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Adam Scott tem as memórias alteradas no trailer de ‘Severance’, nova série de suspense da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense sci-fi ‘Severance‘.

Confira:

A produção terá os dois primeiros episódios lançados no dia 18 de fevereiro.

Criada por Dan Erickson, a série foi dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco conta com Adam Scott, Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

‘Two Sentence Horror Stories’: 3ª temporada ganha data de estreia; Confira o cartaz!

A CW divulgou o primeiro cartaz sinistro da 3ª temporada da série de terror antológica ‘Two Sentence Horror Stories‘.

Além disso, foi confirmado que o novo ciclo irá estrear no dia 16 de janeiro.

Confira o cartaz:

Two Sentence Horror Stories — Image Number: TWO_S3_8x12_R2_300dpi.s — Photo: The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Criada por Vera Miao, a série acompanha contos contemporâneos de terror e assombrações.

Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.

‘Minions 2: A Origem de Gru’ ganha novo teaser divertido; Assista!

A Universal Pictures divulgou um novo teaser divertido da sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘.

Confira:

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 30 de junho – quase dois anos após a estreia original.

Kyle BaldaBrad Ableson Jonathan del Val dirigem a sequência, que vai focar no primeiro encontro entre os adoráveis bichinhos amarelos e o perigoso vilão Gru (Steve Carrell).

Kevin HartMargot RobbieDave BautistaPierre Coffin completam o elenco.

‘Rust’: Detetives obtêm mandado para investigar o celular de Alec Baldwin; Saiba mais!

As investigações da trágica morte de Halyna Hutchins no set de filmagens de Rust continuam a todo vapor e, agora, novas informações revelam que a Delegacia de Santa Fé conseguiu um mandado para investigar o celular de Alec Baldwin (via Yahoo!).

Para aqueles não familiarizados, Hutchins foi assassinada após Baldwin acidentalmente apertar o gatilho de um revólver que acreditava ser cenográfico. A bala também causou ferimentos no diretor Joe Souza e, desde então, os oficiais de justiça vêm canalizando esforços para entender o que aconteceu.

Em uma declaração atada ao mandado, a Detetive Alexandria Hancock comentou que os investigadores estão procurando por evidências que possam ajudar a completar o caso. Hancock comentou que ela perguntou a Baldwin e a seu advogado se eles voluntariamente poderiam entregar o celular – mas eles requisitaram que ela buscasse uma autorização judicial.

Na mesma declaração, Hancock revela que já havia conduzido uma breve pesquisa pelo celular de Hutchins, falecida em 21 de outubro, e que encontrou conversas sobre a data de produção do longa-metragem desde 14 de julho.

Além disso, os comentários incluem detalhes sobre a primeira entrevista com os detetives locais, que até então não havia sido disponibilizada ao público. Na entrevista em questão, Baldwin declarou que tinha trocado emails com Hannah Gutierrez Reed, armeira responsável pelos objetos do set, sobre o tipo de arma que usaria. Ela mostrara diversos tipos de armas e tinha selecionado um revólver Colt .45 para que o ator utilizasse no filme.

“Ele comenta que requisitou uma arma maior e ela havia mostrado a ele também diferentes estilos de facas para a produção. A Alec, foi mostrado um [revólver] Colt com um cabo marrom e um cabo cor de cereja, e ele eventualmente escolheu o com cabo marrom”, diz a declaração.

Na semana passada, Baldwin concedeu uma entrevista à emissora ABC e afirmou que não disparou a arma que causou a morte de Hutchins.

Baldwin fez algumas declarações ousadas durante a entrevista, alegando que não é culpado pelo acidente e acredita que outra pessoa deva ser responsabilizada.

Enquanto alguns estão do lado do ator, outros acreditam que o ator deve ser responsabilizado de alguma forma, considerando que os responsáveis pelas investigações ainda não encontraram um culpado.

Na mesma entrevista, Baldwin cogitou até mesmo abandonar sua carreira na atuação, em virtude das sequelas emocionais geradas pela inesperada perda de sua colega de trabalho.

Na ocasião, ele afirmou que não consegue se imaginar estrelando um novo filme com armas novamente: “eu estou pouco me fu***** para a minha carreira”.

Ao ser questionado pelo jornalista George Stephanopoulos se sua carreira teria acabado, ele respondeu:

“Bem, pode ser que sim”.

Assista a alguns trechos da entrevista:


Baldwin foi processado pela supervisora de roteiro Mamie Mitchell, que trabalhava no set do filme na hora do disparo e quase foi atingida pela bala que matou Hutchins e feriu Souza.

Segundo Gloria Allred, advogada de Mamie, o roteiro de ‘Rust‘ não pedia que a arma fosse disparada na cena em que o incidente aconteceu:

“Eles iriam gravar três cenas de close após o almoço. Uma câmera estaria focada nos olhos do acusado Baldwin, uma estaria focada em uma mancha de sangue no ombro de Baldwin, e uma terceira focaria no torso do ator. NÃO HAVIA DISPARO DE ARMA NO ROTEIRO. O ator não precisava e nem devia ter atirado. Sendo assim, ele deveria ter assumido que a arma em questão estava carregada”, afirmou a advogada.

Mitchell alega ter se ferido no acidade, e processa o ator e os produtores por “agressão e perturbação emocional”.

Sobre o caso

A armeira responsável por garantir a segurança das armas cenográficas, Hannah Gutierrez-Reed, falou pela primeira vez sobre o assunto.

Por meio de um comunicado oficial emitido para revista EW, por parte de seus advogados, ela afirmou não fazer ideia de onde as balas verdadeiras teriam vindo. No documento, ela sustenta sua inocência, afirmando que “inverdades têm sido ditas à imprensa”. Na ocasião, ela ainda se diz “devastada e completamente fora de si com os eventos que ocorreram”.

A declaração dos advogados de Gutierrez-Reed, Jason Bowles e Robert Gorence, ainda pondera:

“A segurança é a prioridade número 1 de Hannah no set. Em última análise, este conjunto nunca teria sido comprometido se a munição real não tivesse sido introduzida. Hannah não faz ideia de onde as balas reais vieram. Hannah foi contratada para dois cargos neste filme, o que tornou extremamente difícil se concentrar em seu trabalho como armeira. Ela lutou para que houvesse treinamento, dias para manter as armas e tempo adequado para se preparar para o uso delas, mas acabou sendo anulada pela produção e seu departamento. Todo o conjunto de produção tornou-se inseguro devido a vários fatores, incluindo a falta de reuniões de segurança. Isso não foi culpa de Hannah. Ela também gostaria de estender suas mais profundas e sinceras condolências à família e aos amigos de Halyna”, uma mulher inspiradora no cinema que Hannah admirava”.

Recentemente, o xerife do condado de Santa Fé, Adan Mendoza, e a promotora distrital de Santa Fé, Mary Carmack-Altwies, realizaram uma coletiva de imprensa para atualizar o público sobre ao andamento dos trabalhos.

Na ocasião, a dupla de profissionais foi questionada a respeito da possibilidade do astro e produtor Alec Baldwin enfrentar acusações criminais pelos disparos acidentais que acarretaram na tragédia. Em reposta, Carmack-Altwies afirmou que a opção não está descartada.

“Neste momento, todas as opções estão na mesa. Não comentarei sobre acusações, se elas serão apresentadas ou não, ou sobre quem. Não podemos responder a essa pergunta até que concluamos uma investigação mais completa. Ninguém foi descartado neste momento”. 

Durante a coletiva, Mendoza também ponderou sobre a seriedade do trabalho da polícia, assegurando às vítimas que a operação segue de forma categórica – para que as perguntas sejam respondidas:

“Nos últimos dias, nossa equipe de investigação tem trabalhado diligentemente para conduzir entrevistas, executar mandados de busca e coletar e processar evidências do local. Quero garantir às vítimas, suas famílias e ao público que estamos conduzindo uma investigação completa e objetiva”.

Quanto às possíveis acusações criminais, a dupla salientou a importância de finalizar o processo investigativo, para então proceder para essa etapa.

Segundo a promotora distrital:

“Devo enfatizar que uma investigação completa é fundamental para a conclusão da polícia. Pegamos os fatos e as evidências corroborados e os conectamos à lei do Novo México. Ainda não chegamos a esse ponto. Se os fatos, as evidências e a lei sustentarem acusações criminais, então eu iniciarei o processo neste momento”. 

Recentemente, uma nova declaração juramentada feita pelo departamento de polícia do Condado de Santa Fé foi emitida para o público.

O documento detalha o que teria acontecido minutos antes dos disparos da arma, que acarretou no fatal incidente que tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins.

De acordo com informações prestadas à polícia pelo diretor Joel Souza, conforme citado na declaração obtida pela EW, o ator Alec Baldwin estava ensaiando uma cena dentro do prédio da igreja, na Fazenda Bonanza Creek, quando o incidente ocorreu.

O ensaio envolveu Baldwin tentando uma manobra, “cruzando o saque de sua arma e apontando o revólver para a lente da câmera” antes da arma disparar, de acordo com os depoimentos.

Souza, que estava ao lado de Hutchins, ficou ferido, mas pouco depois teve alta do hospital. Já a artista não suportou os ferimentos e faleceu no Hospital da Universidade do Novo México.

Segundo o jornal New York Times, uma declaração juramentada emitida pelo escritório do xerife afirmou que um dos diretores assistente do filme garantiu ao astro Alec Baldwin que a arma entregue em suas mãos estava sem qualquer projétil verdadeiro.

Segundo o documento, ele pegou uma das três armas cenográficas preparadas pela equipe de armeiros, entregou em suas mãos e gritou “arma fria!”- termo usado em Hollywood que denota que o objeto não possui balas verdadeiras dentro de seu cartucho.

Ainda de acordo com a declaração, que foi emitida como parte de um pedido de mandado de busca, o diretor assistente “não sabia que havia balas verdadeiras na arma” quando fez isso.

Nenhuma acusação foi apresentada e a investigação está em andamento.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times, o incidente ocorreu horas depois de meia dúzia de membros da equipe de filmagem sair do set para protestar contra as condições de trabalho.

Uma fonte disse ao Times que os membros da equipe que protestavam, que faziam parte da Alliance of Theatrical Stage Employees, foram substituídos por profissionais não sindicalizados.

O fatal acidente tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu gravemente o diretor Joel Souza. Após ser levada para hospital da Universidade do Novo México, a profissional não resistiu aos ferimentos, falecendo aos 42 anos.

Horas depois, o astro emitiu um comunicado por meio de sua conta oficial do Twitter, lamentando o ocorrido e se colocando à disposição da família de Hutchins.

Na ocasião, ele disse:

“Não há palavras que possam descrever meu choque e tristeza pelo trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins: esposa, mãe e uma colega profundamente admirada por nós. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia aconteceu.”

Em outra publicação, ele acrescenta:

“Estou em contato com seu marido, oferecendo todo o meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por ele, pelo filho deles e por todos que conheciam e amavam Halyna.”

Confira:

Alec Baldwin divulgou um comunicado oficial sobre a morte da cineasta Halyna Hutchins, em quem ele atirou acidentalmente no set de ‘Rust’.”

Quem era Halyna Hutchins?

Aos 42 anos de idade, Hutchins trabalhava como diretora de fotografia desde 2012, e de lá para cá acumulou créditos em curtas, produções na TV e em filmes de pequeno alcance.

Ao longo da carreira, esteve por trás das lentes de ‘Archenemy‘ (2020), ‘Blindfire‘ (2020) e ‘The Mad Hatter‘ (2021).

Seu trabalho mais famoso foi A Luv Tale: The Series, exibida pla BET+ entre 2018 e 2021, e ‘Rust seria sua porta de entrada em grandes produções.

Nascida na Ucrânica, Hutchins estudou cinema em Los Angeles e também era formada em jornalismo pela Universidade Nacional de Kiev.

Inclusive ela trabalhou como jornalista investigativa em diversos documentários ao redor da Europa antes de ingressar em produções fictícias.

Em sua última publicação nas redes sociais, a cineasta compartilhou um vídeo andando a cavalo nos bastidores de Rust‘.

Na legenda, ela escreveu:

“Uma das vantagens de filmar um faroeste é andar a cavalo no seu dia de folga.”

Ranking | Os 10 Melhores Filmes de Steven Spielberg

Steven Spielberg é sinônimo não apenas de cinema entretenimento, mas também é o responsável pela entrada de muitas crianças na paixão pela sétima arte. Um dos mais celebrados realizadores de todos os tempos, o artista elevou a todo um novo patamar o conceito de diretor-celebridade, reinando absoluto e de forma sem precedentes durante a década de 1980, o berço dos blockbusters.

Spielberg chegou com a onda revolucionária que tomou Hollywood de assalto nos anos 1970, fazendo parte do movimento que contava com cineastas como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, George Lucas e Brian De Palma, todos colegas seus até hoje. Mas do pacote, somente Spielberg transcendeu ser “apenas” um diretor, se tornando uma entidade própria da sétima arte. Isso porque mesclou como nenhum outro o cinema popular de entretenimento (inclusive sendo “pai” do primeiro blockbuster da história e produzindo / dando seu selo de qualidade a inúmeras obras de sucesso no período) com filmes autorais de “arte”, o que lhe rendeu prestígio de premiações.

Indicado para absurdos 17 prêmios no Oscar e vencedor de 3 (dois como diretor e um como produtor), além de um Oscar honorário, é claro que não poderíamos deixar de homenagear este que é uma das figuras mais importantes para o cinema como temos hoje. Para isso, resolvemos listar seus 10 melhores filmes como diretor – numa votação entre os críticos e o grande público. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

10 | Minority Report – A Nova Lei (2002)

Começamos a lista com esta que foi a primeira colaboração entre Spielberg e o astro máximo do cinema, Tom Cruise. Quando se está no topo, busca-se trabalhar com profissionais de grandiosidade igual. Assim, o maior diretor do cinema precisava colaborar com o maior astro de Hollywood. E o projeto para tal foi esta ficção científica raiz baseada num conto do autor especialista no gênero, Philip K. Dick. Na trama futurística, mais atual do que nunca, crimes foram erradicados através de uma nova tecnologia adaptada pela polícia e implementada pelo governo, onde prende-se o infrator antes que cometa a infração. O procedimento começa a ser investigado pela corregedoria a fim de tirar qualquer dúvida sobre possíveis falhas em seu sistema. Afinal, o crime precisa de fato ocorrer antes que haja a punição.

09 | Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)

Steven Spielberg ficaria conhecido, entre outras coisas, por seus filmes de fantasia – e neste quesito engloba-se a ficção científica. E se temos na filmografia do diretor obra como Minority Report, só temos a agradecer por este primeiro trabalho do cineasta no gênero. O segundo grande filme de sua carreira explora um dos temas favoritos do artista, especialmente nesta época de seu começo: a vida inteligente fora da Terra. O espaço e o desconhecido sempre cativaram a imaginação de Spielberg, e aqui o cineasta colocava em prática tudo o que sabia sobre o tema. Na trama, estranhas ocorrências começam a acontecer numa cidade americana, com seus moradores sendo aterrorizados por forças sobrenaturais. O governo sabe de tudo, mas esconde as informações. O segredo se revela como visitantes interplanetários. Mas Contatos Imediatos vai além, e coloca em foco o drama específico de uma família e a obsessão de seu patriarca – papel de Richard Dreyfuss. O longa foi indicado para 8 Oscar, dentre os quais a primeira indicação para Spielberg como diretor.

08 | Indiana Jones e a Última Cruzada (1989)

Talvez nem todos saibam, mas o herói Indiana Jones nasceu da vontade de Spielberg em dirigir um filme da franquia 007 no cinema. Seu colega George Lucas o convenceu a abandonar esta ideia, afirmando possuir algo melhor reservado para o amigo. Foi então que sugeriu a criação de um aventureiro / professor de arqueologia – cuja jornada se passaria na década de 1930, e os vilões seriam nazistas. Assim fica inclusive mais fácil entender a brincadeira interna de colocar Sean Connery como o pai do protagonista nesta terceira aventura – já que o saudoso veterano ficaria para sempre imortalizado como o primeiro (e melhor para a maioria) intérprete do agente James Bond no cinema.

07 | Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993)

Como esta lista está nos mostrando, Steven Spielberg é uma fábrica de criar sucessos. E o diretor que havia reinado na década de 80, seguiu exibindo ótima forma pela década seguinte. Um dos ápices foi esta adaptação do livro do romancista Michael Crichton – que revolucionou a história do cinema com seus efeitos especiais gerados por computadores, nunca antes apresentados desta forma. Só quem era criança na época e pôde conferir o filme nas telonas sabe o impacto geracional que a obra teve. Existe antes de Jurassic Park e depois. No quesito do que temos hoje em relação a blockbusters, este filme foi um dos grandes responsáveis e o primeiro a utilizar o CGI a favor da história. Ao contrário do que temos hoje com muitas superproduções vazias de conteúdo, Jurassic Park contou uma grande história e utilizou personagens inesquecíveis. Os dinossauros estavam de volta em grande estilo e o mundo apenas olhou em admiração.

06 | E. T. – O Extraterrestre (1982)

Recentemente em uma matéria sobre os filmes indicados ao Oscar na categoria principal que muitos desconhecem, incluí este grande sucesso da sétima arte. Que E. T. é um fenômeno absoluto de público e um dos filmes infantis mais adorados da história todos sabem. Mas que o filme igualmente obteve prestígio em premiações e emplacou inclusive no Oscar, isso nem todo mundo pode ter em mente. E. T. foi indicado para nada menos que 9 Oscar, incluindo melhor filme e melhor diretor para Spielberg (sua terceira indicação como diretor). O cineasta usou sua própria experiência de lar desfeito na infância para essa história sobre uma família sofrendo com o divórcio dos pais, onde a mulher precisava assumir a dianteira e o comando, numa época em que isso não era muito comum. Novamente, é através de uma visita vinda do espaço que a vida de todos ao redor se transformará para sempre.

05 | Prenda-me se for Capaz (2002)

Dos anos recentes, nenhum outro marcou a carreira de Steven Spielberg tanto quanto o ano de 2002. O diretor ainda entrega sucessos atualmente, e seus dois últimos filmes The Post e Jogador Nª 1 demonstram que o realizador ainda consegue cativar o público como poucos. No entanto, quando falamos de seus filmes mais queridos, o ano de 2002 foi o mais recente a trazer produções que realmente caíram no gosto dos fãs. Depois de Minority Report, o cineasta entregava no mesmo ano uma nova parceria com um astro extremamente quente. Falamos do menino de ouro Leonardo DiCaprio, a escolha perfeita para viver o jovem golpista Frank Abagnale Jr. que, numa história fantástica demais caso não fosse real, se passava por médico, advogado e piloto de avião na década de 1960. Como se não bastasse, Tom Hanks entra em cena na pele do agente do FBI caçando o jovem infrator. O desejo que fica é de uma nova colaboração entre Spielberg e DiCaprio.

04 | Tubarão (1975)

Chegando ao pódio nos deparamos com o que é uma das produções mais populares da carreira de Steven Spielberg. E não é para menos, já que o filme tem a honraria máxima de ser o primeiro blockbuster da história, o primeiro filme a ultrapassar nos EUA a marca de US$200 milhões em bilheteria. O longa fez tanto sucesso que se transformou num fenômeno. O público saía da exibição e voltava para a fila para assistir novamente, fila esta que dava voltas no quarteirão – daí o termo “arrasa-quarteirão”. Fora isso, Tubarão causou tanto impacto que as pessoas verdadeiramente ficaram com medo de frequentar as praias. Melhor para o filme, já que as mesmas corriam para os cinemas durante as férias de verão. No entanto, é sabido também que a produção do filme foi bem problemática, resultado num verdadeiro pesadelo para um então jovem Spielberg de 25 anos. A trama, é claro, fala sobre ataques de um grande tubarão branco nas praias de uma pequena cidade localizada numa ilha. O filme igualmente foi indicado ao Oscar na categoria principal.

03 | Os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Nesta época, Steven Spielberg era o melhor dos dois mundos. O diretor era um sucesso financeiro absoluto, quebrando recordes de bilheteria, um atrás do outro. E este foi o segundo blockbuster de sua carreira, em um curto espaço de tempo. Fora isso, era o terceiro filme, num período de 6 anos, com prestígio de chegar até o Oscar. O cineasta estava no topo do mundo e queria mais. Aqui, como dito, era criado um novo herói para o cinema, saído da mente do produtor George Lucas, e do desejo de Spielberg em comandar 007. Harrison Ford, igualmente se tornava parte deste sucesso, ao ser escalado para viver o personagem de sorriso canastrão, pau para toda obra, que se metida em aventuras tão grandiosas que não ficam devendo nada para qualquer super-herói atual. E pensar que Tom Selleck, o escolhido original para o papel, perdeu uma bela bocada devido aos compromissos com a série Magnun (1980-1988). Ah sim, Os Caçadores da Arca Perdida também foi indicado ao Oscar de melhor filme.

02 | O Resgate do Soldado Ryan (1998)

Existe uma brincadeira, talvez um pouco ácida demais, que diz que “até mesmo William Shakespeare saberia que Soldado Ryan é um filme melhor que Shakespeare Apaixonado” – mas foi o segundo que se tornou o verdadeiro vencedor na categoria principal dos prêmios da Academia em 1999. Seja como for, aqui o cineasta recebia seu segundo Oscar como diretor, e colaborava pela primeira vez com outro nome de peso do cinema em Hollywood, o astro boa-praça Tom Hanks – curioso foi a primeira união da dupla ter saído em um filme de gênero, digamos, tão intenso, incomum para os dois. Essa foi a primeira incursão do cineasta num filme de guerra levado ao pé da letra, no qual somos jogados no meio do conflito de uma forma tão real e única, que só o diretor saberia mostrar. É claro que Spielberg já havia abordado o tema duas outras vezes, na comédia 1941 – Uma Guerra Muito Louca (1979) e em Império do Sol (1987) – muito mais focado em um campo de concentração japonês e visto através dos olhos de uma criança. O Resgate do Soldado Ryan é o segundo filme de Spielberg preferido na opinião de críticos e do público, e ganha nossa medalha de prata.

01 | A Lista de Schindler (1993)

Não podia ser outro. Se O Resgate do Soldado Ryan se mostrou um dos melhores filmes do gênero guerra na história do cinema, ele precisa agradecer muito a este trabalho anterior do cineasta. Mesmo quando entregou seus primeiros filmes “ditos mais sérios”, isso é, com temas não recomendados a todo tipo de público, em especial os mais jovens, Spielberg falhou em agradar uma parcela da crítica ou dos fãs. A Cor Púrpura (1985) e Império do Sol (1987) são filmes muito bons e que marcaram toda uma geração. No entanto, nenhum outro drama do diretor geraria uma comoção de apreço unânime tão forte e arrebatadora quanto A Lista de Schindler. Esse é um daqueles filmes perfeitos, que não possui detratores. Mesmo quem não gosta por razões pessoais reconhece suas inúmeras qualidades e sua importância fílmica para a sétima arte. De extrema importância pessoal para o diretor, vindo de família judia, a obra é um estarrecedor retrato do que foram os campos de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial, ao mesmo tempo em que é uma edificante e belíssima história sobre um herói, um homem que salvou sozinho inúmeros judeus do extermínio. Imprescindível.

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’: Brinquedo revela novo traje do herói; Confira!

O Comic Book divulgou a embalagem de uma linha de brinquedos inspirados em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ e revelou o novo visual do personagem vivido por Benedict Cumberbatch.

Como a imagem deixa claro, o herói terá um visual completamente diferente, com um traje preto e vermelho, mais cabelos grisalhos e um bigode em vez do clássico cavanhaque.

O visual é inspirado nos quadrinhos ‘Os Defensores‘, publicados a partir de 2011.

Confira:

Falando nisso, o teaser da sequência vazou na internet através de postagens no Twitter e no Youtube.

O vídeo está sendo exibido junto com Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, então decidimos não embedá-lo aqui no site em respeito à Marvel Studios e à Sony Pictures.

Como já assistimos ao filme, trazemos abaixo a descrição do teaser COM SPOILERS, para você ler por sua conta e risco:

O teaser começa com Stephen Strange ecoando suas palavras do trailer de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, onde ele explica como o “Multiverso é um conceito sobre o qual sabemos assustadoramente pouco”. Ele surge em uma versão distorcida da cidade de Nova York. Ouvimos o que soa como o Mordo (Chiwetel Ejiofor) dizendo a ele como sua ‘profanação da realidade não ficará impune’, com Strange respondendo que era a única maneira.

Nós temos um rápido vislumbre de quem serão os protagonistas da sequência, incluindo Wong (Benedict Wong), Christine Palmer (Rachel McAdams) em seu dia de casamento e America Chavez (Xochitl Gomez).

Em seguida, movemos a ação para outro grande nome do filme, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), agora aparentemente vivendo uma vida idílica, esperando o dia em que Strange virá vê-la depois que suas tentativas de brincar de casinha deram terrivelmente errado na WandaVision. Para sua surpresa, no entanto, ele pede sua ajuda com o Multiverso.

De lá, vemos uma montagem de fotos incluindo o novo visual de Mordo, Wanda arrasando em seu novo visual como a Feiticeira Escarlate, Kamar-Taj aparentemente sendo atacado e Strange e America Chavez lutando com um ser multiversal nas ruas de Nova York, e por último, mas não menos importante, a revelação do vilão principal – o próprio Doutor Estranho

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Tom Holland falou sobre a grandiosidade de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e afirmou achar que o filme é ainda maior que ‘Vingadores: Ultimato’.

“Eu acho que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é MAIOR que Vingadores: Ultimato. Por causa da história cinemática que ele representa. Ultimato é uma obra-prima. Foi uma combinação de 10 anos de trabalho que levou àquele momento. Mas esse filme do Homem-Aranha representa 20 anos de trabalho. São três universos diferentes. Ninguém poderia imaginar que a Sony e a Marvel os juntariam. Dr Octopus, Electro, Duende Verde, Homem-Areia, Lagarto… estão de volta no mesmo filme e isso é incrível.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Ele também explicou como lidou com os rumores sobre o retorno de Andrew Garfield e Tobey Maguire, e que aprendeu a não entregar spoilers.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

 

Artigo | Emhyr, Ciri e a Caçada Selvagem: o final explicado da 2ª temporada de ‘The Witcher’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

The Witcher retornou com novos episódios no último dia 17 de dezembro e conseguiu não apenas melhorar os erros da iteração predecessora, como expandiu exponencialmente a mitologia arquitetada por Andrzej Sapkowski, apostando no conturbado relacionamento entre Geralt (Henry Cavill), Ciri (Freya Allan) e Yennefer (Anya Chalotra), além de nos preparar para uma explosiva 3ª temporada que deve ser lançada entre 2022 e 2023.

Em meio a tantas reviravoltas e acontecimentos, alguns fãs podem não ter compreendido o que os espera no futuro e, por essa razão, preparamos essa breve matéria explicando o final do mais recente ciclo da série – e, talvez, premeditando o que podemos ver em breve.

A CAÇADA SELVAGEM

Ainda que não presente com solidez o suficiente, a Caçada Selvagem foi um dos temas que apareceram no season finale, mais precisamente depois de Ciri conseguir se livrar do falso refúgio em que estava presa e retornar para a realidade. O título em questão faz referência a The Witcher 3: Wild Hunt’, pertencente à saga de games que se tornou uma das mais aclamadas e mais bem sucedidas das últimas décadas.

Mas o que é a Caçada Selvagem?

Antes de mais nada, precisamos compreender o que aconteceu a Ciri e quem foram os medonhos personagens que apareceram na realidade alternativa a que ela, Geralt e Yennefer foram brevemente transportados. Na trama da adaptação seriada, Ciri se torna receptáculo de um demônio conhecido como Voleth Meir (ou Mãe Imortal). Não mencionada nos livros originais, Voleth é uma criatura que utiliza os desejos mais íntimos das pessoas para se alimentar de suas dores e, assim, conseguir dar continuidade ao seu reino de caos e destruição. Na trama, ela consegue se libertar de sua prisão e toma posse do corpo de Ciri, mandando a jovem princesa para memórias antigas no palácio de Cintra e a prendendo numa falsa sensação de que tudo está bem, quando, de fato, ela está sendo consumida por um parasita.

Com a ajuda de Yennefer, que se voluntaria como outro receptáculo, e de Geralt, que utiliza seu amor por Ciri para trazê-la de volta, Voleth é expulsa do corpo da jovem e, pouco depois, arrastada para uma dimensão dominada pela aridez e pelo desespero, onde se junta com mais criaturas demoníacas que têm um objetivo em comum: Ciri.

Enquanto não é parte dos romances, Voleth faz parte de uma das forças mais temíveis de todo o cosmos de The Witcher, a supracitada Caçada Selvagem. Também conhecida pelo título de Espectros de Mörhogg, essa força é composta por um grupo de criaturas que galopam pelos céus, servindo como agouros da guerra e liderados por Eredin Bréacc Glas (o Rei da Caçada Selvagem). A princípio, tais espectros têm o propósito de viajar pelos mundos e encontrar e capturar escravos; todavia, eles canalizam seus esforços para Ciri após descobrirem que ela tem “sangue antigo” (Hen Ichaer) e que é descendente direto de uma personagem conhecida como Lara Dorren, carregando habilidades mágicas incríveis e insuperáveis – que podem ser utilizadas tanto para o bem quanto para o mal.

Não é surpresa que, por sua linhagem, Ciri tenha se tornado alvo dos espectros e vista como alguém que poderia destruir o mundo e até mesmo o universo para reconstruí-lo como um altar para a maleficência. Apesar de ter se livrado deles no season finale, é bem capaz que a princesa seja perseguida por esses cavaleiros e se veja no centro de uma batalha que pode transmutar o curso do que conhecem para sempre. Além disso, ela também deverá enfrentar o desejo de personagens como Tissaia (MyAnna Buring) e Stregobor (Lars Mikkelsen) em vê-la morta.

EMHYR

Como percebemos, Ciri se torna a “inimiga nº 1” de boa parte do Continente e terá de enfrentar inúmeras forças antagônicas no que um periculoso futuro a aguarda – e, felizmente, ela será auxiliada por Geralt, Yennefer, Vesemir (Kim Bodnia) e os bruxos remanescentes da batalha de Kaer Morhen. Mas não é apenas isso que a espera na próxima temporada.

A última cena da iteração finalmente dá rosto ao nome de Emhyr var Emreis (Bart Edwards), imperador de Nilfgaard também conhecido como a Chama Branca – figura imponente que rege as ações de personagens como Fringilla (Mimî M. Khayisa) e Cahir (Eamon Farren). Emhyr é ninguém menos que o pai de Ciri, que já deu as caras na série como Duny (título que adotou em virtude da maldição que o transforma em um ouriço). Na sequência em questão, ele diz que retornou ao trono de Nilfgaard para finalmente encontrar a filha perdida – quem acreditávamos ser órfã até então – e recuperar a glória que lhe foi roubada desde que era jovem.

Inclusive, a própria showrunner Lauren S. Hissrich, em entrevista à Variety, disse que Emhyr será a maior ameaça da 3ª temporada: “ele precisa ser a ameaça mais permanente de todos os personagens. Nós fizemos uma grande escolha com o final da temporada, que foi anunciar Emhyr como o pai de Ciri – algo que não aparece nos livros apenas muito depois. Ele é a maior e mais dolorosa ameaça de toda a saga de romances, e quem ele é fica mantido em segredo por um bom tempo nos livros, já que não o enxergamos”.

De fato, a revelação vem com enorme choque quando Emhyr é mostrado como o pai de Ciri, visto que ele, até então, havia falecido ao lado da esposa, Pavetta (Gaia Mondadori). Porém, nos livros, descobrimos que ele forjou a própria, retornando para reclamar o trono que lhe pertencia por direito.

Crítica | ‘The Witcher’ retorna com uma 2ª temporada simplesmente enfeitiçadora

No final de 2019, os fãs de sagas de fantasia se divertiam com o lançamento da temporada de estreia de The Witcher, narrativa baseada nos escritos homônimos do lendário romancista polonês Andrzej Sapkowski. Entretanto, apesar das boas intenções, a iteração falhou em conquistar o público com uma adaptação envolvente que, apesar de fidedigna aos romances, não conseguiu encontrar uma linha de força sólida o bastante para criar uma identidade própria – valendo-se demais do carisma dos atores principais e de um mergulho antológico para ao menos apostar fichas em reviravoltas constantes.

Dois anos mais tarde, a showrunner e produtora executiva Lauren S. Hissrich anunciou que as aventuras do poderoso bruxo conhecido como Geralt de Rivia (Henry Cavill) estavam prestes a voltar para a Netlfix – nos deixando em um dilema acerca do que esperar dos novos episódios. Contrariando expectativas menos otimistas, a segunda temporada da série alcançou o raro feito de, além de expandir a mitologia arquitetada por Sapkowski, aperfeiçoar praticamente todos os aspectos que falharam no ciclo anterior, permitindo a imortalização de arcos mais íntegros e emocionantes, sem perder a essência mítica ambientada no Continente e sem deixar de lado incursões temáticas de extrema necessidade para a contemporaneidade – como intolerância ao diferente, racismo e questões familiares. Consagrando-se como uma das melhores produções do gênero de 2021, The Witcher entregou tudo o que esperávamos em uma jornada enfeitiçadora e eletrizante.

Enquanto estreia serviu como apresentação de personagens que ficaram marcados na cultura pop pelos livros supracitados e pela aclamada franquia de games, Hissrich, aliada a um habilidoso time técnico e criativo, percebeu que tinha os elementos necessários para alimentar as múltiplas personalidades existentes no Continente, desde a feral impassibilidade Geralt e dos outros bruxos (que têm um protagonismo gigantesco nos episódios), Yennefer de Vengerberg (Anya Chalotra) e os outros magos e feiticeiros que habitam o Continente, e a Princesa Cirilla de Cintra (Freya Allan), elo em comum que é disputado pelas mais variadas forças que desejam dominar o mundo e moldá-lo ao seu bel prazer. No topo de tudo isso, uma legião de monstros, demônios e seres malignos que pululam das telinhas para nos engolfar em um turbilhão de sequências de ação poderosas e de tirar o fôlego.

Entretanto, enquanto as cenas de luta são muito bem coreografadas e mantêm o frenético ritmo da produção, é o desenvolvimento dos protagonistas e coadjuvantes que merece nossa atenção, por não se valer da superficialidade de fórmulas baratas e realmente permitir que eles cresçam através de obstáculos, erros e arrependimentos. O exemplo mais claro disso emerge com Yennefer que, depois de salvar a todos na Batalha de Sodden, foi capturada como prisioneira de guerra, perdeu seus poderes mágicos e foi tratada como traidora e possível espiã por aqueles que defendeu a vida inteira. Arrasada e solitária, Yennefer percebe que não conhece as pessoas como poderia, mas nunca deixa sua personalidade sarcástica de lado, defendendo seus valores com unhas e dentes à medida que usa os momentos de fraqueza para se redimir e se sacrificar por um bem maior.

Além da feiticeira, Geralt e Ciri roubam os holofotes quando aparecem, dividindo a tela ou não. Para aqueles que não se recordam, a dupla já estava predestinada a se reencontrar muito antes dos eventos no tempo presente e, quando o fazem, nutrem de uma estranheza que alavanca uma aliança quase familiar entre eles. Nos episódios finais, Ciri até mesmo comenta que Geralt é a figura paternal que sempre quis ter, sustentando as incursões dramáticas promovidas por Hissrich e pelo time de roteiristas. É claro que, vez ou outra, o exagero dos diálogos mancha a límpida estrutura em que a temporada se alicerça, mas não com força o suficiente para causar estranhamento ou afastar os espectadores.

Nesse tocante, percebemos a cautela e a solidez com que os diretores percorrem essa jornada – em outras palavras, é notável como há um diálogo estético que funde os episódios em um microcosmos compreensível e com começo, meio e fim (deixando, obviamente, um belíssimo gancho para os ciclos futuros). Não há nada de original a ser mostrado, mas as ambições são controladas e fazem referências a outros títulos do gênero com maestria – pegando páginas emprestadas da atmosfera vibrante de ‘O Senhor dos Anéis’ e os momentos mais solenes de Game of Thrones, por exemplo. A montagem segue uma ideia similar e se joga sem medo em uma construção episódica funcional e simbólica da maneira mais sutil possível.

Deslizes à parte, os novos capítulos de The Witcher é um presente adiantado de fim de ano aos fãs da franquia e aos admiradores de fantasia que se decepcionaram ou se frustraram com a iteração anterior. Apresentando lados diferentes dos personagens e aumentando nossa empatia ou antipatia para com eles, cada elemento da história se amalgama a interpretações fabulosas e nos deixa ainda mais animados para os eventos que irão se suceder.

Lady Gaga revela que participaria de filmes de super-heróis sob uma condição

Em uma recente entrevista à Variety, a multitalentosa e vencedora do Oscar Lady Gaga revelou se participaria de algum filme de super-heróis no futuro – e a resposta pode não ter agradado tanto assim.

Gaga comentou que sempre está em busca de um roteiro e de uma história excepcionais e que, para ela, é sempre necessário participar de um projeto que tenha algo para dizer.

“Talvez [eu participe]. É muito difícil para mim dizer que eu não faria algo. Acho que, no geral, não estou interessada em fazer essas coisas que não têm alguma coisa importante a dizer”, ela revelou.

Em uma recente coletiva de imprensa atendida pelo CinePOP, Gaga comentou sobre seu processo de encarnar Patrizia Reggiani no drama biográfico ‘Casa Gucci’, pelo qual sua atuação foi extremamente aclamada pelos especialistas.

A atriz e cantora comentou em outras entrevistas que não queria que ninguém lhe contasse sobre Patrizia e sua personalidade, decidindo investigar como ela se comportava e descobrir por conta própria como a levaria para as telonas.

“Sabe, eu passei muito tempo lendo sobre ela, assistindo a entrevistas que ela dava, assistindo a entrevistas sobre ela, também, mas tentei não ler muita coisa ou assistir muita coisa que firmasse uma opinião sobre ela”, ela revelou. “Porque eu realmente quis criar a minha própria [opinião]. Eu foquei em quem ela era e o motivo disso ter acontecido por longo tempo, mas acreditei ser significativo e importante para garantir que eu era uma espécie de jornalista ao me aproximar do papel, por ser uma pessoa real. E uma pessoa que, em várias de suas entrevistas, mente o tempo todo”.

Gaga continua: “queria conseguir decifrar por conta própria como ela se comporta quando mente, como ela se comporta quando não está mentindo… E quem era a verdadeira mulher, Patrizia Reggiani, antes de se casar, antes de matá-lo. Há menos [coisas] sobre ela, ela era mais jovem, então queria construir a infância dela e acredito que ela era uma mulher verdadeira que se apaixonou, e acredito que não apenas amava Maurizio, e sim amava o que ele significava e como ele a empoderava dentro dos negócios da família. E quando isso foi tirado dela, creio que agiu de um jeito diferente da maioria das mulheres – a maioria delas não encomenda o assassinato dos maridos. E, da mesma forma, acredito em um sistema, em um tipo de opressão sistêmica que ela enfrentou. Isso aconteceu, porque ela simplesmente foi machucada”.

Logo pelos trailers, é notável como a narrativa, adaptada do romance homônimo assinado por Sarah Gay Forden, é centrada na complexa dinâmica entre Patrizia e Maurizio, cuja história de amor e de confiança se transformou em uma tragédia que marcou a história contemporânea. Mais do que isso, a caracterização de Gaga transmuta de uma mulher com vários sonhos para alguém que observou, impotente, a realidade a que estava acostumada se desmantelar de uma vez.

A artista sempre carregou os elementos da arte performática para viver cada uma das personagens que interpretou, fosse no mundo da música ou no cinematográfico. Para ‘Casa Gucci’, Gaga recorreu a um método um tanto quanto inesperado – e se inspirou em felinos para fornecer o máximo de emoção e de credibilidade à Patrizia.

“Eu realmente queria garantir ao lado [da figurinista] Janty [Yates], que é incrível, que fez todas as roupas para o filme, que Patrizia nunca ficasse tão brilhante quanto os Gucci e eu nunca quis que a moda falasse. E em termos da fisicalidade da atuação, na verdade, eu me baseei em três animais com que estava trabalhando: no começo da vida [de Patrizia], eu era uma gata, uma gata doméstica; no meio do filme, no segundo ato, eu era uma raposa, então estudei o modo como as raposas caçavam, e elas são bem brincalhonas quando fazem isso; e, então, estudei panteras para o fim. Para o terceiro ato do filme, ela se torna esse felino enorme. Assisti a vários vídeos sobre o modo como as panteras caçam e elas são sedutoras quando o fazem, elas seduzem e depois atacam. Tenho certeza de que todos sabem que existe uma grande diferença entre os três animais, então usei para descobrir a fisicalidade da personagem”.

Ao longo da produção, Patrizia amadurece. Ela conhece Maurizio com apenas 22 anos de idade e permanece na vida do herdeiro Gucci até quase cinquenta anos. Gaga também comentou que interpretá-la em uma cronologia que abarcou trinta anos foi desafiante e que todo seu processo funcionou como um laboratório de ciências.

“Eu diria que interpretar alguém que o filme destrincha em trinta anos… Primeiramente, eu vivendo alguém com 22, 25 anos é ridículo, (risos) mas obrigada, Ridley [Scott, diretor], por acreditar em mim dessa maneira… Mas foi um desafio. O trailer onde me preparava todos os dias era como um laboratório de ciências”.

Ela continua: “tínhamos fotos de continuidade que estavam na ordem das cenas, para que soubéssemos como eu estava a qualquer momento; havia quinze perucas lá dentro, que eram réplicas reais do modo como [Patrizia] usava seu cabelo em tempos precisos de sua vida, que conseguimos encontrar em fotografias; [as perucas] eram específicas da época, até mesmo os químicos que usamos para tingi-las eram específicos. Tudo o que fizemos foi bastante preciso. De manhã, eu poderia estar rodando uma cena em que ela estivesse no final dos 30 anos ou no começo dos 40, e logo depois eu tinha que fazer uma cena em que tinha 25”.

Quanto ao restante do elenco e da equipe técnica e criativa que a acompanhou nessa jornada, Gaga não poupou elogios e comentou que tudo funcionou tão bem pelo fato de todos estarem organizados e prontos para qualquer tarefa a ser cumprida:

“Nós íamos e voltávamos, mas, por estarmos bem organizados, estávamos sempre prontos. Era isso o que meu diretor merecia, o que meus colegas mereciam. Eu sempre queria chegar na hora certa no set e também sempre queria estar pronta para ser uma determinada versão de Patrizia naquela cena. Devo dizer que todos, acredito, fizeram esse trabalho e não consigo dizer coisas maravilhosas o suficiente sobre meu elenco. Foi um prazer imenso trabalhar com Adam todos os dias, foi um prazer imenso trabalhar com cada um dos atores, porque todos se importavam e todos queriam que tudo fosse o melhor possível”.

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Ridley Scott (‘Perdido em Marte’) entra como diretor.

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Jeremy IronsJared LetoAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

‘Homem-Aranha’: Tom Holland revela que adoraria fazer um filme derivado com MJ e Ned

Tom Holland tornou-se um ícone do cinema contemporâneo ao estrelar a nova franquia ‘Homem-Aranha’, rapidamente escalando para uma fama inenarrável.

Agora, em uma recente entrevista ao Nerdist, Holland revelou que já tem algumas ideias para produções derivadas da saga – e que adoraria assistir a um filme derivado que explorasse como Peter Parker, MJ (Zendaya) e Ned (Jacob Batalon) se conheceram.

“Adoraríamos fazer um curta-metragem ou algo assim com atores mais novos para explorar como [Peter, Ned e MJ] se conheceram pela primeira vez”, ele comentou. “Talvez [Peter e Ned] sofriam bullying na escola e MJ aparece e salva o dia ou algo assim, e então fiamos: ‘uau! Foi assim que eles se tornaram amigos!’. Porque realmente não sabemos, está aberto para a interpretação do público, acredito”.

Segundo uma nova reportagem da Variety, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, terceiro capítulo da nova franquia, caminha para se tornar a maior abertura de um filme na era pandêmica, com estimativa de arrecadação de nada menos que US$150 milhões. As projeções da Sony Pictures também reiteram a alta bilheteria, indicando uma arrecadação de US$130 milhões – enquanto alguns analistas mais otimista acreditam que o longa possa fazer US$175 milhões em sua estreia (via ComicBook.com).

Vale lembrar que o título de maior estreia da era pandêmica ainda pertence a ‘Venom: Tempo de Carnificina’, que teve abertura de US$90 milhões em seu final de semana de lançamento, em outubro deste ano.

Como se não bastasse o sucesso financeiro, ‘Sem Volta Para Casa’ também já ganhou inúmeros elogios da crítica especializada, abrindo com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, que aplaudiram a narrativa, as performances e a direção de Jon Watts.

Confira os principais comentários abaixo:

“‘Sem Volta para Casa’ compreende a chave do apelo de Homem-Aranha” – ScreenCrush.

“Surpresas soberbas alavancam alguns dos aspectos mais desequilibrados da narrativa” – Fresh Fiction.

“Em seu âmago, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um filme sobre amizade… Eu adorei e gostei de Peter Parker e todos os seus amigos” – rachelsreviews.net.

“O primeiro e o segundo atos são bem bagunçados, mas o terceiro se acerta e entrega uma emocionante aventura” – Bleeding Cool.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é melhor apreciado pelas pessoas que já assistiram aos filmes anteriores. Está cheio de nostalgia e de piadas internas” – Culture Mix.

Assista à nossa entrevista com o astro Tom Holland e siga o CinePOP no YouTube:

Ele também explicou como lidou com os rumores sobre o retorno de Andrew Garfield e Tobey Maguire, e que aprendeu a não entregar spoilers.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

O filme estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Encontro com Rama’: Denis Villeneuve vai dirigir adaptação do clássico romance sci-fi de Arthur C. Clarke

Denis Villeneuve já é um nome poderoso no cenário cinematográfico contemporâneo e, apenas nos últimos anos, dirigiu os aclamados Duna‘Blade Runner: 2049’A Chegada, misturando drama e sci-fi da medida certa.

Agora, Villeneuve encontrou seu próximo projeto e ficará responsável pela adaptação de ‘Encontro com Rama’ (‘Rendezvous with Rama’), clássico romance de ficção científica assinado por Arthur C. Clarke (via Collider).

Originalmente publicado em 1973, a história é ambientada no ano 2131 e gira em torno de um grupo de humanos enviado para interceptar uma gigantesca nave alienígena cilíndrica que entra no Sistema Solar.

Confira a sinopse oficial abaixo (via Amazon):

“A trama tem início com um gigantesco meteoro que atinge a Terra e devasta grande parte da Europa, dizimando populações e causando danos irreparáveis. Para evitar que catástrofes como essa acontecessem novamente, líderes mundiais e cientistas de todo o planeta se uniram e criaram o sistema de monitoramento espacial, Spaceguard.

Cinquenta anos após esse episódio, uma missão é incumbida de desvendar os mistérios de um novo meteoro, capaz de causar danos ainda maiores em todo o sistema solar. Mas, longe ser apenas mais um astro errante no universo, Rama se revela uma sofisticada e complexa construção, repleta de enigmas que desafiam a mente e os conceitos humanos.
Encontro com Rama é surpreendente e meticuloso quando o assunto é ciência. Mas, é o relato dessa jornada espacial que faz desse clássico uma das mais criativas obras da ficção científica mundial”.

Apesar dos detalhes serem escassos, sabe-se que a Alcon Entertainment irá financiar o projeto através dos co-fundadores Broderick JohnsonAndrew KosoveMorgan FreemanLori McCreary também estão atados como produtores.

“Este é um dos trabalhos mais inteligentes de ficção científica; apresenta tantas perguntas quanto consegue responder e é um trabalho para o nosso tempo”, disseram Johnson e Kosove em uma declaração oficial. “É perfeitamente feito para as brilhantes sensibilidades do nosso amigo e colaborador Denis – e especificamente feito para seu amor pela ficção científica. Também estamos honrados em trabalhar com Morgan e Lori”.

‘Encontro com Rama’ está em estágios iniciais de produção e segue sem previsão de estreia.

J.K. Rowling é criticada novamente após fazer novos comentários transfóbicos nas redes sociais

Mesmo em 2021, as minorias sociais continuam a sofrer com comentários preconceituosos e sem qualquer embasamento científico que têm como objetivo único invalidar sua existência. E esse é o caso de J.K. Rowling.

Apesar de ter criado uma saga que fala essencialmente sobre aceitação, Harry Potter, Rowling vem ganhando as manchetes do mundo inteiro pelos motivos errados. Afinal, há algum tempo, a autora britânica vem defendendo uma ideologia extremamente transfóbica e que associa mulheres trans a “homens de vestido” e a “estupradores”.

Agora, Rowling fez mais uma postagem controversa em seu Twitter oficial com a seguinte legenda: “guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força. O indivíduo com pênis que estuprou você é uma mulher”.

Confira:

O texto em questão faz referência ao romance ‘1984’, de George Orwell, que vem sido erroneamente interpretado por conservadores para justificar preconceitos condenáveis e inaceitáveis, como o caso de Rowling.

É claro que a postagem não passaria batido pelos internautas, que prontamente se postaram contra o que a autora comentou e voltaram a acusá-la de transfóbica.

Veja:

“Eu era uma grande fã sua. Foi molestada quando tinha oito anos… Eu sou trans. Seus livros costumavam me inspirar e me dar esperança. Agora… eu realmente odeio o que você se tornou”.

“Toda a influência que você tem e você escolhe machucar as pessoas que são vulneráveis e marginalizadas. Realmente nojento”.

“Você literalmente tem um castelo e passa o tempo fazendo isso”.

“Preciso que a escritora de um livro sobre jovens bruxos pare de ser tão obcecada com o que as pessoas têm no meio das pernas”.

“Amor é paz. Liberdade é aceitação. Compreensão é força. Mulheres trans não são um perigo para a sociedade. J.K. Rowling adora alimentar o ódio em relação a um grupo de pessoas inocentes e belas”.

“Por que parece que você está mais chateada com as pessoas trans do que com estupradores? Parece que suas prioridades estão invertidas, querida”.

Para quem não se lembra, Rowling escreveu no Twitter que se nega a reconhecer mulheres trans como mulheres de verdade porque passou os últimos três anos lendo livros e artigos científicos sobre o assunto, mas se mostra confusa ao distinguir a diferença entre os conceitos de ‘sexo’ e ‘gênero’.

Ela também disse que a exposição de propagandas com casais gays é uma má influência para crianças e adolescentes, o que gerou as críticas por parte de seus seguidores.

Anteriormente, Bonnie Wright, intérprete de Gina Weasley, compartilhou sua solidariedade aos fãs da comunidade trans, dizendo:

“Se ‘Harry Potter’ era uma fonte de amor e pertencimento para vocês, esse amor é infinito e existe para ser tratado sem julgamentos ou questionamentos. As mulheres trans são mulheres. Eu enxergo e amo vocês. Bonnie.”

Confira:

Daniel Radcliffe, protagonista dos filmes, também rebateu os comentários de Rowling ao afirmar que:

“Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling.”

O astro se manifestou através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs.

Além da dupla, Emma Watson (Hermione Granger), Katie Leung (Cho Chang), e Eddie Redmay (Newt Scamander ) também se manifestaram contra os comentários da autora.

E, apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, Rowling já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Madonna LIMPA o chão de cinema após se sentir inspirada pelo filme ‘Licorice Pizza’, de Paul Thomas Anderson

Licorice Pizza, um dos filmes mais aclamados do ano, estreou há algumas semanas nos cinemas estadunidenses e já vem fazendo um enorme sucesso de crítica e de pública.

Encabeçado pelo icônico cineasta Paul Thomas Anderson, a história é ambientada em San Fernando Valley, na década de 1970, e acompanha um jovem estudante que também é um ator mirim de grande sucesso. E parece que uma pessoa bastante especial já foi conferir o longa-metragem: a rainha do pop Madonna.

Mas isso não foi tudo. A cantora e compositora compartilhou nas redes sociais. que foi assistir à produção e que se sentiu tão inspirada pela narrativa que teve que limpar o chão do cinema.

“Assisti ao filme Licorice Pizza. Meu Deus! Me senti tão inspirada que tive de limpar o cinema”, ela escreveu em uma postagem no Instagram.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 92% de aprovação, com altíssima nota 8.400/10 baseada em 118 reviews. No agregador Metacritic, a obra alcançou uma pontuação de 90/100 com base em 40 reviews, colocando-a como uma das favoritas à temporada de premiações.

Confira os principais comentários abaixo:

“É um filme deleitável: comerei mais uma fatia muito em breve” – The Guardian.

“Divertido e, eventualmente, muito agradável – mas apenas o tempo dirá se será memorável” – Below the Line.

“Anderson nos leva em novas direções com Licorice Pizza, talvez seu filme mais leve, envolvente e – ouso dizer? – acessível” – Deadline.

“O filme mais ensolarado de Anderson” – Time Out.

Licorice Pizza é o meu filme favorito de Anderson desde ‘Embriagado de Amor’” – Uproxx.

Anderson também assina o roteiro.

Alana HaimCooper HoffmanSean PennTom WaitsBradley CooperBenny Safdie estrelam o longa-metragem.

‘Homem-Aranha 3’ provoca a chegada de outros VILÕES inéditos do Multiverso

O texto abaixo contém SPOILERS!

Os trailers de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ já haviam mostrado que os vilões dos filmes anteriores do herói iriam retornar para a sequência.

Mas o que o filme mostrou é que novos vilões quase romperam o véu do Multiverso numa caçada ao herói vivido por Tom Holland.

Esse momento também é provocado no segundo trailer, quando os heróis enfrentam os vilões no topo da Estátua da Liberdade.

Acontece que, nos momentos finais do longa, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) tenta fechar a abertura no Multiverso causada pela falha em seu feitiço.

É aí que podemos ver a silhueta luminosa de centenas de personagens, incluindo o que parecia ser Kraven; o Caçador, Escorpião, o clássico Rhino e a Gata Negra.

Como o filme foi feito através de uma parceria entre a Marvel Studios e a Sony Pictures, pode ser que a Sony esteja provocando quais vilões podem dar as caras nos próximos filmes relacionados ao herói.

Lembrando que um filme do Kraven já foi anunciado para 2023, estrelado por Aaron Taylor-Johnson (‘Kick-Ass’) e dirigido por JC Chandor (‘Operação Fronteira’).

Há alguns anos, rumores também apontaram que o estúdio está interessado em um derivado contando a história das personagens Sabre de Prata e Gata Negra.

Apesar de não se sabermos quantos e quais desses personagens veremos em futuros projetos, está mais do que claro que o conceito sobre Multiverso vai abrir inúmeras possibilidades para o futuro.

E aí, quais vilões do Homem-Aranha você quer ver nas telonas?

Enquanto isso, confira o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Homem-Aranha 3’: Tobey Maguire e Andrew Garfield estão no filme? [SPOILERS]

O texto abaixo contém SPOILERS!

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ finalmente chegou aos cinemas e respondeu a pergunta que os fãs vem se questionando desde o início da produção: Tobey Maguire e Andrew Garfield estão na sequência?”

Antes da estreia, diversos vazamentos entregaram a presença dos astros, mas nada havia sido confirmado oficialmente, e a ausência da dupla nos trailers só fez aumentarem as dúvidas.

Felizmente, a Marvel e a Sony ouviram os fãs e convidaram os astros para reprisarem seus papéis no aguardado título de encerramento da trilogia estrelada por Tom Holland.

Mas, como o retorno dos heróis é mostrado no filme?

Logo após a morte da tia May (Marisa Tomei), ferida por uma bomba lançada pelo Duende Verde (Willem Dafoe), Peter Parker (Tom Holland) decide ficar sozinho enquanto planeja sua vingança.

Preocupados, Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) usam o anel roubado do Doutor Estranho para abrirem um portal e invocarem o Homem-Aranha.

No processo, eles acabam invocando a versão de Andrew Garfield, que também atravessou as brechas do Multiverso e foi parar na realidade do MCU.

Depois de se apresentarem a explicarem a confusão, o trio tenta localizar Peter mais uma vez, mas eles acabam invocando o Peter de Tobey Maguire, trazido para a realidade do MCU assim como o Peter de Garfield e os vilões dos filmes anteriores.

Depois de um breve e divertido confronto entre os dois Aranhas, o grupo decide ir atrás do Peter de Holland no local onde ele costumava refletir na companhia de MJ.

Devastado pela morte da tia, Peter promete e vingar do Duende, mas suas versões alternativas compartilham seus sofrimentos e perdas com ele e o motivam a tentar curar o vilão de sua loucura em vez de matá-lo.

Após o sucesso da missão, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) consegue enviá-los de volta aos seus respectivos universos.

O mais legal é que a presença do trio de Aranhas conectou cada um dos filmes do herói ao longo dos 20 anos em que ele foi adaptado para as telonas.

Além das referências às mortes do tio Ben, à Mary Jane e Gwen Stacy, o longa também explicou o que aconteceu com os vilões das adaptações após os eventos dos últimos filmes, o que era uma grande curiosidade do público.

E como não poderia faltar, a sequência reproduziu até mesmo um dos memes mais famosos do Cabeça de Teia, quando as três versões apontam para si mesmas, incrédulas com a existência de outros Aranhas.

E aí, o que você achou do encontro entre Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland?

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Julie and the Phantoms’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Julie and the Phantoms‘, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas‘, depois de apenas uma temporada.

“Nós mandamos nosso amor e agradecimento aos fãs da série ao redor do mundo pelo apoio que vocês nos mostraram desde a estreia,” declarou o criador Kenny Ortega. “Nós descobrimos essa semana que a Netflix não nos renovou para uma segunda temporada. Apesar de estarmos tristes, seguiremos em frente com orgulho pelo o que conquistamos como uma equipe e uma família que construíamos ao criar essa série.”

A série foi criada por Kenny Ortega (‘High School Musical‘).

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘Homem-Aranha 4’ já está em desenvolvimento, diz Kevin Feige

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa mal chegou aos cinemas, mas o próximo filme do herói já está sendo desenvolvido.

A informação foi revelada pelo próprio Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios.

Em entrevista para o The New York Times, Feige se juntou à produtora da Sony, Amy Pascal, para dar a boa notícias aos fãs.

Amy e eu já estamos conversando sobre como a Disney e a Sony vão explorar a história. E, sim, já estamos ativamente começando a desenvolver a direção em que Peter Parker vai caminhar a partir de agora. Digo isso porque não quero que os fãs passem por mais um trauma de separação, como aconteceu depois de ‘Longe de Casa‘. Isso não vai acontecer desta vez”, afirmou Feige.

Pascal ainda completou que o final de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ abre bastante espaço para a dupla trabalhar com a continuação da história.

“No final de ‘Homem-Aranha 3′ você o vê tomando uma importante decisão, algo que o público nunca o viu fazendo antes. É um sacrifício. E abre grandes possibilidades para trabalharmos no próximo filme.”

Lembrando que Pascal já revelou que a Sony e a Marvel estão desenvolvendo uma nova trilogia do herói com o retorno de Tom Holland no papel principal.

Enquanto promovia o novo filme do Cabeça de Teia, o ator participou de um talk show francês e evitou revelar detalhes sobre o futuro do personagem.

Mesmo assim, ele disse que está animado para acompanhar o que o aguarda no futuro do herói.

“Tudo o que posso dizer é que temos coisas muito, muito emocionantes para conversar. Ainda não sei o que são essas coisas ou o que podem significar. Mas parece que temos um futuro incrivelmente brilhante e, como eu já disse, o Homem-Aranha viverá para sempre em mim.”

Confira:

Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Crítica ‘Chucky’ | Primeira temporada é uma síntese da própria franquia

Iniciada no finalzinho da década de 1980, a franquia estrelada por Chucky passou por altos e baixos. Criada como terror, ela acabou se repetindo muito e apostando na autoparódia para se revitalizar na década seguinte e nos anos 2000. Então, em 2013, o criador da franquia, Don Mancini, deu início a um reboot que trouxe o Brinquedo Assassino de volta para o terror, mas sem ignorar a fase cômica do personagem. Então, dando sequência aos eventos do filme de 2017, chegou a série do Star+, cuja primeira temporada chegou ao fim nesta semana trazendo vários elementos dos últimos quarenta anos do boneco possuído para uma produção adolescente que consegue honrar o passado e trilhar um caminho interessante para o futuro.

A trama é bem simples e a chegada desse elenco jovem permite que a gente faça um paralelo com outra franquia oitentista que foi revivida nas séries: Cobra Kai. Seja para o mal, seja para o bem. Assim como a série de Karatê Kid, focada no “vilão” Johnny Lawrence, Chucky começa com o boneco, um dos vilões icônicos do cinema, servindo como mentor de um jovem excluído. Só que aqui, em vez de ensinar o adolescente a descer a porrada nos outros, o “guru” quer transformar seu pupilo em um Serial Killer. Nesse processo, vemos o Chucky interagir com temas mais modernos, como videogames e outros aparelhos eletrônicos, e até mesmo discutir a temática LGBT.

Um dos momentos mais cômicos dessa primeira temporada é quando Chucky chama o jovem Jake Wheeler para conversar e diz que entende o que o garoto está passando porque tem um filho “queer”. Foi inesperado, mas faz sentido dentro da proposta da série. Assim, a relação dos dois se desenvolve, enquanto o garoto hesita em matar, obrigando o brinquedo a fazer o que ele sabe melhor.

Os personagens novos também cumprem bem suas funções, principalmente o quarteto de protagonistas, que vira e mexe desenvolvem suas relações, indo de amigos para inimigos e vice-versa de acordo com as situações que o Chucky os coloca.

Fato é que conforme a série avança, a veia cômica vai se degradando, dando espaço ao terror e a tensão, que marcaram o início da franquia lá em 1989. Na reta final então, é um momento tenso atrás do outro, principalmente quando os adultos entram na história e personagens clássicos desse universo retornam para resolverem suas questões com o bonecão ruivo, caso do menino Andy, que agora não é mais uma criança, mas sim um adulto focado em destruir o raptor de sua infância.

As mortes também foram evoluindo para algo mais cinematográfico, por assim dizer. Em vez daquela sanguinolência explícita, como visto em O Culto de Chucky (2017), a direção trabalha para matar inocentes de maneiras mais criativas. Então, até temos mortes explícitas, mas também vemos assassinatos acontecerem por meio da sugestão, como o da babá, que é empurrada para cima de um faqueiro sem mostrar a participação do boneco, apenas sugerindo sua presença e depois revelando seu rosto por meio de um reflexo.

A fase em que ele vai para o hospital também é fantástico, explorando diversas formas de matar alguém em um lugar que teoricamente deveria salvar vidas.

Por fim, o grande destaque dessa primeira temporada é Brad Dourif, o intérprete do Chucky desde o início da franquia. Já em sua sexta década de vida, o ator segue dando show à frente do boneco assassino, fazendo dele ameaçador e engraçado, dando muito carisma e personalidade a esse amontoado de plástico. O uso de CGI está na medida, mesclado com os efeitos práticos. Outro destaque, também envolvendo Dourif, são os flashbacks, que contam mais da infância e juventude do assassino Charles Lee Ray, que posteriormente transferiria sua alma para o boneco. Eles foram uma adição maravilhosa, que acrescentou bastante à mitologia do vilão.

Sintetizando bem a essência da franquia, a primeira temporada de Chucky foi um sopro de ar fresco para esse universo, mostrando que ele ainda tem bastante lenha para queimar. No entanto, vale ressaltar que alguns episódios têm um probleminha de ritmo… Tal qual a própria franquia do brinquedo assassino. De qualquer forma, a segunda temporada já foi confirmada e quem tiver assistido a essa primeira temporada vai ficar aguardando ansiosamente para revisitar esse universo e ver quem será a próxima vítima do Good Guy sem noção.

A primeira temporada de Chucky está disponível no Star+.

‘Homem-Aranha 3’ arrecada US$ 121,5 milhões e tem o segundo MELHOR dia de abertura da história dos EUA

Segundo o ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, registrou o segundo melhor dia de abertura na história da bilheteria dos Estados Unidos com US$ 121,5 milhões (incluindo US$ 50 milhões da pré-estreia).

O filme só ficou atrás de ‘Vingadores: Ultimato (US$ 157,4 milhões) e na frente de ‘Star Wars: The Forçar Despertar‘ ($ 119,1 milhões). Ele conquistou também é o maior dia de abertura de todos os tempos para o mês de dezembro.

Além disso, o Box Office Pro divulgou que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ pode arrecadar entre US$ 242 milhões e US$ 247,5 milhões, o que tornaria a quarta maior estreia da história nos EUA. 

Ao fim de sua corrida nas telonas norte-americanas, o título que marca o fim da atual trilogia do Cabeça de Teia pode acumular entre US$ 375 milhões e US$ 525 milhões.

Por conta disso, o portal acredita que a sequência pode bater facilmente US$ 1 bilhão pelo mundo.

Apesar do filme anterior ter feito US$ 1,132 bilhão, é preciso levarem conta que nem todos os cinema do mundo estão abertos e muitas pessoas ainda estão com medo de entrar em espaços fechados por conta do Coronavírus.

Mesmo assim, estes números representam a enorme força do filme, considerando que os maiores sucesso do ano também ficaram nessa faixa de projeção.

Nas bilheterias internas, ‘Velozes e Furiosos 9‘ arrecadou US$ 173 milhões, totalizando US$ 721 milhões pelo mundo.

Já ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ fechou com US$ 151,9 milhões nos EUA, terminando com US$ 710 milhões nas bilheterias globais.

Venom: Tempo de Carnificina‘ conquistou US$ 203,7 milhões nos EUA, mas acabou perdendo força pelo mundo, fechando com US$ 442,5 milhões.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ também teve a maior parte da arrecadação vinda dos EUA, com US$ 224,4 milhões. Ao redor do mundo foram US$ 431,2 milhões.

Lembrando que o último filme a ultrapassar US$ 1 bilhão pelo mundo foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, lançado em dezembro de 2019.

E aí, você acha que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ pode superar a marca?

No Brasil, o filme levou mais de 1,7 milhão de espectadores e arrecadou R$ 34 milhões nas sessões de pré-estreia (15) e em seu primeiro dia na quinta-feira (16).

Trata-se do maior dia de abertura da história do cinema nacional. O recorde anterior pertencia a Vingadores: Ultimato‘, que levou 1,5 milhão de pessoas no primeiro dia em exibição em uma quinta-feira, e conseguiu arrecadar R$ 24 milhões.

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Mother/Android’: Sci-fi com Chloë Grace Moretz é MASSACRADO com 37% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 19 críticas publicadas até o momento, o suspense de ficção científica ‘Mother/Android‘, estrelado pela Chloë Grace Moretz, conquistou apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar da boa atuação dos protagonistas, o longa falha em apresentar uma história empolgante – sendo taxada como “deprimente e sofrida”.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Talvez a única coisa boa que possa ser dita sobre esse filme deprimente do Hulu é que não é tão ruim quanto o seu título.” (IndieWire)

“É um filme bem construído que sabe trabalhar bem com as limitações dos seus recursos, integrando seus cenários com bons efeitos visuais para criar a imagem de uma civilização definhando em poucos meses.” (Variety)

“Infelizmente, apesar da boa performance dos protagonistas e uma história com conexões pessoais dos cineastas, a trama falha em capturar nossa imaginação.” (Los Angeles Times)

“Há ótimas atuações nesse filme dirigido por Mattson Tomlin, que não tem medo de mostrar à audiência doses generosas de violência, sofrimento e tristeza.” (Wall Street Journal)

“No final das contas, ‘Mother/Android’ conta uma história dura e sombria sobre sacrifício, sobrevivência e nossa excessiva confiança na tecnologia.” (Detroit News)

“Essa ficção científica incrível e transcendente é um conto intenso cheio de cenas tensas e dramáticas. Ao terminar o filme, fiquei impactado e mal posso esperar para assisti-lo novamente.” (Joblo)

Confira o trailer:

Mattson Tomlin, roteirista do vindouro ‘Batman‘, fará sua estreia na direção.

A trama segue Georgia (Moretz), uma jovem que tenta escapar de seu país ao lado do namorado (Algee Smith) enquanto os humanos iniciam uma guerra contra uma poderosa inteligência artificial. Juntos, o casal tenta correr contra o tempo para abandonar o campo de guerra e dar uma vida digna ao bebê que estão esperando.

A narrativa é inspirada na própria vida de Tomlin, contando uma versão sci-fi da época que seus pais lutaram para salvar o filho em meio aos perigos da Revolução Romena.