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‘O Justiceiro’: Thomas Jane fala que continuação seria feita por Rob Zombie ou Walter Hill

Thomas Jane, em um papo na Fanboy Expo Knoxville, falou que algumas ideias para a sequência de ‘O Justiceiro‘ (2004) acabaram recusadas por Avi Arad, antigo CEO da Marvel. Uma delas, envolvia a direção de ninguém menos do que Rob Zombie.

‎”Houve algumas iterações de ‎‎Justiceiro 2‎‎. Uma delas traria Rob Zombie dirigindo, o que eu achei que teria sido interessante. Estávamos rebatendo ideias de roteiro e tentando encontrar um novo diretor. O pessoal da Marvel queria ir com um diretor diferente”, falou ‎Jane.

‎Lembrando que John Dahl, conhecido por ‘Mate-me Outra Vez e Morte por Encomenda‘, chegou a entrar em negociações para assumir a função, mas ‎‎desistiu‎‎ em 2007. E Walter Hill, dos clássicos ‘48 Horas‘ e ‘Ruas de Fogo‘, também chegou perto. ‎

‎”Nossas ideias realmente combinaram, e então levamos ao estúdio, mas acabaram recusando por razões que estão além da minha capacidade de compreender. Foi quando eu disse: ‘Se você não vai fazer esse filme perfeito ‎‎do Justiceiro‎‎ com a pessoa perfeita para esse trabalho, então o que vai acontecer?’ Foi quando percebi que tinha que sair. Eu tinha que dizer, ‘Ouça, não tenho certeza se vocês realmente sabem o que estão fazendo. Portanto, as chances de dar errado são muito altas”, disse o ator.

Que finalizou dizendo: “‎Círculo de Sangue‎‎ é, essencialmente, o Justiceiro dentro da prisão. E todo criminoso lá dentro quer matá-lo. Ele estava na toca do leão, e, claro, se colocou lá de propósito porque estava atrás de um cara que era intocável. Pensei: ‘Podemos nos divertir tanto fazendo isso.’ Infelizmente, é o mais longe que chegamos”.‎

Lembrando que ‘O Justiceiro‘ fez só US$ 54 milhões ao redor do mundo, sofrendo com uma recepção muito ruim da crítica.

Produtor e diretor de ‘A Fera’ revelam por que escolheram a África do Sul para rodar o filme [COLETIVA]

Beast

‘A Fera’thriller de sobrevivência estrelado por Idris Elba, finalmente chegou aos cinemas nacionais – e, nos últimos dias, o CinePOP teve o prazer de participar de uma coletiva de imprensa para conversar com o diretor Baltasar Kormákur e o produtor Will Packer, responsáveis por trazer o projeto à vida.

A história acompanha o Dr. Nate Samuels (Elba), que viaja para a África do Sul acompanhado das duas filhas a fim de reunir a família depois de um trágico acontecimento. Entretanto, o que deveria funcionar como uma viagem de cura logo se transforma em um pesadelo quando eles cruzam caminho com um leão assassino e impetuoso que não quer deixá-los sair com vida das savanas.

Quando questionado sobre o que o atraiu para o projeto, Packer, que é conhecido por supervisionar produções como ‘Obsessiva’‘Viagem das Garotas’, revelou que era um de seus desejos se envolver com uma história como essa.

“Eu precisava marcar esse item na minha lista de afazeres, sabe, eu precisava mostrar para as pessoas que não apenas conseguia fazer comédias doidas no estilo Kevin Hart, ‘Viagem das Garotas’, mas também um divertido thriller de sobrevivência. Eu amo filmes no estilo homem contra natureza. Acho que tenho um line-up bem diverso, já fiz thrillers antes com Idris – na verdade, fizemos seis filmes juntos -, então tenho outras coisas. Mas essa foi minha primeira vez trabalhando com o homem contra feras. Foi muito divertido, foi muito interessante e era algo sobre o que eu sempre amei o conceito. Disseram para mim: ‘e que tal ‘Tubarão’ com um leão?’. E eu fiquei: ‘uau, me conte mais. Isso parece legal, parece algo que você gostaria de ver nas telonas’. Então, foi assim que acabamos aqui”, ele disse.

Kormákur, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Everest’‘Dose Dupla’ e que desde criança queria se envolver com uma produção do gênero, também revelou alguns motivos que o atraíram para o projeto.

“Quando eu era mais novo, costumava cortar fotos de leões e colocá-las em um caderno que minha mãe me deu, então é algo que sempre esteve dentro de mim. Uma das coisas que mais me encantam sobre a África é a fauna e flora. Quando a ideia surgiu, não havia nada que me impedisse de ir para lá e fazer [o filme]. E eu gosto da jornada desse pai que quer trazer as filhas de volta para a própria vida dele, todos lidando com o trauma e então tendo que enfrentar esse trauma, como se fosse uma metáfora para os desafios que enfrentamos na vida. E eu amo [a ideia] da batalha entre homem e fera, qualquer coisa visceral e que você pode sentir. Criar experiências para o público é algo que sempre me chama a atenção”, ele comentou.

Como já mencionado, ‘A Fera’ é ambientado na África do Sul e, além de funcionar como um thriller de sobrevivência, lança luz sobre os problemas enfrentados pelas reservas locais, principalmente com a ameaça dos caçadores, e sobre questões que envolvem luto, dor e resignação.

Durante uma das perguntas, Packer contou sobre o que o fez escolher o país em questão para rodar o projeto: “sabíamos que o leão seria em CGI, nós sempre sabíamos que haveria esse elemento gerado por computador no filme. Mas todo o resto queríamos que fosse real. Isso foi algo sobre o que eu e Baltasar conversamos desde o princípio: vamos fazer todo o restante real e o mais autêntico possível. Então, isso significa que não rodamos em um estúdio em Hollywood, na frente de uma tela verde, fomos, realmente, para a savana. E isso significa que não rodamos na parte mais externa de uma cidade da África do Sul, nós demoramos cinco horas para ir ao norte do país”.

Ele continua, discorrendo sobre os desafios enfrentados pela produção:

“Tivemos alguns desafios interessantes: colocamos a equipe em cabanas e no meio do ambiente dos animais – esse é o mundo deles, não o nosso; tudo o que rastejava, sibilava e rugia estava lá fora conosco e precisamos dividir aquele mundo com eles. Isso foi muito interessante, mas resultou em um filme que parece muito real. E não tenho nada contra grandes filmes que adaptam quadrinhos, que não são fincados em nenhum tipo de realidade. Essa é uma ideia real de que os caçadores atacam os orgulhos dos leões e os separam – e temos esses leões rebeldes que são criados pelo fato de terem sido separados. Dessa forma, o homem é a fera, da mesma maneira que o leão. Tudo isso contribuiu para decidirmos onde rodaríamos o filme”.

Quando questionado sobre o motivo de escalar Elba como o protagonista, Kormákur foi bastante categórico e aproveitou para rasgar elogios para o conhecido ator.

“Acho que Idris é uma estrela de cinema com todo o carisma que gostamos, mas é um ator completo em seu trabalho, como em ‘Luther’, por exemplo. Ele trouxe o balanço perfeito entre o sentimento de vulnerabilidade nas primeiras cenas, com o drama, e então ser um cara que acredita e que age como ele agiu no final do filme”, o diretor falou.

Ele também revelou quais são seus filmes de gênero, citando um clássico blockbuster como principal inspiração: “acho que, em relação aos filmes sobre o homem contra a natureza, ‘Tubarão’ definitivamente está lá em cima. E há outro filme também, um documentário chamado ‘Touching the Void’, sobre dois alpinistas, que também está lá em cima para mim”.

Por fim, Packer contou qual o segredo para um bom longa-metragem de sobrevivência.

“Ah, boa pergunta. Acho que você precisa ter a quantidade certa de riscos, a quantidade certa de ansiedade que te deixa na beira da poltrona e momentos arrepiantes, acho que você tem que assustar as pessoas um pouco – mas também você não pode esquecer que esse é um filme divertido. Não quero ser tão sério ou tão terrível ou tão sangrento, que você não pode se divertir. Eu quero que você se encolha, mas também quero que se divirta, o que temos nesse filme, alguns momentos em que podemos rir”.

Lembrando que ‘A Fera’ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

‘Continência ao Amor’: Diretora já planeja continuação pela Netflix

Elizabeth Allen Rosenbaum, cineasta por trás de ‘Purple Hearts‘ (no original), revelou à Variety que ela e a estrela Sofia Carson já estão conversando sobre a possibilidade de fazer ‘Continência ao Amor 2‘, continuação do romance que foi sucesso inesperado na Netflix.

Mesmo que Rosenbaum tenha frisado que nada é definitivo ainda, ela pareceu animada com a possibilidade.

“Eu poderia assistir Sofia e Nicholas [Galitzine] atuando juntos o dia todo. E eles são ótimas pessoas com quem se trabalhar, então não vou dizer ‘não’ a isso”, confessa a cineasta.

Que continuou dizendo: “Nós só vamos fazer quando encontrarmos algo que realmente amamos, porque queremos manter a integridade da história. Ainda não chegamos a algo específico, mas é sempre uma possibilidade”.

“Os fãs estão demandando uma sequência, de certa forma. Existem tantas teorias e histórias e spin-offs aparecendo, porque é claro que queremos pensar em uma vida para Cassie e Luke além deste filme. Eu adoro interpretá-la, então também ficou curiosa”, finalizou.

Abordando as visões políticas de direita e esquerda de forma majoritariamente indireta, a produção ainda faz uma breve reflexão sobre posicionamentos extremistas de ambos os lados e sobre como a linha que separa os dois contrastes é mais tênue do que aparenta. Não desperdiçando tempo de tela em divagações desnecessárias a respeito deste assunto, o roteiro de Kyle Jarrow e Liz W. Garcia faz uma metáfora sobre o amor em tempos tão polarizados, à medida em que se dedica a contar uma história delicada e simbólica sobre restauração familiar, recomeços, cura e redenção.

Trazendo alguns elementos que compõem a tradicional jornada do herói, Continência ao Amor homenageia as tropas norte-americanas – constantemente levadas para guerras incompreensíveis – e faz da música um detalhe inesperado que dita o tom e o ritmo da trama. Com Sofia Carson estampando seu talento em canções originais, o drama faz uma justaposição entre duas figuras tão diferentes unidas por um amor jamais planejado.

E embalando a audiência até seus minutos finais, Continência ao Amor é um refrigério que ainda se permite trazer lições valiosas sobre a vida à dois e o significado de família. Formulaico, mas ainda assim identificável, o novo original Netflix pode até não inovar no gênero de drama romântico, mas é capaz de revigorar os maneirismos cafonas com preciosidade e muito carisma.

Filme de ação com VAMPIROS estreia em 1º lugar na Netflix; Conheça!

A Netflix lançou em seu catálogo uma comédia de terror cheia de ação… e VAMPIROS!

Dupla Jornada‘ (Day Shift) traz Jamie Foxx (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) como um caçador de vampiros que também tenta se virar para cuidar de sua filha.

Assista ao trailer, nossa entrevista com os protagonistas e siga o CinePOP no YouTube:

O longa que marca a estreia diretorial de J.J. Perry abriu com apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre as 46 avaliações publicadas até o momento, 24 são positivas e 22 são negativas.

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a performance de Foxx, que consegue entregar momentos genuinamente cômicos em meio a uma trama muito bem conduzida pela direção de Perry.

Por outro lado, outros disseram que o longa peca pelo excesso de elementos de variados gêneros e é um desperdício de talento em uma falha tentativa de alavancar um tema repetitivo.

Confira as análises:

“Às vezes, tudo o que você precisa é ver Jamie Foxx em uma camisa havaiana e Snoop Dogg como um cowboy matando centenas de vampiros com espadas, espingardas, metralhadoras, granadas de alho e chutes decapitadores.” – AV Club.

“Esta é a estreia diretorial de J.J. Perry, e ele definitivamente sabe coreografar uma cena de luta, mas é só isso. Além dos vampiros, que são muito legais, todo o resto foi uma grande oportunidade perdida que pode deixar você com a sensação de que perdeu seu tempo.” – Just My Opinion Reviews.

“‘Dupla Jornada’ é uma delícia. Alguém ficaria tentado a chamá-la de a melhor comédia de terror de 2022 até agora, mas mistura tantos gêneros que é mais como a melhor comédia de ação de terror-policial-dramática-de artes marciais de 2022 (até agora ). – LA Times.

“‘Dupla Jornada‘ quase se sai bem em suas impressionantes sequências de ação, mas todo o resto precisa de mais combustível.” – WGTC.

“‘Dupla Jornada‘ parece aqueles filmes de baixo orçamento, desde seus efeitos desleixados até seu roteiro amador, mas talvez essa seja a intenção.” – Entertainment Weekly.

“O público pode esperar bons momentos, mesmo que não se lembre muito depois dos créditos. – The Hollywood Reporter.

“As sequências de ação cruas e tediosas com sua estética de videogame são um teste incrível e não há nada de interessante ou glamouroso nesses vampiros.” – The Guardian.

Na trama, Foxx interpreta um pai trabalhador que só quer dar uma boa vida para sua filha de 8 anos, mas seu trabalho mundano de limpador de piscinas é uma faixada para seu real serviço: caçar e matar vampiros para uma organização internacional.

Além de estrelar, Foxx produz o longa.

O elenco ainda conta com Scott Adkins (‘Doutor Estranho’), Dave Franco (‘The Rental’), Meagan Good (‘Jogos Mortais 5’), Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’), Eric Lange (‘Lost’), Snoop Dogg (‘Bones: O Anjo das Trevas’) e Zion Broadnax.

O roteiro, que foi revisado por Shay Hatten (‘John Wick 3’), é assinado Tyler Tice.

Chad Stahelski, Jason Spitz  Shaun RedickYvette Yates Redick também entram como produtores.

De 2012 a Independence Day | Rankeamos os Filmes Catástrofe de Roland Emmerich do Pior ao Melhor

Ser colocado numa caixinha e estereotipado pode ter suas vantagens. Até mesmo para um artista, como um diretor de cinema. Veja que maravilha fez para a carreira de gente como Alfred Hitchcock, considerado “o mestre do suspense”, Martin Scorsese, conhecido por seus dramas criminais de máfia, ou até mesmo Steven Spielberg, que sempre será lembrado por seus filmes família e aventuras de matinê. Em menor escala, mas seguindo nesta vertente, está o cineasta Roland Emmerich, que hoje clama o posto como um dos reis do cinema catástrofe de Hollywood.

Muitos podem querer acusar Roland Emmerich de fazer o mesmo filme repetidas vezes, mas a verdade é que o diretor está aí, até hoje empregado, produzindo filmes com grandes nomes no elenco, para os maiores estúdios de Hollywood, adentrando a quarta década de atividade. Quantos mais podem exibir tamanha constância? A carreira do diretor alemão é o que podemos descrever como uma história de sucesso.

Moonfall – Ameaça Lunar, seu último filme, já está disponível para aluguel no Amazon Prime Video. Para celebrar essa tremenda destruição, decidimos recapitular todos os filmes de Roland Emmerich dentro do subgênero “cinema catástrofe”, ranqueando-os do pior ao melhor. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

08) Independence Day: O Ressurgimento

Lançado dez anos depois do revolucionário Independence Day original, essa sequência deixou todos estupefatos com a sua existência. A questão é que um total de zero pessoas acreditava que o longa de 1996 precisava ter uma continuação. Mas numa Hollywood regida por sequências, e retornos de marcas pré-estabelecidas, a 20th Century Fox achou por bem revitalizar a marca, com o retorno de um dos filmes sobre invasão alienígena em larga escala definitivos do cinema moderno. Por bem ou por mal, O Ressurgimento marcou a primeira e única (até o momento) sequência da carreira de Emmerich. A principal barreira que esse segundo filme enfrentou foi a ausência do carisma do protagonista Will Smith. Até existiam planos para um eventual terceiro filme que, devido ao resultado, digamos, pobre deste segundo, foram varridos para debaixo dos panos.

07) Godzilla

Antes de Hollywood saber o que fazer com o monstrão lagarto radioativo japonês, e da propriedade cair nas mãos da Warner (se estabelecendo num universo dividido de monstros com King Kong e outros), a primeira entrada da criatura em terras do tio Sam ocorria em 1998 pelas mãos da Columbia / Sony. E adivinha quem estava por trás do projeto? Nenhum outro senão o alemão Roland Emmerich. O diretor conseguiu a vaga no comando da produção graças ao primeiro Independence Day, sucesso estrondoso que havia sido lançado dois anos antes. Dessa forma, quando o estúdio viu a chance de apresentar Godzilla para uma audiência ocidental, o nome para a tarefa não podia ser outro além de Emmerich. Afinal, o sujeito já havia devastado o planeta com uma das invasões alienígenas mais convincentes da história do cinema. O que seria para ele trazer um bichão escamoso para detonar Nova York? Assim, com uma mega produção e uma das maiores campanhas de marketing para um filme na década de 90, Godzilla foi um das maiores produções do fim da década. Porém, tamanho investimento não se valeu, quando o longa resultou num fracasso de crítica e não atingiu seu potencial nas bilheterias. Hoje, quase 25 anos depois, o filme pode ser visto como item cult.

06) 10.000 AC

Tudo bem, este filme de 2008 não é necessariamente parte do subgênero cinema catástrofe. Trata-se de uma aventura envolvendo tribos de homens das cavernas, onde um protagonista precisa resgatar sua amada das garras de uma tribo rival – e para isso ele sai numa jornada repleta de perigos. De qualquer modo resolvemos incluir o longa na matéria, pois esta ainda é uma superprodução grandiosa, repleta de muitos efeitos especiais. A “catástrofe” aqui resume-se a ataques de tigres dentes-de-sabre, o estouro de uma manada de mamutes e todo tipo de perigo animal propício da pré-história. Ou seja, os perigos de sobrevivência do homem daquela época eram muitos sem precisar de nenhuma ameaça externa. Justamente por isso, 10.000 AC surge como ponto fora da curva na filmografia de Roland Emmerich, e sua qualidade de “documentário do National Geographic” pré-histórico o fizeram em pouco tempo cair no esquecimento.

05) Moonfall: Ameaça Lunar

Chegamos ao mais novo exemplar de cinema-catástrofe da carreira de Roland Emmerich. Como dito no início do texto, Moonfall é o grande lançamento deste primeiro fim de semana de fevereiro 2022. Voltando à velha forma, o diretor emplaca um novo filme de destruição com todos os elementos que fazem os fãs deste tipo de entretenimento vibrarem e optarem por assistir na maior tela de imersão possível. São entretenimentos como Moonfall que ainda seguram as salas de cinema, já que são equivalentes a simuladores de parques de diversão. Quem comanda a ação nas telas aqui é a vencedora do Oscar Halle Berry, como uma astronauta da NASA que é a única capaz de salvar nosso planeta da destruição iminente, após a lua sair de órbita e entrar de forma desgovernada em rota de colisão com a Terra.

04) 2012

Curiosamente, 2012 não foi lançado… bem, em 2012. E sim estreou nos cinemas em 2009. Seja como for, esse é outro filme tipicamente do cinema-catástrofe – daqueles que são tão repletos das conveniências e clichês do gênero, que muitas vezes terminam parecendo uma paródia. E se Moonfall traz a lua para cair na nossa cabeça, 2012 foi mais simples e direto. A ideia por trás da destruição em massa aqui é: o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012 e é verdade. Tudo começa a acabar porque começa. E nós que lutemos para sobreviver. Afinal, para que complicar muito, não é mesmo? No meio desse cataclismo figuras como John Cusack, Woody Harrelson, Thandie Newton e Danny Glover vivendo o segundo presidente negro de filmes assim (o primeiro sendo Morgan Freeman em Impacto Profundo) tentam encontrar uma forma de se salvarem. Como sempre, 2012 foi prezado por seus efeitos, mesmo que a história em si e os dramas dos personagens não importem muito.

03) Midway: Batalha em Alto Mar

Tudo bem, tudo bem. Já sabemos. Essa é a segunda trapaceada da lista. Assim como 10.000 AC, este não é exatamente um filme catástrofe. É um filme de guerra. Por outro lado, podemos argumentar que a guerra não deixa de ser a maior das catástrofes humanas. A batalha de Midway foi um momento marcante durante a Segunda Guerra Mundial, seis meses após os ataques a Pearl Harbor. Aeronaves norte-americanas e japonesas travaram uma batalha nos céus e tais relatos já haviam sido transformados em uma superprodução de Hollywood. Uma das obras mais famosas foi lançada em 1976, e trazia no elenco nomes da época como Charlton Heston, Henry Fonda e Robert Mitchum. Sendo um especialista em filmes de larga escala, efeitos grandiosos, muita destruição e explosão, Roland Emmerich se sentiu em casa ao aceitar o projeto como seu próximo trabalho. Assim o diretor deu sua própria versão de Midway, o filme que lançou em 2019, antes do recente Moonfall.

02) O Dia Depois de Amanhã

Até agora na lista, por mais que gostemos dos filmes de Roland Emmerich, precisamos reconhecer que muitos críticos e parte do público torcem o nariz para seus exageros cinematográficos banhados a muita pirotecnia. Ou seja, até agora na lista os filmes apresentados possuem seus defensores, mas igualmente possuem muitos detratores. Ao chegarmos na segunda posição a coisa muda um pouco de figura. Os dois primeiros itens da matéria são os mais unânimes da carreira de Roland Emmerich, e os filmes que a maioria concorda que são os melhores em sua filmografia. De fato, muitos ainda irão apontar para este item aqui, que colocamos em segundo, como o MELHOR filme do diretor. Em partes podemos concordar. O Dia Depois de Amanhã, lançado em 2004, não criou muita expectativa, por já naquela época este tipo de filme se encontrar “manjado”, em especial pelo seu diretor. Mas foi só o longa estrear para percebermos que era verdadeiramente bom, dono de boas atuações e personagens com quem verdadeiramente nos importávamos. E num filme assim, é preciso ter bons personagens. O filme acabou nos convencendo e desde então não saiu mais do gosto e do imaginário popular como um dos melhores representantes do subgênero. Ah sim, na história, devido ao aquecimento global, o clima do planeta fica louco e tudo começa a congelar. Como são as coisas, O Dia Depois de Amanhã talvez esteja mais atual hoje do que na época de seu lançamento.

01) Independence Day

Se olharmos mais friamente, O Dia Depois de Amanhã talvez seja realmente um filme melhor. Mas não tem jeito. É impossível separar um filme de seu contexto e de sua época de lançamento. Sendo assim, Independence Day foi muito mais importante e revolucionário para os blockbusters, do que O Dia Depois de Amanhã – este último lançado numa época em que filmes assim já era muito comuns e estavam banalizados. Acredite ou não, mas Independence Day fez parte do movimento dos filmes de entretenimento que colocaram o cinema blockbuster no patamar que ele se encontra hoje. Então, se você pode curtir seu filme preferido da Marvel a cada fim de semana, ou os super-heróis da DC, saiba que isso é graças, em partes, ao Independence Day original, de 1996. É verdade que os blockbusters surgiram na década de 80 (ou melhor, ficaram estabelecidos). Mas foi na década de 90 que eles deram um passo maior em termos de qualidade técnica. Pois foi no período que o chamado CGI (efeitos especiais gerados por computadores) foi implementado, com o filme O Exterminador do Futuro 2. Depois seguiram Jurassic Park (1993), O Máskara (1994) e Twister (1996), por exemplo. Independence Day veio nessa esteira e ainda de quebra mostrou como nunca anteriormente como poderia ser um filme de invasão alienígena em larga escala com a tecnologia que se tinha em mãos na época. Fazendo o público vibrar, sem acreditar no que estava vendo. Um verdadeiro fenômeno.

Conheça os principais PERSONAGENS da série Sandman, adaptação da Netflix

Spoilers sobre os quadrinhos à frente!

Neil Gaiman é um lendário romancista e quadrinista que provavelmente já passou por sua vida, por mais que você não saiba. Seja nas profundas e bélicas reflexões de American Gods, seja no terror infantil Coraline e o Mundo Secreto, seja com a divertida aventura fantástica ‘Stardust – O Mistério da Estrela’, Gaiman faz parte de nosso presente, passado e futuro, permanecendo como um dos grandes nomes do entretenimento contemporâneo. E, agora, sua obra-prima ganha uma adaptação audiovisual supervisionada pela imperiosa Netflix: Sandman.

A primeira temporada da ambiciosa releitura seriada já está no catálogo do streaming e, para ajudá-lo a acompanhar os episódios, montamos uma breve lista explicando quem é quem na produção (focando, essencialmente, nos principais personagens).

Confira:

MORPHEUS/SONHO

Intérprete: Tom Sturridge

As HQs originais  são centradas em Sonho, também conhecido por diversos alter-egos (Morpheus, Sandman, Oneiros, Lorde Moldador, Kai’Ckul, Senhor do Sonho e qualquer ser mitológico que se relacione com o onírico). O protagonista, que na adaptação será encarnado por Tom Sturridge, é uma criatura antropomórfica que representa a materialização dos sonhos e que governa o Sonhar, lugar para o qual as almas de todos que dormem vão e onde as lembranças e pensamentos são eternamente guardados – Sandman, inclusive, permite que o mundo imaginário de cada ser humano desenrole-se livremente. Morpheus é um Perpétuo, entidades que ultrapassam o patamar de deuses e que são responsáveis pelo ordenamento da realidade conhecida e pela coesão do universo, conjuntamente mantendo a existência física de todos os seres vivos. 

 

JOHANNA CONSTANTINE

Intérprete: Jenna Coleman

Se o nome John Constantine soa familiar, não é por qualquer razão: afinal, Johanna Constantine, sua descendente, é uma das principais personagens da saga Sandman e aparecerá na primeira temporada da adaptação. Nos quadrinhos, Johanna é uma aristocrata e aventureira, ancestral de John; já na série da Netflix, conforme apontam as informações, ela será uma detetive do oculto que investiga o Mundo dos Sonhos. Jenna Coleman dará vida às duas versões da personagem.

 

LUCIENNE

Intérprete: Vivienne Acheampong

Nos quadrinhos originais, Lucienne é, na verdade, Lucien, o guardião efetivo do Reino dos Sonhos na ausência do próprio Morpheus. Ele se torna um dos servos mais leais e confiáveis do personagem titular depois de provar sua fidelidade ao nunca abandonar o posto durante a captura de seu mestre. Sua função primária é proteger a Biblioteca, que contém todos os livros de tudo o que já foi sonhado – incluindo os sonhos que nunca foram escritos. Na adaptação, Lucienne será interpretada por Vivienne Acheampong.

 

CORÍNTIO

Intérprete: Boyd Holbrook

O Coríntio é um dos principais antagonistas de Sandman e faz parte do arco da segunda história, ‘Casa de Bonecas’. O personagem é um pesadelo criado por Sonho, que o destrói na mesma coleção depois de ele ter se rebelado e falhado em cumprir com sua missão original. Mais tarde, Morpheus o recria com mudanças (ainda que elas não estejam explícitas na narrativa original). O Coríntio é mais conhecido por seus atributos físicos – a ausência de ambos os olhos, substituídos por fileiras de pequenos dentes em cada cavidade. Boyd Holbrook o traz a vida na adaptação da Netflix.

 

LÚCIFER ESTRELA-DA-MANHÃ

Intérprete: Gwendoline Christie

Em Sandman, Lúcifer Estrela-da-Manhã abandonou seu reinado sobre o Inferno depois de ficar entediado com a própria existência e ter se cansado do preconceito e dos estereótipos perpetuados pelos mortais sobre ele próprio – e, na história ‘Estação das Brumas’, ele expulsa todos os demônios e as almas condenadas do Inferno antes de fechá-lo e entregar a chave para o próprio Sonho (apesar de ter dado o controle do reino para os anjos Duma e Remiel. Na série, o personagem será interpretado pela icônica indicada ao Emmy Gwendoline Christie.

 

CAIM & ABEL

Intérpretes: Sanjeev Bhaskar e Asim Chaudhry, respectivamente

Dois dos personagens mais conhecidos da mitologia católica, Caim e Abel, também aparecem nos escritos de Gaiman. Interpretados por Sanjeev BhaskarAsim Chaudhry, respectivamente, os personagens seguem a roupagem que ganharam na Bíblia e dão vida ao primeiro assassino e à primeira vítima da história. Vivendo no Mundo dos Sonhos, a dupla serve como escape cômico, envoltos em uma atmosfera arrepiante, e como servos leais de Morpheus.

 

RODERICK BURGESS

Intérprete: Charles Dance

Roderick Burgess pode não ter tanto tempo de cena nos quadrinhos, mas, de fato, é um dos elementos principais da narrativa. Afinal, o Lorde Magus da Ordem dos Mistérios Antigos é um ocultista responsável por tentar capturar e fazer com que a Morte, um dos Perpétuos, obedeça seus desejos – mas, em vez disso, ele aprisiona o Sonho em um globo de vidro e em um círculo de contenção por quase um século. Entretanto, ele morre antes de conseguir o que deseja e passa seu “legado” ao filho, Alex. O icônico ator Charles Dance interpreta o personagem na série.

 

OS PERPÉTUOS

Intérpretes: Kirby Howell-Baptiste, Mason Alexander Park, Donna Preston

Além de Morpheus/Sonho, existem outras manifestações que integram o grupo dos Perpétuos. Nos quadrinhos, eles posam como irmãos do protagonista titular: Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio. Apesar de nem todos terem sido confirmados na primeira temporada, sabemos que Kirby Howell-Baptiste dará vida à Morte, a irmã mais sábia e gentil; Mason Alexander Park será Desejo, o irmão andrógino do protagonista; e Donna Preston irá encarna Desespero, irmã gêmea do Desejo.

A série também trará os seguintes personagens: Ethel Cripps (Joely RichardsonNiamh Walsh), Dr. John Dee (David Thewlis), Rose Walker (Kyo Ra), Gilbert (Stephen Fry), Lyta Hall (Razane Jammal) e Unity Kinkaid (Sandra James-Young).

E aí? Animados para a série?

Criador de ‘Better Call Saul’ está desenvolvendo projeto bem diferente do universo de ‘Breaking Bad’

Criada por Vince Gilligan, ‘Breaking Bad foi ao ar entre 2008 e 2013, exibindo 62 episódios ao longo de cinco temporadas na AMC.

Na trama, o público acompanhou as reviravoltas nas vidas do professor Walter White (Bryan Cranston) e do jovem Jesse Pinkman (Aaron Paul) ao se aventurarem no mundo do tráfico de drogas.

Dois anos mais tarde, Gilligan retornou ao universo da série com a derivada ‘Better Call Saul‘, que acompanha as fraudes do advogado corrupto Saul Goodman (Bob Odenkirk), introduzido na série original.

Além disso, a franquia também ganhou um filme intitulado ‘El Camino‘, que narra o que aconteceu com Pinkman após os eventos de ‘Breaking Bad.

E agora que Better Call Saul está chegando ao fim, Gilligan está se preparando para desenvolver outra série… Mas com uma temática bem diferente.

Em entrevista para o site oficial da AMC, ele comentou seu desejo de explorar outros gêneros da dramaturgia, mas fez mistério sobre o projeto.

“Por mais difícil que isso seja, eu gostaria de fazer uma pausa no mundo de ‘Better Call Saul’/’Breaking Bad porque já temos três produções que giram em torno dessa franquia, da qual eu eu tenho muito orgulho. Eu não quero abusar da sorte e correr o risco de saturar o público. Sinto que temos 127 horas de trabalho que eu não poderia estar mais orgulhoso de ter feito.”

Ele continuou:

“Estou trabalhando em algo novo e vou lançá-lo em breve. Só posso dizer que não poderia ser mais diferente de ‘Breaking BadeBetter Call Saul‘, e espero que seja um sucesso, espero que as pessoas gostem. Bom, nunca se sabe, mas estou curioso e animado para descobrir as reações. Eu acho que, no fundo do meu coração, eu gostaria de revisitar o universo de Breaking Bad‘ em algum momento, mas só daqui a alguns anos. Quero provar para mim mesmo que não sou um auto de um único sucesso.”

Em seu currículo, Gilligan também foi roteirista, diretor e produtor de ‘Arquivo X‘, a aclamada série de suspense criminal lançada nos anos 90.

Ele também foi criador da derivada ‘The Lone Gunmen‘, focada num trio de nerds paranoicos que ajudavam Mulder (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson) em alguns casos.

No mundo do cinema, ele foi co-roteirista de ‘Hancock‘, filme de super-heróis estrelado por Will Smith em 2008.

Lembrando que o último episódio de ‘Better Call Saul‘ vai ao ar em 15 de agosto.

A última temporada conclui a complicada jornada e a transformação de seu herói comprometido, Jimmy McGill (Odenkirk), no advogado criminal Saul Goodman. Do cartel ao tribunal, de Albuquerque a Omaha, a 6ª temporada acompanha Jimmy, Saul e Gene, bem como o complexo relacionamento de Jimmy com Kim (Rhea Seehorn), que está em meio a uma crise existencial. Enquanto isso, Mike (Jonathan Banks), Gus (Giancarlo Esposito), Nacho (Michael Mando) e Lalo (Tony Dalton) estão presos em um jogo de gato e rato com riscos mortais.

Criada por Vince Gilligan e Peter Gould, a produção serve como pré-sequência e spin-off da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘.

O elenco ainda conta com Rhea Seehorn, Patrick Fabian, Michael Mando, Giancarlo Esposito e Tony Dalton.

Crítica | Casa de Antiguidades – Aplaudido Longa Nacional é um misto de ‘Medida Provisória’ e ‘Bacurau’

Quando estreou pela primeira vez, em festivais, ainda no ano de 2020, no auge da pandemia, o drama com toque de ficção-científicaCasa de Antiguidades’ causou alvoroço, incômodo e certo fascínio, pois trazia um retrato de Brasil contemporâneo com um olhar nem um pouco romantizado. Único filme latino-americano a receber o selo da seleção oficial de Cannes 2020, após um hiato de dois anos entre suas primeiras exibições públicas e hoje, o longa finalmente chega às salas de cinema do Brasil a partir do próximo dia 21 de julho, para a alegria dos cinéfilos cults.

Cristovam (Antonio Pitanga) é um antigo funcionário de uma empresa de laticínios no sul do Brasil. Sendo praticamente a única pessoa negra na região, ele sofre constantes ataques em seu corpo, sua casa e seus bens. Certo dia ele é chamado na sala do diretor Shutzen (Soren Hellerup) para um anúncio preocupante: a empresa está realizando cortes de gastos e lhe comunica que, para não demiti-lo, irá fazer uma redução em seu salário, o que afetará sua aposentadoria. Indignado, porém resignado, Cristovam tenta seguir com sua vida cotidiana, no entanto, uma movimentação passa a ocorrer nas redondezas para iniciar uma campanha de independência da região sul do país + São Paulo com relação ao resto do território, desprezando os migrantes do norte e nordeste que já estejam na região. Assim, Cristovam terá que buscar formas duplas de sobrevivência… até o momento em que decide dar um basta.

O diretor João Paulo Miranda Maria começou sua carreira em Rio Claro, no interior paulista, e foi lá que despertou seu olhar para a população interiorana, deslocante no país, e sua recepção nas novas locações de trabalho. A partir dessa experiência observativa, seu roteiro com Felipe Sholl herege um protagonista em constante deslocamento – territorial e social – para retratar a faceta de um Brasil de dentro do armário, aquele que se diz do bem, temente a Deus, defensor dos preceitos da família e heteronormativo, mas que, de dentro do armário metafórico, comete as maiores atrocidades, reforçando ideias de uma supremacia racial e social baseados em preceitos ilógicos de uma fictícia superioridade regional. Parece ficção, mas já houve guerra no país em prol dessa independência.

Para construir esse impacto semiótico, o diretor contrasta duas técnicas chocantes: cenas fortes de violência animal e uma intensa interpretação de Antonio Pitanga, cujo olhar e a ausência de falas dizem mais do que qualquer diálogo. Ainda que com um excesso enjoado da câmera constantemente partindo de um plano aberto para se aproximar lentamente de um objeto, a metáfora de ‘Casa de Antiguidades’ apresenta um Brasil que não abre mão das práticas coloniais, mesmo após a abolição da escravatura.

Atemporal e distópico, ‘Casa de Antiguidades’ é um misto emocional de dois grandes sucessos brasileiros, ‘Bacurau’ e ‘Medida Provisória’, ainda que não tenha se inspirado nestas obras e com uma linguagem menos de ação, e sim mais reflexiva e autoral. É um filme que instiga o espectador a pensar a respeito sobre esses cenários de ficção que se aproximam muito da realidade. Às vésperas do período eleitoral, é um filme importante para pensar sobre o futuro que queremos para o país.

‘Yellowjackets’: Showrunners já escolheram quem vai interpretar a Lottie adulta na 2ª temporada

A série ‘Yellowjacktes’ traz diferentes atrizes interpretando as versões adolescentes e adultas de algumas personagens.

Ente elas, Sophie Nélisse e Melanie Lynskey interpretam Shauna, enquanto Sophie Thatcher e Juliette Lewis interpretam Natalie, entre outras.

No entanto, o público ainda não viu a versão adulta de Lottie, Interpretada por Courtney Eaton na linha do tempo dos anos 90.

Na trama, a personagem Lottie experimenta visões que possivelmente indicam sinais de distúrbios psicológicos, como a esquizofrenia, mas há todo um misticismo por trás de sua condição médica.

Em entrevista para o The Wrap, os showrunners e co-criadores da série, Ashley Lyle e Bart Nickerson, revelaram que já escolheram uma atriz para a versão adulta de Lottie… Ela só não foi anunciada.

“Sabemos que os fãs estão ansiosos para voltar aos mistérios da série, como o que aconteceu com Natalie (Juliette Lewis) e conhecer a versão adulta Lottie, que já foi escalada, mas ainda não revelada”, disse Nickerson.

Lyle acrescentou que os próximos episódios já têm previsão de estreia.

“Estamos analisando o primeiro trimestre de 2023 para a estreia da 2ª temporada. Estamos em uma trilha de produção muito semelhante em termos de tempo como estávamos na temporada passada. Acredito que vamos terminar de filmar em fevereiro e iremos ao ar poucos meses depois… Ninguém queria voltar ao ar mais rápido mais do que nós. Mas nós acabamos de atravessar a 1ª temporada.”

Ela continuou:

“É uma história profundamente serializada , e queríamos ter certeza de que não tínhamos pressa, e que iríamos pôr os pingos nos is de forma adequada. Estamos trabalhando o mais rápido que podemos.”

A versão adulta de Lottie não será a única a se juntar ao elenco, já que Lynskey revelou anteriormente que Van, interpretada por Liv Hewson nos anos 90, também vai aparecer no presente.

Enquanto isso, confira o trailer da primeira temporada

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

‘Jurassic Park 3’, ‘American Pie 2’… | As ÓTIMAS sequências que completam 21 ANOS em 2022…

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 21 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 31 anos em 2022. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

 

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

 

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

‘Aquaman 2’ será muito mais ENGRAÇADO que o primeiro, diz Jason Momoa

Em 2018, a Warner Bros conseguiu arrecadar mais de US$ 1 bilhão pelo mundo com ‘Aquaman‘, graças ao carisma descontraído de Jason Momoa.

E o astro espera repetir o feito com a sequência, que estreia no ano que vem.

Em entrevista para a GQ, o intérprete de Arthur Curry foi questionado sobre a trama do novo filme e fez mistério.

Mas ele garantiu que a continuação será muito mais engraçada que o primeiro.

“Eu me divirto muito com esse trabalho… Há muito… Bom, vai ser muito mais engraçado. É um retrocesso para o… Hm, não posso revelar muito. Eu realmente não quero revelar nada…”

Em maio, já havia sido divulgado que o longa foi concebido desde os estágios iniciais como uma comédia de aventura entre Aquaman e seu meio-irmão, o Rei Orm (Patrick Wilson).

Então é possível que esse retrocesso mencionado por Momoa esteja relacionado com  a forte personalidade de Orm.

Agora só nos resta aguardar sobre novas atualizações.

Lembrando que a sequência tem previsão de estreia para 17 de março de 2023.

Confira uma prévia:

Quando um antigo poder é libertado, Aquaman deve forjar uma perigosa aliança com um aliado improvável para proteger Atlântida – e todo o mundo – de uma devastação irreversível.‎ 

Além de Momoa e Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

James Wan retorna como diretor.

Confira algumas imagens da sequência:

 

Adaptação de ‘Ghost of Tsushima’ será filmada completamente em japonês

De acordo com o Deadline, o diretor Chad Stahelski (‘John Wick’) revelou novos detalhes sobre a adaptação ‘Ghost of Tsushima‘, confirmando seus planos de filmar o projeto completamente em japonês.

“Se nós fizermos essa adaptação do jeito certo, será visualmente impressionante. É uma história focada nos personagens e há muitas oportunidades para cenas de ação. Nós tentamos nos manter fieis aos personagens, com o elenco inteiro japonês e com a língua japonesa. A Sony Pictures apoiou nossa decisão. Eu tenho viajado ao Japão desde que tinha 16 anos. Eu amo esse país, amo as pessoas e amo a linguagem.”

Sobre a barreira linguística ser um problema quando a adaptação for lançado no território norte-americano, Stahelski declara: “As pessoas vão aparecer nos cinemas para essa adaptação? Acredito que sim. A única coisa que realmente pode prejudicar o filme seria um visual ruim, ação mediana ou uma história complicada. Se nos acertarmos todos esses elementos, acredito que podemos inspirar as pessoas a irem aos cinemas conferirem.”

Takashi Doscher (‘Procurada’) assina o roteiro da adaptação.

“A trama vai girar torno do guerreiro samurai Jin Sakai, o último membro sobrevivente de seu clã, que deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro para travar uma guerra não convencional pela liberdade de Tsushima.”

O jogo recentemente cruzou um marco enorme de venda de mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho de 2020.

Peter Kang está supervisionando o projeto em nome do estúdio.

“Estamos entusiasmados com a parceria com Chad e 87Eleven Entertainment, para trazer sua visão da história de Jin para a tela grande. Adoramos trabalhar com parceiros criativos como Chad, que tem paixão por nossos jogos, garantindo que possamos criar adaptações ricas que irão entusiasmar nossos fãs e novos públicos.”, disse Asad Qizilbash, chefe da PlayStation Productions.

Ghost of Tsushima‘ vendeu mais de 2,4 milhões de unidades em todo o mundo nos primeiros 3 dias. O jogo foi um dos principais indicados para o Game Awards 2020 com várias indicações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Direção de Jogo, Melhor Narrativa e Melhor Performer para Daisuke Tsuji.

‘Uma Equipe Muito Especial’ estreia na Amazon | Madonna foi um PESADELO nos bastidores do filme que deu origem à Série

Recentemente, trouxemos aqui no CinePOP uma matéria relembrando Uma Equipe Muito Especial, produção muito querida da década de 1990, que este ano está completando 30 anos de seu lançamento. A proposta do filme vai muito além de ser uma comédia dramática de entretenimento focada no baseball. O longa é importante devido à sua mensagem de empoderamento feminino, trazendo a mulher ao foco de sua narrativa numa história de sororidade e superação. Esse ano, Uma Equipe Muito Especial voltou à tona, não apenas por seu aniversário de trinta anos, mas também porque como forma de celebrar, a Amazon finalmente irá tirar do papel a tão aguardada nova versão da história, trazendo para jogo uma novidade: a representatividade racial, com jogadoras negras no elenco – elemento ausente do original.

Leia também: ‘Uma Equipe Muito Especial’ | Relembre o Clássico dos anos 90 que Completa 30 Anos e vai virar série na Amazon

Dirigido pela saudosa Penny Marshall, uma fã ávida do esporte, o filme nasceu de uma ideia da própria diretora após assistir a um documentário feito por um canal de TV sobre a criação e os primórdios da Liga Feminina de Baseball Americana. Protagonizado por grandes nomes como Geena Davis, Tom Hanks e Madonna, o filme narra a história das mulheres convocadas para substituir os homens durante a década de 1940. Era a época da Segunda Guerra Mundial, e os homens haviam sido alistados para lutar no conflito. E como o povo precisava de entretenimento nesse momento tão difícil, os dirigentes de famosos times trataram de escalar as mulheres (que não teriam a vida fácil dentro do esporte – sofrendo diversas humilhações) para jogar e fazer o baseball prosperar.

Uma Equipe Muito Especial’ faz 30 anos em 2022. O clássico querido só cresce em importância com o tempo.

O filme foi um sucesso de crítica e público, conseguindo se manter relevante após essas três décadas – permanecendo também nas mentes e corações dos fãs. Porém, nem sempre o que vemos em tela reflete seus bastidores e muitas vezes filmes queridos pelos fãs se mostram um verdadeiro pesadelo de bastidores para os seus realizadores. E Uma Equipe Muito Especial conta pelo menos com um elemento que fez a vida de todos ao redor mais difícil: a material girl Madonna. Notória bad girl da vida real, a estrela da música foi casada nos anos 80 com o problemático Sean Penn e com ele viveu um dos relacionamentos mais conturbados da época, que era um verdadeiro paraíso para os tabloides e paparazzo. Reza a lenda que durante um réveillon, Penn teria deixado a cantora amarrada com cordas chamando socorro. Os dois lançaram um filme juntos, Surpresa de Shanghai (1986), uma aventura cômica passada na década de 1930, que se tornou um fracasso retumbante e abalou ainda mais o relacionamento dos astros.

Então com 34 aninhos, Madonna foi uma presença, digamos, não muito positiva nos bastidores de Uma Equipe Muito Especial. Para começar, a musa pop foi o motivo da saída da protagonista originalmente planejada do projeto. Debra Winger, atriz que já tinha duas indicações ao Oscar (pelos dramas famosos A Força do Destino e Laços de Ternura), treinou baseball durante meses a fim de exibir uma performance convincente como Dottie. No entanto, assim que a Columbia (Sony) e a diretora Penny Marshall contrataram Madonna para o papel de Mae ‘All the Way’, a jogadora atrevida do grupo, Winger desistiu da produção. Segundo a atriz, a presença da cantora no filme tiraria a seriedade que ela achava que o longa merecia. De acordo com Winger, o estúdio estava atrás de uma “aventura com Elvis”, fazendo referência aos musicais leves e açucarados que o astro da música costumava protagonizar.

Então uma estrela badalada em Hollywood, e indicada a dois Oscar, Debra Winger desisitu do filme por causa de Madonna.

E realmente todos os críticos da época concordaram que a presença de Madonna no filme foi meramente uma manobra do estúdio para vender mais ingressos e encher os cinemas. Não por acaso, Madonna ainda escreveu e performou a música tema do filme, ‘This Used to be my Playground’, pela qual recebeu indicação ao Globo de Ouro.

Mas não foi só Debra Winger quem se incomodou com a presença da diva pop no filme. É muito reportado que Madonna estava se sentindo miserável durante as filmagens do longa, já que teve que abandonar as badalações de cidades como Los Angeles e Nova York, e se enfiar no interior, no “meio do nada”, em cidades como Huntingburg e Evansville, ambas no Estado de Indiana. Apesar de parte do filme ter sido gravado também em Chicago. Em uma carta (ainda não existia WhatsApp) escrita a um amigo, o fotógrafo Steven Maisel, Madonna revelou seu estado mental durante as filmagens. Nas palavras da própria: “Eu não poderia sofrer mais do que eu sofri no último mês, aprendendo a jogar baseball com um bando de garotas (irgh) em Chicago (irgh duplo). Eu estou bronzeada, eu fico suja o dia inteiro e eu quase não tenho usado maquiagem. Laverne (se referindo à diretora Penny Marshall, que atuou como atriz na década de 1970 com o seriado Laverne & Shirley), Geena Davis é uma boneca Barbie, e quando Deus decidiu onde os homens bonitos iriam morar no mundo, Ele não escolheu Chicago. Eu fiz algumas amigas, mas elas são atletas e não atrizes. Elas não possuem nada de extravagante. Eu queria poder ir à Nova York”.

A material girl Madonna sentiu falta de seu estilo de vida durante as filmagens de ‘Uma Equipe Muito Especial’.

A carta tornada pública, mostra muito do sentimento da atriz e cantora em relação à produção, inclusive à diretora e à colega de elenco Geena Davis, que havia acabado de sair de uma indicação ao Oscar por Thelma & Louise (1991). Madonna havia saído do sucesso de Dick Tracy (1990), para o qual igualmente trabalhou na trilha sonora. Entre uma superprodução e outra, a estrela pop estreou o documentário Na Cama com Madonna (1991) e uma rápida participação no filme noir de Woody Allen, Neblina e Sombras (1991). No fim do mesmo ano de Uma Equipe Muito Especial, Madonna voltaria a ser ousada, com Corpo em Evidência, sua própria versão de Instinto Selvagem, repleta de sexo.

Ao se sentir pouco à vontade e alegre, Madonna trataria de fazer com que as pessoas ao seu redor se sentissem da mesma forma. Segundo relatos, na cidade de Evansville, Indiana, onde grande parte do filme foi rodado para as cenas dos jogos da World Series, Madonna teria sido tão desagradável e rude com os cidadãos, os funcionários do hotel e dos restaurantes, e outros locais, que sua reputação segue manchada por lá até hoje. E a estrela não esconde sua falta de apreço pelo local, falando mal da cidade em entrevistas.

Madonna não se preocupou em ser agradável com os fãs e a população das pequenas cidades durante os bastidores.

O ranço de Madonna não terminava por aí. Durante as filmagens dos jogos da World Series, os astros do filme revezavam para fazer shows a fim de entreter os figurantes, que nem mesmo recebiam cachês. Assim, Tom Hanks, que vive o técnico das meninas no filme, fazia apresentações de marionetes, enquanto Rosie O’Donnell se apresentava com seu show de stand-up comedy. Mas Madonna, no seu “bom humor” durante o período se recusava a se unir aos “mortais” e entreter as massas de graça. Assim, vários atores fingiram ser Madonna e cantaram suas músicas para os fãs, já que a verdadeira se recusou.

A humorista Rosie O’Donnell também é uma das figuras importantes em Uma Equipe Muito Especial. O filme marcou sua estreia no cinema e depois a comediante seguiria para longas famosos como Sintonia de Amor (1993), Uma Nova Tocaia (1993) e Os Flintstones – O Filme (1994), onde interpretaria Betty Rubble. Em Uma Equipe Muito Especial, O’Donnell vive Doris, a amiga da personagem de Madonna. De início, a personagem seria parecida com a da cantora, ou seja, uma mulher sexy e com menos tempo de tela. Quando O’Donnell foi contratada, sua personagem mudou e ganhou mais destaque.

Apesar da falta de simpatia, a cantora ganhou sua própria boneca do filme.

O estrelismo de Madonna ainda levaria a uma gozação do ator Jon Lovitz, que no filme interpreta o olheiro Ernie Capadino. Quando Lovitz soube que a material girl estava usando um nome falso para ficar hospedada no hotel designado pela produção, resolveu entrar na brincadeira e criar um nome ridículo também para os registros do estabelecimento. O nome escolhido pelo ator “Edna Poo-a-dee-doo”.

Tirando um pouco da má fama de Madonna durante a produção de Uma Equipe Muito Especial, está a amizade desenvolvida entre a estrela e a humorista Rosie O’Donnell. A comediante estava nervosa em conhecer a musa pop, mas as duas terminaram se entrosando de forma rápida e intensa. E se tem alguém nos bastidores do longa para falar bem da cantora, esse alguém é definitivamente Rosie O’Donnell. As duas continuam grandes amigas até hoje.

Madonna se dedicou muito e trabalhou tanto quanto as demais atrizes para atingir o seu melhor jogando baseball. E isso é um fato reconhecido pela equipe. Fora isso, a estrela ainda desenvolveu um forte sotaque Nova Yorkino para sua personagem no filme, embora seja originalmente nascida e criada no Michigan. Madonna destaca-se no filme entre outras coisas pelo visual menos chamativo de sua personagem, tentando ao máximo desglamourizar a imagem que todos possuem dela e centrar sua performance o mais próximo de uma contemporânea da década de 1940.

Anne Heche | Relembre os trabalhos mais marcantes da atriz na década de 90

A atriz Anne Heche faleceu hoje, dia 12 de agosto, aos 53 anos de idade. No dia 5 de agosto, Heche sofreu um grave acidente de carro em Los Angeles, na Califórnia, e terminou internada às pressas com lesão cerebral. Após uma semana em coma, a atriz foi declarada morta hoje. Muitos, em especial os mais novos, podem não conhecer ou lembrar dela, que possui um extenso currículo de mais de 90 créditos como atriz e era também produtora, roteirista e diretora. O ponto alto de sua carreira foi durante a década de 1990, onde atuou ao lado de grandes nomes de Hollywood como Harrison Ford, Tommy Lee Jones, Johnny Depp, Joaquin Phoenix, Jada Pinkett-Smith, Al Pacino, Robert De Niro e Dustin Hoffman.

Anne Heche tinha diversas indicações a prêmios em seu currículo, sendo o mais importante deles uma nomeação ao Emmy em 2004. A atriz também ficaria marcada pelo relacionamento com a apresentadora Ellen DeGeneres, que teve início no mesmo ano em que DeGeneres assumiu publicamente que era lésbica. Na época, DeGeneres estrelava a sitcom Ellen (1994-1998) e sua personagem no programa faria história assumindo sua sexualidade e se tornando a primeira protagonista gay de um seriado de TV no fim dos anos 1990. A relação de Anne Heche e Ellen duraria de 1997 a 2000, e na época elas eram um dos casais mais badalados de Hollywood, em especial por serem o casal gay mais famoso do período.

Anne Heche também participou de diversos programas de TV prestigiados, como Ally McBeal, Everwood, Hung, Chicago P.D., além do próprio Ellen, na época em que namorava a protagonista. Seu último trabalho na TV foi a na série All Rise (2021-2022).

Em homenagem a esta talentosa, e por vezes subestimada, atriz que nos deixa hoje, vamos relembrar alguns de seus trabalhos mais importantes nas telonas durante sua maior onda de popularidade. Confira abaixo.

Volcano – A Fúria (1997)

O primeiro papel de destaque de Anne Heche em uma superprodução Hollywoodiana foi em Volcano – A Fúria. No fim dos anos 90, os filmes catástrofe haviam voltado com tudo após o sucesso de Twister (1996), onde cientistas enfrentavam os tornados mais convincentes do cinema, devido à primorosos efeitos especiais. Logo depois foi a vez de vulcões e meteoros, em filmes como O Inferno de Dante, Impacto Profundo e Armageddon. Heche estrelou o segundo filme de vulcão em 1997, com Volcano, e teve uma grande oportunidade na carreira ao atuar lado a lado com o protagonista Tommy Lee Jones nessa superprodução da 20th Century Fox. No filme a atriz vivia a Dra. Amy Barnes, a única que sabia como parar um vulcão em erupção em plena cidade de Los Angeles.

Donnie Brasco (1997)

No mesmo ano do blockbuster Volcano, Anne Heche participava de um filme de máfia cultuado, ao lado de astros como Al Pacino e Johnny Depp. Baseado numa história real, o filme trazia Depp como o agente do FBI Joe Pistone, que se infiltra numa família mafiosa de Nova York, se fazendo passar pelo criminoso Donnie Brasco, e faz amizade com Lefty, o braço-direito da organização vivido pelo grande Al Pacino. Aqui, Heche aceitava um papel menor pela chance de estar ao lado de grandes figuras, e interpretava a esposa preocupada do policial, dividindo muitas cenas com um Johnny Depp no auge de sua carreira.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Outra participação pequena de Anne Heche num filme que se tornou muito popular na época, porém, uma participação bem significativa. A atriz aparece somente em duas cenas nesse terror juvenil que marcou os anos 90, mas são dois momentos que ajudam a definir a trama, além de serem dois trechos extremamente nervosos e assustadores. Sua personagem, Missy, é uma das suspeitas de ser o assassino do filme. Após o sucesso de Pânico (1996), o mesmo roteirista Kevin Williamson, adaptava para o cinema um famoso livro de suspense, o transformando num slasher adolescente, que se tornava a segunda peça na reestruturação do subgênero no fim dos anos 90.

Mera Coincidência (1997)

O segundo passo mais importante na carreira de Anne Heche foi dado aqui, nesse filme do diretor Barry Levinson. Sátira política das grandes, o filme colocava a atriz de igual para igual como terceiro nome no elenco, atuando ao lado de pesos-pesados como os lendários Robert De Niro e Dustin Hoffman. Embora tenha sido lançado em algumas poucas partes dos EUA em 1997, sua estreia em grande circuito pelo país e no mundo (incluindo o Brasil) ocorreria mesmo em 1998 – onde concorreu a duas estatuetas do Oscar (melhor roteiro e ator para Hoffman). Baseado num livro, esse foi um dos filmes que pegou carona no escândalo sexual envolvendo o então presidente Bill Clinton. Na trama, o presidente dos EUA está envolvido num escândalo sexual. Então, uma assessora da Casa Branca, papel de Heche, contrata um articulador (De Niro) para tirar o foco disso. Os dois então entram em contato com um mega produtor de Hollywood (Hoffman) para confeccionar uma guerra de mentirinha e atrair toda a atenção do público e da mídia para isso. Esse foi o filme onde a atriz pôde demonstrar mais seu talento e versatilidade.

Seis Dias, Sete Noites (1998)

Depois de ter estrelado o blockbuster Volcano – A Fúria, para a Fox, e ter entregue um dos melhores (quiçá o melhor) desempenhos de sua carreira em Mera Coincidência, da New Line, podemos apontar esta aventura de matinê à moda antiga como terceiro passo mais importante da carreira de Anne Heche. Aqui, a atriz descolava o papel protagonista numa superprodução da Disney (lançada através da subsidiária Touchstone Pictures) de US$70 milhões, dirigida pelo mesmo Ivan Reitman de Os Caça-Fantasmas. Como se não bastasse, Heche ainda teve a oportunidade de dividir a cena com o próprio Indiana Jones em pessoa, o astro Harrison Ford. Na trama, a atriz vive a fotógrafa de uma das maiores revistas de moda dos EUA, que está de férias numa ilha paradisíaca no Havaí. Então sua chefe a convence a voar até outra ilhota para um trabalho rápido, mas no processo ela termina caindo de avião no local com o piloto, interpretado por Ford. Assim, os dois vivem a aventura de suas vidas, enquanto enfrentam todo tipo de perigo e se apaixonam também.

Pela Vida de um Amigo (1998)

No mesmo ano do blockbuster Seis Dias e Sete Noites, Anne Heche estrelaria um de seus filmes mais obscuros do período, apesar de ainda fazer parte da leva de seus grandes lançamentos dos anos 90. O drama sombrio, nu e cru, é na verdade a refilmagem de uma produção francesa chamada Force Majeure, de 1989. Na trama, três amigos interpretados por Vince Vaughn, Joaquin Phoenix e David Conrad estão de férias na Malásia. Seu paraíso começa a ruir quando a polícia local prende o personagem de Phoenix por posse de drogas – a política do país quanto a este tipo de crime é extremamente severa. Assim, dois anos depois, uma advogada, papel de Heche, encontra os outros dois amigos para lhes dar a triste notícia de que em oito dias seu amigo será executado, já que está condenado à pena de morte. Agora, eles precisam decidir se estão dispostos a assumir parte da culpa e encarar três anos de prisão para salvar a vida do amigo.

Psicose (1998)

Último grande trabalho significativo da carreira de Anne Heche nos anos 90, essa foi uma superprodução muito badalada do período, mas também uma muito polêmica. Bancada pela Universal Pictures, como diz o título trata-se do remake do clássico atemporal do mestre Alfred Hitchcock. O original, um dos filmes mais adorados da história do cinema, é considerado um dos melhores longas de suspense e terror da sétima arte – todo filmado em preto e branco. A proposta do experimental e prestigiado Gus Van Sant foi repetir quase todos os mesmos ângulos e enquadramentos, adicionando apenas cor e mudando os intérpretes. Uma aposta corajosa e muito arriscada, que sem dúvidas deu o que falar na época. Repetindo a dobradinha com o colega Vince Vaughn, Heche ficou com o papel de Marion Crane, eternizado por Janet Leigh, enquanto o ator viveu o icônico Norman Bates. Completando o elenco, Julianne Moore e Viggo Mortensen. Apesar de nem de perto ter sido abraçado pelos amantes da sétima arte o grande público em geral como seu predecessor, esse foi um importante projeto do qual Anne Heche fez parte, obteve toda a confiança de um dos maiores estúdios de Hollywood, e pôde dar sua própria versão de uma obra emblemática.

Nostalgia! As Comédias Mais ATERRORIZANTES dos Anos 80; Você lembra?

A comédia e o terror são dois gêneros do cinema que à primeira vista não possuem muito em comum. É o que grande parte do público pode achar. A comédia é um gênero extremamente popular com as massas, que ainda consegue arrastar multidões com a premissa de esquecer os problemas do cotidiano e simplesmente se divertir. Já o terror se define melhor como o gênero cult do cinema, recomendado aos fãs, digamos, de gosto peculiar, mas que ao longo dos anos conquistou também o público geral com obras de qualidade. Embora definitivamente siga como um gênero não recomendado para todos – ao contrário de seu colega de matéria, a comédia. Agora, o que esses dois tipos de filme podem possuir em comum? A verdade é que a mistura dos dois podem render um produto extremamente saboroso.

Em uma matéria recente, eu abordei aqui no CinePOP os filmes paródia que tiravam sarro do gênero terror – em especial do subgênero slasher, que vinha fazendo muito sucesso no início dos anos 80. Mas nesta nova matéria a abordagem será outra. Aqui, focaremos em outra vertente apresentada durante a citada década, de filmes de comédia que baseavam suas tramas em elementos de terror, em geral tendo algo de sobrenatural, fossem fantasmas, vampiros, bruxas, o diabo, ou simplesmente assassinos. É claro que nem tudo virou sucesso e alguns se tornaram verdadeiramente obscuros. Outros, encontraram seu público anos depois, se tornando obras cult. Confira abaixo e venha viver essa nostalgia.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

Meus Vizinhos São um Terror

Tão popular quanto Os Fantasmas se Divertem para a geração dos anos 80, este veículo para o astro Tom Hanks foi perdendo sua força com as novas gerações. Isso porque o nome do diretor Tim Burton continuou em alta com o passar das décadas, ao contrário do de Joe Dante – o diretor aqui. Mas ainda posso lembrar de assistir tanto este quanto o item acima pela primeira vez em suas exibições na Tela Quente e ambos possuem um teor similar, apostando no “medo” de mentirinha em suas tramas cômicas. Aqui, Hanks vive um pacato morador dos subúrbios americanos que, ao lado de seus excêntricos vizinhos, começa a desconfiar que os novos moradores da vizinhança sejam assassinos em série adoradores do diabo. O filme foi lançado em 1989.

As Bruxas de Eastwick

Igualmente bastante popular nos anos 80 e 90, esse longa divertidíssimo de 1987, do diretor George Miller (da franquia Mad Max), baseado num livro, foi caindo no esquecimento com o passar das décadas, sem que muitos jovens cinéfilos falem nele hoje em dia, ou quem sabe sequer o conheçam. O elenco é um dos melhores da década, com as presenças de Jack Nicholson, Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer. O trio de mulheres vive três solteironas de uma pequena cidade que sonham com a chegada do homem perfeito – sem querer elas terminam o evocando. Ele chega nas formas de Jack Nicholson e as seduz, todas. Aos poucos elas vão recebendo dons sobrenaturais e entendendo quem é o sujeito é de verdade. A ideia foi levada às telinhas duas vezes, num piloto em 2002 que sequer se tornou uma série, e num programa de 2009, que terminou cancelado após sua primeira temporada.

Elvira: A Rainha das Trevas

Comédia de 1988, a ideia aqui foi pegar carona na figura exótica e assustadora da personagem título, Elvira, personificada pela atriz Cassandra Peterson. Elvira é uma figura muito associada ao terror, em especial nos EUA – isso porque ela tinha um programa de TV chamado Movie Macabre, muito popular nos anos 80, que durou de 1981 a 1986. Assim, dois anos depois do encerramento de seu programa, Elvira ganhava um longa-metragem na forma de superprodução nos cinemas para chamar de seu. A história apresenta Elvira herdando uma mansão assombrada numa pequena cidade americana e mudando a vida dos cidadãos do local com seu jeito extrovertido e excêntrico. Em 2001, chegava a tão aguardada sequência, com As Loucas Aventuras de Elvira, sem o mesmo impacto.

Os Sete Suspeitos

Neste filme de 1985, temos todos os elementos que constituem as bases do cinema de suspense, bem típico de clássicos como as obras de Agatha Christie, por exemplo. Vejam essa premissa: diversos personagens excêntricos e que não se conhecem são convidados para um jantar numa mansão muito suspeita. Quando um deles é assassinado, qualquer outro pode ser o culpado. Este seria um thriller assustador como outro qualquer, a não ser por dois fatores. O primeiro é se tratar de uma insana comédia. O outro é que se trata do filme que adapta para as telonas o jogo de tabuleiro homônimo (no título original) Clue – no Brasil conhecido como Detetive. No elenco, os rostos mais conhecidos são os de Tim Curry e Christopher Lloyd. Embora não tenha sido um sucesso em sua estreia nos anos 80, o longa ressurgiu como cult nos anos seguintes.

 

Os Fantasmas se Divertem

Não poderíamos começar a lista de outra forma. O mais popular das “comédias de terror” é esse filme de 1988, que marcou o primeiro grande sucesso do diretor Tim Burton e o que alçou sua carreira a voos ainda maiores, como o primeiro Batman (1989). Com título original Beetlejuice, o nome do personagem de Michael Keaton no filme, o longa mostra um casal (Geena Davis e Alec Baldwin) de interioranos morrendo num acidente de carro e tendo seus espíritos aprisionados na casa que tanto adoravam. O problema é quando os novos proprietários, artistas de Nova York moderninhos, chegam no local. Os antigos moradores logo convocam a ajuda de um espírito traiçoeiro (Keaton) ao mesmo tempo em que fazem amizade com a filha da família (Winona Ryder). Beetlejuice é um dos filmes dos anos 80 mais queridos que nunca ganhou continuação – mas uma vem sendo anunciada há certo tempo, sem nada de concreto.

Transilvânia – Um Hotel do Outro Lado do Mundo

Hoje, um muso excêntrico da cultura pop, o veterano Jeff Goldblum já fez de tudo um pouco em sua carreira – e em breve retornará num dos papeis mais marcantes de sua filmografia: Ian Malcolm em Jurassic World – Domínio. Voltando para esse filme de 1985, Goldblum e Ed Begley Jr. interpretam dois jornalistas de um tabloide enviados para a Transilvânia a fim de descobrir se um boato sobre o monstro de Frankenstein é verdadeiro. No local, além do monstro, eles encontram um cientista louco, um lobisomem, um mordomo sinistro e uma vampira para lá de sexy e tarada (papel de Geena Davis).

Lua de Mel Assombrada

Gene Wilder foi um verdadeiro mestre da comédia, participando de diversos filmes icônicos como Primavera para Hitler, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, A Dama de Vermelho e Cegos, Surdos e Loucos. Aqui, o humorista, que também era diretor de cinema e roteirista, resolve embarcar na brincadeira das comédias de terror, ao desenvolver a história e comandar este longa. No filme de 1986, ele contracena com sua esposa da vida real, a também humorista Gilda Radner. A dupla interpreta um casal recém-casado, que vai passar a lua de mel numa mansão de família. No local, estranhos acontecimentos começam a assustá-los – mas tudo é parte de um tratamento bolado por seu psicólogo. Ou será?

 

Procura-se Rapaz Virgem

O astro Jim Carrey voltou as boas com o sucesso, apostando em filmes para a criançada, com Sonic – O Filme (2020) e Sonic 2 (2022), nos quais interpreta o vilão Dr. Robotinik. Apesar da nova onda de boas bilheterias, o astro canadense dos anos 90 está anunciando sua aposentadoria. Infelizmente. Voltando para 1985, Carrey ainda não tinha a fama que viria a fazer após o sucesso de O Máskara em 1994, mas protagonizava essa comédia sensual com a temática de vampiros. Na trama, Carrey interpreta um jovem nerd sem sorte com as garotas, que ainda é virgem. Até que ele conhece e se envolve com uma bela mulher mais velha, papel da veterana Lauren Hutton, e os dois iniciam um relacionamento. Ele só não sabe se tratar de uma Condessa Vampira em busca do sangue de virgem para poder ficar viva.

Vamp: O Filme

Terminando a lista, temos outra produção de 1986, com temática de vampiros. Antes da famosa novela da Globo utilizar o mesmo título, esse filme veio antes. Precedendo também o filme de Tarantino e Rodriguez, Um Drink no Inferno (1996), aqui temos uma história que também conta sobre um bar barra-pesada, repleto de criaturas da noite. Na trama, dois amigos de faculdade procuram uma stripper para um evento – e terminam chegando até o local indicado por um sujeito misterioso. Porém, logo terão vampiros (e vampiras principalmente) em seu encalço. O destaque do filme fica com Grace Jones no papel da vampira Katrina.

 

Com Fantasmas Não se Brinca

Lançado no mesmo ano de Beetlejuice, em 1988, essa foi outra comédia de terror que utiliza uma trama similar e até mesmo efeitos bem parecidos com o filme de Tim Burton – podendo ser considerado seu gêmeo. Apesar disso não ficaria tão famoso ou conhecido quanto o citado. Pelo contrário, caindo por completo no anonimato. Na trama, o veterano Peter O’Toole vive o dono de um hotel que, para aumentar o número de hóspedes e a curiosidade, começar a fazer propaganda sobre o estabelecimento ser assombrado. E assim, fantasmas de verdade começam a aparecer no local, como a personagem de Daryl Hannah – que termina por se apaixonar pelo protagonista vivido por Steve Guttenberg, astro da franquia Loucademia de Polícia. Curiosamente, o filme é escrito e dirigido por Neil Jordan.

Sinopse de ‘Godzilla vs. Kong 2’ revela SPOILERS

Os detalhes sobre a vindoura sequência Godzilla vs. Kong 2’ começaram a vazar na internet.

O governo australiano divulgou um comunicado para a imprensa com SPOILERS revelando que King Kong retornará como um protetor do planeta Terra, ao invés de ser um antagonista procurando esmagar cidades e pessoas sob seus pés peludos:

“O quinto filme da franquia MonsterVerse verá Kong defender a Terra das criaturas incomuns e perigosas que ameaçam seu novo lar.”

O título de produção do longa-metragem será ‘Origins’ (‘Origens’, em português), o que pode indicar uma narrativa diferente do que os fãs imaginavam e analisar o início do embate entre as duas gigantescas criaturas titulares.

Veja:

Recentemente, foi revelado que a continuação terá uma grandiosa cena de ação se passando no Brasil. A praia de Gold Coast, na Austrália, foi transformada em uma praia do Rio de Janeiro, com guarda-vidas, bandeiras do Brasil e pessoas correndo.

Confira:

A sequência será lançada nos cinemas no dia 15 de março de 2024. O primeiro filme foi lançado no dia 25 de Março de 2021.

Dan Stevens, astro de ‘Legião‘ e ‘A Bela e a Fera‘, vai estrelar a produção.

Adam Wingard, diretor de ‘Godzilla vs. Kong‘, está de volta para comandar a sequência.

Dan Stevens

O longa-metragem será rodado na cidade de Gold Coast, na Austrália, e em outras locações no sudeste do estado de Queensland, marcando a terceira vez que uma iteração do universo monstro será gravada na região – depois de Godzilla vs. Kong’, em 2019, e Kong: Ilha da Caveira, em 2016.

Durante uma entrevista para o Screen Rant, o roteirista Max Borenstein adiantou que “coisas emocionantes já estão acontecendo nos bastidores” da sequência.

“Eu ouvi coisas interessantes que estão acontecendo, mas não posso falar sobre o assunto, por enquanto. Eles [da Legendary Pictures] têm um ótimo controle sobre as coisas e eu certamente tenho pensamentos e sempre fico animado quando trabalho com eles. Acho que a franquia está em boas mãos e com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, haverá algumas novas e interessantes sequências chegando.”

Ele continuou:

“Não estou autorizado a falar nada disso oficialmente, mas o fato de que a reação do público foi extremamente positiva construiu garantias para o etsúdio. Eu acho que foi num momento maravilhoso porque o filme chegou perto do fim do aumento de casos da pandemia e o público realmente estava ansioso para ver algo que fosse divertido e alegre no cinema. Foi muito emocionante lançar nosso filme assim.”

Godzilla vs. Kong‘ está disponível na HBO Max.

Na trama, Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. No entanto, tudo sai do controle quando eles cruzam o caminho de Godzilla, completamente enfurecido, deixando um rastro de destruição em todo o mundo. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

Amber Midthunder diz que ‘O Predador: A Caçada’ é um “filme insano de alienígena com muito suspense, emoção e ação” [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Amber Midthunder (‘Legion’), que estrela ‘O Predador: A Caçada‘ – filme que estreia dia 5 de Agosto no Star+.

No vídeo, Amber falou sobre o novo filme e revelou algumas histórias dos bastidores, além de explicar como ele se conecta com os outros filmes da franquia.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

O Predador: A Caçada‘ estreou no Star+ conquistando o público e a crítica.

Com 142 críticas publicadas até o momento, o filme conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Nas redes sociais, o filme também está fazendo o maior sucesso, com o público afirmando ser o melhor filme desde o original, quiçá o melhor da franquia.

Confira as reações:

O consenso geral dos críticos é que a produção é um dos filmes mais divertidos do ano, com ótimas cenas de ação e sequências tensas, conseguindo se destacar dos filmes anteriores da franquia ao invés de usá-los como elemento nostálgico.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘O Predador: A Caçada’ entrará para a história como um dos filmes mais divertidos de 2022.” (MovieFreak)

“Essa pré-sequência consegie capturar o espírito do filme original e, ao mesmo tempo, traz algo completamente novo. A produção instantaneamente conseguiu se destacar na franquia.” (Rolling Stone)

“Suas cenas intensas não se apoiam apenas no que já conhecemos da franquia. Não é um filme carregado pela nostalgia, o que é algo raro de se ver atualmente.” (Independent UK)

“‘O Predador: A Caçada’ toma muito cuidado com a autenticidade dos seus protagonistas, mas não tiveram a mesma atenção com o roteiro.” (New York Times)

“Diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano.” (Irish Times)

“Um filme tenso e divertido que consegue trazer cenas surpreendentemente emocionais.” (RogerEbert)

Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!

Atriz de ‘Paper Girls’ comenta sobre a possibilidade de renovação da série

A série ‘Paper Girls‘ fez bastante barulho após a estreia na Amazon Prime e recebeu 90% de aprovação dos críticos.

E parece que o elenco já está esperançoso quanto a renovação para a 2ª temporada.

Em entrevista para o Hollywood Life, Camryn Jones foi questionada sobre a possibilidade e disse que está com os dedos cruzados para reprisar seu papel como Tiffany Quilkin.

Em sua declaração, ela revelou estar animada para acompanhar a evolução do relacionamento de sua personagem com Erin Tieng (Riley Lai Nelet).

“Eu adoraria ver como a relação de Tiffan com Erin irá se desenvolver, já que elas vão ficar juntas… Eu adoraria ver como elas vão crescer junto o relacionamento delas.”

Ela continuou, enfatizando a importância da amizade das protagonistas e o que espera ver no futuro da adaptação.

“Também é importante destacar a amizade delas com as outras duas meninas. Ter uma série feita por garotas para garotas é muito especial. E há muitas coisas para explorar daqui para frente. Tipo, eu adoraria ver elementos cômicos que não foram utilizados na 1ª temporada.”

E aí, você já assistiu a primeira temporada?

Confira o trailer:

O elenco conta com Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Fina Strazza (‘A Christmas Melody’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’)

A história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.

Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.

Além disso, a série explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.

‘Star Wars: Andor’: Imagem inédita mostra o personagem com o novo droide da saga; Confira!

A Disneydivulgou uma imagem inédita de ‘Star Wars: Andor‘, série derivada de’Rogue One’: Uma História Star Wars’, destcando o personagem de Diego Luna em companhia do novo droide da saga.

Chamado B2EMO, ou carinhosamente como Bee, o droide de coloração vermelha e design um tanto estranho deve cumprir funções parecidas com os droides da linha R, como o R2-D2.

Sua descrição diz que:

“Ele é uma unidade de assistência de salvamento mecânico muito velha e cansada que vem rebocando sucata para a família Andor há anos. O droide possui uma ampla gama de ferramentas mecânicas e vários recursos para atender às funções necessárias.”

Confira a imagem:

Lembrando que ‘Star Wars: Andor’ teve sua estreia adiada de 31 de agosto para 21 de setembro.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o showrunner Tony Gilroy revelou que a série terá apenas duas temporadas, com 12 episódios cada.

“Nossa última cena do série será no 24º episódio, e levará o público diretamente para Rogue One‘, especificamente para a primeira cena de ‘Rogue One’.”

Gilroy também argumentou que, apesar do público saber que a série leva a ‘Rogue One‘ e que Cassian morre na trama, a derivada foi criada porque há muito para explorar antes dos eventos do filme de 2016.

“Estamos todos vivendo em uma pré-sequência, todos vamos morrer não é mesmo? Nem por isso deixamos de ficar curiosos com o que vai acontecer antes disso. E no cinema também é assim, você pode assistir a um filme pela 3ª vez e mesmo que o tenha visto seis meses antes… Você investe nele se o ama.”

Além de Luna, a trama conta com o retorno de Forest Whitaker como Saw Gerrera e Genevieve O’Reilly como a líder da Aliança Rebelde, Mon Mothma.

Confira o trailer:

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

O elenco ainda conta com Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Sandman’ foi a série mais assistida da Netflix em 89 países durante a semana de estreia

Baseada na icônica saga de quadrinhos criada por Neil Gaiman, ‘Sandman‘ chegou ao catálogo da Netflix no último dia 05.

E, de acordo com a Forbes a atração ocupou o primeiro lugar no TOP 10 da plataforma em 89 países durante a semana de estreia.

O portal ainda ponta que é muito raro que uma nova série alcance esse nível de audiência em sua primeira temporada. E é ainda mais raro que essa série complete uma semana perfeita nos primeiros sete dias disponíveis.

Além de ‘Sandman‘, apenas três outros títulos conseguiram esse feito em 2022…

Um deles é ‘Inventando Anna‘ (o mais recente sucesso viral de Shonda Rhimes), seguido por ‘O Ultimato: Ou Casa ou Vaza (que pode ser o reality show mais popular de todos os tempos da Netflix) e ‘O Poder e a Lei’ (criada David. E. Kelley, também responsável pelo sucesso de ‘Anatomia de um Escândalo‘).

Ainda assim, ‘Sandman‘ precisará estender seu por mais de sete dias para se juntar à elite.

Isso porque todos os três títulos mencionados acima ocuparam o primeiro lugar por mais de uma semana.

Enquanto, ‘O Ultimato‘ permaneceu por dez dias no topo, tanto ‘O Poder a Lei‘ quanto ‘Inventando Anna’ completaram 14 dias como as séries mais assistidas após o lançamento.

De qualquer forma, a Netflix divulgou um novo pôster para destacar o feito de Sandman‘.

Confira:

Ambientada num universo fantástico, a trama explora como sonhos e pesadelos se cruzam depois que Morpheus (Tom Sturridge) se liberta de uma prisão após quase um século e se depara com criaturas míticas, como o próprio Lucifer (Gwendoline Christie).

Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à fidelidade ao material original, bem como às atuações, aos efeitos visuais e à narrativa fluida e instigante.

Inclusive, alguns até disseram que esta é a adaptação mais fiel de um quadrinho para o live-action.

Confira as reações:

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Relembre o trailer:

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.