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Série baseada no live-action de ‘A Bela e a Fera’ terá 6 episódios

A série derivada de A Bela e a Fera, que será produzida pelo Disney+ e terá como protagonistas Gastão e LeFou, teve seu número de episódios divulgado.

A primeira temporada terá seis episódios.

A produção musical se chamará Beauty and the Beast Prequel Series’

Luke EvansJosh Gad viverão os personagens mencionados acima, respectivamente, reprisando os papéis do longa de 2017.

O lendário compositor Alan Menken  cuidará da trilha sonora.

Confira o logotipo:

Edward KitsisAdam Horowitz, a dupla por trás de ‘Once Upon a Time’, irão desenvolver o spin-off, com Gad assinando o roteiro e entrando como showrunner.

A narrativa será concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e irá expandir a mitologia do universo em questão. Outros membros do elenco, como Dan StevensEmma Watson, não devem retornar.

Lançado em 2017, o remake se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

 

 

Segundo o The Wrap, o live-action de ‘A Bela e a Fera‘ pode ganhar uma sequência protagonizada pelo Gaston (Luke Evans).

Um dos roteiros do primeiro filme trazia um final diferente, que dava espaço para que a história continuasse…

O roteirista Evan Spiliotopoulos revelou que uma cena pós-créditos mostraria uma feiticeira ressuscitando Gaston e transformando-o em uma nova fera.

Recentemente, Emma Watson disse que adora a ideia de uma continuação para A Bela e a Fera.

Inclusive, ela própria já tem um caminho que poderia ser seguido.

“Eu adoraria fazer a sequência. Eu sempre pensei que a Bela se tornaria uma professora e comandaria a biblioteca do castelo, para que a vila pudesse tomar conhecido do vasto mundo que há lá fora”, afirmou.

Sacada interessante, não é?!

Assista a entrevista:

‘A Bela e a Fera’ e ‘CORRA!’ lideram indicações ao MTV Movie Awards 2017 

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’ 

Vale lembrar que ‘A Bela e a Fera‘ já soma US$ 1,1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Em recente entrevista ao Deadline, o presidente de produções da Disney, Sean Bailey, revelou que o estúdio está analisando a possível realização de um derivado ou uma história paralela ambientada no mesmo universo criado para o live-action.

Especula-se que o estúdio pode ter se animado em contar as aventuras de Gaston e seu inseparável amigo LeFou.

Confira nossa crítica:

‘Jungle Cruise’: Aventura com Dwayne Johnson e Emily Blunt estreia dia 12 de Novembro no Disney+

A aventura ‘Jungle Cruise‘, estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt, já tem data para chegar no streaming.

A estreia no Disney+ foi confirmada para o dia 12 de novembro, mesmo dia da estreia de ‘Shang Chi‘.

O filme arrecadou US$ 204.5 milhões mundialmente.

Com o sucesso financeiro, a Disney já deu sinal verde para uma sequência.

Dwayne JohnsonEmily Blunt retornarão para a segunda iteração, reprisando seus papéis como Frank Wolff e a Dra. Lily Houghton, respectivamente. Michael Green também volta como roteirista.

Jaume Collet-Serra deve reassumir a cadeira de direção, apesar de nada ter havido confirmação.

Dirigido por Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa, Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’) e Green.

Na trama, Johnson vive Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

ASSASSINATO, intrigas e mistérios no trailer legendado de ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’

A HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘, reboot da adorada série de mistério ‘Pretty Little Liars‘.

O vídeo apresenta a nova geração enfrentando um assassino.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A produção irá estrear oficialmente no dia 28 de julho.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, será o showrunner da nova versão.

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

O elenco conta com estrelada por Malia Pyles (Minnie), Maia Reficco (Noa), Chandler Kinney (Tabby), Bailee Madison (Imogen), Mallory Bechtel (Karen), Zaria (Faran) e Carson Rowland (Chip).

 

 

Jackie Chan deve retornar para SEQUÊNCIA de ‘Karate Kid’

Segundo informações divulgadas pelo DiscussingFilm, o ator Jackie Chan está atualmente em negociações para voltar no próximo filme da icônica franquia ‘Karate Kid‘.

O relatório exclusivo revela que Chan voltará a interpretar o personagem Sr. Han, que os fãs conheceram pela última vez há treze anos, no longa-metragem que também contou com a participação de Jaden Smith.

A direção do aguardado projeto será confiada a Jonathan Entwistle, reconhecido pelos sucessos das aclamadas séries ‘The End of the F***ing World‘ e ‘I Am Not Okay with This‘, ambas produzidas pela Netflix.

De acordo com a Sony, o novo filme, previsto para 2024, vai marcar “o retorno da franquia original”.

Até o momento, não há muitos detalhes sobre o projeto, o que está deixando os fãs um pouco confusos, já que a continuidade da franquia está sendo retratada na série ‘Cobra Kai’, e que não tem ligação nenhuma com o remake de 2010 estrelado por Jackie Chan.

Em entrevista ao podcast 20 Questions, do Deadline, Ralph Macchio afirmou que não tem informações precisas sobre o projeto e que seu foco atual é a conclusão da última temporada de ‘Cobra Kai‘, série derivada da franquia.

“Eu sei que está em planejamento. Em planejamento nem sempre significa que estará nos cinemas, então não sei em que nível isso está e qual história exata está sendo pensada”, disse Macchio. “Para mim, agora, trata-se de terminar ‘Cobra Kai’ e torná-la a melhor última temporada de todas.”

Por enquanto, ainda não há maiores informações sobre o filme além da previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘ já está em exibição na Netflix.

Relembre o trailer:

No novo ciclo, “depois do resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império Cobra Kai e fazer o estilo de caratê ‘sem compaixão’ dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado”.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Cobra Kai se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

‘Mufasa’, pré-sequência de ‘O Rei Leão’, ganha trailer ESPETACULAR

Walt Disney Studios divulgou o primeiro trailer de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de O Rei Leão.

O vídeo dá destaque a uma versão mais jovem do personagem titular.

Assista:

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

‘O Auto da Compadecida 2’ LIDERA novamente e ‘Sonic 3’ fica em 2º lugar nas bilheterias brasileiras; Confira o TOP 10!

Mesmo com ‘Sonic 3‘ ampliando o seu circuito para mais de mil salas de cinema, ‘O Auto da Compadecida 2‘ liderou as bilheterias em sua segunda semana em cartaz e continuou mostrando o poder do cinema nacional nas bilheterias do Brasil.

Sequência de uma obra lançada em 2000, o filme conseguiu atrair mais público que a franquia multimilionária ‘Sonic‘ entre os dias 2 a 5 de Janeiro.

Enquanto o filme nacional arrecadou mais R$ 14,57 milhões no fim de semana, ‘Sonic 3‘ fez R$ 13,4 milhões.

O terceiro lugar ficou com ‘Mufasa – O Rei Leão‘, com R$ 12,7 milhões.

Nosferatu‘ abriu em quarto lugar, com R$ 6 milhões.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

1O Auto da Compadecida 214.579.000
2Sonic 3 – O filme13.495.000
3Mufasa – O rei leão12.741.000
4Nosferatu6.013.000
5Moana 24.559.000
6Ainda estou aqui1.284.000
7Wicked196.000
8Gladiador II129.000
9Queer60.000
10Kraven – O caçador47.000

 

Depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó. Acontece que agora ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz.

Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa – como se fosse possível que ele se aquietasse. Só que nada sai como planejado e ele acaba alvejado pelo mesmo cabra que o havia matado anos antes. Será que a Compadecida vai intervir para salvá-lo novamente?

Em entrevista recente com a nossa jornalista Rafa Gomes, a atriz Taís Araújo falou sobre o desafio de substituir Fernanda Montenegro no filme.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

 

cartaz o auto da compadecida 2

 

Oscar 2026 AO VIVO – LIVE com os indicados, esnobados e apostas para a cerimônia

Os jornalistas Renato Marafon, Leticia Alasse e Pedro Sobreiro dão start na live do Oscar 2026, trazendo os indicados, esnobados e principais apostas para a premiação.

Os vencedores da 98ª edição do Oscar serão divulgados hoje, 15 de março, e a cerimônia começa as 20 horas (horário de Brasília).

Assista:

É possível assistir online e ao vivo pelo sinal gratuito da TV Globo, mas a exibição começará atrasada após o Fantástico. A Globo também disponibilizará o sinal ao vivo pelo Globoplay. Outra opção é a transmissão ao vivo do HBO Max, mas apenas para assinantes. Ou você pode usar o período de teste grátis do streaming por meio de parceiros, como Claro TV+ ou Prime Video.

Na TV paga, você pode assistir ao vivo no canal TNT e pelo streaming HBO Max.

QUEM SÃO OS INDICADOS?

O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, concorre a nada menos que quatro categoriasMelhor FilmeMelhor Filme InternacionalMelhor Ator para Wagner Moura (o primeiro ator brasileiro a ser indicado ao prêmio) e Melhor Direção de Elenco. Além disso, o diretor de fotografia Adolpho Veloso é um dos favoritos para conquistar a estatueta de Melhor Fotografia por seu esplêndido trabalho em Sonhos de Trem.

Relembre os indicados abaixo:

MELHOR FILME
Bugonia
F1
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Sonhos de Trem

MELHOR DIREÇÃO
Chloé ZhaoHamnet
Josh SafdieMarty Supreme
Paul Thomas AndersonUma Batalha Após a Outra
Joachim TrierValor Sentimental
Ryan CooglerPecadores

MELHOR ATRIZ
Jessie BuckleyHamnet
Rose ByrneSe Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Kate HudsonSong Sung Blue
Renate ReinsveValor Sentimental
Emma StoneBugonia

MELHOR ATOR
Timothée Chalament, Marty Supreme
Leonardo DiCaprioUma Batalha Após a Outra
Ethan HawkeBlue Moon
Michael B. JordanPecadores
Wagner MouraO Agente Secreto

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Elle Fanning, Valor Sentimental
Inga Ibsdotter Lilleaas, Valor Sentimental
Amy Madigan, A Hora do Mal
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Delroy Lindo, Pecadores
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgard, Valor Sentimental

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Sonhos de Trem

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Blue Moon
Foi Apenas um Acidente
Marty Supreme
Valor Sentimental
Pecadores

MELHOR ANIMAÇÃO
Arco
Elio
Guerreiras do K-Pop
A Pequena Amélie
Zootopia 2

MELHOR DOCUMENTÁRIO
The Alabama Solution
Come See Me in the Good Light
Cutting Through Rocks
Mr. Nobody Against Putin
A Vizinha Perfeita

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM
All the Empty Rooms
Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
Children No More: “Were and Are Gone”
The Devil is Busy
Perfectly a Strangeness

MELHOR FILME INTERNACIONAL
O Agente Secreto
Foi Apenas um Acidente
Valor Sentimental
Sirat
A Voz de Hind Rajab

MELHOR FIGURINO
Avatar: Fogo e Cinzas
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

MELHOR MONTAGEM
F1
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Pecadores

MELHOR FOTOGRAFIA
Frankenstein
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sonhos de Trem

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: Fogo e Cinzas
F1
Jurassic World: Recomeço
O Ônibus Perdido
Pecadores

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Frankenstein
Kokuho
Pecadores
Coração de Lutador: The Smashing Machine
A Meia-Irmã Feia

MELHOR SOM
F1
Frankenstein
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sirat

MELHOR TRILHA SONORA
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

MELHOR DIREÇÃO DE ELENCO
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
O Agente Secreto
Pecadores

MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“Dear Me”, Diane Warren: Relentless
“Golden”, Guerreiras do K-Pop
“I Lied to You”, Pecadores
“Sweet Dreams of Joy”, Viva Verdí!
“Train Dreams”, Sonhos de Trem

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO
Butterfly
Forevergreen
The Girl Who Cried Pearls
Retirement Plan
The Three Sisters

MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION
Butcher’s Stain
A Friend of Dorothy
Jane Austen’s Period Drama
The Singers
Two People Exchanging Saliva

10 Ótimos Filmes Dirigidos por Mulheres – Parte 1

Durante muito tempo dentro de um universo machista na indústria cinematográfica, brilhantes profissionais mulheres, tiveram que lutar bravamente para mostrar seu talento não só para o público mas para quem manda no negócio cinema.

Depois de diversos escândalos expostos, lutando contra a estereotipagem de personagens femininos, muitas vezes usadas como âncoras para uma interpretação masculina, também pelos direitos iguais de pagamento por um trabalho, a mulher tratada como objeto em cena, essas profissionais conseguiram inúmeras conquistas nos últimos anos, inclusive duas cineastas indicadas ao Oscar (poderiam até ser três né? Não esquecemos do trabalho brilhante de Regina King no filme Uma Noite em Miami) em 2021.

Ainda longe do ideal de igualdade que merecem, a luta continua e esse que vos escreve sempre estará buscando conhecer e mostrar a todos lindos trabalhos dessas guerreiras da sétima arte. Assim, surgiu a ideia de termos uma lista constante, de dez em dez trabalhos, para você leitor conhecer alguns fantásticos trabalhos de diretoras de cinema.

Nessa primeira parte, temos filmes da França, dos Estados Unidos, da Geórgia, da Grécia, da Alemanha… cineastas holandesas, francesas, norte-americanas, gregas…

Espero que gostem. Abaixo a primeira lista:

 

The Mustang (França, 2019)

Exibido no prestigiado Festival de Sundance, The Mustang, primeiro trabalho como diretora de Laure de Clermont-Tonnerre e com o já experiente ator belga Matthias Schoenaerts no papel principal, é um filme bastante sensível que aborda fortes temas familiares através da mudança de perspectiva de seu protagonista que começa a se envolver em um trabalho diferente, mesmo dentro de uma prisão. O roteiro consegue boas profundidades para abordar vários temas que envolvem o protagonista conseguindo criar um elo importante para entendermos as ações e consequências ao longo dos 96 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos Roman Coleman (Matthias Schoenaerts), um homem condenado a muitos anos de prisão (a causa conhecemos ao longo do filme). Pai e prestes a ser avô, ele é bastante quieto e fala pouco mas acaba ganhando a oportunidade de ser selecionado a um programa de reabilitação ligado a treinamento de cavalos que serão apresentados em leilões. Assim, Coleman acaba conhecendo um cavalo Mustang brabo que aos poucos acaba lhe ensinando e completando peças para se desenvolver em seu quebra cabeça de emoções que sempre guiaram sua vida.

The Mustang não é um filme para qualquer um, você precisa sentir o filme para gostar. Seu ritmo lento e a costura para o desenvolvimento profundo das emoções acabam sendo trunfos aos olhos atentos. A relação dele com a filha que não o perdoa é ótima, emocionante em vários pontos. Coleman é um protagonista de poucas palavras mas que diz muito nas suas atitudes de rebeldia e emoção que acaba transbordando com a entrada do animal em sua vida. O fazer sentido para quem está preso deve ser algo importante a analisar. Poucos filmes conseguem trazer esse sentido tão bem como explicado como esse interessante trabalho que infelizmente não conseguiu chegar ao circuito exibidor brasileiro.

 

Beginning (Geórgia, 2020)

Visual aos montes, verbal quando necessário. Selecionado para o Festival de Cannes (2020), Festival de Toronto (2020) e vencedor de prêmio no Festival de San Sebastian (2020), Beginning, dirigido e escrito pela cineasta georgiana Dea Kulumbegashvili, fala sobre intolerância religiosa e a luta constante contra traumas difíceis de superar e dúvidas recentes de uma protagonista que busca achar soluções para o que acredita. Há cenas fortes e angustiantes, também longos planos, além de uma inquietante câmera estática onde os personagens compõem a trajetória de ações ou até mesmo a força dos sentidos da natureza. Um impactante e duro filme de Kulumbegashvili. Disponível no MUBI.

Na trama, conhecemos um casal, Yana (Ia Sukhitashvili) e David (Rati Oneli), que moram numa cidade provinciana, no interior da Georgia, onde ministram uma comunidade de Testemunhas de Jeová. Um dia, um incêndio criminoso na igreja deles é causado por extremistas, a partir desse momento, a vida de Yana se transforma radicalmente.

Uma terra sem lei, um radicalismo que embaça o óbvio. Totalmente sozinha no forte trauma que sofre, Yana é uma guerreira solitária que precisa enfrentar até mesmo as desconfianças do marido que não consegue se desprender de desconexas razões religiosas para enxergar tudo que aconteceu. Sendo coagidos por um misterioso detetive e uma polícia sem força em uma região onde a justiça não é para todos, somos testemunhas de uma derrocada na família de Yana.

Beginning é um profundo drama, que busca nos seus figurativos das leis que criam sobre o universo (que nem de longe são interpretadas da mesma maneira) os paradoxos ou até mesmo contrapontos para nos fazer refletir sobre o óbvio, a religião, a dor, a dúvida e o sofrimento.

 

 

Berthe Morisot (França, 2012)

A beleza das artes e os confortos dos retratos da vida. Depois de muitos trabalhos como diretora de fotografia, a cineasta parisiense Caroline Champetier apresenta um dos seus primeiros trabalhos como diretora principal, nesse interessante tele filme Berthe Morisot. O projeto, que rodou muitos poucos cinemas, sendo exibido em outras janelas, possui uma direção de arte impecável que passa a sensação ao espectador de estar entrando em uma coleção de museus de todo o mundo. Para dar vida a essa importante artista francesa, a escolhida foi a bela Marine Delterme (Vatel – Um Banquete para o Rei, Paris-Manhattan), que explora sua personagem de maneira convincente.

Na trama, baseada na obra Manet, un rebelle en redingote de Beth Archer Brombert, conhecemos a vida adulta da pintora impressionista francesa Berthe Morisot (Marine Delterme) que passa por diversas transformações nos rumos de sua vida, principalmente quando conhece uma das maiores figuras das artes no século XIX, Édouard Manet (Malik Zidi). Berthe foi sempre uma mulher a frente de seu tempo e conseguiu o respeito de todos através de sua forte personalidade e suas obras inesquecíveis.

Uma das grandes damas do impressionismo, tem parte de sua vida detalhada nesse ótimo projeto. Com foco no primeiro ato em sua vida familiar e todo o inicial interessante pela pintura. Berthe nasceu em Bourges, era prática comum das famílias bourgeois em educar as filhas nas artes. Assim, ela e sua irmã tiveram aulas particulares com grandes professores da época. No segundo ato, o longa metragem, explora as transformações que Berthe passa após ter alguns de seus quadros bem comentados e seu encontro com uma das referências nas artes da época ,Manet. Os contextos políticos e sociais do século XIX também influenciam sua maneira de pensar e ver o mundo.

Há uma ênfase no relacionamento intenso da protagonista com Manet, onde crescem os atores em cena. Os dois são atraídos pelo contexto das artes mas o filme deixa claro que poderia ter sido uma grande história de amor também, talvez, atrapalhado porque Manet já era casado e ter sido diagnosticado com sífilis (causa inclusive de seu falecimento precoce aos 51 anos. Berthe foi musa inspiradora de quadros famosos do artista francês.

Nesse belo passeio pela história da arte europeia, somos testemunhas de uma incrível trajetória de uma mulher à frente de seu tempo.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (EUA, 2020)

Nunca, raramente, às vezes, sempre. Seu coração pode estar partido hoje mas amanhã à luz da manhã. Ganhador de prêmios esse ano nos Festivais de Berlim e Sundance, um dos filmes mais comentados nas rodinhas cinéfilas dos últimos anos, Never Rarely Sometimes Always, escrito e dirigido pelo cineasta nova iorquina Eliza Hittman, traz ao público um recorte de um tema polêmico, o aborto, de maneira dura e necessária para gerar a reflexão de todos nós do lado de cá da tela. A protagonista, interpretada por Sidney Flanigan (em seu primeiro filme como atriz) é o retrato de muitas mulheres espalhadas pelo mundo, as escolhas que ela tem e as decisões que toma em um mundo de informações instantâneas mas tão distante para pessoas que ainda estão aprendendo sobre a vida. É um filme com cenas fortes, onde se expressa toda a dor e conflitos da protagonista. Impressiona a captação das emoções pelas lentes sensíveis de Hittman.

Na trama, conhecemos Autumn (Sidney Flanigan), uma jovem introspectiva de 17 anos que trabalha como caixa de supermercado enquanto termina a escola e que está passando por uma situação complicada e difícil, se sentindo sozinha, muito por medo de contar à família, medo das reações dos que giram ao seu redor. Buscando entender melhor a situação que vive, vai em busca de soluções que acha as que tem que tomar, ouvindo especialistas em clínicas femininas. Como mora no interior dos EUA, resolve embarcar em uma viagem para Nova Iorque, junto com sua prima e única confidente Skylar (Talia Ryder) para tomar decisões complicadas e tentar seguir em frente com sua vida.

As causas da reclusão emocional e suspiros de alegria pela música, um cruzamento de sentimentos. Uma série de problemas ligados às emoções estão contidas na vida da personagem principal, não só provocado pela situação da gravidez que se encontra. O filme abre espaço para outros temas que machucam as mulheres, principalmente sobre o assédio, exemplificado no da própria protagonista e o no da prima, os exemplos são muitos que assim como no filme nessa nossa sociedade ainda muito machista. Deixando claro argumentos profundos e contextualizados sobre dores e escolhas Never Rarely Sometimes Always possui 100 minutos de muitas histórias, não só desse recorte. Um filme importante para debates cada vez mais intensos e necessários sobre os temas abordados. Um belo trabalho da diretora e roteirista Eliza Hittman.

 

Olla (Grécia, 2019)

A independência do feminismo contra o machismo descarado. Escrito e dirigido pela cineasta grega Ariane Labed, Olla é um curta-metragem que deixa sua marca com paralelos importantes ligados à luta das mulheres e sua liberdade contra o conservadorismo, o pensamento machista, quase um desabafo do que se pode encontrar na realidade dos quatro cantos do planeta. Exibido no Festival de Cannes em 2019, em Clermont-Ferrand e Sundance em 2020.

Na trama, conhecemos Olla (Romanna Lobach), uma jovem que vem de uma parte menor da Europa, no leste e acaba conhecendo virtualmente através de um anúncio o francês Pierre (Grégoire Tachnakian), logo sem seguida a protagonista vai morar com Pierre e a mãe dele em uma casa pequena no subúrbio mas nada sai conforme o planejado, nem na visão de um, nem na visão da outra.

Limitada ao conservadorismo, Olla sente a liberdade quando está sozinha, seu ponto de reflexão, quase um desabafo de uma indomável mulher à frente do seu tempo que após entender toda a situação que vive resolve tomar atitudes que a fazem mais feliz. Seu contra golpe contra a violência e o machismo desenfreado é emblemático. O roteiro é objetivo, afinal são menos de 30 minutos, mas é preciso uma lida rápida na sinopse para se situar em pequenas referências que aparecem em quase escondidas entrelinhas.

 

A Cor do Oceano (Alemanha, 2011)

A imigração é uma grande queda de braços dentro de um labirinto social. Escrito e dirigido pela cineasta, roteirista e atriz alemã Maggie Peren, A Cor do OceanoDie Farbe des Ozeans no original, é uma co-produção alemã/espanhola que traz uma forte luz sobre a situações dos imigrantes no mundo. A produção do ano de 2011, e inédito no circuito exibidor brasileiro, é um filme forte que provoca um abalo sísmico emocional principalmente se nossos olhos e corações associarem aos dias de hoje, principalmente na Europa.

Na trama, conhecemos a jovem Nathalie (Sabine Timoteo), uma turista alemã aproveitando dias de férias nas ilhas canárias (arquipélago espanhol no Oceano Atlântico). Durante uma ida à praia, é surpreendida com a chegada de um barco vindo de algum lugar do mundo trazendo imigrantes clandestinos. Logo que chegam a praia, são resgatados por policiais de fronteira, liderados pelo impiedoso Jose (Álex González). Não conseguindo se desfazer das imagens do ocorrido, Nathalie acaba se aproximando de um dos ocupantes do barco que se encontra em uma nova terra com seu filho pequeno, sem conhecer ninguém.

Longe de ser uma inverdade da vida real, o roteiro do filme nos leva a uma viagem rumo as mais tristes posições políticas, claramente representado pelo cético Jose, que entra em confronto com uma visão bem mais humanitária da turista alemã Nathalie. Os dois pontos de vistas são destrinchados ao longo dos 90 minutos de pura objetividade no roteiro assinado pela própria diretora.

Do primeiro para o segundo arco, já no preenchimento de lacunas dos personagens, vemos as consequências e mais porquês das tristes e nada humanitárias ações do guarda José, muitos impulsos provocados por uma ira sem tamanho que tem contra si mesmo por conta de não conseguir ajudar sua irmã drogada a se recuperar. Em alguns momentos o filme parece que corre um pouco com a transparência desse personagem de tão complexo que se torna. O outro lado da história, Nathalie é confrontada por seu noivo que tem uma visão totalmente protetora e nada amistosa sobre as ações que ela toma em suas decisões de ajudar ou não uma pessoa que nunca viu mas que está passando por sérias dificuldades.

A Cor do Oceano é um daqueles filmes reflexivos, importantes para debates que contam uma história que se ligarmos a televisão veremos a vida imitando a arte.

 

A Odisseia de Alice (França, 2014)

Acreditar em si mesmo leva a um destino infinito. Acreditar que falhou pode ser o fim da sua jornada. Assim, é preciso recomeçar. Escrito e dirigido pela atriz e diretora francesa Lucie Borleteau, A Odisseia de Alice é uma jornada em busca do saber amar, do conquistar ser reconhecida em sua profissão e também do saber esquecer e seguir em frente. A poderosa protagonista, interpretada pela excelente e bela atriz grega Ariane Labed (vencedora do prêmio de melhor atriz no Festival de Locarno), é o centro de todos esses conflitos e emoções que vão ganhando um certo charme libertário, com uma pegada feminista, ao longo dos intensos 97 minutos de projeção.

Na trama, conhecemos a jovem engenheira Alice (Ariane Labed), uma mulher de menos de 30 anos que trabalha na marinha mercantil. Entre uma viagem e outra, algumas que duram meses em alto mar, ela acaba reencontrando um dos grandes amores de sua vida, o capitão Gael (Melvil Poupaud). O problema é que Alice deixou em terra seu noivo, Felix (Anders Danielsen Lie – do excelente Oslo, 31 de Agosto) por quem tem grandes sentimentos. Ao longo dos dias, Alice precisará descobrir realmente para quem deseja entregar seu coração, ou se simplesmente prefere viver um dia de cada vez sem compromissos.

Alice, mesmo analisando de maneira trivial, é uma personagem bastante complexa que chega até certo ponto esconder os sentimentos de si mesmo. Há um conflito dentro dela, praticamente um triangulo isósceles onde duas posições mudam de posição constantemente. Lutando pelo reconhecimento em um lugar de trabalho onde vive cercada de homens e poucas mulheres, a protagonista coloca sua profissão em primeiro lugar.

Fica bem claro logo nos primeiros minutos de filmes que estamos prestes a sermos testemunhas de uma trajetória inconsequente de quem não sabe como amar. Há um sentimento bem forte de egoísmo da personagem principal. Alice é adepta da liberdade e, por causa de sua imaturidade nos relacionamentos, nunca pensa como o coração dos outros pode ficar por conta de suas atitudes. Ela sofre, chega próximo do amar mas prefere ser inconsequente. É uma escolha.

Com uma fotografia belíssima e ótimas atuações do simpático elenco, A Odisseia de Alice estreou no circuito brasileiro algumas semanas atrás de vem ganhando diversos elogios da crítica e dos cinéfilos. Merecido, é um belo trabalho.

 

The Rider (EUA, 2017)

Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser. A difícil decisão de desistir dos próprios sonhos por motivo de força maior. Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Chloé Zhao (atual vencedora do Oscar por Nomadland), The Rider é uma fábula moderna, muito real, sobre a arte do se reinventar mesmo que isso vá contra tudo o que sempre conquistou. Falando sobre amizade, família e sonhos, o projeto foi organizado a partir do encontro entre e diretora Chloé Zhao e Brady Jandreau durante a pesquisa da primeira para seu filme anterior, Songs My Brothers Taught Me (2015).

Com um personagem baseado na vida do artista que o interpreta, The Rider conta a história de Brady Blackburn (Brady Jandreau) um jovem com um futuro brilhante no mundo dos rodeios até que após um grave acidente em um evento precisa se limitar a determinadas atividades e nunca mais poder realizar seu grande sonho. Tendo que se reinventar como pessoa, descobre na força dos amigos e da família novos motivos para se tornar uma pessoa de bem.

Colorindo nosso olhar com uma bela fotografia, The Rider é uma trama envolvente, que busca na profundidade de seu protagonista razões para entendermos melhor o louco mundo em que vivemos. Mesmo a cultura country sendo um pouco distante da maior parte das realidades brasileiras, o projeto projeta o tema como plano de fundo dando exata dimensão do quão fascinante é esse mundo. Abordando sonhos e as conseqüências das dificuldades que enfrenta o protagonista, nos identificamos a todo instante. Mesmo sendo lapidado com uma melancolia permanente, The Rider é capaz de encantar pela sutileza e as nítidas verdades do olhar do personagem, elo com o público.

Indicado para mais de 16 premiações em todo o mundo, incluindo o prêmio do C.I.C.A.E. Award no Festival de Cannes em 2017, além de indicações ao prestigiado Spirit Awards desse ano, The Rider não deixa de ser a realização de um sonho, uma singela e bonita homenagem de Zhao a seu protagonista. Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade.

 

Uma Noite em Miami (EUA, 2020)

Quantas estradas um homem precisará andar antes que possam chamá-lo de homem? A mudança está chegando, sim ela vai. Dirigido pela atriz e cineasta, ganhadora do Oscar, Regina KingUma Noite em Miami… produzido e já no catálogo da Amazon, é um filme que fala sobre amizade, direitos humanos, causas sociais e que gera uma grande reflexão sobre como era os Estados Unidos e o mundo no meio da década de 60 em relação a desigualdades sociais, religião e preconceitos que ainda existem até hoje. Em um inusitado e ficcional encontro entre quatro amigos, negros, famosos entendemos escolhas marcantes na história norte-americana. Baseado na peça de teatro de Kemp Powers, que também assina o roteiro da produção. O longa-metragem, foi selecionado para o Festival de Cinema de Veneza do ano passado, sendo o primeiro filme dirigido por uma mulher afro-americana a ser selecionado na história desse festival.

A trama é ambientada em meados da década de 60, mais precisamente na noite onde o grande pugilista norte-americano Cassius Clay (Eli Goree), depois Muhammad Ali, venceu Sonny Liston e conquistou o título mundial de campeão dos pesos pesados. Naquele mesmo dia, para comemorar, Cassius fora se encontrar com os amigos de longa data: o cantor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), o ativista Malcom X (Kingsley Ben-Adir) e a estrela do futebol americano na época Jim Brown (Aldis Hodge) em um quarto de hotel em Miami. Nesse encontro, longos debates sobre causas sociais, ativismo político e a importância deles para mudanças futuras nos direitos iguais para os negros.

Diálogos acalorados, questões religiosas, sucessão de argumentos conforme sentimento vivido até ali, linha tênue entre amizade e imposição de convencimento, tudo isso acontece entre os quatro personagens em um quarto de hotel. Os rumos e conclusões dessas trocas de ideias seriam fundamentais para a consolidação do pensar no movimento negro nos Estados Unidos, já que os quatro eram negros de grande sucesso e exposição nas suas respectivas carreiras. Regina King, que antes desse já dirigiu um documentário e alguns episódios de séries como: This is UsThe Good Doctor e Scandal, consegue muito sucesso em transmitir as ideias dessas brilhantes mentes que foram fundamentais na luta constante pelos direitos iguais. As argumentações se tornam uma grande aula de história para todos que não conheciam ou por algum motivo nunca pararam para pensar o quão caótico era (ainda é!) a questão do preconceito na maior super potência do planeta.

O desfecho ao som de A Change is Gonna Come, na voz do ator Leslie Odom Jr. (ganhador do Tony por sua atuação magistral no musical Hamilton) é a cereja do bolo. Uma música que diz muito sobre o que conversam os quatro amigos. Tem sido um longo, um longo tempo para chegar, mas quem sabe algum dia…a mudança está chegando.

 

Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa (Alemanha, 2019)

O amor é o melhor remédio do mundo. Em mais uma obra sobre os terríveis momentos que o mundo viveu na chegada de um dos maiores vilões da história da humanidade no poder na Alemanha, acompanhamos sob a ótica de uma menina, uma família judia que morava na Alemanha e sua fuga pela Europa em uma época vazia, deficiente de paz, repleta de ódio, medo e intolerância. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa, baseado no livro de sucesso (publicado em 20 idiomas) da escritora Judith Kerr, é um longa-metragem repleto de arcos interessantes mesmo que não haja uma profundidade maior no tema principal que impactou toda uma legião de famílias pelo planeta. O filme é dirigido pela cineasta alemã Caroline Link (também diretora do elogiado filme Lugar Nenhum da África, filme do início dos anos 2000) e conta com ótima atuação de sua protagonista, a jovem Riva Krymalowski e do ator alemão Oliver Masucci (conhecido por aqui por seu papel no seriado Dark).

Na trama, ambientada no começo dos anos 30, em Berlim, conhecemos a família do jornalista Arthur (Oliver Masucci) e da escritora de óperas e exímia pianista Dorothea (Carla Juri) que vivem junto com seus filhos Anna (Riva Krymalowski) e Max (Marinus Hohmann). Faltando 10 dias para eleições na Alemanha, o jornalista, que é crítico de Hitler, é avisado por amigos que fora colocado em uma lista onde que nessa estiver será perseguido por Hitler caso o mesmo ganhe as eleições. Se guardando do pior, resolve embarcar para um país vizinho junto com toda sua família. Assim, durante meses, lutando contra a falta de oportunidades de trabalho e da perda de toda uma vida material, a família decide ir se mudando de países e para isso precisará estar unida para juntos vencerem.

Os diálogos são bastantes esclarecedores de como os pequenos irmãos enxergavam toda aquela situação vivida pela família. Ao longo das viagens, que acabam se tornando constante pelo continente europeu, há a necessidade de rápida adaptação a novas rotinas, novos costumes, nova cultura. Os horrores do que acontecia na Alemanha com conhecidos chegavam por interlocutores que os visitavam, como o carismático Tio Julius (Justus von Dohnányi).

As indagações constantes de Anna ao pai mostra como o amadurecimento sobre a situação vivida por sua família, em meio ao barril de pólvora que se tornou a Europa, está sempre em desenvolvimento. Nesses emocionantes diálogos, a protagonista e Arthur, a quem tem uma admiração louvável, falam sobre tudo que há no mundo e na sua existência. Fé, o momento atual, cultura, livros. Sonhos simples e ainda distantes. Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa é mais um recorte sobre esses tempos difíceis que a humanidade viveu.

 

Mostra de Cinema de Tiradentes: um ponto de encontro movido pela força do Cinema Brasileiro!

A charmosa cidade de Tiradentes, no interior de Minas Gerais, vem sendo, há mais de duas décadas, o pontapé inicial do audiovisual brasileiro. Muito mais do que um evento dedicado à exibição de curtas, médias e longas-metragens, a Mostra de Cinema de Tiradentes se renova a cada nova jornada, consolidando-se como um lugar prazeroso de encontros. Com suas ótimas oficinas, atrações artísticas e rodas de debates, é evidente o protagonismo constante do cinema brasileiro.

28ª MOSTRA TIRADENTES - Abertura Oficial - Foto Leo Lara/Universo Produção
28ª MOSTRA TIRADENTES – Abertura Oficial – Foto Leo Lara/Universo Produção

Em 2026, na sua 29ª Edição, o evento apresentará, ao longo de nove dias – de 23 a 31 de janeiro – mais de 130 produções audiovisuais, algumas dessas inéditas, espalhando cultura por essa cidade histórica. Seja na praça mais charmosa do município ou em uma estrutura gigante montada em um dos seus pontos centrais, programação é o que não faltará para todas as pessoas amantes da sétima arte.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Como acontece todos os anos, a Mostra de Cinema de Tiradentes escolhe uma personalidade artística para ser homenageada. Em 2026, a escolhida é a talentosa atriz e diretora Karine Teles. Com um currículo admirável, transitando entre cinema, o teatro e a televisão, a atriz petropolitana já brindou o público com personagens marcantes ao longo de sua vitoriosa carreira. Sete filmes dos quais participa estarão na programação, com destaque para o inesquecível Que Horas ela Volta?, o impactante Riscado e seu trabalho mais recente, #SalveRosa.

Com a interessante temática ‘Soberania Imaginativa’ marcando esta nova edição do festival – que vai ao encontro das formas de imaginarmos o mundo em que estamos e da liberdade de contar nossas próprias histórias, fortalecendo identidade, a memória e pertencimento -, temos certeza que seremos testemunhas de novos olhares e histórias enriquecedoras, com o cinema brasileiro seguindo pulsante.

Cortejo da Arte - Foto Leo Lara/Universo Produção
Cortejo da Arte – Foto Leo Lara/Universo Produção

A Mostra de Cinema de Tiradentes sempre esteve ao lado do cinema feito em nosso país, apresentando ao público novos e consagrados realizadores que o brindam com suas novas obras. Nossa história com o festival começou há alguns anos e, desde então, percebemos a força que chega através dessa potente ação cultural. Do carinho da recepção sempre amável às importantes reflexões sobre os filmes exibidos, passando pelos encontros que ficam em nossas memórias, esse é um lugar onde nos sentimos em casa.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Para você que quer descobrir alguns dos filmes desta Mostra que já estamos de olho, preparamos essa lista aqui. Nesse abraço coletivo ao cinema brasileiro, do qual faremos parte, você, leitor e leitora, poderá acompanhar muito do que acontecer por lá através da nossa super cobertura. Teremos entrevistas, críticas dos filmes publicadas aqui no site e uma série de vídeos em nossas redes sociais, em um acompanhamento completo, como você já conhece.

Foto Leo Lara/Universo Produção
Foto Leo Lara/Universo Produção

Viva o Cinema Brasileiro! Viva a Mostra de Cinema de Tiradentes!

 

10 Continuações dos anos 2000 que foram um FRACASSO

A cada ano a sétima arte nos presenteia com diversas produções vindas dos quatro cantos do mundo. Quando falamos no grande público, é de Hollywood que vem os produtos mais esperados dos fãs. Desde que o cinema entretenimento se consolidou como fábrica multimídia ainda na década de 70 (graças a Tubarão e Star Wars), os cinéfilos foram brindados com diversos filmes inesquecíveis, sempre citados por todos quando o assunto são os melhores longas da história. E logo de cara também, os estúdios viram o potencial das continuações. Afinal, se uma história deu muito certo, por que parar com ela? Sigamos em frente para uma nova jornada com personagens que todos aprenderam a amar.

Star Wars, Indiana Jones e tantas outras franquias (a mais recente sendo Velozes e Furiosos, por exemplo) mostraram que os fãs não se cansam de ver em tela os astros vivendo seus personagens icônicos em novas tramas. Porém, para cada acerto precisa existir um erro. E muitas vezes essas continuações resultam numa experiência verdadeiramente traumática para o espectador e, eventualmente para os envolvidos em sua produção. Embora muitos acreditem no termo “filme que não precisava de continuação”, a verdade é que se a sequência for feita com dedicação e empenho, resultando numa boa obra, terminamos aceitando-a no fim das contas.

Aqui, porém, nessa nova matéria, abordaremos justamente o oposto. A ganância de produtores que optaram pelo arriscado desafio de continuar uma história que parecia encerrada (o que se mostra um desafio para qualquer um) e entregaram uma sequência sem qualquer brilho ou empenho. Muitas aparentando já ter nascido “errado” sem qualquer energia. Essas são as 10 continuações dos anos 2000 que você preferia esquecer. Confira.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

Indiscutivelmente, A Bruxa de Blair (1999) se tornou um terror revolucionário e se destacou por introduzir o subgênero “found footage” para os novos tempos. Era o início da internet e sua campanha de marketing misturava ficção com realidade documental na hora de vender seu produto. Sem saber exatamente ao que assistia, o público se viu fascinado em se assustar como nunca anteriormente. Um verdadeiro fenômeno. O que fazer a partir daí? Bem, o que podemos dizer é que o estúdio por trás da produção deu uma aula do que NÃO fazer! E isso foi: uma continuação lançada logo no ano seguinte que não apenas tira qualquer criatividade apresentada antes com um terror pra lá de genérico, como (pior ainda) nem sequer utiliza o estilo de filmagem que fez do original um sucesso.

A Máfia Volta ao Divã

O ano de 1999 foi um dos mais especiais para a sétima arte. Nele tivemos por exemplo Matrix, Clube da Luta e A Bruxa de Blair. Foi dele que saiu também uma das comédias mais engraçadas da década: Máfia no Divã. No filme, Robert De Niro brinca com seus personagens mafiosos pela primeira vez fazendo humor. O filme mostra o que aconteceria se um gangster precisasse fazer terapia. O longa segue uma linha perfeita com começo, meio e fim, concluindo sua história da melhor maneira possível. Mas o que acontece em casos de filmes que se dão muito bem de crítica e bilheteria é que o estúdio cresce o olho e oferece uma bolada para os envolvidos voltarem numa continuação. Quem recusaria? O problema é que muitos filmes não deixam espaço para essa tal continuação, como foi o caso com este, que rendeu em 2002 uma das sequências mais sem graça e desnecessárias da história do cinema.

A Rainha dos Condenados

Esse filme é traumático em vários sentidos, infelizmente surgindo como uma verdadeira “maldição metalinguística”. Apesar de algumas polêmicas de bastidores, Entrevista com o Vampiro (1994) se tornou um grande sucesso para a Warner, conseguindo elevar os filmes de terror e de vampiros a um novo patamar, digamos, de maior prestígio. O longa é baseado numa série de livros da autora Anne Rice e por anos o estúdio visou tirar uma continuação do papel. Agora parece que finalmente o material vai se transformar numa série de TV, que esperamos que tenha qualidade. Porém, antes disso, embora desejemos esquecer, o filme com Tom Cruise e Brad Pitt teve uma continuação em 2002, chamada A Rainha dos Condenados. É claro que nenhum dos dois astros teve qualquer envolvimento. Mas não acaba aí, porque de forma trágica, esse filme de terror B marcaria o último trabalho da jovem cantora Aaliyah, que faleceu antes de finalizar sua participação.

Halloween: Ressurreição

Se os anos 90 foram marcados por muitas obras criativas, como A Bruxa de Blair, Máfia no Divã e Entrevista com o Vampiro, podemos dizer que a década seguinte ficaria marcada pelas continuações ruins destes filmes – que sequer deveriam existir. Aqui chega mais uma. Halloween – A Noite do Terror (1978) teve inúmeras continuações esquecíveis em sua franquia. Mas uma conseguiu destaque, demonstrando grande criatividade em seu roteiro, em especial por se livrar de todas as continuações descartáveis e seguir diretamente após o segundo. Trata-se de Halloween H20 (lançada em 1998), que trouxe Jamie Lee Curtis de volta protagonizando. O final é perfeito e os filmes poderiam ter terminado aí. Mas você acha que eles deixariam? Em 2002 (oh aninho maldito!) sairia do papel o que é considerado por muitos “o” pior filme de Halloween, Ressurreição. O pior de tudo nem é a trama idiota e datada sobre um reality show dentro da casa de Michael Myers, mas sim o fato de desfazer tudo o que H20 havia se dedicado tanto a criar.

Blade Trinity

O que aconteceria se um astro de Hollywood detestasse tanto a sua participação num filme, que ficasse trancado o tempo todo em seu trailer fumando maconha, exigisse apenas ser chamado pelo nome do personagem e num acesso de fúria e loucura chegasse ao cúmulo de enforcar seu diretor. Bem, este clima caótico realmente existiu e se chama os bastidores de Blade Trinity. Após dois bons exemplares (em 1998 e 2002), o primeiro filme de um herói da Marvel que pavimentou o caminho para o que temos hoje, terminou sua trilogia desta forma deplorável, em 2004. O astro Wesley Snipes estava tomado no “Jiraya” durante as gravações frustrado com o roteiro e as formas que o filme tomava. Sobrou até para o coadjuvante Ryan Reynolds que, em início de carreira no cinema, ouviu de seu protagonista: “Fique quieto, assim você viverá mais”. Todo este caos é refletido no que vemos em tela, num filme que entre outras coisas traz uma caracterização meio “Alexandre Frota” do icônico Drácula.

Triplo X 2 – Estado de Emergência

O que fazer quando o astro de sua possível franquia se recusa a retornar para a continuação? Bem, se você tiver unicamente a ganância guiando sua vida profissional como os executivos de Hollywood, a resposta é simples: criar uma continuação sem ele, é claro, e ainda matá-lo sem cerimônia fora das telas. Vin Diesel se tornou um astro após protagonizar Velozes e Furiosos (2001) e Triplo X (2002), mas quando foi a hora de voltar para ambas as continuações, ele simplesmente disse não. Isso porque nesta época, Diesel acreditava que poderia ser um ator sério e seguir para trabalhos mais significativos. Assim, Tyrese o substituía na continuação + Velozes + Furiosos (2003) e quanto a Triplo X coube a Ice Cube entrar na vaga deixada pelo careca musculoso. O resultado, você pergunta? Bem, o filme desapareceu tão rápido que muitos de vocês sequer ouviram falar desta sequência.

A Lenda do Zorro

Herói da cultura Pulp, o mascarado Zorro caminha lado a lado com os primórdios do cinema. Isso porque o personagem, um dos primeiros heróis de todos os tempos, já existia antes do advento da sétima arte, em outras mídias. Assim, após o surgimento do audiovisual, Zorro esteve lá em produções que datavam de 1920, por exemplo. Ao longo das décadas vira e mexe o vigilante espadachim mexicano dava o ar de sua graça, mas seria em 1998 que Zorro ganharia uma superprodução lançada por um grande estúdio (a Columbia / Sony) e apadrinhada por ninguém menos que Steven Spielberg. A Máscara do Zorro (1998) é puro entretenimento de matinê, uma aventura à moda antiga que apresentou ao mundo a belíssima Catherine Zeta-Jones e trouxe Antonio Banderas num papel que ele parece ter nascido para viver. O problema aqui não foi tanto o filme ter rendido uma continuação, mas foi a demora com que a tiraram do papel, com quase 10 anos de intervalo – perdendo por completo o hype do original.

O Filho do Máskara

Mais uma vez temos na lista, um ótimo filme nascido dos anos 90, com uma continuação “fedorenta” lançada nos anos 2000. O Máskara (1994) foi um dos filmes do movimento que serviu para cimentar Jim Carrey como um dos grandes nomes de Hollywood na década de 1990. Além disso, revelou também a então modelo Cameron Diaz. Revolucionário, o longa foi uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (88) dos anos noventa, usando efeitos especiais jamais vistos e elevando o quesito técnico a outro patamar. Infelizmente sua continuação jogou tudo isso pelo ralo. A começar que Carrey se manteve bem longe do projeto, o que não impediu os produtores gananciosos de fazerem a continuação mesmo assim – sem qualquer nome relevante na frente ou atrás das câmeras. E se o filme original usava de bons efeitos para incrementar sua história, esta sequência mequetrefe, lançada onze anos depois, era um desenho animado com poucos vislumbres de atores reais.

Vovó… Zona 2

O comediante Martin Lawrence tem como ídolo o mestre Eddie Murphy, e dele pegou muito de seu próprio repertório. Lawrence inclusive realizou o sonho de trabalhar com o grande Murphy duas vezes na década de 90 – sendo o mais marcante Até que a Fuga os Separe (1999). Murphy, entre outras coisas, ficou marcado por desempenhar diversos personagens num único filme, como Um Príncipe em Nova York (1988) e depois O Professor Aloprado (1996), onde ficou enterrado sob quilos de maquiagem. Lawrence seguiu os passos do agora colega para criar a Vovó… Zona, um grande sucesso surpresa de 2000. Mas sabe aquela velha história da mesma piada contada duas vezes… pois bem, ela sempre vai perdendo a graça. Foi o que aconteceu com essa continuação, lançada seis anos depois. E o pior disso é que como se não bastasse, Lawrence colocaria o prego no caixão pela última vez ainda em 2011, quando estreou o terceiro Vovó… Zona, desta vez com seu filho se vestindo de mulher também.

Instinto Selvagem 2

O primeiro Instinto Selvagem (1992) é um filmaço de suspense que deu força ao subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, e mais proeminentemente foi responsável pela carreira da musa Sharon Stone, e por transformá-la em uma estrela de Hollywood. No período, quase todos os filmes da atriz exigiam dela um forte sex appeal e claro, muita nudez. Ela até foi bem sucedida, recebendo uma indicação ao Oscar por Cassino (1995), de Martin Scorsese, mas em seguida seus papeis mais dramáticos, fora de sua zona de conforto começaram a fazer sua carreira naufragar. Natural que a atriz quisesse que o filme que fez sua carreira, também fosse responsável por salvar sua carreira. E até que a premissa de trazer a Femme fatale Catherine Tramell, a escritora e amante de sadomasoquismo e picadores de gelo mais famosa do cinema de volta para um novo suspense não é das piores. Afinal, no primeiro filme Stone já mostrava frieza no papel mesmo aos 34 anos. Na continuação, ela havia se tornado uma “loba” (cougar), uma mulher madura aos 48 anos, e muito mais confiante. O grande problema aqui foi o roteiro enfadonho que não exibia um décimo do brilho do original e fez Stone apenas pagar um grande mico em sua carreira.

‘MegaTubarão’: Primeiro cartaz do filme é SENSACIONAL; Trailer será lançado HOJE!

O filmeMegaTubarão‘, estrelado por Jason Statham, ganhou o seu primeiro cartaz oficial. A arte é sensacional!

O primeiro será lançado hoje, dia 9 de Abril, no período da noite!

Confira:

 

A arte é muito parecida com a imagem que havia sido divulgada essa semana:

A produção estreia no dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi Bingbing, Cliff Curtis e Page Kennedy.

Confira a sinopse:

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

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‘Timeless’: Filme que dará desfecho à série ganha trailer; Assista!

A NBC divulgou o primeiro trailer do filme que dará desfecho à série ‘Timeless‘.

Confira:

O episódio especial será exibido no dia 20 de dezembro.

Enquanto o Natal se aproxima, o Time do Futuro é inspirado pela visita de suas próprias versões do futuro para encontrar em jeito de salvar o Rufus. Mas quando a nave do tempo pula para Califórnia, em 1848, eles são forçados a colocar o plano em espera e perseguir Rittenhouse de volta até Gold Rush, onde eles encontram um dos vilões mais perigosos dessa era. Então, no inverno da Coreia, em 1950, a equipe ajuda uma refugiada grávida a escapar de um destino trágico. Sem saída, eles irão enfrentar seu maior desafio até agora, e, no processo, ficar em termos com seus sentimentos um pelo outro.

Todo o elenco retornará para o final, incluindo Abigail Spencer, Matt Lanter, Malcolm Barrett, Goran Višnjić, Paterson Joseph, Sakina Jaffrey e Claudia Doumit.

‘Doutor Estranho 2’ pode adaptar arco da Dinastia M; Saiba mais!

Apesar de não sabermos muitos detalhes sobre ‘Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura‘ (Doctor Strange and the Multiverse of Madness) – além do fato que será o primeiro filme de terror da Marvel –, o diretor Scott Derrickson soltou uma pista em seu Twitter, que leva a crer que a trama irá adaptar o arco da Dinastia M.

O arco em questão gira em torno da Feiticeira Escarlate, que perde o controle dos seus poderes e, por consequência, cria uma realidade alternativa onde tudo é diferente – o que pode explicar o título ‘multiverso da loucura‘.

Scott Derrickson retornará à direção da sequência, que terá conexão direta com os eventos da série ‘WandaVision‘.

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen já foram confirmados no elenco.

O longa será lançado nos cinemas em maio de 2021.

Sucesso do estúdio Marvel, ‘Doutor Estranho‘ arrecadou US$ 675.8 milhões mundialmente.

‘Parks and Recreation’: Leslie e Ron são destaque em novo clipe do episódio especial

O episódio especial da série ‘Parks and Recreation‘, que irá ajudar a arrecadar dinheiro para a crise causada pela pandemia de Coronavírus, ganhou um novo clipe.

Confira:

O especial terá meia hora de duração e será exibido hoje (30), na NBC.

O elenco original irá reprisar seus papéis, incluindo Amy Poehler, Nick Offerman, Rashida Jones, Aziz Ansari, Adam Scott, Rob Lowe, Chris Pratt, Aubrey Plaza, Retta e Jim O’Heir.

O roteiro do episódio irá se passar durante a pandemia atual: “A civil mais dedicada de Pawnee, Leslie Knope, está determinada a se manter conectada com seus amigos em tempos de distanciamento social.”

“Assim como várias outras pessoas, nós estamos buscando meios de ajudar e sentimos que poderíamos arrecadar dinheiro trazendo esses personagens de volta,” afirmou o produtor executivo Michael Schur em uma declaração. “Eu enviei um e-mail ao elenco e todos me responderam em menos de 45 minutos. Nossa antiga equipe montou um episódio de 30 minutos e espero que todos gostem… e doem!”

O dinheiro arrecadado será enviado para a instituição Feeding America’s COVID-19 Response Fund, o que permite que os bancos de alimentos forneçam alimentos e recursos para “os membros mais vulneráveis ​​da comunidade durante esse período difícil”. A NBCUniversal, o elenco da série e patrocinadores também irão doar até US$ 500 mil.

‘O Homem nas Trevas 3’ já está em desenvolvimento!

De acordo com o insider Daniel Richtman, o terceiro filme da franquia ‘O Homem nas Trevas‘ já está em desenvolvimento.

A Sony Pictures ainda não confirmou a informação, mas vale destacar que o segundo filme trará o Homem Cego como o protagonista da história, transformando-o em um anti-herói (ao contrário do primeiro filme, onde ele é um vilão), o que pode ser o início de uma nova franquia de sucesso.

O projeto alegadamente está nos estágios iniciais, possivelmente esperando o resultado do segundo filme nas bilheterias para receber o sinal verde para sair do papel.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro Stephen Lang revelou alguns detalhes sobre a trama do segundo filme.

“Eu nunca terminei uma cena com a sensação de que deixamos algo passar. Nós realmente lutamos para tirar tudo o que conseguimos disso. Há uma tremenda afinidade com o primeiro filme, mas, de várias formas – de todas as formas -, é algo único”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de setembro de 2021. A estreia acontece três semanas após o lançamento nos EUA, programado para 13 de agosto de 2021.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

A trama se passará diversos anos após o primeiro filme, com o homem cego vivendo uma vida tranquila… até que os pecados do seu passado o encontram. O homem cego tem se vivido em uma cabana isolada após adotar uma garotinha de um orfanato. A vida tranquila deles é perturbada quando um grupo de sequestradores aparece e pega a criança, forçando o homem cego a deixar seu lar para salvá-la.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Mulher grávida é amaldiçoada no trailer de ‘Madres’, novo terror da Blumhouse

A Amazon Prime divulgou o primeiro trailer do terror ‘Madres‘.

Confira:

O terror será lançado oficialmente no dia 8 de outubro.

Dirigido por Ryan Zaragoza, o longa faz parte de uma parceria com a Blumhouse – um projeto que incluirá oito filmes de terror originais, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.

Beto (Huerta) e Diana (Guerra), um jovem casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho, muda-se para uma pequena cidade na Califórnia dos anos 1970, onde Beto recebeu uma oferta de emprego como gerente de uma fazenda. Isolada da comunidade e atormentada por pesadelos confusos, Diana explora o rancho degradado da empresa onde eles residem, encontrando um talismã medonho e uma caixa contendo os pertences dos moradores anteriores. Suas descobertas a levarão a uma verdade muito mais estranha e assustadora do que ela poderia ter imaginado.

O elenco conta com Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo.

‘A Mulher do Viajante no Tempo’: Trailer dos próximos episódios explora o passado; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer dos próximos episódios da série ‘A Mulher do Viajante no Tempo‘ (The Time Traveler’s Wife), adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger.

Confira:

O próximo capítulo vai ao ar no dia 22 de maio.

Rose Leslie (‘Game of Thrones’) e Theo James (‘Divergente’) estrelam a produção. Desmin BorgesNatasha Lopez completam o elenco.

O roteiro foi escrito por Steven Moffat (‘Doctor Who’). David Nutter (‘Game of Thrones’) foi responsável pela direção de todos os seis episódios.

Em 2009, o livro ganhou uma adaptação para os cinemas, que no Brasil recebeu o título ‘Te Amarei Para Sempre‘. O longa foi estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana.

Robin Wright retornará na pré-sequência de ‘Mulher-Maravilha’? Atriz responde!

Em entrevista ao Yahoo! Entertainment, Robin Wright (‘House of Cards’) comentou sobre um possível retorno como na vindoura série ‘Paradise Lost‘, que servirá de pré-sequência ao filme ‘Mulher-Maravilha‘ (2017).

“Eu amei interpretar uma Amazona. Sinto que eu era a líder de uma tribo Amazona em minha vida passada. Não recebi nenhuma ligação para participar de ‘Paradise Lost’ ainda. Talvez eu esteja muito velha!”

A produção terá como escopo principal a ilha de Themyscira (conhecida coloquialmente como “Ilha Paraíso”).

A narrativa irá explorar as gerações que vieram antes da heroína nascer, sendo descrita como uma série no estilo ‘Game of Thrones‘ e delineando as políticas e as aventuras das Amazonas.

Sobre a série, James Gunn declarou: “Essa é uma história no estilo ‘Game of Thrones’, sobre a atmosfera da Ilha Paraíso, lar das Amazonas e local de nascimento da Mulher Maravilha. E isso envolve toda a obscuridade e o drama e a intriga política por trás dessa sociedade matriarcal. É uma história de origem sobre: como essa sociedade surgiu? O que ela significa? Como é a política delas? Quais são suas regras? Quem está no comando? Quais são os jogos que elas jogam entre si? Acho que é algo muito animador”.

Mais informações não foram reveladas.

Novo ‘Jogos Vorazes’ ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 145.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 155.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$19.8M), Alemanha (US$14.6M), Austrália (US$12.5M), França (US$11.7M) e México (US$10.1M).

Atualmente, a produção se encontra no TOP 15 das maiores bilheterias do ano, tendo ultrapassado blockbusters como ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, ‘As Marvels‘, ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ e ‘Besouro Azul‘.

Vale lembrar que o longa passou duas semanas no topo das bilheterias norte-americanas – desbancando as estreias de ‘Napoleão‘ e ‘Wish: O Poder dos Desejos‘.

Trailer FINAL de ‘Venom 3’ promete conclusão ÉPICA à franquia; Confira!

A Sony Pictures divulgou o trailer final da aguardada sequência ‘Venom 3: A Última Rodada‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de outubro.

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Tom Hardy.

Eddie (Hardy) e Venom estão em fuga. Caçados por seus dois mundos e com o cerco se fechando, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que fechará as cortinas de sua última dança.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

venom poster

Confira o divertido trailer de ‘Too Much’, nova série de comédia romântica da Lena Dunham

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Too Much‘, nova série de comédia romântica da Lena Dunham, criadora de ‘Girls‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 10 de julho.

A trama gira em torno de Jessica (Stalter), uma workaholic nova-iorquina de 30 e poucos anos, que tenta se recompor após o fim de um relacionamento que acreditava ser para sempre. Perseguida pelas próprias memórias — e por amizades que ela mesma sabotou —, Jessica vê em uma mudança para Londres a chance de recomeçar. Seu plano: viver em isolamento como uma irmã Brontë moderna.

No entanto, os planos mudam ao conhecer Felix (Sharpe), um britânico excêntrico e emocionalmente imprevisível — ou, como descreve a sinopse oficial, “uma sequência ambulante de bandeiras vermelhas”. Mesmo assim, a conexão entre os dois é inegável.

O elenco conta com Meg Stalter, Will Sharpe, Michael Zegen, Naomi Watts, Emily Ratajkowski, Rita Wilson, Andrew Rannells, Rhea Perlman, Janicza Bravo, Adwoa Aboah e Richard E. Grant.

 

Dublador do Ghostface dará vida ao Coelho Abel na sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3’

De acordo com o Dread Central, Roger Jackson foi confirmado no elenco da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3‘.

Conhecido por ser a voz icônica do Ghostface na franquia ‘Pânico‘, o ator dará vida à versão assassina do Coelho Abel.

O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro, pela Imagem Filmes.

O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.

Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assina o roteiro.

“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.

Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assume o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retorna apenas como produtor.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Roteiristas de ‘Deadpool’ afirmam que o filme teria sucesso mesmo com classificação livre

Um dos aspectos ainda hoje mais comentados em se tratando de ‘Deadpool‘ é a falta de pudor e restrições no roteiro da produção.

Com o sucesso estrondoso do primeiro filme, é comum que muitos admitam que a fenomenal bilheteria se deve muito ao fato da adaptação ser tarjada com a classificação R-rating (+17 anos).

No entanto, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick conversaram com o site ComingSoon e afirmaram que não se trata tanto da classificação indicativa, mas sim da própria figura caricata do Deadpool.

Segundo Reese:

“Bem, eu creio que muitas pessoas acham que a classificação R-rating tem tudo a ver com o sucesso da adaptação. Embora eu concorde em partes, eu particularmente acho que uma versão PG-13 de ‘Deadpool’ ainda seria bem sucedida, porque eu penso que se trata mais do personagem em si. Você não pode simplesmente jogar um R-rating em algo e esperar que seja bom. Definitivamente este é um elemento positivo de vários outros presentes, mas eu acho que as pessoas estão atribuindo excessivamente o sucesso a este aspecto. Dito isso, ter a habilidade de quebrar essas regras com a classificação R-rating nos ajudou mesmo”.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Assista o teaser trailer de ‘Deadpool 2‘:

Zazie Beetz, conhecida por seu papel na série ‘Atlanta‘, viverá a Dominó.

Deadpool 2‘ atualmente está sendo reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalham em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

As filmagens começam no dia 1º de maio de 2017, em Vancouver.

Segundo o IMDb, o longa chega aos cinemas no dia 2 de Março de 2018.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

 

Crítica | Deadpool 

Mulher-Maravilha ganha visual de motoqueira em nova HQ; Confira!

A heroína Mulher-Maravilha ganhou um novo visual, bem distinto daquele de gladiadora que todos conhecemos bem.

Na nova série de quadrinhos da DC, intitulada Gotham City Garage, vemos a princesa Diana com um traje mais badass. Além delas, personagens como a Alerquina e a Batgirl também surgem com visuais semelhantes.

Confira:

A nova HQ é de autoria Collin Kelley e Jackson Lanzing, além de contar com Brain Ching como ilustrador. A série será lançada em 12 de junho deste ano e é baseada em uma linha de colecionáveis das personagens desenvolvida pela DC.

Mulher-Maravilha se tornou um grande sucesso nos cinemas, e a Warner Bros. antecipou a estreia da sequência.

O segundo filme solo da heroína teve sua estreia adiantada em seis semanas, de 13 de dezembro de 2019 para 1º de Novembro de 2019.

Poderosa! Gal Gadot só retorna para ‘Mulher-Maravilha 2’ se Brett Ratner for demitido

 

Sucesso! ‘Manifest’: NBC acrescenta mais episódios à temporada

A nova série da NBCManifest, está sendo um verdadeiro sucesso de audiência e após a exibição de apenas quatro episódios, a emissora decidiu estender a primeira temporada, aumentando o número de episódios.

Com essa decisão, divulgada pelo THR, o ciclo salta de 13 capítulos para 16. A produção, que estreou em 24 de setembro nos Estados Unidos, teve uma alavancada em seu alcance de público, partindo de 10,4 milhões em seu primeiro episódio para 18,4 milhões de pessoas na semana seguinte.

Em termos de níveis demográficos, Manifest obteve uma média de 1,8 na faixa etária entre 18 e 49 anos e foi capaz de manter um ótimo equilíbrio na retenção da audiência nos dois outros episódios seguintes, conquistando uma média de 8,4 milhões de espectadores.

A série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Segundo o Variety, o projeto acompanha uma missão de recuperação à uma aeronave desaparecida. E como seria se, cinco anos após desaparecer, o avião com todos os passageiros retornasse de forma misteriosa e sem explicação.

A série é comandada por Jeff Rake (The Tomorrow People) e Robert Zemeckis (De Volta Para o Futuro), que também assumem como produtores executivos. Rake ainda é o responsável pelo roteiro.

O elenco conta com Josh Dallas (‘Once Upon a Time‘), Melissa Roxburgh (‘Valor‘), Athena Karkanis (‘The Expanse‘), J.R. Ramirez (‘Jessica Jones‘), Luna Blaise (‘Fresh Off the Boat‘), Jack Messina e Parveen Kaur (‘The Strain‘).

Jane Fonda recebe BAFTA honorário enquanto é presa durante protesto

A icônica atriz Jane Fonda foi novamente presa, durante um protesto contra a inércia em relação às mudanças climáticas mundiais. O incidente aconteceu no instante em que ela também era condecorada com o prêmio Stanley Kubrick Britannia Award for Excellence in Film, na Inglaterra. Em virtude de sua prisão nos Estados Unidos, a vencedora do Oscar não pôde receber a honraria do BAFTA de maneira presencial.

Mas enquanto era escoltada pela polícia de Washington DC, a atriz agradeceu à Academia Britânica pelo prêmio, lamentando-se por não estar lá para receber a estatueta em mãos.

Confira o instante de sua prisão:

Essa é a terceira vez que Fonda é presa em um curto intervalo de três semanas, por protestar contra as políticas relacionadas às mudanças climáticas. Além dela, o ator Ted Dawson, da série ‘The Good Place’, também foi detido durante o mesmo protesto.

Jane Fonda sempre foi uma grande ativista dos direitos humanos e das causas ambientais. Seu engajamento sócio político se estende desde a década de 60. Seu envolvimento com o meio ambiente tem sido ainda maior desde que a atriz se mudou para Washington, onde ficará por quatro meses. A mudança se deu justamente pelo seu anseio de se tornar ainda mais ativa em sua militância.

Em seu site oficial, ela explicou sua postura categórica: “Eu estarei no Capitólio toda sexta-feira, faça chuva ou sol, inspirada e envolta pelos incríveis movimentos que nossa juventude criou. Não posso mais permitir que nossos oficiais elegidos ignorem e, pior, deem aval para as indústrias que destroem nosso planeta em busca de lucro”.

 

‘Heels’: Stephen Amell retorna às gravações da série sobre luta livre; Confira a imagem!

As filmagens da nova série de luta livre da emissora Starz, intitulada ‘Heels‘, foram retomadas e o astro Stephen Amell está de volta aos trabalhos.

A informação foi confirmada pelo próprio protagonista, por meio de uma publicação feita em sua conta oficial do Twitter.

Na ocasião, ele ainda compartilhou uma nova imagem dos bastidores.

Confira:

“Tão bom estar de volta trabalhando em Heels. Nós temos uma grande liderança e uma equipe de apoio sólida pra caramba. E mais, shorts curtos”. 

As filmagens da série haviam sido interrompidas em virtude da pandemia do coronavírus.

Alexander Ludwig (‘Vikings’) também estrela e vai interpretar um lutador chamado Ace Spades.

A trama vai explorar o mundo do wrestling independente, em uma temporada composta por oito episódios.

No entanto, ainda não há previsão de estreia.

Produzida pela Lionsgate e pela Paramount TV, ‘Heels‘ também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado, e James Harrison.

Confira a sinopse:

“Escrita por Michael Waldron (‘Loki’), a série terá Mike O’Malley como showrunner e vai acompanhar um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.”

Amell é um fã de wrestling declarado e já participou de vários eventos da modalidade, o que o levou a conhecer o wrestler Cody Rhodes, que interpretou o vilão Derek Sampson, em ‘Arrow‘.

Lembrando que o astro se despediu do ‘Arrowverse‘ na 8ª e última temporada do programa.

Assista ao trailer:

 

 

‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’: Pré-sequência de ‘Army of the Dead’ estreia na Netflix!

O thriller de ação Exército de Ladrões: Invasão da Europa, pré-sequência do sucesso ‘Army of the Dead‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (29) na grade de programação.

O filme é focado em Dieter – o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer – que também assina a direção. Nesta história, que antecede ‘Army of the Dead‘, uma mulher misteriosa convoca o bancário Dieter para roubar cofres superprotegidos na Europa.

Confira o trailer:

Nathalie EmmanuelRuby O. FeeStuart MartinGuz KhanJonathan CohenNoémie Nakai e outros completam o elenco.

Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “, revelou Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.

O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, além de uma sequência direta.

‘The Chosen’: Atriz revela qual cena da série foi a mais impactante de gravar

Durante suas cinco — e prestes a se tornarem seis — temporadas em ‘The Chosen‘, a atriz Elizabeth Tabish mergulhou fundo na construção de sua personagem em uma entrevista ao Collider. Sua interpretação sensível e intensa de Maria Madalena permitiu que a atriz explorasse uma rica jornada emocional, conduzindo o público pela mão em uma caminhada de fé cheia de dores, redenções e descobertas.

Embora o foco da série recaia sobre Jesus (interpretado por Jonathan Roumie), ‘The Chosen‘ dedica atenção especial aos discípulos que o acompanham, dando voz às suas histórias únicas. No caso de Tabish, isso significou desbravar diferentes fases de Maria Madalena, revelando seu crescimento não apenas como seguidora de Cristo, mas como ser humano.

Em uma conversa por e-mail, Tabish compartilhou ao Collider qual parte de sua personagem mais a tocou — e sua resposta remete a um momento marcante da terceira temporada:

“Eu realmente amo a trama entre Maria e Tamar (Amber Shana Williams) na 3ª temporada. São duas mulheres de origens completamente diferentes, com personalidades, sensibilidades e valores distintos, e vemos elas entrarem em conflito diversas vezes. Mal-entendidos, julgamentos precipitados e interpretações equivocadas vão se acumulando até culminarem numa cena linda no Episódio 5, quando finalmente confrontam uma à outra. Foi maravilhoso gravar essa cena com a Amber, e o resultado foi algo profundamente curativo. É um lembrete para lutar pelas amizades, enfrentar o desconforto da honestidade, atravessar os mal-entendidos e abrir espaço para a vulnerabilidade do outro.”

Além de ‘The Chosen‘, Tabish também apareceu em outras produções como ‘The Best Christmas Pageant Ever‘, adaptação de Dallas Jenkins do clássico infantil, e ‘Between Borders‘, de Mark Freiburger. Fora das câmeras, a artista também se destaca como roteirista e diretora — talentos que ela pretende expandir em novos projetos.

“Estou trabalhando em vários roteiros no momento, vamos ver qual deles ganha asas. Também estou desenvolvendo um conto que escrevi, transformando-o em romance e roteiro. Esse conto venceu o Grand Prize Award da competição ScreenCraft Cinematic Prose deste ano, e estou muito animada para mergulhar novamente nessa história”, compartilhou.

Relembre o trailer da 5ª temporada:

Confira nossa entrevista com o criador da série:

Vale lembrar que todas as temporadas de ‘The Chosen‘ permaneceram disponíveis tanto na Netflix, bem como na Prime Video.

Em se tratando da próxima temporada, ‘The Chosen: Última Ceia‘, contará com oito episódios que detalham a semana mais decisiva da História, acompanhando os dias que precedem a crucificação e ressureição de Jesus Cristo. Os vindouros capítulos foram rodados com qualidade cinematográfica, para se adequar aos padrões das telas de cinema.

Neill Blomkamp divulga artes conceituais incríveis do cancelado ‘Alien 5’

Antes de Ridley Scott tomar a decisão de fazer prequels de Alien, o diretor Neill Blomkamp (Distrito 9) estava desenvolvendo um projeto que continuaria a franquia de onde ‘Alien 2’ havia parado, ignorando as tramas do 3º e do 4º filme.

O longa se chamaria Alien 5 e teria também o retorno de Ripley (Sigourney Weaver) e  Hicks (Michael Biehn), porém, o projeto nunca aconteceu e Scott decidiu seguir o caminho comPrometheus.

Agora, o diretor compartilhou algumas imagens da produção em seu Twitter com algumas artes conceituais bem interessantes. Confira:

 

 

Enquanto isso, Ridley Scott parece estar cansado dos xenomorfos na sua franquia ‘Alien’. Após comentar que a franquia estava perdendo o fôlego nos cinemas, o diretor agora afirma que o futuro dos filmes está em personagens de inteligência artificial, como David e Walter, interpretados por Michael Fassbender.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o diretor afirmou:

“Nós vamos fazer outro, vamos sim. Acho que o que temos que fazer é se afastar gradualmente das coisas de aliens. As pessoas dizem “você precisa de mais aliens, de mais rostos explodindo, de peitos sendo arrebentados”, então coloquei muito disso em Covenant e encaixou bem. Porém, acredito que se formos fazer mais um filme, precisamos encontrar outra solução mais interessante. Acho que inteligência artificial está se tornando muito mais perigoso e por isso, muito mais interessante”

Scott parece estar empolgado com o futuro da franquia, e acredita que ainda tem muito para contar sobre os personagens artificiais.

Alien: Covenant‘ não teve críticas tão depreciativas quanto ‘Prometheus‘, mas nas bilheterias, além da queda de 71% na segunda semana, sua arrecadação foi a metade do predecessor. O fato joga um tremendo banho de água fria nos planos da sonhada franquia do cineasta, que planejava ao menos mais duas continuações.

E você, o que acha? Quer ver novos Aliens ou um reboot?

‘Sharknado 6’: Alaska, de ‘RuPaul’s Drag Race’, entra para o elenco do filme

O último filme da franquia ‘Sharknado‘, intitulado ‘The Last Sharknado: It’s About Time‘ (‘O Último Sharknado: Já Estava na Hora’, em tradução livre), ganhou uma adição ao elenco.

A drag Alaska Thunderfuck, participante da 5ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ e ganhadora do spin-off ‘All Stars 2’, entrou para o elenco.

“Estou muito animada por ter feito parte desta magnífica obra de arte” diz Alaska ao Hornet.

Confira o seu primeiro teaser trailer.

O último filme da franquia estreia no dia 19 de agosto no canal SyFy.

Confira a sinopse:

“Tudo está perdido, será? Fin desbloqueou o poder de viajar no tempo dos Sharknados para poder salvar o mundo e ressuscitar sua família. Em sua jornada, lutará com nazistas, dinossauros, cavaleiros e até vai pegar carona com a Arca de Noé. Dessa vez, a pergunta final não é como parar os Sharknados, mas sim quando.”

Tara Reid, Ian Ziering e Cassie Scerbo retornam.

Os melhores easter eggs das animações

Quando o assunto é animação, muita gente pensa direto nos filmes da Disney. Só que o mercado das animações é bem mais que o núcleo Disney/Pixar. Então, pensando nisso, separamos alguns dos easter eggs mais legais dos longas animados que não são da casa do Mickey. Confira!

Por Água AbaixoEsta animação da Dreamworks sobre um rato de estimação que é empurrado por água abaixo por um invasor e acaba se envolvendo em uma trama de assalto no esgoto é cheio de pequenos easter eggs, como coelhos de pelúcia de Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais, uma piada com Procurando Nemo, um Han Solo congelado e até mesmo uma cena de Roddy, o protagonista vivido por Hugh Jackman, usando uma fantasia do Wolverine.

Robôs

Com um humor mais adulto e diversas referências à cultura Pop, Robôs passou longe de ser o maior sucesso da Blue Sky Studios, mas também não foi um fracasso.

O longa animado conta a história de Rodney Lataria, um robô inventor que quer ir para a cidade grande mostra suas invenções.

No meio deste mundo habitado exclusivamente por robôs, Rodney passar por uma versão de lata de Sid, a preguiça de A Era do Gelo,  quando chega à “rodoviária” – se é que dá pra chamar aquilo de rodoviária. É uma rápida participação ao melhor estilo piscou, perdeu.

 

Como Treinar Seu Dragão

Sucesso absoluto de crítica e bilheteria, o primeiro filme da trilogia Como Treinar Seu Dragão é ambientado no passado, em uma região nórdica não especificada. Ainda assim, a equipe criativa decidiu prestar uma homenagem à franquia De Volta Para o Futuro, colocando um desenho do Capacitor de Fluxo em um dos grandes salões de Berk.

Shrek 2Esse clássico da Dreamworks usa a cidade de Tão Tão Distante como uma grande paródia de Hollywood, com os famosos andando pelas ruas, os tours para turistas e até mesmo o famoso letreiro sobre a montanha. Lá para o final do filme, Shrek em versão humana é apreendido pela guarda da cidade. Como ainda não foi inventando o spray de pimenta, os policias usam um moedor de pimenta na altura dos olhos. O Gato de Botas também é preso com um saquinho de “erva de gato”, uma clara brincadeira com maconha.

Coraline e o Mundo SecretoNesta animação da Laika, temos uma história sobrenatural baseada no conto de Neil Gaiman. Ao longo do filme, tomamos conhecimento do excêntrico Senhor Bobinsky. Recentemente repararam que ele tem uma medalha soviética dada apenas àqueles que prestaram serviços fundamentais no acidente nuclear de Chernobyl.   

ShrekA sequência da invasão ao Castelo em que a princesa Fiona está presa é um dos pontos altos do primeiro filme da quadrilogia Shrek. O herói tendo que fugir das chamas do dragão enquanto o Burro (Eddie Murphy) falante está jogando cantadas para cima do dragão que viria a se tornar sua esposa (essa franquia é uma loucura) é de tirar o fôlego. Um detalhe interessante é que a “dragoa” tem um livro de receitas gigante sobre como cozinhar cavaleiros.

As Aventuras de Peabody e ShermanUm dos filmes mais subestimados da Dreamworks, esta aventura por diversos períodos da história humana é repleto de diversão e humor. A trama conta a história do genial cão Peabody, que adota o pequeno Sherman, um menino humano. Peabody constrói uma máquina do tempo para poder estudar os assuntos com o domínio do fato, mas claro que tudo dá errado e o menino se perde no passado. Ao final do filme, enquanto Sherman faz um discurso motivacional, diversos personagens históricos repetem o lema: “Eu sou um cão”. Menos Spartacus, que, fazendo referência ao filme de Kirk Douglas, pronuncia: “Eu sou Spartacus!”.

Tá Chovendo HambúrguerUm dos easter eggs mais cruéis e tragicamente cômicos vem do primeiro grande trabalho da dupla Chris Miller e Phil Lord nos cinemas. Em Tá Chovendo Hambúrguer, o inventor Flint Lockwood cria uma máquina que transformar chuva em comida. Lá para o final do filme, a máquina dá defeito e começa a produzir comidas gigantes descontroladamente, que destroem diversos monumentos e lugares. Quando chega ao Monte Rushmore, os rostos de três presidentes são alvejados com tortas gigantes pela frente. O único que não é atingido na cara é o rosto de Abraham Lincoln, que é alvejada por trás, assim como na vida real, em que Lincoln foi assassinado com um tiro por trás da cabeça.

Madagascar

Interpretado por Ben Stiller, Alex, o Leão, é uma figuraça e o nome que conquistou milhões de crianças dos anos 2000 a curtirem a franquia Madagascar. Principal estrela do zoológico de Nova Iorque, Alex faz um show diário no qual sobe em uma pedra de sua jaula e performa poses e rugidos para o público do Zoo. Na primeira vez que ele performa, uma das poses é a mesma que Derek Zoolander, outro personagem de Ben Stiller, faz em Zoolander, um filme de comédia pastelão muito popular entre os pais que levaram as crianças aos cinemas.

É um easter egg simples, mas bastante marcante quando se percebe que o “Blue Steel” look foi proposital.

Homem-Aranha no Aranhaverso

Fenômeno de crítica e público, o filme que adapta o “Aranhaverso” para os cinemas e traz Miles Morales para as telonas pela primeira vez é cheio de referências ao universo do Homem-Aranha e das histórias em quadrinhos em geral. Porém, o grande easter egg é a aparição da FLDSMDFR, a máquina de Flint Lockwood que transforma chuva em comida de Tá Chovendo Hambúrguer. Foi um easter egg colocado por Chris Miller e Phil Lord, que dirigiram ambos os filmes.

 

Qual o seu favorito? Diga nos comentários!

Crítica | Reality Z – Série de Terror Brasileira é Divertida, Trash e Controversa

Um reality show em andamento, com meia dúzia de pessoas confinadas. Um diretor de programa extremamente vaidoso, que só busca aumentar a audiência. O público, alienado. E, no meio disso tudo, um terrível apocalipse acontece do nada do lado de fora, na vida real, e, da noite pro dia as pessoas são obrigadas a ficar em casa, buscar abrigo e sobreviver. Parece a nossa vida aqui no confinamento social né? Mas esse é o conceito de ‘Reality Z’, nova série brasileira de terror da Netflix.

Timing perfeito? Enorme coincidência? Mau gosto estrear essa série agora? Independentemente de o argumento se aproximar muito com nossa realidade hoje, as controversas não se limitam a isso.

Com dez episódios de meia hora cada, o roteiro de Rodrigo Monte e Cláudio Torre – que é uma adaptação da minissérie britânica ‘Dead Set’, criada por Charlie Brooker – é extremamente dinâmico, ágil e sem apegos. A cada três episódios a trama toda é chacoalhada, novos elementos entram e o arco termina com algo inacreditável que faz o espectador seguir adiante. E em respeito aos fãs de terror, já que a tal ameaça externa é um apocalipse zumbi, o roteiro dá o devido espaço aos monstrengos, fazendo-os participar direta e constantemente no destino dos personagens.

A controversa, entretanto, reside no fato de *contém spoiler* por um lado a série fazer questão de incluir atores e atrizes pretos, trans, idosos, gays (o que é extremamente positivo), mas, por outro, reforça estereótipos enraizados, colocando justamente esses mesmos personagens como os primeiros a serem eliminados. Quer dizer, enquanto Teresa (Luellem de Castro, que está muito bem na série) tem falas poderosíssimas (ao se referir ao policial: “esse psicopata quer decidir quem vive e quem morre”; ao debater sobre deixar outras pessoas do lado de fora e ser voto vencido, dizer a Léo “você não sabe o que é ficar de fora”), ao mesmo tempo ela é uma personagem que, na sua trajetória na trama, começa algemada, tem que aguentar o racismo e a branquitude constante, sofre uma tentativa de estupro e ainda fica na linha de frente no combate aos zumbis – traumas que só acontecem a ela, e não a outros personagens.

Maaaas, tirando essa camada controversa, através do artifício da ficção de gênero ‘Reality Z’ também escancara o que há de pior na nossa sociedade, com personagens que são beeeem estereotipados para representar esses cidadãos do bem que são justamente os que não sabem viver em coletivo. *fim do spoiler* Os destaques são Guilherme Webber, que constrói um Brandão narcísico, egoísta e tão histérico, que garante o riso em todas as suas cenas; Wallie Ruy, com sua Madonna que chama a atenção em cena; Ana Hartmann, que conquistou um convincente protagonismo com sua Nina; Teca Pereira, que, no auge da sua idade, topou fazer uma série de zumbis; Leda Nagle, em sua aparição rápida na televisão; Jesus Luz, que reapareceu nessa série; e a breve participação de Sabrina Sato, que, através da apresentadora Divina, aproxima a realidade e a ficção e a realidade do reality, o que também gera diversão ao espectador.

Enquanto objeto cinematográfico, ‘Reality Z’ faz jus ao nome de superprodução, com suas tomadas aéreas e com drones, fechamento de ruas para gravação e efeitos especiais da edição (aliás, palmas para os responsáveis em retratar o Rio de Janeiro apocalíptico, com aviões na Lagoa Rodrigo de Freitas e fogueiras por todos os lados) – que são características da super competência da Conspiração, responsável por sucessos como ‘Sob Pressão’. A série conta ainda com uma trilha sonora eclética que inclui a inserção pontualíssima de ‘Panis et Circenses’, clássica música de Os Mutantes.

Despretensiosa, ‘Reality Z’ é uma série que firma a criatividade brasileira em construir narrativas de gênero localizadas no próprio país. Divertida, vai agradar aos fãs da vertente trash e gore, com seus esguichos de sangue e situações absurdas que provocam o riso solto.