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‘Pacificador’: John Cena quebra tudo no novo trailer LEGENDADO da série; Assista!

A HBO Max divulgou o novo trailer legendado de ‘Pacificador‘ (Peacemaker), série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘After Life’: Tony lida com seu luto no emocionante trailer da 3ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘After Life – Vocês Vão ter me que Engolir‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 14 de janeiro.

A série foi criada por Rick Gervais, que também estrela a produção.

A trama segue Tony, um cara que tinha uma vida perfeita até que sua esposa morre e tudo muda. ​Agora, ele está ​determinado a punir o mundo​,​ dizendo e fazendo o que bem entende​.​ Ele acha que não ​se importar com si mesmo ​ou com os outros é uma espécie de superpoder​.​ ​Mas ​se todos ficam tentando salvar o cara legal que ele costumava ser​, essa não será uma tarefa fácil​.

O elenco ainda inclui Tom Basden, David Bradley, Roisin Conaty, Kerry Godliman, Ashley Jensen e Paul Kaye.

Nova sinopse revela DETALHES de ‘Doutor Estranho 2’ e quem é o Vingador mais poderoso…

Uma nova sinopse de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ foi divulgada pela Marvel do Japão e destaca a importância de Stephen Strange em um mundo pós- ‘Vingadores: Ultimato‘.

O filme dará continuidade aos acontecimentos do ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, após Stephen executar um feitiço arriscado que rasga o multiverso, e as consequências o farão se unir a Wong, Feiticeira Escarlate e America Chavez. Mas eles também o colocarão contra um inimigo mortal: ele mesmo.

Confira a sinopse:

A porta do multiverso, cheia de mistério e loucura, se abre.

Agora que o Homem de Ferro e o Capitão América partiram após uma batalha feroz em Vingadores: Ultimato, o ex-cirurgião genial e o mago mais forte de todos, Doutor Estranho, deve desempenhar um papel ativo como uma figura central nos Vingadores. No entanto, usar sua magia para manipular o tempo e o espaço à vontade com um feitiço proibido que é considerado o mais perigoso abriu as portas para uma misteriosa loucura chamada “o Multiverso”. Para restaurar um mundo onde tudo está mudando, Strange busca a ajuda de seu aliado Wong, o Feiticeiro Supremo, e da Feiticeira Escarlate – a mais poderosa dos Vingadores, Wanda. Mas uma terrível ameaça paira sobre a humanidade e todo o universo que não pode mais ser feita apenas por seu poder. Ainda mais surpreendente, a maior ameaça do universo se parece exatamente com o Doutor Estranho

O diretor Sam Raimi, que expressou uma visão de mundo única, cativará o mundo inteiro com uma escala avassaladora e uma experiência visual sem precedentes que transcenderá o tempo e o espaço!

Recentemente, o insider MyTimeToShineHello – que acertou diversas informações sobre ‘Eternos‘ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ – revelou a Wanda será a grande vilã de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Quando um internauta mencionou sua teoria sobre o Wong estar sendo torturado pela Wanda em determinada cena do trailer, o insider confirmou: “É verdade, pois a Wanda é a vilã do filme. Quando as pessoas irão aceitar isso?”

Anteriormente, os espectadores havia notado um detalhe interessante sobre a Feiticeira Escarlate no trailer, que pode definir o destino da personagem na produção.

Em determinada cena, é possível ver que a ponta dos dedos da personagem estão escurecidos, assim como os da vilã Agatha Harkness.

É possível que isso seja uma pista que a Wanda possa estar se tornando uma vilã? Ou talvez o uso do Darkhold tenha criado efeitos físicos na personagem?

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de maio.

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

Sam Raimi dirige.

Andrew Garfield quis que seu herói tivesse uma jornada SOMBRIA em ‘Homem-Aranha 3’

Agora que a presença de Andrew Garfield está oficialmente confirmada em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, os fãs mal podem esperar para ver o astro comentando sobre o assunto.

Enquanto isso, os roteiristas Chris McKenna e Erik Sommers é quem estão compartilhando suas opiniões sobre o retorno do astro como Homem-Aranha.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, McKenna explicou que Garfield queria levar seu personagem a um caminho mais sombrio.

Isso porque o astro acreditava que Peter ainda estava devastado por tristeza e pela culpa após a morte de Gwen Stacy (Emma Stone).

“A última vez que você viu o Peter de Andrew Garfield, ele estava tentando superar a morte de Gwen, e isso deve tê-lo enviado para uma espiral sombria, talvez ele nunca tenha saído dela. Andrew estava disposto explorar isso porque não sabemos a resposta, já que não houve um 3º filme. Queríamos ser fiéis aos personagens desses filmes e foi essencial conversarmos sobre como eles estariam, sem revelar muito.”

O cineasta disse que Andrew amou a ideia e é possível ver esses desdobramentos em alguns momentos do filme, quando ele observa o Peter de Tom Holland junto a MJ (Zendaya), e principalmente quando ele a salva de uma queda.

“Essa parte sombria foi essencial para que o Peter de Tom tivesse alguém para se espelhar. Andrew e Tobey também sentem dores, eles já passaram por isso [pela dor da perda]. Eles se tornaram faróis para Tom em meio a escuridão que ele estava vivenciando”, finalizou ele.

E aí, o que você achou da participação de Garfield e Tobey Maguire na sequência?

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

J.K. Rowling RECUSOU convite para participar do especial ‘Harry Potter: De Volta à Hogwarts’

Quando foi anunciado o especial ‘Harry Potter: De Volta à Hogwarts‘ na HBO Max, muitos fãs estranharam porque J.K. Rowling, criadora da saga, não iria participar da produção.

Muitos acreditaram que ela não havia sido convidada por conta das controvérsias nas quais ela publicou comentários transfóbicos em suas redes sociais.

Crítica | Harry Potter: De Volta a Hogwarts – Episódio com REUNIÃO do Elenco é Emocionante e Nostálgico

No entanto, a Entertainment Weekly divulgou que a própria escritora recusou o convite para se juntar ao elenco em comemoração aos 20 anos de lançamento de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘.

Foi dito que Rowling decidiu se ausentar após um conselho de sua equipe de relações públicas, cujos membros determinaram que as antigas entrevistas da autora já seriam o bastante para o especial.

Por conta disso, ela vai aparecer somente por meio de imagens de arquivo à partir de uma entrevista que ela deu em 2019.

Fontes próximas à autora disseram ao portal que seus comentários ofensivos sobre pessoas transgênero não tiveram influência na decisão da equipe.

De qualquer forma, Rowling continua sendo uma figura polêmica.

Para quem não está por dentro, ela afirmou no passado que não é transfóbica e expressou “vidas trans são importantes” e “direitos trans são direitos humanos”, mas ainda assim incentivou a ideologia de que mulheres trans não são mulheres e não merecem os mesmos direitos do gênero feminino.

Depois disso, diversas organizações LGBTQ condenaram sua posição e vários atores que atuaram em ‘Harry Potter‘, incluindo Daniel Radcliffe, Emma Watson e Eddie Redmayne (‘Animais Fantásticos’) apoiaram a comunidade trans.

O especial já foi lançado no HBO Max e mostrar Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto com o diretor Chris Columbus e outros membros do elenco enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

‘Peacemaker’ enfrenta o Judomaster em trailer cheio de ação, pancadaria e humor; Assista!

2022 já chegou e restam apenas 12 dias para a estreia de ‘Peacemaker‘, série da HBO Max derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘.

E, em seu perfil do Twitter, o diretor James Gunn divulgou um novo trailer repleto de ação, pancadaria e humor.

Nas cenas, vemos o personagem titular vivido por John cena tentando ensinar ‘boas maneiras’ aos alunos de uma escola primária, além de cair na porrada com o Judomaster (Nhut Le).

Durante a briga, ele quase acerta o Vigilante (Freddie Stroma), um assassino mascarado que tenta se tornar seu melhor amigo.

Confira:

“Confira o trailer para maiores de ‘Peacemaker‘ e prepare-se para a mais louca viagem de todos os tempos em 13 de janeiro, na HBO Max.”

Falando nisso, os fãs da DC já estão curiosos para saber se derivada de ‘O Esquadrão Suicida terá cenas pós-créditos.

Em outra publicação, Gunn foi questionado com a mesma pergunta por um fã.

Em resposta, ele garantiu que todos os episódios da série virão com cenas pós-créditos.

Confira:

“‘Peacemaker‘ terá alguma cena pós-créditos?”, perguntou o fã.

Ao que Gunn respondeu:

“Em cada episódio! É minha maneira de dar a vocês algo especial por assistirem os créditos da nossa equipe de trabalho.”

Confira:

Lembrando que a produção será lançada na HBO Max no dia 13 janeiro.

Recentemente, a HBO Max divulgou um novo vídeo promocional da aguardada série, que traz John Cena de volta como o anti-herói titular.

featurette reúne o elenco protagonista e apresenta mais detalhes sobre os personagens principais da obra.

Confira:

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Reynaldo Gianecchini deixa a Globo e estará na 2ª temporada de ‘Bom dia, Verônica’, da Netflix

De acordo com o Metrópoles, Reynaldo Gianecchini encerrou seu contrato com a Globo após 20 de anos de parceria e assinou um acordo com a Netflix.

O astro fará sua estreia na plataforma de streaming em grande estilo, já que foi adicionado ao elenco da 2ª temporada da elogiada ‘Bom dia, Verônica’.

Até o momento, não foi revelado o motivo que levou o astro a deixar a emissora.

Para quem não se lembra, seu último trabalho na Globo foi em 2019, quando interpretou Régis, vilão de ‘A Dona do Pedaço’.

Antes do fim do contrato, ele até chegou a ser escalado para a 2ª temporada da polêmica ‘Verdades Secretas‘, mas as negociações não seguiram adiante.

Confira o anúncio de renovação de ‘Bom dia, Verônica’:

Raphael Montes, autor do livro homônimo, criador e roteirista da série, comentou: “É emocionante ver o público abraçar uma série de suspense que dá voz a temas tão importantes e atuais. Quando uma história nasce da literatura e chega a milhões de pessoas através do trabalho incrível de uma equipe, o sentimento de realização é enorme. Como criador da série, eu espero que a história de Verônica chegue a mais e mais pessoas. E posso adiantar que, na segunda temporada, Verô vai enfrentar um vilão ainda mais cruel do que Brandão”.

Ilana Casoy, autora do livro homônimo e roteirista da série: “Vem aí a segunda temporada de ‘Bom dia, Verônica’! As verônicas que vivem dentro de mim estão emocionadas por poderem contar suas histórias. As verônicas que vivem fora de mim agora tem voz”.

Tainá Müller, a Verônica: “Minha felicidade é imensa de saber que a nossa série tocou as pessoas, que gerou tantos debates e que o pessoal pede para ver a continuação da trajetória de Verônica. Não vejo a hora de já entrar de cabeça e coração, com todo o meu ser, nessa segunda temporada. Avante, Verônica!”

José Henrique Fonseca, diretor-geral da série: “Muito feliz em fazer essa segunda temporada, pois essa série, além de todos os temas que chamaram a atenção dos espectadores, trata também de uma mulher libertária em busca da verdade e de seu desejo”.

Na história, Tainá Muller é Verônica, uma policial determinada e decidida a usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar em dois casos intrigantes e ajudar as vítimas a despertar contra a violência e a injustiça.

Confira nossa crítica:

Crítica | Bom dia, Verônica – Suspense Policial e Bizarrice em Ótima Série Brasileira da Netflix

A série é baseada no romance homônimo de Ilana Casoy Raphael Montes.

Camila MorgadoDu Moscovis completam o elenco.

 

Análise | Como ‘Pânico 2’ usou a Mídia, a Violência e a Metalinguagem à serviço do Ghostface

O sucesso estrondoso do primeiro filme garantiu que Pânico se tornasse uma franquia de sofisticada, sendo o segundo capítulo, em meu ponto de vista, o mais complexo de todos, primoroso tanto esteticamente quanto em seus requisitos dramáticos. Após os acontecimentos em Woodsboro, os sobreviventes são deslocados para o espaço de uma universidade. É lá que os novos assassinos começam a atacar, motivados por um arco gigantesco de horror que será devidamente encerrado apenas no terceiro filme. Sidney, Dewey, Gale e Randy, ecos da trama anterior, adentram agora numa bifurcada jornada de evolução de suas esferas pessoais e psicológicas enquanto personagens, delineados pelo ótimo roteiro de Kevin Williamson e dirigidos pela adequada orquestração do terror, regida pelo competente Wes Craven. Aqui, por meio de uma análise bastante minuciosa, analisaremos algumas cenas do filme, tendo em vista fazer um panorama revisionista do legado de Ghostface. Direção de fotografia, diálogos, metáforas visuais, elementos contextuais e outros traços próprios da análise crítica permitirão que vocês, caros leitores, embarquem numa viagem ao sofisticado universo de Pânico 2.

Vamos nessa?

Os personagens da abertura, interpretados por Omar Epps e Jada Pinkett Smith, estão na fila de um cinema, conversando enquanto aguardam para assistir Facada, adaptação cinematográfica do livro de Gale Weathers, texto que narra os acontecimentos do filme anterior. Enquanto ela está interessada no filme com a Sandra Bullock, exibido numa sala de cinema do outro lado da rua, o namorado reforça a sua vontade de se divertir com assassinatos. No brilhante diálogo, a personagem feminina expõe a sua insatisfação sobre a presença do personagem afro-americano nos filmes de terror e, com isso, reforça o tom autocrítico e paródico de Pânico 2, narrativa que também presta homenagem ao clássico Psicose e sua cena do chuveiro, apresentada no filme dentro do filme, numa passagem bastante emblemática.

No interior da sala de cinema, os personagens são dizimados, com algo já costumeiro na abertura de um filme slasher: o estabelecimento de um assassinato, catalisador de tudo que ocorrerá mais adiante na história. Ao colocar a personagem para morrer de maneira bastante espetaculosa, Wes Craven traz questões sobre violência, apreciação do público e relação do conteúdo que a mídia expõe cotidianamente com a própria plateia. Num palco situado no interior da sala de exibição, Ghostface cumpre o seu papel criminoso e nos deixa diante do que será Pânico 2, um dos grandes momentos estéticos e dramáticos da franquia.

A final girl interpretada por Neve Campbell está mais forte que antes. Ciente da inevitabilidade de sua situação após o lançamento do filme, nesta cena, ela acorda com o telefone tocando. É um trote, alguém se passando por Ghostface. Abaixo, Kevin Williamson, roteirista da produção, faz uma pequena participação como jornalista em um programa de TV que entrevista Cotton Weary, personagem mais desenvolvido neste momento da franquia.

Ao sair para procurar Randy, Sidney Prescott precisa atravessar uma legião de jornalistas afoitos por seu depoimento acerca das mortes apresentadas na eficiente abertura de Pânico 2, conectadas diretamente com o seu passado recente. Na sala de aula, estudantes de Cinema discutem sobre as continuações: as sequências destruíram o terror? Eis o mote das reflexões. Indo além do gênero, o debate envolve questões sociológicas, análises estéticas e a assim, destacam como a metalinguagem encontra o seu melhor momento na franquia. É uma discussão bastante referencial, pois ao falar de partes 2, 3 e 4 de alguns filmes, eles colocam o próprio Pânico 2 em debate, uma sequência que consegue, por sinal, ser melhor que o antecessor.

Gale Weathers, personagem interpretada por Courteney Cox, retorna ainda mais ácida no filme, focada no sucesso de seu livro, material sobre os assassinatos em Woodsboro no contexto anterior. Ruiva e com figurino cromaticamente mais fechado que a sua coleção em 1996, a personagem atua de maneira mais severa e apesar de se tornar uma aliada de Sidney no desfecho, ainda assim comporta-se de maneira comprometedora enquanto ser humano ético. Ademais, abaixo, ela se aproveita de uma situação para render assunto em torno do encontro forjado entre Sidney e Cotton, isto é, o preso injustiçado e a garota que perdeu a mãe para assassinos frios, confusa ao depor e levar o amante de sua mãe para a cadeia. Repare no primeiro frame: a vilã, uma das assassinas, passa constantemente pelo campo de visão da câmera orquestrada por uma direção de fotografia que sabe aproveitar o melhor da profundidade.

Dewey, personagem de David Arquette, reencontra Gale depois do incidente midiático com Sidney e Cotton. Ele a observa, critica e os depois discutem, mas há algo na atmosfera do papo que nos permite crer na conciliação, algo que de fato ocorrerá, com ambos a lutar próximo ao desfecho, menos favorável para Dewey, mais uma vez ferido gravemente. Abaixo, Sidney conversa com as garotas da fraternidade, numa das diversas passagens do filme em steadicam, recurso que permite a circulação mais sofisticada da câmera, dando ao uso do plano-sequência, mais organicidade e valorização estética.

O uso de steadicam abre a cena do assassinato da personagem de Sarah Michelle Gellar, atriz que teve uma breve participação no desenvolvimento da trama. Ela assiste Nosferatu na TV, um dos maiores clássicos do terror, enquanto Ghostface inicia as ligações que vão culminar em sua morte. A passagem toda faz referência ao primeiro embate entre Sidney e Ghostface, na primeira metade de Pânico. A suspeita do “monstro” atrás da porta, as escadas, a batalha e por fim, a morte da personagem. Aqui, percebemos mais uma pista do filme sobre a quantidade de assassinos. São dois? Apenas um? Para saber, basta observar que enquanto um aterroriza a garota na ligação, o outro já está pronto para o ataque no interior da casa que a equipe de produção de Wes Craven alugou para a passagem, um espaço amplo, próprio para o uso de profundidade de campo e ideal para a histeria entre a vítima e seu algoz.

Aqui, todos os suspeitos usam azul. O namorado de Sidney, o colega Mickey, uma das meninas da fraternidade, dentre outros personagens que passam pelo local. É o momento antes do primeiro contato entre Sidney e Ghostface em Pânico 2, filme que teve o roteiro vazado na época e precisou mudar o seu final. Ao atender uma ligação no local da festa, esvaziado pelas pessoas que se deslocaram para a cena de crime anterior, Sidney percebe que o assassino está cada vez mais próximo. Abaixo, mais uma vez, a direção de fotografia do filme investe em bastante profundidade de campo, para criar diversas possibilidades narrativas sem precisar sobrepor planos no desenvolvimento da história.

Gale e seu faro jornalístico: aqui, ela apresenta para o policial responsável pela investigação, a relação do nome das vítimas com personagens importantes do filme anterior. Quem está por detrás das mortes tem plena consciência do projeto de matança que pretende chegar até Sidney. Observe mais uma vez que a vilã, lá atrás, espreita a repórter e Dewey num tenso diálogo.

Um dos elementos essenciais da franquia Pânico: a metalinguagem. Aqui, temos o filme dentro do filme sendo comentado numa determinada passagem, antes da apresentação do segundo palco da narrativa, o teatro onde Sidney ensaia uma peça sobre Cassandra, importante personagem da mitologia grega. De maneira circular, o filme abre e fecha com um palco. É uma referência que Wes Craven fez aos clássicos trágicos, conteúdo dramático que nos ajuda a compreender melhor a sina da final girl de Neve Campbell. Para o diretor, o “horror” nos acompanha desde os primórdios das civilizações, por isso, o teatro foi um importante elemento inserido na concepção da história em Pânico 2.

Wes Craven contou, certa vez, que assistiu a um filme do italiano Fellini e viu o uso de celofane como elemento cenográfico num ambiente teatral. Para ele, era uma questão de tempo utilizar o recurso, em seu ponto de vista, esteticamente interessante. O material é utilizado no ensaio em que Sidney tenta se concentrar, mas acaba tendo visões sobre Ghostface e perdendo todo o seu foco, haja vista a condição trágica das coisas que gravitam em torno de seu cotidiano em Pânico 2. A paranoia diante das incertezas sobre quem será o próximo encontra um bom momento na cena posterior, com Dewey e Gale cercados por pessoas com telefone, possíveis suspeitos. Neste momento, Ghostface estabelece contato e qualquer um pode ser o assassino. A profundidade de campo, mais uma vez, ajuda no estabelecimento da paranoia.

O design de som e a trilha sonora são elementos importantes em qualquer filme. Na franquia Pânico, não seria diferente. Aqui, Gale Weathers encontra-se ilhada num departamento de som da faculdade de cinema. Lá, os estúdios herméticos não permitem que ninguém escute os seus gritos de pavor enquanto Ghostface a persegue. Ademais, na cena posterior, Dewey é atacado e não temos certeza sobre a sua sobrevivência. Ela entra ainda mais em desespero. A textura percussiva de Marco Beltrami, então, cumpre o papel de transmitir para os espectadores o seu desespero, haja vista a demonstração da personagem do outro lado de uma película isoladora do som. É um uso interessante das possibilidades sonoras de um filme. São passagens que também flertam com a sonoridade no som da faca a desferir golpes no ar. É lógico que fisicamente, isso é algo impossível, mas na dinâmica da estética de um produto ficcional, funciona muito bem para aumentar a sensação de medo e perigo.

Num dos melhores momentos de Pânico 2, Sidney e sua melhor amiga, interpretada por Elise Neal, tentam sobreviver ao ataque de Ghostface depois que um acidente ceifa a vida dos seguranças da final girl. As feições de força de Sidney são contrastadas pelo olhar apavorado da amiga enquanto ambas tentam escapar do assassino. Num determinado trecho, quando Sidney quase arranca a máscara e desvenda a identidade do antagonista, ela se esbarra no volante do carro e aciona a buzina. Observe que o design de som amplifica a sensação de medo e tensão. O som da buzina é de um caminhão, acoplado num chevrolet básico, potencializando a atmosfera de terror proposta pela passagem filmada toda no interior de um estacionamento, repleta de closes para captação da tensão entre personagens e situação perigosa.

No desfecho, antagonistas são revelados. A cena no interior do teatro, anteriormente, tinha sido planejada para acontecer num dos quintais da fraternidade, com personagens pendurados em árvores, etc. Acabou que o fim foi estabelecido no teatro, escolha muito mais empolgante e complexa. Os assassinos, Mickey e a mãe de Billy Loomis, expõem os seus motivos, isto é, um incentivado pela vingança e o outro supostamente influenciado pela mídia e cinema na composição de seu comportamento psicopata. No embate entre Sidney e sua antiga sogra, as coisas ganham dimensão ampla, com referências ao processo de fúria da natureza, quando a moça resolve utilizar alguns elementos da cenografia de sua peça para lutar contra a mãe vingativa, tema já presente no slasher desde Sexta-Feira 13. Interessante observar que ao longo de todo o filme, não há cenas com as duas personagens no mesmo espaço.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o terceiro capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

Stephen King revela qual foi o PIOR filme de terror que ele assistiu; Confira!

De vez em quando, o autor Stephen King (‘O Iluminado’) compartilha opiniões sobre filmes e séries com seus seguidores das rede sociais.

Recentemente, ele disse que ‘A Bruxa de Blair‘ foi um dos melhores filmes de terror/suspense que já assistiu em toda a sua vida.

A experiência foi tão marcante que ele confessou que não conseguiu terminar de assistir por ser bizarro demais.

Mas qual seria o pior do gênero na opinião dele?

Através do Twitter, o mestre do horror interagiu com os fãs ao dizer:

“Qual é o pior filme de terror que você já viu? Para mim, foi ‘Banquete de Sangue.” 

Dirigido por Herschell Gordon Lewis em 1963, o terro acompanha um assassino que perseguia e assassinava mulheres, coletando partes de seus corpos para um ‘Banquete de Sangue‘ oferecido como sacrifício para a deusa egípcia Ishtar.

O longa também foi muito mal recebido pela crítica especializada, e acumula apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Você já assistiu?

Confira o trailer:

Os 10 Filmes MAIS DETONADOS pelos Críticos em 2021; Qual foi o PIOR?

Cada fim do ano os críticos e os jornalistas de cinema têm a chance de selecionar numa lista o que de melhor assistiram e assim provocar nas pessoas o interesse de conferirem produções que muitas vezes não chegam ao radar de todos. Mas existe também o outro lado desta mesma moeda. Os Piores Filmes do Ano. Muitos podem achar antiético. Outros degustam desta lista como uma vingança contra os longas que nos fizeram sofrer e perder duas horas (pelo menos) de nossas vidas, que nunca mais iremos recuperar. Como diriam os grandes críticos Roger Ebert e Gene Siskel, a lista dos piores pode ser conhecida também como “a vingança dos críticos”, uma chance dos jornalistas “baterem de volta”, retribuindo o “favor” de filmes que provavelmente receberam uma bolada e nada de bom deram ao seu público.

A verdade é que estas listas dos piores são divertidas. É preciso entrar na brincadeira e levar numa boa. Sabendo que nem sempre pode se ganhar todas. É preciso levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Temos certeza que todos os envolvidos com os filmes ruins desta lista em breve entregarão novos trabalhos de excelência. O Framboesa de Ouro é um ótimo exemplo deste espírito esportivo, e já levou grandes estrelas de Hollywood, como as Oscarizadas Halle Berry e Sandra Bullock, a entrarem na brincadeira. Sem mais delongas, esses são os 10 piores filmes de 2021 na opinião dos críticos. Comente abaixo, diga se concorda e faça você mesmo sua listinha do “lixo”.

10) Justiça em Família

Quando foi anunciado como um de seus maiores lançamentos para o ano, este longa da Netflix chamou atenção pela presença do campeão de bilheteria Jason Momoa (o Aquaman em pessoa) e a jovem promissora Isabela Merced, vivendo pai e filha no thriller de ação. Só por isso a produção já tinha nosso interesse, pronta para deixar a adrenalina correr solta. Inicialmente, o longa até nos prende com a história sobre um marido em busca de vingança contra a empresa farmacêutica que “deixou sua mulher morrer”, funcionando de forma nada sutil como crítica aos magnatas de tal indústria que visam sempre o lucro acima de vidas humanas. Mas aí acontece o primeiro entrave ao percebermos que este é um veículo muito mais de Merced, deixando o astro Momoa em segundo plano. O que deixou todos a ver navios, no entanto, foi a reviravolta final estapafúrdia, que se achou muito esperta, e é a grande “sacada” por trás do filme. A obra soma 20% de aprovação da imprensa.

09) O Sétimo Dia

Esse aqui é da “rival” Amazon Prime Video. Imagine uma mistura entre O Exorcista (1973) e Dia de Treinamento (2001), pois é isso o que temos aqui nesse terror. Na trama, um renomado exorcista se une a um padre novato para o seu primeiro “dia de ronda”. Assim como no filme de Denzel Washington e Ethan Hawke, a dupla aqui mergulha profundamente na linha que divide o bem e o mal, numa jornada desesperadora. Guy Pearce é quem protagoniza no papel do exorcista. O filme soma 17% de aprovação da imprensa, que o acusou de não ter história, de ser muito introspectivo quando deveria ser mais exagerado, e de misturar os gêneros dos filmes de exorcismo com os buddy cop, mas só tirar deles as piores partes.

08) Infinito

Infinito era para ser o carro-chefe de lançamento da plataforma Paramount+, do clássico estúdio de Hollywood. Isto é, seria o primeiro grande lançamento da casa direto em sua plataforma, o que deveria vender o streaming para o grande público. Protagonizado pelo astro Mark Wahlberg e dirigido pelo talentoso Antoine Fuqua, o longa de ficção científica mistura A Origem (2010) com Highlander – O Guerreiro Imortal, mas o resultado final terminou fazendo dele um dos maiores fiascos de 2021, um filme que quem viu não gostou, e a maioria sequer ouviu falar. Com 16% de aprovação dos críticos, ele foi considerado “um thriller de ficção científica inicialmente intrigante, que rapidamente descamba para a incoerência, Infinito é tão insano quanto é inconsequente”.

07) Na Mente do Demônio

Outra “preciosidade” contida no acervo da Amazon Prime Video. Outro “pseudo terror”. Já se foi o tempo em que o diretor Neill Blomkamp era considerado uma voz de talento promissor na ficção científica. O sul africano chegou fazendo barulho com Distrito 9 (2009) e foi até indicado ao Oscar (o filme); mas a cada nova produção seu brilho ia se apagando mais um pouco – com Elysium (2013) e Chappie (2015). O próprio diretor brinca com o fato e diz que sua saída de um filme do Alien que não vingou foi porque Ridley Scott assistiu à Chappie. Só resta ao jovem diretor atualmente falar mal de Denis Villeneuve em suas redes sociais – já que o franco-canadense está na crista da onda, dominando um gênero onde Blomkamp deveria estar no topo. Seja como for, esse é oficialmente o fundo do poço para o cineasta, Na Mente do Demônio mistura assombração e tecnologia, marcando o retorno do cineasta aos baixos orçamentos. O filme soma 15% de aprovação da imprensa.

06) O Resgate: O Dia da Redenção

Parece que ficaremos nos revezando entre os streamings mais populares da atualidade. Depois de dois “pontos” marcados para a Amazon, agora empatamos o jogo com um dos mais recentes lançamentos da Netflix. O Resgate (não confundir com o filme original da Netflix com Chris Hemsworth) é um filme de ação que fala sobre uma arqueóloga sequestrada por terroristas no Marrocos. Agora, cabe ao seu marido, um herói de guerra, superar seus traumas, se armar até os dentes e ir lá buscar sua esposa. Uma coisa chama atenção aqui: a presença de Gary Dourdan, astro da série CSI, apresentando ótima aparência e forma física. O que prova que um boato que circulou na internet mostrando o ator como usuário de crack destruído pelas drogas era falso, se mostrando uma das primeiras fake News da internet. O filme, porém, soma 13% de aprovação, sendo considerado “uma comédia involuntária”.

05) Últimas Notícias de Yuba County

E com essa, a Amazon Prime Video “lidera” novamente como a plataforma com os filmes mais desastrosos de 2021 – a disputa está sendo boa. Aqui quem protagoniza é a vencedora do Oscar Allison Janney. Às Vezes ficamos sem entender o que se passou na cabeça de atores e realizadores talentosos para embarcarem em tamanha furada. Quem comanda esta comédia “sem noção” é o geralmente talentoso Tate Taylor (Histórias Cruzadas e A Garota no Trem), que ultimamente vem dando muitas bolas fora (Ma, Ava e agora este). Na trama, Janney vive uma mulher que flagra o marido com outra, o sujeito morre e ela o enterra no quintal. Depois disso, ela vira uma celebridade em sua pequena cidade. O elenco conta ainda com nomes como Mila Kunis, Juliette Lewis, Awkwafina, Regina Hall, Ellen Barkin e Matthew Modine. O filme soma irrisórios 11% de aprovação da imprensa.

04) Radhe

Aqui temos um caso curiosíssimo. Esse filme indiano de ação, suspense e crime provavelmente entrará para a história como um dos mais “odiados” em anos recentes. Ele tem o recorde como um dos “mais populares” no IMDB, isso porque mais de 174 mil usuários fizeram questão de acessar a página de Radhe no site… para dar uma nota baixa ao filme. No IMDB é medido também quantas pessoas acessaram a página de um filme para dar nota, é o famoso “falem mal, mas falem de mim”. Assim Radhe guarda o recorde como o 12º filme mais “popular” (ou seria impopular) do ano no quesito de acessos, o problema é que esses acessos foram para dar ao filme uma nota baixíssima de 1.9 num total de 10 estrelas. A trama mostra o policial Radhe (Salman Khan) voltando da suspensão para combater a máfia da Índia. O filme soma 9% de aprovações, dos corajosos jornalistas que encararam o filme.

03) Music

A intenção era boa, temos certeza. Mas de boas intenções o inferno está cheio. Hoje, o mundo politicamente correto está muito delicado em relação ao retrato de minorias no cinema, nas séries, e nas artes em geral. É preciso ter feeling para não abordar um tema polêmico de forma errada. Mas foi exatamente isso que a musa pop “secreta” Sia conseguiu ao decidir estrear sua carreira de diretora de cinema num filme sobre autismo. E o pior, o filme também foi escrito por Sia. Na trama, Kate Hudson, de cabeça raspada, vive uma jovem alcoólatra se “limpando” em uma clínica de reabilitação. É no local que ela recebe a notícia de que deverá ser a guardiã de sua meia irmã, uma jovem autista chamada Music. Pelo filme, Sia recebeu muitas críticas negativas e foi alvo de imensa polêmica nas redes sociais por ter escalado Maddie Ziegler, a menina dançarina de seus clipes, no papel de uma autista. A polêmica só aumentou quando Sia debateu e defendeu a escolha de sua protegida. O “musical sobre autismo” de Sia foi indicado ao Framboesa de Ouro de pior filme e “venceu” em várias categorias. Mas também foi indicado ao Globo de Ouro de melhor filme. O que será que isso diz sobre a premiação da imprensa estrangeira em Hollywood? Music soma 7% de aprovação da imprensa e foi considerado um filme ofensivo.

02) Conquista

Com essa a Amazon Prime Video assume o “pódio” do streaming com filmes mais detonados de 2021 e ninguém o tira o posto. Pobre Morgan Freeman, que a esta altura de sua carreira precisa passar por estas. Mas quem é rei nunca perde a majestade, e nada irá tirar do ator veterano o seu prestígio conquistado por muitos anos de carreira. Protagonizando, temos outra “musa” polêmica. A exótica Ruby Rose chegou em cena impressionando na série Orange is the New Black, e em pouco tempo se tornava uma queridinha, aparecendo em projetos como Resident Evil 6, Triplo X Reativado, John Wick 2, A Escolha Perfeita 3 e Megatubarão. Sim, é seguro dizer que ela estava em todo lugar. E isso a leva até a série Batwoman, onde viveu uma heroína lésbica nas telinhas. Porém, após entrar em atrito com a comunidade LGBTQ, a atriz abandonou a série e terminou descambando para projetos menos relevantes. Esse aqui, onde interpreta uma ex-criminosa manipulada por um policial corrupto, o coloca para atuar com o grande Morgan Freeman e talvez esse tenha sido o atrativo. Porém, o filme soma 5% de aprovação, o colocando no posto de um dos piores de 2021 para os críticos.

01) Os Filmes de Bruce Willis

Recentemente escrevi uma matéria sobre o declínio da carreira de Bruce Willis. Ao que parece, o antes carismático ator está de “saco cheio” e tem trabalhado apenas por dinheiro nos últimos tempos. Dessa forma, aparece, faz suas cenas (geralmente em um dia), cede seu rosto para o cartaz do filme (mesmo que seu tempo em cena seja curtíssimo), desconta seu contracheque e parte para o próximo. Embora para ele seja uma ótima fórmula, isso resulta numa queda brusca, tanto em sua popularidade com o público e na qualidade de tais obras feitas à toque de caixa. Somente em 2021, Willis entregou três filmes “fedorentos”, que amargaram o fundo do poço cinematográfico. O primeiro, o melhorzinho do trio, é Meia-Noite no Switchgrass, que embora anuncie o protagonismo de Willis, é estrelado na verdade por Megan Fox como uma policial. O suspense tem 8% de aprovação. Em sequência chega Invasão Cósmica, ficção científica espacial, cheia de figurinos e cenários bacanas, mas que soma 3% de aprovação dos jornalistas. E ganhando a medalha de ouro no acervo recente de Bruce Willis, seu mais novo longa, Apex, outra ficção científica mequetrefe, soma 0% até o momento. Será que alguma alma caridosa o erguerá aos 1% pelo menos?

Leia também: Bruce Willis é o novo Nicolas Cage? Conheça as PRODUÇÕES B lançadas pelo astro só em 2021

Doja Cat, The Weeknd e mais estarão na trilha sonora OFICIAL de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’

Segundo uma nova reportagem do site Metro UK, a trilha sonora da aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ já está sendo produzida e contará com inúmeros artistas de grande calibre na indústria musical.

As informações indicam que Doja CatThe WeekndStormzyGiveonBrent Faiyaz e Solange farão parte do novo compilado de músicas. Entretanto, detalhes sobre as faixas em que irão aparecer não foram divulgados.

A trilha oficial do primeiro filme trouxe curadoria do icônico rapper Kendrick Lamar e recebeu aclame por parte da crítica e do público, conquistando indicações ao Grammy e ao Oscar pela canção “All the Stars”.

Vale lembrar que as filmagens da sequência irão recomeçar em janeiro de 2022, na cidade de Atlanta, Geórgia. O lançamento do longa está agendado para o dia 08 de julho de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Um Lugar Silencioso’: Aclamado terror com Emily Blunt estreia na Netflix

O aclamado terror ‘Um Lugar Silencioso‘, dirigido por John Krasinski e estrelado por Emily Blunt, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia neste sábado, 01 de janeiro de 2022.

Na trama, em uma fazenda dos Estados Unidos, uma família do meio-oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

Millicent Simmonds e Noah Jupe completam o elenco.

Krasinski também assina o roteiro da produção.

Assista ao trailer:

Confira as nossas entrevistas exclusivas com o elenco da sequência ‘Um Lugar Silencioso: Parte II‘.

Assista:

Elegemos os 15 PIORES Filmes de 2021

Fazer uma lista de piores do ano sempre é uma tarefa complicada, isso por vários aspectos e pelos critérios de qualificação. É simplesmente enfadonho bater em quem já está nocauteado ou exime de qualquer relevância; tal como é sem sentido falar que algo famoso e de gosto popular é ruim só como uma via de aparecer ou caçar cliques. O que dá pra fazer então é tentar unir esses dois pontos, pois, de fato, tivemos grandes produções que fracassaram solenemente e outras menores, dos streamings ou cinema, que deram o que falar pelos motivos errados.

Na nossa matéria dos melhores filmes de 2021, citamos vários exemplos de blockbusters ou filmes autorais que brilharam – isso sem falar nas listas individuais, com dezenas de produções diferentes em temas e gêneros. Da mesma maneira, a coisa acontece nessa dos piores do ano. Obviamente, algum desses filmes aí citados deve ter agradado ou pelo menos divertido você, mas, garanto, existem problemas graves em todos eles, mesmo aqueles ditos mais descompromissados.

Esse ano algo que chamou atenção, em particular, foram as sempre fracas adaptações dos games. É nítido que os produtores de Hollywood parecem ainda não terem aprendido a lição, e não dá pra saber, nem de perto, quando eles vão conseguir resolver a questão de traduzir bem aquela atmosfera de aventura vista nos jogos para os filmes. Nessa temporada, novamente, não deu, pois foram vários os péssimos exemplos que tivemos. Assim como a velha intenção de resgatar antigas franquias e darem com os burros n’água. Enfim, vamos à lista e não esqueçam de citar aí a listinha de vocês, ou pelo menos dizer qual o pior filme do ano.

15 – A Barraca do Beijo 3

Com um final um tanto dúbio, que entrega as conclusões nas mãos da audiência, A Barraca do Beijo 3 é a definição de cinema cringe, tem seus breves instantes divertidos, mas se encerra como um filme longo demais para uma história tão rasa e tão brega como essa.” – Rafaela Gomes

14 – Amor Sem Medida

Amor Sem Medida é uma comédia nacional feita para o público internacional da Netflix – razão pela qual temos uma estética almodovariana no núcleo de Ivana; personagens estrangeiros que só falam em inglês; a presença do Papa para gerar diálogo em hispano-italiano; e cenas que acompanham a interpretação e o modo de execução de comédias românticas internacionais, sem nenhum elemento brasileiro que remeta a origem da produção.” – Janda Montenegro

13 – Espiral: O Legado de Jogos Mortais

A bem da verdade, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ promete uma coisa e entrega outra. Valendo-se do nome forte da franquia, busca, com isso, atrair os fãs desse tipo de filme, porém, entrega um suspense policial fraco e sem quase nada de terror, o que gera decepção.” – Janda Montenegro

12 – Ele é Demais

Na onda de remakes e reboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada ‘Ele é Demais’. Estrelada por Addison Rae, Tanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.” – Thiago Nolla

11 – Um Príncipe em Nova York 2

Décadas depois do filme predecessor brincar sobre a tênue linha entre amor e desprezo, ‘Um Príncipe em Nova York 2’ lembra o público que há uma linha igualmente semelhante entre o que é uma sequência ou apenas mais do mesmo. O longa tem momentos engraçados e uma lição interessante, porém quase tudo é esquecível e nada marcante.” – Wilker Medeiros

10 – Awaken

Pra aqueles que esperavam o pior, sim, Awake é ruim de várias maneiras, mas pelo menos faz o espectador dormir bem rápido. Podia ser um bom thriller, mas se contenta em apenas nas boas intenções mal realizadas. O conceito é original, mas a execução é terrível, sendo repleto de fórmulas do subgênero apocalíptico.” – Wilker Medeiros

09 – Esquadrão Trovão

Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

08 – A Guerra do Amanhã

O filme tem vários efeitos e muita ação, além da presença de Chris Pratt. No entanto o longa precisa mesmo é de coração, de ser um pouco menos genérico. A quantidade de clichês é enorme, e são aqueles clichês sem a menor graça. Tudo parece pesado demais, sem criatividade, mesmo as tomadas de ação ou os monstros não tem um pingo de originalidade. Talvez Pratt apareça no Framboesa.” – Wilker Medeiros

07 – Vozes e Vultos

Infelizmente, nem mesmo com toda a tarimba dos realizadores, eles são capazes de conceber um longa coerente. Assim ficamos com uma mistura entre um tema sério e sóbrio, e outro mais fantástico que não são capazes dialogar nunca entre si. Fora isso, os 120 minutos de projeção se arrastam fazendo a experiência desnecessariamente alongada, quando para o resultado final meia hora a menos daria conta do recado. Para colocar o prego no caixão, se você é daqueles que se incomodam com desfechos anticlimáticos, espere para ver como ficou o final deste Vozes e Vultos, e se prepare para urrar.” – Pablo Bazarello

06 – Zona de Combate

Mesmo elogiado pela quantidade estupenda de cenas de ação, ‘Zona de Combate’ é um esquecível título da plataforma de streaming que teve um forte plano promocional para absolutamente nenhum propósito. Até mesmo os temas próprios de ficção científica não passam da obviedade, apostando em conceitos falhos e formulaicos.” – Thiago Nolla

05 – A Mulher na Janela

A Mulher na Janela seria um bom thriller se simplesmente quisesse de fato construir uma história forte e ousada, sem querer a todo momento se desculpar ou ferir o seu público. E até no que se refere a um suspense, é um filme de pouco êxito. Não sabe bem no que focar e subestima o espectador de maneira recorrente. Um disperdicio enorme de um elenco de peso. ” – Wilker Medeiros

04 – Mortal Kombat

A frustração de mais uma fraca adaptação de games para o cinema somada com a decepção de um filme que prometia ser tão bacana para Mortal Kombat são perfeitas para um Game Over no final. Mas conhecendo Hollywood, daqui a pouco alguém bota mais uma ficha antes do Continue acabar. Resta torcer para que um jogador melhor assuma o joystick dessa vez.” – Alexandre Almeida

03 – Monster Hunter

Genérico aliás é o que melhor define este Monster Hunter. O assassino das adaptações de games, Paul W.S. Anderson, retorna com sua esposa Mila ao mundo dos games agora de maneira mais descompromissada, porém totalmente focado na ação que não empolga. Não dá nem pra dizer que este é um filme mediano, pois mesmo com algumas cenas inspiradas aqui e ali, nada é realmente memorável no filme. Ou seja, não consegue agradar o espectador comum, menos ainda os fãs da franquia de jogos.” – Wilker Medeiros

02 – Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City

E falando em Paul W.S. Anderson, todos queriam conferir como seria se Resident Evil saísse de suas mãos e fosse parar nas mãos de um fã dos games, que trouxesse uma pegada de mais terror e uma história parecida com a obra original. Sim, ele fez tudo isso, mas Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City conseguiu ser ainda pior que os filmes de Anderson. Com figurinos que mais pareciam cosplays de quinta categoria, os fãs já ligaram o sinal de alerta desde o trailer. Pouco antes da estreia algumas cabines de imprensa foram canceladas, atores excluíram suas contas nas redes sociais e coisa piorou quando os poucos que foram as salas conferiram o filme. Simplesmente um desastre, uma afronta.” – Wilker Medeiros

01 – Alerta Vermelho

Não, Alerta Vermelho não é o pior filme do ano, está longe disso aliás, mas é um dos maiores vexames de 2021 sem sombra de dúvidas. Foram 250 milhões de dólares gasto basicamente nos atores e nas locações, porém, não só a química entre os astros Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds inexiste, como a grande maioria das cenas são artificiais até dizer chega, parecendo feitas num fundo verde. The Rock e Gadot formam o casal mais sem química dos últimos tempos do cinema mundial. Só o Reynolds consegue fazer rir com muito esforço e piadas fora de contexto. Enfim, o troço é desengonçado e sem charme, mas funcionou e virou o filme mais assistido da história da Netflix.” – Wilker Medeiros

‘Doutor Estranho 2’: Arte oficial revela mais detalhes do visual de Xochitl Gomez como América Chavez; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Jerry Wilson, ilustrador da linha de brinquedos Marvel Legends, divulgou uma arte oficial de Xochitl Gomez (‘O Clube das Babás’) como América Chavez em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Esta é a primeira arte promocional detalhando o visual da personagem, que também é conhecida como Miss América.

Confira:

 

Para quem não conhece, Chavez apareceu pela primeira vez na HQ Vengeance #1, lançada em 2011, e ganhou sua própria série de quadrinhos escrita por Gabby Rivera, a partir de 2017.

Entre suas habilidades, estão a super-força e agilidade, além de ter a capacidade de se teletransportar entre múltiplas realidades, o que faz todo sentido para a sequência.

Lembrando que o demônio interdimensional Shuma-Gorath será um dos vilões do novo filme.

Há algumas semanas, uma página do Twitter divulgou a embalagem de uma peça LEGO inspirada no longa, mostrando Chavez unindo forças com Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) e Wong (Benedict Wong) numa luta contra o monstro.

Confira:

Nos quadrinhos, Shuma-Gorath tem a aparência de um olho com tentáculos e a capacidade de viajar entre dimensões paralelas na tentativa de conquistar todo o Multiverso.

Desde a primeira vez que foi introduzido, ele foi descrito como um monstro à la H.P. Lovecraft nas páginas dos quadrinhos da Marvel Comics. Tipicamente caracterizado como um amontoado de tentáculos e olhos, ainda não se sabe quem irá dublar o personagem.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia nos cinemas nacionais dia 05 de maio de 2022.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

‘Outlander’: Tom Ellis, de ‘Lucifer’, quase interpretou vilão da série

Em entrevista ao lado do seu amigo Sam Heughan para a revista Square Mile, Tom Ellis (‘Lucifer’) revelou ter feito um teste de elenco para participar da série ‘Outlander‘.

O ator afirmou que havia feito um teste para interpretar o vilão Black Jack Randall.

Surpreso pela revelação, Heughan, que interpreta o protagonista Jamie Fraser na série, respondeu: “Não sei como eu me sentiria com você interpretando esse papel, com a cena do abuso sexual.”

No final das contas, Tobias Menzies foi contratado para o papel, além de também interpretar Frank Randall, um parente distante do Black Jack séculos depois.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de março.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada!

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

Crítica | Um Brinde ao Natal: Luzes na Cidade – Romance Cristão da Netflix é Puro Água com Açúcar

Você é desses que, depois de um ano tão sufocante quanto 2021, chegou nesse recesso de fim de dezembro desejando apenas relaxar a cabeça e esquecer de tudo que está acontecendo ao redor? E, para isso, está buscando filmes fofinhos e levinhos que não exijam muita compenetração, mas que tragam também uma boa historinha para você conseguir se desconectar da realidade, mesmo que o Natal já tenha passado e falte menos de um dia para o ano acabar? Então corre assistir a ‘Um Brinde ao Natal: Luzes na Cidade’, continuação que chegou nesse mês de dezembro à plataforma da Netflix.

Após se apaixonarem perdidamente em ‘Um Brinde ao Natal’, Callie (Lauren Swickard) e Joseph (Josh Swickard) completam um ano de relacionamento e vivem perfeitamente bem no racho de Callie, no interior da Califórnia, onde fabricam o próprio vinho e vivem em harmonia, recebendo turistas que visitam o rancho para uma experiência imersiva no mundo da vinicultura. Após pedir para que Callie se case com ele, Joseph é surpreendido por um pedido de Leo (Ali Afshar), para que ele volte à São Francisco para assumir algumas pendências que sua mãe deixara nos negócios da família depois que se afastou em um período sabático. Assim, a mudança do bucólico rancho para o agito cosmopolita da cidade poderá abalar o equilíbrio do relacionamento de Callie e Joseph, especialmente quando Victoria (Laura James), ex-noiva de Joseph, decide não deixar barato a presença de Callie em seu território.

Ao contrário do filme anterior, ‘Um Brinde ao Natal: Luzes na Cidade’ dessa vez dá mais espaço para os personagens coadjuvantes, em especial ao par Brandy (Raquel Dominguez) e Manny (David Del Rio), que funciona como alívio cômico para as cenas de suave drama e de romance do casal principal. A relação dos dois, ainda que meio forçada, aos poucos vai se tornando convincente ao espectador, roubando, por vezes, até o foco principal da trama.

Shaun Paul Piccinino não ousa em nenhum momento de sua direção, entregando exatamente aquilo que se espera do filme: um punhado de clichês, um montão de falas cafonas e belos cenários para compor o plano do seu enredo. É bem verdade que por vezes o longa dá uns saltos impacientes na trama, mas, por outro lado, encontra espaço para trazer os valores cristãos do Natal para sua história, conectando-se com o espectador católico, que irá se sentir representado com as atitudes da protagonista.

Com apenas uma hora e quarenta e cinco de duração e classificação indicativa para dez anos, ‘Um Brinde ao Natal: Luzes na Cidade’ é bem um filme conforto que pode ser assistido por toda a família numa tarde dessas férias de fim de ano. Tanto o roteiro da própria Lauren Swickard, protagonista do filme, quanto o clima da produção oferecem uma ambientação bem amena, literalmente um água com açúcar para acalmar e se reconfortar no sofá.

Ranking | Dos piores aos melhores filmes com super-heróis de 2021

Tenha sido bom ou ruim, o ano de 2021 termina em algumas horas. Como de costume, o ano reservou diversos lançamentos relacionados ao mundo dos super-heróis. Nos streamings ou nos cinemas, foram dezenas de produções relacionadas ao fortões de roupa colorida. Mas, nesta matéria de hoje, vamos nos ater apenas aos filmes que chegaram aos cinemas ou aos streamings. Eles estão classificados dos piores aos melhores, então, como é uma lista opinativa, esteja livre para discordar respeitosamente. Confira!

10. Esquadrão Trovão

Lançado na Netflix, esse filme é uma bomba indefensável. Ele tenta se vender como paródia, mas como se leva a sério em muitos momentos, não consegue desenvolver nada além de uma vergonha alheia não proposital, até mesmo em cenas que deveriam causar riso pelo estranhamento. Na trama, duas amigas desenvolvem um tratamento que dá a elas poderes. Então, a dupla decide sair por aí combatendo vilões… Ou tentando.

 

9. Venom: Tempo de Carnificina

Continuando a saga de Venom e Eddie Brock (Tom Hardy), essa sequência foi simplesmente inexplicável. O humor, que funcionava no primeiro filme, perdeu completamente o timing, os personagens novos, incluindo o vilão, não acrescentam nada à mitologia do herói ou a própria trama, e a relação entre os protagonistas é digna de uma comédia romântica de filme B. Desta vez, Eddie acompanha o julgamento de um terrível psicopata. Porém, ele acaba criando acidentalmente um novo vilão, o Carnificina. Agora, ele precisará se entender com o Venom se quiser sobreviver e derrotar o monstrão.

 

8. G.I. Joe Origens: Snake Eyes

Tentativa de reboot da franquia G.I. Joe, Snake Eyes foi um grande “meh”. A história focada no boneco ninja sofreu com um roteiro fraquíssimo que não soube explorar bem o passado do personagem, além de uma direção confusa que não soube trabalhar as cenas de ação. Uma pena, porque o Henry Golding claramente deu a vida como o protagonista, mas não tinha como salvar quando roteiro e direção foram tão mal assim. A história aqui gira em torno de um ninja solitário, que salva vidas e descobre uma nova motivação no Japão.

 

7. Viúva Negra

Lançado com uns seis anos de atraso, o filme solo da Viúva Negra conseguiu transformar a Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) na coadjuvante de sua própria história. Transformando esse longa em uma passagem de bastão em vez de um filme de origem. E estaria tudo bem, se o filme fosse bom. Mas este não é o caso. Com um roteiro chato, efeitos especiais terríveis e um vilão pouco inspirado, o filme termina com a sensação de que vimos 2h da história de origem do colete verde que a personagem usou em Guerra Infinita. Nessa aventura Marvel, a Viúva Negra está foragida da lei, precisando se unir com sua antiga família para derrotar um vilão misterioso.

 

6. Liga da Justiça de Zack Snyder

Lançado depois de muita expectativa por conta da campanha dos fãs, a Liga do Zack Snyder foi feita 100% do jeito que o diretor queria, mas estruturalmente era o mesmo filme de 2017, com exceção de um desenvolvimento maior do Ciborgue (Ray Fisher) e mais um caminhão de cenas que não acrescentam tanto à trama, fazendo das 4h de duração uma eternidade. Neste filme, o vilão Darkseid quer pegar as Caixas Maternas. Para isso, ele manda o Lobo da Estepe para enfrentar os heróis da Terra e conseguir os artefatos. Só que ele não contava com os super-heróis unidos.

 

5. Eternos

Assim como a Liga, Eternos chegou sob forte expectativa por conta de sua direção. Aqui, no caso, o nome de peso era Chloé Zhao, vencedora do Oscar de Melhor Direção. Só que a história mais paradona e sóbria acabou não agradando a todos com sua paleta de cores quentes e trama mitológica. Isso porque o filme fala dos Celestiais e de sua criação, os Eternos, seres poderosos enviados para a Terra há séculos para defender os humanos dos Deviantes.

 

4. Flora & Ulysses 

Baseado em um livro juvenil, esse filme do Disney+ passou despercebido para muita gente. O que é uma pena, porque a história da fã de quadrinhos metida que encontra um esquilo com poderes especiais é uma aventura de mão cheia, além de conseguir capturar bem demais a essência das histórias em quadrinhos.

3. Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

A história do filho do Mandarim, que escapou das garras do pai para viver sua própria vida, mas acabou precisando se unir a ele para, por meio das artes marciais, convencê-lo a mudar de ideia sobre uma ideia insana é simplesmente incrível. Além de contar com o carisma e a química absurda entre Simu Liu e Awkwafina, o filme conta com efeitos excelentes, uma história redondinha e a melhor coreografia de lutas de todo o MCU.

 

2. O Esquadrão Suicida

Dirigido por James Gunn, esse filme é um quadrinho que ganhou vida. Repleto de diálogos, situações e passagens saídas diretamente do formatos das HQs para as telonas, a história do grupo de vilões mandado para uma missão suicida em uma ilha da América do Sul, que precisa se entender para sobreviver e derrotar a ameaça é simples, mas eficaz e muito bem contada. O uso da violência gráfica e de momentos escatológicos também dá uma atração a mais para essa aventura épica da DC.

 

1. Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

No topo da lista, a aventura definitiva do maior herói da Marvel foi imbatível. Lançado há pouco mais de duas semanas, o filme já repercutiu tanto que parece estar em cartaz há meses. Capturando com maestria a essência do Homem-Aranha, esse longa desenvolve o Peter Parker de Tom Holland com muito amor e fidelidade ao material original, trazendo junto vilões de outras franquias do herói. É um verdadeiro evento para qualquer um que ame o personagem ou já tenha lido uma HQ na vida.

E aí, qual o seu favorito? Concorda com a lista? Monte a sua lista nos comentários!

‘Doutor Estranho 2’: Wanda será a VILÃ do longa, garante insider

De acordo com o insider MyTimeToShineHello, que acertou diversas informações sobre ‘Eternos‘ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, a Wanda será a grande vilã de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Quando um internauta mencionou sua teoria sobre o Wong estar sendo torturado pela Wanda em determinada cena do trailer, o insider confirmou: “É verdade, pois a Wanda é a vilã do filme. Quando as pessoas irão aceitar isso?”

Anteriormente, os espectadores havia notado um detalhe interessante sobre a Feiticeira Escarlate no trailer, que pode definir o destino da personagem na produção.

Em determinada cena, é possível ver que a ponta dos dedos da personagem estão escurecidos, assim como os da vilã Agatha Harkness.

É possível que isso seja uma pista que a Wanda possa estar se tornando uma vilã? Ou talvez o uso do Darkhold tenha criado efeitos físicos na personagem?

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de maio.

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

“Agora que o Homem de Ferro e o Capitão América partiram após uma batalha feroz em Vingadores: Ultimato, o ex-cirurgião genial e o mago mais forte de todos, Doutor Estranho, deve desempenhar um papel ativo como uma figura central nos Vingadores. No entanto, usar sua magia para manipular o tempo e o espaço à vontade com um feitiço proibido que é considerado o mais perigoso abriu as portas para uma misteriosa loucura chamada ‘o Multiverso’.”

Sam Raimi dirige.

‘Homem-Aranha 3’ traz conexão com a série do ‘Loki’? Roteiristas respondem!

Ao final da série ‘Loki‘, Sylvie (Sophia Di Martino) e o deus da trapaça vivido por Tom Hiddleston encontram uma variante de Kang chamada Aquele que Permanece (Jonathan Majors).

O personagem, que também é o fundador da Agência de Variância Temporal, lhes dá uma escolha… Deixá-lo vivo para que ele continue administrando as linhas do tempo, ou matá-lo e desencadear uma ruptura no Multiverso.

Como Sylvie planejou desde o início da trama, ela acaba assassinando Aquele que Permanece depois de ter sua via arruinada pela AVT.

Depois disso, vemos que a linha do tempo sagrada acabou sendo alterada… E, para muitos espectadores, foi ali que o Multiverso se iniciou.

Por conta disso, os fãs vêm se perguntando se a ruptura no Multiverso foi o que realmente atrapalhou o feitiço do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Durante uma entrevista para o The Wrap, Chris McKenna e Erik Sommers, roteiristas de ‘Homem-Aranha 3’, foram questionados sobre o assunto.

Em resposta, McKenna disse que é uma boa teorias, mas não vê muita relação entre as duas narrativas:

“Já estávamos trabalhando no conceito de Multiverso quando aquele final de Loki aconteceu. Todos nós sentimos que isso realmente ajuda dar mais credibilidade a expansão desse conceito no MCU. Isso é ótimo porque mostra que há problemas em todo o Multiverso, não apenas na nossa história.”

Ele continuou:

“Mas, se os eventos de ‘Loki‘ se relacionam com os de ‘Homem-Aranha 3’, eu não sei. Não vejo como a explosão do Multiverso em ‘Loki estaria ligado ao feitiço do Doutor Estranho. Tenho certeza que há pontos de discussão sobre isso dentro da própria Marvel. Mas, no nosso filme, estávamos ocupados demais com os problemas de Peter para adicionar mais lenha na fogueira. Sabíamos que certas coisas poderiam afetar outras em termos de conexão das tramas, mas estávamos concentrados no nosso filme.”

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

10 MELHORES FILMES DE 2021; Adivinha qual é o 1º?

Enfim chegamos ao final de 2021 e nesse momento a maioria dos cinéfilos de todos os cantos do planeta gostam de parar e pensar: quais os melhores filmes que vi nesse ano?

O Renato Marafon traz o vídeo seus 10 MELHORES FILMES DE 2021; Adivinha qual é o 1º?

Assista:

Qual é o seu preferido?