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‘Batgirl’: Gravações da adaptação com Brendan Fraser vão começar em breve

Em seu perfil do Instagram, o co-diretor de ‘Batgirl‘, Adil El Arbi, revelou que as gravações da adaptação vão começar em breve.

Sem revelar detalhes, o cineasta publicou um stories na rede social, mostrando algum tipo de produção inicial do longa e escreveu:

“Chegando perto de começar a gravar ‘Batgirl’.”

Por enquanto, a data oficial para o início das gravações permanece em segredo, mas pelo visto é só uma questão de tempo até que as novidades sejam reveladas oficialmente.

Confira a publicação:

Anteriormente, El ArbiBilall Fallah, que também dirige o longa, revelaram que o vindouro projeto acrescentou mais um membro ao seu time.

A dupla confirmou que John Mathieson, conhecido por seu trabalho em obras como Gladiador‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, será o diretor de fotografia do longa-metragem da DC.

Leslie Grace dará vida à personagem titular, enquanto o icônico ator Brendan Fraser (‘A Múmia’, ‘Patrulha do Destino’) será o antagonista Firefley (Vagalume).

Para quem não conhece, Firefly fez sua estreia nos quadrinhos em Detective Comics #184, em junho de 1952, e foi reimaginado décadas mais tarde como um piromaníaco sociopata com uma compulsão obsessiva por começar incêndios.

Além disso, ele também é equipado com um traje que carrega um pesado arsenal de armas de fogo, incluindo lança-chamas, granadas, napalm e bombas de fumaça, bem como uma lâmina de plasma super-aquecido para combate próximo.

J.K. Simmons (Comissário James Gordon) e Jacob Scipio (papel não revelado) também farão parte da produção.

Lembrando que a primeira imagem conceitual do longa foi divulgada durante a DC FanDome.

Confira:

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

Mais detalhes não foram revelados.

Os Caça-Fantasmas (1984) | Relembre um Absoluto Ícone do Cinema Entretenimento

Ghostbusters – Mais Além estreou hoje nos cinemas do Brasil e pelo mundo. O filme é a continuação direta das amadas aventuras da década de 1980 e conta oficialmente como a terceira e tardia parte planejada para estrear após 1989, mas que por três décadas nunca saiu do papel. Todo o elenco original (bem, os que ainda estão vivos) retorna para uma muitos esperada (e adiada) passagem de bastão. O foco do novo filme não são os veteranos que aprendemos a amar nestes 37 anos (hoje todos na casa dos quase 70 anos de idade), mas sim na nova geração, pegando carona no estilo de filme que era muito popular nos anos 80: aventuras protagonizadas por crianças e pré-adolescentes. Stranger Things, programa extremamente popular da Netflix, se banha nessa fonte para atingir seu sucesso.

Para entrar no clima da tão aguardada nova aventura que resgata não apenas a franquia em toda a sua glória, mas também o espírito dos anos 80, resolvemos revisitar o clássico absoluto que deu origem a tudo e voltar para 1984. Portanto, pegue sua mochila de prótons, reúna a turma e se prepare para voltar a caçar fantasmas por uma viagem incrivelmente nostálgica. Confira abaixo.

É muito interessante pensar em como algumas obras atemporais influenciaram outras que se tornaram igualmente icônicas. E pensar que sua existência está inteiramente atrelada a esta anterior. Veja o caso de Indiana Jones, por exemplo, cuja existência remete diretamente ao fato do diretor Steven Spielberg querer dirigir uma aventura do espião 007 no cinema. George Lucas, seu colega, então criou algo “nos mesmos moldes” para Spielberg deixar tal desejo de lado. Com Os Caça-Fantasmas, um dos filmes mais queridos e lembrados dos anos 80 o mesmo ocorre. Foi o desejo do cineasta Ivan Reitman em adaptar ao cinema uma história de comédia, fantasia e ficção científica que o levou até esta superprodução. Acontece que Reitman, na época, estava tirando do papel sua própria versão de O Guia do Mochileiro das Galáxias em 1982, com três roteiros escritos pelo criador Douglas Adams. O curioso é que Reitman já visava Bill Murray e Dan Aykroyd para os papeis principais. O tal projeto caiu por terra e Reitman embarcou em Os Caça-Fantasmas.

A ideia, é claro, surgiu da mente do ator Dan Aykroyd, um verdadeiro aficionado por fantasmas, assombrações e o sobrenatural. A história original alucinada de Aykroyd, no entanto, era algo quase intransponível para as telas. Vejam só: inicialmente, a trama se passaria no futuro, onde os caçadores de fantasmas seriam uma instituição governamental em pleno funcionamento, como a polícia ou os bombeiros. Esses profissionais estariam espalhados em suas bases por todo o país e inclusive fora do planeta, com aventuras intergalácticas e pelo tempo (como De Volta para o Futuro). Essa “viagem alucinógena” logo tratou de ser lapidada pela Columbia Pictures (Sony), estúdio responsável por comprar o roteiro, que trouxe Ivan Reitman e Harold Ramis para centrar a história no chão e criar algo em menor escala. Segundo os mesmos, se não tivessem mexido a produção custaria algo em torno dos US$300 milhões, mesmo em 1984.

Outra mudança foi a opção por uma história de origem, elemento trazido pelo diretor Reitman. No texto de Aykroyd, a primeira cena já mostraria o carro dos Caça-Fantasmas saindo do prédio para combater assombrações, com os heróis já estabelecidos. Reitman acreditava que uma conexão maior com o público seria criada se fosse mostrado em tela como tudo começou para estes caras. O título foi outro entrave para a produção. Além da dúvida por títulos similares, como “Ghost Smashers” (opção de Aykroyd), “Ghost Stoppers” e “Ghost Blasters”, quando finalmente decidiram por “GhostBusters”, os realizadores tomaram conhecimento da pior maneira que o nome já havia sido registrado anteriormente e ali se iniciou uma verdade batalha jurídica para assegurar a marca.

O registro de tal título pertencia a um seriado cômico de 1975, que tentava pegar carona em sucessos macabros como A Família Addams e Os Monstros, mas que durou apenas uma temporada de 15 episódios. Produzido por Lou Scheimer, o sujeito que eventualmente criaria o estúdio de animação Filmation (responsável por variados sucessos dos anos 80, como He-Man), o programa seria transformado numa série animada de mesmo nome em 1986 (no Brasil conhecida como Os Fantasmas). Essa é a razão pela qual muitas crianças da década de 80 se confundiam ao perceber dois desenhos de Ghostbusters na época. A animação baseada no filme Os Caça-Fantasmas precisou ser batizada de “The Real Ghostbusters” pelos produtores do programa. Ambas estreavam em 1986.

Esse é outro ponto curioso sobre o resultado do filme original de 1984. A produção era direcionada ao público adulto, e o elenco e os realizadores ficaram muito surpresos ao descobrirem que as crianças haviam embarcado totalmente no conceito – percebendo o longa como “cientistas combatendo inimigos sobrenaturais com armas futuristas legais”. Foi este novo público descoberto após o lançamento do original que levou ao desenho animado dois anos depois, e que fez a continuação Os Caça-Fantasmas 2 (1989) eliminar elementos adultos, como cortar o cigarro dos personagens, algo muito visível no original. Particularmente, o fator que mais chama atenção no filme para este que vos fala é a veia do empreendedorismo que aborda, quando três sujeitos perdem seus empregos e decidem investir todo o seu dinheiro em iniciar seu próprio negócio – que dá muito certo, se tornando sensação da noite para o dia.

Outro filme que teve forte influência na criação de Os Caça-Fantasmas foi Os Irmãos Cara de Pau (1980), sucesso da Universal Pictures. Explico. Com o sucesso de tal filme, os protagonistas Dan Aykroyd e John Belushi (que já haviam trabalhado juntos na comédia de Spielberg, 1941 – Uma Guerra Muito Louca, em 1979) se tornaram amigos e seguiram para estrelar Estranhos Vizinhos em 1981. Desta forma, quando Aykroyd pensou no roteiro de Os Caça-Fantasmas, não teve dúvidas ao criar o personagem do cara de pau Peter Venkman para o amigo. Enquanto escrevia o roteiro, no entanto, o pior aconteceu e Belushi viria a falecer vítima de overdose de drogas em 1982 – antes do filme sair do papel. No entanto, podemos considerar que Belushi ainda está no filme, já que o ator glutão e aloprado foi a inspiração para um dos maiores símbolos da franquia, o fantasma esverdeado “Slimer” (Geleia no Brasil). Nos bastidores, Aykroyd só se referia à criatura como “o fantasma de John Belushi” (em especial em seu personagem de Clube dos Cafajestes, 1978).

Assim começou uma busca para o papel protagonista de Venkman, lacuna deixada aberta após a morte de Belushi. Diversos atores foram cogitados e oferecidos o papel. Tom Hanks e Robin Williams foram cogitados, e Steve Guttenberg recusou o papel para ir estrelar Loucademia de Polícia, lançado no mesmo ano (com o ator retornando para três das continuações). Outros que recusaram foram Chevy Chase (Férias Frustradas), argumentando que o roteiro filmado não foi o original, que ele recusou, por ser bem mais sombrio e assustador; e Michael Keaton (que um tempo depois estrelaria como Beetlejuice e Batman). Assim, o papel caiu no colo de Bill Murray. Porém, o comediante só aceitou com um acordo vinculado de que a Columbia teria que produzir o remake de O Fio da Navalha para ele estrelar (um projeto pessoal do ator). Ironicamente, lançados no mesmo ano podemos perguntar “quem é O Fio da Navalha na fila do pão” perto de Os Caça-Fantasmas, já que um se tornaria um sucesso imortal e outro seria varrido sem cerimônia para debaixo do tapete.

Com protagonista, diretor e co-protagonista (Aykroyd foi o único do elenco que sempre esteve a bordo) escolhidos, os outros membros do elenco começavam a tomar forma. Para o papel do cerebral Egon Spengler, Jeff Goldblum, Christopher Lloyd, John Lithgow e Christopher Walken foram cogitados, mas o papel terminaria nas mãos de um dos roteiristas do filme, o também diretor Harold Ramis. Finalizando o quarteto principal, o único Caça-Fantasmas negro da equipe, Winston Zedmore, havia sido criado tendo a sensação Eddie Murphy em mente – com quem Aykroyd havia trabalhado na comédia famosa do ano anterior Trocando as Bolas (1983). Murphy, por fim, terminou pulando fora do projeto para ir estrelar sozinho Um Tira da Pesada, lançado no mesmo ano e que o transformou num astro. Quando o astro saiu, Ernie Hudson foi contratado, porém, o papel foi substancialmente reduzido no filme, com o personagem se juntando à equipe após 40 minutos de exibição. Desde então, Hudson sempre manteve uma relação de amor e ódio com o personagem, sabendo o que deveria ter sido, e por vezes se define no papel como um “substituto de último minuto para Eddie Muprhy”.

Fechando o elenco principal, uma então jovem e desconhecida Julia Roberts fez teste para Dana, personagem que eventualmente terminou nas mãos de Sigourney Weaver; e o vizinho inconveniente Louis Tully teria as formas do bonachão John Candy – que queria cria-lo com um sotaque alemão. Como sabemos bem, o personagem ficaria eternizado nas formas do baixinho Rick Moranis.

Os Caça-Fantasmas foi lançado no dia 8 de junho de 1984 nos EUA, chegando ao Brasil no dia 20 de dezembro do mesmo ano. Naquele fim de semana, o filme enfrentaria a concorrência dos então reis do ranking Jornada nas Estrelas 3 – À Procura de Spock e Indiana Jones e o Templo da Perdição, e outra estreia de peso com Gremlins. Mas não teve para ninguém naquela semana. Os Caça-Fantasmas foi o líder absoluto das bilheterias e permaneceria em primeiro lugar durante todo os meses de Junho e Julho, sem dar chance para outros ícones queridos da época como Karatê Kid, Conan – O Destruidor, O Último Guerreiro das Estrelas e A História Sem Fim.

Os Caça-Fantasmas se tornaria a comédia mais rentável do cinema até a estreia de Esqueceram de Mim em 1990, o trigésimo segundo filme de maior bilheteria de todos os tempos (reajustando os valores da inflação) e a maior bilheteria da Columbia Pictures de todos os tempos – novamente reajustando os valores da época.

As várias maneiras de reaprender a ver o mundo! 5 Filmes com questões Filosóficas

Pensando na necessidade da humanidade em refletir sobre os acontecimentos atuais, fomentando-se o pensamento crítico, criativo e independente, no dia 18 de novembro é intitulado o Dia Internacional da Filosofia, esse pensar profundo sobre a arte de viver juntos dentro de questões gerais e fundamentais sobre a existência, conhecimento, valores, razão e pensamentos.

Alguns dizem que a verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo, e assim, nessa ótica, podemos fazer um paralelo com o mundo mágico do cinema onde o que vemos na telona nos fazem refletir constantemente com a nossa realidade.

Pensando sobre isso, resolvemos criar uma lista de algumas produções que de alguma forma nos fazem refletir sobre alguns conceitos dentro da filosofia.

 

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o jovem cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte sobre o refletir. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento, fumante, de idade avançada, que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudanças.

 

Hannah Arendt

Dirigido pela cineasta alemã Margarethe von Trotta, Hannah Arendt é um drama sobre uma mulher importante para o mundo da filosofia política que possuía um leve ar inconsequente. O roteiro é deveras interessante, se auxiliando de flashbacks e pensamentos, só deixando a desejar em relação a maiores explicações para os leigos em filosofia. Quem já conhece Hannah Arendt vai entender muito melhor as explicações dadas neste filme do que quem nunca ouvir falar sobre ela.

Em uma época que pensadores originais não precisavam de diploma para lecionar, conhecemos a filósofa política alemã de origem judaica, Hannah Arendt que trabalhou como jornalista e professora universitária além de publicar obras importantes sobre filosofia política. Sempre rodeada por livros e textos que contribuíram para com a sua obra, somos apresentados aos amigos (alguns deles famosos pensadores) e a toda uma problemática pessoal provocada pelo seu pensamento que culminou na transformação de um julgamento em uma questão filosófica.

 

Alice e o Prefeito

Os devaneios do caminhante solitário. Um político cansado, que não consegue mais pensar. Uma jovem que volta à França depois de alguns anos e vai trabalhar nos bastidores da política mesmo não tendo nenhuma experiência dessas antes. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Nicolas Pariser, Alice e o Prefeito, transforma os maçantes e embaralhados temas da política em crônicas sociais com paralelos utópicos e o entendimento das razões práticas surgindo muitas vezes através de grandes pensamentos desse e de outros séculos.

Na trama, conhecemos Alice (Anaïs Demoustier), uma jovem formada em letras que consegue um emprego na prefeitura de Lyon. Recrutada para uma vaga inexistente e logo em seguida recrutada para outra, acaba sendo uma das pessoas mais próximas do prefeito Paul Théraneau (Fabrice Luchini) sendo responsável em pouco tempo por pautas importantes como discursos dele. Assim, somos testemunhas de debates com argumentações didáticas sobre esquerda, direita, progressistas, socialistas, dentro dos bastidores tumultuados e sempre exigentes da prefeitura dessa grande cidade francesa.

 

Eu Estava em Casa…Mas

A busca da própria verdade pessoal. Ganhador do Urso de Prata de Melhor Direção (Angela Schanelec) em Berlim no ano de 2019, Eu Estava em Casa, Mas… é um curioso longa-metragem alemão de planos quase estáticos, muito atento aos detalhes. Mas a questão é essa: que detalhes seriam esses? Alguns vão achar que é um filme sobre o nada, outros uma mera e caótica tentativa de trazer para debate conflitos que podemos enxergar na realidade, na vida real, ligados à família, pais e filhos, dentro de um panorama europeu. Em certo momento, possui uma certa desponderação sobre a arte rebatendo a pergunta: O quão raso e vazio pode ser o atuar perante os olhos de quem não consegue conscientizar?

Gira em torno de uma mulher chamada Astrid (Maren Eggert), mãe de duas crianças, viúva faz dois anos de um ex-diretor de teatro, consumida por problemas pessoais e dificuldades de interagir, seja em casa na educação de seus filhos, seja na rua com terceiros. Seu filho mais velho some por um tempo e reaparece todo sujo, gerando debates sobre o ocorrido na escola. Os dias passam e Astrid busca compreender a vida sob várias óticas.

 

Violette

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Em seu quinto longa-metragem, o cineasta francês Martin Provost resolve contar uma história real, forte e cheia de detalhes que impactaram o modo de pensar francês durante todo o século passado. Com um grande desfile de astros da literatura e filosofia, um roteiro primoroso e a dupla Emmanuelle Devos e Sandrine Kiberlain inspiradas, Violette se transforma ao longo dos 139 minutos de fita um retrato contundente sobre uma figura ímpar em uma sociedade careta que recebe um tapa em cada linha de seus polêmicos textos.

Na história, roteirizada pelo próprio diretor, conhecemos mais profundamente a vida da escritora Violette Leduc, uma mulher guerreira que encontrou a salvação através da escrita. Sua amizade e sua paixão por Simone de Beauvoir também é meticulosamente bem mostrada. Se sentindo em um deserto que monologa, desafiando o convencional da época, quebrando tabus, sendo admirada por ilustres escritores do século XX, a protagonista é muito poderosa. Emmanuelle Devos embute uma energia vigorosa que é fundamental para que tenhamos empatia por Violette. Uma grande atuação dessa excelente atriz, talvez, pouco conhecida aqui no Brasil. Tem na Globoplay.

 

O Último Amor de Mr. Morgan

O quão triste é perder alguém? Escrito e dirigido pela cineasta alemã Sandra Nettelbeck, do excelente filme Helen (2009), O Último Amor de Mr. Morgan é um filme, vale dizer, sensível. Quem possui qualquer tipo de relação conturbada com seu pai terá suas estruturas abaladas. O vulnerável protagonista, interpretado brilhantemente pelo britânico Michael Caine, guia o espectador pela força que as imaginárias lembranças de sua falecida esposa tem sobre ele. Assim, somos jogados em um mar dramática cheio de emoções a todo instante.

Na trama conhecemos Matthew Morgan (Caine) um solitário vovô que vai se sentindo cada dia mais sozinho após a perda de sua adorável esposa. O ex-professor de filosofia da prestigiada Universidade de Princeton mora em Paris e parece fazer questão de não aprender o idioma local. Sua vida muda, passando a ter algum sentido, quando conhece a professora de dança Pauline (Clémence Poésy). Pauline tem as emoções a flor da pele – o que vira intimidação no primeiro momento para Mr. Morgan – mas ele acaba aceitando a relação de pai e filho que se estabelece, até a chegada dramática de seus dois filhos levando a um desfecho para lá de emocionante.

Garotinha vira quase um “Hulk” no trailer dublado SUPER FOFO da animação ‘Red – Crescer é uma Fera’

A Disney divulgou o trailer Dublado oficial de ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 10 de março de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

Mei Lee é uma garota de 13 anos confiante e desajeitada, que está dividida entre continuar sendo a atenciosa filhinha da mamãe e o caos da adolescência. Sua protetora mãe, se não um pouco autoritária, Ming, nunca está longe de sua filha – uma infeliz realidade para a adolescente. E como se as mudanças em seus interesses, relacionamentos e no corpo não fossem suficientes, sempre que ela fica com as emoções em alta (o que é praticamente SEMPRE), se transforma em um panda vermelho gigante!

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

 

Crítica | ‘Encanto’ é a MELHOR animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A Walt Disney Studios não se consagrou como o império da animação ocidental por qualquer motivo – e, desde a estreia de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, em 1937, quase sempre entregou narrativas perfeitas e envolventes, conversando não apenas com as crianças, mas com qualquer um que tirasse um tempo para conferir inúmeras produções. Só nos últimos anos, tivemos a sequência de ‘Frozen’, que expandiu o universo de Elsa e Anna, a incrível jornada Moana – Um Mar de Aventuras’, que apresentou a primeira princesa polinésia da Casa Mouse, e a impecável ‘Zootopia’, que merecidamente o Oscar de Melhor Animação – isso sem mencionar a divertida história de Raya e o Último Dragão, que resgatou o classicismo da jornada do herói com visuais estupendos.

Agora, está na hora de conhecer a mais nova personagem da família Disney, Mirabel Madrigal (Stephanie Beatriz). A protagonista de Encanto é uma jovem que vive na comunidade montanhesa que empresta o nome ao título do longa-metragem, um refúgio colombiano erguido com os poderes fantásticos de uma vela cuja chama nunca se apaga. O místico objeto, entregue à matriarca Alma (Maria Cecilia Botero), também concedeu a cada membro da família um dom especial – como super-força, super-audição, transmutação e até mesmo a habilidade prever o futuro. Quer dizer, com exceção da própria Mirabel, que desde a primeira sequência da produção posa como a “exilada” da família. Entretanto, a força da magia logo começa a desvanecer e a colocar em xeque as estruturas que reergueram os Madrigal, cabendo à jovem heroína a descobrir o que está acontecendo e fazer o possível para salvar aqueles que ama.

É certo dizer que a estrutura do filme é conhecida por aqueles já acostumados à “fórmula Disney”, por assim dizer. Encanto se alicerça no gênero musical com exuberância plena e invejável, colocando a responsabilidade da trilha sonora nas mãos de Germaine Franco e do multitalentoso Lin-Manuel Miranda – logo de cara imprimindo a identidade sonora que o colocou no topo do mundo com ‘Hamilton’ e Moana. Diferente de tantas músicas que eternizaram o panteão da Casa Mouse, a épica instrumental recebe um tratamento distinto, em que a elegância orquestral é transformada em uma festa de tirar o fôlego, que inclui o uso de cajóns, violões, chocalhos, bumbos, flautas e vários outros (e aqui faço menção especial às impecáveis faixas “Surface Pressure” e “We Don’t Talk About Bruno”, que remam contra a maré em direção a uma originalidade estonteante que incrementa a trama do melhor jeito).

Os nomes responsáveis por essa nova pérola da animação são Byron Howard e Jared Bush – e, se você nunca ouviu falar de tais nomes, talvez se lembre do aplaudido ‘Zootopia’, que ficou sob comando da dupla. Ansiando por uma mais uma estatueta do Oscar, Howard e Bush mergulham de cabeça na cultura colombiana e se aliam a um talentoso time artístico que demonstra apreço e cuidado em cada aspecto visual, desde os vívidos figurinos até a paleta de cores que acompanha o arco dos protagonistas e dos coadjuvantes (bem como referências profusas aos chibchas, quimbayas e taironas, povos indígenas originários do país cuja estética aparece em objetos e relíquias dos Madrigal). Há um naturalismo pungente e emblemático que nos remonta às recentes animações 3D da companhia e que transpassa tanto os aspectos mais claros quanto os mais sutis da obra, em que a própria residência, engolfada em uma divertida personificação, acompanha o humor de Maribel e de sua família e reflete os problemas que lá se escondem.

É claro que já vimos essas inflexões exploradas ao extremo em outros títulos da Disney, como ‘A Bela e a Fera’. Entretanto, talvez a mimética promovida por Howard e por Bush tenha sido proposital e, de fato, contribuiu para a construção de uma mitologia que cairá imediatamente no gosto dos espectadores pela complexa engrenagem que gestou e pelo explosivo conflito dos personagens. E, tecnicismos à parte, é notável como o elenco cria mágica com uma química que nos fisga desde os primeiros minutos: Beatriz mostra sua crescente versatilidade depois de ter estrelado ‘Brooklyn Nine-Nine’ e ‘Em um Bairro de Nova York’, enquanto as vozes marcantes de John Leguizamo, Diane Guerrero, Wilmar Valderrama e tantos outros fomentam uma mistura de personalidades únicas e que dialogam com os atemporais arquétipos que guiam a heroína.

À medida que podemos prever os eventos do filme – em que a zona de conforto, o “cosmos” em que Mirabel esteve confinada todos esses anos, se transforma em uma espécie de campo de batalha pela proteção da família -, o roteiro aproveita os paradigmas em que se reclina para pincelar temáticas importantes e que, num âmbito evocativo, reconstroem a dura história da Colômbia e as múltiplas guerras civis que sempre acompanharam esse povo latino-americano. Alma perdeu o marido para militares que os expulsaram de seu lar e, deixada sozinha com três crianças recém-nascidas, se reergueu defronte a inúmeros obstáculos, motivo pelo qual sua presença austera desperta receio nos outros membros da família. Incursões sobre pertencimento, abandono e conflitos multigeracionais também despontam ao longo do filme.

Encanto é a melhor animação da Walt Disney Studios em cinco anos. A narrativa pode não ser a das mais originais, mas é a condução, a química dos dubladores e a aplaudível imagética que transforma o que poderia ser mais uma esquecível e descartável aventura em uma luta por aqueles que sempre estarão ao nosso lado e pela compreensão de que cada um de nós é importante da maneira que veio ao mundo.

Cena deletada de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ traz os protagonistas discutindo a relação amorosa

Venom: Tempo de Carnificina‘ ganhou uma cena deletada que mostra Venom e Eddie Brock discutindo a relação amorosa dos dois na praia.

Assista:

O filme continua fazendo sucesso nas bilheterias e conseguiu mais um feito: se tornou o segundo a ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões em bilheterias nos Estados Unidos na era pandêmica.

Até então, o único filme a conseguir a proeza havia sido ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, que fez US$ 224,4 milhões.

Venom: Tempo de Carnificina‘ soma US$ 202 milhões nos EUA e US$ 426 milhões no mundo todo.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Lupin’: Começam as filmagens da 3ª Parte e Omar Sy estampa imagem dos bastidores!

A 3ª Parte da série de sucesso francesa ‘Lupin‘ começou a ser filmada em Paris. O astro Omar Sy postou no Twitter o seu primeiro dia no set da nova temporada:

“É bom voltar para casa! Lupin – Parte 3 está em produção”, escreveu.

Os cinco novos episódios são dirigidos por Ludovic Bernard (‘The Climb’) e Hugo Gélin (‘Amor à Segunda Vista’)

Assista à nossa crítica da 1ª temporada:

Crítica | Lupin – Série com Omar Sy já é a MELHOR da Netflix de 2021

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.

Kaya Scodelario revela o que MAIS gostou no ‘Resident Evil’ com a Milla Jovovich: “Os cachorros…” [EXCLUSIVO]

O Renato Marafon entrevistou com EXCLUSIVIDADE a atriz Kaya Scodelario, que estrela ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ no papel de Claire Redfield.

Nessa primeira parte da entrevista, a atriz conta como foi a preparação para viver a personagem e revela que ela e o marido jogaram o game (mesmo com medo).

Além disso, ela revelou ser fã do primeiro filme da franquia estrelada por Milla Jovovich e contou quem eram seus personagens preferidos:

“Posso falar os cachorros? Adoro os cachorros… Eles são bem assustadores, mas também acho eles tão bonitinhos… O Doberman”, disse rindo.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Johannes Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Crítica | Cowboy Bebop – Netflix lança série fiel e estilosa, mas bem inferior ao anime

Mesmo quem não gosta das famigeradas animações japonesas tende a respeitar algumas dessas produções que se sobressaíram e viraram referência dentro da cultura pop. Neon Genesis Evangelion, Ghost in the Shell e Fullmetal Alchemist: Brotherhood são só alguns dos exemplos que conseguiram furar a tal barreira e atingir outros públicos. Obras com particularidades próprias, personagens complexos e temas amplos, que geraram debates interessantes e tornaram-se verdadeiros símbolos para a mídia em questão. Outro anime que também não fica atrás e ganha destaque por sua originalidade é o jovem clássico Cowboy Bebop, um western espacial dirigido pelo cineasta japonês Shinichiro Watanabe, recheado de muita ação e embalado pelo jazz bebop da compositora Yoko Kanno. Além da linguagem sci-fi dinâmica e dos elementos cyberpunk que circundam o universo empreendido, Cowboy Bebop é o tipo de realização elegante que encanta com facilidade.

De modo que não é de hoje o interesse dos estúdios americanos em querer transformar o desenho cult numa produção hollywoodiana e assim tornar a franquia maior e consideravelmente rentável. O mais próximo disso aconteceu, em 2009, quando Keanu Reeves foi confirmado no papel do protagonista da série, Spike, onde o próprio Shinichiro Watanabe e a roteirista Keiko Nobumoto seriam produtores associados. Infelizmente (ou não) o projeto acabou sendo engavetado e durante muito tempo ninguém mais falou a respeito.

Mas eis que em 2016 anunciaram que Cowboy Bebop ganharia uma série para TV, em formato live-action, através de uma parceria firmada entre o Tomorrow Studios, a ITV e a Marty Adelstein, permitindo que a Sunrise, responsável pelo anime original, atuasse como parte da produção executiva do novo show. A ideia finalmente avançou e o roteiro ficou a cargo de Christopher Yost (Thor: Ragnarok), com a dupla Alex Garcia Lopez (Demolidor) e Michael Katleman (Life on Mars) assumindo a direção do projeto. John Cho (Star Trek) ganhou o papel de Spike e Mustafa Shakir (Luke Cage) do seu parceiro Jet Black. Daniella Pineda fecha o trio de protagonistas dando vida a Faye Valentine.

Também chamada de Cowboy Bebop, a produção que estreia mundialmente pela Netflix chega fazendo barulho e dividindo parte da crítica internacional, no entanto tem agradado veículos especializados na vertente. Afinal, o que essa nova série tem a acrescentar artisticamente, será que de fato funciona e é uma obra fiel ao material original, ou chutou o balde e desvirtuou a coisa toda, vide o constrangedor Death Note (2017), filme que saiu pelo mesmo serviço de streaming. Nesse sentido, os fãs podem ficar tranquilos, a série, como um todo, respeita não apenas o cerne e formato da história, como também faz questão de transpor com fidelidade a estética criada por Watanabe.

O Cowboy Bebop da Netflix exala estilo e faz um esforço tremendo para conseguir imprimir visualmente tudo que é visto no anime. O orçamento, que não é lá dos maiores, fez os realizadores trocarem todo aparato técnico por uma estética mais arrojada e alegórica, sem medo de soar falsa. Sobretudo pelo figurino exagerado e a cor vibrante do sangue salpicado nas paredes a cada tiro. Na verdade, tudo isso pode ser enxergado por outra ótica, há quem ache toda canastrice um charme. As lutas parecem esquematizadas pela coreografia ser um tanto lenta, mas o jogo de câmeras ajuda a criar um dinamismo próprio que, no fim das contas, funciona e faz com que o público embarque na brincadeira.

Narrativamente, ainda que o seriado não possua a mesma classe da animação, a pegada aventuresca, no maior estilo Lupin III, traz um ritmo particular que capenga aqui e ali, mas é suficiente para manter o foco. Falta a atmosfera bucólica e noir da animação, sobram as set pieces infindáveis e ininterruptas, longas cenas de ação que não causam muito impacto, porém surgem como elemento de condução, já que o show tem como base esses embates constantes. O formato é o mesmo visto na série animada, episódios que trazem diferentes histórias com os caçadores de recompensa e podem funcionar isoladamente – ainda que, dessa vez, a trama principal seja mais presente devido as constantes aparições do personagem Vicious, interpretado por Alex Hassell (The Boys).

E já falando sobre o elenco, este é um aspecto que se mantém ileso, pois, como já comentamos, Cowboy Bebop anda em cima de atuações caricaturais, de maneira que os interpretes não veem problemas em exagerar nas expressões e trejeitos quando são acionados. Assim como também convencem em cenas dramáticas pontuais, vide àquela que Jet Black leva um cachorrinho para a filha e acaba brigando com a sua ex-esposa. Mustafa Shakir já tinha mostrado o seu talento na ótima segunda temporada de Luke Cage, onde viveu o sensacional Bushmaster, agora, na pele de uma figura mais caricata, o ator não encontra dificuldades em trafegar entre os dois extremos. O mesmo vale para John Cho que constrói a personalidade do seu Spike Spiegel, sendo mais enérgico e sarcástico do que propriamente irônico e arrogante como o personagem original.

A série da Netflix não é a adaptação de Cowboy Bebop que todos sonhavam, entretanto é honesta suficiente por trazer uma versão fiel e respeitosa do grande trabalho de Shinichiro Watanabe. Sim, o jazz, latente no anime, continua vivo em quase todos as cenas de fugas e combates, o problema é que o artifício em si não casa tão bem aqui, soando descompassado em certos andamentos. Já do ponto de vista estético, o que parece brega e fora de tom para alguns, pode soar estiloso e acertado na visão de outros. Quem nunca viu a animação deve estranhar de início, tudo é estilizado e incomum, mesmo numa aventura estrelada por um cowboy do espaço, contudo vão logo se acostumar a essa linguagem peculiar, caso consigam, pelo menos, passar do primeiro episódio.

A Roda do Tempo | Quem é quem na nova e ambiciosa série fantástica da Amazon

Cuidado: possíveis spoilers dos livros abaixo.

A Roda do Tempo é a mais nova produção original da Amazon Studios e é baseada nos aclamados escritos do autor Robert Jordan.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine Demodred, membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Dois Rios, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Estrelada por Rosamund Pike e por um elenco de peso, a produção conta com inúmeros personagens que nos lembram do gigantesco conjunto de ‘Game of Thrones’ e de ‘O Senhor dos Anéis’, por exemplo – e, para que você não se perca com a adaptação, que chega amanhã, 19 de novembro, ao catálogo da plataforma, preparamos uma lista apresentando os protagonistas dessa envolvente trama.

Confira:

MOIRAINE DAMODRED, Rosamund Pike

Na releitura, a indicada ao Oscar Rosamund Pike interpreta Moiraine Damodred, também conhecida como Moiraine Sedai. A personagem, uma das protagonistas dos romances, é uma Aes Sedai – isso é, uma mulher com habilidades mágicas que desperta medo em quem ousar cruzar seu caminho. No romance de estreia, Moiraine chega ao Campo de Emond e à cidade de Dois Rios e se vê no centro de enormes problemas que prenunciam a destruição ou a salvação do mundo que conhece. Dentre suas habilidades mais notáveis, comenta-se sobre a capacidade de curar os outros e de manipular os ventos.

RAND AL’THOR, Josha Stradowski

Um dos outros protagonistas da trama é Rand al’Thor (Josha Stradowski), personagem que oficialmente abre o primeiro livro da saga. Rand é um fazendeiro e mora junto ao pai, Tam, no pequeno vilarejo dos Dois Rios. Vivendo dia após dia em uma normalidade que não promete muitos acontecimentos, seu cotidiano vira de cabeça para baixo quando ele cruza caminho com Moiraine e descobre que está sendo caçado por forças das Trevas. Partindo em busca de conhecimento e do necessário para sobreviver, Rand está intimamente ligado a uma profecia que pode instaurar o caos ou a paz no mundo.

PERRIN AYBARA, Marcus Rutherford

Marcus Rutherford interpreta Perrin Aybara na série. Perrin também vive nos Dois Rios e é recrutado por Moiraine para combater as forças do mal. Melhor amigo de Rand e também de Mat Cauthon, o personagem começa a trama como um ferreiro e um marceneiro, trabalhando no negócio do pai no vilarejo supracitado. Após perceber que carrega um dom diferente dos outros, Perrin se torna mestre na comunicação telepática com lobos, além de conseguir visitar Tel’aran’rhiod, também conhecido como o Mundo dos Sonhos.

MATRIM “MAT” CAUTHON, Barney Harris/Dónal Finn

A 1ª temporada de A Roda do Tempo nem ao menos foi lançada, mas os executivos da Amazon Studios já realizaram profundas mudanças no elenco protagonista – e Mat Cauthon, amigo de Rand e Perrin, será interpretado por Barney Harris no ciclo de estreia e por Dónal Finn no próximo. Assim como os amigos de infância, Mat também morava nos Dois Rios e se tornou alvo das forças malignas que se erguiam contra eles – motivo pelo qual resolveu partir em uma jornada sem volta. Eventualmente, ele se torna Príncipe dos Corvos – e é acompanhados pelas alcunhas de Filho das Batalhas e O Jogador.

EGWENE AL’VERE, Madeleine Madden

Madeleine Madden foi a escolhida para interpretar Egwene al’Vere na adaptação dos livros – e Egwene é uma das personagens mais importantes da saga. Inicialmente funcionando como interesse romântico de Rand al’Thor, a jovem também vivia em Dois Rios até decidir conhecer o mundo, abandonar seu destino como Sabedoria e se apaixonar pela arte das Aes Sedai. Sua principal habilidade é navegar através dos sonhos – e, eventualmente, ela descobre a contra-parte do Balefire (perigosa magia que não apenas mata as pessoas, mas que também pode apagar a existência delas).

NYNAEVE AL’MEARA, Zoë Robins

Outras das protagonistas de A Roda do Tempo é Nynaeve al’Meara. Interpretada por Zoë Robins, Nynaeve é uma das Sabedorias dos Dois Rios e despreza as Aes Sedai pelo fato de sempre carregarem maus agouros com sua presença – motivo pelo qual não se dá bem com Moiraine de cara. Entretanto, após perceber que pode confiar nela e que tem uma aliada ao seu lado, ela é envolvida pelo poder oculto das Aes Sedai, tornando-se uma delas e descobrindo métodos de cura das mais variadas doenças, incluindo a loucura.

AL’LAN MANDRAGORAN, Daniel Henney

al’Lan Mandragoran, também conhecido como Lan ou apenas como Guardião, é braço-direito de Moiraine e chega ao lado da Aes Sedai no vilarejo dos Dois Rios. Lutando ao lado dela para impedir que o terror ameace o funcionamento e a paz do mundo, ele, assim como Moiraine, é dotado de habilidades que ultrapassam a compreensão humana. Eventualmente, ele se casa com Nynaeve. Na série, ele é vivido por Daniel Henney.

Outros personagens incluem:

Alexandre Willaume como Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro; Johann Myers como Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais; e Álvaro Morte como Logain Ablar, um perigoso homem conhecido como o Falso Dragão.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunPasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

Leonardo José, dublador de Thanos e Professor Xavier, morre aos 78 anos

De acordo com o G1, o dublador Leonardo José, que deu voz a Thanos nos filmes do MCU, faleceu aos 78 anos, na manhã de hoje.

Também conhecido por dublar o ator Patrick Stewart em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e Logan‘, Leonardo enfrentava um câncer terminal no pulmão, mas não resistiu.

A informação foi confirmada por sua esposa, Angelamaria Lachtermacher, em entrevista ao portal.

“Ele faleceu em casa, acometido de câncer terminal de pulmão”, disse ela.

Há alguns dias, colegas de profissão iniciaram uma campanha para arrecadar fundos para o tratamento de Leonardo, mas ele já se encontrava bastante debilitado.

O artista deu início à carreira em 1972 e acumulou diversos trabalhos marcantes, dando voz a Claude Frollo na animação ‘O Corcunda de Notre Dame‘ (1996), Shan-Yu em ‘Mulan‘ (1998), Kerchak em ‘Tarzan(1999) e Kron em ‘Dinossauro‘ (2000), entre outros trabalhos.

Através do Instagram, a página Dublapédia Brasil prestou homenagem a ele, lamentando a perda e relembrando alguns de seus personagens.

Confira:

‘Homem-Aranha 3’: Braço mal apagado no novo trailer gera novas TEORIAS entre os fãs; Confira as reações!

Agora que o novo trailer de ‘Homem-Aranha’: Sem Volta Para Casa‘ já está no ar, os fãs já estão publicando diversas teorias nas redes sociais.

E uma das apostas é sobre quem é o dono do braço avermelhado que aparece em um dos momentos finais da prévia.

Para quem não percebeu, um braço mal editado ficou flutuando na cena em que Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) se juntam a Peter (Tom Holland) na batalha contra os vilões.

O erro bizarro não passou despercebido e está fazendo os fãs acreditarem que pelo menos mais um Aranha estará presente na versão oficial do filme.

Além disso, o traje que Peter veste no momento em que sua amada cai de um andaime é uma versão atualizada do Aranha de Ferro.

Já a luva na mão que aparece tentando agarrar MJ é bastante semelhante à luva do traje usado por Andrew Gafield.

Por conta disso, os fãs têm certeza que Garfield será revelado nesta cena, algo como uma redenção para o personagem, já que ele não conseguiu salvar Gwen Stacy (Emma Stone) em seu último filme.

Confira as reações:

“Esqueceram de editar o braço de alguém no trailer ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.”

“Eles realmente deixaram um braço flutuando no trailer ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.”

“De quem será esse braço que esqueceram de apagar no trailer ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa.”

“Ou a Sony nos deixou pistas ou eles apenas se esqueceram de editar o braço de outro ‘Homem-Aranha’ no trailer do novo filme.”

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O primeiro trailer quebrou TODOS os recordes e se tornou o mais visto de toda a história no período de 24 horas.

O vídeo teve 355,5 milhões de visualizações em apenas 24 horas.

Para comemorar, a Sony divulgou um vídeo:

O recorde anterior era do trailer de ‘Vingadores: Ultimato‘, com 289 milhões de visualizações ao longo de seu primeiro dia online.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Vin Diesel e Bradley Cooper nunca nem PISARAM nos sets dos filmes ‘Guardiões da Galáxia’

O diretor James Gunn revelou que Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (Groot) nunca pisaram no set de nenhum dos filmes da franquia Guardiões da Galáxia‘.

“A captura de movimentos do Rocket e a atuação é feita pelo Sean Gunn. Depois ele é dublado pelo Bradley. O Vin o Bradley jamais estiveram em um set dos Guardiões.”, revelou o diretor no instagram.

Recentemente, o diretor confirmou que as filmagens do Volume 3 já começaram.

“Foi uma jornada estranha, comprida e às vezes desafiadora para chegar até aqui, mas os obstáculos ao longo do caminho só tornaram este momento mais feliz. De volta ao set com minha família de Guardiões para nosso primeiro dia de filmagens”, afirmou.

Confira:

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas em 5 de maio de 2023.

Por enquanto, ainda não se sabe nada oficial sobre a trama.

Mas, em uma recente entrevista ao portal Yahoo, a atriz Karen Gillan, que reprisa seu papel como Nebulosa, revelou o quão impactada ficou ao ler o roteiro da produção.

Gillan deu detalhes de como foi a sua experiência, compartilhando ainda que a atriz Pom Klementieff – que dá vida à Mantis -, se emocionou tanto quanto ela.

Nós lemos o roteiro juntas na mesma sala e então nos olhamos e caímos em lágrimas. Os fãs irão aprender muito mais sobre as personagens que já conhecemos, e em um nível mais profundo”. 

‘Homem-Aranha 3’: Fãs estão OBCECADOS sobre o 6º membro do Sexteto Sinistro; Confira as reações!

O novo trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ confirmou que o herói vai enfrentar o Dr. Octópus (Alfred Molina), Duende Verde (Willem Dafoe), Electro (Jamie Foxx), Lagarto (Rhys Ifans) e o Homem-Areia (Thomas Haden Church).

Quem acompanha os quadrinhos e animações, sabe que o Cabeça de Teia costuma enfrentar um grupo de vilões chamado Sexteto Sinistro.

Por conta disso, os fãs estão insistindo que mais um vilão pode dar as caras na sequência.

E, se você reparar bem, o trailer mostra duas versões bem diferentes do Duende, uma com o clássico traje do filme de 2002 e outra com um visual completamente modificado.

Enquanto alguns fãs teorizam quem será o 6º membro do grupo, outros estão fazendo piadas, concluindo que qualquer pode ocupar a vaga, até mesmo o Serra-Ossos e o Flash Tompson do primeiro filme.

Confira as reações:

“Certo, então ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ tem o Sexteto Sinistro, mas eu só estou vendo 5 deles aqui. Quem é o número 6?”

“Sabe quem mais morreu lutando contra o Homem-Aranha? Só dizendo que na verdade não é um Sexteto Sinistro, é um quinteto.”

“Quem você acha que será o 6º membro do Sexteto Sinistro.”

Quem poderia ser o 6º membro do Sexteto Sinistro?.”

“E se o Doutor Estranho for na verdade Mephisto e ele for o 6º vilão do Sexteto Sinistro?”

“Esses 3 não sendo incluídos na equipe do Sexteto Sinistro é uma pena. Espero que eles apareçam na trilogia em que Peter esteja da faculdade.”

Extra: vazamento revela quem será o 6º membro do Sexteto Sinistro.”

“O verdadeiro cérebro por trás do Sexteto Sinistro em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é Joe Manganiello.”

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ tem estreia marcada para 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O primeiro trailer quebrou TODOS os recordes e se tornou o mais visto de toda a história no período de 24 horas.

O vídeo teve 355,5 milhões de visualizações em apenas 24 horas.

Para comemorar, a Sony divulgou um vídeo:

O recorde anterior era do trailer de ‘Vingadores: Ultimato‘, com 289 milhões de visualizações ao longo de seu primeiro dia online.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Amor sem Medida’: Comédia com Leandro Hassum e Juliana Paes estreia na Netflix

A comédia romântica brasileira, ‘Amor sem Medida‘, protagonizada por Leandro Hassum e Juliana Paes, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quinta-feira (18) na grade de programação.

Na trama, desde que a advogada Ivana Cornejo (Juliana Paes) se divorciou, sua vida amorosa ficou estagnada. Um dia, quando perde seu celular, a sorte aparece: um homem simpático e divertido liga dizendo ter encontrado o aparelho. Eles decidem tomar um café e, quando Ivana finalmente conhece Ricardo Leão (Leandro Hassum), ela fica surpresa com sua estatura.

O elenco conta também com Elizângela, Marcelo Mansfield, Marcelo Laham e Luana Martau, com participações especiais de Rafael Portugal, Carol Portes e Rogério Morgado, e estreando Pietra Hassum.

Assista:

Amor sem medida‘ é um remake do filme argentino ‘Corazón de León‘. A versão brasileira é dirigida por Ale McHaddo, com roteiro de Michelle Ferreira.

Do McDonald’s para o mundo do cinema! Grandes filmes de Rachel McAdams

Filha de uma enfermeira e um caminhoneiro, Rachel McAdams nasceu em Ontário, no Canadá, e sempre se interessou pelo mundo artístico mesmo não tendo muito apoio, a princípio, de sua família. Lutando pelos sonhos no início não foi fácil e ela trabalhou em uma lanchonete do McDonald’s por três anos. Perto da fase adulta, dirigia produções infantis para teatro em sua cidade. Até que um dia resolveu ir para a Inglaterra estudar, ela se matriculou em um programa de teatro na Universidade de Iorque e formou-se em Bacharel em Belas Artes em 2001. Voltou para a América e rumou para Los Angeles onde procurava trabalhos de interpretação.

Estreou na TV em Shotgun Love Dolls, da MTV, e logo em seguida chegou até o mundo mágico do cinema na comédia Garota Veneno em 2002. Chegou ao estrelato em Diário de Uma Paixão, um tremendo sucesso no mundo todo. A partir desse trabalho, sua carreira decolou e hoje é uma consolidada atriz de Hollywood.

Abaixo segue algumas dicas de filmes dessa talentosa artista canadense:

 

Questão de Tempo

Um pôster do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain preso na parede de um quarto já era o primeiro indicador que iríamos conhecer um sonhador, romântico e que faz de tudo para ser feliz. Em Questão de Tempo, o diretor e roteirista neo zelandês Richard Curtis (Um Lugar Chamado Notting Hill) nos leva a conhecer Tim e sua incrível jornada à procura de um futuro ao lado de um grande amor. Uma trilha sonora jovem e popular embala esse ótimo trabalho que é aquele tipo de filme que todo mundo na sala de cinema faz uma corrente imaginária positiva para que o desfecho seja feliz.

 

Desobediência

O luto e o amor. Depois de excelentes e elogiados trabalhos nos inesquecíveis, Gloria e Uma Mulher Fantástica, o cineasta chileno Sebastián Lelio enfim chegou ao epicentro das produções mundiais com delicado e interessante projeto Desobediência. Baseado no livro homônimo, de Naomi Alderman, o filme gira em torno de algumas situações que ligam a morte ao amor. Nos papéis principais, as duas melhores Rachels do cinema atualmente, McAdams e Weisz, essa última também assina a produção do longa.

 

A Noite do Jogo

Rir pra não chorar. Incluindo diversas críticas sobre o relacionamento humano, seja entre amigos, entre marido e mulher, em forma de humor, A Noite do Jogo mostra as facetas humanas escancaradas em situações para lá de inusitadas tendo como ponto de interseção a obsessão da competitividade oriunda de um trauma entre irmãos. A fórmula é bastante interessante e funciona na maior parte do tempo, mesmo que em alguns pontos parecem que as peças se desmontam e ficam um pouco sem lógica. Mesmo assim, e muito por conta disso, pela diversão bem encaixada, é um filme que muitos vão gostar. O longa-metragem é dirigido pelos jovem John Francis Daley, e pelo experiente produtor e cineasta Jonathan Goldstein, que juntos também dirigiram Férias Frustradas (2015).

 

Doutor Estranho

Tudo tem começo e meio. O fim só existe para quem não percebe o recomeço. Doutor Estranho é personagem dos quadrinhos criado pelo verdadeiro mago Stan Lee e Steve Ditko no início da década de 60. Arrogante e crendo apenas no que os livros e a dedicação lhe ensinaram ao longo de sua trajetória de vida até o momento que descobre muitas coisas sobre a essência do ser, do tempo e um mundo mágico que abre sua mente para novas revelações. Com todos esses elementos profundos e características bastante peculiares, o desafio do diretor escalado para dar vida a esse grande personagem nos cinemas, Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose) era gigante mas esse passa com louvor e dirige com bastante maestria essa ótima aventura. No papel principal, o britânico sempre competente Benedict Cumberbatch, que mais uma vez desenvolve com eficiência e sabedoria seu complexo personagem.

 

Diário de uma Paixão

Figurinha carimbada em muitos corações de cinéfilos e cinéfilas espalhado pelo mundo, dirigido por Nick Cassavetes e baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks, Diário de uma Paixão conta a saga romântica de um amor que precisou vencer muitos obstáculos, desde a época que os protagonistas se conheceram, durante a década de 40, até o presente na história. Um filme muito bonito que é sempre reprisado por algum canal de televisão.

 

Meia-noite em Paris

Na cidade luz, um filme iluminado. Desse que é um dos mais idolatrados diretores da história da sétima arte, Sr. Allan Stewart Königsberg, ou apenas Woody Allen. Nesse longa, o famoso diretor nova-iorquino, enche a tela com muita magia e glamour além de carimbar, como sempre, os clímax de suas produções com um humor bastante peculiar que, de longe, é uma de suas melhores marcas.

 

Meninas Malvadas

Dirigido por Mark Waters e escrito por Tina Fey, Meninas Malvadas é um filme que marcou muitas gerações aqui no Brasil e sem dúvidas é um dos grandes sucessos da carreira de Rachel McAdams. Na trama, protagonizada por Lindsay Lohan, uma aluna recém-chegada aprende as artimanhas e os códigos de um grupo de garotas lindas, malvadas e sempre na moda, para sobreviver ao ensino médio.

‘Verdades Secretas 2’: “Por mim, Camila Queiroz nunca mais pisa na Globo”, afirma Walcyr Carrasco

Na manhã de ontem, a Rede Globo confirmou que Camila Queiroz foi demitida da emissora e ficará de fora dos próximos episódios de ‘Verdades Secretas 2‘.

A causa da demissão seria por conta de desentendimentos após a intérprete de Angel ter feito “exigências inaceitáveis” para renovar o contrato.

E, de acordo com o Metrópoles, a demissão não foi nada amigável.

Foi dito que as gravações da atração deveriam ter sido finalizadas na semana passada, mas foram prorrogadas por conta de atrasos causados pela pandemia do Coronavírus.

No entanto, Camila se recusou a participar do último dia de filmagens, que também era o seu último dia de contrato, ao apresentar um atestado médico como justificativa.

Além disso, a estrela exigiu que o contrato para a extensão das gravações incluísse uma alteração no desfecho de sua personagem, já que ela não gostou dos rumos estabelecidos por Walcyr Carrasco, autor da novela.

Por conta disso, Carrasco acabou se irritando e apoiou a demissão, afirmando:

“Por mim, Camila Queiroz nunca mais pisa na Globo.”

Ao que tudo indica, Angel acabaria morrendo e Camila desaprovou esse final, exigindo que a personagem retornasse em novas temporadas.

No fim das contas, a Globo decidiu seguir com ‘Verdades Secretas 2‘ sem a presença de Camila.

Depois disso, parece que as gravações vão continuar com algumas adaptações para manter a essência da trama.

Ontem mesmo, Queiroz se manifestou em seu perfil no Twitter, e mesmo sem entrar em detalhes, revelou que preferiu “manter sua saúde mental” do que “estar certa”.

Ela não entrou em detalhes, mas afirmou que explicará o que aconteceu em breve.

Após uma série de exigências da atriz, a Globo decidiu reincidir o contrato e continuar a novela sem sua personagem, a Angel.

“A atriz Camila Queiroz não faz mais parte do elenco de Verdades Secretas 2, novela em exibição no Globoplay. Impactado pelos rigorosos protocolos adotados durante a pandemia, o período de gravação da obra, previsto para terminar no último dia 10, teve que ser ampliado por sete dias. Para assinar a extensão de contrato necessária à gravação das cenas finais da novela, Camila Queiroz quis determinar o desfecho da personagem Angel e exigiu um compromisso formal de que faria parte de uma eventual terceira temporada da obra, além de outras demandas contratuais inaceitáveis.”, afirmou a Globo em nota.

‘Os Mercenários 4’: Dois membros da equipe foram hospitalizados após acidentes nos bastidores

De acordo com o Deadline, dois membros da equipe de ‘Os Mercenários 4‘ sofreram lesões nos bastidores da sequência, que atualmente está sendo gravada na Grécia.

Ambos os acidentes não foram tão graves e os funcionários já se recuperaram, mas não foi dito se eles vão voltar a trabalhar na produção.

Um deles foi um pintor que caiu de uma altura considerável enquanto pintava uma parede durante a pré-produção.

O segundo foi um assistente de câmera que teve ferimentos no pé quando foi atropelado por um dublê que dirigia um veículo pesado em marcha à ré.

Apesar disso, um representante da produtora Millenium disse ao portal que foram acidentes isolados e que:

“Todos os funcionários que trabalham em ‘Os Mercenários 4’ estão tomando todas as precauções para garantir a segurança de toda a equipe diariamente.”

Maiores detalhes não foram divulgados.

Lembrando que o próximo filme da franquia vai marcar a despedida de Sylvester Stallone como líder da equipe, passando o manto para o personagem de Jason Statham

Além do retorno de Stallone, Statham, Dolph Lundgren e Randy Couture, o elenco também conta com Megan FoxJacob ScipioAndy Garcia e 50 Cent.

A história será focada em Lee Christmas (Statham), que viverá uma aventura ao lado da personagem de Fox.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Noite Passada em Soho – Narrativa pulsante e estética gótica exuberante definem um dos grandes filmes do ano

É impressionante como, a cada filme, o ainda jovem cineasta britânico Edgar Wright vai refinando o seu estilo e aprimorando o seu modo de contar histórias. Desde quando fez Chumbo Grosso (2007), passou por Scott Pilgrim contra o Mundo (2010) e chegou a Baby Driver (2017), que Edgar gera, dentro de si mesmo, diversas revoluções. Antes assumido como um diretor de comédias inglesas recheadas de referências a cultura pop, se transformou rapidamente num entusiasta da estética – sempre inquieta e distante de realizadores estéreis como Wes Anderson – finalmente atingiu um grande feito ao entregar um filme de ação moderno no maior estilo tarantinesco. Edgar é sem dúvidas um dos realizadores mais promissores da indústria cinematográfica mundial e, dessa vez, realiza o que podemos chamar da sua obra mais madura e original com o goticamente pitoresco Noite Passada em Soho.

Divulgado abertamente como uma produção de terror, que bebe da fonte do horror orquestrado por Dario Argento e Mario Bava, sobretudo por sua estética expressiva, já constatada nos trailers e cartazes divulgados, Last Night in Soho (no original) possui um primeiro ato absolutamente atípico daquilo que se espera nesses filmes europeus comandados pelos cineastas citados. Aliás, é curioso perceber que a linha de atuação escolhida pela atriz Thomasin McKenzie (Tempo) é completamente diferente do que se via nos giallo movies e pareça, na verdade, com àquelas conferidas pelas musas que estrelavam as produções do mestre Alfred Hitchcock. Desde o sotaque britânico característico até os trejeitos metódicos, a protagonista parece ter mesmo saído diretamente de um filme da década de sessenta. O que tem tudo a ver com a Eloise Turner de McKenzie, que, mesmo vivendo no presente, não faz questão de esconder os seus gostos datados e peculiares.

Edgar Wright e Anya Taylor-Joy

Ainda que Eloise (ou só Ellie) seja uma figura particularmente interessante e até excêntrica, a garota assume sua forma de super-heroína quando “encarna” a charmosa e provocante Sandy, que ganha vida pela exuberante Anya Taylor-Joy (A Bruxa). As aventuras de Sandy acontecem exatamente em 1966, onde a garota tenta enveredar na carreia musical fazendo apresentações nas conhecidas boates da época. Para isso vai ter que se juntar ao agente e empresário Jack, interpretado por Matt Smith (Doctor Who), uma espécie de cafetão que não ver problemas em usar as artistas que agencia da maneira mais sórdida possível. No primeiro momento, Ellie fica encantada com a vida de Sandy, no entanto, rapidamente, todo glamour começa a se transformar numa vida abjeta, onde tudo parece desmoronar quando ela se depara diante da realidade cruel enfrentada pelas artistas daquele recorte temporal.

É óbvio que a trama e seus desdobramentos pra lá de curiosos acabem sendo por si só uma atração à parte – por sinal, ainda que continue trabalhando com cinema de gênero, Edgar Wright leva tudo bem a sério dessa vez e não abre mão de criar cenas tensas e dramáticas – mas, a bem da verdade, não tem como negar que o grande chamariz de Noite Passada em Soho, pra variar, é a carpintaria construída pelo próprio autor.

Repleto de cenas impressionantes, realizadas quase que totalmente através de coreografias arrebatadoras e confessadas pelo próprio Wright, a troca de lugares numa dança que envolve Thomazin e Anya, correndo de lados opostos da câmera, beira o inacreditável por ser isenta de truques digitais. Há também um fascínio particular da obra em relação à espelhos, onde o cineasta novamente dispensa a utilização de computação gráfica ou mesmo o artifício de telas verdes, os conhecidos chroma keys. Tudo que acontece nesses andamentos citados são trucagens cinematográficas analógicas como, por exemplo, sets duplicados e espelhos que deslizam pelas câmeras, além da movimentação frenética que é habitual de Edgar e o seu parceiro montador Paul Machliss.

A parte digital do longa acontece na criação de projeções e figuras sombrias que precisam surgir de lugares improváveis, causando um certo tipo de desconforto necessário para gerar situações que se entregam completamente ao surrealismo fantástico. Em um desses andamentos vemos o que seria a fusão de dois clássicos distintos e absolutos: primeiro nos símbolos de linguagem e temores eróticos aludidos a Repulsa ao Sexo (1965), de Roman Polanski; depois na fotografia expressivamente sangrenta e narrativamente hermética de Suspiria (1977), do já citado Argento. Aliás, falando no mestre do terror italiano, o clímax ou momento de embate central do qual descobrimos a verdade por trás de tudo é quase que literalmente tirado de outro filme de Dario Argento, esse chamado de O Pássaro das Plumas de Cristal (1970), sobretudo no famigerado plano detalhe da faca. Indo mais além, podemos reparar na atmosfera inglesa soturna, sensação costumeira nas produções de horror feitas por Nicolas Roeg, vide Inverno de Sangue em Veneza (1973).

O filme ainda reserva um sentimento nostálgico por trazer os últimos papéis das divas e Bond girls Margaret Nolan (007 Contra Goldfinger) e Diana Rigg (007 a Serviço Secreto de Sua Majestade), onde esta última desempenha uma grande performance na pele da curiosa senhora Collins. Da mesma maneira também foi ótimo poder rever o veterano ator Terence Stamp (Superman 2 – A Aventura) ganhar um papel de destaque e realizar uma das cenas mais fortes e surpreendentes do longa. Sim, a obra tem o poder de chocar por meios próprios e distantes daquilo que é habitual no gênero. De modo que Noite Passada em Soho é muito mais do que aparenta ser e pode surpreender àqueles que buscam uma estrutura mais clássica vista nos autênticos filmes de terror. Você que já é fã do cineasta não precisa de preocupar, Edgar Wright continua fazendo o cinema pulsante, referencial e eletrizante de sempre, com àquelas trucagens visuais empolgantes e uma trilha sonora repleta de canções sensacionais e importantes narrativamente. No entanto tudo agora foi construído pelas mãos de um artesão mais experiente, que sabe a hora certa de disparar a carga elétrica de ação necessária para tudo acontecer como deve ser.

Neo e Trinity em novo cartaz internacional de ‘Matrix Resurrections’; Assista a um comercial!

Matrix Resurrections’ ganhou um novo cartaz internacional, mostrando Neo e Trinity.

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Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer e e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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