‘Baywatch‘ foi uma série televisiva norte-americana sobre salva-vidas de Los Angeles que patrulham as mais lotadas praias de Los Angeles, Califórnia. A série durou de 1989 até 1999.
Segundo o Livro Guinness de Recordes Mundiais, ‘Baywatch‘ foi o seriado de TV mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países no ano de 1996.
O site pornô XHamster anunciou que gostaria de financiar a TERCEIRA TEMPORADA de ‘Sense8‘, e enviou uma carta aberta às irmãs Wachowskis!
Confira:
“Queridas Lana e Lilly,
Nós recentemente vimos que vocês estão trabalhando na terceira temporada de Sense8, mas a Netflix não tem planos para renovar a série. Nós sabemos não é convencional, mas nós queremos trazer a série de volta… aqui no xHamster.
Nós não estamos falando de uma paródia ou algo parecido, mas de um revival da série de verdade.
Desde que lemos a respeito do cancelamento, nós estivemos pensando se poderiamos fazer algo. Enquanto estamos felizes que a Netflix decidiu dar um final pra série, antes de vocês concluirem a história, nós queremos que vocês considerem outra opção: deixem que xHamster produza a série.
Ouça-nos!
O xHamster atualmente é um dos mais acessados da internet. Nós temos mais visitantes diariamente que o New York Times, EPSN e o Daily Mail. Em resumo, nós temos o que é preciso.
Diferente da Netflix, vocês não estariam competindo para ser parte de um orçamento de produção – seria de vocês.
Nós também temos disposição. Nós sabemos que a série é tem uma perversidade poliforme que é dificil de vender em um lugar popular como a Netflix. Nós não temos essas limitações, e nós também entendemos implicitamente a interligação das sexualidades além dos limites. Resumindo, nós somos nós.
O xHamster tem uma longa história de luta a favor dos direitos de discurso sexual e sexualidade não-normativa. Em adição nós permitimos que bilhões de usuários se conectem com suas articulações individuais de gênero e sexualidade, nós continuamos a usar nossa audiência para falar contra as repressivas leis anti-LGBTQ nos EUA e além, e a favor de educação sexual em escolas publicas, paternidade planejada e direitos dos trabalhadores sexuais.
Nós gostariamos de marcar um encontro e ver se podemos fazer algo pelo futuro de Sense8. Nós sabemos que somos uma casa improvável. Mas há cinco anos, as pessoas riram da ideia de que a Netflix poderia produzir uma série original. Nós achamos que a nossa hora, assim como a sua, chegou.”
Sinceramente,
Alex Hawkins
Vice Presidente do xHamster.”
O especial de duas horas de ‘Sense 8’, que também marca a despedida final do elenco e da trama, quase não aconteceu.
A informação foi revelado por Ted Sarandos, o chefe de conteúdos da Netflix.
Em sua entrevista recente para a capa da revista Variety, ele revelou que a princípio, a ideia teria sido rejeitada por Lana Wachowski.
Segundo ele:
“Inicialmente ela havia recusado a proposta. Ela gostaria de ter seguido adiante, mas não estava tão empolgada assim com a ideia de fazer um episódio final de duas horas. O que a ajudou a mudar de ideia foi o clamor dos fãs. Isso fez com que seu desejo de fazer um final definitivo aumentasse bastante”.
Para comemorar o episódio especial de 2 horas que encerrará a jornada de ‘Sense8′, Lana Wachowski, o elenco da série e a Netflix liberaram um vídeo de 15 minutos para agradecer aos fãs por todo o carinho ao redor do projeto.
Nos 45 segundos do segundo tempo de 2017, eis que a Netflix disponibiliza em seu catálogo uma das melhores séries do ano, se não a melhor série do ano, ‘La Casa de Papel‘, que consegue roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola foi lançada em maio desde ano e originalmente tem um total de 15 episódios, porém, a Netflix transformou os 9 primeiros episódios em 13 que contemplam assim a primeira temporada.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta 8 criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente brilhante.
Tudo é contrato através da narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Ao lado de outros seis ladrões de personalidades bem distintas, eles entram na casa da moeda e fazem 60 reféns enquanto executam o plano do professor e roubam 2,4 bilhões de Euros.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa ainda mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica em uma atuação sensacional.
Criada por Álex Pina, ‘La Casa de Papel‘ tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já está se tornando um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu.
Vale lembrar que ainda faltam seis episódios a serem adicionados ao catálogo, que ainda estão sendo exibidos na TV espanhola.
Minha nota para La Casa de Papel é 10. De tirar o chapéu. Não perca!
A produção de ‘Coringa’ está a todo vapor, e o JustJared divulgou a primeira imagem de Brett Cullen interpretando Thomas Wayne.
Confira:
A estreia de ‘Coringa’ será dia 3 de outubro de 2019.
A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.
O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.
Desde 2016, Dwayne ‘The Rock’ Johnson e Vin Diesel vinham discutindo após uma briga nos bastidores de ‘Velozes e Furiosos 8‘, mas os astros finalmente se entenderam.
Em um post no Instagram, Johnson comemorou o sucesso de ‘Hobbs & Shaw‘ e elogiou o colega de elenco, além de revelar que estará de volta no último filme da saga ‘Velozes e Furiosos’.
“Eu só quero agradecer a todos da equipe. Vocês fizeram de ‘Hobbs & Shaw‘ um enorme sucesso global, expandindo o universo de ‘Velozes e Furiosos‘. E por último, mas não menos importante, quero agradecer ao irmão Vin por seu apoio ao filme. […] E, é claro, todas as estradas nos conectam… Vejo você em breve, Toretto.”, disse Johnson.
O último filme pode ser dividido em DUAS partes, revelou Vin Diesel em entrevista à revista Total Film:
“A conclusão da saga será épica, e seria muito legal para os fãs dividi-la em Parte 1 e 2”, afirmou.
Além disso, o derivado ‘Hobbs & Shaw‘ também vai ganhar sequências – saiba mais!
Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
O elenco conta com Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris Bridges, Nathalie Emmanuel, CharlizeTheron, Helen Mirren, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, e Vinnie Bennet.
Segundo o jornalista John Campea, que escrevia para o Collider, o roteirista e diretorJoss Whedon está novamente em negociações para voltar para a Marvel Studios e desenvolver o reboot de ‘Quarteto Fantástico‘.
Whedon dirigiu os dois primeiros filmes da franquia ‘Os Vingadores‘ e depois assinou contrato com a Warner para finalizar ‘Liga da Justiça‘, sendo creditado apenas como roteirista.
Mais detalhes não foram revelados.
Até então, o preferido para assumir a direção era John Krasinski, astro de ‘Um Lugar Silencioso’ e ‘Jack Ryan‘.
Lembrando que o ‘Quarteto Fantástico‘ será readaptado para os cinemas em breve, junto com os ‘X-Men‘, já que a Disney adquiriu os direitos de imagem sobre os personagens da Fox.
‘Quarteto Fantástico‘ foi adaptado para o cinema pela última vez em 2015, estrelando Michael B. Jordan (Tocha Humana), Kate Mara (Mulher Invisível), Miles Teller (Senhor Fantástico), e Jamie Bell (Coisa).
Dirigido por Josh Trank, o longa foi uma decepção de crítica e público, arrecadando apenas US$ 167 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.
Durante sua mais recente entrevista para a GQ, John Boyega detonou a Disney e acusou o estúdio de racismo por marginalizar personagens negros e asiáticos na atual trilogia de ‘Star Wars‘.
No entanto, o astro fez questão de defender J.J. Abrams, diretor de ‘O Despertar da Força‘ (2017) e ‘A Ascensão Skywalker‘ (2019).
Boyega elogiou o trabalho de Abrams e disse que ele fez o possível para salvar a trilogia, apesar das interferências dos executivos da Disney.
“Alguns fãs da saga são muito violentos [sobre o que dizem]. J.J. [Abrams] recebeu várias críticas, mas ninguém imagina como ele tentou salvar a trilogia. As pessoas devem deixar meu garoto em paz. Sabe como é trabalhar para fazer algo legal para os fãs e tomar cortes do próprio estúdio? A verdade é que ele nem deveria ter voltado [para a função de diretor] e carregar essa droga toda nas costas.”
Para quem não sabe, Abrams assumiu o cargo de diretor do desfecho da saga às pressas depois que Colin Trevorrow foi afastado da produção.
Anteriormente, Boyega já havia reclamado sobre os insultos que os membros da produção continuam recebendo do fandom de ‘Star Wars‘.
Em seu perfil do Twitter, o astro perdeu a paciência e mandou uma mensagem bem direta aos fãs mais tóxicos.
“Os fãs tóxicos de ‘Star Wars‘ continuam me mencionando nas redes sociais. Senhor. Devo ser franco? Eu não dou a mínima para vocês.”
No ano passado, o astro confirmou ao Comic Book que não tem interesse em retornar à franquia.
“Estou pronto para uma vida além de ‘Star Wars‘. É meio triste por causa das conexões que fiz nos bastidores, conheci pessoas incríveis e importantes para minha vida, especialmente o Oscar [Isaac] e a Daisy [Ridley]. Mas acredito que nossa amizade vai crescer no mundo real.”
Infelizmente, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).
E você, o que achou do desfecho da saga Skywalker?
A Amazon revelou hoje que a 3ª temporada da série ‘Hanna‘ será a última. O motivo não foi revelado.
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 24 de novembro.
Assista ao trailer:
A série foi criada por David Farr, o corroteirista do longa-metragem.
Hanna não é uma garota comum. Criada por seu pai, um ex-agente da CIA no ponto mais remoto da Finlândia; ela tem a força, a resistência e o instinto aguçado de um soldado. Sua educação e treinamento têm o mesmo objetivo, tudo conspira para fazer dela a assassina perfeita. O momento decisivo da sua adolescência é muito intenso: enviada por seu pai para cumprir uma missão, Hanna viaja escondida pelo norte da África e pela Europa iludindo agentes secretos e assassinos clandestinos que se reportam a uma espiã implacável que esconde segredos sobre ela mesma. Quanto mais próxima de seu objetivo final, Hanna tem que lidar não só com inimigos poderosos, mas também precisa enfrentar revelações alarmantes sobre sua própria existência.
O aguardado live-action‘A Pequena Sereia’ ganhou seu primeiro e apaixonante teaser trailer divulgado durante aDisney D23, que contou com a presença do nosso editor-chefe Renato Marafon.
Como já era de se esperar, o vídeo se tornou alvo do comentário e ódio de pessoas racistas e preconceituosas.
O vídeo chegou a 1,1 milhão de DISLIKES, enquanto teve apenas 324 mil curtidas.
Além disso, o número de views no canal Disney não chegou a 10 milhões. Em comparação a esse trailer, ‘Invasão Secreta‘ teve quase 13 milhões de visualizações.
A nova adaptação da clássica história já vinha sofrendo com ataques de pessoas mais conservadoras por trazer Halle Bailey, uma menina negra, interpretando Ariel. Agora, a divulgação do trailer atraiu uma enxurrada de deslikes e de comentários maldosos, que rasgam palavras depreciadoras para a atriz e cantora pelo fato dela ser negra e pelo fato de não terem escalado uma pessoa branca para viver a sereia.
Confira:
O trailer do aguardado live-action #APequenaSereia chegou a 1,1 milhão de DISLIKES, enquanto teve apenas 284 mil curtidas.
A nova adaptação da clássica história já vinha sofrendo com ataques de pessoas mais “conservadoras” por trazer uma menina negra, Halle Bailey, como Ariel. pic.twitter.com/DVCXjkWGQA
Alguns internautas inclusive tentaram justificar comentários preconceituosos dizendo que a escalação de Bailey descaracteriza a personagem original da Casa Mouse, enquanto outros vêm dizendo que a representatividade está acabando com os clássicos.
Vejo nada de errado em as pessoas se incomodarem por não ser algo fiel ao original, eu mesmo não me incomodo por não ser fiel, pra mim vale muito mais a atuação, os diálogos e como o roteiro é executado, mas tem quem ligue, é o direito da pessoa, se mudasse um personagem negro +
Não vejo isso como racismo, vejo como o que já disse outras vezes:
Os “Clássicos Disney” não são “clássicos” atoa.
Não dá pra mudar características de un clássico e esperar que todo mundo goste. ++
o pessoal não entende que isso não é racismo , e sim uma descaracterização de um personagem, não existem pessoas negras ruivas (naturais) , a Ariel sempre vai ser branca e ruiva , tem a Tiana que é negra vcs concordariam se eles colocassem uma personagem branca?
Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 26 de maio de 2023.
A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).
As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.
O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay(‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.
O vencedor do OscarJavier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. Zendaya, Keke Palmer e Chloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
Som da Liberdade (Sound of Freedom) finalmente será lançado nos cinemas nacionais, e explicamos no vídeo abaixo POR QUE ele é o filme mais polêmico do ano.
A estreia foi agendada para o dia 21 de Setembro.
Assista:
Silenciosamente e com o apoio de um financiamento coletivo, Som da Liberdade (Sound of Freedom) chegou a 2.852 salas de cinema dos Estados Unidos em meio ao quente verão do hemisfério norte. Disputando a atenção do público ao lado de blockbusters como Flash e Indiana Jones, o longa trazia à luz do projetor um dos assuntos mais controversos e evitados por Hollywood: O tráfico sexual de crianças.
Faturando mais de US$19 milhões em seu fim de semana de abertura, desbancando Indiana Jones e o Chamado do Destinoda liderança no feriado de quatro de julho, o longa se tornou um sucesso instantâneo, mesmo sem qualquer investimento de marketing. Com um orçamento de US$14 milhões e pronto desde 2018, Sound of Freedom (dirigido por Alejandro Monteverde) pelejou para chegar às telonas e hoje colhe os frutos de seu trabalho, surpreendendo e encantando a muitos, enquanto indigna tantos outros.
E após décadas operando distante dos holofotes da grande mídia, o ex-agente da CIA e de Homeland, Tim Ballard, se tornou um dos assuntos mais comentados dentro e fora de seu país, com uma de suas missões de resgate sendo o foco da trama, que traz Jim Caviezel (A Paixão de Cristo) como o protagonista.
E sob o escrutínio de uma imprensa tendenciosa que tenta politizar e diminuir um trabalho fundamental que nada tem a ver com direita ou esquerda, Sound of Freedom surge como um unicórnio em uma indústria cinematográfica cansada – que salvo exceções -, tem pelejado para emplacar grandes sucessos de bilheteria, ainda que se apoie em reboots, remakes, adaptações de quadrinhos e sequências de grandes marcas.
Mas porque o filme foi engavetado?
Originalmente, a 20th Century Fox seria a responsável pela distribuição do longa, que tinha lançamento pré-agendado para 2019, mesmo ano em que a Disney Company posteriormente oficializaria a aquisição da empresa.
Com a compra do estúdio, os executivos da Casa do Mickey decidiram avaliar todos os projetos já engatilhados, finalizados e com lançamentos programados, a fim de filtrar quais produções seriam viáveis para chegar ao público. Nesse processo, Sound of Freedom e outros longas foram descartados. Especula-se que a delicada temática de tráfico de crianças tenha afugentado a Disney, que não queria ter seu nome associado ao assunto.
Sem o apoio da Disney, os produtores foram atrás de outros estúdios. Após anos de rejeição, a pequena produtora Angel Studios decide comprar os direitos de distribuição em 2023, realizando um crowdfunding para arcar com os custos de lançamento. Com a ajuda de sete mil apoiadores, a empresa conseguiu levantar US$ 5 milhões.
Mas e aí, quem é Tim Ballard?
Formado em Política Internacional e fluente em espanhol, Ballard iniciou sua carreira como agente federal na tragédia do 11 de Setembro, no Centro de Operações da CIA, período em que também estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ele atuou como agente especial e infiltrado no Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional) operando na fronteira, rastreando traficantes de crianças e pessoas que exploravam menores de idade através da produção de material pornográfico.
Em 2006, com algumas mudanças na lei dos Estados Unidos, os agentes foram autorizados a cruzar as fronteiras para resgatar crianças que estavam sendo vítimas de abusadores americanos, ainda que os crimes não acontecessem em território nacional. Isso permitiu que Tim realizasse operações de resgate in loco, ajudando a combater o tráfico sexual de menores em uma escala mais ampla e eficaz. Anos depois, ele deixaria o serviço secreto para expandir seu trabalho em uma escala global.
E em uma entrevista recente ao psicólogo Jordan Peterson, Ballard revelou como se deu sua saída de Homeland e o que o motivou a expandir seu trabalho contra o tráfico sexual de crianças:
“Eu estava ficando atormentado, porque se eu não conseguisse achar alguma conexão com os Estados Unidos, se o caso não envolvesse uma criança americana ou um pedófilo americano, eu teria que voltar para casa. Mas a questão é que eu já havia sido exposto àquelas crianças, já havia sido exposto ao problema e isso sempre me deixava em conflito. E então, em 2012, eu me cansei de um caso específico e acabei indo mais longe do que deveria. […] Foi aí que tive uma conversa drástica com a minha esposa e disse: ‘se eu ficar aqui e completar essa operação, com ou sem meu distintivo – isso já não importava naquele momento -, eu vou conseguir fazer o trabalho e salvar crianças. Mas eu perderei meu emprego e temos seis filhos’. Isso foi um dilema moral que jamais vivi na vida”.
Com o apoio de sua esposa, Tim deixou o Departamento de Segurança Nacional e criou a Operation Underground Railroad, que trabalha em parceria com autoridades locais e realiza operações de resgate ao redor do mundo. Desde sua fundação, mais de 4.000 missões foram realizadas, resultando em mais de 6.500 prisões e 6.000 pessoas resgatadas.
Tim conspiracionista e as teorias preguiçosas
2022-06-08 18:35:52 AMSTERDAM – Tim Ballard (Founder Operation Underground Railroad) during the press conference about the arrest of Nelson M. M. from Lelystad was a member of the banned pedophile association Martijn and was previously arrested in Mexico City. ANP ROBIN VAN LONKHUIJSEN netherlands out – belgium out (Photo by ROBIN VAN LONKHUIJSEN / ANP MAG / ANP via AFP)
Ao falar abertamente sobre a existência de uma extensa rede de tráfico sexual infantil, Tim Ballard foi rapidamente taxado como conspiracionista, sob alegações de que embora o crime exista, ele não teria uma dimensão tão grande. Sem qualquer tipo de comprovação e escorada em suposições políticas preguiçosas e porcamente checadas, as acusações não provadas tentam desmerecer o trabalho do ex-agente, à medida em que busca descredibilizar o longa. Para rebater as alegações, ele afirma que sua equipe registra todas as operações de resgate em vídeo. As missões também são abertas para jornalistas que queiram acompanhar de perto e fazer coberturas completas dos casos, segundo o próprio Ballard.
Vale lembrar que, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), estima-se que a exploração sexual ligada ao tráfico de pessoas movimente cerca de US$32 bilhões, sendo a terceira atividade ilícita mais rentável do mundo. A prática ainda aparece no ranking de negócios ilícitos que mais se expandiram no século 21, ficando atrás apenas do tráfico de drogas e de armas.
Mas a pergunta que não quer calar: Seria Tim um adepto da teoria extremista QAnon?
Segundo o Wikipedia, “a teoria alega haver uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump e os seus apoiadores, durante o seu mandato. A conspiração teria sido engendrada com base num plano secreto do denominado Estado Profundo”. Supostamente, os membros da QAnon seriam adeptos ao consumo do sangue de crianças, como uma fonte da juventude.
Ao ser questionado a respeito do assunto pelo psicólogo Jordan Peterson, Ballard foi categórico ao negar qualquer envolvimento:
“Há anos nós temos condenado a maioria do que vemos ser teorias da conspiração. Eles gostam de me vincular ao movimento QAnon. Talvez haja alguma verdade lá, mas há muitas mentiras em cima disso. Então o nosso ‘perguntas frequentes’ refutam isso imediatamente, pois é uma tentativa de descreditar o movimento. Eu vou ainda mais longe e acho que algumas pessoas não querem que isso [tráfico sexual infantil] seja de conhecimento público e são responsáveis por algumas das teorias da conspiração para descreditar o movimento. E eles vão longe demais”.
Ao ser abordado sobre a famigerada teoria de que celebridades bebem sangue de crianças como fonte da juventude, Tim desmistificou o assunto e condenou a conexão ao grupo QAnon:
“Existe algo chamado adrenochrome, em que eles tomam sangue de crianças. Eu já expliquei minha experiência com isso no oeste da África e vimos isso em diversas partes do continente africano e é bem real. Nessa doutrina bruxa, eles sequestram essas crianças, tiram seus órgãos, seu sangue e o bebem. Eles tiram as genitálias das crianças e penduram no topo de seus comércios, achando que os deuses das sombras os abençoarão. Essas coisas são reais. Mas quando digo isso, eles conectam a algo que alguém do QAnon falou a respeito de alguma celebridade estar fazendo isso também, mas não há evidência para atestar isso. Eles fazem uma falsa conexão conosco”.
Sucesso de bilheteria…com números inflados?
O estrondoso sucesso de Sound of Freedom se tornou alvo das mais diversas especulações, com alegações de que os números de bilheteria seriam inflados.
Mas de acordo com o Box Office Mojo, O thriller criminal ultrapassou a marca de US$ 124 milhões apenas no mercado doméstico, em apenas 20 dias e duas semanas de exibição nos cinemas americanos. A conquista se torna ainda mais grandiosa, ao considerarmos que o filme está disponível em apenas 3.285 salas.
Um dos aspectos que, certamente, também ajudou a impulsionar a ida do público aos cinemas é a mensagem especial deixada por Jim Caviezel, como uma espécie de cena pós-créditos. No vídeo, o ator e intérprete de Tim Ballard convida a audiência a propagar o filme para mais pessoas, afirmando que as crianças da história são os verdadeiros herois e que o elenco e a equipe de apoio acreditavam tanto no filme, que eles enfrentaram diversas barreiras para chegar aos cinemas.
Ao final do vídeo, Caviezel pediu aos espectadores que pegassem seus celulares e acessassem o site na tela para comprar ingressos para outras pessoas, afirmando que as restrições financeiras não deveriam limitar as pessoas de assistirem ao filme. Essa tática de marketing altamente arriscada, em combinação com diversas aparições de Jim e Tim, fizeram efeito: depois de quase três semanas nos cinemas, Sound of Freedom se tornou o primeiro filme independente a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias na era pós-pandemia, de acordo com a revista Variety.
Em entrevista ao Deadline, o presidente da Sony Pictures, Tom Rothman, confirmou que o longa será a “terceira e última” parcela da franquia.
bro do ano passado, o astro da franquia Tom Hardy já havia usado “The Last Dance” em uma de suas legendas nas redes sociais sobre a produção do filme.
Recentemente, ele também compartilhou uma nova foto dos bastidores sugerindo uma possível conexão do filme com ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.
Nas imagens divulgadas por Tom Hardy, o ator é visto no set de filmagem ao lado de Rothman, da diretora Kelly Marcele do co-presidente da Sony, Sanford Panitch.
Embora à primeira vista pareça uma cena simples, os fãs notaram um detalhe marcante: o ator está vestido exatamente como na cena pós-créditos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, levantando especulações sobre uma possível conexão entre os dois filmes.
Tom Hardy retorna para o novo filme, que ainda contará com Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho’) e Juno Temple (‘Ted Lasso’).
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção.
‘Venom 3‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro. A trama de ‘Venom 3’ ainda não foi divulgada, mas os fãs especulam que o filme explorará as viagens multiversais de Eddie, considerando as cenas pós-créditos de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.
Rumores também tem surgido na internet sobre a participação do astro Andrew Garfield como Peter Parker/Homem-Aranha.
Confira nossa crítica sobre ‘Venom: Tempo de Carnificina’ em vídeo:
A quarta temporada estreia no catálogo dia 20 de Fevereiro.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada pela CBS.
Com a renovação, o reboot irá ultrapassar a quantidade total de iterações da série original – que foi encerrada depois de apenas quatro ciclos.
“‘The Equalizer’, liberada pela incomparável Queen Latifah, tem todos os elementos de um drama poderoso,” declarou Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment. “A série é recheada de suspense, heroísmo, riscos e personagens formidáveis que despertam o interesse dos nossos espectadores. Estamos ansiosos para uma nova temporada dinâmica.”
Criada por Andrew W. Marlowe e Terri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, os quais arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.
A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.
A Cinética Filmes, Buena Vista Internacional e Film Connection Distribuidora anunciam o lançamento do trailer oficial do filme ‘The Fox Sisters‘. Escrito, dirigido e produzido por Wagner de Assis, nome à frente da franquia de sucesso “Nosso Lar”, o longa aborda a trajetória de três irmãs norte-americanas que tiveram um papel fundamental na origem do moderno espiritualismo ocidental. Elas enfrentaram o preconceito dos radicais que as queriam queimadas como bruxas e o descrédito dos cientistas, ao mesmo tempo em que lidavam com os fenômenos totalmente desconhecidos àquela época. A produção será lançada nos cinemas brasileiros no segundo semestre de 2026.
O trailer oferece ao público um vislumbre da atmosfera da super produção, destacando a incompreensão e os conflitos que as irmãs enfrentaram ao vivenciar e disseminar os fenômenos espirituais ao seu redor desde a adolescência. A trama acompanha os eventos históricos iniciados em março de 1848, quando fenômenos inexplicáveis passaram a “assombrar” a casa de fazenda onde as adolescentes Kate e Maggie Fox moravam. Através de batidas nas paredes da casa, elas estabeleceram uma conexão com os espíritos, que passaram a se comunicar com eles.
Com o auxílio da irmã mais velha, Leah, as jovens iniciaram sessões mediúnicas para descortinarem as realidades das outras dimensões. O movimento se expandiu rapidamente e elas começaram a viajar e suas sessões serviram de consolo e apoio às famílias que buscavam notícias de entes queridos já falecidos. Reconhecidas principalmente pelo fenômeno das mesas girantes, amplamente difundido nos Estados Unidos e que migrou para a Europa, as irmãs Fox eram consideradas entre as pessoas mais famosas na segunda metade do século XIX naquele país.
“Esse pioneirismo todo teve um preço alto. Elas tiveram que enfrentar seus próprios medos frente a fenômenos inexplicáveis”, conta o diretor Wagner de Assis.
“Imagine essas jovens na costa Leste dos Estados Unidos, profundamente tradicional, se comunicando com espíritos? Tudo parecia magia ou invenção. Elas foram investigadas ao extremo e ainda sofreram com as dificuldades internas, comuns a uma família assolada por esses fenômenos. Tiveram o peso do preconceito, do medo, de uma sociedade estritamente conservadora. Mesmo assim, viajaram por todo o país com as chamadas “sessões” que lotavam os teatros com o público sedento por conhecê-las, ouvir os espíritos, ver os fenômenos. É um filme de reparação com a realidade dos fatos – porque até hoje não se sabe realmente sobre elas, que eram consideradas uma fraude por muitas fontes. E é também um reconhecimento delas, como pessoas fundamentais para a história do espiritualismo. Além disso, do ponto de vista cinematográfico, é uma história de ascensão e queda de mulheres importantes que a história tentou apagar.”
Baseado em fatos, e em livros que relatam todo o movimento histórico delas, como o recentemente lançado no Brasil “O elo perdido no espiritualismo moderno”, de Leah Fox, o filme conta com um elenco multinacional protagonizado pelas norte-americanas Jamie Hughes (Leah), Sionne Elise (Maggie) e Marie Mchugh (Kate). A produção buscou autenticidade histórica, ambientando a narrativa nos interiores de casarões antigos do Rio de Janeiro e em ruas, fazendas e casarios nos Estados Unidos, com o objetivo de recriar a região rural do século XIX e percorrer três momentos distintos da história: 1858, 1868 e 1888.
Fica difícil saber por onde começar a falar dessa nova comédia com cara, barriga e pernas de global. Com um orçamento na casa dos R$ 6,5 milhões, Até que a Sorte nos Separe 2deve chegar aos cinemas brasileiros na próxima sexta-feira com mais de 700 cópias. Se o número for esse mesmo, provavelmente baterá alguns recordes e se tornará o filme de maior lançamento da história do cinema nacional. A questão é: aonde foi parar a qualidade nesses 6 milhões gastos? O roteiro é pífio, as atuações arrastadas e a direção completamente perdida. Mais uma enorme decepção nacional do gênero comédia.
Gravado no Rio de Janeiro e em Las Vegas, nos Estados Unidos, Até que a Sorte nos Separe 2volta a apresentar ao público as confusões do tijucano Tino e sua família. Dessa vez, o personagem mais sortudo do cinema nacional é salvo de uma eminente falência pela surpreendente herança deixada por um tio de sua esposa. Com R$ 50 Milhões no bolso e com a simples missão de jogar as cinzas do falecido tio meio do Grand Canyon, viaja com sua mulher Jane (Camila Morgado) e seus filhos para Las Vegas onde, novamente, se mete em diversas confusões no cassino do hotel onde está hospedado.
O roteiro é terrível. Bobagens gigantescas, toscas, se misturam com diálogos sem o mínimo de veracidade e repletos de exageros. A overdose de besteiras que vemos nas telonas chega ao seu ápice nas sequências de MMA que só servem mesmo para promover esse esporte – nada violento (sarcasmo) – que por acaso tem preciosos minutos reservados em uma famosa emissora de televisão, que por acaso mais ainda tem uma certa influência neste filme. Por que será?
A petropolitana Camila Morgado (a eterna Olga) tem a fácil missão de substituir a atriz Danielle Winits que por algum motivo não pode reviver a personagem que interpretou no primeiro filme. Isso é o que chamamos de desperdício de talento. Morgado faz de tudo para dar algum oásis à terrível história, porém, não consegue. O personagem de Leandro Hassum (Se Puder… Dirija!), Tino, é um dos mais caricatos e chatos da história do cinema nacional. A atuação do comediante é de dar pena, completamente perdido em cena, exagera de maneira impressionante. Uma boa seria Hassum voltar ao teatro, onde realmente é um dos grandes talentos brasileiros. Fazer cinema não é tão fácil assim e nós cinéfilos não somos pacóvios!
A única coisa de interessante, e rezo para que não tenha sido usado muito dos seis milhões nisso, é a participação especial (bem rápida) de Jerry Lewis. O comediante norte-americano de 89 anos, que ficou famoso já na década de 40 quando formou uma dupla espetacular com Dean Martin, interpreta uma espécie de mensageiro de hotel, talvez uma homenagem a um de seus filmes mais famosos, O Mensageiro Trapalhão (1960). E saibam que Até que a Sorte nos Separe 2 só não ganhou nota zero por conta dessa homenagem.
Lançado ano passado, o primeiro filme levou mais de 3 milhões de espectadores aos cinemas. Essa sequência baterá esse número facilmente. Mas será que é esse tipo de filme que o público quer assistir? Precisamos desligar nossa inteligência durante o pouco mais de 90 minutos de fita e rir de qualquer coisa que apresentam para nós? É justo com quem ama cinema e ainda acredita nas produções nacionais? Com R$ 6,5 Milhões, em vez de bobagens, poderiam dar a chance para dezenas de projetos mais interessantes que certamente existem e estão espalhados pelo nosso país.
Quem nasce lá na Vila, nem sequer vacila! Exibido na Mostra Retratos da última edição do Festival do Rio, o documentário Noel Rosa, um Espírito Circulante busca decifrar curiosidades e histórias desse importante personagem da nossa cultura. Através da sua conhecida vida boêmia, da importância e relevância de muitas das suas mais de 200 canções até hoje e da forte ligação que tinha com um famoso bairro da zona norte do Rio de Janeiro, o trabalho da diretora e roteirista Joana Nin nos leva para um encontro animado entre o antes e o depois.
Fixando-se em um espaço querido por sambistas de todo o país – apresentando para muitos não cariocas o bairro de Vila Isabel – desfilando imagens por suas principais ruas e pontos de encontro, o projeto busca em algumas etapas reconstruir a vivência de outrora, a relação com o samba, e a força do legado que o famoso músico deixou para as futuras gerações. Para isso também conta com lindas interpretações de suas canções através do talento de nomes como: Edu Krieger, Dori Caymmi, Moacyr Luz e Mart’nália.
Crédito Foto: Boulevard Filmes/ Vitrine Filmes
Um dos grandes acertos do projeto é transformar o bairro que nasceu Noel em um personagem. Isso dá muito sentido a tudo que assistimos, apresentando olhares sem precisarem se aprofundar, navegando a favor das memórias e das interpretações de quem seria esse célebre boêmio vindo de uma família de classe média, que estudou no prestigiado Colégio São Bento e frequentou a Faculdade de Medicina. Tudo isso na visão daquela época e no olhar do agora.
Crédito Foto: Boulevard Filmes/ Vitrine Filmes
Conseguindo trilhar nessa narrativa de brilhar os olhos – que ainda não foge do seu discurso em nenhum instante – guiada por animadas entrevistas de sambistas de vários períodos, além de canções marcantes do eterno cria de Vila Isabel, ao longo 71 minutos viajamos confortavelmente pela trajetória de um dos mais impactantes compositores da música brasileira – que faleceu de tuberculose aos 26 anos no final da década de 1930.
Crédito Foto: Boulevard Filmes/ Vitrine Filmes
Noel Rosa, um Espírito Circulante estreia nos cinemas no dia 24 de abril. É uma oportunidade de você conhecer melhor esse meteoro criativo que nos deixou muito cedo mas que nunca cairá no esquecimento.
Vivemos uma era áurea para o audiovisual. Produções voltadas ao entretenimento são mais populares do que nunca. Parte dessa receita de sucesso vem da conversa harmoniosa que o cinema possui hoje com a TV. Antes, mídias distintas e rivais, as duas se unem com a chegada da internet, misturando tudo num caldeirão de possibilidades infinitas. A prova disso é a via de mão dupla de ideias, artistas e produções que transitam da TV para o cinema e vice versa. Seriados como Game of Thronesmostraram que a TV atual não tem nada de pequena, e pode ser inclusive muito maior do que grande parte dos filmes para o cinema.
As mídias se homenageiam, e se no passado tínhamos adaptações de famosos seriados para as telonas (segmento que continua operacional e lucrativo), agora a telinha retribui o carinho adaptando no seu formato obras cinematográficas, vide Westworld e Stranger Things (grande homenagem aos filmes dos anos 1980). Pensando nisso, baseado numa matéria de nossos colegas do Digital Spy, formulamos uma nova lista. Pegando essa ideia e mostrando que nem sempre essa junção funciona bem, reunimos algumas séries de TV baseadas em filmes cultuados, cuja vida foi tão curta que nem chegaram a ser produzidas. Muitas delas você provavelmente nem ouviu falar. Então, não anote no caderninho e tente achar essas preciosidades online (as que existirem) por sua própria conta e risco.
Um Dia a Casa Cai (The Money Pit, 1986)
Clássico da Sessão da Tarde da minha geração, este filme tem produção de ninguém menos que Steven Spielberg e sua Amblin Entertainment (produtora do diretor). Curiosamente, ninguém mais fala na comédia hoje em dia. É bem verdade que o filme não é um dos mais memoráveis nas carreiras do diretor e dos protagonistas Tom Hanks e Shelley Long (então recém-saída do sucesso televisivo Cheers – 1982 a 1993). A trama fala sobre um casal recém-casado e as desventuras que passam para reformar sua grande casa nova. Tentando dar novos ares para a ideia, a rede NBC começou a desenvolver a série baseada no longa, com roteiro escrito por Justin Spitzer (The Office) e produção da Amblin TV, do mesmo Spielberg. Um piloto estava pronto para começar a ser rodado em 2014, mas devido a problemas com o elenco, precisou ser freado. Três anos depois e a série continua estagnada.
Cult por excelência, este suspense com doses sobrenaturais dividiu público e críticos na época de seu lançamento, justamente por não se decidir entre um caminho plausível ou um terror com elementos fantásticos. Seja como for, hoje a produção é venerada como obra cult por novas gerações. Ei, temos muita coisa boa para tirar daqui. Primeiro, Al Pacino tomado na maldade e na surtação máxima. Segundo, um dos primeiros papéis de destaque da musa Charlize Theron, que já demonstrava talento. Terceiro, uma Connie Nielsen igualmente inspirada, deliciosamente sedutora e maléfica. Em 2014, a mesma NBC ordenou um piloto da série que seria baseada no filme dirigido por Taylor Hackford (Ray), e escrita por Matt Venne, roteirista de continuações de terror dispensáveis, vide Luzes do Além(2007), Espelhos do Medo 2 (2010) e A Hora do Espanto 2 (2013). As filmagens, no entanto, nem chegaram a ocorrer. Talvez tenham olhado para o roteiro. Seria o caso de contratar alguém mais talentoso.
Peraí, você diz. A série Fargo existe e é uma das grandes vencedoras de prêmios voltados para a TV (vide Globo de Ouro e Emmy) desde seu lançamento. Calma, jovem. Antes do seriado de antologia, produzido pelos próprios irmãos Coen, e lançado em 2014 (este ano está aparecendo muito por aqui, não?), um programa de TV baseado no filme indicado ao Oscar foi produzido. Ou quase. Logo no ano seguinte, em 1997, um piloto foi gravado e trazia os mesmos personagens do longa. Edie Falco (antes da estreia de Família Soprano) viveu a xerife Marge Gunderson, papel pelo qual Frances McDormand levou seu Oscar de melhor atriz, e Bruce Bohne reprisava seu papel do policial Lou. Os irmãos Coen, porém, não tiveram nada com a produção. Curiosamente, o episódio piloto teve direção da atriz vencedora do Oscar, Kathy Bates (Louca Obsessão). Assista abaixo o episódio:
Há anos menções sobre uma nova roupagem para o clássico do terror de Clive Barker enchem os corações dos fãs de empolgação. Mas o dia de reviver uma das obras mais interessantes do gênero parece nunca chegar. Em 2012, a produtora Sonar Television anunciou seus planos de levar a obra de Barker para as telinhas, com a promessa inclusive de que atores dos filmes originais iriam voltar. Hellraiseré uma franquia cujos três primeiros filmes são os únicos que verdadeiramente prestam, mesmo assim decaindo de qualidade a cada episódio da trilogia.
Depois disso, inúmeras sequências foram produzidas direto para o mercado de vídeo. Stewart Till, o presidente da Sonar Television chegou a dar declarações sobre a excelência da suposta série, alegando que o abismo entre uma grande série e uma apenas ok estava cada vez maior – obviamente, sua aspiração era pela primeira categoria. Até hoje o piloto nunca chegou a ser rodado, e Clive Barker, sabiamente, se manteve bem longe de tudo em relação a série. Barker planeja uma versão cinematográfica que esquecerá todas as continuações e seguirá de onde seu filme de 1987 parou.
Muita gente não sabe, mas o filme Um Tira da Pesadainicialmente foi pensado como um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Uma vez que Sly desistiu do projeto, optando logo depois por Cobra (1986), um dos maiores prazeres culposos da VIDA, a produção recebeu tintas de comédia e sátira, caindo no colo de Eddie Murphy e se tornando o primeiro, e um dos maiores sucessos da carreira do humorista. Duas continuações depois (a segunda, bem execrada), e Axel Foley parecia aposentado de vez. Mas hei que 20 anos depois o policial engraçadinho, nas formas de Murphy, ressurge para o piloto de uma série. E esse foi o grande problema, segundo o próprio.
A série de Beverly Hills Cop, título original do filme, seria centrada no filho de Foley, Aaron, interpretado por Brandon T. Jackson (Trovão Tropical), e Murphy fez apenas uma aparição no episódio piloto. Quando os produtores assistiram ao primeiro episódio, ficaram mais do que empolgados com a aparição do veterano comediante, desejando o ator como personagem recorrente da série. Murphy cordialmente recusou, devido a sua agenda (sério mesmo? O que ele têm feito ultimamente?). Dessa forma, Um Tira da Pesada, a série, ficou só no primeiro episódio – surpreendentemente dirigido por Barry Sonnenfeld (da trilogia Homens de Preto).
Produção jovem adorada pela geração anos 1990, o que muitos não sabem provavelmente é que Segunda Intenções foi livremente inspirado no clássico da literatura Ligações Perigosas, produzido incansavelmente por diversas mídias, como filmes e teatro – sendo uma das mais conhecidas, um filme homônimo de 1988, com Michelle Pfeiffer. Apesar do status de culto, Segundas Intenções não foi, por assim dizer, um grande sucesso de público ou crítica. O longa gerou duas continuações, de 2000 e 2004, sendo a primeira dirigida pelo mesmo Roger Kumble do original e protagonizada por Amy Adams, atriz 5 vezes indicada ao Oscar.
Ano passado, uma série que iria funcionar como continuação do longa de 1999 (e não como um reboot da história) quase vingou. Um episódio piloto chegou a ser rodado, escrito e dirigido pelo próprio Kumble e com Sarah Michelle Gellar reprisando o papel da beijoqueira Kathryn Merteuil do filme, dezoito anos depois, agora com quase 40. Reese Wtiherspoon, por outro lado, se manteve distante do projeto, e sua personagem foi interpretada por Kate Levering, a Kim Kaswell da série Drop Dead Diva (2009 – 2014). A trama centraria nas manipulações da personagem de Gellar, em especial em relação ao sobrinho Bash, enquanto tentava ganhar controle da empresa da família, a Valmont International. A atriz chegou a publicar uma foto como a personagem em uma banheira, nas redes sociais – que você pode conferir abaixo. Uma pena. Mas queremos ver este piloto!
BÔNUS:
Geração X (1996)
Muito antes desta onda de produções do subgênero dos super-heróis que assola o mundo, seja na TV ou no cinema, tais ideias amargavam completo ostracismo na década de 1990. Um dos casos mais notórios ocorreu com Geração X, piloto que pretendia levar os mutantes (secundários) da Marvel para as telinhas semanalmente. Antes de X-Men (2000) dar o pontapé em um subgênero que não tem hora para acabar, personagens do time B do mesmo universo visavam um lugar ao sol.
O episódio inicial de 1h30min de duração chegou a ser lançado no Brasil e no mundo como um filme feito para a TV. Eu tive a oportunidade (e o desprazer) de assistir a esta pérola na época e compreender um pouco o motivo pelo qual os investidores pularam fora. Na trama, Emma Frost (Finola Hughes) e Banshee (Jeremy Ratchford) faziam às vezes do Professor Xavier no comando da escola e dos jovens mutantes. Entre os alunos, Jubileu (Heather McComb) era uma das protagonistas. Nada de Wolverine, Mística ou Magneto. Uma curiosidade é que a mesma locação usada para a mansão dos mutantes, depois foi reaproveitada nos longas para o cinema. E dizem que nada de bom se aproveitou de Geração X…
Mulher Maravilha foi um dos maiores sucessos desta primeira metade do ano e a salvação da DC no cinema. No entanto, antes do fenômeno mundial, a personagem amargava um fracasso nas telinhas. Seguindo os passos da série protagonizada pela estonteante Linda Carter (que durou de 1975 a 1979), a heroína ensaiou retorno em 2011, nas formas da azarada Adrianne Palicki (G.I. Joe – Retaliação). Usando calças, ao invés do short ou saia, o traje da heroína era pior do que um cospobre. Além disso, trazia uma versão mais descolada de Diana Prince, inserida no mundo moderno como empresária, dona de uma grande corporação. Algo parecido com o que foi conquistado em Supergirl, com Kara inserida num mercado de trabalho crível. As imagens de Palicki uniformizada estão espalhadas pela rede. Já o episódio piloto, talvez você precise de sorte para encontrar.
Em 2025, celebramos quatro décadas de uma safra de filmes de ação que, apesar de terem prometido explosões, lutas memoráveis e heróis carismáticos, acabaram esquecidos pelo grande público. Esses longas, muitas vezes produzidos com orçamentos modestos e protagonistas em início de carreira, marcaram a década de 1980 com seu estilo próprio — recheado de cenas exageradas, tramas simplistas e aquele clima inconfundível da época. Contudo, com o passar dos anos, foram ficando à sombra dos grandes sucessos e franquias que definiram o gênero, tornando-se verdadeiros tesouros perdidos para os fãs mais dedicados e colecionadores do cinema de ação.
Esses filmes esquecidos que completam 40 anos agora despertam curiosidade e nostalgia, pois trazem uma janela para os gostos, modismos e técnicas cinematográficas de uma era em que a ação era sinônimo de entretenimento descompromissado e adrenalina pura. Revisitar essas produções é mais do que um passeio pelo passado; é entender como o gênero evoluiu e reconhecer que, mesmo as obras menos lembradas, tiveram seu papel na construção do legado que inspira o cinema de ação atual. Afinal, nem só de blockbusters vive a memória do cinema — às vezes, o esquecido é que guarda as melhores histórias para contar. Confira abaixo a seleção que separamos para você.
Remo – Desarmado e Perigoso
Filme de ação e aventura que mistura humor leve e artes marciais, estrelado por Fred Ward como o agente secreto Remo Williams. Após ser dado como morto, Remo é recrutado por uma agência clandestina do governo e treinado em uma antiga arte marcial coreana para combater o crime. Embora conte com cenas de luta empolgantes e um enredo cheio de conspirações, o filme flerta com o exagero e o tom descontraído, o que o tornou uma produção divertida, mas sem grande destaque, ganhando um status cult entre fãs do gênero ao longo dos anos. Aliás, até o título original destacava o início de uma série de aventuras, mas que infelizmente parou logo na primeira.
‘Guerreiro Americano‘ ou American Ninja, é estrelado por Michael Dudikoff e encapsula o espírito aventureiro dos anos 80. Dudikoff interpreta Joe Armstrong, um soldado americano habilidoso em ninjutsu que enfrenta uma rede de mercenários e conspirações militares. Com lutas coreografadas cheias de golpes acrobáticos e um clima de aventura exagerada, o filme certo humor e muita adrenalina, mesmo com um roteiro simples e previsível. Embora não tenha recebido aclamação crítica, ‘Guerreiro Americano‘ conquistou fãs fiéis e gerou várias sequências, tornando-se um marco cult para os amantes do gênero e das lutas orientais na época.
O filme continua a saga do justiceiro Paul Kersey (novamente interpretado pelo durão maior Charles Bronson) com mais cenas de ação, o vigilante segue em busca de justiça. O filme mantém a fórmula da franquia, apresentando Kersey enfrentando gangues perigosas para proteger uma jovem sob sua tutela. Apesar do carisma inconfundível de Bronson, o longa sofreu com um roteiro previsível e uma trama que pouco acrescenta à série, resultando em um filme que não alcança a intensidade dos primeiros capítulos. Mesmo assim, ‘Desejo de Matar 3‘ agrada aos fãs do gênero pela dose certa de tiroteios e cenas de confronto, consolidando Bronson como um ícone do cinema de ação dos anos 80.
E se falamos no durão Charles Bronson, precisamos falar na outra metade da testosterona na época: Chuck Norris! ‘Invasão USA‘ é um de seus filmes mais famosos, e também dono de uma das premissas mais insanas para um filme de ação da época. Que tal se da noite para o dia os EUA acordassem com terroristas estrangeiros tentando dominar o país em seu próprio território. Acontecem em ‘Amanhecer Violento‘ (1984) e acontece aqui. Este é um filme de ação típico dos anos 80, recheado de tiroteios, explosões e o carisma marcante do astro. No longa, Norris interpreta um ex-agente que enfrenta uma invasão terrorista em solo americano, assumindo sozinho a missão de salvar o dia. Apesar da premissa simples e do roteiro pouco elaborado, o filme agrada pelo ritmo acelerado, cenas de luta coreografadas e o estilo “macho alfa” tão característico de Norris. Embora não seja uma obra-prima, ‘Invasão USA‘ se tornou um clássico cult entre os fãs do gênero, representando bem o espírito de ação e patriotismo da década.
Os Dois Super-Tiras em Miami
Este longa reúne a famosa dupla italiana Bud Spencer e Terence Hill, que dominou a década de 80 no Brasil. Esta é uma comédia policial repleta de ação e humor característico dos dois. No filme, os parceiros interpretam policiais que se envolvem em investigações cheias de confusão, perseguições e, claro, muitas cenas de briga caricatas e engraçadas. O longa mantém o estilo leve e descontraído que consagrou a dupla no cinema, misturando lutas divertidas e momentos cômicos com o charme típico dos anos 80. Embora não tenha alcançado grandes sucessos de bilheteria, o filme agradou os fãs da dupla e segue como um exemplar divertido e nostálgico da parceria Bud Spencer e Terence Hill.
Gotcha! Uma Arma do Barulho
Só os anos 80 para fazer um filme sobre uma arma de brinquedo. Trata-se de uma mistura descontraída de comédia, ação e espionagem que captura bem o clima dos anos 80. Estrelado por Anthony Edwards, o filme acompanha um estudante universitário que se envolve involuntariamente em uma trama de espionagem internacional ao participar de um jogo de paintball que se torna perigoso. Com um toque leve e cenas divertidas, ‘Gotcha!‘ combina suspense e humor, embora nem sempre acerte o tom, especialmente quando tenta ser mais sério. O filme conquistou um público fiel e é lembrado como um curioso exemplar da cultura pop oitentista.
Tuff Turf – O Rebelde
Tudo que dá certo em Hollywood, pode ter certeza que irá virar tendência. Assim, um ano após o sucesso de ‘Karatê Kid‘ (1984), chegava uma versão mais sombria e violenta da mesma história do “rapaz novo na cidade, que vira alvo de uma gangue ao se apaixonar por uma loirinha”. ‘Tuff Turf – O Rebelde‘ é um drama adolescente que tentou capturar o espírito rebelde dos anos 80. Estrelado por James Spader como Morgan Hiller, um jovem que se muda para Los Angeles e enfrenta gangues locais, o filme mistura romance, violência urbana e dilemas típicos da juventude. Ah sim, o longa marca um dos primeiros filmes de um certo Robert Downey Jr.
O Último Dragão
Agora entramos no terreno da pura galhofa dos anos 80. Essa era a época da chamada “Ninja-mania”, que dominava o mundo na cultura pop. Assim, pode ter certeza que o cinema de ação e de artes marciais também foi estrelado por esses guerreiros japoneses mascarados. Ou seja, se John Wick tivesse sido feito nos anos 80, teria um bando de ninjas para o matador enfrentar. ‘O Último Dragão‘ é uma mistura vibrante de ação, artes marciais e comédia que se tornou um clássico cult dos anos 80. Estrelado por Taimak como Leroy Green, um jovem que busca dominar suas habilidades de kung fu para enfrentar um vilão poderoso, o filme combina sequências de luta coreografadas com uma trilha sonora funky e uma vibe urbana única.
Viver e Morrer em Los Angeles
Dirigido pelo saudoso William Friedkin, este longa é um dos maiores cults da ação saídos dos anos 80. Um favorito dos fãs graças a combinação de três elementos: estilo, clima sombrio e reviravoltas. O filme acompanha dois agentes do governo em uma caçada implacável a um falsificador de dinheiro, mergulhando o espectador num submundo violento e implacável da cidade de Los Angeles. Com uma abordagem realista e cenas de perseguição memoráveis — incluindo uma sequência de perseguição de carro amplamente elogiada —, o longa se destaca pelo ritmo acelerado e pela tensão constante.
Mickey Rourke foi um dos nomes mais marcantes dos anos 80 graças a filmes como ‘9 1/2 Semanas de Amor’ e ‘Coração Satânico’. Antes de ambos, ele estrelou este thriller policial intenso que mergulha nas tensões culturais e criminosas do Chinatown nova-iorquino. Rourke interpreta Stanley White, um detetive durão e obstinado que enfrenta a máfia chinesa em uma missão pessoal repleta de violência e dilemas morais. A atuação visceral de Rourke e a direção estilizada de Michael Cimino fizeram de ‘O Ano do Dragão‘ um cult dos anos 80, reconhecido por sua abordagem crua e realista do submundo criminal.
Na trama, “Kimberly, uma adolescente que sofre de agorafobia, não sai de casa desde o assassinato de sua mãe, que permanece sem resolução. Sob os cuidados de seu pai durante o Thanksgiving, Kimberly começa a suspeitar que ela está em perigo, e é sempre as pessoas que você mais ama que podem te machucar mais profundamente.”
A jovem Abigail vive em uma cidade cujas fronteiras foram fechadas há muitos anos devido a uma epidemia de uma doença misteriosa. O pai de Abby era um dos doentes – e ele foi levado quando ela tinha seis anos de idade. Indo contra as autoridades para encontrar seu pai, Abby descobre que sua cidade é realmente cheia de magia. E ela descobre em si mesma habilidades mágicas extraordinárias.
Em entrevista ao TVLine, o ator Anthony Hill, que interpreta o Winston, revelou que a abordagem da pandemia de coronavírus na 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ não mudará o tom da série.
“[Maggie e Winston] irão enfrentar exatamente a mesma coisa que muitas pessoas no mundo real, que é tentar conhecer um ao outro e cultivar um relacionamento virtualmente. E, quando eles interagem nesses aplicativos tipo Facetime, é o melhor momento dos seus dias. A ameaça do COVID terá um grande impacto na vida dos personagens, mas o equilíbrio entre um tom leve e pesado é algo que ‘Grey’s Anatomy’ sempre foi capaz de criar muito bem e sem esforço.”
Ele completa, “Essa temporada não será diferente das anteriores. O COVID-19 será como os roteiristas manterão relevância com o mundo real e irá introduzir algo novo à trama. No entanto, tudo o que vocês amam na série ainda estará lá, mesmo enquanto navegamos pelo caos da pandemia.”
Vale lembrar que o Sony Channel divulgou nas redes sociais que a 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ vai estrear por aqui em janeiro, com dia a ser definido. Nos EUA, o novo ano irá estrear oficialmente no dia 12 de novembro.
A estreia do próximo ciclo contará com episódio duplo, em um especial de 2 horas.
A showrunner Krista Vernoff já confirmou que o próximo ciclo abordará a epidemia:
“Haverá muitas histórias para serem contadas envolvendo o COVID-19, mas nem todas serão sobre morte e desespero. Veremos pessoas se divertindo enquanto estão em quarentena, longe do hospital. Muitos desses médicos não estão indo para casa; eles estão vivendo juntos em hotéis.”
Ela continua, ressaltando que o vírus não será o grande “vilão” da temporada: “Veremos diversos ângulos dessa pandemia, dependendo do episódio.”
A Imagem Filmes divulgou o novo trailer dublado de ”Mate ou Morra‘, novo filme de ação sci-fi estrelado por Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia’).
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de outubro.
Preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato, o ex-agente das forças especiais Roy Pulver descobre pistas sobre um projeto secreto do governo que poderia desvendar o mistério sobre sua morte. Em uma corrida contra o relógio, Pulver deve caçar o Coronel Ventor, chefe do programa em questão, enquanto foge de assassinos treinados e impiedosos que querem mantê-lo longe da verdade.
A sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ ganhou um trailer honesto hilário.
Confira:
Sucesso nos cinemas, o longa ultrapassou US$ 800 milhões nas bilheterias norte-americanas, tornando-se o terceiro filme da história a ultrapassar a marca domesticamente.
Nos EUA, o longa só fica atrás de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$936 milhões) e ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$858 milhões).
Mundialmente, ‘Sem Volta para Casa‘ já arrecadou mais de US$1,88 bilhão.
Além disso, segundo o Deadline, vendeu mais de 2.1 milhões de unidades no território norte-americano durante sua primeira semana de lançamento digital – arrecadando impressionantes US$ 42 milhões.
De acordo com o Deadline, Reese Witherspoon (‘The Morning Show’) vai estrelar e produzir a série de comédia ‘All Stars‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.
O serviço de streaming já deu sinal verde para DUAS temporadas da série.
Na trama, Witherspoon interpretará uma ex-líder de torcida golpista que vai parar na Inglaterra para ensinar um grupo desorganizado de alunos a arte da dança de torcida.
Em declaração oficial, Witherspoon revelou o que a atraiu ao projeto: “A ideia de assistir uma mulher americana compartilhando sua noção americana sobre líderes de torcida para um grupo de jovens inglesas é muito engraçada. Eu amo que essa série tem um grande coração, é muito divertida e mostra o enorme poder de trabalho em equipe.”
Vale lembrar que a a atriz também estrelará a sequência da comédia ‘Eleição‘, de 1999, na Paramount+. Witherspoon reprisará seu papel como Tracy Flick no novo filme. Intitulada ‘Tracy Flick Can’t Win‘ (Tracy Flick Não Pode Vencer, em tradução livre), a continuação também trará o retorno de Alexander Payne à direção.
Com 7 críticas publicadas até o momento, a sétima temporada de ‘Rick e Morty‘ dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que, apesar vencer os desafios apresentados pela nova dublagem dos protagonistas, o novo ciclo falha em evoluir sua narrativa e em encontrar uma nova direção para a história.
Vale destacar que essa é a primeira média “podre” da história da série. Com exceção da quinta temporada – que alcançou 86% de aprovação no site –, todos os outros ciclos registraram médias superiores a 90% de aprovação dos críticos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Já ficou claro que esse cartoon – outrora brilhante – já está ficando sem ideias, e precisamos nos preparar para uma jornada arrastada até a sua inevitável conclusão.” (Inverse)
“As novas vozes de Rick e Morty são eficazes, apesar de não terem um tom cômico tão forte quanto as interpretações originais.” (Rolling Stone)
“A sétima temporada reestabelece Rick e Morty como foco de sua narrativa, apesar de não apresentar nenhuma evolução nos personagens. E o roteiro volta a colocar a Summer e a Beth de lado para dar mais tempo de tela para o Jerry.” (IndieWire)
“Os episódios da nova temporada estão divertidos, mas apresentam uma qualidade instável. Não sei se isso se deve à ambição alucinada da série ou sua falha em encontrar uma nova direção para a narrativa.” (Espinof)
“Os dois primeiros episódios da sétima temporada apresentam a mesma mistura de humor, metalinguagem e profundidade emocional que sempre fizeram essa série ser incrível.” (IGN Movies)
“Apesar do canal Adult Swim não revelar quem são os novos dubladores de Rick e Morty, os fãs podem ficar tranquilos. Os personagens continuam a reinar em uma das séries mais hilárias da TV a cabo.” (The Daily Beast)
“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.
A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
A sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistida por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta, nudez gráfica, linguagem e breve uso de drogas”.
A classificação não é uma surpresa, considerando que todos os capítulos anteriores da saga também foram limitados para maiores de idade por conta de seu conteúdo naturalmente violento e perturbador.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de janeiro.
Vale lembrar que alguns críticos já tiveram a oportunidade de conferir a sequência – e as primeiras impressões são extremamente positivas.
Dirigido por Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’), o novo filme foi aclamado por suas cenas brutais, narrativa profunda e elenco talentoso. O longa ainda chegou a ser citado como “um dos melhores filmes de terror da última década”.
Confira as reações dos críticos:
“Desculpem o palavrão, mas acabei de sair da primeira sessão de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ e… puta merda! Este filme elevou tudo ao máximo e aviso: vocês vão precisar de um estômago muito forte (ou um saco para vômito). Além disso, Ralph Fiennes está simplesmente fenomenal.”
Excuse my language, but I just got out of the first screening of #28YearsLater: #TheBoneTemple – and holy f*****g s**t. This has cranked everything up to 11 and I warn you, you will need a very strong stomach (or a sick bag). Also, Ralph Fiennes is truly phenomenal. pic.twitter.com/n6TybDXsPf
“‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é de longe meu filme favorito da franquia. Uma exploração ousada, brutal e brilhante do poder controlador do culto e da religião, contada através dos Jimmys e liderada por um enigmático e maligno Jack O’Connell. […] Nia DaCosta não se esquiva da brutalidade, trazendo algumas das cenas de violência mais perturbadoras da saga. [A cineasta] também não tem medo de elevar a insanidade ao máximo, com uma sequência perto do final do filme que é uma das melhores coisas que vi este ano!”
#28YearsLater#TheBoneTemple is far and away my favourite film of the franchise. A bold, brutal, and brilliant examination of the controlling power of cultism and religion, told through the Jimmy’s, and led by an enigmatic and evil Jack O’Connell.
But then juxtaposed by a… pic.twitter.com/JTTbEPXIJv
— Nick L’Barrow – Interviews and Reviews (@nicksflicksfix) December 10, 2025
“Eu amei ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. É uma exploração brutal de fé, controle e medo. É surpreendentemente engraçado, ao mesmo tempo que mantém uma tensão absoluta do começo ao fim. Acho que as pessoas ficarão chocadas com o quão estranho este filme fica. Mas eu adorei. DaCosta arrasou.”
So I loved #28YearsLater#TheBoneTemple a brutal examination of faith, control and fear. It’s surprisingly funny while also maintaining absolute tension throughout. I think people will be shocked by how weird it gets. But I loved it. DaCosta nailed it. pic.twitter.com/9ild3AmDxl
“Vou dizer isso sem rodeios… ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é um dos melhores filmes de terror da última década. Brutal, intenso e surpreendentemente cativante. Ralph Fiennes, Jack O’Connell e Chi Lewis-Parry, meus parabéns!”
I’ll say it with my chest… 28 Years Later: The Bone Temple is one of the best horror movies of the last decade. Gnarly, intense, and surprisingly tender. Ralph Fiennes, Jack O’Connell, and Chi Lewis-Parry, take a bloody bow. @SonyPicturesUK#28YearsLater#TheBoneTemplepic.twitter.com/rr7CjxIq4n
“Nia DaCosta fez um ótimo trabalho em ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. Um filme fantástico, impressionante e emocionante, que dá continuidade à história e expande seu universo. O elenco é soberbo, a premissa é envolvente e o filme é um verdadeiro deleite. Extremamente divertido e cativante.”
“‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é muito melhor do que o terceiro filme, o que é realmente impressionante. Inesperado, desconfortável e provocativo. Já fazia tempo que eu achava que filmes de zumbis no cinema haviam saturado — mas esta franquia deu um novo pulso ao subgênero. Façam esses filmes para sempre.”
#TheBoneTemple runs laps around #28YearsLater, which is really saying something. Unexpected, uncomfortable, unapologetic. I’ve long thought the big screen zombie story was played out – this franchise has given it a millennium of momentum. Make these movies forever. pic.twitter.com/Hzia2GLtO6
O site TMZ divulgou nesta quarta-feira (15) uma cópia de um e-mail em que funcionários da montadora alemã Porsche comemoram o número de acidentes envolvendo o modelo de carro (Carrera GT), o mesmo que matou o ator Paul Walker em 2013.
No documento, que registra a data de 4 de dezembro de 2006, um empregado “celebra” mais um acidente com o automóvel, caçoando a mais recente vítima pelo ocorrido.
Ao longo do e-mail ele afirma que “apenas 200 dos 1.280 Carrera GT vendidos entre 2004 e 2006 deram perda total, o que seria uma grande notícia para os demais proprietários, uma vez que esse tipo de problema se torna mais raro”.
Em outra ocasião, mais um funcionário reage ao mesmo tipo de problema, alegando que “isso fica na minha mente toda vez que fico atrás do volante de um desses automóveis”.
Ao ser procurado pelo site, Jeffrey Milam, advogado da filha do astro, Meadow Walker, alegou irresponsabilidade por parte da montadora, além de acusá-la por esconder evidências que seriam prejudiciais para a Porsche durante o processo:
“A Porsche ocultou informações do público para proteger sua imagem e marca. Qualquer empresa ética teria retirado o carro do mercado – ou, pelo menos, advertido as pessoas a respeito de seus perigos”.
O conteúdo editado dos e-mails apenas foi descoberto depois de um episódio envolvendo o advogado, em dezembro passado. Na circunstância, Milam decidiu checar novamente os documentos, desta vez em seu computador – um iMac – e só então as transcrições que estavam apagadas se tornaram transparentes. Segundo o advogado, o material só havia sido visto anteriormente em um computador de seu escritório, o que justifica o desconhecimento das informações até então.
Os novos e-mails já foram submetidos ao Tribunal Superior de Los Angeles, na última terça-feira (14), e esta nova fase do processo pede um montante equivalente a US$ 52,75 mil de danos punitivos contra a empresa devido à fraude e ocultação nos documentos.
O acidente Paul Walker morreu em 2013, vítima de um trágico acidente devido a uma falha mecânica em seu Porsche, modelo Carrera GT. Na ocasião, ele estava no banco do passageiro, até que o veículo perdeu o controle e bateu em um poste de luz, causando uma grande explosão que deixou o carro esportivo em chamas.
A Netflix divulgou um vídeo emocionante sobre o episódio final de duas horas da série ‘Sense 8‘.
Confira:
A estreia da segunda temporada é prevista para junho de 2016.
Os 12 episódios foram lançados de uma vez pela Netflix, no dia 5 de junho de 2015, em todos os territórios onde o serviço opera, mas não conseguiu burlar a pirataria.
‘Sense8’ gira em torno de oito pessoas ao redor do mundo que se conectam por meio de visão telepática. Alguns são perseguidos por uma corporação que tenta matá-los. Cada episódio contará a história de um personagem diferente.
Entre os personagens principais: um galã de novela mexicana gay e não-assumido, uma garota problemática da Islândia, um alemão arrombador de cofres, uma empresária coreana, um motorista de ônibus africano, uma blogueira transexual americana e o vilão Mr. Whispers (Sr. Sussuro).
Naveen Andrews (Lost), Daryl Hannah (Kill Bill), Brian J. Smith (Stargate Universe) e Tuppence Middleton (O Destino de Júpiter) estão na trama. Completam o elenco internacional: os britânicos Aml Ameen (O Mordomo da Casa Branca) e Freema Agyeman (Doctor Who, Torchwood), a indiana Tena Desae, a sul-coreana Doona Bae, o alemão Max Riemelt, os mexicanos Alfonso Herrera e Erendira Ibarra, além de Jamie Clayton, Miguel Silvestri e Terrence Mann.
O reboot do clássico do terror ‘BrinquedoAssassino’ continua ganhando forma e os atores AubreyPlaza e BrianTyreeHenry estão em negociações para estrelar a produção. A informação foi veiculada pelo portal Collider.
Segundo a publicação, Plaza interpretará a mãe do personagem principal. No original de 1988 o papel foi vivido pela atriz CatherineHicks.
Já Henry estaria negociando o papel do detetive, interpretado por ChrisSarandon na versão oitentista.
Agora, a MGM pode ter iniciado a produção do reboot. O início dos trabalhos foi indicado no Instagram pelo próprio diretor Lars Klevberg. O cineasta publicou uma foto do roteiro com uma faca em cima do caderno, com a legenda: “Semana 1. Vamos brincar”. Confira:
Acredita-se que o reboot envolverá um grupo de crianças e um boneco de tecnologia avançada. A informação é interessante, considerando que pode apontar para um reboot completo do icônico vilão, incluindo o design de um novo boneco. Mancini e Brad Dourif (responsável pela voz do Chucky) não devem estar envolvidos nesta produção.
De acordo com o Collider, os direitos autorais da franquia são complicados. Enquanto a Universal tem os direitos de vídeo, parece que MGM conseguiu seguir em frente com um reboot para os cinemas, com uma nova equipe criativa, sem afetar a continuidade da franquia original, que continua sendo desenvolvida por Mancini.
ANBC divulgou uma nova prévia da 7ª temporada de ‘The Blacklist’, revelando detalhes sobre situação de Red, que quase morreu no ciclo passado.
Confira:
O próximo ciclo irá estrear no dia 4 de outubro.
Seguindo a revelação que Raymond “Red” Reddington não é quem ele diz ser, Elizabeth Keen está dividida entre o relacionamento que ela construiu com o homem que pensava ser seu pai e seu desejo para descobrir anos de segredos e mentiras. Enquanto isso, Red entrega à Liz e ao FBI alguns dos indivíduos mais estranhos e perigosos já enfrentados por eles, fazendo seu império crescer e eliminando os seus rivais no processo. Apesar de tudo, o jogo de gato e rato entre Liz e Red fará com que limites sejam cruzados e a verdade seja exposta.
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