potencial spin-off da Max?”

Vale lembrar que essa proposta já está ganhando vida com a nova série da HBO Max sobre o personagem ‘Peacemaker‘, que fará parte do universo cinematográfico da DC, o DCEU.

As filmagens da série começarão em breve e o cineasta James Gunn já está no Canadá, se preparando para iniciar os trabalhos no novo projeto.

Ao todo, a 1ª temporada terá apenas oito episódios de uma hora de duração.

Lembrando que Gunn irá assumir a direção de diversos episódios, incluindo o piloto. Peter Safran entra como produtor executivo, enquanto Cena auxilia na supervisão do projeto.

Para quem não conhece, o Peacemaker é um mestre das armas que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para isso.

A obra irá expandir o universo que Gunn está criando com ‘O Esquadrão Suicida, que tem estreia marcada para o dia 06 de agosto de 2021.

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

‘Adão Negro’: Produtor elogia primeiro corte do filme e dá novos detalhes

Adão Negro‘ é uma das estreias mais aguardadas de 2021 e o produtor do filme, Hiram Garcia, já pôde conferir o primeiro corte e compartilhou o seu entusiasmo com o projeto.

Em uma recente entrevista ao portal Collider, Garcia ainda falou sobre em qual estágio o longa se encontra, salientando que a aplicação dos efeitos visuais ainda não aconteceu.

“Assistimos a versão do diretor recentemente e ficamos muito animados. Como se sabe, muitas vezes quando você vê aquele corte inicial, ele estabelece uma mesa onde você percebe: ‘Ok, agora entendemos quanto trabalho temos que fazer’. Certo, o filme está em um estágio em que nenhum efeito foi feito, ele acabou de sair das filmagens. Mas sempre ficamos muito confiantes quando o filme é tão divertido e bom em sua forma crua e estamos muito empolgados com a qualidade dele. Jaume fez um trabalho muito bom!””

Garcia foi ainda mais além e teceu outros elogios ao projeto e à dinâmica entre o elenco. Para o produtor, Dwayne Johnson é ideal para o papel do temido vilão.

“O filme é grandioso e divertido. DJ nasceu para interpretar o Adão Negro. Eu tenho que te dizer, se existe alguém que é perfeito para esse papel, é ele. Então vê-lo com todos aqueles personagens e Pierce, Aldis, Quintessa e Noah, é algo surpreendente. Foi um dos filmes mais divertidos que já fizemos e é legal demais estar criando algo neste escala, com um personagem que terá tanto impacto no Universo DC. Tem sido realmente incrível e eu acho que todos vão curtir”. 

Confira as mais recentes imagens do filme e siga o CinePOP no YouTube:

E aí, você também está ansioso?

Lembrando que Adão Negro‘ estreia apenas em julho de 2022.

Assista ao teaser:

Além de Brosnan e do protagonista Dwayne Johnson, o elenco também vai apresentar a Ciclone (Quintessa Swindell), Adrianna Tomaz (Sarah Shahi) e o Esmaga-Átomo.

Bodhi Sabongui, Marwan Kenzari, James Cusati-Moyer Mo Amer também foram escalados em papéis não revelados.

Apesar das informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.