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‘Os Mercenários 4’: 50 Cent é destaque na primeira imagem oficial da sequência

A produção da aguardada sequência Os Mercenários 4 está a todo vapor e o rapper e ator 50 Cent é o grande destaque da primeira imagem oficial do longa, divulgada pela Lionsgate.

O registro feito em preto e branco traz o astro em cima de um tanque de guerra e fora compartilhado pelo estúdio, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:


O elenco também conta com Megan FoxJacob ScipioAndy Garcia e Jason Statham. Dolph LundgrenRandy CoutureSylvester Stallone também retornam para a franquia.

A história será focada em Lee Christmas (Statham), que viverá uma aventura ao lado da personagem de Fox.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Irmãos Kendrick irão produzir filme cristão no Brasil em parceria com a 360 WayUp

Os irmãos Alex e Stephen Kendrick, cineastas cristãos responsáveis por sucessos como ‘À Prova de Fogo‘, ‘Quarto de Guerra‘ e ‘A Forja‘, irão refilmar seu primeiro filme, ‘A Virada’ (Flywheel no original), no Brasil, com atores brasileiros e equipe local, em parceria com a 360 WayUp. A produção brasileira ganhará o novo título ‘A Ignição‘ e conta com distribuição da Heaven Content para os cinemas.

“Amamos o Brasil e estamos profundamente inspirados pela beleza do país e pela paixão e fé do povo. Deus está agindo nas igrejas brasileiras e estamos empolgados por poder levar uma das melhores histórias que já escrevemos e refilmar no Rio com atores, locações e profissionais brasileiros. Esperamos que esta produção fortaleça o número crescente de filmes cristãos produzidos no Brasil”, afirma Stephen Kendrick.

O elenco será selecionado por meio de um projeto chamado Talento Puro, criado com o propósito de valorizar e promover histórias de fé e transformação através de produções cinematográficas de alto nível. A proposta é conectar profissionais cristãos qualificados a projetos que transmitam valores bíblicos e mensagens que inspirem a crescente indústria audiovisual cristã no país. Profissionais cristãos que tenham interesse podem se inscrever aqui.

Atualmente, o Brasil ocupa a 2ª posição no ranking global de maior público nos cinemas em filmes cristãos, e irá se consolidar como uma potência na produção de novos conteúdos que impactam vidas. “Nossa missão é apoiar esse setor desenvolvendo talentos comprometidos e preparados para entregar excelência em cada produção”, destaca Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp e da Heaven Content.

Reconhecidos mundialmente por sua abordagem profunda de temas como família, identidade, oração e propósito, os Irmãos Kendrick recentemente emocionaram mais de 3 milhões de espectadores nos cinemas brasileiros com ‘A Forja – O Poder da Transformação‘, que narra a história inspiradora de um jovem desafiado por um mentor a iniciar um relacionamento com Deus e trilhar um caminho melhor para sua vida.

“Vamos refazer nosso primeiro filme de uma forma ainda melhor e atualizá-lo com uma equipe brasileira. Queremos que este seja o primeiro de muitos filmes realizados por cineastas cristãos brasileiros em ascensão”, anuncia Alex Kendrick.

“Enquanto orávamos, Deus colocou o Brasil em nossos corações e nos mostrou a grande necessidade de cristãos talentosos nas artes se unirem para produzir novos filmes cristãos que transformem corações e honrem a Deus”, afirma Stephen Kendrick, que estará presente no próximo Café com Negócio, em Curitiba, no dia 23 de agosto.

A Ignição‘ primeiro filme dos irmãos Kendrick no Brasil, será rodado a partir de setembro de 2025 no Rio de Janeiro, com previsão para lançamento nos cinemas em 2026.

‘Pantera Negra’: Divulgada a música “All The Stars”, de Kendrick Lamar e Sza

Kendrick Lamar e Sza lançaram a faixa “All The Stars”, primeiro faixa da trilha sonora de Pantera Negra. Ouça:

Os fãs dePantera Negra podem ficar felizes. De acordo com um rumor divulgado pelo site australiano EventCinemas, o filme será o mais longo de todos os filmes SOLO da Marvel até agora, com cerca de 135 minutos (ou 2 horas e 15 minutos), incluindo os créditos finais.

Por enquanto, tratamos como rumor, informações oficiais devem sair em breve.

Para comparação, os primeiros ‘Capitão América‘, ‘Thor‘ e ‘Homem de Ferro‘ tiveram em torno de 120 minutos (2 horas) de duração.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘Os Incríveis 2’: Primeiras reações são MUITO positivas; Confira!

A animação da Disney/PixarOs Incríveis 2’, teve sua pré-estreia mundial ontem (05), nos Estados Unidos, e as primeiras reações dos críticos que estavam presentes já estão saindo na internet. Os fãs podem respirar aliviados, como era esperado, a animação tem recebido muitos elogios.

No geral, o que mais agradou os convidados foram a trilha sonora de Michael Giacchino, a dinâmica entre a família e as cenas hilárias com o Zé-Zé. Confira alguns tweets:

“É um conjunto empolgante de diversão. As cenas de ação são saborosas, impressionantes, nunca exageradas. Há abundância para crianças e adultos ficarem aflitos e darem algumas gargalhadas também. O design, áudio e visual realmente fazem com que seja bem pop. Uma sequência digna de um ato difícil de seguir”

“É um filme delicioso! A dinâmica entre a família é brilhante mais uma vez, mas a grande surpresa fica para Zé-Zé, um ladrão de cena. E a trilha sonora! Mais um trabalho A+ de Michael Giacchino que precisarei ter pra mim”

“Acabei de sair de ‘Os Incríveis 2’. Melhora praticamente tudo do original. Seu estilo visual é impressionante de se ver, os personagens são fantásticos e a aventura é uma explosão. Há um pouco de previsibilidade na história, mas eu estava tão envolvido neste passeio”

“É uma continuação útil, uma aventura divertida mas não no mesmo nível do original. Zé-Zé e Edna roubam o show (por favor, me digam que estão fazendo um curta com Edna tomando conta de Zé-Zé). Fantástico design de produção, mais uma grande trilha sonora de Michael Giacchino

Ansioso? Os Incríveis 2 chega aos cinemas em 28 de junho de 2018.

De acordo com novas previsões, a sequência da Pixar, ‘Os Incríveis 2‘, pode se tornar a maior abertura da história da empresa de animação. As informações são do THR.

A animação deve arrecadar em torno de US$ 140 milhões no seu primeiro fim de semana, batendo assim o número de Procurando Dory, atual recordista, com US$ 135 milhões. Além disso, o número também é o dobro da estreia do filme original, de 2004, que fez “apenas” US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Especial ‘SCOOBY!’ | Os easter eggs que você talvez não tenha percebido no filme

SCOOBY! O Filme já está disponível nas plataformas de vídeo online. Com uma vontade enorme de iniciar um universo compartilhado da Hanna Barbera nos cinemas, a animação promove alguns encontros inesperados entre a Turma do Scooby-Doo e outros nomes da empresa. Além desses encontros, outros diversos easter eggs foram inseridos em tela. Como são muitos easter eggs, o CinePOP resolveu separar alguns que são mais difíceis de achar e que podem passar despercebidos pelo público. Se você já assistiu o filme, confira!

[ALERTA DE SPOILER] Bom lembrar que a partir daqui, tudo será spoiler, ok? [ALERTA DE SPOILER]

 

Capitão Caverna e as Panterinhas

A piloto da nave do Falcão Azul e cérebro da equipe de heróis é Dee Dee Skyes (Kiersey Clemons). No Brasil, dependendo da dublagem, ela é mais conhecida como Sabina ou Kelly. A personagem é famosa pela série animada Capitão Caverna e as Panterinhas, sucesso dos anos 1970. A animação foi feita para impulsionar o sucesso da série As Panteras e em uma de suas missões, elas encontram o Capitão Caverna congelado. Quando o gelo derrete, ele passa a acompanhá-la nas missões. Dee Dee/ Sabina/ Kelly, tanto no filme quanto na série, é o cérebro da equipe. Será que as outras Panterinhas também trabalham para o Falcão Azul?

 

Pet Shop do Senhor Peebles

Clássico no Brasil, Maguila, O Gorila, foi uma das animações da Hanna Barbera que mais fez sucesso por aqui. No filme, a loja do Senhor Peebles, onde Maguila morava, aparece por um momento, mostrando que o gorila não está mais à venda. Isso parece ser um detalhe importante para o futuro desse universo cinematográfico.

 

Novas equipes?

A montagem dos créditos finais demonstra diversos personagens da Hanna Barbera interagindo como figurantes ou como heróis. Personagens como MaguilaTutubarão aparecem atuando junto até mesmo com Scooby-Doo. Isso provavelmente indica os planos futuros da Warner para esse universo.

 

Os Impossíveis

Reprodução: Twitter

Outra animação de sucesso, Os Impossíveis eram uma banda de rock que também agia como um grupo de super-heróis. Composto por Multi-Homem, Homem-Fluído e Homem-Mola, o grupo era atrapalhado e divertido, além de ser acompanhado pelo estranho Frankenstein Jr. No filme, além deles aparecerem em um videogame, um fã conseguiu avistar um grupo de crianças vestido como eles.

Reprodução

 

Iwao Takamoto

O boliche aonde Scooby e Salsicha vão antes de serem abduzidos se chama “Boliche Takamoto”. Esse nome é uma singela homenagem a Iwao Takamoto, um dos maiores nomes da história gloriosa da Hanna Barbera. Após desenhar personagens históricos da Disney, como a Cinderela e a Bela Adormecida, Takamoto participou da criação do design de alguns dos maiores personagens da história da Hanna Barbera, incluindo o Scooby-Doo.

 

Qual o seu easter egg favorito? Diga nos comentários!

SCOOBY! O Filme está disponível para compra ou aluguel em plataformas de video online.

Crítica | O Segredo: Ouse Sonhar – Um Filme de Bem-Estar, mas que Força a Barra um Bocado

Baseado no livro de sucesso ‘O Segredo’, de Rhonda Byrne – que já ganhou adaptação audiovisual em 2006, com filme de mesmo nome –, chega agora aos (poucos) cinemas reabertos do Brasil ‘O Segredo: Ouse Sonhar’, longa igualmente inspirado no livro best-seller.

Miranda (Katie Holmes, em atuação pouquíssimo convincente) é uma jovem viúva, mãe de três filhos: Missy (Sarah Hoffmeister), Greg (Aidan Pierce Brennan) e Bess (Chloe Lee). A família está super endividada, mas Miranda vê em seu relacionamento com Tucker (Jerry O’Connell) uma tábua de salvação. Como tudo que está ruim sempre pode piorar, a chegada de um terrível furacão destrói parcialmente a casa da família, e, ainda por cima, Miranda bate no carro de Bray (Josh Lucas). Porém, o que ela não esperava era que Bray não só não se zangasse com ela, como também a ajudasse a consertar seu carro – e a sua vida.

A adaptação de Bekah Brunstetter conseguiu extrair a essência de ‘O Segredo’ e transpô-la para o argumento do filme, que propõe ao expectador a reflexão sobre como reagir nos momentos de adversidade – que, em todos os desafios da vida, podemos sempre aprender com eles e enfrentá-los de maneira a não nos permitirmos nos aborrecer tanto. Com diversas frases de efeito e lições de moral – majoritariamente presentes nos diálogos dos personagens – o conceito de “se você mentalizar muito uma coisa, o universo conspira a seu favor” se faz presente desde a primeira cena, através do personagem Bray – o grande salvador da pátria neste longa.

Entretanto, embora ‘O Segredo: Ouse Sonhar’ seja extremamente motivacional e inspirador, o roteiro de Rick Parks e Andy Tennant força demaaaais a barra, principalmente em insistir em transformar o personagem Bray em herói da história. Bray, o inabalável, tem a resposta certa para tudo e consegue de primeira, por exemplo, convencer uma adolescente de dezesseis anos que está abalada porque uma outra colega vai dar uma festa do mesmo dia que ela, com food trucks e tudo o mais, Bray, o milagroso, e fazer essa adolescente mudar de ideia e entender que “mais importante que duzentos amigos no instagram é ter cinco amigos de verdade na realidade”. Fala sério! E a adolescente simplesmente aceita isso e decide que sua festa vai ser super mais legal se ela apenas estiver com sua família e seus cinco amigos ao redor do fogo fazendo doces juntos. Ah sim, porque todo adolescente aceita as coisas tão facilmente assim…

Não bastasse o roteiro que abusa em transformar o homem como único capaz de solucionar os problemas (a vida de Miranda quando tinha marido era ótima, mas, depois que ficou viúva, ficou uma droga; a única forma de Miranda se reerguer na vida é casando com um homem, mesmo que não o ame; a pessoa que consegue fazer Miranda enxergar a beleza na vida e voltar a ser feliz é um homem), a direção de Andy Tennant é bastante condescendente com a produção, por exemplo, ao inserir uma mulher misteriosa na vida de Bray e vir com uma explicação super esdrúxula e nada convincente no final, justamente para forçar que as pontas se amarrem mesmo que o longa não estivesse caminhado nessa direção.

Apesar da estrutura problemática, o que importa em ‘O Segredo: Ouse Sonhar’ é a mensagem, a sensação de bem-estar que o filme produz no espectador, que, em tempos tão difíceis como os que estamos passando em 2020, se torna fundamental. Portanto, se você for de coração aberto ao cinema para receber uma boa dose motivacional, ‘O Segredo: Ouse Sonhar’ será o combustível certo para encher o seu coração de esperança.

‘Red Sonja’: Mesmo após denúncias de abuso seuxal, Bryan Singer é confirmado como diretor

Esta semana, o cineasta Bryan Singer foi acusado NOVAMENTE por estupro e pedofilia contra um rapaz de 15 anos no set de ‘O Aprendiz‘, e outros jovens vieram publicamente afirmar que ele os assediava sexualmente e usava drogas e álcool para diminuir suas inibições.

Com a polêmica, os fãs da adaptação de ‘Red Sonja‘ criaram um abaixo-assinado pedindo que a produtora Millennium demita Singer da produção. Porém, mesmo após os apelos dos fãs, a produtora divulgou um comunicado através do THR no qual o CEO da empresa avisa que manterá a polêmica figura como diretor do filme:

“Eu continuo em desenvolvimento para ‘Red Sonja‘ e Bryan Singer continua contratado. Os mais de US$ 800 milhões que ‘Bohemian Rhapsody‘ arrecadou, tornando-o o drama mais lucrativo da história do cinema, é um testamento a sua visão admirável. Eu sei a diferença entre fake news promovida por agenda e a realidade, e eu estou bem confortável com essa decisão. Nos EUA, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário.”

O roteiro está sendo escrito por Ashley Miller, que escreveu o roteiro de X-Men: Primeira Classe’. O produtor Avi Lerner comentou:

“Nós estávamos esperando pelo momento certo para este remake, e com o sucesso de Mulher-Maravilha, o público se manifestou. Eles querem mulheres heroínas”

Em 2009, Robert Rodriguez chegou a produzir cartazes do filme de Red Sonja, protagonizado pela Rose McGowan, mas o projeto nunca mais foi mencionado.

Confira:

‘Duna’: Dave Bautista revela seu personagem com nova foto de bastidores; Confira!

Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) revelou hoje, 06, que dará vida ao personagem Rabban Harkonnen, sobrinho do Barão Vladimir Harkonnen (Stellan Skarsgard) no novo remake de Duna.

O ator postou uma foto confirmando o papel em seu Instagram. Na legenda, Bautista escreveu: “que honra”.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

What an honor…. #dune #dreamchaser

Uma publicação compartilhada por David Bautista (@davebautista) em

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason MomoaBautistaSkarsgard, Javier Bardem e Charlotte Rampling completam o elenco.

A Warner Bros. lançará o longa nos cinemas no dia 20 de novembro de 2020.

Duna‘ já teve uma adaptação para os cinemas, em 1984, pelo diretor David Lynch.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Natalie Dormer fala sobre sua personagem na série derivada

Em uma recente sessão de Q&A promovida pela Showtime, a atriz Natalie Dormer aproveitou o recém-lançamento do trailer de Penny Dreadful: City of Angels’ para falar um pouco sobre a personagem que vive na série derivada, o demônio Magda.

“[O criador] John Logan me deu um enorme presente para brincar com as diferentes iterações [de Magda]. No trailer, você vê duas delas, mas há mais. Você precisa assistir para ver mais. E eu tive um tempo incrível tecendo uma antagonista diferente.”

O canal Showtime divulgou o primeiro trailer do spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 26 de abril.

Confira o trailer:

O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.

O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Rory KinnearNatalie Dormer, Nathan LaneDaniel ZovattoKerry Bishé, Adriana BarrazaJessica Garza, Johnathan Nieves, Lorenza Izzo, Amy Madigan, Piper Perabo Brent Spiner.

A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

‘Reunited Apart’: Reunião com elenco de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ ganha teaser; Confira!

Em seu canal oficial do YouTube, o ator e comediante Josh Gad divulgou o teaser oficial do último episódio de Reunited Apart, que irá reunir o elenco do clássico ‘Curtindo a Vida Adoidado’.

Confira:

O vídeo confirma que o evento virtual trará Matthew Broderick, Mia Sara, Alan Ruck e Jennifer Grey.

Reunited Apart volta com o novo episódio no próximo domingo, 28 de junho.

‘Curtindo a Vida Adoidado’ foi dirigido pelo lendário John Hughes e tornou-se um sucesso tanto de bilheteria quanto de público. Além de arrecadar US$70 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$6 milhões, o filme ganhou status de cult décadas depois de seu lançamento.

Relembre a sinopse e o trailer:

Um adolescente decide sair da rotina, fingindo-se de doente para matar aula. Ele convence sua namorada e seu melhor amigo a se juntarem a ele no passeio até Chicago, usando a Ferrari do pai de seu melhor amigo.

‘Love, Weddings & Other Disasters’: Comédia romântica com Diane Keaton ganha trailer oficial; Confira!

Saban Films divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Love, Weddings & Other Disasters’, nova comédia romântica estrelada pela icônica Diane Keaton.

Confira:

O filme é dirigido por Dennis Dugan (‘Eu os Declaro Marido… e Larry’), que também fica responsável pelo roteiro ao lado de Eileen Coon e Larry Miller.

Uma multi-história cômica e romântica sobre as pessoas que trabalham na indústria de casamentos e que desejam criar o dia perfeitos para casais apaixonados – com relacionamentos próprios que estão longe de serem perfeitos.

Jeremy IronsDiego BonetaJinJoo LeeJesse McCartneyVeronica Ferres e outros completam o elenco.

‘Love, Weddings & Other Disasters’ tem estreia marcada nos EUA para o dia 04 de dezembro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Peter Pan e Wendy’: Começam as filmagens do novo live-action da Disney!

Continuando sua onda de remakes em live-action, a Walt Disney Studios anunciou nesta última terça-feira (16) que a produção de ‘Peter Pan e Wendy’ finalmente teve início.

As filmagens estão ocorrendo em Vancouver, Canadá, e tem previsão de lançamento para 2022.

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony será o intrépido Peter Pan.

O elenco também conta com Yara Shahidi (Black-ish‘) como a fada Sininho, Alyssa Look como a princesa Tiger Lily, Jude Law (‘The Third Day‘) como o vilanesco Capitão Gancho, Rebecca Hall como a Sra. Darling e Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee.

Confira o primeiro teaser:

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘Supergirl’ volta para National City na sinopse oficial do episódio 06×08; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Welcome Back, Kara”, episódio de retorno da 6ª e última temporada de Supergirl.

Na trama, “conforme Supergirl e Zor-El retornam para National City, eles estão determinados a deixar a Zona Fantasmas para trás e se divertirem sendo super-heróis juntos. Infelizmente, seus esforços saem pela culatra, trazendo uma nova ameaça à cidade”.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Elegemos as 21 Melhores Séries de 2021

Entre altos e baixos, o mundo das séries conseguiu superar as nossas expectativas e entregar alguns títulos de extremo aclame e aceitação por parte da crítica nacional e internacional e do público.

Desde a incrível animação Arcane até o suspense dramático Mare of Easttown, 2021 provou ser incrível para o cenário do streaming e da televisão – motivo pelo qual nossa segunda matéria especial de final de ano contempla as 21 melhores séries do ano (sem ordem particular). Para tanto, estamos tanto considerando as séries estreantes (e dando mais atenção a elas, obviamente) quanto as que retornaram com temporadas impecáveis e que merecem ser conferidas.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

RESERVATION DOGS

“Dividido em nove episódios de trinta minutos cada, ‘Reservation Dogs’ é uma série igualmente divertida e extremamente dramática, justamente por centrar sua história no universo juvenil. Ao mostrar a realidade dos adolescentes indígenas contemporâneos daquele país, a série coloca o povo indígena não no passado, mas sim no presente, e demonstra que as dificuldades e os sonhos desses jovens são iguais aos de qualquer jovem ocidental, porém, os conflitos com suas tradições e identidades são intensificados por causa de uma sociedade que não admite outras culturas. Por isso, ‘Reservation Dogs’ é uma das melhores produções do ano, apresentada por uma gracinha de elenco que faz o público rir e sentir com a mesma profundidade.” – Janda Montenegro

TED LASSO

A 2ª temporada de Ted Lasso manteve o altíssimo nível da série e fez um estrondo entre a crítica internacional, conquistando 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Estrelada por nomes como Jason Sudeikis (que também fica responsável pelo desenvolvimento da obra), Hannah WaddinghamBrett Goldstein, a história é centrada em Ted, um treinador de futebol americano que é contratado para ser técnico de um time de futebol inglês. Ele, então, tenta conquistar o cético mercado britânico com sua personalidade superotimista e peculiar – além de lidar com a inexperiência no esporte.

SEX EDUCATION

“Episódio a episódio, é notável como o roteiro atinge um potencial esplêndido e que faz algo muito difícil no escopo audiovisual: manter sua qualidade sem se valer do pedantismo. Por um lado, os tópicos apresentados e explorados já foram vistos em construções similares; por outro, nunca foram tratados com tamanha franqueza quanto aqui. Percebe-se a preocupação em cultivar um terreno que celebra a infinita diversidade do elenco, trazendo causas LGBTQIA+ ao mainstream – incluindo duas pessoas não-binárias -, debates pungentes sobre depressão e ansiedade, discussões sobre mecanismos de enfrentamento de traumas e a livre expressão da entidade mental humana e até críticas à burocracia tradicionalista do sistema de ensino atual (que se aplica a diversos países, não só ao representado na série)” – Thiago Nolla

POSE

“Se os esforços estéticos são perfeitos sem querer ousar mais do que conseguem, as refinadas técnicas que Canals e seu time empregam merecem reconhecimento. Em comparação ao início da saga, a deslumbrante e vibrante paleta de cores por vezes manchava as telas em uma profusão frenética de glitter, passos de dança e figurinos chamativos que causavam uma explosão sensorial intensa; agora, tudo continua, mas com uma sobriedade que acompanha o amadurecimento das personagens sem se esquecer do refúgio artístico que criaram para se salvarem e se encontrarem em meio a tanto ódio – com destaque ao trabalho de Simon Dennis e Nelson Cragg numa progressiva e estonteante fotografia” – Thiago Nolla

MISSA DA MEIA-NOITE

“Se o roteiro já nos fisga desde o episódio piloto a descobrir o que caminha pela escuridão da ilha, as atuações do elenco protagonista e coadjuvante são inexplicáveis e exortam performances avassaladoras. Linklater, já conhecido na esfera televisivo, redefine sua carreira ao encarnar Paul, enquanto Sloyan, antiga colaboradora de Flanagan, transmuta-se em uma mulher cega pelo preconceito e movida pelo fanatismo religioso; Siegel se prova, novamente, como uma atriz incrível e que não tem medo de arriscar, nem mesmo nos momentos mais complicados – como nos vários monólogos que encabeça. É claro que as literais citações da bíblia católica podem se render em um artifício demasiado recorrente, mas não o bastante para apagar a brilhantismo da série.” – Thiago Nolla

THE UNDERGROUND RAILROAD

“As performances são nada menos que viscerais e brutais. Mbedu rouba a cena ao encarnar Cora e ao deixar transparecer as múltiplas feridas que a acompanham desde pequena – o abandono da mãe, o sadismo de seus donos e as névoas de um futuro incerto. Como é de esperar, Jenkins promove um circense movimento de altos e baixos, nos convidando para um passeio de montanha-russa que não deixa nada de fora e não imprime nenhuma sensação desnecessária e forçada; pelo contrário, nota-se o modo como o realizador tem respeito pelos personagens e cultiva o terreno para que flores (ou ervas daninhas) cresçam na imensidão. Dessa forma, Cora não está protegida, mas é acolhida de modos variados por aqueles que querem o seu bem ou que apenas querem se aproveitar de uma condição condenável – por exemplo, quando ela cruza caminho com a fanática Ethel Wells (Lily Rabe) ou a distorcida mentalidade da Srta. Lucy (Megan Boone)” – Thiago Nolla

ROUND 6

“O roteiro de Dong-hyuk Hwang é muito bem escrito e convida o espectador a jogar também. Já no primeiro episódio somos fisgados, hipnoticamente, para dentro desse universo estético muito atraente, mas que no fundo sabemos ser uma grande ameaça. Ainda assim, é impossível desviar os olhos dos desafios simples, porém bizarros, aos quais os personagens são submetidos. O primeiro episódio (o da boneca) propõe o jogo ao espectador: quem quiser continuar assistindo e saber o final da história é só seguir adiante nos episódios; quem achar que o conteúdo é pesado demais, pode ficar apenas no primeiro capítulo mesmo, que já dá o tom do que se trata a série e, inclusive, oferece um final meio que alternativo aos que desistirem do jogo” – Janda Montenegro.

MARE OF EASTTOWN

“A obra, supervisionada pela HBO, já é interessante por, mais uma vez, apostar no gênero do drama criminal – dessa vez, nos levando à pequena cidade da Pensilvânia que empresta seu nome ao título. No centro desse melancólico e controverso vilarejo, Winslet insurge como Mare Sheehan, uma detetive sem papas na língua cujo principal objetivo é manter a ordem entre os seus vizinhos e, caso nada de errado aconteça, voltar para a casa que divide com a mãe (Jean Smart), com a filha (Angourie Rice) e com o neto, que passou aos seus cuidados após a aparente morte do filho mais velho, que lhe aparece em momentos mais catárticos e reveladores. Outrora uma famosa jogadora de basquete no colégio local, Mare é conhecida por todos e parece se arrastar para enfrentar os inúmeros problemas de todo dia” – Thiago Nolla

ONLY MURDERS IN THE BUILDING

Já renovada para a 2ª temporada, Only Murders in the Building foi uma das grandes surpresas de 2021 e merece nossa atenção pelo total descomprometimento e leveza com que trata seus temas. A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

MANHÃS DE SETEMBRO

“De certo modo, a carga dramática é centralizada na conturbada dinâmica entre duas mulheres diferentes que se unem por um tempo já esquecido, mas que conseguiu calcar um caminho que intercruzasse num futuro distante; e, enquanto é redundante falar da interpretação aplaudível de Teles, Liniker rouba a cena em uma rendição invejável que dá início a uma nova faceta de sua carreira: Cassandra reúne as minorias em um tour-de-force que oscila da independência sistemático ao conflito interno; sendo uma mulher negra, pobre e trans, ela encontrou seu lugar em meio a amigos próximos – como é o caso do casal gay formado por Paulo Miklos e Gero Camilo – e insurgiu como uma força imensurável em meio a tantas adversidades. É por esse motivo que a conquista de uma quitinete ou a possibilidade de cantar em um clube é motivo de alegria e de que as coisas seguem um caminho de ‘otimismo realista'” – Thiago Nolla.

MAID

A poderosa minissérie biográfica MAID já nos chama a atenção por contar com a produção de Margot Robbie, uma das mais prolíficas artistas do cenário do entretenimento contemporâneo. Baseado no romance não-ficcional homônimo de Stephanie Land, a história gira em torno de uma mãe solteira que trabalha como faxineira e luta para sobreviver contra a pobreza, o prospecto de perder sua casa e uma burocracia mortal. Em pouco tempo, se consagrou como um dos melhores títulos da Netflix neste ano e trouxe à tona discussões importantes sobre temas sociais que estão em voga, como abuso doméstico e os perigos do capitalismo predatório.

RICK E MORTY

Retornando para sua 5ª temporada, a animação adulta ‘Rick e Morty’ permanece como um dos grandes títulos das últimas décadas do cenário estadunidense – e é claro que a nova leva de episódios não seria diferente. Aqui, o amadurecimento e os conflitos dos personagens principais entram como força-motriz de uma cadeia de eventos que culmina em uma das maiores reviravoltas do ano – e uma construção competente e de tirar o fôlego que destila traços do que poderemos ver em temporadas futuras.

LOVE, VICTOR

“É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante” – Thiago Nolla

THE WHITE LOTUS

“O aspecto mais vantajoso da produção é o fato de não se levar a sério: White, juntamente ao seu time criativo, não tem quaisquer intenções de arquitetar algo exclusivo ou original, e sim utilizar fórmulas constantes do cenário do entretenimento para criticá-las em um espectro ácido e divertido. Nenhum diálogo está fora de lugar e, mais do que isso, é notável como cada sequência caminha para um lugar diferente. Há certos momentos em que os personagens cruzam caminho, como a chocante interação entre Rachel e Nicole, ou o vergonhoso meltdown de Shane quando percebe que não é superior a ninguém dentro de um lugar em que todos se rendem à alienação e ao individualismo. Aliado a uma estética complexa e paradoxal – que cria um conflito entre uma tétrica trilha sonora e uma fotografia vibrante e panfletária -, o roteiro leva certo tempo para acertar no ritmo e caminha para um grandioso finale” – Thiago Nolla

HACKS

“Duas personalidades completamente diferentes. Duas fases de vida nada iguais. Idades distantes. As protagonistas embarcam em argutos debates sobre a vida, que vão desde os confrontos sobre a não mais atemporalidade de algumas piadas de Vance até mesmo as questões complicadas familiares que a diva do stand up enfrenta mas sem nunca se abrir. Tudo se encaixa com perfeição pelas linhas de um roteiro sublime, até as subtramas são ótimas equilibrando a comédia com dramas ligados ao coração. Há um destaque para a força dessas mulheres sempre à frente de seus tempos. Somos testemunhas de uma forte relação de amizade que nasce aos poucos, também podemos enxergar como ‘mãe e filha’, em meio a todo o caos que insiste em chegar dia após dia dentro do brilho das inesquecíveis noites de shows. Hannah Einbinder e Jean Smart possuem uma harmonia fantástica em cena, um diálogo melhor que o outro. Hacks merece aplausos de pé! Que chegue logo a segunda temporada!” – Raphael Camacho

DICKINSON

Facilmente uma das produções mais subestimadas da televisão, Dickinson pode até ter começado aos trancos e barrancos, mas voltou em 2021 com uma das pérolas do escopo seriado. Guiada pela performance sempre espetacular de Hailee Steinfeld como a revolucionária poeta estadunidense Emily Dickinson, o último ciclo da produção mergulha de cabeça em um amadurecimento estético e narrativo de arrepiar os cabelos. Nos novos episódios, Emily percebe que seu momento mais produtivo como artista ocorre em meio à violenta Guerra Civil Americana e uma batalha igualmente feroz que divide sua própria família. Enquanto tenta curar as divisões ao seu redor, ela se pergunta se a arte pode ajudar a manter viva a esperança e se o futuro pode ser melhor do que o passado.

WANDAVISION

“Com atuações muito boas em personagens excelentes, o saldo da primeira produção original da Marvel no Disney+ é bem positivo. Revolucionaram o mercado? Não acredito, mas nem sempre queremos ver alguém inventando a roda, basta nos entregar uma boa história e bom desenvolvimento de personagens que já ficamos mais que satisfeitos. E isso WandaVision faz muito bem. Fica difícil de controlar a ansiedade para ver o que a Marvel fará daqui pra frente, porque seus primeiros passos no Disney+ foram muito promissores” – Pedro Sobreiro

LUPIN

“A tripla direção de Marcela SaidLudovic Bernard e Louis Leterrier é afinada, construindo um arco geral da missão de maneira sólida e homogênea sem deixar a peteca cair em nenhum dos cinco episódios. De mero golpista, Assane passa a justiceiro a la ‘V de Vingança’ com uma pegada de 007, e a gente torce por ele,  graças à atuação primorosa de Omar Sy, que consegue mudar totalmente sua postura, sua expressão e até mesmo sua voz a cada novo disfarce que Assane usa, com um charme e carisma irresistíveis” – Janda Montenegro

SUCCESSION

Depois de ter dominado a temporada de premiações com duas temporadas irretocáveis, o drama ‘Succession’ retorno com novos episódios que transformaram o terceiro ciclo na melhor entrada da série até agora. Amplamente ovacionado pelos críticos e pelo público, os capítulos mais recentes têm grandes chances de dominar as categorias das honrarias televisivas e, investindo ainda mais cautela e tempo na narrativa, aumentou os conflitos entre os membros da Waystar RoyCo e da família que empresta o nome à companhia – arracando performances insuperáveis de um elenco estelar.

SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue” – Thiago Nolla

ARCANE

Conquistando nada menos que 100% de aprovação no Rotten TomatoesArcane, série animada baseada nos clássicos games da saga ‘League of Legends’, veio com grande surpresa e se torno um dos títulos de maior sucesso crítico e comercial da Netflix. Contando com nomes como Hailee SteinfeldElla Purnell no elenco de dublagem original, a produção é ambientada no conflito entre a próspera região de Piltover e a oprimida cidade subterrânea de Zaun, explorando as origens de duas campeãs icônicas e do poder que as separa. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

Rina Sawayama lança “This Hell”, 1º single do aguardado álbum ‘Hold The Girl’

A aclamada cantora e compositora Rina Sawayama divulgou hoje (18) a canção “This Hell”lead single do aguardado álbum Hold the Girl.

O disco será lançado no dia 02 de setembro.

Confira:

A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de SAWAYAMAdébut que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles “Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.

Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Depois de oito semanas de uma temporada recheada de potencial e de acontecimentos instigantes, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui seu ciclo de estreia com exatamente o que esperávamos de um season finale: respostas acerca dos múltiplos e estranhos personagens que apareceram nos capítulos predecessores, o encerramento de um arco que há muito vinha sendo prometido e a abertura de um futuro brilhante que tem o necessário para, inclusive, podar eventuais erros de ritmo e de roteiro. E, diferente do que muitos vinham dizendo desde a estreia, a última iteração apenas reitera o que vinha dizendo há dois meses: a adaptação da Amazon Studios é uma carta de amor a J.R.R. Tolkien e uma ótima adição à mitologia da Terra-Média.

Na semana passada, o show lidou com as consequências de um ardiloso plano encabeçado por Adar e seus asseclas, que culminou na criação definitiva de Mordor. Entretanto, por mais que as intenções estivessem lá, o episódio veio como um esquecível filler que apenas confirmou coisas das quais sabíamos há bastante tempo – o que me deixou um pouco preocupado para o capítulo desta semana, devo dizer. Felizmente, se J.D. Payne e Patrick McKay tropeçaram aqui e ali, a dupla retornou com força avassaladora com um roteiro que beira a perfeição e que só desliza ao esquecer de alguns elementos que gostaríamos de ver aqui. E, à medida que a história leva o tempo necessário para se concluir e deixar os esperados ganchos para a próxima temporada, a direção de Wayne Che Yip é também certeira ao prestar homenagem tanto aos filmes originais quanto aos jogos.

O foco do episódio, intitulado “A Liga”, divide-se em dois veios principais: o primeiro deles acompanha a chegada de Galadriel (Morfydd Clark) e Halbrand (Charlie Vickers) em Eregion que, diferente de Lindon, é uma imponente cidade élfica que emula Valinor – e onde Celebrimbor (Charles Edwards) trabalha em um projeto secreto. Ao chegarem lá, a dupla se reúne tanto com o Elfo ferreiro quanto com Elrond (Robert Aramayo), que retornou de mãos vazias de Khazad-dûn depois de tentar escavar o mithril para salvar seu povo e, consequentemente, a Terra-Média. Entretanto, o grupo ainda tem um pedaço do curioso metal e o utiliza para forjar um objeto que possa servir como arauto da compreensão, da paz e da cura (e é claro que conseguimos imaginar o que esses objetos são antes de chegarmos aos créditos finais).

O segundo veio nos transporta para a misteriosa concepção que se abate sobre o Estranho (Daniel Weyman) que caiu do céu e que cruzou caminho com os adoráveis Pés-peludos. Pouco depois de ter se afastado do grupo de criaturinhas, o Estranho se vê frente a frente com a Habitante, a Ascética e a Nômade (vividas por Bridie Sisson, Kali Kopae e Edith Poor, respectivamente). O trio encapuzado revela que ele é, na verdade, Sauron, cuja identidade foi usurpada apenas para que ele se reencontrasse e desse início à dominação e à purificação da Terra-Média. Mas, como ficamos sabendo pouco depois, o Estranho, na verdade, é um personagem de coração puro que não se deixa levar pela escuridão – e que utiliza o poder que carrega para salvar Nori (Markella Kavenagh) e os outros.

Ainda que separados por grandes eventos, os focos acima mencionados são unidos por uma vibrante e tensa atmosfera que nos prepara para revelações chocantes (e que serão analisadas em matérias à parte deste texto). A condução de Yip é majestosa, conseguindo capturar cada um dos elementos necessários para que possamos compreender o que o destino reserva para os protagonistas e coadjuvantes. Há um jogo de luz e sombra que não apenas pega elementos emprestados dos épicos de fantasia, mas que menciona brevemente um estilo neo-noir, contribuindo para os segredos que Galadriel, Elrond, Halbrand e tantos outros escondem.

Um outro aspecto que precisa ser destacado e que, mais vezes do que o normal, é subestimado, é a potente trilha sonora de Bear McCreary. Nas críticas anteriores, devo ter pontuado o belíssimo arranjo de cordas comandado pelo compositor, mas “A Liga” parece permitir que McCreary invista ainda mais esforços em suas habilidades aplaudíveis, arquitetando território familiar, mas sem se deixar levar pelo comodismo da imitação. É óbvio que ele mantém diálogo com Howard Shore, mas a ideia por trás da série é o mistério – motivo pelo qual ele avança para uma tétrica progressão que ganha vida à medida que nos envolvemos com a trama.

O episódio final da temporada de estreia de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é satisfatório do começo ao fim – por mais que tenhamos sentido falta de algumas coisas. A escolha de restringir o roteiro para as incursões mais importantes revelou o apreço que Payne e McKay têm de deixar o melhor para o final – e, agora, podemos apenas esperar numa angústia quase tirânica pelo próximo ciclo.

Dumbo | Mais de 80 anos depois, animação da Disney continua como um profundo e necessário clássico

Walt Disney carrega um estigma acerca de suas animações: é um lugar-comum muito errôneo acreditar que suas obras são superficiais e conversam em um nível cru com uma audiência essencialmente infanto-juvenil. De certo modo, se analisarmos suas investidas em relação aos inúmeros contos-de-fada, podemos dizer que a construção das protagonistas princesas segue um padrão até meados da década de 1990, provavelmente para se tornar mais “acessível” e seguir um estereótipo onírico que mantenha relações com o público-alvo. Entretanto, é inegável dizer que certos filmes vão muito além do que nos é mostrado e mergulham em universos complexos que falam de autoaceitação, preconceito e até mesmo realizam críticas sociais tragicômicas em meio a um escopo “feliz”, por falta de outro adjetivo. 

Se Pinóquio’ já teve um sucesso incrível ao delinear uma história como nenhuma outra, bem como trazer uma evolução nas técnicas de animação, Dumbo consegue algo mais aplaudível em um tempo bem menor. Retornando na cadeira de direção, Ben Sharpsteenarquiteta uma narrativa que não precisa de muitas falas ou de muito tempo cênico para entregar uma mensagem atemporal e que serve cada vez mais para a sociedade contemporânea: afinal, tudo gira em torno do pequeno elefante que empresta seu nome ao título e que é entregue para uma carente e protetora mãe cuja solidão logo transforma-se em esperança. A primeira sequência nos leva às histórias que nossos pais contavam quando mais novos no melhor estilo “de onde vêm os bebês?”, mostrando uma coreografia incrível de cegonhas levando pequenos filhotes para os diversos animais em um zoológico-circo. 

A Sra. Jumbo, como é chamada, sente-se decepcionada quando é a única a não receber a “entrega especial”, mas no dia seguinte é visitada por uma atrapalhada cegonha e finalmente se torna completa. Entretanto, diferente de outros da sua espécie, Dumbo tem uma pequena característica destoante: orelhas enormes e que não conversam esteticamente com o restante de seu pequenino corpo. O filhote logo se torna motivo de chacota pelo restante da manada que vive no circo e, apesar da inocência, não pode deixar de se sentir atacado por ser “diferente” – e é justamente aqui que uma simples trama começa a encontrar uma profundidade inigualável e inesperada. 

Dumbo traça paralelos com os clássicos protagonistas da jornada do herói, principalmente por ser dotado de traços físicos e psicológicos que o tornam especial – e é isso que também permite que o público construa uma relação de empatia. Afinal, o longa-metragem foi arquitetado como uma representação não-convencional daquilo que grande parte das pessoas enfrenta todo dia – a necessidade de se encaixar nos padrões estabelecidos pela sociedade como forma de integração e de autoaceitação. Apesar dessa crescente imposição, o protagonista não abandona a sua fidelidade por ser a personificação de uma “criança” e não compreender por que a sua persona não é aceita dentro daquela comunidade, ainda que sua mãe repetitivamente o acolha e o acalente como um igual. 

Joe Grant e Dick Huemer praticamente fazem mágica com o breve tempo de história, a qual mal chega aos sessenta minutos: mesmo com condições tão limitadoras quanto esta, ambos conseguem escolher de forma precisa o que desejam explorar mais a fundo, e é interessante analisar como cada personagem, seja com mais protagonismo ou entrando como coadjuvante, é de extrema importância para o arco de amadurecimento de Dumbo. Sua mãe, endeusada e colocada em um patamar superior a qualquer outra figura, é o arquétipo da protetora e não cede aos clichês do gênero, estando fadada a sofrer as consequências de seus atos – como destruir as instalações circenses para proteger seu filho de abusos físicos. As outras elefantes-fêmeas do grupo possuem poucas distinções entre si e resgatam as imagens alcoviteiras da commedia dell’arte, insurgindo como críticas ferrenhas à estética do filhote e que, como já é de esperar, provam do próprio veneno à medida que a história chega ao seu fim. 

Ambos também percebem que a superexposição dialógica é um erro comum para filmes do gênero e que resolvem trazer questões pertinentes à tona. Logo, é comovente ver que nem Dumbo nem sua mãe tenham falas, optando pela utilização de expressões claras que refletem seus problemas e suas frustrações anteriores, bem como os laços afetivos que os unem. Aqueles que falam normalmente são caracterizados com personalidades frias e frívolas ou insurgem na figura de uma consciência mais humanizada. Nesta obra, tal papel é materializado pelo cômico camundongo Timothy – cuja presença já demonstra como o diretor tem afinidade para brincar com os opostos (afinal, reza a lenda que elefantes e roedores não tem uma convivência muito agradável). Tal personagem é o otimista conselheiro que acompanha o filhote em toda a sua breve jornada, encorajando-o a não se deixar levar pelas ridicularizações sem escrúpulos de seus colegas de trabalho e a acreditar em seu próprio potencial. 

O time criativo por trás da obra-prima não apenas traz essas mensagens esperançosas e alegres com um desfecho satisfatório, mas aproveita o escopo para realizar diversas divagações antropológicas. Basicamente, toda a construção é uma grande metáfora para pautas como preconceito e supremacia racial: em determinado momento, perto do encerramento do segundo ato, Dumbo é forçado a trabalhar com os palhaços do circo para que tente integrar em um novo “nicho social”; ao perceberem que o maltratado elefante fez uma escolha imperdoável, as alcoviteiras se unem e decidem que ele não será mais visto como um dos seus e será para sempre um pária dentro de uma bolha extremamente intolerante e hostil. E como se não bastasse, a única figura que o aceitava como realmente é torna-se prisioneira de seu próprio amor e é enclausurada em uma prisão-solitária, além de ser tachada de louca e violenta. 

Sharpsteen não poupa esforços para igualar a complexidade narrativa aos simbolismos cênicos: diversas sequências buscam referência na incrível arte do locus horrendus das escolas Romântica e Realista, principalmente em um momento crucial e divisor de águas que se desenrola ainda no ato introdutório – a construção do circo. Aqui, temos diversos trabalhadores humanos e homogêneos (uma leve inclinação para as questões de meritocracia e desigualdade social) utilizando todas as suas forças para erguerem a tenda, sendo ajudados pela resiliência da própria manada de elefantes. Além de serem acompanhados por uma profunda e ressonante canção intitulada Song of the Roustabouts”, o caótico cenário é polvilhado por uma torrencial chuva, por enquadramentos e ângulos distorcidos e por uma paleta de cores fria e macabramente envolvente. 

Dumbo prova que há mais coisas dentro de uma simples animação do que sonha a nossa vã percepção estigmatizada. Em poucos minutos – talvez o único problema do filme -, o público é apresentado a uma incrível e épica jornada que navega por inúmeras facetas sociais e que, eventualmente, reafirmam o status dessa narrativa como uma verdadeira obra-prima do cinema. 

Antonia Thomas e Craig Roberts conversam sobre as angústias da vida no trailer da comédia ‘Ainda Acordados’; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer de ‘Ainda Acordados’ (‘Still Up’), sua mais nova série de comédia.

A produção estreia no dia 22 de setembro na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

John Addis entra como diretor, enquanto Steven BurgeBryce HartNatalie Walter assinam o roteiro.

A trama acompanha uma aspirante a ilustradora impulsiva e de espírito livre, cujas dúvidas sobre o futuro de sua filha começam a mantê-la acordada à noite, e o jornalista socialmente ansioso, mas talentoso, Danny.

Antonia ThomasCraig Roberts estrelam. Blake HarrisonLois ChimimbaLuke FetchersonRich FulcherSamantha Spiro completam o elenco.

‘The New Look’: Série de época estrelada por Glenn Close estreia na Apple TV+!

The New Look, série estrelada pela icônica indicada ao Oscar Glenn Close, já está disponível na Apple TV+.

Os três primeiros episódios foram lançados hoje, 14 de fevereiro, na plataforma de streaming. O restante dos capítulos será exibido em âmbito semanal.

Na produção, Close interpreta Carmel Snow, editora-chefe da Harper’s Bazaar entre os anos de 1934 e 1958. A trama navega por uma Paris ocupada pelos nazistas e acompanha os novos e esquecido designers à medida que enfrentam os horrores da II Guerra Mundial e investem esforços para criarem uma moda mais moderna.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Todd A. Kessler (‘Damages’), que também entra como roteirista, produtor e diretor.

Tendo como cenário a ocupação nazista de Paris na II Guerra Mundial, The New Look centra-se num momento crucial do século XX, quando a cidade francesa trouxe o mundo de volta à vida através do seu ícone da moda, Christian Dior. À medida que Dior ganha destaque com sua marca icônica e inovadora de beleza e influência, o reinado de Chanel como a estilista mais famosa do mundo é colocado em perigo. A saga entrelaçada segue as histórias surpreendentes de contemporâneos e rivais da Dior, de Chanel a Pierre Balmain, Cristóbal Balenciaga e muito mais; e oferece uma vista deslumbrante do ateliê, dos designs e das roupas criadas por Christian Dior em colaboração com a Maison Dior.

O elenco também conta com Ben Mendelsohn, que dá vida a Christian DiorMaisie Williams como Catherine DiorJuliette Binoche como Coco ChanelJohn Malkovich como Lucien LelongEmily Mortimer como Elsa Lombardi; e Claes Bang como Spatz.

‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ estreia em AGOSTO no streaming; Saiba qual!

Aclamado pela crítica e pelo público, o aguardado prequel da franquia ‘Mad Max’, Furiosa: Uma Saga Mad Max’, dirigido pelo visionário George Miller, já tem data para chegar ao streaming.

O longa-metragem será disponibilizado em agosto de 2024 no catálogo da Max, ainda sem dia confirmado.

Crítica | Furiosa: Uma Saga Mad Max: Anya Taylor-Joy brilha em uma odisseia vingativa, cercada pela devastação da humanidade

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke. 

2ª temporada de ‘Gavião Arqueiro’ deve introduzir irmão vilanesco de Clint Barton, aponta rumor

De acordo com o famoso insider Daniel Richtman, a Marvel Studios entrou em contato com um conhecido e aclamado ator e lhe fez uma oferta para participar da 2ª temporada de ‘Gavião Arqueiro’.

As informações indicam que o astro em questão foi abordado para interpretar o vilanesco irmão de Clint Barton (Jeremy Renner), Barney – também conhecido como Trickshot.

O personagem funcionária como antagonista do próximo ciclo, mas deve aparecer em outros projetos do Universo Cinemático Marvel.

Nos quadrinhos, Charles “Barney” Barton cuidava de seu irmão mais novo, ensinando-o a lutar e a melhorar sua mira enquanto tentavam coexistir com seu pai abusivo. A dupla eventualmente entrou para um circo itinerante, envolvendo-se com Jacques DuQuesne/Espadachim, que tomou Clint como seu pupilo.

Isso criou uma rixa entre os irmãos, e Barney acabou assumindo o manto de Trickshot e dando início a uma carreira criminosa depois de passar algum tempo no exército e no FBI.

E você? Quem gostaria de ver interpretando o vilão?

Lembrando que a 1ª temporada temporada de ‘Gavião Arqueiro’ está disponível no Disney+.

Após anos dedicados ao seu alter ego de Gavião Arqueiro, Clint Barton (Renner) agora precisa passar a tocha adiante. A escolhida para ocupar o posto de heroína é Kate Bishop (Hailee Steinfeld), uma arqueira de apenas 22 anos. Quando uma imponente presença do passado de Barton ameaça acabar com sua família, os dois arqueiros são forçados a trabalhar juntos.

Miley Cyrus lança ‘Something Beautiful’, seu nono álbum de estúdio; Ouça!

A vencedora do Grammy Miley Cyrus finalmente lançou Something Beautiful, seu aguardado nono álbum de estúdio.

O compilado de originais, que conta com canções como “End of the World”, “More to Lose”“Easy Love”, foi lançado hoje, 30 de maio.

O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

‘Uma Segunda Chance’: Adaptação de obra de Colleen Hoover com Maika Monroe ganha trailer; Confira!

Universal Pictures divulgou o trailer oficial de Uma Segunda Chance, longa inspirado no romance homônimo de Colleen Hoover (‘É Assim que Acaba’, ‘Se Não Fosse Você’).

O filme tem estreia marcada para o dia 6 de fevereiro de 2026 e é estrelado por Bradley Whitford (‘The Handmaid’s Tale’, ‘Corra!’), Maika Monroe (‘Longlegs’), Rudy Pankow (‘Outerbanks’), Tyriq Withers (‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’), Nicholas Duvernay (‘The White Lotus’) e Lauren Graham (‘Gilmore Girls’).

Confira:

A trama acompanha Kenna Rowan, que retorna à cidade após cinco anos de prisão, na esperança de se reunir com sua filha de quatro anos. Mas as pontes que Kenna queimou estão a revelar-se impossíveis de reconstruir. Todos na vida de sua filha estão determinados a excluir Kenna, não importa o quanto ela se esforce para provar seu valor. A única pessoa que não fechou a porta para ela completamente é Ledger Ward, dono de um bar local e um dos poucos vínculos restantes com a filha de Kenna. Os dois formam uma conexão apesar da pressão que os rodeia – mas, à medida que o romance cresce, o risco também aumenta. Assim, Kenna deve encontrar uma maneira de absolver os erros do seu passado para construir um futuro cheio de esperança e cura.

Publicado em 2022, o livro vendeu mais de 5 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, bem como 6,5 milhões de cópias globalmente – além de ter sido traduzido para 45 línguas diferentes.

Hoover fica responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Lauren Levine (‘Ponte para Terabítia’). As duas também entram como produtoras através da Heartbones Ent.

Vanessa Caswill entra como diretora.

Daryl McCormack é escalado para o novo SUSPENSE dramático da Apple TV

Segundo o DeadlineDaryl McCormack (‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’) foi escalado em um papel chave no novo suspense dramático do Apple TV.

O astro se junta ao previamente anunciado Stellan Skarsgård (‘Valor Sentimental’).

Dakota Fanning estrela a produção. Ela também assume a função de produtora ao lado da irmã, Elle Fanning.

Na trama, Dakota estrela como uma agente secreta do Tesouro infiltrada em um conglomerado internacional multibilionário, com tentáculos políticos e criminosos que podem mudar o mundo, e que se vê dividida entre sua missão e a crença de que seu principal alvo, o herdeiro aparente de todo esse poder corrupto, é, em sua essência, um homem bom e digno de seu amor.

A série foi criada por Alex Cary, em parceria com a Sony Pictures Television.

McCormack interpretará Kar, o herdeiro relutante do conglomerado internacional, enquanto Skarsgård interpretará o presidente da empresa, Brandt.

Cary entra como showrunner e produtor executivo. Julie Gardner, Dakota e Elle Fanning, e Kari Skogland também assumem as funções de produtoras executivas. Skogland ficará responsável pela direção dos episódios.

Mais detalhes não foram divulgados.

Warner Bros. pode encerrar TODO o DC Universe, com exceção de ‘Titãs’

Após o cancelamento de ‘Monstro do Pântano’ e o risco de ‘Patrulha do Destino’ também ser cancelada, o We Got This Covered informou que TODAS as séries do streaming DC Universe estão em risco, com exceção de ‘Titãs’.

A decisão de cancelar as principais séries do streaming torna incerto o futuro de produções como ‘Stargirl’.

Apesar da declaração de que o DC Universe está aqui para ficar, a Warner Bros. está planejando cancelar o serviço agora que a Warner Media pretende desenvolver uma plataforma para rivalizar com a Disney+.

Enquanto as negociações estão em andamento, ainda há uma quantidade considerável de conteúdo pelo caminho, lembrando que a nova temporada de ‘Justiça Jovem’ ainda pode ser lançada através do DC Universe, no entanto, parece que os dias do serviço de streaming estão contados, já que não houve o retorno financeiro esperado.

 

‘Loki’ aparece disfarçado nas primeiras imagens da série; Confira!

O Comic Book divulgou as primeiras imagens dos bastidores de ‘Loki‘, a vindoura série da Netflix estrelada por Tom Hiddleston.

Nas imagens, o astro veste um terno e está rodeado de militares com armaduras de contenção.

O curioso é que Loki usa um crachá com um símbolo compartilhado pelos soldados, o que só aumenta a curiosidades dos fãs.

Apesar de não revelarem nada, as imagens indicam que o vilão pode estar disfarçado para enganar o grupo.

Confira:

Lembrando queLoki‘ tem previsão de estreia para o outono de 2021

Assista ao teaser:

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Better Call Saul’: Bryan Cranston revela se voltaria como Walter White na última temporada da série

Após anos desde o fim de ‘Breaking Bad’, Bryan Cranston surpreendeu os fãs ao reprisar seus papel como Walter White em ‘El Camino’, filme derivado ambientado após os eventos da última temporada da série.

E, durante uma entrevista para o Collider, o astro foi questionado se toparia atuar como o professor de química mais uma vez na 6ª e última temporada de ‘Better Call Saul‘, que estreia em 2021.

Em resposta, Cranston disse que está aberto à ideia:

“Eu participaria se [os produtores executivos] Vince Gilligan e Peter Gould quisessem que eu participasse. Eu nem pensaria duas vezes. Não sei [se me chamariam], mas ainda há mais uma temporada pela frente… Vamos ver o que acontece!”

Esta não é a primeira vez que Cranston confirma seu desejo de reprisar o papel.

Em maio, ele e Aaron Paul, intérprete de Jesse Pinkman, gravaram uma live falando sobre um possível retorno ao universo de ‘Breaking Bad‘.

“Sempre nos perguntam se iremos aparecer em algum momento de ‘Better Call Saul‘… O que eu posso dizer é que já tentamos convencer Vince [Gilligan] sobre uma futura participação. Estamos prontos para retornar. Só não sei se ele nos ama o bastante para isso.”, brincou o astro.

Por outro lado, Paul disse que nada é impossível, mas admitiu que seria difícil trazer Jesse Pinkman de volta.

“Há alguns anos, só havia ‘Breaking Bad‘, depois surgiu ‘Better Call Saul‘, então fizemos ‘El Camino‘. Quem sabe o que pode vir depois? Eu acho que o mundo criado em ‘Breaking Bad‘ é bem grande, não é? Mas não sei se trariam Jesse Pinkman de volta. O final de ‘El Camino‘ foi bem conclusivo…”

Lembrando que a 6ª e última temporada de Better Call Saulestá prevista para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e dezembro).

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

‘Cavaleiro da Lua’: Imagem vazada detalha o visual do herói vivido por Oscar Isaac; Confira!

As gravações de ‘Cavaleiro da Lua‘ seguem a todo vapor, mas deve demorar bastante até que sejam divulgados materiais oficiais da atração, como cartazes e trailers.

No entanto, um usuário do Twitter divulgou uma imagem vazada dos bastidores, revelando o visual do protagonista Oscar Isaac (‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’) caracterizado como o herói titular.

O traje é bastante fiel aos quadrinhos, mas ainda é cedo para saber e o público irá aprovar ou se a adaptação irá dividir opiniões.

Confira:

“Se isso é mesmo da série ‘Cavaleiro da Lua’, eu gostei.”

Anteriormente, um usuário do Instagram compartilhou uma imagem dos bastidores da produção, posando ao lado de IsaacEthan Hawke.

Apesar de não estarem utilizando nenhum uniforme, os atores foram vistos em um dos cenários utilizados para a gravação da série.

Confira:

Lembrando que rumores indicam que Hawke dará vida a Drácula. May Calamawy também faz parte da série.

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Para quem não conhece, o Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.

‘Cavaleiro da Lua’: Dublê de Oscar Isaac define Marc e Steven como irmãos em vez de personalidades distintas

Como a trama de ‘Cavaleiro da Lua‘ traz Oscar Isaac interpretando um personagem com múltiplas personalidades, há algumas cenas em que vemos Marc Spector interagindo com Steven Grant, uma de suas outras faces.

Recentemente, Isaac revelou que seu irmão, o também ator Michael Benjamin Hernandez, serviu como dublê de corpo nas cenas em que Spector e Grant aparecem juntos.

Apesar de não ser muito parecido com o irmão, Hernandez aparece na série de lado, de costas ou em cenas em que a imagem da outra personalidade está desfocada.

E, durante uma entrevista para o site oficial da Marvel, Hernandez disse que enxerga ambos os personagens como irmãos, e não apenas como personalidades distintas de uma mesma pessoa.

“Steven surgiu enquanto Marc tentava se desapegar da culpa pela morte de seu irmãos mais novo. De certa forma, Marc e Steven são irmãos. Apesar deles serem frações do mesmo indivíduo, você sente que Marc é o irmão mais velho e realmente existe essa dinâmica de irmandade. Há um sentimento de proteção por parte de Marc, e admiração, ainda que não admitida, por parte de Steven.”

Ele continuou:

“Talvez eu pense assim porque a minha relação com Oscar sempre foi desse jeito. Nós temos essa familiaridade, o que acabou fazendo com que enxergássemos Marc e Steven se transformando em irmãos. Você realmente sente que eles se conectam e se completam.”

Lembrando que o último episódio da série estreia em 04 de maio. 

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Estreia de ‘The Last of Us’ atraiu mais de 4 milhões de espectadores

De acordo com a IndieWire, a HBO divulgou que o episódio de estreia de ‘The Last of Us‘ atraiu nada menos que 4,7 milhões de telespectadores somente nas primeiras 24 horas.

Isso faz da atração a 3ª maior audiência da HBO desde 2010, atrás apenas de ‘Boardwalk Empiree ‘A Casa do Dragão’.

Lançada ano passado, a derivada de ‘Game of Thrones‘ atraiu incríveis 9,9 milhões de telespectadores em seu primeiro episódio.

Já ‘Boardwalk Empire, de 2010, atraiu 4,8 milhões de telespectadores.

Os dados de audiência são baseados nos números da Nielsen e nos próprios números internos da HBO, e incluem espectadores lineares na HBO propriamente dita e visualizações da HBO Max.

Desde que foi anunciada a adaptação de ‘The Last of Us‘, os fãs do aclamado game estavam contando os dias para ver a história de Joel e Ellie em live-action.

E agora que já está disponível o primeiro episódio da série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘A Pior das Bruxas’), o público está rendendo elogios à performance da dupla.

Nas redes sociais, há diversos comentários exaltado a fidelidade ao material original, seja em relação à trama, ao visual pós-apocalíptico e à conexão entre os personagens.

Quem está assistindo dublado também ficou feliz ao notar que os mesmos dubladores do game foram contratados para dar voz aos personagens na versão brasileira.

Confira as reações:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 82 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Aquaman 2’: Imagem inédita traz novo vislumbre do visual do Arraia Negra; Confira!

A revista Empire divulgou uma imagem inédita de ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido‘, destacando o novo visual do Arraina Negra (Yahya Abdul-Mateen II).

Confira:

Durante uma entrevista para a Variety (via ComicBook), Mateen disse que o vilão estará muito mais complexo, maduro e perigoso.

“Agora, temos um personagem que é mais maduro, mais perigoso e mais esperto, que tem mais tempo para respirar e agir de maneira mais fria. Também vamos entender alguns de seus valores e motivações. Não veremos só o Arraia Negra, mas David Kane [seu alter ego]. Espero que possamos apresentar uma versão mais completa sobre ele.”

Ele continuou, detalhando que o vilão terá uma história de fundo bem detalhada.

“No primeiro filme, nós meio que o conhecemos, mas era uma história sobre seus atos como Arraia Negra. No novo, vamos descobrir o que o move e algumas das coisas pelas quais ele luta. É uma experiência um pouco mais madura para mim, e eu estou ansioso para trazer isso para a tela.”

Há algumas semanas, o astro conversou com o The Hollywood Reporter e rendeu elogios ao roteiro, garantindo que é ainda melhor que o original.

“Acho que o roteiro é ainda melhor que o primeiro. Dá aos atores muitos momentos narrativos bons. Em Aquaman, tivemos uma pequena introdução de Manta Negra e algumas motivações. Neste, consegui exercitar e respirar um pouco mais. Vou mostrar alguns lados diferentes… O vilão é sempre mais interessante para ser explorado”.

James Wan retorna como diretor.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de dezembro.

Além do protagonista Jason Momoa, o elenco conta com o retorno de Patrick Wilson, Amber Heard, Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

‘Tron: Ares’ terá compositores de ‘Soul’ e ‘Garota Exemplar’

Durante a D23 Expo, a Disney anunciou que que o icônico grupo de rock industrial Nine Inch Nails será responsável pela trilha sonora de ‘Tron: Ares‘, 3º filme da franquia sci-fi.

O grupo formado por Trent Reznor e Atticus Ross já trabalhou nas trilhas de filmes de sucesso, como ‘Soul’, ‘Garota Exemplar’, ‘A Rede Social’ e ‘Assassinos por Natureza‘.

Ao longo do evento, a Disney também promete uma experiência ainda mais imersiva para o novo filme, com a trama se desenrolando no mundo real.

Em um teaser épico, vimos as icônicas motos de luz de Tron invadindo as ruas da cidade, deixando rastros finos de laser e cortando carros ao meio.

Jared Leto, no papel de um novo programa, promete uma jornada em busca de algo “importante”, enquanto Evan Peters interpreta o vilão Julian Dillinger, que afirma: “Nós não vamos para lá, eles estão vindo para cá”.

Greta Lee interpreta uma “programadora brilhante cujo grande trabalho faz com que Ares entre no mundo”.

No final vemos Leto acelerando em uma moto de luz com o personagem de Lee. Na narração ele diz: “Vim aqui para encontrar algo… algo importante”.

O longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025.

Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan (‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).

Leighton Meester luta pela sobrevivência no trailer do TERROR ‘River Wild’; Confira!

O novo filme de terror da Universal, intitulado ‘River Wild’, acaba de ganhar um trailer assustador nesta quinta-feira (13). O vídeo oferece uma prévia do suspense que os espectadores podem esperar ao assistir ao filme.

Na trama, Joey, interpretada por Leighton Meester, embarca em uma empolgante viagem de rafting com seu irmão e um grupo de amigos. No entanto, a aventura rapidamente se transforma em uma experiência aterrorizante quando Trevor, interpretado por Adam Brody, um amigo de infância com um passado sombrio, se revela uma pessoa extremamente perigosa.

Confira o trailer:

River Wild‘ é uma reimaginação do filme ‘O Rio Selvagem‘, lançado em 1994 e estrelado por Meryl Streep e Kevin Bacon.

A nova versão também conta com a participação de Olivia Swann (‘Legends of Tomorrow‘) e Eve Connolly (‘Vikings‘). A direção do filme fica a cargo de Ben Ketai.

O longa-metragem está programado para ser lançado em home-video em 1º de agosto nos Estados Unidos.