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‘Megalopolis’: Bastidores CONTURBADOS foi marcado por briga entre Coppola e Shia LaBeouf

Megalópolis‘, o ambicioso épico de Francis Ford Coppola, chega hoje aos cinemas com direito a visita do diretor ao Brasil para divulgar o longa.

Entre os desafios enfrentados pela produção, um dos que mais se destacou foi a relação conturbada entre o diretor e o ator Shia LaBeouf.

Segundo o The Guardian, a dinâmica entre Coppola e LaBeouf foi descrita como “combativa”.

“Ele e Shia tinham essa relação combativa maravilhosa, mas que era muito produtiva”, diz o diretor britânico Mike Figgis, amigo de Coppola .

“Shia tinha muitas perguntas e, às vezes, Francisco ficava estressado com um monte de outras coisas e respondia de uma certa maneira. Também havia muito humor envolvido, então foi muito divertido… Mas às vezes [Francisco] ficava tipo, ‘Ugh, eu não posso lidar com isso’, e ele simplesmente entrava no modo grosso e direto dele”. 

Além disso, artistas de design de produção se demitiram da produção devido a excessivas brigas nos bastidores.

A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

Quando estreia ‘A Órfã 3’?

A Órfã 3‘ foi confirmado e já começou a ser filmado após ‘A Órfã 2 – A Origem‘ surpreender o público e se transformar em um sucesso de críticas, com 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes.

O terceiro filme da franquia cult de terror terá retorno da atriz Isabelle Fuhrman para interpretar seu papel icônico de Esther.

O filme tem sua estreia agendada para 2026, e deve receber mais novidades em breve.

O roteirista David Coggeshall (‘Plano Família’) e o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) retornam.

‘A Órfã’, ‘Premonição 4’, ‘Sexta-Feira 13’ | 16 Filmes de Terror Famosos que Completam 16 ANOS

O longa — cujos detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo no momento — foi anunciado pela produtora Dark Castle Entertainment, com a Lionsgate pronta para lançar o projeto no American Film Market esta semana.

Isabelle Fuhrman voltará a viver ‘A Órfã’ no terceiro filme da franquia

“A Dark Castle está animada em anunciar outro capítulo aterrorizante na saga ‘A Órfã’”, disse Norman Golightly, Co-CEO da Dark Castle Entertainment. “Com o sucesso passado dos dois primeiros filmes e outro enredo emocionante, estamos confiantes de que ‘A Órfã3’ será um filme imperdível tanto para os fãs atuais da franquia quanto para os novos fãs.”

O diretor William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre os planos para a história do terceiro filme.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme. As possibilidades para esta franquia são infinitas. Qualquer coisa é possível. E, sabendo a direção que estamos seguindo [para o terceiro filme], estou extremamente animado com as reviravoltas que temos reservadas para os espectadores,” declarou o cineasta.

‘Órfã 2: A Origem’ é MELHOR que o primeiro filme? Confira as críticas…

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

 

Alemão

Não existe caminho para a paz. A paz deveria ser o caminho. Mais uma vez falando sobre a violência no Brasil, chega aos nossos cinemas no próximo dia 13 de março (agora é quinta-feira que o circuito muda sua grade de programação), o mais novo blockbuster nacional, Alemão. O filme, alinhado com os moldes hollywoodianos, possui um roteiro instigante e seus personagens conseguem a atenção do espectador do começo ao fim. Dirigido pelo bom diretor José Eduardo Belmonte, o longa-metragem possui apenas um problema, logo com o vilão da história, interpretado pelo ator Cauã Reymond que nem de longe convence no papel.

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Na trama, somos jogados para anos atrás na época da imensa invasão da polícia ao morro do Alemão no Rio de Janeiro. Assim, descobrimos que 5 policiais, que estavam infiltrados entre os traficantes estão escondidos em um esconderijo e sendo perseguidos pelos chefões das máfias locais. Misturando medo, dúvidas e muita apreensão, em um ambiente de total insegurança, os 5 homens precisar se agarrar em sua fé e se unirem para tentarem sair vivos dessa situação. O roteiro (assinado por Leonardo Levis e Gabriel Martins), principal qualidade do filme, possui elementos que deixam a tensão espalhada pela telona ao longo de todos os minutos de fita.

O equilíbrio nos contextos dos personagens é a chave para que todos os atores consigam exectar um ótimo trabalho. Caio Blat e o seu Samuel, um jovem inteligente que acredita nas virtudes de suas corporação. Gabriel Braga Nunes interpreta Danilo e talvez seja o que mais destoa do grupo mas tem papel importante no desfecho. Otávio Muller é Doca, a patente mais alta do grupo mas o responsável por imperdoáveis ações que os levaram a essa situação. Marcello Melo Jr. É Carlinhos, o cara que mais conhece a região mas o que mais todos desconfiam por conta de seu envolvimento amoroso com uma irmã de um traficante. Mas o termômetro da trama é Branco (interpretado pelo excelente ator Milhem Cortaz), todo o filme passa pelos olhos, atitudes e temperamento dele, grande atuação de Cortaz.

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Alemão não tem pretensão de ser melhor que Tropa de Elite ou qualquer outro filme que fala sobre guerra urbana. São histórias completamente diferentes, principalmente porque esse novo trabalho de Belmonte possui um vilão explícito. Por mais que a idéia seja interessante, a história quase desmonta com a atuação muito ruim de Cauã Reymond como Playboy, traficante chefe da favela. O ator global não convence em nenhum momento no papel.

O filme conta também com a ótima presença, mais que especial, de Antonio Fagundes. Não é um absurdo dizer que em uma cena chave, já no final da história, Fagundes lembra muito Tom Hanks em Capitão Phillips, emocionando a todos a sala de cinema. Alemão é um filme de ação que você encontra boas subtramas escondidas e que surpreendem o espectador. Mesmo sendo superficial em sua crítica social, possui outros méritos e por isso merece ser conferido por todos os cinéfilos.

Crítica | ‘As Quatro Estações do Ano’ – Nova série da NETFLIX aposta na maturidade para falar de relacionamentos

Os altos e baixos do matrimônio. Buscando uma atualização de uma obra homônima lançada no início da década de 1980, escrita e dirigida por Alan Alda – que faz uma pequena participação aqui – o novo seriado da Netflix As Quatro Estações do Ano traz aos olhos do público uma história bem-humorada, madura, que envolve questões sobre o casamento na visão de três casais, amigos de longa data. Já podemos considerar essa como uma das ótimas adições ao catálogo da toda poderosa do mundo dos streamings.

E o motivo dos elogios é simples: É muito fácil se identificar! Desde a reviravolta do primeiro episódio, é provável que você seja capturado por essa história! Com um texto leve, divertido, sem esquecer de dar um pulo em camadas além do superficial – principalmente quando embates mais evidentes saltam na tela – ao longo de oito episódios dessa (provável) primeira temporada, vamos navegando no mar das instabilidades de uniões que para muitos parecem ser perfeitas.

Um grupo de amigos animados se encontram sempre que tem uma folguinha para compartilhar de mais momentos juntos. Assim, somos apresentados aos casais: Kate (Tina Fey) e Jack (Will Forte), Danny (Colman Domingo) e Claude (Marco Calvani), Anne (Kerri Kenney) e Nick (Steve Carell). A questão que gira em torno de tudo que acompanhamos é a de que Nick resolve se separar, pegando a todos de surpresa. Esse fato apresenta mais conflitos ao grupo de amigos, principalmente quando ele assume um novo romance, com Ginny (Erika Henningsen), uma mulher mais jovem.

Com muito episódios escritos por Tina Fey, esse projeto segue uma fórmula bem definida com um quase ‘começo, meio e fim’ a cada dois episódios. Isso ocorre pois as estações do ano viram quatro atos, então, a cada dois capítulos vemos um novo reencontro. Os ganchos para tais deslizam entre o tema central (a já mencionada separação de um dos casais) e atualizações sobre o cotidiano dos períodos. Um mérito que fica bem exposto é a forma como abrem-se camadas para todos os casais e seus conflitos. As entrelinhas são poucas.

Com locações que circularam entre Nova Iorque e a Califórnia, essa série que deve chegar rapidamente ao TOP 10 da plataforma, apresenta também uma maturidade nos diálogos levando esse projeto para um outro patamar em comparação a muitas obras (filmes ou séries) que buscaram o mesmo caminho: falar com propriedade sobre relacionamentos. Ajuda, o ótimo elenco que apresenta um carisma impressionante com seus maravilhosos e bem entrosados personagens.

Os conflitos de casais sempre geram muitas reflexões, em As Quatro Estações do Ano não é diferente. A fácil identificação é trunfo bem desenvolvida, segue na linha do existencial sem parafernalhas. Ao fim do oitavo episódio fica um gostinho de quero mais. Quem sabe não vemos mais uma temporada em breve. Ganchos tem aos montes!

‘Batman Eternamente’: 25 Anos do filme – Saiba como seria a versão dirigida por Tim Burton

Podemos dizer que o diretor Tim Burton mudou para sempre o conceito de como os filmes baseados em quadrinhos de super-heróis eram vistos pelo público, crítica e os estúdios de Hollywood. Batman (1989) foi um grande divisor de águas. Mas quando foi a hora de dirigir o terceiro filme do Homem Morcego – o qual o cineasta já havia detalhado e se preparado – a Warner resolveu afastá-lo após o resultado sombrio e não recomendado para crianças de Batman, o Retorno (1992).  Assim, Burton terminou apenas produzindo Batman Eternamente (1995), que completou 25 anos em 2020.

Enquanto um novo filme do Cavaleiro das Trevas de Gotham está sendo produzido com Robert Pattinson no papel do herói, nesta nova matéria iremos adentrar uma realidade alternativa e investigar um pouco mais sobre o filme que Burton queria fazer e quase fez. Vamos conhecer como seria o Batman Eternamente de Tim Burton.

Título

Tim Burton estava preparado para começar as filmagens de seu terceiro Batman. O filme inclusive já passava pela fase de pré-produção, tendo sido criados tratamentos do roteiro e inclusive testes de figurino. O diretor afirmou em entrevistas que não gosta nada dos títulos que vieram a seguir. Sobre o título Batman Eternamente o diretor disse: “Parece uma destas tatuagens que os adolescentes fazem e depois se arrependem”. O título do filme de Burton seria Batman Continues, ou Batman Continua. Acham melhor?

Diretor

Tim Burton queria dirigir um terceiro filme do cruzado de capa, porém, após o resultado sombrio e violento de Batman, o Retorno (1992), executivos da Warner, que não haviam conseguido associar a produção a quase nenhum merchandising (brinquedos ou até mesmo o McLanche feliz), optaram por afastar diretor ao cargo de produtor. A ideia dos executivos do estúdio era por um filme mais leve e mirado às crianças. Para isso, muitas cores foram adicionadas à direção de arte e fotografia. Joel Schumacher, famoso por obras como Os Garotos Perdidos (1987) e O Cliente (1994), foi o cineasta escolhido para ocupar a cadeira de diretor. Antes dele, no entanto, alguns outros foram cogitados, incluindo Sam Raimi – que havia feito seu próprio filme de super-herói original com Darkman: A Vingança sem Rosto (1990) e viria a comandar Homem-Aranha (2002).

O curioso é que Schumacher já revelou em entrevistas que sua opção também era por um filme mais sombrio, focado nos traumas e medos do herói, e em sua origem. No entanto, o estúdio seguia forçando por um tom mais leve e infantil. O ator Michael Keaton disse em entrevistas que os primeiros tratamentos do terceiro Batman justamente focavam na origem do herói, elemento que não havia sido adereçado até então no cinema. Esta origem voltaria a ser tópico numa produção do Homem Morcego em 2005, quando Christopher Nolan assumiu Batman Begins.

Protagonista

Obviamente, Michael Keaton vestiria a capa e o capuz do herói de novo no filme de Burton. Porém, quando o diretor foi afastado pelo estúdio, o protagonista começou gradativamente a perder o interesse em estrelar o filme. Keaton chegou a ter reuniões com Joel Schumacher após o diretor ser confirmado no comando do terceiro Batman, mas terminou optando se desligar da produção por não concordar com o caminho que o cineasta e o estúdio estavam levando o personagem. Keaton disse em entrevistas que o roteiro era simplesmente muito ruim e que não tinha interesse em ver o personagem mirado apenas para a venda de produtos, como brinquedos para crianças. O ator também não gostou do tom leve e colorido que o longa seguia.

Depois da saída de Keaton, inúmeros atores foram cogitados para assumir a capa do Morcego. Isso era algo importante, pois o ator escolhido seria o segundo intérprete do personagem no cinema. Schumacher terminou optando por Val Kilmer, que aceitou o papel sem sequer ler o roteiro. Durante as filmagens, no entanto, Kilmer se mostrou um pesadelo para o diretor, que definiu seu comportamento como “infantil”. Os dois brigavam constantemente e Schumacher terminou precisando substituí-lo para o filme seguinte. Para Batman & Robin (1997), saía Kilmer e entrava George Clooney. Algo que me diz que Val saiu ganhando nessa.

Duas-Caras

O Duas-Caras de Tommy Lee Jones é um dos pontos baixos de um filme que já não é grandes coisa. O ator escolhe interpretar o vilão atormentado e cruel como uma espécie de palhaço bufão. Curiosamente, durante as filmagens, Jones disse na cara do colega de cena Jim Carrey que o odiava, não o respeitava, não gostava de seus filmes e não podia aprovar sua canastrice. Ao assistir ao filme podemos reparar que o desempenho de Jones nada mais é do que uma imitação do que Carrey costumava fazer.

Seja como for, o primeiro intérprete do personagem no cinema (ou ao menos uma parte dele) foi o ator Billy Dee Williams, o eterno Lando Calrissian de O Império Contra-Ataca (1980). Williams viveu Harvey Dent, o alter ego de Duas-Caras, em Batman (1989), de Tim Burton, numa pequena participação. O ator afirmou em diversas entrevistas que o principal motivo de ter aceitado o papel foi sua eventual transformação no vilão bipolar – ele possuía inclusive uma cláusula em seu contrato que o garantia o papel. A Warner teve que pagar a multa ao ator na hora de desligá-lo do projeto. Williams recebeu recentemente um prêmio de consolação e finalmente viveu o vilão Duas-Caras na animação LEGO Batman (2017), infinitamente superior a Batman Eternamente.

Fontes também afirmam que o personagem havia sido pensado em alguns tratamentos de Batman, o Retorno (1992), e o desfecho do filme traria a Mulher Gato usando os fios do gerador do Pinguim para desfigurar Harvey Dent, que assim se transformaria no Duas-Caras. O roteiro foi readaptado usando muitas das ideias do personagem para Max Schreck, vivido por Christopher Walken.

O curioso é que apesar da treta entre Williams e o estúdio, muitos afirmam que o vilão Duas-Caras não estava originalmente nos planos de Tim Burton para o terceiro filme. E que ele só foi adicionado com a entrada de Schumacher no projeto. Será que Burton o estava reservando para um quarto filme? Ou será que iria voltar atrás a pedido do estúdio e inserir o vilão nas formas de Williams?

Charada

Com o vilão Charada existe mais confusão. Definitivamente este seria o vilão do terceiro filme de Burton, confirmado por todas as fontes. Algumas dizem que seria o único vilão do filme, outras que seria o vilão principal, mas nenhuma o descarta. No entanto, a questão sobre seu intérprete é o mais nebuloso. A maioria das fontes afirma que Robin Williams viveria o enigmático antagonista na versão de Burton e que foi dispensado quando Schumacher assumiu. Outros dizem que Williams recusou o papel ainda na fase Burton por estar chateado com a Warner – que o havia oferecido o papel do Coringa no primeiro filme e depois entregue a Jack Nicholson, um ator mais renomado.

Aparentemente, a versão de Williams teria um corte de cabelo na forma de um ponto de interrogação. Ideia que Jim Carrey quis trazer à sua encarnação, mas foi impedido, pois precisava aparecer em corte para finalizar seu divórcio. Outras fontes afirmam que a escolha de Burton para o antagonista era Micky Dolenz, um dos integrantes do grupo The Monkeys. Fora isso, a identidade do personagem não seria Edward Nygma, mas sim Lyle Heckendorf, um industrialista rival de Bruce Wayne, e não um funcionário de sua empresa. O vilão conseguiria seu uniforme no circo e o adaptaria para o do Charada.

Interesse Amoroso

Inicialmente, Burton queria a volta da Mulher Gato, de Michelle Pfeiffer. O sonho de um novo filme com a anti-heroína perdurou por décadas nas mentes de Burton e Pfeiffer, que chegaram a cogitar um filme solo para a felina. Mas isso não eliminaria a presença da Dra. Chase Meridian, personagem criada para o filme, sem ter aparecido em qualquer HQ. Antes de Nicole Kidman ser escolhida para o papel na versão de Schumacher, Burton havia batido o martelo em Rene Russo, então no auge de sua carreira, saída dos sucessos de Máquina Mortífera 3 (1992) e Na Linha de Fogo (1993). Não é confirmado, mas espera-se que esta versão fosse mais interessante e sofisticada do que a maníaca sexual interpretada por Kidman – que tudo o que parecia querer da vida era ir para cama com um total desconhecido em roupa de morcego.

No entanto, quando Burton foi tirado de jogada e, consequentemente, Keaton pulou fora, os produtores e Schumacher acharam Russo (então com 41 anos) muito velha para Val Kilmer (35 anos na época). Keaton tinha 43 anos na época. Assim, Russo foi substituída por Kidman, com 28 anos na época. Não deixa de ser curioso imaginar como seria a dinâmica de dois interesses amorosos na vida do morcego (a Mulher Gato e a Dra. Chase) na versão de Burton.

Robin

Outro caso peculiar. O ajudante do cruzado de capa sempre foi motivo de piada, mas o “menino prodígio” figurou em muitos tratamentos dos roteiros, desde o filme original de 1989. Em certo momento, chegou-se a cogitar um filme de Batman voltado ao humor, mais na veia do seriado da década de 1960 – espírito este revivido por Batman & Robin (1997). Neste tratamento cômico para o personagem, Batman teria como intérprete Bill Murray, e Eddie Murphy seria seu Robin. Por mais absurda que seja a proposta, Burton tirou uma ideia deste conceito. É claro que o diretor aboliu qualquer pensamento cômico e trouxe o Batman sombrio que o mundo viria a conhecer e repetir até hoje.

Porém, o que Burton tinha interesse mesmo era em utilizar um Robin negro. O cineasta já havia mudado a etnia de Harvey Dent, e sua escolha para o parceiro do herói era Marlon Wayans (Todo Mundo em Pânico). Uma escolha ousada e difícil de acreditar – não pela questão racial, mas pela associação do ator a projetos duvidosos. O que poucos sabem, no entanto, é que Wayans possui desempenhos dramáticos e mais contidos em seu repertório, vide Réquiem para um Sonho (2000) e G.I. Joe (2009), papeis nos quais se saiu bem. Na época, com 23 anos, Wayans já havia feito testes para figurinos do personagem, que seria adicionado em Batman, o Retorno (1992), mas terminou sendo excluído.

Wayans, que na época não era famoso, já havia assinado o contrato para o personagem. A Warner, novamente, pagou uma multa ao ator para que Chris O´Donnell assumisse o papel.

Espantalho

O assustador vilão do Homem Morcego que trabalha à base do medo só deu as caras no cinema em 2005, no filme Batman Begins. No entanto, Tim Burton tinha planos para o personagem em um de seus filmes. Num dos tratamentos do roteiro, o diretor planejava trazer o antagonista às telas na forma de Brad Bourif, a voz do boneco Chucky, da franquia Brinquedo Assassino. Não seria demais ouvir a voz do Espantalho soando como a o boneco mais creepy do cinema?

E você, o que acha da versão de Tim Burton para Batman Eternamente? Acha que iria funcionar ou ficaria ruim? Está satisfeito com a versão que temos de Joel Schumacher? O que poderia ser melhorado? Comente.

Ps. Veja abaixo o modelo do uniforme do herói na versão de Tim Burton.

Quem foram as recentes VENCEDORAS do “Prêmio” de PIOR Atriz do Framboesa de Ouro

Megan Fox por ‘Johnny e Clyde: Parceiros no Crime’ e ‘Os Mercenários 4

Desde que apareceu em cena, Megan Fox se tornou alvo de críticas devido à sua capacidade como atriz. Sua beleza, por outro lado, sempre foi indiscutível. E não é apenas no Framboesa, pois desde ‘Transformers’ até ‘Jonah Hex’ os críticos pegam no pé da moça. E talvez com razão. Ano passado, Fox levou o “prêmio” não apenas como atriz protagonista pelo tosco ‘Johnny e Clyde: Parceiros no Crime’, quanto como coadjuvante por ‘Os Mercenários 4’, o declínio da querida franquia criada por Sylvester Stallone.

Leia também: Framboesa de Ouro – Relembre os Atores Considerados os PIORES da Última Década! 

Adria Arjona por ‘Morbius

No mesmo ano em que a pequena Ryan Kiera Armstrong levava o prêmio de pior atriz pelo pseudo terror ‘Chamas da Vingança’, a bela e carismática Adria Arjona, de origem porto-riquenha, levava o seu como coadjuvante pelo desastre de trem conhecido como ‘Morbius’.

O longa só não é considerado o pior filme de super-herói dos últimos anos porque o mesmo estúdio tratou de remediar isso e lançar obras do nível de ‘Madame Teia’ e ‘Kraven: O Caçador’. Arjona, a namorada de Jason Momoa na vida real, por outro lado, se recuperou e emplacou sucessos como ‘Assassino por Acaso’ e ‘Pisque Duas Vezes’, no ano passado.

Jeanna de Waal por ‘Diana: O Musical

Agora temos um filme desconhecido do grande público, o que é uma coisa boa, pois significa que apenas uma parcela bem pequena dos espectadores precisou sofrer ao assistir este que é considerado não apenas um dos piores filmes da Netflix, como também um dos piores dos últimos tempos.

A ideia até que era digna: fazer uma homenagem para a saudosa e querida Princesa Diana, na forma de um musical. Mas algo no caminho deu muito errado. Pior para a intérprete da protagonista, a atriz Jeanna de Waal, que encarnou a personalidade no mesmo ano em que Kristen Stewart fazia o mesmo e saía com uma indicação ao Oscar.

Kate Hudson por ‘Music

Em 2021, um dos filmes mais criticados da temporada foi ‘Music’, o pseudo musical sobre autismo que marcou a estreia na direção de longas-metragens da cantora Sia. O que podemos dizer é que a estrela da música certamente escolheu um projeto ambicioso para marcar seu debute. Muito ligada às causas de pessoas autistas, Sia decidiu fazer um filme para eles.

Deu certo? Não, deu muito errado, pois todos consideraram a produção equivocadíssima em seu retrato de autistas. Não ganhou pior filme, mas foi indicado. Porém, premiou a indicada ao Oscar Kate Hudson, que se jogou de cabeça no projeto, e até raspou o cabelo. Se arrependimento matasse…

Maddie Ziegler por ‘Music

Sobrou para todo mundo que trabalhou em ‘Music’, um dos filmes mais rechaçados por crítica e público dos últimos anos. Até o título do filme é pretensioso, que não por menos é também o nome pretensioso da personagem principal. Ela é interpretada pela jovem Maddie Ziegler, que estrela muitos dos clipes de Sia. Seu retrato de uma jovem autista está bastante caricato e afetado. Mas a culpa não é só da atriz, pois deve ter sido a direção que Sia a deu. Enquanto Kate Hudson foi escolhida a pior atriz do ano, Ziegler foi a pior coadjuvante.

Dakota Johnson por ‘Cinquenta Tons de Cinza

Algumas atrizes acreditam que estrelar uma grande produção baseada em um livro de enorme sucesso pode ser a porta de entrada para Hollywood. E não estão erradas, o problema é o resultado destas obras. Para Emma Watson e Jennifer Lawrence deu muito certo, em ‘Harry Potter’ e ‘Jogos Vorazes’, respectivamente.

Já para Kristen Stewart e Dakota Johnson, a coisa não fluiu tão bem assim, em ‘Crepúsculo’ e ‘Cinquenta Tons de Cinza’. Por este fato, Johnson ficou estigmatizada. Não ajuda nada na causa ela ter embarcado em outro fiasco, com ‘Madame Teia’ ano passado. Em 2016, ela levou o prêmio de pior atriz e pode vir a levar novamente este ano pelo malfadado filme de herói citado.

Kim Basinger por ‘Cinquenta Tons Mais Escuros

A franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza’ seguiu fazendo vítimas pela década passada. Um verdadeiro sucesso de vendas, os livros deste universo apelaram muito para as chamadas “jovens mamães”, mulheres que queriam dar mais emoção às suas vidas. E nada melhor que apimentar com um livro que retrata muito sexo, erotismo e sadomasoquismo, quando uma jovem aceita ser secretária de um ricaço excêntrico.

No cinema, os filmes não foram nada mais do que motivo de chacota. É curioso notar que muitas das atrizes e também dos atores premiados pelo Framboesa, já ganharam também o Oscar. Foi o caso com a veterana Kim Basinger, que deu às caras no segundo filme da franquia e foi premiada como a pior coadjuvante daquele ano por isso.

Melissa McCarthy por ‘Crimes em Happytime’ e ‘Alma da Festa

Muitos podem não lembrar, mas a atriz Melissa McCarthy já foi indicada ao Oscar. E não foi apenas uma vez, mas ela foi nomeada duas vezes ao maior prêmio do cinema – pela comédia ‘Missão Madrinha de Casamento’ e pelo drama ‘Poderia me Perdoar?’.  Mas McCarthy nunca foi uma atriz unânime e muitos de seus filmes não agradam a todos.

Em 2018, McCarthy não deu muita sorte e terminou estrelando dois de seus filmes mais criticados. Justamente por isso, ela terminou recebendo o “prêmio” como a pior atriz daquele ano pela combinação dos filmes ‘Crimes em Happytime’ e ‘Alma da Festa’. McCarthy já havia sido “premiada” pelo Framboesa em 2015 por ‘Tammy: Fora de Controle’, considerado seu pior filme.

Rebel Wilson por ‘Cats

Rebel Wilson é outra atriz rechonchuda que ficou muito famosa na década de 2010. De origem australiana, a loirinha também não é uma atriz que agrada todos os públicos, e muitos cinéfilos não são muito adeptos de seu tipo de humor. Mas se tivermos que indicar um trabalho onde Wilson se sai bem, é na franquia de cantoras à capela ‘A Escolha Perfeita’.

Wilson, assim como Melissa McCarthy, pensando na saúde, resolveu perder muitos quilos e hoje tem uma forma física bem diferente. Antes disso, no entanto, foi presenteada com a “vitória” no Framboesa de Ouro. Aliás, em 2020 a atriz estava na mira da premiação e foi indicada duplamente como pior atriz por ‘As Trapaceiras’, com Anne Hathaway, e como pior coadjuvante pela atrocidade conhecida como ‘Cats’. Ela só levaria o segundo “prêmio”.

Tyler Perry por ‘Boo 2! O Halloween de Madea’

Finalizando a matéria, temos uma escolha curiosa. Tyler Perry é na realidade um homem. Diretor, roteirista, produtor e ator, Perry é um dos maiores nomes da indústria cinematográfica americana. Ele é um empresário bem-sucedido do ramo, que construiu seu próprio estúdio de cinema, no melhor estilo Projac. Perry é dono de uma imensa propriedade, a qual ele transformou em um imenso estúdio, com prédios que são verdadeiros sets de filmagens.

Diversas produções alugam o espaço para suas gravações, entre filmes e séries. Perry, porém, insiste em fazer filmes, e raramente eles são bons – apesar de o cineasta possuir sim seu público cativo. Seu personagem mais marcante é a idosa Madea. E justamente por isso, o ator recebeu o Framboesa de pior atriz, ao interpretar o papel na continuação ‘Boo 2’, filme de halloween de Madea.

Ryan Kiera Armstrong por ‘Chamas da Vingança

Esse aqui criou polêmica! Em 2023, o Framboesa de Ouro se meteu em uma enrascada, ao passar dos limites. A premiação que foca no pior do cinema nunca se levou a sério e sempre foi motivo de escracho. Suas indicações sempre colocaram o dedo na ferida, e por bem ou por mal, sempre foram levadas na esportiva. Porém, em tempos mais politicamente corretos, ninguém gostou muito e considerou uma brincadeira de mau gosto indicar e depois premiar como a pior atriz do ano uma menina de então 12 anos.

Isso, entre outras coisas, poderia ter acabado com a carreira da garota. Percebendo a mancada que deram, a organização decidiu rescindir o prêmio. Ainda bem que Ryan Kiera Armstrong não se deixou abalar e conseguiu o papel em uma produção de grande destaque, com ‘Skeleton Crew’, do universo de Star Wars.

‘Titãs’ ganha novo vídeo dos bastidores focado na Estelar; Confira!

A série ‘Titãs‘ ganhou um novo vídeo dos bastidores focado na personagem Estelar.

Confira:

A Netflix adquiriu os direitos de exibição internacional e lançará a série no Brasil.

A série segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

Titãs‘ já está renovada para a 2ª temporada.

 

‘Brinquedo Assassino’ estreia com US$ 14 milhões nos EUA; Chucky voltará a matar?

O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ estreou essa semana nos EUA, mas o resultado ficou abaixo das expectativas (que estimavam uma arrecadação entre US$ 16-20 milhões). Em segundo lugar, o terror arrecadou US$ 14 milhões.

É um resultado morno, mas nem tudo está perdido. O longa teve um baixíssimo orçamento de apenas US$ 10 milhões, e sua arrecadação total no país deve ficar entre US$ 30-40 milhões – o que já irá garantir o sucesso moderado da produção.

Mas será o suficiente para uma sequência? A arrecadação no mercado internacional será fundamental para o Chucky voltar a atacar nas telonas. Vamos aguardar!

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

‘Harley Quinn’ enfrenta o vilão Pinguim no teaser da 2ª temporada; Assista!

A DC Universe divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série animada ‘Harley Quinn‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 3 de Abril.

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Professor Iglesias’ está de volta no divertido trailer da 3ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada da comédia ‘Professor Iglesias‘.

Confira:

O novo ciclo será lançado na plataforma no dia 8 de dezembro.

A trama gira em torno de um divertido professor de história do ensino médio enquanto ele luta para dar conteúdo aos seus alunos inteligentes, mas que também estão completamente desinteressados.

Crítica | Professor Iglesias – Comédia leve para conferir com toda a família

O elenco conta com Gabriel Iglesias, Gloria Aung, Tucker Albrizzi, Cree Cicchino, Maggie Geha, Fabrizio Zacharee Guido e Sherri Shepherd.

‘Cemitério Maldito’: Atriz de ‘Jackie Brown’ entra para o elenco da pré-sequência

De acordo com o Variety, Pam Grier (‘Jackie Brown’) entrou para o elenco da pré-sequência de ‘Cemitério Maldito‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda contará com Natalie Alyn Lind (‘The Gifted’), Jack Mulhern (‘Mare of Easttown’), Forrest Goodluck (‘O Regresso’) e Isabella Star LaBlanc.

Jackson White (‘Mrs. Fletcher’) interpretará uma versão jovem de Jud Crandall. O clássico personagem foi interpretado por Fred Gwynne, na adaptação original, e por John Lithgow, no remake de 2019.

Lindsey Beer, roteirista da comédia ‘Sierra Burgess é uma Loser‘, será responsável pela direção. Essa será a estreia diretorial de Beer, que também atualizou a última versão do roteiro.

Jeff Buhler, responsável pelo reboot de 2019, escreveu o roteiro do novo filme.

Vale lembrar que, assim como o novo ‘Atividade Paranormal‘, o próximo ‘Cemitério Maldito‘ será lançado direto no serviço de streaming da Paramount+.

Lançado em 2019, o remake dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, a nova versão se saiu bem nas bilheterias, arrecadando US$ 113.1 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 21 milhões.

O produtor Lorenzo di Bonaventura havia revelado que havia chances do remake ganhar uma pré-sequência.

“Geralmente não gosto de pensar em possíveis sequências até o filme ser um sucesso. Acredito que se há potencial para algo… é uma prequel. Se você pensar no livro, nós não introduzimos todos os elementos que acontecem antes da família Creed se mudar.”

Ele continua, “Então, eu acho que há um filme nesse período, e eu estaria particularmente interessado em fazer isso. Tem ligação com o material de origem e é uma história que também é insana, e há muitos sentimentos nela.”

‘The Good Doctor’ é renovada para a 6ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série ‘The Good Doctor‘ para a 6ª temporada.

O ciclo atual tem registrado uma média de 0.9 na demo, e um total de 7.2 milhões de espectadores ao total – o que representa uma das maiores audiência da emissora.

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: 2ª temporada “testará os limites da moralidade”, afirma ator

Em entrevista ao TrekZone, o ator Anson Mount, que interpreta o Capitão Christopher Pike, revelou que a segunda temporada de ‘Star Trek: Strange New Worlds‘ irá explorar os limites da moralidade dos seus personagens.

“Nós veremos como [os conflitos] estão se desenrolar. Alguns dos temas abordados na segunda temporada é justamente sobre moralismo. Será que a inteligência está mesmo tão completamente destituída de qualquer senso de comunicação ou idealismo? Monstros existem? Isso é realmente possível? Nós iremos explorar tudo isso.”

Vale lembrar que as filmagens do segundo ciclo já foram finalizadas, com estreia prevista para 2023.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como The Vampire DiariesTell Me a Story, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

Oi? ‘Sharknado’ ganhará cópia com criaturas mortais no trailer de ‘Monsternado’

Tubarões são coisas do passado!

Apesar de já ser uma produção de baixo orçamento, ‘Sharknado‘ vai ganhar sua própria cópia mais barata ainda: ‘Monsternado‘, que promete trazer todo tipo de criatura monstruosa neste tornado.

Confira o trailer:

Tyler James é responsável pela direção.

“Um tornado, infestado com criaturas pré-históricas, se formou no Triângulo das Bermudas, e está vindo em direção à costa. Enquanto Megalodons, Pterodátilos, polvos gigantes, crocodilos e muitos outros monstros atacam, a cidade deve lutar para sobreviver contra essas criaturas mortais.”

O terror será lançado em VOD no dia 14 de novembro.

‘Alien: Romulus’ ganha novo trailer ASSUSTADOR com cenas inéditas; Confira!

A 20th Century Studios divulgou o novo trailer do aguardado ‘Alien: Romulus‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), o novo longa se passará entre os eventos do clássico ‘Alien: O Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens: O Resgate‘ (1986).

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

Leonardo DiCaprio enfrenta ‘Uma Batalha Após a Outra’ no trailer DUBLADO do novo filme de Paul Thomas Anderson

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado de ‘Uma Batalha Após a Outra‘ (One Battle After Another), comédia de ação estrelada pelo Leonardo DiCaprio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

Este deve ser o projeto mais caro da carreira do cineasta, se aproximando dos US$ 100 milhões de orçamento.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

Sarah Michelle Gellar explica ATRASO no lançamento do reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’

Em entrevista ao podcast Shut Up, Evan, Sarah Michelle Gellar (‘O Grito’) explicou por que o desenvolvimento do reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ está levando mais tempo do que havia antecipado.

A atriz declarou que não quer apenas lançar uma nova série apoiada na nostalgia, mas sim uma que honre o espírito da produção original – e acertar o tom do vindouro seriado leva tempo.

“Eu sei que parece que está demorando muito [para a série sair do papel], mas é porque não queremos apenas vender um legado. Quando a nova série ficar perfeita, então será lançada. Queremos nos certificar de que o projeto é exatamente o que planejamos, e que sua existência faça sentido.”

Ela completa, “A nova série não é um reboot, pois não será retomada com todos os personagens veteranos imediatamente. E não é uma sequência… Por isso que o novo título foi muito importante pra mim – ‘Buffy: Nova Sunnydale’. É [uma continuação] do universo de Buffy, mas também é outra coisa.”

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Sarah Michelle Gellar confirma que nova série não será um REBOOT

Sarah Michelle Gellar elogia o revival de ‘Buffy’ e a visão de Chloé Zhao: “Vem de uma verdadeira fã”

O reboot conta com as irmãs Nora e Lila Zuckerman (‘Agents of S.H.I.E.L.D.’) como showrunners, enquanto Zhao dirige o episódio piloto e também atua como produtora executiva.

Além de Gellar, a produtora original da série, Gail Berman, também retorna à equipe de produção.

O elenco principal da nova série inclui: Ryan Kiera Armstrong, Faly RakotohavanaAva Jean, Sarah BockDaniel Di TomassoJack Cutmore-ScottChase Sui WondersMerrin DungeyAudrey HsiehAudrey Grace Marshall.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

‘O Chamado 3’ supera ‘Fragmentado’ e lidera bilheteria nos EUA

Parece que o retorno de Samara em ‘O Chamado 3‘ está triunfando nos EUA.

O terror estreou na sexta-feira em quase 3 mil salas de cinema nos Estados Unidos, e superou o thriller de M. Night Shyamalan, ‘Fragmentado‘ (‘Split‘).

O Chamado 3‘ arrecadou US$ 5,6 milhões na sexta-feira, e espera-se que ao longo do final de semana o filme se aproxime dos US$ 13,3 milhões na bilheteria doméstica, ou seja, apenas nos Estados Unidos.

Já o filme de Shyamalan arrecadou US$ 4,8 milhões na sexta-feira, e durante seu quarto final de semana em cartaz arrecadar mais US$ 14,3 milhões, e assim liderando a bilheteria americana pela terceira semana seguida!

O Chamado 3‘ chegou aos cinemas 12 anos após a última sequência, e apresenta a franquia para uma nova geração.

O filme já está em exibição nos cinemas.

Leia nossa crítica em TEXTO:

Crítica | O Chamado 3 – Samara toca o terror na era dos YouTubers

‘O Chamado 3’ e os Filmes de Terror mais Aguardados de 2017 e 2018

A jovem Julia (Matilda Lutz) fica intrigada quando seu namorado Holt (Ales Roe) começa a se interessar e explorar uma história que envolve uma fita de vídeo amaldiçoada, que faz a pessoa que a assiste morrer em 7 dias. Ela se sacrifica para salvar a vida dele e, ao fazer isso, revela uma descoberta terrível: há um “filme dentro do filme” que ninguém jamais viu antes.

O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, de ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘Anjos e Demônios’. O diretor espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’) é quem comanda a produção.

O primeiro filme da franquia foi dirigido por Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’), e baseado em ‘Ringu‘ (de Hideo Nakata). O terror arrecadou US$ 250 milhões mundialmente, já a sequência fez US$ 161 milhões.

 

Jeff Goldblum fala sobre seu retorno a ‘Jurassic World: O Reino está Ameaçado’

Após mais de 20 anos, o veterano Jeff Goldblum retornará à saga de ‘Jurassic Park‘, com o personagem Ian Malcolm.

E sobre sua volta à sequência ‘Jurassic World: O Reino Está Ameaçado‘ após esse longo hiato, o veterano conversou com o site Movieweb, salientando que o matemático tem algo a dizer sobre o contexto atual em que os dinossauros se encontram dentro do parque.

Segundo ele:

“Ele deve voltar e trazer consigo algumas coisas a dizer sobre as circunstâncias que envolvem o abuso e uso incorreto da tecnologia. Além disso, uma pitada de ironia, convicção apaixonada e sábia e até mesmo um traje com tons escuros e óculos de grau devem retornar também”.

Jurassic World – O Reino Está Ameaçado‘ ganhou uma nova arte e uma possível data para a estreia de seu trailer. Segundo o Dirtees, o trailer chegará aos cinemas dia 13 de dezembro com as cópias de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘.

 

Jurassic World – O Reino Está Ameaçado’ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

‘Objetos Cortantes’: Amy Adams estampa belíssima capa de revista e ensaio fotográfico

A minissérie da HBO, ‘Sharp Objects‘ (Objetos Cortantes), está conquistando a crítica especializada por seu teor denso e sombrio e a estrela da produção, Amy Adams, é o grande destaque da mais nova edição da revista The Hollywood Reporter.

Além de estampar a capa da publicação, Adams fez um belíssimo ensaio fotográfico bem conceitual.

Confira:

A produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.

Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.

Objetos Cortantes | Primeiras Impressões da Minissérie da HBO – Nova adaptação da autora de ‘Garota Exemplar’

Assista uma nova promo, que anuncia o que anuncia brevemente o que acontecerá nas próximas semanas:

 

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Porque a Marvel TV decidiu cancelar a série?

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ chegará ao seu fim com a 7ª temporada, deixando uma leva de fãs órfãos. E a escolha de encerrar a jornada da produção não partiu diretamente da emissora ABC, conforme confirmou o próprio chefe da Marvel Television, Jeph Loeb.

Segundo o executivo, a decisão partiu totalmente da Marvel, ainda que a emissora tivesse algumas expectativas em relação a uma possível nova temporada.

Em conversa com o portal Deadline, Loeb revelou como a decisão de encerramento da série foi deliberada. Segundo ele, tudo aconteceu quando Channing Dungey, presidente da ABC, contatou a Marvel com a oferta da 7ª temporada. Na ocasião, o time criativo decidiu sentar para definir o futuro da produção.

Disse:

“Todos nós chegamos à conclusão de que fazer outra temporada seria honroso, adorável e incrível. E pensamos: ‘que tal nós voltarmos e dizer ‘sim, mas então é isso aí, se encerra por aqui?'”

Com a decisão de garantir mais uma leva de episódios, a Marvel conseguirá encerrar a produção segundo os seus próprios termos, sem deixar pontas soltas, como aconteceu com as séries feitas para a Netflix, como ‘Demolidor‘, ‘Jessica Jones‘, ‘Luke Cage‘, ‘Punho de Ferro‘ e ‘O Justiceiro‘.

 

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘The Umbrella Academy’: Showrunner revela qual foi a única cena realmente gravada em Dallas

A segunda temporada de ‘The Umbrella Academy‘ já é um sucesso e nessa nova leva de episódios, nossos peculiares heróis vão parar na cidade de Dallas, no estado do Texas. Mas ao contrário do que muitos fãs imaginam, quase nenhuma cena fora genuinamente gravada no município em questão.

Durante uma entrevista exclusiva ao ComicBook.com, o showrunner da produção, Steve Blackman, revelou que de fato apenas uma cena da nova temporada fora gravada em Dallas:

“A única cena gravada em Dallas foi a tomada final com o Kennedy, em Grassy Knoll. So para que você saiba, nós não conseguimos achar uma rua em Dallas que parecesse com uma rua de 1963. Nós encontramos em Hamilton, Ontário e no Norte de Toronto uma rua que se parecia mais com Dallas do que a própria cidade de Dallas. E o mais incrível dessa rua é que ela está meio que parada nos anos 60, tinha um ar bem característico muito bonito. Nós colocamos algumas placas e outras coisas, mas não precisamos fazer muito. Nós tivemos que prestar muita atenção aos figurinos, carros de época e etc., o que nos deu muito trabalho, mas não queríamos que ninguém se distraísse com o período em questão. Você só precisava aceitar que está lá e então poderia se concentrar na história. Então foi incrível podermos acertar nisso”.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

Conheça a nova e APAIXONANTE dramédia estrelada por Noah Schnapp!

A aclamada e premiada comédia dramática ‘Abe‘, estrelada por Noah Schnapp (‘Stranger Things‘) já está em exibição nos cinemas e a nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar Fernando Grostein, diretor responsável pelo longa.

E ao longo do bate papo, o cineasta deu detalhes do filme – lançado no Festival de Sundance 2019 -, e comentou como foi trabalhar ao lado de Schnapp e Seu Jorge, criando a apaixonante dinâmica relacional entre ambos.

Crítica | Abe: Drama com Seu Jorge e Noah Schnapp provoca o paladar e uma profunda reflexão

Assista:

Na trama, um menino (Noah Schnapp) de 12 anos mora no Brooklin, Nova Iorque, com a mãe judia de origem israelense e o pai palestino de origem muçulmana. O jovem, aprendiz de um chefe de cozinha brasileiro (Seu Jorge), ama gastronomia e tenta usar desse artifício para manter as duas famílias unidas.

Mark Margolis, Arian Moayed, Dagmara Domińczyk e Arian Moayed completam o elenco.

‘Beekeeper: Rede de Vingança’: Amazon MGM garante os direitos mundiais da sequência, em acordo de mais de US$ 50 milhões

Após o sucesso comercial do primeiro filme, ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘ vai ganhar uma continuação. A Amazon MGM Studios fechou um acordo estimado em mais de US$ 50 milhões para adquirir os direitos globais de distribuição de ‘The Beekeeper 2′, consolidando mais um investimento pesado do estúdio em produções de ação com apelo internacional.

Jason Statham retorna como protagonista, repetindo o papel do agente aposentado de inteligência que conquistou o público com sua sede de vingança. As filmagens do segundo longa estão previstas para começar no outono do hemisfério norte.

A direção do novo capítulo ficará por conta de Timo Tjahjanto, que também está à frente de ‘Anônimo 2‘, enquanto o roteiro será assinado por Kurt Wimmer (‘Salt‘, ‘Equilibrium‘). A produção é da Miramax, responsável por intermediar o acordo com a Amazon.

Lançado em 2024 sob a direção de David Ayer, ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘ acompanha um ex-agente que entra em ação após sua senhoria ser vítima de um golpe virtual que desvia milhões de uma instituição de caridade. O filme superou as expectativas nas bilheterias, arrecadando US$ 163 milhões globalmente, com a Amazon responsável pela distribuição nos EUA e a Miramax cuidando dos mercados internacionais.

Segundo fontes, há uma possibilidade de ‘The Beekeeper 2′ figurar entre os primeiros lançamentos da nova divisão internacional de cinema da Amazon, reforçando a aposta da plataforma no modelo híbrido de estreias globais e em salas de cinema.

O investimento elevado sinaliza a confiança do estúdio na força da franquia e no carisma de Statham, que permanece como um dos rostos mais rentáveis do cinema de ação contemporâneo.

A sequência promete expandir o universo do justiceiro solitário e entregar mais adrenalina para os fãs que transformaram o primeiro filme em um sucesso surpreendente.

Relembre o trailer do primeiro filme:

Além de estrelar, Statham assume a função de produtor, junto com Wimmer e Bill Block, diretor executivo da Miramax.

Ray Fisher revela importante cena cortada de ‘Liga da Justiça’ sobre passado do Ciborgue; Confira!

O ator Ray Fisher revelou que cena importante sobre o passado de Ciborgue foi cortada na versão final deLiga da Justiça.

“Existem algumas coisas que vocês provavelmente verão mais para frente no cinema, que não foram para a edição final. Tinha uma cena com Victor Stone, quando ele ainda era o Victor Stone, e sua mãe que foi muito especial filmar. Você está filmando e testando e quando você junta tudo, você vê o quão coesa você pode tornar essa história. No final, é uma história de equipe. Embora não vejamos algum material do Ciborgue, estou feliz que meus colegas puderam brilhar”

De acordo com a Variety, Liga da Justiça arrecadou US$ 13 milhões na noite da última quinta-feira (16), nas bilheterias norte-americana. O filme, que entrou em cartaz em 3.700 salas, teve desempenho sólido, porém, abaixo do esperado.

Para comparação, trata-se da quinta maior abertura para uma quinta-feira em 2017, atrás de ‘Guardiões da Galáxia 2‘ (US$ 17 milhões), ‘A Bela e a Fera‘ (US$ 16,3 milhões), ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (US$ 16 milhões) e ‘Thor: Ragnarok‘ (US$ 14.5 milhões).

Dentro do Universo DC de Cinema, o filme ficou à frente de ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 11 milhões) e atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 20,5 milhões) e ‘Batman vs Superman‘ (US$ 27,7 milhões).

O filme deve fazer entre US$ 110 e US$ 120 milhões no fim de semana nos EUA, enquanto a soma internacional deve ficar entre US$ 215 e US$ 235 milhões.

O filme já está em cartaz no Brasil.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Cena inédita mostra conversa tensa entre os heróis

Uma cena inédita deVingadores: Guerra Infinita foi revelada durante o programa de Jimmy Kimmel. Confira:


Vingadores: Guerra Infinita’ teve sua World Première em Los Angeles e a Marvel exibiu o Red Carpet AO VIVO no Youtube.

Assista:

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Thor

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Eddie Brock discute com o vilão Riot no primeiro clipe de ‘Venom’

Foi divulgado o primeiro clipe do filme solo do aguardado Venom, que mostra Eddie Brock (Tom Hardy) interrogando o Dr. Carlton Drake (Riz Ahmed), alter-ego do vilão Riot. Confira:

O longa deve ter a maior estreia do mês do outubro e muitos fãs estão querendo saber quando começa a pré-venda de ingressos.

Pois bem, segundo a Sony, os ingressos para o longa podem ser adquiridos a partir desta quinta-feira, 20 de setembro, na internet ou em complexos de cinemas.

Consulte a sua programação local para saber sobre a disponibilidade de ingressos.

A Sony Pictures revelou que o filme terá baixa classificação indicativa, para maiores de 13 anos (PG-13). Isso indica que o filme não deve ter cenas assustadoras ou sangrentas. Porém, o diretor adiantou ao Fandango que futuramente ele pode lançar um corte para maiores de 18 anos, adicionando as cenas de violência.

Além disso, foi divulgado sua duração – a adaptação terá 1 hora e 52 minutos.

A produção estreia nos cinemas brasileiros em 4 de outubro.

 

 

Artigo | No aniversário do Mewtwo, “Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca” continua relevante

O ano de 2026 é especial para a franquia Pokémon, já que os 30 anos da criação da franquia serão celebrados no próximo dia 27 com o tradicional Pokémon Day. Além do evento, em que serão anunciadas as novidades para os próximos anos da franquia, outras diversas atividades serão realizadas ao longo de 2026 para marcar a comemoração desta idade tão expressiva.

O texto de hoje celebra, de certa forma, a franquia, mas pela perspectiva de uma das tramas mais famosas de toda a franquia: o nascimento de Mewtwo. Foi num dia 6 de fevereiro, como este, que esse Pokémon lendário surgiu para o mundo, segundo os diários da Mansão Pokémon encontrados na Ilha Cinnabar, como visto nos jogos.

A lenda de Mewtwo se tornou um dos capítulos mais marcantes e lembrados pelos fãs da franquia, não apenas por se tratar de um Pokémon que é definido como o mais poderoso de todos, mas também por ser uma origem repetida algumas vezes ao longo da saga, sendo contada e recontada em diferentes formatos ao longo desses 30 anos.

A história foi contada originalmente no videogame, foi adaptada para a animação 2D, tanto para a série animada quanto para o cinema, resultando no primeiro filme da franquia: Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca. Posteriormente, o longa ganhou um remake em animação 3D, que contou a mesma história e chegou ao Brasil direto para o streaming. A origem de Mewtwo também foi parte central da trama de Pokémon: Detetive Pikachu (2019), primeiro longa-metragem em live action da franquia.

A origem desse Pokémon pode sofrer algumas pequenas alterações, mas essencialmente pode ser resumida aos laboratórios e à arrogância humana, que se põe acima da ordem natural e tenta recriar a vida por meio da engenharia genética. Em todas as versões, Mewtwo nasce de uma tentativa de cientistas de recriarem Mew, um Pokémon ancestral, tão antigo quanto a própria vida, que supostamente carregaria o DNA de todos os Pokémon desse mundo dentro de si.

De acordo com as lendas, o próprio Mew estaria ligado às origens de todos os outros Pokémon. Então, ao encontrarem uma amostra de DNA deste monstrinho em um antigo templo do que seria a Amazônia deles, um grupo de cientistas começa a fazer testes em laboratório para tentar recriá-lo. A maioria das tentativas fracassa, mas uma delas acaba dando resultado. Eles criam um Pokémon humanoide que reúne características que fariam dele a criatura mais poderosa do planeta. Só tem um problema: ele tem consciência própria e não compreende o que é. Imbuído pelo ódio e pelo medo, Mewtwo destrói o laboratório e escapa para tentar entender sua própria existência. A partir daí que surgem variações de sua história.

O foco neste aniversário é Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca, aventura que muitos tomam como a origem definitiva do personagem. Lançado no Japão em 1998, esse filme demorou para chegar no Brasil. Isso porque a franquia sequer tinha chegado aqui. A famosa “Pokémania”, que tomou o Brasil no final dos anos 90, começou apenas em 1999, quando o programa da Eliana passou a exibir a série animada, transformando a franquia em uma verdadeira febre no país. Por isso, a primeira aventura de Ash Ketchum e Pikachu nas telonas só chegou aos cinemas brasileiros em 7 de janeiro de 2000. O longa levou a molecada ao cinema não só para conferir a chegada de novos Pokémon nunca vistos na série animada, mas também para ganhar cartas exclusivas que poderiam ser usadas no TCG (Trading Card Game) da franquia, que também fazia sucesso.

Isso levou a uma situação curiosa, porque diante do sucesso estrondoso que os monstrinhos estavam fazendo por aqui, o segundo filme da saga, Pokémon 2000, acabou entrando no calendário de lançamento simultâneo das Américas. Com isso, ele chegou aos cinemas do Brasil em julho de 2000, poucos meses após o lançamento do primeiro longa-metragem animado.

Dando prosseguimento às aventuras dos protagonistas da série animada, o filme mostra Ash e seus amigos recebendo um convite para enfrentarem o melhor treinador Pokémon do mundo, que está realizando um torneio em uma ilha misteriosa. Ao chegar no cais, o protagonista é informado que uma grave tempestade está impedindo as saídas dos barcos. Diante dessa intempérie, outros treinadores convidados decidem usar seus Pokémon para chegarem até a ilha. Claro que os heróis da história dão um jeito e chegam até o local, onde descobrem que a chuva era uma “prova” imposta pelo anfitrião, que queria que os convidados “provassem seu valor”, e que o tal melhor treinador do mundo era, na verdade… um Pokémon: o Mewtwo.

É interessante revisitar esse filme e perceber como ele foge das estruturas narrativas convencionais de heróis e vilões ao adotar um antagonista que não compreende muito bem a própria existência e apenas replica o único comportamento que ele conheceu em sua curta vida: a arrogância. Criado por cientistas que não tinham o menor apreço pela vida, Mewtwo entende que o sentido da vida é uma busca constante pelo poder. Tudo é feito para definir quem é o mais poderoso e quem deve estar no controle. Ele não percebe que ao organizar esse “torneio com os melhores”, realizado apenas para que ele derrote um por um e se consagre como o mais poderoso, é apenas uma repetição de tudo aquilo que o fez sofrer.

Ao trazer um antagonista tão moralmente ambíguo, a produção o coloca no centro da trama. Ao mesmo tempo que ele é introduzido como um vilão, suas motivações são bem desenvolvidas, dando a ele um ar filosófico muito curioso para uma animação claramente voltada para o público infantil. O abandono nas estruturas narrativas é tão nítido que o contraponto do Mewtwo, o simpático Mew, chega à ilha acompanhado da Equipe Rocket, que são os vilões da saga animada, pregando peças neles. Dessa forma, os heróis humanos entram numa jornada contra o vilão Pokémon, enquanto os vilões humanos são acompanhados pelo herói Pokémon. Ao se cruzarem na ilha, as narrativas se misturam e aí a perspectiva fica mais “normal”, flertando com uma velha história de bem contra o mal.

Só que a produção prefere aprofundar no antagonista ao desenvolver seu plano. Cego pelo ódio de ter sido criado e explorado pelos seres humanos, Mewtwo acaba repetindo o trauma que o assombra ao criar clones de Pokémon para provar sua superioridade. Ele chega num nível tão grande de arrogância que bloqueia os poderes especiais dos monstrinhos e dos clones para que as versões clonadas possam mostrar que são melhores até mesmo sem as habilidades especiais. Resultado? O ódio de Mewtwo se espalha pelas criaturinhas, que começam uma pancadaria franca sem precedentes. E aí que entra a grande sacada do filme, que é fazer um paralelo desse medo e ódio do desconhecido vivido pelos Pokémon e seus clones com o preconceito do mundo real. Mew faz uma reflexão sobre eles estarem focando nas diferenças quando deveriam estar concentrados em encontrar suas semelhanças, um discurso que é “traduzido” pelo Meowth, um dos vilões, que endossa os questionamentos do herói.

No fim das contas, diante dessa violência sem sentido, Mewtwo percebe que se tornou tão mau quanto aqueles que o criaram e entende que seu destino não é traçado por sua origem, mas por aquilo que escolhe fazer com sua vida. É uma mensagem incrível a ser passada para crianças e o filme consegue fazer com maestria. O vilão, então, encerra a pancadaria e, arrependido de suas ações, vai embora com os clones para que eles também possam encontrar sentido para suas vidas.

Então, de volta à normalidade, Ash, Pikachu e seus amigos têm suas memórias apagadas sobre o que viveram ali e seguem com sua missão de cuidar e desenvolver amizade com os Pokémon. O filme consegue ser uma continuação da série animada sem ter influência direta na trama, algo que viraria padrão da franquia nos cinemas. O público poderia assistir os filmes sem acompanhar a série e vice-versa. E deu muito certo, tanto que até hoje esses longas são lançados. No Brasil, nem todos chegam aos cinemas. Alguns estrearam em canais por assinatura, outros foram direto para o streaming, mas houve capítulos que chegaram às telonas, como Pokémon: O Filme 20 – Eu Escolho Você!, que lotou as salas de cinemas nacionais em sessões limitadas abarrotadas de fãs em 2017.

Revisitar Pokémon: O Filme hoje em dia é, acima de tudo, uma experiência estética fantástica. A franquia foi animada em células até 2002, a tradicional tecnologia de animação 2D em que os profissionais desenhavam cenários e personagens com tinta em folhas transparentes (as células), dando uma sensação de maior profundidade e até mesmo de carinho, já que a técnica original era mais detalhada e tinha uma iluminação diferente. Assistir o filme hoje, após anos de produções com animação digital, é quase como uma viagem no tempo.

O longa tem uma estética retrô que acabou virando sinônimo dos animes dessa época. As movimentações são fluidas, os personagens parecem mais vivos. Sem contar a influência de outras animações japonesas, como os breves momentos do icônico visual do Mewtwo de armadura, que foi introduzido na série animada e foi explicado no filme como um momento em que o Pokémon foi enganado por Giovanni, o desalmado líder da Equipe Rocket. Para quem gosta dos diferentes estilos de animação, revisitar esse filme pode ser uma atividade muito valorosa.

Neste “aniversário” do Mewtwo, rever Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca pode ser uma boa pedida. Não só para relembrar um dos capítulos mais queridos dessa franquia tão longeva, mas também para encarar essa aventura por outra ótica.

Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca está disponível no Globoplay.

Amigos Para Sempre

(The Upside)

 

Elenco:

Direção: Neil Burger

Gênero: Drama

Duração: 111 min.

Distribuidora: Califórnia

Orçamento: US$ 9 milhões

Estreia: 17 de Janeiro de 2019

Sinopse: 

Versão americana do fenômeno mundial “Intocáveis”. Philippe é um aristocrata rico que, fica tetraplégico após sofrer um acidente. Ele precisa de um assistente e decide contratar Dell, um jovem pobre, com registro criminal que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Entre o aprendizado da função e diversas gafes, Philippe se afeiçoa por Dell por não ser tratado como um coitado, e surge a improvável amizade com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.

Crítica | Amigos Para Sempre – Refilmagem de Intocáveis é aquém do original (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

  • Remake de ‘Intocáveis‘ de 2011

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Diretor de ‘Diário de um Banana’ entra para o projeto

A Paramount está seguindo em frente com o remake Rugrats: Os Anjinhos’. Agora, o diretor David Bowers (Diário de um Banana) foi atado ao projeto.

A adaptação será um híbrido entre live-action e animação. Os famosos bebês serão feitos com CGI, enquanto os adultos serão atores contratados.

Os trabalhos já se iniciaram, trazendo os criadores originais – Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain – à frente como produtores executivos.

O roteiro será desenvolvido por David Goodman e é descrito como “um filme live-action com personagens em CGI”.

Embora não haja data de estreia para a animação, o live-action já está agendado para estrear em 13 de novembro de 2020.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

‘Renfield’: Dexter Fletcher vai comandar filme sobre o servo de Drácula

Depois de substituir Bryan Singer na direção de Bohemian Rhapsody e comandar a cinebiografia RocketmanDexter Fletcher já tem em mente seu novo projeto cinematográfico.

Segundo o Collider, Fletcher assinou contrato para dirigir Renfield, longa-metragem de terror que será focado no servo do icônico vampiro Drácula, R.M. Renfield. A produção ficará a encargo da Universal Pictures.

Ryan Ridley (Rick and Morty) está escrevendo o roteiro, cuja história foi criada por Robert Kirkman (The Walking Dead. Kirkman, David AlpertBryan FurstSean Furst serão os produtores.

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Blood & Water’: Nova série sul-africana da Netflix ganha teaser oficial; Confira!

Blood & Water, nova série sul-africana da Netflix, ganhou seu primeiro teaser oficial.

Confira:

Nosipho Dumisa, uma das diretoras mais aclamadas da África do Sul, comanda o projeto.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

Blood & Water estreia no dia 20 de maio.

‘My Policeman’: Harry Styles e Lily James negociam para estrelar drama LGBTQ+ da Amazon

Segundo o ColliderHarry StylesLily James estão em negociações finais para estrelar a adaptação do clássico e aclamado romance LGBTQ+ My Policeman, da Amazon Studios.

Assinado por Bethan Roberts, a história é ambientada nos anos 1950 na cidade de Brighton, Inglaterra, onde a professora Marion (James) se apaixona pelo charmoso policial Tom (Styles). Então, Tom conhece Patrick, o curador de um museu que abre seus olhos para um mundo glamuroso e sofisticado – e, apesar de estar encantado por Patrick, Tom sabe que é mais seguro se casar com Marion. Agora, os dois amantes devem “compartilhá-lo”, até que um deles desista de tudo e a vida de todos mude para sempre.

Michael Grandage, da antologia Genius, comanda a produção a partir de um roteiro assinado por Ron Nyswaner (Filadélfia).

Greg Berlanti entra como produtor ao lado do marido Robbie Rogers e de Sarah Schechter.

As informações indicam que o longa-metragem terá uma estrutura em flashback e que será ambientado nos anos 1990, quando Tom e Marion trazem um senil e inválido Patrick para sua casa e são forçados a revisitar os sísmicos eventos de quando eram mais jovens.

Nenhuma outra informação foi divulgada.