Charlie Cox volta ao MCU como o ‘Demolidor‘ na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, e uma imagem divulgada mostra que ele usará um traje semelhante ao da série da Netflix.
Além de compartilharem a profissão de advogados, Jennifer Walters e Matt Murdock são grandes amigos nos quadrinhos daMarvel.
E não vai ser diferente na série…
Quando o Demolidor (Charlie Cox) apareceu no novo trailer da atração, os fãs ficaram animados com seu retorno e agora estão imaginando como o herói vai interagir com a personagem de Tatiana Maslany.
Enquanto promovia a série na San Diego Comic-Con, a estrela confirmou a amizade da dupla.
“Quando você assistir a série, verá que [O Demolidor e eu] seremos melhores amigos. Tipo, amigões mesmo”, disse ela (via Comic Book).
A showrunnerJessica Gao também tocou no assunto e deu mais detalhes sobre a relação deles.
“Bem, obviamente, o que Jen tem em comum com Matt Murdock é que ambos são advogados, mas também, de forma única, ambos são advogados que são super-heróis, então eles têm esse segredinho, o que traz à relação deles um senso de confiança mútuo.”
Agora só nos resta aguardar a estreia para descobrir como será a interação entre a dupla.
Lembrando que os episódios estarão disponíveis na Disney+ a partir de 17 de agosto.
A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
Nesta sexta-feira, dia 5 de agosto, os fãs foram agraciados e podem finalmente conferir o mais recente exemplar da franquiaO Predador, intitulado Prey no original. Essa é a primeira vez em que um filme da franquia não recebe o título Predador no original – já que aqui no Brasil os responsáveis não conseguiram evitar e tascaram um Predador: A Caçada. E pela primeira vez também a franquia apostará num teor mais minimalista evitando os cinemas e orquestrando sua estreia para as plataformas de streaming. Sim, este é um admirável novo mundo, mas a manobra da Disney (agora detentora da 20th Century Studios) está mais relacionada ao mal desempenho dos últimos filmes do caçador intergaláctico – em especial o filme de 2018.
O novo filme, dirigido por Dan Trachtenberg, volta no tempo 300 anos, para mostrar uma das primeiras “caçadas” do Predador na Terra, enfrentando aqui uma tribo Comanche, conhecidos por serem nativo-americanos com muita experiência e talento para a caça. Em especial, essa é uma história de crescimento e superação da jovem Naru, personagem da indígena Amber Midthunder. Em homenagem ao novo longa de um dos vilões mais queridos da cultura pop, o extraterrestre com cabelos de rastafari, que já chega despertando todo tipo de elogio da imprensa especializada, resolvemos voltar no tempo também, mas apenas 35 anos no passado, para revisitarmos a primeira aparição da criatura nas telonas – que resultou no sucesso O Predador (1987), veículo de ação para o musculoso Arnold Schwarzenegger.
O Predador (1987) é um dos filmes mais icônicos dos anos 80 e definitivamente um dos mais marcantes da carreira do grandalhão Schwarzenegger. Na trama, o astro austríaco é o líder de um time militar de elite, do tipo que realiza as missões que ninguém mais conseguiria ou seria louco para tentar. É claro que nesta equipe teremos todo tipo de brucutu truculento, daqueles que dá medo só de olhar, de figuras como Carl Weathers, Jesse Ventura, Sony Landham, Bill Duke, Shane Black e Richard Chavez. A tarefa deles é simples: resgatar a tripulação de um helicóptero que caiu atrás das linhas inimigas num país da américa central, e continha um oficial de alta patente. Até aí a trama lembra Fuga de Nova York(1981).
Quando chegam ao local, percebem que os passageiros de tal helicóptero caído foram mortos da forma mais brutal e sádica possível, esfolados vivos e pendurados de ponta cabeça na mata. Eles creditam o ato selvagem aos rebeldes inimigos, dos quais dão cabo prontamente – e aí O Predadorganha contornos de Rambo 2 – A Missão (1985). Mas nem tudo são flores para esta equipe de ossos duros de roer, e ao levarem consigo uma sobrevivente feita como refém pelos guerrilheiros, eles se deparam também com uma entidade sobrenatural na floresta – a quem a prisioneira em sua crendice se refere como “o diabo”. O interessante de O Predador é o mistério que faz sobre a criatura. Quem assiste ao filme pela primeira vez sem saber nada sobre ele, pode imaginar diversas possibilidades, mas nunca de fato o que a história irá apresentar.
Perdidos na selva. Os Comandos de Arnold enfrentam uma ameaça sobrenatural na floresta.
A incógnita sobre a verdadeira identidade do ser que os espreita é um dos elementos mais eletrizantes do filme. Será mesmo o diabo? Será alguma entidade folclórica das selvas da américa central? Será um superespião inimigo infiltrado? Esse mistério é completamente eliminado nas continuações, por já sabermos exatamente o que esperar da ameaça. Aqui no original no entanto, a criatura só é de fato revelada no terceiro ato da narrativa. O que acontece é que à primeira vista a floresta “ganha vida” e vai eliminando os comandos em ação um a um, das formas mais violentas possíveis. No final, resta apenas o protagonista de Schwarzenegger e a jovem prisioneira (papel de Elpidia Carrillo). O herói então realiza um mano a mano com a criatura, sem que nenhum dos dois apele para armas.
O roteiro de O Predador(1987) foi escrito pelos irmãos Jim e John Thomas. E a ideia para a história nasceu de uma brincadeira em relação ao rival de Schwarzenegger nas telas nos anos 80, Sylvester Stallone e seu personagem mais famoso da carreira, Rocky. Alguém teria dito de brincadeira: “Quem falta para Rocky enfrentar? Acho que só E.T. – O Extraterrestre”. Assim nascia o conceito de um homem numa luta até a morte com uma criatura de outro planeta. Mas outros elementos seriam inspiradores para esta trama. O primeiro deles foi o sucesso Aliens – O Resgate, lançado no ano anterior e citado pelos próprios roteiristas como uma de suas maiores influências para criar O Predador. A semelhança é fácil de pegar: um grupo de fuzileiros fortes, corajosos e armados até os dentes, enfrentando uma criatura extraterrestre (no caso de Aliens, várias) e sendo eliminados um a um. Em Predador 2 – A Caçada Continua (1990), também escrito pela dupla, eles homenageiam sua criação, colocando o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. E claro, Alien vs. Predador seria sua própria franquia de muito sucesso, gerando brinquedos, games, quadrinhos e até eventualmente filmes.
“You’re one ugly motherfucker!” virou “Nossa, você é muito feio” na versão dublada e também clássica.
A segunda influência admitida pelos escritores é outro filme de Stallone, o já citado Rambo 2 – A Missão (1985), onde um guerrilheiro sobrevive na floresta enfrentando todo tipo de inimigo. Aliás, uma das primeiras ideias para o roteiro traria o personagem de Schwarzenegger igualmente sozinho em sua missão de resgate, se deparando com a criatura e depois precisando enfrenta-la. A ideia foi descartada pois era preciso demonstrar o quão letal esse adversário poderia ser, e a melhor maneira era eliminando um a um diversos “Rambos”, até o mais forte deles restar. Essa ideia aliás, já havia se transformado no primeiro tratamento do roteiro, recusado por Arnold e reescrito pelos irmãos Thomas.
Outras das ideias descartadas em tratamentos anteriores do roteiro foram a existência de diversos Predadores para enfrentar os comandos. Como se apenas um já não fosse ruim o suficiente. De novo, esse plano foi descartado em prol de apresentar uma ameaça gigantesca vindo de apenas um Predador. O conceito, no entanto, ficaria na mente dos Thomas e veria a luz do dia em Predador 2(1990). Depois disso, os demais filmes sempre trouxeram mais de um caçador intergaláctico em suas tramas. A terceira ideia descartada foi ter como protagonista um personagem nativo-americano (ou indígena). Essa ideia eventualmente seria adaptada ao personagem Billy (Sony Landham), um dos coadjuvantes de peso no longa. E agora, como sabemos, o novo O Predador: A Caçadatraz um elenco inteiro desta linhagem.
Essa ideia maluca de um roteiro que começou meramente como especulativo seguiu de porta em porta para os maiores estúdios de Hollywood, sempre vendido como “Alien – O Oitavo Passageiro(1979) passado na selva”. Eventualmente, o texto iria cair nas mãos da 20th Century Fox e se tornar uma de suas propriedades mais quentes. O próximo passo era encontrar um comandante para a produção. Embora Geoff Murphy (Freejack – Os Imortais) fosse a primeira escolha, e tenha ficado vinculado um tempo ao projeto, O Predador terminou nas mãos do então novato John McTiernan, que tinha no currículo apenas o terror cult Delírios Mortais (1986) àquela altura. O Predador foi seu segundo filme, e McTiernan realizou um trabalho tão bom que logo se tornaria o menino de ouro da Fox, sendo escalado logo no ano seguinte para a direção de Duro de Matar(1988), outro clássico da ação. O cineasta seguiria para outros grandes títulos como A Caçada ao Outubro Vermelho (1990), O Último Grande Herói(1993) e Duro de Matar – A Vingança(1995).
Embora a ideia vendida para McTiernan tenha sido o encontro de “Rocky (ou Rambo) com Alien”, o diretor gostava mais de pensar em seu filme como o clássico King Kong (1933). Segundo o cineasta, ele descreveria O Predador da seguinte forma: “Um bando de homens chega a um ilha e vão se embrenhando cada vez mais fundo, e aí, se deparam com o que estavam perseguindo, que se revela bem maior do que eles pensavam, fazendo com que precisem dar meia volta e fugir”.
Para o papel protagonista de Dutch, o líder do esquadrão da morte, o austríaco Arnold Schwarzenegger entrava logo em cena. O grandalhão ex-mister universo vinha de trabalhos significativos em sua carreira, como os dois Conan, O Exterminador do Futuro e Comando para Matar. O ator de ação, que vinha galgando o posto de astro, aceitou o projeto por imaginá-lo como uma versão de um clássico que adorava e sempre pensou em fazer algo parecido: o faroeste Sete Homens e um Destino(1960). Segundo Arnold, “é um filme com um grupo de sujeitos que precisam trabalhar juntos”. Uma curiosidade é que enquanto filmava O Predador, Schwarzenegger tinha outro projeto nos mesmos moldes em desenvolvimento, a adaptação para o cinema dos quadrinhos da DC Sargento Rock. O personagem é um herói de guerra, líder de um pelotão. A revistinha do personagem inclusive aparece em O Predador (1987), sendo lida por Hawkins (Shane Black). O filme do personagem de quadrinhos não vingaria.
Com orçamento de aproximadamente US$15 milhões, O Predadorse tornaria a segunda maior abertura de fim de semana em sua estreia em 1987, recuperando praticamente todo o seu valor – US$12 milhões em caixa. O Predador ficou atrás somente de Um Tira da Pesada 2, que havia estreado quase um mês antes e marcado US$26.3 milhões em um único fim de semana. O Predador terminou sua carreira nas telonas mundiais com US$98. 2 milhões, garantindo seu sucesso absoluto. O filme ainda seria indicado ao Oscar de efeitos especiais – mas perderia o prêmio para Viagem Insólita, produção de Steven Spielberg. Fora isso, foi incluído na lista do American Film Institute, de 2001, dos 100 filmes americanos mais eletrizantes. Hoje, 35 anos depois de seu lançamento seu legado segue dando frutos com o mais recente e elogiado capítulo da saga, ao mesmo tempo em que O Predador (1987), o filme original, se mantém como um clássico moderno ainda muito querido e comentado. O teste do tempo é o verdadeiro prêmio para a arte.
Ps: Ambos O Predador: A Caçada e O Predador (1987) estão disponíveis no acervo da Star+.
A série de vampiros ‘Primeira Morte‘ (First Kill) foi cancelada pela Netflix em menos de dois meses após a estreia, totalizando uma única temporada.
Ambientada em um mundo de caçadores de monstros, a trama acompanha uma vampira adolescente chamada Juliette (Sarah Catherine Hook), que acaba se apaixonando por uma caçadora de vampiros, a bela Calliope (Imani Lewis).
Durante uma entrevista para o Daily Beast, a showrunnerFelicia D. Henderson disse que o cancelamento foi culpa do péssimo marketing da plataforma de streaming, que foi negligente em classificar a atração como uma simples série de vampiras lésbicas e nada mais…
“Eu entrei nesse projeto com tanto entusiasmo porque havia tanto para explorar… Lideranças de mulheres fortes, intrigas sobrenaturais, uma épica batalha shakespeariana entre famílias em guerra e os dramas da adolescência. Além do mais, destacar uma família negra num gênero como este é algo que os espectadores negros desejam e que também incentiva o público a apoiar a representatividade.”
Ela continuou:
“Os cartazes produzidos eram lindos. Mas eu achei que [o romance gay] era apenas um dos elementos que seriam explorados no marketing, mas eles só focaram nisso. Havia tantos elementos igualmente atraentes e importantes na série. Monstros contra caçadores de monstros, a batalha entre duas matriarcas poderosas, etc. Mas a série nunca foi promovida como deveria.”
‘Primeira Morte‘ até foi um sucesso moderado para a Netflix, estreando em 3º lugar entre o TOP 10 do catálogo na primeira semana de exibição, atrás apenas de ‘Stranger Things’ e ‘Peaky Blinders‘.
Na internet, os fãs se revoltaram com o streaming:
o peso do cancelamento dessa série só entende quem é lésbica/sáfica pq somos representadas da pior forma possível sempre e quando fazem diferente abordando na adolescência de forma leve, como em first kill a série é cancelada #savefirstkillpic.twitter.com/LgLoJ0wDqY
first kill foi MUITO bem de view e o custo foi baixo e mesmo assim foi cancelada eu quero ver só qual vai ser a desculpa da netflix pra essa palhaçada porque a única explicação é que eles não tem interesse de manter série sáfica no catálogo série LGBT+ só se for de gay branco
— lorrane.⍟ : o retrato de Dorian Gray (@paynoxsoldier) August 3, 2022
first kill teve numeros tão bons quanto os de heartstopper que foi renovado pra mais DUAS TEMPORADAS enquanto first kill é cancelada serio ISSO TEM NOME
gnt eu sei q vcs tão tristes q first kill foi cancelada e a gnt sabe q o fato da série ter protagonismo lésbico foi um fator pra isso mas zoar a aparência do joe ñ é a resposta, ele ñ tem nada com isso
odeio ficar correndo e correndo atrás de migalhas, tentando me ver em alguma coisa pra no final ser cancelada: The owl house, First Kill, I’m not okay with this…
First Kill cancelada sendo que passou semanas no topo de mais assistida em vários lugares só prova que o problema pra Netflix é que eles não esperam que coisas lgbt façam sucesso pq eles não querem que faça. Eles querem aparentar representatividade pra marketing.
Ainda bem que eu não assino aquela bomba que é a Netflix. First Kill foi uma série que os fãs lutaram pra fazer dar certo, e DEU certo, a série hitou muito, e a Netflix tá foda-se pra isso. Mais uma série com protagonismo lésbico que foi cancelada
Infelizmente, a produção terminou com a trama aberta, com ganchos que nunca terão resolução.
Relembre o trailer:
Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Sarah Catherine Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.
O elenco ainda conta com Elizabeth Mitchell, Aubin Wise, Jason Robert Moore, Gracie Dzienny, Will Swenson, Phillip Mullings Jr., Dominic Goodman, Dylan McNamara, MK xyz, Jonas Dylan Allen e Roberto Mendez.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover a comédia ‘O Palestrante‘,Fábio Porchat e Dani Calabresa contaram qual foi o maior mico que já passaram, e a Narcisa está envolvida em um deles.
Eles também falaram sobre a comédia, que já está nos cinemas.
Guilherme (Fábio Porchat), um contador sem perspectivas que acaba de ser demitido e abandonado pela noiva, viaja para o Rio de Janeiro com o objetivo de resolver pendências da empresa que o demitiu. Em um impulso de quem não tem nada a perder, assume o lugar de um tal Marcelo, sem saber que se trata de um palestrante motivacional contratado para animar os funcionários da empresa de Denise (Dani Calabresa). Guilherme tem que colocar todos pra cima, mas talvez ele também precise desse novo Marcelo para mudar de vida.
Quem nunca pensou sobre os rumos da humanidade em um mundo tão cheio de variáveis? O cinema tem o poder do recorte sobre vários tipos de situações que se refletirmos muito bem podemos chegar a argumentos que nos fazem pensar sobre nosso planeta. Seja uma questão geopolítica, seja na arte do empreender e fazer o bem, seja pelos caminhos conflituosos da distopia, nos conflitos entre duas nações, na ganância de empresários que colocam o lucro na frente da saúde de muitos, na questão dos refugiados em todo o mundo. Para você que gosta de refletir sobre os rumos de tudo aquilo que existe, segue abaixo 10 filmes que nos fazem pensar sobre o futuro de nosso planeta:
Quem se Importa
Nesse trabalho muito interessante vamos descobrir pessoas que estão fazendo muito pelo planeta, a partir de ideias simples. O ganhador do Nobel que criou o microcrédito em uma região que sofria com agiotas, o médico que largou tudo e foi ajudar os necessitados na região norte do nosso país e criou o ‘Saúde e Alegria’ ensinando a população a se prevenir de doenças, um monge belga que cria ratos para identificar minas terrestres e tuberculose na África, a ideia de jovens que uniram a internet com o Microcrédito acreditando na simples crença da dignidade humana, a fundação do primeiro banco comunitário que surgiu em uma favela no nordeste do Brasil, a arte ganhando força com o projeto “Doutores da Alegria” que levam amor, arte e carinho à pessoas em situação difíceis nos hospitais, o americano que ajuda deficientes a se conectarem com outras pessoas através de gostos em comum, uma jovem que luta pelos direitos dos presos além de um homem que apoia os empreendedores sociais pelo mundo.
Um Pequeno Grande Plano
O destino do planeta está nas mãos das novas gerações. Em seus curtos 66 minutos de projeção, Um Pequeno Grande Plano, longa-metragem francês na seleção do Festival Varilux de Cinema Francês 2022, é um pérola que abre leques de reflexões que vão desde as questões humanitárias, como podemos contribuir para o nosso planeta, chegando na geopolítica e colocando um casamento em conflito. Dirigido por Louis Garrel (que também faz parte do elenco), o filme nos leva a pensar sobre questões que estão diariamente aos nossos olhos.
A Rede
Na trama, conhecemos um humilde pescador norte coreano chamado Nam Chul-woo (Seung-bum Ryoo), um homem que vive em uma casa super humilde e acorda cedo em busca do seu ganha pão. Certo dia, após o motor de seu barco (único patrimônio que possui e que demorou cerca de dez anos para conseguir) falhar no meio da fronteira com a Coreia do Sul, acaba indo parar do outro lado, na outra coréia e acaba sendo alvo de uma investigação criteriosa pelo lado sul coreano que quer saber se ele é algum espião enviado pelo outro lado. Sem saber direito como lidar com a situação, o pescador precisa aguentar a todo tipo de ameaça para conseguir impor a sua verdade.
A War
Na trama, conhecemos Claus Michael Pedersen (Pilou Asbæk), um militar de alta patente que lidera tropas dinamarquesas em um ambiente hostil. Claus é acima de tudo leal e muito bem visto por seu pelotão, em sua casa, a mulher e os três filhos o aguardam ansiosamente. Certo dia, após um ataque em uma expedição de rotina, o líder precisa tomar uma decisão muito difícil que mexerá com a sua vida pessoal e a de todo seu pelotão.
O Outro Lado da Esperança
Na trama, bastante peculiar e intimista, conhecemos um senhor de idade quase avançada que troca de ramo profissional e resolve ser dono de um restaurante na Finlândia. Além dessa mudança profissional, o cinquentão Wikhström (Sakari Kuosmanen) abandona a esposa e parte rumo ao desconhecido. Ao mesmo tempo, e na mesma cidade, Khaled (Sherwan Haji), um jovem refugiado Sírio acaba tendo seu visto vetado ao chegar na capital finlandesa. Esses dois universos se encontram por acaso e Wikhström resolve ajudar Khaled em sua jornada.
Nós Passarinhos
Acompanhamos a saga de algumas pessoas e suas interações, muito ligadas na emoção, sobre os novos tempos em dias de Covid-19 em circulação. Há um exemplo de muitos nos personagens. Há a reflexão sobre a solidão, aquele aniversário que precisa ser comemorado à distância, o trabalho artesanal como força de arrecadação de algum dinheiro, o batalhador que precisa do dinheiro e se expõe em tempos de pandemia com seu uber tendo poucos passageiros, muitos são os exemplos que poderíamos encontrar em muitas casas por aí.
Na trama, ambientada em uma Terra pós apocalíptica, acompanhamos o engenheiro Finch (Tom Hanks) que conseguiu sobreviver ao caos radioativo que se tornou caminhar pelo nosso planeta se refugiando na empresa onde ele trabalhava. Lá mora com ele seu cachorro, o grande amor de sua vida. Finch não está bem de saúde, pelo visto parece que a radiação a que foi exposto sempre que ia buscar comida ou algum elemento vital foi alta demais fazendo com que ele comece a construir um novo robô e o faça ensinar sobre o ser humano. O plano é fazer o robô cuidar do seu cachorro caso seja preciso. Assim, Finch e companhia embarcam em uma jornada rumo a lugar mais seguro.
Golias
Na trama, conhecemos três personagens, três destinos que se encontrarão. Patrick (Gilles Lellouche), é advogado ligado ao direito ambiental que embarca numa jornada atrás de provas contra uma poderosa empresa que usa um pesticida ofensivo para todos que tem contato. France (Emmanuelle Bercot) é uma professora de educação física que após a piora do marido percebe que precisa lutar de outras formas contra a empresa que detém os direitos de um produto usado diariamente por seu vizinho. Mathias (Pierre Niney) é um jovem destaque de uma empresa que tem o trabalho de influenciar e interferir diretamente nas decisões do poder público (lobista). Esses três destinos vão se unir na mesma estrada quando uma fazendeira comete um ato de protesto.
Nesse impactante documentário, somos teletransportados para as lentes de um dos maiores fotógrafos do planeta, o brasileiro Sebastião Salgado. Ao longo dos últimos anos, Salgado viajou o mundo registrando dramas, emoções e apresentando para quem quisesse ver muitos problemas ao redor da Terra. Por meio de fotos instigantes, somos testemunhas de um registro único de um ser humano pra lá de especial. Sua história, começou em uma cidade do interior do Brasil chamada Aimorés, único irmão entre sete irmãs, Tião, como carinhosamente é mencionado vários vezes no filme pelo seu pai, mostra ao público como a fotografia é explicada como um alguém que escreve em luz.
Na trama, acompanhamos a chegada de Laing (Tom Hiddleston), um homem solitário, de classe média, que se muda para um novo arranha céu que possui muitas peculiaridades. Aos poucos vamos percebendo, junto ao personagem principal, que os andares são divididos em classes sociais, além do edifício ter uma ‘vida própria’, lá funcionam uma espécie de shopping, tem escola, supermercado, o que faz com que seus moradores percam quase que por total a noção do mundo fora dali. Aos poucos, como a maioria das revoluções que o mundo já viu em sua história, em High Rise acontece uma rebelião dos moradores dos andares de baixo com os que moram e ostentam em suas coberturas.
Nosso continente é repleto de histórias maravilhosas que ganharam as telonas de todo o mundo. Muitas vezes exibidos nos principais festivais de cinema, alguns mal conseguem um espaço no concorrido e limitado circuito exibidor brasileiro. Há muita qualidade no cinema sul-americano que só cresce em qualidade ano após ano. Pensando nisso resolvemos indicar abaixo, não mencionando nenhum filme brasileiro para dar chances de você conhecer outras produções desse continente, 10 ótimos filmes sul-americanos que você precisa assistir uma vez na vida:
Las Acacias (Argentina)
Na trama, escrita pela dupla Pablo Giorgelli e Salvador Roselli, conhecemos o solitário viajante Rubén (Germán de Silva), um motorista de caminhão que transporta madeira como meio de sobrevivência. Certo dia, presta um favor a seu chefe e concorda em levar até Buenos Aires a paraguaia Jacinta (Hebe Duarte) e sua filhinha de 8 meses. A partir desse encontro e os quilômetros passando, uma relação muito forte e com poucas palavras é instaurada dentro do veículo.
O Homem ao Lado (Argentina)
Na produção, dirigida por Mariano Cohn e Gastón Duprat, um homem muito famoso por seu trabalho (que é uma espécie de designer) começa a se incomodar com o vizinho da frente de sua casa por conta de uma janela em construção por esse segundo. O desenrolar dessa confusão é engraçado e dramático em seu último ato. Daniel Aráoz, que faz o personagem Victor, rouba a cena, sendo o grande motor da relação espectador x filme, a cada cena uma maneira nova de prender os olhos do público, simplesmente sensacional!
Whisky (Uruguai)
Vencedor de mais de duas dezenas de prêmios, inclusive no Festival de Gramado aqui no Brasil, Whisky conta a história de Jacobo (Andrés Pazos), um dono de uma fábrica antiga de meias (que nem de longe pensa em se modernizar) que faz um acordo com sua funcionária de maior confiança, Marta (Mirella Pascual), para que ela finja ser sua esposa durante a estadia do irmão Herman (Jorge Bolani) que mora no Brasil mas vem passar uma temporada no Uruguai para um evento ligado a mãe deles. Durante esse tempo, todos os três acabam influenciando uns na vida dos outros, principalmente Marta que começa a enxergar um novo mundo de possibilidades.
A Vida dos Peixes (Chile)
É difícil pensar que um filme chileno, país de pouca expressão no mundo do cinema, possa mexer tanto com o espectador em menos de uma hora e meia de fita. Em A Vida dos Peixes, a simplicidade que sempre devemos levar em consideração em qualquer produção de orçamento baixo, é o pontapé inicial positivo desse trivial/genial longa. Pegaram poucos recursos (até mesmo locações, só tem uma) mas com muita mão-de-obra qualificada e colocaram no liquidificador, deu certo.
Papa Francisco – Conquistando Corações (Argentina)
Na linda história, baseada no livro Francisco: Vida y Revolucion, de Elisabetta Pique, conhecemos Jorge Mario Bergoglio (Darío Grandinetti), ou como gosta de ser chamado até hoje, o Padre Jorge. Somos testemunhas de sua trajetória desde o início de seu desejo em se tornar padre e todas as dificuldades que enfrentou como Arcebispo em Buenos Aires. Conflitos que vão desde o enfrentamento da ditadura militar na Argentina até a luta pelos que moram em bairros pobres em sua cidade de coração. Padre Jorge sempre seguiu seus instintos e nunca teve medo de ameaças, assim, chegou à reunião do sacro colégio de cardeais, convocado para eleger um novo pontífice (conclave) em meio a uma batalha não comentada entre os conservadores e o progressistas, se tornando Papa Francisco, sucedendo o Papa Bento XVI, que abdicou ao papado em 28 de fevereiro de 2013. Uma jornalista chamada Ana (Silvia Abascal) acompanha essa trajetória por meio de entrevistas e coberturas sobre a votação do novo Papa.
Não tenham dúvidas! Três atitudes bloqueiam o ser humano: o negativismo, o julgamento e o desequilíbrio! Dirigido pelo cineasta argentino Damián Szifrón, chegou aos cinemas brasileiros anos atrás Relatos Selvagens. Contando algumas histórias impactantes, com pontos de interseções movidas a desequilíbrios e explosões emocionais em situações extremas, o longa-metragem de tremendo sucesso no mundo inteiro é um daqueles filmes que deixam o cinéfilo sorrindo de orelha a orelha.
“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” Não há frase melhor do que essa pérola do saudoso Chaplin para definir Gloria. Dirigido pelo talentoso Sebastián Lelio, o longa-metragem já conquistou plateias de todo o mundo, principalmente em Berlim onde recebeu o concorrido Urso de prata de Melhor atriz. As dancinhas desajustadas logo no início do filme já davam a dica de que estariam prestes a acompanhar uma mulher de personalidade cativante que nos transportaria para um filme emocionante e inspirador.
Tantas Almas (Colômbia)
Na trama, conhecemos José, um homem que sustenta sua família faz anos através da pesca em uma região litorânea na Colômbia. Certo dia, após voltar de uma longa pesca de noite, descobre que integrantes de uma força paramilitar mataram seus dois filhos e os jogaram no rio. Reunindo forças de onde não tem José resolve ir atrás dos corpos dos dois filhos em um perigoso trajeto.
Na trama conhecemos Junior e Marta, filho e mãe que nunca se entenderam. Junior tem nove anos e acha que tem cabelo ruim, e por isso quer alisá-lo para sua foto no álbum de formatura principalmente para ficar parecido com um cantor famoso. O problema é que isso gera mais conflitos com sua mãe, uma mulher sofrida que sofre por angústias e atos do passado. Quanto mais Junior tenta melhorar o visual pelo amor da mãe mais ela o rejeita. Até que a criança é forçada a tomar uma decisão extremamente dolorosa.
7 Caixas (Paraguai)
Em 7 Caixas somos apresentados a Víctor (Celso Franco), um carreteiro de 17 anos, que trabalha dia e noite em um famoso mercado no centro de Assunção (Paraguai) sonhando em algum dia ser famoso e aparecer nas telinhas das televisões que lotam as lojas do grande mercado. Certo dia, recebe uma proposta diferente e misteriosa, transportar 7 caixas de madeira até um lugar, cujo conteúdo ele desconhece, em troca de uma nota rasgada ao meio de 100 dólares. Assim, ao lado de sua amiga Liz (Lali Gonzalez) precisa chegar até o seu destino fugindo de todos que não querem que isso aconteça.
O cineasta holandês Paul Verhoeven, diretor de clássicos como ‘RoboCop‘ e ‘Instinto Selvagem‘, criticou as produções da Marvel Studios e, sobretudo, os atuais blockbusters de Hollywood.
De acordo com Verhoeven, esses filmes “são até divertidos, mas não querem dizer nada“.
“Hoje, Hollywood só faz filme sobre destruir e explodir coisas. Às vezes esses filmes me divertem, mas a narrativa deles não me dizem absolutamente nada sobre quem somos neste momento da história. Não vejo muito pensamento crítico em filmes da Marvel ou mesmo de James Bond”, falou o realizador europeu.
Sobre 007, para ele, a franquia doJames Bond é símbolo de outra mudança em Hollywood criticada por Verhoeven: a falta de sexo nos grandes filmes comerciais: “Sempre houve sexo em Bond. Eles não mostravam seios, nem nada, mas as pessoas faziam sexo”.
“O sexo é a essência da nossa existência. Sem ele, não teríamos mais a espécie humana, então por que o transformamos nesse grande segredo que não pode ser falado? Há quase que um novo puritanismo na indústria”, destacou o cineasta, que ainda culpou a religiosidade e o “pensamento evangélico das últimas décadas” por esse puritanismo, apontando que ele “introduziu a ideia que a sexualidade precisa ser voltada para a família, para um homem, uma mulher e alguns filhos”.
Lembrando que o último filme de Verhoeven, ‘Benedetta‘, mostra as explorações sexuais de uma freira no século XVII.
E você, o que achou das declarações do diretor de ‘Showgirls‘, concorda?
Tony Dalton fez sua estreia no MCU como Jack Duquesne, um habilidoso espadachim e padrasto de Kate Bishop (Hailee Steinfeld).
Embora o personagem tenha sido considerado um vilão inicialmente, ele rapidamente conquistou o coração de muitos quando foi revelado como um dos mocinhos.
Conversando com o DiscussingFilm, Dalton disse que adorou interpretar o papel, especialmente depois de interpretar o vilão Lalo Salamanca por tanto tempo em ‘Better Call Saul‘.
“Eu acho que minha história com Lalo e com um monte de outros personagens meio ue induz os outros a pensarem em mim como vilão, porque eu tenho feito isso por um tempo… quatro anos interpretando um assassino, então isso não ajuda a ter uma boa imagem. Tipo, Harrison Ford sempre interpreta mocinhos, então você se surpreende quando o vê como o cara mau em ‘Revelação’. Acho que eles [da Marvel] tiveram a mesma intenção construindo Jack Duquesne, mas ao contrário.”
Questionado sobre um possível retorno ao MCU, o astro disse que:
“É claro que eu faria esse papel novamente. Foi divertido. É bom ser o mocinho, para variar. Jack é um personagem completamente diferente de Lalo. Seria legal continuar explorando sua personalidade.”
Apesar de ‘Gavião Arqueiro’ não ter sido renovada para uma segunda temporada, Jack poderia fazer uma participação na série derivada ‘Echo‘.
Nos quadrinhos, ele é conhecido como o Espadachim, então seria uma ótima oportunidade de mostrá-lo desenvolvendo suas habilidades.
Lembrando que ‘Echo’ tem estreia marcada para 2023, e a Marvel Studios já divulgou a primeira imagem oficial, dando destaque à personagem titular
Confira:
Dara Resnike e Ken Kristensen, de ‘Demolidor’ e ‘O Justiceiro‘, ficam responsáveis pelo roteiro. Sydney Freeland, de ‘Reservation Dogs’, entra como diretora.
As gravações estão ocorrendo em Atlanta, onde são rodadas as principais produções da Marvel. Originalmente, as gravações teriam início em dezembro do ano passado.
Escrita por Marion Dayre (‘Better Call Saul’), ‘Echo‘ vai explorar as origens da personagem vivida por Cox e será ambientada após os eventos de ‘Gavião Arqueiro’.
“Elias e seu irmão gêmeo Lukas chegam à casa de sua casa e a encontra com o rosto coberto por faixas − o resultado, ela explica, de uma recente cirurgia. Enquanto Lukas estranha as regras incomuns da casa, Elias desenvolve uma sinistra suspeita: e se a mulher embaixo das faixas, que os está fazendo comida e dormindo no quarto ao lado, não for realmente sua mãe?”
Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.
A década de 1990 e o começo dos anos 2000 foram bastante férteis para a insurgência das sitcoms. Séries como ‘Seinfeld’ e ‘Friends’ redefiniriam o gênero, enquanto ‘How I Met Your Mother’ tentou revitalizá-lo sem muito sucesso – pelo menos quando nos lembramos do pífio e apressado final. É claro que, quando pensamos nas comédias de situação, normalmente ambientadas em poucos cenários e com a obrigatória presença de uma fiel plateia, é quase imediato nos recordarmos de como o Disney Channel também viralizou o gênero com criações infanto-juvenis que também auxiliariam a alavancar a carreira de nomes bastante conhecidos da indústria contemporânea do entretenimento – e, à prima vista, ‘One Day at a Time’ parece ser tirado do canal que se tornou responsável por saturar ao máximo as sitcoms.
Felizmente, a série, na verdade, é muito mais profunda do que aparenta e consegue funcionar tanto como um sutil drama coming-of-age quanto uma hilária comédia familiar que traz personagens inusitados para as telinhas. Já no primeiro episódio, somos apresentados à família Alvarez, com descendência direta cubana que se mudou para Los Angeles ainda na época ditatorial de Fidel Castro, cuja estrutura é basicamente matriarcal. A responsável por tomar conta de todos é Penélope (Justina Machado), uma protetora mãe que praticamente tem uma personalidade bastante única por tudo o que já fez na vida: além de trabalhar de meio-período como enfermeira, ela serviu o Exército durante a guerra no Afeganistão e agora passa por um conturbado divórcio com seu traumatizado marido, que lutou ao seu lado e desenvolveu inúmeros problemas – se recusando a procurar ajuda.
A princípio, seria muito fácil cair nos convencionalismos narrativos de produções audiovisuais semelhantes. Porém, os criadores Gloria Calderon Kellett e Mike Royce fazem questão de se afastar de quaisquer fórmulas o máximo que conseguem, oferecendo uma perspectiva interessante que se baseia principalmente em gerações distintas. Penélope é a geração dos anos 1970 que viu o mundo mudar de forma bruta e, apesar de não ter tido todas as oportunidades possíveis, faz de tudo para que seus filhos Elena (Isabella Gomez) e Alex (Marcel Ruiz) consigam alcançar todos os seus sonhos. E até mesmo seus filhos fogem das construções esperadas: Elena é uma adolescente de quinze anos feminista e militante que tem uma consciência de classe muito grande, enquanto seu irmão mais novo se importa com sua aparência e sua posição no time de basebol da escola.
O trio possui uma química gigantesca que praticamente transborda das telinhas, mas não é nenhum deles quem rouba os holofotes. A veterana da indústria Rita Moreno, retornando com uma glória irretocável como Lydia, mãe de Penélope. Ela representa o clássico de uma forma contemporânea divertidíssima e livre de quaisquer travas, com uma personalidade complexa ao mesmo tempo em que entrega algumas das melhores falas – tão irreverentes quanto sua personagem. E o mais interessante é que, ainda que suas rápidas respostas forneçam o dinamismo que uma trama como essa precise, os momentos de drama são arquitetados com cautela extrema e colocados em cenas-ápice envolvente e emocionantes – realmente, é muito difícil segurar as lágrimas quando Lydia recorda de sua conturbada infância.
O pano de fundo da primeira temporada se restringe à aguardada festa de quinze anos de Elena, uma das tradições da cultura cubana que Penélope e sua mãe resolveram manter – mesmo mergulhadas no modo de vida norte-americano. A quinceañera é mencionada em basicamente todos os episódios, mas não de forma solta, e sim de modo a fornecer certa estrutura para a insurgência de outros assuntos de extrema importância, incluindo questões de gênero, herança, colonialismo compulsório, orientação sexual e muitas outras coisas. Logo nos primeiros capítulos, Elena lida com a perda de sua melhor amiga devido à política dos imigrantes ilegais, além de se assumir lésbica para a família; Penélope lida com dores insuportáveis e traumas do passado que não consegue compartilhar com a família; e Lydia, mesmo quebrando nossas expectativas, usa seu obscuro passado como forma de manter todos ali dentro do pequeno apartamento unidos.
É claro que, eventualmente, todos acabam funcionando como escape cômico, mas é Schneider (Todd Grinnell) que ganha também terreno fértil como o dono do prédio e vizinho nada sutil que volta e meia participa de reuniões familiares e jantares de fim de semana, além de tentar se mostrar como um homem branco heterossexual descontruído e, por fim, repetir os mesmos discursos de sempre. De qualquer forma, Schneider representa a classe majoritária e privilegiada que ao menos possui certa noção de seu local na sociedade e sempre deseja aprender aquilo que não conhece.
Em determinado momento, principalmente para concluir as pequenas tramas que se iniciam e se completam no mesmo episódio, as fórmulas das sitcoms falam mais alto e drenam um pouco o brilho e a originalidade do show. Porém, é muito fácil esquecermos desses deslizes devido às aplaudíveis atuações do elenco em geral e da belíssima e quase fabulesca mensagem que resolve entregar para os telespectadores. E é justamente na season finale que esses problemas falam mais alto e colocam em cheque uma estrutura familiar tradicional em prol da diversidade e da aceitação – e isso se mostra com uma sensibilidade ímpar que já dá nome ao jogo para o ano seguinte.
‘One Day at a Time’ alcança um patamar muito maior do que nos promete. Além de trazer discussões importantes para o público, resgata a glória do gênero cômico com diálogos muito inteligentes e que arrancam gargalhadas inúmeras vezes sem forças e sem saturar.
Você já teve a sensação de assistir a um filme que é claramente sobre um determinado assunto (que geralmente fica no centro da história), mas que, ao mesmo tempo, é circundado por dois ou mais temas paralelos que dão a impressão de não só não ajudarem em nada na história principal, mas também parecem, inclusive, atrapalhar o desenvolvimento central? Sim, você com certeza já experimentou esse tipo de sensação. E ela pode ser experenciada novamente no longa ‘Retorno’, novo suspense argentino da Netflix que, desde sua estreia, no fim de julho, tem marcado posição no Top 10 da plataforma.
Depois dos episódios traumáticos em sua vida, Pipa (Luisana Lopilato) se muda com seu filho Tobías (Benjamín Del Cerro) do sul da Argentina para o norte, em busca de sossego e de deixar o passado como policial para trás, isolada em uma fazenda em Humahuaca. Porém, a misteriosa morte de Samantha Sosa (Laura González), uma jovem que trabalhava na casa dos poderosos Carreras, fará com que Pipa deixe de lado sua aposentadoria latente da polícia argentina e passe a voluntariamente investigar o caso, a pedido de sua mãe, Alicia (Paulina García). Mas essa investigação irá mexer com os segredos dos irmãos Cruz (Aquiles Casabellas) e Mecha (Melane Narvay), e os mais ricos da cidade não deixarão barato quem meter nos planos deles…
Recheado de clichês que não acrescentam em nada, o roteiro de ‘Retorno’ passa exatamente a sensação de quem alguém teve uma ideia e, ao longo do projeto, outras pessoas foram sendo agregadas e cada uma delas veio com um pitaco mirabolante, tornando a versão final do longa uma bagunça só. Escrito por Florencia Etcheves, Mili Roque Pitt e Alejandro Montiel, o filme começa com uma festa na mansão dos Carreras e foco na jovem que trabalha lá; em seguida, acompanhamos um homem indígena ser preso por protestar pelo seu direito a terra; seguimos para a protagonista, que aparece bem depois mas que, desde que aparece, começa a liderar o enredo; voltamos para a luta indígena; começamos a refletir sobre o armamento infantil; voltamos para a luta indígena; revelados os segredos das pessoas ricas; fim da história, com a pauta indígena totalmente desimportante na trama, dando a sensação de ter sido colocada apenas para servir como pano de fundo inclusivo.
O mais surpreendente é que ‘Retorno’ é, na verdade, a conclusão de uma trilogia de filmes que ninguém lembrava que existia. Iniciada em 2018 com ‘Perdida’, depois em 2020 com o prequel ‘Presságio’, ‘Retorno’ estreia para concluir a jornada da policial Pipa, mas nem a sinopse, nem a plataforma da Netflix fizeram o favor de nos lembrar a conexão com as outras produções. Eu hein.
Com uma história que vai para todas as direções e atuações bem caricatas, fica difícil ser positivo com relação à direção de Alejandro Montiel. Vale pelo fato de o longa ter sido gravado no norte da Argentina – local comumente esquecido pelo audiovisual –, e mostrar as belezas desérticas da região. Para fazer algum sentido, sugere-se ao espectador assistir aos dois filmes anteriores – que não explicam a história atual, mas a tornam menos ruim.
Quando foi anunciada a série derivada de ‘Rogue One’: Uma História Star Wars’, os fãs ficaram animados ao descobrirem que a trama seria dedicada ao personagem Cassian Andor (Diego Luna).
E as expectativas aumentaram ainda mais quando foi confirmado que a atração não seria uma minissérie, mas que seria exploradas em várias temporadas.
No entanto, o showrunnerTony Gilroy revelou que ‘Star Wars: Andor‘ terá apenas duas temporadas, com 12 episódios cada.
Durante sua participação na coletiva de imprensa da Television Critics Association, ele disse ao The Hollywood Reporterque:
“Nossa última cena do série será no 24º episódio, e levará o público diretamente para ‘Rogue One‘, especificamente para a primeira cena de ‘Rogue One’.”
Gilroy também argumentou que, apesar do público saber que a série leva a ‘Rogue One‘ e que Cassian morre na trama, a derivada foi criada porque há muito para explorar antes dos eventos do filme de 2016.
“Estamos todos vivendo em uma pré-sequência, todos vamos morrer não é mesmo? Nem por isso deixamos de ficar curiosos com o que vai acontecer antes disso. E no cinema também é assim, você pode assistir a um filme pela 3ª vez e mesmo que o tenha visto seis meses antes… Você investe nele se o ama.”
Lembrando que ‘Star Wars: Andor’ teve sua estreia adiada de 31 de agosto para 21 de setembro.
Além do protagonista vivido por Luna, a trama conta com o retorno de Forest Whitaker como Saw Gerrera e Genevieve O’Reilly como a líder da Aliança Rebelde, Mon Mothma.
Confira o trailer:
A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.
A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.
O elenco ainda conta com Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer da aventura sobrenatural ‘Ghoster‘, que parece um “reboot não oficial” do clássico ‘Gasparzinho: O Fantasminha Camarada‘.
Confira:
Ryan Bellgardt é responsável pela direção.
Entre no mundo encantado e assombrado dessa cativante aventura familiar. Elizabeth e seu pai herdam uma casa, mas acabam descobrindo que ela é assombrada por um jovem fantasma chamado Ghoster. Ele pede a ajuda da Elizabeth para quebrar uma antiga maldição que o mantém preso na casa.
O elenco conta com Sophie Proctor, J.R. Brown, Josh Escayg, Rachel G. Whittle eDavid Henrie.
O longa será lançado em DVD e VOD no dia 11 de outubro.
Depois que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ foi lançado, o longa deixou muitas perguntas no ar…
Uma delas seria o paradeiro do Mordo original (Chiwetel Ejiofor), da Terra 616, onde acontecem os principais eventos do MCU.
Como os fãs devem se lembrar, a cena pós-créditos de ‘Doutor Estranho’ traz Mordo em uma missão de exterminar todos os usuários de magia do mundo.
Isso porque ele acredita que só assim conseguiria equilibrar a balança do universo.
No entanto, o personagem nunca mais foi visto… E o Mordo que aparece em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ é uma versão do universo 838.
Acontece que o Mordo original seria assassinado pela Feiticeira Escarlate logo no início da trama, mas a cena acabou sendo deletada.
No entanto, o ilustrador Jeremy Simser compartilhou um storyboard confirmando que a cena foi mesmo roteirizada.
Na legenda, ela escreveu:
“Sempre imagina o que aconteceu com o Mordo do Universo 616? Bem, uma resposta tardia… Isso foi o que aconteceu com ele! É sempre interessante estar envolvido à medida em que a história é refinada enquanto eu faço o storyboard. Quem sabe qual pode ser o destino final de Mordo? Eu não! Cenas deletadas não contam! (PS – eu li várias entrevistas em que o roteirista Michael Waldron fala diretamente sobre essa cena deletada, então eu sinto que é seguro postar isso).”
“Se você se lembrar do final de ‘Doutor Estranho‘, vai se lembrar que a cena pós-créditos trouxe Mordo em uma missão para matar o Mundo Mágico pior do que acontece em ‘Animais Fantásticos’. No ‘Multiverso da Loucura‘, Strange até menciona como Mordo está tentando matá-lo quando conhece sua versão Illuminati, ele diz qualquer coisa nesse sentido em sua última reunião.”
Ele continua:
“Mordo seria o principal vilão no início da sequência, mas seria uma peça para mostrar o quão poderosa Wanda se tornou. Ele iria atacá-la, mas em vão, e seria decapitado no mesmo instante. Seria uma grande maneira de começar o filme e estabelecer Wanda como a vilã.”
Infelizmente, o vídeo não explica porque a cena foi deletada.
Na versão oficial, Strange (Benedict Cumberbatch) é quem visita Wanda em sua fazenda, descobrindo que ela foi a responsável por enviar demônios atrás de America Chavez (Xochitl Gomez) pelo Multiverso.
De acordo com o Deadline, a Netflix vai adaptar os quadrinhos a série ‘Bang!’ em um filme dirigido por David Leitch (‘Trem-Bala’) e estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’).
O longa é fruto de uma parceria com a Dark Horse Entertainment e a trama será escrita por Matt Kindt, que também assina os quadrinhos, e Zak Olkewicz, roteirista de ‘Trem-Bala’.
Na trama, Elba dará vida ao espião mais famoso do mundo é enviado para rastrear e matar o líder de um culto terrorista, que se propõe a iniciar o Apocalipse com uma série de romances destinados a promover uma lavagem cerebral em seus leitores.
Além de estrelar, Elba será um dos produtores, junto com Leitch e Kelly McCormick, representantes da para 87 North Productions.
Por enquanto, ainda não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão para o início das gravações.
Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Até lá, vale lembrar que o próximo filme de Elba é ‘A Fera‘, que chega aos cinemas nacionais em 11 de agosto.
O terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), recebeu alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
Prometendo muitas cenas sangrentas com ataques de leões assassinos, o longa foi classificado pela MPA por “violência extrema, imagens sangrentas e linguagem”.
Vale lembrar que a produção chegará aos cinemas nacionais no dia 11 de agosto.
“O viúvo Dr. Nate Samuels (Elba) viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los”.
O elenco ainda conta com Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Iyana Halley (‘O Ódio que Você Semeia’) e Leah Sava Jeffries (‘Empire’).
O aguardado ‘O Predador: A Caçada‘ finalmente estreou no Star+, e uma conexão da nova produção com os filmes originais não passou batida.
*SPOILERS ABAIXO*
Em determinado momento do filme, Naru é capturada por um grupo de franceses para atrair o Predador. Quando o plano obviamente fracassa, Naru recebe ajuda de um deles: Raphael Adolini.
Em ‘Predador 2‘, de 1990, o personagem do Danny Glover recebe um “presente” de um dos predadores em celebração à sua vitória: uma pistola de pederneira com uma placa de latão que diz “Raphael Adolini 1715”. Essa é a mesma arma que a Naru usa nos eventos de ‘O Predador: A Caçada‘.
No filme de 1990, a pistola foi usada para mostrar a história dos Predadores no planeta Terra, mas esse elemento pode acabar definindo o desenvolvimento de uma nova sequência. Ao final de ‘O Predador: A Caçada‘, Naru ainda está com a pistola em seu poder, então como ela acabou com os Predadores? Essa é uma questão que apenas mais um filme pode responder.
Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!
Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.
A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.
Atualmente, Jennifer Coolidge faz sucesso como Tanya McQuoid em ‘The White Lottus‘, papel que lhe rendeu um indicação ao Emmy.
Mas não há duvidas que um dos papéis mais marcantes de sua carreira foi como Jeanine, a mãe do Stifler (Seann William Scott), na franquia ‘American Pie‘.
Mais conhecida como Sra. Stifler ou mãe do Stifler, a personagem paqueradora era famosa por seu estilo sedutor e até chegou a ter relações com Paul Finch (Eddie Kaye Thomas) – para desgosto de seu filho – várias vezes.
E parece que Coolidge se apegou à personalidade sedutora de Jeanine, revelando que já dormiu com mais de 200 pessoas após participar da franquia.
Em entrevista para a Variety, a estrela comentou sobre seu status de MILF (Mother I’d Like to F*ck) e disse que a franquia lhe rendeu mais de 200 noites de sexo com pessoas diferentes.
“Recebi muita atenção sexual por conta de ‘American Pie‘. Eu tive tipo umas 200 noites de sexo com pessoas diferentes, algo que eu nunca imaginaria antes. Houve tantos benefícios por fazer esses filmes.”
E a revelação foi encarada como um sucesso para os fãs, que compartilharam a entrevista e até chamaram a estrela de ‘rainha’ e ‘ícone’.
Lembrando que ‘American Pie – O Reencontro‘ (2012), foi o último filme da franquia principal, criada por Paul Weitz.
Em 2020, foi lançado um derivado focado no ponto de vista de protagonistas femininas.
Intitulado ‘American Pie Apresenta: Meninas ao Ataque‘, o longa acompanha as amigas Annie, Kayla, Michelle e Stephanie, que fazem um pacto para tentar resolver os problemas em suas vidas amorosas e sexuais.
Confira o trailer:
Dirigido por Mike Elliot, o filme conta com Madison Pettis (‘Treinando o Papai’) Piper Curda (‘Não Fui Eu‘), Natasha Behnam (‘Crazy Ex-Girlfriend‘), Lizze Broadway (‘InstaKiller‘), e Darren Barnet (‘Eu Nunca’).
De acordo com o TMZ, a atrizAnne Heche (‘Seis Dias, Sete Noites’) foi hospitalizada após sofrer diversas queimaduras devido a um grave acidente de carro, ocorrido ontem (05).
Foi dito que a atriz se envolveu em duas batidas… Por volta do meio-dia, ela atingiu a garagem de um complexo de apartamentos em Los Angeles, na Califórnia, EUA.
Assustados com o estrondo causado pela colisão, os moradores da região tentaram socorrer Heche, mas ela engatou a marcha à ré e fugiu do local em alta velocidade.
No mesmo quarteirão, ela acabou colidindo com uma casa, que acabou pegando fogo, junto com o carro da atriz.
Os bombeiros foram acionados e chegaram minutos após a segunda batida, quando encontraram a atriz desacordada e com queimaduras espalhadas pelo corpo.
Assim que ela foi retirada do carro, as testemunhas não faziam ideia de quem se tratava, já que suas roupas estavam carbonizadas e seu corpo foi coberto por um pano branco enquanto ela era transportada por uma maca.
Imagens divulgadas pelo portal, mostram que havia uma garrafa de tampa vermelha dentro do carro da atriz, indicando que ela devia estar embriagada.
No entanto, os exames toxicológicos ainda não foram realizados por conta de seu delicado estado de saúde, já que ela está intubada no hospital da região.
‘Batgirl‘, filme que foi CANCELADO pela Warner Bros. Discovery, se passaria no universo ‘Batman‘ (de Tim Burton) e traria uma referência à Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer.
A novidade foi revelada no podcast The Town with Matthew Belloni, revelando um momento que mostraria a máscara da Mulher-Gato em ‘Batman: O Retorno‘, de 1992.
“É um belo easter-egg. Eles mostram a máscara da Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer. Embora ela não esteja no filme, era um momento para os fãs”, afirmou.
David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery, explicou o motivo de cancelar o filme.
O executivo revelou que pretende reconstruir a marca da DC, e o cancelamento da produção foi uma consequência da reestruturação do estúdio.
“Não vamos lançar um filme a menos que nós acreditemos nele. Nós estamos fazendo um reset. Haverá uma equipe com um plano de 10 anos focada apenas nas produções da DC. Será muito similar à estrutura que Alan Horn e Bob Iger criaram com o [chefe da Marvel Studios] Kevin Feige na Disney. Nosso objetivo é engrandecer a marca e os personagens da DC, além de protegê-los. É isso que estamos fazendo.”
Sobre o motivo do longa não ser lançado na HBO Max, Zaslav declara: “Considerando os dados, nossa conclusão é que com filmes de alto orçamento lançados direto em streaming – em termos de como são assistidos na plataforma ou a recorrência do público comprar um serviço por ele – não há comparação com o que acontece quando você lança um filme nos cinemas. Então, não faz sentido lançar filmes caros direto em streaming. Estamos mudando nossa estratégia.”
Vale lembrar que ‘Batgirl‘ estava quase finalizado quando foi cancelado. Após alguns atrasos envolvendo a pandemia de COVID, o orçamento da produção cresceu de US$ 70 milhões para US$ 90 milhões. O plano original era lançar o filme direto na HBO Max, mas os executivos estavam considerando uma estreia nas telonas.
Agora, o longa não será lançado em nenhuma capacidade. Ao invés disso, a Warner Bros. Discovery usará o filme como uma redução de impostos, já que a empresa está tentando pagar bilhões em dívidas.
Após o polêmico cancelamento do filme da ‘Batgirl‘, David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery, explicou o motivo de sua decisão.
O executivo revelou que pretende reconstruir a marca da DC, e o cancelamento da produção foi uma consequência da reestruturação do estúdio.
“Não vamos lançar um filme a menos que nós acreditemos nele. Nós estamos fazendo um reset. Haverá uma equipe com um plano de 10 anos focada apenas nas produções da DC. Será muito similar à estrutura que Alan Horn e Bob Iger criaram com o [chefe da Marvel Studios] Kevin Feige na Disney. Nosso objetivo é engrandecer a marca e os personagens da DC, além de protegê-los. É isso que estamos fazendo.”
Sobre o motivo do longa não ser lançado na HBO Max, Zaslav declara: “Considerando os dados, nossa conclusão é que com filmes de alto orçamento lançados direto em streaming – em termos de como são assistidos na plataforma ou a recorrência do público comprar um serviço por ele – não há comparação com o que acontece quando você lança um filme nos cinemas. Então, não faz sentido lançar filmes caros direto em streaming. Estamos mudando nossa estratégia.”
Vale lembrar que ‘Batgirl‘ estava quase finalizado quando foi cancelado. Após alguns atrasos envolvendo a pandemia de COVID, o orçamento da produção cresceu de US$ 70 milhões para US$ 90 milhões. O plano original era lançar o filme direto na HBO Max, mas os executivos estavam considerando uma estreia nas telonas.
Agora, o longa não será lançado em nenhuma capacidade. Ao invés disso, a Warner Bros. Discovery usará o filme como uma redução de impostos, já que a empresa está tentando pagar bilhões em dívidas.
Através do Stories do Instagram, El Arbi compartilhou uma imagem revelando o encontro entre a heroína vivida por Leslie Grace e o Batman de Michael Keaton.
A imagem foi divulgada logo depois que o diretor mostrou um presente que ganhou de Keaton: uma cópia autografada do livro sobre os bastidores de ‘Batman – O Retorno‘.
“Para Adil: obrigado, me diverti muito!”, escreveu o ator no autógrafo.
Confira a imagem divulgada por El Arbi:
A Variety apurou com várias fontes citadas que a decisão da Warner Bros. Discovery de engavetar ‘Batgirl‘ – bem como uma sequência animada de ‘Scooby!‘– permitirá que o estúdio reduza os impostos sobre ambos os filmes. Isso hipoteticamente permitiria que o estúdio recuperasse os custos de ambos os projetos, desde que não monetizasse nenhum dos filmes, seja lançando-o no HBO Max ou vendendo-o para outro estúdio.
Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.
O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.
Ainda assim, a decisão de cancelar dois filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.