Site Página 3537

Chris Evans e Scarlett Johansson estrelam filme sobre exploração espacial; Conheça ‘Project Artemis’!

As estrelas Chris Evans e Scarlett Johansson estarão juntos novamente em um longa produzido pela Apple, chamado de ‘Project Artemis‘.

A produção ainda não foi amplamente explanada, nem mesmo a trama foi revelada, no entanto já sabemos que o filme vai abordar um caso de corrida espacial, segundo informações passadas pela Deadline.

Não há detalhes sobre em que ano se passará a história escrita e dirigida por Jason Bateman, também ator e realizador conhecido por trabalhos em ‘Ozark‘ (2017). Entretanto, a dupla já conhecida Johasson e Evans foram os únicos nomes do elenco anunciados até agora.

Os dois ficaram famosos por sua química em trabalhos anteriores da Marvel, onde estrelaram filmes como ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ (2014), ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (2018) e ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019).

Humanos e aliens em guerra no trailer LEGENDADO de ‘A Invasão’; Assista!

O longa ‘A Invasão: Ocupação Alienígena‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Luke Sparke , o longa é uma sequência de ‘A Invasão‘ (2018).

Dois anos depois de uma invasão alienígena na Terra, os sobreviventes em Sydney, Austrália, lutam em uma guerra terrestre desesperada. À medida que as baixas aumentam a cada dia, a resistência e seus aliados inesperados descobrem uma trama que pode levar a guerra a um combate decisivo. Com os invasores alienígenas empenhados em fazer da Terra seu novo lar, a corrida começa para salvar a humanidade.

O elenco conta com Dan Ewing, Temuera Morrison, Daniel Gillies, Lawrence Makoare, Mark Coles Smith, Jet Tranter, Jason Isaacs e Ken Jeong.

No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

Shelley Duvall, de ‘O Iluminado’, ficou traumatizada com métodos do Kubrick: “Eu chorava todos os dias”

Shelley Duvall, atriz de de 71 anos, que ficou conhecida por estrelar junto a Jack Nicholson o clássico ‘O Iluminado‘ (1980), diz ter ficado traumatizada com as filmagens do longa dirigido por Stanley Kubrick. De acordo com informações passadas, ela precisava chorar todos os dias e o diretor repetia as gravações exaustivamente.

“O Kubrick não ficava satisfeito com nada até pelo menos o 35º take. Trinta e cinco takes correndo, chorando e carregando um garotinho era muito pesado para mim. E ele queria todos atuando com tudo desde o primeiro ensaio. Era bem difícil!”, relembrou Shelley Duvall em rara entrevista concedida ao site The Hollywood Reporter.

Duvall está aposentada desde 2002, quando deixou Los Angeles e foi morar em um sítio no interior do Texas; ela vive reclusa dos holofotes e do público devido ao seu atual estado de saúde mental.

Em ‘O Iluminado‘, a atriz interpretou Wendy Torrance, esposa do escritor Jack Torrance, icônico personagem vivido por Jack Nicholson. Ambos protagonizaram uma das cenas mais clássicas do cinema em que Jack abre uma fenda em uma porta com um machado e, com feição de psicopata, enfia a cabeça no buraco chamando por ela.

Segundo Shelley, a preparação para entrar na personagem era sofrida, pois precisava estar triste e chorar todos os dias. Ela simplesmente ligava o seu walkman com músicas tristes e se concentrava em memórias traumáticas para, desse modo, conseguir encarnar Wendy Torrance.

“Eu pensava em algo muito triste da minha vida ou na saudade que sentia de familiares e de amigos. Depois de um tempo, o seu corpo se rebela. Ele lhe diz: ‘Pare de fazer isso comigo, não quero chorar todos os dias’. E, às vezes, apenas esse pensamento já me fazia chorar”, complementou emocionada. Ou seja, a pressão era imensa!

‘The Good Fight’: Carrie Preston irá retornar na 6ª temporada

De acordo com o TVLine, Carrie Preston (‘True Blood’) irá participar da 6ª temporada do drama legal ‘The Good Fight‘.

A atriz reprisará seu papel como a advogada Elsbeth Tascioni, que originalmente foi introduzida em ‘The Good Wife‘. Além de estrelar, Preston também irá dirigir um episódio do novo ciclo.

Vale lembrar que Alan Cumming também retornará como Eli Gold na nova temporada.

Criada por Michelle KingRobert KingPhil Alden Robinson, a série é um spin-off de ‘The Good Wife‘.

A trama se passa um ano depois da série original e traz um escritório de advocacia na tentativa de livrar um jovem advogado de um escândalo que está abalando sua estrutura pessoal e profissional.

O elenco inclui Christine Baranski, Cush Jumbo, Delroy Lindo, Sarah Steele, Paul Guilfoyle, Bernadette PetersMichael Sheen e Erica Tazel.

Pictured: Season 5 Key Art of the Paramount+ series THE GOOD FIGHT. Photo Cr: CBS ©2021 Paramount+, Inc. All Rights Reserved.

‘Let the Wrong One In’: Terror estilo ‘Os Garotos Perdidos’ ganha clipe SANGRENTO; Assista!

O terror cômico ‘Let the Wrong One In‘ ganhou um novo clipe sangrento.

Confira, com o trailer completo:

Conor McMahon (‘Stitches’) é responsável pela direção.

Um jovem que trabalha em um supermercado descobre que o seu irmão mais velho é um vampiro e precisa escolher entre salvá-lo ou matá-lo.

O elenco conta com Karl Rice, Eoin Duffy, Mary Murray, Lisa Haskins e Anthony Head.

O terror será lançado pela Dark Sky Films ainda em 2022.

‘Guardiões da Galáxia’: Michael Rooker quase recusou papel na Marvel para continuar em ‘The Walking Dead’

Antes de interpretar Yondu em ‘Guardiões da Galáxia’, Michael Rooker era mais conhecido por seu papel como Merle Dixon em ‘The Walking Dead‘.

No entanto, o astro quase perdeu sua chance de fazer parte do MCU porque queria continuar atuando na série de zumbis da AMC.

Durante sua participação na Fandemic Tour Atlanta, o astro revelou como ingressou na Marvel à convite do próprio diretor James Gunn.

O cineasta já havia trabalha com Rooker na comédia de terror ‘Slither‘ (2006) e no filme de heróis ‘Super‘ (2010), então já havia planejado um personagem para Rooker em ‘Guardiões da Galáxia.

À princípio, o ator recusou o convite porque achava que iria continuar atuando na 4ª temporada de TWD.

“Se Merle não tivesse morrido, eu não estaria em ‘Guardiões da Galáxia‘. Eu descobri no aeroporto [a caminho do set]. James Gunn e eu começamos a conversar e ele me disse que iria gravar Guardiões numa determinada data, mas eu disse que tinha compromisso com a AMC. Eu fiquei tipo: Ah, não! Você sabe o que isso significa, né? Eu não posso interpretar Yondu'”, disse ele (via Comic Book).

Ele ainda brincou, dizendo que ficou desempregado por cinco minutos antes de conseguir o papel na Marvel.

“Literalmente, cinco minutos depois, os produtores [de ‘The Walking Dead‘] me ligaram e disseram: ‘Ah, a propósito, estamos matando você! Você está fora da 4ª temporada!’ Eles insistiram: ‘Não conte a ninguém, é absolutamente ultra-secreto’. E eu disse: ‘Absolutamente. Com certeza não, senhor’. Depois que desligaram, eu liguei para James e disse: ‘Ei, Gunn, adivinha só?'”

Infelizmente, o carismático alien azul acabou morrendo na sequência para salvar a vida de seu amigo Peter Quill (Chris Pratt).

Mesmo assim, Rooker já disse ao Mama’s Geeky que adoraria reprisar o papel.

Questionado se gostaria de estrelar uma série pré-sequência dedicada ao personagem, ele disse que não pensaria duas vezes em assinar um contrato.

“Se houvesse uma oportunidade [de reprisar o papel], eu assinaria o contrato na hora. Eu amo Yondu e adorei a experiência que tive na Marvel. Esse papel foi escrito de uma forma muito linda, foi um dos trabalhos mais emocionantes que já fiz.”

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.

A sequência promete mudar o que conhecemos sobre o icônico grupo de heróis que cruza o universo e Gunn falou um pouco sobre o que poderemos esperar do terceiro capítulo.

Respondendo a algumas perguntas no Twitter, ele revelou que a atmosfera do set de filmagens está bastante melancólica, visto que o filme será o último para boa parte dos atores e da equipe criativa.

Quando questionado sobre como andam as coisas, ele respondeu: “honestamente, eles são ótimos, eu amo essa equipe e esse elenco. Mas há também bastante tristeza e lágrimas numa base quase diária, sabendo que este é o último filme dos ‘Guardiões’ para a maioria de nós”.

‘Cavaleiro da Lua’: Ethan Hawke se inspirou em líder de seita religiosa para construir o vilão Arthur Harrow

‘Cavaleiro da Lua’ estreia amanhã (30) na Disney+ e Ethan Hawke decidiu dar alguns detalhes sobe os planos do enigmático Arthur Harrow, vilão da série.

Em entrevista para o Comic Book, o astro disse que até se inspirou em David Koresh, líder de uma seita religiosa, para construir o personagem.

Para quem não conhece, Koresh se dizia o último profeta vivo e pregava que seus seguidores iriam dividir com ele a “riqueza prometida além da vida eterna”.

No entanto, era autoritário e foi acusado de diversos crimes, incluindo abuso sexual contra os membros da seita.

“Eu acho que Arthur ele se vê como um verdadeiro apóstolo da Deusa egípcia Ammit, a devoradora de almas. Ele acredita que ele está aqui para curar o mundo e livrá-lo dos pecadores, e sua passagem pela Terra será uma época de violência, mas a paz e a beleza que virá quando todos esses pecadores se foram, vai valer a pena… Segundo o que ele acredita.”

Hawke disse que teve que refletir sobre seu próprio sistema de crenças para se preparar para o papel.

“Acho que muitos de nós sentimos que há alguma parte em nosso interior que pode ser guiado por um sistema de crenças forte o suficiente. Muitos de nós estão perdidos, e não temos direção, por isso ansiamos por um senso de propósito, e um sistema de crenças pode realmente dar isso a você, e acho que ele apenas se ajoelhou para Ammit e se deixou ser usado. Ele não questiona seus atos, ele é absolutamente direto porque sua dedicação a essa deusa é cega. Então, de certa forma, ele é muito simples.”

Anteriormente, a Marvel Studios divulgou uma cena destacando os poderes de Harrow.

Na cena, o vilão usa sua bengala para liberar uma poderosa explosão de energia, abrindo um buraco no chão e invocando o que parece ser um demônio.

Enquanto isso, Steven Grant (Oscar Isaac) e a personagem de May Calamawy tentam fugir do local, que se assemelha a uma catacumba egípcia.

Confira:

Lembrando que ‘Cavaleiro da Lua‘ chega ao catálogo da Disney+ em 30 de março.

E aí, quais são suas expectativas?

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens pintam o rosto de RuPaul e de Dolly Parton na prévia do episódio 14×13; Confira!

WoW divulgou a prévia do décimo terceiro episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, em que as queens participam de um divertido mini-desafio cujo objetivo é pintar o rosto de RuPaul e da lendária Dolly Parton.

O episódio vai ao ar hoje, 01 de abril.

Confira:

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

‘Cavaleiro da Lua’ | Primeiro episódio prioriza seu personagem em vez do MCU e o apresenta com maestria

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao primeiro episódio de Cavaleiro da Lua, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Demorou para chegar, mas pelo que indica o primeiro episódio, a série do Cavaleiro da Lua será simplesmente fantástica. Adaptando os quadrinhos da Marvel com mais liberdade, a produção introduziu com maestria seu protagonista e as motivações de seu antagonista, usando essa dualidade entre o anti-herói e o vilão como ponto de partida para uma trama simples, mas instigante sobre misticismo, ação e fé.

Para aqueles que não estão familiarizados com a história dos quadrinhos, Marc Spector é um mercenário que é deixado para morrer no deserto egípcio, mas acaba sendo ressuscitado pelo deus Khonshu, que passa a usá-lo como seu avatar. No entanto, Marc sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade, o que faz com que ele tenha várias personalidades dentro de si, dentre elas Steve Grant, Jake Lockley e o Cavaleiro da Lua.

Na série, porém, a personalidade “mandante” do corpo do protagonista é Steven Grant (Oscar Isaac), um rapaz que trabalha no museu, que vive tendo flashes de uma vida de aventuras como Marc Spector, um mercenário problemático. Porém, ele logo percebe que essas lembranças não são sonhos. E quando os problemas de Marc começam a afetá-lo, a coisa fica séria.

E a forma que a direção encontrou para mostrar essas diversas personalidades foi brilhante. Usando a fotografia a seu favor, ele faz várias tomadas com enquadramentos que refletem o Steven em poças, espelhos e janelas, dando sempre a impressão de que ele nunca está sozinho, já que as vozes das outras personalidades que residem nele o acompanham eternamente. Além disso, praticamente tudo ao redor do protagonista, incluindo o aquário de seu peixinho dourado, faz referência ao Egito, lugar da morte e renascimento de Marc Spector. Quando anunciaram que o Cavaleiro da Lua ganharia uma série, a maior preocupação dos fãs foi justamente sobre como o transtorno e as personalidades seriam retratados. Mas agora acho que já estão todos tranquilos sobre isso.

Da mesma forma, nos quadrinhos, o anti-herói é um personagem extremamente violento e que não costuma ter compaixão de seus inimigos. Na série do Disney+, por conta da baixa classificação etária, não teria como mostrar o personagem esfacelando o rosto dos outros, então, a alternativa encontrada foi não exibir as cenas de violência, mas deixar os corpos ensanguentados expostos. Desse jeito, eles sugerem a brutalidade do anti-herói e não esbarram nas limitações da classificação etária. Foi uma saída inteligente e que deu um ar diferenciado para a produção, que parece ter um jeito mais de série da Netflix do que efetivamente do streaming da Disney.

Do outro lado da história, o vilão, Arthur Harrow, interpretado por Ethan Hawke, faz sua estreia já referenciando sua versão das HQs, aonde ele era um médico que buscava inibir os nervos de dor no corpo humano, o que ele parece ter conseguido na série, já que sua primeira cena é pisando em cacos de vidro com muita normalidade. Ao longo do episódio, ele explica ser o líder de um culto à Ammit, um demônio egípcio que devorava as almas pecadoras. Sua ligação com a entidade parece ser similar à de Steven/ Marc com Khonshu. E como eles representam ideias conflitantes na mitologia egípcia, o confronto entre “herói” e vilão provavelmente será justificado por essa guerra divina.

Falando nisso, a questão da cultura egípcia só deixa tudo mais incrível no episódio. As peças no museu, o visual de Khonshu, a história que liga os personagens e o leque de possibilidades desse aspecto ser explorado é de deixar qualquer um que assista a esse capítulo ansioso para o que vem por aí. Além disso, a cena final, em que finalmente é revelado o visual do Cavaleiro da Lua, vemos o personagem enfrentar um vilão com jeitão de cachorro, fazendo referência ao embate do Cavaleiro contra o Lobisomem, em sua estreia nos quadrinhos.

E se você tiver um pouco mais de conhecimento acerca da mitologia do próprio Cavaleiro da Lua, provavelmente identificou três personagens dos quadrinhos que foram mencionados ou adaptados para a telinha. A começar pela chefe de Steven no museu, Donna, que adapta a assessora de Marc nos quadrinhos. Outro conhecido do protagonista a dar as caras é Bertrand Crawley, a estátua humana com quem Steven conversa na praça. Nas HQs, ele é um informante do anti-herói. Por fim, em meio às ligações perdidas no celular de Marc, é possível ver o nome Duchamp. Nos quadrinhos, Jean-Paul Duchamp, o Francês, é o melhor amigo de Marc Spector e aparece em grande parte das aventuras originais do anti-herói.

Com todos esses elementos, o primeiro episódio faz valer seus cerca de 40 minutos de duração, usados inteiramente para introduzir seus personagens e a trama, deixando de lado as tradicionais menções ao MCU e a outros heróis. Essa independência da série é algo positivo para a produção e para o personagem em si, que parece ganhar uma liberdade maior para seu próprio núcleo.

Os novos episódios de Cavaleiro da Lua estreiam toda quarta no Disney+.

Oi? Vídeo viraliza ao mostrar REAÇÃO de Jada ao tapa de Will Smith em outro ângulo; Assista!

Como todos nós sabemos, Will Smith agrediu Chris Rock com um tapa após não gostar de uma piada feita pelo comediante para com sua esposa, Jada Pinkett-Smith. Em um vídeo publicado no Tik Tok é mostrado, por um novo ângulo, a reação da atriz, que sofre com alopecia, uma condição que a faz perder os pelos do corpo.

Um usuário chamado @305hoodhero fez o upload do arquivo somente na manhã desta quinta-feira (31), onde é possível ver que Jada continua sentada em sua cadeira e que RI quando Chris comenta que levou um tapa de Will. Veja a cena abaixo:

@305hoodhero Bet y’all ain’t see it from this Angle 😂 Watch Jada’s reaction!!! Staged or She just Psycho? 😂 🤔 #fyp #foryoupage #staged #oscars #willsmith #chrisrock ♬ original sound – Big O

Depois de Smith estapear o comediante, o vencedor do prêmio de Melhor Ator se acomoda em seu assento e grita: “Tira o nome da minha mulher da porra da sua boca”, e a cerimônia continua rolando como se nada tivesse acontecido.

De acordo com o TMZ, A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas mentiu ao comunicar que convidou Will Smith a se retirar do Oscar 2022. Mais cedo, a organização afirmou que pediu para que ele saísse do evento, mas o ator se recusou.

Artigo | ‘Ed Wood’: por que você precisa conhecer esse ultrajante e divertido clássico de Tim Burton

Ed Wood tornou-se um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica pelos motivos errados: além de seu duvidoso gosto em relação a boas histórias e até mesmo à construção fílmica, o cineasta ganhou uma fama póstuma como um dos piores de sua geração e, quase de forma irônica, seus filmes B adquiriram uma legião de fãs sedentos pelo tom escrachado de suas narrativas, incluindo os efeitos especiais de baixíssimo orçamento e o reaproveitamento dos materiais arquivados por companhia muito conhecidas, como por exemplo a Universal Pictures. Como se não bastasse, Wood também foi responsável por reinserir o nome do obsoleto Bela Lugosi, imortalizado por sua rendição Conde Drácula, dentro do meio do entretenimento, visto que era um irremediável fã do ator.

Sua tragicômica história é vista com ares humorísticos – e talvez encará-la de outra forma seria uma saída um tanto quanto angustiante. Não se pode negar que ele dialoga essencialmente com a ideia do “sonho americano” – talvez a premissa que tenha inspirado outro conhecido nome dessa esfera, Tommy Wiseau (que também ganhou sua própria biopic) -, e Tim Burton parece ter se apaixonado por essa incrível trama de superação e decadência. É quase estranho imaginar uma mente tão distorcido quanto essa realizando uma investida no mundo cinebiográfico, principalmente se levarmos em consideração suas obras anteriores como Os Fantasmas se Divertem’ e Edward Mãos de Tesoura’. O resultado, que poderia ter fadado ao fracasso, na verdade transforma-se em uma de suas melhores histórias – e tudo com uma perspectiva completamente aversa ao convencionalismo do gênero.

Como já sabemos, a trama principal gira em torno de Edward D. Wood Jr. e suas tentativas de escalação social dentro de um dos meios laborais mais cruéis e viscerais do mundo. Ele inicialmente é um diretor teatral responsável por produções bombardeadas pela crítica. É muito interessante notar sua decadência sendo externalizada por um cenário tão caótico quanto – a primeira sequência na verdade alterna entre o palco e uma plateia quase vazia, exceto por um balde que serve para conter uma irritante goteira, e uma velha senhora que parece não saber onde está exatamente. Mesmo assim, o cego otimismo e confiança de Ed permanece inabalável: ele diz para si mesmo e para sua trupe de artistas que eles fizeram um grande trabalho e que ele não consegue crer que a imprensa perdeu a estreia mundial de sua peça, mandando um representante para cobrir o evento.

Johnny Depp retorna agora como constante colaborador de Burton no personagem-título: sua caracterização é exímia e memorável, marcado por uma expressão facial que é cômica e assustadora ao mesmo tempo, afastando-se da inexpressividade robótica de seu papel anterior e fornecendo uma inebriante e crescente loucura que encontra várias brechas para explorações mais complexas. Afinal, Ed também trazia consigo certos fetiches que conversavam com sua inerência pelo estranho e pelo bizarro – incluindo uma afinidade por casacos de angorá e por travestir-se de mulher (ainda que isso seja revelado um pouco mais para frente). De qualquer modo, sua personalidade é única, e ninguém pode negar que ele se entregava de corpo e alma para suas produções.

A oportunidade de mostrar suas “habilidades” finalmente dá às caras quando uma pequena produtora resolve produzir um longa acerca de uma mulher transexual. O diretor logo utiliza de seu inegável charme para conseguir abraçar o projeto juntamente à sua namorada Dolores Fuller (Sarah Jessica Parker), a qual o auxiliava participando como atriz e datilógrafa dos roteiros. Entretanto, ainda que seu fracasso iminente entre em um arco de foreshadowing principalmente pela estética escolhida por Burton, Ed tem plena ciência de que o show business e o mundo do entretenimento prezam por grandes nomes – e é nesse momento que ele se encontra com o lendário Bela Lugosi (encarnado pelo aplaudível Martin Landau), o qual caiu no esquecimento mas recebeu uma proposta de retornar ao prometido estrelato.

Ainda que a narrativa seja previsível – não em relação à construção do roteiro ou até com a presença dos diálogos, visto que a perspectiva fornecida por Scott Alexander é tão metafórica quanto propositalmente canastrona, principalmente no tocante aos monólogos proferidos por Ed e por Bela -, o ponto de maior encantamento sem dúvida reside à técnica. Posso dizer sem sobra de dúvida que Ed Wood é o ápice de sua carreira como diretor e storyteller por não apenas ser uma obra original, trazendo maneirismos estéticos que conversam com o macabro cosmos pelo qual ficou conhecido, mas por evocar uma nostalgia cinematográfica de grandes clássicos do cinema.

Desde a opção por deixar o produto final em preto-e-branco até a utilização de transições fluidas e que seguem a rigidez formulaica de obras das décadas de 1930 e 1940, o diretor inclui sua homenagem tanto a Ed quanto a nomes como Alfred Hitchcock, resgatando elementos de seus suspenses psicológicos dentro de um escopo mais suave e cômico. Além dos enquadramentos que prezam por um intimismo cênico, temos a presença de inúmeras referências ao cinema noir, que em si já é uma amálgama mimética ao expressionismo alemão e ao neorrealismo italiano: temos a constante presença do triângulo de Rembrandt, uma identidade cuja finalidade é esconder as feições de um personagem à meia-luz deixando-o com uma atmosfera dúbia, principalmente quando reforçada pela excessiva presença da fumaça – seja da ambiência externa, seja dos cigarros. Até mesmo a representação dos personagens, que buscam seus objetivos no niilismo e do hedonismo, conversa com essas vertentes criativas mais forte do que se espera.

Burton também entrega-se a fazer sua homenagem ao protagonista ao colocar referências ao icônico Cidadão Kane’, obra-prima de Orson Welles que nunca recebeu o mérito que deveria à época de seu lançamento. Há um breve momento, seguindo os padrões dramáticos desse longa em questão, em que Orson e Ed se encontram e tem uma breve discussão sobre a indústria do cinema e como aquele é um jogo sanguinário e uma pura carnificina que usa e abusa até que a última gota de vida seja esvaída. Apesar do confronto ter um ar melodramático – perscrutado por uma rendição mais floreada da trilha sonora de O Lago dos Cisnes’ -, tudo caminha em uma fluidez muito interessante e envolvente.

Ed Wood é ultrajantemente divertido e incrível. Além de performances muito bem delineadas e um escopo sólido, essa obra emerge como a principal base para a promissora carreira de Burton, mostrando que sua versatilidade e sua habilidade narrativa não se restringem apenas à ode do bizarro, mas também a dramas verossímeis que refletem o sonho de muitas pessoas – incluindo o seu próprio.

Pabllo Vittar e Rina Sawayama unem forças com a enérgica colaboração “Follow Me”; Ouça!

A mundialmente famosa drag queen Pabllo Vittar lançou hoje (31) a aguardada colaboração “Follow Me”, performada ao lado da aclamada artista Rina Sawayama.

A música já está disponível em todas as plataformas de streaming, enquanto o videoclipe será lançado amanhã, 01 de abril. Uma prévia da canção havia sido performada no último dia 25, durante a apresentação da cantora no Lollapalooza 2022.

A faixa deve funcionar como lead single de seu próximo álbum de estúdio.

Ouça:

Vittar tornou-se mundialmente conhecida após o lançamento de seu álbum de estreia, Vai Passar Mal, que trouxe diversos sucessos comerciais e caiu no gosto popular da comunidade LGBTQ+. Em 2018, divulgou Não Para Não, que teve recepção sólida por parte da crítica e entrou para diversas listas de veículos de imprensa como um dos melhores álbuns nacionais do ano (incluindo a Rolling Stones Brasil).

Seu terceiro álbum, 111, também veio acompanhado de um compilado de remixes que contou com colaborações como Lorena SimpsonJalooPocah. Seu quarto álbum, Batidão Tropical, foi lançado no ano passado e contou com músicas como “Triste com T”“Ama Sofre Chora”.

Durante sua carreira, a artista levou para casa dois troféus APCA, um prêmio Multishow de Música Brasileira, um MTV Millenial Awards Brasil, um MTV Europe Music Awards, além de ter sido indicada a um Grammy Latino.

Harry Styles lança “As It Was”, primeiro single do álbum ‘Harry’s House’; Ouça!

O vencedor do Grammy Harry Styles divulgou hoje (31) o lead single oficial de ‘Harry’s House’, seu 3º álbum de estúdio, acompanhado de um belíssimo videoclipe.

O álbum, que foi anunciado há algumas semanas, será lançado oficialmente no dia 20 de maio de 2022.

Confira:

Tendo começado sua carreira com a boyband One Direction, Styles apostou em sua carreira solo em 2017, com o lançamento de seu álbum homônimo. Em 2019, seu segundo CD, Fine Line, debutou em primeiro lugar nas paradas da Billboard 200 e ganhou críticas bastante positivas, além de ter garantido ao artista um gramofone dourado pela ótima faixa “Watermelon Sugar”.

O cantor também já fez sua estreia como ator em Dunkirk, aclamado drama de guerra dirigido por Christopher Nolan, além de ter participado do recente Eternos.

Kylie Minogue divulga clipe de “Can’t Stop Writing Songs About You”, colaboração com Gloria Gaynor

A vencedora do Grammy Kylie Minogue lançou hoje (31) o clipe oficial de “Can’t Stop Writing Songs About You”, colaboração com a lendária musa Gloria Gaynor para o álbum Disco: Guest List Edition’.

A nova versão também conta com a presença de Dua LipaJessie Ware e Years & Years, e já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira:

Crítica | ‘Disco’ é o melhor álbum de Kylie Minogue em dez anos

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Joss Stone anuncia show em São Paulo para o dia 1º de junho!

A famosa e icônica cantora e compositora Joss Stone anunciou hoje (31) que virá para São Paulo com sua turnê ‘Never Forget My Love’ e se apresentará no dia 1º de junho no Espaço das Américas.

O público poderá adquirir os ingressos a partir do dia 06 de abril, no site da Eventim. Clientes do C6 Bank Mastercard terão a chance de comprar as entradas na pré-venda, que acontece entre os dias 04 e 05 de abril, a partir das 10h, no mesmo site (além de terem benefício maior de parcelamento).

Live Nation Brasil fica responsável por supervisionar o show.

KT Tunstall, conhecida mundialmente pela canção “Suddenly I See” (que entrou para a trilha sonora do elogiado ‘O Diabo Veste Prada’), será a atração convidada do show.

A turnê acompanha o álbum de mesmo nome, lançado em fevereiro deste ano e composto por 10 músicas originais, incluindo o single titular e as canções promocionais “Breaking Each Other’s Heart”“Oh To Be Loved by You”.

Stone ascendeu à fama no final de 2003 com o elogiado e bem-sucedido ‘The Soul Sessions’, e já foi comparada a Aretha Franklin por sua orientação artística R&Bsoul. Ela já lançou oito álbuns ao longo de sua carreira, conquistando um Grammy e outras três indicações, além de duas estatuetas do BRIT Awards.

‘Morbius’: Matt Smith fala como foi trabalhar com o excêntrico Jared Leto

Jared Leto é hoje um dos atores que mais chamam atenção em Hollywood, e não apenas pela fama, mas pelas histórias sobre os métodos extremos de atuação da estrela vencedora do Oscar. Seja em ‘Casa Gucci‘ ou ‘Esquadrão Suicida‘, Leto é famoso por ser um ator que desafia os seus colegas de trabalho, já que tende a permanecer no personagem o tempo inteiro.

No período do pré-lançamento de ‘Morbius‘ neste fim de semana, não tivemos muitas informações sobre o que Jared Leto aprontou no set do novo filme da Marvel. Ou seja, parece que ele não estava por aí acreditando que era um super-herói vampiro de verdade. Ainda assim, parece que trabalhar com Leto no permanece sendo uma experiência única, como percebemos em alguns comentários feitos por Matt Smith, parceiro de Leto no filme.

Ao falar com o Sci-Fi Now, Smith revelou que achou “interessante” dividir cenas com Leto. Ele fez elogios moderados: “Achei muito divertido, muito agradável de fazer”.

O antigo Doctor Who foi também questionado sobre o método de atuação em geral, ao qual Smith admitiu que está interessado na ideia, mas ele não ver necessidade de continuar com o personagem fora do set: “Sim, acho isso interessante. Acho que poderia acontecer naturalmente em um set de filmagem. Eu não acho que isso deva ser comum por uns quatro meses. Eu acho que você pode fazer isso por um dia, sei lá…”

Isso acontece porque outros atores que contracenaram com Leto, como Anne Hathaway, falaram que era como se aquela não fosse a pessoa real dele.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de março.

Curiosidades | ‘Victor ou Victoria?’, clássico estrelado por Julie Andrews, completa 40 anos!

Julie Andrews é um dos maiores ícones da história do cinema e da televisão e já imortalizou personagens icônicos da cultura pop, como Mary Poppins no aclamado musical homônimo e a Rainha Clarisse Renaldi na mini-franquia ‘O Diário da Princesa’. Entretanto, não é apenas por esses papéis que ela é conhecida.

Em 1982, Andrews estrelou uma das comédias musicais que definiram o final do século passado, ‘Victor ou Victoria?’. Dirigido por Blake Edwards, a trama se passa em meados da década de 1930 em Paris, França, e acompanha Victoria Grant (Andrews) é uma cantora lírica desempregada que conhece Carroll Todd (Robert Preston), um cantor homossexual que tinha sido recentemente demitido. Juntos eles articulam um plano, no qual ela se faz passar por um homem, Conde Victor Grezhinski, que é um transformista. Mas surge um problema quando ela se apaixona por King Marchand (James Garner), um gângster, sendo que caso ela se declare assume ser uma farsa.

Conquistando sete indicações ao Oscar, incluindo Melhor Atriz, e levando uma estatueta para casa por Melhor Trilha Sonora Original, o longa também trouxe nomes como Lesley Ann WarrenAlex KarrasJohn Rhys-Davies às telonas e fez um grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$165 milhões mundialmente.

Para celebrar seu iminente 40º aniversário, o CinePOP preparou essa singela lista, elencando algumas curiosidades de bastidores que você confere abaixo:

  • Preston fez o número musical final em apenas uma tomada, o que explica o fato de ele estar claramente sem fôlego, fisicamente estressado e suando profusamente durante a segunda metade da performance.
  • O filme estava em planejamento desde 1978, com Andrews co-estrelando ao lado de Peter Sellers. Entretanto, Sellers morreu em 1980, motivo pelo qual Preston ser escalado para interpretar Caroll “Toddy” Todd.

  • A apresentação de Andrews em “Le Jazz Hot”, ao lado da verossimilhança de sua performance em geral, foi possível por seu alcance vocal de quatro oitavas, o que a permitia cantar notas mais baixas de um tenor e também as notas altas de uma soprano, com transições suaves.
  • O jovem rapaz que diz que Victor é “divino” nos ensaios é ninguém menos que o filho de Edwards e o enteado de Andrews, Geoffrey Edwards.
  • O figurino usado por Andrews no número “The Shady Dame From Seville” é o mesmo utilizado por Preston no final do filme.

  • As baratas estavam em uma espécie de coma congelado. Elas eram colocadas quando necessárias na cena e aquecidas com um secador de cabelos. A equipe apenas esperava que elas fossem na direção certa – e ninguém sabia para onde elas iam depois que as filmagens das cenas terminavam.
  • ‘Victor ou Victoria?’ foi incluído na lista dos 100 Filmes Americanos mais Engraçados do American Film Institute, em 2000.
  • Pouco tempo depois, o filme se tornou a base de um grandioso e bem-sucedido musical da Broadway, também dirigido por Edwards e estrelado por Andrews.

  • O Detetive Charles Bovin, interpretado por Herb Tanney, serviu de inspiração para o Inspetor Chefe Jacques Clouseau, da franquia cômica ‘A Pantera Cor de Rosa’, comandada por Edwards anos mais tarde.
  • Warren recebeu a oferta de interpretar Norma Cassidy na versão teatral do longa, mas teve de recusar o projeto em virtude de outros compromissos.

‘Obi-Wan Kenobi’ será lançada no MESMO dia que a 4ª temporada de ‘Stranger Things’

Preparados para uma batalha? De acordo com o TVLine, o Disney+ adiou em DOIS dias o lançamento de ‘Obi-Wan Kenobi‘. Agora, os dois primeiros episódios da série irão estrear no dia 27 de maio.

Com a mudança, a produção baterá de frente com a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, que será lançada no mesmo dia.

Confira o anúncio:

Lembrando que a série é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Além de Ewan McGregor e Hayden Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Moses Ingram (‘O Gamito da Rainha’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

‘Ramy’: Bella Hadid entra para o elenco da 3ª temporada

De acordo com o TVLine, a supermodelo Bella Hadid entrou para o elenco da 3ª temporada da aclamada série ‘Ramy‘.

Esse será o seu primeiro grande papel como atriz, que participará da produção em caráter recorrente. Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Sem data anunciada, o próximo ciclo deve estrear ainda em 2022.

O jovem Ramy, filho de imigrantes egípcios, se encontra perdido em meio a uma jornada espiritual conflitante. Ele se vê num fogo cruzado entre sua comunidade muçulmana, que acha que a vida é um teste constante, seus amigos millenials, que pensam que a vida é cheia de infinitas possibilidades, e um Deus que está sempre assistindo a tudo isso acontecer.

O elenco conta com Ramy YoussefDavid MerhejeHiam Abbass, Amr Waked e Mahershala Ali.

‘NCIS’ é renovada para a 20ª temporada

A CBS renovou oficialmente o drama investigativo ‘NCIS‘ para a 20ª temporada.

Além disso, as produções derivadas ‘NCIS: Los Angeles‘ e ‘NCIS: Hawaii‘ também foram renovados para a 14ª e 2ª temporada, respectivamente.

Criada por Donald P. BellisarioDon McGill, a série ainda possui dois derivados, ‘NCIS: Los Angeles‘ e ‘NCIS: New Orleans‘.

A trama segue uma equipe de agentes especiais cuja missão é investigar qualquer crime que tem provas ligadas a pessoas da Marinha, sem levar em consideração cargos e posições. Comandando esta equipe, que opera fora do círculo militar, está o Agente Especial Leroy Jethro Gibbs (Harmon), um investigador altamente habilidoso, esperto, violento e seguidor de regras para fazer seu trabalho.

O elenco conta com Sean Murray, Emily Wickersham, Wilmer Valderrama, Maria Bello, Brian Dietzen, Diona Reasonover, Rocky Carroll e David McCallum.