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‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no novo teaser oficial do reality show; Confira!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians’, ganhou mais um teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Confira:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | Beyoncé celebra o house e o disco com o nostálgico álbum ‘Renaissance – Act I’

Fazia seis anos desde que Beyoncé Knowles-Carter nos agraciava com projetos solos – sendo que a última vez que parou o mundo da música com suas produções icônicas foi com o aclamado e revolucionário ‘Lemonade’. Desde então, lançou uma colaboração ao lado do marido, Jay-Z, participou do remake em live-action de ‘O Rei Leão’ (entrando como curadora do ótimo ‘The Gift’, em celebração ao longa-metragem), e comandou o incrível ‘Black Is King’, que foi ovacionado ao redor do mundo por suas mensagens de empoderamento e de exaltação da cultura afro-americana. Agora, ela está pronta para causar mais um impacto no cenário fonográfico com a estreia do vindouro ‘Renaissance – Act I’.

O anúncio não poderia ter vindo em melhor hora – e o próprio material promocional nos dava algumas dicas do que poderíamos esperar. Afinal, Queen B confirmou que o projeto em questão funcionará como uma trilogia sonora e que traz, como uma de suas inspirações, um tio gay que morreu de HIV e que foi responsável por introduzi-la a diversos estilos musicais que influenciaram sua identidade. Além disso, construiu uma espécie de cosmos escapista como resposta aos duros anos enfrentados durante a pandemia de COVID-19, nos arremessando de volta para os anos 1970 e o auge do Studio 54 ao aparecer montada em um cavalo de cristal e abraçando a vibrante essência do house com o lead single “Break My Soul”, cujas referências exalam a sagacidade da performer em saber como se manter original.

A verdade é que o primeiro capítulo de ‘Renaissance’ marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady Gaga, Dua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre ‘Lemonade’ e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap.

A faixa de abertura pode não ser uma das mais fortes da discografia de Beyoncé, mas é um jeito sólido e envolvente o suficiente para nos preparar ao que apenas podemos caracterizar como um louvor explosivo das pistas de dança e da capacidade de unir as pessoas sob um mesmo teto. Os experimentalismos permanecem e servem como elo para que a própria artista navegue em sua aventura pelo que bem quiser fazer: “Cozy” mantém-se fiel ao tropical house, mas abre espaço para o slap e para o deep house através de uma rendição vocal certeira e confiante (que não é muita surpresa, considerando as belíssimas performances que fizera nas décadas passadas); “Alien Superstar” mergulha no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”); e “Cuff It” é infundido em um clássico disco ready-made destinado a levar seus fãs a se divertirem sob um globo de espelhos e pincelados pelos holofotes estroboscópicos das baladas (uma escolha digna de estar em todas as playlists).

Apesar de abrir espaço para coisas diferentes, é notável como Beyoncé se recusa a abandonar suas raízes. Vemos em “Church Girl” que as escolhas instrumentais remontam ao trap e ao rap que outrora ajudaram a colocá-la no centro dos holofotes, além das influências do garage house que adornam as camadas secundárias da faixa; nomes como Donna Summer, Diana Ross, Prince e tantas outras lendas da música são homenageados pelo encontro impactante do funk, do disco e do electro-pop em “Virgo’s Groove” e em “Plastic Off the Sofa”; e “Move” oferece uma modernização do saudosismo fonográfico, principalmente por trazê-la em uma colaboração irretocável com ninguém menos que Grace Jones e Tems.

Há algumas repetições que aparecem na obra – mas isso não necessariamente posa como um problema, ainda mais quando analisamos a sequência de canções que domina a segunda metade do compilado. Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

Depois de tanto esperarmos, Beyoncé finalmente voltou ao cenário musical com ‘Renaissance – Act I’ – e só posso dizer que tanta espera valeu muito a pena. Exalando uma riqueza de detalhe e uma cautela invejável para cada engrenagem das faixas, lidamos com o melhor dos dois mundos em um festejo da música house dentro do que podemos encarar como um dos grandes álbuns não apenas do ano, mas da década.

Nota por faixa:

1. I’m That Girl – 4/5
2. Cozy – 5/5
3. Alien Superstar – 5/5
4. Cuff It – 5/5
5. Energy, feat. Beam – 4,5/5
6. Break My Soul – 4/5
7. Church Girl – 4/5
8. Plastic Off the Sofa – 5/5
9. Virgo’s Groove – 5/5
10. Move, feat. Grace Jones e Tems – 5/5
11. Heated – 5/5
12. Thique – 4,5/5
13. All Up in Your Mind – 5/5
14. America Has a Problem – 4,5/5
15. Pure/Honey – 5/5
16. Summer Renaissance – 5/5

Artigo | ‘Final Space’ é uma incrível animação sci-fi que você precisa conhecer

Nos últimos anos, a Netflix vem investindo esforços em diversas produções de ficção científica, misturando o gênero com diversos outros espectros narrativos. Tivemos, por exemplo, a subestimada ‘Star Trek: Discovery’ e o thriller ‘Aniquilação’, bem como a recente produção ‘1899’ (que foi cancelada após uma temporada). E, em meio a um mar de títulos que chegam todos os dias à gigante do streaming, um deles provavelmente passou longe do seu radar: a animação ‘Final Space’. 

A princípio, é quase impossível delinear qualquer traço narrativo que faça sentido: a cena de abertura da temporada traz um astronauta vagando perdidamente pelo espaço, com apenas dez minutos restantes de oxigênio, já entregue ao seu fatal destino e tendo como única companhia a inteligência artificial de sua antiga nave, a Galaxy One. Momentos depois, somos transportados para um passado não tão distante no qual as coisas passam a ter uma estruturação mais compreensível: o astronauta, na verdade, se chama Gary Goodspeed (Olan Rogers) e cumpre pena como único tripulante da espaçonave em companhia de robôs. A cada dia, ele parece tentar se comunicar com uma espécie de amor perdido, mandando-lhe mensagens em vídeo sem qualquer resposta, mas que mantêm sua sanidade intacta. Ele é vigiado constantemente pelo computador de bordo HUE (Tom Kenny) e pelo irritante auxiliar KVN (Fred Armisen), os quais ama odiar. 

Já no episódio piloto percebemos a total irreverência construída por Rogers e David Sacks, ambos showrunners. Assim como recentes seriados da própria plataforma, a história não é para crianças e busca uma rebeldia transgressora que mantém paralelismos com Rick and Morty’ e BoJack Horseman’, trazendo certas críticas interessantes, mas que infelizmente se perdem ao longo do excesso de fantasia e impossibilidades. No geral, lidamos com uma jornada do herói que emula certos aspectos de famosas franquias de ficção científica (Star Wars’, por exemplo) e que não se preocupa com entregar-se a uma carga dramática catártica. Gary personifica um jovem galã afundado nas próprias metáforas vencidas e que carrega, ao mesmo tempo, uma necessidade de se provar útil para alguma coisa – afinal, seu coração ainda é puro e ele sempre se coloca na frente de todos, ainda que desajeitado. 

Tudo muda de perspectiva quando uma pequena criatura apelidada de Mooncake aparece na Galaxy e traz consigo uma horda de guerreiros malignos que tenta a todo custo sequestra-lo. Entretanto, os tripulantes conseguem vencê-los e mantém o gato humanoide Avocato (Coty Galloway) como refém, tentando arrancar algumas informações. Em meados da primeira parte, o antagonista se transforma em um aliado inesperado, revelando sua verdadeira história e convencendo o nosso herói a ajudá-lo a combater um inimigo muito mais poderoso para resgatar seu filho, Gatito (Steven Yeun). A partir disso, o time de roteiristas passa a fazer escolhas um tanto quanto interessantes para dar continuidade à trama principal e aumentar a complexidade dos arcos apresentados; entretanto, os eventos se desenrolam quase subjugados ao pano de fundo e não abrem brechas. 

Em se tratando de uma série de comédia, narrativas secundárias são importantes para a criação de um ritmo envolvente e frenético, impedindo que o público caia nas ruínas da monotonia. Em grande parte da temporada isso acontece, apesar de alguns deslizes que quebram uma estrutura sólida e nos desligam do universo ao qual somos apresentados. De qualquer modo, os irônicos e propositalmente autoexplicativos diálogos, combinado à química do elenco, conseguem varrer os claros equívocos para debaixo do tapete – e aqui abro um parênteses para uma performance incrível, ainda que um pouco over-the-top, de David Tennant como Lorde Commander, o principal obstáculo a ser enfrentado pelos protagonistas. Além da incrível versatilidade cênica, que compõe cliffhangers angustiantes, os clímaces e viradas são muito bem pontuados e chocantes, e brincam com todas as ideias já exploradas pelo gênero, desde as viagens no tempo até as fendas cósmicas. 

E é claro que o enlace romântico não poderia deixar de existir, e aqui ele insurge na figura da guerreira-cientista Quinn (Tika Sumpter), que parece brotar do nada, mas mantém relações inesperadas com Gary e até mesmo com sua família. Ela é a representação do arquétipo da inteligência e da proteção, que eventualmente entrega a própria vida por uma causa maior e representa um sacrifício não premeditado para a conclusão do arco do herói – o qual, com grande surpresa, não encontra seu fim, mas um gancho assustador para uma futura temporada. 

A animação não ousa mais do que deve e mistura elementos do 2D e do 3D, oscilando entre originalidade e nostalgia, reforçando laços dialógicos com obras clássicas e inclinando-se para a contemporaneidade e o futuro. Mesmo não explorando todo o potencial, a fluidez funciona, principalmente àqueles que procuram uma boa e divertida aventura que entrega o que quer. Os momentos introspectivos se afastam do melodrama desnecessário e preparam terreno para incríveis cenas de ação que satisfazem até os mais céticos espectadores. 

‘Final Space’ pode ter seus problemas, mas definitivamente cumpre o seu papel e não força algo além do que pode entregar. Sua premissa é simples, divertido, não se escorando em tramas pretensiosas e, ao mesmo tempo, conseguindo flutuar entre momentos trágicos, hilários, emocionantes e de tirar o fôlego. Uma sequência é mais que aguardada – e muito bem-vinda, ainda mais para fechar algumas pontas que ficaram soltas e nos deixaram bastante angustiados. 

‘With Love’: Assista à cena de abertura da 2ª temporada da série romântica!

A 2ª temporada da série romântica ‘With Love’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do primeiro episódio como forma de divulgar a produção.

Confira:

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

Jovens se APAIXONAM no trailer inédito da comédia romântica turca ‘Last Call for Istanbul’; Confira!

Netflix vem investindo em peso em produções internacionais e, agora, divulgou o trailer oficial de sua próxima produção turca: ‘Last Call for Istanbul’.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 24 de novembro.

Assista:

O filme é dirigido por Gonenc Uyanik, com roteiro assinado por Nuran Evren Sit.

Nova York, amor e segundas chances… Serin, cuja bagagem foi levada por outro passageiro, cruza com Mehmet no Aeroporto Internacional JFK de Nova York. Os dois estranhos, em busca de bagagens desaparecidas, embarcam numa exploração do amor, do casamento e da lealdade na cidade que nunca dorme.

Kivanç TatlitugBeren SaatAnnie McCain EngmanMichael LoayzaZihan ZhaoJoy Donze e outros estrelam.

‘A Mãe da Noiva’: Comédia romântica com Miranda Cosgrove estreia ESTA SEMANA na Netflix!

‘A Mãe da Noiva’, comédia romântica estrelada por Miranda Cosgrove (‘iCarly’), estreia esta semana no catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Na trama, uma mãe extremosa viaja para um resort numa ilha tropical para o casamento da filha e descobre que o pai do noivo é o ex-namorado que não vê há décadas.

Relembre o trailer:

Ao lado de Cosgrove, o elenco estelar inclui Benjamin Bratt (‘Miss Simpatia’), Rachael Harris (‘Diário de um Banana’), Sean Teale (‘Quem É Erin Carter?’), Chad Michael Murray (‘A Nova Cinderela’) e Wilson Cruz (‘Star Trek: Discovery’).

A direção está nas mãos de Mark Waters, renomado por seu trabalho em ‘Meninas Malvadas’ e ‘Ele é Demais’.

Doutor Destino terá relação importante com OUTRO personagem do MCU além de Reed Richards

Os fãs de ‘Quarteto Fantástico’ sabem que Reed Richards/Sr. Fantástico e Victor von Doom/Senhor Destino possuem um relacionamento bastante complicado – visto que começam como grandes amigos antes de se tornarem inimigos mortais. Porém, é notável como o respeito mútuo entre os dois permanece, levando-os até mesmo a se aliar várias vezes através dos anos.

É notável como a dinâmica da dupla é um aspecto definidor de ambos os personagens. Todavia, parece que a mais nova rendição do Doutor Destino, interpretada por Robert Downey Jr., terá um relacionamento mais próximo a outro personagem do MCU.

Um antigo rumor sugeriu que o Doutor Destino e o Sr. Fantástico (Pedro Pascal) não teriam tantas cenas juntos no vindouro ‘Vingadores: Doomsday’. Entretanto, de acordo com o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, os dois personagens terão interações importantes – mas não tão importantes quanto a do antagonista com Homem-Aranha (Tom Holland).

Caso o boato seja verdadeiro, tudo indica que Downey Jr., na verdade, dará vida a uma variante de Tony Stark que resolveu trilhar um caminho mais sombrio, transformando-se no Doutor Destino em vez de se sagrar o Homem de Ferro. Dessa maneira, Peter Parker não reconheceria seu antigo mentor, considerando a roupagem vilanesca que adota.

insider também afirma que a Capitã Marvel (Brie Larson) terá um papel de importância significativa tanto em ‘Doomsday’ quanto em ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Em conversa com ao Hollywood Reporter, Downey Jr. revelou como foi o convite para voltar.

“[O presidente da Marvel Kevin Feige disse] como não regredir, como não desapontar as expectativas, como continuar a superar as expectativas… Vamos acertar com o Victor Von Doom. Então eu disse ao Kevin: ‘posso falar com o Bob Iger?’. Fomos ao apartamento do Iger e ele disse: ‘gostei disso'”.

O ator receberá o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel.

O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.

Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.

Avengers: Doomsday‘ estreia em maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

Crítica | ‘O Melhor Amigo’ é uma cândida comédia romântica que escorrega aqui e ali

Produções de comédia romântica têm um apreço significativo por cinéfilos por, na maioria das vezes, não se levarem a sério e construírem histórias que nos satisfazem pela simplicidade e pela familiaridade. Porém, boa parte dos espectadores está acostumada com obras internacionais e que possuem uma cultura diferente da brasileira – motivo pelo qual, quando cineastas brasileiras resolvem temperar essas obras com trejeitos nacionais, somos atraídos para nos vermos representados em situações cômicas e divertidas que nos proporcionam um escapismo aprazível. E essa é a ideia por trás da rom-com ‘O Melhor Amigo’, que chegou aos cinemas brasileiros no último dia 13 de março.

A trama é centrada em Lucas (Vinicius Teixeira), um jovem gay que nunca teve sorte no amor: o primeiro beijo que deu, ainda na faculdade, o fez entender quem era – mas um suposto par romântico acabou sumindo logo após o ocorrido, levando-o a crer que alguma estava errada com ele; quando mais velho, seu melhor amigo e confidente, Martin (Leo Bahia), aparece na rua de casa com um carro de som para se declarar a ele, compelindo-o a se reclusar e a tirar umas férias para pensar a respeito de tudo o que aconteceu. Hospedando-se em um hotel no centro de uma cidade turística cearense, ele se vê em meio a inúmeras possibilidades até cruzar caminho com Felipe (Gabriel Fuentes), o mesmo amor da faculdade que acreditava ter perdido – e sentimentos escondidos há muito tempo começam a ressurgir em um turbilhão de emoções.

A ideia não é nem um pouco original, mas isso pouco importa: logo de cara, podemos compreender a construção de personalidade de Lucas, um garoto introvertido e desiludido que não sabe o que quer e não consegue se jogar de cabeça em quase nada, temendo que algo de errado aconteça e que ele seja responsável por causar problemas. E, dentro desse espectro, o vemos, por exemplo, participando de um karaokê drag em um bar local, soltando a voz antes de se deixar levar por pensamentos intrusivos e sair correndo – talvez sentindo que não merecesse sentir aquela felicidade, posando como usurpador de si mesmo. Algo similar acontece quando ele é chamado para participar de um trisal no mesmo hotel em que está, ou em seu controverso relacionamento com Felipe, ou até mesmo no modo como trata Martin quando ele o visita de surpresa.

Allan Deberton fica a encargo da direção e transforma o curta-metragem homônimo que comandou lá em 2013 e que trouxe Jesuíta Barbosa e Victor Sousa como protagonistas, em uma história sólida que dialoga com praticamente qualquer um que lhe assista – deslizando aqui e ali por não conseguir se desvencilhar de convencionalismos próprios do gênero. E, aliando-se ao trio de roteiristas formado por André Araújo, Otávio Chamorro e Raul Damasceno, Deberton arquiteta uma trama funcional e prática que traz elementos de drama e comédia a uma jornada de descobrimento que permite que Lucas se livre das amarras da autossabotagem. De fato, as personas que compõe o enredo não são tão complexas como poderiam ser, mas funcionam como emblemas sociais.

A própria fotografia é pensada com cautela, mesmo não funcionando todas as vezes: Beto Martins sabe transitar entre a solidão de Lucas ao apostar na sobriedade de paisagens abertas e que o confinam como o único personagem cênico, ou colocando-o na claustrofobia de um beco escuro ou de uma boate em que se sente estranho e sozinho mesmo na companhia de outras pessoas. Porém, ao lado de Felipe, esse respaldo dimensional é pincelado com cores mais quentes e um escopo mais aberto – culminando, nos momentos finais, em uma junção de ambas as partes que garante a conclusão de um coming-of-age necessário e bem-vindo.

Os principais deslizes, entretanto, destinam-se ao elenco – não por não fazerem um bom trabalho, mas por serem desperdiçados em meio a diálogos fracos e a entregas medíocres, por assim dizer. Teixeira encarna Lucas com diversão e tem uma voz muito boa para o inesperado e breve musical que se desenrola em tela, mas não nutre de quase química alguma ao lado de Fuentes ou Bahia; Claudia Ohana, interpretando a mística Estrela Dalva, faz breves participações que apenas servem como apoio para o protagonista – funcionando como uma espécie de “mentora” que não tem o peso que merecia; e Solange Teixeira parece repetir as mesmas coisas que já fez em ‘A Sogra que te Pariu’ ao encarnar Roberta. No final das contas, os personagens funcionam melhor quando estão restritos a seus respectivos arcos do que em um conjunto desengonçado.

‘O Melhor Amigo’ traz mensagens de bonança através de uma narrativa cândida e bem apessoada, que reaviva nosso interesse em comédias românticas nacionais e nos presenteia com um inesperado musical que dialoga com o que deseja entregar.

Stevie Wonder, Eric Clapton e outros artistas para ouvir neste Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais!

No próximo dia 10 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais – e nada melhor que celebrar esse momento com algumas das pérolas da indústria fonográfica.

De Stevie Wonder a Eric Clapton, preparamos uma lista separando dez músicas para ouvir no dia de hoje e junto de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.

Confira abaixo:

“BUTTERFLY KISSES”, Bob Carlisle

Em 1997, Bob CarlisleRandy Thomas uniram forças para construir a ótima e pouco conhecida “Butterfly Kisses” – que, diferente das canções que podemos encontrar nessa lista, traz a perspectiva de um pai proferindo seu amor pela filha. Integrando o compilado de originais ‘Butterfly Kisses (Shades of Grace’), a cândida faixa celebra o 16º aniversário de Brooke, filha de Carlisle, e ganhou inúmeras versões pelas vozes de Raybon BrothersJeff CarsonWestlifeCliff Richard.

“MY FATHER’S HOUSE”, Bruce Springsteen

Bruce Springsteen é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da música e, mesmo nos dias de hoje, permanece trabalhando em conteúdos novos e que encantam seus fãs ao redor do mundo. Entretanto, foi em 1982 que Springsteen demonstrou uma vulnerabilidade apaixonante com o lançamento do aclamado álbum ‘Nebraska’ – cuja estrutura inclui a tocante “My Father’s House”. A balada folk, pincelada por vocais dilacerantes e pelas notas do violão e da gaita, fala sobre suas memórias com o pai, que sofreu com problemas mentais e que é homenageado em uma trágica e emocionante narrativa.

“THE GREATEST MAN I NEVER KNEW”, Reba McEntire

Ainda que “The Greatest Man I Never Knew” tenha sido eternizada pela voz de Reba McEntire, a canção country parte da experiência de Richard Leigh para tomar forma. Assinando os versos ao lado de Layng Martine, Leigh construiu uma narrativa inspirada na vivência com o próprio pai, que aprecia a presença dessa figura mesmo em meio às imperfeições e aos erros e que funciona como quarto e último single do álbum ‘For My Broken Heart’ – alcançando o primeiro lugar das paradas canadenses e fazendo um comedido sucesso nos charts dos EUA.

“PAPA DON’T PREACH”, Madonna

Pertencente ao álbum ‘True Blue’“Papa Don’t Preach” é uma das melhores e mais conhecidas músicas da rainha do pop Madonna. Lançada em 1986, a canção gira em torno de uma jovem garota que engravida e que se recusa a abortar, tendo uma conversa franca com o próprio pai e reconhecendo que precisa dele para dar continuidade à escolha que tomou. A canção é pincelada com inúmeras referências à música latina, que viriam a acompanhar Madonna em vários momentos de sua carreira, e mergulha em um espetacular dance-pop que permanece na memória popular até os dias de hoje.

“MY OLD MAN”, Zac Brown Band

Zac Brown Band pode não ser um nome muito conhecido, mas certamente lançou uma das melhores baladas de 2017 com a cândida e intimista música “My Old Man”. Apoiando-se nos clássicos tropos do country, a narrativa é autobiográfica e fala sobre o pai de Zac Brown e os exemplos de estilo de vida que ele deixou. A canção nos chama a atenção pelos os vocais harmônicos do grupo, que impulsionam um arranjo mais leve de guitarra acústica, violino e cordas leves. Logo no primeiro verso, o narrador reflete sobre sua própria infância, enquanto o segundo se concentra em sua vida adulta, e o terceiro se recorda com melancolia e saudades a memória do pai.

“MY FATHER’S EYES”, Eric Clapton

“My Father’s Eyes” configura-se como uma das faixas mais tocantes da carreira de Eric Clapton. Assinada pelo próprio artista, que também ficou responsável pela produção ao lado de Simon Climie, a história é inspirada pelo fato de Clapton nunca ter conhecido o pais – visto que ele morreu de leucemia em 1985. Em sua autobiografia, ‘Eric Clapton: The Autobiography’, o performer diz que, “na canção, tentei descreve o paralelo entre olhar nos olhos do meu filho e os olhos do meu pai, que eu nunca conheci, através do nosso parentesco sanguíneo”. A faixa foi condecorada com o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Awards.

“ISN’T SHE LOVELY”, Stevie Wonder

Assim como “Butterfly Kisses”“Isn’t She Lovely” é uma confessional obra-prima que fala do amor de um pai pela filha. Estendendo-se por nada menos que seis minutos e meio, a faixa foi eternizada por ninguém menos que o lendário Stevie Wonder em celebração ao nascimento da filha, Aisha Morris, ficando responsável também pelos versos e pela ótima produção – que mistura incursões do soul e do pop, e que integrou um dos álbuns mais aclamados da história da música, ‘Songs in the Key of Life’.

“DANCE WITH MY FATHER”, Luther Vandross

“Dance with My Father” é uma das canções mais tocantes do século e traz o melhor de Luther Vandross à tona – aliás, o próprio Vandross já considerou a faixa como a mais bem escrita e produzida da carreira. Assinada também por Richard Marx, a música é baseada em uma experiência pessoal e presta homenagem ao pai, que morreu em virtude de complicações com diabetes, quando Luther tinha apenas oito anos. Na trama discorrida, o cantor e compositor de recorda do fato de que o pai adorava dançar com a mãe – e, como reconhecimento, a iteração levou para casa os prêmios de Música do AnoMelhor Performance Vocal R&B Masculina no Grammy Awards.

“UNFORGETTABLE”, Nat King Cole & Natalie Cole

Em 1991, através da mágica da edição digital, Natalie Cole conseguiu o impossível: realizar um “dueto virtual” com o pai, o lendário musicista de jazz Nat King Cole, para uma colaboração da icônica canção “Unforgettable”. A versão foi elogiada pelos críticos especializados e pelo público, funcionando como uma união de duas gerações diferentes sob uma perspectiva de celebração memorialística que nos conquista desde os primeiros segundos – e que se vale da química de pai e filha de forma esplêndida e fabulosa.

“DADDY LESSONS”, Beyoncé

Beyoncé consagra-se como uma das maiores artistas de todos os tempos do cenário fonográfico – e, apesar de já ter composto uma canção para o pai em seu álbum de estreia, não foi até ‘Lemonade’ que esse relacionamento foi explorado mais a fundo. Com “Daddy Lessons”Queen B eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para o próximo desafio no novo episódio da 18ª temporada

A WOWPresents divulgou o ato de abertura do terceiro episódio da 18ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O capítulo vai ao ar nesta próxima sexta-feira, 16 de janeiro, na plataforma e no catálogo da Paramount+.

Confira:

As 14 queens selecionadas para o próximo ciclo são Athena DionBriar BlushCiara MystDarlene MitchellDD FuegoDiscord AddamsJane Don’tJuice Love DionKenya PleaserMandy MangoMia StarrMyki MeeksNini Coco Vita VonTesse Starr.

As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.

No episódio de estreia, as competidoras deverão mostrar seus carisma, singularidade, ousadia e talento no desafio “Reclaim! Renew! Rejoice!”, que presta tributo às queens que vieram antes delas ao utilizar sobras de materiais para criar um visual que melhor as represente.

RuPaul retorna como apresentador. Michelle VisageCarson KressleyLaw RoachTs MadisonRoss Matthews fazem parte do time de jurados.

Mês do Orgulho | Os melhores filmes LGBTQIA+ do século (até agora)

Mês do Orgulho celebra a comunidade LGBTQIA+ e a diversidade sexual e de gênero do mundo – e, ano após ano, torna-se mais importante por representar uma luta constante e que ainda tem muito a angariar para uma das parcelas mais oprimidas da sociedade.

Ao longo desse mês, traremos diversas dicas de produções queer para quem quiser conferir – e a mais nova dela elenca as dez melhores produções do gênero do século (até agora), focando principalmente no impacto que causaram no cenário do entretenimento.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO (2014)

A sutileza de ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’ é, de longe, seu maior mérito. Girando em torno de Leonardo, um garoto cego que já se acostumou à sua condição, mas é constantemente assediado por seus colegas de sala, a narrativa principal baseia-se muito nas comédias românticas hollywoodianas para aprofundar os sentimentos confusos e gradativos que o protagonista começa a sentir com a chegada de um novo garoto à escola, Gabriel. Além de um tratamento delicado sobre o assunto, o filme foi indicado ao GLAAD Awards, maior prêmio LGBTQ+ do entretenimento.

9. COLETTE (2018)

Keira Knightley nos deu mais uma incrível interpretação ao estrelar a cinebiografia ‘Colette’, inspirada na vida da escritora francesa Gabrielle Colette. A romancista e jornalista havia sido contratada para assinar os livros do pedante Henry Gauthier-Villars (Dominic West), casando-se com ele até descobrir suas falcatruas. Os dois permaneceram juntos em laços matrimoniais de fachada, mas Colette se tornou amante da duquesa Mathilde de Morny (Denise Gough). Seu legado segue vivo e, até hoje, são levantados em pautas feministas pelo mundo inteiro que a levantam como um emblema essencial.

8. 120 BATIMENTOS POR MINUTO (2017)

Dirigido por Robin Campillo‘120 Batimentos por Minuto’ tornou-se uma das grandes produções de 2017, levando para casa nada menos que quatro estatuetas do Festival de Cannes. A trama nos leva de volta para o início dos anos de 1990, na França, onde um grupo ativista conhecido como Act Up está intensificando seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento em relação a Aids.

7. TANGERINA (2015)

Em ‘Tangerina’, após descobrir que foi traída por seu namorado e cafetão enquanto estava na prisão, uma prostituta e sua melhor amiga saem em busca do traidor e sua nova amante para se vingar. Dirigido por Sean Baker, a dramédia se tornou uma sensação de 2015 após sua estreia no Festival de Sundance, conquistando aclamação crítica e inúmeras outras condecorações.

6. CIDADE DOS SONHOS (2001)

David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos’, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual pautada no desejo e no primitivismo humano entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma incrível e memorável sequência.

5. DOR E GLÓRIA (2019)

O sensível retrato semi-biográfico de Pedro Almodóvar alcançou o patamar de um dos melhores longas-metragens da década passada. ‘Dor e Glória’, comandado pela poderosa atuação de Antonio Banderas e de Penélope Cruz, tem um peso inegável por sua beleza cinematográfica, aliada a um roteiro perscrutado por honrarias metalinguísticas que exploram desde a infância até o auge e a consequente decadência do cineasta Salvador Mallo (Banderas), incluindo seu retorno para a infância, a descoberta de sua orientação sexual quando pré-adolescente e seu caso de amor perdido.

4. RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS (2019)

Céline Sciamma ganhou fama com ‘Un Certain Regarde’ em 2007, vindo a comandar o poderoso ‘Tomboy’ alguns anos depois; entretanto, seu grande momento viria ano passado com o lançamento do drama de época ‘Retrato de Uma Jovem em Chamas’, que gira em torno de duas mulheres totalmente diferentes que se apaixonam sob circunstâncias inesperadas. A trama acompanha pintora que tenta fazer seu nome em um mundo dominado pelos homens, sendo recrutada por uma excêntrica condessa para pintar o retrato de sua filha rebelde.

3. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)

Estrelado por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger, ‘O Segredo de Brokeback Mountain’ traz uma história de descobrimento e amor dentro de uma sociedade extremamente conservadora e preconceituosa – sem precisar falar dos tabus que envolvem esse círculo incorruptível e essencialmente humano. O filme gira em torno de dois vaqueiros, Ennis e Jack, que viajam para Brokeback Mountain, no estado de Wyoming, para trabalharem como pastores. Lá, ambos passam a nutrir de sentimentos profundos um pelo outro e forçados a esquecer do que viveram para voltarem à vida que conheciam.

2. CAROL (2015)

‘Carol’ causou grande comoção ao chegar aos cinemas em 2015 e garantiu indicações ao Oscar para Cate Blanchett e Rooney Mara. A história é centrada no crescente romance às escondidas que se desenvolve entre a personagem titular, uma rica mulher que esconde quem realmente é, e Therese, uma lojista que é instantaneamente fisgada pelo magnetismo da socialite. Os temas da sexualidade e da descoberta, assim como em outros filmes do gênero, são tratados com sutileza, sensualidade e uma verdade pungente e derradeira sobre o “amor proibido”.

1. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ é uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin veem uma amizade de décadas se transformando em sentimentos confusos e inescapáveis.

‘Coringa’ quebra recorde de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ no Japão

De acordo com um jornalista especialista em bilheterias, ‘Coringa‘ é o primeiro filme baseado em quadrinhos a permanecer 28 dias no topo das bilheterias no Japão.

Na quinta-feira (31), o longa estrelado por Joaquin Phoenix arrecadou US$ 34,8 milhões no país, superando a marca de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (US$ 33,9 milhões).

Com isso, ‘Coringa‘ ocupa a 7ª posição entre os maiores filmes de quadrinhos de todos os tempos no Japão, atrás de ‘O Espetacular Homem-Aranha’ (US$ 39,2 milhões), ‘Os Vingadores’ (US$ 45,2 milhões), ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 55,2 milhões), e da trilogia ‘Homem-Aranha’, dirigida por Sam Raimi.

Agora faltam apenas US$ 4,4 milhões para ‘Coringa‘ ocupar o lugar de ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Confira a publicação:

Além disso, o filme já acumulou US$ 872,6 milhões nas bilheterias mundiais, ultrapassando ‘Thor: Ragnarok’ (US$ 854 milhões), ‘Venom’ (US$ 856 milhões), ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ (US$ 863.7 milhões), e ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’ (US$ 872.5 milhões).

Lembrando que a adaptação dirigida por Todd Phillips se tornou o filme R-Rated com maior bilheteria da história.

Em um comunicado, o chefão da Warner Bross, Toby Emmerich, comemorou a conquista.

“A visão ousada e criativa de Todd Phillips é evidente em todos os aspectos de ‘Coringa’, igualada apenas pela interpretação incomparável de Joaquin Phoenix desse personagem icônico. O que eles e todos que trabalharam neste filme criaram claramente ressoou com o público em todo o mundo. Parabenizamos a eles e a nossos colegas da DC por alcançarem essa bilheteria extraordinária, e eu pessoalmente quero parabenizar toda a equipe da Warner Bros. pelo lançamento deste filme.” (via Business Wire).

Espera-se que o longa ultrapasse os US$ 920 milhões nas próximas semanas.

OPINIÃO: Reações a ‘Coringa’ provam que estamos vivendo na caótica sociedade do filme

Confira a nossa crítica:

A trama de ‘Coringa’ vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘Stargirl’: Assista ao teaser do PENÚLTIMO episódio da 1ª temporada

A CW divulgou o teaser do penúltimo episódio da 1ª temporada de ‘Stargirl‘, que vai ao ar em 04 de agosto. 

Intitulado ‘Stars & S.T.R.I.P.E. Part One’, o episódio vai mostrar a heroína tornando-se mais poderosa que jamais foi, enquanto reflete sobre a verdade por trás de sua verdadeira origem.

Confira o teaser, junto com duas imagens e a sinopse:

“Com o Sociedade da Injustiça na sua cola, Courtney (Brec Bassinger), Pat (Luke Wilson) e a equipe se reagrupam para descobrir seus próximos passos. Enquanto isso, Rick (Cameron Gellman) faz um grande avanço e a equipe se prepara para um confronto com os vilões”.

O episódio foi dirigido por Toa Fraser, a partir de um roteiro escrito por Melissa Carter.

Lembrando que a série já foi renovada para a sua 2ª temporada.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

Framboesa de Ouro 2021: Conheça os vencedores do prêmio mais temido da indústria cinematográfica

Na noite de ontem, foram revelados os ‘vencedores’ do Framboesa de Ouro 2021, premiação que elege os piores filmes e artistas da indústria cinematográfica.

Desde sua criação, em 1981, o evento tem a intenção de tirar sarro de produções previamente mal avaliadas tanto pelo público quanto pela crítica especializada.

Entre os indicados deste ano, o filme erótico polonês ‘365 Dias‘ ganhou o ‘prêmio’ de Pior Roteiro, e a estatueta de Pior Remake, Derivado ou Sequência foi para ‘Dolittle‘, estrelado por Robert Downey Jr.

O filme ‘Music‘, que marca a estreia da cantora Sia como diretora, levou três estatuetas, incluindo pior direção, Pior Atriz (Kate Hudson) e Pior Atriz Coadjuvante.

Já o prêmio de Pior Filme foi para ‘Absolute Proof‘.

Dirigido por Mike Lindell, a trama do longa afirma que houve um nível sem precedentes de fraude eleitoral na eleição presidencial de 2020, quando Joe Biden derrotou Donald Trump.

Confira a lista completa:

Confira a lista completa:

Pior Filme

  • 365 Dias
  • Absolute Proof
  • Dolittle
  • A Ilha da Fantasia
  • Music

Pior Ator

  • Robert Downey Jr – Dolittle
  • Mike Lindell – Absolute Proof
  • Michele Morrone – 365 Dias
  • Adam Sandler – O Halloween do Hubie
  • David Spade – A Missy Errada

Pior Atriz

  • Anne Hathaway – A Última Coisa que ele Queria e Convenção das Bruxas
  • Katie Holmes – Boneco do Mal 2 e O Segredo: Ouse Sonhar
  • Kate Hudson – Music
  • Lauren Lapkus – A Missy Errada
  • Anna-Maria Sieklucka – 365 Dias

Pior Atriz Coadjuvante

  • Glenn Close – Era Uma Vez Um Sonho
  • Lucy Hale – A Ilha da Fantasia
  • Maggie Q – A Ilha da Fantasia
  • Kristen Wiig – Mulher-Maravilha 1984
  • Maddie Ziegler – Music

Pior Ator Coadjuvante

  • Chevy Chase – The Very Excellent Mr. Dundee
  • Rudy Giuliani (Como Ele Mesmo) – Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Shia LeBeouf – The Tax Collector
  • Arnold Schwarzeneggar – A Máscara de Ferro
  • Bruce Willis – Breach, Hard Kill e Sobreviver à Noite

Pior Combinação em Tela

  • Maria Bakalova e Rudy Giuliani – Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Robert Downey Jr. e seu sotaque nada convincente – Dolittle
  • Harrison Ford e seu cachorro em CGI totalmente falso – O Chamado da Floresta
  • Lauren Lapkus e David Spade – A Missy Errada
  • Adam Sandler e aquela voz irritante – O Halloween do Hubie

Pior Diretor(a)

  • Charles Band – Barbie e Kendra Storm Area 51, Barbie e Kendra Save the Tiger King e Corona Zombies
  • Barbara Bialowas e Tomasz Mandes – 365 Dias
  • Stephen Gaghan – Dolittle
  • Ron Howard – Era Uma Vez Um Sonho
  • Sia – Music

Pior Roteiro

  • 365 Dias
  • Barbie e Kendra Storm Area 51, Barbie e Kendra Save the Tiger King e Corona Zombies
  • Dolittle
  • A Ilha da Fantasia
  • Era Uma Vez Um Sonho

Pior Sequência, Remake, Prequela ou Cópia Descarada

  • 365 Dias (Remake Polonês/Cópia Descarada de 50 Tons de Cinza)
  • Dolittle (Remake)
  • A Ilha da Fantasia (Remake/Releitura)
  • O Halloween do Hubie (Remake/Plágio Descarado O Bobo e a Fera)
  • Mulher-Maravilha 1984 (Sequência)

‘Pacificador’: James Gunn explica porque quis fazer uma série do personagem para a HBO Max

Entre tantos personagens interessantes do filme ‘O Esquadrão Suicida‘, o Pacificador (John Cena) acabou sendo escolhido como tema de uma série de TV derivada da HBO Max.

Mas por que o Pacificador?

Durante uma entrevista para o canal Supes, o diretor James Gunn foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:

“Primeiro, eu realmente me dava bem com John Cena. Viramos bons amigos durante as gravações. Ele é um cara engraçado e achei que seria divertido continuar trabalhando com ele.”

Ele continuou:

“Eu também acho que muitos dos outros personagens que vimos em ‘O Esquadrão Suicida‘, tiveram mudanças significativas. Pudemos ver um desenvolvimento na Caça-Ratos 2, no Sanguinário, no Homem das Bolinhas… Já o Peacemaker é o único que se mantém como no início do filme. John e eu conversamos sobre a origem do personagem, quem ele era, quem era seu pai e todas essas coisas diferentes que não vimos no filme. Então, eu sabia que havia muito mais história para explorar.”

Quem acompanha o personagem nos quadrinhos sabe que há muito mais complexidade nele do que apenas um traje colorido, uma grande arma e um capacete brilhante, como foi mostrado no filme.

No material original, o Pacificador tem um passado controverso, já que ele descende de linhagens nazistas e acredita que seu capacete contém as vozes das vítimas de sua família.

Este é um elemento que pode ser inserido na série, como revelou Gunn.

“Você também vai descobrir algumas coisas sobre o capacete do Peacemaker na série, algo que não descobrimos no filme do esquadrão. Você descobrirá muitas coisas diferentes sobre o personagem… Quais são seus talentos, suas fraquezas, mas também haverá bastante espaço para sua equipe.”

Confira a entrevista:

Lembrando que a produção será lançada na HBO Max no dia 13 janeiro.

Há alguns dias, Gunn divulgou um novo trailer repleto de ação, pancadaria e humor.

Nas cenas, vemos o personagem titular vivido por John cena tentando ensinar ‘boas maneiras’ aos alunos de uma escola primária, além de cair na porrada com o Judomaster (Nhut Le).

Durante a briga, ele quase acerta o Vigilante (Freddie Stroma), um assassino mascarado que tenta se tornar seu melhor amigo.

Confira:

“Confira o trailer para maiores de ‘Peacemaker‘ e prepare-se para a mais louca viagem de todos os tempos em 13 de janeiro, na HBO Max.”

Falando nisso, os fãs da DC já estão curiosos para saber se derivada de ‘O Esquadrão Suicida’ terá cenas pós-créditos.

Em outra publicação, Gunn foi questionado com a mesma pergunta por um fã.

Em resposta, ele garantiu que todos os episódios da série virão com cenas pós-créditos.

Confira:

“‘Peacemaker‘ terá alguma cena pós-créditos?”, perguntou o fã.

Ao que Gunn respondeu:

“Em cada episódio! É minha maneira de dar a vocês algo especial por assistirem os créditos da nossa equipe de trabalho.”

Confira:

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘X-Men’: Jason Isaacs vira o Magneto em IMPRESSIONANTE fan art realista; Confira!

Desde que a Disney comprou a Fox, os fãs do ‘X-Men‘ estão aguardando por atualizações sobre a introdução dos mutantes no MCU.

E é claro que o público já está teorizando quais atores poderiam dar vida aos mutantes mais icônicos da franquia, como o Magneto.

Através do Instagram, um fã compartilhou uma impressionante fan art imaginando Jason Isaacs (‘Harry Potter’) como o vilão.

A arte mostra o personagem com o capacete usado por Ian McKellen na primeira trilogia, mas desta vez com um visual metálico, junto com o uniforme todo cinza.

Confira:

E aí, você acha que ele seria uma boa escolha pra o papel?

Lembrando que IsaacsLior Raz foram escalados para o elenco de ‘The Crowded Room’, vindoura série antológica sobre distúrbios mentais da Apple TV+.

A dupla se junta ao previamente anunciado Tom Holland, que será o protagonista Danny Sullivan, inspirado em Billy Milligan, a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa de Transtorno de Personalidade Múltipla (também conhecido como Transtorno Dissociativo de Identidade).

As informações indicam que Isaacs será Jack Lamb, amigo do pai biológico de Danny e chefe de Yitzhak, senhorio de Danny que será vivido por Raz.

Emmy Rossum também faz parte da produção como a mãe de Danny, aparecendo em várias sequências em flashback.

Além de estrelar, Holland também entra como produtor executivo da série.

O cineasta Akiva Goldsman, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme ‘Uma Mente Brilhante‘, fica responsável pelo projeto.

Baseada na biografia ‘The Minds of Billy Milligan‘, de Daniel Keyes, a série é descrita como uma “emocionante antologia”, que irá explorar “as verdadeiras e inspiradoras histórias daqueles que lutaram e aprenderam a conviver com distúrbios mentais”.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Ainda sem previsão de estreia, a série também conta com Amanda Seyfried (‘Anon’), Christopher Abbott (‘The Sinner’), Sasha Lane (‘Loki’) e Emma Laird (‘O Dono de Kingstown’).

Fãs COMEMORAM retorno de elogiado sci-fi à Netflix; Confira as reações!

Estrelado por Amy Adams, Jeremy Renner e Forest Whitaker, o elogiado drama de ficção científica ‘A Chegada‘ reestreou na Netflix, fazendo a alegria dos assinantes da plataforma.

Lançado em 2016, o longa dirigido por Denis Villeneuve (‘Duna’) gira em torno da Dra. Louise Banks (Adams), uma linguisa designada para entrar conato com seres interplanetários que deixam marcas na Terra.

Procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não, Louise percebe que as respostas para todas as perguntas e mistérios em torno dos aliens podem ameaçar sua vida e a existência de toda a humanidade.

Premiado como Melhor Filme no Oscar 2017, ‘A Chegada‘ também registrou 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Inclusive, a análise do Refinery 29 define ao longa da seguinte forma:

A Chegada‘ não é exatamente o típico filme alienígena – é muito melhor do que isso. Este é um filme sobre como a linguagem realmente influencia a maneira como você pensa e vive sua vida.”

E parece que a crítica vai ao encontro do amor dos fãs, que estão comemorando o retorno do do título ao catálogo da Netflix.

Nas redes sociais, há diversos comentários em agradecimento à plataforma, enquanto outros ressaltam as qualidades do filme e as emoções que a trama desperta.

Confira as reações:

 

Michael Stuhlbarg, Tzi Ma e Mark O’Brien também fazem parte do elenco do filme, que é escrito por Eric Heisserer.

Relembre o trailer:

Além da aclamação crítica, o filme fez um sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$203 milhões mundialmente e conquistou oito indicações ao Oscar – levando para casa a estatueta de Melhor Edição de Som.

Um dos filmes mais sombrios sobre assassinos em série está disponível na Netflix; Confira!

Dirigido por Amber Sealey (‘Out of My Mind’) em 2021, ‘Ted Bundy: A Confissão Final‘ está disponível na Netflix, mas não vem recebendo a devida atenção dos assinantes da plataforma.

Na trama, Luke Kirby ganhou bastante destaque ao dar vida ao personagem-título aprofundando-se nas características que o transformaram em um assassino a sangue frio, diferente de ‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘ (2019), que trouxe Zac Efron (‘High School Musical’) como uma versão mais charmosa do criminoso.

Condenado a à morte na cadeira elétrica pelo assassinato e tentativa de assassinato de mais de 35 vítimas, Bundy acabou sendo glamourizado no filme estrelado por Efron, mas ‘A Confissão Final‘ contrasta com essa imagem devido à frieza com a qual Bundy se revela.

Sua natureza cruel é confrontada pelo psicólogo do FBI Bill Hagmaier, interpretado por Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’), que acaba se envolvendo em uma situação complicada ao tentar entender a mente do assassino.

Com 80% de aprovação dos críticos, o roteiro escrito por Kit Lesser recebeu diversos elogios no Rotten Tomatoes.

Entre eles, o The Cinematic Reel aponta que:

Ted Bundy: A Confissão Final’, de Amber Sealey, examina os anos finais da vida de Bundy em um thriller psicológico que procura responder à pergunta: ‘Por quê ele fez o que fez?’ em vez de tratá-lo como uma estrela pop e glorificar seus assassinatos.”

Confira o trailer:

Tim Robbins comenta possibilidade de reprisar seu papel em ‘Howard, o Super-Herói’ na Marvel Studios

O ator Tim Robbins foi questionado se entraria para o Universo Cinematográfico da Marvel interpretando seu personagem Phill Blumburtt no infame filme ‘Howard, o Super-Herói‘, de 1986.

O astro destacou que haveria a possibilidade de participar de algum filme ao lado de Howard, o Pato, desde que este abrace a natureza mais rude e adulta do personagem.

Em entrevista ao ComicBook, Robbins brincou: “Depende do elenco do pato.” Em vez de explorar uma versão familiar do personagem, Robbins solicitou: “Eu preciso daquele cara rude e ríspido, fumando um charuto. É isso que eu quero em Howard, o Pato.”

Embora os filmes do MCU sejam considerados o ápice do que pode ser alcançado no gênero de super-heróis, entregando dezenas de sucessos financeiros e críticos nos últimos 15 anos, a situação era bem diferente no passado.

O filme ‘Howard, o Super-Herói‘ é lembrado mais por ser a primeira adaptação para o cinema de uma criação da Marvel, mas foi um fracasso tanto de crítica quanto de bilheteria na época.

Howard, o Pato, fez sua primeira aparição oficial no MCU em uma cena pós-créditos de ‘Guardiões da Galáxia‘, e o personagem também apareceu em um episódio da animação ‘What If…?‘.

Será que o personagem aparecerá no novo filme dos Guardiões? Vamos aguardar para ver.

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas em 04 de maio.

De acordo com o BoxOffice Pro, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

Projeções iniciais indicam que o novo capítulo deve registrar uma estreia em torno de US$ 120-155 milhões, tendo grandes chances de superar o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, que arrecadou US$ 146.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale destacar que as projeções iniciais são geralmente “cautelosas” em suas estimativas. Para termos de comparação, as projeções iniciais de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M) e ‘John Wick 4‘ (US$73.8M) apontavam estreias em torno de US$ 24-33 milhões e US$ 44-53 milhões, respectivamente. Ambos filmes registraram números muito maiores, quebrando recordes em suas respectivas franquias.

A expectativa é que as projeções aumentem gradativamente com o passar das semanas, quando o marketing estiver mais forte na intenção de chamar a atenção dos espectadores.

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘As Crônicas de Nárnia’: Reboot começará a ser gravado em 2024 com diretora de ‘Barbie’

A aguardada nova adaptação de ‘As Crônicas de Nárnia‘ pela Netflix, sob a direção de Greta Gerwig (‘Barbie’), está pronta para entrar em produção no próximo ano, conforme revelou o executivo do streaming, Scott Stuber, em uma entrevista ao Collider.

“Acho que as pessoas sabem que estamos tentando fazer As Crônicas de Nárnia, de Greta Gerwig, e ele será lançado no próximo ano”, afirmou.

Apesar da confirmação, o projeto ainda não possui data de estreia e elenco. Novas informações devem sair muito em breve.

No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

Relembre o trailer de ‘As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘:

Charlize Theron fala sobre ‘The Old Guard 2’: “A Netflix passou por uma grande mudança de gestão”

Após o estrondoso sucesso de ‘The Old Guard’ em 2020 na Netflix, os fãs aguardam ansiosamente pela sequência. Agora, a estrela Charlize Theron, que lidera o elenco como Andy, a imortal guerreira, confirmou que o novo filme chegará em breve às plataformas, apesar de um atraso na produção.

Segundo à Variety, Theron revelou que a mudança na liderança da Netflix impactou o cronograma original. “A Netflix passou por uma grande mudança de gestão e ficamos meio que presos nessa situação. Nossa pós-produção foi interrompida cerca de cinco semanas após o início”.

Greves de atores e roteiristas também contribuíram para o atraso. No entanto, Theron garante que o filme não correu risco de ser cancelado. “O projeto é realmente muito bom. É um filme muito importante para nós. Eu só queria fazer se pudéssemos torná-lo incrível. Eu realmente amo esse filme”.

Em maio de 2023, o produtor de ‘The Old Guard’, Marc Evans, sugeriu que a franquia pode se expandir para uma trilogia. “Há um final para o segundo filme que meio que exige um terceiro, o que me deixa muito feliz”.

Para quem não está familiarizado, a trama, baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández, segue um grupo de seres imortais cuja existência é revelada quando um dos membros é misteriosamente capturado.

É importante ressaltar que o elenco original retorna, incluindo Matthias Schoenaerts (Booker), Charlize Theron (Andy), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Além disso, a sequência apresenta novos talentos, como Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).

Victoria Mahoney (‘Yelling to the Sky’) assume a direção da sequência.

Enquanto aguardamos por mais novidades, confira a nossas críticas do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

‘Thunderbolts*’: Soldado Invernal se torna congressista em novas fotos; Confira!

‘Thunderbolts*’, o novo longa da Marvel que apresenta uma equipe de heróis formada por personagens de caráter e objetivos duvidosos, ganhou novas imagens de divulgação.

Nas fotos, podemos ver o Bucky Barnes (Soldado Invernal) como um confidente, o Agente Americano, entre outros personagens.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2025.

O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Confira os trailers e siga o CinePOP no Youtube:

‘Wandinha’: Internautas lamentam desfecho de [SPOILER] na 2ª Temporada; Confira as reações!

A segunda temporada de ‘Wandinha’ chegou oficialmente ao fim, e os fãs foram às redes sociais para compartilhar suas reações sobre como o sucesso da Netflix encerrou a trama.

Nas redes, os internautas celebraram o desfecho da história, mas lamentaram o final de Enid. Ainda assim, destacaram o quanto o momento foi emocionante e já começaram a compartilhar suas expectativas para a próxima temporada.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Oscar 2026: Academia anuncia Demi Moore, Chris Evans e mais para apresentar a cerimônia

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou recentemente novos nomes que integrarão o time de apresentadores da próxima cerimônia do Oscar.

Entre os confirmados estão astros como Chris Evans (‘Entre Facas e Segredos’), Chase Infiniti (‘Uma Batalha Após a Outra’), Demi Moore (‘A Substância’), Javier Bardem (‘Duna: Parte 2’), Kumail Nanjiani (‘Eternos’) e Maya Rudolph (‘Missão Madrinha de Casamento’).

Esses artistas se juntam aos nomes previamente anunciados, como Adrien Brody (‘O Brutalista’), Kieran Culkin (‘A Verdadeira Dor’), Mikey Madison (‘Anora’) e Zoe Saldaña (‘Emilia Pérez’).

Vale lembrar que, seguindo a tradição da premiação, os vencedores das categorias de atuação do ano anterior costumam entregar as estatuetas para os novos premiados, geralmente alternando os gêneros: o vencedor de Melhor Ator entrega o prêmio de Melhor Atriz, e vice-versa.

No Brasil, a maior festa do cinema mundial terá transmissão ao vivo pelo streaming na HBO Max, na TV fechada pelo canal TNT e também na TV aberta pela Globo.

A cobertura na emissora carioca contará com a apresentação de Maria Beltrão, comentários técnicos de Waldemar Dalenogare, participação especial da atriz Dira Paes e tradução simultânea conduzida por Anna Viana.

A cerimônia do 98º Oscar será realizada no dia 15 de março.

Maior hiato de ‘One Piece’ foi causado pela SÉRIE da Netflix, revela Oda

‘One Piece’, uma das franquias mais icônicas do mundo dos animes e mangás, está passando por um hiato temporário.

No entanto, neste período, Eiichiro Oda, criador da saga, não está tendo um merecido descanso, já que ele está envolvido com a Netflix para contribuir com a série live-action.

Recentemente, Oda revelou, em uma aparição na televisão, que essa pausa está diretamente ligada à filmagem da segunda temporada da adaptação, que ocorre em Cape Town, na África do Sul.

O artista, que é conhecido por apresentar um ritmo muito alto de trabalho, viajou ao set da série para acompanhar de perto o andamento da produção.

Oda não revelou muitos detalhes sobre a nova temporada, mas prometeu aos fãs que novidades empolgantes serão compartilhadas nas próximas semanas, enquanto o mangá de ‘One Piece’ continua parado até a segunda semana de novembro, o que causa também uma grande paralisação de seis meses no anime.

Lembrando que a segunda temporada de ‘One Piece’, da Netflix, pode incluir a luta importante entre Luffy e Mr. 2, além de já ter outras novidades confirmadas, como a presença de Tony Tony Chopper.

Além disso, Joe Manganiello e Lera Abova foram anunciados no elenco, interpretando Crocodile e Nico Robin, respectivamente.

O próximo ciclo ainda irá introduzir Katey Sagal (Dr. Kureha), Mark Harelik (Dr. Hiriluk), Sendhil Ramamurthy (Nefertari Cobra), Brendan Sean Murray (Brogy), Callum Kerr (Smoker), Camrus Johnson (Mr. 5), Clive Russell (Crocus), Daniel Lasker (Mr. 9), David Dastmalchian (Mr. 3), Jazzara Jaslyn (Miss Valentine), Julia Rehwald (Tashigi), Rob Colletti (Wapol), Ty Keogh (Dalton) e Werner Coetser (Dorry).

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Alan Ritchson, da série ‘Reacher’, se junta ao elenco de ‘Velozes e Furiosos 10’

De acordo com a Deadline, Alan Ritchson, a estrela da série ‘Reacher‘, da Amazon Prime, é o mais novo confirmado no elenco de ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Ritchson se junta a equipe do filme que acaba de definir Louis Letterier (‘Carga Explosiva’) como o substituto de Justin Lin na direção. Brie Larson, Jason Momoa e Daniela Melchior também são caras novas que aparecerão no último capítulo da franquia.

Vin Diesel, coomo é de costume, está na produção e estrela o filme ao lado de Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Sung Kang e Charlize Theron.

Além de escrever o roteiro com Dan Mazeau, Lin também continua como produtor junto com Diesel, Neal Moritz, Jeff Kirschenbaum e Samantha Vincent. Lembrando que o décimo filme da franquia está com um orçamento enorme, ultrapassando o patamar dos 300 milhões de dólares e prometendo cenas de arrepiar.

A previsão de estreia para maio de 2023.

Após morte de Kevin Conroy, Mark Hamill diz que não será mais a voz do Coringa

Para quem não sabe, além de Mark Hamill ser mundialmente conhecido por interpretar o jedi Luke Skywalker, ele também marcou história fazendo a voz do Coringa em várias animações da DC.

Contudo, o ator revelou que não atuará mais como o icônico vilão. Isso porque Hamill disse, em entrevista recente ao Screenrent, que não pretende mais fazer a voz do personagem após a morte de Kevin Conroy, que interpretava o Batman nessas animações.

“Os estúdios me ligavam e diziam ‘querem você como o Coringa’, e minha única pergunta era: ‘Kevin é o Batman?’. Se a resposta fosse possitiva, eu diria sim. Somos parceiros, como Laurel e Hardy, a dupla de comédia conhecida como O Gordo e o Magro. Sem Kevin lá, não parece existir um Batman pra mim”, disse o astro de ‘Star Wars‘.

Um dos trabalhos de vozes mais marcantes dos atores foi em ‘Batman: A Série Animada‘, lançada nos anos 1990. Com o enorme sucesso, a dupla repetiu a dose em outras produções, incluindo a série de jogos ‘Batman Arkham‘.

Kevin Conroy morreu aos 66 anos, após enfrentar vários problemas de saúde.

Franquia ‘Velozes e Furiosos’ terá no mínimo mais três filmes

A franquia ‘Velozes e Furiosos não vai acabar tão cedo.

Em entrevista ao Hollywood Reporter, a presidente do estúdio Universal, Donna Langley, disse que a série de ação terá “pelo menos mais três filmes”.

“É uma franquia em crescimento. Veremos o que acontece depois de ‘Velozes 7’, obviamente, mas a bilheteria [dos filmes] tem crescido ao longo dos últimos três ou quatro filmes, e particularmente no mercado internacional. Então nós achamos que há mais para explorar. Mas, claro, vamos ficar muito atentos para não cansar [o público].”

Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da série ‘Velozes e Furiosos’ mas abdicou do cargo no sétimo, pode retornar para comandar a conclusão da franquia.

Segundo o Deadline, a Universal iniciou negociações com o cineasta para assumir as últimas partes da série, que serão rodadas simultaneamente – seguindo o padrão de blockbusters como ‘Harry Potter’, ‘Crepúsculo’, ‘Jogos Vorazes’ e o vindouro ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Lin só deve fechar contrato, porém, depois de dirigir os primeiros dois episódios da segunda temporada de ‘True Detective‘.

A reportagem diz ainda que o final da saga de Dominic Toretto (Vin Diesel) e companhia ganhará “múltiplos filmes” – provavelmente a nova trilogia citada pela presidente da Universal.

Depois de dirigir ‘Velozes e Furiosos 6‘ em 2013, Lin foi substituído por James Wan (‘Invocação do Mal’) em ‘Velozes e Furiosos 7’; ele, por sua vez, também vai abandonar a franquia de ação para voltar ao comando de sua própria série – dirigindo a sequência de ‘Invocação do Mal’.

A Universal Pictures lançará ‘Velozes e Furiosos 7‘ nos cinemas nacionais em 2 de Abril de 2015.

Assista ao trailer legendado de ‘Velozes e Furiosos 7′

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J.J. Abrams e elenco explicam razões para você assistir ‘Star Wars – O Despertar da Força’ em IMAX

Afinal, atualmente, a IMAX é a maior tecnologia cinematográfica que temos hoje!

Com isso, a Disney, a Lucasfilm e a IMAX Corporation realizaram um vídeo com J.J. Abrams e o elenco de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘ no qual eles comentam sobre a sensacional experiência de conferir a produção numa tela IMAX.

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Também foi divulgada a lista de todos os trailer confirmados para vir em ‘Star Wars‘. Claro que ninguém no mundo vai pegar uma sessão em que os 9 vídeos a seguir serão exibidos. O que acontece é o seguinte: a Disney fecha uma parceria com os outros estúdios para que eles foquem seus projetos em determinadas regiões.

Dessa forma, haverá um revezamento de vídeos nas sessões mundiais.

– ‘Star Trek Beyond’

– ‘Batman Vs Superman’

– ‘X-Men: Apocalipse’

– ‘O Caçador e a Rainha da Neve’

– ‘Independece Day – Resurgance’

– ‘Deadpool’

– ‘Capitão América: Guerra Civil’

– ‘Procurando Dory’

– ‘As Tartarugas Ninja 2’

‘Star Trek Beyond’ é adiado

‘Star Trek 3’ ganha vídeo dos bastidores

 

‘A Lenda de Tarzan’ ganha belo cartaz e comercial com cenas inéditas

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz e um comercial com cenas inéditas de ‘A Lenda de Tarzan‘ (The Legend of Tarzan), que será lançado dia 1º de julho de 2016.

Confira:

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Margot Robbie (‘Esquadrão Suicida’) e Aleksander Skarsgård (‘True Blood’) interpretam Jane e Tarzan.

Também estrelam Christoph Waltz (‘Django Livre’), Samuel L. Jackson (‘Os Vingadores’) e Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

O filme mostrará Tarzan já integrado à civilização. Waltz viverá um soldado belga chamado Capitão Rom. Ele tenta capturar Tarzan para trocá-lo por diamantes. Jackson deve interpretar um veterano da Guerra Civil chamado Williams.

Adaptado da série de livros de Edgar Rice Burroughs, o roteiro contou com o trabalho de vários profissionais, como John August (‘Sombras da Noite’), Cormac e Marianne Wibberley (ambos da franquia ‘A Lenda do Tesouro Perdido’) e, recentemente, Adam Cozad.

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Diretor de ‘Dia de Treinamento’ negocia para a nova versão de ‘Scarface’

A Universal Pictures está em negociações com o diretor Antoine Fuqua (‘O Protetor’, ‘Dia de Treinamento’, ‘Sete Homens e um Destino’) para comandar a nova versão ao cinema do clássico ‘Scarface‘.

O diretor chileno Pablo Larrain (‘No’) e David Yates, que dirigiu os 4 últimos filmes da franquia ‘Harry Potter’, chegaram a negociar para o cargo mas não assinaram contrato.

Jonathan Herman (‘Straight Outta Compton’) atualmente reescreve o script que já passou pelas mãos de Paul Attanasio e David Ayer.

O projeto fará uma atualização do personagem para os dias de hoje. A história será centrada no barão do crime, “que, através de uma campanha ambiciosa e implacável, corre atrás do ‘sonho americano’ – seja isto o que for nesta década.”

O primeiro filme protagonizado pelo gângster com a cicatriz no rosto foi ‘Scarface – A Vergonha de uma Nação’, dirigido por Howard Hawks e Richard Rosson em 1932. A inspiração para o roteiro foi o mafioso real Al Capone, que tinha o apelido de “Scarface”.

O cineasta Brian De Palma usou o longa como inspiração para seu ‘Scarface’, que teve Al Pacino no papel do protagonista. Escrito por Oliver Stone, o remake de 1983 é mais conhecido que o original e notório por sua violência. Nessa versão, o italiano Tony Camonte se tornou Tony Montana, um refugiado cubano.

Adaptação do game ‘Uncharted’ contrata diretor de ‘Uma Noite no Museu’

A adaptação cinematográfica do game ‘Uncharted: Drake’s Fortune‘ contratou um novo diretor: Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Ele é o quarto diretor a ser contratado para a adaptação, após a desistência de Seth Gordon (‘Quero Matar Meu Chefe’), Neil Burger (‘Sem Limites’, ‘O Ilusionista’) e David O. Russell (‘Trapaça’).

Todos deixaram o projeto por diferenças criativas.

O atual presidente da Sony, Tom Rothman, decidiu reduzir o orçamento e fazer uma adaptação na linha da franquia ‘Resident Evil‘, gerando diferenças criativas com os diretores.

Mark Wahlberg (‘Os Outros Caras’), que se desligou do projeto há três anos após atrasos na produção, voltou a ser o preferido para viver o protagonista Nathan Drake. Wahlberg atualmente negocia seu retorno.

O vencedor do Oscar Mark Boal (dos premiados ‘A Hora Mais Escura’ e ‘Guerra ao Terror’) atualmente revisa o roteiro do filme, que já passou pelas mãos de David O. Russell, Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer, dupla de ‘Doutor Estranho’, David Guggenheim (‘Protegendo o Inimigo’) e Cormac e Marianne Wibberley, roteiristas de ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘.

Robert De Niro (‘Machete’) e Joe Pesci (‘O Bom Pastor’) se desligaram do projeto, e um novo elenco será anunciado em breve.

Trailer da 3ª Temporada de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ parodia Lemonade, de Beyoncé

A Netflix divulgou o primeiro trailer da terceira temporada de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt‘, série de comédia criada e desenvolvida por Tina Fey e Robert Carlock. A sua estreia acontece dia 19 de maio, em todo o mundo.

O vídeo, inclusive, brinca com uma das músicas de Lemonade, o aclamado álbum de Beyoncé.

Assista:

Estrelada por Ellie Kemper e Tituss Burgess, o seu enredo centra-se numa mulher que é aprisionada por um pastor maluco em um bunker durante anos. Resgatada de um culto apocalíptico, Kimmy decide morar em Nova York, onde tenta sobreviver em um mundo que ela achava que nem existia mais.