Site Página 3673

‘The Flash’: Michael Keaton está em negociações para retornar como o Batman

Após quase 30 anos desde sua última aparição como o herói vigilante em ‘Batman: o Retorno’, o veterano e indicado ao Oscar Michael Keaton está em negociações para reprisar o papel do famoso personagem da DC.

Segundo o portal The Wrap, Keaton está em negociações com a Warner Bros. para retornar como Bruce Wayne no vindouro filme solo ‘The Flash‘. As tratativas ainda estão em estágio bem inicial e não há garantia de que o acordo genuinamente venha a ser fechado.

Ainda não se tem detalhes de qual seria a dimensão da possível participação do ator na narrativa, mas segundo o jornalista Borys Kit do The Hollywood Reporter – outro veículo amplamente conhecido por seus furos de reportagem, caso as negociações sejam oficializadas em contrato, Keaton deve assumir uma função crucial no universo compartilhado da DC.

Por meio do Twitter, Borys pontuou que “caso essas conversas vinguem, fontes dizem que Keaton poderia acabar interpretando o Batman na capacidade de um mentor, um pouco como o Nick Fury do Sam Jackson, e aparecendo em vários filmes. Batgirl seria um desses possíveis projetos”.

Confira a publicação original feita pelo jornalista em questão:


Vale lembrar que o Ciborgue vivido por Ray Fisher, também vai aparecer no filme.

O longa teve sua estreia antecipada. Ao invés de chegar aos cinemas em 1º de julho de 2022, o filme agora será lançado no dia 3 de junho de 2022.

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus desfeitos.

‘A Sacada’: Suspense com Nicolas Cage e Elijah Wood será REMOVIDO da Netflix; Saiba quando!

A Sacada‘, thriller estrelado por Nicolas Cage e Elijah Wood, será removido da Netflix. A produção deixa a grade de programação do streaming na próxima quarta-feira, 30 de junho.

A trama acompanha dois policiais comuns, Waters e Stone, que trabalham na sala de evidências do departamento de polícia de Las Vegas. Quando Stone descobre evidência de uma grande quantia de dinheiro ligada a uma apreensão de drogas, ele e seu colega policial iniciam um plano para encontrar a fonte do dinheiro.

Confira o trailer:

Alex Brewer e Benjamin Brewer são responsáveis pela direção.

Primeiras Impressões | Remake live-action de ‘Como Treinar Seu Dragão’ é uma OBRA-PRIMA

O editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, teve a oportunidade de conferir, com EXCLUSIVIDADE, o remake live-action de ‘Como Treinar Seu Dragão‘.

A produção foi assistida durante a CinemaCon 2025 e ele trouxe suas primeiras impressões em texto e em vídeo, direto do centro de convenções de Las Vegas.

Confira:

Inicialmente previsto para 12 de junho, o filme agora chega aos cinemas em 5 de junho (uma semana antes do lançamento nos EUA).

Confira o trailer:

O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

346263e4 9512 4fd4 a9cf 0945e73de5eb

‘The Walking Dead’: Detalhe importante no episódio pode ter revelado algo sobre o futuro

Já sabemos que The Walking Deadterá um salto temporal, porém, um pequeno detalhes no segundo episódio da 8ª temporada pode ter revelado um dica importante sobre as cenas que estão se passando no futuro.

[CUIDADO COM SPOILERS]

Rick encontra uma bebê (chamada Gracie) em seu berço, logo após matar seu suposto pai. Já na cena no futuro mostra Rick e Michonne com uma menina que segura um coelho de pelúcia, que até então, pensávamos ser Judith. Mas pode ser que não seja. Se você olhar novamente o trecho em que aparece Gracie, a pequena bebê do berço, verá que ao seu lado tem o mesmo coelho de pelúcia, da menina da cena do salto temporal.

Seria então que a menina que vemos não é Judith, mas sim Gracie? Será?

BOMBA! 8ª Temporada de ‘The Walking Dead’ pode ter morte de [SPOILER] 

Assista uma prévia do 3ª episódio da 8ª Temporada, que vêm carregada de novos conflitos e retorno misterioso de personagem.

Assista:

A estreia da 8ª temporada também sofreu uma baixa, e foi a quarta estreia menos vista da série.

Com 11.4 milhões de espectadores, o episódio “Mercy” fica na frente apenas das estreias das três primeiras temporadas, entre 2010 e 2012, em termos de audiência.

Segue o ranking dos episódios de estreia:

  1. 5ª temporada (17.2 milhões)
  2. 7ª temporada (17.03 milhões)
  3. 4ª temporada (16.1 milhões)
  4. 6ª temporada (14.6 milhões)
  5. 8ª temporada (11.4 milhões)
  6. 3ª temporada (10.8 milhões)
  7. 2ª temporada (7.2 milhões)
  8. 1ª temporada (5.3 milhões)

A série retorna domingo que vem (29/10) na Fox.

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

Filme solo do Flash pode não se chamar mais ‘Flashpoint’

Uma matéria do Hollywood Reporter sobre o próximo projeto do roteirista Dan Mazeau indica que o filme solo do Flash não conta mais com o título de Flashpoint, como o filme estava sendo chamado desde que foi anunciado.

Em um determinado trecho, a matéria diz “Ele trabalhou no projeto do filme do Flash na Warner Bros, quando ele ainda era intitulado ‘Flashpoint'”

Logo os fãs começaram a questionar se o filme irá mesmo adaptar o famoso arco dos quadrinhos ou se a chegada dos novos diretores possa ter mudado o rumo do projeto.

Questionado, o jornalista Borys Kit confirmou que o filme realmente não se chama mais Flashpoint, mas que isso não quer necessariamente dizer que o enredo não adapte mais o quadrinho.

“Olha, eu não disse que eles não estavam mais adaptando o Flashpoint. Tudo que disse foi que não seria mais intitulado Flashpoint. Mas talvez tenha falado demais”

Enquanto isso, o filme teve seu diretores confirmados: John Francis Daley e Jonathan Goldstein vão comandar o projeto. A dupla é conhecida por assinar roteiro de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.

Fontes confiáveis e próximas à produção contaram que o longa terá orçamento de US$ 100 milhões e deve começar as filmagens em julho desse ano, em Londres, com o objetivo de ser lançado em 2020.

Além disso, visando evitar críticas pelo CGI, a Warner planeja um extenso período de pós-produção para a criação de todos os efeitos especiais.

E para completar, o filme deve contar com a presença da Mulher-Maravilha (Gal Gadot) malvada, além do Cyborg (Ray Fisher), que deve ter um papel crucial na trama.

Quanto aos vilões, as fontes revelam que o longa terá vários, como o Flash Reverso e Caitlin Snow, que também estará presente, podendo se transformar em Nevasca futuramente. Já o Doutor Luz deve ser o grande vilão da história.

Vale lembrar que todas essas informações ainda são rumores, mas pelo menos nos dá a possível direção que o loga irá seguir.

‘Batgirl’: Joss Whedon deixa a direção

‘Hereditário’: Charlie tem pressentimento em cena deletada do terror

O aclamado terror Hereditário teve uma cena deletada revelada. A cena em questão faz parte das mais de 30 que foram deletadas do corte final e que estão no DVD e Blu-ray, que será lançado nos Estados Unidos no dia 4 de setembro.

Nela, a personagem Charlie (Milly Shapiro) tem um pressentimento antes de entrar em uma festa com o seu irmão. Assista:

O site Bloody Disgusting também divulgou um vídeo exclusivo de entrevistas com o elenco do terror, mostrando os segredos obscuros da família e as metáforas visuais escolhidas pelo diretor Ari Aster. Confira:

O polêmico terrorHereditário‘ entrou para história da produtora independente A24 após fazer mais de 77 milhões de dólares ao redor mundo, ultrapassando o então sucesso da produtora, ‘Lady Bird – A Hora de Voar’, que somou 76.8 milhões de dólares ano passado. A informação é do IndieWire.

O DVD e Blu-ray contará com nada menos do que nove cenas deletadas, de um corte original de 3 horas de duração, além de um Featurette chamado “Amaldiçoado: A Verdadeira Natureza Hereditária” e galeria de fotos inéditas.

Gostou de ‘Hereditário’? Então conheça outros 13 premiados filmes de terror!

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

Crítica ‘What If…?’ | Último episódio destoa do resto da série, já que é muito bom

Encerrando o ano, a última temporada de What If…? chegou ao fim neste domingo (29). Dando continuidade ao episódio anterior, este capítulo mostra o embate entre Uatu e os outros vigias, contando com o apoio das Exiladas.

Assim como naqueles filmes cujo último capítulo é dividido em duas partes, a equipe criativa de What If…? optou por deixar a parte um com mais história, deixando a ação para a parte final. Aqui, vemos as consequências das exiladas irem atrás do amigo. Ele estava sendo torturado, quando viu suas companheiras chegarem para salvar o dia.

Três personagens animados alienígenas com olhos brilhantes

Apesar de ser um grupo diverso, elas ganham um upgrade que nivela seus poderes com os dos adversários. Narrativamente falando, é uma opção excelente, mas acaba perdendo uma grande oportunidade de explorar ainda melhor os poderes individuais de cada super-heroína. Não que chegue a incomodar, só que havia duas personagens originais que poderiam mostrar um pouquinho mais, principalmente a Byrdie.

A ideia de colocar o próprio vigia para compartilhar seus poderes, fazendo com que o grupo aceite o juramento e se integre ao credo, é muito interessante. Apesar de que ser um finalzinho redondinho, ficou, sim, aquela vontade de ver um pouco mais deste novo grupo que vaga pelo Multiverso. E mesmo que a Capitã Carter tenha se sacrificado, é pouquíssimo provável que essa tenha sido a última vez que o público a viu em tela.

Personagens voando em ambiente espacial colorido

O episódio também abre a possibilidade de vermos os vigias novamente, assim como outros personagens queridos da série. Na verdade, é um episódio muito competente de conclusão de série. Porém, ele também flerta muito com a frustração que escolhas da própria equipe criativa para a temporada na hora de escolher as histórias para desenvolver em episódios.

A cena final que mostra outras realidades e possíveis personagens existentes é um cuspi na cara dos fãs que realmente queriam a ousadia do What If…? Dos quadrinhos. Afinal, para que mostrar a imagem de um Motoqueiro Fantasma Samurai ou de um Blade possuído pelo Khonshu, de Cavaleiro da Lua, se a própria série passou longe de oferecer algo próximo a isso? Mais do que isso, existe a imagem de um Thanos submetido ao projeto Arma X, que dê poderes ao Wolverine. Enquanto isso, a série trouxe para os fãs episódios que mostravam heróis usando robôs ou Howard, O Pato se casando. Fica a sensação de que eles podiam fazer muito melhor, mas inexplicavelmente optaram por tramas fracas e linhas do tempo bestas. É como se apontassem para a cara dos fãs e rissem.

Super-herói no espaço com raios de luz coloridos

Enfim, após três temporadas, o What If…? chegou ao fim. Vai deixar saudades? Talvez, mas parece difícil. Por escolhas da própria equipe criativa, a série sempre jogou seguro demais, algo que não combina com a proposta de imaginar novos universos e novas versões de heróis consagrados. Em muitos momentos, a série pareceu muito mais um derivado de Capitã Carter — o grande legado da produção para o Universo Cinematográfico Marvel — do que especificamente do selo What If…?. Para muitos fãs que não conseguem largar séries pela metade, é um alívio que essa tenha terminado, porque apesar de ter alguns episódios muito bons, o saldo negativo.

Personagem animado com armadura e lança em chamas

As três temporadas de What If…? estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Inexplicável – Ator Mirim Surpreende em Comovente História Real

Tem coisas que nem mesmo o roteiro mais criativo consegue colocar numa história, pois a sequência em que ela ocorre muitas vezes fará o espectador duvidar da veracidade dos fatos, mesmo em casos de filmes ou histórias de ficção. Mas nem mesmo o roteiro mais criativo consegue superar o inacreditável que é a vida real – que, quando está inspirada, consegue colocar desafios realmente intrigantes na vida de uma pessoa. Algumas dessas histórias chegam ao grande público, geralmente por seu caráter inspirador e/ou inacreditável, como é o caso do longa ‘Inexplicável’, filme de drama brasileiro que recém chegou ao circuito exibidor nacional.

Gabriel (Miguel Venerabile) é um menino de oito anos fissurado por futebol. Ele é o capitão do time infantil da sua escola e hoje eles enfrentarão a partida mais importante do campeonato, porém, ao fim do jogo, Gabriel desmaia subitamente. Assustados, seus pais – Yanna (Letícia Spiller) e Marcus (Eriberto Leão) – o levam para a emergência, e descobrem que o filho está com um tumor no cérebro, que está impedindo a circulação de sangue normalmente. Temerosos, mas confiante na ciência e em Deus, os dois realizam o tratamento de Gabriel certos de que aquele seria apenas um desafio a ser superado em família. O que eles não poderiam imaginar é que aquele episódio seria apenas o começo de uma jornada delicadíssima que exigirá da família uma força que talvez eles não saibam que tenham.

Baseado em eventos reais (e, no subir dos créditos, fotos e imagens reais dessa família se mesclam à ficção, servindo de inspiração ao espectador), ‘Inexplicável’ tem bem aquela vibe de filme superação que tanto vemos Hollywood fazer, e a produção brasileira realmente não deixa nada a desejar se comparada com títulos similares ao de sua proposta, o que demonstra a qualidade do cinema brasileiro de atender a demandas de todos os gêneros.

O trio de atores principal mostra toda a sua competência em percorrer o arco dramático que vai se intensificando cada vez mais com o desenrolar do filme. Letícia Spiller está ótima, dá vontade de vê-la mais vezes fazendo cinema. Agora, quem realmente dá um show é o menino Miguel Venerabile. Como esse garoto sofre em cena, socorro! Todas as vezes em que ele aparece gritando de dor e chorando copiosamente, nossa… um coração se parte nos cinemas. Não é fácil interpretar esse tipo de papel, ainda mais sendo uma criança e sendo esta uma história real. Miguel é um menino para ficarmos de olho nos próximos anos.

Fabrício Bittar (cuja carreira se solidificou dirigindo filmes da turma, com viés da comédia de escárnio como ‘Como Hackear Seu Chefe’) surpreende na direção deste ‘Inexplicável’, principalmente nas cenas-chave que requerem maior intensidade dramática do elenco. Para que a carga de tensão não se tornasse demais, o diretor faz uma acertada escolha de alternar o foco para o viés da religião, que funciona no enredo como um alívio para o suspense que se torna a progressão da doença de Gabriel.

Inexplicável’ é um comovente filme que emociona até os corações mais duros. Uma história inspiradora de fé, superação e resiliência que tem tudo a ver com os desejos da maioria de nós nesse fim de ano.

‘Pantera Negra 2’: Ator de ‘Nós’ quer participar do filme

Alguns atores trabalham duro por muitos anos antes de conseguirem o primeiro papel de sucesso nos cinemas, então é bastante impressionante quando uma criança consegue esse feito em seus projetos iniciais. E depois de ter estrelado no novo terror de Jordan PeeleNós, o jovem Evan Alex já tem em mente que deseja participar do Universo Cinemático Marvel.

Em entrevista ao site Vulture, Alex revelou que quer “ser um super-herói”. Quando questionado sobre qual queria encarnar, ele trouxe uma resposta um tanto quanto interessante.

“Quero participar de Pantera Negra 2“, ele disse, acrescentando que gostaria de ser o futuro filho de T’Challa (Chadwick Boseman) e da mutante Tempestade. “Quero ser Azari”. Quando perguntado se ele desafiaria T’Challa pelo trono, ele logo disse que não, apontando que seu personagem não precisaria fazer isso.

“Por que desafiar meu pai pelo trono quando já sou o príncipe de Wakanda?”, Alex disse.

Nos quadrinhos, Azari nasce da união entre Tempestade e Pantera Negra e se torna um membro dos Novos Vingadores. Ele tem os poderes de Pantera e a habilidade manipular a eletricidade, mas não tem o controle completo do clima como sua mãe.

Enquanto Nós já está disponível em todo o Brasil, Pantera Negra 2 tem previsão de estreia entre os anos de 2021 e 2022.

‘House of the Dragon’: HBO anuncia nova série derivada de ‘Game of Thrones’!

Apesar do spin-off A Longa Noite ter sido cancelado pela HBO ontem, o mundo de Game of Thrones’ pretende se expandir consideravelmente nos próximos anos: no último dia 29, a emissora oficialmente anunciou que encomendou uma nova série do panteão fantástico intitulado House of the Dragon.

Confira:

A nova série é baseada no romance Fogo & Sangue, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin. A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Miguel Sapochnik ficará comandará o episódio piloto e capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como Battle of the BastardsThe Long Night.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

 

Os Melhores Álbuns do Ano (Até Agora)

Fiona AppleDua LipaMandy Moore.

O que esses três nomes têm em comum? Voltaram a nos conquistar com seus incríveis álbuns, aumentando nossas expectativas para os lançamentos de 2020 e para o retorno glorioso da música ao patamar que tinha no começo da década passada.

É claro que o ano ainda está longe de acabar, mas não pudemos deixar de mencionar as melhores produções fonográficas até agora. Por isso, confira nossa breve lista abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

7. HIGH ROAD, Kesha

“De fato, o impactante classicismo do começo da década passada deixa de existir em prol de uma fusão do pop com um rap mais brando e lapidado, por assim dizer. Em outras palavras, a bem-vinda brutalidade encontra um equilíbrio com a cândida (e irreverente, não se deixem enganar) personalidade da lead singer“My Own Dance”, por exemplo, nos recorda em ritmo e em visual da polêmica era Bangerz de Miley Cyrus, ao passo que se situa em um nicho único. Na verdade, as quatro primeiras tracks pulsam com esteroides sintéticos, desconstruindo e reconstruindo dentro de seus próprios termos um respaldo que outrora acharíamos saturado – o que é interessante, visto que grande parte dos cantores e compositores agora se rendeu à ascensão inexplicável do trap music.” – Thiago Nolla

6. SILVER LANDINGS, Mandy Moore

“Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, Silver Landings deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.” – Thiago Nolla

5. AVES DE RAPINA (OST), Vários Artistas

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.” – Thiago Nolla

4. AFTER HOURS, The Weeknd

“A produção é essencialmente guiada pelas tendências vanguardistas dos anos 1970 e 1980, aproveitando esse revolucionário momento para imprimir características próprias e que ficaram em segundo em plano em meio ao crescimento do pop com nomes como Madonna e Michael Jackson. Enquanto as lendas da música ficaram a encargo de auxiliar Dua Lipa e Lady Gaga a resgatarem esse sentimento nostálgico em suas obras, a banda britânica A.R. Kane serviu como mote para que o performer desse vida a catorze novas faixas que beiram a perfeição. O CD parte da premissa imersiva do dream-pop, logo de cara nos convidando a uma sinestésica viagem que se inicia com a enriquecida e preliminar “Alone Again” – um título um tanto quanto curioso para dar início a essa jornada, mas que funciona em todos os seus aspectos e cultiva um misticismo sonoro levado com solidez para o restante das canções.” – Thiago Nolla

3. SAWAYAMA, Rina Sawayama

SAWAYAMA, como fica conhecido o CD, começa de um jeito bastante inesperado. Apesar de rotulado como o gênero pop – que faz sentido, considerando as canções promocionais -, as iterações se aproximam muito mais de um heavy metal e de um nu-metal vibrante, colorido, permeado por guitarras impactantes e rendições vocais que se assemelham à perfeição operística de Tarja Turunen e que rendem explorações diversas conforme nos deliciamos com treze irretocáveis faixas. “Dynasty” dá a abertura com um ressonante órgão antes de se dispersar em uma letra romântico-épica que cresce a cada nova batida e mergulha numa atmosfera dark e envolvente após o primeiro refrão. Logo de cara, percebemos que a iteração entra em uma teatral contradição com “Snakeskin”, balada que se constrói apenas através do piano e dos sintetizadores muito bem colocados.” – Thiago Nolla

2. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – Thiago Nolla

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“Durante os meses que antecederam o lançamento do CD, Apple deixou bem claro que construiria uma perspectiva bastante manufaturada e pessoal; não é surpresa que tenha trabalhado grande parte em um estúdio caseiro em Venice Beach (o mesmo lugar que inspiraria Lana Del Rey a dar vida às suas idílicas composições), utilizando instrumentos bastante simples e transgredindo as sonoridades do piano, do baixo e da guitarra em rendições espetaculares, extremamente vanguardistas e que misturam elementos de inúmeros gêneros sem ao menos se aproximar de algum deles – algo extremamente difícil de se fazer. A faixa inicial, “I Want You To Love Me”, parece ser tirado de uma das suits de comédias dramáticas indies e que giram em torno de donas de casa, girando em torno de um poderoso piano que mergulha num mundo único e transbordando em aventuresco potencial.” – Thiago Nolla

‘007: Sem Tempo para Morrer’ ganha novo pôster e sinopse OFICIAIS; Confira!

Collider divulgou com exclusividade o novo pôster oficial de 007 – Sem Tempo para Morrer’, ao lado de sua sinopse oficial.

Confira:

Em ‘Sem Tempo para Morrer’, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma tranquila vida na Jamaica. Sua paz logo acaba quando um velho amigo da CIA, Felix Leiter, pede ajuda. A missão de resgatar um cientista mostra ser muito mais traiçoeira do que parece, levando Bond através de uma trilha de misteriosos vilões armados com tecnologias perigosas.

Lembrando que o filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

A estreia permanece agendada para 20 de novembro nos EUA.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Peter Pan e Wendy’: Jim Gaffigan será o Sr. Smee no live-action da Disney!

De acordo com o The Wrap, o ator e comediante Jim Gaffigan entrou para o elenco do mais novo remake em live-action da Disney‘Peter Pan e Wendy’, e dará vida ao icônico marujo Sr. Smee, que faz parte da trupe do Capitão Gancho.

O ator se junta a Yara Shahidi (‘Black-ish’), que será a fada Sininho, e Jude Law (‘The Third Day’), que encarna o vilanesco Capitão Gancho.

Alexander MolonyEver Anderson viverão os personagens titulares, respectivamente. Alyssa Look será a princesa Tiger Lily.

Molony é conhecido por seu trabalho em ‘The Reluctant Landlord’‘Claude’, enquanto Anderson é filha da atriz Milla Jovovich, que já trabalhou com a mãe em ‘Resident Evil: O Capítulo Final’, além de estar confirmada como a jovem Natasha Romanoff em ‘Viúva Negra’.

Confira o primeiro teaser:

O remake ainda não tem previsão de estreia.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘Small Axe’: Antologia de Steve McQueen conquista seis prêmios do BAFTA TV Awards 2021!

Os vencedores do BAFTA TV Awards 2021 foram revelados recentemente – e é claro que a elogiada antologia fílmica criada por Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’) faria bonito.

A obra levou para casa seis prêmios dentre as 15 categorias que disputava: Melhor Ator Coadjuvante para Malachi KirbyMelhor FigurinoMelhor Maquiagem & CabeloMelhor Fotografia & IluminaçãoMelhor Design de Produção e Melhor Casting.

Todos os filmes da antologia foram dirigidos e co-escritos por McQueen. Alastair Siddons Courttia Newland também assinam o roteiro.

A obra já está disponível na Amazon Prime Video.

A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais (, Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education) que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.

Letitia WrightJohn BoyegaMalachi KirbyShaun ParkesRochenda SandallAlex JenningsJack LowdenMichael Ward fazem parte do elenco.

Lady Gaga e Tony Bennett criam mágica no videoclipe oficial de “Night and Day”, do álbum ‘Love for Sale’; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “Night and Day”, novo single do elogiado álbum Love for Sale.

Confira:

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale é o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘Bridgerton’: Netflix divulga resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 2ª temporada de Bridgerton é uma das produções mais aguardadas do ano e, antes de sua estreia oficial no próximo dia 25 de março, a Netflix divulgou um resumão do ciclo predecessor para nos preparar para os novos episódios.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 87% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 15 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Elenco de ‘A Fera’ fala sobre a experiência de ter participado do thriller de sobrevivência [COLETIVA]

O terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), finalmente chegou aos cinemas nacionais e, recentemente, o CinePOP teve o prazer de participar de uma coletiva e imprensa com os astros do filme.

Para aqueles que não conhecem, a história gira em torno de Nate Samuels (Elba), um homem que viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los.

Quando questionadas como foi a experiência de lidar com um leão em CGI como principal antagonista, Leah Sava Jeffries, que interpretou a jovem Norah Samuels na produção, disse:

“Foi divertido, a princípio, porque era um cara em um traje cinza que tinha uma estampa de leão no rosto e ele tentava nos atacar pela porta [do jipe]. Eu e Iyana [Halley] tínhamos que estar assustadas e nós gritávamos e dizíamos: ‘por favor, não morra!’. Quando, na verdade, era um cara em uma roupa que fazia sons [de animais]. Foi divertido, mas tínhamos que colocar a imaginação para funcionar”.

Elba, por sua vez, comentou sobre os principais desafios de enfrentar o antagonista da obra:

“O maior desafio foi calibrar o nível de medo e o nível de tipo… Sabe, este é um homem que não sabe lutar, quanto mais lutar contra um leão. Foi determinado que eu iria dar um soco no leão, mas eu não sabia muito como fazer isso. Foram essas coisas que nós tivemos que dissecar e compreender. Novamente, esse não é um herói de filmes de ação, e sim um homem normal que não pode lutar. Então, para mim, foi difícil mergulhar nessas áreas para deixar tudo palpável”.

Um dos principais elementos analisados no longa-metragem é, além da sobrevivência, o luto. Afinal, enquanto Nate e as filhas lidam com as consequências de perderem a esposa e a mãe, o leão também é desmistificado de sua condição como vilão, visto que perdeu a própria família e resolveu se vingar contra os agressores.

“Definitivamente acredito que a simetria entre homem e leão está conectada pelo luto, pela perda, pela separação, pela raiva, pelo desespero”, Elba comentou. “Ambos sentem isso e creio que nós não queríamos apenas ‘vilanizar’ o leão como a criatura principal, era necessário ter uma história, uma razão pela qual ele estava fazendo aquilo. Não é muito característico dos leões fazerem isso, então era importante deixar claro a história dele e de que forma ela era muito similar à história de Nate, os instintos de sobrevivência, as relações familiares, a dor e o dano”.

O filme, que foi comandado por Baltasar Kormákur, foi rodado na África do Sul como uma das exigências do diretor – e a história encantou o elenco pelo modo como foi construído.

Iyana Halley, que encarnou Meredith Samuels, comentou sobre os aspectos da narrativa que a fizeram se apaixonar pelo projeto

“Para mim, foi o fato do roteiro levar a pensar o que vai acontecer depois. Eu adoro um roteiro que me faça perguntar: ‘meu Deus, será que eles vão conseguir? Eles vão se reunir? Vão consertar os problemas que têm?’. Então, uma história tão bem escrita só te faz querer ainda mais”, ela disse.

Halley continua, revelando de que forma o continente africano e o mundo animal se conectam com ela:

“[A África] é tão incrível e tão linda, e fiquei muito feliz que realmente conseguimos rodar na África do Sul, porque é possível ver a autenticidade de estar lá fora. E nós vimos todos esses animais incríveis, pareceu bastante real, de fato”.

Já para Elba, a colaboração com Kormákur era apenas uma questão de tempo, visto que ambos já tinham conversado entre si sobre trabalharem em um projeto em comum. Elba, inclusive, rasgou elogios para o cineasta e disse que tinha certeza de que ele conseguiria transmitir as sensações certas para uma narrativa deste tipo.

“O elemento de sobrevivência é um elemento-chave nessa narrativa. Bal fez uma contribuição imensa a esse tema e a esse gênero e eu senti que ele encontraria a temperatura e o tom certos para esse filme, que é um pouco mais teatral em relação a uma perspectiva de sobrevivência mais real. Foi isso que eu e Baltasar sentimos que poderíamos fazer com [o projeto]”, o ator comentou.

Ainda que só tenha estreado há um dia, a expectativa de uma sequência é grande – e o CinePOP pôde perguntar a Halley e Jeffries o que elas gostariam de ver em uma suposta continuação.

“Acho que, se fizermos uma sequência, o que eu adoraria, deveria ter um animal diferente. Porque já fizemos um leão, então, por exemplo, um elefante fica louco e tenta vir atrás de nós… Não sei! Mas acho que deveríamos fazer uma sequência legal, de alguma forma”, Halley respondeu.

Jeffries também respondeu, reforçando a resposta de sua “irmã decena”: “Sim, eu concordo”.

Um dos personagens que também nos chama a atenção no filme é Martin Battles, interpretado por Sharlto Copley. Martin trabalha como guarda da reserva africana em que o filme se passa e, mesmo antes de ter sido escalado para o projeto, já havia conhecido um dos maiores especialistas em leões do planeta, Kevin Richardson.

“Há alguns anos eu conheci Kevin Richardson, o Sussurrador de Leões, que tem milhões de visualizações no YouTube com seu trabalho com leões. E foi bem esclarecedor: eu esperava alguém zen, que adorava animais, mas a energia foi algo do tipo, se ele não estivesse fazendo aquilo, ele seria um militar das forças especiais da Marinha, sabe? O elemento mais crítico que ele explicou foi: você não pode demonstrar nenhum medo, porque qualquer coisinha pode fazer o leão te machucar. Mesmo que ele não queira te matar, ele vai tentar te pegar”, ele contou.

Como se não bastasse, Copley nasceu e cresceu na África do Sul e, por essa razão, já havia tido contato com leões desde cedo: “a primeira vez que eu vi um leão de verdade foi em uma reserva na África do Sul, eu estava nos primeiros anos da adolescência (uns doze ou treze anos). Desde então, nunca tive uma experiência tão louca quanto aquela, porque nós seguíamos as trilhas dos leões, dirigíamos pelas árvores e sentávamos para assistir aos leões comendo uma zebra. Não foi em um zoológico”.

O longa não esteve livre de alguns momentos difíceis para serem rodados e, para Copley, um dos mais complicados de serem filmados foi o gigantesco plano-sequência de sete minutos que Kormákur criou.

“A cena mais difícil foi, definitivamente… [Kormákur] rodava o filme com essas longas cenas no estilo ‘Filhos da Esperança’, a mais longa acho que tem sete minutos… E para manter o sentimento fresco e as coisas acontecendo, nós ensaiamos o dia inteiro e aí tínhamos quatro tomadas para fazer, à medida que o sol se punha… Foi único, foi definitivamente a cena mais difícil”, o ator revelou.

Por fim, Jeffries contou o que aprendeu, profissional e pessoalmente, depois de ter participado do thriller – e o que ela poderá levar para seus próximos projetos:

“O que eu aprendi foi: eu nunca tinha feito um thriller antes, então esse foi o meu primeiro. Eu aprendi como chorar no momento certo e como levava um certo tempo para chegar lá; aprendi a temer e a ser corajosa, ao mesmo tempo; aprendi várias emoções para representar de uma vez só. Pessoalmente, no set, eu aprendi a ser mais inclusiva e proteger as pessoas com quem eu filmo, porque somos uma família: é um laço entre uma filha e um pai, entre duas irmãs, somos todos uma família”.

Artigo | ‘As Aventuras de Tintim’, de Steven Spielberg, é uma ótima e nostálgica aventura para ver em família

Na década de 1920, mais precisamente quando o mundo chegava a um profundo e impactante divisor de águas com a Grande Depressão, o artista belga Hergé firmava o seu nome como um renomado escritor e literário. Além de ter produzido inúmeras obras bastante influenciadas pelos romances urbanos europeus, incluindo os assinados por Daniel Defoe e Alexandre Dumas, o também quadrinista ganhou um público fidedigno a seu trabalho quando lançou, durante quase cinco décadas, a série de jornadas mirabolantes intitulada As Aventuras de Tintim – e tal franquia fez tamanho sucesso que sofreu inúmeras adaptações para a televisão, chamando a atenção de um nome relativamente conhecido dentro da indústria cinematográfica: Steven Spielberg.

Levando em consideração toda o seu extenso currículo e sua inegável paixão por narrativas do gênero – incluindo as franquias de sucesso mundial Jurassic Park’ e Indiana Jones’ -, realizar essa adaptação fílmica seria um prato cheio para o cineasta, e eventualmente ele se entrega de corpo e alma para arquitetar uma das animações mais divertidas e alucinantes dos últimos anos, combinando uma estética emocionante única e que já foi vista em suas investidas mais dramáticas e pesarosas, ao mesmo tempo em que permitiu-se fundir a uma perspectiva inocente e, em sua maior parte, satisfatória. Em suma, Spielberg retorna para uma zona de conforto dentro da qual tem todos os elementos para ousar como bem quiser sem estender-se demais em um caminho caprichoso sem volta e manter-se fiel à sua própria identidade cênica.

A trama principal gira em torno do personagem-título, um jovem jornalista conhecido no mundo inteiro por resolver os mais instigantes crimes envolvendo objetos místicos, tesouros enterrados e uma luta constante pela sobrevivência. Aqui, Tintim (Jamie Bell) acaba acidentalmente mergulhando em uma jornada que cruza os sete mares ao adquirir uma réplica exata do Licorne, galeão escocês que naufragou sob circunstâncias misteriosas e nunca mais foi visto, em um mercado de pulgas. Já com esse breve prólogo, sentimo-nos em um cosmos que recria a sociedade europeia pós-Depressão, com um crescente sentimento de esperança que é ressaltado pela paleta de cores viva e pela fotografia bem iluminada e difusa, e ao mesmo tempo sistematiza uma bolha única para os incríveis personagens que serão apresentados.

Após estranhos acontecimentos que envolvem tentativas incessantes de terceiros em adquirir a relíquia, o jornalista e repórter percebe que está lidado com um mistério secular ao descobrir que aquele navio na verdade carregava uma fortuna inestimável que se perdeu com o tempo e que está sendo procurada por caçadores de recompensas e figuras sórdidas – incluindo o charmoso e misterioso Professor Sakharine (Daniel Craig), um magnata que está disposto a tirar quem for necessário do caminho para atingir seus objetivos. Apesar da atmosfera maniqueísta, os personagens são tratados com uma sublima honra quando pensamos no material original – e Spielberg encontra margens para torná-los sedutores, complexos e obscuros ao mesmo tempo. Sakharine, por exemplo, carrega um semblante mórbido por trás de toda a sua pompa, e é acompanhado por cores mais ambíguas, como o vinho, o vermelho e o preto. Tintim, por sua vez, representando o arquétipo do herói justiceiro, é adornado com a segurança e a audácia do azul e do verde, dialogando com sua personalidade voraz e um tanto quanto rebelde.

A história em si parte de um pré-conceito que traz sua conclusão antes mesmo de começar. Afinal, levando em consideração de que ambas as partes da narrativa estão em busca do mesmo tesouro, as duas tentarão ou se eliminar ou estar um passo à frente da outra – o mesmo do mesmo, colocando em palavras cruas. Mas é o núcleo desse naturalmente desequilibrado roteiro que traz o brilho de originalidade necessário para cativar o público – e digo com toda certeza que esse excessivo capricho parte do storytelling de um dos nomes responsáveis por adaptar os quadrinhos às telonas: Steven Moffat. Em conjunto com Joe Cornish e Edgar Wright, Moffat provavelmente sofreu algumas aparadas necessárias para impedir que seu incrível trabalho em séries como Doctor Who’ e Sherlock’ tivessem uma cópia, mantendo-se nos trilhos para não saturar o trabalho de Hergé além da conta. E mesmo com o escopo aventuresco, não podemos deixar de perceber algumas impossibilidades além da conta no filme.

Ainda que ceda a alguns clichês, não podemos tirar mérito dos incríveis dubladores. Bell e Craig trazem momentos de glória e não passam despercebidos durante o longa, mas é Andy Serkis e toda a sua versatilidade vocal que roubam grande parte das sequências ao encarnar o hilário Capitão Haddock. Partindo de uma linhagem que está relacionada ao Licorne, tal personagem não apenas funciona como uma peça-chave para a compreensão da histórica rixa entre dois dos piratas mais temidos dos sete mares e para o descobrimento da fortuna perdida, mas também insurge como um escape cômico divertidíssimo – e por vezes escatológico – que previne a rendição fílmica de manter-se em constante drama vazio. Serkis é o grande responsável por fazê-lo funcionar, deixando suas marcas e seus trejeitos ao longo do caminho de modo conciso e memorável.

Spielberg conhece muito bem o material com o qual trabalha e aproveita essa inclinação ao impossível para ousar na direção. Além das incríveis transições entre os atos, os flashbacks e a oscilação entre a trama principal e uma subtrama tão adorável e envolvente quanto, o cineasta mostra mais uma vez seu incrível domínio acerca da linguagem cinematográfica e reafirma uma habilidade que já vimos em obras predecessoras: a muito bem-vinda utilização de planos-sequência. E tal construção imagética encontra um ápice magnífico no final do segundo ato, cuja ambientação é levada para as planícies desérticas de Bagghar e mergulhada em uma brincadeira entre as estreitas ruas da cidadela e a fluidez da câmera que as torna praticamente expansivas em grau exponencial.

Ainda que Tintim’ peque no quesito roteiro, essa aventura levada aos cinemas sem dúvida alguma deixa resquícios nostálgicos em quem a assistir, não apenas por representar mais um acerto na carreira de um fantástico diretor, mas também por resgatar pequenos elementos do auge do Cinema e configurá-los com uma roupagem nova e que vale a pena de ser acompanhada.

‘Sonic 3’: Filmagens da sequência começam em AGOSTO; Saiba mais!

Segundo o Production List, as filmagens da já confirmada sequência Sonic 3’ já têm data para iniciarem.

As informações indicam que a produção começa a ser rodada no dia 31 de agosto, em Londres, Inglaterra.

Mais detalhes sobre o projeto não foram revelados. Sabe-se, entretanto, que o filme tem estreia agendada para 20 de dezembro de 2024.

O segundo capítulo da franquia arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção abarcou US$ 190.8 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 211 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 402.2 milhões mundialmente.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Saiba quanto tempo Jonathan Majors pode pegar de prisão se CONDENADO

O julgamento de Jonathan Majors contra acusações de contravenção, agressão física e psicológica e assédio. começou no último dia 29 de novembro e, agora, segundo o Deadline, foi revelado quanto tempo o ator poderá ficar preso caso oficialmente condenado.

As informações indicam que Majors poderá pega até um ano de cadeia caso o tribunal seja favorável às acusações – de fato, enterrando sua breve carreira no cenário mainstream.

O juiz designado para o caso vai ouvir diversas testemunhas e desmembrar documentos que fontes disseram ao portal que comprovam a culpa de Majors, além de exporem incidentes passados ​​​​envolvendo o ator.

A principal acusação do processo é sobre as agressões do ator à ex-namorada, Grace Jabbari, durante uma viagem de carro enquanto partiam de Chelsea até Chinatown na noite de 25 de março.

Os policiais da Delegacia de Nova York o prenderam depois que o próprio Majors ligou para o 911, mas os oficiais encontraram Jabbari com hematomas, inchaço, lacerações e um dedo quebrado.

Majors foi libertado após uma audiência e recebeu ordem de restrição para evitar contato com Jabbari, mas ele se declarou inocente de todas as acusações.

Posteriormente, Majors apresentou queixa contra a polícia, dizendo que Jabbari foi quem iniciou os ataques e ambos se machucaram enquanto ele tentava contê-la. Ele disse que ela o agrediu por acreditar que outra mulher estava mandando mensagens para ele enquanto eles estavam no carro.

Após sua prisão, o artista enfrentou consequências profissionais, perdendo seu agente e sendo dispensado de projetos cinematográficos e publicitários. Além disso, novas denúncias de violência surgiram contra o ator, com várias supostas vítimas cooperando com a promotoria do distrito de Manhattan.

Lembrando que seu trabalho mais recente foi na 2ª temporada de ‘Loki‘.

Os 10 Melhores Álbuns Pop Internacionais dos Anos 2010

Quando pensamos no cenário musical dos anos 2010, são vários os álbuns que nos chamam a atenção – principalmente no cenário pop. E, quando fazemos menção ao termo pop, não focamos no gênero em si, mas sim na cultura popular como um todo – e que produções conseguiram manejar sair de um escopo mais independente e causar um impacto significativo no mainstream.

Dentre os nomes mais populares dessa época, podemos citar, sem sombra de dúvidas, BeyoncéLady GagaTaylor SwiftAriana GrandeDua Lipa e diversos outros artistas que conseguiram deixar uma marca sólida na indústria fonográfica e que ou continuaram a estender seu legado, ou começaram a construí-lo de forma imensurável.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns internacionais dos anos 2010 para você conferir e colocar na sua playlist.

Veja abaixo as nossas escolhas:

10. ANTI, Rihanna (2016)

O último álbum de Rihanna, ‘ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me” e “Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

9. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves (2018)

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel Tashian e Ian Fitchuk, incrementando-as com discoelectropop e yacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

8. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe (2010)

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

7. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk (2013)

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

6. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

5. BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular.

4. BODY TALK, Robyn (2010)

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

3. BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Born This Way é um marco no cenário musical e artístico por ter remado contra o que estava acontecendo no mainstream ao trazer incursões do electro-rock ao EDM. Aqui, Lady Gaga se afastou da identidade marcante de ‘The Fame Monster’ e ‘The Fame’ para um testamento de libertação e de empoderamento que foi considerado como uma das “bíblias do pop” contemporâneo e que salvou inúmeras vidas pelo teor de autoaceitação – além de contar com canções como “Hair”“The Edge of Glory” e a faixa-título. Não é surpresa que o álbum seja relembrado até hoje e sirva de inspiração para inúmeros artistas.

2. MELODRAMA, Lorde (2017)

Lorde havia começado sua carreira como um proeminente nome do indie – até resolver migrar oficialmente para o mainstream com um dos melhores álbuns do século e de todos os tempos com Melodrama. Indicado a Álbum do Ano no Grammy Awards 2024, a produção é uma amálgama de conceitualizações certeiras e uma coesão apaixonante que se estende por quarenta minutos (na versão padrão) e aposta fichas em um experimentalismo maximizante de pop alternativo, art popelectro-pop que rendeu inúmeros singles impecáveis e uma colaboração apaixonante com Jack Antonoff.

1. LEMONADE, Beyoncé (2016)

Lemonade é um acontecimento que ficará para sempre marcado no mundo da música e representou uma mudança considerável na estética não apenas sonora, como também identitária e imagética na carreira de Beyoncé. Considerada por muitos, inclusive por este que vos fala, como a magnum opus de uma das maiores artistas de todos os tempos, o compilado rende-se à definição de pop como pertencente à cultura popular, como explicado no começo da matéria. Aqui, temos uma mistura explosiva de inúmeros gêneros que representaram uma amálgama de reapropriação de estilos originários da comunidade afro-americana – como o country, o rock, o reggae, o rap e vários outros – que celebraram uma libertação que seria explorada em suas incursões mais recentes como ‘Renaissance’‘Cowboy Carter’.

‘Os Quatro da Candelária’: Série nacional sobre CHACINA chega ESTA SEMANA ao streaming!

Os Quatro da Candelária, série nacional baseada na trágica Chacina da Candelária, que chocou o Rio de Janeiro em 1993, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 30 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A sinopse revela: “quatro crianças repletas de sonhos enfrentam os perigos das ruas do Rio de Janeiro, sem imaginar que se tornariam parte de um dos episódios mais sombrios da história do Brasil”.

O elenco conta com Leandro Firmino (‘Cidade de Deus’), Stepan Nercessian (‘Chacrinha: O Velho Guerreiro’), Maria Bopp (‘Me Chama de Bruna’) e Antonio Pitanga (‘Casa de Antiguidades’).

A direção e o roteiro são assinados por Luis Lomenha.

os quatro da candelaria 02 (1)

Hayley Atwell revela que ficou DECEPCIONADA com sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ chegou aos cinemas em 2022 – e trouxe inúmeras aparições bastante especiais, incluindo Hayley Atwell como Capitã Carter (reprisando seu papel de voz na série animada ‘What If…’).

Porém, Atwell parece não ter ficado muito feliz com o tratamento que a personagem recebeu no longa-metragem.

Em uma recente entrevista ao Reign With Josh Smith, a atriz admitiu que a aparição de Capitã Carter ocorreu de maneira muito rápida e acabou em um piscar de olhos, dizendo que ficou ressentida com “o fato dela ter uma fala incrível, ‘eu poderia fazer isso o dia toda’, e então é morta como se o próprio escudo fosse um frisbee”.

“Peggy foi muito desvalorizada nessa cena”, ela acrescenta.

E você? O que achou da participação da Capitã Carter no filme?

Lembrando que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ está disponível no catálogo do Disney+.

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

Novo suspense com atriz de ‘Game of Thrones’ DECEPCIONA no Rotten Tomatoes

Sophie Turner, conhecida por seu trabalho na aclamada série ‘Game of Thrones’, retornou aos cinemas com o ambicioso thriller de sobrevivência Trust – e parece que o filme não encantou os críticos internacionais.

No Rotten Tomatoes, o longa estreou com fracos 40% de aprovação com base em 10 reviews. Segundo os comentários, Turner faz um bom trabalho, mas não o suficiente para ofuscar o desperdício de potencial do projeto.

Confira os principais comentários:

“O filme tinha potencial para ser não apenas emocionante, mas também reflexivo. No entanto, com um olhar desfocado e uma assinatura desajeitada, fica muito aquém do esperado” – RogerEbert.com.

“Um começo suculento com temas sociais pertinentes rapidamente descarrila para um thriller vazio, cheio de buracos na trama, reviravoltas ridículas, atuações ruins e direção questionável” – MovieWeb.

Trustfaz um ótimo trabalho ao mostrar do que Turner é capaz. O problema está em tudo ao redor da atriz” – Collider.

Trust está longe de ser um filme totalmente original, principalmente no gênero suspense. No entanto, sua força reside mais nos temas e no subtexto” – Geek Vibes Nation.

Trust é um filme que você pode assistir se quiser apoiar uma história de terror protagonizada por mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras. No entanto, existem outros thrillers nos quais você pode investir seu tempo que não vão te frustrar” – But Why Tho? A Geek Community.

Carlson Young, conhecida por interpretar a Brooke Maddox na série ‘Pânico‘, é responsável pela direção.

Uma estrela de Hollywood (Turner) se refugia em uma cabana isolada — mas não está sozinha. Traída pelo homem em quem mais confiava, ela se vê presa em um jogo brutal de sobrevivência.

O elenco ainda conta com Rhys Coiro, Billy Campbell, Peter Mensah, Forrest Goodluck, Gianni Paolo, Renata Vaca e Katey Sagal.

Gigi Levangie assina o roteiro.

Billy Magnussen e Zach Galifianakis no primeiro teaser de ‘The Audacity’, novo DRAMA do produtor de ‘Succession’; Confira!

AMC divulgou o primeiro teaser oficial de The Audacity, novo drama criado por Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Better Call Saul’).

A produção, que conta com oito episódios, traz Billy MagnussenSarah GoldbergZach GalifianakisLucy PunchSimon Helberg e mais ao elenco.

Confira, junto às imagens promocionais:

Ambientado na bolha do Vale do Silício, The Audacityaborda os sonhos distorcidos, os egos inflados e os deslizes éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Em um mundo de bilionários cínicos, gurus psiquiatras, especialistas em biohacking, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos sendo otimizados em escolas particulares de elite, um audacioso CEO de mineração de dados (Magnussen) se esforça para transformar conhecimento e influência em lucro e poder. O drama com humor ácido confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam nosso mundo em constante transformação.

Glatzer entra como produtor executivo, roteirista e showrunnerGina Mingacci (‘Killing Eve’) também assume a função de produtora executiva.

Lucy ForbesDan SackheimDan LonginoAlex Buono formam o time de diretores.

The Audacity tem estreia marcada para o dia 12 de abril na AMC.

RUMOR: Anya Taylor-Joy deve retornar como Magik em projeto FUTURO do MCU

Os Novos Mutantes’ talvez seja um dos projetos mais frustrantes quando pensamos em filmes de super-heróis e, além das múltiplas mudanças de data e das constantes refilmagens, o longa foi um fracasso crítico e comercial. Todavia, o presidente da Marvel StudiosKevin Feige, parece estar planejando o retorno de um dos poucos pontos positivos da atração.

Segundo o perfil insider @MyTimeToShineH, Feige está cogitando trazer a vencedora do Globo de Ouro Anya Taylor-Joy de volta como a poderosa Magik em um projeto não especificado. A atriz, conhecida também por seu trabalho em ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’‘O Gambito da Rainha’‘A Bruxa’, foi um dos poucos aspectos elogiados de Os Novos Mutantes.

Acredita-se que a personagem deva aparecer em caráter convidado em um filme da Saga Mutante, mas mais detalhes não foram oferecidos pelo perfil.

Os Novos Mutantes | Relembrando o frustrante filme da franquia X-Men

Baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz, o longa acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco ainda conta Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Os Novos Mutantes’ está disponível no Disney+.

‘Vingadores: Ultimato’: Qual é a idade de Steve Rogers ao final do filme?

Uma grande dúvida entre os fãs do Capitão América é sua idade ao final de ‘Vingadores: Ultimato‘, quando ele aparece idoso e passa o escudo para Sam Wilson.

Em um vídeo publicado pela Wired, a resposta é finalmente revelada quando a supervisora de efeitos visuais da Marvel, Jen Underdahl, explica o processo de envelhecimento de Steve Rogers.

No vídeo, Underdahl menciona que o personagem já está com 106 anos de idade.

Confira:

Assista também a nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Harry Potter’: Fãs fingem que Daniel Radcliffe é o autor da saga após mensagens transfóbicas de J.K. Rowling

Nos últimos dias, a autora J.K Rowling se envolveu em mais um polêmica ao compartilhar comentários transfóbicos em seu perfil do Twitter.

Em uma das publicações, ela disse que se nega a reconhecer mulheres trans como mulheres porque passou os últimos três anos lendo livros e artigos científicos sobre o assunto, mas se mostra confusa ao distinguir a diferença entre os conceitos de ‘sexo’ e ‘gênero’.

Em apoio à comunidade LGBTQ+, Daniel Radcliffe rebateu os comentários, dizendo:

Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling.”

Depois disso, os fãs da saga Harry Potter‘ estão ignorando Rowling como verdadeira autora da série literária e atribuíram os créditos a Radcliffe por conta de seu respeito aos fãs.

Confira:

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Lembrando que seu novo livro infantil, intituladoO Ickabog’, já está disponível oficialmente em português.

Os primeiros cinco capítulos já revelados podem ser lidos em português aqui.

Segundo a autora, a ideia surgiu há muito tempo e foi contada para seus dois filhos mais novos capítulo por capítulo por todas as noites até que ela conseguisse terminá-la. A decisão de finalmente publicá-lo veio com o anúncio do lockdown, como forma de manter as crianças entretidas.

O Ickabog será publicado gratuitamente no site através de iterações e ao longo das próximas sete semanas – de acordo com informações, “um capítulo (ou dois, ou três) por vez. Não é Harry Potter e é uma história totalmente diferente”.

Ao todo, a narrativa é composta por 34 partes, com a versão física programada para lançamento em novembro de 2020.

Além disso, Rowling está promovendo um concurso em que as crianças terão a chance de ilustrar o livro. Os editores ficarão responsável pelo resultado final e 34 dos melhores desenhos (um por capítulo) serão inclusos na versão final.

‘WandaVision’: Kathryn Hahn fala sobre seu futuro como Agatha Harkness

Agora que ‘WandaVision‘ chegou ao fim, a atuação de Kathryn Hahn como Agatha Harkness foi recebida com aclamação por críticos e fãs.

E, se a Marvel chamar, a estrela está mais do que pronta para reprisar seu papel como a bruxa milenar.

Durante uma entrevista para o The New York Times, Hahn diz que não tem ideia se irá retornar para o MCU, mas acha que Harknes será uma adição de peso aos futuros projetos do estúdio.

“Eu não tenho ideia se vão me chamar de volta. Eles mantêm tudo muito bem planejado e não fiquei sabendo de nada [além de ‘WandaVision‘]. Eu quero ter uma outra oportunidade, sabe? Agora que eu dei uma amostra dela, eu fico tipo ‘Ahh, que personagem!’. Eu realmente amei participar dessa história.”

O papel de Hahn começou apenas como Agnes, uma ‘vizinha Intrometida’ que acaba se revelando no episódio 07 como a verdadeira Agatha.

No fim das contas, ela acaba ficando presa dentro do mundo das sitcoms.

Anteriormente, Hahn conversou com o ComicBook e revelou qual década ela mais gostou de revisitar na série, que também explora diversos períodos da televisão americana no decorrer dos seus episódios.

“Acho que eu gostei mais de revisitar os anos 80, pois eu era uma criança nessa época, então eu me senti muito nostálgica; as músicas e até mesmo as roupas que eu tive que vestir. Eu me senti como a Isabel Marant: calças prestes dobráveis, sapatilhas e abotoaduras. Eu diria que me senti em casa durante os anos 80, em termos de estilo. Eu amo um cabelo esparafatoso.”

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Gavião Arqueiro’: Clint e Kate enfrentam a Tracksuit Máfia em cena inédita da série; Assista!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da série do ‘Gavião Arqueiro‘ divulgou um trecho inédito da atração.

No vídeo, Clint Barton (Jeremy Renner) e Kate Bishop (Hailee Steinfeld) enfrentam a Tracksuit Máfia, uma gangue armada com coquetéis molotov.

O trailer já havia mostrado um corte da cena, quando Barton quebra uma janela, pega um coquetel jogado contra ele e devolve aos agressores.

Mas o vídeo é uma versão estendida da cena, mostrando que Kate também é essencial para derrotar os adversários.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Presidente da DC Films está prestes a ABANDONAR o cargo após cancelamento de ‘Batgirl’

De acordo com o The Hollywood Reporter, o presidente da DC Films, Walter Hamada, está prestes a sair da divisão depois que a Warner Bros. Discovery decidiu arquivar o filme da ‘Batgirl.

Ao que parece, Hamada já consultou um advogado para intermediar sua demissão. No entanto, ele pretende permanecer no cargo até o final de outubro para acompanhar a recepção do filme do ‘Adão Negro‘.

Como o portal deixa claro, Hamada está pretendendo sair do estúdio, mas ele ainda não está totalmente comprometido com a decisão.

Uma fonte ligada aos bastidores da Warner Bros. Discovery disse que o executivo “está fazendo uma pausa e ele ainda não está certo sobre uma possível demissão.”

Para quem não sabe, Hamada foi contratado para chefiar a DC Films após a tentativa lançar o universo compartilhado que teve início com ‘Batman vs Superman’, ‘Esquadrão SuicidaeLiga da Justiça‘.

Depois disso, Hamada foi encarregado de fazer a transição da franquia além do extinto Snyderverse, combinando ‘Batgirl‘, ‘The Flash’, ‘Aquaman’, ‘O Esquadrão Suicida‘ e vindouras adaptações.

Além disso, ele também foi responsável por supervisionar os filmes independentes da DC, como ‘Coringa, e projetos para a TV, como ‘Peacemaker’, ‘Justiça Jovem‘ e a série animada da ‘Harley Quinn‘.

No entanto, agora que a DC Films e a Warner Bros. estão sob a bandeira da Warner Bros. Discovery, liderada por David Zaslav, houve uma drástica mudança nos bastidores da companhia.

Pelo visto, Zaslav quer redefinir toda a estratégia que a DC Films estabeleceu para os próximos 10 anos, na tentativa de tornar a marca uma rival de peso para a Marvel Studios.

Em maio, Zaslav já havia emitido um comunicado, dizendo que:

“Achamos que podemos construir um negócio de crescimento muito mais forte e sustentável a partir da redefinição das propriedades da DC no cinema e na televisão. Como parte disso, vamos focar na qualidade. Não vamos lançar nenhum filme antes que esteja pronto… A DC merece melhorias, e isso é algo que somos capazes de fazer.”

Agora só resta aguardar para descobrir se a fusão da Warner Bros com a Discovery irá beneficiar as adaptação baseadas no Universo DC.

Até lá, vale lembrar que o próximo filme do estúdio é ‘Adão Negro‘, chega aos cinemas nacionais dia 20 de outubro, um dia antes da estreia nos EUA.

Recheada de cenas inéditas, a mais nova prévia traz um confronto de ideias entre o anti-herói e o Sr. Destino (Pierce Brosnan), que põe em dúvida o papel do personagem.

Ao longo da conversa, o mago diz que Teth Adam (Dwayne Johnson) tem o poder de ser tanto a salvação como a destruição do planeta.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça:  Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

 

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Imagem da 2ª temporada mostra retorno de importante personagem; Confira!

A segunda temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder‘ já está em produção, e algumas novas fotos do set confirmam o retorno de Isildur, interpretado por Maxim Baldry.

Na imagem, ele aparece ao lado da personagem de Nia Towle, que ainda não teve seu nome revelado.

Na temporada anterior, Isildur foi visto pela última vez no penúltimo episódio, aparentemente dado como morto depois de invadir uma cabana em chamas enquanto salvava a vida da Rainha Míriel (Cynthia Addai-Robinson) e dos cidadãos de Númenor durante a batalha das Terras do Sul contra os orcs.

No entanto, como ele é um personagem essencial no eventos que se passam anos mais tarde após a sério, é óbvio que ele iria retornar.

Confira a imagem divulgada pelo Redanian Intelligence:

Segundo o The Hollywood Reporter, a primeira temporada fracassou em conquistar o público.

Nos EUA, apenas 37% dos assinantes do Amazon Prime Video que começaram a assistir a série terminaram todos os episódios. No exterior, o número chegou a 45%.

Para uma temporada ser considerada bem sucedida, pelo menos 50% do público que começou a assistir precisa terminá-la. Ou seja, a taxa de retenção foi muito mais baixa que o normal, ainda mais para uma série tão cara.

Além disso, ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ não trilou um caminho bem sucedido na temporada de premiações.

Para comparação, ‘Os Anéis de Poder‘ somou cerca de 24 bilhões de minutos transmitidos, enquanto séries de sucesso da Netflix, como a primeira temporada de ‘The Witcher‘, alcançaram 32,5 bilhões.

A segunda temporada da série de fantasia baseada nos trabalhos do autor J.R.R. Tolkien tem previsão de estreia para 2024 no Prime Video.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

Marvel vai lançar dicionário visual com mais de 500 artes conceituais do MCU; Confira a capa!

Através do Twitter, a Marvel Entertainment anunciou que vai lançar um dicionário visual com mais de 500 artes conceituais de todos os filmes lançados no MCU até agora.

Intitulada ‘Marvel Studios: The Art of Ryan Meinerding‘, a obra escrita por Tara Bennett e Paul Terry chegará às livrarias dos EUA em 1º de outubro deste ano.

Confeccionado em capa dura, o dicionário reúne as ilustrações feitas por Ryan Meinerding, artista que vem trabalhando com a Marvel Studios desde as primeiras abordagens para o filme do ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Meinerding colaborou com o estúdio em diversos filmes desde então, sendo contratado como ilustrador até se tornar diretor do departamento de artes conceituais.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento do dicionário visual aqui no Brasil.

Confira o anúncio:

Lembrando que o próximo filme do MCU é ‘Deadpool & Wolverine, que estreia em 25 de julho deste ano.

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 25 de julho, e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que a gente conhece.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU