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‘Como Treinar o Seu Dragão’: Gerard Butler apresenta Stoico; Confira!

O remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganhou um novo vídeo promocional, no qual o astro Gerard Butler apresenta Stoico, o icônico líder da comunidade viking.

O material leva o público aos bastidores da produção, que tem estreia marcada para o dia 5 de junho nos cinemas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

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Globo pode lançar sequência de ‘Avenida Brasil’, dizem rumores

Avenida Brasil, a novela de 2012 que marcou o país ao apresentar personagens icônicos como Nina (Débora Falabella), Carminha (Adriana Esteves) e Tufão (Murilo Benício), pode ganhar uma sequência.

De acordo com o Metropoles, rumores que circulam na imprensa, a Globo teria encomendado oficialmente uma continuação da trama.

O autor da obra original, João Emanuel Carneiro, já teria aceitado a proposta da emissora e estaria trabalhando nos primeiros esboços da nova fase.

Os atores Adriana Esteves e Murilo Benício já teriam sido confirmados para reviver seus papéis como a vilã Carminha e o ex-jogador Tufão. O projeto da continuação deve ser dirigido por Ricardo Waddington, que também foi o diretor artístico da novela original.

Globo se manifesta após denúncia de Taís Araújo contra autora de ‘Vale Tudo’

Caso os rumores se confirmem, a nova novela deve ocupar o horário das 21h em 2027.

Ela substituiria a novela Quem Ama Cuida, de Walcyr Carrasco, que, por sua vez, assumirá o horário depois de Três Graças, de Aguinaldo Silva, a atual novela das nove.

Em outras palavras, a sequência de ‘Avenida Brasil’ está prevista para estrear em 2027.

Ainda não há detalhes sobre o enredo da continuação, mas a notícia já gerou reações negativas entre os fãs na internet.

Vale lembrar que, se confirmada, esta seria uma das poucas vezes em que a Globo produz uma sequência direta para uma de suas novelas, seguindo exemplos como Verdades Secretas 2’, No Rancho Fundo (continuação de Mar do Sertão) e ‘Êta Mundo Melhor!’ (continuação de ‘Êta Mundo Bom!’).

Alanis Guillen, atriz de ‘Pantanal’ e ‘Três Graças’, obtém medida PROTETIVA na Justiça contra ex-namorada

A atriz Alanis Guillen, conhecida por seus papéis em Pantanal eTrês Graças, obteve uma medida protetiva na Justiça do Rio de Janeiro contra a sua ex-namorada, a produtora Giovanna Reis. A decisão foi fundamentada na Lei Maria da Penha.

De acordo com informações divulgadas pelo portal O Dia, a atriz recorreu ao Judiciário após relatar episódios de perseguição, tentativas insistentes de contato, incluindo idas à sua residência, e ameaças por parte de Giovanna. O relacionamento das duas chegou ao fim em março, logo após a exposição de antigas publicações atribuídas à produtora com teores racistas e homofóbicos.

O documento judicial, assinado no dia 29 de abril, ressalta a necessidade de intervenção imediata:

“A urgência é evidente, pois a reiteração das condutas descritas indica risco concreto de agravamento da situação, com potencial lesão à integridade psicológica, à privacidade e à tranquilidade da requerente”, aponta um trecho da decisão.

Com a determinação, Giovanna Reis está terminantemente proibida de manter contato com Alanis por qualquer meio de comunicação.

“A requerida precisa se abster de se aproximar da requerente, de sua residência, de seu local de trabalho e de quaisquer outros locais de frequência habitual, devendo manter distância mínima de 300 (trezentos) metros”, estabelece o despacho.

Além do distanciamento físico, a produtora não pode fazer comentários públicos sobre a artista, ficando proibida de “divulgar, expor, comentar ou publicar quaisquer aspectos da vida privada da requerente, por qualquer meio físico ou digital, inclusive redes sociais, aplicativos de mensagem, entrevistas ou veículos de comunicação”.

‘Superman’: James Gunn revela por que MUDOU o título do filme

O diretor James Gunn revelou os motivos por trás da decisão de simplificar o título do primeiro filme do DCU, anteriormente chamado de Superman: Legado’.

De acordo com Gunn, o filme passou a ser chamado apenas de Superman‘ por ser um longa que olha para o futuro, não para o passado.

Em entrevista ao ComicBook, James Gunn revelou que mudou o título do filme pensando na mensagem que deseja transmitir ao público.

“Uma das coisas foi que eu achei que o título talvez transmitisse uma sensação de olhar para o passado, e este filme não é sobre olhar para trás, é sobre olhar para frente. Quando você assistir ao filme, entenderá de onde vem ‘Legado’, porque, novamente, é sobre Clark e sua relação com o roteiro… e de quem ele realmente é o legado? Então, é sobre isso. Mas acho que, como título… parecia algo muito voltado para o passado”, disse Gunn.

Vale lembrar o trailer de Superman será lançado na quinta-feira, dia 19, às 11 horas (Horário de Brasília).

Confira:

O site do longa, dirigido por James Gunn, conta com uma contagem regressiva para o teaser trailer.

Você pode acessar o site de Superman através deste link. 

Confira a sinopse oficial do filme:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade. 

Lembrando que o primeiro cartaz deSuperman foi divulgado em formato de vídeo através das redes sociais, com efeitos que simulam o voo do herói.

Chegando no próximo ano, ‘Superman também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

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Sucesso! Beta de MultiVersus estreia na Steam e alcança mais de 150 MIL jogadores simultâneos

A Warner Bros. Games havia anunciado na última terça-feira (26) que o beta aberto de ‘MultiVersus‘, novo jogo de luta ao estilo ‘Super Smash Bros‘ já estava disponível. Porém, este Beta em questão parece que já está conquistando uma comunidade.

Segundo dados levantados pela SteamDB, até o momento desta publicação, o título registrou o pico de 144 mil e 456 jogadores simultâneos nas últimas 24 horas no Steam. Com isso, o game reforça a posição de jogo de luta mais popular da plataforma.

No momento, o jogo conta com 17 lutadores que apareceram em franquias conhecidas da Warner. São eles: Arya Stark (Game of Thrones), Batman, Arlequina, Superman, Mulher-Maravilha, Pernalonga, Finn (Hora de Aventura), Jake (Hora da Aventura), Steven Universo, Garnet (Steven Universo), Gigante de Ferro, Salsicha, Velma, Taz, Tom e Jerry, LeBron James (Space Jam) e o inédito Reindog.

A versão final de MultiVersus será lançada gratuitamente para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC ainda em 2022.

Antes do Pôr-do-Sol

 

(Before Sunset)

 

Elenco:

Ethan Hawke, Julie Delpy, Vernon Dobtcheff, Louise Lemoine Torres, Rodolphe Pauly, Mariane Plasteig.

Direção: Richard Linklater

Gênero: Romance

Distribuidora: Warner Bros.

Estreia: 08 de Outubro de 2004.

Sinopse:

Romance sobre um casal que se reencontra após nove anos, e percebem que perderam um grande tempo separados.

Crítica: Breve

Cartazes:

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‘Maze Runner: A Cura Mortal’ contrata roteirista

Maze Runner: Prova de Fogo’, a sequência de ‘Maze RunnerCorrer ou Morrer’, ainda nem estreou e o terceiro filme já tem seu roteirista.

De acordo com a EmpireT.S. Nowlin foi contratado para escrever o terceiro filme da quadrilogia, ‘Maze Runner: A Cura Mortal‘. O roteirista também assinou os dois primeiros filmes da série.

Prova de Fogo‘ (The Scorch Trials) será lançado nos cinemas nacionais em 17 de setembro de 2015, um dia antes da estreia norte-americana. A sequência se baseará no segundo livro da quadrilogia literária. Wes Ball, diretor do longa original, retoma o cargo no segundo filme.

Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas (Dylan O’Brien, da série ‘Teen Wolf‘) e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos.

Aidan Gillen (‘Game of Thrones’) faz o vilão principal Janson, mais conhecido como Homem Rato. Nathalie Emmanuel, também de ‘Game of Thrones’, Giancarlo Esposito, Rosa Salazar, Jacob Lofland, Barry Pepper e Lili Taylor completam o elenco de novatos da franquia.

Na trama de  ‘Maze RunnerCorrer ou Morrer‘, escrita por James Dashner, Thomas acorda preso em um enorme labirinto com um grupo de outros garotos e sem memória do mundo exterior a não ser por estranhos sonhos sobre uma misteriosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Apenas ao explorar os fragmentos de seu passado com pistas que ele descobre no labirinto, Thomas poderá descobrir seu verdadeiro propósito e uma maneira de escapar.

Crítica | Black Mirror

Gostar de conhecer séries novas pode ser uma pegadinha cruel, meus amigos. Eu tive que passar por cima de todo o meu bom senso e de TODA fraqueza do estômago para assistir todos os episódios de ‘Black Mirror‘, muito embora eles não tenha conexão entre si. Se você fica impressionado facilmente, pule o primeiro já de cara #ficadica.

Talvez algumas pessoas acharão exagero, mas sensações são coisas pessoais. ‘Black Mirror‘ foi a série mais pesada que eu já vi, não no sentido de terror ou suspense ou coisas assim, mas pelo soco no estômago frequente que você leva ao ver o ‘dark side‘ da sociedade sendo explorado de modo tão aberto. É realmente a sensação de olhar num espelho e ver apenas o seu lado sombrio.

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A série em si tem apenas 6 episódios e um especial de natal – que é o episódio mais leve e mais fraco da série. O tempo de cada episódio é a base de uma série de drama, o especial é o mais longo que tem, mas eu particularmente não gosto dele. Depois que você acostuma com esperar o inesperado, sempre, achei ele bem diferente dos outros e até entendiante.

Cada uma das tramas de ‘Black Mirror‘ joga na nossa cara os perigos do rumo que a nossa sociedade já vem tomando, principalmente a sede por entretenimento de péssima qualidade e os malefícios do avanço da tecnologia.
Como as histórias são desligadas entre si, é bem complicado dar um panorama geral da série, então vou tentar falar um pouquinho de cada episódio sem dar nenhum tipo de spoiler, apenas para vocês entenderem melhor a complexidade da série.

The National Anthem

O episódio que mais judiou da minha cabeça e do meu estômago. Pelo título já dá pra gente imaginar que ele se passa em um cenário político. Eu, particularmente, acho esse episódio doentio, não imagino outro termo para descrever. Em torno de salvar uma dama em perigo, o primeiro ministro tem de se humilhar em rede nacional, diante dos olhos curiosos de toda uma nação que a cada instante alterna sobre se ele deve ou não fazer aquilo. Aviso: o “aquilo” que ele tem que fazer é nojento e deplorável. Novamente: pense bem em ver esse episódio.

15 Million Merits

Pra mim a melhor analogia que a série faz do nosso mundo real. A trama mostra como estamos nos fechando em cubículos, nos isolando uns dos outros e usando a nossa energia para tentar a liberdade de um cárcere que nós mesmos criamos. O trunfo é como isso é mostrado no episódio, quais os modos e as linguagens que eles usaram para demonstrar isso. Não é à toa que ele e um dos episódios mais bem avaliados da série.

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The Entire History of You

O derradeiro e melhor episódio da primeira temporada. Lembram daquela comunidade do Orkut que era tipo “se meus olhos tirassem fotos”? Imagina só se seus olhos pudessem filmar seu cotidiano, tudo que acontece. Ao invés de tirar fotografias da sua viagem, você poderia projetar o que seus olhos viram para que você e todos a seu redor pudessem assistir. E tecnologia vem completa! Você pode dar zoom, dar pausa, ver e rever, fazer leitura labial e tudo mais que puder imaginar. Se isso parece um sonho pra você, corre ver esse episódio incrível e tirar suas próprias conclusões.

Be Right Back

A segunda temporada vem com algo assustador, pois me faz lembrar uma vez que eu vi que o Facebook teria uma ferramenta para que as pessoas pudessem continuar postando na rede após mortas, com base nas postagens que elas fizeram em vida. A rede em si pegaria as suas publicações antigas e continuaria escrevendo por você. É isso que essa história trás, o desesperado avanço tecnológico tentando cobrir o luto e a tristeza das pessoas e, claro, dando um jeito de gerar lucro com isso. A trama mais nostálgica da série que deixa um nó na garganta.

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White Bear 

O MELHOR EPISÓDIO DA SÉRIE TODA e uma das histórias mais sensacionais que qualquer série do mundo já foi capaz de produzir. Eu fiquei atônita e sem fôlego no final do episódio, pois eu nunca – NUNCA – poderia esperar ver nada assim! Eu não vou falar NADA sobre White Bear, só recomendar que você corra agora para a Netflix e assista algo totalmente impressionante.

The Waldo Moment

Chegamos ao fim com um episódio regular. Ele tem o desafio de vir depois de White Bear e, por ser o último, acho que ele tinha de ser bem mais bombástico, mas ainda assim ele é bem interessante no quesito de mostrar como as pessoas são fascinadas por personagens e como as caricaturas e as figuras cômicas que vemos, especialmente na internet, vem ganhando uma relevância e tornando-se ícones de uma geração.

Na minha opinião, ‘Black Mirror‘ é uma das produções mais audaciosas no sentido de colocar o dedo na ferida sem a menor piedade, por mais que alguns futuros distópicos apresentados pareçam distantes demais, esses fatores são apenas um modo de mostrar as coisas que já vivemos e o ponto que elas podem (espero que não) chegar se a gente não começar a pisar no freio. As analogias são pesadas mesmo, exageradas mesmo e assustadoras mesmo!

A série aborda temas que eu gosto de um modo que não agradou meus olhos em muitos episódios, mas isso se dá pela vergonha que a gente fica da nossa própria espécie. ‘Black Mirror‘ é uma ótima pedida, até porque dá pra ser vista em um único dia de mais tédio.

Uma série que merece uma nota 9,5 com mérito!

 

‘Uma Aventura LEGO 2’ é adiado para 2019

Uma Aventura LEGO 2‘ teve sua estreia adiada em quase um ano. Ao invés de 18 de maio de 2018, a animação agora chega aos cinemas em 8 de fevereiro de 2019.

Não foi revelado o motivo do adiamento, mas especula-se que foi devido à concorrida agenda de Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), dublador do personagem principal.

Phil Lord, que desta vez só retorna ao lado de Chris Miller no roteiro (ambos dirigiram e escreveram o fofinho ‘Uma Aventura LEGO‘), confirmou por meio de seu perfil no Twitter que o primeiro rascunho do roteiro está finalizado!

Diretor de ‘Community’ assumirá ‘Uma Aventura LEGO 2’

Segundo Lord e Miller, a sequência de ‘Uma Aventura LEGO‘ se passará quatro anos após o fim do primeiro filme.

Além da sequência, a franquia ganhará dois spin-offs. ‘LEGO Ninjago‘, o primeiro derivado da série, tem estreia marcada para 23 de setembro de 2016. O recém-anunciadoThe LEGO Batman Movie‘ chegará aos cinemas em 26 de maio de 2017.

Chris McKay, supervisor de animação de ‘Uma Aventura LEGO‘, também comandará o filme LEGO focado no Batman, que será escrito por Seth Grahame-Smith (‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros’). Will Arnett voltará a dublar o personagem.

Uma Aventura LEGO‘ arrecadou US$ 468 milhões mundialmente. O longa acompanha a história de Emmet, uma minifigura LEGO® seguidora de regras e perfeitamente comum, que é erroneamente identificada como a pessoa mais extraordinária e a chave para salvar o mundo. Ele é recrutado para integrar uma sociedade de estranhos e seguir uma jornada épica para deter um tirano, uma viagem divertida para a qual Emmet vai totalmente despreparado.

TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva

(TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva)

 

Elenco:

Tatá Werneck – Kika K.
Vera Holtz – Carol
Bruno Gagliasso – Caio Astro
Daniel Furlan – Vladimir
Luis Lobianco – Felipão
Pedro Wagner – Arthur
Mario Gomes – Jamelão
Patricia Travassos – mãe de Kika
Luciana Paes – Ana Juliana
Laura Neiva – Menina do Sonho
Felipe Torres – Punk do Sonho
Fábio Marcoff – Biólogo
Participação especial: Ingrid Guimarães como Ingrid Guimarães

Direção: Paulinho Caruso e Teo Poppovic

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Downtown Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 2 de Fevereiro de 2017

Sinopse: 

A comédia foi inspirada em uma ideia original de Tatá Werneck, que vive Kika K, uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs. Mas por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional. Ela precisa lidar com um fã obsessivo (Luis Lobianco), um namorado galã sem noção (Bruno Gagliasso) e os compromissos profissionais marcados pela exigente empresária (Vera Holtz).

Durante o lançamento de um livro de autoajuda que nem mesmo escreveu, Kika recebe a misteriosa visita do verdadeiro autor da obra, que lhe entrega uma mensagem cifrada antes de sumir sem deixar vestígios. Com a ajuda de um dos vendedores da livraria, o fracassado Vladimir (Daniel Furlan), Kika tentará resolver o enigma que pode colocar um fim à sua crise.

Crítica | TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva (Nota: 7.0)

 

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Nova parceria de Ingrid Guimarães e Tata Werneck após ‘Loucas para Casar‘.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

 

‘Cinquenta Tons Mais Escuros’ ganha primeiro e picante comercial

A seguir, você assiste ao primeiro comercial de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘.

Assista:

Lembrando que a Motion Picture Association of America (MPAA), órgão responsável pela classificação indicativa de filmes e séries nos Estados Unidos, confirmou em seu site que ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ recebeu a classificação “R“, ou seja, apenas maiores de 17 anos poderão assistir a produção.

No Brasil, a classificação indicativa similar é para maiores de 18 anos!

E a justificativa do órgão é a seguinte:

“Conteúdo sexual erótico forte, nudez e linguagem”.

Cinquenta Tons Mais Escuros‘ e ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘ foram rodados simultaneamente.
Os produtores de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ teriam oferecido US$ 1,5 milhão para Jamie Dornan (Christian Grey) protagonizar uma cena de nu frontal em ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’. Ele já havia vetado esse tipo de cena no primeiro filme, mas agora pode ganhar seis vezes mais que o salário de US$ 250 mil para mostrar seu órgão genital – saiba mais!

James Foley comanda as duas sequências.

Ele tem no currículo alguns episódios da série ‘House of Cards‘, e dirigiu um filme com narrativa similar: ‘Medo‘ (Fear, 1996), em que Mark Wahlberg interpretava o violento namorado de Reese Witherspoon.

Astros de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ querem aumento salarial 

Cinquenta Tons Mais Escuros’ e ‘Cinquenta Tons de Liberdade’ chegarão aos cinemas em 10 de fevereiro de 2017 e 9 de fevereiro de 2018.

 

‘The Void’: Elogiadíssimo terror no estilo ‘Alien’ ganha trailer LEGENDADO

The Void‘, uma mistura de ‘Alien‘ e ‘Jogos Mortais‘, ganhou seu trailer LEGENDADO.

Tido como uma homenagem ao mestre John Carpenter, da franquia ‘Halloween, o filme foi elogiadíssimo pelos críticos norte-americanos.

Na trama, o oficial da polícia Daniel Carter se depara com um suposto corpo ensanguentado no meio de uma estrada. A suposta pessoa está viva, então, ele decide de imediado levar a jovem ao hospital mais próximo. Lá, tanto o policial, quanto os médicos percebem que a menina está se transformando em algo sobrenatural.

Assista:

The Void estreia nos EUA dia 7 de Abril, sem previsão nos cinemas brasileiros.

‘Godzilla: King Of The Monsters’ contrata ator de ‘Silicon Valley’

Thomas Middleditch, da aclamada série da HBO ‘Sillicon Valey’, é o mais novo integrante do elenco de ‘Godzilla 2‘.

O personagem de Thomas ainda não foi revelado, mas muito possivelmente ele deverá interpretar um dos jovens cientistas da Monarch, a empresa que investiga o ‘Godzilla‘ e o ‘King Kong, conforme revelado na cena pós-créditos de A Ilha da Caveira.

Michael Dougherty (‘Krampus: O Terror do Natal’) é quem vai dirigir a produção. O roteiro também é dele.

Dougherty roteirizou e dirigiu ‘Krampus: O Terror do Natal‘, que passou batido nos cinemas nacionais e chegou direto em Home Vídeo. Ele também é um dos roteiristas de ‘X-Men: Apocalipse’.

Ele substitui Gareth Edwards, que abandonou a direção por motivos de “conflito de agenda com outros projetos”.

‘Kong: A Ilha da Caveira’ ganha cartaz REVELADOR com segredos de ‘Godzilla’

O estúdio prepara um Universo cinematográfico compartilhado para seus monstros, como Godzilla e King Kong.

‘Kong – Skull Island’ terá ligação com o remake de ‘Godzilla’ 

O  filme foi adiado de 8 de junho de 2018 para 22 de março de 2019. A data será mantida, e um novo diretor será anunciado em breve.

 

 

‘O Nevoeiro’: Trailer dublado da série de Stephen King que estreia sexta-feira na Netflix

Entre as estreias programadas para o mês de agosto, a Netflix anunciou que a mais nova série inspirada em uma das mais icônicas obras de Stephen King chegará ao Brasil pela plataforma.

A agendou a estreia de ‘O Nevoeiro‘ para esta sexta-feira, dia 25 de agosto.

Assista ao trailer dublado:

A atração também conta com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.

Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.

“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.

No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.

David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.

Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.

O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.

O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).

Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.

Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.

As 10 Melhores Adaptações de Stephen King 

 

EXCLUSIVO! ‘Corra!’ pode ganhar uma sequência? Produtor responde!

Corra!’ se tornou um fenômeno nas bilheterias e está arrasando nas principais premiações do cinema. Disputou o Globo de Ouro na categoria de Melhor Comédia ou Musical, foi eleito o melhor filme de 2017 pelos críticos de Washington D.C., e Jordan Peele foi indicado duas vezes ao DGA Awards.

Com o sucesso – o filme custou US$ 4,5 milhões e arrecadou US$ 255 milhões – não é de se espantar que uma continuação seja realizada.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Sobrenatural – A Última Chave‘, o produtor Jason Blum falou sobre a possibilidade de ‘Corra! 2‘.

Confira (no minuto 2:47):

Recentemente, o diretor Jordan Peele também falou sobre a sequência:

“Eu ainda não decidi nada e estou permitindo que a parte criativa tome conta de mim, sem ser forçado. Eu sei que algo irá surgir, irá sim. Estou aberto para descobrir o que será, mas também não quero desmerecer o original e nem os fãs. Eu simplesmente não faria algo assim por dinheiro”

E aí, vocês gostariam de ver uma continuação para o filme?

‘Corra!’ vai concorrer na categoria Comédia no Globo de Ouro; Entenda!

‘Corra!’ é um documentário e não uma comédia, diz diretor

Aclamado terror ‘CORRA!’ é o filme mais lucrativo de 2017 até o momento

Veja nossa crítica: Crítica 3| Corra! – Um suspense realmente envolvente

‘The Twilight Zone’: Clássica série vai ganhar reboot com diretor de ‘Corra!’

Corra!’ tem direção de Jordan Peele, tem no elenco Daniel KaluuyaAllison Williams, Bradley Whitford, Catherine Keener e Lil Hel Howery.

‘Fuller House’: Netflix divulga data de estreia da 4ª temporada; Assista ao vídeo!

A quarta temporada de ‘Fuller House‘ ganhou data de estreia: 14 de Dezembro.

Assista ao vídeo de anúncio:

A próxima temporada pode também ser sua última. Segundo o TV Line, a Netflix estaria considerando cancelar a produção.

E embora a informação não tenha sido confirmada pela gigante do streaming, um porta-voz da empresa conversou com o portal, afirmando que “nenhuma decisão a respeito do futuro de ‘Fuller House‘ ainda foi tomada. Por hora, estamos ansiosos com a estreia da quarta temporada, que acontece logo mais neste ano”.

Vale ressaltar que 4ª temporada contratou novos showrunners. Steve Baldikoski e Bryan Behar substituíram Jeff Franklin, demitido no mês passado após denúncias de conduta inadequada. Ambos são produtores executivos da série desde sua estreia, em 2016.

Franklin foi demitido após ser acusado de abusar funcionários verbalmente e de fazer comentários inapropriados na sala dos roteiristas, incluindo envolvendo teor sexual. Ele também costumava trazer mulheres com quem estava saindo aos bastidores e as escalava para pequenos papéis na série.

Fuller House‘ é um reboot da série clássica ‘Três é Demais‘.

 

‘The Batman’: Boato afirma que a Vanessa Hudgens pode viver a Mulher-Gato; Veja arte!

Após a Variety e diversos sites confirmarem que Robert Pattinson seria o próximo Batman, começam as especulações sobre quem interpretará a Mulher-Gato.

Segundo o We Got this Covered, Vanessa Hudgens está sendo cotada para interpretar a personagem. A Warner Bros. não confirmou a informação.

Pensando nisso, o artista do Instagram Mizuri divulgou uma arte mostrando como a estrela poderia ficar como Selina Kyle.

Confira:

Segundo o The Hollywood Reporter, o roteiro de ‘The Batman’ escrito por Matt Reeves atualmente conta com seis vilões, e trará uma trama investigativa com o Cavaleiro das Trevas conhecendo famosos vilões dos quadrinhos.

O site afirma que dois vilões são garantidos no filme: Mulher-Gato e Pinguim.

De acordo com o site da CNN, um representante da Warner Bros. negou que Robert Pattinson esteja contratado para viver o herói, o que não quer dizer que ele não esteja na disputa. Isso porque, segundo o The Hollywood Reporter, atores como Nicholas Hoult, Armie Hammer e Aaron Taylor-Johnson também estão fazendo testes para viver o personagem.

Antes de tudo isso vir à tona, Ben Affleck era quem estava confirmado para estrelar, dirigir, produzir e assumir o roteiro do longa, mas logo após sua saída da cadeira de diretor, o ator também expressou sua vontade em desistir do papel, não só em ‘The Batman’, mas também nos futuros filmes planejados pelo estúdio.

‘Mysterio’: Vilão de ‘Homem-Aranha’ deve ganhar filme-solo

Segundo o Illuminerdi, a Sony Pictures está apostando alto na criação de um universo próprio com personagens de Homem-Aranha.

Além de ‘Venom‘ e ‘Morbius‘, o estúdio está negociando com Jake Gyllenhaal para que ele interprete novamente o Mysterio em um filme solo do vilão.

A produção irá focar apenas o Mysterio, e não envolveria o herói aracnídeo (interpretado por Tom Holland). Detalhes sobre a narrativa ainda não foram revelados, mas o longa já está caminhando para os primeiros estágios.

Além disso, Gyllenhaal deve retornar como Mysterio no filme do ‘Sexteto Sinistro’. 

Ainda não se sabe como o personagem irá retornar, mas ele deve ser parte essencial da equipe de vilões, que contará com o Abutre (Michael Keaton), Escorpião (Michael Mando), Kraven, e mais dois inimigos ainda não revelados.

 

 

 

‘A Paixão de Cristo’: Sequência será “o maior filme da história”, afirma ator

Após chocar o mundo todo com o polêmico ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), o diretor Mel Gibson está preparando seu retorno para uma sequência da história bíblica. Agora, o ator Jim Caviezel (que viveu Jesus) declarou ao USA Today que o projeto está bem encaminhado e será “o maior filme da história”.

O ator diz que suas expectativas estão bem altas para a sequência:

“Tem algumas coisas que não posso dizer, que chocarão a audiência. É ótimo, fiquem ligados! Não vou dizer aonde Gibson vai com esse filme, mas posso revelar que o filme será o maior da história”

Durante uma entrevista ao pastor Greg Laurie, Gibson já havia revelado detalhes sobre a sequência.

“Nós estamos falando sobre a sequência. É um compromisso enorme. O projeto não se chama ‘A Paixão de Cristo 2’, e sim ‘A Ressurreição’. O filme trata de um assunto muito delicado, e nós não queremos apenas fazer uma apresentação simples da Bíblia. Vamos mostrar de uma maneira diferente o que aconteceu”, afirmou.

Para certificar-se que a sequência será tão boa quanto o primeiro, Gibson disse que recrutou a ajuda do roteirista indicado ao Oscar Randall Wallace.

“Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um escritor brilhante, e um grande diretor. Ele dirigiu O Céu É de Verdade e outros grandes filmes”, concluiu.

Em recente entrevista, Wallace confirmou que ele e Gibson estão trabalhando juntos na história, que mostrará a ressurreição de Jesus.

A dupla já colaborou junto em ‘Coração Valente‘ (1995) e no inédito ‘Hacksaw Ridge‘ (2016).

A Paixão de Cristo foi apenas o início… Temos muitas histórias para contar”

Proibido na Malásia e em países de consciência religiosa mais ortodoxa, além de causar desespero em grande parte do público, a versão de Mel Gibson a respeito das últimas 12 horas de Jesus Cristo chocou o mundo pela sanguinolência, crueza e sofrimento nunca antes visto nesse conto. Inúmeras pessoas saíram das salas antes do fim da sessão.

A Paixão de Cristo‘ arrecadou $611 milhões mundialmente e foi considerado um dos maiores sucessos do cinema independente.

O filme foi estrelado por Jim Caviezel (Jesus), Monica Bellucci (Maria Madalena) e Maia Morgenstern (Maria).

A Paixão de Cristo: A Ressurreição’ ainda não tem data para chegar aos cinemas.

Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime

(Hitman’s Wife’s Bodyguard)

 

Elenco:

Ryan Reynolds
Samuel L. Jackson
Salma Hayek
Frank Grillo
Salma Hayek
Morgan Freeman
Tom Hopper
Antonio Banderas
Richard E. Grant

Direção: Patrick Hughes

Gênero: Ação, Comédia

Duração: 118 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 29 de Julho de 2021

Sinopse: 

O casal estranho mais letal do mundo – o guarda-costas Michael Bryce (Ryan Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Samuel L. Jackson) – estão de volta em outra missão com risco de vida. Ainda sem licença e sob vigilância, Bryce é forçado a entrar em ação pela esposa ainda mais volátil de Darius, a infame vigarista internacional Sonia Kincaid (Salma Hayek). Enquanto Bryce é levado ao limite por seus dois protegidos mais perigosos, o trio se mete em uma trama global e logo descobre que eles são tudo o que está no caminho de um louco vingativo e poderoso (Antonio Banderas). Entrando na diversão e no caos mortal está Morgan Freeman como… bem, você terá que ver.

Crítica | Dupla Explosiva 2: E A Primeira-Dama do Crime – Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson salvam continuação da franquia (Nota: 6.0)

 

Curiosidades: 

» Além do trio, a sequência terá o retorno do diretor Patrick Hughes e do roteirista Tom O’Connor.

» O elenco também conta com Antonio Banderas, Morgan Freeman, Frank Grillo, Richard E. Grant Tom Hopper.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Batman’ e Jim Gordon procuram o Charada em cena INÉDITA do filme!

Foi divulgada uma cena inédita de ‘Batman’ que traz Jim Gordon (Jeffrey Wright) e o herói (Robert Pattinson) investigando uma cena de crime e procurando o Charada.

Assista:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022.

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estétic

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

Moradores dos EUA ficaram ATERRORIZADOS com marketing de novo filme de terror; Assista!

Isso sim é o que podemos chamar de marketing GENIAL! A Paramount lançou nos cinemas o terror ‘Sorria‘ e criou uma das campanhas de marketing virais mais assustadoras dos últimos anos.

No último fim de semana, muita gente percebeu nos jogos da Major League Baseball tinham uma pessoa sentada atrás da home plate que não estava se movendo, mas exibia um sorriso bizarro e assustador, referenciando filme.

Demorou para que as pessoas entendessem que se tratava apenas do marketing do filme ‘Sorria‘.

Assista ao vídeo:

Atualmente, o filme possui uma média de 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, com críticos elogiando os “jumpscares eficientes e aterrorizantes”.

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

A história acompanha uma mulher que depois de testemunhar um incidente bizarro e traumático envolvendo um paciente, começa a experimentar ocorrências assustadoras que ela não consegue explicar. O terror aqui, no entanto, está no fato das vítimas terem um sorriso largo, fixo e bizarro no rosto.

Dirigido por Parker Finn (The Hidebehind), Sorria é adaptado de seu curta-metragem de terror de 2020, ‘Laura Hasn’t Slept‘. O filme possui apenas 11 minutos e acompanha uma mulher chamada Laura, que procurou ajuda de seu terapeuta após sonhar repetidas vezes com o mesmo pesadelo.

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

‘O Continental’: Série derivada de ‘John Wick’ ganha trailer DUBLADO espetacular

O Continental‘, série derivada da franquia de filmes ‘John Wick‘, ganhou um novo trailer dublado.

O spin-off estreia 22 de setembro. No Brasil, a série será lançada pelo Prime Video.

Confira:

Anteriormente anunciada como uma minissérie regular, a produção foi reformulada como uma série de três episódios, com cada capítulo funcionando como um filme. A história irá focar no hotel de assassinos que se tornou bastante popular na obra original.

Além da previsão de lançamento, a produtora Erica Lee deu alguns detalhes sobre a trama, que será ambientada na década de 1970:

“A trama foca no jovem Winston e no jovem Charon. Depois de muitas conversas com os showrunners, sentimos vontade de fazer uma pré-sequência, porque a linha do tempo alternativa nos deu muita flexibilidade quando se trata de histórias paralelas.”

Ela continuou:

“Mas o que eu acho que as pessoas amam tanto no universo de ‘John Wick’ são os segredos escondidos no hotel. Demos tão pouco sobre cada personagem e sobre o hotel em cada filme que acho que as pessoas estão realmente empolgadas em aprender mais e se aprofundar sobre o Continental. Como são os funcionários? Como é a rotina? Como é se hospedar lá? Como são feitas as moedas de ouro? Então, com essa linha do tempo e essa configuração, podemos mergulhar profundamente nesses detalhes e explorar muito mais desse ‘personagem’.”

O elenco é formado por Colin Woodell, Mishel PradaHubert Point Du-JourJessica AllainNhung KateBen Robson, Ayomide Adegun, Peter GreeneJeremy Bobb, Katie McGrath, Ray McKinnon, Adam Shapiro, Mark Musashi e Marina MazepaMel Gibson foi confirmado no spin-off como o misterioso personagem Cormac.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos deve girar em torno de US$ 20 milhões.

Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) dirige dois dos três episódios.

Chad Stahelski, co-criador da franquia, entra como produtor executivo ao lado de Derek Kolstad, roteirista dos filmes.

Quer se BORRAR de Medo? Netflix lança terror sobre possessão DEMONÍACA assustador!

A Netflix lançou em seu catálogo o aclamado terror de possessão demoníaca ‘O Mal que Nos Habita‘ (When Evil Lurks), que conquistou impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral dos críticos, o longa é “[um] terror contundente cujos sustos superficiais são tão envolventes quanto suas preocupações temáticas”, além de marcar “uma adição visceralmente perturbadora ao cânone do terror sobre possessão”.

Mas não foram só os críticos que aprovaram o filme. Os assinantes do streaming ficaram horrorizados com a produção.

Confira os principais comentários:

Dos assinantes:

Dos críticos:

“Se você está procurando um novo filme que não seja apenas assustador, mas que vá te f****, você não pode encontrar algo melhor que When Evil Lurks” – Mashable.

“[O filme] é excepcionalmente terrível” – Austin Chronicle.

“Esta é uma peça de terror magnificamente escrita, e a direção expansiva de [Demián] Rugna dá-lhe uma presença terrena, sobrenatural, mas suja” – MaddWolf.

“[O filme entrega] sustos em um ritmo que raramente permite recuperar o fôlego e com surpresas horríveis o suficiente para assustar de forma consistente” – The Daily Beast.

“Se você está procurando um filme de terror intransigente, onde ninguém está seguro, que vai fazer você se contorcer, When Evil Lurksé o filme para você” – Next Best Picture.

Na trama, “dois irmãos encontram um cadáver mutilado perto de sua propriedade e se reúnem com os moradores locais para investigarem o incidente. Logo, eles descobrem que os acontecimentos estranhos na região estão sendo causados por um espírito que entrou em um homem que estava à espera dos procedimentos necessários para livrar seu corpo de um demônio purulento”.

Crítica | O Mal que Nos Habita – Terror sobre possessão demoníaca é ARREBATADOR e vai te perturbar

O elenco conta com Ezequiel Rodriguez, Demián Salomon, Luis Ziembrowski, Silvia Sabater e Marcelo Michinaux.

O editor-chefe Renato Marafon elegeu o filme como o MELHOR TERROR de 2023:

Do romance ao TERROR! Assista aos 10 primeiros minutos de ‘Acompanhante Perfeita’…

Acompanhante Perfeita‘ chegou nas plataformas digitais nos EUA e foram revelados os primeiros 10 minutos do filme.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Acompanhante Perfeita‘, a atriz Sophie Tatcher revelou que seu sonho é estrelar um filme da franquia ‘Extermínio‘ (28 Days Later).

“É emocionante e chocante. É uma nova reviravolta nos filmes de romance. Fica muito sombrio. Eu acho que muitas pessoas podem se ver na Iris no aspecto do relacionamento. Eu me vi na Iris, como se estivesse lá em relacionamentos onde você dá tudo e meio que esquece quem você é, você fica perdida no relacionamento.”, ela afirma.

Segundo a atriz, quando menos você souber do filme será melhor:

“Espero que as pessoas possam entrar às cegas e não saber de nada do filme”, ela conclui. 

Crítica | ‘Acompanhante Perfeita’ traz ÓTIMAS atuações em um terror prático e despretensioso

Acompanhante Perfeita‘ arrecadou US$ 9.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu no TOP 2 do país, atrás da animação ‘O Homem-Cão‘ (US$36M).

Além disso, a produção acrescenta US$ 5.5 milhões através do mercado internacional – totalizando uma estreia global de US$ 15 milhões.

Com 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa estrelado pela Sophie Tatcher (‘Herege’) recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore – que é considerada positiva para o gênero.

Vale lembrar que a produção contou com um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Acompanhante Perfeita‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).

Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.

Casal romântico em pôster de filme 'Acompanhante Perfeita'

‘Dark Horse’: Distribuidora protocola pedido de registro do filme sobre Bolsonaro na Ancine para lançá-lo nos cinemas

A cinebiografia ‘Dark Horse‘, que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, deu um importante passo rumo ao lançamento nos cinemas brasileiros. A distribuidora Europa Filmes protocolou junto à Agência Nacional do Cinema (Ancine) o pedido de Registro de Obra Estrangeira (ROE), iniciando oficialmente o processo para que o longa possa chegar às telonas.

Segundo informações divulgadas pelo Terra, o pedido foi realizado em 22 de junho, menos de quatro meses antes das eleições presidenciais de 2026. Em nota, a Ancine explicou que o ROE é apenas a primeira etapa burocrática do processo. Após essa fase, a distribuidora ainda precisará solicitar o Certificado de Registro de Título (CRT), documento obrigatório para obter a classificação indicativa do Ministério da Justiça e, posteriormente, autorizar a exibição comercial do filme.

Apesar do avanço, a estreia de ‘Dark Horse‘ ainda está longe de ser garantida.

‘Dark Horse’: Redes de cinemas não querem exibir a cinebiografia de Bolsonaro, afirma jornalista

A própria Ancine informou que o processo pode levar mais tempo do que o habitual porque aguarda esclarecimentos sobre as gravações realizadas em território brasileiro. Segundo o órgão, as filmagens não teriam sido comunicadas previamente, o que pode gerar entraves regulatórios e até comprometer o lançamento nos cinemas.

A produção também enfrentou dificuldades para encontrar uma distribuidora. Antes da Europa Filmes assumir o projeto, a Paris Filmes, que lançou Nada a Perder, filme sobre o bispo Edir Macedo no Brasil, recusou a proposta para lançar o longa.

‘Dark Horse’: Cinebiografia de Bolsonaro terá estreia nos EUA em evento que reúne figuras influentes da extrema-direita

Mesmo que toda a parte burocrática seja concluída, outro desafio ainda preocupa os produtores: convencer as grandes redes de cinema a exibirem o filme.

Conforme revelou anteriormente o colunista Lauro Jardim, de O Globo, os principais exibidores do país demonstram pouca disposição para incluir ‘Dark Horse‘ em suas programações. Entre os motivos estariam o receio de um desempenho fraco nas bilheterias e a preocupação de que o lançamento intensifique a polarização política, podendo provocar manifestações ou conflitos em centros comerciais.

‘Dark Horse’: Trailer da cinebiografia de Bolsonaro VAZA e traz ex-presidente usando motosserra e muitas conspirações

Falado em inglês e estrelado por Jim Caviezel, ‘Dark Horse‘ apresenta Bolsonaro como uma figura que desafia o sistema político brasileiro durante a eleição presidencial de 2018.

O elenco também conta com Camille Guaty, no papel de Michelle Bolsonaro. O trailer divulgado recentemente destaca principalmente o atentado sofrido pelo então candidato em 6 de setembro de 2018, em Juiz de Fora (MG), além do período de recuperação e da campanha presidencial.

Embora agora tenha iniciado oficialmente seu processo de registro no Brasil, ‘Dark Horse‘ ainda precisará superar uma série de etapas regulatórias e comerciais antes de confirmar sua chegada aos cinemas nacionais.

Assista ao trailer vazado:

Crítica | Cauby – Começaria Tudo Outra Vez

Conceição eu me lembro muito bem. E você também! Quem nunca ouviu essa música, mesmo sem saber quem cantava essa canção? Dirigido pelo cineasta Nelson Hoineff, Cauby – Começaria Tudo Outra Vez, mostra um pouco da intimidade de uma das maiores vozes da história da música brasileira. Influenciado pelos figurinos de Liberace (famoso pianista norte-americano que recentemente ganhou uma espécie de biografia, Minha Vida com Liberace,  pelas mãos de Steven Soderbergh e com interpretações fabulosas de Michael Douglas e Matt Damon), o rei do chique com brega é desmistificado e o público ganha pela emoção da  inigualável Voz.

Na trama, conhecemos mais a fundo a trajetória e um pouco da vida pessoal do cantor, e porque não dizer grande artista, Cauby Peixoto. Pai professor de violão, mãe que tocava violino, nasceu e cresceu em um ambiente musical e aos poucos foi aprendendo as técnicas do canto. Em sua casa em Higienópolis, São Paulo, vamos conhecendo suas intimidades, e, em paralelo ao universo Cauby, uma história de um jovem fã e a aventura de encontrar o ídolo pela primeira vez.

Aquela vitrola antiga, aquele som que nunca deveria deixar de ser obsoleto. Ao longo do ótimo documentário de Hoineff vemos depoimentos de artistas renomados como Aguinaldo Rayol e algumas pessoas próximas ao grande cantor. Histórias e mais histórias que chegam impactantes aos olhos do público pois contam curiosidades de toda a trajetória não só de Cauby mas da música brasileira.

Mas, não há como negar. Por mais que o longa-metragem, que estreia dia 28 de maio nos cinemas brasileiros, tenha tido um competente processo de pesquisa, algumas imagens históricas de arquivos e um momento marcante do filme quando Cauby fala sobre homossexualismo e suas experiências sexuais, a força do documentário está na voz impactante desse ícone brasileiro. Nas cenas intercaladas dele cantando seus grandes sucessos como intérprete corre um ventinho gostoso de arrepio no espectador.

Um calmante, um excitante. Cauby, nunca deixará de ser um ídolo de milhares de brasileiros e felicidade maior é esse presente não só para seus fãs mas para os cinéfilos. Por isso, Cauby: cante, cante e não pare jamais.

Bonito CineSur 2025 começa em clima de pura emoção e celebração ao cinema sul-americano

Assim que se chega à charmosa cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, é impossível não se sentir acolhido — é como se a natureza te desse boas-vindas. Com esse calor no peito e o cenário deslumbrante à nossa volta, aterrissamos nesse paraíso do ecoturismo para a cobertura de mais uma edição de um festival que tanto amamos. De 25 de julho a 2 de agosto, os olhos dos amantes da sétima arte se voltam para esse cantinho mágico do Brasil, que recebe o aguardadíssimo Bonito CineSur — Festival Sul-Americano de Cinema.

A noite de abertura da terceira edição do festival aconteceu ontem (25) e reuniu grandes nomes do nosso cinema, como Antonio Pitanga, Maeve Jinkings, Bárbara Paz, entre outros talentos. No belo e acolhedor Centro de Convenções de Bonito, o público prestigiou com aplausos de pé a atriz paraguaia Ana Brun, grande homenageada da noite. Vencedora do Urso de Prata de Melhor Interpretação Feminina no Festival de Berlim por sua atuação marcante em As Herdeiras (2018), de Marcelo Martinessi, Ana se emocionou ao subir ao palco. O filme, inclusive, foi exibido como o longa-metragem de abertura da edição 2025 do Bonito CineSur.

Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Além de debates relevantes, encontros enriquecedores e uma intensa programação de curtas e longas-metragens, o Bonito CineSur 2025 traz uma iniciativa inédita realizada em parceria com a prefeitura: As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano. Serão ao todo onze placas — pequenas esculturas simbólicas — moldadas com as palmas das mãos de artistas sul-americanos convidados, acompanhadas da marca da pata de um animal típico dos biomas sul-mato-grossenses. As obras serão inicialmente expostas na Praça da Liberdade, no coração de Bonito, e depois transferidas para o futuro cinema da cidade, onde seguirão eternizando esse encontro entre arte, território e memória.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Com apenas três anos de existência, o Bonito CineSur já demonstra, por meio desta e de outras iniciativas, um fôlego criativo admirável. Com uma seleção de filmes potentes que provocam reflexões sobre realidades diversas — próximas e distantes do nosso continente — o festival tem tudo para se firmar como um dos mais vibrantes e relevantes do calendário cinematográfico brasileiro. Acompanhe nossa cobertura completa aqui no site e também pelas redes sociais.

Psicopata Americano | Os 20 Anos da produção MAIS POLÊMICA e INCORRETA de Hollywood

Você lembra daquele filme muito controverso estrelado pelo astro Leonardo DiCaprio, recém-saído do sucesso de Titanic (1997)? Bem, numa realidade alternativa isso provavelmente ocorreu, e nessa, na qual vivemos, chegou muito perto de acontecer. Pensando em termos de nossa sociedade atual, onde a ênfase é muito dada ao politicamente correto, e o resto é combatido e rechaçado ferozmente, o filme Psicopata Americano provavelmente jamais teria sido produzido hoje. O curioso é pensar que sua estreia nos cinemas não tem muito tempo assim, tendo sido lançado “apenas” vinte anos atrás. É claro que, mesmo para a época, a obra não passou longe das polêmicas, que a circundaram desde sua pré-produção. Hoje, o longa ressurge como cult, ganhando novos apreciadores devido à sua crítica ácida de uma parte da sociedade americana, mas igualmente com fortes detratores.

Pense só, os filmes de terror slasher, onde um assassino trucida uma grande quantidade de jovens das mais variadas formas – no estilo Sexta-Feira 13 e O Massacre da Serra Elétrica –, nunca foram conhecidos pelo bom gosto e, obviamente, sempre foram repelidos pelos críticos e adultos de forma geral, caindo mais no gosto dos adolescentes. Agora imagine a proposta de se trazer esta estrutura ao “mainstream”, a uma trama mirada ao público adulto, com atores famosos, onde os jovens não poderiam entrar devido à censura alta, ou encontrariam forte barreira na chatice da história sobre yuppies no mundo corporativo. Tudo bem, comparar Psicopata Americano com produções B slasher é bem injusto, e o filme possui muito mais a oferecer do que isto. São justamente os demais atrativos que os fãs abraçam. Porém, é da forma citada acima que muitos, ainda hoje, assimilam o longa, sem ter muito estômago para ingressar nas suas entrelinhas.

Seja como for, Psicopata Americano completa vinte anos de seu lançamento nos cinemas em 2020 – tendo feito sua estreia oficial no Festival de Sundance em 21 de janeiro de 2000, lançado em grande circuito nos EUA no dia 14 de abril do mesmo ano, e chegado ao Brasil no dia 22 de dezembro (bem a tempo para o clima acolheador do Natal, tudo a ver com o teor do filme, só que não – e quem disse que brasileiro não sabe lançar de forma estratégica?). Como forma de homenagear este clássico moderno da sétima arte, vamos descortinar algumas curiosidades e relembrar esta visceral sátira incorreta.

O Livro e o Autor

Psicopata Americano é baseado na obra literária homônima do autor Bret Easton Ellis – que por si só despertou grande polêmica em seu lançamento ainda em 1991, se tornando alvo de inúmeros boicotes. Easton tinha apenas 21 anos quando lançou seu primeiro livro Less than Zero em 1985 – a obra viveu para se tornar um best seller. Mas nada igualaria o sucesso e a popularidade de seu terceiro livro, Psicopata Americano. Automaticamente muito condenado pela sociedade literária devido a seu teor violentíssimo e misógino, o texto sofreu diversas petições para o seu banimento, resultando na quebra contratual entre o autor e sua então editora, a Simon & Schuster. Ellis teve quatro de seus livros adaptados ao cinema: Abaixo de Zero (1987), Psicopata Americano (2000), Regras da Atração (2002) e Informers – Geração Perdida (2008). Após a publicação de sua obra mais famosa, Bret Easton Ellis recebeu diversas ameaças de morte, mostrando o quão fervorosa é a obra para muitas pessoas.

A História

Até hoje entre especialistas é debatido o gênero ao qual pertenceria Psicopata Americano. Terror, suspense, drama e até mesmo comédia de humor negro são os mais anexados à produção. A verdade é que o longa pertence a todos estes e transita em cada um ao longo de sua projeção. Particularmente, gosto de vê-lo entre as mesclas do humor (a sátira fala mais alto para mim) e o drama. É claro, não podemos esquecer o grafismo, a sanguinolência e o horror – seria equivocado não apontá-los, e como citado, é o que continua a afastar muita gente.

O filme funciona em dois âmbitos: por um lado é uma crítica ao consumismo e ao estilo de vida yuppie (abreviação de Young urban professional / algo como jovens profissionais urbanos), jovens ambiciosos guiados por suas altas aspirações financeiras e alto nível de sucesso profissional em grandes empresas, nos anos 1980, época em que se passa a trama. A tal “ostentação”, que hoje se tornou rotineira, era vista com olhos receosos no passado. Esse estilo de vida era medido pelo carro que você dirigia, pela casa que você tinha, as roupas que você vestia, em quais restaurantes jantava e todas as suas posses. Hoje, esse tipo de sátira da jovem burguesia pode até passar despercebido, mas no filme ainda funciona, já que a competição interna entre um grupo de amigos, todos vice-presidentes de uma empresa, sobre quem consegue reserva no mais disputado restaurante de Nova York ou quem tem o melhor cartão de visita, é criada de forma humorística a fim de ridicularizar tal comportamento, que é a única preocupação no mundo destes tipos. E é nestes trechos, através de sua comicidade única e ácida (que pode passar batida para alguns), que Psicopata Americano mais sobressai.

Mas aqui temos traçado o perfil do protagonista Patrick Bateman. Igual aos colegas, ele é um jovem de 27 anos bem sucedido profissionalmente, com gostos requintados, posses caras, que mantém a boa forma e cuja rotina fútil soa quase inumana para os padrões da normalidade. Ele é quase um robô em perfeição – tem concretizado o que muitos almejaram em algum momento da vida, mas terminaram optando pela humanidade de alguma forma. Bateman diz logo em um de seus discursos de abertura: “pareço um ser humano, tenho a aparência, mas nenhum dos sentimentos e qualidades. Sou vazio, simplesmente não estou aqui”. Isso nos traz para o segundo aspecto do filme. O estilo de vida, as aspirações e a ambição de Bateman por uma “vida perfeita” o deixaram doente. Ele é um homem de 27 anos que atingiu todas as suas metas, que tem tudo o que a maioria passa uma vida inteira perseguindo. Isso o faz ansiar por mais nada. Ou por algo que até agora não teve.

Seu estilo de vida é a perfeição para ele, é o certo. O resto “não presta”. Assim, Patrick Bateman não vê como iguais quem não está no mesmo patamar que ele. Vê como inferior. O protagonista está anestesiado. Ele tem melhores amigos que são rivais. Não consegue tolerar sua noiva Evelyn, e por isso possui uma amante, que por sua vez é casada. Tudo virou apenas cerimonias sociais, nada é real. Sua mente começou a desenvolver diversas patologias, como transtorno de personalidade narcisista, limítrofe, obsessiva compulsiva, antissocial e esquizofrênica. E o personagem inclusive toma medicamentos para tal.

Agora adentramos o segundo ponto. Psicopata Americano é também um drama. Sobre um personagem principal com uma doença mental. Uma doença na alma, ou a falta de uma. E qual o próximo passo para uma pessoa que se afasta completamente de qualquer qualidade humana? A psicopatia. Patrick Bateman começa a buscar prazer em matar pessoas. E não apenas isso, mas o faz das formas mais brutais e “criativas” possível. Bateman quer ter contato com o submundo, é libertino, quer abraçar a luxúria. Se torna cliente de prostitutas e as machuca. Depois convida uma antiga colega, faz sexo a três com ela e uma prostituta, filma tudo e as mata. Aniquila a competição ao despachar um colega de trabalho que, devido às conquistas dele acima das suas próprias, se torna um desafeto. Bateman perde o controle e mata um homem sem teto, negro. Imagine o barril de pólvora que é esta cena: um playboy jovem e branco matando um homem pobre e negro, com direito a matar também o cachorro do homem. Eu sei, é nesse ponto que muitos estariam saindo dos cinemas, e que outros tantos estariam desligando o filme no streaming. É preciso lembrar, no entanto, que tudo terá um sentido maior após o desfecho, que esta é uma crítica e que ambos o filme e o livro de Ellis não são um atestado a este tipo de comportamento, pelo contrário, são obras de arte de repúdio. É preciso conhecer o mal para combate-lo.

Produção e elenco

O produtor do filme, Edward R. Pressman, comprou os direitos para a adaptação cinematográfica ainda em 1992, um ano após o lançamento do livro. Após a compra, o próprio autor (Ellis) iria escrever o roteiro para a direção de Stuart Gordon (especialista em terror visceral, vide Re-Animator e Do Além), com Johnny Depp (que estava muito interessado no projeto) na pele de Patrick Bateman. O cineasta queria um filme em preto e branco, e tão pesado quanto o livro original (que precisou ser muito “podado” para o que vemos em tela), o que garantiria a censura máxima ao longa. Com a saída de Gordon, entrava David Cronenberg na direção, trazendo consigo Brad Pitt a tiracolo para o papel de Bateman. Mas este projeto também não foi para frente. Já pensou?

Porém, o nome mais associado ao projeto então era o do jovem ator Leonardo DiCaprio, que por muito pouco não estrelou como Bateman. Quando o estúdio Lionsgate adquiriu os direitos, foi contratada a diretora Mary Harron (Um Tiro para Andy Warhol), no que seria seu segundo filme, para o comando da obra, assim como roteirista também. Harron ofereceu a vaga de protagonista para Christian Bale, que estava ávido pelo papel. O estúdio, por outro lado, queria Edward Norton como Bateman, mas concordou com a decisão de Harron com a condição de que ela escalasse ao menos dois nomes famosos em papeis coadjuvantes. Assim, a cineasta contratou Willem Dafoe para viver o detetive Kimball, que investiga os crimes do psicopata, e Reese Witherspoon (saída dos sucessos de A Vida em Preto e Branco, Eleição e Segundas Intenções) no papel de Evelyn, a noiva do protagonista.

A história não acabou por aí, já que após contratados os dois “nomes famosos” que a Lionsgate queria, o estúdio disse à sua diretora que havia feito uma proposta para          que o astro Leonardo DiCaprio protagonizasse. Harron ameaçou deixar o projeto e o fez. Assim, o prestigiado Oliver Stone assumia as rédeas momentaneamente, com DiCaprio à frente protagonizando, James Woods como Kimball, Cameron Diaz como Evelyn, Elizabeth Berkley (Showgirls) como Courtney, a amante do protagonista (papel que ficaria com Samantha Mathis), e Jared Leto e Chloë Sevigny respectivamente como Paul Allen, o “desafeto” e a secretária do protagonista. Na versão final, somente Leto e Sevigny foram mantidos.

Falando de Leonardo DiCaprio, alguns entraves cercavam a contratação do então maior astro do cinema. Saído do sucesso de Titanic (1997), DiCaprio buscava um próximo projeto e algo que o desassociasse da imagem de galã namoradinho da América. O Homem da Máscara de Ferro e Celebridades, ambos de 1998, já estavam prontos e lançados na esteira do sucesso de Titanic, não contaram muito como novos filmes do astro. Assim, ele havia sido fisgado por esta produção. O primeiro impasse veio da cobrança de organizações feministas, encabeçadas pela ativista Gloria Steinem, que fez uma campanha ferrenha para que o ator não aceitasse o papel. Segundo ela, a base de fãs do astro consistia predominantemente em meninas adolescentes, e DiCaprio poderia assim arruinar sua carreira. Steinem era uma das mais proeminentes críticas da obra literária, e extremamente contra qualquer produção audiovisual ou versão cinematográfica deste conteúdo. Mas o que definitivamente pesou para a saída de DiCaprio do projeto, como sempre, foi um desacordo salarial. Esta é uma produção modesta para os padrões de Hollywood, mas o astro exigia um cachê de US$21 milhões para protagonizar, o que aumentaria o orçamento do longa para US$40 milhões. Assim, DiCaprio saiu, optando por filmar A Praia (2000), lançado no mesmo ano e também cercado de certa polêmica.

Com a saída de DiCaprio, Bale e Harron puderam assumir de vez a produção, trazendo o orçamento de volta a seus US$7 milhões originais. Outros nomes cogitados para viver o protagonista foram Keanu Reeves e Ewan McGregor – que recusou devido às súplicas do colega Bale. No elenco feminino, ofertas foram feitas a atrizes como Drew Barrymore e Liv Tyler. No fim das contas o elenco de Psicopata Americano tomou forma com três futuros vencedores do Oscar (Christian Bale, Reese Witherspoon e Jared Leto) e dois indicados ao Oscar (Willem Dafoe e Chlöe Sevigny).

Christian Bale acreditava tanto no projeto e estava tão eufórico com a possiblidade de conseguir a vaga no filme, que recusou ofertas de filmes e a fazer testes para outros papeis no período de 9 meses, até conseguir de fato o papel novamente. Mas assim como DiCaprio, Bale foi aconselhado por muitos de que interpretar o personagem num filme assim poderia significar o “suicídio de sua carreira”, o que deixava o ator com mais vontade ainda de participar. Felizmente, para Bale o filme teve o efeito oposto em sua carreira e este foi considerado o papel divisor de águas e sua revelação, elevando seu status de coadjuvante para participações como protagonista em filmes vindouros – carregando franquias de sucesso, vide Batman e O Exterminador do Futuro, e filmes com prestígio de prêmios, como o Oscar. Bale tem um Oscar e mais três indicações como ator no currículo.

Curiosamente, a citada Gloria Steinem, uma das maiores opositoras de ambos livro e filme, se tornaria madrasta de Bale – já que a ativista estava namorando o pai do ator quando ele aceitou o papel no filme. Logo surgiram boatos de que o astro (visto como problemático no passado) teria aceitado o papel para irritar Steinem. Boatos estes que Bale desmentiu.

Para a composição de Patrick Bateman, cujo nome foi retirado na forma de homenagem ao protagonista de Psicose (1960), do mestre Alfred Hitchcock, Norman Bates, e o qual o autor Bret Easton Ellis alega ter baseado em traços da personalidade de seu próprio pai (que medo!), Christian Bale diz ter usado como fonte de inspiração o personagem Peter Loew, vivido por ninguém menos que Nicolas Cage no cult Um Estranho Vampiro (Vampire’s Kiss, 1988). Segundo Bale, os personagens são muito parecidos.

Fora isso, parte da inspiração, segundo a diretora Mary Harron, veio para Bale quando ele se deparou com uma entrevista que o astro Tom Cruise concedeu ao apresentador David Letterman em 1993. Ao assistir a entrevista, Bale teria percebido em Cruise “uma amistosidade muito intensa, mas com nada atrás de seus olhos, como se lhe faltasse alma”. Segundo a diretora, Bale teria baseado Bateman neste retrato de Cruise, que, curiosamente marca presença no livro (mas não no filme), já que o protagonista mora no mesmo prédio do astro, e inclusive o encontra no elevador num momento da obra literária.

Censura, polêmicas e alterações

Como dito, Psicopata Americano não é uma obra para os fracos e sofreu muitos boicotes e todo tipo de acusação. Não é para menos. O debate do limite da arte segue vindo à tona, mas a censura e o boicote nunca podem ser uma opção. Por exemplo, durante as filmagens em Toronto, Canadá, onde é o destino para muitas produções querendo se passar por Nova York devido ao custo mais barato, instituições como a Canadenses Preocupados com a Violência no Entretenimento fez campanha protestando contra o apoio de seu governo ao filme.

Outro problema que a produção enfrentou foi em relação aos direitos das marcas apresentadas no filme, e das músicas usadas para a trilha sonora, já que Patrick Bateman é um entusiasta de canções pop. A saudosa Whitney Houston, por exemplo, citada no filme, se recusou a permitir que qualquer canção sua fosse utilizada no filme. De fato, o maior custo do filme foi adquirir os direitos das músicas usadas. Já as inúmeras marcas, sinônimo de qualidade para um homem como Bateman, também se mostraram uma epopeia para a produção. O designer italiano Nino Cerruti permitiu que Bale usasse as roupas de sua confecção, mas desde que na cena em questão não estivesse matando alguém. A Rolex permitiu que qualquer personagem do filme utilizasse seus relógios, exceto o protagonista. A Calvin Klein correu do projeto de última hora, fazendo com que as cuecas de Bateman fossem providas por Perry Ellis. E a Comme des Garçons proibiu a utilização de suas estilosas malas de noite para que um corpo fosse carregado dentro, assim a produção usou uma de Jean Paul Gaultier ao invés.

No que diz respeito à censura, mesmo com as inúmeras polêmicas, era uma decisão dos produtores desde o início diminuir o grafismo das cenas de violência. Em comparação com o livro, muitas cenas foram completamente removidas devido ao extremismo dos assassinatos e cenas de tortura. O momento mais polêmico do livro, por exemplo, ficou de fora do filme, sequer cogitado de ser filmado. Neste trecho, Patrick Bateman mata um menino no zoológico, buscando um novo nível de satisfação. Outra mudança, embora haja certa implicação sobre isso no filme, é que Bateman é um canibal no livro, com momentos gráficos em que o protagonista devora suas vítimas, seja cruas ou cozidas. Um tópico ausente no longa e que é parte ativa da trama no livro, é a discussão sobre o vírus da AIDS e a sua epidemia, muito em voga na década de 1980.

Fora isso, no livro Patrick Bateman tinha características muito mais misóginas, racistas, sexistas, homofóbicas e xenofóbicas. Essas características foram fortemente diluídas no filme a fim de fazer o personagem mais tolerável, mesmo que algumas delas ainda estejam presentes no resultado final.

Assim, com tantos “atrativos” a seu dispor, inicialmente o MPAA, o órgão responsável pela censura dos filmes nos EUA, tascou um belo NC-17 em Psicopata Americano. Esta classificação é considerada “o beijo da morte”, já que é a mais alta que um filme pode receber, ocasionando numa série de dificuldades na distribuição de um longa. E a Lionsgate já havia enfrentado problemas na classificação da censura de Dogma (1999), de Kevin Smith, lançado um ano antes, considerado blasfemo. A diretora Mary Harron lutou como pôde contra a classificação, mas no fim das contas foi forçada e cortar e aparar cenas de seu filme a fim de receber uma classificação R, igualmente restrita, porém, mais acessível. E se formos reparar, no filme muitas das mortes ocorrem fora de tela. A machadada em Paul Allen, a serra elétrica na prostituta, o chute no cachorro, nada é mostrado, apenas imaginado.

A reviravolta e o verdadeiro sentido (SPOILERS)

Caso não tenha assistindo ainda ao filme, pule este tópico, e passe diretamente ao último. Aqui iremos adereçar o grande segredo e a reviravolta do filme. Levando em conta que o filme já tem 20 anos, muitos provavelmente já assistiram. Então, estejam avisados.

Com a insanidade de Patrick Bateman só aumentando, ao nível de suas ações se tornarem surreais, com direito a confronto de tiroteio com a polícia, explosões e fugas elaboradas, nunca conseguindo ser pego e preso, percebemos que nada disso está de fato ocorrendo. Ou melhor, tudo acontece apenas na mente do ‘psicopata’. Sim, o personagem tem fortes tendências homicidas, apenas não as concretizou ainda. Vontade ele tem. E podemos argumentar num terreno psicológico que um indivíduo com tais ideias e vontades não é normal, e que só lhe falta coragem ou um passo para realmente concretizar os pensamentos monstruosos. Em sua mente distorcida, Bateman verdadeiramente crê que cometeu tais crimes, mas logo é confrontado por um apartamento reformado (aonde escondia suas vítimas), novinho em folha para ser alugado, seu advogado que diz que Paul Allen (morto por ele) está vivo, e por aí vai. Seus desejos secretos eram expostos através dos desenhos, anotações e rabiscos que fazia em seus cadernos e blocos, encontrados pela secretária Jean, a única que descobre de fato sua real face e, claro, termina chocada. Ou seja, somos expostos a cenas extremamente violentas e horríveis que não ocorreram de fato. A pergunta é: isso diminui seu impacto em nossas mentes, uma vez que as tenhamos presenciado?

Derivado e referências

O sucesso de certas obras as faz perdurar no consciente da cultura pop. E com Psicopata Americano ocorreu exatamente isso, sendo citado, homenageado, referenciado e até mesmo satirizado em diversas mídias. A certa altura, o projeto seria transformado numa série de TV antes de virar um filme. Este fato foi ironizado na série Entourage (2004), uma vez que o protagonista deste projeto cancelado seria Kevin Dillon, um dos protagonistas do programa citado. Fora isso, Psicopata Americano foi citado no seriado Dexter (2006), também sobre serial killers, e inclusive ganhou uma paródia no canal Funny or Die, com Huey Lewis e Weird Al Yankovic.

Existe até mesmo uma espécie de derivado de Psicopata Americano. Trata-se do filme Regras da Atração (2002), citado nos primeiros parágrafos. Aqui, temos como protagonista o irmão mais novo de Patrick Bateman, Sean Bateman – no filme vivido pelo sumido James Van Der Beek, o Dawson da série Dawson’s Creek. Sean Bateman é citado e faz aparição no livro Psicopata Americano, mas em sua versão cinematográfica foi deixado de fora. Regras da Atração é baseado no segundo livro escrito por Bret Easton Ellis, e traz no elenco atores como Jessica Biel, Ian Somerhalder, Kate Bosworth, Eric Stoltz, Fred Savage, Shannyn Sossamon, Jay Baruchel e a veterana Faye Dunaway.

Faça o que fizer, apenas passe longe da “continuação” lançada direto em vídeo, o ordinário Psicopata Americano 2 (2002), protagonizado por Mila Kunis.

Recepção, crítica e bilheteria

Enquanto gravavam o filme, ambas Reese Witherspoon e a diretora Mary Harron estavam grávidas – o que pode ter trazido sorte ao projeto. Com um orçamento de US$7 milhões, Psicopata Americano arrecadou mundialmente US$34 milhões, fazendo dele um sucesso financeiro. Como dito, o filme viveu para se tornar cult, a cada ano sendo redescoberto por uma nova leva de fãs. Ele é o sétimo mais popular de seu respectivo ano de lançamento dentre o grande público no IMDB, desbancando em número de votos filmes queridos como Corpo Fechado, Missão: Impossível 2, O Tigre e o Dragão, Quase Famosos, Todo Mundo em Pânico e Premonição, por exemplo; e segue influente e em voga com os cinéfilos. Dado o contexto social dos EUA hoje, e a polarização mundial, o longa se encontra mais atual do que nunca.

Com a crítica atual existe uma divisão sobre seu apreço. O filme marca 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, classificando o longa como “fica atrás da sátira mortal presente no livro de Bret Easton Ellis, mesmo assim o filme consegue encontrar sua própria marca de horror e humor, graças em partes a uma bem encaixada e assustadora performance de Christian Bale”. Com outros, como o lendário Roger Ebert, o filme recebeu avaliação melhor. Dando quase a nota máxima em seu site, Ebert conseguiu perceber a crítica feita por Harron a todos os homens que são Batemans em potencial, concordando com a afirmação da diretora de que sua obra é, na verdade, feminista. Alguns veículos especializados na época, inclusive, de forma jocosa descreveram Psicopata Americano como “a adaptação de livro escrito por um misógino e dirigido por uma feminista”.

E você, conhece Psicopata Americano? O filme está disponível no catálogo da Amazon Prime Vídeo. Esta é a oportunidade perfeita para conferir (ou rever) e dar seu parecer a toda esta polêmica. Assista e não esqueça de comentar abaixo.

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×05

Finalmente chegamos ao capítulo final do documentário, mas o problema é que ainda estamos na metade da temporada. Ryan Murphy já havia confirmado uma enorme reviravolta na trama no sexto episódio, e tudo indica que o caminho natural com a conclusão da encenação seria focar na história “real”. Um dos pontos mais fortes dessa temporada, até o momento, foi o fato de ter se mantido focada, sem tramas paralelas para tirar o foco dos nossos personagens principais, mas, com a reviravolta chegando, me pergunto se o programa não irá acabar se perdendo como já aconteceu em algumas temporadas anteriores.

Saiba qual é a GRANDE reviravolta da trama de ‘American Horror Story: Roanoke’! 

Este quinto episódio abre com um rosto muito conhecido pelo público: Evan Peters. Em um dos papéis mais diferentes que já fez na franquia, Peters está sensacional nas poucas cenas em que apareceu. Sua introdução, no entanto, pareceu um tanto aleatória, como se tivesse sido acrescentada posteriormente. A trama do seu passado faria muito mais sentido se tivesse aparecido no segundo episódio, que teve o enredo mais fraco desta primeira metade da temporada. Sendo ele o primeiro proprietário da casa, teria muito mais peso explorá-lo na trama do que as irmãs enfermeiras psicopatas. E, a essa altura, com o Cricket e o personagem do Denis O’Hare mortos, coube a uma historiadora aleatória contar a origem de Edward Philipe Mott.

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×04 

Veja bem, não estou reclamando do personagem em si, que foi maravilhoso e ganhou uma forte interpretação pelas expressões histéricas do Evan Peters, mas sim do timing apressado no qual ele foi introduzido. Os flashbacks mostrando a construção da casa, tomando vítimas antes mesmo de estar pronta, mais uma vez me remeteu ao filme Rose Red – A Casa Adormecida, que também apresenta um tom muito similar, além de uma premissa que possui muitas coisas em comum. Edward Philipe Mott pode não ter tido o mesmo impacto que o Tate Langdon ou o James March – meus personagens favoritos do ator na série –, mas conseguiu roubar a cena e tornar-se memorável com apenas um episódio – infinitamente melhor que o Kyle (Coven) e o Jimmy (Freak Show), sendo este último o pior de todos; disparado.

Teve um momento nesse episódio que eu pensei que as coisas iriam desandar. Começou a aparecer a vingativa mulher da franquia O Grito pela casa, caipiras canibais caçando pela floresta e não teve cenas suficientes com a Açougueira. A cena da figura japonesa toda retorcida foi obviamente uma homenagem ao subgênero J-Horror, que ganhou muito destaque através de remakes americanos, tais como O Chamado e o já citado O Grito. Já os caipiras canibais, apesar de ainda deslocados, foram conectados diretamente com a trama principal. Foi muita coisa para absorver em 43 minutos; muitas ameaças cercando os personagens principais. Denis O’Hare até aparece vivo novamente (!), só para morrer 2 minutos depois (!!).

3ª episódio de ‘American Horror Story – Roanoke’ ganha prévia

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×01 (Season Premiere) 

Esperava mais tensão neste episódio final do documentário; alguns vezes o personagens “reais” narram alguma coisa assustadora, que devia ter aparecido para nós ao invés de escutarmos pela boca deles. A Açougueira foi praticamente deixada de lado pela trama, que escolheu dar maior foco aos caipiras canibais – o que, sinceramente, não é tão interessante quanto a figura icônica que Kathy Bates construiu. Pelo menos vimos o retorno da Frances Conroy à franquia, e ela foi o único destaque deste plot, porque sequer consigo me lembrar do rosto ou nomes dos seus filhos. Se a personagem de Conroy tivesse sido introduzida antes, talvez me despertasse interesse maior, mas o roteiro deixou para introduzir muitas coisas na última parte da narração, o que acabou prejudicando o ritmo deste quinto episódio. Também não consegui encarar com bons olhos o ato de bondade supremo do filho da Açougueira no último momento possível, e a sua “derrota” ali foi uma decepção.

No fim, o documentário pode ter acabado, mas o pesadelo continua. Estamos apenas na metade da temporada, e é possível que as coisas passam a se tornar muito diferentes do que as que acompanhamos até o momento. Se tivesse que adivinhar, diria que o mockumentary irá se transformar em um found footage. Ao término dos créditos finais, vemos uma cena rápida do próximo episódio com o ator Cheyenne Jackson, onde ele fala diretamente com a pessoa que está filmando para que ela não pare de gravar, não importando o que aconteça. Convenhamos, essa é uma fala clássica dos filmes gravados em primeira pessoa. Vamos ver como a série vai se sair daqui para frente, mas vale destacar que o título nas promos já mudou; anteriormente aparecia “My Roanoke Nightmare“, o nome do documentário, e agora temos o real título da temporada “American Horror Story: Roanoke“. Será que finalmente teremos uma abertura?

‘Dumplin’: Comédia da Netflix estrelada por Jennifer Aniston ganha trailer; Assista!

Netflix divulgou o trailer de seu novo filme de comédia, ‘Dumplin‘, estrelado por Jennifer Aniston.

Confira:

Dirigida por Anne Fletcher (‘A Proposta’ e ‘Vestida Para Casar’), a trama possui uma narrativa com um viés cômico-musical, e gira em torno de Willowdean, uma adolescente plus size e confiante que é obcecada por Dolly Parton. Para irritar sua mãe, ela decide participar do concurso de beleza do Texas ao lado de alguns amigos e o que antes seria um protesto à cultura da magreza e perfeição, se transforma em uma inspiração para um heterogêneo grupo de adolescentes desajustadas entrarem na competição. Ao entregar sua perspectiva particular sobre o mundo dos concursos de beleza que ela testemunhou dentro de casa, Will consegue conquistar o respeito de sua mãe, que passa a admirá-la e genuinamente conhecê-la por quem ela de fato é.

Originalmente um projeto da Disney Studios, ‘Dumplin’ segue por um viés mais indie, sendo roteirizado por Kristin Hahn, que também assume a produção ao lado de Michael Costigan (‘A Vigilante do Amanhã: Ghost In The Shell’).

O longa será lançado em cinemas selecionados e na Netflix em 07 de dezembro.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Clube dos Perdedores é destaque em novas imagens da sequência

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ ganhou novas imagens.

Confira:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

‘O Poço’: Diretor explica o conceito do polêmico filme; Confira!

Em entrevista ao iHorror, o diretor Galder Gaztelu-Urrutia explicou sobre as metáforas e simbolismos no filme ‘O Poço‘ (The Plataform), que estreou recentemente na Netflix.

“O roteiro foi originalmente escrito para ser uma peça de teatro, que, no final das contas, nunca aconteceu. Quando eu li o roteiro, eu percebi que havia um grande potencial. Também sabia que o roteiro precisava de muitas alterações para transformá-lo em um filme, mas havia uma boa base para se trabalhar.Você consegue ver as metáforas e a simbologia do filme ao ler o roteiro, então sabia que o conceito era muito bom.”

Sobre o simbolismo do filme, o diretor afirma: “Se você assiste ao filme, percebe que existem vários níveis; existem pessoas ricas nos níveis superiores e pobres nos níveis inferiores. A metáfora é sobre essas diferentes classes sociais, norte e sul. Também há outro nível de simbologia: se você assistir ao filme novamente, descobrirá mais sobre ele. O filme não é sobre mudar o mundo, mas de entender e colocar o espectador em um dos níveis e ver como eles se comportariam dependendo do nível em que estão. As pessoas são muito parecidas entre si. É muito importante onde você nasceu – em que país e qual família -, mas somos todos muito parecidos. Então, o filme está colocando o espectador na situação para enfrentar os limites de sua própria solidariedade. É fácil ter solidariedade se você estiver no nível 6; se você tem muito, pode desistir de parte disso. Mas você será solidário se não tiver o suficiente para si mesmo? Essa é a questão.”

Atendendo a pedidos, decidimos explicar o final em vídeo e em texto:

O que a criança representa exatamente?

O filme é repleto de metáforas bíblicas, políticas e sociais. Através de uma metáfora, a trama explica que há comida e recursos mais do que suficientes para todos, mas o consumo excessivo daqueles em uma “posição melhor” inevitavelmente leva à desigualdade, que consequentemente leva à fome e à morte.

Se as pessoas que estão a cima realmente pensassem nos que estão abaixo, todos se alimentariam. Mas a ganância e o egoísmo não permitem que isso aconteça.

O filme traça um paralelo à armadilha que a sociedade lançou sobre si mesma, mas a solução não é simples. Apesar da mensagem poder chegar a todos.

Goreng e Baharat decidem mostrar que o sistema é falho enviando uma mensagem para seus criados. Eles tentam levar um dos pratos, uma pana cota, intacta até o final do poço: mostrando que eles não conseguiram corromper o espírito humano. Quando eles chegam ao final do poço, descobrem a verdadeira mensagem que está escondida no nível 333, um lugar aonde ninguém sobreviveu ou pode acessar.

A filha de Miharu realmente existe e está sã e salva lá. Miharu subia e descia todos os dias o poço, mas não estava à procura de sua filha. Na verdade, ela estava descendo todo dia ao nível mais baixo para levar um prato de comida para a criança, a mantendo segura em um nível que ninguém tem acesso. Como a criança chegou lá não é revelado, afinal, menores de 16 anos não são permitidos no Poço. Miharu podia levar algo com ela, teria sido a filha? Fica a dúvida.

A garotinha representa a esperança. Ela é a mensagem, e Goreng – que várias vezes é chamado de Messias – é o Mensageiro. Fica bem clara a alusão a Jesus e a Bíblia. Assim como Jesus, Goreng é o mensageiro incubado da salvação.

A criança ainda não foi corrompida pelo sistema, ao contrário de Goreng. Ele não é mais o mesmo depois de ter presenciado todos os horrores do poço, ele foi corrompido. Já a menina representa o espírito humano, ininterrupto, apesar da influência avassaladora e desumanizante do sistema.

No final, Goreng não pode subir com ela, e decide se sacrificar para provar ao sistema e às outras pessoas que EXISTE esperança, e que o sistema está QUEBRADO. Metaforicamente falando, a garota é o futuro, e provavelmente a única esperança que a humanidade ainda tem.

A menina é ao mesmo tempo um símbolo da resiliência da humanidade e uma indicação de que a mudança só pode vir da juventude.

E você, o que entendeu do final?

Confira a explicação em vídeo:

Crítica | O Poço – Netflix entrega seu filme mais angustiante e impactante

Na trama, parte da população tenta se hospedar em uma prisão subterrânea para ganhar posições sociais, mas é preciso descer aos níveis mais profundos do poço para sair vencedor da disputa.

Tentando quebrar o sistema, um prisioneiro vai fazer de tudo para descobrir os segredos de cada nível da prisão e ajudar uma jovem a dar uma vida digna para o seu filho.

Lançado nos cinemas espanhóis em 2019, o longa foi bastante elogiado pelo público e pelos críticos, alcançando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O suspense é dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia e o elenco conta com Iván MassaguéAntonia San JuanZorion EguileorAlexandra MasangkayEmilio Buale.

Dentro de um sistema prisional vertical, os detentos são destinados a um andar em específico e forçado a racionar comida de uma plataforma que se move pelos diferentes níveis. O filme é uma alegoria social sobre a raça humana em seu momento de maior desespero: a fome.