Novas artes conceituais do filme ‘Mulher-Maravilha‘ foram divulgadas. Publicada pelo blogueiro Thomas Storai em sua conta do Twitter, elas trazem a heroína Diana Prince em momentos ainda não vistos pelos fãs nos trailers existentes.
Confira:
A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.
Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.
As filmagens da versão live-action de ‘Alladin’ já foram encerradas. O anúncio foi feito pelos atores Mena Massoud e Naomi Scott, através de suas respectivas contas do Twitter.
Scott compartilhou a sensação de ter finalizado o trabalho:
Wrap day today. What an incredible 6 months. I can honestly say I’ve enjoyed every second. Love to my cast and crew, it’s been a pleasure. 😘
“Dia de encerramento hoje. Que seis meses incríveis. Eu posso dizer honestamente que curti cada segundo. Amor para o meu elenco e equipe, foi um prazer”.
Para marcar o momento, Massoud publicou uma foto direto do set de filmagens.
Confira:
O filme chega aos cinemas em 24 de maio de 2019, data antes ocupada por ‘Star Wars: Episódio IX‘.
Marwan Kenzari será o vilão Jafar, Naomi Scottserá Jasmine, Menda Massound será ‘Aladdin’ e Will Smith vai ser o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).
Guy Ritchie, da franquia ‘Sherlock Holmes‘, é quem vai dirigir a adaptação.
Além de ter faturado mais de US$ 500 milhões no mundo, sendo a maior bilheteria daquele ano, a animação conquistou dois Oscars.
O episódio 9 de ‘The Walking Dead‘, exibido no último domingo (04), marcou a saída do querido Rick Grimes, personagem vivido porAndrew Lincoln.
E o capítulo em questão também foi marcado pela aparição de Shane Walsh, interpretado pelo astro Jon Bernthal. O reencontro destes dois personagens e atores foi registrado nos bastidores, em uma imagem compartilhada no Instagram.
Confira:
Confira as imagens promocionais e o trailer do último episódio de Andrew Lincoln:
Sinopse oficial do nono ano:
“Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo.
Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios.
Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, zumbis inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir.”
O final do 1º episódio de ‘O Mandaloriano‘ acabou de forma surpreendente quando o personagem de Pedro Pascal encontrou um ‘Bebê Yoda’ sendo alvo de caçadores de recompensa.
E após o seu sucesso com o público, o cineasta e criador da série, Jon Favreau, compartilhou uma imagem oficial do design conceitual do personagem, detalhando ainda mais suas fofas características.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
A nova comédia dramática da HBO Max estrelada por Meryl Streep, intitulada ‘Let Them Talk‘, ganhou novas imagens oficiais, que trazem a atriz em destaque ao lado dos atores Dianne Wiest, Lucas Hedge e Candice Bergen.
O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW.
A história é centrada em uma celebrada autora (Streep) que parte numa viagem junto a antigos amigos para se divertir e curar velhas feridas. Seu sobrinho também participa da aventura e acaba se envolvendo com uma agente literária.
A comédia romântica brasileira, ‘Amor sem Medida‘, protagonizada por Leandro Hassum eJuliana Paes, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quinta-feira (18) na grade de programação.
Na trama, desde que a advogada Ivana Cornejo (Juliana Paes) se divorciou, sua vida amorosa ficou estagnada. Um dia, quando perde seu celular, a sorte aparece: um homem simpático e divertido liga dizendo ter encontrado o aparelho. Eles decidem tomar um café e, quando Ivana finalmente conhece Ricardo Leão (Leandro Hassum), ela fica surpresa com sua estatura.
A Marvel Television acaba de confirmar mais um rosto familiar em seu próximo lançamento: ‘Wonder Man‘.
Segundo o Deadline, o ator Arian Moayed, conhecido por seu papel como Stewy em ‘Succession‘, volta a interpretar o Agente Cleary, personagem introduzido em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (2021).
A nova série, prevista para estrear em dezembro no Disney+, é estrelada porYahya Abdul-Mateen II como Simon Williams, um ator tentando ganhar espaço em Hollywood — em meio a um universo onde super-heróis existem de verdade. A produção tem sido descrita como uma carta de amor à indústria do cinema, misturando sátira, ação e bastidores da fama.
Moayed apareceu anteriormente como o agente do Departamento de Controle de Danos (Damage Control), uma entidade governamental responsável por lidar com o caos deixado por heróis e vilões. Após interrogar Peter Parker em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e dar as caras novamente em ‘Ms. Marvel‘, Cleary agora parece estar assumindo um papel mais importante no MCU televisivo.
Ainda cercada de mistérios, ‘WonderMan‘ promete expandir os limites do MCU com uma abordagem mais cômica e metalinguística — e a presença de Moayed reforça a continuidade e profundidade do universo compartilhado da Marvel.
Brad Winderbaum, chefe daMarvel Television, informou que a série terá 8 episódios com duração de 30 minutos cada.
O diretor Destin Daniel Cretton, responsável por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, está à frente do projeto como produtor e também dirigirá alguns episódios da série.
Globo de Ouro 2018 ficou marcado como o ano da representatividade feminina, entre muitos discursos inspiradores, também está a parte divertida da noite: os memes! Confira com o CinePop o que bombou na internet após a cerimônia:
A noite também foi marcada pelo uso da cor preta como protesto diante das denúncias de assédio sexual em Hollywood. E que tal essa reunião de Deusas?
Apesar disso, parece que Denzel Washington estava mais preocupado em saber o que tinha no cardápio, e claro, sendo julgado pela rainha Viola Davis enquanto toma seu champanhe:
A noite também foi triste para os fãs de ‘Stranger Things’, que viram a série perder nas categorias que foi indicada. Acho que esse sentimento reflete bem na expressão do elenco:
Outro momento hilário ficou por conta deJames Franco, que ganhou o prêmio de Melhor Ator em Comédia ou Musical por ‘O Artista do Desastre’ e, ao subir no palco, levou o diretor Tommy Wiseau, quem ele interpretou no filme, porém, não pareceu querer deixar a sua inspiração falar, rendendo o meme: “quando você quer dar crédito, mas não tanto crédito assim”
E parece que Hugh Jackman ficou um pouquinho decepcionado por não levar o prêmio que James Franco levou:
Agora, a rainha das reações da noite foiFrances McDormand, que rendeu alguns dos memes mais hilários. Como esse em que ela pede (de maneira bem sutil! kkkk) para o câmera sair da frente dela:
E também teve esse calafrio espiritual quando seu nome foi anunciado como a vencedora do troféu:
O que falar então da Oprah Winfrey, primeira mulher negra a ser homenageada com o prêmio Cecil B. De Mille? O discurso dela foi tão espetacular que gerou uma série de memes exigindo que ela se candidate à presidência dos EUA:
E quando tudo parecia que estava acabando, veio Natalie Portman para anunciar o prêmio de Melhor Direção ao lado do diretor Ron Howard, em que ela fez questão de ressaltar que TODOS os indicados eram homens, rendendo o Troféu Shade da noite:
Agora, de acordo com o Omega Underground, a série começará suas gravações em Atlanta no verão de 2019.
Ainda segundo o site, o seriado servirá como continuação de ‘Novos Titãs’, que também será transmitido pelo DC Universe. A produção fica por conta de Geoff Johns, presidente de entretenimento da DC.
Continuando com nosso especial Made In Brasil, que vai trazer projetos sobre a cultura pop nacional, vamos falar hoje com Nathalia Bottino, uma das criadoras da webserieMarotos: Uma História, que adapta histórias ainda não contadas do universo Harry Potter nos cinemas. Nessa conversa, ela fala sobre as dificuldades de trabalhar com o audiovisual no Brasil, as inspirações para a webserie e sobre o universo do bruxinho mais famoso dos cinemas! Confira!
Com mais de 100 mil visualizações no ep. 2, “Marotos” foi indicado em sete categorias no Rio WebFest 2020
– Acredito que muita gente que vai ler esse post já assistiu ‘Marotos’ e provavelmente eles não sabem muita coisa sobre quem está por trás das câmeras, então por que a gente não começa com você contando um pouco mais sobre você? Quem é Nathalia Bottino?
Nathalia Bottino teve passagens pela Tocaia Filmes e pelo Porta dos Fundos.
Eu tenho 23 anos, sou formada em cinema pela PUC-RJ, já trabalhei na produtora Tocaia Filmes e como assistente de produção no Porta dos Fundos. Minha área de atuação é direção e roteiro, já fiz o roteiro e já dirigi alguns clipes e alguns outros projetos. Eu sempre fui apaixonada por ir ao cinema, ver filmes, e minha família sempre teve o costuma de me levar ao cinema, então o cinema sempre foi algo que esteve comigo e me marcou. Eu sempre saía da sessão impactada pelos filmes, pensando sobre eles.
– E como você descobriu que cinema era a sua meta de vida?
É engraçado que eu sempre gostei de mandar e dirigir desde pequena, porque eu lembro que eu tinha primas e a gente ficava recriando cenas de algum filme, como High School Musical. E nessa de recriar as cenas, eu ia dirigindo elas. Então eu falava: “você vai ficar aqui e vai fazer isso. Aí, você vai e fala com ela e faz aquilo”. Então, esse espírito de diretora sempre esteve comigo. Mas eu acho que descobri mesmo que queria fazer cinema no ensino médio. Eu sempre tive essas veias artísticas. Sempre gostei muito de dança, da parte audiovisual, de dublagem – que é um dos meus outros sonhos -. Mas, quando fui pesquisar o que eu ia fazer da minha vida, e descobri comunicação, e, em comunicação, o cinema, eu disse: “É isso!”.
– Bom, pra fazer uma série sobre o universo de Harry Potter, acredito que você seja uma fã do bruxinho. Qual a importância do Mundo Mágico na sua vida?
Harry Potter marcou a minha vida. Harry Pottermarcou a minha infância. Eu não lembro como foi a primeira vez que fui ao cinema, porque eu era muito nova, mas lembro que minha mãe chegou pra mim e disse que tinha um filme novo sobre um bruxinho. A gente foi ver e aquilo me marcou muito, e ficou comigo desde então. Eu sou aquela fã que quer ter várias coisas, tipo quadro, Funko, canecas e qualquer coisa relacionada a Harry Pottereu quero ter aqui em casa. Mas isso é porque foi uma história que me marcou muito, que marcou a minha personalidade por falar sobre amizade, amor, luta pelos seus princípios. Eu não sei o que seria de Nathalia Bottino sem Harry Potter. Eu seria uma pessoa completamente diferente sem a saga.
– Como foi o momento em que te bateu a ideia de fazer uma série sobre esse universo?
Quando eu entrei na faculdade, eu conheci uma menina chamada Luciana Carvalho, que é uma das roteiristas de ‘Marotos’, e a gente teve uma conexão muito grande. A gente sempre conversava sobre desenhos, sobre séries e Harry Potter. E ambas somos muito fãs deHarry Potter. Por conta disso, a gente começou a pensar sobre como seria uma história sobre os Marotos. Algo que nós, como fãs, sempre quisemos ver. E acho que a maioria dos fãs sempre quis ver essa história. E aí a gente começou a pensar em fazer um curta sobre isso. A gente foi lá e fez o curta, que não deu lá muito certo, não. Pra ser bem sincera, o curta deu muito errado. A gente tava na faculdade, não tinha experiência, eu nunca tinha dirigido nada na minha vida. Foi uma experiência muito “se joga! Vai lá!”. Foi algo que a gente fez pra ganhar experiência mesmo, chamando conhecidos pra fazer equipe, elenco. Nem todos eram atores mesmo, mas deu errado. Só que aí, por conta do curta, a gente conheceu outras pessoas, como a Flora, uma das roteiristas. E o Nathan, que é um dos atores da série, sugeriu da gente contar a história como uma webserie no último dia de gravação. A gente ficou mexida, até que a Flora se ofereceu para escrever o roteiro com a gente. Então eu, Flora e Luciana ficamos escrevendo o roteiro desde setembro de 2017 até março de 2018. E foi aí que começou.
– E como são as gravações? Tem muito improviso?
A gente gosta de deixar os atores se sentirem à vontade quando eles querem improvisar, porque osMarotos, como diz o próprio nome, são zoeiros, são marotos. Então, às vezes, os atores veem a possibilidade de fazer uma piada, ou alguma fala que seria engraçada ou divertida, a gente deixa. Normalmente, eles passam um pouco da linha e a gente acaba cortando na edição, porque a gente morre de rir, mas a série não é original. Ela é baseada em um universo pré-existente, então tem certas coisas que a gente TEM que seguir. Quando a gente foi escrever o roteiro, a gente sabia onde tava entrando e pesquisou TUDO para não ter erro ou furos, porque a gente sabe que os fãs de Harry Pottersão muito exigentes, afinal também somos fãs, e a gente não queria ser criticada por fazer alguma coisa errada. Nós sempre temos isso em mente, então conversamos com o elenco. Eles sempre querem adicionar alguma coisa na cena, então a gente conversa e vê se encaixa no contexto. Eles amam improvisar, mas nós sempre temos essa preocupação para ver se vai afetar no desenvolvimento ou no futuro dos personagens.
O elenco gosta de improvisar, mas precisa estar em dentro do que o universo propõe.
– Você já teve problemas durante as filmagens, como um cenário indisponível ou pessoas curiosas interrompendo as gravações?
Com certeza! Inclusive, a gente tem lançado os making ofs das gravações lá no canal e eles têm todos os problemas que enfrentamos durante as filmagens. Por exemplo, a gente sempre grava em locações gratuitas, porque a gente não tem dinheiro, o projeto é financiado por doações dos fãs, então a gente trabalha com o orçamento mínimo. E se já é difícil encontrar locações gratuitas, pense em procurar uma locação com arquitetura que lembre Hogwarts no Rio de Janeiro. Porque a gente costuma gravar aqui no Rio, indo, no máximo, até Petrópolis ou Teresópolis. Essa parte arquitetônica e financeira é muito difícil, então costumamos ter problemas. Já teve locação que tava acertada com a gente. Aí, no dia anterior à filmagem, caiu a locação. Estamos sempre na imprevisibilidade desse tipo, mas na questão de curiosos, ainda não tivemos muito problema com isso, não. Já aconteceu de estarmos gravando a cena da Lílian e do Tiago na cozinha – a cena da D.R., como a gente costuma chamar. E aí, de repente, começa um barulho altíssimo de furadeira no prédio do lado. E lá fomos nós falar com o moço. A gente começou a gritar pela janela e conseguimos resolver assim. Logo em seguida, uma vizinha colocou música super alta, e lá fomos nós de novo. Então assim, a gente tá sujeito a essas coisas. E a gente tem que saber como falar, explicar que tá fazendo uma gravação ali. Mas, ao mesmo tempo, isso é muito engraçado. E como a gente tem tudo registrado no making of, acaba sendo difícil e engraçado, e dá pra ter uma ideia melhor vendo os vídeos no canal. É muita história pra contar hahahahaha.
O desafio é encontrar locações que lembrem o estilo arquitetônico de Hogwarts.
– E como foi a repercussão da série?
Eu fico muito feliz com a repercussão da série porque virou assunto não só no universo dos fãs de Harry Potter, mas também repercutiu no mundo dos criadores do audiovisual, principalmente aqui no Rio. Eles sabem como a gente sofre pra fazer o projeto e isso me deixa muito feliz. Através do projeto, a gente conseguiu frequentar o YouTube Space, conhecer outros criadores, divulgar o nosso trabalho. Mas assim, entre o fandom de Harry Potter, a gente tá bem estabelecido. Muitas pessoas conhecem e seguem a série, a gente tem muitos fã-clubes, nossos atores têm muitos fã-clubes, é uma coisa que a gente nunca imaginou que fosse acontecer, sabe? Os atores foram reconhecidos na rua por fãs! Isso é muito louco e gratificante, porque é isso que a gente pode ter com essa série. A gente não consegue ganhar dinheiro pra gente porque a obra não é nossa, então a gente acaba ganhando em reconhecimento do nosso trabalho e repercussão disso. Eu fico feliz que isso aconteça. E como eu sou ambiciosa, quero sempre que nossos números cresçam, mas sei que os fã-filmes estrangeiros sempre vão ter mais visualizações que os nossos porque a gente tá no Brasil, a gente tá falando em português, não inglês, então a gente sabe que é mais difícil de atingir mais pessoas. Mas a gente já teve visualizações em vários países. Tipo, a Bella Russo, que é uma das nossas atrizes, foi viajar para o Japão e encontrou uma fã lá que tinha visto a série. Temos muitos fãs de Portugal, que são bem fãs e acompanham a gente. E isso é muito incrível, porque tem essa limitação da língua, mas as legendas que a gente coloca, em inglês e espanhol, ajudam nesse ponto.
E acho que a prova dessa repercussão é que a gente foi indicada a dois prêmios do Rio WebFest de 2019, de melhor abertura e créditos, e melhor série infanto-juvenil, e ser indicado logo na primeira vez que a gente se inscreveu no festival foi muito incrível. Esse ano, a gente foi indicado em SETE categorias e espero que a gente consiga levar um dos prêmios pra casa, porque a qualidade do episódio dois cresceu bastante em relação ao primeiro e a nossa meta é seguir melhorando cada vez mais.
– Vocês produzem a webserie de maneira independente. Quais as dificuldades de criar conteúdo audiovisual no Brasil?
Eu até rio porque são tantas as dificuldades de trabalhar com audiovisual no Brasil. Porque se já é difícil fazer audiovisual financiado no Brasil, imagine fazer audiovisual independente baseado em um universo no qual você não tem os direitos sobre a obra, que se passa nos anos 1970, que precisa de efeitos especiais, que se passa na Inglaterra, mas é filmada no Brasil… Bem, a dificuldade triplica, fica muito mais difícil do que já é. A gente sabe que a cultura no nosso país não é valorizada, a gente não tem qualquer tipo de patrocínio, só alguns apoiadores que emprestam equipamentos, então fazer a série “só” com o apoio dos fãs, é complicado. Uma série tão grande, porque é megalomaníaca mesmo, que tem gasto com arte e figurino, porque a gente tem que remeter ao que as pessoas têm no imaginário sobreHarry Potter, e sem patrocínio? É muito difícil mesmo, então, geralmente, a gente tem que se virar nos 30, ser bem cara de pau, pedir as coisas, ser muito insistente para conseguir as locações, explicar que a equipe é reduzida e que os equipamentos não são muito espaçosos para convencer as pessoas. Então, a gente costuma ir com a câmera, um tripé e o equipamento de som. Então a gente tenta pensar em outras formas para conseguir dinheiro, para não depender “só” das doações. Por exemplo, a gente tem a nossa lojinha, com produtos oficiais da série, em que a pessoa pode ajudar a série adquirindo um produto. A gente faz sorteios. Durante a pandemia, a gente faz chamadas de vídeo exclusivas do elenco e quem pagar acima de tal valor pode participar. Então assim, a gente precisa ser muito criativo e conseguir se adaptar ao que a gente tem. Tem vezes que a gente pensa em uma cena, mas acaba recebendo um “não” da produção, e a gente muda, porque, né? Às vezes a gente muda, às vezes, não, porque a cena precisa ser naquela locação e a gente corre atrás para se adaptar. É muito na base do perrengue mesmo. Mas isso acaba sendo muito bom porque a gente aprende a se adaptar. E quando o profissional aprende a se adaptar ao momento, ele cresce. Porque o profissional do audiovisual está sujeito a essa imprevisibilidade tanto num projeto independente quanto num projeto com verba.
A falta de investimento é um grande problema para continuar com a série.
– O episódio 2 está bombando. Vocês têm planos de fazer novas temporadas?
Enquanto a primeira temporada é mais voltada para Hogwarts, talvez até por isso seja tão complicada de fazer, a segunda temporada não está com o roteiro 100% pronto. Nossa ideia era terminar onde Harry Potter começa, mas a gente tá trabalhando nessa segunda temporada aos poucos. Porque a gente percebeu que esse projeto não pode ser pensado em longo prazo. As coisas mudam, e a gente tem que sempre pensar no que dá para fazer no momento. Nossa meta agora é terminar o episódio 3. Não sabemos quando vamos voltar a gravar o episódio por conta da pandemia, que ainda não acabou, e a gente acha que, por termos muitas gravações em lugares fechados, seria arriscado voltar a gravar agora. Então, provavelmente só vamos voltar a gravar no ano que vem, deixando o episódio 3 para 2021. Depois dele, vamos avaliar a questão do roteiro, ver o que nós vamos fazer, se vamos reduzir a trama… Mas assim, a ideia de fazer a segunda temporada, que deve mostrar mais da guerra, existe, sim. Só precisamos de dinheiro, porque não dá para viver só de sonhos. A gente depende do dinheiro das doações, só que ele é muito incerto. A gente tá recebendo esse dinheiro agora, mas mês que vem ninguém sabe. Então não dá pra prometer uma nova temporada justamente por isso. É complicado.
A webserie busca investidores para continuar existindo.
– Até onde você acha que a série pode chegar? Você acredita em fazer outros spin-offs no mesmo universo?
Então, aparecendo um patrocinador, que banque a gente, a gente chega a uma segunda, terceira temporada. Porque a gente sabe o que quer contar e sabe até onde quer ir, mas sem dinheiro é complicado. Se você quiser ver mais episódios de Marotos, ajude divulgando o projeto, fazendo as doações, indicando patrocinadores mesmo que sejam pequenos… É um projeto que precisa da ajuda dos fãs. Porém, acabando Marotos, eu não pretendo mais fazer spin-offs, não. Porque você fazer um conteúdo sobre o qual você não tem os direitos e não pode receber por isso é gratificante por trabalhar em um universo que você ama, mas é complicado não poder receber por isso. Somos profissionais e somos muito gratos a tudo que o projeto nos traz, só que acredito que apósMarotos, será hora de eu buscar outros projetos.
O elenco de “Marotos” segue na indefinição sobre o futuro do projeto.
– Por fim, qual mensagem você passaria para alguém que esteja na dúvida de seguir pelo mundo do audiovisual?
As pessoas têm um conceito muito deturpado de trabalhar com audiovisual. Tem aqueles que acham que é só balbúrdia e tem os que acham que é só o glamour e as entrevistas. Mas é uma profissão que, como qualquer outra, te exige muito estudo, te exige que você esteja sempre se especializando e renovando, porque o mercado é duro e te exige muito esforço. Como são muitas áreas de atuação, você precisa saber muito sobre elas. E como precisa de investimento, você acaba aprendendo muita coisa na prática. A faculdade é importante, mas talvez não seja necessária. Se você fizer um curso especializado, talvez seja melhor. Se você quiser trabalhar com sets, procure um lugar que te proporcione trabalhar com isso na prática, que você passe pelos perrengues e sinta na pele como é. A parte de como vender um filme, o que fazer com seu projeto depois de pensar no roteiro, como viabilizar seu projeto… Eu sinto que isso não foi passado tão bem pela faculdade e são partes essenciais para quem quer viver do audiovisual, sabe? São coisas que você acaba pegando na prática. Faça networking, seja paciente e busque crescer. Se você quiser entrar no mundo do audiovisual, entre sabendo das dificuldades que ele te proporciona. Mas assim, é algo muito gratificante. Para mim, estar em um set é uma sensação incrível! Estar produzindo arte com outras pessoas… Ah, é sempre bom lembrar que é um mundo de trabalho coletivo, então você precisa saber trabalhar com pessoas. Mas no final, todo o trabalho, o choro, os perrengues valem a pena. O foco tem que ser fazer arte e não se prender a querer fama. E se você sente que é com isso que você quer trabalhar, se joga! Vai de cabeça, corre atrás, busque indicações… Vai com tudo!
Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Christian Vincent (Os Sabores do Palácio), A Corte fala sobre a rigidez e postura de uma alma tímida e sem coragem para amar. Protagonizado pelo excelente Fabrice Luchini e com uma atuação delicada mas profunda da atriz dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (Depois do Casamento) o filme deve conquistar o público cinéfilo facilmente. Um dos fatores mais intrigantes deste trabalho é o fato de ser difícil definir um gênero para o filme. Alguns vão falar que é um drama leve, outros vão dizer que é uma quase comédia romântica. O roteiro flutua em diversos gêneros e isso, sem dúvidas, é um dos méritos deste belo trabalho que compõe a seleção deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês.
Integrante dos seletos filmes do último Festival de Veneza, A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que as vésperas de mais um júri popular, que deverá julgar um pai acusado de homicídio da filha, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher com que o senhor juiz tem um passado de amor secreto e unilateral. Assim, ao longo dos intensos dias no tribunal Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.
O que mais chama a atenção em toda a projeção é o desenvolvimento do protagonista feito maravilhosamente bem pelo experiente Fabrice Luchini. O Juiz Recine é odiado por muitos personagens mas com certeza se torna amado por grande parte do público. O fato do amor renascer em sua pacata vida leva o personagem a um curto e instantâneo período de transformação que acaba até melhorando sua vida profissional. Essa questão do amor não correspondido é muita bem inserida dentro da trama e conta com atuações acima da média para que a magia aconteça na tela.
A Corte não é uma história de amor, em muitos momentos é uma história narrada dentro de um tribunal mas onde essa questão jurídica é totalmente deixada em segundo plano. Os diálogos entre Recine e Ditte são esplendorosos, conseguimos sentir angústia, ansiedade e muito carinho que brota entre os dois. A Corte poderia ser um seriado, daqueles que causam uma boa impressão logo de cara, e esse longa-metragem seu piloto. Os recortes de gêneros são feitos com muita harmonia e simpatia. Uma história de amor? Um drama? Um filme de tribunal? Tudo isso e muito mais neste belo trabalho.
Com seus quase 80 anos de idade – muitos deles dedicados à sétima arte e marcado com três indicações ao Oscar – o cineasta sueco Lasse Hallström já nos proporcionou emoções diversas: de excelentes filmes a outros um tanto sonolentos. Diretor de Sempre ao seu Lado, Regras da Vida, Chegadas e Partidas e Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador, o experiente artista lança agora seu novo trabalho direto no Prime Video: O Mapa que me Leva até Você. E olha… que decepção!
Com uma trama que se desenrola dentro da já conhecida ‘receita de bolo’ das histórias de amor – superficiais e apressadas – o filme caminha a passos largos para uma espécie de sessão de autoajuda. Baseado no livro do professor de inglês e escritor Joseph Monninger – falecido no primeiro dia de 2025 –, o projeto tenta se impor, em seu discurso, a ideia de ‘viver o presente’. Essa proposta, no entanto, acaba refletindo na narrativa como uma corrida desenfreada em busca de qualquer emoção imediata, sem muitas referências à exploração da variável tempo.
Heather (Madelyn Cline) é uma jovem organizada e dedicada rumando para um futuro de sucesso na profissão que escolheu. Antes de entrar com toda força no mercado de trabalho, resolve fazer um mochilão pela Europa com as amigas Connie (Sofia Wylie) e Amy (Madison Thompson). Em terras estrangeiras, acaba conhecendo o desbravador de emoções e aventuras, Jack (KJ Apa). Logo, uma atração mútua chega com impacto. Esses dois apaixonados resolvem esticar a viagem, indo atrás dos lugares mencionados no diário deixado pelo avô de Jack. Em certo momento, percebemos que Jack esconde um segredo que colocará um ponto de interrogação no futuro dessa história.
Em muitos momentos, parece que estamos assistindo a um filme que já vimos. Esquisito, né? Nem tanto: a mesmice vem agarradinha à inúmeras produções lançadas todos os anos. Essa sensação estranha nasce do ‘mais do mesmo’, daquela receita de bolo que se joga em clichês, caminha para a previsibilidade e não expande pontos reflexivos. É sempre frustrante se deparar com uma obra que, no universo literário, tem fôlego, mas que no cinema se mostra completamente limitada pela falta de habilidade em encontrar soluções criativas na tela.
É uma pena que falte emoção. O filme não alcança seu clímax em nenhum momento. O primeiro grande amor – um dos fortes elementos que se apresentam – é retratado de forma fria, em contraste com a protagonista, definida como cética. De romance com ar filosófico, o filme vira uma vitrine de pontos turísticos europeus, um caminho que se mostra decepcionante.
Apenas simpático – muito graças à leve, mas eficiente, sintonia entre os intérpretes dos personagens principais, O Mapa que me Leva até Você entrega uma história de amor cinematográfica igual a tantas outras, daquelas que esquecemos rapidamente.
Cinemas fechados mais uma vez. Por uma boa razão. O Brasil entra agora numa fase alarmante durante a pandemia. Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão. E para começar nossa série de matérias, escolhemos produções do líder do mercado: a Netflix. Mas não apenas isso, para você não ficar por fora da temporada de premiações (o Globo de Ouro já passou, mas o Oscar é em abril), selecionamos sucessos recentes nas cerimônias, além de obras de muito prestígio que acabam de chegar ao streaming (mesmo tendo sido lançadas há alguns anos), oportunidade ideal para conhecer ou revisita-las. Vamos conferir.
Este suspense com doses de humor (pra lá de) incorreto vem dando o que falar e se tornou um dos mais recentes sucessos da plataforma de streaming vermelhinha. Escrito e dirigido por J. Blakeson (guardem esse nome), o longa traz um dos melhores desempenhos da carreira da atriz Rosamund Pike (indicada ao Oscar por Garota Exemplar) que, não por acaso, venceu o último Globo de Ouro pela performance e pode vir a chegar até o Oscar novamente. No filme, ela vive Marla Grayson, uma “leoa”, como a própria se define. Uma mulher inescrupulosa, que ganha a vida tirando vantagem de idosos indefesos e enriquecendo com isto. Por esta sinopse podemos ver que a protagonista é uma vilã dessas que vemos aos montes na vida real. Mas ninguém pode se dar bem para sempre fazendo algo errado e assim ela, que é uma força que não pode ser parada, irá se deparar com um objeto que não pode ser movido. Assim está lançado o desafio. Um dos melhores exemplares da plataforma em anos recentes.
Nossa segunda dica da lista é esta produção também conhecida por seu título original,First Reformed. Exibido originalmente ainda em 2017 em festivais de cinema pelo mundo, o filme chegou direto no mercado de vídeo brasileiro em 2018, tendo sua ausência sido muito sentida no Oscar para prêmios mais significados (o longa chegou a ser indicado na categoria de roteiro original na cerimônia de 2019), já que entrou em diversas listas dos melhores do ano de críticos e especialistas. Escrito e dirigido pelo veterano Paul Schrader (roteirista dos clássicos Taxi Driver e Touro Indomável), Ethan Hawke protagoniza na pele de um padre de uma pequena igreja de Nova York. Quando ele se depara com uma jovem e desesperada grávida (Amanda Seyfried) procurando ajuda, ele começa a questionar sua fé. O longa tem 93% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.
Com 88% de aprovação dos críticos, este é o mais recente trabalho do astro Tom Hanks. Sua primeira incursão no gênero do faroeste, o astro interpreta o Capitão Kidd, veterano da Guerra Civil Americana, que dividiu o país num conflito contra a escravidão. Agora o sujeito ganha a vida lendo notícias para os analfabetos de cidade em cidade no velho Oeste. Sua nova missão, no entanto, será a mais desafiadora. A ele recai a incumbência de entregar uma menina, levada por membros da tribo Kiowa anos atrás, de volta aos tios. O filme foi escrito e dirigido por Paul Greengrass, que já havia trabalhado com Hanks no tenso Capitão Phillips (2013) – indicado ao Oscar. Relatos do Mundo também pode chegar aos prêmios da Academia, tendo sido nomeado aos Globo de Ouro deste ano de melhor trilha sonora e melhor atriz coadjuvante para Helena Zengel, que vive a menina Johana.
Esse é mais um faroeste repleto de rostos conhecidos que chega agora na lista. Cria de festivais de cinema famosos, como Sundance, Berlim e South by Southwest, o longa traz à frente do elenco como protagonista, o novo Batman do cinema, Robert Pattinson. Na trama, o ator vive um pioneiro se aventurando no Oeste selvagem por volta do ano 1870 com o objetivo de se casar com sua amada, papel de Mia Wasikowska. Nesta jornada árdua, o longa redefine as tênues linhas entre o herói, o vilão e a donzela em perigo (título original do longa). Curiosamente, Pattinson havia recusado o projeto à princípio por não saber defini-lo em um gênero apenas, já que o longa possui tons de humor pontuais igualmente.
Essa é para os órfãos da série Game of Thrones e fãs de sua estrela Emilia Clarke. A jovem atriz mostrou que se sai bem em filmes românticos, vide Como Eu Era Antes de Você(2016) e Uma Segunda Chance para Amar (2019), mas vira e mexe se aventura por outros gêneros igualmente. Aqui, ela arrisca num drama criminal baseado numa história real. Na trama, Clarke interpreta uma informante do FBI, que termina se envolvendo amorosamente com um oficial (Jack Huston), designado a investigar um caso nas montanhas do Kentuchy. O caso proibido do casal se tornou escandaloso, levando à tragédia.
Continuando pelo terreno de jovens atrizes talentosas, a carismática Zendaya se encontra atualmente no topo do mundo. Ela é parte integral das superproduções da Marvel nos novos filmes do Homem-Aranha, e já prepara sua terceira participação como MJ no fim deste ano em Spiderman: No Way Home. Na TV, seu sucesso não diminui, já que protagoniza a impactante Euphoria, da HBO, que em breve estreará sua segunda temporada. Falando no programa, aqui a jovem estrela se reúne com o criador da série, Sam Levinson, para um drama bem intimista, que se comporta muito como uma peça de teatro. Passado em um único cenário, e com apenas dois atores, Malcolm & Marie é todo criado em preto e branco. Esperem muitos diálogos, discussões sobre relacionamentos e questões existenciais. Quem divide a cena com Zendaya é outro ator do momento, John David Washington, astro de filmes como Infiltrado na Klan (2018) e Tenet(2020), filho de Denzel Washington. A trama mostra um casal, um diretor de cinema e sua namorada, voltando para casa após a estreia do mais recente filme dele. Enquanto aguardam as críticas saírem, os dois começam a discutir seu relacionamento e revelações surgem.
Um dos filmes mais prestigiados da temporada, a obra é escrita e dirigida por um verdadeiro mestre: o roteirista sensação Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por A Rede Social). Baseado numa famosa história real, parte recente da história norte-americana, o tópico aqui é um julgamento considerado um dos mais importantes para a justiça dos EUA. É curioso notar, no entanto, como o passado se conecta com o presente, mostrando que muitas questões vão e voltam em nossa sociedade. Como diz o título, sete indivíduos (ou oito, dependendo do ponto de vista), vindos de passados e ideais diferentes, são julgados pelo mesmo crime. Todos líderes de movimentos e protestos contra a Guerra do Vietnã, que se transformaram em violentos confrontos com a polícia. Ah sim, o filme traz também um dos melhores elencos de anos recentes, com nomes como Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen, Mark Rylance, Joseph Gordon-Levitt, Yahya Abdul-Matten II, Frank Langella e Michael Keaton.
Por falar em elenco de primeira, este suspense dramático já valeria só pelos nomes que desfilam em tela. O tema aqui é uma crítica ferrenha ao fanatismo religioso, que leva algumas pessoas a cometerem as maiores atrocidades “em nome de Deus”. O abuso da fé alheia e a cegueira sem questionamentos são alguns dos tópicos. Diversas micro histórias se entrelaçam no filme escrito e dirigido por Antonio Campos, filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes. A trama perpassa por linhas temporais, apresentando passado e presente de uma família marcada por tragédias relacionadas a uma devoção equivocada. O protagonista é mesmo o jovem Tom Holland (o citado novo Homem-Aranha do cinema), um rapaz dono de um passado pra lá de traumático, disposto a fazer justiça, mesmo sendo com as próprias mãos. Um dos chamarizes é a presença de Robert Pattinson (em mais um filme da lista) na pele de seu personagem mais asqueroso, um pastor que se aproveita de suas fiéis para abusar sexualmente delas – algo muito recorrente em todas as religiões.
Com 91% de aprovação dos críticos, esta produção muito comentada e celebrada de 2017 estreia agora na Netflix. Se você ainda não teve a chance de assistir, não perca mais tempo. Podemos ir mais longe ainda e dizer que se trata da obra-prima da carreira do jovem ator e cineasta James Franco, tanto no que diz respeito à sua atuação, quanto como realizador. O filme foi nomeado ao Oscar na categoria de roteiro adaptado, mas merecia mais. Para não sermos injustos e vendermos esse “peixe” de forma equivocada, vale dizer também que Artista do Desastrefunciona melhor para os que gostam de filmes sobre os bastidores do mundo do cinema, e especialmente os que conhecem sobre o cult The Room (2003), considerado um dos piores filmes já feitos na história. Artista do Desastre fala justamente sobre as gravações de The Room, servindo igualmente como a biografia do “gênio” por trás da obra, o figuraça Tommy Wiseau (vivido de forma hilária e tocante por Franco no filme). Mas o longa não é apenas tiração de sarro com The Room e Wiseau, se mostrando uma história emocionante sobre aceitação, luta pelos nossos sonhos e, acima de tudo, amizade.
Alex Garland, o diretor de ‘Ex Machina‘ e ‘Aniquilação‘ está desenvolvendo uma nova série de ficção científica para o FX, intitulada ‘Devs‘. O canal encomendou um episódio Piloto, que será escrito e dirigido pelo próprio Garland.
“Em ‘Devs’, uma jovem engenheira da computação, Lily, investiga uma sigilosa divisão da empresa em que trabalha, uma companhia de tecnologia de ponta situada em São Francisco, que ela acredita ser responsável pelo desaparecimento de seu namorado.”
Falando um pouco sobre o projeto, Garland relevou que os 8 episódios que eles escreveu contarão uma história completa.
“Se eles quiserem levar a série adiante, eu acho que eles poderiam… mas é uma trama fechada. Há, no entanto, possibilidades para continuação. Acredito que as filmagens começarão em seis meses. Comecei a falar sobre o elenco, as locações e coisas do tipo.”
“Não parecia com o tipo de coisa que nós queríamos transmitir e foi por isso que nós abandonamos a ideia rapidamente. [O final alternativo] foi parte de conversas muito iniciais, mas nós nunca realmente chegamos a uma conclusão que queríamos desenvolver.”
Caso a série seja renovada, Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.
“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”
A 4ª temporada da divertida série ‘Queer Eye‘ já estreou na Netflix! Todos os episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.
Confira o trailer:
Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.
O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.
A vida de Mae Martin, uma humorista canadense que se mudou há pouco tempo para Londres e está tentando se acostumar com a nova rotina. Além de começar um namoro, ela ainda precisa lidar com o vício em álcool e outras drogas.
O terror sobrenatural ‘Martyrs Lane‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Escrito e dirigido por Ruth Platt, o longa é baseado no curta-metragem homônimo lançado em 2019.
A jovem Leah mora em uma casa grande e antiga com sua família, mas não consegue entender por que sua mãe parece tão distante. À noite, ela é visitada por um hóspede misterioso, que pode lhe dar algumas respostas. Com um novo desafio a cada noite, Leah é recompensada com pedaços de conhecimento que, quando reunidos, ameaçam lançar uma luz perigosa sobre a verdade de seus pesadelos e do mundo em que vive.
O elenco conta com Kiera Thompson, Sienna Sayer, Denise Gough, Steven Cree, Hannah Rae e Anastasia Hille.
O terror será lançado peloShudder no dia 9 de setembro.
Apesar de não ter participado pessoalmente do CinemaCon, o astro Tom Cruise surpreendeu a todos ao aparecer em um vídeo pré-gravado nos bastidores de ‘Missão: Impossível 8‘, cujas filmagens estão acontecendo atualmente.
No vídeo, gravado em um avião, o ator anunciou que o sétimo filme da franquia será intitulado ‘Mission: Impossible – Dead Reckoning Part I‘.
“Queria poder estar aí com vocês! Sinto muito pelo barulho. Como vocês podem ver, nós estamos filmando o último ‘Missão: Impossível’,” revelou o astro.
O trailer do sétimo filme, exibido em primeira mão ao público do CinemaCon, começa com o Tom Cruise segurando por sua vida em um avião enquanto ele voa sobre um desfiladeiro na África do Sul. Então, uma voz misteriosa o avisa que “seus dias de lutar pelo bem maior acabaram” e que ele “precisa escolher um lado”.
‘Missão Impossível 7‘ está programado para estrear no dia 14 de julho de 2023. Já ‘Missão Impossível 8‘ chegará quase um ano depois, em 28 de junho de 2024.
O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirbye Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).
O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.
SUCESSO! Em apenas três semanas, o terror ‘M3GAN‘ já arrecadou sólidos US$ 124.6 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões.
De acordo com o Deadline, o longa da Blumhouse tem registrado uma performance semelhante ao terror ‘Sorria‘ nas telonas, além de estar à frente de sucessos como ‘O Homem Invisível‘, ‘O Telefone Preto‘ e ‘Halloween Ends‘ neste mesmo período.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 73.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 51.3 milhões.
Com o sucesso, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ foi CONFIRMADA e já tem data de estreia: 17 de janeiro de 2025. O novo longa vai contar com o retorno da roteiristaAkela Cooper e das protagonistas Allison WilliamseViolet McGraw.
Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).
No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.
A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.
A história real dos inseparáveis irmãos Von Erich, que fizeram história no mundo extremamente competitivo do wrestling profissional no início dos anos 1980.
A Apple TV+ renovou oficialmente a série ‘Matéria Escura‘ (Dark Matter), série sci-fi baseada no romance homônimo de Blake Crouch, para a 2ª temporada.
“Agradeço a todos que assistiram a primeira temporada, e também aos nossos parceiros na Apple e Sony, meu incrível parceiro produtor Matt Tolmach, e as talentosas pessoas do elenco e equipe,” declarou o autor em um comunicado oficial. “No processo de escrever e gravar o primeiro ciclo, descobrimos que havia muito mais que podia ser contado. Nós apenas arranhamos a superfície desses personagens enquanto eles lutam pela sobrevivência e tentam encontrar seu caminho de volta para casa.”
Na trama, Jason é sequestrado e transportado para uma versão alternativa da sua própria vida. O espanto rapidamente se transforma em pesadelo enquanto ele tenta retornar à sua realidade através da impressionante gama de histórias que poderia ter vivido.
Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2025.
Na trama, após derrotar o fantasma maligno, Yak (Nadech Kugimiya) precisa partir em outra jornada para encontrar Yee, sua irmã mais nova, que foi sequestrada por um culto. Logo, ele e seu parceiro, o Sargento Paphan, são forçados a entrar em uma vila amaldiçoada e assustadora.
Seguindo o mesmo viés que a Marvel, DC e até mesmo a Universal adotaram, a Hasbro – empresa fabricante de brinquedos e jogos – também vai investir em seu próprio universo cinematográfico e decidiu cancelar a produção de ‘G.I. Joe 3’ para começar a franquia do zero, com um reboot.
Com sucesso financeiro bom, mas pouco sucesso em termos de fidelização da audiência, ‘G.I.Joe’ passará por mudanças que visam trazer os personagens de ação para a contemporaneidade. Pelo menos é o que garante Simon Waters, chefe de licenciamento de marca global da Hasbro:
“O mundo mudou e eu acho que vocês verão que os ‘G.I. Joe’ estão mudando com ele. Haverá uma abordagem muito mais contemporânea em toda a franquia e isso nos permitirá desenvolver personagens diferentes”.
Steve Davis, chefe do gabinete de conteúdo da Hasbro também comentou a decisão:
“É um tipo diferente de Joe – um que ainda ressoa com os fãs de ‘Joe’, mas traz para dentro uma audiência inexperiente e expande ela internacional e domesticamente”.
A popular série dos anos 90, ‘Charmed’, vai ganhar um reboot. A informação foi revelada pelo site TVLine.
De acordo com a publicação, a emissora The CW vai conduzir o projeto, que já teve o episódio piloto encomendado. A mesma equipe de roteiristas da série ‘Jane the Virgin’ vai assumi-lo.
Os diretores Brad Silberling e Ben Silverman serão os criadores da produção, que se passará nos dias de hoje e será “feroz, divertida e feminista”.
‘Charmed’ contou com oito temporadas, sendo transmitida entre os anos de ‘998 e 2006. Devido a diversas brigas nos bastidores entre Shannen e Alyssa, a ex-protagonista de ‘Barrados no Baile’ acabou deixando a série, sendo substituída por uma nova personagem, vivida por Rose McGowan.
‘Charmed’ também está na fila para ganhar um reboot pelo canal norte-americano, The CW.
O novo filme de ‘Hellboy’ está sendo bem aguardado pelos fãs e mais um novo membro do elenco parece ter sido escalado.
Segundo o portal Discussing Film e vários rumores, Thomas Haden Church interpretará Lobster Johnson. Nos quadrinhos, o personagem era um vigilante que trabalhava em segredo em Nova York, naos 1930.
Caso confirmada sua escalação, essa não será a primeira vez que Church atua em uma adaptação de quadrinhos. O ator já foi o vilão Homem-Areia em ‘Homem-Aranha 3‘.
O longa ganhou uma nova arte incrível, que mostra o visual de Milla Jovovich como Nimue, a vilã do filme, assim como Ian McShane como Professor Broom. Confira:
O longa foi adiado em três meses. Antes previsto para 11 de janeiro de 2019, o longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.
Daniel Dae Kim, de ‘LOST‘, entrou para o reboot como Major Ben Daimio, um dos integrantes da B.P.R.D. Kim substitui Ed Shrein, que pediu para sair da produção em meio as críticas sobre a nacionalidade do personagem, que nas HQs é de origem japonesa.
A Netflix veio com tudo com seu espírito natalino em 2019 e a sua mais nova produção do gênero, intitulada ‘Um passado de Presente‘ (The Knight Before Christmas), estrelada porVanessa Hudgense Josh Whitehouse, conquistou 100% de aprovação o Rotten Tomatoes.
Recebendo inúmeros elogios por parte da crítica especializada, a produção ainda foi eleita como a melhor comédia romântica natalina feita pela plataforma de streaming, sendo recheada de momentos que farão os fãs do gênero suspirarem de encanto pela bela e peculiar relação amorosa que atravessa os séculos.
E para te colocar no espírito da temporada, separamos as principais avaliações disponíveis no momento!
Confira:
“‘Um Passado de Presente‘ é exatamente o tipo de filme de fim de ano que você deseja da Netflix. E eu até diria que é a melhor comédia romântica natalina que o serviço de streaming já produziu”. – Brett White, Decider
“‘Um Passado de Presente‘ não reinventa o gênero de comédias românticas natalinas, mas há uma quantidade surpreendente de amor nessa produção. Você não pode deixar de admirar o senso de seriedade do filme e sua mensagem sobre amor e empatia”. – Jenna Anderson, ComicBook.com
“‘Um Passado de Presente‘ tem todos os ingredientes festivos possíveis que você poderia querer, até um filhote de cachorro em uma meia (!). Os cínicos não precisam comprar a ideia, não há nada aqui para vocês”. – Ian Sandwell, Digital Spy
“Espere um filme maravilhoso, sentimental, fofinho como um marshmallow, perfeito como um acompanhamento de uma caneca de chocolate quente”. – Petrana Radulovic, Polygon
“‘Um Passado de Presente‘ não é perfeito, mas chega tão perto como uma comédia romântica natalina sobre um cavaleiro e uma professora de ciências poderia ser”. – Alicia Gilstorf, Tell-Tale TV
Assista ao trailer:
Além de protagonizar, Hudgens também é a produtora executiva.
A trama acompanha a história de uma professora de ciências desiludida com o amor, até que é surpreendida pela visita de um cavaleiro medieval transportado por uma feiticeira para os dias atuais. Na tentativa de enviar o soldado de volta ao seu tempo, a professora acaba despertando interesse em seu jeito encantador e nada comum.
Na trama, Hudgens interpreta duas personagens: Margaret, a Duquesa de Montenaro, e Stacy, uma plebeia bem comum. De maneira mágica, ambas acabam trocando de lugar, uma semana antes do Natal. E graças à uma mãozinha de um ajudante do Papai Noel, Margaret se apaixona pelo colega de trabalho de Stacy (Sam Palladio), enquanto sua sósia se apaixona pelo noivo da princesa, que por sinal é um príncipe.
Para gravar a dublagem do seu novo filme feito para a plataforma Disney+, a atriz Angelina Jolie decidiu encarar sua personagem – uma elefante chamada Stella – com muito bom humor.
Gravando muitas das suas cenas lado a lado da personagem dublada pela jovem Brooklynn Prince– que também empresta sua voz para uma pequena elefante, chamada Ruby, a vencedora do Oscar decidiu tornar a experiência ainda mais descontraída e gravou suas falas trajando um macacão de elefante.
A fantasia foi adotada tanto por Jolie, como por Prince. E em uma entrevista EXCLUSIVA com as atrizes, feita pela nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, elas revelaram detalhes de toda a experiência.
Confira esse bate papo, que foi dividido em duas partes:
Assista a parte 1:
Abrindo com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa conquistou boa parte da crítica especializada, sendo considerado um filme com abordagem familiar de caráter inteligente, à medida que se comunica também com outras faixas etárias de público.
Confira as principais avaliações do momento:
“Dê crédito a ‘O Grande Ivan’ por tentar fazer uma ponte entre ‘Dumbo’ e ‘Blackfish'”. – Jake Coyle, Associated Press
“Um filme infantil inteligente, que provavelmente vai colar nos espectadores mais jovens”. – Kate Erbland, indieWire
“É bonito e às vezes profundo, embora a aventura da diretora Thea Sharrock (‘Me Before You’) não consiga decidir entre ser uma brincadeira divertida ou um drama sobre os direitos dos animais”. – Brian Truitt, USA Today
“Uma surpresa singular e entusiasmante”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter
“As genuínas explosões de emoção do filme, combinadas com o calor irônico das performances vocais e a renderização habilmente realista dos animais em CGI, dão ao projeto um coração do tamanho de um gorila de dorso prateado”. – Maureen Lee Lenker, Entertainment Weekly
Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.
O longa apresenta as vozes de:Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez,Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.
O aclamado drama brasileiro ‘Que Horas Ela Volta?‘, estrelado por Regina Casé, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quinta-feira (18) na grade de programação.
Na trama, a pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino vai prestar vestibular, Jéssica lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.
Anna Muylaert assina o roteiro e a direção do longa, que teve a sua estreia o no Festival de Sundance.
O icônico thriller erótico dos anos 90 está prestes a ganhar uma nova versão. A Amazon MGM Studios, por meio da United Artists, anunciou que está desenvolvendo um reboot de ‘Instinto Selvagem‘ (Basic Instinct), com Joe Eszterhas, roteirista do filme original, de volta para escrever a nova versão. A novidade foi divulgada em primeira mão pelo The Wrap.
Ainda sem título oficial, o projeto será produzido por Scott Stuber e Nick Nesbit pela United Artists, ao lado de Craig Baumgarten pela Vault Entertainment. Adam Griffin também atua como produtor executivo.
Dirigido por Paul Verhoeven e estrelado por Sharon Stone e Michael Douglas, ‘Instinto Selvagem‘ se tornou um fenômeno cultural ao estrear em 1992. Com mais de US$ 350 milhões arrecadados mundialmente, o longa chamou atenção não apenas pelo enredo envolvente e provocativo, mas também por cenas ousadas que redefiniram o gênero do thriller erótico — incluindo a famosa cena de interrogatório com Stone, eternizada na história do cinema.
O roteiro original de Eszterhas explorava os limites entre desejo, poder e manipulação, ao contar a história do detetive Nick Curran (Douglas), que se envolve perigosamente com a sedutora e misteriosa escritora Catherine Tramell (Stone), principal suspeita de um assassinato brutal.
Joe Eszterhas, de origem húngara e com passagens pelo jornalismo antes do sucesso em Hollywood, é conhecido por roteiros como ‘Flashdance‘ (1983), ‘O Fio da Suspeita‘ (1985) e pelo próprio ‘Instinto Selvagem‘ (1992). Ele também é autor do best-seller Hollywood Animal, uma autobiografia em que revela bastidores polêmicos da indústria.
O reboot chega em um momento em que grandes estúdios buscam resgatar títulos consagrados com novos olhares. Outros projetos ligados ao produtor Scott Stuber incluem ‘Frankenstein‘, dirigido por Guillermo del Toro para a Netflix, e ‘Springsteen: Salve-me do Desconhecido‘, cinebiografia de Bruce Springsteen estrelada por Jeremy Allen White (O Urso), prevista para este outono nos EUA.
Ainda não há elenco confirmado ou previsão de estreia para o novo ‘Instinto Selvagem‘.
‘Maze Runner: A Cura Mortal’ ganhou um novo clipe cheio de ação, mostrando Minho sendo perseguido. Assista:
Na trama, por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo Cruel, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no Cruel? Talvez a verdade seja ainda mais terrível, uma solução mortal, sem retorno.
O filme agora chega aos cinemas nacionais dia 25 de Janeiro de 2018.
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