Site Página 3862

Henry Cavill posta imagem dos bastidores elogiando o ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’

Henry Cavill postou uma imagem dos bastidores de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ e elogiou o filme e o diretor.

“Esta é para você, Zack! Parabéns! Eu sei que foi uma jornada difícil para você e mesmo assim você lutou. Eu não poderia estar mais feliz de ver sua visão da Liga da Justiça se concretizar. E que filme!”, afirmou.

Confira:

Durante uma entrevista recente para a Men’s Health, Cavill revelou que a versão de ‘Liga da Justiça‘ lançada nos cinemas não saiu como esperado.

‘Homem de Aço’ foi um ótimo ponto de partida e acho que eu não mudaria nada. ‘Batman vs Superman foi mais um filme do Batman que do Superman, e a pegada sombria funcionou para o Homem-Morcego. Mas ‘Liga da Justiça‘ não saiu como eu esperava.”

Apesar de não se aprofundar no assunto, Cavill se refere ao fato do Superman ter sofrido com as refilmagens do longa, que ignoraram as ideias de Zack Snyder e seguiram por um outro caminho.

Assista a nossa crítica em vídeo:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado 

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

‘The Afterparty’: Tiffany Haddish precisa desvendar um assassinato na nova série cômica da Apple TV+

Apple TV+ divulgou o trailer de The Afterparty, sua mais nova série de comédia criada por Phil Lord Chris Miller, produtores conhecidos pela aclamada animação Homem-Aranha no Aranhaverso.

Assista:

Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e ao seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrirem quem cometeu o crime.

Os personagens incluem: Aniq (Sam Richardson), um designer de escape rooms que espera se reconectar com uma antiga paixão do colégio; Zoe (Zoë Chao), uma ex-artista que agora é administradora da escola; Yasper (Ben Schwartz), melhor amigo de Aniq que deseja conquistar o mundo da música; Brett (Ike Barinholtz), ex-marido de Zoe e um ex-atleta arrogante; Chelsea (Ilana Glazer), oradora e presidente da turma; Xavier (Dave Franco), um antigo estudante de teatro da história que agora é um famoso ator e astro do pop; e Walt (Jamie Demetriou), outrora ignorado por seus colegas, comparece à reunião na esperança de ser relembrado por alguém.

Os capítulos terão formatos visuais únicos que irão dialogas com a personalidade de cada um dos protagonistas.

Miller criou a série e entra como showrunner e produtor executivo. Lord também entra como produtor ao lado de Aubrey Lee.

A Apple e a Sony Pictures Television supervisionam o projeto.

Essa é a segunda colaboração da dupla com algum serviço de streaming. Lord e Miller também estão produzindo a comédia adulta animada Hoops para a Netflix, que trará Jake Johnson como um verborrágico e irritado treinador de basquete de um colégio. Eles também estão a encargo da animação Bless the Harts.

A estreia acontece em Janeiro.

Cinéfilos estão AMANDO ‘O Predador: A Caçada’; Confira as reações!

O Predador: A Caçada‘ estreou no Star+ conquistando o público e a crítica.

Com 142 críticas publicadas até o momento, o filme conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Nas redes sociais, o filme também está fazendo o maior sucesso, com o público afirmando ser o melhor filme desde o original, quiçá o melhor da franquia.

Confira as reações:

O consenso geral dos críticos é que a produção é um dos filmes mais divertidos do ano, com ótimas cenas de ação e sequências tensas, conseguindo se destacar dos filmes anteriores da franquia ao invés de usá-los como elemento nostálgico.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘O Predador: A Caçada’ entrará para a história como um dos filmes mais divertidos de 2022.” (MovieFreak)

“Essa pré-sequência consegie capturar o espírito do filme original e, ao mesmo tempo, traz algo completamente novo. A produção instantaneamente conseguiu se destacar na franquia.” (Rolling Stone)

“Suas cenas intensas não se apoiam apenas no que já conhecemos da franquia. Não é um filme carregado pela nostalgia, o que é algo raro de se ver atualmente.” (Independent UK)

“‘O Predador: A Caçada’ toma muito cuidado com a autenticidade dos seus protagonistas, mas não tiveram a mesma atenção com o roteiro.” (New York Times)

“Diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano.” (Irish Times)

“Um filme tenso e divertido que consegue trazer cenas surpreendentemente emocionais.” (RogerEbert)

Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.

A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.

Estado de Madonna era GRAVE e “família estava esperando o pior”, afirma jornal

A eterna rainha do pop Madonna foi encontrada inconsciente e levada às pressas para a UTI de um hospital em Nova York neste último sábado (24).

Novas informações foram divulgadas pelo Daily Mail, que conversou com um parente da cantora.

Ele teria revelado ao jornal britânico que os familiares se reuniram no hospital por que seu estado era grave e eles não sabiam se ela sobreviveria.

“É por isso que sua internação foi mantida em segredo. Todos acreditavam que poderíamos perdê-la e essa tem sido a realidade da situação. Nos últimos dias, ninguém sabia realmente o que ia acontecer, e sua família estava se preparando para o pior”, disse o parente.

Ele ainda revelou que a cantora, de 64 anos, foi diagnosticada com infecção bacteriana e adiou o início da turnê “Four Decades, The Celebration Tour“.

“Seu estilo de vida não é saudável para sua idade e ela tem se desgastado muito. Ela pensa que ainda é jovem, mas não é. Ela colocará sua carreira e sua fama antes de sua saúde até o dia em que ela morrer”, ele finalizou.

A cantora e compositora foi entubada por ao menos uma noite antes de ter o tubo removido – estando alerta e se recuperando, agora. Sua filha, Lourdes Leon, estava ao lado dela durante os exames.

O empresário de MadonnaGuy Oseary, divulgou no Instagram nesta quarta-feira (28) que a performer havia “desenvolvido uma infecção bacteriana grave, que a levou a ficar internada diversos dias na UTI”.

Enquanto uma fonte afirma que ela já saiu do tratamento intensivo, Oseary explicou em sua postagem que “ainda está sob cuidados. Uma recuperação total é esperada”.

Lembrando que, em breve, Madonna embarcará em uma turnê mundial em comemoração aos seus 40 anos de carreira.

A notícia foi divulgada através de um vídeo com referências ao filme ‘Na Cama com Madonna‘ (1990). O vídeo conta com a participação de Judd Apatow, Jack Black, Lil Wayne, Diplo, Bob the Drag Queen, Berlant, Larry Owens, Meg Stalter, Eric Andre e termina com a humorista Amy Schumer desafiando Madonna a sair em turnê e apresentar os seus maiores hits.

Sendo então produzida pela Live Nation, a ‘The Celebration Tour‘ vai começar no dia 15 de julho, em Vancouver, no Canadá. A primeira perna da turnê será na América do Norte de julho a outubro.

A partir do dia 14 de outubro, Madonna leva o show para 11 cidades da Europa até 1º de dezembro.

Até o momento, nenhuma data na América do Sul foi divulgada. Vamos aguardar se ela também voltará ao Brasil!

Trailer DUBLADO de ‘Deadpool e Wolverine’ revela quem é o novo dublador do Wolverine

O novo trailer de ‘Deadpool e Wolverine‘ foi divulgado na versão DUBLADA e revelou quem dublará o Wolverine no filme.

O saudoso e icônico dublador brasileiro Isaac Bardavid, que eternizou personagens lendários da cultura pop, faleceu em 2022 aos noventa anos de idade.

Bardavid imortalizou a voz de Hugh Jackman nos cinemas nacionais como Wolverine, da franquia X-Men, além de ter encarnado o vilão Esqueleto de ‘He-Man’, Tigrão em ‘Ursinho Pooh’ e Robotnik na animação ‘Sonic’.

Em seu lugar, foi chamado Luiz Feier Motta – que dublou o Wolverine nas animações ‘X-Men: Evolution‘ e ‘X-Men ’97‘.

Assista:

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

No entanto, a sequência pode não ter muitas ligações com os títulos anteriores do personagem vivido por Ryan Reynolds.

Isso porque o diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) disse que “o novo filme não é um Deadpool 3′. 

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Remake da novela ‘Avenida Brasil’ ganha trailer EMOCIONANTE; Assista!

O fenômeno brasileiro Avenida Brasil, que se tornou um grande sucesso e conquistou fãs em mais de 140 países ao redor do mundo, agora ganha uma versão turca. O remake, intitulado Leyla, acaba de divulgar seu primeiro teaser, que promete captar a essência da trama original enquanto adiciona novos elementos à cultura turca.

Na versão turca, a protagonista Leyla, que é uma adaptação da icônica Nina, será interpretada por Cemre Baysel. Ela assume o papel de uma mulher com um passado marcado por vingança e traição, um dos pilares da trama que tornou Avenida Brasil tão popular. Já a personagem Nur, que no original corresponde à poderosa e implacável Carminha, será vivida pela atriz Gonca Vuslateri. A transformação desses personagens promete trazer uma nova dinâmica, mantendo a tensão dramática que fez da versão brasileira um dos maiores sucessos da televisão mundial.

Com esse remake, a Turquia segue uma tendência crescente de adaptar novelas brasileiras, que têm sido cada vez mais apreciadas em diferentes partes do mundo. A expectativa é grande, tanto para os fãs da original quanto para aqueles que são novos na história, e todos aguardam ansiosos para ver como Leyla irá se desdobrar na televisão turca, mantendo os elementos de drama e vingança que marcaram Avenida Brasil. O primeiro teaser já gerou um burburinho nas redes sociais e deixou os fãs curiosos sobre como a adaptação será recebida.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A Globo anunciou no ano passado a venda dos direitos da trama para a Ay Yapim, uma das principais produtoras de novelas turcas. Na ocasião, o autor João Emanuel Carneiro expressou sua satisfação com a adaptação:

“É um prazer saber que a primeira adaptação de ‘Avenida Brasil’ será realizada em um país que adora novelas e que se tornou um dos mais prolíficos produtores e exportadores desse gênero no mundo, assim como o Brasil”.

Avenida Brasil’ está disponível no Globo Play. 

‘Coyote vs. Acme’: Filme abandonado pela Warner Bros. ganha teaser com John Cena; Trailer sai amanhã!

Após uma trajetória conturbada que quase culminou em seu arquivamento por um bom tempo, o longa ‘Coyote vs. Acme’ finalmente se prepara para chegar às telonas.

O anúncio marca o fim de uma longa espera para os fãs de Looney Tunes. Em 2023, a produção, que mistura live-action e animação, foi descartada pela Warner Bros. como parte de uma estratégia de abatimento fiscal, mesmo com as filmagens já concluídas.

A decisão gerou uma onda de indignação na indústria e entre o público, forçando o estúdio a renegociar os direitos de exibição, que foram posteriormente adquiridos pela Ketchup Entertainment no mercado internacional.

A produção teve seu primeiro teaser divulgado, enquanto o trailer completo será lançado amanhã.

O longa estreia no dia 27 de agosto de 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Will Forte relembra “engavetamento” de ‘Coyote vs. Acme’: “Raiva intensa”

Inspirado em uma sátira clássica publicada na revista New Yorker em 1990, o filme acompanha Wile E. Coyote em uma jornada inédita: os tribunais. Cansado de sofrer acidentes com os equipamentos defeituosos da Acme Corporation em sua eterna caça ao Papa-Léguas, o personagem decide processar a gigante industrial.

A trama ganha contornos de comédia jurídica quando um advogado de causas perdidas, interpretado por Will Forte (‘O Último Cara na Terra’), aceita defender o Coiote. Do outro lado da disputa, o astro John Cena (‘Pacificador’) assume o papel de Buddy Crane, o implacável representante legal da Acme e antigo mentor do advogado de defesa.

Além do trio principal formado por John Cena, Will Forte e Lana Condor (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), o longa conta com nomes influentes nos bastidores. James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) atua como produtor, enquanto o roteiro é assinado por Sammy Burch (‘Segredos de um Escândalo’) e a direção fica a cargo de Dave Green.

‘Coyote vs. Acme’ estreia no dia 27 de agosto de 2026.

Grandes filmes da carreira de uma das musas dos filmes de época: Keira Knightley!

Muito conhecida por seus papéis em dramas de época, Keira é filha de pai e mãe artistas e nasceu no subúrbio de Teddington, em Londres. Ela deveria ser “Kiera”, no entanto, seu pai digitou errado o nome quando registrou a certidão de nascimento, aí ficou Keira. Seus pais a fizeram ter aulas de teatro e balé muito cedo, isso inspirou o interesse de Knightley em atuar.

Depois de conseguir um agente, Knightley começou a trabalhar em comerciais e pequenos papéis na televisão. Depois de aparecer em uma série de filmes de televisão em meados da década de 1990, conseguiu o papel de Sabé, serva e chamariz de Padmé Amidala, no blockbuster de ficção científica de 1999, Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma. A partir daí, sua carreira só avançou e hoje tem excelentes filmes no seu currículo.

Super diversa nas suas escolhas de personagens, por mais que tenha participado em inúmeros filmes de época, como já lembramos acima, Keira é uma das grandes atrizes de sua geração. Por isso, resolvemos destacar alguns filmes da carreira dela abaixo como sugestões para vocês:

 

Orgulho e Preconceito

Dirigido pelo cineasta Joe Wright e lançado em meados de 2006 em cinemas de todo o mundo, Orgulho e Preconceito, adaptado do livro de Jane Austen, conta a história de Elizabeth Bennet e suas irmãs que vivem no início do século XIX, na Inglaterra, quando ela se vê atraída pelo rico e orgulhoso Sr. Darcy. O filme foi indicado para quatro Oscars.

 

Desejo e Reparação

Com roteiro de Christopher Hampton baseado no romance Atonement, de Ian McEwan, com direção de Joe Wright, Desejo e Reparação estreou no Festival de Veneza em 2007. Contando a história de Cecilia e Robbie, duas almas apaixonadas que por conta de uma mentira contada pela irmã de Cecilia acabam se distanciando e isso vai moldando o destino de todos eles.

 

 

Mulheres ao Poder 

Uma luta pelos direitos não é somente diária, semanal, mensal…é pra toda a vida. Dirigido pela cineasta britânica Philippa Lowthorpe e baseado em uma obra de Rebecca FraynMisbehaviour é um filme, antes de tudo atemporal, que mostra a luta de movimentos feministas e suas ações de revolta contra o concurso Miss Mundo na década de 70. Acompanhamos essa trajetória pela a ótica de Sally (Keira Knightley) uma estudante de história que sofre demais por não conseguir ter os mesmos direitos que os homens na sua profissão. O longa-metragem abre margem para vários paralelos importantes, bastante reflexivo joga na cara dos machistas todo o absurdo sobre a diminuição das mulheres. Destaque para ótimas atuações de Keira Knightley, Rhys Ifans e Greg Kinnear. Disponível na Globoplay.

 

Apenas uma Noite

Um ótimo roteiro com excelentes interpretações dos quatro atores que interagem de maneira diferente, mostrando todas as faces da tentação. O filme conta a história de um casal que se vê perdido quando o marido sente-se atraído por uma nova funcionaria e viaja com essa para fechar um negócio. No mesmo dia, a mulher dele reencontra um antigo amor. A dinâmica que o diretor encontra para mostrar essas histórias e seus desenrolares é bastante interessante e coloca o expectador com grandes dúvidas sobre o que vai ocorrer na cena seguinte. Disponível na Globoplay.

 

O Método Perigoso

Sexo x Sonhos. Quando dois grandes nomes da psicologia se juntam. O mundo da psicanálise fica em evidência, no trabalho do experiente diretor David Cronenberg, Jung é o principal, Freud é um mero coadjuvante. Há um conflito interno dentro do pensador suíço, uma cessação da ética. Essa violação da regra elementar da profissão, leva-o à um mar de conflitos.

 

O Jogo da Imitação

Às vezes, as pessoas que menos esperamos podem faz as coisas mais inacreditáveis. Dirigido pelo cineasta norueguês Morten Tyldum (do ótimo Headhunters), O Jogo da Imitação é uma grande aula de matemática com um profundo drama de pano de fundo que conta com atuações brilhantes, principalmente de Benedict Cumberbatch. O roteiro é detalhista, baseado na obra de Andrew Hodges (Alan Turing: The Enigma) e assinado pelo estreante em longas-metragens Graham Moore.

Crítica | ‘Meu Nome é Agneta’ – Um irresistível brinde à vida chega à NETFLIX

Quantas pessoas se veem paradas na vida, presas a uma rotina entediante, marcada por sonhos que, a cada dia que passa, se tornam mais distantes? Pegando esse conflito existencial mundano e transformando em uma fábula deliciosa e repleta de sensibilidade, através de uma protagonista radiante, o longa-metragem sueco Meu Nome é Agneta é, antes de qualquer coisa, um brinde à vida.

Dirigido pela cineasta Johanna Runevad, esse longa-metragem, que chegou sem muito alarde ao catálogo da Netflix no final de abril, nos guia até uma história que busca desmitificar as emoções e acreditar nos desejos, tudo isso de forma simples e objetiva, conduzida por uma trama leve, descontraída, com personagens marcantes e recheada de reflexões.

Agneta (Eva Melander) é uma mulher que leva uma rotina entediante, há mais de duas décadas trabalhando no departamento de trânsito de sua cidade e presa a um casamento, apenas de aparência, com Magnus (Björn Kjellman). Ela ama a cultura francesa e alimenta o sonho de viver naquele lugar. Um dia, logo após ser demitida, resolve se candidatar a uma vaga de Au Pair para cuidar de Einar (Claes Månsson), na Provença. Essa decisão mudará para sempre sua forma de enxergar a vida.

De maneira cativante, somos envolvidos em um história que utiliza o despertar como ferramenta acolhedora para se chegar a um caminho rico de transmissão sobre o pensar a vida. Entre amores, descobertas e amizade, ainda somos brindados com paisagens encantadoras do sudoeste francês, que validam, a cada cena, a forte identidade cultural da região.

O roteiro, mesmo na linha convencional, apresenta seus personagens – um melhor que o outro – de maneira nada forçada, nos levando para um tour pelas emoções em uma fase da vida sobre a qual a própria sociedade joga olhares duvidosos. A narrativa segue num tom agradável, na montanha-russa de risos e emoções profundas, jogando uma lupa sobre o psicológico dos personagens, ligando as marcas do passado às novas oportunidades de um presente que se apresenta.

Woman in a purple outfit dancing in a lavender field, arms raised with a scarf and a hat in hand under a blue sky

Ao longo de duas horas de projeção, ficamos com aquele gostinho de quero mais – sensação que mostra como uma trama fluida, movida por boas intenções, capaz de chegar com impacto em nossos corações.

‘Meu Adorável Fantasma’ | Os 40 Anos do Remake Hollywoodiano de ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’

Dona Flor e Seus Dois Maridos é indiscutivelmente um dos maiores clássicos do cinema brasileiro e um de seus maiores sucessos. Lançado em 1976, o longa é a adaptação para as telonas do livro do icônico romancista baiano Jorge Amado, publicado dez anos antes, em 1966. Mas você sabia que essa verdadeira joia de nossa cultura já foi exportada para a gringa? Pois é, Dona Flor e Seus Dois Maridos foi refilmado lá em Hollywood com o título Meu Adorável Fantasma (Kiss Me Goodbye), com um grande estúdio por trás e verdadeiros astros no elenco. Esse remake completa 40 anos de lançamento em 2022, e aqui iremos descortinar um pouco esta curiosa e obscura produção.

Como dito, Dona Flor e Seus Dois Maridos é um dos filmes mais famosos de nossa filmografia – ainda muito referenciado quando comentamos sobre cinema brasileiro. A obra deu origem a todo tipo de nova adaptação, desde uma minissérie em 1998, passando por um remake moderno no cinema, em 2017, e até mesmo uma peça na Broadway intitulada Saravá – três anos após o filme original. Pelo visto os americanos realmente se apaixonaram pela história de Amado.

Dona Flor e seus Dois Maridos’ (1976) é um dos maiores sucessos do cinema brasileiro.

A trama é o que contadores de histórias chamam de “farsa”, algo fantasioso e rocambolesco. Dona Flor, uma bela morena, é uma mulher batalhadora que caiu nos encantos de Vadinho. Os dois se casam, mas o sujeito está longe de ser o marido perfeito. Farrista, mulherengo e apostador, Vadinho está sempre devendo na praça e precisando de dinheiro da mulher, que o sustenta. A única coisa que os mantém juntos é química perfeita e sexual que a fogosa Flor tem com o marido cafajeste. Quando ela tenta dar um basta na situação, Vadinho é morto pelos cobradores. Um tempo depois, Flor resolve se casar novamente, com seu novo pretendente. O Doutor Teodoro é um farmacêutico, dono de um negócio próspero, muito trabalhador, fiel e honesto. O tipo de homem perfeito. Mas Flor não sente por ele o que sentia por Vadinho. É a concretização da velha máxima da razão contra a emoção.

A mensagem por trás da história é que não controlamos nosso coração e nossos sentimentos, e muitas vezes eles nos empurram para alguém que nossa razão não compreende. Para alguém muitas vezes inadequado para o que pretendemos construir em nossas vidas. Afinal não se pode ter tudo. Depois de casada com Teodoro, a dona Flor começa a presenciar aparições de seu ex, o falecido Vadinho. O fantasma de Vadinho continua a tenta-la e a querer mostra-la que a felicidade plena, ao menos carnal e sentimental, ela só tinha com ele. Podemos interpretar até mesmo de outra forma as aparições do espírito de Vadinho: como sendo do subconsciente de Flor, que ficou tão abalada com a morte do homem que verdadeiramente amava e era apaixonada, apesar de todos os defeitos, que começou a criar em seu imaginário a figura do marido morto.

A cena mais icônica de ‘Dona Flor’ e uma das mais emblemáticas de nosso cinema, certamente ficou de fora da versão pudica norte-americana.

O filme de 1976, a primeira adaptação para as telas da obra de Amado, apresentou internacionalmente a beleza de Sônia Braga, que viria a se tornar uma de nossas maiores estrelas. Pouco tempo depois, Braga inclusive teve um relacionamento muito noticiado com um dos reis de Hollywood, Robert Redford, na década de 1980 – época em que a carreira da atriz havia deslanchado em terras do tio Sam. Completando o trio de protagonistas, o deboche de José Wilker caiu como uma luva para o malandro Vadinho, e a seriedade da atuação de Mauro Mendonça foi certeira para o “quadrado” Teodoro.

Na minissérie de 1998, o trio Dona Flor, Vadinho e Teodoro ganhava as formas de Giulia Gam, Edson Celulari e Marco Nanini respectivamente. No remake de 2017, foi a vez de Juliana Paes, Marcelo Faria e Leandro Hassum (em um de seus poucos papeis “sérios” nas telas) darem sua versão de tais personagens impactantes culturalmente. Paes, aliás, se tornou uma especialista não apenas em levar o texto de Jorge Amado para as telas encarnando suas personagens protagonistas, como também em seguir os passos da veterana Sônia Braga. Isso porque além de ter “vestido” a nova versão de Dona Flora, Juliana Paes foi também a “apimentada” Gabriela (Cravo e Canela) numa minissérie de 2012 – livro que Amado lançou em 1958. Gabriela foi levada às telas de TV em 1975 nas formas de Sônia Braga, e depois, em 1983, ganharia os cinemas, novamente nas formas de Braga em um filme com direção do mesmo Bruno Barreto do Dona Flor original.

O trio gringo de ‘Dona Flor’ é formado por Sally Field (no centro), James Caan (à direita) e Jeff Bridges (à esquerda) – todos indicados ou vencedores do Oscar.

O curioso foi a aceitação e a forma como este conto tipicamente com tempero brasileiro conseguiu penetrar em território gringo. Notoriamente sem o nosso “rebolado”, os americanos abraçaram essa história, em partes, erótica. Primeiro, três anos depois do lançamento do filme – que fez sucesso por lá – a história foi transformada em uma peça da Broadway intitulada Saravá. Seis anos depois do longa original foi a vez de Hollywood virar sua atenção para ele e resolver adaptá-lo em uma comédia. Com roteiro de Charlie Peters e direção de veterano renomado Robert Mulligan (O Sol é para Todos e Houve uma vez um Verão), a versão gringa de Dona Flor teve produção e lançamento da 20th Century Fox.

A principal diferença que podemos notar é a diluição maciça de qualquer erotismo no enredo. Enquanto Dona Flor possui o calor da Bahia, atrações carnais, nudez e o corpo a corpo de uma história de pecado, química e tentações; a versão norte-americana é comportada e pudica, passada nos dias frios de Nova York, onde tudo é mais formal. A obra brasileira é um beijo de língua na boca, enquanto esta refilmagem é uma tímida segurada de mãos. Sabe aquela velha história de “perdido na tradução”? Pois bem, culturalmente é bem isso o que ocorre aqui.

A vencedora do Oscar Sally Field é Kay, a versão americana da morena Dona Flor.

A protagonista aqui é Kay, casada com o boêmio artista e coreógrafo Jolly (ou ”alegre”, na tradução). Três anos depois que o sujeito morre, ela é convencida a voltar a morar na antiga casa deles pelo atual noivo, o monótono egiptólogo Rupert. No local, é claro, Kay terá visões muito reais de seu falecido marido. O tempero diluído de Meu Adorável Fantasma em relação a seu original fez do filme apenas mais uma comédia de temática “angelical” que estava em voga em Hollywood no período – seguindo produções como O Céu Pode Esperar (1978), por exemplo.

Para o papel protagonista o diretor Robert Mulligan mirou alto e visava a vencedora do Oscar Sally Field. A atriz era um nome quentíssimo da indústria na época, saída do seriado A Noviça Voadora, Sally Field havia se estabelecido como uma das atrizes mais requisitadas no fim da década de 70 e início de 80. Ajudou ainda mais sua carreira o fato de ter ganhado o Oscar em 1980 pelo drama biográfico sobre a sindicalista empoderada Norma Rae. Assim, no início dos anos 80 todos queriam trabalhar com Field. E sem perder tempo, o cineasta Robert Mulligan ofereceu um salário de US$1 milhão para a atriz, além de prometer seu nome como o primeiro nos créditos – a fim de atrair a estrela ao projeto. E deu certo, logo Sally Field estava a bordo substituindo e criando sua versão norte-americana para a Dona Flor da morena Sônia Braga. Eventualmente Field ganharia um segundo Oscar, mas não por esse filme, e sim por Um Lugar no Coração, dois anos depois.

“Jolly” só no nome. O veterano James Caan teria odiado as filmagens de ‘Meu Adorável Fantasma’, o remake americano de ‘Dona Flor’.

Para o segundo nome de peso no elenco, o malandro Vadinho, ou melhor, o coreógrafo com alma de artista e boêmio Jolly, foi contratado outro ator indicado ao Oscar. James Caan recebeu sua nomeação da Academia em 1973 pelo clássico absoluto O Poderoso Chefão, onde viveu o esquentado Sonny. Depois disso, Caan se tornava um astro nos anos 70 e início de 80. Ao contrário da companheira de tela, James Caan aceitou o papel por metade do valor de seu usual salário. Talvez pela chance de trabalhar com o prestigiado diretor do filme. No entanto, é reportado que o ator viria a se arrepender, e a experiência durante as filmagens do longa teria sido tão ruim que ele ficaria cinco anos sem aceitar nenhum filme até ser convocado novamente pelo colega Francis Ford Coppola para Jardins de Pedra (1987).  Segundo relatos, Caan estava tudo menos “Jolly” (Alegre) nos bastidores.

Fechando o trio principal de protagonistas, um então jovem Jeff Bridges deu vida para Rupert, o novo marido de “Dona Flor”. No mesmo ano, o ator participaria da superprodução da Disney visualmente revolucionária, Tron: Uma Odisseia Eletrônica. Seu papel aqui, no entanto, é basicamente viver um homem seguro e confiável, sem qualquer outro atrativo. Bridges a esta altura igualmente não era estranho à fama e ao prestígio. Tendo estrelado blockbusters como o remake de King Kong (1976) e entrava no projeto com duas indicações ao Oscar debaixo do braço (por A Última Sessão de Cinema e O Último Golpe).

Um dos cartazes em espanhol de ‘Meu Adorável Fantasma’, remake gringo de ‘Dona Flor e seus Dois Maridos’.

Meu Adorável Fantasma, por incrível que pareça, não se tornou um fracasso financeiro retumbante para o estúdio. Com um orçamento por volta dos US$8 milhões, o filme viu de retorno aos seus cofres algo em torno dos US$15 milhões – se pagando e rendendo algum lucro. As críticas, no entanto, não perdoaram o longa. Seu destino, como sabemos, foi o ostracismo, rapidamente varrido para debaixo do tapete onde permanece até hoje, sem que muitos cinéfilos de respeito sequer saibam de sua existência. Sim, a refilmagem gringa de Dona Flor e Seus Dois Maridos é um filme obscuro até para os escolados.

Lançado nos EUA no fim do ano, em 22 de dezembro de 1982 – bem a tempo para as festividades natalinas – o filme estreou em outros países do mundo apenas em 1983. No ranking das bilheterias Meu Adorável Fantasma não foi bem. Sem outro grande lançamento na data, o filme sequer conseguiu emplacar entre os cinco mais vistos, estreando em nona posição, enfrentando apenas produções que já estavam em cartaz – como Tootsie, O Brinquedo e 48 Horas.

Meu Adorável Fantasma é um dos claros exemplos saídos de uma época pré-globalização de filmes que funcionam bem para certos territórios e culturas e parecem se perder completamente de contexto na tradução para outras localidades. Ou seja, Meu Adorável Fantasma é qualquer coisa, menos Dona Flor e seus Dois Maridos ou Jorge Amado.

 

10 filmes de terror que mereciam ter sequência

Algumas das maiores franquias do cinema pertencem ao gênero terror, mas há muitos filmes com grande potencial que simplesmente não conseguiram emplacar uma sequência.

Confira abaixo o TOP 10 de filmes de terror que mereciam ter continuidade:

10. Dia dos Namorados Macabro (2009):

Tanto o original quanto o remake terminam com seus desfechos abertos, gritando por uma sequência. Infelizmente, mesmo com o sucesso – tanto de crítica quanto de bilheteria -, nunca se ouviu falar de uma sequência. Por enquanto os casais podem ficar tranquilos, mas nunca se sabe quando o assassino Harry Warden voltará a atacar. Em uma sequência, infelizmente, provavelmente nunca.

9. Madrugada dos Mortos (2004):

Um dos meus filmes de zumbis favoritos de todos os tempos! Certamente trouxe uma nova visão sobre os mortos-vivos – e trouxe de volta o nosso medo por este subgênero. Seu desfecho implora por uma sequência! A Universal e o diretor haviam confirmado uma segunda parte – que não seria um remake de Dia dos Mortos -, mas o projeto nunca saiu do papel. Mesmo com a popularização dos zumbis nos últimos anos, uma sequência nunca mais voltou a ser considerada. É uma pena porque este mundo ainda tinha mundo a ser explorado.

8. Seres Rastejantes (2006):

Um dos filmes mais divertidos, nojentos e trash dos últimos anos. De fato, assisti-lo é como ser teletransportado direto para os anos 80. Apesar de parecer que tudo se encerrou no final, há uma cena depois do créditos que discorda. Quem estaria interessado em uma nova rodada de lesmas alienígenas que transformam pessoas normais em zumbis cuspidores de ácido? Eu sei que eu estaria. Infelizmente, o terror de James Gunn foi um fracasso nas bilheterias, enterrando as possibilidades de uma sequência.

7. Por Trás da Máscara – O Surgimento de Leslie Vernon (2006):

Esse é um dos slashers mais divertidos e inteligentes dos últimos anos. Filmado como um documentário, nós podemos acompanhar um serial killer e todos os seus truques até ele finalmente ficar cara a cara com suas vítimas em um lugar isolado. Essa ideia poderia dar muito errada, mas tudo é executado tão bem em sua metalinguagem que ganhou um status cult. No final, como a própria premissa de um bom vilão desse tipo de filme, o assassino volta à vida e está pronto para mais um massacre. A sequência já tem o seu roteiro pronto, e tem até página no facebook. Os criadores só estão esperando financiamento para tirar o projeto do papel. Desde já, torço pela ressurreição de Leslie Vernon.

6. Você é o Próximo (2011): 

Este filme certamente trouxe uma deliciosa reviravolta no subgênero de invasão domiciliar. Apresentando uma das mocinhas mais incríveis já vistas em filmes de terror, essa história merecia ter uma continuação. Mas vocês devem estar se perguntando, como poderia ter uma segunda parte? Na verdade, os roteiristas planejavam uma trilogia, mas apesar da boa recepção dos críticos, os números da bilheteria não impressionaram o suficiente para que o estúdio desse sinal verde para uma sequencia. No entanto, em uma entrevista exclusiva com os criadores do primeiro filme, o site screenjunkies conseguiu arrancar alguns detalhes sobre o que nos aguardaria na segunda parte. Clique AQUI para ler o artigo original, em inglês. Para os que estão com preguiça, só posso adiantar que teria sido incrível e que traria a mocinha do primeiro de volta no papel principal (como não poderia deixar de ser, é claro).

5. Extermínio (2002):

Sim, este filme teve uma sequência, e ambos os filmes são incríveis. Então por que ele está nesta lista? Desde o começo, o criador envisionou uma trilogia, e o final do segundo filme certamente aponta para um terceiro e último capítulo. Essa é uma franquia que merece mais uma sequência, não só porque é sensacional, como também é diferente dos outros filmes de zumbis. Infelizmente, Danny Boyle não pareceu muito positivo ao falar recentemente sobre o projeto. Então parece que, por enquanto, a franquia foi mesmo… exterminada.

4. Pacto Secreto (2009):

Com uma trama teen que não se leva a sério, este filme tentou trazer o slasher de volta para as telonas, mas infelizmente teve um retorno tímido nas bilheterias. Poderia ter sido a ressurreição deste subgênero tão explorado nos anos 90, mas infelizmente foi enterrado novamente, assim como a possibilidade de uma franquia para este filme.

3. Gritos Mortais (2007):

Dirigido pelo mestre James Wan, este filme está longe de ser perfeito, mas sua trama e a própria mitologia criada pelo roteiro poderiam ter criado um novo ícone do gênero: Mary Shaw. Infelizmente, caiu no esquecimento depois do fracasso nos cinemas. Porém, apesar de suas falhas, é um filme competente e atmosférico, que merecia uma segunda chance para expandir o seu potencial.

2. Contos do Dia das Bruxas (2009):

Este filme não só é uma das melhores antologias de halloween, como também é uma das melhores antologias em geral. Com uma trama extremamente interessante, segmentos bem escritos e uma trama se consegue costurar bem as histórias no mesmo universo, Contos do Dia das Bruxas ainda tem muito potencial, e deveria se tornar uma tradição anual. O criador chegou a anunciar a sequência ano passado, mas pouca coisa foi falada sobre o projeto desde então, o que nos leva a pensar se alguma hora realmente sairá do papel…

1. A Morte do Demônio (2013):

No começo, todos levantaram a sobrancelha para o remake do clássico ‘A Morte do Demônio’, mas Fede Alvarez pegou todos de surpresa ao entregar um filme visceral e com o mesmo espírito que o original. O remake foi um sucesso nas bilheterias, mas os planos para uma sequência foram abandonados para que a série ‘Ash vs. Evil Dead’ tivesse o seu momento. Agora, com o cancelamento da série, e o óbvio interesse de Alvarez em continuar sua visão, será que finalmente teremos a aguardada sequência?

‘Bumblebee’ é destaque em novos cartazes do filme; Confira!

Bumblebee‘, derivado de ‘Transformers‘, ganhou novos cartazes.

Confira:

Sucesso nas bilheterias, o filme já arrecadou mais de US$ 306 milhões mundialmente.

Travis Knight, especializado em animação de stop-motion, dirige.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O ator Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner’, será o dublador oficial do personagem título.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel CrowStephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

‘Homecoming’: Chris Cooper entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Chris Cooper entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘Homecoming‘.

O ator irá interpretar Leonard Geist, um botânico excêntrico que se sente mais em casa na sua estufa do que nas salas de reuniões da empresa que criou.

Vale lembrar que Janelle Monáe será a protagonista do novo ciclo, que ainda conta com Stephan James e Hong Chau no elenco.

Julia Roberts não retornará para a próxima temporada, permanecendo apenas como produtora executiva da série.

Criada por Micah BloombergEli HorowitzSam Esmail, a série é baseada no podcast homônimo.

A segunda temporada ainda não possui previsão de estreia.

‘White Lines’: Nuno Lopes responde 5 perguntas sobre a série em novo vídeo; Confira!

Para promover o lançamento de ‘White Lines‘, nova série de Álex Pina (‘La Casa de Papel‘), a Netflix divulgou um novo vídeo com o ator Nuno Lopes respondendo 5 perguntas sobre a produção.

Confira:

A primeira temporada já está disponível na plataforma!

Depois do corpo de um lendário DJ de Manchester ser descoberto vinte anos após seu desaparecimento em Ibiza, sua irmã retorna para a belíssima ilha espanhola para entender o que aconteceu. A investigação a leva através do mundo envolvente das danceterias, das mentiras e dos segredos, forçando-a a confrontar os lados mais obscuros de sua própria personalidade.

Laura Haddock, Marta Milans, Juan Diego Botto, Nuno LopesDaniel MaysLaurence FoxAngela Griffin fazem parte do elenco. 

‘Legacies’: Atores soltam a voz em novo clipe do episódio musical; Confira!

CW divulgou um novo clipe do próximo episódio da 4ª temporada de ‘Legacies‘, que traz os atores cantando em uma cena do episódio musical, intitulado Salvatore: The Musical!.

Confira:

O episódio será exibido hoje, no dia 4 de fevereiro.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 5ª temporada.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

‘O Último Duelo’: Jodie Comer briga pelo seu destino em novo clipe do épico histórico; Assista!

A 20th Century Studios divulgou um novo clipe de ‘O Último Duelo‘ (The last Duel), épico histórico dirigido por Ridley Scott (‘Blade Runner’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

Baseado no romance homônimo publicado por Eric Jager em 2004, o roteiro foi escrito por Nicole Holofcener, ao lado de Ben Affleck e Matt Damon, que já foram premiados com o Oscar de Melhor Roteiro Original em 1998 por ‘Gênio Indomável‘.

Dirigido por Ridley Scott, o longa é ambientado na França do século XIV e contará a história da vida real dos cavaleiros Jean de Carrouges e Jacques Le Gris, que participaram do último duelo até a morte, sancionado oficialmente depois que Carrouges acusou Le Gris de estuprar sua esposa.

Henry Thomas luta pela sobrevivência no trailer TENSO do suspense ‘Crawlspace’; Assista!

O thriller ‘Crawlspace‘, estrelado por Henry Thomas (‘A Maldição da Residência Hill’), ganhou o primeiro trailer tenso.

Confira:

L. Gustavo Cooper é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Jacob D. Wehrman.

“Após testemunhar um assassinato brutal em uma cabana remota, o encanador Robert (Thomas) se esconde embaixo da casa enquanto os assassinos buscam por uma fortuna escondida. Conforme os assassinos chegam cada vez mais perto do seu esconderijo, Robert deve decidir se ele vai se arrastar para seu próprio túmulo… ou lutar pela sua sobrevivência.”

O terror contará com Bradley Stryker (‘A Ilha do Mal’), Jennifer Robertson (‘Schitt’s Creek’) e Olivia Taylor Dudley (‘The Magicians’).

O longa foi lançado hoje (15) em VOD pela Paramount Pictures. No Brasil, segue sem previsão.

Demon Slayer: Rumo à Vila dos Ferreiros

(Demon Slayer: Kimetsu No Yaiba – To the Swordsmith Village)

 

Elenco:

Natsuki Hanae
Akari Kitō
Yoshitsugu Matsuoka
Hiro Shimono
Katsuyuki Konishi

 

Direção: Haruo Sotozaki

Gênero: Anime

Duração: 110 min.

Distribuidora: Cinecolor Filmes

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 30 de Março de 2023

Sinopse: 

Após Tanjiro e seus amigos conseguirem derrotar uma dupla de demônios de alto nível, o líder demônio, Muzan, reúne o resto das luas superiores no castelo infinito para discutir a situação.

Curiosidades: 

» O longa une os dois últimos episódios do Arco Distrito do Entretenimento e o primeiro episódio estendido do arco inédito da Vila dos Ferreiros;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Harry Styles quase interpretou personagem INESPERADO no novo ‘Meninas Malvadas’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, os diretores Samantha Jayne e Arturo Perez Jr. revelaram terem considerado o Harry Styles (‘Dunkirk’) para um papel inesperado na versão musical de ‘Meninas Malvadas‘.

A dupla discutiu a possibilidade do astro fazer uma participação especial como o Glen Coco, um personagem que aparece rapidamente no filme de 2004.

“Havia um tipo de comédia que fazia muito sucesso há uns 20 anos, mas que não funciona atualmente. Todos nós sabemos disso. Mas há muitos diálogos icônicos em ‘Meninas Malvadas’ que causariam revolta se tivessem ficado de fora, como o ‘Mandou bem, Glen Coco’, mas a gente ficou tipo: ‘Quem poderia ser o nosso Glen Coco?’.”

Eles completam, “Começamos a pensar em quem poderia interpretar o personagem, e lembro de perguntarmos: ‘Que tal o Harry Styles?’. Harry Styles poderia ser o nosso Glen Coco! Então pensamos que seria interessante quebrar a quarta parede. E se todos nós fossemos o Glen Coco? Depois de 20 anos, todos nós podemos ser ele.”

Vale lembrar que o novo ‘Meninas Malvadas‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista a crítica em vídeo:

Crítica | Meninas Malvadas (2024) – Musical copia e cola, mas tira NOTA BAIXA

 

Pianista sofre com visões SINISTRAS no trailer de ‘A Última Noite em Tremor’, nova série de suspense da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da minissérie de suspense ‘A Última Noite em Tremor‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 25 de outubro.

Um músico e compositor em crise se isola em uma cidade costeira do norte para terminar seu último trabalho. Seus únicos vizinhos num raio de vários quilômetros são um casal que mora na casa ao lado, na praia. Após um grave acidente durante uma tempestade, ele começa a ter visões assustadoras sobre seus vizinhos.

Criada por Oriol Paulo, a série é baseada no romance homônimo de Mikel Santiago.

O elenco conta com Javier Rey, Ana Polvorosa, Willy Toledo, Pilar Castro, Carla Quílez, Jordi Catalán, Annick Weerts, Josean Bengoetxea, Marta Marco, David Bagés e Carlota Olcina.

poster

Assassino ataca em imagem inédita de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’; Confira!

O próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ ganhou uma imagem inédita, destacando o assassino prestes a fazer uma nova vítima.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretora Jennifer Kaytin Robinson revelou que adoraria fazer um crossover com a franquia Pânico’, que ganhará seu sétimo filme em 26 de Fevereiro de 2026.

“Eu adoraria ver um crossover com Pânico. Isso seria muito icônico. Já imaginou o fisherman e o Ghostface? Ainda mais que o Kevin Williamson está de volta, com certeza eu gostaria de ver isso.”, ela afirmou.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

 

Dan Stevens vive PESADELO sem saída no teaser da 3ª temporada de ‘The Terror’; Confira!

A AMC divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série de terror antológica ‘The Terror‘, intitulada ‘The Terror: Devil in Silver‘ (O Diabo em Prata, em tradução livre).

Estrelado por Dan Stevens (‘Abigail’), o próximo ciclo estreará no dia 7 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama…

“Pepper é um homem pobre e trabalhador que, após uma série de infortúnios, se vê internado injustamente no Hospital Psiquiátrico New Hyde – uma instituição cheia de pessoas que a sociedade gostaria de esquecer. Lá, ele deve enfrentar pacientes que trabalham contra ele, médicos que guardam segredos sombrios e talvez até o próprio Diabo.”

“Enquanto Pepper lida com um ambiente infernal onde nada é o que parece, ele descobre que o único caminho para a liberdade é enfrentar a entidade que prospera com o sofrimento dentro dos muros de New Hyde – mas isso pode acabar provando que os piores demônios de todos vivem dentro dele.”

A nova temporada será baseada no livro homônimo de Victor LaValle.

Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) irá dirigir os dois primeiros episódios.

“‘The Terror’ é uma série antológica que já entregou duas temporadas impressionantes, que misturam eventos reais com aterrorizantes mistérios sobrenaturais,” declarou Dan McDermott, presidente da AMC. “‘The Devil in Silver’ oferece a oportunidade perfeita para um novo capítulo desta popular e aclamada antologia.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Conheça a Deusa do Amor, da série ‘American Gods’, no novo vídeo da série

A primeira temporada ainda nem estreou, mas ‘American Gods‘ já foi renovada para um segundo ciclo. E desta vez, a personagem a ser apresentada ao público é Bilquis, a Deusa do Amor.

Confira, com o trailer:

 

Na trama de ‘American Gods‘, a Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

Com estreia marcada para 30 de abril nos Estados Unidos, ‘American Gods’ terá 10 episódios em sua primeira temporada e é produzida por Bryan Fuller e Michael Green, além de contar com a supervisão de Gaiman em toda a produção.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

 

Peter Dinklage e Morgan Freeman estrelam divertido comercial do Super Bowl; Assista!

Consagrado por ser o horário mais caro da televisão norte-americana, os intervalos do Super Bowl são marcados pelos mais divertidos comerciais.

E em um deles, os astros Peter Dinklage e Morgan Freeman encararam o playback de clássicos da música rap para divulgar o Doritos Blaze e a bebida MTN Dew Ice.

Confira:

 

 

 

 

 

 

‘The Saint’: Chris Pratt está em negociações para estrelar reboot

O astro Chris Pratt está em negociações para estrelar o reboot da franquia de ação da Paramount, intitulada ‘The Saint‘.  De acordo com o Deadline, a expectativa é desenvolver a nova versão em torno do astro e de seu protagonista.

Lorenzo di Bonaventura, conhecido por seus trabalhos em ‘Transformers‘, ‘Maze Runner‘ e ‘Megatubarão‘ será o produtor do reboot.

Na trama, ‘The Saint’ traz a história de Simon Templar, conhecido como “O Santo”, um espião britânico que não mede esforços para completar suas missões.

O personagem fora criado na década de 20, por Leslie Charteris, e chegou a ganhar uma adaptação para a TV nos anos 60, estrelada por Roger Moore como o charmoso agente secreto. Em 1997, a história ganhou um longa, protagonizado por Val Kilmer.

 

 

‘The Witcher’: Conheça a origem de Geralt em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A aguardada série The Witcher, da Netflix, ganhou um novo vídeo dos bastidores, que traz o astro Henry Cavill explicando a origem de seu personagem, Geralt.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

#Geralt

Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em


Lembrando que a 1ª temporada estreia na plataforma em 20 de dezembro.

As primeiras reações já foram liberadas e a série promete encantar os fãs da saga de livros e games, trazendo muitas cenas de ação, em uma trama bem adaptada.

Confira:

“As cenas de luta em The Witcher são surpreendentes. Fazem as cenas de luta de Game of Thrones parecerem péssimas. Assistindo a primeira temporada de The Witcher nesse fim de semana”.

“Impressionado com as cenas de ação e o visual de The Witcher, da Netflix, até o momento. Ver o estilo único da espada de Rivia de Geralt sendo trazido às telas é incrível”.

“Oh, eu direi isso. As cenas de lutas de The Witcher fazem as de Game of Thrones parecerem dois bêbados lutando do lado de fora de um bar”.

“Algumas das coreografias de ação e de lutas de espadas de The Witcher são algumas das melhores que me lembro em uma série de espadas/feitiçaria e fantasia em anos”.

Assiata ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

11 Originais Disney+ IMPERDÍVEIS pra você assistir agora, mais uma dica bônus!

O Disney+ chegou com muitas novidades, mas se você ainda não sabe o que assistir, a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes separou 11 dicas imperdíveis – e mais um bônus, pra você poder conferir na plataforma!

O streaming Disney+ foi lançado no Brasil em 17 de novembro e conta com mais de cinco mil episódios de séries do Disney Channel, além de diversos conteúdos clássicos do estúdio, bem como títulos originais produzidos exclusivamente para o serviço.

‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’: Especial natalino ganha imagens oficiais; Confira!

O especial natalino da comédia musical ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist‘ (Zoey’s Extraordinary Playlist), intitulado ‘Zoey’s Extraordinary Christmas‘, ganhou duas novas imagens oficiais.

Confira:

Zoey’s Extraordinary Christmas
Jane Levy, Skylar Astin
CR: The Roku Channel
Zoey’s Extraordinary Christmas
CR: Roku

Vale lembrara que a produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (01) na plataforma Roku. O especial ainda não possui data de lançamento no Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco contará com o retorno de Jane Levy (Zoey), Skylar Astin (Max) Alex Newell (Mo), John Clarence Stewart (Simon), Andrew Leeds (David), Alice Lee (Emily), Michael Thomas Grant (Leif), Kapil Talwalkar (Tobin), Mary Steenburgen (Maggie), Peter Gallagher (Mitch) e Bernadette Peters (Deb).

Vale lembrar que, caso o filme se saia bem na plataforma de streaming, há possibilidade do Roku encomendar episódios adicionais da série.

A série foi criada por Austin Winsberg.

A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.

O elenco conta com Jane Levy, Skylar Astin, Peter Gallagher, Alex Newell, John Clarence Stewart e Mary Steenburgen.

Geezer Butler, baixista do Black Sabbath, escreve emocionante tributo a Ozzy Osbourne: “O Príncipe da Risada”

Em um comovente ensaio publicado pelo The Times U.K., o baixista do Black Sabbath, Terence “Geezer” Butler, relembrou sua amizade de mais de meio século com Ozzy Osbourne, falecido no último dia 22 de julho, aos 76 anos.

O texto, carregado de memórias e emoção, destaca o reencontro final da formação original do Black Sabbath e reflete sobre a verdadeira essência do icônico vocalista, a quem Butler chama de “Príncipe da Risada”.

No dia 5 de julho, a formação clássica do Black SabbathOzzy Osbourne, Geezer Butler, Tony Iommi e Bill Ward — subiu junta ao palco pela última vez em Aston, Birmingham, cidade natal da banda, durante o show beneficente Back to the Beginning.

A apresentação, que atraiu 40 mil fãs ao Villa Park e contou com participações gravadas de nomes como Dolly Parton e Elton John, foi conduzida por Jason Momoa, fã confesso do grupo. O evento arrecadou cerca de 200 milhões de dólares, revertidos para instituições como a Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorns Children’s Hospice, em apoio à luta de Ozzy contra o Parkinson, diagnosticado em 2019.

E em sua carta de despedida ao amigo de longa data, Butler descreveu com franqueza os ensaios que precederam o show:

“Eu sabia que ele não estava bem de saúde, mas não estava preparado para ver o quanto estava fragilizado. Ele foi ajudado por dois assistentes e uma enfermeira e usava uma bengala — sendo o Ozzy, claro que era preta com pedras preciosas. Ele cantava sentado e se cansava depois de seis ou sete músicas. Quase não falava, diferente do Ozzy de antigamente. Mas seguimos adiante”.

Apesar da visível fragilidade, o grupo conseguiu preparar o espetáculo final, que, como Butler destaca, “foi um presente para os fãs e uma despedida à altura”.

No ensaio, Butler compartilha memórias de quando conheceu Ozzy nas ruas de Birmingham, ainda nos anos 1960, descrevendo o contraste entre os dois:

“Eu com cabelo longo de hippie, ele com corte curto e terno de mod. Completos opostos. Nunca imaginei que, em um ano, formaríamos uma das maiores bandas do mundo.”

Ele também descreve os bastidores da formação do Black Sabbath, incluindo o primeiro show — que terminou em briga — e a irmandade que se formou entre os integrantes.

Ozzy podia parecer um selvagem, mas tinha um coração de ouro. Quando meu filho nasceu com um problema cardíaco, ele me ligava todos os dias para saber como eu estava, mesmo sem falarmos há mais de um ano.”

Encerrando o texto, Butler presta sua homenagem final:

“Ninguém sabia que ele nos deixaria pouco mais de duas semanas depois do show. Mas sou imensamente grato por termos tocado juntos uma última vez. Foi uma noite mágica. A energia do público, dos colegas músicos, de todos. Sou privilegiado por ter vivido ao lado dele. Foram 57 anos de amizade que não cabem em algumas páginas. Deus te abençoe, Oz. Foi uma grande jornada. Te amo!”

O legado de uma lenda
Ozzy Osbourne deixa um legado imortal como fundador do heavy metal, artista solo e ícone da cultura pop. A notícia de sua morte foi amplamente lamentada por artistas como Metallica, Pearl Jam, Billy Idol, John, entre outros.

Mais do que o Príncipe das Trevas, para quem o conhecia de perto, Ozzy sempre foi o Príncipe da Risada — um showman irreverente, generoso e inesquecível.

‘Os Novos Mutantes’: Filme foi adiado para ficar “ainda mais assustador”

A Fox pegou todos de surpresa ao adiar Os Novos Mutantes‘ em 10 meses. O filme chega aos cinemas agora em 22 de fevereiro de 2019. Porém, os sites The Wrap e Tracking Board estão relatando que, fontes internas ligadas à produção, alegam que o adiamento foi “positivo”, visando deixar a adaptação “ainda mais assustadora”.

“Uma fonte interna disse que o adiamento está sendo feito porque o filme não é assustador o suficiente”, afirmou The Wrap.

Do mesmo modo, relatou o Tracking Board:

“Os boatos são que, após a sessão teste, o filme foi considerado bom mas não é ótimo. Então o estúdio decidiu realmente abraçar os elementos de terror e reforçar os sustos, visando o sucessos que ‘It’ e ‘Corra!’ fizeram no ano passado”.

Só nos resta esperar para ver o resultado.

De acordo com o Hollywood Reporter, as mudanças de data servem para que os filmes do universo dos X-Men não compitam entre si nas bilheterias de alguns países.

Novas informações devem sair em breve.

Alice Braga será Dra. Cecilia Reyes, uma médica que possui a habilidade de gerar um campo protetor ao seu redor.

Vale lembrar que ‘X-Men: Os Novos Mutantes’ será um filme de terror, segundo o diretor.

Na trama, cinco jovens mutantes começam a descobrir melhor suas habilidades enquanto são mantidos em uma instalação secreta contra a sua vontade. Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) será a Magia; Maisie Williams (‘Game of Thrones’) viverá Lupina; Charlie Heaton será Míssil e o brasileiro Henry Zaga viverá o Mancha Solar.

Blu Hunt, que participou de alguns episódios de ‘The Originals’, será Miragem –  uma nativa americana que é capaz de criar ilusões a partir dos sonhos das outras pessoas. Ela, inclusive, é tida como uma das personagens principais da narrativa.

Diretor revela que roteiro de ‘X-Men: Novos Mutantes’ está pronto

O filme será inspirado no arco Urso Místico das HQs – umas das primeiras histórias da equipe, que está entre a mais aclamada pelos fãs dos mutantes.

A direção é de Josh Boone. Simon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos ‘Os Novos Mutantes‘.

‘The Batman’: Saiba quando começam as filmagens!

Segundo novas informações do Deadline, o problemático The Batman acabou de ganhar mais uma atualização.

O filme, na verdade, funcionará como um reboot para o personagem dentro do Universo da DC e terá um novo ator para interpretar o herói no lugar de Ben Affleck, que não deve mesmo retornar.

As filmagens devem começar em abril de 2019, de acordo com uma reportagem da Forbes.

Além disso, novos rumores indicam que o roteiro de Matt Reeves pede alguém “mais jovem, mais magro, mais ágil e mais intenso” para viver o herói. Vale lembrar também que desde o ano passado o próprio Ben Affleck já não estava mais tão empolgado com o filme.

Nada foi oficialmente confirmado. Novas informações devem sair em breve.

A DC Films já tem outros projetos em desenvolvimento no momento, como Mulher-Maravilha 1984’, ‘The Flash e o longa solo do Coringa, sem falar nas gravações de Shazam!’, em andamento no momento. Sendo assim, faz sentido o filme do herói ficar para após isso.

Originalmente, o roteiro estava sendo escrito por Ben Affleck e Geoff Johns, porém, Reeves havia descartado e decidiu começar do zero.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções.

Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas em 2020 ou 2021.

‘The Batman’: “Quero encontrar uma forma graciosa e legal de sair”, comenta Ben Affleck; Saiba mais!

WandaVision | Monica Rambeau e o futuro do Universo Cinematográfico Marvel

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o quarto episódio de WandaVision, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

Introduzida em WandaVision como “Geraldine”, a atriz Teyonah Parris já havia sido anunciada como a intérprete da personagem Monica Rambeau antes mesmo do início da série. Após os eventos do terceiro episódio do seriado, a “Geraldine” saiu da realidade de Wanda (Elizabeth Olsen) e agora, no quarto episódio, ela enfim recobrou a consciência e se lembrou de sua verdadeira  identidade. Ela já havia aparecido anteriormente no filme da Capitã Marvel (2019). Como o longa é ambientado nos anos 1990, ela era apenas uma criança que sonhava em ir para o espaço, assim como a mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch). Porém, ela foi “blipada” por Thanos (Josh Brolin) em 2018 e voltou à vida em 2023, por conta dos eventos de Vingadores: Ultimato (2019). Trabalhando como agente da E.S.P.A.D.A., organização fundada por Maria Rambeau para monitorar atividades espaciais na Terra, ela acaba sendo enviada em missão para investigar os casos estranhos de uma cidade de Nova Jersey e termina se envolvendo na trama psicótica de Wanda. Nos quadrinhos, ela é a Capitã Marvel original, mas passa a adotar nomes diferentes ao longo dos anos, incluindo Fóton, o codinome de sua mãe na Força Aérea. Curiosamente ou não, a origem de seus poderes também envolve uma trama multidimensional. Em outras palavras: a presença dela na série pode mesmo indicar que estamos assistindo ao surgimento de uma nova heroína do Universo Cinematográfico Marvel.

A pequena Monica fez sua estreia em Capitã Marvel (2019).

Criada por Roger Stern e John Romita Jr, Monica Rambeau foi a primeira super-heroína negra a fazer parte dos Vingadores. Ela streou em The Amazing Spider Man Annual #16 (1982) e tomou conta do quadrinho, chegando a transformar o Homem-Aranha em um coadjuvante de sua própria história. Sem qualquer tipo de ligação com o Capitão Mar-Vell ou Carol Danvers, Monica era membro da Guarda Costeira de Nova Orleans, quando partiu em missão para ajudar um velho amigo da família a impedir que o Ditador sul-americano Ernesto Ramírez usasse seu gerador de energia extra dimensional para atacar os EUA. O plano era recuperar oprotótipo, mas durante a luta, o cientista Felipe Picaro ativou a máquina e eles se viram obrigados a destruí-la. O gerador acabou lançando seus raios de energia extra dimensional, que atingiram Monica. Com a rajada, a Tenente da Guarda Costeira ganhou a capacidade de absorver e transformar seu corpo em qualquer tipo de energia, dando a ela o status de Ameaça tipo Alpha.

Em sua primeira aparição nos quadrinhos, ela vai até Nova York pedir a ajuda do Quarteto Fantástico para ajudá-la a se livrar do excesso de energia que ameaça sua vida. No caminho, ela encontra com o Homem-Aranha, que apanha feio e passa a segui-la. Chegando ao Edifício Baxter, o Coisa a encaminha até a Mansão dos Vingadores, onde Tony Stark precisa descobrir um meio de ajudá-la antes que alguma tragédia aconteça. Diante de uma criatura tão poderosa, os Vingadores a convidam para ser um tipo de Trainee. Supervisionada pela Vespa e pelo Capitão América, Monica domina seus poderes, se junta ao time principal e chega a liderar Os Heróis Mais Poderosos da Terra algumas vezes.

Com seu visual dos quadrinhos baseado na Sex Symbol Pam Grier, a Geraldine/ Monica de WandaVision presta uma homenagem à atriz, usando alguns figurinos que remetem a Pam. Ainda sem demonstrar nenhum dos poderes da personagem nas HQs (voar, se mover à velocidade da luz, ficar intangível, invisibilidade e manipular de energia), a personagem é “apenas” uma agente especial da E.S.P.A.D.A. No entanto, como ela foi enviada para investigar o caso de Wanda, que está manipulando essa dimensão, não será exatamente uma surpresa caso ela ganhe seus poderes até o final da série. Caso isso aconteça, é interessante lembrar que temos uma série da Miss Marvel em produção, o que pode indicar uma participação da personagem na série e nos futuros filmes do MCU, fazendo tipo um “CapitãMarvelVerso“.

Apesar de ter surgido como Capitã Marvel nos quadrinhos, Monica Rambeau acabou passando o nome para Carol Danvers, que, na época, até existia, mas adotava o nome de Binária. O nome “Capitã Marvel” foi uma manobra para que a Marvel Comics pudesse manter os direitos autorais sobre o nome “Captain Marvel“. Como o Capitão Marvel havia morrido no clássico A Morte do Capitão Marvel  a Casa das Ideias teve de criar uma nova heroína para não perder o nome. Porém, com o passar dos anos, Monica já adotou diversos nomes. Além de Capitã Marvel, ela também já foi a Fóton, a Pulsar e, atualmente, nos quadrinhos, atende pelo nome de Espectro. Mas é aquela história, né? O filme e a série deram bastante destaque ao codinome da mãe de Monica, Maria Rambeau, ser Fóton. Então é provável que, caso ela ganhe seus poderes, adote o codinome de Fóton no futuro do MCU.

Os novos episódios de WandaVision estreiam toda sexta-feira no Disney+.

Crítica | A Escavação – Netflix constrói uma versão sonolenta e vazia de história real britânica

Um país que investe na cultura tem a opção de fazer filmes bons e ruins, produzir longas de diversos gêneros, para diversos públicos e com todo tipo de orçamento. Ou seja, quando se investe, dá até para se dar ao luxo de errar. Acima de tudo isso, dá para semear, através dos filmes, a construção do orgulho nacional: filmes que retratem diversos episódios da história de um país, de modo a, a longo prazo, gerar um espectador orgulhoso do próprio país. Através desse tipo de investimento é que é possível produzir, por exemplo, um filme como ‘A Escavação’, nova aposta na plataforma da Netflix.

Edith Pretty (Carey Mulligan) é uma viúva rica que, antes do marido morrer, comprou um terreno em Ipswich, no qual havia curiosos montes, os quais ela pretendia escavar para saber o que tinha dentro. Para isso, ela contrata os serviços de Basil Brown (Ralph Fiennes), um “escavador”, como ele mesmo diz, ou seja, um homem que possui lógica e força bruta para esburacar, mas não tem a técnica. Então, a notícia da descoberta de um item arqueológico se espalha e o pessoal do museu de Ipswich e do Museu Britânico crescem o olho sobre o achado, enviando imediatamente suas próprias equipes de arqueólogos, cujas técnicas e conhecimentos científicos entram em choque com a experiência de campo do sr. Brown.

Baseado no romance de John Preston, a bem da verdade o filme ‘A Escavação’ não tem história. É quase como se o argumento de Moira Buffini tentasse responder à pergunta: como posso criar um enredo sobre a peça mais importante em exibição no Museu Britânico? Porque, sinceramente, a história de uma mulher rica que contrata um homem para escavar no seu quintal de fato não oferece muita coisa ao espectador, mesmo que esse episódio se passe às vésperas da II Guerra Mundial. Tanto é verdade que, a partir do momento em que o tal grupo de arqueólogos chega, a trama dos protagonistas literalmente vai para segundo plano, e o filme passa a acompanhar os dramas vividos por Peggy (Lilly James), única mulher do grupo de pesquisadores, casada com Stuart (Ben Chaplin), que não demonstra nenhum interesse por ela.

Não bastasse a falta de recheio, a produção de ‘A Escavação’ optou por elencar uma atriz de trinta e poucos anos para o papel principal de uma personagem que, na vida real, tinha cinquenta e três quando tudo aconteceu. Além de sinalizar o desmérito por atrizes mais velhas, a produção reforça a imposição do padrão da juventude eterna para as atrizes, ainda que isso cause confusão na própria trama – em determinado momento, ao explicar a história de Edith Pretty, uma personagem conta que ela tinha dezessete anos quando conheceu o noivo mas declinou o pedido porque precisava cuidar do pai, de quem cuidou pelos dez anos seguintes; então, casou-se com o noivo, com quem ficou por mais quinze anos, sendo que Edith tem um filho de cerca de dez anos… essa conta não bate com um personagem que aparenta ter trinta anos.

A Escavação’ é desses filmes para afofar o orgulho britânico, que joga luz sobre um episódio importante para a cultura daquele país mas que, de fato, não entretém nem oferece reflexão. Uma grande e vazia produção.